Preço de Eprex em Woodbridge/SP: R$ 1024,14

Eprex

JANSSEN-CILAG FARMACÊUTICA LTDA

Atualizado em 25/05/2021

IDENTIFICAÇÃO DO MEDICAMENTO

EPREX®
alfaepoetina

APRESENTAÇÕES

Eprex® (alfaepoetina) é uma solução injetável para administração intravenosa ou subcutânea1, disponível nas seguintes apresentações:

Seringa2 preenchida com dispositivo de segurança (PROTECS):
Seringa2 preenchida de 0,5 mL com 1.000 UI/0,5 mL (2.000 UI/mL), em embalagem com 6 unidades.
Seringa2 preenchida de 0,5 mL com 2.000 UI/0,5 mL (4.000 UI/mL), em embalagem com 6 unidades.
Seringa2 preenchida de 0,3 mL com 3.000 UI/0,3 mL (10.000 UI/mL), em embalagem com 6 unidades.
Seringa2 preenchida de 0,4 mL com 4.000 UI/0,4 mL (10.000 UI/mL), em embalagem com 6 unidades.
Seringa2 preenchida de 1,0 mL com 10.000 UI/mL, em embalagem com 6 unidades.
Seringa2 preenchida de 1,0 mL com 40.000 UI/mL, em embalagem com 1 unidade.

USO INTRAVENOSO E SUBCUTÂNEO3
USO ADULTO E PEDIÁTRICO

COMPOSIÇÃO

Veja a composição por mL na tabela a seguir:

Composição por mL

2.000 UI

4.000 UI

10.000 UI

40.000 UI

alfaepoetina

0,0168 mg

0,0336 mg

0,0840 mg

0,336 mg

Excipientes: cloreto de sódio, fosfato de sódio monobásico di-hidratado, fosfato de sódio dibásico di-hidratado, glicina, polissorbato 80, água para injetáveis.

INFORMAÇÕES AO PACIENTE

PARA QUE ESTE MEDICAMENTO É INDICADO?

Você deve ler atentamente esta bula antes de começar o tratamento com Eprex® (alfaepoetina). Estas informações não substituem as orientações do seu médico. Você e seu médico devem conversar a respeito das suas condições médicas antes do início e durante o tratamento com Eprex®. Se houver alguma informação que você não entenda ou se você necessitar de esclarecimentos adicionais, consulte o seu médico, que ele poderá orientá-lo.

Eprex® está indicado:

  • no tratamento da anemia4 secundária a insuficiência renal5 crônica, em pacientes pediátricos e adultos em diálise6 ou em fase pré-diálise6;
  • no tratamento da anemia4 associada ao câncer7 não mieloide e secundária a quimioterapia8 mielossupressora;
  • na anemia4 do paciente com AIDS e submetido ao tratamento com zidovudina (AZT);
  • no programa de doação sanguínea autóloga para facilitar a coleta de sangue9 autólogo e diminuir o risco de transfusões alogênicas em pacientes com anemia4 moderada (hemoglobina10 entre 10-13 g/dL e sem deficiência de ferro). Esses pacientes serão submetidos à cirurgia eletiva11 de grande porte onde se estima uma necessidade transfusional elevada (mais de 4 unidades para o sexo feminino e mais de 5 unidades para o sexo masculino);
  • para aumentar os níveis de hemoglobina10 no período pré-operatório, evitando-se transfusões autólogas, em pacientes adultos que serão submetidos a cirurgias ortopédicas de grande porte. A anemia4 deve ser moderada (hemoglobina10 entre 10-13 g/dL), o paciente não deve estar em programa de doação sanguínea autóloga e a perda de sangue9 esperada deve ser moderada (900-1800 mL).

COMO ESTE MEDICAMENTO FUNCIONA?

A eficácia de Eprex® é medida pelo aumento da hemoglobina10 (quantidade de células12 vermelhas no sangue9). O aumento da hemoglobina10 não é imediato. Geralmente leva algumas semanas para que a hemoglobina10 comece a aumentar. O tempo e a dose de Eprex® necessários para promover o aumento variam de acordo com cada paciente.

QUANDO NÃO DEVO USAR ESTE MEDICAMENTO?

Os pacientes que desenvolveram anticorpos13 em virtude de Aplasia Pura de Células12 Vermelhas por tratamento com qualquer eritropoetina14, não devem receber Eprex® ou qualquer outra eritropoetina14.
Hipersensibilidade (alergia15) a qualquer componente da fórmula do medicamento.
Todas as contraindicações associadas aos programas de pré-doação de sangue9 autólogo devem ser respeitadas em pacientes recebendo Eprex®.
Pressão alta não controlada com medicamento.
Doença grave no coração16, nas artérias17, nas carótidas18 ou doença vascular19 cerebral, incluindo infarto do miocárdio20 ou acidente vascular cerebral21 recentes, em pacientes que serão submetidos à cirurgia ortopédica de grande porte e não serão incluídos em programa de doação sanguínea autóloga.
Qualquer razão em que o paciente cirúrgico não possa receber profilaxia adequada com antitrombóticos.

O QUE DEVO SABER ANTES DE USAR ESTE MEDICAMENTO?

Advertências
Avise ao seu médico se você apresentar ou já tiver apresentado alguma das seguintes condições:

  • hipertensão arterial22 (pressão arterial23 aumentada);
  • doença do coração16 (como angina24);
  • distúrbios da circulação25 sanguínea, resultando em pontadas e agulhadas, mãos26 ou pés frios ou câimbras27 musculares nas pernas;
  • distúrbios de coagulação28 sanguínea;
  • ataques epilépticos ou convulsões;
  • câncer7;
  • anemia4 de outras causas;
  • insuficiência hepática29.

Informe ao seu médico se você não puder utilizar medicamentos para “afinar” o sangue9.
Se você for atendido em um hospital ou por outro médico para qualquer tratamento ou for submetido a um exame de sangue9, lembre-se de informar que você está usando Eprex®, pois Eprex® pode alterar os resultados.
Informe ao seu médico se você apresenta quaisquer outros problemas médicos, uma vez que eles podem interferir no uso de Eprex®.

Mulheres com insuficiência renal5 crônica podem ter a menstruação30 interrompida. Algumas destas mulheres podem ter reinício do ciclo menstrual após correção da anemia4 com Eprex®. Assim, antes de iniciar o uso de Eprex®, as mulheres devem conversar com seu médico sobre a necessidade de usar métodos para prevenir a gravidez31.

  • A pressão arterial23 deve ser adequadamente monitorada e controlada, se necessário, se você estiver recebendo alfaepoetina e o seu uso deve ser realizado com cautela na presença de hipertensão arterial22 não tratada, tratada de forma inadequada ou mal controlada.

Durante o tratamento com Eprex®, pode ser necessário iniciar tratamento anti-hipertensivo ou aumentar a dose do anti-hipertensivo em uso. Caso a pressão arterial23 não seja controlada, interromper o uso do Eprex®.

Crises hipertensivas com encefalopatia32 e convulsões que exigem a atenção imediata de um médico e cuidados médicos intensivos, também ocorreram durante o tratamento com Eprex® em pacientes com pressão arterial23 prévia normal ou baixa. Atenção especial deve ser dada ao aparecimento súbito de cefaleias33 tipo enxaqueca34 lancinante como um possível sinal35 de cuidado.

  • Eprex® deve ser usado com cautela se você apresentar epilepsia36, história de convulsões, ou condições médicas associadas a uma predisposição para atividade convulsiva, tais como infecções37 do SNC38 e metástases39 cerebrais.
  • Eprex® deve ser usado com cautela se você apresentar insuficiência hepática29 crônica. A segurança da alfaepoetina não foi estabelecida em pacientes com disfunção hepática40. Devido ao reduzido metabolismo41, se você apresentar eritropoese (produção de eritrócitos42) aumentada com a alfaepoetina.
  • A incidência43 aumentada de eventos trombóticos44 vasculares45 foi observada em pacientes recebendo agentes estimulantes de eritropoese (ESAs), incluindo tromboses46 arteriais e venosas e embolia47 (incluindo alguns desfechos fatais), tais como trombose venosa profunda48, embolia47 pulmonar, trombose49 da retina50 e infarto do miocárdio20. Adicionalmente, acidente vascular cerebral21 (incluindo infarto51 cerebral, hemorragia52 cerebral e ataques de isquemia53 transitória) foram relatados.

O risco relatado de eventos trombóticos44 vasculares45 deve ser avaliado contra os benefícios proporcionados pelo tratamento com Eprex®, particularmente se você apresentar fatores de risco pré-existentes.

  • A sua concentração de hemoglobina10 deve ser monitorada com cautela devido ao potencial de risco aumentado de eventos tromboembólicos e casos fatais quando os pacientes são tratados em concentrações de hemoglobina10 acima da faixa para a indicação de uso.

A segurança e a eficácia do tratamento com Eprex® não foram estabelecidas em pacientes com doenças hematológicas subjacentes (por exemplo: anemia hemolítica54, anemia4 falciformes, talassemia55).

  • Durante o tratamento pode ocorrer aumento dose-dependente de grau moderado da contagem plaquetária (dentro do nível normal), o qual regride durante o curso do tratamento. Além disso, o desenvolvimento de trombocitemia (aumento de plaquetas56) acima do nível normal foi relatado. Recomenda-se que a contagem plaquetária seja regularmente monitorada durante as primeiras 8 semanas de tratamento.
  • Outras causas de anemia4 (deficiência de ferro, folato ou vitamina57 B12, intoxicação por alumínio, infecção58 ou inflamação59, perda de sangue9, hemólise60 e fibrose61 da medula óssea62 de qualquer origem) devem ser avaliadas e tratadas antes do início do tratamento com Eprex® e quando houver aumento da dose. Na maioria dos casos, as concentrações séricas de ferritina diminuem simultaneamente ao aumento do volume globular. A fim de garantir uma resposta ótima à Eprex®, os estoques de ferro devem ser adequados e suplementação63 de ferro deve ser administrada se necessário.

Para pacientes64 com cirurgia ortopédica eletiva11 de grande porte, a suplementação63 de ferro (ferro elementar 200 mg/dia por via oral) deve ser realizada durante o curso de tratamento com alfaepoetina. Se possível, a suplementação63 deve ser iniciada antes do início do tratamento com alfaepoetina para alcançar estoques adequados de ferro.

