Preço de Targus em Fairfield/SP: R$ 59,37

Targus
(Bula do profissional de saúde)

Laboratórios Bagó do Brasil S/A

Atualizado em 03/05/2021

IDENTIFICAÇÃO DO MEDICAMENTO

Targus® Lat
flurbiprofeno
Adesivo transdérmico

FORMA FARMACÊUTICA E APRESENTAÇÃO

Adesivo transdérmico
Embalagem contendo 2 envelopes com 5 adesivos transdérmicos cada e 1 bandagem elástica de contenção

USO TÓPICO1
USO ADULTO

COMPOSIÇÃO:

Cada adesivo de Targus® Lat transdérmico contém:

flurbiprofeno 40 mg
excipiente q.s.p. 1 adesivo

Excipientes: ácido tartárico, água, croscarmelose sódica, caulim pesado, glicerol, miristato de isopropila, óleo de hortelã-pimenta, poliacrilato sódico, polissorbato 80, sesquiolato de sorbitana, corante: dióxido de titânio.

O adesivo ainda contém trama de poliéster e filme de polipropileno.

INFORMAÇÕES TÉCNICAS AOS PROFISSIONAIS DE SAÚDE2

INDICAÇÕES

Este medicamento é destinado ao tratamento local de diversas condições do sistema musculoesquelético que requeiram medicamento com atividade anti-inflamatória e/ou analgésica, tais como: artrite reumatoide3, osteoartrite4, espondilite anquilosante, desordens musculoesqueléticas, contusão5, distensão muscular, entorse6 e traumas como periartrites, torcicolos, bursites, tendinites, tendosinovites, lombalgias e estiramentos.

RESULTADOS DE EFICÁCIA

Foram realizados estudos clínicos da aplicação de 1 unidade do Adesivo transdérmico contendo 40 mg de flurbiprofeno em 414 casos, incluindo o teste duplo-cego. A forma de administração foi de 02 vezes por dia durante 3 a 4 semanas.

Patologia7

Taxa de eficiência (%)

Taxa de eficiência do flurbiprofeno Adesivo Transdérmico (%)

Artrose8

52/90

57,8

Doença de Duplay

48/75

64,0

Inflamações9 das articulações10

44/68

64,7

Dores musculares

33/44

75,0

Tumefação11 e dor após lesão12

67/83

80,7

Epicondilite Lateral Umeral

 

32/54

 

59,3

Referência bibliográfica

  1. AOKI, Torakichi at al, Ensho, 9 (3), 255–262 (1989).
  2. AOKI, Torakichi et al, Ensho, 9 (4), 335–344 (1989).
  3. AOKI, Torakichi et al, Journal of Medice and Pharmaceutical Science, 20,1615–1625 (1988).
  4. HATTORI, Susumu et al Japanese Pharmacology and Therapeutics, 10,4243–4255 (1982).
  5. HAYASHI, Seigaku et al, Japanese Pharmacology and Therapeutics, 10, 3657–3669 (1982).
  6. HIRANUMA, Noborou et al, Japanese Pharmacology and Therapeutics, 10, 3645–3656 (1982).
  7. IMAZUMI, Tsukasa et al, Japanese Pharmacology and Therapeutics, 10, 4229–4241 (1982).
  8. KOMATSUBARA, Yoshio at al, Journal of Medicine and Pharmaceutical Science, 21, 769 (1989).
  9. KOTAKE, Hideyoshi et al, Japanese Pharmacology and Therapeutics, 10, 4207–4218 (1982).
  10. SHICHIKAWA, Kanji et al, Ensho (Inflamação13), 3 (1), 79–94 (1983).
  11. SHIOKAWA, Yuichi et al, Ensho (inflamação13), 7(2), 203–211(1987).
  12. SUGAWARA, Sachiko; et al, Estudo da concentração apropriada entre outros assuntos (material interno).
  13. SUGAWARA, Sachiko; et al., Terapêutica14 Research, 6, 289–294 (1987).
  14. TATEZAKI, Shinichiro et al , Japanese Pharmacology and Therapeutics, 10, 4219–4227 (1982).
  15. YASUDA, Kazumasa et al, Japanese Pharmacology and Therapeutics, 10,3635–3644 (1982).

