Preço de Durogesic D-Trans em Woodbridge/SP: R$ 207,23

Durogesic D-Trans

JANSSEN-CILAG FARMACÊUTICA LTDA

Atualizado em 07/07/2020

IDENTIFICAÇÃO DO MEDICAMENTO

Durogesic® D-Trans
fentanila
Adesivo 2,1 mg, 4,2 mg, 8,4 mg e 16,8 mg

FORMA FARMACÊUTICA E APRESENTAÇÃO:

Adesivos transdérmicos matriciais
Embalagem com 5 adesivos

USO TÓPICO1
USO ADULTO E PEDIÁTRICO ACIMA DE 2 ANOS

COMPOSIÇÃO:

Cada adesivo de Durogesic® D-Trans 12 mcg/h contém:

fentanila (dose de 12 mcg/hora*) 2,1 mg
excipiente q.s.p. adesivo de 5,25 cm2

Excipientes: solução de adesivo poliacrilato, filme de poliéster siliconizado (2 mil e 3 mil), filme de poliéster/EVA.
*A dose real de fentanila liberada nesta apresentação é 12,5 mcg/h. A opção por informar a liberação de fentanila/hora deste adesivo como 12 mcg/h (e não 12,5 mcg/h) tem como objetivo evitar erros no ajuste da dose (um incremento equivocado de 125 mcg/h ao invés de 12,5 mcg/h, que pode ser prescrita quando se utilizam múltiplos adesivos). Esta conduta é adotada também na rotulagem do medicamento.


Cada adesivo de Durogesic® D-Trans 25 mcg/h contém:

fentanila (dose de 25 mcg/hora)  4,2 mg
excipiente q.s.p. adesivo de 10,5 cm2

Excipientes: solução de adesivo poliacrilato, filme de poliéster siliconizado (2 mil e 3 mil), filme de poliéster/EVA.


Cada adesivo de Durogesic® D-Trans 50 mcg/h contém:

fentanila (dose de 50 mcg/hora)  8,4 mg
excipiente q.s.p. adesivo de 21 cm2

Excipientes: solução de adesivo poliacrilato, filme de poliéster siliconizado (2 mil e 3 mil), filme de poliéster/EVA.


Cada adesivo de Durogesic® D-Trans 100 mcg/h contém:

fentanila (dose de 100 mcg/hora)  16,8 mg
excipiente q.s.p. adesivo de 42 cm2

Excipientes: solução de adesivo poliacrilato, filme de poliéster siliconizado (2 mil e 3 mil), filme de poliéster/EVA.

INFORMAÇÕES AO PACIENTE

PARA QUE ESTE MEDICAMENTO É INDICADO?

Durogesic® D-Trans é indicado no tratamento da dor crônica e da dor de difícil manejo que necessite de analgesia com opioides, que não pode ser tratada com combinações de paracetamol-opioides, analgésicos2 não esteroides ou com opioides de curta duração.

COMO ESTE MEDICAMENTO FUNCIONA?

Durogesic® D-Trans é absorvido lentamente através da pele3 e, portanto, pode demorar cerca de 24 horas para o seu efeito analgésico4 inicial ser alcançado. Assim, você pode necessitar de analgésicos2 adicionais no primeiro dia de tratamento com Durogesic® D-Trans.

QUANDO NÃO DEVO USAR ESTE MEDICAMENTO?

Não use Durogesic® D-Trans se você tiver maior sensibilidade (alergia5) ao medicamento. Não use Durogesic® D-Trans a menos que seu médico o tenha prescrito.

Durogesic® D-Trans não deve ser utilizado no alívio da dor aguda ou pós-operatória, já que não é possível fazer um ajuste da dose em um curto período de uso e porque pode ocorrer hipoventilação grave com risco de vida. Não use Durogesic® D-Trans se você tiver dificuldades respiratórias, com respiração lenta ou superficial.

Este medicamento é contraindicado para menores de 2 anos de idade.

O QUE DEVO SABER ANTES DE USAR ESTE MEDICAMENTO?

Advertências

Os pacientes que apresentarem reações adversas graves devem ser monitorados pelo médico por pelo menos 24 horas ou mais após a remoção do Durogesic® D-Trans, conforme os sintomas6 clínicos se apresentarem, pois, as concentrações de fentanila no sangue7 baixam progressivamente e são reduzidas em aproximadamente 50%, 20 a 27 horas mais tarde.

O uso de Durogesic® D-Trans em pessoas que nunca usaram medicamentos à base de opioides tem sido associado a casos muito raros de depressão respiratória significante e/ou morte quando usado como primeiro tratamento com opioides. O potencial para hipoventilação grave ou que pode causar risco de vida existe mesmo se dose mais baixa de Durogesic® D-Trans for usada para iniciar o tratamento em pessoas que nunca receberam opioides, especialmente em idosos ou pacientes com comprometimento do funcionamento do fígado8 ou dos rins9. A tendência ao desenvolvimento de tolerância varia amplamente entre os pacientes. É recomendado que Durogesic® D-Trans seja usado em pessoas que tenham demonstrado tolerância a opioides.

Durogesic® D-Trans, provoca diminuição dos movimentos do intestino e pode causar constipação10 (prisão de ventre). Informe ao médico se você apresenta constipação10 crônica e converse com ele sobre as medidas para evitar este problema. Se houver suspeita ou na presença de uma condição denominada íleo paralítico11, o tratamento com Durogesic® D-Trans deve ser interrompido.

Informe ao médico se você apresentar alguma doença dos pulmões12 ou coração13, lesão14 no cérebro15 ou comprometimento do funcionamento do fígado8 ou rins9.

  • Durogesic® D-Trans pode provocar depressão da respiração em algumas pessoas, a qual pode persistir após a retirada do adesivo.
  • As reações adversas resultantes do uso de Durogesic® D-Trans podem ser mais graves em pessoas com doença pulmonar obstrutiva crônica ou outras doenças do pulmão16.
  • Durogesic® D-Trans deve ser usado com cautela em pacientes que apresentam aumento da pressão intracraniana, alteração da consciência, que estão em coma17 ou em pessoas com tumores cerebrais.
  • A fentanila, princípio ativo de Durogesic® D-Trans, pode provocar lentidão dos batimentos do coração13 e deve ser administrada com cuidado em pacientes com distúrbios do ritmo cardíaco.
  • As pessoas com comprometimento do funcionamento do fígado8 ou dos rins9 devem ser observadas com cuidado para sinais18 de toxicidade19 e a dose de Durogesic® D-Trans reduzida, se necessário.

Dependência e potencial para abuso

Tolerância e dependência física e psicológica podem aparecer após administração repetida de opioides. Os riscos são maiores em pacientes com histórico pessoal ou familiar de abuso de substâncias (incluindo abuso ou dependência de drogas ou álcool) ou doenças mentais (por exemplo, depressão maior).

Poderá ocorrer abuso com fentanila de maneira similar a outros agonistas opioides. O abuso ou o uso incorreto intencional de Durogesic® D-Trans pode resultar em superdose e/ou morte.

Crianças

Durogesic® D-Trans só deve ser utilizado em crianças com 2 anos ou mais de idade que já estejam usando analgésicos2 narcóticos (tolerantes a opioides).

A fim de prevenir a ingestão acidental do adesivo por crianças, recomenda-se cautela na escolha do local de aplicação e o monitoramento cuidadoso da fixação do adesivo.