  • Eprex® deve ser usado com cautela se você apresentar porfiria65.
  • Reações bolhosas e esfoliativas da pele66, incluindo eritema multiforme67 e Síndrome de Stevens-Johnson68 (SSJ)/necrólise epidérmica tóxica69 (NET), foram relatadas em um pequeno número de pacientes tratados com Eprex®. Interrompa a terapia com Eprex® imediatamente se houver suspeita de reação cutânea70 grave, como SSJ/NET.
  • Agentes estimulantes de eritropoese (ESAs) não são necessariamente equivalentes. Portanto, somente mude de agente estimulante da eritropoese (como Eprex®) para outro agente com autorização de um médico.

Pacientes com insuficiência renal5
Se você apresentar insuficiência renal5 crônica, e é tratado com Eprex®, os níveis de hemoglobina10 devem ser determinados regularmente até a sua estabilização e periodicamente após esta.

Pacientes com insuficiência renal5 crônica e resposta insuficiente da hemoglobina10 ao tratamento com ESAs podem estar sob maior risco de eventos cardiovasculares e mortalidade71 do que outros pacientes.
Tromboses46 do “shunt” ocorreram em pacientes em hemodiálise72, especialmente naqueles com tendência à hipotensão73 (pressão baixa) ou cuja fístula74 arteriovenosa exibe complicações (por exemplo, estenoses75, aneurismas, etc.). A revisão precoce do “shunt” e a profilaxia para trombose49 com ácido acetilsalicílico, por exemplo, é recomendada nestes pacientes.
Os eletrólitos76 séricos devem ser monitorados se você apresentar insuficiência renal5 crônica. Se for detectado nível sérico de potássio elevado ou em elevação, além do tratamento apropriado da hiperpotassemia (excesso de potássio), deve-se considerar a interrupção da administração da alfaepoetina até a correção do nível sérico de potássio.
Como resultado do aumento do volume globular, os pacientes sob hemodiálise72 frequentemente requerem aumento da dose de heparina durante a diálise6. Se a heparinização não é adequada pode ocorrer oclusão (fechamento) do sistema de diálise6.

Aplasia Pura de Células12 Vermelhas mediada por anticorpos13
A ocorrência de aplasia pura de células12 vermelhas mediada por anticorpos13 foi raramente relatada depois de meses a anos de administração subcutânea1 da alfaepoetina no tratamento de pacientes com insuficiência renal5 crônica. Os casos também foram raros em pacientes com hepatite77 C tratados com interferon e ribavirina que usaram ESAs concomitantemente. Os ESAs não são aprovados para tratamento da anemia4 associada à hepatite77 C.
Pacientes com insuficiência renal5 crônica tratados com alfaepoetina por via subcutânea1 devem ser monitorados regularmente para perda da eficácia, definida como ausência ou redução da resposta ao tratamento com alfaepoetina em pacientes que responderam previamente a este tipo de tratamento. Isto é caracterizado por uma diminuição persistente da hemoglobina10, apesar do aumento da dose de alfaepoetina.
Se houver suspeita de Aplasia Pura de Células12 Vermelhas, a terapia com Eprex® deve ser imediatamente interrompida. Nenhuma outra terapia com ESAs deve ser iniciada devido ao risco de reação cruzada. Terapia apropriada, como transfusões de sangue9, pode ser administrada, quando indicado.

Pacientes com câncer7
Os níveis de hemoglobina10 devem ser determinados regularmente se você estiver com câncer7 e está recebendo Eprex®, até a sua estabilização e depois periodicamente.
Há uma preocupação que os ESAs possam estimular o crescimento de tumores.
A decisão de administrar tratamento com eritropoetina14 recombinante deve ser baseada na avaliação do risco/benefício com participação do próprio paciente.
Em pacientes com câncer7 recebendo quimioterapia8, deve-se levar em consideração uma demora de 2-3 semanas entre a administração de eritropoetina14 e o aparecimento de glóbulos vermelhos induzidos pela eritropoetina14 ao avaliar se o tratamento com alfaepoetina é adequado (em particular em pacientes sob risco de transfusão78).

Pacientes com reações graves na pele66
Se você apresentar uma reação grave na pele66, uma erupção79 cutânea70 que pode ser grave, cobrir todo o seu corpo e também incluir bolhas ou áreas de pele66 descamada, pare de usar Eprex® e informe ao seu médico ou procure ajuda médica imediatamente.

Pacientes infectados com HIV80
Se os pacientes infectados com HIV80 não apresentarem resposta ou não mantiverem a resposta à Eprex®, outras etiologias, incluindo anemia ferropriva81, devem ser consideradas e avaliadas.

Pacientes adultos em pré-operatório em programa de pré-doação de sangue9 autólogo
Todas as advertências e precauções associadas aos programas de doação de sangue9 autólogo, especialmente reposição rotineira de volume, devem ser respeitadas caso você esteja recebendo Eprex®.

Pacientes adultos em pré-operatório (sem participar do programa de doação de sangue9 autólogo)
Se você for submetido a cirurgia ortopédica eletiva11 de grande porte, você deve receber profilaxia antitrombótica adequada, uma vez que eventos trombóticos44 e vasculares45 podem ocorrer em pacientes cirúrgicos, especialmente naqueles com doença cardiovascular subjacente. Além disso, recomenda-se precaução especial caso você apresente predisposição ao desenvolvimento de trombose venosa profunda48. Em pacientes com nível de base de hemoglobina10 > 13 g/dL, a possibilidade do tratamento com Eprex® estar associado com aumento do risco de eventos trombóticos44/vasculares45 após a cirurgia não pode ser excluída. Portanto, a alfaepoetina não deve ser usada em pacientes com nível basal de hemoglobina10 > 13 g/dL.
O uso de Eprex® não é recomendado em pacientes em pré-operatório com valores basais de hemoglobina10 superiores a 13 g/dL.

Precauções
Eprex® não deve ser usado:

  • após o prazo de validade do medicamento;
  • se o lacre estiver rompido;
  • se o líquido apresentar coloração ou partículas em suspensão;
  • se você souber ou achar que Eprex® pode ter sido acidentalmente congelado;
  • se houver uma falha no funcionamento da geladeira;
  • se você souber ou suspeitar que Eprex® tenha sido deixado a temperatura ambiente por mais de 60 minutos antes da injeção82.

Interações Medicamentosas
Embora Eprex® normalmente não reaja com outros medicamentos, informe ao seu médico se você estiver usando ou tenha recentemente usado alguma outra medicação.
Se você estiver tomando um fármaco83 (medicamento) conhecido por ciclosporina (para suprimir seu sistema imune84 após um transplante), seu médico deve solicitar testes sanguíneos especiais para verificar os níveis de ciclosporina enquanto você estiver utilizando Eprex®.
A ação de Eprex® poderá ser potencializada pela administração terapêutica85 simultânea de um agente hematínico, como o sulfato ferroso, quando houver um estado deficitário de precursores da hemoglobina10.
Eprex® (alfaepoetina) deve ser utilizado sozinho. Não deve ser misturado a outros líquidos para a injeção82.

Efeitos sobre a capacidade de dirigir veículos e utilizar máquinas
Não foram conduzidos estudos para avaliar os efeitos de Eprex® sobre a capacidade de dirigir e operar máquinas.

Uso em idosos, crianças e outros grupos de risco
A segurança de Eprex® não foi estabelecida em pacientes com disfunção hepática40, pois, devido ao reduzido metabolismo41, esses pacientes podem apresentar aumento da eritropoese.
Em pacientes com insuficiência renal5 crônica e doença cardíaca isquêmica clinicamente evidente ou insuficiência cardíaca congestiva86 a porcentagem de manutenção da hemoglobina10 não deve exceder o limite superior da concentração alvo, conforme recomendado.

A seleção e o ajuste da dose devem ser individualizados em pacientes idosos, a fim de atingir e manter a faixa de concentração da hemoglobina10.

Gravidez31, Amamentação87 e Fertilidade
Eprex® não é recomendado em pacientes grávidas, amamentando, ou que desejam engravidar. O efeito de Eprex® na fertilidade humana não foi estudado.

Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica ou do cirurgião-dentista.
Este medicamento pode causar doping.

Informe ao seu médico ou cirurgião-dentista se você está fazendo uso de algum outro medicamento. Não use medicamento sem o conhecimento do seu médico. Pode ser perigoso para a sua saúde88.

ONDE, COMO E POR QUANTO TEMPO POSSO GUARDAR ESTE MEDICAMENTO?

Conservar sob refrigeração (entre 2ºC e 8ºC). Proteger da luz. Não congelar. Não agitar.
Se você utiliza Eprex® em casa, é importante considerar os seguintes pontos:

Eprex® seringa2 preenchida deve ser conservado na geladeira. Contudo, não guardar no congelador e nem no “freezer”.
Conservar Eprex® na embalagem original até o momento de utilizá-lo.

Antes de usar Eprex® seringa2 preenchida, deixá-lo a temperatura ambiente por 15 a 30 minutos. Nunca deixe Eprex® em temperatura ambiente por mais de 60 minutos antes da aplicação da injeção82, nem deixe o medicamento exposto ao sol.
Nunca aqueça Eprex®.
Número de lote e datas de fabricação e validade: vide embalagem.
Não use medicamento com o prazo de validade vencido. Guarde-o em sua embalagem original.

Aspecto físico
Eprex® é uma solução injetável transparente e translúcida.

Antes de usar, observe o aspecto do medicamento. Caso ele esteja no prazo de validade e você observe alguma mudança no aspecto, consulte o farmacêutico para saber se poderá utilizá-lo.
Todo medicamento deve ser mantido fora do alcance das crianças.

COMO DEVO USAR ESTE MEDICAMENTO?

Posologia
Eprex® (alfaepoetina) pode ser administrado por via intravenosa ou subcutânea1.

Pacientes com insuficiência renal5 crônica
Em pacientes com insuficiência renal5 crônica e acesso intravenoso disponível (pacientes em hemodiálise72), a administração de Eprex® por via intravenosa é preferível. Se o acesso intravenoso não estiver disponível (pacientes ainda não submetidos à diálise6 ou em diálise peritoneal89), Eprex® pode ser administrado por via subcutânea1. A concentração de hemoglobina10 ideal deve ser de 10 a 12 g/dL em adultos e de 9,5 a 11 g/dL em crianças.
Em pacientes com insuficiência renal5 crônica a concentração de manutenção da hemoglobina10 não deve exceder o limite superior da faixa de concentração da hemoglobina10.
Quando se altera a via de administração, a mesma dose deve ser usada inicialmente, e, então, deve ser titulada para manter a hemoglobina10 na faixa de concentração da hemoglobina10.
Na fase de correção da anemia4, a dose de Eprex® deve ser aumentada se a hemoglobina10 não aumentar pelo menos 1 g/dL/mês.

