Preço de Gastrol (Suspensão oral) em Houston/SP: R$ 34,11

Gastrol (Suspensão oral)

BRAINFARMA INDÚSTRIA QUÍMICA E FARMACÊUTICA S.A

Atualizado em 12/08/2019

IDENTIFICAÇÃO DO MEDICAMENTO

GASTROL®
hidróxido de magnésio + carbonato de cálcio + hidróxido de alumínio
Suspensão oral

APRESENTAÇÃO

Suspensão oral
Embalagem contendo 1 frasco com 250 mL

VIA DE ADMINISTRAÇÃO: ORAL
USO ADULTO

COMPOSIÇÃO

Cada mL da suspensão contém:

hidróxido de magnésio 125 mg
carbonato de cálcio 50 mg
hidróxido de alumínio 180 mg
veículo q.s.p 1 mL

Excipientes: ácido cítrico, simeticona, manitol, metilparabeno, propilparabeno, óleo de menta, propilenoglicol, sacarina1 sódica, sorbitol2, petrolato líquido, goma guar, peróxido de hidrogênio e água.

INFORMAÇÕES AO PACIENTE

PARA QUE ESTE MEDICAMENTO É INDICADO?

Como antiácido3 no tratamento sintomático4 da hiperacidez gástrica e suas complicações. Na úlcera péptica5.

COMO ESTE MEDICAMENTO FUNCIONA?

Gastrol® Suspensão é uma associação de 3 compostos de ação antiácida, indicados na redução da hiperacidez gástrica e no alívio da úlcera péptica5.

Gastrol® Suspensão é um medicamento cuja associação de antiácidos6 atua eficazmente no combate da hiperacidez gástrica e dos desconfortos de ordem gastroduodenal, decorrentes desta. Este medicamento é um neutralizante da acidez e protetor da mucosa7 gastroduodenal (esôfago8 e estômago9). Tem eficácia imediata, uma vez que rapidamente reage com os ácidos do estômago9, neutralizando a acidez do estômago9.

QUANDO NÃO DEVO USAR ESTE MEDICAMENTO?

Este produto é contraindicado em pacientes que apresentem hipersensibilidade a qualquer um dos componentes da fórmula.

Este medicamento é contraindicado nos estados edematosos (inchaço10 e retenção líquida), nas nefrites (inflamação11 nos rins12), na alcalose13 (alteração nos fluidos corporais), na albuminúria14 (perda de proteínas15 pela urina16) e nas anemias. A terapia com carbonato de cálcio é contraindicada em pacientes com hipercalcemia (excesso de cálcio no sangue17) preexistente, hipercalciúria18 (excesso de cálcio na urina16), em pacientes com dieta pobre em fósforo, inclusive por hiperparatireoidismo (doença caracterizada pelo excesso de funcionamento das glândulas19 paratireoides, causando aumento do hormônio20 da paratireoide (PTH) e levando a sinais21 e sintomas22 decorrentes do aumento de cálcio no sangue17 (hipercalcemia), na urina16 (hipercalciúria18) e da retirada de cálcio dos ossos (osteoporose23 e cistos ósseos)), em neoplasias24 (alteração das células25) ou sarcoidose26 (doença de causa desconhecida com diversos sintomas22 na pele27 e órgãos), em pacientes com doença renal28 ou desidratação29, pelo risco de desenvolverem calcinose (acúmulo de cálcio em qualquer tecido30 mole).

O hidróxido de alumínio e hidróxido de magnésio são contraindicados em pacientes com doença renal28, incluindo insuficiência renal31 (perda da capacidade funcional dos rins12) e insuficiência renal31 grave. Deve ser usado com cautela em pacientes com insuficiência renal31 leve a moderada, devido o aumento do risco de hipermagnesemia (excesso de magnésio no sangue17) e em pacientes idosos. O hidróxido de alumínio/hidróxido de magnésio não são recomendados para pacientes32 com colite33 ulcerativa (doença inflamatória intestinal - DII - que afeta o intestino grosso34 e o reto35), que pode ser agravada pelo efeito laxante36 do magnésio contido nos antiácido3. Hidróxido de alumínio/hidróxido de magnésio não são recomendados para pacientes32 que serão ou foram submetidos à colostomia37 (procedimento cirúrgico que consiste em fazer-se uma abertura na parede abdominal38, temporária ou permanente, e ligar nela uma terminação do intestino, pela qual as fezes e gases passam a ser eliminados), ileostomia (procedimento cirúrgico no intestino delgado39), ou que apresentam diverticulite40 (inflamação11 do intestino grosso34), uma vez que aumentam o risco de desenvolver um desequilíbrio eletrolítico.

