Preço de Ozurdex em Fairfield/SP: R$ 3994,77

Ozurdex

ALLERGAN PRODUTOS FARMACÊUTICOS LTDA

Atualizado em 12/08/2019

IDENTIFICAÇÃO DO PRODUTO

OZURDEX®
dexametasona
Implante1 Biodegradável para Uso Oftálmico

APRESENTAÇÕES

Implante1 biodegradável para uso oftálmico (intravítreo)
Embalagem contendo um aplicador de uso único contendo um implante1 em forma de bastão

VIA OFTÁLMICA INTRAVÍTREA
USO ADULTO

COMPOSIÇÃO

Cada implante1 contém
dexametasona.............................. 0,7 mg

excipiente q.s.p. ..... 1 ml
Sistema de liberação: matriz de polímero biodegradável [Novadur™; poli (D,L lactídeo-co-glicolídeo) PLGA].
Aplicador de plástico: é de uso único, estéril, sem conservantes, carregado com um implante1 para ser injetado por via intravítrea.

INFORMAÇÕES AO PACIENTE

PARA QUE ESTE MEDICAMENTO É INDICADO?

OZURDEX® é indicado para uso oftálmico, através de injeções dentro dos olhos2, para:

  • Tratamento do edema3 da mácula4 (acúmulo de líquido dentro do olho5) após oclusão de pequenas veias6 da retina7.
  • Tratamento de processos inflamatórios da parte posterior dos olhos2, como a uveítes8 de origem não infecciosa (inflamação9 afetando a parte posterior do olho5).
  • Tratamento de edema macular10 diabético.

COMO ESTE MEDICAMENTO FUNCIONA?

OZURDEX® é um medicamento com efeitos anti-inflamatórios potentes, e que é usado principalmente em doenças inflamatórias, para ser injetado dentro do olho5 por médico especializado nessa técnica, e sua ação se inicia imediatamente após sua administração.

QUANDO NÃO DEVO USAR ESTE MEDICAMENTO?

Este medicamento é contraindicado para pessoas com hipersensibilidade (alergia11) à dexametasona ou qualquer dos componentes deste produto;

Este medicamento é contraindicado para pessoas com infecções12 ou suspeita de infecções12 oculares ou ao redor dos olhos2, incluindo as infecções12 por vírus13 que atingem a córnea14 e a conjuntiva15, como herpes simples, vacínia, varicela16 (catapora17), infecções12 por micobactérias e por fungos; Pacientes com glaucoma18 avançado; Pacientes afácicos com ruptura da cápsula posterior do cristalino19; Pacientes com olhos2 com lente intraocular de câmara anterior20 (ACIOL), lente intraocular fixada na íris21 ou com fixação escleral e quando houver ruptura da cápsula posterior do cristalino19.

O QUE DEVO SABER ANTES DE USAR ESTE MEDICAMENTO?

OZURDEX® é para ser utilizado somente por injeção22 intravítrea.

Converse com o seu médico caso tenha alguma infecção23 no momento de iniciar o tratamento, ou tenha tido recentemente uma infecção23, ou, se tiver recebido uma vacina24 há pouco tempo.

Efeitos da injeção22 intravítrea

Injeções intravítreas foram associadas com endoftalmite (infecção23 do olho5), inflamação9 ocular, aumento da pressão intraocular25 e deslocamentos de retina7.

No dia após a injeção22 de OZURDEX® dentro dos olhos2, existe a possibilidade de ocorrer infecção23 ou aumento da pressão intraocular25. Se os olhos2 ficarem vermelhos, sensíveis à luz, se aparecer dor, se ocorrer alteração da visão26, contate imediatamente o seu oftalmologista27.

Risco de migração do implante1

Os pacientes com rotura de cápsula posterior do cristalino19 (por exemplo, devido cirurgia de catarata28) ou que tenham uma abertura na íris21 para a cavidade do vítreo29 (por exemplo, devido a iridectomia30) têm risco de migração do implante1 para a câmara anterior20. Nestes casos o médico deve realizar acompanhamento regular durante o tratamento para permitir o diagnóstico31 precoce em caso de migração do dispositivo.

