Preço de Peyona em Wilmington/SP: R$ 0,00

Peyona

CHIESI FARMACÊUTICA LTDA

Atualizado em 15/06/2020

IDENTIFICAÇÃO DO MEDICAMENTO

Peyona®
citrato de cafeína
Infusão intravenosa ou oral 20 mg/mL

FORMA FARMACÊUTICA E APRESENTAÇÃO:

Solução para infusão intravenosa ou oral
Embalagens com 10 ampolas de 1 mL

SOLUÇÃO PARA INFUSÃO INTRAVENOSA OU ORAL
USO PEDIÁTRICO EM RECÉM-NASCIDOS

COMPOSIÇÃO:

Cada ampola com 1 mL de Peyona® contém:

citrato de cafeína (equivalente a 10 mg de cafeína) 20 mg
excipiente q.s.p. 1 mL

Excipientes: ácido cítrico, citrato de sódio e água para injeção1.

INFORMAÇÕES AO PACIENTE

PARA QUÊ ESTE MEDICAMENTO É INDICADO?

Peyona® é destinado ao tratamento da interrupção da respiração primária em recém-nascidos prematuros (apneia2 primária em recém-nascidos prematuros).

Essa interrupção da respiração deve-se ao fato de os centros respiratórios da criança nascida prematura ainda não estarem completamente desenvolvidos.

COMO ESTE MEDICAMENTO FUNCIONA?

A principal ação da cafeína é como um estimulante do sistema nervoso central3. Essa é a base do efeito do Peyona® no tratamento da falta de ar norecém-nascido.

A cafeína atua sob três mecanismos de ação: como um antagonista4 dos receptores de adenosina A1 e A2A no Sistema Nervoso Central3, como um inibidor fraco da atividade de fosfodiesterase e o terceiro mecanismo de ação da cafeína é a mobilização de cálcio a partir de armazenamento intracelular , inibindo os canais de cálcio.

O citrato de cafeína, com isso, estimula o centro respiratório5 gerando um acréscimo da força muscular local, aumentando assim, a frequência das respirações. Tem efeito direto sobre o miocárdio6, aumentando o volume de ejeção ventricular e a média da pressão arterial7 em recém- nascidos. Consequentemente, ocorre um maior consumo de oxigênio e uma redução da quantidade de gás carbônico disponível na corrente sanguínea, combatendo a falta de ar no recém-nascido.

O início de ação da cafeína do Peyona® ocorre dentro de minutos após infusão. Nos casos de administração por via oral o início de ação é de 30 minutos a 2 horas.

QUANDO NÃO DEVO USAR ESTE MEDICAMENTO?

Quando houver hipersensibilidade ou alergia8 à cafeína ou a qualquer um dos componentes do medicamento.

Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica ou do cirurgião-dentista.

O QUE DEVO SABER ANTES DE USAR ESTE MEDICAMENTO?

Apneia2 (falta de ar) da prematuridade é um diagnóstico9 de exclusão. O termo médico diagnóstico9 de exclusão refere-se a uma doença ou condição médica cuja presença não pode ser confirmada com total certeza, somente a partir de exames ou testes. O diagnóstico9 é feito, portanto, através da eliminação de outras causas possíveis para os sinais10 e sintomas11 do paciente.

Outras causas de apneia2 (por exemplo, distúrbios do sistema nervoso central3, doença primária dos pulmões12, anemia13, infecção14 grave, distúrbios do metabolismo15, anormalidades do coração16 ou apneia2 obstrutiva) devem ser descartados ou tratados adequadamente antes do início do tratamento com Peyona®. A falta de resposta ao tratamento com cafeína (confirmada, se necessário, através da medição dos níveis plasmáticos) pode ser indicação de outra causa de apneia2.

Peyona® deve ser usado apenas por especialistas em unidades de terapia intensiva17 neonatal, cujas instalações adequadas estão disponíveis para observação e monitoramento de seu filho, sob a supervisão de um médico especialista em terapia intensiva17 de recém-nascidos.

