Preço de Aranesp em Ann Arbor/SP: R$ 1389,34

Aranesp

AMGEN BIOTECNOLOGIA DO BRASIL LTDA.

Atualizado em 06/02/2020

IDENTIFICAÇÃO DO MEDICAMENTO

Aranesp®
alfadarbepoetina
Injetável 25 μg/mL, 40 μg/mL, 100 μg/mL, 200 μg/mL ou 500 μg/mL

FORMA FARMACÊUTICA E APRESENTAÇÃO:

Solução injetável em uma seringa1 preenchida
Embalagens com 1 ou 4 seringas preenchidas

USO SUBCUTÂNEO2 OU INTRAVENOSO
USO ADULTO E PEDIÁTRICO

COMPOSIÇÃO:

Cada seringa1 preenchida de 10 µg contém:

alfadarbepoetina 10 µg (25 µg/mL)
veículo q.s.p.  0,4 mL

Excipientes: fosfato de sódio monobásico, fosfato de sódio dibásico, cloreto de sódio, polissorbato 80 e água para injetáveis. Cada seringa1 preenchida de 0,4 mL contém 1,52 mg de SÓDIO.


Cada seringa1 preenchida de 20 µg contém:

alfadarbepoetina 20 µg (40 µg/mL)
veículo q.s.p. 0,5 mL

Excipientes: fosfato de sódio monobásico, fosfato de sódio dibásico, cloreto de sódio, polissorbato 80 e água para injetáveis. Cada seringa1 preenchida de 0,5 mL contém 1,90 mg de SÓDIO.


Cada seringa1 preenchida de 30 µg contém:

alfadarbepoetina 30 µg (100 µg/mL)
veículo q.s.p. 0,3 mL

Excipientes: fosfato de sódio monobásico, fosfato de sódio dibásico, cloreto de sódio, polissorbato 80 e água para injetáveis. Cada seringa1 preenchida de 0,3 mL contém 1,14 mg de SÓDIO.


Cada seringa1 preenchida de 40 µg contém:

alfadarbepoetina 40 µg (100 µg/mL)
veículo q.s.p. 0,4 mL

Excipientes: fosfato de sódio monobásico, fosfato de sódio dibásico, cloreto de sódio, polissorbato 80 e água para injetáveis. Cada seringa1 preenchida de 0,4 mL contém 1,52 mg de SÓDIO.


Cada seringa1 preenchida de 50 µg contém:

alfadarbepoetina 50 µg (100 µg/mL)
veículo q.s.p. 0,5 mL

Excipientes: fosfato de sódio monobásico, fosfato de sódio dibásico, cloreto de sódio, polissorbato 80 e água para injetáveis. Cada seringa1 preenchida de 0,5 mL contém 1,90 mg de SÓDIO.


Cada seringa1 preenchida de 60 µg contém:

alfadarbepoetina 60 µg (200 µg/mL)
veículo q.s.p. 0,3 mL

Excipientes: fosfato de sódio monobásico, fosfato de sódio dibásico, cloreto de sódio, polissorbato 80 e água para injetáveis. Cada seringa1 preenchida de 0,3 mL contém 1,14 mg de SÓDIO.


Cada seringa1 preenchida de 80 µg contém:

alfadarbepoetina 80 µg (200 µg/mL)
veículo q.s.p. 0,4 mL

Excipientes: fosfato de sódio monobásico, fosfato de sódio dibásico, cloreto de sódio, polissorbato 80 e água para injetáveis. Cada seringa1 preenchida de 0,4 mL contém 1,52 mg de SÓDIO.


Cada seringa1 preenchida de 100 µg contém:

alfadarbepoetina 100 µg (200 µg/mL)
veículo q.s.p. 0,5 mL

Excipientes: fosfato de sódio monobásico, fosfato de sódio dibásico, cloreto de sódio, polissorbato 80 e água para injetáveis. Cada seringa1 preenchida de 0,5 mL contém 1,90 mg de SÓDIO.


Cada seringa1 preenchida de 150 µg contém:

alfadarbepoetina 150 µg (500 µg/mL)
veículo q.s.p. 0,3 mL

Excipientes: fosfato de sódio monobásico, fosfato de sódio dibásico, cloreto de sódio, polissorbato 80 e água para injetáveis. Cada seringa1 preenchida de 0,3 mL contém 1,14 mg de SÓDIO.


Cada seringa1 preenchida de 300 µg contém:

alfadarbepoetina 300 µg (500 µg/mL)
veículo q.s.p. 0,6 mL

Excipientes: fosfato de sódio monobásico, fosfato de sódio dibásico, cloreto de sódio, polissorbato 80 e água para injetáveis. Cada seringa1 preenchida de 0,6 mL contém 2,27 mg de SÓDIO.


Cada seringa1 preenchida de 500 µg contém:

alfadarbepoetina 500 µg (500 µg/mL)
veículo q.s.p. 1 mL

Excipientes: fosfato de sódio monobásico, fosfato de sódio dibásico, cloreto de sódio, polissorbato 80 e água para injetáveis. Cada seringa1 preenchida de 1,0 mL contém 3,79 mg de SÓDIO.

INFORMAÇÕES AO PACIENTE

PARA QUE ESSE MEDICAMENTO É INDICADO?

Seu médico prescreveu Aranesp (um antianêmico) para tratar sua anemia3. Anemia3 é quando o seu sangue4 não contém hemácias5 suficientes e os sintomas6 podem ser fadiga7, fraqueza e falta de ar.

Se você tiver insuficiência renal8 crônica

Aranesp é utilizado para tratar a anemia3 sintomática9 associada à insuficiência renal8 crônica (insuficiência renal8) em adultos e crianças. Na insuficiência renal8, o rim10 não produz o hormônio11 natural eritropoietina12 em quantidade suficiente, o que pode, frequentemente, causar anemia3.

Como irá demorar algum tempo até que seu corpo produza mais hemácias5, levará aproximadamente quatro semanas antes que você observe qualquer efeito. Sua rotina de diálise13 normal não afetará a capacidade de Aranesp de tratar sua anemia3.

Se você estiver em tratamento com quimioterapia14

Aranesp é utilizado para tratar a anemia3 sintomática9 em pacientes adultos com cânceres que não sejam malignidades mieloides que estejam em tratamento com quimioterapia14.

