VINRACINE

MEIZLER

Atualizado em 09/12/2014

VINRACINE
Sulfato de Vincristina
Solução Injetável - i.v.

Forma Farmacêutica e Apresentação de Vinracine

Vinracine 1mg/mL apresenta-se sob a forma de solução injetável, estéril, límpida, incolor ou amarelo-pálida. Cada mL da solução contém 1mg de Sulfato de Vincristina. Caixas contendo 1 frasco-ampola.

USO ADULTO E PEDIÁTRICO

Composição de Vinracine

Cada mL da solução contém:
Sulfato de Vincristina ....................1,0mg    
Manitol ....................100,0mg    
Metilparahidroxibenzoato ....................1,3mg    
Propilparahidroxibenzoato ....................0,2mg    
Ácido Acético ....................q.s.    
Acetato de Sódio ....................q.s.    
Água para Injeções ....................q.s.p. 1mL    

Informações ao Paciente de Vinracine

Vinracine deve ser conservado em sua embalagem original, sob temperatura entre 2 ºC e   8 ºC, protegido da luz.O prazo de validade de Vinracine é de 24 meses, a contar da sua data de fabricação, nas condições acima citadas (vide rótulo e cartucho).

"NÃO USE O MEDICAMENTO SE O PRAZO DE VALIDADE ESTIVER VENCIDO"

Informe seu médico a ocorrência de gravidez1 na vigência do tratamento ou após seu término. Informe seu médico se está amamentando.
Mulheres em idade fértil devem ser aconselhadas a evitar a gravidez1.
Siga a orientação do seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento. Não interromper o tratamento sem o conhecimento do seu médico.
Informe seu médico o aparecimento de reações desagradáveis.
Vinracine só deve ser administrado por especialista em oncologia e a monitoração constante do paciente, quanto ao aparecimento de reações adversas, é indispensável.
Os pacientes e seus pais e/ou responsáveis devem ser advertidos da possibilidade da ocorrência de sintomas2 desfavoráveis e inesperados.

"TODO MEDICAMENTO DEVE SER MANTIDO FORA DO ALCANCE DAS CRIANÇAS"

O uso concomitante de Vinracine com fenitoína, mitomicina C e outros agentes quimioterápicos ou alterações do pH deste medicamento podem intensificar as reações adversas.
Informe seu médico sobre qualquer medicamento que esteja usando, antes do início, ou durante o tratamento.

"NÃO TOME REMÉDIO SEM O CONHECIMENTO DE SEU MÉDICO, PODE SER PERIGOSO PARA A SUA SAÚDE3"

Vinracine é para uso exclusivamente intravenoso. Não administrar por via intratecal, subcutânea4 e intramuscular. A administração por via intratecal pode ocasionar morte.

Informações Técnicas de Vinracine

Modo de Ação:
Apesar de o mecanismo de ação ainda não ter sido bem elucidado, acredita-se que o Sulfato de Vincristina e outros vinca alcalóides (extraídos da planta Vinca rosea) exercem seus efeitos citotóxicos5 como inibidores mitóticos, atuando por complexação com a tubulina, uma subunidade protéica dos microtúbulos que formam o fuso mitótico. A formação do complexo Sulfato de Vincristina-Tubulina previne a polimerização da subunidade de tubulina, dentro dos microtúbulos, e induz a despolimerização dos microtúbulos resultando, assim, na interferência da montagem destes e interrompendo a divisão celular, na metáfase.
Em altas concentrações, a droga também exerce efeitos complexos sobre os ácidos nucléicos e na síntese de proteínas6.
Acredita-se, também, que o Sulfato de Vincristina possa exercer alguma atividade imunossupressora.

Farmacocinética de Vinracine

Sulfato de Vincristina é absorvido no trato gastrintestinal, de maneira imprevisível. Após injeção7 intravenosa rápida de 2mg, em pacientes com funções renal8 e hepática9 normais, o pico da concentração sorológica da droga, aproximadamente de 0,19 a 0,89mM, ocorre imediatamente, e a droga é rapidamente retirada do soro10. A área sob a Curva de Concentração Sorológica de Sulfato de Vincristina versus Tempo apresentou-se sendo maior, após a infusão intravenosa contínua, quando comparada com a injeção7 intravenosa rápida da droga, após administrações de doses comparáveis.A distribuição do Sulfato de Vincristina e seus metabólitos11 (e/ou produtos de decomposição), nos fluidos e tecidos corpóreos humanos, não foi totalmente caracterizada, mas a droga é rapidamente distribuída, dentro de 15 a 30 minutos, e parece ser largamente distribuída (cerca de 90‰) nos tecidos, ligada firmemente, porém de maneira reversível. A ligação com proteínas6 é alta (75‰).
O pico da concentração biliar ocorre dentro de 2 a 4 horas. Vinracine sofre biotransformação hepática9, apesar de não ter sido claramente determinada, devido à droga também, aparentemente, sofrer decomposição in vivo.
Não atravessa significativamente a barreira hemato-encefálica12 e, geralmente, não aparece no líquido cerebrospinal, em concentrações citotóxicas. Não se sabe se o Sulfato de Vincristina e seus metabólitos11 são distribuídos no leite.
Após a injeção7 intravenosa de Sulfato de Vincristina, as concentrações sorológicas da droga parecem declinar de maneira trifásica.
A meia-vida de eliminação trifásica inclue: a fase alfa, de 5 minutos; a fase beta, de 2 horas e 18 minutos, e a fase gama, de 85 horas. Entretanto, a taxa da meia-vida terminal, em humanos, é de 19 a 155 horas.
Sulfato de Vincristina e seus metabólitos11 (e/ou produtos de decomposição) são excretados, principalmente, nas fezes (cerca de 80‰ da dose administrada) e na urina13 (cerca de 10‰ a 20‰), sendo que, cerca de 50‰, sob a forma de metabólitos11. Calcula-se que esta eliminação ocorra entre 24 horas (urina13) e 72 horas (fezes), após a administração da droga.
Apesar de os efeitos de insuficiência hepática14 na eliminação do Sulfato de Vincristina e seus metabólitos11 (e/ou produtos de decomposição) não terem sido avaliados, acredita-se que, em pacientes com função hepática9 diminuída, possam ocorrer falhas na eliminação da droga.

Indicações de Vinracine

Vinracine é indicado para o tratamento da leucemia15 aguda.
Vinracine também tem se mostrado útil, em combinação com outros agentes antineoplásicos, no tratamento da doença de Hodgkin16, linfomas malignos (não-provenientes da doença de Hodgkin16), sarcoma17 linfático18, granuloma19 de célula20 reticular21, rabdomiossarcoma22, neuroblastoma e tumor23 de Wilm.

Contra-Indicações de Vinracine

Vinracine é contra-indicado a pacientes portadores da forma desmielinizante24 da Síndrome25 de Charcot-Marie-Tooth, a pacientes com hipersensibilidade moderada à droga ou a qualquer outro componente da fórmula.Vinracine deve ser administrado com cautela nos seguintes casos:
* Pacientes com deficiência hepática9;
* Pacientes com disfunção renal8;
* Pacientes com supressão da medula óssea26;
* Pacientes com infecção27 secundária;
* Pacientes com histórico de doença neuromuscular;
* Pacientes com varicela28 (ocorrência de problema sistêmico29 fatal).
Vinracine não deve ser administrado por via intratecal, o que poderia ocasionar a morte do paciente.