Se você ingeriu cafeína ou utilizou medicamentos que contêm teofilina durante sua gravidez18 comunique seu médico.

Também informe ao médico se seu filho recém-nascido já foi anteriormente tratado com teofilina. Como a cafeína é um estimulante do sistema nervoso central3 e convulsões foram relatadas em casos de superdose de cafeína, deve-se ter muito cuidado se o medicamento Peyona® for utilizado em recém-nascidos com distúrbios convulsivos. Adicionalmente, se seu filho possuir problemas cardíacos o medicamento deve ser utilizado com acompanhamento de seu médico.

Peyona® deve ser administrado com cautela em recém-nascidos prematuros com comprometimento da função renal19 (dos rins20) ou hepática21 (do fígado22).

O citrato de cafeína deve ser usado com precaução em crianças que sofrem de refluxo gastroesofágico23 (retorno anormal do conteúdo do estômago24) uma vez que o tratamento pode exacerbar essa condição.

O citrato de cafeína causa um aumento generalizado do metabolismo15, o que pode resultar em maiores necessidades energéticas e nutricionais durante a terapia.

A formação de urina25 pelo rim26 (diurese27) e perda de sais minerais (eletrólitos28) induzida pelo citrato de cafeína podem exigir a correção dos desequilíbrios de fluidos e eletrólitos28.

Gravidez18 e Lactação29

Se você (a mãe) está amamentando seu filho durante o tratamento com Peyona® não beba café ou outros produtos com elevado teor de cafeína, pois a cafeína é transferida para o leite materno.

Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica ou do cirurgião-dentista.

Interações Medicamentosas

Durante o tratamento com Peyona® não use outros medicamentos sem antes falar com o seu médico. É possível que o médico tenha que ajustar a dose ou mudar um dos medicamentos citados abaixo por outro distinto:

  • teofilina (utilizada para tratar problemas respiratórios)
  • doxapram (usado para tratar problemas respiratórios)
  • cimetidina (usada para tratar doenças do estômago24)
  • cetoconazol (usado para tratar infecções30 fúngicas31)
  • fenobarbital (utilizados para tratar a epilepsia32)
  • fenitoína (usada para tratar a epilepsia32)

Peyona® pode aumentar o risco de doença intestinal grave, que provocará a ocorrência de fezes sanguinolentas (enterocolite necrosante33), quando administrada com certos medicamentos utilizados para tratar doenças do estômago24 (como antagonistas dos receptores H2 da histamina34 e os inibidores da bomba de prótons que diminuem a secreção de ácido gástrico35).

Informe ao seu médico ou cirurgião-dentista se você está fazendo uso de algum outro medicamento.

Não use medicamento sem o conhecimento do seu médico. Pode ser perigoso para a sua saúde36.

ONDE, COMO E POR QUANTO TEMPO POSSO GUARDAR ESTE MEDICAMENTO?

Cuidados de conservação

Peyona® deve ser conservado em temperatura ambiente (entre 15 e 30°C).

O medicamento fechado não necessita de nenhuma condição especial de armazenamento. O prazo de validade é de 24 meses.

Número de lote e datas de fabricação e validade: vide embalagem.

Não use medicamento com o prazo de validade vencido. Guarde-o em sua embalagem original.

Após a abertura da ampola, o medicamento deve ser usado imediatamente. Depois de preparado, este medicamento deve ser utilizado imediatamente.

Características físicas e organolépticas do produto

O medicamento trata-se de uma solução aquosa, clara e incolor.

Antes de usar, observe o aspecto do medicamento. Caso ele esteja no prazo de validade e você observe alguma mudança no aspecto, consulte o farmacêutico para saber se poderá utilizá-lo.

TODO MEDICAMENTO DEVE SER MANTIDO FORA DO ALCANCE DAS CRIANÇAS.

COMO DEVO USAR ESTE MEDICAMENTO?

Peyona® deve ser utilizado apenas em uma unidade de cuidados intensivos neonatais, que disponha de instalações adequadas para a observação e acompanhamento dos pacientes. O tratamento deve ser iniciado sob a supervisão de um médico com experiência no atendimento intensivo neonatal.