Um dos principais efeitos colaterais15 da quimioterapia14 é que ela faz com que a medula óssea16 pare de produzir células sanguíneas17 em quantidade suficiente. No final de seu ciclo de quimioterapia14, principalmente se você foi submetido a muitas seções de quimioterapia14, sua contagem de hemácias5 pode diminuir fazendo com que você fique anêmico.

COMO ESTE MEDICAMENTO FUNCIONA?

Aranesp funciona exatamente da mesma forma que o hormônio11 natural eritropoietina12. A eritropoietina12 é produzida em seus rins18 e estimula sua medula óssea16 a produzir mais hemácias5. A substância ativa do Aranesp é a alfadarbepoetina produzida por tecnologia genética em Células19 de Ovário20 de Hamster Chinês (CHO-K1).

QUANDO NÃO DEVO USAR ESTE MEDICAMENTO?

Não utilize Aranesp:

  • caso você seja alérgico à alfadarbepoetina, r-HuEPO (eritropoietina12 produzida por tecnologia genética) ou a quaisquer outros ingredientes presentes neste medicamento (vide “COMPOSIÇÃO”).
  • caso você apresente diagnóstico21 de pressão arterial22 elevada que não esteja sendo controlada com outros medicamentos prescritos por seu médico.

O QUE DEVO SABER ANTES DE USAR ESTE MEDICAMENTO?

Advertências e precauções

Converse com seu médico, farmacêutico ou enfermeiro antes de utilizar Aranesp.

Informe ao seu médico se você está sofrendo ou sofreu de:

  • pressão arterial22 elevada que esteja sendo controlada com outros medicamentos prescritos por seu médico;
  • anemia falciforme23;
  • crises epilépticas (convulsões);
  • convulsões (crises ou ataques);
  • doença hepática24;
  • falta significativa de resposta aos medicamentos utilizados para tratar a anemia3;
  • alergia25 ao látex (a tampa da agulha da seringa1 preenchida contém um derivado do látex); ou
  • hepatite26 C.

Avisos especiais:

  • Caso você apresente sintomas6 que incluam cansaço incomum e falta de energia, isso pode significar que você tem aplasia pura da série vermelha (APSV), que tem sido relatada em pacientes. A APSV significa que o corpo parou ou reduziu a produção de hemácias5 causando anemia3 grave. Caso você apresente esses sintomas6, você deve entrar em contato com seu médico, que determinará a melhor conduta para tratar sua anemia3.
  • Tome cuidado especial com outros produtos que estimulem a produção de hemácias5: Aranesp é de um grupo de produtos que estimulam a produção de hemácias5 como faz a proteína humana eritropoietina12. Seu profissional de saúde27 deve sempre registrar o produto exato que você está utilizando.
  • Caso você seja um paciente com insuficiência renal8 cronica, e particularmente não responda adequadamente ao tratamento com Aranesp, seu médico deverá avaliar sua dose de Aranesp, pois aumentos repetidos de sua dose de Aranesp ,caso você não esteja respondendo ao tratamento, pode aumentar o risco de ter problemas no coração28 ou nos vasos sanguineos29 e pode aumentar o risco de infarto30 no miocardio31, acidente vascular cerebral32 e morte.
  • Seu médico deve tentar manter sua hemoglobina33 entre 10 e 12 g/dL. Seu médico irá verificar se sua hemoglobina33 não ultrapassa um determinado nível, uma vez que concentrações elevadas de hemoglobina33 podem colocar você em risco de ter um problema do coração28 ou dos vasos sanguíneos29 e pode aumentar o risco de infarto do miocárdio34, acidente vascular cerebral32 e morte.
  • Caso você apresente sintomas6 que incluem cefaleia35 grave, sonolência, confusão, problemas de visão36, náusea37, vômito38 ou convulsões (ataques), isso pode significar que você tem pressão arterial22 muito elevada. Isso tem sido relatado em pacientes com insuficiência renal8 crônica tratados com Aranesp. Caso você apresente esses sintomas6, você deve entrar em contato com seu médico.
  • Caso você apresente insuficiência renal8 crônica com necessidade de diálise13, seu médico talvez precise ajustar a quantidade de medicamento anticoagulante39 que você deve receber para prevenir a formação de coágulos durante a diálise13. Favor conversar com seu médico a respeito.
  • Caso você seja um paciente com câncer40, você deve estar ciente de que Aranesp pode agir como um fator de crescimento de células sanguíneas17 e, em algumas circunstâncias, você pode ter um impacto negativo em seu câncer40. Dependendo de sua situação individual, uma transfusão41 de sangue4 pode ser preferível. Discuta isso com seu médico.
  • O uso inadvertido por pessoas saudáveis pode causar risco à vida por problemas com o coração28 ou com os vasos sanguíneos29.
  • Erupções cutâneas42 graves poderão cobrir todo o seu corpo, podendo incluir também bolhas ou descamação43 da pele44 (denominadas em alguns casos como eritema multiforme45 ou síndrome de Stevens-Johnson46/necrólise epidérmica tóxica47). Caso você tenha uma reação cutânea48 grave, interrompa o uso de Aranesp e contate seu médico e procure assistência médica imediatamente.

Outros medicamentos e Aranesp

Informe seu médico ou farmacêutico caso você esteja utilizando, utilizou recentemente ou deseja utilizar quaisquer outros medicamentos.

A ciclosporina e o tacrolimo (medicamentos que suprimem o sistema imunológico49) podem ser afetados pelo número de hemácias5 presentes em seu sangue4. É importante informar seu médico caso você esteja tomando quaisquer desses medicamentos.

Utilizando Aranesp com alimentos e bebidas

Os alimentos e bebidas não afetam Aranesp.

Gravidez50 e amamentação51

Aranesp não foi testado em mulheres grávidas.

Peça instruções ao seu médico ou farmacêutico, antes de utilizar este medicamento, se você:

  • estiver grávida ou amamentando;
  • acreditar que possa estar grávida; ou
  • esteja planejando ter um bebê.

Não se sabe se a alfadarbepoetina é excretada no leite humano. Você deve interromper a amamentação51 caso utilize Aranesp.

Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica ou do cirurgião dentista.

Dirigir e operar máquinas

Aranesp não deve afetar sua capacidade de dirigir ou de operar máquinas.

Informações importantes sobre um dos componentes do medicamento

Aranesp contém SÓDIO. Esse medicamento contém menos de 1 mmol de sódio (23 mg) por dose, isto é, essencialmente ‘livre de sódio’.

Este medicamento pode causar doping.

Informe ao seu médico ou cirurgião-dentista se você está fazendo uso de algum outro medicamento. Não use medicamento sem o conhecimento do seu médico. Pode ser perigoso para a sua saúde27.

ONDE, COMO E POR QUANTO TEMPO POSSO GUARDAR ESTE MEDICAMENTO?

Cuidados de conservação

Mantenha este medicamento fora do campo de visão36 e do das crianças.

Armazene em um refrigerador (2–8°C). Não congele. Não utilize Aranesp caso você ache que ele foi congelado.

Número de lote e datas de fabricação e validade: vide embalagem. 

Não use medicamento com o prazo de validade vencido. Guarde-o em sua embalagem original. A data de validade está declarada no cartucho e no rótulo da seringa1 preenchida depois de VAL. A data de validade se refere ao último dia daquele mês.

Mantenha a seringa1 preenchida no cartucho externo a fim de protegê-la da luz.

Quando a sua seringa1 tiver sido removida do refrigerador e for deixada em temperatura ambiente (até 25°C) por aproximadamente 30 minutos antes da injeção52, ela deve ser utilizada dentro de 7 dias ou descartada.

Características físicas e organolépticas do produto

Aranesp é uma solução transparente, incolor ou levemente perolizada para injeção52 em uma seringa1 preenchida.

Antes de usar, observe o aspecto do medicamento. Caso ele esteja no prazo de validade e você observe alguma mudança no aspecto, consulte o farmacêutico para saber se poderá utilizá-lo.

Não utilize este medicamento caso você observe que o conteúdo da seringa1 preenchida está turvo ou se apresentar partículas.

Descarte

Não descarte medicamentos no esgoto ou no lixo doméstico. Pergunte ao seu farmacêutico como descartar medicamentos que você não utiliza mais. Essas medidas ajudarão a proteger o meio-ambiente.

TODO MEDICAMENTO DEVE SER MANTIDO FORA DO ALCANCE DAS CRIANÇAS.

COMO DEVO USAR ESTE MEDICAMENTO?

Sempre utilize este medicamento exatamente como seu médico ou farmacêutico lhe informaram. Entre em contato com seu médico ou farmacêutico caso não esteja certo de como utilizá-lo.

Posologia

Após a realização de exames de sangue4, o seu médico decidiu que você precisa de Aranesp, uma vez que seu nível de hemoglobina33 é de 10 g/dL ou menos. Seu médico lhe informará quanto e com que frequência você deve usar Aranesp a fim de manter um nível de hemoglobina33 entre 10 e 12 g/dL. Isso pode variar dependendo se você é adulto ou criança.

Se você tiver insuficiência renal8 crônica

Aranesp é administrado como uma injeção52 única, seja uma vez por semana, uma vez a cada duas semanas ou uma vez por mês, seja sob sua pele44 (subcutânea53) ou em uma veia (intravenosa).

A fim de corrigir sua anemia3, sua dose inicial de Aranesp por quilograma de seu peso corporal será:

  • 0,75 microgramas uma vez a cada duas semanas, ou
  • 0,45 microgramas uma vez por semana.

Seu médico coletará amostras de sangue4 regularmente para medir como sua anemia3 está respondendo e poderá ajustar sua dose uma vez a cada quatro semanas, com o objetivo de manter o controle a longo prazo de sua anemia3.

Seu médico irá utilizar a menor dose efetiva para controlar os sintomas6 de sua anemia3.

Se você não responder adequadamente ao tratamento com Aranesp, seu médico irá avaliar sua dose e irá informar se você precisa alterar as doses de Aranesp.

Sua pressão arterial22 também será verificada regularmente, principalmente no início de seu tratamento. Em alguns casos, seu médico pode recomendar que você tome suplementos de ferro.

Seu médico pode decidir mudar a forma pela qual sua injeção52 é administrada (seja sob a pele44 ou em uma veia). Caso isso mude, você iniciará com a mesma dose que você estava recebendo e seu médico coletará amostras de sangue4 a fim de garantir que sua anemia3 ainda esteja sendo controlada corretamente.

Caso seu médico tenha decidido mudar seu tratamento de r-HuEPO (eritropoietina12 produzida por tecnologia genética) para Aranesp, ele escolherá se você deve receber sua injeção52 de Aranesp uma vez por semana ou uma vez a cada duas semanas. A via de aplicação da injeção52 é a mesma que com r-HuEPO, mas seu médico lhe informará a quantidade que você deve tomar, e quando, e poderá ajustar sua dose, se necessário.

Se você estiver em tratamento com quimioterapia14

Aranesp é administrado como uma injeção52 única, seja uma vez por semana ou uma vez a cada três semanas, sob sua pele44.

A fim de corrigir sua anemia3, sua dose inicial será:

  • 500 microgramas uma vez a cada três semanas (6,75 microgramas de Aranesp por quilograma de seu peso corporal), ou
  • 2,25 microgramas (uma vez por semana) de Aranesp por quilograma de seu peso corporal.

Seu médico coletará amostras de sangue4 regularmente para medir como sua anemia3 está respondendo e poderá ajustar sua dose conforme o necessário. Seu tratamento continuará até aproximadamente quatro semanas depois do término de sua quimioterapia14. Seu médico lhe informará exatamente quando você deve parar de usar Aranesp.

Em alguns casos, seu médico pode recomendar que você tome suplementos de ferro.

Modo de usar

Autoinjetando Aranesp: Seu médico pode decidir que é melhor que você ou um cuidador injete Aranesp. Seu médico, enfermeira ou farmacêutico lhe mostrará como fazer a autoaplicação com a seringa1 preenchida. Não tente fazer a autoaplicação caso você não tenha sido treinado. Nunca autoaplique Aranesp em uma veia.

