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Evoxali

FARMARIN INDUSTRIA E COMERCIO LTDA

Atualizado em 27/01/2021

IDENTIFICAÇÃO DO MEDICAMENTO

Nome comercial: EVOXALI®
Nome genérico: oxaliplatina

APRESENTAÇÕES

EVOXALI® 50mg - Cartucho com 1 frasco-ampola contendo 50,0 mg de pó liofilizado1 para reconstituição (infusão I.V.)
EVOXALI® 100mg - Cartucho com 1 frasco-ampola contendo 100,0 mg de pó liofilizado1 para reconstituição (infusão I.V.)

USO INTRAVENOSO (IV)
USO ADULTO

COMPOSIÇÃO

 

EVOXALI® 50 mg

EVOXALI® 100 mg

oxaliplatina (mg)

50,0

100,0

excipiente* q.s.p. (mg)

500,0

1000,0

*excipiente: lactose2 monoidratada.

INFORMAÇÕES AO PACIENTE

PARA QUE ESTE MEDICAMENTO É INDICADO?

Este medicamento é destinado ao tratamento do câncer3 intestinal (colorretal) metastático (com metástase4) em associação às fluoropirimidinas. EVOXALI® em combinação com 5-FU/FA e bevacizumabe é indicado para tratamento de primeira linha do câncer3 colorretal metastático.
EVOXALI® está indicado em combinação com fluorouracil e ácido folínico (leucovorin) (5-FU/FA) para o tratamento adjuvante de câncer3 colorretal em pacientes que retiraram completamente o tumor5 primário, reduzindo o risco de reincidência6 do tumor5.
Não é indicado para os pacientes em estágio II sem características de alto risco.

COMO ESTE MEDICAMENTO FUNCIONA?

EVOXALI® é um medicamento quimioterápico utilizado no tratamento do câncer3 de cólon7 e reto8. Inibe o crescimento tumoral por ligar-se ao material genético das células9 (DNA), portanto impedindo sua multiplicação e proliferação.

QUANDO NÃO DEVO USAR ESTE MEDICAMENTO?

EVOXALI® não deve ser utilizado nos seguintes casos:

  • período de amamentação10;
  • história de alergia11 à oxaliplatina e a outros derivados de platina;
  • pacientes com supressão da função da medula óssea12 (neutrófilos13 < 2 x 109/L e/ou contagem de plaquetas14 < 100 x 109/L) antes do primeiro ciclo de tratamento;
  • doença dos nervos periféricos com redução da função antes do primeiro ciclo de tratamento.

Este medicamento é contraindicado para uso por pacientes pediátricos.
Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica. Informe imediatamente seu médico em caso de suspeita de gravidez15.

O QUE DEVO SABER ANTES DE USAR ESTE MEDICAMENTO?

Advertências e Precauções
EVOXALI® somente deve ser utilizado em unidades especializadas na administração de medicamentos utilizados no tratamento de câncer3 e deve ser administrado sob a supervisão de um médico capacitado, com experiência no uso de medicamentos antitumorais.

Devido à informação limitada de segurança em pacientes com redução severa da função dos rins16, a administração deve ser considerada após uma avaliação apropriada do risco/benefício para o paciente. Neste caso, a função dos rins16 deve ser rigorosamente monitorada e a dose inicial recomendada de oxaliplatina é 65 mg/m2 (vide O que devo saber antes de usar este medicamento? – Pacientes com função reduzida dos rins16).

Os pacientes com histórico de reações alérgicas a produtos contendo platina devem ser monitorados quanto aos sintomas17 alérgicos. Reações alérgicas podem ocorrer durante qualquer ciclo. No caso de ocorrer reações de natureza alérgica graves em decorrência do uso de EVOXALI®, deve-se interromper a infusão imediatamente e implementar tratamento para alívio dos sintomas17. A reintrodução de EVOXALI® nestes pacientes é contraindicada.

No caso de extravasamento de EVOXALI®, a infusão deve ser interrompida imediatamente e deve ser implementado tratamento local padrão para alívio dos sintomas17. Evite o uso de compressas frias em caso de extravasamento de EVOXALI®.

O potencial tóxico de EVOXALI® à parte sensorial do sistema nervoso periférico18 deve ser cuidadosamente monitorado, especialmente se administrado concomitantemente com outros medicamentos com toxicidade19 específica ao sistema nervoso periférico18. Uma avaliação do sistema nervoso20 deve ser realizada antes de cada administração e depois periodicamente. No caso de ocorrer sintomas17 do sistema nervoso20 (sensação anormal de ardor21, formigamento ou coceira, percebidos nas extremidades e sem motivo aparente), deve ser realizada a seguinte recomendação de ajuste na dose de EVOXALI®, baseado na duração e gravidade destes sintomas17:

  • se os sintomas17 persistirem por mais de 7 dias e forem desagradáveis, ou se a sensação anormal de ardor21, formigamento ou coceira, percebida nas extremidades e sem motivo aparente sem redução da função persistir até o próximo ciclo, a dose subsequente de EVOXALI® deve ser reduzida em 25%;
  • se a sensação anormal de ardor21, formigamento ou coceira, percebida nas extremidades e sem motivo aparente com redução da função persistir até o próximo ciclo, o tratamento com EVOXALI® deve ser interrompido;
  • se os sintomas17 melhorarem após a interrupção do tratamento com EVOXALI®, a reintrodução do tratamento pode ser considerada.

Para pacientes22 que desenvolvem sensação aguda anormal de ardor21 ou formigamento na faringe23 e na laringe24 (vide Quais os males que este medicamento pode me causar?), durante ou algumas horas após uma infusão de duas horas, a próxima infusão com EVOXALI® deve ser administrada durante um período de seis horas. Para prevenir tais sensações, deve-se evitar exposição ao frio e a ingestão de alimentos e bebidas geladas ou frias durante ou algumas horas após a administração de EVOXALI®.

Sinais25 e sintomas17 de Síndrome26 de Leucoencefalopatia Posterior Reversível (RPLS, também conhecida como Síndrome26 de Encefalopatia27 Posterior Reversível - PRES) podem ser dor de cabeça28, funcionamento mental alterado, convulsões, visão29 anormal desde borrada até cegueira, associados ou não com pressão alta (vide Quais os males que este medicamento pode me causar?). O diagnóstico30 da Síndrome26 de Leucoencefalopatia Posterior Reversível é embasado mediante confirmação por imagem do cérebro31.