Peyona® deve ser administrado por infusão intravenosa controlada, utilizando uma bomba de infusão com seringa37 ou outro dispositivo para infusão volumétrica.

Este método também é conhecido como “gotejamento”.

Algumas das doses (doses de manutenção) podem ser administradas por via oral.

A dose de ataque de 20 mg de citrato de cafeína por kg do peso corporal deve ser administrada por infusão intravenosa lenta durante 30 minutos sob supervisão do seu médico.

Após um intervalo de 24 horas, as doses de manutenção de 5 mg por kg do peso corporal podem ser administradas por infusão intravenosa lenta durante 10 minutos a cada 24 horas. Alternativamente, as doses de manutenção de 5 mg por kg de peso corporal podem ser administradas por administração oral, assim como através de um tubo nasogástrico a cada 24 horas.

Observe que a dose de cafeína base é a metade da dose expressa como citrato de cafeína. 20 mg de citrato de cafeína são equivalentes a 10 mg de base de cafeína.

Peyona® trata-se de uma solução para infusão intravenosa ou oral. O medicamento é de uso exclusivo em recém-nascidos.

As doses de ataque e de manutenção de citrato de cafeína recomendadas são fornecidas na tabela a seguir, a qual esclarece a relação entre o volume da injeção1 e as doses administradas expressas como citrato de cafeína.

 

Dose de citrato de cafeína (Volume)

Dose de citrato de cafeína (mg/kg) do peso corporal

Via de administração

 Frequência

Dose de ataque

1,0 mL/kg peso corporal

20 mg/kg peso corporal

Infusão intravenosa (durante 30 minutos)

Uma vez

Dose de manutenção*

0,25 mL/kg peso corporal

5 mg/kg peso corporal

Infusão intravenosa (durante 10 minutos) ou através de administração oral

A cada 24 horas*

*Começando 24 horas após a dose de ataque

O médico poderá solicitar monitoramento periódico das concentrações plasmáticas ao longo do tratamento para evitar toxicidade38.

Embora a faixa terapêutica39 de concentração plasmática da cafeína não tenha sido determinada na literatura, os níveis de cafeína nos estudos associados ao benefício clínico variaram de 8 a 30 mg/L, não tendo surgido normalmente preocupações de segurança com níveis plasmáticos inferiores a 50 mg/l.

O medicamento não deve ser administrado via injeção intramuscular40, subcutânea41, intratecal ou intraperitoneal.

Duração do Tratamento

A duração do tratamento está estritamente relacionada à idade gestacional e comumente continua até 34 semanas após a idade de concepção42. A eficácia e segurança do tratamento com cafeína foram avaliadas após 12 dias em recém-nascidos prematuros de 28 a 33 semanas de idade gestacional no estudo clínico pivotal controlado por placebo43.

A duração do tratamento de apnéia2 da prematuridade em um amplo estudo multicêntrico recente em recém nascidos prematuros com 25-30 semanas de idade gestacional relatou um período de tratamento mediano de 37 dias.

Pacientes com função dos rins20 ou fígado22 comprometida

A segurança do Peyona® em pacientes com insuficiência44 da função dos rins20 não foi estabelecida. Nestes pacientes é sugerido um cuidado particular na administração. O médico deverá avaliar o risco benefício do tratamento.

Siga a orientação de seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento. Não interrompa o tratamento sem o conhecimento do seu médico.

O QUE DEVO FAZER QUANDO EU ME ESQUECER DE USAR ESTE MEDICAMENTO?

É de responsabilidade exclusiva do médico o monitoramento da administração da dose de ataque e manutenção nos respectivos horários.

Em caso de dúvidas, procure orientação do farmacêutico ou de seu médico, ou cirurgião- dentista.

QUAIS OS MALES QUE ESTE MEDICAMENTO PODE ME CAUSAR?

Como todos os medicamentos, Peyona® pode causar efeitos secundários, embora nem todas as pessoas os manifestem. No entanto, é difícil distinguir as complicações frequentes que se manifestam nos bebês45 prematuros das complicações da própria doença.