Veja a seção Instruções para injetar Aranesp utilizando a seringa1 preenchida com protetor de agulhas manual

Caso você pare de utilizar Aranesp

Caso você queira parar de utilizar Aranesp, converse antes com seu médico.

Siga a orientação de seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento. Não interrompa o tratamento sem o conhecimento do seu médico.

O QUE DEVO FAZER QUANDO EU ME ESQUECER DE USAR ESTE MEDICAMENTO?

Não injete uma dose em dobro para compensar uma dose esquecida.

Caso você tenha esquecido uma dose de Aranesp, você deve entrar em contato com seu médico para discutir quando você deve injetar a próxima dose.

Em caso de dúvidas, procure orientação do farmacêutico ou de seu médico.

QUAIS OS MALES QUE ESTE MEDICAMENTO PODE ME CAUSAR?

Como todos os medicamentos, este medicamento pode causar efeitos colaterais15, embora nem todas as pessoas os apresentem.

Os efeitos colaterais15 a seguir foram apresentados por alguns pacientes tratados com Aranesp:

Pacientes com insuficiência renal8 crônica

Reação muito comum (ocorre em mais de 10% dos pacientes que utilizam esse medicamento):

  • Pressão arterial22 elevada (hipertensão54);
  • Reações alérgicas.

Reação comum (ocorre entre 1% e 10% dos pacientes que utilizam esse medicamento):

  • Derrame55;
  • Dor ao redor da área injetada;
  • Exantema56 e/ou vermelhidão da pele44.

Reação incomum (ocorre entre 0,1% e 1% dos pacientes que utilizam esse medicamento):

  • Coágulos sanguíneos (trombose57);
  • Convulsões (crises e ataques).

Frequência desconhecida (a frequência não pode ser estimada a partir dos dados disponíveis):

  • Aplasia pura da série vermelha (APSV) – (anemia3, cansaço incomum, perda de energia).

Pacientes com câncer40

Reação muito comum (ocorre em mais de 10% dos pacientes que utilizam esse medicamento):

  • Reações alérgicas;
  • Retenção de líquidos (edema58).

Reação comum (ocorre entre 1% e 10% dos pacientes que utilizam esse medicamento):

  • Pressão arterial22 elevada (hipertensão54);
  • Coágulos sanguíneos (trombose57);
  • Dor ao redor da área injetada;
  • Exantema56 e/ou vermelhidão da pele44.

Reação incomum (ocorre entre 0,1% e 1% dos pacientes que utilizam esse medicamento):

  • Convulsões (crises e ataques).

Todos os pacientes

Frequência desconhecida (a frequência não pode ser estimada a partir dos dados disponíveis):

  • Reações alérgicas sérias que podem incluir:
    • Reações alérgicas repentinas com risco à vida (anafilaxia59);
    • Inchaço60 da face61, lábios, boca62, língua63 ou garganta64 que possa causar dificuldade para engolir ou respirar (angioedema65);
    • Dificuldade respiratória (broncoespasmo66 alérgico);
    • Exantema56 cutâneo67;
    • Erupções na pele44 (urticária68).
  • Reações alérgicas graves na pele44 podem incluir bolhas e/ou descamação43 da pele44 (eritema multiforme45 ou síndrome de Stevens-Johnson46/necrólise epidérmica tóxica47).

Se você tiver efeitos colaterais15, fale com seu médico, farmacêutico ou enfermeiro. Isso inclui quaisquer possíveis efeitos colaterais15 não listados nessa bula.

Atenção: este produto é um medicamento novo e, embora as pesquisas tenham indicado eficácia e segurança aceitáveis, mesmo que indicado e utilizado corretamente, podem ocorrer eventos adversos imprevisíveis ou desconhecidos. Nesse caso, informe seu médico ou cirurgião-dentista. Informe também à empresa através do seu serviço de atendimento.

O QUE FAZER SE ALGUÉM USAR UMA QUANTIDADE MAIOR DO QUE A INDICADA DESTE MEDICAMENTO?

Você pode ter sérios problemas se utilizar mais Aranesp do que você precisa, tal como pressão arterial22 elevada. Você deve entrar em contato com seu médico, enfermeira ou farmacêutico caso isso aconteça. Caso você não se sinta bem de qualquer maneira, você deve entrar em contato com seu médico, enfermeira ou farmacêutico imediatamente.

Em caso de uso de grande quantidade deste medicamento, procure rapidamente socorro médico e leve a embalagem ou bula do medicamento, se possível. Ligue para 0800 722 6001, se você precisar de mais orientações.

DIZERES LEGAIS


VENDA SOB PRESCRIÇÃO MÉDICA
 

MS 1.0244.0004
Farm. Resp.: Monica Carolina Dantas Pedrazzi CRF-SP 30.103.

Importado por:
Amgen Biotecnologia do Brasil Ltda.
Rua Patrícia Lucia de Souza, 146
Taboão da Serra – SP
CNPJ: 18.774.815/0001-93

Fabricado por:
Amgen Manufacturing Limited – Juncos – Porto Rico.


SAC 0800 246 0800
 

Instruções para injetar Aranesp utilizando a seringa1 preenchida com protetor de agulhas manual

Esta seção contém informações sobre como autoaplicar uma injeção52 de Aranesp. É importante que você não tente autoaplicar a injeção52 se não recebeu a orientação do seu médico, enfermeiro ou farmacêutico. Se você tiver dúvidas sobre como aplicar, por favor, peça ajuda ao seu médico, enfermeiro ou farmacêutico.

Antes de você começar

Leia todas as instruções atentamente antes de usar a seringa1 preenchida.

Para reduzir o risco de acidentes envolvendo picadas de agulha, cada seringa1 preenchida está equipada com um protetor de segurança amarelo. Ative o protetor de segurança amarelo manualmente (deslize sobre a agulha) depois da aplicação.

NÃO deslize o protetor de segurança amarelo sobre a agulha antes de administrar a injeção52; ele travará no local e impedirá a aplicação.

Como você ou a pessoa que irá aplicar a injeção52 em você deve utilizar Aranesp?

Seu médico prescreveu Aranesp seringa1 preenchida para aplicação no tecido69 sob a pele44 (por via subcutânea53). O seu médico, enfermeiro ou farmacêutico irá dizer qual a quantidade de Aranesp que você precisa e com que frequência deve ser injetado.