A toxicidade19 ao aparelho digestivo32, que se manifesta como enjoo, sensação desagradável no estômago33 e vômitos34, permite uma terapia de prevenção e/ou terapia para evitar vômitos34 (vide Quais os males que este medicamento pode me causar?). A desidratação35, obstrução funcional dos intestinos36, concentração anormalmente baixa de potássio no sangue37, acúmulo de ácido no organismo e até distúrbios nos rins16 podem estar associados com diarreia38/vômito39 severos, particularmente quando a oxaliplatina é utilizada em associação com 5-fluorouracil (5-FU).

Se ocorrer toxicidade19 no sangue37 (evidenciados por valores de contagem das células9 do sangue37 no estado basal, por exemplo: neutrófilos13 < 1,5 x 109/L ou plaquetas14 < 75 x 109/L) após um ciclo de tratamento, ou se a supressão da função da medula óssea12 estiver presente antes do início da terapia (1° ciclo), a administração do próximo ciclo ou do primeiro ciclo de tratamento deve ser adiada até que a contagem das células9 do sangue37 retorne a níveis aceitáveis. Um exame de sangue37 completo com contagem diferencial das células brancas do sangue40 deve ser realizado antes de iniciar o tratamento e antes de cada ciclo subsequente.

Existe risco de ocorrência de diarreia38/vômito39 e diminuição do número de neutrófilos13 no sangue37 após administração concomitante de EVOXALI® e 5-fluorouracil (5-FU). Nesses casos, deve-se contatar imediatamente o médico para uma conduta apropriada.

Para administração concomitante de EVOXALI® e 5-fluorouracil (com ou sem ácido folínico), os ajustes de dose usuais para as toxicidades associadas ao 5-fluorouracil devem ser aplicados.

Se ocorrer diarreia38 severa/com risco de vida, diminuição severa do número de neutrófilos13 no sangue37 (neutrófilos13 <1,0 x 109/L) ou diminuição severa no número de plaquetas14 sanguíneas (plaquetas14 < 50 x 109/L), o tratamento com EVOXALI® deve ser interrompido até a melhora ou a recuperação, e a dose de EVOXALI® deve ser reduzida em 25% nos ciclos subsequentes, além de quaisquer reduções necessárias na dose do 5-fluorouracil.

Caso ocorram sintomas17 respiratórios inexplicados, tais como: tosse sem catarro, dificuldade respiratória, ruídos respiratórios ou líquidos pulmonares radiológicos, o tratamento com EVOXALI® deve ser interrompido até que as investigações do pulmão41 tenham eliminado a possibilidade de doença intersticial42 dos pulmões43 (vide Quais os males que este medicamento pode me causar?).

No caso dos resultados de testes de função do fígado44 anormais ou pressão alta na veia porta45 que não resulte evidentemente de metástases46 no fígado44, casos muito raros de distúrbios das veias47 hepáticas48 induzidos pelo fármaco49 devem ser considerados.
Para os detalhes de ajuste de dose de bevacizumabe, consulte as informações contidas na bula deste produto.

Incompatibilidades

  • EVOXALI® NÃO deve ser misturado com qualquer outro produto na mesma bolsa de infusão ou NÃO deve ser administrado simultaneamente pela mesma linha de infusão.
  • EVOXALI® NÃO deve ser utilizado em associação com soluções ou produtos de pH básico, em particular 5-fluorouracil (5-FU), soluções básicas, preparações de ácido folínico (FA) contendo trometamol como excipiente e sais de trometamol de outras substâncias ativas. Soluções ou produtos de pH básico afetarão desfavoravelmente a estabilidade da oxaliplatina.
  • NÃO se deve utilizar agulhas ou equipamentos contendo partes de alumínio que podem entrar em contato com a solução. O alumínio pode degradar combinações de platina.
  • NÃO se deve utilizar solução de cloreto de sódio ou outra solução contendo cloreto para diluir oxaliplatina.

Pacientes pediátricos
Não foi estabelecida a efetividade de oxaliplatina como agente único nas populações pediátricas que foram avaliadas em estudos clínicos.

Gravidez15 e lactação50
Até o momento não existem dados disponíveis com relação à segurança de oxaliplatina em mulheres grávidas. Baseado em dados de estudos pré-clínicos, o uso de oxaliplatina é provavelmente letal e/ou causa malformação51 do feto52 humano na dose terapêutica53 recomendada e, portanto, não é recomendado durante a gravidez15 e deve ser somente considerado depois que a paciente for informada apropriadamente sobre os riscos ao feto52 e com consentimento da paciente.

Assim como com outros agentes utilizados no tratamento quimioterápico contra o câncer3, medidas efetivas para evitar gravidez15 devem ser tomadas em pacientes potencialmente férteis antes do início do tratamento do câncer3 com EVOXALI®.
Não foi estudada a passagem da oxaliplatina para o leite materno. A amamentação10 é contraindicada durante o tratamento com oxaliplatina.

Pacientes idosos
Existem poucos estudos sobre a utilização do medicamento em idosos, entretanto, estes parecem ser mais susceptíveis ao medicamento.

Alterações na capacidade de dirigir veículos e operar máquinas
Nenhum estudo sobre os efeitos na habilidade de dirigir veículos e operar máquinas foi realizado. Entretanto, o tratamento com oxaliplatina resultando em um aumento no risco de tontura54, enjoo, sensação desagradável no estômago33 e vômito39 e outros sintomas17 do sistema nervoso20 que afetam a locomoção e o equilíbrio podem levar a uma influência pequena ou moderada na habilidade de dirigir e operar máquinas.
As anormalidades na visão29, em particular perda de visão29 transitória (reversível após a interrupção do tratamento), podem afetar a habilidade de dirigir e operar máquinas. Portanto, deve-se ter cuidado com o potencial efeito destes eventos na habilidade de dirigir ou operar máquinas.

INTERAÇÕES MEDICAMENTOSAS

medicamento-medicamento
Não foram observadas interações medicamentosas entra a oxaliplatina e outros medicamentos. Devido à incompatibilidade com cloreto de sódio e com soluções básicas (em particular a 5- fluoruracil,leucovorin e o trometamol), o EVOXALI® (oxaliplatina) não deve ser misturado com essas substâncias ou administrado pela mesma via venosa. Vacinas de vírus55 vivos ou bactérias não devem ser administradas em pacientes que recebem tratamento com agente quimioterápico

medicamento-exame laboratorial
Não há dados disponíveis até o momento sobre a interferência da oxaliplatina em exames laboratoriais.

medicamento-alimento
Não há dados disponíveis até o momento sobre a interação entre alimentos e a oxaliplatina.