Idosos

Se pacientes idosos receberem Durogesic® D-Trans, esses devem ser cuidadosamente observados quanto aos sinais18 de toxicidade19 da fentanila e a dose reduzida, se necessário.

Febre20/Aplicação de calor externo

Uma quantidade maior do medicamento pode ser liberada se seu corpo estiver sob temperaturas altas. Portanto, se você tiver febre20, você deve contatar seu médico para ajuste da dose, se necessário.

Uma liberação maior de Durogesic® D-Trans também pode ocorrer se você ficar exposto à fontes diretas de calor.

Você deve evitar, por exemplo, bolsas de calor, cobertores elétricos, camas de água aquecida, lâmpadas de calor ou bronzeamento, banho de sol intensivo, frascos de água quente, saunas, banhos longos quentes em banheiras de hidromassagem.

Existe um potencial para aumento da liberação de fentanila do sistema dependente da temperatura, resultando em uma possível superdose e morte.

Síndrome serotoninérgica21

Informe ao seu médico se você estiver usando medicamentos para depressão, medicamentos que afetam os sistemas neurotransmissores serotoninérgicos, conhecidos como inibidores de recaptação da serotonina (ISRSs), inibidores de recaptação da serotonina e norepinefrina (IRSNs), ou inibidores da monoamina oxidase (IMAOs). O uso concomitante destes medicamentos com Durogesic® D-Trans pode resultar em síndrome serotoninérgica21, uma condição com potencial de ameaça à vida. Isso pode ocorrer com a dose recomendada.

A síndrome serotoninérgica21 pode incluir alterações no estado mental (por exemplo, agitação, alucinações22, coma17), instabilidade autonômica [por exemplo, taquicardia23 (aumento dos batimentos cardíacos), pressão arterial24 instável, hipertermia (aumento da temperatura corporal)], anormalidades neuromusculares [por exemplo, hiperreflexia25 (reflexos muito ativos), falta de coordenação, rigidez], e/ou sintomas6 gastrintestinais (por exemplo, náusea26, vômito27, diarreia28).

Se houver suspeita de síndrome serotoninérgica21, o tratamento com Durogesic® D-Trans deve ser interrompido.

Tolerância

Com o tempo, Durogesic® D-Trans pode levar à tolerância. Portanto, é possível que seu médico prescreva uma dose maior de Durogesic® D-Trans após algum tempo de tratamento, para produzir um mesmo efeito.

Efeitos sobre a capacidade de dirigir e operar máquinas

Durogesic® D-Trans pode afetar o estado de alerta e habilidade de dirigir. Portanto, você não deve dirigir um veículo ou operar máquinas até que seu médico tenha lhe dito que você pode.

Gravidez29 e Lactação30

Se estiver grávida ou planejando engravidar, informe seu médico, ele decidirá se você pode utilizar o Durogesic® D-Trans.

A síndrome31 de abstinência em recém-nascidos foi relatada em bebês32 de mães que fizeram uso crônico33 de

O uso de Durogesic® D-Trans durante o parto não é recomendado, pois este medicamento não deve ser usado no tratamento de dores agudas ou pós-operatórias. Além disso, porque a fentanila atravessa a placenta, o uso de Durogesic® D-Trans durante o parto poderá resultar em depressão respiratória em recém-nascidos.

A fentanila é excretada no leite humano e pode causar sedação34/depressão da respiração lactentes35. Você não deve utilizar Durogesic® D-Trans caso esteja amamentando.

Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica ou do cirurgião-dentista.

Adesivo aderindo em outra pessoa

Mantenha os adesivos utilizados e não utilizados de Durogesic® D-Trans fora do alcance das crianças.

Os adesivos devem ser utilizados apenas na pele3 do paciente indicado pelo médico. São conhecidos poucos casos em que os adesivos foram acidentalmente aderidos na pele3 de outra pessoa quando em contato físico próximo, como no compartilhamento da mesma cama do usuário do adesivo. A aderência do adesivo em outra pessoa (especialmente uma criança) pode resultar em superdose.

No caso de aderência do adesivo à pele3 de outra pessoa, retire-o imediatamente e contate um médico.

Adesivo danificado

Os adesivos não devem ser cortados. Não use adesivo que foi dividido, cortado ou danificado de qualquer outra maneira.

Interações medicamentosas

Informe sempre ao seu médico se você estiver tomando outros medicamentos. Ele decidirá quais medicamentos não devem ser tomados ou quais outras medidas são necessárias (por exemplo, uma alteração da dose). Informe ao seu médico se você (ou algum membro de sua família) abusaram de bebidas alcoólicas ou foram dependentes de álcool, medicamentos tarjados ou drogas ilícitas36.

Durogesic® D-Trans não deve ser utilizado com outros medicamentos que possam interferir com a fentanila. O médico deve ser informado sobre o uso de qualquer um desses medicamentos pois seu uso combinado requer monitoramento adicional e/ou pode exigir alteração de dose. Exemplos de tais medicamentos são:

  • inibidores da protease37 do HIV38 (tais como ritonavir e nelfinavir).
  • antibióticos usados para tratar infecções39 (tais como claritromicina, troleandomicina e rifampicina).
  • medicamentos usados para tratar infecções39 por fungos (tais como fluconazol, cetoconazol, itraconazol e voriconazol).
  • medicamentos que atuam no coração13 e nos vasos sanguíneos40, como bloqueadores de canais de cálcio (tais como verapamil e diltiazem).
  • medicamentos usados para o tratamento de arritmias41 (tal como amiodarona).
  • medicamentos usados para tratar depressão (tal como nefazodona).
  • medicamentos usados no tratamento de convulsão42 (tais como carbamazepina, fenobarbital e fenitoína).

Informe ao seu médico se você estiver tomando medicamentos que tornam mais lento o seu sistema nervoso central43 (por exemplo, medicamentos para dormir, reduzir a ansiedade ou diminuir a consciência, tais como sedativos, tranquilizantes [benzodiazepínicos], pílulas para dormir, analgésicos2 fortes [opioides], medicamentos utilizados para cirurgia (anestésicos), relaxantes musculares, medicamentos para alergia5 que fazem você se sentir sonolento, álcool ou drogas ilícitas36). Você só poderá tomá-los sob prescrição, pois seus efeitos combinados podem causar sonolência grave, diminuição da consciência, dificuldades respiratórias com respiração lenta ou superficial, coma17 e morte.

  • anticolinérgicos ou outros medicamentos com atividade anticolinérgica podem resultar em risco aumentado de constipação10 grave, a qual pode acarretar em paralisia44 do íleo45 ou retenção urinária46.
  • antidiarreicos e antiperistálticos podem aumentar o risco de constipação10 grave e depressão do SNC47.
  • anti-hipertensivos, diuréticos48 ou medicamentos produtores de hipotensão49: os efeitos hipotensores desses medicamentos podem ser aumentados.

Informe ao seu médico se você estiver usando certos medicamentos para depressão, conhecidos como inibidores de recaptação da serotonina (ISRSs), inibidores de recaptação da serotonina e norepinefrina (IRSNs), ou inibidores da monoamina oxidase (IMAOs). Seu médico deve estar ciente do uso de qualquer um desses medicamentos, pois sua combinação com Durogesic® D-Trans pode aumentar o risco de síndrome serotoninérgica21, uma condição com potencial de ameaça à vida. Foram relatadas interações severas e imprevisíveis com inibidores da MAOs50, envolvendo a potencialização dos efeitos opioides ou serotoninérgicos. Dessa forma, Durogesic® D-Trans não deve ser usado em até 14 dias após a descontinuação do uso de inibidores da MAOs50.