Equipamentos:

Para autoaplicar uma injeção52, você vai precisar de:

  • uma seringa1 preenchida de Aranesp nova; e
  • algodão umedecido com álcool ou similar.

O que devo fazer antes de autoaplicar uma injeção subcutânea70 de Aranesp?

  1. Retire a seringa1 preenchida do refrigerador. Deixe a seringa1 preenchida em temperatura ambiente por aproximadamente 30 minutos. Isto fará com que a injeção52 seja mais confortável. Não aqueça Aranesp em hipótese alguma (por exemplo, não aqueça no micro-ondas ou em água quente). Além disso, não deixe a seringa1 exposta à luz solar direta.
  2. Não agite a seringa1 preenchida.
  3. Não retire a tampa da agulha até que você esteja pronto para injetar.
  4. Verifique se é a dose correta prescrita por seu médico.
  5. Verifique a data de validade no rótulo da seringa1 preenchida (VAL). Não utilize se a data tiver passado o último dia do mês indicado.
  6. Verifique a aparência de Aranesp. Deve ser um líquido límpido, incolor ou ligeiramente perolado. Se estiver turvo ou se houver partículas, você não deve usá-lo.
  7. Lave bem as mãos71.
  8. Encontre uma superfície confortável, bem iluminada e limpa, e coloque todo o equipamento que necessitar ao seu alcance.

Como preparar minha injeção52 de Aranesp?

Antes de injetar Aranesp, você deve fazer o seguinte:

  1. Para evitar com que a agulha entorte, puxe delicadamente a tampa da agulha sem torcer, como mostrado no desenho.
  2. Não toque na agulha ou empurre o êmbolo72.
  3. Pode ser que você observe uma pequena bolha73 de ar na seringa1 preenchida. Não é necessário remover a bolha73 de ar antes da injeção52. A injeção52 da solução com a bolha73 de ar não é prejudicial.
  4. Agora você já pode usar a seringa1 preenchida.

Onde eu devo aplicar minha injeção52?

Os melhores lugares para a autoinjeção são a parte superior das coxas74 e o abdômen. Caso outra pessoa esteja injetando em você, ela pode usar a parte de trás dos seus braços.

Caso você observe que a área está vermelha ou dolorida, você pode trocar o local de injeção52.

Como autoaplicar minha injeção52?

  1. Desinfete sua pele44 com algodão umedecido com álcool e puxe uma dobra da pele44 (sem apertar com força) entre o polegar e o indicador.
  2. Insira toda a agulha na pele44, conforme mostrado por seu médico, enfermeiro ou farmacêutico.
  3. Injete a dose prescrita por via subcutânea53, conforme instruído por seu médico, enfermeiro ou farmacêutico.
  4. Empurre o êmbolo72 com uma pressão lenta e constante, sempre mantendo a pele44 puxada, até que seringa1 esvazie.
  5. Retire a agulha da pele44 e solte a pele44.
  6. Com a agulha apontando para longe de você, segure com uma mão75 a seringa1 preenchida pelo apoio transparente para os dedos.
  7. Deslize suavemente a proteção amarela da agulha e trave na posição de segurança. Não aperte com muita força a proteção amarela da agulha quando a estiver deslizando sobre a agulha.

    NÃO coloque a tampa de volta na agulha.
  8. Se você observar uma mancha de sangue4, você pode removê-la com algodão ou similar. Não esfregue o local de injeção52. Se necessário, você pode cobrir o local de injeção52 com um esparadrapo.
  9. Utilize cada seringa1 apenas para uma injeção52. Não utilize Aranesp que sobrou na seringa1.

Lembre-se: Se você tiver qualquer problema, por favor, não tenha medo de pedir ajuda ou orientação ao seu médico ou enfermeiro.

Descartando seringas usadas

  • Não coloque a tampa de volta na agulha da seringa1 usada.
  • Mantenha as seringas usadas fora do alcance das crianças.
  • A seringa1 usada deve ser descartada de acordo com as exigências locais. Pergunte ao seu farmacêutico como eliminar os medicamentos de que já não necessita. Estas medidas irão ajudar a proteger o meio-ambiente.
Antes de consumir qualquer medicamento, consulte seu médico (http://www.catalogo.med.br).