CARACTERÍSTICAS FARMACOLÓGICAS

Propriedades farmacodinâmicas

O flurbiprofeno é um agente anti-inflamatório não esteroidal (AINE), derivado do ácido propiônico, bem conhecido, com importantes propriedades analgésica, anti-inflamatória e antipirética. É um inibidor da síntese da prostaglandina15, sendo este o ponto mais importante para seus principais efeitos farmacológicos.

Propriedades farmacocinéticas

Foi realizado estudo para a avaliação da concentração sanguínea do flurbiprofeno por via tópica.

O tempo para se atingir a concentração máxima no plasma16 de uma pessoa saudável adulta, que tenha aplicado uma única vez (14 horas, 01 adesivo transdérmico contendo 40 mg de Flurbiprofeno) foi de 13,8 ± 1,3 h, concentração máxima no sangue17 38,5 ± 5,9 ng/ml. O período de meia-vida foi de 10,4 ± 0,8 h. A concentração de flurbiprofeno observada em uma pessoa saudável adulta que tenha repetido a aplicação (2 vezes por dia, durante 29 dias, 01 adesivo transdérmico contendo 40 mg de flurbiprofeno) atingiu a situação estacionária depois de 04 dias, desaparecendo do sangue17 após 48 horas de sua retirada, e não se constatando o acúmulo. O volume total de eliminação do fármaco18 na urina19 em um adulto saudável que aplicou 01 adesivo transdérmico (14 horas, 01 adesivo transdérmico contendo 40 mg de flurbiprofeno) observado num período de 72 horas foi de 1,94%. Os metabólitos20 foram praticamente iguais aos da administração oral.

CONTRAINDICAÇÕES

O flurbiprofeno é contraindicado em pacientes com conhecida hipersensibilidade para a substância ativa ou qualquer componente da fórmula.

O flurbiprofeno não deve ser administrado a pacientes que apresentem antecedentes de asma21, urticária22 ou reações alérgicas após terem tomado ácido acetilsalicílico ou outros AINEs. O flurbiprofeno é também contraindicado em pacientes com histórico de sangramentos ou perfuração gastrintestinais relatados por tratamento prévio com AINEs, não deve ser usado em pacientes com histórico de colite23 ulcerativa ou colite23 ulcerativa ativa, doença de Crohn24, úlcera péptica25 recorrente ou hemorragia26 gastrintestinal (definida por dois ou mais episódios distintos de ulceração27 ou hemorragia26 comprovados).

Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica. Informe imediatamente seu médico em caso de suspeita de gravidez28.

ADVERTÊNCIAS E PRECAUÇÕES

A segurança e a eficácia em crianças não foi estabelecida até o momento.

Targus® Lat (flurbiprofeno) deve ser usado com cautela em pacientes com conhecida hipersensibilidade aos AINEs ou a pacientes com história de ulceração27 péptica ou outras doenças gastrintestinais ativas, uma vez que estas podem ser exacerbadas.

O perfil das reações adversas dos AINEs, por via sistêmica, deve ser considerado quando for avaliada a relação risco-benefício para o início do tratamento com Targus® Lat em pacientes com úlcera péptica25 ativa e/ou hemorragia26 gastrintestinal, colite23 ulcerativa, insuficiência renal29, insuficiência hepática30, insuficiência cardíaca31 descompensada ou hipertensão arterial32. Pacientes com história de doença gastrintestinal, particularmente os idosos, devem relatar qualquer sintoma33 abdominal não usual (especialmente hemorragia26 gastrintestinal) nos estágios iniciais do tratamento.

Os níveis séricos de flurbiprofeno alcançados com os adesivos transdérmicos são mais baixos do que com a administração sistêmica. Embora não se possa excluir completamente a possibilidade de surgirem efeitos colaterais34 sistêmicos35, é improvável que sua ocorrência se relacione aos níveis séricos.

Targus® Lat deve ser usado com cautela em pacientes com tendência à hemorragia26, pois o flurbiprofeno, quando administrado por via sistêmica, pode prolongar o tempo de sangramento. Targus® Lat deve ser usado com cautela em pacientes com histórico de asma21 brônquica, pois foi relatada a ocorrência de broncoespasmo36.

É necessário cautela se o flurbiprofeno for administrado a pacientes com história de insuficiência cardíaca31 ou hipertensão37, pois edema38 e retenção de líquidos foram relatados em associação com administração de flurbiprofeno.

Estudos clínicos e dados epidemiológicos sugerem que o uso de alguns AINEs, particularmente em altas doses e em tratamentos longos, pode estar associado com um pequeno aumento do risco de eventos trombóticos39 arteriais, tais como infarto do miocárdio40 ou derrame41. Não há evidências suficientes para excluir tais riscos em relação ao uso de flurbiprofeno.