Este medicamento pode causar doping.

Este medicamento é contraindicado para menores de 2 anos de idade.

Informe ao seu médico ou cirurgião-dentista se você está fazendo uso de algum outro medicamento. Não use medicamento sem o conhecimento do seu médico. Pode ser perigoso para a sua saúde51.

ONDE, COMO E POR QUANTO TEMPO POSSO GUARDAR ESTE MEDICAMENTO?

Cuidados de conservação

Conservar a embalagem lacrada em temperatura ambiente (entre 15–30ºC). Certifique-se de que os sachês estejam bem fechados e de que eles não estejam danificados.

Número de lote e datas de fabricação e validade: vide embalagem.

Não use medicamento com o prazo de validade vencido. Guarde-o em sua embalagem original.

Características físicas e organolépticas do produto

Durogesic® D-Trans é um adesivo retangular transparente que deve ser aplicado sobre a pele3.

Antes de usar, observe o aspecto do medicamento. Caso ele esteja no prazo de validade e você observe alguma mudança no aspecto, consulte o farmacêutico para saber se poderá utilizá-lo.

TODO MEDICAMENTO DEVE SER MANTIDO FORA DO ALCANCE DAS CRIANÇAS.

COMO DEVO USAR ESTE MEDICAMENTO?

Dosagem

Durogesic® D-Trans é um adesivo terapêutico transdérmico que proporciona uma liberação sistêmica contínua de fentanila, um analgésico4 opioide potente, durante 72 horas.

Existem 4 tipos de adesivos, cada um com um tamanho e uma concentração diferente. Os adesivos de 5,25; 10,5; 21,0 e 42,0 cm2 são projetados para liberar aproximadamente 12, 25, 50 e 100 mcg/hora de fentanila base na circulação52 sistêmica, o que representa aproximadamente 0,3; 0,6; 1,2 e 2,4 mg por dia. O tipo de adesivo prescrito pelo médico dependerá da intensidade da dor, de sua condição geral e da medicação que você já tomou para aliviar a dor. Desta forma, o médico decidirá qual adesivo é mais conveniente para você.

Aplicação do Durogesic® D-Trans

Durogesic® D-Trans é um medicamento de uso tópico1.

Em adultos, escolha uma região da pele3 intacta e sem pelos na parte superior do tronco ou na região superior do braço ou nas costas53. Em crianças pequenas, coloque o adesivo na parte superior das costas53 para reduzir a chance de a criança remover o adesivo e colocá-lo na boca54. A pele3 não poderá ter feridas e nem pode estar vermelha, queimada ou irradiada. Corte os pelos remanescentes com a tesoura (não passe aparelho de barbear, pois isto irrita a pele3). Lave a pele3 com água limpa somente e seque bem. Não passe sabonete, loção, óleo, álcool, etc. na pele3 antes da aplicação do adesivo. Você pode tomar banho de chuveiro ou de piscina após a aplicação do adesivo. Verifique se o adesivo está danificado. Não use adesivo que foi cortado, dividido ou danificado de qualquer outra maneira.

Durogesic® D-Trans pode não aderir adequadamente a todos os pacientes. Você deve verificar com frequência se os adesivos estão bem aderidos à pele3.

Caso o adesivo descole logo após a aplicação, descarte-o e aplique novo adesivo em local diferente.

Se o adesivo descolar após certo tempo de uso, mas antes de 3 dias (72 horas de uso), descarte-o adequadamente e aplique novo adesivo em local diferente do anterior.

Informe seu médico sobre o descolamento e não substitua por novo adesivo até 3 dias (72 horas) após a troca.

1. Abra a embalagem imediatamente antes da aplicação de Durogesic® D-Trans.

Rasgue o sachê na lateral.

2. Retire o adesivo.

3. Solte o protetor de plástico maior por uma de suas extremidades e retire-o inteiramente. Evite tocar na parte adesiva.

4. Aplique o adesivo sobre a pele3 e pressione-o ligeiramente com sua palma da mão55 por cerca de 30 segundos. Certifique-se que o adesivo esteja inteiramente em contato com a sua pele3 e principalmente que os cantos estejam bem colados na pele3.

5. Lave suas mãos50 com água limpa somente. Não use sabão.

Como trocar o Durogesic® D-Trans

Após três dias, remova o adesivo. Imediatamente dobre duas vezes o adesivo usado com a face56 adesiva para dentro e descarte-o em segurança.

Aplique o novo adesivo conforme as instruções, mas nunca no mesmo lugar que o anterior. Escolha outro local de pele3 íntegra.

Procure anotar, no fundo da embalagem, a data de colocação do adesivo. Isto vai ajudá-lo a usar Durogesic® D-Trans corretamente.

Como desfazer-se dos adesivos

Os adesivos usados devem ser dobrados de tal forma que as superfícies adesivas colem uma na outra, e assim sejam jogados fora.

Siga a orientação de seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento. Não interrompa o tratamento sem o conhecimento de seu médico.

Este medicamento não deve ser cortado.

O QUE DEVO FAZER QUANDO EU ME ESQUECER DE USAR ESTE MEDICAMENTO?

Você deve trocar o seu adesivo a cada três dias, no mesmo horário do dia, a não ser que seu médico solicite de outra forma. Se você se esquecer, troque seu adesivo assim que você se lembrar. Se você estiver muito atrasado na troca do adesivo, entre em contato com seu médico, pois talvez você precise de alguns analgésicos2 adicionais. Em caso de dúvidas, procure orientação do farmacêutico ou de seu médico, ou cirurgião-dentista.

QUAIS OS MALES QUE ESTE MEDICAMENTO PODE ME CAUSAR?

Estão listadas a seguir as reações adversas relacionadas ao tratamento com Durogesic® D-Trans.

Reações Adversas relatadas por pacientes tratados com Durogesic® D-Trans e com incidência57 maior que para os pacientes tratados com placebo58:

Reação muito comum (ocorre em mais de 10% dos pacientes que utilizam este medicamento):

  • Distúrbios psiquiátricos: insônia (dificuldade para pegar no sono e permanecer dormindo).
  • Distúrbios do sistema nervoso59: sonolência, tontura60.
  • Distúrbios gastrintestinais: náusea26, vômito27.

Reação comum (ocorre entre 1% e 10% dos pacientes que utilizam este medicamento):

  • Distúrbios do metabolismo61 e da nutrição62: anorexia63 (perda de apetite)
  • Distúrbios psiquiátricos: depressão (sensação de muita tristeza).
  • Distúrbios do ouvido e labirinto64: vertigem65 (tontura60).
  • Distúrbios cardíacos: palpitações66 (consciência dos batimentos do coração13 e aceleração das batidas).
  • Distúrbios gastrintestinais: constipação10 (prisão de ventre), dor abdominal superior, boca54 seca.
  • Distúrbios da pele3 e do tecido subcutâneo67: hiper-hidrose (suor excessivo), prurido68 (coceira da pele3), erupção69 cutânea70 (alergia5 na pele3).
  • Distúrbios dos tecidos musculoesquelético e conjuntivo: espasmos71 musculares (movimentos musculares involuntários).
  • Distúrbios gerais e condições no local da aplicação: fadiga72 (cansaço), sensação de frio, desconforto geral ou mal- estar, astenia73 (fraqueza muscular), edema74 periférico (pés, tornozelos e mãos50 inchados).