Segue a classificação referente às frequências de reações adversas:

Reação comum (ocorre entre 1% e 10% dos pacientes que utilizam este medicamento):

  • Reações inflamatórias locais no lugar da perfusão.

Reação rara (ocorre entre 0,01% e 0,1% dos pacientes que utilizam este medicamento):

  • Reações alérgicas.

Frequência desconhecida

  • Infecção14 do sangue46;
  • Alterações do açúcar47 no sangue46 ou soro48 (hipoglicemia49 e hiperglicemia50), atraso no crescimento e intolerância alimentar;
  • Estimulação do sistema nervoso central3, como irritabilidade, nervosismo e inquietação, lesão51 cerebral e crise convulsiva;
  • Surdez;
  • Doenças cardíacas, tais como aceleração dos batimentos cardíacos (taquicardia52);
  • Regurgitação53, aumento da aspiração do conteúdo do estômago24, doença intestinal grave com sangue46 nas fezes (enterocolite necrosante33);
  • Aumento da frequência urinária e aumento de determinados componentes da urina25 (sódio e cálcio);
  • Alterações sanguíneas (redução da hemoglobina54 no tratamento prolongado e diminuição do hormônio55 da tireoide56 no inicio do tratamento).

Informe ao seu médico, cirurgião-dentista ou farmacêutico o aparecimento de reações indesejáveis pelo uso do medicamento. Informe também à empresa através do seu serviço de atendimento.

O QUE FAZER SE ALGUÉM USAR UMA QUANTIDADE MAIOR DO QUE A INDICADA DESTE MEDICAMENTO?

Se seu filho receber uma quantidade maior do que deveria do medicamento Peyona® ele poderá apresentar febre57, respiração rápida (taquipneia58), nervosismo, tremores musculares, vômitos59, açúcar47 elevado no sangue46 (hiperglicemia50), diminuição do potássio no sangue46 (hipocalemia60), concentração sanguinea elevada de certas substâncias químicas (ureia61), número elevado de certas células62 do sangue46 (leucócitos63) e crises convulsivas.

Nestes casos, deve ser suspenso imediatamente o tratamento com Peyona® e o médico de seu filho deverá tratar a superdose.

Se você tiver perguntas adicionais sobre a utilização deste medicamento, consulte o médico de seu filho.

Em caso de uso de grande quantidade deste medicamento, procure rapidamente socorro médico e leve a embalagem ou bula do medicamento, se possível. Ligue para 0800 722 6001, se você precisar de mais orientações.

DIZERES LEGAIS


USO RESTRITO A HOSPITAIS
 

Reg. MS nº 1.0058.0115
Farmacêutica Responsável: C.M.H. Nakazaki - CRF-SP nº 12.448

Fabricado por:
Alfasigma S.p.A. - Pescara – Itália

Embalado por (embalagem secundária):
Alfasigma S.p.A. - Pescara – Itália ou Chiesi Farmacêutica Ltda. – Santana de Parnaíba – SP – Brasil

Importado por:
CHIESI Farmacêutica Ltda.
Rua Dr. Giacomo Chiesi n° 151 - Estrada dos Romeiros Km 39,2
Santana de Parnaíba - SP
CNPJ n° 61.363.032/0001-46 - ® Marca Registrada


SAC 0800 114525

Antes de consumir qualquer medicamento, consulte seu médico (http://www.catalogo.med.br).