Tratamento após a administração intratecal de Vinracine: O tratamento inclui a remoção imediata do líquido espinal e lavagem com solução Ringer Lactato30, na tentativa de evitar a paralisia31 ascendente e morte, em quase todos os casos. Em um caso particular relatado, a paralisia31 progressiva, em um adulto, foi detida pelo seguinte tratamento, iniciado imediatamente após a injeção7 intratecal:
Remoção, por punção lombar da maior quantidade de líquido espinal possível, dentro dos limites de segurança.
O espaço subaracnóideo foi lavado com solução Ringer Lactato30, infundida continuamente, através de um cateter em um ventrículo cerebral lateral, na taxa de 150mL/h. O líquido foi removido através de punção lombar.
Assim que houve disponibilidade de plasma fresco congelado32, 25mL deste plasma33, diluídos em 1 litro de solução de Ringer Lactato30, foram infundidos, através do cateter ventricular cerebral, na proporção de 75mL/h, com remoção através de punção lombar. A taxa de infusão foi ajustada para manter um nível de proteína de 150mg/dL, no líquido espinal.
Administração intravenosa de 10g de ácido glutâmico, durante 24 horas, seguida por 500mg, 3 vezes ao dia, por via oral, durante um mês ou até que a disfunção neurológica ter sido estabilizada. (O papel do ácido glutâmico neste tratamento não foi determinado e pode não ser essencial).
Não é aconselhável a administração de Vinracine por via subcutânea4 e via intramuscular.

Precauções Gerais de Vinracine

Antes do uso de Vinracine, os pacientes e seus pais e/ou responsáveis devem ser advertidos da possibilidade da ocorrência de sintomas2 desfavoráveis e inesperados.
Vinracine só deve ser administrado sob a supervisão de um serviço especializado em oncologia, que possua instalações adequadas para uma monitoração regular dos efeitos clínicos, bioquímicos e hematológicos, durante e após sua administração.
Administrar Vinracine apenas por via intravenosa. Não administrar por via subcutânea4, intramuscular e intratecal. A administração por esta última via pode ocasionar morte.
A nefropatia34 aguda de ácido úrico, a qual pode vir alterar a administração de agentes oncológicos, também foi relatada para o Vinracine. Na presença de leucopenia35 ou de infecção27 secundária, a administração da segunda dose de Vinracine requer cuidadosa consideração.
Se for diagnosticada leucemia15 do SNC36, agentes adicionais podem ser requisitados, já que Vinracine não parece atravessar a barreira hemato-encefálica12, em quantidades suficientes.
Atenção especial deve ser dedicada à dosagem e às reações adversas neurológicas, se Vinracine for administrado a pacientes com doença neuromuscular preexistente, e quando outras drogas com potencial neurotóxico também forem usadas.
Cuidados especiais e monitoração constantes dos pacientes e das reações adversas, durante a terapia com Vinracine, são indispensáveis. Em muitos casos, deve-se fazer a adequação de dose e Vinracine não deve ser readministrado.
Cuidados devem ser tomados para se evitar a contaminação ocular com concentrações de Vinracine usadas clinicamente. Em caso de contaminação acidental, uma irritação grave pode ocorrer se a droga entrar em contato com os olhos37 sob pressão (ex.: o esfregar dos olhos37 com as mãos38 pode ocasionar ulceração39 da córnea40). Os olhos37 devem ser lavados imediatamente e abundantemente.
Vinracine deve ser administrado cautelosamente. Devido à infecção27, ocorreram, ocasionalmente, manifestação de exacerbação e tendência à hemorragia41.
É extremamente importante que a agulha intravenosa (ou cateter) seja adequadamente posicionada antes que Vinracine seja administrado. O extravazamento de Vinracine no tecido42 circundante, durante a administração intravenosa, pode causar uma irritação considerável. Se ocorrer extravasamento, a injeção7 deve ser imediatamente interrompida, e qualquer quantidade remanescente da dose deve ser introduzida em outra veia. A injeção7 local de hialuronidase e a aplicação de calor moderado, na área afetada, ajudarão a dispersar a droga e poderão minimizar o desconforto e a possibilidade do surgimento de inflamação43.
Quando a solução e o recipiente permitirem, os produtos de administração parenteral devem ser inspecionados, visualmente, antes da administração, para verificar a presença de partículas em suspensão ou descoloração da solução. Neste caso, o produto não deve ser usado.
Nem em testes laboratoriais in vivo nem em in vitro foi demonstrado, conclusivamente, a mutagenicidade deste produto. A fertilidade, seguida ao tratamento apenas com Vinracine em doenças malignas, não foi estudada em humanos. Relatórios clínicos, para homens e mulheres, que receberam regime múltiplo para quimioterapia44, que incluiu Vinracine, indicam que podem ocorrer azoospermia45 e amenorréia46, em pacientes pós-puberais. Em alguns, mas não em todos os pacientes, ocorreu recuperação, muitos meses após o término da quimioterapia44. Quando o mesmo tratamento é administrado a pacientes pré-puberais, a ocorrência de azoospermia45 e amenorréia46 permanentes são muito menos prováveis.
Os pacientes que receberam quimioterapia44 com Vinracine em combinação com drogas antineoplásicas, conhecidas como carcinogênicas, desenvolveram malignidades secundárias. A contribuição de Vinracine neste desenvolvimento não foi ainda determinada.
Não foi encontrada nenhuma evidência de carcinogenicidade, após administração intraperitoneal de Vinracine, em ratos e camundongos, embora este estudo tenha sido limitado.

Uso na gravidez1 e lactação47:
Estudos realizados em animais, fêmeas prenhes de camundongos, hamsters e macacos, que receberam doses de Vinracine, resultaram em reabsorção de 23‰ a 85‰ dos fetos e malformações48 fetais grosseiramente evidentes. Não foram realizados estudos adequados e bem controlados com mulheres grávidas.
Vinracine pode causar dano fetal quando for administrado à gestantes.
Se Vinracine for usado durante a gravidez1 ou se a paciente ficar grávida enquanto estiver recebendo este medicamento, ela deve ser advertida do perigo em potencial para o feto49.
Mulheres em idade fértil devem ser aconselhadas a evitar a gravidez1.
Não se sabe se Vinracine é excretado no leite materno. Devido ao fato de muitas drogas serem excretadas no leite materno e ao potencial das reações adversas graves causadas pelo Vinracine a lactentes50, deve-se interromper a amamentação51 ou o uso da droga, levando em consideração a importância da droga para a mãe.

Uso em crianças:
Vinracine deve ser administrado em crianças seguindo, rigorosamente, a posologia indicada e com muita cautela devido, principalmente, à gravidade das reações adversas que possam ocorrer.

Uso em idosos:
Deve-se ter também muita cautela na administração de Vinracine e a monitoração constante é necessária para este grupo de pacientes, principalmente, quanto às reações adversas que possam ocorrer.