Reações adversas não relatadas no item anterior em pacientes tratados com Durogesic® D-Trans em estudos clínicos de Durogesic® D-Trans utilizado para o tratamento de dores malignas crônicas ou não malignas são apresentadas a seguir:

Reação muito comum (ocorre em mais de 10% dos pacientes que utilizam este medicamento)

  • Distúrbios do sistema nervoso59: cefaleia75 (dor de cabeça76).

Reação comum (ocorre entre 1% e 10% dos pacientes que utilizam este medicamento)

  • Distúrbios psiquiátricos: ansiedade, estado de confusão.
  • Distúrbios do sistema nervoso59: tremor, parestesia77 (sensação anormal como queimação ou formigamento).
  • Distúrbios gastrintestinais: diarreia28, dor abdominal.
  • Distúrbios da pele3 e do tecido subcutâneo67: eritema78 (vermelhidão da pele3).
  • Distúrbio renal79 e urinário: retenção urinária46 (incapacidade de urinar).

Reação incomum (ocorre entre 0,1% e 1% dos pacientes que utilizam este medicamento)

  • Distúrbios do sistema imune80: hipersensibilidade (alergia5).

As reações adversas relatadas por menos de 1% dos pacientes tratados com Durogesic® D-Trans nos estudos clínicos anteriores estão apresentados a seguir:

  • Distúrbios psiquiátricos: desorientação, euforia.
  • Distúrbios do sistema nervoso59: hipoestesia81 (sensibilidade diminuída ao estímulo).
  • Distúrbios oculares: miose82 (constrição83 da pupila).
  • Distúrbios cardíacos: cianose84 (coloração azulada da pele3).
  • Distúrbios respiratórios, torácicos e do mediastino85: depressão respiratória (incapacidade de respirar e pouco ar entrando nos pulmões12).
  • Distúrbios gastrintestinais: sub-íleo45 (obstrução intestinal).
  • Distúrbios da pele3 e do tecido subcutâneo67: dermatite86, dermatite86 alérgica, dermatite86 de contato, eczema87 (inflamação88 aguda ou crônica da pele3), distúrbios da pele3.
  • Distúrbios musculoesqueléticos e do tecido conjuntivo89: espasmos71 musculares (movimentos musculares involuntários).
  • Distúrbios do sistema reprodutivo e das mamas90: disfunção erétil (incapacidade de obter ou manter a ereção91), disfunção sexual (dificuldade durante qualquer estado de resposta sexual normal).
  • Distúrbios gerais e condições no local de aplicação: dermatite86 no local da aplicação (inflamação88 ou erupção69 da pele3 causada pelo contato com algo que a pessoa é alérgica), eczema87 (inflamação88 aguda ou crônica da pele3) no local da aplicação, hipersensibilidade (alergia5) no local da aplicação, reação no local da aplicação, síndrome31 de abstinência a droga (sintomas6 desagradáveis que ocorrem após a interrupção do medicamento ou redução da dose), estado gripal (resfriado).

Pacientes pediátricos 

Reações adversas relatadas em pacientes pediátricos tratados com Durogesic® D-Trans em estudos clínicos:

Reação muito comum (ocorre em mais de 10% dos pacientes que utilizam este medicamento)

Distúrbios do sistema nervoso59: cefaleia75 (dor de cabeça76).

  • Distúrbios gastrintestinais: vômito27, náusea26, constipação10, diarreia28.
  • Distúrbios da pele3 e do tecido subcutâneo67: prurido68 (coceira).

Reação comum (ocorre entre 1% e 10% dos pacientes que utilizam este medicamento)

  • Distúrbios do sistema imune80: hipersensibilidade (alergia5).
  • Distúrbios do metabolismo61 e da nutrição62: anorexia63 (perda de apetite).
  • Distúrbios psiquiátricos: insônia, ansiedade, depressão alucinação92.
  • Distúrbios do sistema nervoso59: sonolência, tontura60, tremor, hipoestesia81 (sensibilidade diminuída ao estímulo).
  • Distúrbios respiratórios, torácicos e do mediastino85: depressão respiratória (incapacidade de respirar e pouco ar entrando nos pulmões12).
  • Distúrbios gastrintestinais: dor abdominal, dor abdominal superior, boca54 seca.
  • Distúrbios da pele3 e do tecido subcutâneo67: erupção69 cutânea70 (alergia5 na pele3), hiper-hidrose (suor excessivo), eritema78 (vermelhidão da pele3).
  • Distúrbios musculoesqueléticos e do tecido conjuntivo89: espasmos71 musculares (movimentos musculares involuntários).
  • Distúrbios renais e urinários: retenção urinária46 (incapacidade de urinar).
  • Distúrbios gerais e condições no local de aplicação: edema74 periférico (pés, tornozelos e mãos50 inchados), fadiga72 (cansaço), reação no local da aplicação, astenia73 (fraqueza muscular).

Dados de pós-comercialização

As reações adversas de relatos espontâneos durante a experiência mundial de pós-comercialização envolvendo todas as indicações de Durogesic® D-Trans:

Reação muito rara (ocorre em menos de 0,01% dos pacientes que utilizam este medicamento)

  • Distúrbios do sistema imune80: choque anafilático93, reação anafilática94 e reação anafilactoide95 (dificuldade na respiração e pressão sanguínea muito baixa que pode ser grave ou causar riscos à vida).
  • Distúrbios psiquiátricos: agitação.
  • Distúrbios do sistema nervoso59: convulsões (incluindo convulsões tipo clônicas ou grande mal), amnésia96 (perda de memória), redução do nível de consciência e perda da consciência.
  • Distúrbios da visão97: visão97 turva.
  • Distúrbios cardíacos: taquicardia23 (aumento dos batimentos cardíacos) e bradicardia98 (batimento cardíaco lento).
  • Distúrbios vasculares99: hipotensão49 (pressão sanguínea reduzida) e hipertensão100 (pressão sanguínea aumentada).
  • Distúrbios respiratórios, torácicos e do mediastino85: angústia respiratória (dificuldade para respirar), apneia101 (incapacidade de respirar e pouco ar entrando nos pulmões12), bradipneia (lentidão anormal da respiração), hipoventilação (respiração superficial) e dispneia102 (dificuldade para respirar).
  • Distúrbios gastrintestinais: íleo45 (obstrução intestinal) e dispepsia103 (indigestão estomacal).
  • Distúrbios gerais e condições no local da aplicação: sensação de mudança da temperatura corpórea, pirexia104 (febre20), erosão (vermelhidão) no local de aplicação, úlcera105 (ferida) no local de aplicação.

Da mesma forma que para outros analgésicos2 opioides, tolerância, dependência física e psicológica podem se desenvolver com o uso repetido de Durogesic® D-Trans.

Sintomas6 de abstinência aos opioides (tais como náusea26, vômito27, diarreia28, ansiedade e tremor) são possíveis em alguns pacientes após a conversão do analgésico4 opioide prévio para Durogesic® D-Trans ou se o tratamento for interrompido abruptamente.

Foi relatado muito raramente que recém-nascidos apresentaram síndrome31 de abstinência quando suas mães fizeram uso crônico33 de Durogesic® D-Trans durante a gravidez29.