Informe ao seu médico ou cirurgião-dentista se você está fazendo uso de algum outro medicamento.
Não use medicamento sem o conhecimento do seu médico. Pode ser perigoso para a sua saúde56.

ONDE, COMO E POR QUANTO TEMPO POSSO GUARDAR ESTE MEDICAMENTO?

EVOXALI® deve ser mantido em sua embalagem original. Conservar em temperatura inferior a 25°C. Proteger da luz.
Após o preparo da reconstituição, a solução deve ser mantida a 25°C e utilizada dentro de 48 horas.
Após diluição com glicose57 a 5%, o produto é estável química e fisicamente por 48 horas da diluição ocorrida em condições assépticas validadas e controladas mantido em temperatura refrigerada (5°C ± 3°C) ou por 10 horas mantido em temperatura ambiente (25°C ± 2°C) sem proteção da luz. Do ponto de vista microbiológico58, a preparação da infusão deve ser utilizada imediatamente. Caso esta preparação não seja utilizada imediatamente, o tempo de armazenagem e as condições anteriores ao uso são de responsabilidade do usuário.
Número de lote e datas de fabricação e validade: vide embalagem.
Não use medicamento com o prazo de validade vencido. Guarde-o em sua embalagem original.

Características do medicamento
O produto EVOXALI® apresenta-se como uma massa esponjosa de cor branca. Após reconstituição apresenta-se como uma solução límpida e incolor.

Antes de usar, observe o aspecto do medicamento. Caso ele esteja no prazo de validade e você observe alguma mudança no aspecto, consulte o farmacêutico para saber se poderá utilizá-lo.
Todo medicamento deve ser mantido fora do alcance das crianças.

COMO DEVO USAR ESTE MEDICAMENTO?

Somente deve ser administrado em adultos.
EVOXALI® deve ser utilizado por via intravenosa (IV).

Por ser um medicamento de manipulação e administração exclusivas por profissionais especializados, as orientações para manipulação, reconstituição do pó liófilo, preparo da infusão intravenosa, administração do medicamento e descarte estão contidas no texto de bula destinado aos profissionais de saúde56. Em caso de dúvidas, consulte o seu médico.

A dose recomendada de EVOXALI® para câncer3 de cólon7 no cenário adjuvante é de 85 mg/m2 intravenosamente repetido a cada 2 semanas em associação com fluoropirimidinas por 12 ciclos (6 meses).

A dose recomendada de EVOXALI® para o tratamento do câncer3 colorretal metastático/avançado é de 85 mg/m2 intravenosamente repetido a cada 2 semanas até progressão da doença ou toxicidade19 inaceitável.

A dose administrada deve ser ajustada de acordo com a tolerabilidade de cada paciente (vide O que devo saber antes de usar este medicamento?).

Quando utilizado em combinação com 5-FU/FA e bevacizumabe, a oxaliplatina deve ser administrada após o bevacizumabe, mas antes da administração de 5-FU.

Não há estudos dos efeitos de oxaliplatina administrado por vias não recomendadas. Portanto, por segurança e para garantir a eficácia deste medicamento, a administração deve ser somente por via intravenosa, conforme recomendado pelo médico.

Siga a orientação de seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento.
Não interrompa o tratamento sem o conhecimento de seu médico.

O QUE DEVO FAZER QUANDO EU ME ESQUECER DE USAR ESTE MEDICAMENTO?

Seu médico terá as instruções de quando administrar este medicamento para você.
Em caso de dúvidas, procure orientação do farmacêutico ou de seu médico, ou cirurgião-dentista.

QUAIS OS MALES QUE ESTE MEDICAMENTO PODE ME CAUSAR?

A incidência59 das reações adversas está classificada conforme segue: Reação muito comum (> 1/10), Reação comum (> 1/100 e ≤ 1/10), Reação incomum (> 1/1.000 e ≤ 1/100), Reação rara (> 1/10.000 e ≤ 1/1.000), Reação muito rara (≤ 1/10.000) e reações sem frequência conhecida, relatadas no período pós comercialização.

Cardiovasculares
Reação Muito Comum (>1/10): Edema60 (5% monoterapia; 15% terapia combinada61).
Reação Comum (> 1/100 e ≤ 1/10): Taquicardia62 (2% a 5%).
Reação sem frequência conhecida: Vasoespasmo Coronariano (síndrome26 de Kounis), Intervalo QT prolongado, Torsales de pointes, Angioedema63.

Dermatológicas
Reação Muito Comum (>1/10): Alopecia64 (3% monoterapia; 67% terapia combinada61), Síndrome26 mão65-pé (1% monoterapia; 13% terapia combinada61).

Gastrointestinais
Reação Muito Comum (>1/10): Dor abdominal (monoterapia, 31%; terapia combinada61, até 39%), Constipação66 (terapia combinada61, até 32%), Diarreia38 (monoterapia, 46%; terapia combinada61, 76%), Diarreia38 graus 3 e 4 (monoterapia, 4%; terapia combinada61, 11% a 25%), Perda de apetite (monoterapia, 20%; terapia combinada61, até 35%), Náusea67 (monoterapia, 64%; terapia combinada61 83%), Estomatite68 (monoterapia, 14%; terapia combinada61, até 42%), Vômito39 (monoterapia, 37%; terapia combinada61, até 64%), Leucopenia69 (Monoterapia, 13%; terapia combinada61, até 85%). Reações sem frequência conhecida, relatadas durante período de vigilância pós comercialização: Obstrução íleo70 intestinal, Colite71 (incluindo diarreia38 associada ao Clostridum difficile), Pancretatite aguda.