Interações Medicamentosas de Vinracine

A repetição da administração, oral ou intravenosa, simultânea de fenitoína e de combinações de quimioterapia44 antineoplásica que incluem Vinracine reduz os níveis sangüíneos do anticonvulsivo e aumenta a freqüência das convulsões. O ajuste de dose deve ser baseado na monitoração seqüencial do nível sangüíneo. A contribuição de Vinracine para esta interação não é certa. A interação pode resultar da absorção reduzida da fenitoína e de um aumento no índice do seu metabolismo52 e da sua eliminação.Vinracine nunca deve ser misturado à quaisquer outras drogas e não deve ser diluído em soluções que elevem ou diminuam o pH, fora da faixa de 3,5 a 5,5. Deve ser misturado somente com solução salina ou glicosada em água. Após a diluição, Vinracine deve ser administrado dentro de um período de poucas horas.
As combinações de quimioterápicos, as quais incluíam a administração (dose única) de Vinracine ou qualquer outro vinca alcalóide, registraram infarto53 de miocárdio54 e infarto53 cerebral.
O uso em combinação com a mitomicina C pode ocasionar efeitos respiratórios indesejáveis (respiração curta e broncospasmo) e estes podem requerer tratamento agressivo, particularmente, quando preexistir disfunção pulmonar.
Vinracine pode interagir com vacinas de vírus55 vivos porque, estando suprimidos os mecanismos de defesa normal, pode ocorrer potencialização da replicação do vírus55 da vacina56 e diminuição na formação de anticorpos57.

Efeitos em testes clínicos:
Como a toxicidade58 clínica, que implica na limitação da dose, é manifestada como neurotoxicidade, a avaliação clínica (histórico clínico, exame físico, etc) é necessária para detectar a necessidade de adequação da dose.
Após a administração de Vinracine, alguns indivíduos podem apresentar queda na contagem dos glóbulos brancos ou na contagem de plaquetas59, particularmente, quando a terapia anterior (ou a própria doença) reduziu a função da medula óssea26. Por isso, antes da administração de cada dose, deve ser realizada uma contagem sangüínea completa.
A elevação aguda de ácido úrico no soro10 pode também ocorrer durante indução da remissão em leucemia15 aguda; por isso, esses níveis devem ser freqüentemente determinados, durante as 3 ou 4 primeiras semanas de tratamento, ou medidas adequadas devem ser tomadas para evitar a nefropatia34 de ácido úrico.
O laboratório que realizar estes testes deverá ser consultado para sua variação dos valores normais.

Reações Adversas de Vinracine

As reações adversas, seguidas ao uso de Vinracine, estão relacionadas à dose. Em geral, estas reações são reversíveis. Quando a dose é reduzida, estas reações podem diminuir ou desaparecer. A gravidade dessas reações parece aumentar quando a quantidade calculada da droga é administrada em doses divididas.
As reações adversas mais graves são de origem neuromuscular. Quando são empregadas doses isoladas e semanais da droga, as reações adversas são leucopenia35, dor neurítica e constipação60, mas, em geral, são de curta duração (isto é, menos de 7 dias). Com a redução da dose, estas reações tendem diminuir ou desaparecer.
Outras reações adversas, tais como alopecia61 (a mais comum delas), perda sensorial, parestesia62, dificuldade para andar ou andar cambaleante, perda dos reflexos profundos do tendão63 e fraqueza muscular podem persistir, pelo menos, enquanto perdurar a terapia. A disfunção sensório-motora generalizada pode se tornar, progressivamente, mais severa com a extensão do tratamento.
Em geral, a maior parte desses sintomas2 desaparece em torno da 6ª semana, após a interrupção do tratamento. Em alguns pacientes, algumas dificuldades neuromusculares podem persistir por períodos prolongados. Os cabelos voltam a crescer durante a terapia de manutenção.
*Efeitos hematológicos: Vinracine não parece ter nenhum efeito constante ou importante sobre plaquetas59 ou células64 vermelhas do sangue65.
Depressão séria da medula óssea26 não é, em geral, um episódio importante para limitação da dose. Entretanto, foram relatadas anemia66, leucopenia35 e trombocitopenia67. Se a trombocitopenia67 já existir, antes da terapia com Vinracine começar, pode aumentar antes do aparecimento de redução da medula68.
*Efeitos endócrinos: raras ocorrências de síndrome25 atribuída à secreção de hormônio69 antidiurético inadequada, foram observadas em pacientes tratados com Vinracine.
Esta síndrome25 é caracterizada por alta excreção urinária de sódio, na presença de hiponatremia70. Doença renal8 ou adrenal, hipotensão71, desidratação72, azotemia e edema73 clínico estão ausentes. Com a restrição hídrica, ocorre melhora na hipotermia74 e na perda de sódio renal8.
*Efeitos gastrintestinais: ocorrem constipação60, cólicas75 abdominais, náuseas76, vômitos77, ulceração39 oral, diarréia78, íleo paralítico79, necrose80 intestinal e/ou perfuração, e anorexia81.
A constipação60 pode assumir a forma de impactação no cólon82 superior e, no exame físico, o reto83 pode estar vazio e confundir o médico. Para constatar esta condição é conveniente que um raio X simples de abdômen seja feito. Todos os casos responderam a enemas84 e a laxativos85. É recomendado, a todos os pacientes que recebem Vinracine, um regime profilático de rotina contra constipação60.
Pode ocorrer íleo paralítico79 (muito parecido com o "abdômen cirúrgico"), particularmente, em crianças pequenas. O íleo paralítico79 se reverterá com a interrupção temporária do Vinracine e com terapia sintomática86.
*Efeitos cardiovasculares: ocorreram hipertensão87 e hipotensão71. As combinações quimioterápicas que incluíram Vinracine, quando administradas a pacientes, anteriormente tratados com radiação mediastinal, foram associadas à doença de artéria88 coronária e ao infarto do miocárdio89, porém de causas ainda não estabelecidas.
*Efeitos respiratórios: foram relatados insuficiência respiratória90 e broncospasmo grave, após a administração de vinca alcalóides. Estas reações foram encontradas, mais freqüentemente, quando o vinca alcalóide foi usado em combinação com a mitomicina C, e podem requerer tratamento agressivo, particularmente, quando há disfunção pulmonar preexistente. Dispnéia91 progressiva requer terapia crônica sendo que Vinracine não deve ser readministrado.
*Efeitos geniturinários: ocorrem poliúria92, disúria93 e retenção urinária94 devido à atonia vesical95. O tratamento com outras drogas conhecidas por causarem retenção urinária94 (particularmente, no idoso) deve, se possível, ser interrompido nos primeiros dias, após a administração de Vinracine.
*Efeitos neurológicos: freqüentemente, há uma seqüência para o desenvolvimento de efeitos colaterais96 neuromusculares. Inicialmente, podem ser encontrados apenas deficiência sensorial e parestesia62. Com a continuação do tratamento, podem ocorrer dor neurítica e, posteriormente, dificuldades motoras. Não houve relato sobre agentes que possam reverter as manifestações neuromusculares que acompanham a terapia com Vinracine. Com a administração contínua, foram relatadas as reações adversas de perda dos reflexos profundos do tendão63, pé flácido, ataxia97 e paralisia31. Na ausência de deficiência motora em outros locais, podem ocorrer manifestações de nervos motores cranianos. Os músculos98 extra-oculares e laríngeos são os mais comumente envolvidos.
Foram relatadas dores no maxilar, na faringe99, nos ossos, na glândula parótida100, nas costas101, nos membros e mialgia102, e as dores nestas áreas podem ser sérias.
Alguns pacientes que receberam Vinracine apresentaram convulsões, freqüentemente, acompanhadas de hipertensão87. Vários episódios de convulsões, seguidos por coma103, foram relatados em crianças.
*Efeitos cutâneos: foram relatados casos de alopecia61, hiperidrose104 e esfoliação dermática. O extravasamento no tecido42 adjacente, durante a administração intravenosa do Vinracine, pode causar necrose80 e "per vaginam" no local da injeção7.
*Efeitos oculares: foram relatadas a cegueira cortical transitória e atrofia105 ótica acompanhada de cegueira.
*Efeitos de hipersensibilidade: em pacientes, que receberam Vinracine como parte de regimes quimioterápicos com múltiplas drogas, foram relatados casos raros de reações alérgicas, tais como anafilaxia106, erupções cutâneas107 e edemas108, os quais estão, temporariamente, relacionados à terapia com Vinracine.
*Outros: ocorrem febre109, dor de cabeça110, dislogia e redução de peso.