Informações adicionais relevantes

Como com outros analgésicos2, Durogesic® D-Trans pode, às vezes, causar diminuição da respiração. Se a pessoa que estiver usando Durogesic® D-Trans estiver respirando muito lentamente ou fracamente, comunique o médico imediatamente. Neste meio tempo, procure manter a pessoa acordada conversando ou sacudindo-a de vez em quando.

Se um tratamento de longa duração com Durogesic® D-Trans for interrompido repentinamente, sintomas6 de abstinência tais como náusea26, vômito27, diarreia28, ansiedade e tremor podem ocorrer. Por esta razão, nunca interrompa o tratamento com Durogesic® D-Trans sem consultar seu médico. Se ele considerar a interrupção necessária, siga sempre suas instruções cuidadosamente. Reações adversas similares também podem ocorrer se for feita uma mudança de outro analgésico4 opioide para Durogesic® D-Trans. Caso você apresente algum dos efeitos adversos acima, informe seu médico.

Informe ao seu médico, cirurgião-dentista ou farmacêutico o aparecimento de reações indesejáveis pelo uso do medicamento. Informe também à empresa através do seu serviço de atendimento.

O QUE FAZER SE ALGUÉM USAR UMA QUANTIDADE MAIOR DO QUE A INDICADA DESTE MEDICAMENTO?

O sinal106 mais importante da superdose é a depressão da respiração. Se a pessoa estiver respirando anormalmente (lentamente ou rapidamente), remova o adesivo de Durogesic® D-Trans e contate seu médico imediatamente. Neste meio tempo, procure manter a pessoa acordada conversando ou sacudindo-a de vez em quando.

Em caso de uso de grande quantidade deste medicamento, procure rapidamente socorro médico e leve a embalagem ou bula do medicamento, se possível.

Ligue para 0800 722 6001, se você precisar de mais orientações.

DIZERES LEGAIS


VENDA SOB PRESCRIÇÃO MÉDICA
ATENÇÃO: PODE CAUSAR DEPENDÊNCIA FÍSICA OU PSÍQUICA
 

MS -1.1236.0027
Farm. Resp.: Marcos R. Pereira - CRF/SP n° 12.304

Registrado por:
JANSSEN-CILAG FARMACÊUTICA LTDA.
Avenida Presidente Juscelino Kubitschek, 2041, São Paulo – SP CNPJ 51.780.468/0001-87

Fabricado por:
Janssen Pharmaceutica N.V. Beerse – Bélgica

Importado por:
Janssen-Cilag Farmacêutica Ltda. Rodovia Presidente Dutra, km 154. São José dos Campos - SP
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Janssen Pharmaceutica N.V. Beerse – Bélgica

