CetoHEXAL

HEXAL

Atualizado em 08/12/2014

CetoHEXAL

Cetoconazol

Registro M.S. n° 1.0047.0279

Apresentações de Cetohexal

10 comprimidos 200 mg
30 comprimidos 200 mg

Indicações de Cetohexal


Tratamento de infecções1 causadas por fungos.

Contra-Indicações de Cetohexal

Patologia2 hepática3 aguda ou crônica, hipersensibilidade conhecida a qualquer
componente da fórmula, gravidez4 e lactação5. Terapia concomitante com certas drogas.

Cuidados e Advertências de Cetohexal


A absorção é prejudicada quando a acidez gástrica6 está diminuída.
Antiácidos7 devem ser administrados pelo menos 2 h após CetoHEXAL. Na acloridria8 recomenda-se
administrar CetoHEXAL com refrigerante tipo cola. Pode ocorrer aumento assintomático, leve e
transitório de transaminases ou fosfatase alcalina9. Esta reação não é prejudicial e não requer,
necessariamente, descontinuação da terapia, mas deve-se monitorar. Testes de avaliação da função
hepática3 devem acompanhar tratamentos > 2 semanas com CetoHEXAL. Sob tratamento prolongado
devem-se observar eventuais queixas hepáticas10, como astenia11 pronunciada, febre12, urina13 escura, fezes
esbranquiçadas ou icterícia14. Após tratamento com griseofulvina, aconselha-se esperar 1 mês antes da
terapia com CetoHEXAL. Caso ocorram sintomas15 de hepatite16 ou quando os testes de função hepática3
confirmarem a presença de doença hepática3, o tratamento deve ser descontinuado. Uma avaliação de
risco x benefício deve ser feita antes de usar cetoconazol em doenças sem risco de vida que exigem
tratamento a longo prazo. A função supra-renal17 deverá ser monitorada em pacientes no limite da
normalidade, além dos pacientes em períodos prolongados de estresse (grande cirurgia, tratamento
intensivo). Contra-indicado na gravidez4 e lactação5. Drogas indutoras de enzimas como rifampicina,
rifabutina, carbamazepina, isoniazida e fenitoína reduzem a biodisponibilidade do cetoconazol. Ritonavir
aumenta a biodisponibilidade do cetoconazol. O cetoconazol pode inibir o metabolismo18 de outras drogas
metabolizadas por certas enzimas do citocromo P450, especialmente da família CYP3A4. Isto pode
resultar em aumento/prolongamento de seus efeitos, incluindo efeitos colaterais19. Drogas que não devem
ser usadas durante o tratamento com cetoconazol: terfenadina, astemizol, cisaprida, triazolam,
midazolam oral, quinidina, pimozida, inibidores da HMG-CoA redutase metabolizados pela CY3A4,
drogas cujos níveis plasmáticos, efeitos adversos ou efeitos colaterais19 devem ser monitorados e cujas
doses podem ser reduzidas, se necessário, quando co-administrados com cetoconazol, anticoagulantes20
orais, inibidores da protease21 do HIV22, certos agentes neoplásicos23 como alcalóides da vinca, busulfano e
docetaxel, bloqueadores de canal de cálcio metabolizados pela CYP3A4, certos agentes
imunossupressores, digoxina, carbamazepina, buspirona, alfentanila, sildenafil, alprazolan, midazolan
i.v., rifabutina, metil-prednisolona e trimetrexato. Reações tipo dissulfiram, caracterizadas por rubor,
erupção24, edema25 periférico, náusea26, cefaléia27 foram descritas após uso de álcool, de forma excepcional.
Todos os sintomas15 se resolvem completamente dentro de poucas horas. As experiências adversas mais
freqüentemente relatadas foram de origem gastrintestinal: dispepsia28, náusea26, cólica e diarréia29.

Posologia de Cetohexal


Deve ser administrado durante uma das refeições diárias para absorção máxima. Adultos:
Candidíase30 vaginal: 400 mg 1 vez ao dia por 5 dias consecutivos. Demais indicações: 200 mg/dia, até
pelo menos 1 semana após o desaparecimento dos sintomas15 ou até negativação dos exames
micológicos. Em infecções1 muito graves, ou quando a resposta clínica for insuficiente dentro do prazo
previsto, pode-se aumentar a dose para 400 mg, 1 vez ao dia. No tratamento profilático de pacientes
imunodeprimidos recomenda-se 400 mg, 1 vez ao dia. Dermatofitoses e candidíase30 cutânea31: ? 4
semanas; Micoses couro cabeludo: 4-8 semanas; Ptiríase versicolor32: 10 dias; Paracoccidioidomicose,
histoplasmose e coccidioidomicose: mín. 6 meses; Onicomicose33 e candidíase30 mucocutânea crônica: 2-
3 semanas; Candidíase30 sistêmica: 4-8 semanas. Crianças: < 20 kg: 50 mg 1 vez ao dia. 20-40 kg: 100
mg 1 vez ao dia. > 40 kg: 200 mg 1 vez ao dia. Em geral a terapia deve ser contínua até pelo menos 1
semana após o desaparecimento completo dos sintomas15 ou a negativação de todas as culturas.
Tratamento profilático de crianças imunodeprimidas recomenda-se: < 20 kg: 100 mg 1 vez ao dia. 20-40
kg: 100-300 mg 1 vez ao dia. > 40 kg: 400 mg 1 vez ao dia.

