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Botulim

BLAU FARMACÊUTICA S.A.

Atualizado em 13/02/2020

IDENTIFICAÇÃO DO MEDICAMENTO

Botulim®
toxina1 botulínica – tipo A
Injetável 50U; 100U e 200U

FORMA FARMACÊUTICA E APRESENTAÇÃO:

Pó Liófilo Injetável
Embalagens contendo 1, 10 ou 100 frascos-ampola

VIA DE ADMINISTRAÇÃO: INTRAMUSCULAR
USO ADULTO

COMPOSIÇÃO:

Cada frasco-ampola de Botulim® 50U contém:

toxina1 botulínica – Tipo A 50U*
excipientes q.s.p. 1 frasco-ampola

Excipientes: albumina2 humana e cloreto de sódio


Cada frasco-ampola de Botulim® 100U contém:

toxina1 botulínica – Tipo A 100U*
excipientes q.s.p. 1 frasco-ampola

Excipientes: albumina2 humana e cloreto de sódio


Cada frasco-ampola de Botulim® 200U contém:

toxina1 botulínica – Tipo A 200U*
excipientes q.s.p. 1 frasco-ampola

Excipientes: albumina2 humana e cloreto de sódio

*Cada unidade (U) corresponde à dose intraperitoneal letal média (DL50) de toxina1 botulínica calculada em camundongos.

INFORMAÇÕES TÉCNICAS AOS PROFISSIONAIS DE SAÚDE3

INDICAÇÕES

Botulim® é indicado para:

  • Tratamento de blefaroespasmo4 essencial benigno ou distúrbios do VII par craniano5 em pacientes com idade acima de 18 anos;
  • Tratamento de rugas glabelares, de nível moderado a severo, associadas a atividades do músculo corrugador e/ou do músculo prócero em adultos com idade entre 18 a 65 anos.

RESULTADOS DE EFICÁCIA

Todas as indicações de Botulim® foram avaliadas em estudos clínicos controlados, randomizados, duplo-cegos e comparativos. A documentação fornece resultados de eficácia diferenciados conforme a indicação, de modo que são mencionados resumidamente alguns dos resultados:

Blefaroespasmo4: 196 pacientes foram incluídos em um estudo clínico e cerca de 98% dos pacientes apresentaram resultados satisfatórios para a indicação proposta. A melhora na gravidade do espasmo6 observada após quatro semanas no grupo tratado com Botulim® foi de 94,21% enquanto o grupo controle apresentou melhora de 93,27%.

Hugel Inc. HG 06-01 Double-blinded, randomized, active control comparative, parallel-designed, Phase III clinical trial: Therapeutic confirmatory clinical trial to evaluate the safety and efficacy of “Hugeltox Inj” in essential blepharospasm running parallel with phase I study.

Linhas faciais glabelares: foi realizado um estudo clínico com a inclusão de cerca de 270 pacientes, com objetivo de melhora das linhas faciais glabelares de nível de moderado a severo, obtendo-se um resultado satisfatório em cerca de 90% dos pacientes avaliados.

B.J. Kim, H.H. Kwon, S.Y. Park, S.U. Min, J.Y. Yoon, Y. M. Park, S.H. Seo, J.Y. Ahn, H. K. Lee, D.H. Suh Double-blind, randomized non-inferiority trial of a novel botulinum toxin A processed from the strain CBF 26, compared with oxabotulinum toxin A the treatment of glabellar lines.

CARACTERÍSTICAS FARMACOLÓGICAS

Botulim® é uma forma congelada a vácuo e estéril da toxina1 botulínica – tipo A produzida a partir da cultura de clostridium botulinum tipo A, classificado terapeuticamente como agente paralisante neuromuscular.

Age bloqueando a condução neuromuscular devido à ligação nos receptores terminais dos nervos simpáticos motores, inibindo a liberação de acetilcolina7. Quando injetado por via intramuscular em doses terapêuticas, provoca o relaxamento muscular parcial por desnervação8 química localizada.

Quando um músculo é desnervado quimicamente, pode ocorrer atrofia9 e podem se desenvolver receptores de acetilcolina7 extrajuncionais. Há evidência de que o nervo pode voltar a crescer e novamente inervar o músculo, o que faz com que a debilidade seja reversível.

CONTRAINDICAÇÕES

Este medicamento é contraindicado em pessoas que possuem antecedentes de hipersensibilidade a qualquer dos ingredientes contidos na formulação e na presença de infecção10 no local da aplicação;

Também é contraindicado em pacientes que tenham doenças da junção neuromuscular11 (ex.: miastenia12 grave, síndrome13 de Lambert-Eaton ou esclerose14 lateral amiotrófica). As doenças podem ser exacerbadas devido à atividade relaxante muscular do produto).

Pacientes grávidas, potencialmente férteis e lactantes15.

Este medicamento é contraindicado em pacientes menores de 18 anos.

ADVERTÊNCIAS E PRECAUÇÕES

A eficácia e segurança de Botulim® dependem do armazenamento adequado do produto, seleção correta da dose e técnicas apropriadas de reconstituição e administração.

Os médicos que fizerem uso de Botulim® em seus pacientes devem entender profundamente de anatomia neuromuscular topográfica e funcional das regiões a serem tratadas, bem como estar a par de quaisquer alterações anatômicas que tenham ocorrido com o paciente devido a procedimentos cirúrgicos anteriores. Devem conhecer também técnicas-padrão de eletromiografia16 ou de eletroestimulação17.

As doses e frequências de administração recomendadas para Botulim® não devem ser excedidas.

Difusão do efeito da toxina1: Após sua administração, os efeitos da toxina1 botulínica podem produzir sintomas18 indesejados além de dor no local da aplicação e podem incluir astenia19, fraqueza muscular generalizada, diplopia20, visão21 borrada, ptoses, disfonia22, disfagia23, incontinência urinária24 e dificuldades respiratórias. Dificuldades de deglutição25 e respiração podem ser ameaçadoras à vida, tendo havido relatos de mortes associados à difusão do efeito da toxina1. O risco de sintomas18 é ocorrido particularmente em pacientes que têm condições subjacentes ou predisposição a estes.

Reações de hipersensibilidade: reações de hipersensibilidade sérias e/ou imediatas têm sido relatadas com injeções de outras toxinas26 botulínicas. Estas reações incluem anafilaxias, urticária27, edema28 de tecidos moles e dispneia29. Um caso fatal de anafilaxia30 foi relatado no qual houve o uso incorreto de lidocaína como diluente e, consequentemente, não foi possível de se estabelecer corretamente qual foi o agente causal. Se este tipo de reação ocorrer, a aplicação do produto deve ser descontinuada e terapias médicas apropriadas deverão ser instituídas.

Pré-existência de disfunções neuromusculares: indivíduos com doenças motoras neuropáticas periféricas (ex.: esclerose14 lateral amiotrófica, ou neuropatia31 motora) ou distúrbios da junção neuromuscular11 (ex.: miastenia12 grave ou síndrome13 de Lambert-Eaton) podem ter aumentado o risco de efeitos sistêmicos32 clinicamente significantes incluindo severa disfagia23 e comprometimento respiratório em doses típicas de toxina1 botulínica. Artigos médicos publicados com toxina1 botulínica relatam casos raros de administração de toxina1 botulínica em pacientes com desordens neuromusculares reconhecidas ou não, onde os pacientes demonstraram extrema hipersensibilidade aos efeitos sistêmicos32 das doses clínicas habituais. Em alguns casos, a disfagia23 permaneceu por alguns meses e requisitou a administração de alimentação via tubo gástrico.

Disfagia23: a disfagia23 é comumente relatada como evento adverso após o tratamento de pacientes com distonia33 cervical com todas as formulações de toxina1 botulínica. Nestes pacientes, são relatados casos raros de disfagia23 severa suficiente para o uso de sonda gástrica para alimentação. Há também relatos de casos onde o paciente com disfagia23 severa desenvolveu pneumonia34 por aspiração e faleceu.

Também houve relatos de eventos adversos com toxina1 botulínica envolvendo o sistema cardiovascular35, incluindo arritmia36 e infarto do miocárdio37, em alguns casos com desfechos fatais. Alguns desses pacientes apresentavam fatores de risco incluindo doença cardiovascular.

Ausência de intercambialidade entre os produtos contendo toxina1 botulínica: considerando-se que as unidades de potência da toxina1 botulínica são específicas aos diferentes produtos, eles não são intercambiáveis entre si. Dessa forma, as unidades de atividade biológica da toxina1 botulínica não podem ser comparadas ou convertidas em unidades de outro produto contendo toxina1 botulínica avaliado com outros métodos específicos. Recomenda-se, assim, a anotação da marca do produto, com identificação de lote, na ficha dos pacientes.

Pacientes sob tratamento com outros relaxantes musculares (ex.: cloreto de tubocurarina, dantroleno sódico, etc.) podem ter potencializado o relaxamento muscular ou aumentados os riscos de disfagia23, assim como, em pacientes tratados com outros fármacos com atividade relaxante muscular, ex.: cloridrato de espectinomicina, antibióticos aminoglicosídeos (ex.: sulfato de gentamicina, sulfato de neomicina etc.) antibióticos polipeptídeos (sulfato de polimixina B etc.), tetraciclinas, lincomicina (lincosamidas), relaxantes musculares (baclofeno etc.), agentes anticolinérgicos (butilbrometo de escopolamina, cloridrato de triexifenidil etc.), benzodiazepina e medicamentos similares (diazepam, etizolam etc.), benzamidas (cloridrato de tiaprida, sulpirida etc). Recomenda-se cautela ao administrar toxina1 botulínica a esses pacientes.