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Complementos

1 Tópico: Referente a uma área delimitada. De ação limitada à mesma. Diz-se dos medicamentos de uso local, como pomadas, loções, pós, soluções, etc.
2 Analgésicos: Grupo de medicamentos usados para aliviar a dor. As drogas analgésicas incluem os antiinflamatórios não-esteróides (AINE), tais como os salicilatos, drogas narcóticas como a morfina e drogas sintéticas com propriedades narcóticas, como o tramadol.
3 Pele: Camada externa do corpo, que o protege do meio ambiente. Composta por DERME e EPIDERME.
4 Analgésico: Medicamento usado para aliviar a dor. As drogas analgésicas incluem os antiinflamatórios não-esteróides (AINE), tais como os salicilatos, drogas narcóticas como a morfina e drogas sintéticas com propriedades narcóticas, como o tramadol.
5 Alergia: Reação inflamatória anormal, perante substâncias (alérgenos) que habitualmente não deveriam produzi-la. Entre estas substâncias encontram-se poeiras ambientais, medicamentos, alimentos etc.
6 Sintomas: Alterações da percepção normal que uma pessoa tem de seu próprio corpo, do seu metabolismo, de suas sensações, podendo ou não ser um indício de doença. Os sintomas são as queixas relatadas pelo paciente mas que só ele consegue perceber. Sintomas são subjetivos, sujeitos à interpretação pessoal. A variabilidade descritiva dos sintomas varia em função da cultura do indivíduo, assim como da valorização que cada pessoa dá às suas próprias percepções.
7 Sangue: O sangue é uma substância líquida que circula pelas artérias e veias do organismo. Em um adulto sadio, cerca de 45% do volume de seu sangue é composto por células (a maioria glóbulos vermelhos, glóbulos brancos e plaquetas). O sangue é vermelho brilhante, quando oxigenado nos pulmões (nos alvéolos pulmonares). Ele adquire uma tonalidade mais azulada, quando perde seu oxigênio, através das veias e dos pequenos vasos denominados capilares.
8 Fígado: Órgão que transforma alimento em energia, remove álcool e toxinas do sangue e fabrica bile. A bile, produzida pelo fígado, é importante na digestão, especialmente das gorduras. Após secretada pelas células hepáticas ela é recolhida por canalículos progressivamente maiores que a levam para dois canais que se juntam na saída do fígado e a conduzem intermitentemente até o duodeno, que é a primeira porção do intestino delgado. Com esse canal biliar comum, chamado ducto hepático, comunica-se a vesícula biliar através de um canal sinuoso, chamado ducto cístico. Quando recebe esse canal de drenagem da vesícula biliar, o canal hepático comum muda de nome para colédoco. Este, ao entrar na parede do duodeno, tem um músculo circular, designado esfíncter de Oddi, que controla o seu esvaziamento para o intestino.
9 Rins: Órgãos em forma de feijão que filtram o sangue e formam a urina. Os rins são localizados na região posterior do abdômen, um de cada lado da coluna vertebral.
10 Constipação: Retardo ou dificuldade nas defecações, suficiente para causar desconforto significativo para a pessoa. Pode significar que as fezes são duras, difíceis de serem expelidas ou infreqüentes (evacuações inferiores a três vezes por semana), ou ainda a sensação de esvaziamento retal incompleto, após as defecações.
11 Íleo paralítico: O íleo adinâmico, também denominado íleo paralítico, reflexo, por inibição ou pós-operatório, é definido como uma atonia reflexa gastrintestinal, onde o conteúdo não é propelido através do lúmen, devido à parada da atividade peristáltica, sem uma causa mecânica. É distúrbio comum do pós-operatório podendo-se afirmar que ocorre após toda cirurgia abdominal, como resposta “fisiológica“ à intervenção, variando somente sua intensidade, afetando todo o aparelho digestivo ou parte dele.
12 Pulmões: Órgãos do sistema respiratório situados na cavidade torácica e responsáveis pelas trocas gasosas entre o ambiente e o sangue. São em número de dois, possuem forma piramidal, têm consistência esponjosa e medem cerca de 25 cm de comprimento. Os pulmões humanos são divididos em segmentos denominados lobos. O pulmão esquerdo possui dois lobos e o direito possui três. Os pulmões são compostos de brônquios que se dividem em bronquíolos e alvéolos pulmonares. Nos alvéolos se dão as trocas gasosas ou hematose pulmonar entre o meio ambiente e o corpo, com a entrada de oxigênio na hemoglobina do sangue (formando a oxiemoglobina) e saída do gás carbônico ou dióxido de carbono (que vem da célula como carboemoglobina) dos capilares para o alvéolo.
13 Coração: Órgão muscular, oco, que mantém a circulação sangüínea.
14 Lesão: 1. Ato ou efeito de lesar (-se). 2. Em medicina, ferimento ou traumatismo. 3. Em patologia, qualquer alteração patológica ou traumática de um tecido, especialmente quando acarreta perda de função de uma parte do corpo. Ou também, um dos pontos de manifestação de uma doença sistêmica. 4. Em termos jurídicos, prejuízo sofrido por uma das partes contratantes que dá mais do que recebe, em virtude de erros de apreciação ou devido a elementos circunstanciais. Ou também, em direito penal, ofensa, dano à integridade física de alguém.
15 Cérebro: Derivado do TELENCÉFALO, o cérebro é composto dos hemisférios direito e esquerdo. Cada hemisfério contém um córtex cerebral exterior e gânglios basais subcorticais. O cérebro inclui todas as partes dentro do crânio exceto MEDULA OBLONGA, PONTE e CEREBELO. As funções cerebrais incluem as atividades sensório-motora, emocional e intelectual.
16 Pulmão: Cada um dos órgãos pareados que ocupam a cavidade torácica que tem como função a oxigenação do sangue.
17 Coma: 1. Alteração do estado normal de consciência caracterizado pela falta de abertura ocular e diminuição ou ausência de resposta a estímulos externos. Pode ser reversível ou evoluir para a morte. 2. Presente do subjuntivo ou imperativo do verbo “comer.“
18 Sinais: São alterações percebidas ou medidas por outra pessoa, geralmente um profissional de saúde, sem o relato ou comunicação do paciente. Por exemplo, uma ferida.
19 Toxicidade: Capacidade de uma substância produzir efeitos prejudiciais ao organismo vivo.
20 Febre: É a elevação da temperatura do corpo acima dos valores normais para o indivíduo. São aceitos como valores de referência indicativos de febre: temperatura axilar ou oral acima de 37,5°C e temperatura retal acima de 38°C. A febre é uma reação do corpo contra patógenos.
21 Síndrome serotoninérgica: Síndrome serotoninérgica ou síndrome da serotonina é caracterizada por uma tríade de alterações do estado mental (ansiedade, agitação, confusão mental, hipomania, alucinações e coma), das funções motoras (englobando tremores, mioclonias, hipertonia, hiperreflexia e incoordenação) e do sistema nervoso autônomo (febre, sudorese, náuseas, vômitos, diarreia e hipertensão). Ela pode ter causas diversas, mas na maioria das vezes ocorre por uma má interação medicamentosa, quando dois ou mais medicamentos que elevam a neurotransmissão serotoninérgica por meio de distintos mecanismos são utilizados concomitantemente ou em overdose.
22 Alucinações: Perturbações mentais que se caracterizam pelo aparecimento de sensações (visuais, auditivas, etc.) atribuídas a causas objetivas que, na realidade, inexistem; sensações sem objeto. Impressões ou noções falsas, sem fundamento na realidade; devaneios, delírios, enganos, ilusões.
23 Taquicardia: Aumento da frequência cardíaca. Pode ser devido a causas fisiológicas (durante o exercício físico ou gravidez) ou por diversas doenças como sepse, hipertireoidismo e anemia. Pode ser assintomática ou provocar palpitações.
24 Pressão arterial: A relação que define a pressão arterial é o produto do fluxo sanguíneo pela resistência. Considerando-se a circulação como um todo, o fluxo total é denominado débito cardíaco, enquanto a resistência é denominada de resistência vascular periférica total.
25 Hiperreflexia: Definida como reflexos muito ativos ou responsivos em excesso. Suas causas mais comuns são lesão na medula espinal e casos de hipocalcemia.
26 Náusea: Vontade de vomitar. Forma parte do mecanismo complexo do vômito e pode ser acompanhada de sudorese, sialorréia (salivação excessiva), vertigem, etc.
27 Vômito: É a expulsão ativa do conteúdo gástrico pela boca. Pode ser classificado como: alimentar, fecalóide, biliar, em jato, pós-prandial. Sinônimo de êmese. Os medicamentos que agem neste sintoma são chamados de antieméticos.