Efeitos potenciais dos corticosteroides

O uso prolongado de corticosteroides foi associado com ocorrência de catarata28 subcapsular posterior, aumento da pressão intraocular25, glaucoma18 e pode intensificar a instalação de infecções12 oculares secundárias por bactérias, fungos ou vírus13. Os corticosteroides devem ser utilizados com cautela caso possua antecedentes de herpes simples ocular. Os corticosteroides não devem ser utilizados em infecção23 ocular ativa por herpes simples.

Gravidez32 e Lactação33

A segurança do uso de OZURDEX® em mulheres grávidas ou que estejam amamentando não foi estabelecida. Não há estudos adequados sobre o uso da dexametasona em mulheres grávidas.

Não se sabe se a administração de corticosteroides nos olhos2 pode resultar em quantidades detectáveis no leite humano.

OZURDEX® (implante1 biodegradável de dexametasona) deve ser utilizado durante a gestação apenas se o potencial benefício para a mãe justificar os potenciais riscos para o feto34.

Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica ou do cirurgião-dentista.

Uso em idosos

Não foram observadas diferenças de segurança e eficácia entre pacientes idosos e adultos.

Uso em crianças

A segurança e eficácia de OZURDEX® não foram estabelecidas em crianças.

Interferência na capacidade de dirigir veículos e operar máquinas

Caso ocorra borramento transitório da visão26 após receber a injeção22 intravítrea, aguarde até a visão26 se recuperar antes de dirigir ou usar máquinas.

Interações medicamentosas

Não foram realizados estudos específicos de interações medicamentosas. Informe ao seu médico todos os medicamentos que estiver usando, incluindo aqueles vendidos sem necessidade de receita médica. Informe ao seu médico ou cirurgião-dentista se você está fazendo uso de algum outro medicamento.

Não use medicamento sem o conhecimento do seu médico. Pode ser perigoso para a sua saúde35.

ONDE, COMO E POR QUANTO TEMPO POSSO GUARDAR ESTE MEDICAMENTO?

OZURDEX® deve ser armazenado em temperatura ambiente (entre 15ºC e 30ºC).

Número de lote e datas de fabricação e validade: vide embalagem. Não use medicamento com o prazo de validade vencido. Guarde-o em sua embalagem original.
Após aberto, deve ser utilizado imediatamente.

OZURDEX® é um implante1 de dexametasona biodegradável de uso único, que deve ser descartado após o uso.
Antes de usar, observe o aspecto do medicamento. Caso ele esteja no prazo de validade e você observe alguma mudança no aspecto, consulte o farmacêutico para saber se poderá utilizá-lo.

Todo medicamento deve ser mantido fora do alcance das crianças.

COMO DEVO USAR ESTE MEDICAMENTO?

OZURDEX® se destina exclusivamente a uso por injeção22 direta no olho5 (por via intravítrea) que deve ser aplicado exclusivamente por médicos treinados na técnica de injeções intraoculares.

Doses e duração do tratamento: as doses, os intervalos entre as injeções e a duração do tratamento variam conforme a necessidade de cada caso individualmente e devem ser determinadas por seu médico. A dose recomendada de OZURDEX® para injeção22 no olho5 é de uma aplicação do implante1 contendo 0,7 mg de dexametasona. Entretanto, em determinadas condições, pode ser justificada a administração de doses repetidas. Seu médico estabelecerá a duração do tratamento, ou seja, quando deve ser requerido uma nova aplicação. Uma re-aplicação é recomendada se há recorrência36 do edema3 de mácula4 ou do processo inflamatório, da resposta do paciente ao tratamento, ou aproximadamente a cada 6 meses.

Siga a orientação de seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento. Não interrompa o tratamento sem o conhecimento do seu médico.

O QUE DEVO FAZER SE EU ME ESQUECER DE USAR ESTE MEDICAMENTO?