Posologia de Vinracine

Deve-se tomar extremo cuidado ao se calcular e administrar a dose de Vinracine, pois a superdosagem pode ter conseqüências muito sérias ou fatais. A neurotoxicidade pode estar relacionada à dose.

Adultos:A dose usual recomendada para adultos é de 1,4mg/m2.
Alguns médicos recomendam que a dose não exceda 2mg.

Crianças:
A dose pediátrica usual recomendada é de 2mg/m2.
Para crianças pesando 10Kg ou menos, possuindo área de superfície corpórea menor do que 1m2, recomenda-se que a terapia seja iniciada com dose de 0,05mg/Kg, uma vez por semana.
Uma redução de 50‰ (ex.: 0,5 a 1mg/m2) na dose de Vinracine é recomendada para pacientes111 com uma concentração sorológica de bilirrubina112 direta, excedendo 3mg/dL, ou outra evidência importante de insuficiência hepática14.
Subseqüentes doses podem ser determinadas pelas respostas clínica, hematológica e tolerância do paciente na obtenção de resultados terapêuticos ótimos, com o mínimo de reações adversas.
Vinracine é, geralmente, administrado em intervalos semanais.
Pequenas doses diárias não são recomendadas, por produzirem toxicidade58 grave com nenhum benefício terapêutico adicional.

Administração de Vinracine

Vinracine só deve ser administrado sob a supervisão de um serviço especializado em oncologia, que possua instalações adequadas para uma monitoração regular dos efeitos clínicos, bioquímicos e hematológicos, durante e após sua administração.
Utilizar proteção para as mãos38 para abrir os frascos-ampolas.
Devem ser observados os cuidados de assepsia113 durante toda a manipulação do medicamento até o término da injeção7.
É extremamente importante que a agulha intravenosa (ou cateter) seja adequadamente posicionada antes que Vinracine seja administrado. O extravazamento de Vinracine no tecido42 circundante, durante a administração intravenosa, pode causar uma irritação considerável. Se ocorrer extravasamento, a injeção7 deve ser imediatamente interrompida, e qualquer quantidade remanescente da dose deve ser introduzida em outra veia. A injeção7 local de hialuronidase e a aplicação de calor moderado, na área afetada, ajudarão a dispersar a droga e poderão minimizar o desconforto e a possibilidade do surgimento de inflamação43.
Cuidados devem ser tomados para se evitar a contaminação ocular com concentrações de Vinracine usadas clinicamente. Em caso de contaminação acidental, uma irritação grave pode ocorrer se a droga entrar em contato com os olhos37 sob pressão (ex.: o esfregar dos olhos37 com as mãos38 pode ocasionar ulceração39 da córnea40). Os olhos37 devem ser lavados imediatamente e abundantemente.
Caso a solução de Vinracine apresente partículas em suspensão ou descoloração da solução, o produto não deve ser usado. Qualquer porção não utilizada da solução de Vinracine deve ser descartada.
Vinracine é para uso exclusivamente intravenoso. Não administrar por via intratecal, subcutânea4 e intramuscular. A administração por via intratecal pode ocasionar morte.

Superdosagem de Vinracine

Os efeitos colaterais96, subseqüentes ao uso de Vinracine, estão relacionados à dose. Deve-se tomar extremo cuidado ao calcular e administrar a dose de Vinracine, pois a superdosagem pode ter um resultado muito sério ou fatal.
Não exceder 2mg do total da dose única.
Em crianças, com menos de 13 anos de idade, ocorreu morte, após a administração de doses de Vinracine 10 vezes maiores do que àquelas recomendadas para a terapia. Sintomas2 graves podem ocorrer, neste grupo de pacientes, após dosagens de 3 ou 4mg/m2.
Pode-se esperar também que adultos experimentem sintomas2 graves, após doses únicas de 3mg/m2 ou mais. Concluiu-se portanto que, após administração de doses mais elevadas do que àquelas recomendadas, pode-se esperar que os pacientes experimentem, com certeza, efeitos colaterais96 exagerados.
O cuidado de apoio deve incluir:
*Prevenção de efeitos colaterais96, resultantes da síndrome25 de secreção inapropriada de hormônio69 antidiurético. O tratamento preventivo114 inclui restrição da ingestão de líquidos e a administração de um diurético115, que afete a função da alça de Henle116 e do túbulo distal117. O aumento da excreção fecal de Vinracine, administrado por via parenteral, foi demonstrado em cães, previamente tratados com colestiramina;
*Administração de anticonvulsivos;
*Uso de enemas84 ou purgativos118, para evitar o íleo paralítico79 (em alguns casos, pode ser necessária a descompressão119 do trato gastrintestinal);
*Monitoração do sistema cardiovascular120;
*Determinação de contagens sangüíneas diárias, para orientação nas exigências de transfusão121.
Relatos de casos isolados sugerem que o ácido fólico, por possuir efeito protetor, pode ser útil no tratamento de seres humanos que receberam uma superdosagem de Vinracine.
Sugere-se que 15mg de ácido fólico sejam administrados intravenosamente, a cada 3 horas, durante 24 horas, e depois, a cada 6 horas, pelo menos durante 48 horas. Teoricamente, tendo como base dados farmacocinéticos, pode-se esperar que os níveis teciduais de Vinracine permaneçam significativamente elevados, durante pelo menos 72 horas. O tratamento com ácido fólico não elimina a necessidade das medidas de apoio acima mencionadas.
Como apenas quantidades muito pequenas da droga aparecem no plasma33, não é provável que a hemodiálise122 possa ajudar em casos de superdosagem. Um aumento da gravidade dos efeitos colaterais96 pode ser experimentado por pacientes com doença hepática9 grave o suficiente para reduzir a excreção biliar.
Não há dados clínicos publicados sobre as conseqüências da ingestão oral de Vinracine. Se a ingestão oral ocorrer, o estômago123 deverá ser esvaziado. O esvaziamento deve ser seguido pela administração oral de carvão ativado e de um purgativo124.


USO RESTRITO A HOSPITAIS


VENDA SOB PRESCRIÇÃO MÉDICA

VINRACINE - Laboratório

MEIZLER
Alameda Juruá, 149 - Alphaville
Barueri/SP - CEP: 06455-010
Tel: 11-4195-6613
Fax: 11-4195-6621
Email: diretoria@meizler.com.br
Site: http://www.meizler.com.br/

Ver outros medicamentos do laboratório "MEIZLER"

Antes de consumir qualquer medicamento, consulte seu médico (http://www.catalogo.med.br).