Este produto contém albumina2, um derivado de sangue38 humano. Quando produtos derivados de sangue38 humano ou soro39 são administrados no corpo humano40, deve haver a consideração de que estes produtos possuem potenciais de transmissão de agentes causadores de doenças infecciosas. Pode incluir agentes patogênicos ainda desconhecidos. Para minimizar os riscos de tais infecções41 por agentes transmissíveis, alguns cuidados particulares são tomados em relação ao processo de fabricação da albumina2, incluindo a remoção dos vírus42 e/ou processos de inativação adicionalmente à seleção cuidadosa dos doadores e testes apropriados das unidades doadas.

É extremamente remoto o risco de transmissão da Doença de Creutzfeldt-Jakob.

Efeitos sobre a habilidade de dirigir automóvel e utilizar máquinas:

Alguns sinais43 e sintomas18 foram reportados após a utilização do produto, tais como: astenia19, fraqueza muscular, tontura44 e distúrbios visuais, de forma que estes podem afetar a habilidade de condução de veículos e utilização de máquinas.

Blefaroespasmos e Linhas Glabelares

A aplicação da toxina1 botulínica em músculos45 orbiculares pode reduzir o número de piscadas expondo a córnea46, defeito epitelial persistente e ulceração47 da córnea46, especialmente em pacientes com disfunções no nervo VII. Um caso de perfuração corneana em olho48 afácico ocorreu com o uso de toxina1 botulínica, necessitando de enxerto49 corneano devido a este efeito. Testes cuidadosos de sensibilidade da córnea46 em olhos50 previamente operados devem ser conduzidos e a administração na região da pálpebra inferior deve ser evitada para reduzir o risco de ectrópio51 palpebral.

Cuidados devem ser tomados quando utilizar a toxina1 botulínica em pacientes com inflamação52 no local da injeção53, marcada assimetria facial, ptose54, dermatocalásio excessivo, cicatrizes55 dérmicas profundas, pele56 sebácea ou substancial inabilidade de diminuição das linhas glabelares devido ao distanciamento físico entre elas.

Gravidez57 e Lactação58

Categoria de risco na gravidez57: C.

Botulim® é contraindicado em mulheres grávidas, período fértil e lactantes15.

Não foi estabelecida segurança para este medicamento durante a gravidez57 e amamentação59. São conhecidos relatos de abortos e efeitos adversos com o uso deste medicamento durante o período gestacional, para doses diárias de 0,125U/Kg a 2U/Kg ou maiores, em coelhos. Já em ratos, não houve ocorrências de aborto ou efeitos adversos com doses iguais ou maiores a 4U/Kg. Doses de 8 e 16U/Kg em ratos têm sido associadas a perda de peso do feto60 e ossificação tardia do osso hioide61, o qual pode ser reversível. Não há conhecimento se o medicamento é excretado no leite materno, não sendo recomendado o uso deste medicamento durante o aleitamento.

Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica ou do cirurgião-dentista.

Uso Pediátrico

Este medicamento é contraindicado para o uso de menores de 18 anos.

Uso em Idosos

Estudos com toxina1 botulínica não identificaram diferenças nas respostas aos tratamentos em indivíduos com idade acima de 65 anos em comparação a indivíduos mais jovens.

Em geral, a escolha da dose para pacientes62 idosos requer cuidado, recomendando-se inicialmente a administração da menor dose.

Carcinogênese, Mutagênese e Diminuição da Fertilidade

Não foram conduzidos estudos de longo prazo em animais para avaliar o potencial carcinogênico deste produto.

INTERAÇÕES MEDICAMENTOSAS

O efeito da toxina1 botulínica pode ser potencializado por antibióticos aminoglicosídicos, ou quaisquer outras drogas que interfiram com a transmissão neuromuscular. Os pacientes que fazem uso dessas drogas devem ser cuidadosamente observados quando forem tratados com Botulim®. Recomenda-se cautela em pacientes tratados com polimixinas, tetraciclinas e lincomicina. O uso de relaxantes musculares deve ser feito com cautela, recomendando-se redução da dose inicial do relaxante, ou utilização de drogas de ação intermediária como o vecurônio, em vez dos relaxantes musculares de ação mais prolongada.

O efeito da administração de diferentes sorotipos de neurotoxina botulínica ao mesmo tempo ou com muitos meses de intervalo entre elas é desconhecido. A fraqueza excessiva pode ser agravada com a administração de toxina1 botulínica antes da redução dos efeitos da toxina1 botulínica previamente administrada.

CUIDADOS DE ARMAZENAMENTO DO MEDICAMENTO

Cuidados de conservação

Em sua embalagem intacta, Botulim® deve ser conservado em geladeira com temperatura entre 2–8°C. O produto reconstituído pode ser armazenado na geladeira em temperatura de 2–8°C por até 24 horas após reconstituição.

O prazo de validade é de 24 meses a partir da data de fabricação. Número de lote, datas de fabricação e validade: vide embalagem.

Não use medicamento com o prazo de validade vencido. Guarde-o em sua embalagem original.

Características físicas e organolépticas do produto

Botulim® é um pó seco envasado a vácuo. Após reconstituição, a solução deve ser límpida, incolor e livre de partículas.

Antes de usar, observe o aspecto do medicamento.

TODO MEDICAMENTO DEVE SER MANTIDO FORA DO ALCANCE DAS CRIANÇAS.

POSOLOGIA E MODO DE USAR

DEVE SER APLICADO SOMENTE POR PROFISSIONAL DA SAÚDE3 DEVIDAMENTE QUALIFICADO PARA USO CORRETO DO PRODUTO E COM OS EQUIPAMENTOS NECESSÁRIOS.

Antes de utilizar o medicamento, confira o nome no rótulo, para evitar enganos. Não utilize o Botulim® caso haja sinais43 de violação e/ou danos no lacre do frasco-ampola.

Se mantida sob refrigeração, a preparação deve ser trazida à temperatura ambiente antes da administração.

Técnica de Administração / indicação

Blefaroespasmo4: No blefaroespasmo4, Botulim® reconstituído (veja tabela de diluição) é injetado usando-se uma seringa63 estéril e agulha 27 a 30 Gauge. A dose inicial recomendada é de 1,25 – 2,5U (0,05 mL a 0,1 mL de volume para cada local), injetada na porção medial e lateral pré-tarsal do músculo orbicular dos olhos50 da pálpebra superior e na porção pré-tarsal lateral do músculo orbicularis oculi da pálpebra inferior. Em geral, os efeitos iniciais das injeções são verificados em 3 dias e atingem o pico em uma ou duas semanas após o tratamento. Cada tratamento tem duração de cerca de 3 meses. Em uma sessão repetida de tratamento, a dose pode ser aumentada em até duas vezes se a resposta ao tratamento inicial for considerada insuficiente (geralmente definida com um efeito que não dura mais de dois meses). No entanto, parece haver pouca vantagem obtida com a injeção53 de mais de 5,0U em cada local.

Alguma tolerância pode ser encontrada quando este produto é usado para tratar blefaroespasmo4 se tratamentos são administrados com maior frequência do que a cada 3 meses e é raro ter efeitos permanentes. A dose cumulativa de tratamento com Botulim® em um período de 30 dias não deve ser maior que 200U.

Linhas Glabelares: Reconstitua Botulim® com solução salina – cloreto de sódio a 0,9% - estéril para ter uma solução de 100U / 2,5 mL (4U / 0,1 mL). Utilizando agulha de calibre 30 G, injete a dose de 0,1 mL em cada um dos 5 locais, 2 em cada músculo corrugador e 1 no músculo prócero, totalizando-se 20U. A fim de se reduzir a possibilidade de ptoses, recomenda-se evitar a injeção53 próximo ao músculo levantador da pálpebra superior, particularmente em paciente com grandes complexos depressores da testa.

As injeções no músculo corrugador interior e sobrancelha central devem ser realizadas a pelo menos 1 cm acima da crista óssea supraorbitária.

Atenção especial deve ser dada para evitar a injeção53 deste produto no vaso sanguíneo. A fim de evitar a exsudação64 por baixo da crista orbital, certifique-se de colocar firmemente o polegar ou dedo indicador por baixo da crista orbital, antes da injeção53. A agulha deve ser direcionada para o centro superior durante a injeção53 e uma atenção especial deve ser dada para injetar o volume exato.

As linhas glabelares faciais surgem a partir da atividade do músculo corrugador e do músculo orbicular ocular. Estes músculos45 movem a testa medialmente e os músculos45 prócero e depressor do supercílio movimentam a testa inferiormente. Isso cria cenho franzido ou “testa franzida”. A localização, tamanho e uso dos músculos45 variam muito entre os indivíduos. Uma dose eficaz para as linhas faciais é determinada pela observação simples da capacidade do paciente em ativar os músculos45 superficiais injetados.

Cada tratamento dura cerca de três a quatro meses. Injeção53 mais frequente deste produto não é recomendada porque a segurança e a eficácia não foram estabelecidas nestas circunstâncias.

Técnica de Diluição

Botulim® liofilizado65 deve ser reconstituído com a solução salina – cloreto de sódio 0,9%, estéril e sem conservantes. Aspirar a quantidade adequada de diluente na seringa63 de tamanho apropriado. Injetar lentamente e misturar suavemente o diluente no frasco, uma vez que o produto é desnaturado por borbulhamento ou forte agitação. Descarte o frasco se não houver vácuo, ou seja, se não houver a aspiração do diluente para dentro do frasco.