Complementos

1 Injeção: Infiltração de medicação ou nutrientes líquidos no corpo através de uma agulha e seringa.
2 Apnéia: É uma parada respiratória provocada pelo colabamento total das paredes da faringe que ocorre principalmente enquanto a pessoa está dormindo e roncando. No adulto, considera-se apnéia após 10 segundos de parada respiratória. Como a criança tem uma reserva menor, às vezes, depois de dois ou três segundos, o sangue já se empobrece de oxigênio.
3 Sistema Nervoso Central: Principais órgãos processadores de informação do sistema nervoso, compreendendo cérebro, medula espinhal e meninges.
4 Antagonista: 1. Opositor. 2. Adversário. 3. Em anatomia geral, que ou o que, numa mesma região anatômica ou função fisiológica, trabalha em sentido contrário (diz-se de músculo). 4. Em medicina, que realiza movimento contrário ou oposto a outro (diz-se de músculo). 5. Em farmácia, que ou o que tende a anular a ação de outro agente (diz-se de agente, medicamento etc.). Agem como bloqueadores de receptores. 6. Em odontologia, que se articula em oposição (diz-se de ou qualquer dente em relação ao da maxila oposta).
5 Centro Respiratório:
6 Miocárdio: Tecido muscular do CORAÇÃO. Composto de células musculares estriadas e involuntárias (MIÓCITOS CARDÍACOS) conectadas, que formam a bomba contrátil geradora do fluxo sangüíneo. Sinônimos: Músculo Cardíaco; Músculo do Coração
7 Pressão arterial: A relação que define a pressão arterial é o produto do fluxo sanguíneo pela resistência. Considerando-se a circulação como um todo, o fluxo total é denominado débito cardíaco, enquanto a resistência é denominada de resistência vascular periférica total.
8 Alergia: Reação inflamatória anormal, perante substâncias (alérgenos) que habitualmente não deveriam produzi-la. Entre estas substâncias encontram-se poeiras ambientais, medicamentos, alimentos etc.
9 Diagnóstico: Determinação de uma doença a partir dos seus sinais e sintomas.
10 Sinais: São alterações percebidas ou medidas por outra pessoa, geralmente um profissional de saúde, sem o relato ou comunicação do paciente. Por exemplo, uma ferida.
11 Sintomas: Alterações da percepção normal que uma pessoa tem de seu próprio corpo, do seu metabolismo, de suas sensações, podendo ou não ser um indício de doença. Os sintomas são as queixas relatadas pelo paciente mas que só ele consegue perceber. Sintomas são subjetivos, sujeitos à interpretação pessoal. A variabilidade descritiva dos sintomas varia em função da cultura do indivíduo, assim como da valorização que cada pessoa dá às suas próprias percepções.
12 Pulmões: Órgãos do sistema respiratório situados na cavidade torácica e responsáveis pelas trocas gasosas entre o ambiente e o sangue. São em número de dois, possuem forma piramidal, têm consistência esponjosa e medem cerca de 25 cm de comprimento. Os pulmões humanos são divididos em segmentos denominados lobos. O pulmão esquerdo possui dois lobos e o direito possui três. Os pulmões são compostos de brônquios que se dividem em bronquíolos e alvéolos pulmonares. Nos alvéolos se dão as trocas gasosas ou hematose pulmonar entre o meio ambiente e o corpo, com a entrada de oxigênio na hemoglobina do sangue (formando a oxiemoglobina) e saída do gás carbônico ou dióxido de carbono (que vem da célula como carboemoglobina) dos capilares para o alvéolo.
13 Anemia: Condição na qual o número de células vermelhas do sangue está abaixo do considerado normal para a idade, resultando em menor oxigenação para as células do organismo.
14 Infecção: Doença produzida pela invasão de um germe (bactéria, vírus, fungo, etc.) em um organismo superior. Como conseqüência da mesma podem ser produzidas alterações na estrutura ou funcionamento dos tecidos comprometidos, ocasionando febre, queda do estado geral, e inúmeros sintomas que dependem do tipo de germe e da reação imunológica perante o mesmo.