Complementos

1 Gravidez: Condição de ter um embrião ou feto em desenvolvimento no trato reprodutivo feminino após a união de ovo e espermatozóide.
2 Sintomas: Alterações da percepção normal que uma pessoa tem de seu próprio corpo, do seu metabolismo, de suas sensações, podendo ou não ser um indício de doença. Os sintomas são as queixas relatadas pelo paciente mas que só ele consegue perceber. Sintomas são subjetivos, sujeitos à interpretação pessoal. A variabilidade descritiva dos sintomas varia em função da cultura do indivíduo, assim como da valorização que cada pessoa dá às suas próprias percepções.
3 Saúde: 1. Estado de equilíbrio dinâmico entre o organismo e o seu ambiente, o qual mantém as características estruturais e funcionais do organismo dentro dos limites normais para sua forma de vida e para a sua fase do ciclo vital. 2. Estado de boa disposição física e psíquica; bem-estar. 3. Brinde, saudação que se faz bebendo à saúde de alguém. 4. Força física; robustez, vigor, energia.
4 Subcutânea: Feita ou situada sob a pele; hipodérmica.
5 Citotóxicos: Diz-se das substâncias que são tóxicas às células ou que impedem o crescimento de um tecido celular.
6 Proteínas: Um dos três principais nutrientes dos alimentos. Alimentos que fornecem proteína incluem carne vermelha, frango, peixe, queijos, leite, derivados do leite, ovos.
7 Injeção: Infiltração de medicação ou nutrientes líquidos no corpo através de uma agulha e seringa.
8 Renal: Relacionado aos rins. Uma doença renal é uma doença dos rins. Insuficiência renal significa que os rins pararam de funcionar.
9 Hepática: Relativa a ou que forma, constitui ou faz parte do fígado.
10 Soro: Chama-se assim qualquer líquido de características cristalinas e incolor.
11 Metabólitos: Qualquer composto intermediário das reações enzimáticas do metabolismo.
12 Encefálica: Referente a encéfalo.
13 Urina: Resíduo líquido produzido pela filtração renal no organismo, estocado na bexiga e expelido pelo ato de urinar.
14 Insuficiência hepática: Deterioração grave da função hepática. Pode ser decorrente de hepatite viral, cirrose e hepatopatia alcoólica (lesão hepática devido ao consumo de álcool) ou medicamentosa (causada por medicamentos como, por exemplo, o acetaminofeno). Para que uma insuficiência hepática ocorra, deve haver uma lesão de grande porção do fígado.
15 Leucemia: Doença maligna caracterizada pela proliferação anormal de elementos celulares que originam os glóbulos brancos (leucócitos). Como resultado, produz-se a substituição do tecido normal por células cancerosas, com conseqüente diminuição da capacidade imunológica, anemia, distúrbios da função plaquetária, etc.
16 Doença de Hodgkin: Doença neoplásica que afeta o tecido linfático, caracterizada por aumento doloroso dos gânglios linfáticos do pescoço, axilas, mediastino, etc., juntamente com astenia, prurido (coceira) e febre. Atualmente pode ter uma taxa de cura superior a 80%.
17 Sarcoma: Neoplasia maligna originada de células do tecido conjuntivo. Podem aparecer no tecido adiposo (lipossarcoma), muscular (miossarcoma), ósseo (osteosarcoma), etc.
18 Linfático: 1. Na histologia, é relativo à linfa, que contém ou que conduz linfa. 2. No sentido figurado, por extensão de sentido, a que falta vida, vigor, energia (diz-se de indivíduo); apático. 3. Na história da medicina, na classificação hipocrática dos quatro temperamentos de acordo com o humor dominante, que ou aquele que, pela lividez das carnes, flacidez dos músculos, apatia e debilidade demonstradas no comportamento, atesta a predominância de linfa.
19 Granuloma: Formação composta por tecido de granulação que se encontra em processos infecciosos e outras doenças. É, na maioria das vezes, reacional a algum tipo de agressão (corpo estranho, ferimentos, parasitas, etc.).
20 Célula: Unidade funcional básica de todo tecido, capaz de se duplicar (porém algumas células muito especializadas, como os neurônios, não conseguem se duplicar), trocar substâncias com o meio externo à célula, etc. Possui subestruturas (organelas) distintas como núcleo, parede celular, membrana celular, mitocôndrias, etc. que são as responsáveis pela sobrevivência da mesma.
21 Reticular: Dar formato de rede a alguma coisa ou guarnecer de retículo ou retícula.
22 Rabdomiossarcoma: Rabdomiossarcoma é um câncer de origem embrionária que atinge as células que se tornam os músculos do corpo.
23 Tumor: Termo que literalmente significa massa ou formação de tecido. É utilizado em geral para referir-se a uma formação neoplásica.
24 Desmielinizante: Que remove ou destrói a bainha de mielina de nervo ou trato nervoso.
25 Síndrome: Conjunto de sinais e sintomas que se encontram associados a uma entidade conhecida ou não.
26 Medula Óssea: Tecido mole que preenche as cavidades dos ossos. A medula óssea apresenta-se de dois tipos, amarela e vermelha. A medula amarela é encontrada em cavidades grandes de ossos grandes e consiste em sua grande maioria de células adiposas e umas poucas células sangüíneas primitivas. A medula vermelha é um tecido hematopoiético e é o sítio de produção de eritrócitos e leucócitos granulares. A medula óssea é constituída de um rede, em forma de treliça, de tecido conjuntivo, contendo fibras ramificadas e preenchida por células medulares.
27 Infecção: Doença produzida pela invasão de um germe (bactéria, vírus, fungo, etc.) em um organismo superior. Como conseqüência da mesma podem ser produzidas alterações na estrutura ou funcionamento dos tecidos comprometidos, ocasionando febre, queda do estado geral, e inúmeros sintomas que dependem do tipo de germe e da reação imunológica perante o mesmo.
28 Varicela: Doença viral freqüente na infância e caracterizada pela presença de febre e comprometimento do estado geral juntamente com a aparição característica de lesões que têm vários estágios. Primeiro são pequenas manchas avermelhadas, a seguir formam-se pequenas bolhas que finalmente rompem-se deixando uma crosta. É contagiosa, mas normalmente não traz maiores conseqüências à criança. As bolhas e suas crostas, se não sofrerem infecção secundária, não deixam cicatriz.
29 Sistêmico: 1. Relativo a sistema ou a sistemática. 2. Relativo à visão conspectiva, estrutural de um sistema; que se refere ou segue um sistema em seu conjunto. 3. Disposto de modo ordenado, metódico, coerente. 4. Em medicina, é o que envolve o organismo como um todo ou em grande parte.
30 Lactato: Sal ou éster do ácido láctico ou ânion dele derivado.
31 Paralisia: Perda total da força muscular que produz incapacidade para realizar movimentos nos setores afetados. Pode ser produzida por doença neurológica, muscular, tóxica, metabólica ou ser uma combinação das mesmas.
32 Plasma Fresco Congelado: Parte que resta do SANGUE, depois que as CÉLULAS SANGÜÍNEAS são removidas por CENTRIFUGAÇÃO (sem COAGULAÇÃO SANGÜÍNEA prévia).
33 Plasma: Parte que resta do SANGUE, depois que as CÉLULAS SANGÜÍNEAS são removidas por CENTRIFUGAÇÃO (sem COAGULAÇÃO SANGÜÍNEA prévia).