Um aumento clinicamente significativo na hemoglobina10 geralmente não é observado em menos de 2 semanas e pode requerer até 6 - 10 semanas em alguns pacientes.
Quando a concentração de hemoglobina10 estiver dentro da faixa, a dose deve ser diminuída em 25 UI/kg/dose, para evitar exceder a faixa de concentração da hemoglobina10. A dose deve ser reduzida quando a hemoglobina10 se aproximar de 12g/dL. Além disso, se a concentração de hemoglobina10 exceder 12 g/dL, a terapia deve ser descontinuada (interrompida).
Em pacientes com insuficiência renal5 crônica, a concentração de hemoglobina10 não deve exceder 12 g/dL. Níveis de hemoglobina10 superiores a 12 g/dL podem estar associados com maior risco de eventos cardiovasculares, incluindo morte.
Reduções da dose podem ser feitas através da omissão (não utilização) de uma das doses semanais ou pela redução da quantidade de cada dose.

Pacientes adultos em hemodiálise72
Em pacientes em hemodiálise72, com acesso intravenoso disponível a administração de Eprex® por via intravenosa é preferível. 
O tratamento é dividido em duas fases:

Fase de Correção:
Dose de 50 UI/kg, três vezes por semana. Quando necessário, os ajustes de dose devem ser feitos em incrementos de 25 UI/kg, três vezes por semana, em intervalos de pelo menos 4 semanas, até que a faixa de concentração ideal da hemoglobina10 (10-12 g/dL) seja atingida.

Fase de Manutenção:
Ajustar a dose a fim de manter a hemoglobina10 no nível desejado de 10 a 12 g/dL.
A dose de manutenção deve ser individualizada para cada paciente com insuficiência renal5 crônica. A dose semanal total recomendada é de 75 a 300 UI/kg.
Os dados disponíveis sugerem que pacientes com hemoglobina10 de base < 6g/dL podem requerer doses de manutenção maiores que os pacientes com hemoglobina10 de base > 8 g/dL.

Pacientes pediátricos em hemodiálise72
O tratamento é dividido em duas fases:
Fase de Correção:
Dose de 50 UI/kg, três vezes por semana, por via intravenosa. Quando necessário, os ajustes de dose devem ser feitos em incrementos de 25 UI/kg, três vezes por semana, em intervalos de pelo menos 4 semanas, até que a faixa de concentração da hemoglobina10 (9,5- 11 g/dL) seja atingida.

Fase de Manutenção:
A dose deve ser ajustada a fim de manter a concentração de hemoglobina10 na faixa desejada de 9,5 g/dL a 11 g/dL. Geralmente, crianças com peso inferior a 30 kg requerem uma dose de manutenção maior que as crianças com peso superior a 30 kg e os adultos. Em estudos clínicos, as seguintes doses de manutenção foram observadas após 6 meses de tratamento:

Peso (kg)

Mediana da dose

Dose (UI/kg administrada 3x / semana)
Dose usual de manutenção

< 10

100

75-150

10-30

75

60-150

> 30

33

30-100

Os dados disponíveis sugerem que os pacientes com valores basais de hemoglobina10 muito baixos (hemoglobina10 < 6,8 g/dL) podem requerer doses de manutenção maiores que os pacientes com hemoglobina10 inicial mais alta (hemoglobina10 > 6,8 g/dL).

Pacientes adultos em diálise peritoneal89
Em pacientes sob diálise peritoneal89, sem acesso intravenoso disponível, EPREX® pode ser administrado por via subcutânea1. O tratamento é dividido em duas fases:

Fase de Correção:
Dose de 50 UI/kg, duas vezes por semana, por via subcutânea1. Quando necessário, os ajustes de dose devem ser feitos em incrementos de 25 UI/kg, duas vezes por semana, em intervalos de pelo menos 4 semanas até que a faixa de concentração ideal da hemoglobina10 (10-12 g/dL) seja atingida.

Fase de Manutenção:
A dose usual para manter a faixa de concentração da hemoglobina10 (10-12 g/dL) está entre 25 e 50 UI/kg, duas vezes por semana, em duas injeções idênticas

Pacientes pediátricos em diálise peritoneal89
O tratamento é dividido em duas fases:

Fase de Correção:
Dose de 50 UI/kg, três vezes por semana, por via intravenosa ou subcutânea1.

Quando necessário, os ajustes de dose devem ser feitos em incrementos de 25 UI/kg, três vezes por semana em intervalos de pelo menos 4 semanas até que a faixa de concentração da hemoglobina10 de 9,5-11 g/dL (5,9- 6,8mmol/L) seja atingida.

Fase de Manutenção: Geralmente, crianças com peso inferior a 30 kg requerem uma dose de manutenção maior que as crianças com peso superior a 30 kg e os adultos. Em estudos clínicos, as seguintes doses de manutenção foram observadas em estudos clínicos após 6 meses de tratamento:

Os dados disponíveis sugerem que os pacientes com valores basais de hemoglobina10 muito baixos (hemoglobina10 < 6,8 g/dL) podem requerer doses de manutenção maiores que os pacientes com hemoglobina10 inicial mais alta (hemoglobina10 > 6,8 g/dL).

Pacientes adultos em pré-diálise6 (Pacientes adultos em estágio final de insuficiência renal5)
Em pacientes com insuficiência renal5 ainda não submetidos à diálise6, sem acesso intravenoso disponível, EPREX® pode ser administrado por via subcutânea1. O tratamento é dividido em duas fases:

Fase de Correção:
Dose de 50 UI/kg, três vezes por semana. Quando necessário, os ajustes de dose devem ser feitos em incrementos de 25 UI/kg, três vezes por semana, em intervalos de pelo menos 4 semanas, até que a faixa de concentração da hemoglobina10 (10-12 g/dL) seja atingida.

Fase de Manutenção:
A dose usual para manter a faixa de concentração da hemoglobina10 está entre 17 e 33 UI/kg, três vezes por semana.

Pacientes adultos com câncer7
A via subcutânea1 deve ser usada.
A faixa de concentração da hemoglobina10 deve ser de 10 a 12 g/dL em homens e mulheres e não deve ser excedida. O tratamento com Eprex® deve ser mantido até um mês após o término da quimioterapia8. Entretanto, a necessidade de continuar o tratamento deve ser reavaliada periodicamente.
A dose inicial para o tratamento da anemia4 deve ser de 150 UI/kg, 3 vezes por semana.
Alternativamente, Eprex® pode ser administrado por via subcutânea1 em uma dose inicial de 40.000 IU uma vez por semanda.
Se após 4 semanas de tratameno com a dose inicial, o nível de hemoglobina10 aumentou em pelo menos 1g/dL, ou a contagem de reticulócitos aumentou acima do basal em ≥ 40.000 IU células12/µL, a dose deve permanecer a mesma. Se após 4 semanas de tratamento com a dose inicial, a hemoglobina10 não aumentou em ≥ 1g/dL, e a contagem de reticulócitos não aumentou acima do basal em ≥ 40.000 células12/µL, na ausência de transfusão78 sanguínea de células12 vermelhas, a dose deve ser aumentada para 300 UI/kg 3 vezes por semana ou 60.000 UI por semana.
Se após 4 semanas de tratamento de terapia adicional com 300 UI/kg 3 vezes por semana ou 60.000 UI por semana, a hemoglobina10 aumentou ≥ 1g/dL ou a contagem de reticulócitos aumentou ≥ 40.000 células12/µL, a dose deve permanecer a mesma.
Se, após 4 semanas de terapia com 300 UI/kg 3 vezes por semana, a hemoglobina10 tiver aumentado menos que 1 g/dL, a resposta do indivíduo ao Eprex® é improvável e o tratamento deve ser descontinuado.
Uma taxa de aumento de hemoglobina10 > 1 g/dL por 2 semanas ou 2 g/dL por mês ou níveis de hemoglobina10 > 12 g/dL devem ser evitados. Se os níveis de hemoglobina10 são aumentados em mais de 1 g/dL por 2 semanas ou 2 g/dL por mês ou se a hemoglobina10 estiver próxima de 12 g/dL, deve-se reduzir a dose de Eprex®em cerca de 25 - 50% dependendo da taxa de aumento da hemoglobina10. Se a hemoglobina10 exceder 12 g/dL, a terapia deve ser descontinuada até que estes níveis caiam para 12 g/dL e então, reinstitue-se a terapia com Eprex® com uma dose 25% abaixo da dose prévia.

Pacientes portadores de AIDS tratados com zidovudina (AZT)
Antes do início do tratamento com Eprex®, recomenda-se que o nível de eritropoetina14 sérica seja determinado antes da transfusão78. Os dados disponíveis sugerem que os pacientes com níveis séricos de eritropoetina14 > 500 mUI/mL provavelmente não responderão à terapia com Eprex®.

O tratamento é dividido em duas fases:

Fase de Correção:
Dose de 100 UI/kg três vezes por semana, por via subcutânea1 ou intravenosa, durante 8 semanas. Se a resposta não for satisfatória (isto é, redução das necessidades de transfusões ou hemoglobina10 aumentada) após 8 semanas de tratamento, a dose de Eprex® pode ser aumentada. Os aumentos de dose devem ser feitos em incrementos de 50- 100 UI/kg, três vezes por semana, em intervalos de pelo menos 4 semanas. Se os pacientes não tiverem respondido satisfatoriamente a uma dose de 300 UI/kg três vezes por semana, é pouco provável que eles responderão a doses maiores.

Fase de Manutenção:
Após a obtenção da resposta desejada, a dose deve ser titulada para manutenção da hemoglobina10 entre 10-12 g/dL, baseado em fatores tais como variações na dose de zidovudina e a presença de infecções37 intercorrentes ou episódios inflamatórios. Se a hemoglobina10 exceder 13 g/dL, a dose deve ser descontinuada até que a hemoglobina10 diminua a 12 g/dL. Quando o tratamento é reiniciado, a dose deve ser reduzida em 25%, e então titulada para a manutenção da hemoglobina10 desejada.

Programa de doação de sangue9 autólogo em pacientes adultos a serem submetidos à cirurgia
Eprex® deve ser administrado após o término de cada procedimento de doação, por via endovenosa.
Para pacientes64 que necessitam um menor grau de estimulação da eritropoese, um regime de 150-300 UI/g, duas vezes por semana, demonstrou aumentar a pré-doação autóloga e diminuir o declínio subsequente no hematócrito90. Para pacientes64 com anemia4 leve (hemoglobina10 entre 10-13 g/dL) que necessitam de pré-depósito de pelo menos 4 unidades de sangue9, recomenda-se a posologia de 600 UI/kg por intravenosa, duas vezes por semana, por 3 semanas antes da cirurgia.