28 Diarréia: Aumento do volume, freqüência ou quantidade de líquido nas evacuações.Deve ser a manifestação mais freqüente de alteração da absorção ou transporte intestinal de substâncias, alterações estas que em geral são devidas a uma infecção bacteriana ou viral, a toxinas alimentares, etc.
29 Gravidez: Condição de ter um embrião ou feto em desenvolvimento no trato reprodutivo feminino após a união de ovo e espermatozóide.
30 Lactação: Fenômeno fisiológico neuro-endócrino (hormonal) de produção de leite materno pela puérpera no pós-parto; independente dela estar ou não amamentando.Toda mulher após o parto tem produção de leite - lactação; mas, infelizmente nem todas amamentam.
31 Síndrome: Conjunto de sinais e sintomas que se encontram associados a uma entidade conhecida ou não.
32 Bebês: Lactentes. Inclui o período neonatal e se estende até 1 ano de idade (12 meses).
33 Crônico: Descreve algo que existe por longo período de tempo. O oposto de agudo.
34 Sedação: 1. Ato ou efeito de sedar. 2. Aplicação de sedativo visando aliviar sensação física, por exemplo, de dor. 3. Diminuição de irritabilidade, de nervosismo, como efeito de sedativo. 4. Moderação de hiperatividade orgânica.
35 Lactentes: Que ou aqueles que mamam, bebês. Inclui o período neonatal e se estende até 1 ano de idade (12 meses).
36 Ilícitas: 1. Condenadas pela lei e/ou pela moral; proibidas, ilegais. 2. Qualidade das que não são legais ou moralmente aceitáveis; ilicitude.
37 Inibidores da protease: Alguns vírus como o HIV e o vírus da hepatite C dependem de proteases (enzimas que quebram ligações peptídicas entre os aminoácidos das proteínas) no seu ciclo reprodutivo, pois algumas proteínas virais são codificadas em uma longa cadeia peptídica, sendo libertadas por proteases para assumir sua conformação ideal e sua função. Os inibidores da protease são desenvolvidos como meios antivirais, pois impedem a correta estruturação do RNA viral.
38 HIV: Abreviatura em inglês do vírus da imunodeficiência humana. É o agente causador da AIDS.
39 Infecções: Doença produzida pela invasão de um germe (bactéria, vírus, fungo, etc.) em um organismo superior. Como conseqüência da mesma podem ser produzidas alterações na estrutura ou funcionamento dos tecidos comprometidos, ocasionando febre, queda do estado geral, e inúmeros sintomas que dependem do tipo de germe e da reação imunológica perante o mesmo.
40 Vasos Sanguíneos: Qualquer vaso tubular que transporta o sangue (artérias, arteríolas, capilares, vênulas e veias).
41 Arritmias: Arritmia cardíaca é o nome dado a diversas perturbações que alteram a frequência ou o ritmo dos batimentos cardíacos.
42 Convulsão: Episódio agudo caracterizado pela presença de contrações musculares espasmódicas permanentes e/ou repetitivas (tônicas, clônicas ou tônico-clônicas). Em geral está associada à perda de consciência e relaxamento dos esfíncteres. Pode ser devida a medicamentos ou doenças.
43 Sistema Nervoso Central: Principais órgãos processadores de informação do sistema nervoso, compreendendo cérebro, medula espinhal e meninges.
44 Paralisia: Perda total da força muscular que produz incapacidade para realizar movimentos nos setores afetados. Pode ser produzida por doença neurológica, muscular, tóxica, metabólica ou ser uma combinação das mesmas.
45 Íleo: A porção distal and mais estreita do INTESTINO DELGADO, entre o JEJUNO e a VALVA ILEOCECAL do INTESTINO GROSSO. Sinônimos: Ileum
46 Retenção urinária: É um problema de esvaziamento da bexiga causado por diferentes condições. Normalmente, o ato miccional pode ser iniciado voluntariamente e a bexiga se esvazia por completo. Retenção urinária é a retenção anormal de urina na bexiga.
47 SNC: Principais órgãos processadores de informação do sistema nervoso, compreendendo cérebro, medula espinhal e meninges.
48 Diuréticos: Grupo de fármacos que atuam no rim, aumentando o volume e o grau de diluição da urina. Eles depletam os níveis de água e cloreto de sódio sangüíneos. São usados no tratamento da hipertensão arterial, insuficiência renal, insuficiência cardiaca ou cirrose do fígado. Há dois tipos de diuréticos, os que atuam diretamente nos túbulos renais, modificando a sua atividade secretora e absorvente; e aqueles que modificam o conteúdo do filtrado glomerular, dificultando indiretamente a reabsorção da água e sal.
49 Hipotensão: Pressão sanguínea baixa ou queda repentina na pressão sanguínea. A hipotensão pode ocorrer quando uma pessoa muda rapidamente de uma posição sentada ou deitada para a posição de pé, causando vertigem ou desmaio.
50 Mãos: Articulação entre os ossos do metacarpo e as falanges.
51 Saúde: 1. Estado de equilíbrio dinâmico entre o organismo e o seu ambiente, o qual mantém as características estruturais e funcionais do organismo dentro dos limites normais para sua forma de vida e para a sua fase do ciclo vital. 2. Estado de boa disposição física e psíquica; bem-estar. 3. Brinde, saudação que se faz bebendo à saúde de alguém. 4. Força física; robustez, vigor, energia.
52 Circulação: 1. Ato ou efeito de circular. 2. Facilidade de se mover usando as vias de comunicação; giro, curso, trânsito. 3. Movimento do sangue, fluxo de sangue através dos vasos sanguíneos do corpo e do coração.
53 Costas:
54 Boca: Cavidade oral ovalada (localizada no ápice do trato digestivo) composta de duas partes
55 Mão: Articulação entre os ossos do metacarpo e as falanges.
56 Face: Parte anterior da cabeça que inclui a pele, os músculos e as estruturas da fronte, olhos, nariz, boca, bochechas e mandíbula.
57 Incidência: Medida da freqüência em que uma doença ocorre. Número de casos novos de uma doença em um certo grupo de pessoas por um certo período de tempo.
58 Placebo: Preparação neutra quanto a efeitos farmacológicos, ministrada em substituição a um medicamento, com a finalidade de suscitar ou controlar as reações, geralmente de natureza psicológica, que acompanham tal procedimento terapêutico.
59 Sistema nervoso: O sistema nervoso é dividido em sistema nervoso central (SNC) e o sistema nervoso periférico (SNP). O SNC é formado pelo encéfalo e pela medula espinhal e a porção periférica está constituída pelos nervos cranianos e espinhais, pelos gânglios e pelas terminações nervosas.
60 Tontura: O indivíduo tem a sensação de desequilíbrio, de instabilidade, de pisar no vazio, de que vai cair.
61 Metabolismo: É o conjunto de transformações que as substâncias químicas sofrem no interior dos organismos vivos. São essas reações que permitem a uma célula ou um sistema transformar os alimentos em energia, que será ultilizada pelas células para que as mesmas se multipliquem, cresçam e movimentem-se. O metabolismo divide-se em duas etapas: catabolismo e anabolismo.
62 Nutrição: Incorporação de vitaminas, minerais, proteínas, lipídios, carboidratos, oligoelementos, etc. indispensáveis para o desenvolvimento e manutenção de um indivíduo normal.
63 Anorexia: Perda do apetite ou do desejo de ingerir alimentos.
64 Labirinto: 1. Vasta construção de passagens ou corredores que se entrecruzam de tal maneira que é difícil encontrar um meio ou um caminho de saída. 2. Anatomia: conjunto de canais e cavidades entre o tímpano e o canal auditivo, essencial para manter o equilíbrio físico do corpo. 3. Sentido figurado: coisa complicada, confusa, de difícil solução. Emaranhado, imbróglio.
65 Vertigem: Alucinação de movimento. Pode ser devido à doença do sistema de equilíbrio, reação a drogas, etc.
66 Palpitações: Designa a sensação de consciência do batimento do coração, que habitualmente não se sente. As palpitações são detectadas usualmente após um exercício violento, em situações de tensão ou depois de um grande susto, quando o coração bate com mais força e/ou mais rapidez que o normal.
67 Tecido Subcutâneo: Tecido conectivo frouxo (localizado sob a DERME), que liga a PELE fracamente aos tecidos subjacentes. Pode conter uma camada (pad) de ADIPÓCITOS, que varia em número e tamanho, conforme a área do corpo e o estado nutricional, respectivamente.
68 Prurido: 1.    Na dermatologia, o prurido significa uma sensação incômoda na pele ou nas mucosas que leva a coçar, devido à liberação pelo organismo de substâncias químicas, como a histamina, que irritam algum nervo periférico. 2.    Comichão, coceira. 3.    No sentido figurado, prurido é um estado de hesitação ou dor na consciência; escrúpulo, preocupação, pudor. Também pode significar um forte desejo, impaciência, inquietação.