34 Nefropatia: Lesão ou doença do rim.
35 Leucopenia: Redução no número de leucócitos no sangue. Os leucócitos são responsáveis pelas defesas do organismo, são os glóbulos brancos. Quando a quantidade de leucócitos no sangue é inferior a 6000 leucócitos por milímetro cúbico, diz-se que o indivíduo apresenta leucopenia.
36 SNC: Principais órgãos processadores de informação do sistema nervoso, compreendendo cérebro, medula espinhal e meninges.
37 Olhos:
38 Mãos: Articulação entre os ossos do metacarpo e as falanges.
39 Ulceração: 1. Processo patológico de formação de uma úlcera. 2. A úlcera ou um grupo de úlceras.
40 Córnea: Membrana fibrosa e transparente presa à esclera, constituindo a parte anterior do olho.
41 Hemorragia: Saída de sangue dos vasos sanguíneos ou do coração para o exterior, para o interstício ou para cavidades pré-formadas do organismo.
42 Tecido: Conjunto de células de características semelhantes, organizadas em estruturas complexas para cumprir uma determinada função. Exemplo de tecido: o tecido ósseo encontra-se formado por osteócitos dispostos em uma matriz mineral para cumprir funções de sustentação.
43 Inflamação: Conjunto de processos que se desenvolvem em um tecido em resposta a uma agressão externa. Incluem fenômenos vasculares como vasodilatação, edema, desencadeamento da resposta imunológica, ativação do sistema de coagulação, etc.Quando se produz em um tecido superficial (pele, tecido celular subcutâneo) pode apresentar tumefação, aumento da temperatura local, coloração avermelhada e dor (tétrade de Celso, o cientista que primeiro descreveu as características clínicas da inflamação).
44 Quimioterapia: Método que utiliza compostos químicos, chamados quimioterápicos, no tratamento de doenças causadas por agentes biológicos. Quando aplicada ao câncer, a quimioterapia é chamada de quimioterapia antineoplásica ou quimioterapia antiblástica.
45 Azoospermia: Ausência de espermatozódes no líquido seminal.
46 Amenorréia: É a ausência de menstruação pelo período equivalente a 3 ciclos menstruais ou 6 meses (o que ocorrer primeiro). Para períodos inferiores, utiliza-se o termo atraso menstrual.
47 Lactação: Fenômeno fisiológico neuro-endócrino (hormonal) de produção de leite materno pela puérpera no pós-parto; independente dela estar ou não amamentando.Toda mulher após o parto tem produção de leite - lactação; mas, infelizmente nem todas amamentam.
48 Malformações: 1. Defeito na forma ou na formação; anomalia, aberração, deformação. 2. Em patologia, é vício de conformação de uma parte do corpo, de origem congênita ou hereditária, geralmente curável por cirurgia. Ela é diferente da deformação (que é adquirida) e da monstruosidade (que é incurável).
49 Feto: Filhote por nascer de um mamífero vivíparo no período pós-embrionário, depois que as principais estruturas foram delineadas. Em humanos, do filhote por nascer vai do final da oitava semana após a CONCEPÇÃO até o NASCIMENTO, diferente do EMBRIÃO DE MAMÍFERO prematuro.
50 Lactentes: Que ou aqueles que mamam, bebês. Inclui o período neonatal e se estende até 1 ano de idade (12 meses).
51 Amamentação: Ato da nutriz dar o peito e o lactente mamá-lo diretamente. É um fenômeno psico-sócio-cultural. Dar de mamar a; criar ao peito; aleitar; lactar... A amamentação é uma forma de aleitamento, mas há outras formas.
52 Metabolismo: É o conjunto de transformações que as substâncias químicas sofrem no interior dos organismos vivos. São essas reações que permitem a uma célula ou um sistema transformar os alimentos em energia, que será ultilizada pelas células para que as mesmas se multipliquem, cresçam e movimentem-se. O metabolismo divide-se em duas etapas: catabolismo e anabolismo.
53 Infarto: Morte de um tecido por irrigação sangüínea insuficiente. O exemplo mais conhecido é o infarto do miocárdio, no qual se produz a obstrução das artérias coronárias com conseqüente lesão irreversível do músculo cardíaco.
54 Miocárdio: Tecido muscular do CORAÇÃO. Composto de células musculares estriadas e involuntárias (MIÓCITOS CARDÍACOS) conectadas, que formam a bomba contrátil geradora do fluxo sangüíneo. Sinônimos: Músculo Cardíaco; Músculo do Coração
55 Vírus: Pequeno microorganismo capaz de infectar uma célula de um organismo superior e replicar-se utilizando os elementos celulares do hospedeiro. São capazes de causar múltiplas doenças, desde um resfriado comum até a AIDS.
56 Vacina: Tratamento à base de bactérias, vírus vivos atenuados ou seus produtos celulares, que têm o objetivo de produzir uma imunização ativa no organismo para uma determinada infecção.
57 Anticorpos: Proteínas produzidas pelo organismo para se proteger de substâncias estranhas como bactérias ou vírus. As pessoas que têm diabetes tipo 1 produzem anticorpos que destroem as células beta produtoras de insulina do próprio organismo.
58 Toxicidade: Capacidade de uma substância produzir efeitos prejudiciais ao organismo vivo.
59 Plaquetas: Elemento do sangue (não é uma célula porque não apresenta núcleo) produzido na medula óssea, cuja principal função é participar da coagulação do sangue através da formação de conglomerados que tamponam o escape do sangue por uma lesão em um vaso sangüíneo.
60 Constipação: Retardo ou dificuldade nas defecações, suficiente para causar desconforto significativo para a pessoa. Pode significar que as fezes são duras, difíceis de serem expelidas ou infreqüentes (evacuações inferiores a três vezes por semana), ou ainda a sensação de esvaziamento retal incompleto, após as defecações.
61 Alopécia: Redução parcial ou total de pêlos ou cabelos em uma determinada área de pele. Ela apresenta várias causas, podendo ter evolução progressiva, resolução espontânea ou ser controlada com tratamento médico. Quando afeta todos os pêlos do corpo, é chamada de alopécia universal.
62 Parestesia: Sensação cutânea subjetiva (ex.: frio, calor, formigamento, pressão, etc.) vivenciada espontaneamente na ausência de estimulação.
63 Tendão: Tecido fibroso pelo qual um músculo se prende a um osso.
64 Células: Unidades (ou subunidades) funcionais e estruturais fundamentais dos organismos vivos. São compostas de CITOPLASMA (com várias ORGANELAS) e limitadas por uma MEMBRANA CELULAR.
65 Sangue: O sangue é uma substância líquida que circula pelas artérias e veias do organismo. Em um adulto sadio, cerca de 45% do volume de seu sangue é composto por células (a maioria glóbulos vermelhos, glóbulos brancos e plaquetas). O sangue é vermelho brilhante, quando oxigenado nos pulmões (nos alvéolos pulmonares). Ele adquire uma tonalidade mais azulada, quando perde seu oxigênio, através das veias e dos pequenos vasos denominados capilares.
66 Anemia: Condição na qual o número de células vermelhas do sangue está abaixo do considerado normal para a idade, resultando em menor oxigenação para as células do organismo.