Como este medicamento é aplicado pelo médico, se você se esquecer de comparecer à consulta no dia marcado para a aplicação, entre em contato com seu médico imediatamente.

Em caso de dúvidas, procure orientação do farmacêutico ou de seu médico, ou do cirurgião-dentista.

QUAIS OS MALES QUE ESTE MEDICAMENTO PODE ME CAUSAR?

Tratamento do edema3 de mácula4

As reações adversas relatadas após estudos clínicos combinados do período mascarado dos 6 meses iniciais de dois estudos multicêntricos, duplo-mascarados, randomizados, com controle simulado, de grupos paralelos, incluindo 844 pacientes que receberam tratamento com OZURDEX® (implante1 biodegradável de dexametasona) ou o controle simulado foram:

  • Reações muito comuns (ocorre em mais de 10% dos pacientes que utilizam este medicamento): Pressão nos olhos2 aumentada, hemorragia37 conjuntival.
  • Reações comuns (ocorre entre 1% e 10% dos pacientes que utilizam este medicamento): Dor ocular, hiperemia38 (vermelhidão) conjuntival, hipertensão39 ocular, catarata28, descolamento de vítreo29, aumento do lacrimejamento, catarata28 subcapsular, distúrbios visuais.
  • Reações incomuns (ocorre entre 0,1% e 1% dos pacientes que utilizam este medicamento): Oclusão de veia retiniana, opacificação do vítreo29.
  • Reações não oculares: Cefaleia40 (dor de cabeça41).
  • Outros eventos adversos relatados pouco frequentemente e considerados devidos ao procedimento incluíram hemorragia37 vítrea e edema3 conjuntival.

A segurança clínica de OZURDEX® foi avaliada em um estudo observacional multicêntrico de 24 meses no mundo real para o tratamento do edema3 da mácula4 após oclusão de ramo de veia retiniana e uveíte42 não infecciosa da parte posterior dos olhos2. As reações adversas mais frequentes observadas neste estudo foram consistentes com as reações adversas mais frequentes dos ensaios clínicos43. Reações adversas mais frequentes nos pacientes que receberam mais de 2 injeções incluíram catarata28 (formação de catarata28 e progressão de catarata28) com base nos olhos2 com estado de lente fácica no início, hemorragia37 vítrea e aumento da pressão intraocular25.

Tratamento da uveítes8

As reações adversas relatadas após um estudo multicêntrico, mascarado e randomizado44, fase 3 de 26 semanas, para o tratamento de uveítes8 não infecciosa afetando o segmento posterior do olho5, incluindo 151 pacientes receberam tratamento com OZURDEX® (implante1 biodegradável de dexametasona) ou o controle simulado foram:

  • Reações muito comuns (ocorre em mais de 10% dos pacientes que utilizam este medicamento): Aumento da pressão dentro dos olhos2, catarata28.
  • Reações comuns (ocorre entre 1% e 10% dos pacientes que utilizam este medicamento): Miodesopsia (moscas volantes), opacificação do vítreo29, blefarite45 (inflamação9 das pálpebras46), hiperemia38 (vermelhidão) da esclera47, deficiência visual, sensação anormal nos olhos2, prurido48 (coceira) palpebral.
  • Reações não oculares: Cefaleia40 (dor de cabeça41).

Tratamento do edema macular10 diabético

As reações adversas relatadas após dois estudos randomizados, placebo49-controlado e duração de três anos realizados em pacientes com edema macular10 diabético foram:

  • Reações muito comuns (ocorre em mais de 10% dos pacientes que utilizam este medicamento): catarata28, catarata28 subcapsular, aumento na pressão intraocular25, hemorragia37 na conjuntiva15.
  • Reações comuns (ocorre entre 1% e 10% dos pacientes que utilizam este medicamento): catarata28 nuclear, opacidade lenticular, hipertensão39 ocular, hemorragia37 no vítreo29, dor ocular, descolamento do vítreo29, flutuadores oculares (vítreo29), edema3 na conjuntiva15, opacidade do vítreo29, inflamação9 da câmara anterior20, redução da acuidade visual50.
  • Reações incomuns (ocorre entre 0,1% e 1% dos pacientes que utilizam este medicamento): endoftalmite, glaucoma18 e retinite necrotizante.