VENDA SOB PRESCRIÇÃO MÉDICA

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CetoHEXAL - Laboratório

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Av. Itaboraí, 1425
São Paulo/SP - CEP: 04135-001
Tel: 5585-9090
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Complementos

1 Infecções: Doença produzida pela invasão de um germe (bactéria, vírus, fungo, etc.) em um organismo superior. Como conseqüência da mesma podem ser produzidas alterações na estrutura ou funcionamento dos tecidos comprometidos, ocasionando febre, queda do estado geral, e inúmeros sintomas que dependem do tipo de germe e da reação imunológica perante o mesmo.
2 Patologia: 1. Especialidade médica que estuda as doenças e as alterações que estas provocam no organismo. 2. Qualquer desvio anatômico e/ou fisiológico, em relação à normalidade, que constitua uma doença ou caracterize determinada doença. 3. Por extensão de sentido, é o desvio em relação ao que é próprio ou adequado ou em relação ao que é considerado como o estado normal de uma coisa inanimada ou imaterial.
3 Hepática: Relativa a ou que forma, constitui ou faz parte do fígado.
4 Gravidez: Condição de ter um embrião ou feto em desenvolvimento no trato reprodutivo feminino após a união de ovo e espermatozóide.
5 Lactação: Fenômeno fisiológico neuro-endócrino (hormonal) de produção de leite materno pela puérpera no pós-parto; independente dela estar ou não amamentando.Toda mulher após o parto tem produção de leite - lactação; mas, infelizmente nem todas amamentam.
6 Acidez gástrica: Estado normal do conteúdo do estômago caracterizado por uma elevada quantidade de íons hidrogênio, quantidade esta que pode ser medida através de uma escala logarítmica denominada pH.
7 Antiácidos: É uma substância que neutraliza o excesso de ácido, contrariando o seu efeito. É uma base que aumenta os valores de pH de uma solução ácida.
8 Acloridria: Falta de ácido hidroclorídrico no suco gástrico, apesar da estimulação da secreção gástrica.
9 Fosfatase alcalina: É uma hidrolase, ou seja, uma enzima que possui capacidade de retirar grupos de fosfato de uma distinta gama de moléculas, tais como nucleotídeos, proteínas e alcaloides. Ela é sintetizada por diferentes órgãos e tecidos, como, por exemplo, os ossos, fígado e placenta.
10 Hepáticas: Relativas a ou que forma, constitui ou faz parte do fígado.
11 Astenia: Sensação de fraqueza, sem perda real da capacidade muscular.
12 Febre: É a elevação da temperatura do corpo acima dos valores normais para o indivíduo. São aceitos como valores de referência indicativos de febre: temperatura axilar ou oral acima de 37,5°C e temperatura retal acima de 38°C. A febre é uma reação do corpo contra patógenos.
13 Urina: Resíduo líquido produzido pela filtração renal no organismo, estocado na bexiga e expelido pelo ato de urinar.
14 Icterícia: Coloração amarelada da pele e mucosas devido a uma acumulação de bilirrubina no organismo. Existem dois tipos de icterícia que têm etiologias e sintomas distintos: icterícia por acumulação de bilirrubina conjugada ou direta e icterícia por acumulação de bilirrubina não conjugada ou indireta.
15 Sintomas: Alterações da percepção normal que uma pessoa tem de seu próprio corpo, do seu metabolismo, de suas sensações, podendo ou não ser um indício de doença. Os sintomas são as queixas relatadas pelo paciente mas que só ele consegue perceber. Sintomas são subjetivos, sujeitos à interpretação pessoal. A variabilidade descritiva dos sintomas varia em função da cultura do indivíduo, assim como da valorização que cada pessoa dá às suas próprias percepções.
16 Hepatite: Inflamação do fígado, caracterizada por coloração amarela da pele e mucosas (icterícia), dor na região superior direita do abdome, cansaço generalizado, aumento do tamanho do fígado, etc. Pode ser produzida por múltiplas causas como infecções virais, toxicidade por drogas, doenças imunológicas, etc.
17 Supra-renal:
18 Metabolismo: É o conjunto de transformações que as substâncias químicas sofrem no interior dos organismos vivos. São essas reações que permitem a uma célula ou um sistema transformar os alimentos em energia, que será ultilizada pelas células para que as mesmas se multipliquem, cresçam e movimentem-se. O metabolismo divide-se em duas etapas: catabolismo e anabolismo.