Botulim® deve ser administrado dentro de 24 horas após a reconstituição; durante este período, o produto reconstituído deve ser mantido sob refrigeração (2–8°C). A solução reconstituída de Botulim® deve ser límpida, incolor e livre de quaisquer partículas.

Os produtos de administração parenteral devem ser inspecionados visualmente quanto a partículas e descoloração antes da sua administração. O produto e o diluente não contém qualquer conservante e, dessa forma, devem ser utilizados somente para um paciente único.

Utilizar somente seringas e agulhas estéreis a cada vez que se fizer necessária a diluição ou retirada do produto.

Tabela de Diluição

Diluente adicionado (cloreto de sódio a 0,9%)

Dose Resultante (U/0,1 mL)

50U

100U

200U

0,5 Ml

10,0U

20,0U

40,0U

1,0 mL

5,0U

10,0U

20,0U

2,0 mL

2,5U

5,0U

10,0U

4,0 mL

1,25U

2,5U

5,0U

8,0 mL

-

1,25U

2,5U

Nota: Essas diluições são calculadas para uma aplicação com volume de 0,1 mL. Um aumento ou diminuição na dose de Botulim® é também possível com administração de um volume maior ou menor, de 0,05 mL (50% a menos na dose) a 0,15 mL (50% a mais na dose).

Técnica de Manuseio

A injeção53 de Botulim® é preparada aspirando-se a toxina1 diluída do frasco, em quantidade suficiente e ligeiramente superior à dose desejada. As bolhas de ar na seringa63 devem ser expelidas e a seringa63 deve ser conectada à agulha selecionada. O volume excedente é expelido através da agulha para um recipiente de sobras a fim de assegurar a desobstrução da agulha e confirmar que não há vazamento na junção seringa63-agulha.

Para a administração do produto no paciente podem-se utilizar agulhas calibre 25 a 30 G para os músculos45 superficiais, e agulha calibre 22 G para os músculos45 mais profundos.

CUIDADOS NO ARMAZENAMENTO E MANUSEIO

Os frascos fechados de Botulim® devem ser armazenados sob refrigeração (2–8°C).

Após a reconstituição, Botulim® pode ser armazenado sob refrigeração (2–8°C) por até 24 horas.

Após a administração do produto ao paciente, a solução remanescente, tanto do frasco quando da seringa63, deverá ser inativada utilizando-se uma solução de hipoclorito diluído (0,5%). Após o uso e vencimento do período de armazenamento, deve-se executar a eliminação segura do produto.

REAÇÕES ADVERSAS

Geral

Em geral, os eventos adversos ocorrem na primeira semana após a injeção53 da toxina1 botulínica e, apesar de geralmente transitórios, podem perdurar por alguns meses. Em alguns casos podem ser observadas reações em locais distantes do ponto da aplicação. Dor local, hematomas66, inflamação52, parestesia67, hipoestesia68, sensibilidade anormal à compressão, intumescimento / edema28, eritema69, infecção10 localizada, hemorragia70 e/ou ardor71 foram associados com a injeção53, tanto no local da injeção53 como em músculos45 adjacentes.

Fraqueza do músculo local representa uma expectativa de ação farmacológica da toxina1 botulínica. Entretanto, fraqueza em músculos45 adjacentes podem também ocorrer devido à difusão da toxina1. Quando injetada em pacientes com blefaroespasmos, alguns músculos45 distantes do local da injeção53 demonstram aumento do estímulo eletrofisiológico (rápida variação na forma da onda) o qual não está associado com a fraqueza clínica ou outros tipos de anormalidades fisiológicas72.

Alguns casos raros de morte foram relatados espontaneamente, algumas vezes associados à disfagia23, pneumonia34 e/ou outras debilidades significativas ou anafilaxia30, após o tratamento com outras toxinas26 botulínicas. Há também relatos de eventos adversos envolvendo o sistema cardiovascular35, incluindo arritmia36 e infarto73 de miocárdio74, alguns com desfechos fatais. A exata relação entre estes eventos e a toxina1 botulínica não foi estabelecida.

Alguns sinais43 e sintomas18 ainda relacionados a outras toxinas26 botulínicas e cuja relação causal não é conhecida: rash75 cutâneo76 (incluindo eritema multiforme77, urticária27, erupção78 psoriasiforme), prurido79 e reação alérgica80.

Blefaroespasmo4

Eventos adversos foram observados em 39% dos pacientes de 18 anos ou mais que foram tratados durante o estudo clínico para blefaroespasmo4.

Locais

Eventos Adversos (Incidência81)

Olhos50

Ptoses (6,61%), lagoftalmia (6,61%), olho48 seco (6,61%), lacrimejamento (4,13%), blefaroedema (1,65%), fotofobia82 (2,48%), conjuntivite83 (2,48%), miodesopsia (1,65%), calasia (0,83%), calázio (0,83%), sensação extracorpórea (0,83%).

Sistema linfático84

Edema28 (4,96%)

Pele56

Reações no local da injeção53 (4,13%), rubor (0,83%)

Dor

Dor de cabeça85 (2,48%), mialgia86 (1,65%)

Trato gastrointestinal

Hérnia87 (0,83%), úlcera88 (0,83%), estomatite89 (0,83%)

Sistema sanguíneo

Hematoma90 (0,83%)

Metabolismo91

Hiperlipidemia92 (0,83%)

Sistema nervoso93

Ansiedade (0,83%), depressão, tontura44, rosto mascarado (0,83%)

Sistema respiratório94

Infecção10 respiratória superior (0,83%)

Coração95

Arritmias96 cardíacas (0,83%)

 

Outras reações adversas relacionadas ao produto

Locais

Eventos Adversos (Incidência81)

Olhos50

Ptoses (6,61%), lagoftalmia (6,61%), olho48 seco (6,61%) fotofobia82 (2,48%), blefaroedema (1,65%), calasia (0,83%), sensação extracorpórea (0,83%), lacrimejamento (3,31%)

Sistema linfático84

Edema28 (4,96%)

Pele56

Reações no local da injeção53 (2,48%)

Dor

Mialgia86 (1,65%)

Resultados Pós-Comercialização na Coreia

Em avaliação pós-comercialização conduzida por 6 anos (2010 a 2016) à 695 pacientes com blefaroespasmo4 essencial na Coreia, a incidência81 de reações adversas foram 21,2% (147/695, 215 casos). Dentre estes, a incidência81 de reação adversa ao fármaco97 que tem uma relação causal, com o produto foi de 12,2% (85/695, 106 casos), dos quais incluem: 2,6% olho48 seco (18/695, 18 casos), 1,9% de ptose54 (13-695, 13 casos), 1,6% (11/695, 11 casos) cada uma oftalmalgia e blefaroedema.

Relatos de reações adversas menos de 1% conforme a seguir:

  • Doença ocular: visão21 borrada, epífora, diplopia20, lagoftalmo, aumento do lacrimejamento, disestesia98, distúrbio lacrimal, irritação ocular, lacrimejamento, olho48 vermelho, tensão ocular, ceratopatia, queratite, abrasão da córnea46, conjuntivite83 e visão21 reduzida;
  • Distúrbios do sistema nervoso central99 e periférico: dor de cabeça85, tontura44 e oftalmoplegia;
  • Distúrbio dérmico e anexial100: prurido79 palpebral, erosão da pele56, doença da pele56 da pálpebra e ruga;
  • Distúrbio urinário: edema28 facial;
  • Outros: ectrópio51.

A incidência81 de eventos adversos sérios foi de 0,9% (6-695, 8 casos), 0,1% (1/695, 1 caso) para fratura101 da coluna vertebral102, ruptura de tendão103, hipotireoidismo104, hematosepse, metrofibroma, gastrite105, insônia e embolismo106 pulmonar foram relatados. Nenhuma reação adversa ao fármaco97 dos quais uma relação causal com o produto que não poderia ser descartada foi observada.

A incidência81 de eventos adversos inesperados foi de 13,1% (91/695, 127 casos), os quais incluem 2,6% (18/695, 18 casos) de resfriado, 1,9% (13/695, 13 casos) de oftalmalgia, 0,9% (6/695, 6 casos) de visão21 borrada, 0,7% (5/695, 5 casos) de diplopia20, 0,6% (4/695, 4 casos) de disestesia98 ocular, 0,4% (3/695, 3 casos) de gastrite105, 0,3% (2/695, 2 casos) de tensão ocular, osteoartrite107, artralgia108, fratura101 espinal, erosão na pele56, dislipidemia, contusões, edema28 facial, dor nas costas109 e insônia. Reações adversas inesperadas foram relatadas em 0,1% conforme segue:

  • Distúrbio ocular: abrasão ocular, doença conjuntival, fotopsia, visão21 reduzida, blefarite110, edema macular111;
  • Distúrbio respiratório: dor de garganta112, fleuma, tonsilite;
  • Distúrbio gastrointestinal: dispepsia113, refluxo gastresofágico, gastrite105 atrófica114, pólipo115 gástrico, gengivite116, hemorroida;
  • Distúrbio musculoesquelético: redução da massa óssea, disartrose, fratura101 na perna, crepitação117, doença de ligamentos118, ruptura do tendão103;
  • Distúrbio dérmico e anexial100: prurido79 palpebral, prurido79, erosão da pele56, urticária27, onicólise119, dermatite120 e rugas;
  • Distúrbios do sistema nervoso central99 e periférico: oftalmoplegia, distonia33, paralisia121, síndrome13 de Meigs, dor facial e estenose122 espinal;
  • Distúrbio Metabólico e nutricional: diabetes mellitus123 e calcificação124 distrófica;
  • Distúrbio de mecanismo de defesa: herpes não indicado e hematosepse;
  • Distúrbio de coagulação125, hemorragia70 e plaquetas126: embolismo106 pulmonar;
  • Neoplasma127: neoplasma127 de mama128 e metrofibroma;
  • Distúrbio vascular129: hemorragia70 conjuntival e arteriosclerose130;
  • Distúrbio do vestibular131 e auditivo: zumbido;
  • Distúrbio endócrino132: hipotireoidismo104;
  • Distúrbio eritrócito: anemia133;
  • Distúrbio do local da injeção53: sensação de queimação e dor no local da aplicação;
  • Outros: luxação134 articular, extração de catarata135, intoxicação alimentar, ectrópio51 e laceração.