Hematológicas
Reação muito comum (>1/10): Anemia72 (monoterapia, 64%; terapia combinada61, até 81%), Neutropenia73 (todos os graus) (monoterapia, 7%; terapia combinada61, até 81%), Neutropenia73, graus 3 e 4 (pacientes adultos, terapia combinada61, até 53%), Neutropenia73 febril (terapia combinada61, até 12%), Distúrbio granulocitopênico graus 3 e 4 (39-45%), Esplenomegalia74 (67%), Trombocitopenia75 (monoterapia, 30%; terapia combinada61, até 85%), Leucopenia69 (todos os graus) (monoterapia, 13%; terapia combinada61, até 77%), Leucopenia69 (grau 3 ou 4) (terapia combinada61, 13% a 24%).
Reação Comum (> 1/100 e ≤ 1/10): Anemia72, graus 3 ou 4 (monoterapia, 1%; terapia combinada61, até 3%); Trombocitopenia75, graus 3 e 4 (monoterapia, 3%; terapia combinada61, até 5%).
Reações sem frequência conhecida: Anemia hemolítica76 imuno-alérgica, Trombocitopenia75 imuno-alérgica.

Hepáticas48
Reação muito comum (>1/10): Fosfatase alcalina77 anormal (pacientes adultos, terapia combinada61, 14 a 16%), Bilirrubina78 anormal (monoterapia, 13%; terapia combinada61, até 20%), ALT/TGP anormal (monoterapia, 36%; terapia combinada61, 5 a 31%), AST/TGP anormal (monoterapia, 54%; terapia combinada61, 11 a 47%), Aumento da função hepática79 (pacientes adultos, terapia combinada61, 42 a 57%).
Reações sem frequência conhecida: hipertensão80 portal, doença veno-oclusiva hepática79 (Síndrome26 da obstrução sinusoidal).

Imunológicas
Reação muito comum (>1/10): Reação de hipersensibilidade - erupções cutâneas81, urticária82, eritema83, prurido84, rubor da face85, diarreia38 associada à perfusão, falta de ar, sudorese86, dor no peito87, desorientação, síncope88, hipotensão89 e broncoespasmo90 (monoterapia, graus 3 e 4, 1 a 3%; terapia combinada61, todos os graus, 6 a 12%).
Reação sem frequência conhecida: reação à infusão.

Músculo-esqueléticas
Reação muito comum (>1/10): Dor nas costas91 (monoterapia, 11%; terapia combinada61, 19%).
Reações sem frequência conhecida: rabdomiólise92.

Neurológicas
Reação muito comum (>1/10): Disestesia93 faringolaringeal (1 a 38%), Neuropatia94 aguda ou persistente (neuropatia94 geral, 69 a 92%; neuropatia94 aguda, 56%; neuropatia94 persistente, 21 a 60%); neuropatias periféricas sensitivas agravadas pelo frio, parestesia95 (62 a 77%).
Reação rara (> 1/10.000 e ≤ 1/1.000): Síndrome26 de leucoencefalopatia posterior reversível (<0,1%).
Reação sem frequência conhecida: Ataque isquêmico96 transitório.

Respiratórias
Reação muito comum (>1/10): Tosse (monoterapia, 11%; terapia combinada61, 35%), dispneia97 (monoterapia, 13%; terapia combinada61, até 20%).
Reação incomum (> 1/1.000 e ≤ 1/100): Fibrose98 pulmonar.
Reação sem frequência conhecida: pneumonite99 grave.

Renais
Reação comum (1/100 e ≤ 1/10): nefrotoxicidade100 (5 a 10%).
Reação sem frequência conhecida: Insuficiência renal101 aguda, Síndrome26 hemolítico urêmica, nefrite102 intersticial42 aguda, acidose103 tubular renal104.

Outras
Reação muito comum (>1/10): Fadiga105 (monoterapia, 61%; terapia combinada61, até 70%), Febre106 (monoterapia, 25%; terapia combinada61, até 29%). Reação comum (>1/100 e ≤ 1/10): Visão29 anormal (5 a 6%).
Reação sem frequência conhecida: Perda de visão29 transitória, Perda de audição, Sepse107.

Informe ao seu médico, cirurgião-dentista ou farmacêutico o aparecimento de reações indesejáveis pelo uso do medicamento. Informe também à empresa através do seu serviço de atendimento.

O QUE FAZER SE ALGUÉM USAR UMA QUANTIDADE MAIOR DO QUE A INDICADA DESTE MEDICAMENTO?

Não se conhece antídoto108 específico para oxaliplatina. Pode ser esperado um aumento da intensidade dos efeitos colaterais109, em caso de superdose. Deve ser iniciado o monitoramento dos parâmetros sanguíneos e deve ser administrado tratamento para alívio dos sintomas17.

Em caso de uso de grande quantidade deste medicamento, procure rapidamente socorre médico e leve a embalagem ou bula do medicamento, se possível. Ligue para 0800 722 6001, se você precisar de mais orientações.

DIZERES LEGAIS

 

VENDA SOB PRESCRIÇÃO MÉDICA
USO RESTRITO A HOSPITAIS.

 

MS - 1.1688.0020
Farmacêutico Responsável: Victor Luiz Kari Quental - CRF-SP n° 26.638

Registrado e Importado por:
Farmarin Indústria e Comércio Ltda.
Rua Pedro de Toledo, 600 - Guarulhos -SP
CNPJ: 58.635.830/0001-75

Fabricado por:
Fármaco49 Uruguayo S.A.
Avenida Dámaso Antonio Larrañaga, 4479 Montevidéu, Uruguai

 

SAC 0800 101 106

Antes de consumir qualquer medicamento, consulte seu médico (http://www.catalogo.med.br).