67 Trombocitopenia: É a redução do número de plaquetas no sangue. Contrário de trombocitose. Quando a quantidade de plaquetas no sangue é inferior a 150.000/mm³, diz-se que o indivíduo apresenta trombocitopenia (ou plaquetopenia). As pessoas com trombocitopenia apresentam tendência de sofrer hemorragias.
68 Medula: Tecido mole que preenche as cavidades dos ossos. A medula óssea apresenta-se de dois tipos, amarela e vermelha. A medula amarela é encontrada em cavidades grandes de ossos grandes e consiste em sua grande maioria de células adiposas e umas poucas células sangüíneas primitivas. A medula vermelha é um tecido hematopoiético e é o sítio de produção de eritrócitos e leucócitos granulares. A medula óssea é constituída de um rede, em forma de treliça, de tecido conjuntivo, contendo fibras ramificadas e preenchida por células medulares.
69 Hormônio: Substância química produzida por uma parte do corpo e liberada no sangue para desencadear ou regular funções particulares do organismo. Por exemplo, a insulina é um hormônio produzido pelo pâncreas que diz a outras células quando usar a glicose para energia. Hormônios sintéticos, usados como medicamentos, podem ser semelhantes ou diferentes daqueles produzidos pelo organismo.
70 Hiponatremia: Concentração de sódio sérico abaixo do limite inferior da normalidade; na maioria dos laboratórios, isto significa [Na+] < 135 meq/L, mas o ponto de corte [Na+] < 136 meq/L também é muito utilizado.
71 Hipotensão: Pressão sanguínea baixa ou queda repentina na pressão sanguínea. A hipotensão pode ocorrer quando uma pessoa muda rapidamente de uma posição sentada ou deitada para a posição de pé, causando vertigem ou desmaio.
72 Desidratação: Perda de líquidos do organismo pelo aumento importante da freqüência urinária, sudorese excessiva, diarréia ou vômito.
73 Edema: 1. Inchaço causado pelo excesso de fluidos no organismo. 2. Acúmulo anormal de líquido nos tecidos do organismo, especialmente no tecido conjuntivo.
74 Hipotermia: Diminuição da temperatura corporal abaixo de 35ºC.Pode ser produzida por choque, infecção grave ou em estados de congelamento.
75 Cólicas: Dor aguda, produzida pela dilatação ou contração de uma víscera oca (intestino, vesícula biliar, ureter, etc.). Pode ser de início súbito, com exacerbações e períodos de melhora parcial ou total, nos quais o paciente pode estar sentindo-se bem ou apresentar dor leve.
76 Náuseas: Vontade de vomitar. Forma parte do mecanismo complexo do vômito e pode ser acompanhada de sudorese, sialorréia (salivação excessiva), vertigem, etc .
77 Vômitos: São a expulsão ativa do conteúdo gástrico pela boca. Podem ser classificados em: alimentar, fecalóide, biliar, em jato, pós-prandial. Sinônimo de êmese. Os medicamentos que agem neste sintoma são chamados de antieméticos.
78 Diarréia: Aumento do volume, freqüência ou quantidade de líquido nas evacuações.Deve ser a manifestação mais freqüente de alteração da absorção ou transporte intestinal de substâncias, alterações estas que em geral são devidas a uma infecção bacteriana ou viral, a toxinas alimentares, etc.
79 Íleo paralítico: O íleo adinâmico, também denominado íleo paralítico, reflexo, por inibição ou pós-operatório, é definido como uma atonia reflexa gastrintestinal, onde o conteúdo não é propelido através do lúmen, devido à parada da atividade peristáltica, sem uma causa mecânica. É distúrbio comum do pós-operatório podendo-se afirmar que ocorre após toda cirurgia abdominal, como resposta “fisiológica“ à intervenção, variando somente sua intensidade, afetando todo o aparelho digestivo ou parte dele.
80 Necrose: Conjunto de processos irreversíveis através dos quais se produz a degeneração celular seguida de morte da célula.
81 Anorexia: Perda do apetite ou do desejo de ingerir alimentos.
82 Cólon:
83 Reto: Segmento distal do INTESTINO GROSSO, entre o COLO SIGMÓIDE e o CANAL ANAL.
84 Enemas: Introdução de substâncias líquidas ou semilíquidas através do esfíncter anal, com o objetivo de induzir a defecação ou administrar medicamentos.
85 Laxativos: Mesmo que laxantes. Que laxa, afrouxa, dilata. Medicamentos que tratam da constipação intestinal; purgantes, purgativos, solutivos.
86 Sintomática: 1. Relativo a ou que constitui sintoma. 2. Que é efeito de alguma doença. 3. Por extensão de sentido, é o que indica um particular estado de coisas, de espírito; revelador, significativo.
87 Hipertensão: Condição presente quando o sangue flui através dos vasos com força maior que a normal. Também chamada de pressão alta. Hipertensão pode causar esforço cardíaco, dano aos vasos sangüíneos e aumento do risco de um ataque cardíaco, derrame ou acidente vascular cerebral, além de problemas renais e morte.
88 Artéria: Vaso sangüíneo de grande calibre que leva sangue oxigenado do coração a todas as partes do corpo.
89 Infarto do miocárdio: Interrupção do suprimento sangüíneo para o coração por estreitamento dos vasos ou bloqueio do fluxo. Também conhecido por ataque cardíaco.
90 Insuficiência respiratória: Condição clínica na qual o sistema respiratório não consegue manter os valores da pressão arterial de oxigênio (PaO2) e/ou da pressão arterial de gás carbônico (PaCO2) dentro dos limites da normalidade, para determinada demanda metabólica. Como a definição está relacionada à incapacidade do sistema respiratório em manter níveis adequados de oxigenação e gás carbônico, foram estabelecidos, para sua caracterização, pontos de corte na gasometria arterial: PaO2 50 mmHg.
91 Dispnéia: Falta de ar ou dificuldade para respirar caracterizada por respiração rápida e curta, geralmente está associada a alguma doença cardíaca ou pulmonar.
92 Poliúria: Diurese excessiva, pode ser um sinal de diabetes.
93 Disúria: Dificuldade para urinar. Pode produzir ardor, dor, micção intermitente, etc. Em geral corresponde a uma infecção urinária.
94 Retenção urinária: É um problema de esvaziamento da bexiga causado por diferentes condições. Normalmente, o ato miccional pode ser iniciado voluntariamente e a bexiga se esvazia por completo. Retenção urinária é a retenção anormal de urina na bexiga.
95 Vesical: Relativo à ou próprio da bexiga.
96 Efeitos colaterais: 1. Ação não esperada de um medicamento. Ou seja, significa a ação sobre alguma parte do organismo diferente daquela que precisa ser tratada pelo medicamento. 2. Possível reação que pode ocorrer durante o uso do medicamento, podendo ser benéfica ou maléfica.
97 Ataxia: Reflete uma condição de falta de coordenação dos movimentos musculares voluntários podendo afetar a força muscular e o equilíbrio de uma pessoa. É normalmente associada a uma degeneração ou bloqueio de áreas específicas do cérebro e cerebelo. É um sintoma, não uma doença específica ou um diagnóstico.
98 Músculos: Tecidos contráteis que produzem movimentos nos animais.
99 Faringe: Canal músculo-membranoso comum aos sistemas digestivo e respiratório. Comunica-se com a boca e com as fossas nasais. É dividida em três partes: faringe superior (nasofaringe ou rinofaringe), faringe bucal (orofaringe) e faringe inferior (hipofaringe, laringofaringe ou faringe esofagiana), sendo um órgão indispensável para a circulação do ar e dos alimentos.