Dentre estes, a incidência81 de eventos adversos inesperados de que uma relação causal com o produto não pode ser descartada foi de 4,6% (32/695, 35 casos), 1,6% (11/695, 11 casos) de dor ocular, 0,6% (4/695, 4 casos) de visão21 borrada, diplopia20, disestesia98 ocular, 0,3% (2/695, 2 casos) de edema28 facial, 0,1% (1/695, 1 caso) de tensão ocular, abrasão ocular, visão21 reduzida do olho48, prurido79 palpebral, erosão da pele56, doença da pele56 palpebral, ruga, oftalmoplegia, ectrópio51 e contusão136 foram reportados.

A incidência81 de eventos adversos inesperados graves foi de 0,9% (6/695, 8 casos), que inclui 0,1% (1/695, 1 caso) de fratura101 da coluna vertebral102, ruptura do tendão103, hipotireoidismo104, hematosepse, metrofibroma, gastrite105, insônia e embolia137 pulmonar. Não foi identificada nenhuma reação adversa grave inesperada ao medicamento.

Linhas Glabelares

Na Coreia estudos clínicos em indivíduos com linhas glabelares moderadas a severas e na idade de > 18 anos e < 65 anos, ocorreram eventos adversos em 28,4% dos indivíduos que receberam esse produto. A maioria dos eventos adversos foi leve a moderada e nenhum evento adverso grave foi relatado durante os estudos clínicos. Os eventos adversos mais frequentemente relatados incluem infecções41 e infestações em 10 indivíduos (7,5%), distúrbios oculares em 10 (7,5%), transtornos gerais e condição do local de administração em 6 (4,5%) e pele56 e subcutânea138 distúrbios teciduais em 6 (4,5%).

Eventos adversos pelo Sistema de Órgãos

Eventos adversos (taxas de incidências)

 

Infecções41 e infestações (7,5%)

Gripe139 (1,5%), bronquite (0,7%), sinusite140 crônica (0,7%), cistite141 (1,5%), acarodermatite (0,7%), celulite142 (0,7%), foliculite (0,7%), herpes genital (0,7%), faringotonsilite (0,7%), pulpite dental (0,7%), trato respiratório (0,7%)

Distúrbios gerais e local de administração (4,5%)

Reação no local da injeção53 (3,0%), dor no peito143 (0,7%), inchaço144 no local da injeção53 (0,7%)

Distúrbio dos olhos50 (7,5%)

Ptose54 da pálpebra (4,5%), conjuntivite83 (1,5%), edema28 da pálpebra (0,7%), blefaroespasmo4 (0,7%), distúrbio sensitivo da pálpebra (0,7%), ceratoconjuntivite (0,7%)

Distúrbio do sistema nervoso93 (1,5%)

Dor de cabeça85 (0,7%), contração involuntária145 muscular (0,7%)

Distúrbio respiratório, torácico e mediastinal (1,5%)

Tosse (0,7%), dor orofaríngea146 (0,7%)

Distúrbio da pele e tecido subcutâneo147 (4,5%)

Dermatite120 de contato (1,5%), acne148 (0,7%), pele56 seca (0,7%), hiperqueratose (0,7%), prurido79 (0,7%), hiperplasia149 sebácea (0,7%)

Lesões150, envenenamento e complicações processuais (3,7%)

Entorse151 conjunta (1,5%), contusão136 (0,7%), lesão152 facial (0,7%), tensão muscular (0,7%), hematoma90 periorbital (0,7%),

Distúrbios do tecido conectivo153 e musculoesquelético (1,5%)

Dor nas costas109 (1,5%)

Distúrbios gastrointestinal (1,5%)

Diarreia154 (0,7%), refluxo gastroesofágico155 (0,7%)

Distúrbios de nutrição156 e metabolismo91 (0,7%)

Hiperlipidemia92 (0,7%)

Distúrbio do ouvido e labirinto157 (0,7%)

Doença de Meniere (0,7%)

Distúrbio urinário e renal158 (0,7%)

Nefropatia159 (0,7%)

Distúrbio vascular129 (0,7%)

Doença vascular periférica160 (0,7%)

Doença cardíaca (0,7%)

Hipertensão161 (0,7%)

Distúrbio hepatobiliar162 (0,7%)

Esteatose hepática163 (0,7%)

Investigações (0,7%)

Aumento da enzima164 hepática165 (0,7%)

Neoplasmas166 benignos, malignos e não especificados (incluindo cisto e pólipos167) (0,7%)

Papiloma de pele56 (0,7%)

Doenças psiquiátricas (0,7%)

Depressão (0,7%)

Sistema reprodutivo e transtornos mamários (0,7%)

Doença mamária (0,7%)

 

Reações adversas a medicamentos as quais não podem ser desconsiderados incluíram reação no local da administração em 4 indivíduos (3,0%) e ptose54 da pálpebra em 6 (4,5%).

Reação adversa ao medicamento pelo sistema de órgãos

Reação adversa ao fármaco97

Transtornos gerais e condições do local de administração (3,7%)

Reação do local de injeção53 (3,0%), inchaço144 no local da injeção53 (0,7%)

Doenças oculares (5,2%)

Ptose54 da pálpebra (4,5%), conjuntivite83 (0,7%), blefaroespasmo4 (0,7%), distúrbio sensitivo das pálpebras168 (0,7%)

Distúrbios do sistema nervoso93 (0,7%)

Dor de cabeça85 (0,7%)

Distúrbios da pele e tecido subcutâneo147 (0,7%)

Dermatite120 de contato (0,7%)

Em casos de eventos adversos, notifique ao Sistema de Notificações em Vigilância Sanitária – NOTIVISA ou à Vigilância Sanitária Estadual ou Municipal.

SUPERDOSE

Os sinais43 e sintomas18 advindos de uma superdosagem podem não se manifestar imediatamente após a administração. Em caso de aplicação ou ingestão acidental, o paciente deverá ser clinicamente monitorado por várias semanas a fim de se detectar o aparecimento e/ou evolução de sinais43 e sintomas18 de fraqueza muscular, que podem ser em locais próximos ou distantes do local da aplicação.

A aplicação da toxina1 botulínica em músculos45 orbiculares pode reduzir o número de piscadas expondo a córnea46, deficiências epiteliais persistentes e ulceração47 córnea46, especialmente em pacientes com disfunções no nervo.

Doses excessivas podem produzir paralisia121 neuromuscular local, ou à distância, generalizada e profunda, além de ptose54, diplopia20, disfagia23, disartria169, fraqueza generalizada ou falência respiratória. Estes pacientes devem ser considerados para avaliação médica adicional e a terapia médica apropriada imediatamente instituída, a qual pode incluir hospitalização.

Se a musculatura orofaríngea146 e do esôfago170 for afetada, pode ocorrer aspiração levando à pneumonia34 aspirativa. Se os músculos respiratórios171 tornaram-se paralisados ou suficientemente enfraquecidos, intubação e respiração assistida podem ser necessárias até total recuperação do quadro. Cuidados de apoio podem envolver a necessidade de traqueostomia172 e/ou ventilação173 mecânica prolongada, além de outros cuidados gerais de suporte.

Em caso de intoxicação ligue para 0800 722 6001, se você precisar de mais orientações.

DIZERES LEGAIS


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Antes de consumir qualquer medicamento, consulte seu médico (http://www.catalogo.med.br).