Experiência pós comercialização

Outras reações adversas relatadas após a comercialização de OZURDEX® foram: complicação devido à inserção do dispositivo resultando em danos no tecido51 ocular (mau posicionamento do implante1), deslocamento do dispositivo com ou sem edema3 na córnea14, endoftalmite, hipotonia52 do olho5 (associada a um vazamento do vítreo29 devido à injeção22) e descolamento de retina7.

Atenção: este produto é um medicamento que possui nova indicação terapêutica53 no país (tratamento de edema macular10 diabético) e, embora as pesquisas tenham indicado eficácia e segurança aceitáveis, mesmo que indicado e utilizado corretamente, podem ocorrer eventos adversos imprevisíveis ou desconhecidos. Neste caso, informe seu médico ou cirurgião-dentista.

O QUE FAZER SE ALGUÉM USAR UMA QUANTIDADE MAIOR DO QUE A INDICADA DESTE MEDICAMENTO?

A administração de superdose de OZURDEX® (implante1 biodegradável de dexametasona) não foi relatada nos estudos clínicos e não é esperada devido ao método de administração do produto.

Em caso de uso de grande quantidade deste medicamento, procure rapidamente socorro médico e leve a embalagem ou bula do medicamento, se possível. Ligue para 0800 722 6001, se você precisar de mais orientações.

DIZERES LEGAIS


VENDA SOB PRESCRIÇÃO MÉDICA
 

Reg. ANVISA/MS - 1.0147.0176
Farm. Resp.: Dra. Elizabeth Mesquita CRF-SP nº 14.337

Fabricado por:
Allergan Pharmaceuticals Ireland Westport - Irlanda

Importado e Distribuído por:
Allergan Produtos Farmacêuticos Ltda.
Guarulhos, São Paulo

Registrado por:
Allergan Produtos Farmacêuticos Ltda.
Av. Eng. Luís Carlos Berrini, 105 Torre 3 - 18º andar - Cidade Monções
São Paulo - CEP 04571-900
CNPJ: 43.426.626/0001-77


SAC: 0800 14 4077

Antes de consumir qualquer medicamento, consulte seu médico (http://www.catalogo.med.br).