Pacientes com hipertensão37 não controlada, insuficiência cardíaca congestiva42, doença cardíaca isquêmica estabelecida, doença arterial periférica e/ou doença vascular43 cerebral devem somente ser tratados com flurbiprofeno após cuidadosa avaliação. Consideração similar deve ser feita antes de iniciar tratamentos em longo prazo com pacientes com fatores de risco para doença cardiovascular (por exemplo: hipertensão37, dislipidemia, diabetes mellitus44 e tabagismo). Apesar de Targus® Lat ser apresentado na forma de adesivos transdérmicos e, portanto, de uso local, não se pode excluir a possibilidade de absorção cutânea45 e, consequentemente, a ocorrência de efeitos sistêmicos35. Flurbiprofeno, assim como outros AINEs, pode inibir agregação plaquetária e prolongar o tempo de hemorragia26.

É necessária cautela ao iniciar o tratamento com AINEs, tais como o flurbiprofeno, em pacientes com desidratação46 considerável.

É necessária cautela em relação a pacientes com insuficiência renal29, cardíaca ou hepática47, uma vez que o uso de AINEs pode resultar em deterioração da função renal48. A dose deve ser mantida o mais baixo possível e as funções renais devem ser monitoradas frequentemente nestes pacientes.

Gravidez28 e Lactação49

A segurança de Targus® Lat durante a gravidez28 e lactação49 ainda não foi estabelecida. O uso em pacientes grávidas ou amamentando só deve ser considerado quando o benefício for maior que o potencial de risco.

Durante o terceiro trimestre de gravidez28, o uso regular de agentes anti-inflamatórios não esteroidais pode atrasar e prolongar o trabalho de parto, podendo, ainda, provocar o fechamento prematuro dos canais arteriais do feto50 no útero51 e causar uma possível persistência da hipertensão37 pulmonar no recém-nascido.

O uso de Targus® Lat não é recomendado para mulheres que estejam amamentando, pois uma pequena fração do flurbiprofeno é eliminada através do leite materno.

Targus® Lat é um medicamento classificado na categoria D de risco na gravidez28. Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica. Informe imediatamente seu médico em caso de suspeita de gravidez28.

INTERAÇÕES MEDICAMENTOSAS

Não são conhecidas interações medicamentosas com o flurbiprofeno por via tópica.

Deve-se ter cautela ao administrar em pacientes tratados com qualquer uma das seguintes drogas, pois as seguintes interações foram relatadas:

  • Sais de lítio: eliminação diminuída
  • Anticoagulantes52, como a varfarina: aumenta o efeito do anticoagulante53.
  • Antiagregantes plaquetários e inibidores seletivos da recaptação de serotonina (SSRIs): aumento do risco de hemorragia26 gastrintestinal
  • É necessário cautela quando se administrar concomitantemente flurbiprofeno e metotrexato, uma vez que os AINEs podem aumentar os níveis de metotrexato
  • Glicosídeos cardíacos: AINEs podem exacerbar insuficiência cardíaca31, reduzir a taxa de filtração glomerular e aumentar os níveis plasmáticos do glicosídeo cardíaco.
  • Ciclosporina: aumenta o risco de nefrotoxicidade54 pelos AINEs
  • Corticosteróides: aumentam o risco de ulceração27 gastrintestinal ou sangramento dos AINEs. - Inibidores de Cox-2 e outros AINEs: o uso concomitante com outros AINEs, incluindo inibidores seletivos da ciclooxigenase 2, devem ser evitados devido ao potencial para efeitos aditivos

A administração concomitante de flurbiprofeno e ácido acetilsalicílico não é recomendada devido à potencialização dos efeitos adversos.

CUIDADOS DE ARMAZENAMENTO DO MEDICAMENTO

Este medicamento deve ser armazenado dentro de sua embalagem original, em temperatura ambiente (15–30°C).

O envelope contendo os adesivos deve ser fechado depois de aberto. Este produto é válido por 18 meses a partir da data de fabricação. Número de lote e datas de fabricação e validade: vide embalagem.

Não use medicamento com o prazo de validade vencido. Guarde-o em sua embalagem original. Após aberto cada envelope, possui validade de 1 mês.