Complementos

1 Toxina: Substância tóxica, especialmente uma proteína, produzida durante o metabolismo e o crescimento de certos microrganismos, animais e plantas, capaz de provocar a formação de anticorpos ou antitoxinas.
2 Albumina: Proteína encontrada no plasma, com importantes funções, como equilíbrio osmótico, transporte de substâncias, etc.
3 Saúde: 1. Estado de equilíbrio dinâmico entre o organismo e o seu ambiente, o qual mantém as características estruturais e funcionais do organismo dentro dos limites normais para sua forma de vida e para a sua fase do ciclo vital. 2. Estado de boa disposição física e psíquica; bem-estar. 3. Brinde, saudação que se faz bebendo à saúde de alguém. 4. Força física; robustez, vigor, energia.
4 Blefaroespasmo: Doença neuromuscular que causa contração involuntária dos músculos ao redor dos olhos, fazendo com que o paciente pisque os olhos de modo involuntário e vigoroso.
5 VII Par Craniano: VII nervo craniano. O nervo facial é composto de duas partes, uma raiz motora maior que pode ser chamada de nervo facial propriamente dito, e uma raiz intermediária menor ou raiz sensitiva (nervo intermédio). Juntas, estas raízes fornecem a inervação eferente dos músculos da expressão facial e das glândulas lacrimais e salivares, e transportam informação aferente para a gustação nos 2/3 anteriores da língua e tato da orelha externa.
6 Espasmo: 1. Contração involuntária, não ritmada, de um ou vários músculos, podendo ocorrer isolada ou continuamente, sendo dolorosa ou não. 2. Qualquer contração muscular anormal. 3. Sentido figurado: arrebatamento, exaltação, espanto.
7 Acetilcolina: A acetilcolina é um neurotransmissor do sistema colinérgico amplamente distribuído no sistema nervoso autônomo.
8 Desnervação: É uma das alterações patológicas mais comuns em músculos. Decorre da perda do axônio motor ou de todo o motoneurônio. Pode ocorrer por doença do próprio motoneurônio (esclerose lateral amiotrófica, amiotrofia espinal, trauma medular, compressão da medula espinal por tumores, etc.) ou por lesão do axônio motor nos nervos periféricos . As neuropatias periféricas de qualquer etiologia são causas importantes de desnervação crônica.
9 Atrofia: 1. Em biologia, é a falta de desenvolvimento de corpo, órgão, tecido ou membro. 2. Em patologia, é a diminuição de peso e volume de órgão, tecido ou membro por nutrição insuficiente das células ou imobilização. 3. No sentido figurado, é uma debilitação ou perda de alguma faculdade mental ou de um dos sentidos, por exemplo, da memória em idosos.
10 Infecção: Doença produzida pela invasão de um germe (bactéria, vírus, fungo, etc.) em um organismo superior. Como conseqüência da mesma podem ser produzidas alterações na estrutura ou funcionamento dos tecidos comprometidos, ocasionando febre, queda do estado geral, e inúmeros sintomas que dependem do tipo de germe e da reação imunológica perante o mesmo.
11 Junção neuromuscular: A sinapse entre um neurônio e um músculo.
12 Miastenia: Perda das forças musculares ocasionada por doenças musculares inflamatórias. Por ex. Miastenia Gravis. A debilidade pode predominar em diferentes grupos musculares segundo o tipo de afecção (debilidade nos músculos extrínsecos do olho, da pelve, ou dos ombros, etc.).
13 Síndrome: Conjunto de sinais e sintomas que se encontram associados a uma entidade conhecida ou não.
14 Esclerose: 1. Em geriatria e reumatologia, é o aumento patológico de tecido conjuntivo em um órgão, que ocorre em várias estruturas como nervos, pulmões etc., devido à inflamação crônica ou por razões desconhecidas. 2. Em anatomia botânica, é o enrijecimento das paredes celulares das plantas, por espessamento e/ou pela deposição de lignina. 3. Em fitopatologia, é o endurecimento anormal de um tecido vegetal, especialemnte da polpa dos frutos.
15 Lactantes: Que produzem leite; que aleitam.
16 Eletromiografia: Técnica voltada para o estudo da função muscular através da pesquisa do sinal elétrico que o músculo emana, abrangendo a detecção, a análise e seu uso.
17 Eletroestimulação: É um recurso terapêutico utilizado por fisioterapeutas, em que os músculos são contraídos e relaxados através de um aparelho que faz a estimulação elétrica para melhorar o tônus muscular.
18 Sintomas: Alterações da percepção normal que uma pessoa tem de seu próprio corpo, do seu metabolismo, de suas sensações, podendo ou não ser um indício de doença. Os sintomas são as queixas relatadas pelo paciente mas que só ele consegue perceber. Sintomas são subjetivos, sujeitos à interpretação pessoal. A variabilidade descritiva dos sintomas varia em função da cultura do indivíduo, assim como da valorização que cada pessoa dá às suas próprias percepções.
19 Astenia: Sensação de fraqueza, sem perda real da capacidade muscular.
20 Diplopia: Visão dupla.
21 Visão: 1. Ato ou efeito de ver. 2. Percepção do mundo exterior pelos órgãos da vista; sentido da vista. 3. Algo visto, percebido. 4. Imagem ou representação que aparece aos olhos ou ao espírito, causada por delírio, ilusão, sonho; fantasma, visagem. 5. No sentido figurado, concepção ou representação, em espírito, de situações, questões etc.; interpretação, ponto de vista. 6. Percepção de fatos futuros ou distantes, como profecia ou advertência divina.
22 Disfonia: Alteração da produção normal de voz.
23 Disfagia: Sensação consciente da passagem dos alimentos através do esôfago. Pode estar associado a doenças motoras, inflamatórias ou tumorais deste órgão.
24 Incontinência urinária: Perda do controle da bexiga que provoca a passagem involuntária de urina através da uretra. Existem diversas causas e tipos de incontinência e muitas opções terapêuticas. Estas vão desde simples exercícios de fisioterapia até complicadas cirurgias. As mulheres são mais freqüentemente acometidas por este problema.
25 Deglutição: Passagem dos alimentos desde a boca até o esôfago; ação ou efeito de deglutir; engolir. É um mecanismo em parte voluntário e em parte automático (reflexo) que envolve a musculatura faríngea e o esfíncter esofágico superior.
26 Toxinas: Substâncias tóxicas, especialmente uma proteína, produzidas durante o metabolismo e o crescimento de certos microrganismos, animais e plantas, capazes de provocar a formação de anticorpos ou antitoxinas.
27 Urticária: Reação alérgica manifestada na pele como elevações pruriginosas, acompanhadas de vermelhidão da mesma. Pode afetar uma parte ou a totalidade da pele. Em geral é autolimitada e cede em pouco tempo, podendo apresentar períodos de melhora e piora ao longo de vários dias.
28 Edema: 1. Inchaço causado pelo excesso de fluidos no organismo. 2. Acúmulo anormal de líquido nos tecidos do organismo, especialmente no tecido conjuntivo.
29 Dispnéia: Falta de ar ou dificuldade para respirar caracterizada por respiração rápida e curta, geralmente está associada a alguma doença cardíaca ou pulmonar.
30 Anafilaxia: É um tipo de reação alérgica sistêmica aguda. Esta reação ocorre quando a pessoa foi sensibilizada (ou seja, quando o sistema imune foi condicionado a reconhecer uma substância como uma ameaça ao organismo). Na segunda exposição ou nas exposições subseqüentes, ocorre uma reação alérgica. Essa reação é repentina, grave e abrange o corpo todo. O sistema imune libera anticorpos. Os tecidos liberam histamina e outras substâncias. Esse mecanismo causa contrações musculares, constrição das vias respiratórias, dificuldade respiratória, dor abdominal, cãimbras, vômitos e diarréia. A histamina leva à dilatação dos vasos sangüíneos (que abaixa a pressão sangüínea) e o vazamento de líquidos da corrente sangüínea para os tecidos (que reduzem o volume de sangue) o que provoca o choque. Ocorrem com freqüência a urticária e o angioedema - este angioedema pode resultar na obstrução das vias respiratórias. Uma anafilaxia prolongada pode causar arritmia cardíaca.
31 Neuropatia: Doença do sistema nervoso. As três principais formas de neuropatia em pessoas diabéticas são a neuropatia periférica, neuropatia autonômica e mononeuropatia. A forma mais comum é a neuropatia periférica, que afeta principalmente pernas e pés.
32 Sistêmicos: 1. Relativo a sistema ou a sistemática. 2. Relativo à visão conspectiva, estrutural de um sistema; que se refere ou segue um sistema em seu conjunto. 3. Disposto de modo ordenado, metódico, coerente. 4. Em medicina, é o que envolve o organismo como um todo ou em grande parte.
33 Distonia: Contração muscular involuntária causando distúrbios funcionais, dolorosos e estéticos.
34 Pneumonia: Inflamação do parênquima pulmonar. Sua causa mais freqüente é a infecção bacteriana, apesar de que pode ser produzida por outros microorganismos. Manifesta-se por febre, tosse, expectoração e dor torácica. Em pacientes idosos ou imunodeprimidos pode ser uma doença fatal.
35 Sistema cardiovascular: O sistema cardiovascular ou sistema circulatório sanguíneo é formado por um circuito fechado de tubos (artérias, veias e capilares) dentro dos quais circula o sangue e por um órgão central, o coração, que atua como bomba. Ele move o sangue através dos vasos sanguíneos e distribui substâncias por todo o organismo.
36 Arritmia: Arritmia cardíaca é o nome dado a diversas perturbações que alteram a frequência ou o ritmo dos batimentos cardíacos.
37 Infarto do miocárdio: Interrupção do suprimento sangüíneo para o coração por estreitamento dos vasos ou bloqueio do fluxo. Também conhecido por ataque cardíaco.