Este medicamento é contraindicado para uso por pacientes com insuficiência renal31.

O QUE DEVO SABER ANTES DE USAR ESTE MEDICAMENTO?

O uso deste medicamento contendo carbonato de cálcio, hidróxido de alumínio e hidróxido de magnésio deve ser cuidadoso em pacientes com constipação41 (intestino preso) preexistente ou com histórico de impactação fecal (constipação41 extremamente crônica e grave), hemorroidas42, obstrução gastrintestinal ou diminuição da motilidade gástrica; é possível que essas condições sejam agravadas, e esses pacientes possam desenvolver sepse43 (infecção44 grave do organismo por germes), peritonite45 (inflamação11 da membrana que cobre órgãos abdominais) ou isquemia46 intestinal (redução do suprimento sanguíneo no intestino).

Antiácidos6 contendo hidróxido de alumínio e hidróxido de magnésio, como o Gastrol® Suspensão, devem ser utilizados cuidadosamente em pacientes idosos e com dano renal28 leve a moderado (devido ao risco elevado de desenvolver hipermagnesemia (acúmulo de magnésio no sangue17) e uma consequente toxicidade47 por magnésio), além de pacientes em dietas com restrição de sódio, pacientes com insuficiência cardíaca48, edema49 ou doença hepática50 grave.

Este medicamento deve ser usado com cautela em pacientes com diarreia51 crônica, pois a diarreia51 pode ser agravada pelo efeito laxante36 do magnésio, podendo aumentar o risco de hipofosfatemia (redução de fosfato no sangue17) desenvolvimento este associado com o componente alumínio.

Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica ou do cirurgião-dentista.

Interações Medicamentosas

O uso de Gastrol® Suspensão deve ser feito com cautela quando associado aos seguintes medicamentos:

  • acidificantes urinários: (cloreto de amônio, vitamina52 C e fosfato ácido de sódio) interagem com hidróxido de alumínio e hidróxido de magnésio alcalinizando a urina16. O uso frequente de doses elevadas de antiácido3 deve ser evitado em pacientes que fazem uso de acidificantes urinários.
  • isoniazida: pode ocorrer diminuição da absorção; administre isoniazida pelo menos 1 hora antes do antiácido3.
  • salicilatos: o hidróxido de alumínio e hidróxido de magnésio podem alcalinizar a urina16 e aumentar a depuração renal28 de salicilatos; o ajuste de salicilato pode ser necessário, especialmente em pacientes que fazem uso de altas doses de salicilatos.
  • ácido ursodesoxicólico: seu efeito pode ser reduzido quando administrado em conjunto com os antiácidos6 contendo hidróxido de alumínio e hidróxido de magnésio; deve-se administrar o ácido ursodesoxicólico pelo menos 1 hora antes, ou 2 horas depois de hidróxido de alumínio e hidróxido de magnésio.
  • alopurinol: a absorção de alopurinol pode ser alterada quando administrada concomitantemente ao hidróxido de alumínio e hidróxido de magnésio, por isso deve-se administrar alopurinol pelo menos 3 horas antes de administrar hidróxido de alumínio e hidróxido de magnésio.
  • cefpodoxima: a absorção de cefpodoxima pode ser alterada pelo uso simultâneo com carbonato de cálcio, alterando seus efeitos esperados.
  • cetoconazol e itraconazol: antiácidos6 podem diminuir a absorção e, consequentemente, os efeitos desses agentes; recomenda-se a administração de antiácidos6 4 horas antes ou 3 horas após o uso desses fungicidas.
  • digoxina: a absorção oral de digoxina pode ser diminuída quando administrados com antiácidos6, reduzindo sua eficácia.
  • Antimuscarínicos (atropina, escopolamina, glicopirrolato, ipratrópio), captopril, clordiazepóxido, delavirdina, indometacina, penicilina, fenitoína e fenotiazinas (principalmente clorpromazina): antiácidos6 podem inibir a absorção oral dessas drogas, diminuindo seus efeitos; assim, a administração simultânea deve ser evitada, separando as doses em, no mínimo, 2 horas, para evitar a interação medicamentosa.
  • tetraciclinas: alguns estudos relatam a redução da absorção oral causada pelo aumento da excreção em função dos ativos do Gastrol® Suspensão. As doses de tetraciclinas devem ser administradas entre 1 a 2 horas após o uso de antiácidos6.
  • quinolonas (ciprofloxacino e norfloxacino): para pacientes32 utilizando esses antibióticos, antiácidos6 como o Gastrol® Suspensão podem ocasionar toxicidade47 renal28, além de aumentar a absorção dessas drogas, aumentando seus efeitos; as doses orais de quinolonas devem ser administradas, no mínimo, 4 horas antes ou 2 horas depois do uso de antiácidos6.
  • memantina: antiácidos6 podem diminuir a eliminação da memantina, resultando no acúmulo desta droga no organismo e em toxicidade47 potencial.
  • metenamina: agentes alcalinizantes (antiácidos6) podem inibir a eficácia da metenamina.
  • quinina: antiácidos6 podem aumentar o risco de toxicidade47 pela quinina.
  • tolmetina: por ter seus efeitos diminuídos, recomenda-se o uso de antiácidos6 contendo hidróxido de alumínio para minimizar a irritação gastrintestinal, se necessário.
  • mefloquina: antiácidos6 podem aumentar o risco de reações adversas, especialmente em pacientes com histórico de doenças neurológicas e psiquiátricas.
  • bisacodil: antiácidos6 podem afetar a dissolução e os efeitos de comprimidos de bisacodil, por isso, deve-se manter um intervalo de 1 hora em relação ao uso de antiácidos6.
  • sucralfato: pode ter sua eficácia diminuída pelos antiácidos6; um intervalo de, no mínimo, 30 minutos, é necessário.
  • calcitonina53, calcitriol, calpotrieno, vitamina52 D e tiazidas: antiácidos6 contendo sais de cálcio devem ser evitados com esses medicamentos, por elevarem a concentração no sangue17 de cálcio e antagonizar seu efeito no tratamento da osteoporose23; por outro lado, pode haver uma indução de hipercalcemia (aumento do cálcio) em alguns pacientes.
  • bisfosfonatos (alendronato, risendronato, etidronato e tiludronato): a administração simultânea com antiácidos6 pode interferir na absorção oral dos bisfosfonatos; assim, recomenda-se um intervalo de, no mínimo, 2 horas para a administração entre esses dois medicamentos.
  • corticosteroides: o uso simultâneo com antiácidos6 pode induzir a um balanço negativo de cálcio, assim como a um aumento da eliminação renal28 de cálcio.
  • micofenolato de mofetila: ocorre diminuição da absorção desta droga, consequentemente uma diminuição de seus efeitos. A administração concomitante deve ser evitada.
  • fosfato de sódio: deve-se aguardar no mínimo 1 hora, entre a administração de antiácidos6 e o uso de suplementos contendo fosfato de sódio, para evitar uma redução da absorção/efeito deste.
  • gabapentina: recomenda-se o uso de gabapentina cerca de 2 horas após o uso de antiácidos6, para minimizar a interação e a diminuição de seus efeitos.
  • rosuvastatina: recomenda-se um intervalo de 2 horas para a administração de antiácidos6.
  • medicamentos com revestimento gastro-resistentes: com antiácidos6, estes medicamentos podem ter sua absorção e efeitos modificados, podendo ocasionar irritação gástrica ou duodenal.
  • pancrelipase: recomenda-se que essas preparações não sejam administradas juntamente com substâncias antiácidas; o resultado da interação com antiácido3 é imprevisível.
  • fluoreto de sódio: antiácidos6 podem reduzir a absorção e aumentar a excreção fecal de fluoreto de sódio, reduzindo seus efeitos.
  • azitromicina, diritromicina e nitrofurantoína: antiácidos6 podem interferir na absorção/efeitos desses medicamentos; a administração de antiácidos6 com esses antibióticos deve ter um intervalo de, pelo menos, 2 horas.
  • lactulose: a administração com antiácidos6 deve ser evitada.
  • sotalol: recomenda-se aguardar 2 horas após a administração de sotalol para o uso de antiácidos6, a fim de evitar uma alteração nos efeitos desta droga, resultando em perda da eficácia.
  • glipizida54 e gliburida: dados demonstram um aumento da absorção/efeito da glipizida54 e da gliburida.
  • compostos com ferro: antiácidos6 podem diminuir a absorção oral desses compostos devendo a administração simultânea ser evitada para minimizar essa interação.
  • hormônio20 da tireoide55: o carbonato de cálcio presente em antiácidos6 pode diminuir a absorção/efeito no trato gastrintestinal desses hormônios, quando administrados via oral, levando ao hipotireoidismo56; para evitar essa interação devem-se administrar os hormônios em um intervalo mínimo de 4 horas antes ou após a ingestão.

Interações medicamento-substância química:
Recomenda-se evitar a ingestão de bebidas alcoólicas durante a administração de Gastrol® Suspensão.

Informe ao seu médico ou cirurgião-dentista se você está fazendo uso de algum outro medicamento.

ONDE, COMO E POR QUANTO TEMPO POSSO GUARDAR ESTE MEDICAMENTO?