15 Metabolismo: É o conjunto de transformações que as substâncias químicas sofrem no interior dos organismos vivos. São essas reações que permitem a uma célula ou um sistema transformar os alimentos em energia, que será ultilizada pelas células para que as mesmas se multipliquem, cresçam e movimentem-se. O metabolismo divide-se em duas etapas: catabolismo e anabolismo.
16 Coração: Órgão muscular, oco, que mantém a circulação sangüínea.
17 Terapia intensiva: Tratamento para diabetes no qual os níveis de glicose são mantidos o mais próximo do normal possível através de injeções freqüentes ou uso de bomba de insulina, planejamento das refeições, ajuste em medicamentos hipoglicemiantes e exercícios baseados nos resultados de testes de glicose além de contatos freqüentes entre o diabético e o profissional de saúde.
18 Gravidez: Condição de ter um embrião ou feto em desenvolvimento no trato reprodutivo feminino após a união de ovo e espermatozóide.
19 Renal: Relacionado aos rins. Uma doença renal é uma doença dos rins. Insuficiência renal significa que os rins pararam de funcionar.
20 Rins: Órgãos em forma de feijão que filtram o sangue e formam a urina. Os rins são localizados na região posterior do abdômen, um de cada lado da coluna vertebral.
21 Hepática: Relativa a ou que forma, constitui ou faz parte do fígado.
22 Fígado: Órgão que transforma alimento em energia, remove álcool e toxinas do sangue e fabrica bile. A bile, produzida pelo fígado, é importante na digestão, especialmente das gorduras. Após secretada pelas células hepáticas ela é recolhida por canalículos progressivamente maiores que a levam para dois canais que se juntam na saída do fígado e a conduzem intermitentemente até o duodeno, que é a primeira porção do intestino delgado. Com esse canal biliar comum, chamado ducto hepático, comunica-se a vesícula biliar através de um canal sinuoso, chamado ducto cístico. Quando recebe esse canal de drenagem da vesícula biliar, o canal hepático comum muda de nome para colédoco. Este, ao entrar na parede do duodeno, tem um músculo circular, designado esfíncter de Oddi, que controla o seu esvaziamento para o intestino.
23 Refluxo gastroesofágico: Presença de conteúdo ácido proveniente do estômago na luz esofágica. Como o dito órgão não está adaptado fisiologicamente para suportar a acidez do suco gástrico, pode ser produzida inflamação de sua mucosa (esofagite).
24 Estômago: Órgão da digestão, localizado no quadrante superior esquerdo do abdome, entre o final do ESÔFAGO e o início do DUODENO.
25 Urina: Resíduo líquido produzido pela filtração renal no organismo, estocado na bexiga e expelido pelo ato de urinar.
26 Rim: Os rins são órgãos em forma de feijão que filtram o sangue e formam a urina. Os rins são localizados na região posterior do abdômen, um de cada lado da coluna vertebral.
27 Diurese: Diurese é excreção de urina, fenômeno que se dá nos rins. É impróprio usar esse termo na acepção de urina, micção, freqüência miccional ou volume urinário. Um paciente com retenção urinária aguda pode, inicialmente, ter diurese normal.
28 Eletrólitos: Em eletricidade, é um condutor elétrico de natureza líquida ou sólida, no qual cargas são transportadas por meio de íons. Em química, é uma substância que dissolvida em água se torna condutora de corrente elétrica.
29 Lactação: Fenômeno fisiológico neuro-endócrino (hormonal) de produção de leite materno pela puérpera no pós-parto; independente dela estar ou não amamentando.Toda mulher após o parto tem produção de leite - lactação; mas, infelizmente nem todas amamentam.
30 Infecções: Doença produzida pela invasão de um germe (bactéria, vírus, fungo, etc.) em um organismo superior. Como conseqüência da mesma podem ser produzidas alterações na estrutura ou funcionamento dos tecidos comprometidos, ocasionando febre, queda do estado geral, e inúmeros sintomas que dependem do tipo de germe e da reação imunológica perante o mesmo.
31 Fúngicas: Relativas à ou produzidas por fungo.