Pacientes em pré-operatório (que não participam de programa de doação de sangue9 autólogo)
Deve ser usada a via subcutânea1 de administração.
A dose recomendada é de 600 UI/kg de Eprex®, por semana, durante três semanas antes da cirurgia (dias -21, -14 e -7) e no dia da cirurgia. Caso a cirurgia tenha indicação médica de ocorrer em menos de 3 semanas, a dose de 300 UI/kg deve ser administrada diariamente durante dez dias consecutivos, antes da cirurgia, no dia da cirurgia e nos quatro dias imediatamente posteriores à mesma. Esta dose é recomendada para níveis de hemoglobina10 ≥ 13 g/dL. A administração deve ser interrompida caso a hemoglobina10 atinja 15 g/dL ou acima e doses adicionais não devem ser administradas.

Populações especiais
Pacientes pediátricos (17 anos de idade ou menos)
Tratamento de pacientes pediátricos com anemia4 induzida por quimioterapia8
A segurança e eficácia de Eprex® em pacientes pediátricos submetidos à quimioterapia8 não foram estabelecidas.

Tratamento de pacientes pediátricos infectados pelo HIV80 tratados com zidovudina
A segurança e eficácia de Eprex® em pacientes pediátricos infectados pelo HIV80 tratados com zidovudina não foram estabelecidas.

Tratamento de pacientes pediátricos a serem submetidos à cirurgia em um programa de pré-doação autóloga
A segurança e eficácia de Eprex® em pacientes pediátricos a serem submetidos a cirurgia em um programa de pré- doação autóloga não foram estabelecidas.

Tratamento de pacientes pediátricos a serem submetidos à cirurgia ortopédica eletiva11 de grande porte
A segurança e eficácia de Eprex® em pacientes pediátricos em programação de cirurgia programados para cirurgia ortopédica eletiva11 de grande porte não foram estabelecidas.

Idosos (65 anos de idade ou mais)
A seleção e o ajuste de dose para pacientes64 idosos devem ser individualizados para atingir e manter a faixa de concentração da hemoglobina10.

Como usar
Recomenda-se que a aplicação seja feita por uma pessoa treinada por um profissional de saúde88.
O medicamento é para apenas uma única aplicação. O medicamento não deve ser usado e deve ser descartado se o lacre estiver rompido, o liquido apresentar coloração ou partículas em suspensão, o medicamento possa ter sido congelado ou se houve falha na refrigeração.

USO SUBCUTÂNEO3
A) Cuidados com a seringa2 preenchida:
1. Retire a seringa2 da geladeira; a seringa2 não deve estar congelada. O líquido precisa ficar em temperatura ambiente antes de ser aplicado. Isso pode levar de 15 a 30 minutos para ocorrer. Não remova a tampa da agulha enquanto estiver aguardando para atingir a temperatura ambiente. Nunca deixe Eprex® em temperatura ambiente por mais de 60 minutos antes da aplicação da injeção82, nem deixe o medicamento exposto ao sol. Nunca aqueça Eprex®.
2. Verifique o aspecto do medicamento e se a seringa2 está com a dose certa e dentro da data de validade, se o líquido está claro e não congelado. Não use Eprex® se houver partículas em suspensão dentro da seringa2.
3. Não agite a solução, pois isto pode alterar o medicamento, tornando-a inativo.
4. NÃO ADMINISTRE OUTRAS MEDICAÇÕES SIMULTANEAMENTE NA MESMA SERINGA2. Apenas uma dose de Eprex® deve ser aplicada a partir de cada seringa2 preenchida ou frasco-ampola. Qualquer fluido que sobrar deve ser descartado. Deve-se tomar cuidado para que a dose correta seja administrada.
5. Como Eprex® não contém conservantes, deve ser usado como dose única, desprezando-se possíveis sobras na seringa2.

B) Manipulação da seringa2 com sistema PROTECS
1. Eprex® seringa2 preenchida (figura a seguir) apresenta dispositivo de segurança (PROTECS) o qual contribui para a prevenção de acidentes pérfuro-cortantes.

2. Segure a seringa2 preenchida pelo corpo com a agulha coberta apontando para cima. Não segure pela cabeça91 do êmbolo92, êmbolo92, cobertura da agulha ou asa da cobertura da agulha. Não puxe o êmbolo92 de volta, em nenhum momento.
Não remova a cobertura da agulha da seringa2 preenchida até o momento de realizar a aplicação de EPREX®.
Para evitar a ativação do dispositivo de segurança antes da aplicação do medicamento, não toque nas marcas (clipes) de ativação na extremidade da seringa2 (indicado pelo * na figura anterior).
3. Para remover a proteção da agulha, segure o corpo da seringa2. Retire cuidadosamente a proteção da agulha sem girar. Não empurre o êmbolo92, não toque na agulha nem agite a seringa2.

C) Aplicação do Eprex® PROTECS:
1. Lave as mãos26.
2. Selecione o local para aplicação: pode-se utilizar, por exemplo, a face93 anterior da coxa94, os braços ou a parede abdominal95 anterior (longe do umbigo96). O volume máximo por local de injeção82 é 1 mL. Portanto, no caso de volumes maiores, deve-se utilizar mais de um local de aplicação.
3. A área de aplicação deve ser desinfetada com álcool antes da aplicação.
4. Faça uma prega cutânea70 usando o polegar e o indicador. Não aperte.
5. Introduza a agulha por inteiro.
6. Empurre o êmbolo92 com o polegar o máximo possível para injetar todo o líquido. Empurre de maneira lenta e constante, mantendo a prega cutânea70. O protetor de agulha será ativado somente quando a dose tiver sido administrada por inteiro. Você deve ouvir um clique quando o dispositivo de segurança PROTECS™ for ativado.
7. Depois de empurrar o êmbolo92 até o fim, retire a agulha e solte a pele66.
8. Quando você soltar o êmbolo92, o protetor cobre a agulha por inteiro.

D) Cuidados após aplicação do Eprex® PROTECS
1. Quando a agulha é retirada da sua pele66, pode ser que ocorra pequeno sangramento no local da injeção82. Isto é normal. Passe um algodão com antisséptico97 no local da aplicação e comprima por alguns segundos depois da injeção82.
2. Descarte a seringa2 usada em um recipiente seguro.

USO INTRAVENOSO
A administração por esta via deve ser efetuada por profissionais de saúde88.
A injeção82 deve ser aplicada durante 1 a 5 minutos, dependendo da dose total. Em pacientes em hemodiálise72, a medicação deve ser aplicada durante ou após a sessão de diálise6. Para lavar o sistema de administração e garantir uma injeção82 satisfatória do medicamento na circulação25, a injeção82 deve ser seguida por 10 mL de solução salina. Injeções mais lentas, durante 5 minutos, podem ser benéficas em pacientes que apresentem efeitos colaterais98 do tipo gripal. Eprex® não deve ser administrado em infusão ou combinado a outras soluções parenterais.

Siga a orientação de seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento. Não interrompa o tratamento sem o conhecimento do seu médico.

O QUE DEVO FAZER QUANDO EU ME ESQUECER DE USAR ESTE MEDICAMENTO?

Faça a próxima injeção82 assim que você se lembrar. Se estiver faltando apenas um dia para a sua próxima injeção82, pule a dose esquecida e continue com a sua programação normal de aplicação. Não dobre o número de injeções.
Em caso de dúvidas, procure orientação do farmacêutico ou de seu médico, ou cirurgião-dentista.

QUAIS OS MALES QUE ESTE MEDICAMENTO PODE ME CAUSAR?

Como qualquer outro medicamento, Eprex® pode causar efeitos adversos indesejáveis:
A reação adversa mais frequente durante o tratamento com alfaepoetina é o aumento da pressão arterial23 que pode precisar de tratamento com medicamentos, ou ajuste da dose dos medicamentos que você já esteja usando para pressão alta. Seu médico irá monitorar regularmente sua pressão arterial23 enquanto você estiver usando Eprex®. As reações adversas mais frequentes em estudos clínicos com a alfaepoetina são diarreia99, náusea100, vômito101, febre102 e dor de cabeça91. Sintomas103 gripais (como dor de cabeça91, dor pelo corpo, dor nas articulações104, fraqueza, cansaço, vertigem105 e calafrios106) podem ocorrer principalmente no início do tratamento.
Reações de hipersensibilidade (alergia15), incluindo erupção79 cutânea70 (inclusive urticária107), reação anafilática108 e angioedema109 (acúmulo de fluido sob a pele66 das pálpebras110) foram relatadas.
Incidência43 aumentada de eventos trombóticos44 vasculares45 (obstrução de vasos) foi observada em pacientes recebendo agentes eritropoiéticos incluindo a alfaepoetina.
Se você apresentar dor de cabeça91, particularmente súbita e lancinante enxaqueca34, começar a se sentir confuso ou tiver convulsão111, informe ao seu médico imediatamente. Estes podem ser sinais112 de um aumento repentino na pressão arterial23 necessitando de um tratamento médico imediato.

Experiência de estudos clínicos
As reações adversas a medicamento relatadas por ≥ 1% dos pacientes tratados com alfaepoetina nos estudos são apresentadas na a seguir:

Resumo das reações adversas relatadas por ≥1% dos indivíduos em estudos clínicos com alfaepoetina

 

 

Insuficiência renal5 crônica

 

 

 

 

Pré-diálise6

Diálise6

Oncologia

HIV80

DSA

Cirurgia

EPO

Placebo113

EPO

Placebo113

EPO

Não ESA

EPO

Placebo113

EPO

Não ESA

EPO

Placebo113

Classe de sistema
órgão

N=131

N=79

N=97

N=46

N=1404

N=930

N=144

N=153

N=147

N=112

N=213

N=103

Reação adversa

n (%)

n (%)

n (%)

n (%)

n (%)

n (%)

n (%)

n (%)

n (%)

n (%)

n (%)

n (%)

Distúrbios
gastrintestinais

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

náusea100

14  (11)

10
(13)

23 (24)

13
(28)

265 (19)

193 (21)

36 (25)

39
(25)

26 (18)

11 (10)

96 (45)

46
(45)

diarreia99

16 (12)

8
(10)

7
(7)

4
(9)

168 (12)

102 (11)

43 (30)

51
(33)

5
(3)

7
(6)

18
(8)

12
(12)

vômito101

12
(9)

6
(8)

9
(9)

8
(17)

173 (12)

134 (14)

21 (15)

24
(16)

7
(5)

1
(1)

36 (17)

14
(14)

Distúrbios gerais
e condições
nos locais
de aplicação

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

calafrios106

6
(5)

2
(3)

10 (10)

3
(7)

33
(2)

32
(3)