Características físicas e organolépticas do produto

O produto se trata de um adesivo transdérmico, o qual possui uma pomada de base branca a amarelo pálido em forma de aplicação tópica, com odor de hortelã. A pomada base é espalhada uniformemente na trama de proteção e coberta por uma película protetora.

Antes de usar, observe o aspecto do medicamento.

TODO MEDICAMENTO DEVE SER MANTIDO FORA DO ALCANCE DAS CRIANÇAS.

POSOLOGIA E MODO DE USAR

Targus® Lat é destinado somente para uso externo. A área afetada deve ser limpa antes da aplicação do adesivo transdérmicos. A película protetora do adesivo deve ser removida friccionando- se entre os dedos uma de suas extremidades, e o lado aderente, aplicado sobre a pele55. Sendo a região selecionada uma articulação56 móvel, por exemplo, cotovelo, é conveniente utilizar a bandagem elástica de contenção para manter o adesivo no local desejado.

Não há estudos de Targus® Lat (flurbiprofeno) administrado por vias não recomendadas.

Portanto, para segurança e eficácia deste medicamento, a administração deve ser somente por via tópica.

Posologia

Somente deve ser usado 1 adesivo transdérmico de cada vez, em um único local. O adesivo deve ser substituído a cada 12 horas.

Este medicamento não deve ser cortado.

REAÇÕES ADVERSAS

Efeitos indesejáveis podem ser minimizados utilizando-se a dose efetiva mais baixa para a menor duração necessária para controlar os sintomas57. O risco de sangramento gastrintestinal, ulceração27 ou perfuração é alto com o aumento das doses de flurbiprofeno em pacientes com história de úlceras58, particularmente se complicadas com hemorragia26 ou perfuração, e também com a idade. Esses pacientes devem iniciar o tratamento com a dose mais baixa disponível. Pacientes idosos têm um aumento da frequência de eventos adversos aos AINEs. Sangramento gastrintestinal, ulceração27 e perfuração foram relatados com todos os AINEs em qualquer momento durante o tratamento. Esses eventos adversos podem ser fatais e podem ocorrer com ou sem sintomas57 de alerta ou história prévia de eventos gastrintestinais sérios.

Broncoespasmo36 foi relatado com o uso de flurbiprofeno em pacientes com história de asma21 brônquica.

Reações adversas de pele55, algumas delas fatais, incluindo dermatite59 esfoliativa, síndrome60 de Stevens- Johnson e necrólise tóxica epidérmica, foram relatadas muito raramente em associação ao uso dos AINEs. O risco de ocorrência destas reações parece ser mais alto no início da terapia. Na maioria dos casos, o aparecimento das reações acontece dentro do primeiro mês de tratamento. Flurbiprofeno deve ser descontinuado ao primeiro sinal61 de rash62 cutâneo63, lesões64 de mucosa65 ou de qualquer outro sinal61 de hipersensibilidade.

Em casos de eventos adversos, notifique no Sistema de Notificações em Vigilância Sanitária

Em casos de eventos adversos, notifique ao Sistema de Notificações em Vigilância Sanitária – NOTIVISA ou à Vigilância Sanitária Estadual ou Municipal.

SUPERDOSE

A ocorrência de superdosagem é improvável devido à natureza da formulação. No entanto, os sintomas57 de superdosagem podem incluir náusea66, vômitos67 e irritação gastrointestinal. Não há antídoto68 específico para o flurbiprofeno. Em casos de superdosagem suspender o uso do medicamento e procurar o socorro médico.

Em caso de intoxicação ligue para 0800 722 6001, se você precisar de mais orientações.

DIZERES LEGAIS


Siga corretamente o modo de usar, não desaparecendo os sintomas57 procure orientação médica.
 

Reg. M.S. 1.5626.0023
Farmacêutico Responsável: Andrea de Souza Caliari CRF/ES 6973

Fabricado por:
Lead Chemical Company Ltd.
77-3 Himata, Toyama Ken, Japão.

Registrado, Importado e Embalado por:
Laboratórios Bagó do Brasil S.A.
Rod. ES 357, S/N, KM 66, Baunilha Colatina/ES
CNPJ: 04.748.181/0009-47
Indústria Brasileira


SAC 0800 2826569

Antes de consumir qualquer medicamento, consulte seu médico (http://www.catalogo.med.br).