Conservar em local fresco. Proteger da luz e umidade.
Número de lote e datas de fabricação e validade: vide embalagem. Não use medicamento com o prazo de validade vencido. Guarde-o em sua embalagem original.

Características físicas

Gastrol® suspensão apresenta-se como suspensão viscosa, branca, isenta de partículas estranhas, odor e sabor agradável.
Antes de usar, observe o aspecto do medicamento. Caso ele esteja no prazo de validade e você observe alguma mudança no aspecto, consulte o farmacêutico para saber se poderá utilizá-lo.

Todo medicamento deve ser mantido fora do alcance das crianças.

COMO DEVO USAR ESTE MEDICAMENTO?

Uma a duas colheres das de sobremesa (10 a 20mL) meia ou uma hora após às refeições e à noite, ao deitar-se.
A dosagem poderá ser aumentada ou reduzida, de acordo com as necessidades em casos de úlceras57 pépticas ou a critério médico.
Não ultrapassar 20mL por dose. Não ultrapassar 80 ml por dia.

Siga corretamente o modo de usar. Em caso de dúvidas sobre este medicamento, procure orientação do farmacêutico. Não desaparecendo os sintomas22, procure orientação de seu médico ou cirurgião-dentista.

O QUE DEVO FAZER QUANDO EU ME ESQUECER DE USAR ESTE MEDICAMENTO?

Se você se esquecer de tomar uma dose na hora certa, tome-a assim que possível e depois reajuste os horários de acordo com esta última tomada, continuando o tratamento de acordo com os novos horários programados. Não dobre a dose para compensar a dose esquecida.

Em caso de dúvidas, procure orientação do farmacêutico ou de seu médico, ou cirurgião-dentista.

QUAIS OS MALES QUE ESTE MEDICAMENTO PODE ME CAUSAR?

Como ocorre com outros antiácidos6, contendo os mesmos princípios ativos de Gastrol® Suspensão, esperam-se algumas reações adversas, na maioria das vezes, associadas ao uso excessivo e a pacientes que apresentam alguma deficiência no Sistema Renal28.

Os eventos adversos de Gastrol® Suspensão são apresentados em frequência decrescente a seguir:
Reação muito comum (ocorre em 10% dos pacientes que utilizam este medicamento).
Reação comum (ocorre entre 1% e 10% dos pacientes que utilizam este medicamento).
Reação incomum (ocorre entre 0,1% e 1% dos pacientes que utilizam este medicamento).
Reação rara (ocorre entre 0,01% e 0,1% dos pacientes que utilizam este medicamento).
Reação muito rara (ocorre em menos de 0,01% dos pacientes que utilizam este medicamento).

Reações Comuns: retenção de líquidos ou diurese58 (quantidade aumentada de urina16 produzida pelos rins12) e desidratação29 (baixa concentração não só de água, mas também de sais minerais e líquidos orgânicos no corpo), retenção de sódio, hipersecreção gástrica (aumento da secreção gástrica), rebote ácido (reincidência59 do incômodo), flatulência (gases), distensão gástrica (soluço, refluxo), dor abdominal, náuseas60, vômitos61, constipação41 (prisão de ventre), obstrução do trato gastrintestinal ou diarreia51, agravamento de hemorroidas42 ou fissuras62 anais (em pacientes com histórico de constipação41), compactação fecal, eructação63 (arrotos), hipercalcemia (excesso de cálcio no sangue17), cálculo64 renal28 e/ou alcalose13 metabólica (alteração dos fluidos corporais) em pacientes pré-dispostos, hipofosfatemia (redução de fosfatos no sangue17).

Quando utilizados, por períodos prolongados, antiácidos6 constituídos por magnésio e alumínio, podem causar:

  • magnésio: desenvolvimento de hipermagnesemia (excesso de magnésio no sangue17), resultando em depressão do Sistema Nervoso Central65 (anorexia66 e náuseas60) e do sistema neuromuscular (fraqueza da musculatura);
  • alumínio: aumento da reabsorção óssea e da absorção intestinal do cálcio, podendo levar à hipercalcemia (excesso de cálcio no sangue17).

Informe ao seu médico, cirurgião-dentista ou farmacêutico o aparecimento de reações indesejáveis pelo uso do medicamento. Informe também à empresa através do seu serviço de atendimento.

O QUE FAZER SE ALGUÉM USAR UMA QUANTIDADE MAIOR DO QUE A INDICADA DESTE MEDICAMENTO?