5
(3)

14
(9)

8
(5)

4
(4)

12
(6)

1
(1)

sintomas103 gripais

1
(1)

NR

9
(9)

6
(13)

23
(2)

10
(1)

3
(2)

1
(1)

4
(3)

1
(1)

1
(<1)

NR

reação no local
da injeção82

14
(11)

16
(20)

1
(1)

NR

42
(3)

31
(3)

14
(10)

13
(9)

NR

1
(1)

39
(18)

19
(18)

febre102

4
(3)

4
(5)

9
(9)

6
(13)

189
(13)

130
(14)

61
(42)

52
(34)

7
(5)

3
(3)

37
(17)

27
(26)

edema114 periférico

9
(7)

10
(13)

NR

NR

72
(5)

34
(4)

7
(5)

5
(3)

2
(1)

2
(2)

14
(7)

4
(4)

Distúrbios
metabólicos
e nutricionais

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

hiperpotassemia

3
(2)

3
(4)

10
(10)

2
(4)

2
(<1)

2
(<1)

NR

NR

NR

NR

NR

1
(1)

Distúrbios
musculoesqueléticos
e do tecido conjuntivo115

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

artralgia116

16
(12)

6
(8)

23
(24)

3
(7)

45
(3)

43
(5)

5
(3)

11
(7)

3
(2)

3
(3)

5
(2)

3
(3)

dor óssea

1
(1)

NR

6
(6)

1
(2)

47
(3)

26
(3)

3
(2)

NR

NR

1
(1)

1
(<1)

NR

 

 

Insuficiência renal5 crônica

 

 

 

 

Pré-diálise6

Diálise6

Oncologia

HIV80

DSA

Cirurgia

EPO

Placebo113

EPO

Placebo113

EPO

Não ESA

EPO

Placebo113

EPO

Não
ESA

EPO

Placebo113

Classe de
sistema órgão

N=131

N=79

N=97

N=46

N=1404

N=930

N=144

N=153

N=147

N=112

N=213

N=103

Reação adversa

n (%)

n (%)

n (%)

n (%)

n (%)

n (%)

n (%)

n (%)

n (%)

n (%)

n (%)

n (%)

mialgia117

3
(2)

1
(1)

6
(6)

NR

46
(3)

25
(3)

8
(6)

9
(6)

2
(1)

3
(3)

2
(1)

NR

dor em extremidade

7
(5)

7
(9)

15 
(15)

2
(4)

37
(3)

19
(2)

10
(7)

13
(8)

6
(4)

2
(2)

7
(3)

4
(4)

Distúrbios do
sistema nervoso

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

convulsão111

1
(1)

2
(3)

2
(2)

NR

12
(1)

4
(<1)

2
(1)

2
(1)

NR

NR

NR

NR

cefaleia118

22
(17)

14
(18)

33
(34)

20
(43)

98
(7)

50
(5)

28
(19)

32
(21)

17
(12)

16
(14)

25
(12)

9
(9)

Distúrbios
respiratórios,
torácicos e
do mediastino119

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

tosse

5
(4)

1
(1)

9
(9)

8
(17)

98
(7)

66
(7)

37
(26)

22
(14)

2
(1)

2
(2)

10
(5)

NR

congestão do
trato
respiratório

NR

NR

9 (9)

2 (4)

NR

NR

1 (1)

NR

NR

NR

NR

NR

Distúrbios da
pele66
e tecido120

subcutâneo3

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

erupção79 cutânea70a

8
(6)

6
(8)

11
(11)

2
(4)

93
(7)

47
(5)

36
(25)

19
(12)

3
(2)

2
(2)

8
(4)

2
(2)

Distúrbios vasculares45

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

embolismo121 e
trombose49b

2
(2)

NR

15
(15)

2
(4)

76
(5)

33
(4)

7
(5)

1
(1)

6
(4)

3
(3)

18
(8)

6
(6)

trombose49 de
veia profunda

NR

NR

NR)

NR

24
(2)

6
(1)

NR

NR

2
(1)

2
(2)

10
(5)

3
(3)

trombose49

NR

NR

4 (4)

1 (2)

18 (1)

6 (1)

NR

NR

2 (1)

NR

3 (1)

NR

hipertensão122c

35
(27)

20
(25)

32
(33)

5
(11)

43
(3)

24
(3)

3
(2)

4
(3)

NR

2
(2)

23
(11)

9
(9)

DSA = doação de sangue9 autólogo; NR = não relatado.
aErupção79 cutânea70 inclui urticária107 e angioedema109.
bInclui eventos arterial e venoso, fatal e não fatal, tais como trombose venosa profunda48, embolia47 pulmonar, trombose49 da retina50, trombose49 arterial (incluindo infarto do miocárdio20), acidentes vascular19 cerebral (isto é, derrame123 incluindo infarto51 cerebral e hemorragia52 cerebral), ataques de isquemia53 transitória e trombose49 de “shunt” (incluindo equipamento de diálise6) e trombose49 em aneurismas de shunt124 arteriovenoso.
chipertensão122 inclui crise hipertensiva e encefalopatia hipertensiva125.

Dados de pós-comercialização
Reação muito rara (ocorre em menos de 0,01% dos pacientes que utilizam este medicamento):

Distúrbios do sangue9 e sistema linfático126: aplasia de células12 vermelhas mediada por anticorpos13; trombocitemia (aumento de plaquetas56).

Informe ao seu médico, cirurgião-dentista ou farmacêutico o aparecimento de reações indesejáveis pelo uso do medicamento. Informe também à empresa através do seu serviço de atendimento.

O QUE FAZER SE ALGUÉM USAR UMA QUANTIDADE MAIOR DO QUE A INDICADA DESTE MEDICAMENTO?

A margem de segurança terapêutica85 de Eprex® é muito ampla. A superdose por alfaepoetina pode produzir efeitos que são derivados dos efeitos farmacológicos do hormônio127. Flebotomia128 pode ser realizada na ocorrência de níveis excessivamente altos de hemoglobina10. Deve-se tomar cuidados adicionais de suporte de acordo com o necessário.

Em caso de uso de grande quantidade deste medicamento, procure rapidamente socorro médico e leve a embalagem ou bula do medicamento, se possível. Ligue para 0800 722 6001, se você precisar de mais orientações.

DIZERES LEGAIS

 

Venda sob prescrição médica

 

MS- 1.1236.3337
Farm. Resp.: Marcos R. Pereira - CRF/SP nº 12.304

Registrado por:
JANSSEN-CILAG FARMACÊUTICA LTDA.
Avenida Presidente Juscelino Kubitschek, 2041,
São Paulo – SP CNPJ 51.780.468/0001-87

Fabricado por:
Cilag AG
Schaffhausen - Suíça

Importado por:
Janssen-Cilag Farmacêutica Ltda.
Rodovia Presidente Dutra, km 154
São José dos Campos – SP
CNPJ 51.780.468/0002-68

 

SAC 0800 701 1851


 

Antes de consumir qualquer medicamento, consulte seu médico (http://www.catalogo.med.br).