38 Sangue: O sangue é uma substância líquida que circula pelas artérias e veias do organismo. Em um adulto sadio, cerca de 45% do volume de seu sangue é composto por células (a maioria glóbulos vermelhos, glóbulos brancos e plaquetas). O sangue é vermelho brilhante, quando oxigenado nos pulmões (nos alvéolos pulmonares). Ele adquire uma tonalidade mais azulada, quando perde seu oxigênio, através das veias e dos pequenos vasos denominados capilares.
39 Soro: Chama-se assim qualquer líquido de características cristalinas e incolor.
40 Corpo humano: O corpo humano é a substância física ou estrutura total e material de cada homem. Ele divide-se em cabeça, pescoço, tronco e membros. A anatomia humana estuda as grandes estruturas e sistemas do corpo humano.
41 Infecções: Doença produzida pela invasão de um germe (bactéria, vírus, fungo, etc.) em um organismo superior. Como conseqüência da mesma podem ser produzidas alterações na estrutura ou funcionamento dos tecidos comprometidos, ocasionando febre, queda do estado geral, e inúmeros sintomas que dependem do tipo de germe e da reação imunológica perante o mesmo.
42 Vírus: Pequeno microorganismo capaz de infectar uma célula de um organismo superior e replicar-se utilizando os elementos celulares do hospedeiro. São capazes de causar múltiplas doenças, desde um resfriado comum até a AIDS.
43 Sinais: São alterações percebidas ou medidas por outra pessoa, geralmente um profissional de saúde, sem o relato ou comunicação do paciente. Por exemplo, uma ferida.
44 Tontura: O indivíduo tem a sensação de desequilíbrio, de instabilidade, de pisar no vazio, de que vai cair.
45 Músculos: Tecidos contráteis que produzem movimentos nos animais.
46 Córnea: Membrana fibrosa e transparente presa à esclera, constituindo a parte anterior do olho.
47 Ulceração: 1. Processo patológico de formação de uma úlcera. 2. A úlcera ou um grupo de úlceras.
48 Olho: s. m. (fr. oeil; ing. eye). Órgão da visão, constituído pelo globo ocular (V. este termo) e pelos diversos meios que este encerra. Está situado na órbita e ligado ao cérebro pelo nervo óptico. V. ocular, oftalm-. Sinônimos: Olhos
49 Enxerto: 1. Na agricultura, é uma operação que se caracteriza pela inserção de uma gema, broto ou ramo de um vegetal em outro vegetal, para que se desenvolva como na planta que o originou. Também é uma técnica agrícola de multiplicação assexuada de plantas florais e frutíferas, que permite associar duas plantas diferentes, mas gerações próximas, muito usada na produção de híbridos, na qual uma das plantas assegura a nutrição necessária à gema, ao broto ou ao ramo da outra, cujas características procura-se desenvolver; enxertia. 2. Na medicina, é a transferência especialmente de células ou de tecido (por exemplo, da pele) de um local para outro do corpo de um mesmo indivíduo ou de um indivíduo para outro.
50 Olhos:
51 Ectrópio: Reviramento da pálpebra; ectrópion.
52 Inflamação: Conjunto de processos que se desenvolvem em um tecido em resposta a uma agressão externa. Incluem fenômenos vasculares como vasodilatação, edema, desencadeamento da resposta imunológica, ativação do sistema de coagulação, etc.Quando se produz em um tecido superficial (pele, tecido celular subcutâneo) pode apresentar tumefação, aumento da temperatura local, coloração avermelhada e dor (tétrade de Celso, o cientista que primeiro descreveu as características clínicas da inflamação).
53 Injeção: Infiltração de medicação ou nutrientes líquidos no corpo através de uma agulha e seringa.
54 Ptose: Literalmente significa “queda” e aplica-se em distintas situações para significar uma localização inferior de um órgão ou parte dele (ptose renal, ptose palpebral, etc.).
55 Cicatrizes: Formação de um novo tecido durante o processo de cicatrização de um ferimento.
56 Pele: Camada externa do corpo, que o protege do meio ambiente. Composta por DERME e EPIDERME.
57 Gravidez: Condição de ter um embrião ou feto em desenvolvimento no trato reprodutivo feminino após a união de ovo e espermatozóide.
58 Lactação: Fenômeno fisiológico neuro-endócrino (hormonal) de produção de leite materno pela puérpera no pós-parto; independente dela estar ou não amamentando.Toda mulher após o parto tem produção de leite - lactação; mas, infelizmente nem todas amamentam.
59 Amamentação: Ato da nutriz dar o peito e o lactente mamá-lo diretamente. É um fenômeno psico-sócio-cultural. Dar de mamar a; criar ao peito; aleitar; lactar... A amamentação é uma forma de aleitamento, mas há outras formas.
60 Feto: Filhote por nascer de um mamífero vivíparo no período pós-embrionário, depois que as principais estruturas foram delineadas. Em humanos, do filhote por nascer vai do final da oitava semana após a CONCEPÇÃO até o NASCIMENTO, diferente do EMBRIÃO DE MAMÍFERO prematuro.
61 Osso Hióide:
62 Para pacientes: Você pode utilizar este texto livremente com seus pacientes, inclusive alterando-o, de acordo com a sua prática e experiência. Conheça todos os materiais Para Pacientes disponíveis para auxiliar, educar e esclarecer seus pacientes, colaborando para a melhoria da relação médico-paciente, reunidos no canal Para Pacientes . As informações contidas neste texto são baseadas em uma compilação feita pela equipe médica da Centralx. Você deve checar e confirmar as informações e divulgá-las para seus pacientes de acordo com seus conhecimentos médicos.
63 Seringa: Dispositivo usado para injetar medicações ou outros líquidos nos tecidos do corpo. A seringa de insulina é formada por um tubo plástico com um êmbolo e uma agulha pequena na ponta.
64 Exsudação: Líquido que, transudando pelos poros de uma planta ou de um animal, adquire consistência viscosa na superfície onde aparece.
65 Liofilizado: Submetido à liofilização, que é a desidratação de substâncias realizada em baixas temperaturas, usada especialmente na conservação de alimentos, em medicamentos, etc.
66 Hematomas: Acúmulo de sangue em um órgão ou tecido após uma hemorragia.
67 Parestesia: Sensação cutânea subjetiva (ex.: frio, calor, formigamento, pressão, etc.) vivenciada espontaneamente na ausência de estimulação.
68 Hipoestesia: Perda ou diminuição de sensibilidade em determinada região do organismo.
69 Eritema: Vermelhidão da pele, difusa ou salpicada, que desaparece à pressão.
70 Hemorragia: Saída de sangue dos vasos sanguíneos ou do coração para o exterior, para o interstício ou para cavidades pré-formadas do organismo.
71 Ardor: 1. Calor forte, intenso. 2. Mesmo que ardência. 3. Qualidade daquilo que fulge, que brilha. 4. Amor intenso, desejo concupiscente, paixão.
72 Fisiológicas: Relativo à fisiologia. A fisiologia é estudo das funções e do funcionamento normal dos seres vivos, especialmente dos processos físico-químicos que ocorrem nas células, tecidos, órgãos e sistemas dos seres vivos sadios.
73 Infarto: Morte de um tecido por irrigação sangüínea insuficiente. O exemplo mais conhecido é o infarto do miocárdio, no qual se produz a obstrução das artérias coronárias com conseqüente lesão irreversível do músculo cardíaco.
74 Miocárdio: Tecido muscular do CORAÇÃO. Composto de células musculares estriadas e involuntárias (MIÓCITOS CARDÍACOS) conectadas, que formam a bomba contrátil geradora do fluxo sangüíneo. Sinônimos: Músculo Cardíaco; Músculo do Coração
75 Rash: Coloração avermelhada da pele como conseqüência de uma reação alérgica ou infecção.
76 Cutâneo: Que diz respeito à pele, à cútis.
77 Eritema multiforme: Condição aguda, auto-limitada, caracterizada pelo início abrupto de pápulas vermelhas fixas simétricas, algumas evoluindo em lesões em forma de “alvo”. A lesão alvo são zonas concêntricas de alterações de coloração com a área central púrpura ou escura e a externa vermelha. Elas irão desenvolver vesícula ou crosta na zona central após vários dias. Vinte porcento de todos os casos ocorrem na infância.O eritema multiforme geralmente é precipitado pelo vírus do herpes simples, Mycoplasma pneumoniae ou histoplasmose.
78 Erupção: 1. Ato, processo ou efeito de irromper. 2. Aumento rápido do brilho de uma estrela ou de pequena região da atmosfera solar. 3. Aparecimento de lesões de natureza inflamatória ou infecciosa, geralmente múltiplas, na pele e mucosas, provocadas por vírus, bactérias, intoxicações, etc. 4. Emissão de materiais magmáticos por um vulcão (lava, cinzas etc.).
79 Prurido: 1.    Na dermatologia, o prurido significa uma sensação incômoda na pele ou nas mucosas que leva a coçar, devido à liberação pelo organismo de substâncias químicas, como a histamina, que irritam algum nervo periférico. 2.    Comichão, coceira. 3.    No sentido figurado, prurido é um estado de hesitação ou dor na consciência; escrúpulo, preocupação, pudor. Também pode significar um forte desejo, impaciência, inquietação.
80 Reação alérgica: Sensibilidade a uma substância específica, chamada de alérgeno, com a qual se entra em contato por meio da pele, pulmões, deglutição ou injeções.
81 Incidência: Medida da freqüência em que uma doença ocorre. Número de casos novos de uma doença em um certo grupo de pessoas por um certo período de tempo.
82 Fotofobia: Dor ocular ou cefaléia produzida perante estímulos visuais. É um sintoma freqüente na meningite, hemorragia subaracnóidea, enxaqueca, etc.
83 Conjuntivite: Inflamação da conjuntiva ocular. Pode ser produzida por alergias, infecções virais, bacterianas, etc. Produz vermelhidão ocular, aumento da secreção e ardor.