Complementos

1 Implante: 1. Em cirurgia e odontologia é o material retirado do próprio indivíduo, de outrem ou artificialmente elaborado que é inserido ou enxertado em uma estrutura orgânica, de modo a fazer parte integrante dela. 2. Na medicina, é qualquer material natural ou artificial inserido ou enxertado no organismo. 3. Em patologia, é uma célula ou fragmento de tecido, especialmente de tumores, que migra para outro local do organismo, com subsequente crescimento.
2 Olhos:
3 Edema: 1. Inchaço causado pelo excesso de fluidos no organismo. 2. Acúmulo anormal de líquido nos tecidos do organismo, especialmente no tecido conjuntivo.
4 Mácula: Mácula ou mancha é uma lesão plana, não palpável, constituída por uma alteração circunscrita da cor da pele.
5 Olho: s. m. (fr. oeil; ing. eye). Órgão da visão, constituído pelo globo ocular (V. este termo) e pelos diversos meios que este encerra. Está situado na órbita e ligado ao cérebro pelo nervo óptico. V. ocular, oftalm-. Sinônimos: Olhos
6 Veias: Vasos sangüíneos que levam o sangue ao coração.
7 Retina: Parte do olho responsável pela formação de imagens. É como uma tela onde se projetam as imagens: retém as imagens e as traduz para o cérebro através de impulsos elétricos enviados pelo nervo óptico. Possui duas partes: a retina periférica e a mácula.
8 Uveítes: São inflamações intraoculares que comprometem total ou parcialmente a íris, o corpo ciliar e a coroide (o conjunto dos três forma a úvea), com envolvimento frequente do vítreo, retina e vasos sanguíneos.
9 Inflamação: Conjunto de processos que se desenvolvem em um tecido em resposta a uma agressão externa. Incluem fenômenos vasculares como vasodilatação, edema, desencadeamento da resposta imunológica, ativação do sistema de coagulação, etc.Quando se produz em um tecido superficial (pele, tecido celular subcutâneo) pode apresentar tumefação, aumento da temperatura local, coloração avermelhada e dor (tétrade de Celso, o cientista que primeiro descreveu as características clínicas da inflamação).
10 Edema macular: Inchaço na mácula.
11 Alergia: Reação inflamatória anormal, perante substâncias (alérgenos) que habitualmente não deveriam produzi-la. Entre estas substâncias encontram-se poeiras ambientais, medicamentos, alimentos etc.
12 Infecções: Doença produzida pela invasão de um germe (bactéria, vírus, fungo, etc.) em um organismo superior. Como conseqüência da mesma podem ser produzidas alterações na estrutura ou funcionamento dos tecidos comprometidos, ocasionando febre, queda do estado geral, e inúmeros sintomas que dependem do tipo de germe e da reação imunológica perante o mesmo.
13 Vírus: Pequeno microorganismo capaz de infectar uma célula de um organismo superior e replicar-se utilizando os elementos celulares do hospedeiro. São capazes de causar múltiplas doenças, desde um resfriado comum até a AIDS.
14 Córnea: Membrana fibrosa e transparente presa à esclera, constituindo a parte anterior do olho.
15 Conjuntiva: Membrana mucosa que reveste a superfície posterior das pálpebras e a superfície pericorneal anterior do globo ocular.
16 Varicela: Doença viral freqüente na infância e caracterizada pela presença de febre e comprometimento do estado geral juntamente com a aparição característica de lesões que têm vários estágios. Primeiro são pequenas manchas avermelhadas, a seguir formam-se pequenas bolhas que finalmente rompem-se deixando uma crosta. É contagiosa, mas normalmente não traz maiores conseqüências à criança. As bolhas e suas crostas, se não sofrerem infecção secundária, não deixam cicatriz.
17 Catapora: Doença infecciosa aguda, comum na infância, também chamada de varicela. Ela é provocada por vírus e caracterizada por febre e erupção maculopapular rápida, seguida de erupção de vesículas eritematosas muito pruriginosas.
18 Glaucoma: É quando há aumento da pressão intra-ocular e danos ao nervo óptico decorrentes desse aumento de pressão. Esses danos se expressam no exame de fundo de olho e por alterações no campo de visão.
19 Cristalino: 1. Lente gelatinosa, elástica e convergente que focaliza a luz que entra no olho, formando imagens na retina. A distância focal do cristalino é modificada pelo movimento dos músculos ciliares, permitindo ajustar a visão para objetos próximos ou distantes. Isso se chama de acomodação do olho à distância do objeto. 2. Diz-se do grupo de cristais cujos eixos cristalográficos são iguais nas suas relações angulares gerais constantes 3. Diz-se de rocha constituída quase que totalmente por cristais ou fragmentos de cristais 4. Diz-se do que permite que passem os raios de luz e em consequência que se veja através dele; transparente. 5. Límpido, claro como o cristal.