100 Glândula parótida: A maior dos três pares de GLÂNDULAS SALIVARES, que ficam do lado da FACE, imediatamente abaixo e em frente à ORELHA.
101 Costas:
102 Mialgia: Dor que se origina nos músculos. Pode acompanhar outros sintomas como queda no estado geral, febre e dor de cabeça nas doenças infecciosas. Também pode estar associada a diferentes doenças imunológicas.
103 Coma: 1. Alteração do estado normal de consciência caracterizado pela falta de abertura ocular e diminuição ou ausência de resposta a estímulos externos. Pode ser reversível ou evoluir para a morte. 2. Presente do subjuntivo ou imperativo do verbo “comer.“
104 Hiperidrose: Excesso de suor, que costuma acometer axilas, palmas das mãos e plantas dos pés.
105 Atrofia: 1. Em biologia, é a falta de desenvolvimento de corpo, órgão, tecido ou membro. 2. Em patologia, é a diminuição de peso e volume de órgão, tecido ou membro por nutrição insuficiente das células ou imobilização. 3. No sentido figurado, é uma debilitação ou perda de alguma faculdade mental ou de um dos sentidos, por exemplo, da memória em idosos.
106 Anafilaxia: É um tipo de reação alérgica sistêmica aguda. Esta reação ocorre quando a pessoa foi sensibilizada (ou seja, quando o sistema imune foi condicionado a reconhecer uma substância como uma ameaça ao organismo). Na segunda exposição ou nas exposições subseqüentes, ocorre uma reação alérgica. Essa reação é repentina, grave e abrange o corpo todo. O sistema imune libera anticorpos. Os tecidos liberam histamina e outras substâncias. Esse mecanismo causa contrações musculares, constrição das vias respiratórias, dificuldade respiratória, dor abdominal, cãimbras, vômitos e diarréia. A histamina leva à dilatação dos vasos sangüíneos (que abaixa a pressão sangüínea) e o vazamento de líquidos da corrente sangüínea para os tecidos (que reduzem o volume de sangue) o que provoca o choque. Ocorrem com freqüência a urticária e o angioedema - este angioedema pode resultar na obstrução das vias respiratórias. Uma anafilaxia prolongada pode causar arritmia cardíaca.
107 Cutâneas: Que dizem respeito à pele, à cútis.
108 Edemas: 1. Inchaço causado pelo excesso de fluidos no organismo. 2. Acúmulo anormal de líquido nos tecidos do organismo, especialmente no tecido conjuntivo.
109 Febre: É a elevação da temperatura do corpo acima dos valores normais para o indivíduo. São aceitos como valores de referência indicativos de febre: temperatura axilar ou oral acima de 37,5°C e temperatura retal acima de 38°C. A febre é uma reação do corpo contra patógenos.
110 Cabeça:
111 Para pacientes: Você pode utilizar este texto livremente com seus pacientes, inclusive alterando-o, de acordo com a sua prática e experiência. Conheça todos os materiais Para Pacientes disponíveis para auxiliar, educar e esclarecer seus pacientes, colaborando para a melhoria da relação médico-paciente, reunidos no canal Para Pacientes . As informações contidas neste texto são baseadas em uma compilação feita pela equipe médica da Centralx. Você deve checar e confirmar as informações e divulgá-las para seus pacientes de acordo com seus conhecimentos médicos.
112 Bilirrubina: Pigmento amarelo que é produto da degradação da hemoglobina. Quando aumenta no sangue, acima de seus valores normais, pode produzir uma coloração amarelada da pele e mucosas, denominada icterícia. Pode estar aumentado no sangue devido a aumento da produção do mesmo (excesso de degradação de hemoglobina) ou por dificuldade de escoamento normal (por exemplo, cálculos biliares, hepatite).
113 Assepsia: É o conjunto de medidas que utilizamos para impedir a penetração de micro-organismos em um ambiente que logicamente não os tem. Logo um ambiente asséptico é aquele que está livre de infecção.
114 Preventivo: 1. Aquilo que previne ou que é executado por medida de segurança; profilático. 2. Na medicina, é qualquer exame ou grupo de exames que têm por objetivo descobrir precocemente lesão suscetível de evolução ameaçadora da vida, como as lesões malignas. 3. Em ginecologia, é o exame ou conjunto de exames que visa surpreender a presença de lesão potencialmente maligna, ou maligna em estágio inicial, especialmente do colo do útero.
115 Diurético: Grupo de fármacos que atuam no rim, aumentando o volume e o grau de diluição da urina. Eles depletam os níveis de água e cloreto de sódio sangüíneos. São usados no tratamento da hipertensão arterial, insuficiência renal, insuficiência cardiaca ou cirrose do fígado. Há dois tipos de diuréticos, os que atuam diretamente nos túbulos renais, modificando a sua atividade secretora e absorvente; e aqueles que modificam o conteúdo do filtrado glomerular, dificultando indiretamente a reabsorção da água e sal.
116 Alça de Henle: Porção do tubo renal (em forma de U), na MEDULA RENAL, constituída por uma alça descendente e uma ascendente. Situada entre o TÚBULO RENAL PROXIMAL e o TÚBULOS RENAL DISTAL.
117 Distal: 1. Que se localiza longe do centro, do ponto de origem ou do ponto de união. 2. Espacialmente distante; remoto. 3. Em anatomia geral, é o mais afastado do tronco (diz-se de membro) ou do ponto de origem (diz-se de vasos ou nervos). Ou também o que é voltado para a direção oposta à cabeça. 4. Em odontologia, é o mais distante do ponto médio do arco dental.
118 Purgativos: Laxantes, medicamentos que apressam o esvaziamento do intestino.
119 Descompressão: Ato ou efeito de descomprimir, de aliviar o que está sob efeito de pressão ou de compressão.
120 Sistema cardiovascular: O sistema cardiovascular ou sistema circulatório sanguíneo é formado por um circuito fechado de tubos (artérias, veias e capilares) dentro dos quais circula o sangue e por um órgão central, o coração, que atua como bomba. Ele move o sangue através dos vasos sanguíneos e distribui substâncias por todo o organismo.
121 Transfusão: Introdução na corrente sangüínea de sangue ou algum de seus componentes. Podem ser transfundidos separadamente glóbulos vermelhos, plaquetas, plasma, fatores de coagulação, etc.
122 Hemodiálise: Tipo de diálise que vai promover a retirada das substâncias tóxicas, água e sais minerais do organismo através da passagem do sangue por um filtro. A hemodiálise, em geral, é realizada 3 vezes por semana, em sessões com duração média de 3 a 4 horas, com o auxílio de uma máquina, dentro de clínicas especializadas neste tratamento. Para que o sangue passe pela máquina, é necessária a colocação de um catéter ou a confecção de uma fístula, que é um procedimento realizado mais comumente nas veias do braço, para permitir que estas fiquem mais calibrosas e, desta forma, forneçam o fluxo de sangue adequado para ser filtrado.
123 Estômago: Órgão da digestão, localizado no quadrante superior esquerdo do abdome, entre o final do ESÔFAGO e o início do DUODENO.
124 Purgativo: Laxante, medicamento que apressa o esvaziamento do intestino.

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