32 Epilepsia: Alteração temporária e reversível do funcionamento cerebral, que não tenha sido causada por febre, drogas ou distúrbios metabólicos. Durante alguns segundos ou minutos, uma parte do cérebro emite sinais incorretos, que podem ficar restritos a esse local ou espalhar-se. Quando restritos, a crise será chamada crise epiléptica parcial; quando envolverem os dois hemisférios cerebrais, será uma crise epiléptica generalizada. O paciente pode ter distorções de percepção, movimentos descontrolados de uma parte do corpo, medo repentino, desconforto no estômago, ver ou ouvir de maneira diferente e até perder a consciência - neste caso é chamada de crise complexa. Depois do episódio, enquanto se recupera, a pessoa pode sentir-se confusa e ter déficits de memória. Existem outros tipos de crises epilépticas.
33 Necrosante: Que necrosa ou que sofre gangrena; que provoca necrose, necrotizante.
34 Histamina: Em fisiologia, é uma amina formada a partir do aminoácido histidina e liberada pelas células do sistema imunológico durante reações alérgicas, causando dilatação e maior permeabilidade de pequenos vasos sanguíneos. Ela é a substância responsável pelos sintomas de edema e irritação presentes em alergias.
35 Ácido Gástrico: Ácido clorídrico presente no SUCO GÁSTRICO.
36 Saúde: 1. Estado de equilíbrio dinâmico entre o organismo e o seu ambiente, o qual mantém as características estruturais e funcionais do organismo dentro dos limites normais para sua forma de vida e para a sua fase do ciclo vital. 2. Estado de boa disposição física e psíquica; bem-estar. 3. Brinde, saudação que se faz bebendo à saúde de alguém. 4. Força física; robustez, vigor, energia.
37 Seringa: Dispositivo usado para injetar medicações ou outros líquidos nos tecidos do corpo. A seringa de insulina é formada por um tubo plástico com um êmbolo e uma agulha pequena na ponta.
38 Toxicidade: Capacidade de uma substância produzir efeitos prejudiciais ao organismo vivo.
39 Terapêutica: Terapia, tratamento de doentes.
40 Injeção intramuscular: Injetar medicamento em forma líquida no músculo através do uso de uma agulha e seringa.
41 Subcutânea: Feita ou situada sob a pele; hipodérmica.
42 Concepção: O início da gravidez.
43 Placebo: Preparação neutra quanto a efeitos farmacológicos, ministrada em substituição a um medicamento, com a finalidade de suscitar ou controlar as reações, geralmente de natureza psicológica, que acompanham tal procedimento terapêutico.
44 Insuficiência: Incapacidade de um órgão ou sistema para realizar adequadamente suas funções.Manifesta-se de diferentes formas segundo o órgão comprometido. Exemplos: insuficiência renal, hepática, cardíaca, respiratória.
45 Bebês: Lactentes. Inclui o período neonatal e se estende até 1 ano de idade (12 meses).
46 Sangue: O sangue é uma substância líquida que circula pelas artérias e veias do organismo. Em um adulto sadio, cerca de 45% do volume de seu sangue é composto por células (a maioria glóbulos vermelhos, glóbulos brancos e plaquetas). O sangue é vermelho brilhante, quando oxigenado nos pulmões (nos alvéolos pulmonares). Ele adquire uma tonalidade mais azulada, quando perde seu oxigênio, através das veias e dos pequenos vasos denominados capilares.
47 Açúcar: 1. Classe de carboidratos com sabor adocicado, incluindo glicose, frutose e sacarose. 2. Termo usado para se referir à glicemia sangüínea.
48 Soro: Chama-se assim qualquer líquido de características cristalinas e incolor.
49 Hipoglicemia: Condição que ocorre quando há uma queda excessiva nos níveis de glicose, freqüentemente abaixo de 70 mg/dL, com aparecimento rápido de sintomas. Os sinais de hipoglicemia são: fome, fadiga, tremores, tontura, taquicardia, sudorese, palidez, pele fria e úmida, visão turva e confusão mental. Se não for tratada, pode levar ao coma. É tratada com o consumo de alimentos ricos em carboidratos como pastilhas ou sucos com glicose. Pode também ser tratada com uma injeção de glucagon caso a pessoa esteja inconsciente ou incapaz de engolir. Também chamada de reação à insulina.