Se você tomar doses excessivas deste medicamento, poderá apresentar hipercalcemia (excesso de cálcio no sangue17). Os sintomas22 podem incluir: anorexia66, náuseas60, vômitos61, prisão de ventre, dor abdominal, fraqueza muscular, fadiga67, perturbação mental, polidipsia68 (sede em excesso), poliúria69 (eliminação de urina16 em excesso), dor óssea, nefrocalcinose (excesso de cálcio nos rins12), nefrolitíase renal28 (formação de cálculo64 ou pedra nos rins12) e, em casos severos, arritmias70 cardíacas. Hipercalcemia extrema pode resultar em coma71 e morte.

Recomenda-se tratamento de suporte conforme os sintomas22 apresentados.

Em caso de uso de grande quantidade deste medicamento, procure rapidamente socorro médico e leve a embalagem ou bula do medicamento, se possível. Ligue para 0800 722 6001, se você precisar de mais orientações.

DIZERES LEGAIS


Siga corretamente o modo de usar, não desaparecendo os sintomas22 procure orientação médica.
 

Registro M.S. nº 1.5584.0396
Farm. Responsável: Rodrigo Molinari Elias - CRF-GO nº 3.234

Registrado por:
Brainfarma Indústria Química e Farmacêutica S.A.
VPR 3 - Quadra 2-C - Módulo 01-B - DAIA - Anápolis - GO - CEP 75132-015
C.N.P.J.: 05.161.069/0001-10 - Indústria Brasileira

Fabricado por:
Brainfarma Indústria Química e Farmacêutica S.A.
VPR 1 - Quadra 2-A - Módulo 4 - DAIA - Anápolis - GO - CEP 75132-020


SAC 0800 97 99 900

Antes de consumir qualquer medicamento, consulte seu médico (http://www.catalogo.med.br).