Complementos

1 Seringa: Dispositivo usado para injetar medicações ou outros líquidos nos tecidos do corpo. A seringa de insulina é formada por um tubo plástico com um êmbolo e uma agulha pequena na ponta.
2 Subcutâneo: Feito ou situado sob a pele. Hipodérmico.
3 Anemia: Condição na qual o número de células vermelhas do sangue está abaixo do considerado normal para a idade, resultando em menor oxigenação para as células do organismo.
4 Sangue: O sangue é uma substância líquida que circula pelas artérias e veias do organismo. Em um adulto sadio, cerca de 45% do volume de seu sangue é composto por células (a maioria glóbulos vermelhos, glóbulos brancos e plaquetas). O sangue é vermelho brilhante, quando oxigenado nos pulmões (nos alvéolos pulmonares). Ele adquire uma tonalidade mais azulada, quando perde seu oxigênio, através das veias e dos pequenos vasos denominados capilares.
5 Hemácias: Também chamadas de glóbulos vermelhos, eritrócitos ou células vermelhas. São produzidas no interior dos ossos a partir de células da medula óssea vermelha e estão presentes no sangue em número de cerca de 4,5 a 6,5 milhões por milímetro cúbico, em condições normais.
6 Sintomas: Alterações da percepção normal que uma pessoa tem de seu próprio corpo, do seu metabolismo, de suas sensações, podendo ou não ser um indício de doença. Os sintomas são as queixas relatadas pelo paciente mas que só ele consegue perceber. Sintomas são subjetivos, sujeitos à interpretação pessoal. A variabilidade descritiva dos sintomas varia em função da cultura do indivíduo, assim como da valorização que cada pessoa dá às suas próprias percepções.
7 Fadiga: 1. Sensação de enfraquecimento resultante de esforço físico. 2. Trabalho cansativo. 3. Redução gradual da resistência de um material ou da sensibilidade de um equipamento devido ao uso continuado.
8 Insuficiência renal: Condição crônica na qual o corpo retém líquido e excretas pois os rins não são mais capazes de trabalhar apropriadamente. Uma pessoa com insuficiência renal necessita de diálise ou transplante renal.
9 Sintomática: 1. Relativo a ou que constitui sintoma. 2. Que é efeito de alguma doença. 3. Por extensão de sentido, é o que indica um particular estado de coisas, de espírito; revelador, significativo.
10 Rim: Os rins são órgãos em forma de feijão que filtram o sangue e formam a urina. Os rins são localizados na região posterior do abdômen, um de cada lado da coluna vertebral.
11 Hormônio: Substância química produzida por uma parte do corpo e liberada no sangue para desencadear ou regular funções particulares do organismo. Por exemplo, a insulina é um hormônio produzido pelo pâncreas que diz a outras células quando usar a glicose para energia. Hormônios sintéticos, usados como medicamentos, podem ser semelhantes ou diferentes daqueles produzidos pelo organismo.
12 Eritropoietina: Eritropoietina, também conhecida como EPO, é um hormônio de glicoproteína que controla a eritropoiese, ou seja, a produção de células vermelhas do sangue.
13 Diálise: Quando os rins estão muito doentes, eles deixam de realizar suas funções, o que pode levar a risco de vida. Nesta situação, é preciso substituir as funções dos rins de alguma maneira, o que pode ser feito realizando-se um transplante renal, ou através da diálise. A diálise é um tipo de tratamento que visa repor as funções dos rins, retirando as substâncias tóxicas e o excesso de água e sais minerais do organismo, estabelecendo assim uma nova situação de equilíbrio. Existem dois tipos de diálise: a hemodiálise e a diálise peritoneal.
14 Quimioterapia: Método que utiliza compostos químicos, chamados quimioterápicos, no tratamento de doenças causadas por agentes biológicos. Quando aplicada ao câncer, a quimioterapia é chamada de quimioterapia antineoplásica ou quimioterapia antiblástica.
15 Efeitos colaterais: 1. Ação não esperada de um medicamento. Ou seja, significa a ação sobre alguma parte do organismo diferente daquela que precisa ser tratada pelo medicamento. 2. Possível reação que pode ocorrer durante o uso do medicamento, podendo ser benéfica ou maléfica.
16 Medula Óssea: Tecido mole que preenche as cavidades dos ossos. A medula óssea apresenta-se de dois tipos, amarela e vermelha. A medula amarela é encontrada em cavidades grandes de ossos grandes e consiste em sua grande maioria de células adiposas e umas poucas células sangüíneas primitivas. A medula vermelha é um tecido hematopoiético e é o sítio de produção de eritrócitos e leucócitos granulares. A medula óssea é constituída de um rede, em forma de treliça, de tecido conjuntivo, contendo fibras ramificadas e preenchida por células medulares.
17 Células Sanguíneas: Células encontradas no líquido corpóreo circulando por toda parte do SISTEMA CARDIOVASCULAR.
18 Rins: Órgãos em forma de feijão que filtram o sangue e formam a urina. Os rins são localizados na região posterior do abdômen, um de cada lado da coluna vertebral.
19 Células: Unidades (ou subunidades) funcionais e estruturais fundamentais dos organismos vivos. São compostas de CITOPLASMA (com várias ORGANELAS) e limitadas por uma MEMBRANA CELULAR.
20 Ovário: Órgão reprodutor (GÔNADAS) feminino. Nos vertebrados, o ovário contém duas partes funcionais Sinônimos: Ovários
21 Diagnóstico: Determinação de uma doença a partir dos seus sinais e sintomas.
22 Pressão arterial: A relação que define a pressão arterial é o produto do fluxo sanguíneo pela resistência. Considerando-se a circulação como um todo, o fluxo total é denominado débito cardíaco, enquanto a resistência é denominada de resistência vascular periférica total.
23 Anemia falciforme: Doença hereditária que causa a má formação das hemácias, que assumem forma semelhante a foices (de onde vem o nome da doença), com maior ou menor severidade de acordo com o caso, o que causa deficiência do transporte de gases nos indivíduos que possuem a doença. É comum na África, na Europa Mediterrânea, no Oriente Médio e em certas regiões da Índia.
24 Hepática: Relativa a ou que forma, constitui ou faz parte do fígado.
25 Alergia: Reação inflamatória anormal, perante substâncias (alérgenos) que habitualmente não deveriam produzi-la. Entre estas substâncias encontram-se poeiras ambientais, medicamentos, alimentos etc.
26 Hepatite: Inflamação do fígado, caracterizada por coloração amarela da pele e mucosas (icterícia), dor na região superior direita do abdome, cansaço generalizado, aumento do tamanho do fígado, etc. Pode ser produzida por múltiplas causas como infecções virais, toxicidade por drogas, doenças imunológicas, etc.