20 Câmara Anterior: Espaço localizado no olho, preenchido com humor aquoso, limitado anteriormente pela córnea e uma pequena porção da esclera, e posteriormente por uma pequena porção do corpo ciliar, pela íris e pela parte do cristalino que se apresenta através da pupila.
21 Íris: Membrana arredondada, retrátil, diversamente pigmentada, com um orifício central, a pupila, que se situa na parte anterior do olho, por trás da córnea e à frente do cristalino. A íris é a estrutura que dá a cor ao olho. Ela controla a abertura da pupila, regulando a quantidade de luz que entra no olho.
22 Injeção: Infiltração de medicação ou nutrientes líquidos no corpo através de uma agulha e seringa.
23 Infecção: Doença produzida pela invasão de um germe (bactéria, vírus, fungo, etc.) em um organismo superior. Como conseqüência da mesma podem ser produzidas alterações na estrutura ou funcionamento dos tecidos comprometidos, ocasionando febre, queda do estado geral, e inúmeros sintomas que dependem do tipo de germe e da reação imunológica perante o mesmo.
24 Vacina: Tratamento à base de bactérias, vírus vivos atenuados ou seus produtos celulares, que têm o objetivo de produzir uma imunização ativa no organismo para uma determinada infecção.
25 Pressão intraocular: É a medida da pressão dos olhos. É a pressão do líquido dentro do olho.
26 Visão: 1. Ato ou efeito de ver. 2. Percepção do mundo exterior pelos órgãos da vista; sentido da vista. 3. Algo visto, percebido. 4. Imagem ou representação que aparece aos olhos ou ao espírito, causada por delírio, ilusão, sonho; fantasma, visagem. 5. No sentido figurado, concepção ou representação, em espírito, de situações, questões etc.; interpretação, ponto de vista. 6. Percepção de fatos futuros ou distantes, como profecia ou advertência divina.
27 Oftalmologista: Médico especializado em diagnosticar e tratar as doenças que acometem os olhos. Podem prescrever óculos de grau e lentes de contato.
28 Catarata: Opacificação das lentes dos olhos (opacificação do cristalino).
29 Vítreo: 1. Substância gelatinosa e transparente que preenche o espaço interno do olho. 2. Com a transparência do vidro; claro, límpido, translúcido. 3. Relativo a ou próprio de vidro.
30 Iridectomia: Procedimento cirúrgico para remoção de parte da íris para tratamento de algumas patologias oftálmicas como, por exemplo, nos casos de glaucoma agudo. Com a disponibilidade do laser, atualmente, pode-se realizar este tratamento sem necessidade de cirurgia. É a chamada “iridotomia“ a laser.
31 Diagnóstico: Determinação de uma doença a partir dos seus sinais e sintomas.
32 Gravidez: Condição de ter um embrião ou feto em desenvolvimento no trato reprodutivo feminino após a união de ovo e espermatozóide.
33 Lactação: Fenômeno fisiológico neuro-endócrino (hormonal) de produção de leite materno pela puérpera no pós-parto; independente dela estar ou não amamentando.Toda mulher após o parto tem produção de leite - lactação; mas, infelizmente nem todas amamentam.
34 Feto: Filhote por nascer de um mamífero vivíparo no período pós-embrionário, depois que as principais estruturas foram delineadas. Em humanos, do filhote por nascer vai do final da oitava semana após a CONCEPÇÃO até o NASCIMENTO, diferente do EMBRIÃO DE MAMÍFERO prematuro.
35 Saúde: 1. Estado de equilíbrio dinâmico entre o organismo e o seu ambiente, o qual mantém as características estruturais e funcionais do organismo dentro dos limites normais para sua forma de vida e para a sua fase do ciclo vital. 2. Estado de boa disposição física e psíquica; bem-estar. 3. Brinde, saudação que se faz bebendo à saúde de alguém. 4. Força física; robustez, vigor, energia.
36 Recorrência: 1. Retorno, repetição. 2. Em medicina, é o reaparecimento dos sintomas característicos de uma doença, após a sua completa remissão. 3. Em informática, é a repetição continuada da mesma operação ou grupo de operações. 4. Em psicologia, é a volta à memória.
37 Hemorragia: Saída de sangue dos vasos sanguíneos ou do coração para o exterior, para o interstício ou para cavidades pré-formadas do organismo.