50 Hiperglicemia: Excesso de glicose no sangue. Hiperglicemia de jejum é o nível de glicose acima dos níveis considerados normais após jejum de 8 horas. Hiperglicemia pós-prandial acima de níveis considerados normais após 1 ou 2 horas após alimentação.
51 Lesão: 1. Ato ou efeito de lesar (-se). 2. Em medicina, ferimento ou traumatismo. 3. Em patologia, qualquer alteração patológica ou traumática de um tecido, especialmente quando acarreta perda de função de uma parte do corpo. Ou também, um dos pontos de manifestação de uma doença sistêmica. 4. Em termos jurídicos, prejuízo sofrido por uma das partes contratantes que dá mais do que recebe, em virtude de erros de apreciação ou devido a elementos circunstanciais. Ou também, em direito penal, ofensa, dano à integridade física de alguém.
52 Taquicardia: Aumento da frequência cardíaca. Pode ser devido a causas fisiológicas (durante o exercício físico ou gravidez) ou por diversas doenças como sepse, hipertireoidismo e anemia. Pode ser assintomática ou provocar palpitações.
53 Regurgitação: Presença de conteúdo gástrico na cavidade oral, na ausência do reflexo de vômito. É muito freqüente em lactentes.
54 Hemoglobina: Proteína encarregada de transportar o oxigênio desde os pulmões até os tecidos do corpo. Encontra-se em altas concentrações nos glóbulos vermelhos.
55 Hormônio: Substância química produzida por uma parte do corpo e liberada no sangue para desencadear ou regular funções particulares do organismo. Por exemplo, a insulina é um hormônio produzido pelo pâncreas que diz a outras células quando usar a glicose para energia. Hormônios sintéticos, usados como medicamentos, podem ser semelhantes ou diferentes daqueles produzidos pelo organismo.
56 Tireoide: Glândula endócrina altamente vascularizada, constituída por dois lobos (um em cada lado da TRAQUÉIA) unidos por um feixe de tecido delgado. Secreta os HORMÔNIOS TIREOIDIANOS (produzidos pelas células foliculares) e CALCITONINA (produzida pelas células para-foliculares), que regulam o metabolismo e o nível de CÁLCIO no sangue, respectivamente.
57 Febre: É a elevação da temperatura do corpo acima dos valores normais para o indivíduo. São aceitos como valores de referência indicativos de febre: temperatura axilar ou oral acima de 37,5°C e temperatura retal acima de 38°C. A febre é uma reação do corpo contra patógenos.
58 Taquipneia: Aceleração do ritmo respiratório.
59 Vômitos: São a expulsão ativa do conteúdo gástrico pela boca. Podem ser classificados em: alimentar, fecalóide, biliar, em jato, pós-prandial. Sinônimo de êmese. Os medicamentos que agem neste sintoma são chamados de antieméticos.
60 Hipocalemia: Concentração sérica de potássio inferior a 3,5 mEq/l. Pode ocorrer por alterações na distribuição de potássio (desvio do compartimento extracelular para intracelular) ou de reduções efetivas no conteúdo corporal de potássio por uma menor ingesta ou por perda aumentada. Fraqueza muscular e arritimias cardíacas são os sinais e sintomas mais comuns, podendo haver também poliúria, polidipsia e constipação. Pode ainda ser assintomática.
61 Ureia: 1. Resíduo tóxico produzido pelo organismo, resulta da quebra de proteínas pelo fígado. É normalmente removida do organismo pelos rins e excretada na urina. 2. Substância azotada. Composto orgânico cristalino, incolor, de fórmula CO(NH2)2 (ou CH4N2O), com um ponto de fusão de 132,7 °C.
62 Células: Unidades (ou subunidades) funcionais e estruturais fundamentais dos organismos vivos. São compostas de CITOPLASMA (com várias ORGANELAS) e limitadas por uma MEMBRANA CELULAR.
63 Leucócitos: Células sangüíneas brancas. Compreendem tanto os leucócitos granulócitos (BASÓFILOS, EOSINÓFILOS e NEUTRÓFILOS) como os não granulócitos (LINFÓCITOS e MONÓCITOS). Sinônimos: Células Brancas do Sangue; Corpúsculos Sanguíneos Brancos; Corpúsculos Brancos Sanguíneos; Corpúsculos Brancos do Sangue; Células Sanguíneas Brancas

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