Complementos

1 Sacarina: Adoçante sem calorias e sem valor nutricional.
2 Sorbitol: Adoçante com quatro calorias por grama. Substância produzida pelo organismo em pessoas com diabetes e que pode causar danos aos olhos e nervos.
3 Antiácido: É uma substância que neutraliza o excesso de ácido, contrariando o seu efeito. É uma base que aumenta os valores de pH de uma solução ácida.
4 Sintomático: 1. Relativo a ou que constitui sintoma. 2. Que é efeito de alguma doença. 3. Por extensão de sentido, é o que indica um particular estado de coisas, de espírito; revelador, significativo.
5 Úlcera péptica: Lesão na mucosa do esôfago, estômago ou duodeno. Também chamada de úlcera gástrica ou duodenal. Pode ser provocada por excesso de ácido clorídrico produzido pelo próprio estômago ou por medicamentos como antiinflamatórios ou aspirina. É uma doença infecciosa, causada pela bactéria Helicobacter pylori em quase 100% dos casos. Os principais sintomas são: dor, má digestão, enjôo, queimação (azia), sensação de estômago vazio.
6 Antiácidos: É uma substância que neutraliza o excesso de ácido, contrariando o seu efeito. É uma base que aumenta os valores de pH de uma solução ácida.
7 Mucosa: Tipo de membrana, umidificada por secreções glandulares, que recobre cavidades orgânicas em contato direto ou indireto com o meio exterior.
8 Esôfago: Segmento muscular membranoso (entre a FARINGE e o ESTÔMAGO), no TRATO GASTRINTESTINAL SUPERIOR.
9 Estômago: Órgão da digestão, localizado no quadrante superior esquerdo do abdome, entre o final do ESÔFAGO e o início do DUODENO.
10 Inchaço: Inchação, edema.
11 Inflamação: Conjunto de processos que se desenvolvem em um tecido em resposta a uma agressão externa. Incluem fenômenos vasculares como vasodilatação, edema, desencadeamento da resposta imunológica, ativação do sistema de coagulação, etc.Quando se produz em um tecido superficial (pele, tecido celular subcutâneo) pode apresentar tumefação, aumento da temperatura local, coloração avermelhada e dor (tétrade de Celso, o cientista que primeiro descreveu as características clínicas da inflamação).
12 Rins: Órgãos em forma de feijão que filtram o sangue e formam a urina. Os rins são localizados na região posterior do abdômen, um de cada lado da coluna vertebral.
13 Alcalose: Desequilíbrio do meio interno, produzido por uma diminuição na concentração de íons hidrogênio ou aumento da concentração de bases orgânicas nos líquidos corporais.
14 Albuminúria: Presença de albumina na urina. A albuminúria pode ser um sinal de nefropatia diabética (doença nos rins causada pelas complicações do diabetes mal controlado) ou aparecer em infecções urinárias.
15 Proteínas: Um dos três principais nutrientes dos alimentos. Alimentos que fornecem proteína incluem carne vermelha, frango, peixe, queijos, leite, derivados do leite, ovos.
16 Urina: Resíduo líquido produzido pela filtração renal no organismo, estocado na bexiga e expelido pelo ato de urinar.
17 Sangue: O sangue é uma substância líquida que circula pelas artérias e veias do organismo. Em um adulto sadio, cerca de 45% do volume de seu sangue é composto por células (a maioria glóbulos vermelhos, glóbulos brancos e plaquetas). O sangue é vermelho brilhante, quando oxigenado nos pulmões (nos alvéolos pulmonares). Ele adquire uma tonalidade mais azulada, quando perde seu oxigênio, através das veias e dos pequenos vasos denominados capilares.
18 Hipercalciúria: Eliminação de quantidade anormalmente grande de cálcio na urina.
19 Glândulas: Grupo de células que secreta substâncias. As glândulas endócrinas secretam hormônios e as glândulas exócrinas secretam saliva, enzimas e água.
20 Hormônio: Substância química produzida por uma parte do corpo e liberada no sangue para desencadear ou regular funções particulares do organismo. Por exemplo, a insulina é um hormônio produzido pelo pâncreas que diz a outras células quando usar a glicose para energia. Hormônios sintéticos, usados como medicamentos, podem ser semelhantes ou diferentes daqueles produzidos pelo organismo.
21 Sinais: São alterações percebidas ou medidas por outra pessoa, geralmente um profissional de saúde, sem o relato ou comunicação do paciente. Por exemplo, uma ferida.
22 Sintomas: Alterações da percepção normal que uma pessoa tem de seu próprio corpo, do seu metabolismo, de suas sensações, podendo ou não ser um indício de doença. Os sintomas são as queixas relatadas pelo paciente mas que só ele consegue perceber. Sintomas são subjetivos, sujeitos à interpretação pessoal. A variabilidade descritiva dos sintomas varia em função da cultura do indivíduo, assim como da valorização que cada pessoa dá às suas próprias percepções.
23 Osteoporose: Doença óssea caracterizada pela diminuição da formação de matriz óssea que predispõe a pessoa a sofrer fraturas com traumatismos mínimos ou mesmo na ausência deles. É influenciada por hormônios, sendo comum nas mulheres pós-menopausa. A terapia de reposição hormonal, que administra estrógenos a mulheres que não mais o produzem, tem como um dos seus objetivos minimizar esta doença.
24 Neoplasias: Termo que denomina um conjunto de doenças caracterizadas pelo crescimento anormal e em certas situações pela invasão de órgãos à distância (metástases). As neoplasias mais frequentes são as de mama, cólon, pele e pulmões.
25 Células: Unidades (ou subunidades) funcionais e estruturais fundamentais dos organismos vivos. São compostas de CITOPLASMA (com várias ORGANELAS) e limitadas por uma MEMBRANA CELULAR.