Complementos

1 Subcutânea: Feita ou situada sob a pele; hipodérmica.
2 Seringa: Dispositivo usado para injetar medicações ou outros líquidos nos tecidos do corpo. A seringa de insulina é formada por um tubo plástico com um êmbolo e uma agulha pequena na ponta.
3 Subcutâneo: Feito ou situado sob a pele. Hipodérmico.
4 Anemia: Condição na qual o número de células vermelhas do sangue está abaixo do considerado normal para a idade, resultando em menor oxigenação para as células do organismo.
5 Insuficiência renal: Condição crônica na qual o corpo retém líquido e excretas pois os rins não são mais capazes de trabalhar apropriadamente. Uma pessoa com insuficiência renal necessita de diálise ou transplante renal.
6 Diálise: Quando os rins estão muito doentes, eles deixam de realizar suas funções, o que pode levar a risco de vida. Nesta situação, é preciso substituir as funções dos rins de alguma maneira, o que pode ser feito realizando-se um transplante renal, ou através da diálise. A diálise é um tipo de tratamento que visa repor as funções dos rins, retirando as substâncias tóxicas e o excesso de água e sais minerais do organismo, estabelecendo assim uma nova situação de equilíbrio. Existem dois tipos de diálise: a hemodiálise e a diálise peritoneal.
7 Câncer: Crescimento anormal de um tecido celular capaz de invadir outros órgãos localmente ou à distância (metástases).
8 Quimioterapia: Método que utiliza compostos químicos, chamados quimioterápicos, no tratamento de doenças causadas por agentes biológicos. Quando aplicada ao câncer, a quimioterapia é chamada de quimioterapia antineoplásica ou quimioterapia antiblástica.
9 Sangue: O sangue é uma substância líquida que circula pelas artérias e veias do organismo. Em um adulto sadio, cerca de 45% do volume de seu sangue é composto por células (a maioria glóbulos vermelhos, glóbulos brancos e plaquetas). O sangue é vermelho brilhante, quando oxigenado nos pulmões (nos alvéolos pulmonares). Ele adquire uma tonalidade mais azulada, quando perde seu oxigênio, através das veias e dos pequenos vasos denominados capilares.
10 Hemoglobina: Proteína encarregada de transportar o oxigênio desde os pulmões até os tecidos do corpo. Encontra-se em altas concentrações nos glóbulos vermelhos.
11 Eletiva: 1. Relativo à eleição, escolha, preferência. 2. Em medicina, sujeito à opção por parte do médico ou do paciente. Por exemplo, uma cirurgia eletiva é indicada ao paciente, mas não é urgente. 3. Cujo preenchimento depende de eleição (diz-se de cargo). 4. Em bioquímica ou farmácia, aquilo que tende a se combinar com ou agir sobre determinada substância mais do que com ou sobre outra.
12 Células: Unidades (ou subunidades) funcionais e estruturais fundamentais dos organismos vivos. São compostas de CITOPLASMA (com várias ORGANELAS) e limitadas por uma MEMBRANA CELULAR.
13 Anticorpos: Proteínas produzidas pelo organismo para se proteger de substâncias estranhas como bactérias ou vírus. As pessoas que têm diabetes tipo 1 produzem anticorpos que destroem as células beta produtoras de insulina do próprio organismo.
14 Eritropoetina: É uma glicoproteína que controla a eritropoiese, ou seja, a produção de células vermelhas do sangue.
15 Alergia: Reação inflamatória anormal, perante substâncias (alérgenos) que habitualmente não deveriam produzi-la. Entre estas substâncias encontram-se poeiras ambientais, medicamentos, alimentos etc.
16 Coração: Órgão muscular, oco, que mantém a circulação sangüínea.
17 Artérias: Os vasos que transportam sangue para fora do coração.
18 Carótidas: Artérias originadas a partir da aorta torácica ou a partir de um dos seus ramos principais, encarregadas de conduzir o maior volume sangüíneo para as estruturas do crânio.Estão dispostas de cada lado do pescoço (carótidas externas), que a seguir ramifica-se em várias artérias e unem-se aos troncos arteriais derivados do circuito cerebral posterior, através dos ramos comunicantes posteriores.
19 Vascular: Relativo aos vasos sanguíneos do organismo.
20 Infarto do miocárdio: Interrupção do suprimento sangüíneo para o coração por estreitamento dos vasos ou bloqueio do fluxo. Também conhecido por ataque cardíaco.
21 Acidente vascular cerebral: Conhecido popularmente como derrame cerebral, o acidente vascular cerebral (AVC) ou encefálico é uma doença que consiste na interrupção súbita do suprimento de sangue com oxigênio e nutrientes para o cérebro, lesando células nervosas, o que pode resultar em graves conseqüências, como inabilidade para falar ou mover partes do corpo. Há dois tipos de derrame, o isquêmico e o hemorrágico.
22 Hipertensão arterial: Aumento dos valores de pressão arterial acima dos valores considerados normais, que no adulto são de 140 milímetros de mercúrio de pressão sistólica e 85 milímetros de pressão diastólica.
23 Pressão arterial: A relação que define a pressão arterial é o produto do fluxo sanguíneo pela resistência. Considerando-se a circulação como um todo, o fluxo total é denominado débito cardíaco, enquanto a resistência é denominada de resistência vascular periférica total.
24 Angina: Inflamação dos elementos linfáticos da garganta (amígdalas, úvula). Também é um termo utilizado para se referir à sensação opressiva que decorre da isquemia (falta de oxigênio) do músculo cardíaco (angina do peito).
25 Circulação: 1. Ato ou efeito de circular. 2. Facilidade de se mover usando as vias de comunicação; giro, curso, trânsito. 3. Movimento do sangue, fluxo de sangue através dos vasos sanguíneos do corpo e do coração.
26 Mãos: Articulação entre os ossos do metacarpo e as falanges.
27 Câimbras: Contrações involuntárias, espasmódicas e dolorosas de um ou mais músculos.
28 Coagulação: Ato ou efeito de coagular(-se), passando do estado líquido ao sólido.
29 Insuficiência hepática: Deterioração grave da função hepática. Pode ser decorrente de hepatite viral, cirrose e hepatopatia alcoólica (lesão hepática devido ao consumo de álcool) ou medicamentosa (causada por medicamentos como, por exemplo, o acetaminofeno). Para que uma insuficiência hepática ocorra, deve haver uma lesão de grande porção do fígado.
30 Menstruação: Sangramento cíclico através da vagina, que é produzido após um ciclo ovulatório normal e que corresponde à perda da camada mais superficial do endométrio uterino.
31 Gravidez: Condição de ter um embrião ou feto em desenvolvimento no trato reprodutivo feminino após a união de ovo e espermatozóide.
32 Encefalopatia: Qualquer patologia do encéfalo. O encéfalo é um conjunto que engloba o tronco cerebral, o cerebelo e o cérebro.
33 Cefaléias: Sinônimo de dor de cabeça. Este termo engloba todas as dores de cabeça existentes, ou seja, enxaqueca ou migrânea, cefaléia ou dor de cabeça tensional, cefaléia cervicogênica, cefaléia em pontada, cefaléia secundária a sinusite, etc... são tipos dentro do grupo das cefaléias ou dores de cabeça. A cefaléia tipo tensional é a mais comum (acomete 78% da população), seguida da enxaqueca ou migrânea (16% da população).
34 Enxaqueca: Sinônimo de migrânea. É a cefaléia cuja prevalência varia de 10 a 20% da população. Ocorre principalmente em mulheres com uma proporção homem:mulher de 1:2-3. As razões para esta preponderância feminina ainda não estão bem entendidas, mas suspeita-se de alguma relação com o hormônio feminino. Resulta da pressão exercida por vasos sangüíneos dilatados no tecido nervoso cerebral subjacente. O tratamento da enxaqueca envolve normalmente drogas vaso-constritoras para aliviar esta pressão. No entanto, esta medicamentação pode causar efeitos secundários no sistema circulatório e é desaconselhada a pessoas com problemas cardiológicos.
35 Sinal: 1. É uma alteração percebida ou medida por outra pessoa, geralmente um profissional de saúde, sem o relato ou comunicação do paciente. Por exemplo, uma ferida. 2. Som ou gesto que indica algo, indício. 3. Dinheiro que se dá para garantir um contrato.
36 Epilepsia: Alteração temporária e reversível do funcionamento cerebral, que não tenha sido causada por febre, drogas ou distúrbios metabólicos. Durante alguns segundos ou minutos, uma parte do cérebro emite sinais incorretos, que podem ficar restritos a esse local ou espalhar-se. Quando restritos, a crise será chamada crise epiléptica parcial; quando envolverem os dois hemisférios cerebrais, será uma crise epiléptica generalizada. O paciente pode ter distorções de percepção, movimentos descontrolados de uma parte do corpo, medo repentino, desconforto no estômago, ver ou ouvir de maneira diferente e até perder a consciência - neste caso é chamada de crise complexa. Depois do episódio, enquanto se recupera, a pessoa pode sentir-se confusa e ter déficits de memória. Existem outros tipos de crises epilépticas.
37 Infecções: Doença produzida pela invasão de um germe (bactéria, vírus, fungo, etc.) em um organismo superior. Como conseqüência da mesma podem ser produzidas alterações na estrutura ou funcionamento dos tecidos comprometidos, ocasionando febre, queda do estado geral, e inúmeros sintomas que dependem do tipo de germe e da reação imunológica perante o mesmo.
38 SNC: Principais órgãos processadores de informação do sistema nervoso, compreendendo cérebro, medula espinhal e meninges.
39 Metástases: Formação de tecido tumoral, localizada em um lugar distante do sítio de origem. Por exemplo, pode se formar uma metástase no cérebro originário de um câncer no pulmão. Sua gravidade depende da localização e da resposta ao tratamento instaurado.
40 Hepática: Relativa a ou que forma, constitui ou faz parte do fígado.
41 Metabolismo: É o conjunto de transformações que as substâncias químicas sofrem no interior dos organismos vivos. São essas reações que permitem a uma célula ou um sistema transformar os alimentos em energia, que será ultilizada pelas células para que as mesmas se multipliquem, cresçam e movimentem-se. O metabolismo divide-se em duas etapas: catabolismo e anabolismo.
42 Eritrócitos: Células vermelhas do sangue. Os eritrócitos maduros são anucleados, têm forma de disco bicôncavo e contêm HEMOGLOBINA, cuja função é transportar OXIGÊNIO. Sinônimos: Corpúsculos Sanguíneos Vermelhos; Corpúsculos Vermelhos Sanguíneos; Corpúsculos Vermelhos do Sangue; Glóbulos Vermelhos; Hemácias
43 Incidência: Medida da freqüência em que uma doença ocorre. Número de casos novos de uma doença em um certo grupo de pessoas por um certo período de tempo.
44 Trombóticos: Relativo à trombose, ou seja, à formação ou desenvolvimento de um trombo (coágulo).
45 Vasculares: Relativo aos vasos sanguíneos do organismo.
46 Tromboses: Formações de trombos no interior de um vaso sanguíneo. Podem ser venosas ou arteriais e produzem diferentes sintomas segundo os territórios afetados. A trombose de uma artéria coronariana pode produzir um infarto do miocárdio.
47 Embolia: Impactação de uma substância sólida (trombo, colesterol, vegetação, inóculo bacteriano), líquida ou gasosa (embolia gasosa) em uma região do circuito arterial com a conseqüente obstrução do fluxo e isquemia.
48 Trombose Venosa Profunda: Caracteriza-se pela formação de coágulos no interior das veias profundas da perna. O que mais chama a atenção é o edema (inchaço) e a dor, normalmente restritos a uma só perna. O edema pode se localizar apenas na panturrilha e pé ou estar mais exuberante na coxa, indicando que o trombo se localiza nas veias profundas dessa região ou mais acima da virilha. Uma de suas principais conseqüências a curto prazo é a embolia pulmonar, que pode deixar seqüelas ou mesmo levar à morte. Fatores individuais de risco são: varizes de membros inferiores, idade maior que 40 anos, obesidade, trombose prévia, uso de anticoncepcionais, terapia de reposição hormonal, entre outras.