84 Sistema Linfático: Um sistema de órgãos e tecidos que processa e transporta células imunes e LINFA.
85 Cabeça:
86 Mialgia: Dor que se origina nos músculos. Pode acompanhar outros sintomas como queda no estado geral, febre e dor de cabeça nas doenças infecciosas. Também pode estar associada a diferentes doenças imunológicas.
87 Hérnia: É uma massa circunscrita formada por um órgão (ou parte de um órgão) que sai por um orifício, natural ou acidental, da cavidade que o contém. Por extensão de sentido, excrescência, saliência.
88 Úlcera: Ferida superficial em tecido cutâneo ou mucoso que pode ocorrer em diversas partes do organismo. Uma afta é, por exemplo, uma úlcera na boca. A úlcera péptica ocorre no estômago ou no duodeno (mais freqüente). Pessoas que sofrem de estresse são mais susceptíveis a úlcera.
89 Estomatite: Inflamação da mucosa oral produzida por infecção viral, bacteriana, micótica ou por doença auto-imune. É caracterizada por dor, ardor e vermelhidão da mucosa, podendo depositar-se sobre a mesma uma membrana brancacenta (leucoplasia), ou ser acompanhada de bolhas e vesículas.
90 Hematoma: Acúmulo de sangue em um órgão ou tecido após uma hemorragia.
91 Metabolismo: É o conjunto de transformações que as substâncias químicas sofrem no interior dos organismos vivos. São essas reações que permitem a uma célula ou um sistema transformar os alimentos em energia, que será ultilizada pelas células para que as mesmas se multipliquem, cresçam e movimentem-se. O metabolismo divide-se em duas etapas: catabolismo e anabolismo.
92 Hiperlipidemia: Condição em que os níveis de gorduras e colesterol estão mais altos que o normal.
93 Sistema nervoso: O sistema nervoso é dividido em sistema nervoso central (SNC) e o sistema nervoso periférico (SNP). O SNC é formado pelo encéfalo e pela medula espinhal e a porção periférica está constituída pelos nervos cranianos e espinhais, pelos gânglios e pelas terminações nervosas.
94 Sistema Respiratório: Órgãos e estruturas tubulares e cavernosas, por meio das quais a ventilação pulmonar e as trocas gasosas entre o ar externo e o sangue são realizadas.
95 Coração: Órgão muscular, oco, que mantém a circulação sangüínea.
96 Arritmias: Arritmia cardíaca é o nome dado a diversas perturbações que alteram a frequência ou o ritmo dos batimentos cardíacos.
97 Fármaco: Qualquer produto ou preparado farmacêutico; medicamento.
98 Disestesia: Distúrbio da sensibilidade superficial tátil.
99 Sistema Nervoso Central: Principais órgãos processadores de informação do sistema nervoso, compreendendo cérebro, medula espinhal e meninges.
100 Anexial: Diz respeito às regiões do corpo de uma mulher que ficam ao lado do útero e compreendem os ovários e as trompas de Falópio, juntamente com os vasos sanguíneos associados, ligamentos, tecidos conectivos, etc.
101 Fratura: Solução de continuidade de um osso. Em geral é produzida por um traumatismo, mesmo que possa ser produzida na ausência do mesmo (fratura patológica). Produz como sintomas dor, mobilidade anormal e ruídos (crepitação) na região afetada.
102 Coluna vertebral:
103 Tendão: Tecido fibroso pelo qual um músculo se prende a um osso.
104 Hipotireoidismo: Distúrbio caracterizado por uma diminuição da atividade ou concentração dos hormônios tireoidianos. Manifesta-se por engrossamento da voz, aumento de peso, diminuição da atividade, depressão.
105 Gastrite: Inflamação aguda ou crônica da mucosa do estômago. Manifesta-se por dor na região superior do abdome, acidez, ardor, náuseas, vômitos, etc. Pode ser produzida por infecções, consumo de medicamentos (aspirina), estresse, etc.
106 Embolismo: É o mesmo que embolia, mas é um termo menos usado. Significa obstrução de um vaso, frequentemente uma artéria, pela migração de um corpo estranho (chamado de êmbolo) levado pela corrente sanguínea.
107 Osteoartrite: Termo geral que se emprega para referir-se ao processo degenerativo da cartilagem articular, manifestado por dor ao movimento, derrame articular, etc. Também denominado artrose.
108 Artralgia: Dor em uma articulação.
109 Costas:
110 Blefarite: Inflamação do bordo externo das pálpebras ou pestanas. Também conhecida como palpebrite, sapiranga, sapiroca ou tarsite.
111 Edema macular: Inchaço na mácula.
112 Garganta: Tubo fibromuscular em forma de funil, que leva os alimentos ao ESÔFAGO e o ar à LARINGE e PULMÕES. Situa-se posteriormente à CAVIDADE NASAL, à CAVIDADE ORAL e à LARINGE, extendendo-se da BASE DO CRÂNIO à borda inferior da CARTILAGEM CRICÓIDE (anteriormente) e à borda inferior da vértebra C6 (posteriormente). É dividida em NASOFARINGE, OROFARINGE e HIPOFARINGE (laringofaringe).
113 Dispepsia: Dor ou mal-estar localizado no abdome superior. O mal-estar pode caracterizar-se por saciedade precoce, sensação de plenitude, distensão ou náuseas. A dispepsia pode ser intermitente ou contínua, podendo estar relacionada com os alimentos.
114 Atrófica: Relativa à atrofia, atrofiada. Que atrofia; que mingua, atrofiador, atrofiante. Que se torna mais debilitada e menos intensa.
115 Pólipo: 1. Em patologia, é o crescimento de tecido pediculado que se desenvolve em uma membrana mucosa (por exemplo, no nariz, bexiga, reto, etc.) em resultado da hipertrofia desta membrana ou como um tumor verdadeiro. 2. Em celenterologia, forma individual, séssil, típica dos cnidários, que se caracteriza pelo corpo formado por um tubo ou cilindro, cuja extremidade oral, dotada de boca e tentáculos, é dirigida para cima, e a extremidade oposta, ou aboral, é fixa.
116 Gengivite: Condição em que as gengivas apresentam-se com sinais inflamatórios e sangramentos.
117 Crepitação: 1. Ato ou efeito de crepitar 2. Estalo ou estalido provocado pelas fagulhas provenientes do fogo ou da brasa que chamusca ou queima alguma coisa. 3. Qualquer ruído semelhante ao estalo seco e rápido provocado pelo fogo. 4. Em medicina, é a sensação tátil semelhante a um estalido que se tem à palpação da pele, quando ocorre infiltração gasosa devida a enfisema subcutâneo ou a gangrena gasosa. 5. Em ortopedia, é o estalido que fazem as partes de um osso fraturado sob estímulo de certos movimentos. 6. Em pneumologia, é o ruído semelhante a pequenos estalidos que se percebe na ausculta pulmonar em casos de pneumonia ou edema, provocado pela fricção dos alvéolos pulmonares uns contra os outros.
118 Ligamentos: 1. Ato ou efeito de ligar(-se). Tudo o que serve para ligar ou unir. 2. Junção ou relação entre coisas ou pessoas; ligação, conexão, união, vínculo. 3. Na anatomia geral, é um feixe fibroso que liga entre si os ossos articulados ou mantém os órgãos nas respectivas posições. É uma expansão fibrosa ou aponeurótica de aparência ligamentosa. Ou também uma prega de peritônio que serve de apoio a qualquer das vísceras abdominais. 4. Vestígio de artéria fetal ou outra estrutura que perdeu sua luz original.
119 Onicólise: Destruição da unha devido a infecções micóticas, bacterianas ou por processos tóxicos.
120 Dermatite: Inflamação das camadas superficiais da pele, que pode apresentar-se de formas variadas (dermatite seborreica, dermatite de contato...) e é produzida pela agressão direta de microorganismos, substância tóxica ou por uma resposta imunológica inadequada (alergias, doenças auto-imunes).
121 Paralisia: Perda total da força muscular que produz incapacidade para realizar movimentos nos setores afetados. Pode ser produzida por doença neurológica, muscular, tóxica, metabólica ou ser uma combinação das mesmas.
122 Estenose: Estreitamento patológico de um conduto, canal ou orifício.
123 Diabetes mellitus: Distúrbio metabólico originado da incapacidade das células de incorporar glicose. De forma secundária, podem estar afetados o metabolismo de gorduras e proteínas.Este distúrbio é produzido por um déficit absoluto ou relativo de insulina. Suas principais características são aumento da glicose sangüínea (glicemia), poliúria, polidipsia (aumento da ingestão de líquidos) e polifagia (aumento da fome).
124 Calcificação: 1. Ato, processo ou efeito de calcificar(-se). 2. Aplicação de materiais calcíferos básicos para diminuir o grau de acidez dos solos e favorecer seu aproveitamento na agricultura. 3. Depósito de cálcio nos tecidos, que pode ser normal ou patológico. 4. Acúmulo ou depósito de carbonato de cálcio ou de carbonato de magnésio em uma camada de profundidade próxima a do limite de percolação da água no solo, que resulta em certa mobilidade deste e alteração de suas propriedades químicas.
125 Coagulação: Ato ou efeito de coagular(-se), passando do estado líquido ao sólido.
126 Plaquetas: Elemento do sangue (não é uma célula porque não apresenta núcleo) produzido na medula óssea, cuja principal função é participar da coagulação do sangue através da formação de conglomerados que tamponam o escape do sangue por uma lesão em um vaso sangüíneo.
127 Neoplasma: Tumor ou massa anormal de tecido decorrente do crescimento anormal ou divisão de células incontrolada e progressiva.
128 Mama: Em humanos, uma das regiões pareadas na porção anterior do TÓRAX. As mamas consistem das GLÂNDULAS MAMÁRIAS, PELE, MÚSCULOS, TECIDO ADIPOSO e os TECIDOS CONJUNTIVOS.
129 Vascular: Relativo aos vasos sanguíneos do organismo.
130 Arteriosclerose: Doença degenerativa da artéria devido à destruição das fibras musculares lisas e das fibras elásticas que a constituem, levando a um endurecimento da parede arterial, geralmente produzido por hipertensão arterial de longa duração ou pelo envelhecimento.