27 Saúde: 1. Estado de equilíbrio dinâmico entre o organismo e o seu ambiente, o qual mantém as características estruturais e funcionais do organismo dentro dos limites normais para sua forma de vida e para a sua fase do ciclo vital. 2. Estado de boa disposição física e psíquica; bem-estar. 3. Brinde, saudação que se faz bebendo à saúde de alguém. 4. Força física; robustez, vigor, energia.
28 Coração: Órgão muscular, oco, que mantém a circulação sangüínea.
29 Vasos sangüíneos: Órgãos em forma de tubos que se ramificam por todo o organismo. Existem três tipos principais de vasos sangüíneos que são as artérias, veias e capilares.
30 Infarto: Morte de um tecido por irrigação sangüínea insuficiente. O exemplo mais conhecido é o infarto do miocárdio, no qual se produz a obstrução das artérias coronárias com conseqüente lesão irreversível do músculo cardíaco.
31 Miocárdio: Tecido muscular do CORAÇÃO. Composto de células musculares estriadas e involuntárias (MIÓCITOS CARDÍACOS) conectadas, que formam a bomba contrátil geradora do fluxo sangüíneo. Sinônimos: Músculo Cardíaco; Músculo do Coração
32 Acidente vascular cerebral: Conhecido popularmente como derrame cerebral, o acidente vascular cerebral (AVC) ou encefálico é uma doença que consiste na interrupção súbita do suprimento de sangue com oxigênio e nutrientes para o cérebro, lesando células nervosas, o que pode resultar em graves conseqüências, como inabilidade para falar ou mover partes do corpo. Há dois tipos de derrame, o isquêmico e o hemorrágico.
33 Hemoglobina: Proteína encarregada de transportar o oxigênio desde os pulmões até os tecidos do corpo. Encontra-se em altas concentrações nos glóbulos vermelhos.
34 Infarto do miocárdio: Interrupção do suprimento sangüíneo para o coração por estreitamento dos vasos ou bloqueio do fluxo. Também conhecido por ataque cardíaco.
35 Cefaleia: Sinônimo de dor de cabeça. Este termo engloba todas as dores de cabeça existentes, ou seja, enxaqueca ou migrânea, cefaleia ou dor de cabeça tensional, cefaleia cervicogênica, cefaleia em pontada, cefaleia secundária a sinusite, etc... são tipos dentro do grupo das cefaleias ou dores de cabeça. A cefaleia tipo tensional é a mais comum (acomete 78% da população), seguida da enxaqueca ou migrânea (16% da população).
36 Visão: 1. Ato ou efeito de ver. 2. Percepção do mundo exterior pelos órgãos da vista; sentido da vista. 3. Algo visto, percebido. 4. Imagem ou representação que aparece aos olhos ou ao espírito, causada por delírio, ilusão, sonho; fantasma, visagem. 5. No sentido figurado, concepção ou representação, em espírito, de situações, questões etc.; interpretação, ponto de vista. 6. Percepção de fatos futuros ou distantes, como profecia ou advertência divina.
37 Náusea: Vontade de vomitar. Forma parte do mecanismo complexo do vômito e pode ser acompanhada de sudorese, sialorréia (salivação excessiva), vertigem, etc.
38 Vômito: É a expulsão ativa do conteúdo gástrico pela boca. Pode ser classificado como: alimentar, fecalóide, biliar, em jato, pós-prandial. Sinônimo de êmese. Os medicamentos que agem neste sintoma são chamados de antieméticos.
39 Anticoagulante: Substância ou medicamento que evita a coagulação, especialmente do sangue.
40 Câncer: Crescimento anormal de um tecido celular capaz de invadir outros órgãos localmente ou à distância (metástases).
41 Transfusão: Introdução na corrente sangüínea de sangue ou algum de seus componentes. Podem ser transfundidos separadamente glóbulos vermelhos, plaquetas, plasma, fatores de coagulação, etc.
42 Cutâneas: Que dizem respeito à pele, à cútis.
43 Descamação: 1. Ato ou efeito de descamar(-se); escamação. 2. Na dermatologia, fala-se da eliminação normal ou patológica da camada córnea da pele ou das mucosas. 3. Formação de cascas ou escamas, devido ao intemperismo, sobre uma rocha; esfoliação térmica.
44 Pele: Camada externa do corpo, que o protege do meio ambiente. Composta por DERME e EPIDERME.
45 Eritema multiforme: Condição aguda, auto-limitada, caracterizada pelo início abrupto de pápulas vermelhas fixas simétricas, algumas evoluindo em lesões em forma de “alvo”. A lesão alvo são zonas concêntricas de alterações de coloração com a área central púrpura ou escura e a externa vermelha. Elas irão desenvolver vesícula ou crosta na zona central após vários dias. Vinte porcento de todos os casos ocorrem na infância.O eritema multiforme geralmente é precipitado pelo vírus do herpes simples, Mycoplasma pneumoniae ou histoplasmose.
46 Síndrome de Stevens-Johnson: Forma grave, às vezes fatal, de eritema bolhoso, que acomete a pele e as mucosas oral, genital, anal e ocular. O início é geralmente abrupto, com febre, mal-estar, dores musculares e artralgia. Pode evoluir para um quadro toxêmico com alterações do sistema gastrointestinal, sistema nervoso central, rins e coração (arritmias e pericardite). O prognóstico torna-se grave principalmente em pessoas idosas e quando ocorre infecção secundária. Pode ser desencadeado por: sulfas, analgésicos, barbitúricos, hidantoínas, penicilinas, infecções virais e bacterianas.
47 Necrólise Epidérmica Tóxica: Sinônimo de Síndrome de Lyell. Caracterizada por necrólise da epiderme. Tem como características iniciais sintomas inespecíficos, influenza-símile, tais como febre, dor de garganta, tosse e queimação ocular, considerados manifestações prodrômicas que precedem o acometimento cutâneo-mucoso. Erupção eritematosa surge simetricamente na face e na parte superior do tronco, provocando sintomas de queimação ou dolorimento da pele. Progressivamente envolvem o tórax anterior e o dorso. O ápice do processo é constituído pela característica denudação da epiderme necrótica, a qual é destacada em verdadeiras lamelas ou retalhos, dentro das áreas acometidas pelo eritema de base. O paciente tem o aspecto de grande queimado, com a derme desnuda, sangrante, eritêmato-purpúrica e com contínua eliminação de serosidade, contribuindo para o desequilíbrio hidroeletrolítico e acentuada perda protéica. Graves seqüelas oculares e esofágicas têm sido relatadas.Constitui uma reação adversa a medicamentos rara. As drogas que mais comumente a causam são as sulfas, o fenobarbital, a carbamazepina, a dipirona, piroxicam, fenilbutazona, aminopenicilinas e o alopurinol.
48 Cutânea: Que diz respeito à pele, à cútis.