49 Trombose: Formação de trombos no interior de um vaso sanguíneo. Pode ser venosa ou arterial e produz diferentes sintomas segundo os territórios afetados. A trombose de uma artéria coronariana pode produzir um infarto do miocárdio.
50 Retina: Parte do olho responsável pela formação de imagens. É como uma tela onde se projetam as imagens: retém as imagens e as traduz para o cérebro através de impulsos elétricos enviados pelo nervo óptico. Possui duas partes: a retina periférica e a mácula.
51 Infarto: Morte de um tecido por irrigação sangüínea insuficiente. O exemplo mais conhecido é o infarto do miocárdio, no qual se produz a obstrução das artérias coronárias com conseqüente lesão irreversível do músculo cardíaco.
52 Hemorragia: Saída de sangue dos vasos sanguíneos ou do coração para o exterior, para o interstício ou para cavidades pré-formadas do organismo.
53 Isquemia: Insuficiência absoluta ou relativa de aporte sanguíneo a um ou vários tecidos. Suas manifestações dependem do tecido comprometido, sendo a mais frequente a isquemia cardíaca, capaz de produzir infartos, isquemia cerebral, produtora de acidentes vasculares cerebrais, etc.
54 Anemia hemolítica: Doença hereditária que faz com que os glóbulos vermelhos do sangue se desintegrem no interior dos veios sangüíneos (hemólise intravascular) ou em outro lugar do organismo (hemólise extravascular). Pode ter várias causas e ser congênita ou adquirida. O tratamento depende da causa.
55 Talassemia: Anemia mediterrânea ou talassemia. Tipo de anemia hereditária, de transmissão recessiva, causada pela redução ou ausência da síntese da cadeia de hemoglobina, uma proteína situada no interior do glóbulos vermelhos e que tem a função de transportar o oxigênio. É classificada dentro das hemoglobinopatias. Afeta principalmente populações da Itália e da Grécia (e seus descendentes), banhadas pelo Mar Mediterrâneo.
56 Plaquetas: Elemento do sangue (não é uma célula porque não apresenta núcleo) produzido na medula óssea, cuja principal função é participar da coagulação do sangue através da formação de conglomerados que tamponam o escape do sangue por uma lesão em um vaso sangüíneo.
57 Vitamina: Compostos presentes em pequenas quantidades nos diversos alimentos e nutrientes e que são indispensáveis para o desenvolvimento dos processos biológicos normais.
58 Infecção: Doença produzida pela invasão de um germe (bactéria, vírus, fungo, etc.) em um organismo superior. Como conseqüência da mesma podem ser produzidas alterações na estrutura ou funcionamento dos tecidos comprometidos, ocasionando febre, queda do estado geral, e inúmeros sintomas que dependem do tipo de germe e da reação imunológica perante o mesmo.
59 Inflamação: Conjunto de processos que se desenvolvem em um tecido em resposta a uma agressão externa. Incluem fenômenos vasculares como vasodilatação, edema, desencadeamento da resposta imunológica, ativação do sistema de coagulação, etc.Quando se produz em um tecido superficial (pele, tecido celular subcutâneo) pode apresentar tumefação, aumento da temperatura local, coloração avermelhada e dor (tétrade de Celso, o cientista que primeiro descreveu as características clínicas da inflamação).
60 Hemólise: Alteração fisiológica ou patológica, com dissolução ou destruição dos glóbulos vermelhos do sangue causando liberação de hemoglobina. É também conhecida por hematólise, eritrocitólise ou eritrólise. Pode ser produzida por algumas anemias congênitas ou adquiridas, como consequência de doenças imunológicas, etc.
61 Fibrose: 1. Aumento das fibras de um tecido. 2. Formação ou desenvolvimento de tecido conjuntivo em determinado órgão ou tecido como parte de um processo de cicatrização ou de degenerescência fibroide.
62 Medula Óssea: Tecido mole que preenche as cavidades dos ossos. A medula óssea apresenta-se de dois tipos, amarela e vermelha. A medula amarela é encontrada em cavidades grandes de ossos grandes e consiste em sua grande maioria de células adiposas e umas poucas células sangüíneas primitivas. A medula vermelha é um tecido hematopoiético e é o sítio de produção de eritrócitos e leucócitos granulares. A medula óssea é constituída de um rede, em forma de treliça, de tecido conjuntivo, contendo fibras ramificadas e preenchida por células medulares.
63 Suplementação: Que serve de suplemento para suprir o que falta, que completa ou amplia.
64 Para pacientes: Você pode utilizar este texto livremente com seus pacientes, inclusive alterando-o, de acordo com a sua prática e experiência. Conheça todos os materiais Para Pacientes disponíveis para auxiliar, educar e esclarecer seus pacientes, colaborando para a melhoria da relação médico-paciente, reunidos no canal Para Pacientes . As informações contidas neste texto são baseadas em uma compilação feita pela equipe médica da Centralx. Você deve checar e confirmar as informações e divulgá-las para seus pacientes de acordo com seus conhecimentos médicos.
65 Porfiria: Constituem um grupo de pelo menos oito doenças genéticas distintas, além de formas adquiridas, decorrentes de deficiências enzimáticas específicas na via de biossíntese do heme, que levam à superprodução e acumulação de precursores metabólicos, para cada qual correspondendo um tipo particular de porfiria. Fatores ambientais, tais como: medicamentos, álcool, hormônios, dieta, estresse, exposição solar e outros desempenham um papel importante no desencadeamento e curso destas doenças.
66 Pele: Camada externa do corpo, que o protege do meio ambiente. Composta por DERME e EPIDERME.
67 Eritema multiforme: Condição aguda, auto-limitada, caracterizada pelo início abrupto de pápulas vermelhas fixas simétricas, algumas evoluindo em lesões em forma de “alvo”. A lesão alvo são zonas concêntricas de alterações de coloração com a área central púrpura ou escura e a externa vermelha. Elas irão desenvolver vesícula ou crosta na zona central após vários dias. Vinte porcento de todos os casos ocorrem na infância.O eritema multiforme geralmente é precipitado pelo vírus do herpes simples, Mycoplasma pneumoniae ou histoplasmose.
68 Síndrome de Stevens-Johnson: Forma grave, às vezes fatal, de eritema bolhoso, que acomete a pele e as mucosas oral, genital, anal e ocular. O início é geralmente abrupto, com febre, mal-estar, dores musculares e artralgia. Pode evoluir para um quadro toxêmico com alterações do sistema gastrointestinal, sistema nervoso central, rins e coração (arritmias e pericardite). O prognóstico torna-se grave principalmente em pessoas idosas e quando ocorre infecção secundária. Pode ser desencadeado por: sulfas, analgésicos, barbitúricos, hidantoínas, penicilinas, infecções virais e bacterianas.
69 Necrólise Epidérmica Tóxica: Sinônimo de Síndrome de Lyell. Caracterizada por necrólise da epiderme. Tem como características iniciais sintomas inespecíficos, influenza-símile, tais como febre, dor de garganta, tosse e queimação ocular, considerados manifestações prodrômicas que precedem o acometimento cutâneo-mucoso. Erupção eritematosa surge simetricamente na face e na parte superior do tronco, provocando sintomas de queimação ou dolorimento da pele. Progressivamente envolvem o tórax anterior e o dorso. O ápice do processo é constituído pela característica denudação da epiderme necrótica, a qual é destacada em verdadeiras lamelas ou retalhos, dentro das áreas acometidas pelo eritema de base. O paciente tem o aspecto de grande queimado, com a derme desnuda, sangrante, eritêmato-purpúrica e com contínua eliminação de serosidade, contribuindo para o desequilíbrio hidroeletrolítico e acentuada perda protéica. Graves seqüelas oculares e esofágicas têm sido relatadas.Constitui uma reação adversa a medicamentos rara. As drogas que mais comumente a causam são as sulfas, o fenobarbital, a carbamazepina, a dipirona, piroxicam, fenilbutazona, aminopenicilinas e o alopurinol.
70 Cutânea: Que diz respeito à pele, à cútis.
71 Mortalidade: A taxa de mortalidade ou coeficiente de mortalidade é um dado demográfico do número de óbitos, geralmente para cada mil habitantes em uma dada região, em um determinado período de tempo.
72 Hemodiálise: Tipo de diálise que vai promover a retirada das substâncias tóxicas, água e sais minerais do organismo através da passagem do sangue por um filtro. A hemodiálise, em geral, é realizada 3 vezes por semana, em sessões com duração média de 3 a 4 horas, com o auxílio de uma máquina, dentro de clínicas especializadas neste tratamento. Para que o sangue passe pela máquina, é necessária a colocação de um catéter ou a confecção de uma fístula, que é um procedimento realizado mais comumente nas veias do braço, para permitir que estas fiquem mais calibrosas e, desta forma, forneçam o fluxo de sangue adequado para ser filtrado.
73 Hipotensão: Pressão sanguínea baixa ou queda repentina na pressão sanguínea. A hipotensão pode ocorrer quando uma pessoa muda rapidamente de uma posição sentada ou deitada para a posição de pé, causando vertigem ou desmaio.
74 Fístula: Comunicação anormal entre dois órgãos ou duas seções de um mesmo órgão entre si ou com a superfície. Possui um conduto de paredes próprias.
75 Estenoses: Estreitamentos patológicos de um conduto, canal ou orifício.
76 Eletrólitos: Em eletricidade, é um condutor elétrico de natureza líquida ou sólida, no qual cargas são transportadas por meio de íons. Em química, é uma substância que dissolvida em água se torna condutora de corrente elétrica.
77 Hepatite: Inflamação do fígado, caracterizada por coloração amarela da pele e mucosas (icterícia), dor na região superior direita do abdome, cansaço generalizado, aumento do tamanho do fígado, etc. Pode ser produzida por múltiplas causas como infecções virais, toxicidade por drogas, doenças imunológicas, etc.
78 Transfusão: Introdução na corrente sangüínea de sangue ou algum de seus componentes. Podem ser transfundidos separadamente glóbulos vermelhos, plaquetas, plasma, fatores de coagulação, etc.
79 Erupção: 1. Ato, processo ou efeito de irromper. 2. Aumento rápido do brilho de uma estrela ou de pequena região da atmosfera solar. 3. Aparecimento de lesões de natureza inflamatória ou infecciosa, geralmente múltiplas, na pele e mucosas, provocadas por vírus, bactérias, intoxicações, etc. 4. Emissão de materiais magmáticos por um vulcão (lava, cinzas etc.).
80 HIV: Abreviatura em inglês do vírus da imunodeficiência humana. É o agente causador da AIDS.
81 Anemia Ferropriva: Anemia por deficiência de ferro. É o tipo mais comum de anemia. Há redução da quantidade total de ferro corporal até a exaustão das reservas de ferro. O fornecimento de ferro é insuficiente para atingir as necessidades de diferentes tecidos, incluindo as necessidades para a formação de hemoglobina e dos glóbulos vermelhos.
82 Injeção: Infiltração de medicação ou nutrientes líquidos no corpo através de uma agulha e seringa.
83 Fármaco: Qualquer produto ou preparado farmacêutico; medicamento.
84 Sistema imune: Sistema de defesa do organismo contra infecções e outros ataques de micro-organismos que enfraquecem o nosso corpo.
85 Terapêutica: Terapia, tratamento de doentes.