Complementos

1 Tópico: Referente a uma área delimitada. De ação limitada à mesma. Diz-se dos medicamentos de uso local, como pomadas, loções, pós, soluções, etc.
2 Saúde: 1. Estado de equilíbrio dinâmico entre o organismo e o seu ambiente, o qual mantém as características estruturais e funcionais do organismo dentro dos limites normais para sua forma de vida e para a sua fase do ciclo vital. 2. Estado de boa disposição física e psíquica; bem-estar. 3. Brinde, saudação que se faz bebendo à saúde de alguém. 4. Força física; robustez, vigor, energia.
3 Artrite reumatóide: Doença auto-imune de etiologia desconhecida, caracterizada por poliartrite periférica, simétrica, que leva à deformidade e à destruição das articulações por erosão do osso e cartilagem. Afeta mulheres duas vezes mais do que os homens e sua incidência aumenta com a idade. Em geral, acomete grandes e pequenas articulações em associação com manifestações sistêmicas como rigidez matinal, fadiga e perda de peso. Quando envolve outros órgãos, a morbidade e a gravidade da doença são maiores, podendo diminuir a expectativa de vida em cinco a dez anos.
4 Osteoartrite: Termo geral que se emprega para referir-se ao processo degenerativo da cartilagem articular, manifestado por dor ao movimento, derrame articular, etc. Também denominado artrose.
5 Contusão: Lesão associada a um traumatismo que pode produzir desvitalização de tecidos profundos.
6 Entorse: Distensão traumática de um ligamento que produz ruptura do mesmo, acompanhada de dor, hematoma e dificuldade para movimentar a articulação comprometida.
7 Patologia: 1. Especialidade médica que estuda as doenças e as alterações que estas provocam no organismo. 2. Qualquer desvio anatômico e/ou fisiológico, em relação à normalidade, que constitua uma doença ou caracterize determinada doença. 3. Por extensão de sentido, é o desvio em relação ao que é próprio ou adequado ou em relação ao que é considerado como o estado normal de uma coisa inanimada ou imaterial.
8 Artrose: Também chamada de osteoartrose ou processo degenerativo articular, resulta de um processo anormal entre a destruição cartilaginosa e a reparação da mesma. Entende-se por cartilagem articular, um tipo especial de tecido que reveste a extremidade de dois ossos justapostos que possuem algum grau de movimentação entre eles, sua função básica é a de diminuir o atrito entre duas superfícies ósseas quando estas executam qualquer tipo de movimento, funcionando como mecanismo de absorção de choque. O estado de hidratação da cartilagem e a integridade da mesma, é fator preponderante para o não desenvolvimento da artrose.
9 Inflamações: Conjunto de processos que se desenvolvem em um tecido em resposta a uma agressão externa. Incluem fenômenos vasculares como vasodilatação, edema, desencadeamento da resposta imunológica, ativação do sistema de coagulação, etc. Quando se produz em um tecido superficial (pele, tecido celular subcutâneo) pode apresentar tumefação, aumento da temperatura local, coloração avermelhada e dor (tétrade de Celso, o cientista que primeiro descreveu as características clínicas da inflamação).
10 Articulações:
11 Tumefação: Ato ou efeito de tumefazer-se. Em patologia, significa aumento de volume em algum tecido do corpo; tumor, intumescência, inchação.
12 Lesão: 1. Ato ou efeito de lesar (-se). 2. Em medicina, ferimento ou traumatismo. 3. Em patologia, qualquer alteração patológica ou traumática de um tecido, especialmente quando acarreta perda de função de uma parte do corpo. Ou também, um dos pontos de manifestação de uma doença sistêmica. 4. Em termos jurídicos, prejuízo sofrido por uma das partes contratantes que dá mais do que recebe, em virtude de erros de apreciação ou devido a elementos circunstanciais. Ou também, em direito penal, ofensa, dano à integridade física de alguém.
13 Inflamação: Conjunto de processos que se desenvolvem em um tecido em resposta a uma agressão externa. Incluem fenômenos vasculares como vasodilatação, edema, desencadeamento da resposta imunológica, ativação do sistema de coagulação, etc.Quando se produz em um tecido superficial (pele, tecido celular subcutâneo) pode apresentar tumefação, aumento da temperatura local, coloração avermelhada e dor (tétrade de Celso, o cientista que primeiro descreveu as características clínicas da inflamação).