Complementos

1 Liofilizado: Submetido à liofilização, que é a desidratação de substâncias realizada em baixas temperaturas, usada especialmente na conservação de alimentos, em medicamentos, etc.
2 Lactose: Tipo de glicídio que possui ligação glicosídica. É o açúcar encontrado no leite e seus derivados. A lactose é formada por dois carboidratos menores, chamados monossacarídeos, a glicose e a galactose, sendo, portanto, um dissacarídeo.
3 Câncer: Crescimento anormal de um tecido celular capaz de invadir outros órgãos localmente ou à distância (metástases).
4 Metástase: Formação de tecido tumoral, localizada em um lugar distante do sítio de origem. Por exemplo, pode se formar uma metástase no cérebro originário de um câncer no pulmão. Sua gravidade depende da localização e da resposta ao tratamento instaurado.
5 Tumor: Termo que literalmente significa massa ou formação de tecido. É utilizado em geral para referir-se a uma formação neoplásica.
6 Reincidência: 1. Ato ou efeito de reincidir ou repetir. 2. Obstinação, insistência, teimosia.
7 Cólon:
8 Reto: Segmento distal do INTESTINO GROSSO, entre o COLO SIGMÓIDE e o CANAL ANAL.
9 Células: Unidades (ou subunidades) funcionais e estruturais fundamentais dos organismos vivos. São compostas de CITOPLASMA (com várias ORGANELAS) e limitadas por uma MEMBRANA CELULAR.
10 Amamentação: Ato da nutriz dar o peito e o lactente mamá-lo diretamente. É um fenômeno psico-sócio-cultural. Dar de mamar a; criar ao peito; aleitar; lactar... A amamentação é uma forma de aleitamento, mas há outras formas.
11 Alergia: Reação inflamatória anormal, perante substâncias (alérgenos) que habitualmente não deveriam produzi-la. Entre estas substâncias encontram-se poeiras ambientais, medicamentos, alimentos etc.
12 Medula Óssea: Tecido mole que preenche as cavidades dos ossos. A medula óssea apresenta-se de dois tipos, amarela e vermelha. A medula amarela é encontrada em cavidades grandes de ossos grandes e consiste em sua grande maioria de células adiposas e umas poucas células sangüíneas primitivas. A medula vermelha é um tecido hematopoiético e é o sítio de produção de eritrócitos e leucócitos granulares. A medula óssea é constituída de um rede, em forma de treliça, de tecido conjuntivo, contendo fibras ramificadas e preenchida por células medulares.
13 Neutrófilos: Leucócitos granulares que apresentam um núcleo composto de três a cinco lóbulos conectados por filamenos delgados de cromatina. O citoplasma contém grânulos finos e inconspícuos que coram-se com corantes neutros.
14 Plaquetas: Elemento do sangue (não é uma célula porque não apresenta núcleo) produzido na medula óssea, cuja principal função é participar da coagulação do sangue através da formação de conglomerados que tamponam o escape do sangue por uma lesão em um vaso sangüíneo.
15 Gravidez: Condição de ter um embrião ou feto em desenvolvimento no trato reprodutivo feminino após a união de ovo e espermatozóide.
16 Rins: Órgãos em forma de feijão que filtram o sangue e formam a urina. Os rins são localizados na região posterior do abdômen, um de cada lado da coluna vertebral.
17 Sintomas: Alterações da percepção normal que uma pessoa tem de seu próprio corpo, do seu metabolismo, de suas sensações, podendo ou não ser um indício de doença. Os sintomas são as queixas relatadas pelo paciente mas que só ele consegue perceber. Sintomas são subjetivos, sujeitos à interpretação pessoal. A variabilidade descritiva dos sintomas varia em função da cultura do indivíduo, assim como da valorização que cada pessoa dá às suas próprias percepções.
18 Sistema Nervoso Periférico: Sistema nervoso localizado fora do cérebro e medula espinhal. O sistema nervoso periférico compreende as divisões somática e autônoma. O sistema nervoso autônomo inclui as subdivisões entérica, parassimpática e simpática. O sistema nervoso somático inclui os nervos cranianos e espinhais e seus gânglios e receptores sensitivos periféricos. Vias Neurais;
19 Toxicidade: Capacidade de uma substância produzir efeitos prejudiciais ao organismo vivo.
20 Sistema nervoso: O sistema nervoso é dividido em sistema nervoso central (SNC) e o sistema nervoso periférico (SNP). O SNC é formado pelo encéfalo e pela medula espinhal e a porção periférica está constituída pelos nervos cranianos e espinhais, pelos gânglios e pelas terminações nervosas.
21 Ardor: 1. Calor forte, intenso. 2. Mesmo que ardência. 3. Qualidade daquilo que fulge, que brilha. 4. Amor intenso, desejo concupiscente, paixão.
22 Para pacientes: Você pode utilizar este texto livremente com seus pacientes, inclusive alterando-o, de acordo com a sua prática e experiência. Conheça todos os materiais Para Pacientes disponíveis para auxiliar, educar e esclarecer seus pacientes, colaborando para a melhoria da relação médico-paciente, reunidos no canal Para Pacientes . As informações contidas neste texto são baseadas em uma compilação feita pela equipe médica da Centralx. Você deve checar e confirmar as informações e divulgá-las para seus pacientes de acordo com seus conhecimentos médicos.
23 Faringe: Canal músculo-membranoso comum aos sistemas digestivo e respiratório. Comunica-se com a boca e com as fossas nasais. É dividida em três partes: faringe superior (nasofaringe ou rinofaringe), faringe bucal (orofaringe) e faringe inferior (hipofaringe, laringofaringe ou faringe esofagiana), sendo um órgão indispensável para a circulação do ar e dos alimentos.
24 Laringe: É um órgão fibromuscular, situado entre a traqueia e a base da língua que permite a passagem de ar para a traquéia. Consiste em uma série de cartilagens, como a tiroide, a cricóide e a epiglote e três pares de cartilagens: aritnoide, corniculada e cuneiforme, todas elas revestidas de membrana mucosa que são movidas pelos músculos da laringe. As dobras da membrana mucosa dão origem às pregas vocais.
25 Sinais: São alterações percebidas ou medidas por outra pessoa, geralmente um profissional de saúde, sem o relato ou comunicação do paciente. Por exemplo, uma ferida.
26 Síndrome: Conjunto de sinais e sintomas que se encontram associados a uma entidade conhecida ou não.
27 Encefalopatia: Qualquer patologia do encéfalo. O encéfalo é um conjunto que engloba o tronco cerebral, o cerebelo e o cérebro.
28 Cabeça:
29 Visão: 1. Ato ou efeito de ver. 2. Percepção do mundo exterior pelos órgãos da vista; sentido da vista. 3. Algo visto, percebido. 4. Imagem ou representação que aparece aos olhos ou ao espírito, causada por delírio, ilusão, sonho; fantasma, visagem. 5. No sentido figurado, concepção ou representação, em espírito, de situações, questões etc.; interpretação, ponto de vista. 6. Percepção de fatos futuros ou distantes, como profecia ou advertência divina.
30 Diagnóstico: Determinação de uma doença a partir dos seus sinais e sintomas.
31 Cérebro: Derivado do TELENCÉFALO, o cérebro é composto dos hemisférios direito e esquerdo. Cada hemisfério contém um córtex cerebral exterior e gânglios basais subcorticais. O cérebro inclui todas as partes dentro do crânio exceto MEDULA OBLONGA, PONTE e CEREBELO. As funções cerebrais incluem as atividades sensório-motora, emocional e intelectual.
32 Aparelho digestivo: O aparelho digestivo ou digestório realiza a digestão, processo que transforma os alimentos em substâncias passíveis de serem absorvidas pelo organismo. Os materiais não absorvidos são eliminados por este sistema. Ele é composto pelo tubo digestivo e por glândulas anexas.
33 Estômago: Órgão da digestão, localizado no quadrante superior esquerdo do abdome, entre o final do ESÔFAGO e o início do DUODENO.
34 Vômitos: São a expulsão ativa do conteúdo gástrico pela boca. Podem ser classificados em: alimentar, fecalóide, biliar, em jato, pós-prandial. Sinônimo de êmese. Os medicamentos que agem neste sintoma são chamados de antieméticos.
35 Desidratação: Perda de líquidos do organismo pelo aumento importante da freqüência urinária, sudorese excessiva, diarréia ou vômito.
36 Intestinos: Seção do canal alimentar que vai do ESTÔMAGO até o CANAL ANAL. Inclui o INTESTINO GROSSO e o INTESTINO DELGADO.
37 Sangue: O sangue é uma substância líquida que circula pelas artérias e veias do organismo. Em um adulto sadio, cerca de 45% do volume de seu sangue é composto por células (a maioria glóbulos vermelhos, glóbulos brancos e plaquetas). O sangue é vermelho brilhante, quando oxigenado nos pulmões (nos alvéolos pulmonares). Ele adquire uma tonalidade mais azulada, quando perde seu oxigênio, através das veias e dos pequenos vasos denominados capilares.
38 Diarréia: Aumento do volume, freqüência ou quantidade de líquido nas evacuações.Deve ser a manifestação mais freqüente de alteração da absorção ou transporte intestinal de substâncias, alterações estas que em geral são devidas a uma infecção bacteriana ou viral, a toxinas alimentares, etc.
39 Vômito: É a expulsão ativa do conteúdo gástrico pela boca. Pode ser classificado como: alimentar, fecalóide, biliar, em jato, pós-prandial. Sinônimo de êmese. Os medicamentos que agem neste sintoma são chamados de antieméticos.
40 Células Brancas do Sangue: Células sangüíneas brancas. Compreendem tanto os leucócitos granulócitos (BASÓFILOS, EOSINÓFILOS e NEUTRÓFILOS) como os não granulócitos (LINFÓCITOS e MONÓCITOS).
41 Pulmão: Cada um dos órgãos pareados que ocupam a cavidade torácica que tem como função a oxigenação do sangue.
42 Intersticial: Relativo a ou situado em interstícios, que são pequenos espaços entre as partes de um todo ou entre duas coisas contíguas (por exemplo, entre moléculas, células, etc.). Na anatomia geral, diz-se de tecido de sustentação localizado nos interstícios de um órgão, especialmente de vasos sanguíneos e tecido conjuntivo.
43 Pulmões: Órgãos do sistema respiratório situados na cavidade torácica e responsáveis pelas trocas gasosas entre o ambiente e o sangue. São em número de dois, possuem forma piramidal, têm consistência esponjosa e medem cerca de 25 cm de comprimento. Os pulmões humanos são divididos em segmentos denominados lobos. O pulmão esquerdo possui dois lobos e o direito possui três. Os pulmões são compostos de brônquios que se dividem em bronquíolos e alvéolos pulmonares. Nos alvéolos se dão as trocas gasosas ou hematose pulmonar entre o meio ambiente e o corpo, com a entrada de oxigênio na hemoglobina do sangue (formando a oxiemoglobina) e saída do gás carbônico ou dióxido de carbono (que vem da célula como carboemoglobina) dos capilares para o alvéolo.
44 Fígado: Órgão que transforma alimento em energia, remove álcool e toxinas do sangue e fabrica bile. A bile, produzida pelo fígado, é importante na digestão, especialmente das gorduras. Após secretada pelas células hepáticas ela é recolhida por canalículos progressivamente maiores que a levam para dois canais que se juntam na saída do fígado e a conduzem intermitentemente até o duodeno, que é a primeira porção do intestino delgado. Com esse canal biliar comum, chamado ducto hepático, comunica-se a vesícula biliar através de um canal sinuoso, chamado ducto cístico. Quando recebe esse canal de drenagem da vesícula biliar, o canal hepático comum muda de nome para colédoco. Este, ao entrar na parede do duodeno, tem um músculo circular, designado esfíncter de Oddi, que controla o seu esvaziamento para o intestino.
45 Veia porta: Veia curta e calibrosa formada pela união das veias mesentérica superior e esplênica.
46 Metástases: Formação de tecido tumoral, localizada em um lugar distante do sítio de origem. Por exemplo, pode se formar uma metástase no cérebro originário de um câncer no pulmão. Sua gravidade depende da localização e da resposta ao tratamento instaurado.
47 Veias: Vasos sangüíneos que levam o sangue ao coração.
48 Hepáticas: Relativas a ou que forma, constitui ou faz parte do fígado.
49 Fármaco: Qualquer produto ou preparado farmacêutico; medicamento.
50 Lactação: Fenômeno fisiológico neuro-endócrino (hormonal) de produção de leite materno pela puérpera no pós-parto; independente dela estar ou não amamentando.Toda mulher após o parto tem produção de leite - lactação; mas, infelizmente nem todas amamentam.
51 Malformação: 1. Defeito na forma ou na formação; anomalia, aberração, deformação. 2. Em patologia, é vício de conformação de uma parte do corpo, de origem congênita ou hereditária, geralmente curável por cirurgia. Ela é diferente da deformação (que é adquirida) e da monstruosidade (que é incurável).
52 Feto: Filhote por nascer de um mamífero vivíparo no período pós-embrionário, depois que as principais estruturas foram delineadas. Em humanos, do filhote por nascer vai do final da oitava semana após a CONCEPÇÃO até o NASCIMENTO, diferente do EMBRIÃO DE MAMÍFERO prematuro.