86 Insuficiência Cardíaca Congestiva: É uma incapacidade do coração para efetuar as suas funções de forma adequada como conseqüência de enfermidades do próprio coração ou de outros órgãos. O músculo cardíaco vai diminuindo sua força para bombear o sangue para todo o organismo.
87 Amamentação: Ato da nutriz dar o peito e o lactente mamá-lo diretamente. É um fenômeno psico-sócio-cultural. Dar de mamar a; criar ao peito; aleitar; lactar... A amamentação é uma forma de aleitamento, mas há outras formas.
88 Saúde: 1. Estado de equilíbrio dinâmico entre o organismo e o seu ambiente, o qual mantém as características estruturais e funcionais do organismo dentro dos limites normais para sua forma de vida e para a sua fase do ciclo vital. 2. Estado de boa disposição física e psíquica; bem-estar. 3. Brinde, saudação que se faz bebendo à saúde de alguém. 4. Força física; robustez, vigor, energia.
89 Diálise peritoneal: Ao invés de utilizar um filtro artificial para “limpar“ o sangue, é utilizado o peritônio, que é uma membrana localizada dentro do abdômen e que reveste os órgãos internos. Através da colocação de um catéter flexível no abdômen, é feita a infusão de um líquido semelhante a um soro na cavidade abdominal. Este líquido, que chamamos de banho de diálise, vai entrar em contato com o peritônio, e por ele será feita a retirada das substâncias tóxicas do sangue. Após um período de permanência do banho de diálise na cavidade abdominal, este fica saturado de substâncias tóxicas e é então retirado, sendo feita em seguida a infusão de novo banho de diálise. Esse processo é realizado de uma forma contínua e é conhecido por CAPD, sigla em inglês que significa diálise peritoneal ambulatorial contínua. A diálise peritoneal é uma forma segura de tratamento realizada atualmente por mais de 100.000 pacientes no mundo todo.
90 Hematócrito: Exame de laboratório que expressa a concentração de glóbulos vermelhos no sangue.
91 Cabeça:
92 Êmbolo: 1. Cilindro ou disco que se move em vaivém no interior de seringas, bombas, etc. 2. Na engenharia mecânica, é um cilindro metálico deslizante que recebe um movimento de vaivém no interior de um cilindro de motor de combustão interna. 3. Em artes gráficas, é uma haste de ferro com um cilindro, articulada para comprimir e lançar o chumbo ao molde. 4. Em patologia, é um coágulo ou outro tampão trazido pela corrente sanguínea a partir de um vaso distante, que obstrui a circulação ao ser forçado contra um vaso menor. 5. Na anatomia zoológica, nas aranhas, é um prolongamento delgado no ápice do aparelho copulador masculino.
93 Face: Parte anterior da cabeça que inclui a pele, os músculos e as estruturas da fronte, olhos, nariz, boca, bochechas e mandíbula.
94 Coxa: É a região situada abaixo da virilha e acima do joelho, onde está localizado o maior osso do corpo humano, o fêmur.
95 Parede Abdominal: Margem externa do ABDOME que se estende da cavidade torácica osteocartilaginosa até a PELVE. Embora sua maior parte seja muscular, a parede abdominal consiste em pelo menos sete camadas Músculos Abdominais;
96 Umbigo: Depressão no centro da PAREDE ABDOMINAL, marcando o ponto onde o CORDÃO UMBILICAL entrava no feto. OMPHALO- (navel)
97 Antisséptico: Que ou o que impede a contaminação e combate a infecção.
98 Efeitos colaterais: 1. Ação não esperada de um medicamento. Ou seja, significa a ação sobre alguma parte do organismo diferente daquela que precisa ser tratada pelo medicamento. 2. Possível reação que pode ocorrer durante o uso do medicamento, podendo ser benéfica ou maléfica.
99 Diarréia: Aumento do volume, freqüência ou quantidade de líquido nas evacuações.Deve ser a manifestação mais freqüente de alteração da absorção ou transporte intestinal de substâncias, alterações estas que em geral são devidas a uma infecção bacteriana ou viral, a toxinas alimentares, etc.
100 Náusea: Vontade de vomitar. Forma parte do mecanismo complexo do vômito e pode ser acompanhada de sudorese, sialorréia (salivação excessiva), vertigem, etc.
101 Vômito: É a expulsão ativa do conteúdo gástrico pela boca. Pode ser classificado como: alimentar, fecalóide, biliar, em jato, pós-prandial. Sinônimo de êmese. Os medicamentos que agem neste sintoma são chamados de antieméticos.
102 Febre: É a elevação da temperatura do corpo acima dos valores normais para o indivíduo. São aceitos como valores de referência indicativos de febre: temperatura axilar ou oral acima de 37,5°C e temperatura retal acima de 38°C. A febre é uma reação do corpo contra patógenos.
103 Sintomas: Alterações da percepção normal que uma pessoa tem de seu próprio corpo, do seu metabolismo, de suas sensações, podendo ou não ser um indício de doença. Os sintomas são as queixas relatadas pelo paciente mas que só ele consegue perceber. Sintomas são subjetivos, sujeitos à interpretação pessoal. A variabilidade descritiva dos sintomas varia em função da cultura do indivíduo, assim como da valorização que cada pessoa dá às suas próprias percepções.
104 Articulações:
105 Vertigem: Alucinação de movimento. Pode ser devido à doença do sistema de equilíbrio, reação a drogas, etc.
106 Calafrios: 1. Conjunto de pequenas contrações da pele e dos músculos cutâneos ao longo do corpo, muitas vezes com tremores fortes e palidez, que acompanham uma sensação de frio provocada por baixa temperatura, má condição orgânica ou ainda por medo, horror, nojo, etc. 2. Sensação de frio e tremores fortes, às vezes com bater de dentes, que precedem ou acompanham acessos de febre.
107 Urticária: Reação alérgica manifestada na pele como elevações pruriginosas, acompanhadas de vermelhidão da mesma. Pode afetar uma parte ou a totalidade da pele. Em geral é autolimitada e cede em pouco tempo, podendo apresentar períodos de melhora e piora ao longo de vários dias.
108 Reação anafilática: É um tipo de reação alérgica sistêmica aguda. Esta reação ocorre quando a pessoa foi sensibilizada (ou seja, quando o sistema imune foi condicionado a reconhecer uma substância como uma ameaça ao organismo). Na segunda exposição ou nas exposições subseqüentes, ocorre uma reação alérgica. Essa reação é repentina, grave e abrange o corpo todo. O sistema imune libera anticorpos. Os tecidos liberam histamina e outras substâncias. Esse mecanismo causa contrações musculares, constrição das vias respiratórias, dificuldade respiratória, dor abdominal, cãimbras, vômitos e diarréia. A histamina leva à dilatação dos vasos sangüíneos (que abaixa a pressão sangüínea) e o vazamento de líquidos da corrente sangüínea para os tecidos (que reduzem o volume de sangue) o que provoca o choque. Ocorrem com freqüência a urticária e o angioedema - este angioedema pode resultar na obstrução das vias respiratórias. Uma anafilaxia prolongada pode causar arritmia cardíaca.
109 Angioedema: Caracteriza-se por áreas circunscritas de edema indolor e não-pruriginoso decorrente de aumento da permeabilidade vascular. Os locais mais acometidos são a cabeça e o pescoço, incluindo os lábios, assoalho da boca, língua e laringe, mas o edema pode acometer qualquer parte do corpo. Nos casos mais avançados, o angioedema pode causar obstrução das vias aéreas. A complicação mais grave é o inchaço na garganta (edema de glote).
110 Pálpebras:
111 Convulsão: Episódio agudo caracterizado pela presença de contrações musculares espasmódicas permanentes e/ou repetitivas (tônicas, clônicas ou tônico-clônicas). Em geral está associada à perda de consciência e relaxamento dos esfíncteres. Pode ser devida a medicamentos ou doenças.
112 Sinais: São alterações percebidas ou medidas por outra pessoa, geralmente um profissional de saúde, sem o relato ou comunicação do paciente. Por exemplo, uma ferida.
113 Placebo: Preparação neutra quanto a efeitos farmacológicos, ministrada em substituição a um medicamento, com a finalidade de suscitar ou controlar as reações, geralmente de natureza psicológica, que acompanham tal procedimento terapêutico.
114 Edema: 1. Inchaço causado pelo excesso de fluidos no organismo. 2. Acúmulo anormal de líquido nos tecidos do organismo, especialmente no tecido conjuntivo.
115 Tecido conjuntivo: Tecido que sustenta e conecta outros tecidos. Consiste de CÉLULAS DO TECIDO CONJUNTIVO inseridas em uma grande quantidade de MATRIZ EXTRACELULAR.
116 Artralgia: Dor em uma articulação.
117 Mialgia: Dor que se origina nos músculos. Pode acompanhar outros sintomas como queda no estado geral, febre e dor de cabeça nas doenças infecciosas. Também pode estar associada a diferentes doenças imunológicas.
118 Cefaleia: Sinônimo de dor de cabeça. Este termo engloba todas as dores de cabeça existentes, ou seja, enxaqueca ou migrânea, cefaleia ou dor de cabeça tensional, cefaleia cervicogênica, cefaleia em pontada, cefaleia secundária a sinusite, etc... são tipos dentro do grupo das cefaleias ou dores de cabeça. A cefaleia tipo tensional é a mais comum (acomete 78% da população), seguida da enxaqueca ou migrânea (16% da população).
119 Mediastino: Região anatômica do tórax onde se localizam diversas estruturas, dentre elas o coração.
120 Tecido: Conjunto de células de características semelhantes, organizadas em estruturas complexas para cumprir uma determinada função. Exemplo de tecido: o tecido ósseo encontra-se formado por osteócitos dispostos em uma matriz mineral para cumprir funções de sustentação.
121 Embolismo: É o mesmo que embolia, mas é um termo menos usado. Significa obstrução de um vaso, frequentemente uma artéria, pela migração de um corpo estranho (chamado de êmbolo) levado pela corrente sanguínea.
122 Hipertensão: Condição presente quando o sangue flui através dos vasos com força maior que a normal. Também chamada de pressão alta. Hipertensão pode causar esforço cardíaco, dano aos vasos sangüíneos e aumento do risco de um ataque cardíaco, derrame ou acidente vascular cerebral, além de problemas renais e morte.
123 Derrame: Conhecido popularmente como derrame cerebral, o acidente vascular cerebral (AVC) ou encefálico é uma doença que consiste na interrupção súbita do suprimento de sangue com oxigênio e nutrientes para o cérebro, lesando células nervosas, o que pode resultar em graves conseqüências, como inabilidade para falar ou mover partes do corpo. Há dois tipos de derrame, o isquêmico e o hemorrágico.
124 Shunt: 1. Em cirurgia, é o desvio de depósitos de líquido para uma estrutura que o absorva ou o excrete. O shunt é feito por meio da criação de uma fístula ou de um dispositivo mecânico. 2. Em patologia, é a passagem anormal de sangue de uma cavidade para outra. 3. Em eletricidade, é o condutor que liga dois pontos num circuito elétrico e forma um caminho paralelo ou alternativo através do qual parte da corrente pode passar.
125 Encefalopatia hipertensiva: É o aumento difuso da pressão intracraniana que pode resultar de uma complicação da má evolução da hipertensão arterial.
126 Sistema Linfático: Um sistema de órgãos e tecidos que processa e transporta células imunes e LINFA.
127 Hormônio: Substância química produzida por uma parte do corpo e liberada no sangue para desencadear ou regular funções particulares do organismo. Por exemplo, a insulina é um hormônio produzido pelo pâncreas que diz a outras células quando usar a glicose para energia. Hormônios sintéticos, usados como medicamentos, podem ser semelhantes ou diferentes daqueles produzidos pelo organismo.
128 Flebotomia: Incisão (corte) ou sangria venosa.

Tem alguma dúvida sobre Eprex?

Pergunte diretamente a um especialista

Sua pergunta será enviada aos especialistas do CatalogoMed, veja as dúvidas já respondidas.