69 Erupção: 1. Ato, processo ou efeito de irromper. 2. Aumento rápido do brilho de uma estrela ou de pequena região da atmosfera solar. 3. Aparecimento de lesões de natureza inflamatória ou infecciosa, geralmente múltiplas, na pele e mucosas, provocadas por vírus, bactérias, intoxicações, etc. 4. Emissão de materiais magmáticos por um vulcão (lava, cinzas etc.).
70 Cutânea: Que diz respeito à pele, à cútis.
71 Espasmos: 1. Contrações involuntárias, não ritmadas, de um ou vários músculos, podendo ocorrer isolada ou continuamente, sendo dolorosas ou não. 2. Qualquer contração muscular anormal. 3. Sentido figurado: arrebatamento, exaltação, espanto.
72 Fadiga: 1. Sensação de enfraquecimento resultante de esforço físico. 2. Trabalho cansativo. 3. Redução gradual da resistência de um material ou da sensibilidade de um equipamento devido ao uso continuado.
73 Astenia: Sensação de fraqueza, sem perda real da capacidade muscular.
74 Edema: 1. Inchaço causado pelo excesso de fluidos no organismo. 2. Acúmulo anormal de líquido nos tecidos do organismo, especialmente no tecido conjuntivo.
75 Cefaleia: Sinônimo de dor de cabeça. Este termo engloba todas as dores de cabeça existentes, ou seja, enxaqueca ou migrânea, cefaleia ou dor de cabeça tensional, cefaleia cervicogênica, cefaleia em pontada, cefaleia secundária a sinusite, etc... são tipos dentro do grupo das cefaleias ou dores de cabeça. A cefaleia tipo tensional é a mais comum (acomete 78% da população), seguida da enxaqueca ou migrânea (16% da população).
76 Cabeça:
77 Parestesia: Sensação cutânea subjetiva (ex.: frio, calor, formigamento, pressão, etc.) vivenciada espontaneamente na ausência de estimulação.
78 Eritema: Vermelhidão da pele, difusa ou salpicada, que desaparece à pressão.
79 Renal: Relacionado aos rins. Uma doença renal é uma doença dos rins. Insuficiência renal significa que os rins pararam de funcionar.
80 Sistema imune: Sistema de defesa do organismo contra infecções e outros ataques de micro-organismos que enfraquecem o nosso corpo.
81 Hipoestesia: Perda ou diminuição de sensibilidade em determinada região do organismo.
82 Miose: Contração da pupila, que pode ser fisiológica, patológica ou terapêutica.
83 Constrição: 1. Ação ou efeito de constringir, mesmo que constrangimento (ato ou efeito de reduzir). 2. Pressão circular que faz diminuir o diâmetro de um objeto; estreitamento. 3. Em medicina, é o estreitamento patológico de qualquer canal ou esfíncter; estenose.
84 Cianose: Coloração azulada da pele e mucosas. Pode significar uma falta de oxigenação nos tecidos.
85 Mediastino: Região anatômica do tórax onde se localizam diversas estruturas, dentre elas o coração.
86 Dermatite: Inflamação das camadas superficiais da pele, que pode apresentar-se de formas variadas (dermatite seborreica, dermatite de contato...) e é produzida pela agressão direta de microorganismos, substância tóxica ou por uma resposta imunológica inadequada (alergias, doenças auto-imunes).
87 Eczema: Afecção alérgica da pele, ela pode ser aguda ou crônica, caracterizada por uma reação inflamatória com formação de vesículas, desenvolvimento de escamas e prurido.
88 Inflamação: Conjunto de processos que se desenvolvem em um tecido em resposta a uma agressão externa. Incluem fenômenos vasculares como vasodilatação, edema, desencadeamento da resposta imunológica, ativação do sistema de coagulação, etc.Quando se produz em um tecido superficial (pele, tecido celular subcutâneo) pode apresentar tumefação, aumento da temperatura local, coloração avermelhada e dor (tétrade de Celso, o cientista que primeiro descreveu as características clínicas da inflamação).
89 Tecido conjuntivo: Tecido que sustenta e conecta outros tecidos. Consiste de CÉLULAS DO TECIDO CONJUNTIVO inseridas em uma grande quantidade de MATRIZ EXTRACELULAR.
90 Mamas: Em humanos, uma das regiões pareadas na porção anterior do TÓRAX. As mamas consistem das GLÂNDULAS MAMÁRIAS, PELE, MÚSCULOS, TECIDO ADIPOSO e os TECIDOS CONJUNTIVOS.
91 Ereção: 1. Ato ou efeito de erigir ou erguer. 2. Inauguração, criação. 3. Levantamento ou endurecimento do pênis.
92 Alucinação: Perturbação mental que se caracteriza pelo aparecimento de sensações (visuais, auditivas, etc.) atribuídas a causas objetivas que, na realidade, inexistem; sensação sem objeto. Impressão ou noção falsa, sem fundamento na realidade; devaneio, delírio, engano, ilusão.
93 Choque anafilático: Reação alérgica grave, caracterizada pela diminuição da pressão arterial, taquicardia e distúrbios gerais da circulação, acompanhado ou não de edema de glote. Necessita de tratamento urgente. Pode surgir por exposição aos mais diversos alérgenos.
94 Reação anafilática: É um tipo de reação alérgica sistêmica aguda. Esta reação ocorre quando a pessoa foi sensibilizada (ou seja, quando o sistema imune foi condicionado a reconhecer uma substância como uma ameaça ao organismo). Na segunda exposição ou nas exposições subseqüentes, ocorre uma reação alérgica. Essa reação é repentina, grave e abrange o corpo todo. O sistema imune libera anticorpos. Os tecidos liberam histamina e outras substâncias. Esse mecanismo causa contrações musculares, constrição das vias respiratórias, dificuldade respiratória, dor abdominal, cãimbras, vômitos e diarréia. A histamina leva à dilatação dos vasos sangüíneos (que abaixa a pressão sangüínea) e o vazamento de líquidos da corrente sangüínea para os tecidos (que reduzem o volume de sangue) o que provoca o choque. Ocorrem com freqüência a urticária e o angioedema - este angioedema pode resultar na obstrução das vias respiratórias. Uma anafilaxia prolongada pode causar arritmia cardíaca.
95 Anafilactoide: Diz-se de reação semelhante à da anafilaxia, porém sem participação de imunoglobulinas.
96 Amnésia: Perda parcial ou total da memória.
97 Visão: 1. Ato ou efeito de ver. 2. Percepção do mundo exterior pelos órgãos da vista; sentido da vista. 3. Algo visto, percebido. 4. Imagem ou representação que aparece aos olhos ou ao espírito, causada por delírio, ilusão, sonho; fantasma, visagem. 5. No sentido figurado, concepção ou representação, em espírito, de situações, questões etc.; interpretação, ponto de vista. 6. Percepção de fatos futuros ou distantes, como profecia ou advertência divina.
98 Bradicardia: Diminuição da freqüência cardíaca a menos de 60 batimentos por minuto. Pode estar associada a distúrbios da condução cardíaca, ao efeito de alguns medicamentos ou a causas fisiológicas (bradicardia do desportista).
99 Vasculares: Relativo aos vasos sanguíneos do organismo.
100 Hipertensão: Condição presente quando o sangue flui através dos vasos com força maior que a normal. Também chamada de pressão alta. Hipertensão pode causar esforço cardíaco, dano aos vasos sangüíneos e aumento do risco de um ataque cardíaco, derrame ou acidente vascular cerebral, além de problemas renais e morte.
101 Apnéia: É uma parada respiratória provocada pelo colabamento total das paredes da faringe que ocorre principalmente enquanto a pessoa está dormindo e roncando. No adulto, considera-se apnéia após 10 segundos de parada respiratória. Como a criança tem uma reserva menor, às vezes, depois de dois ou três segundos, o sangue já se empobrece de oxigênio.
102 Dispnéia: Falta de ar ou dificuldade para respirar caracterizada por respiração rápida e curta, geralmente está associada a alguma doença cardíaca ou pulmonar.
103 Dispepsia: Dor ou mal-estar localizado no abdome superior. O mal-estar pode caracterizar-se por saciedade precoce, sensação de plenitude, distensão ou náuseas. A dispepsia pode ser intermitente ou contínua, podendo estar relacionada com os alimentos.
104 Pirexia: Sinônimo de febre. É a elevação da temperatura do corpo acima dos valores normais para o indivíduo. São aceitos como valores de referência indicativos de febre: temperatura axilar ou oral acima de 37,5°C e temperatura retal acima de 38°C. A febre é uma reação do corpo contra patógenos.
105 Úlcera: Ferida superficial em tecido cutâneo ou mucoso que pode ocorrer em diversas partes do organismo. Uma afta é, por exemplo, uma úlcera na boca. A úlcera péptica ocorre no estômago ou no duodeno (mais freqüente). Pessoas que sofrem de estresse são mais susceptíveis a úlcera.
106 Sinal: 1. É uma alteração percebida ou medida por outra pessoa, geralmente um profissional de saúde, sem o relato ou comunicação do paciente. Por exemplo, uma ferida. 2. Som ou gesto que indica algo, indício. 3. Dinheiro que se dá para garantir um contrato.

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