38 Hiperemia: Congestão sanguínea em qualquer órgão ou parte do corpo.
39 Hipertensão: Condição presente quando o sangue flui através dos vasos com força maior que a normal. Também chamada de pressão alta. Hipertensão pode causar esforço cardíaco, dano aos vasos sangüíneos e aumento do risco de um ataque cardíaco, derrame ou acidente vascular cerebral, além de problemas renais e morte.
40 Cefaleia: Sinônimo de dor de cabeça. Este termo engloba todas as dores de cabeça existentes, ou seja, enxaqueca ou migrânea, cefaleia ou dor de cabeça tensional, cefaleia cervicogênica, cefaleia em pontada, cefaleia secundária a sinusite, etc... são tipos dentro do grupo das cefaleias ou dores de cabeça. A cefaleia tipo tensional é a mais comum (acomete 78% da população), seguida da enxaqueca ou migrânea (16% da população).
41 Cabeça:
42 Uveíte: Uveíte é uma inflamação intraocular que compromete total ou parcialmente a íris, o corpo ciliar e a coroide (o conjunto dos três forma a úvea), com envolvimento frequente do vítreo, retina e vasos sanguíneos.
43 Ensaios clínicos: Há três fases diferentes em um ensaio clínico. A Fase 1 é o primeiro teste de um tratamento em seres humanos para determinar se ele é seguro. A Fase 2 concentra-se em saber se um tratamento é eficaz. E a Fase 3 é o teste final antes da aprovação para determinar se o tratamento tem vantagens sobre os tratamentos padrões disponíveis.
44 Randomizado: Ensaios clínicos comparativos randomizados são considerados o melhor delineamento experimental para avaliar questões relacionadas a tratamento e prevenção. Classicamente, são definidos como experimentos médicos projetados para determinar qual de duas ou mais intervenções é a mais eficaz mediante a alocação aleatória, isto é, randomizada, dos pacientes aos diferentes grupos de estudo. Em geral, um dos grupos é considerado controle – o que algumas vezes pode ser ausência de tratamento, placebo, ou mais frequentemente, um tratamento de eficácia reconhecida. Recursos estatísticos são disponíveis para validar conclusões e maximizar a chance de identificar o melhor tratamento. Esses modelos são chamados de estudos de superioridade, cujo objetivo é determinar se um tratamento em investigação é superior ao agente comparativo.
45 Blefarite: Inflamação do bordo externo das pálpebras ou pestanas. Também conhecida como palpebrite, sapiranga, sapiroca ou tarsite.
46 Pálpebras:
47 Esclera: Túnica fibrosa, branca e opaca, mais externa do globo ocular, revestindo-o inteiramente com exceção do segmento revestido anteriormente pela córnea. É essencialmente avascular, porém contém aberturas para a passagem de vasos sanguíneos, linfáticos e nervos. Recebe os tendões de inserção dos músculos extraoculares e no nível da junção esclerocorneal contém o seio venoso da esclera. Sinônimos: Esclerótica
48 Prurido: 1.    Na dermatologia, o prurido significa uma sensação incômoda na pele ou nas mucosas que leva a coçar, devido à liberação pelo organismo de substâncias químicas, como a histamina, que irritam algum nervo periférico. 2.    Comichão, coceira. 3.    No sentido figurado, prurido é um estado de hesitação ou dor na consciência; escrúpulo, preocupação, pudor. Também pode significar um forte desejo, impaciência, inquietação.
49 Placebo: Preparação neutra quanto a efeitos farmacológicos, ministrada em substituição a um medicamento, com a finalidade de suscitar ou controlar as reações, geralmente de natureza psicológica, que acompanham tal procedimento terapêutico.
50 Acuidade visual: Grau de aptidão do olho para discriminar os detalhes espaciais, ou seja, a capacidade de perceber a forma e o contorno dos objetos.
51 Tecido: Conjunto de células de características semelhantes, organizadas em estruturas complexas para cumprir uma determinada função. Exemplo de tecido: o tecido ósseo encontra-se formado por osteócitos dispostos em uma matriz mineral para cumprir funções de sustentação.
52 Hipotonia: 1. Em biologia, é a condição da solução que apresenta menor concentração de solutos do que outra. 2. Em fisiologia, é a redução ou perda do tono muscular ou a redução da tensão em qualquer parte do corpo (por exemplo, no globo ocular, nas artérias, etc.)
53 Terapêutica: Terapia, tratamento de doentes.

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