14 Terapêutica: Terapia, tratamento de doentes.
15 Prostaglandina: É qualquer uma das várias moléculas estruturalmente relacionadas, lipossolúveis, derivadas do ácido araquidônico. Ela tem função reguladora de diversas vias metabólicas.
16 Plasma: Parte que resta do SANGUE, depois que as CÉLULAS SANGÜÍNEAS são removidas por CENTRIFUGAÇÃO (sem COAGULAÇÃO SANGÜÍNEA prévia).
17 Sangue: O sangue é uma substância líquida que circula pelas artérias e veias do organismo. Em um adulto sadio, cerca de 45% do volume de seu sangue é composto por células (a maioria glóbulos vermelhos, glóbulos brancos e plaquetas). O sangue é vermelho brilhante, quando oxigenado nos pulmões (nos alvéolos pulmonares). Ele adquire uma tonalidade mais azulada, quando perde seu oxigênio, através das veias e dos pequenos vasos denominados capilares.
18 Fármaco: Qualquer produto ou preparado farmacêutico; medicamento.
19 Urina: Resíduo líquido produzido pela filtração renal no organismo, estocado na bexiga e expelido pelo ato de urinar.
20 Metabólitos: Qualquer composto intermediário das reações enzimáticas do metabolismo.
21 Asma: Doença das vias aéreas inferiores (brônquios), caracterizada por uma diminuição aguda do calibre bronquial em resposta a um estímulo ambiental. Isto produz obstrução e dificuldade respiratória que pode ser revertida de forma espontânea ou com tratamento médico.
22 Urticária: Reação alérgica manifestada na pele como elevações pruriginosas, acompanhadas de vermelhidão da mesma. Pode afetar uma parte ou a totalidade da pele. Em geral é autolimitada e cede em pouco tempo, podendo apresentar períodos de melhora e piora ao longo de vários dias.
23 Colite: Inflamação da porção terminal do cólon (intestino grosso). Pode ser devido a infecções intestinais (a causa mais freqüente), ou a processos inflamatórios diversos (colite ulcerativa, colite isquêmica, colite por radiação, etc.).
24 Doença de Crohn: Doença inflamatória crônica do intestino que acomete geralmente o íleo e o cólon, embora possa afetar qualquer outra parte do intestino. A doença cursa com períodos de remissão sintomática e outros de agravamento. Na maioria dos casos, a doença de Crohn é de intensidade moderada e se torna bem controlada pela medicação, tornando possível uma vida razoavelmente normal para seu portador. A causa da doença de Crohn ainda não é totalmente conhecida. Os sintomas mais comuns são: dor abdominal, diarreia, perda de peso, febre moderada, sensação de distensão abdominal, perda de apetite e de peso.
25 Úlcera péptica: Lesão na mucosa do esôfago, estômago ou duodeno. Também chamada de úlcera gástrica ou duodenal. Pode ser provocada por excesso de ácido clorídrico produzido pelo próprio estômago ou por medicamentos como antiinflamatórios ou aspirina. É uma doença infecciosa, causada pela bactéria Helicobacter pylori em quase 100% dos casos. Os principais sintomas são: dor, má digestão, enjôo, queimação (azia), sensação de estômago vazio.
26 Hemorragia: Saída de sangue dos vasos sanguíneos ou do coração para o exterior, para o interstício ou para cavidades pré-formadas do organismo.
27 Ulceração: 1. Processo patológico de formação de uma úlcera. 2. A úlcera ou um grupo de úlceras.
28 Gravidez: Condição de ter um embrião ou feto em desenvolvimento no trato reprodutivo feminino após a união de ovo e espermatozóide.
29 Insuficiência renal: Condição crônica na qual o corpo retém líquido e excretas pois os rins não são mais capazes de trabalhar apropriadamente. Uma pessoa com insuficiência renal necessita de diálise ou transplante renal.
30 Insuficiência hepática: Deterioração grave da função hepática. Pode ser decorrente de hepatite viral, cirrose e hepatopatia alcoólica (lesão hepática devido ao consumo de álcool) ou medicamentosa (causada por medicamentos como, por exemplo, o acetaminofeno). Para que uma insuficiência hepática ocorra, deve haver uma lesão de grande porção do fígado.
31 Insuficiência Cardíaca: É uma condição na qual a quantidade de sangue bombeada pelo coração a cada minuto (débito cardíaco) é insuficiente para suprir as demandas normais de oxigênio e de nutrientes do organismo. Refere-se à diminuição da capacidade do coração suportar a carga de trabalho.