49 Sistema imunológico: Sistema de defesa do organismo contra infecções e outros ataques de micro-organismos que enfraquecem o nosso corpo.
50 Gravidez: Condição de ter um embrião ou feto em desenvolvimento no trato reprodutivo feminino após a união de ovo e espermatozóide.
51 Amamentação: Ato da nutriz dar o peito e o lactente mamá-lo diretamente. É um fenômeno psico-sócio-cultural. Dar de mamar a; criar ao peito; aleitar; lactar... A amamentação é uma forma de aleitamento, mas há outras formas.
52 Injeção: Infiltração de medicação ou nutrientes líquidos no corpo através de uma agulha e seringa.
53 Subcutânea: Feita ou situada sob a pele; hipodérmica.
54 Hipertensão: Condição presente quando o sangue flui através dos vasos com força maior que a normal. Também chamada de pressão alta. Hipertensão pode causar esforço cardíaco, dano aos vasos sangüíneos e aumento do risco de um ataque cardíaco, derrame ou acidente vascular cerebral, além de problemas renais e morte.
55 Derrame: Conhecido popularmente como derrame cerebral, o acidente vascular cerebral (AVC) ou encefálico é uma doença que consiste na interrupção súbita do suprimento de sangue com oxigênio e nutrientes para o cérebro, lesando células nervosas, o que pode resultar em graves conseqüências, como inabilidade para falar ou mover partes do corpo. Há dois tipos de derrame, o isquêmico e o hemorrágico.
56 Exantema: Alteração difusa da coloração cutânea, caracterizada por eritema, com elevação das camadas mais superficiais da pele (pápulas), vesículas, etc. Pode ser produzido por uma infecção geralmente viral (rubéola, varicela, sarampo), por alergias a medicamentos, etc.
57 Trombose: Formação de trombos no interior de um vaso sanguíneo. Pode ser venosa ou arterial e produz diferentes sintomas segundo os territórios afetados. A trombose de uma artéria coronariana pode produzir um infarto do miocárdio.
58 Edema: 1. Inchaço causado pelo excesso de fluidos no organismo. 2. Acúmulo anormal de líquido nos tecidos do organismo, especialmente no tecido conjuntivo.
59 Anafilaxia: É um tipo de reação alérgica sistêmica aguda. Esta reação ocorre quando a pessoa foi sensibilizada (ou seja, quando o sistema imune foi condicionado a reconhecer uma substância como uma ameaça ao organismo). Na segunda exposição ou nas exposições subseqüentes, ocorre uma reação alérgica. Essa reação é repentina, grave e abrange o corpo todo. O sistema imune libera anticorpos. Os tecidos liberam histamina e outras substâncias. Esse mecanismo causa contrações musculares, constrição das vias respiratórias, dificuldade respiratória, dor abdominal, cãimbras, vômitos e diarréia. A histamina leva à dilatação dos vasos sangüíneos (que abaixa a pressão sangüínea) e o vazamento de líquidos da corrente sangüínea para os tecidos (que reduzem o volume de sangue) o que provoca o choque. Ocorrem com freqüência a urticária e o angioedema - este angioedema pode resultar na obstrução das vias respiratórias. Uma anafilaxia prolongada pode causar arritmia cardíaca.
60 Inchaço: Inchação, edema.
61 Face: Parte anterior da cabeça que inclui a pele, os músculos e as estruturas da fronte, olhos, nariz, boca, bochechas e mandíbula.
62 Boca: Cavidade oral ovalada (localizada no ápice do trato digestivo) composta de duas partes
63 Língua:
64 Garganta: Tubo fibromuscular em forma de funil, que leva os alimentos ao ESÔFAGO e o ar à LARINGE e PULMÕES. Situa-se posteriormente à CAVIDADE NASAL, à CAVIDADE ORAL e à LARINGE, extendendo-se da BASE DO CRÂNIO à borda inferior da CARTILAGEM CRICÓIDE (anteriormente) e à borda inferior da vértebra C6 (posteriormente). É dividida em NASOFARINGE, OROFARINGE e HIPOFARINGE (laringofaringe).
65 Angioedema: Caracteriza-se por áreas circunscritas de edema indolor e não-pruriginoso decorrente de aumento da permeabilidade vascular. Os locais mais acometidos são a cabeça e o pescoço, incluindo os lábios, assoalho da boca, língua e laringe, mas o edema pode acometer qualquer parte do corpo. Nos casos mais avançados, o angioedema pode causar obstrução das vias aéreas. A complicação mais grave é o inchaço na garganta (edema de glote).
66 Broncoespasmo: Contração do músculo liso bronquial, capaz de produzir estreitamento das vias aéreas, manifestado por sibilos no tórax e falta de ar. É uma contração vista com freqüência na asma.
67 Cutâneo: Que diz respeito à pele, à cútis.
68 Urticária: Reação alérgica manifestada na pele como elevações pruriginosas, acompanhadas de vermelhidão da mesma. Pode afetar uma parte ou a totalidade da pele. Em geral é autolimitada e cede em pouco tempo, podendo apresentar períodos de melhora e piora ao longo de vários dias.
69 Tecido: Conjunto de células de características semelhantes, organizadas em estruturas complexas para cumprir uma determinada função. Exemplo de tecido: o tecido ósseo encontra-se formado por osteócitos dispostos em uma matriz mineral para cumprir funções de sustentação.
70 Injeção subcutânea: Injetar fluido no tecido localizado abaixo da pele, o tecido celular subcutâneo, com uma agulha e seringa.
71 Mãos: Articulação entre os ossos do metacarpo e as falanges.
72 Êmbolo: 1. Cilindro ou disco que se move em vaivém no interior de seringas, bombas, etc. 2. Na engenharia mecânica, é um cilindro metálico deslizante que recebe um movimento de vaivém no interior de um cilindro de motor de combustão interna. 3. Em artes gráficas, é uma haste de ferro com um cilindro, articulada para comprimir e lançar o chumbo ao molde. 4. Em patologia, é um coágulo ou outro tampão trazido pela corrente sanguínea a partir de um vaso distante, que obstrui a circulação ao ser forçado contra um vaso menor. 5. Na anatomia zoológica, nas aranhas, é um prolongamento delgado no ápice do aparelho copulador masculino.
73 Bolha: 1. Erupção cutânea globosa entre as camadas superficiais da epiderme, cheia de serosidade, líquido claro, pus ou sangue, causada por inflamação, queimadura, atrito, efeito de certas enfermidades, etc. Deve ter mais de 0,5 cm. Quando tem um tamanho menor devem ser chamadas de “vesículas”. 2. Bola ou glóbulo cheio de gás, ar ou vapor que se forma (ou se formou) em alguma substância líquida ou pastosa, especialmente ao ser agitada ou por ebulição ou fermentação. 3. Saliência oca em uma superfície.
74 Coxas: É a região situada abaixo da virilha e acima do joelho, onde está localizado o maior osso do corpo humano, o fêmur.
75 Mão: Articulação entre os ossos do metacarpo e as falanges.

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