19 Efeitos colaterais: 1. Ação não esperada de um medicamento. Ou seja, significa a ação sobre alguma parte do organismo diferente daquela que precisa ser tratada pelo medicamento. 2. Possível reação que pode ocorrer durante o uso do medicamento, podendo ser benéfica ou maléfica.
20 Anticoagulantes: Substâncias ou medicamentos que evitam a coagulação, especialmente do sangue.
21 Inibidores da protease: Alguns vírus como o HIV e o vírus da hepatite C dependem de proteases (enzimas que quebram ligações peptídicas entre os aminoácidos das proteínas) no seu ciclo reprodutivo, pois algumas proteínas virais são codificadas em uma longa cadeia peptídica, sendo libertadas por proteases para assumir sua conformação ideal e sua função. Os inibidores da protease são desenvolvidos como meios antivirais, pois impedem a correta estruturação do RNA viral.
22 HIV: Abreviatura em inglês do vírus da imunodeficiência humana. É o agente causador da AIDS.
23 Neoplásicos: Que apresentam neoplasias, ou seja, que apresentam processo patológico que resulta no desenvolvimento de neoplasma ou tumor. Um neoplasma é uma neoformação de crescimento anormal, incontrolado e progressivo de tecido, mediante proliferação celular.
24 Erupção: 1. Ato, processo ou efeito de irromper. 2. Aumento rápido do brilho de uma estrela ou de pequena região da atmosfera solar. 3. Aparecimento de lesões de natureza inflamatória ou infecciosa, geralmente múltiplas, na pele e mucosas, provocadas por vírus, bactérias, intoxicações, etc. 4. Emissão de materiais magmáticos por um vulcão (lava, cinzas etc.).
25 Edema: 1. Inchaço causado pelo excesso de fluidos no organismo. 2. Acúmulo anormal de líquido nos tecidos do organismo, especialmente no tecido conjuntivo.
26 Náusea: Vontade de vomitar. Forma parte do mecanismo complexo do vômito e pode ser acompanhada de sudorese, sialorréia (salivação excessiva), vertigem, etc.
27 Cefaleia: Sinônimo de dor de cabeça. Este termo engloba todas as dores de cabeça existentes, ou seja, enxaqueca ou migrânea, cefaleia ou dor de cabeça tensional, cefaleia cervicogênica, cefaleia em pontada, cefaleia secundária a sinusite, etc... são tipos dentro do grupo das cefaleias ou dores de cabeça. A cefaleia tipo tensional é a mais comum (acomete 78% da população), seguida da enxaqueca ou migrânea (16% da população).
28 Dispepsia: Dor ou mal-estar localizado no abdome superior. O mal-estar pode caracterizar-se por saciedade precoce, sensação de plenitude, distensão ou náuseas. A dispepsia pode ser intermitente ou contínua, podendo estar relacionada com os alimentos.
29 Diarréia: Aumento do volume, freqüência ou quantidade de líquido nas evacuações.Deve ser a manifestação mais freqüente de alteração da absorção ou transporte intestinal de substâncias, alterações estas que em geral são devidas a uma infecção bacteriana ou viral, a toxinas alimentares, etc.
30 Candidíase: É o nome da infecção produzida pela Candida albicans, um fungo que produz doença em mucosas, na pele ou em órgãos profundos (candidíase sistêmica).As infecções profundas podem ser mais freqüentes em pessoas com deficiência no sistema imunológico (pacientes com câncer, SIDA, etc.).
31 Cutânea: Que diz respeito à pele, à cútis.
32 Ptiríase versicolor: Conhecida como “micose de praia”, caracteriza-se por manchas claras recobertas por fina camada de descamação, facilmente demonstrável pelo esticamento da pele. Atinge principalmente áreas com maior produção de oleosidade como o tronco, a face, o pescoço e o couro cabeludo.
33 Onicomicose: Micose de unha. Apresenta-se com descolamento da borda livre da unha, espessamento, manchas brancas na superfície ou deformação da unha. Quando a micose atinge a pele ao redor da unha, causa a paroníquia (“unheiro“). O contorno ungueal fica inflamado, dolorido, inchado e avermelhado e, por consequência, altera a formação da unha, que cresce ondulada.

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