32 Hipertensão arterial: Aumento dos valores de pressão arterial acima dos valores considerados normais, que no adulto são de 140 milímetros de mercúrio de pressão sistólica e 85 milímetros de pressão diastólica.
33 Sintoma: Qualquer alteração da percepção normal que uma pessoa tem de seu próprio corpo, do seu metabolismo, de suas sensações, podendo ou não ser um indício de doença. O sintoma é a queixa relatada pelo paciente mas que só ele consegue perceber. Sintomas são subjetivos, sujeitos à interpretação pessoal. A variabilidade descritiva dos sintomas varia em função da cultura do indivíduo, assim como da valorização que cada pessoa dá às suas próprias percepções.
34 Efeitos colaterais: 1. Ação não esperada de um medicamento. Ou seja, significa a ação sobre alguma parte do organismo diferente daquela que precisa ser tratada pelo medicamento. 2. Possível reação que pode ocorrer durante o uso do medicamento, podendo ser benéfica ou maléfica.
35 Sistêmicos: 1. Relativo a sistema ou a sistemática. 2. Relativo à visão conspectiva, estrutural de um sistema; que se refere ou segue um sistema em seu conjunto. 3. Disposto de modo ordenado, metódico, coerente. 4. Em medicina, é o que envolve o organismo como um todo ou em grande parte.
36 Broncoespasmo: Contração do músculo liso bronquial, capaz de produzir estreitamento das vias aéreas, manifestado por sibilos no tórax e falta de ar. É uma contração vista com freqüência na asma.
37 Hipertensão: Condição presente quando o sangue flui através dos vasos com força maior que a normal. Também chamada de pressão alta. Hipertensão pode causar esforço cardíaco, dano aos vasos sangüíneos e aumento do risco de um ataque cardíaco, derrame ou acidente vascular cerebral, além de problemas renais e morte.
38 Edema: 1. Inchaço causado pelo excesso de fluidos no organismo. 2. Acúmulo anormal de líquido nos tecidos do organismo, especialmente no tecido conjuntivo.
39 Trombóticos: Relativo à trombose, ou seja, à formação ou desenvolvimento de um trombo (coágulo).
40 Infarto do miocárdio: Interrupção do suprimento sangüíneo para o coração por estreitamento dos vasos ou bloqueio do fluxo. Também conhecido por ataque cardíaco.
41 Derrame: Conhecido popularmente como derrame cerebral, o acidente vascular cerebral (AVC) ou encefálico é uma doença que consiste na interrupção súbita do suprimento de sangue com oxigênio e nutrientes para o cérebro, lesando células nervosas, o que pode resultar em graves conseqüências, como inabilidade para falar ou mover partes do corpo. Há dois tipos de derrame, o isquêmico e o hemorrágico.
42 Insuficiência Cardíaca Congestiva: É uma incapacidade do coração para efetuar as suas funções de forma adequada como conseqüência de enfermidades do próprio coração ou de outros órgãos. O músculo cardíaco vai diminuindo sua força para bombear o sangue para todo o organismo.
43 Vascular: Relativo aos vasos sanguíneos do organismo.
44 Diabetes mellitus: Distúrbio metabólico originado da incapacidade das células de incorporar glicose. De forma secundária, podem estar afetados o metabolismo de gorduras e proteínas.Este distúrbio é produzido por um déficit absoluto ou relativo de insulina. Suas principais características são aumento da glicose sangüínea (glicemia), poliúria, polidipsia (aumento da ingestão de líquidos) e polifagia (aumento da fome).
45 Cutânea: Que diz respeito à pele, à cútis.
46 Desidratação: Perda de líquidos do organismo pelo aumento importante da freqüência urinária, sudorese excessiva, diarréia ou vômito.
47 Hepática: Relativa a ou que forma, constitui ou faz parte do fígado.
48 Renal: Relacionado aos rins. Uma doença renal é uma doença dos rins. Insuficiência renal significa que os rins pararam de funcionar.
49 Lactação: Fenômeno fisiológico neuro-endócrino (hormonal) de produção de leite materno pela puérpera no pós-parto; independente dela estar ou não amamentando.Toda mulher após o parto tem produção de leite - lactação; mas, infelizmente nem todas amamentam.