53 Terapêutica: Terapia, tratamento de doentes.
54 Tontura: O indivíduo tem a sensação de desequilíbrio, de instabilidade, de pisar no vazio, de que vai cair.
55 Vírus: Pequeno microorganismo capaz de infectar uma célula de um organismo superior e replicar-se utilizando os elementos celulares do hospedeiro. São capazes de causar múltiplas doenças, desde um resfriado comum até a AIDS.
56 Saúde: 1. Estado de equilíbrio dinâmico entre o organismo e o seu ambiente, o qual mantém as características estruturais e funcionais do organismo dentro dos limites normais para sua forma de vida e para a sua fase do ciclo vital. 2. Estado de boa disposição física e psíquica; bem-estar. 3. Brinde, saudação que se faz bebendo à saúde de alguém. 4. Força física; robustez, vigor, energia.
57 Glicose: Uma das formas mais simples de açúcar.
58 Microbiológico: Referente à microbiologia, ou seja, à especialidade biomédica que estuda os microrganismos patogênicos, responsáveis pelas doenças infecciosas, englobando a bacteriologia (bactérias), virologia (vírus) e micologia (fungos).
59 Incidência: Medida da freqüência em que uma doença ocorre. Número de casos novos de uma doença em um certo grupo de pessoas por um certo período de tempo.
60 Edema: 1. Inchaço causado pelo excesso de fluidos no organismo. 2. Acúmulo anormal de líquido nos tecidos do organismo, especialmente no tecido conjuntivo.
61 Terapia combinada: Uso de medicações diferentes ao mesmo tempo (agentes hipoglicemiantes orais ou um agente hipoglicemiante oral e insulina, por exemplo) para administrar os níveis de glicose sangüínea em pessoas com diabetes tipo 2.
62 Taquicardia: Aumento da frequência cardíaca. Pode ser devido a causas fisiológicas (durante o exercício físico ou gravidez) ou por diversas doenças como sepse, hipertireoidismo e anemia. Pode ser assintomática ou provocar palpitações.
63 Angioedema: Caracteriza-se por áreas circunscritas de edema indolor e não-pruriginoso decorrente de aumento da permeabilidade vascular. Os locais mais acometidos são a cabeça e o pescoço, incluindo os lábios, assoalho da boca, língua e laringe, mas o edema pode acometer qualquer parte do corpo. Nos casos mais avançados, o angioedema pode causar obstrução das vias aéreas. A complicação mais grave é o inchaço na garganta (edema de glote).
64 Alopécia: Redução parcial ou total de pêlos ou cabelos em uma determinada área de pele. Ela apresenta várias causas, podendo ter evolução progressiva, resolução espontânea ou ser controlada com tratamento médico. Quando afeta todos os pêlos do corpo, é chamada de alopécia universal.
65 Mão: Articulação entre os ossos do metacarpo e as falanges.
66 Constipação: Retardo ou dificuldade nas defecações, suficiente para causar desconforto significativo para a pessoa. Pode significar que as fezes são duras, difíceis de serem expelidas ou infreqüentes (evacuações inferiores a três vezes por semana), ou ainda a sensação de esvaziamento retal incompleto, após as defecações.
67 Náusea: Vontade de vomitar. Forma parte do mecanismo complexo do vômito e pode ser acompanhada de sudorese, sialorréia (salivação excessiva), vertigem, etc.
68 Estomatite: Inflamação da mucosa oral produzida por infecção viral, bacteriana, micótica ou por doença auto-imune. É caracterizada por dor, ardor e vermelhidão da mucosa, podendo depositar-se sobre a mesma uma membrana brancacenta (leucoplasia), ou ser acompanhada de bolhas e vesículas.
69 Leucopenia: Redução no número de leucócitos no sangue. Os leucócitos são responsáveis pelas defesas do organismo, são os glóbulos brancos. Quando a quantidade de leucócitos no sangue é inferior a 6000 leucócitos por milímetro cúbico, diz-se que o indivíduo apresenta leucopenia.
70 Íleo: A porção distal and mais estreita do INTESTINO DELGADO, entre o JEJUNO e a VALVA ILEOCECAL do INTESTINO GROSSO. Sinônimos: Ileum
71 Colite: Inflamação da porção terminal do cólon (intestino grosso). Pode ser devido a infecções intestinais (a causa mais freqüente), ou a processos inflamatórios diversos (colite ulcerativa, colite isquêmica, colite por radiação, etc.).
72 Anemia: Condição na qual o número de células vermelhas do sangue está abaixo do considerado normal para a idade, resultando em menor oxigenação para as células do organismo.
73 Neutropenia: Queda no número de neutrófilos no sangue abaixo de 1000 por milímetro cúbico. Esta é a cifra considerada mínima para manter um sistema imunológico funcionando adequadamente contra os agentes infecciosos mais freqüentes. Quando uma pessoa neutropênica apresenta febre, constitui-se uma situação de “emergência infecciosa”.
74 Esplenomegalia: Aumento tamanho do baço acima dos limites normais
75 Trombocitopenia: É a redução do número de plaquetas no sangue. Contrário de trombocitose. Quando a quantidade de plaquetas no sangue é inferior a 150.000/mm³, diz-se que o indivíduo apresenta trombocitopenia (ou plaquetopenia). As pessoas com trombocitopenia apresentam tendência de sofrer hemorragias.
76 Anemia hemolítica: Doença hereditária que faz com que os glóbulos vermelhos do sangue se desintegrem no interior dos veios sangüíneos (hemólise intravascular) ou em outro lugar do organismo (hemólise extravascular). Pode ter várias causas e ser congênita ou adquirida. O tratamento depende da causa.
77 Fosfatase alcalina: É uma hidrolase, ou seja, uma enzima que possui capacidade de retirar grupos de fosfato de uma distinta gama de moléculas, tais como nucleotídeos, proteínas e alcaloides. Ela é sintetizada por diferentes órgãos e tecidos, como, por exemplo, os ossos, fígado e placenta.
78 Bilirrubina: Pigmento amarelo que é produto da degradação da hemoglobina. Quando aumenta no sangue, acima de seus valores normais, pode produzir uma coloração amarelada da pele e mucosas, denominada icterícia. Pode estar aumentado no sangue devido a aumento da produção do mesmo (excesso de degradação de hemoglobina) ou por dificuldade de escoamento normal (por exemplo, cálculos biliares, hepatite).
79 Hepática: Relativa a ou que forma, constitui ou faz parte do fígado.
80 Hipertensão: Condição presente quando o sangue flui através dos vasos com força maior que a normal. Também chamada de pressão alta. Hipertensão pode causar esforço cardíaco, dano aos vasos sangüíneos e aumento do risco de um ataque cardíaco, derrame ou acidente vascular cerebral, além de problemas renais e morte.