26 Sarcoidose: Sarcoidose ou Doença de Besnier-Boeck é caracterizada pelo aparecimento de pequenos nódulos inflamatórios (granulomas) em vários órgãos. A doença pode afetar qualquer orgão do corpo, mas os mais atingidos são os pulmões , os gânglios linfáticos (ínguas ), o fígado, o baço e a pele.
27 Pele: Camada externa do corpo, que o protege do meio ambiente. Composta por DERME e EPIDERME.
28 Renal: Relacionado aos rins. Uma doença renal é uma doença dos rins. Insuficiência renal significa que os rins pararam de funcionar.
29 Desidratação: Perda de líquidos do organismo pelo aumento importante da freqüência urinária, sudorese excessiva, diarréia ou vômito.
30 Tecido: Conjunto de células de características semelhantes, organizadas em estruturas complexas para cumprir uma determinada função. Exemplo de tecido: o tecido ósseo encontra-se formado por osteócitos dispostos em uma matriz mineral para cumprir funções de sustentação.
31 Insuficiência renal: Condição crônica na qual o corpo retém líquido e excretas pois os rins não são mais capazes de trabalhar apropriadamente. Uma pessoa com insuficiência renal necessita de diálise ou transplante renal.
32 Para pacientes: Você pode utilizar este texto livremente com seus pacientes, inclusive alterando-o, de acordo com a sua prática e experiência. Conheça todos os materiais Para Pacientes disponíveis para auxiliar, educar e esclarecer seus pacientes, colaborando para a melhoria da relação médico-paciente, reunidos no canal Para Pacientes . As informações contidas neste texto são baseadas em uma compilação feita pela equipe médica da Centralx. Você deve checar e confirmar as informações e divulgá-las para seus pacientes de acordo com seus conhecimentos médicos.
33 Colite: Inflamação da porção terminal do cólon (intestino grosso). Pode ser devido a infecções intestinais (a causa mais freqüente), ou a processos inflamatórios diversos (colite ulcerativa, colite isquêmica, colite por radiação, etc.).
34 Intestino grosso: O intestino grosso é dividido em 4 partes principais: ceco (cecum), cólon (ascendente, transverso, descendente e sigmoide), reto e ânus. Ele tem um papel importante na absorção da água (o que determina a consistência do bolo fecal), de alguns nutrientes e certas vitaminas. Mede cerca de 1,5 m de comprimento.
35 Reto: Segmento distal do INTESTINO GROSSO, entre o COLO SIGMÓIDE e o CANAL ANAL.
36 Laxante: Que laxa, afrouxa, dilata. Medicamento que trata da constipação intestinal; purgante, purgativo, solutivo.
37 Colostomia: Procedimento cirúrgico que consiste em seccionar uma extremidade do intestino grosso e expô-lo através de uma abertura na parede abdominal anterior, pela qual será eliminado o material fecal. É utilizada em diferentes doenças que afetam o trânsito intestinal normal, podendo ser transitória (quando em uma segunda cirurgia o trânsito intestinal é restabelecido) ou definitiva.
38 Parede Abdominal: Margem externa do ABDOME que se estende da cavidade torácica osteocartilaginosa até a PELVE. Embora sua maior parte seja muscular, a parede abdominal consiste em pelo menos sete camadas Músculos Abdominais;
39 Intestino delgado: O intestino delgado é constituído por três partes: duodeno, jejuno e íleo. A partir do intestino delgado, o bolo alimentar é transformado em um líquido pastoso chamado quimo. Com os movimentos desta porção do intestino e com a ação dos sucos pancreático e intestinal, o quimo é transformado em quilo, que é o produto final da digestão. Depois do alimento estar transformado em quilo, os produtos úteis para o nosso organismo são absorvidos pelas vilosidades intestinais, passando para os vasos sanguíneos.
40 Diverticulite: Inflamação aguda da parede de um divertículo colônico. Produz dor no quadrante afetado (em geral o inferior esquerdo), febre, etc.Necessita de tratamento com antibióticos por via endovenosa e raramente o tratamento é cirúrgico.
41 Constipação: Retardo ou dificuldade nas defecações, suficiente para causar desconforto significativo para a pessoa. Pode significar que as fezes são duras, difíceis de serem expelidas ou infreqüentes (evacuações inferiores a três vezes por semana), ou ainda a sensação de esvaziamento retal incompleto, após as defecações.
42 Hemorróidas: Dilatações anormais das veias superficiais que se encontram na última porção do intestino grosso, reto e região perianal. Pode produzir sangramento junto com a defecação e dor.
43 Sepse: Infecção produzida por um germe capaz de provocar uma resposta inflamatória em todo o organismo. Os sintomas associados a sepse são febre, hipotermia, taquicardia, taquipnéia e elevação na contagem de glóbulos brancos. Pode levar à morte, se não tratada a tempo e corretamente.
44 Infecção: Doença produzida pela invasão de um germe (bactéria, vírus, fungo, etc.) em um organismo superior. Como conseqüência da mesma podem ser produzidas alterações na estrutura ou funcionamento dos tecidos comprometidos, ocasionando febre, queda do estado geral, e inúmeros sintomas que dependem do tipo de germe e da reação imunológica perante o mesmo.
45 Peritonite: Inflamação do peritônio. Pode ser produzida pela entrada de bactérias através da perfuração de uma víscera (apendicite, colecistite), como complicação de uma cirurgia abdominal, por ferida penetrante no abdome ou, em algumas ocasiões, sem causa aparente. É uma doença grave que pode levar pacientes à morte.