131 Vestibular: 1. O sistema vestibular é um dos sistemas que participam do equilíbrio do corpo. Ele contribui para três funções principais: controle do equilíbrio, orientação espacial e estabilização da imagem. Sintomas vestibulares são aqueles que mostram alterações neste sistema. 2. Exame que aprova e classifica os estudantes a serem admitidos nos cursos superiores.
132 Endócrino: Relativo a ou próprio de glândula, especialmente de secreção interna; endocrínico.
133 Anemia: Condição na qual o número de células vermelhas do sangue está abaixo do considerado normal para a idade, resultando em menor oxigenação para as células do organismo.
134 Luxação: É o deslocamento de um ou mais ossos para fora da sua posição normal na articulação.
135 Catarata: Opacificação das lentes dos olhos (opacificação do cristalino).
136 Contusão: Lesão associada a um traumatismo que pode produzir desvitalização de tecidos profundos.
137 Embolia: Impactação de uma substância sólida (trombo, colesterol, vegetação, inóculo bacteriano), líquida ou gasosa (embolia gasosa) em uma região do circuito arterial com a conseqüente obstrução do fluxo e isquemia.
138 Subcutânea: Feita ou situada sob a pele; hipodérmica.
139 Gripe: Doença viral adquirida através do contágio interpessoal que se caracteriza por faringite, febre, dores musculares generalizadas, náuseas, etc. Sua duração é de aproximadamente cinco a sete dias e tem uma maior incidência nos meses frios. Em geral desaparece naturalmente sem tratamento, apenas com medidas de controle geral (repouso relativo, ingestão de líquidos, etc.). Os antibióticos não funcionam na gripe e não devem ser utilizados de rotina.
140 Sinusite: Infecção aguda ou crônica dos seios paranasais. Podem complicar o curso normal de um resfriado comum, acompanhando-se de febre e dor retro-ocular.
141 Cistite: Inflamação ou infecção da bexiga. É uma das infecções mais freqüentes em mulheres, e manifesta-se por ardor ao urinar, urina escura ou com traços de sangue, aumento na freqüência miccional, etc.
142 Celulite: Inflamação aguda das estruturas cutâneas, incluindo o tecido adiposo subjacente, geralmente produzida por um agente infeccioso e manifestada por dor, rubor, aumento da temperatura local, febre e mal estar geral.
143 Peito: Parte superior do tronco entre o PESCOÇO e o ABDOME; contém os principais órgãos dos sistemas circulatório e respiratório. (Tradução livre do original
144 Inchaço: Inchação, edema.
145 Involuntária: 1.    Que se realiza sem intervenção da vontade ou que foge ao controle desta, automática, inconsciente, espontânea. 2.    Que se encontra em uma dada situação sem o desejar, forçada, obrigada.
146 Orofaríngea: Relativo à orofaringe.
147 Pele e Tecido Subcutâneo: Revestimento externo do corpo composto por PELE, seus acessórios (CABELO, UNHAS, GLÂNDULAS SEBÁCEAS e GLÂNDULAS SUDORÍPARAS) e seus ductos.
148 Acne: Doença de predisposição genética cujas manifestações dependem da presença dos hormônios sexuais. As lesões começam a surgir na puberdade, atingindo a maioria dos jovens de ambos os sexos. Os cravos e espinhas ocorrem devido ao aumento da secreção sebácea associada ao estreitamento e obstrução da abertura do folículo pilosebáceo, dando origem aos comedões abertos (cravos pretos) e fechados (cravos brancos). Estas condições favorecem a proliferação de microorganismos que provocam a inflamação característica das espinhas, sendo o Propionibacterium acnes o agente infeccioso mais comumente envolvido.
149 Hiperplasia: Aumento do número de células de um tecido. Pode ser conseqüência de um estímulo hormonal fisiológico ou não, anomalias genéticas no tecido de origem, etc.
150 Lesões: 1. Ato ou efeito de lesar (-se). 2. Em medicina, ferimento ou traumatismo. 3. Em patologia, qualquer alteração patológica ou traumática de um tecido, especialmente quando acarreta perda de função de uma parte do corpo. Ou também, um dos pontos de manifestação de uma doença sistêmica. 4. Em termos jurídicos, prejuízo sofrido por uma das partes contratantes que dá mais do que recebe, em virtude de erros de apreciação ou devido a elementos circunstanciais. Ou também, em direito penal, ofensa, dano à integridade física de alguém.
151 Entorse: Distensão traumática de um ligamento que produz ruptura do mesmo, acompanhada de dor, hematoma e dificuldade para movimentar a articulação comprometida.
152 Lesão: 1. Ato ou efeito de lesar (-se). 2. Em medicina, ferimento ou traumatismo. 3. Em patologia, qualquer alteração patológica ou traumática de um tecido, especialmente quando acarreta perda de função de uma parte do corpo. Ou também, um dos pontos de manifestação de uma doença sistêmica. 4. Em termos jurídicos, prejuízo sofrido por uma das partes contratantes que dá mais do que recebe, em virtude de erros de apreciação ou devido a elementos circunstanciais. Ou também, em direito penal, ofensa, dano à integridade física de alguém.
153 Tecido conectivo: Tecido que sustenta e conecta outros tecidos. Consiste de CÉLULAS DO TECIDO CONJUNTIVO inseridas em uma grande quantidade de MATRIZ EXTRACELULAR.
154 Diarréia: Aumento do volume, freqüência ou quantidade de líquido nas evacuações.Deve ser a manifestação mais freqüente de alteração da absorção ou transporte intestinal de substâncias, alterações estas que em geral são devidas a uma infecção bacteriana ou viral, a toxinas alimentares, etc.
155 Refluxo gastroesofágico: Presença de conteúdo ácido proveniente do estômago na luz esofágica. Como o dito órgão não está adaptado fisiologicamente para suportar a acidez do suco gástrico, pode ser produzida inflamação de sua mucosa (esofagite).
156 Nutrição: Incorporação de vitaminas, minerais, proteínas, lipídios, carboidratos, oligoelementos, etc. indispensáveis para o desenvolvimento e manutenção de um indivíduo normal.
157 Labirinto: 1. Vasta construção de passagens ou corredores que se entrecruzam de tal maneira que é difícil encontrar um meio ou um caminho de saída. 2. Anatomia: conjunto de canais e cavidades entre o tímpano e o canal auditivo, essencial para manter o equilíbrio físico do corpo. 3. Sentido figurado: coisa complicada, confusa, de difícil solução. Emaranhado, imbróglio.
158 Renal: Relacionado aos rins. Uma doença renal é uma doença dos rins. Insuficiência renal significa que os rins pararam de funcionar.
159 Nefropatia: Lesão ou doença do rim.
160 Doença vascular periférica: Doença dos grandes vasos dos braços, pernas e pés. Pode ocorrer quando os principais vasos dessas áreas são bloqueados e não recebem sangue suficiente. Os sinais são: dor e cicatrização lenta de lesões nessas áreas.
161 Hipertensão: Condição presente quando o sangue flui através dos vasos com força maior que a normal. Também chamada de pressão alta. Hipertensão pode causar esforço cardíaco, dano aos vasos sangüíneos e aumento do risco de um ataque cardíaco, derrame ou acidente vascular cerebral, além de problemas renais e morte.
162 Hepatobiliar: Diz-se do que se refere ao fígado e às vias biliares.
163 Esteatose hepática: Esteatose hepática ou “fígado gorduroso“ é o acúmulo de gorduras nas células do fígado.
164 Enzima: Proteína produzida pelo organismo que gera uma reação química. Por exemplo, as enzimas produzidas pelo intestino que ajudam no processo digestivo.
165 Hepática: Relativa a ou que forma, constitui ou faz parte do fígado.
166 Neoplasmas: Tumor ou massa anormal de tecido decorrente do crescimento anormal ou divisão de células incontrolada e progressiva.
167 Pólipos: 1. Em patologia, é o crescimento de tecido pediculado que se desenvolve em uma membrana mucosa (por exemplo, no nariz, bexiga, reto, etc.) em resultado da hipertrofia desta membrana ou como um tumor verdadeiro. 2. Em celenterologia, forma individual, séssil, típica dos cnidários, que se caracteriza pelo corpo formado por um tubo ou cilindro, cuja extremidade oral, dotada de boca e tentáculos, é dirigida para cima, e a extremidade oposta, ou aboral, é fixa.
168 Pálpebras:
169 Disartria: Distúrbio neurológico caracterizado pela incapacidade de articular as palavras de maneira correta (dificuldade na produção de fonemas). Entre as suas principais causas estão as lesões nos nervos centrais e as doenças neuromusculares.
170 Esôfago: Segmento muscular membranoso (entre a FARINGE e o ESTÔMAGO), no TRATO GASTRINTESTINAL SUPERIOR.
171 Músculos Respiratórios: Neste grupo de músculos estão incluídos o DIAFRAGMA e os MÚSCULOS INTERCOSTAIS.
172 Traqueostomia: Procedimento cirúrgico mediante o qual se produz um orifício na região anterior do pescoço, para permitir a entrada de ar na traquéia quando existe uma obstrução ao fluxo aéreo acima desta. Pode ser temporária (necessária apenas durante uma doença aguda e revertida posteriormente) ou permanente (como em caso de ablação da laringe devido a câncer laríngeo, no qual a traqueostomia passa a ser a via aérea definitiva).
173 Ventilação: 1. Ação ou efeito de ventilar, passagem contínua de ar fresco e renovado, num espaço ou recinto. 2. Agitação ou movimentação do ar, natural ou provocada para estabelecer sua circulação dentro de um ambiente. 3. Em fisiologia, é o movimento de ar nos pulmões. Perfusão Em medicina, é a introdução de substância líquida nos tecidos por meio de injeção em vasos sanguíneos.

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