81 Cutâneas: Que dizem respeito à pele, à cútis.
82 Urticária: Reação alérgica manifestada na pele como elevações pruriginosas, acompanhadas de vermelhidão da mesma. Pode afetar uma parte ou a totalidade da pele. Em geral é autolimitada e cede em pouco tempo, podendo apresentar períodos de melhora e piora ao longo de vários dias.
83 Eritema: Vermelhidão da pele, difusa ou salpicada, que desaparece à pressão.
84 Prurido: 1.    Na dermatologia, o prurido significa uma sensação incômoda na pele ou nas mucosas que leva a coçar, devido à liberação pelo organismo de substâncias químicas, como a histamina, que irritam algum nervo periférico. 2.    Comichão, coceira. 3.    No sentido figurado, prurido é um estado de hesitação ou dor na consciência; escrúpulo, preocupação, pudor. Também pode significar um forte desejo, impaciência, inquietação.
85 Face: Parte anterior da cabeça que inclui a pele, os músculos e as estruturas da fronte, olhos, nariz, boca, bochechas e mandíbula.
86 Sudorese: Suor excessivo
87 Peito: Parte superior do tronco entre o PESCOÇO e o ABDOME; contém os principais órgãos dos sistemas circulatório e respiratório. (Tradução livre do original
88 Síncope: Perda breve e repentina da consciência, geralmente com rápida recuperação. Comum em pessoas idosas. Suas causas são múltiplas: doença cerebrovascular, convulsões, arritmias, doença cardíaca, embolia pulmonar, hipertensão pulmonar, hipoglicemia, intoxicações, hipotensão postural, síncope situacional ou vasopressora, infecções, causas psicogênicas e desconhecidas.
89 Hipotensão: Pressão sanguínea baixa ou queda repentina na pressão sanguínea. A hipotensão pode ocorrer quando uma pessoa muda rapidamente de uma posição sentada ou deitada para a posição de pé, causando vertigem ou desmaio.
90 Broncoespasmo: Contração do músculo liso bronquial, capaz de produzir estreitamento das vias aéreas, manifestado por sibilos no tórax e falta de ar. É uma contração vista com freqüência na asma.
91 Costas:
92 Rabdomiólise: Síndrome caracterizada por destruição muscular, com liberação de conteúdo intracelular na circulação sanguínea. Atualmente, a rabdomiólise é considerada quando há dano secundário em algum órgão associado ao aumento das enzimas musculares. A gravidade da doença é variável, indo de casos de elevações assintomáticas de enzimas musculares até situações ameaçadoras à vida, com insuficiência renal aguda ou distúrbios hidroeletrolíticos. As causas da rabdomiólise podem ser classificadas em quatro grandes grupos: trauma ou lesão muscular direta, excesso de atividade muscular, defeitos enzimáticos hereditários ou outras condições clínicas.
93 Disestesia: Distúrbio da sensibilidade superficial tátil.
94 Neuropatia: Doença do sistema nervoso. As três principais formas de neuropatia em pessoas diabéticas são a neuropatia periférica, neuropatia autonômica e mononeuropatia. A forma mais comum é a neuropatia periférica, que afeta principalmente pernas e pés.
95 Parestesia: Sensação cutânea subjetiva (ex.: frio, calor, formigamento, pressão, etc.) vivenciada espontaneamente na ausência de estimulação.
96 Isquêmico: Relativo à ou provocado pela isquemia, que é a diminuição ou suspensão da irrigação sanguínea, numa parte do organismo, ocasionada por obstrução arterial ou por vasoconstrição.
97 Dispnéia: Falta de ar ou dificuldade para respirar caracterizada por respiração rápida e curta, geralmente está associada a alguma doença cardíaca ou pulmonar.
98 Fibrose: 1. Aumento das fibras de um tecido. 2. Formação ou desenvolvimento de tecido conjuntivo em determinado órgão ou tecido como parte de um processo de cicatrização ou de degenerescência fibroide.
99 Pneumonite: Inflamação dos pulmões que compromete principalmente o espaço que separa um alvéolo de outro (interstício pulmonar). Pode ser produzida por uma infecção viral ou lesão causada por radiação ou exposição a diferentes agentes químicos.
100 Nefrotoxicidade: É um dano nos rins causado por substâncias químicas chamadas nefrotoxinas.
101 Insuficiência renal: Condição crônica na qual o corpo retém líquido e excretas pois os rins não são mais capazes de trabalhar apropriadamente. Uma pessoa com insuficiência renal necessita de diálise ou transplante renal.
102 Nefrite: Termo que significa “inflamação do rim” e que agrupa doenças caracterizadas por lesões imunológicas ou infecciosas do tecido renal. Alguns exemplos são a nefrite intersticial por drogas, a glomerulonefrite pós-estreptocócica, etc. Podem manifestar-se por hipertensão arterial, hematúria e dor lombar.
103 Acidose: Desequilíbrio do meio interno caracterizado por uma maior concentração de íons hidrogênio no organismo. Pode ser produzida pelo ganho de substâncias ácidas ou perda de substâncias alcalinas (básicas).
104 Renal: Relacionado aos rins. Uma doença renal é uma doença dos rins. Insuficiência renal significa que os rins pararam de funcionar.
105 Fadiga: 1. Sensação de enfraquecimento resultante de esforço físico. 2. Trabalho cansativo. 3. Redução gradual da resistência de um material ou da sensibilidade de um equipamento devido ao uso continuado.
106 Febre: É a elevação da temperatura do corpo acima dos valores normais para o indivíduo. São aceitos como valores de referência indicativos de febre: temperatura axilar ou oral acima de 37,5°C e temperatura retal acima de 38°C. A febre é uma reação do corpo contra patógenos.
107 Sepse: Infecção produzida por um germe capaz de provocar uma resposta inflamatória em todo o organismo. Os sintomas associados a sepse são febre, hipotermia, taquicardia, taquipnéia e elevação na contagem de glóbulos brancos. Pode levar à morte, se não tratada a tempo e corretamente.
108 Antídoto: Substância ou mistura que neutraliza os efeitos de um veneno. Esta ação pode reagir diretamente com o veneno ou amenizar/reverter a ação biológica causada por ele.
109 Efeitos colaterais: 1. Ação não esperada de um medicamento. Ou seja, significa a ação sobre alguma parte do organismo diferente daquela que precisa ser tratada pelo medicamento. 2. Possível reação que pode ocorrer durante o uso do medicamento, podendo ser benéfica ou maléfica.

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