50 Feto: Filhote por nascer de um mamífero vivíparo no período pós-embrionário, depois que as principais estruturas foram delineadas. Em humanos, do filhote por nascer vai do final da oitava semana após a CONCEPÇÃO até o NASCIMENTO, diferente do EMBRIÃO DE MAMÍFERO prematuro.
51 Útero: Orgão muscular oco (de paredes espessas), na pelve feminina. Constituído pelo fundo (corpo), local de IMPLANTAÇÃO DO EMBRIÃO e DESENVOLVIMENTO FETAL. Além do istmo (na extremidade perineal do fundo), encontra-se o COLO DO ÚTERO (pescoço), que se abre para a VAGINA. Além dos istmos (na extremidade abdominal superior do fundo), encontram-se as TUBAS UTERINAS.
52 Anticoagulantes: Substâncias ou medicamentos que evitam a coagulação, especialmente do sangue.
53 Anticoagulante: Substância ou medicamento que evita a coagulação, especialmente do sangue.
54 Nefrotoxicidade: É um dano nos rins causado por substâncias químicas chamadas nefrotoxinas.
55 Pele: Camada externa do corpo, que o protege do meio ambiente. Composta por DERME e EPIDERME.
56 Articulação: 1. Ponto de contato, de junção de duas partes do corpo ou de dois ou mais ossos. 2. Ponto de conexão entre dois órgãos ou segmentos de um mesmo órgão ou estrutura, que geralmente dá flexibilidade e facilita a separação das partes. 3. Ato ou efeito de articular-se. 4. Conjunto dos movimentos dos órgãos fonadores (articuladores) para a produção dos sons da linguagem.
57 Sintomas: Alterações da percepção normal que uma pessoa tem de seu próprio corpo, do seu metabolismo, de suas sensações, podendo ou não ser um indício de doença. Os sintomas são as queixas relatadas pelo paciente mas que só ele consegue perceber. Sintomas são subjetivos, sujeitos à interpretação pessoal. A variabilidade descritiva dos sintomas varia em função da cultura do indivíduo, assim como da valorização que cada pessoa dá às suas próprias percepções.
58 Úlceras: Feridas superficiais em tecido cutâneo ou mucoso que podem ocorrer em diversas partes do organismo. Uma afta é, por exemplo, uma úlcera na boca. A úlcera péptica ocorre no estômago ou no duodeno (mais freqüente). Pessoas que sofrem de estresse são mais susceptíveis a úlcera.
59 Dermatite: Inflamação das camadas superficiais da pele, que pode apresentar-se de formas variadas (dermatite seborreica, dermatite de contato...) e é produzida pela agressão direta de microorganismos, substância tóxica ou por uma resposta imunológica inadequada (alergias, doenças auto-imunes).
60 Síndrome: Conjunto de sinais e sintomas que se encontram associados a uma entidade conhecida ou não.
61 Sinal: 1. É uma alteração percebida ou medida por outra pessoa, geralmente um profissional de saúde, sem o relato ou comunicação do paciente. Por exemplo, uma ferida. 2. Som ou gesto que indica algo, indício. 3. Dinheiro que se dá para garantir um contrato.
62 Rash: Coloração avermelhada da pele como conseqüência de uma reação alérgica ou infecção.
63 Cutâneo: Que diz respeito à pele, à cútis.
64 Lesões: 1. Ato ou efeito de lesar (-se). 2. Em medicina, ferimento ou traumatismo. 3. Em patologia, qualquer alteração patológica ou traumática de um tecido, especialmente quando acarreta perda de função de uma parte do corpo. Ou também, um dos pontos de manifestação de uma doença sistêmica. 4. Em termos jurídicos, prejuízo sofrido por uma das partes contratantes que dá mais do que recebe, em virtude de erros de apreciação ou devido a elementos circunstanciais. Ou também, em direito penal, ofensa, dano à integridade física de alguém.
65 Mucosa: Tipo de membrana, umidificada por secreções glandulares, que recobre cavidades orgânicas em contato direto ou indireto com o meio exterior.
66 Náusea: Vontade de vomitar. Forma parte do mecanismo complexo do vômito e pode ser acompanhada de sudorese, sialorréia (salivação excessiva), vertigem, etc.
67 Vômitos: São a expulsão ativa do conteúdo gástrico pela boca. Podem ser classificados em: alimentar, fecalóide, biliar, em jato, pós-prandial. Sinônimo de êmese. Os medicamentos que agem neste sintoma são chamados de antieméticos.
68 Antídoto: Substância ou mistura que neutraliza os efeitos de um veneno. Esta ação pode reagir diretamente com o veneno ou amenizar/reverter a ação biológica causada por ele.

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