46 Isquemia: Insuficiência absoluta ou relativa de aporte sanguíneo a um ou vários tecidos. Suas manifestações dependem do tecido comprometido, sendo a mais frequente a isquemia cardíaca, capaz de produzir infartos, isquemia cerebral, produtora de acidentes vasculares cerebrais, etc.
47 Toxicidade: Capacidade de uma substância produzir efeitos prejudiciais ao organismo vivo.
48 Insuficiência Cardíaca: É uma condição na qual a quantidade de sangue bombeada pelo coração a cada minuto (débito cardíaco) é insuficiente para suprir as demandas normais de oxigênio e de nutrientes do organismo. Refere-se à diminuição da capacidade do coração suportar a carga de trabalho.
49 Edema: 1. Inchaço causado pelo excesso de fluidos no organismo. 2. Acúmulo anormal de líquido nos tecidos do organismo, especialmente no tecido conjuntivo.
50 Hepática: Relativa a ou que forma, constitui ou faz parte do fígado.
51 Diarréia: Aumento do volume, freqüência ou quantidade de líquido nas evacuações.Deve ser a manifestação mais freqüente de alteração da absorção ou transporte intestinal de substâncias, alterações estas que em geral são devidas a uma infecção bacteriana ou viral, a toxinas alimentares, etc.
52 Vitamina: Compostos presentes em pequenas quantidades nos diversos alimentos e nutrientes e que são indispensáveis para o desenvolvimento dos processos biológicos normais.
53 Calcitonina: Hormônio secretado pela glândula tireoide que inibe a perda de cálcio dos ossos.
54 Glipizida: Medicamento de uso oral para tratamento do diabetes tipo 2. Estimula a secreção de insulina ligando-se a um receptor específico na célula beta do pâncreas que determina fechamento dos canais de potássio (K+) dependentes de ATP (adenosina-trifosfato), resultando em despolarização da célula. Pertence à classe das sulfoniluréias.
55 Tireoide: Glândula endócrina altamente vascularizada, constituída por dois lobos (um em cada lado da TRAQUÉIA) unidos por um feixe de tecido delgado. Secreta os HORMÔNIOS TIREOIDIANOS (produzidos pelas células foliculares) e CALCITONINA (produzida pelas células para-foliculares), que regulam o metabolismo e o nível de CÁLCIO no sangue, respectivamente.
56 Hipotireoidismo: Distúrbio caracterizado por uma diminuição da atividade ou concentração dos hormônios tireoidianos. Manifesta-se por engrossamento da voz, aumento de peso, diminuição da atividade, depressão.
57 Úlceras: Feridas superficiais em tecido cutâneo ou mucoso que podem ocorrer em diversas partes do organismo. Uma afta é, por exemplo, uma úlcera na boca. A úlcera péptica ocorre no estômago ou no duodeno (mais freqüente). Pessoas que sofrem de estresse são mais susceptíveis a úlcera.
58 Diurese: Diurese é excreção de urina, fenômeno que se dá nos rins. É impróprio usar esse termo na acepção de urina, micção, freqüência miccional ou volume urinário. Um paciente com retenção urinária aguda pode, inicialmente, ter diurese normal.
59 Reincidência: 1. Ato ou efeito de reincidir ou repetir. 2. Obstinação, insistência, teimosia.
60 Náuseas: Vontade de vomitar. Forma parte do mecanismo complexo do vômito e pode ser acompanhada de sudorese, sialorréia (salivação excessiva), vertigem, etc .
61 Vômitos: São a expulsão ativa do conteúdo gástrico pela boca. Podem ser classificados em: alimentar, fecalóide, biliar, em jato, pós-prandial. Sinônimo de êmese. Os medicamentos que agem neste sintoma são chamados de antieméticos.
62 Fissuras: 1. Pequena abertura longitudinal em; fenda, rachadura, sulco. 2. Em geologia, é qualquer fratura ou fenda pouco alargada em terreno, rocha ou mesmo mineral. 3. Na medicina, é qualquer ulceração alongada e superficial. Também pode significar uma fenda profunda, sulco ou abertura nos ossos; cesura, cissura. 4. Rachadura na pele calosa das mãos ou dos pés, geralmente de pessoas que executam trabalhos rudes. 5. Na odontologia, é uma falha no esmalte de um dente. 6. No uso informal, significa apego extremo; forte inclinação; loucura, paixão, fissuração.
63 Eructação: Ato de eructar, arroto.
64 Cálculo: Formação sólida, produto da precipitação de diferentes substâncias dissolvidas nos líquidos corporais, podendo variar em sua composição segundo diferentes condições biológicas. Podem ser produzidos no sistema biliar (cálculos biliares) e nos rins (cálculos renais) e serem formados de colesterol, ácido úrico, oxalato de cálcio, pigmentos biliares, etc.
65 Sistema Nervoso Central: Principais órgãos processadores de informação do sistema nervoso, compreendendo cérebro, medula espinhal e meninges.
66 Anorexia: Perda do apetite ou do desejo de ingerir alimentos.
67 Fadiga: 1. Sensação de enfraquecimento resultante de esforço físico. 2. Trabalho cansativo. 3. Redução gradual da resistência de um material ou da sensibilidade de um equipamento devido ao uso continuado.
68 Polidipsia: Sede intensa, pode ser um sinal de diabetes.
69 Poliúria: Diurese excessiva, pode ser um sinal de diabetes.
70 Arritmias: Arritmia cardíaca é o nome dado a diversas perturbações que alteram a frequência ou o ritmo dos batimentos cardíacos.
71 Coma: 1. Alteração do estado normal de consciência caracterizado pela falta de abertura ocular e diminuição ou ausência de resposta a estímulos externos. Pode ser reversível ou evoluir para a morte. 2. Presente do subjuntivo ou imperativo do verbo “comer.“

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