Glucoreumin

ZAMBON

Atualizado em 08/12/2014

Glucoreumin®

Sulfato de glicosamina

Forma Farmacêutica, Via de Administração e Apresentações Comercializadas de Glucoreumin

Pó para solução oral 1,5 g. Embalagens com 10 ou 30 sachês com 3,95 g.USO ADULTO
USO ORAL

Composição de Glucoreumin

Cada sachê contém:
sulfato de glicosamina....................*1,5 g
excipientes** q.s.p.................... 1 sachê
* Equivalente a 1,884 g de sulfato de glicosamina cristalino1.
** (aspartame2, polietilenoglicol, ácido cítrico, sorbitol3).

- INFORMAÇÕES AO PACIENTE

Como este medicamento funciona?
Sulfato de glicosamina é uma molécula naturalmente presente no organismo e utilizada para a síntese da substância fundamental da cartilagem articular4 e do líquido sinovial5, responsável pela lubrificação das juntas (articulações6).
A administração de Glucoreumin® visa repor a matéria-prima para reconstituição das cartilagens7 que se encontram em processos degenerativos8.

Por que este medicamento foi indicado?
Glucoreumin® é indicado para o tratamento de artrose9 primária e secundária.

Quando não devo usar este medicamento?
Glucoreumin® está contra-indicado em pacientes com hipersensibilidade a sulfato de glicosamina e/ou demais componentes da formulação.
Atenção fenilcetonúricos10: contém fenilalanina11.

Gravidez12
Categoria de risco B: Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica ou do cirurgião-dentista.
Deve ser evitado o uso de Glucoreumin® durante os três primeiros meses da gravidez12.

Amamentação13
Glucoreumin® deve ser limitado a casos de reconhecida necessidade e sob cuidadosa supervisão médica. Avise seu médico se estiver amamentando ou se pretende amamentar.

Uso Pediátrico
A segurança do medicamento não foi avaliada em crianças. Por esse motivo Glucoreumin® não é indicado para o tratamento destes pacientes.

Outros grupos de risco
O uso de Glucoreumin® por pacientes com insufi ciência renal14 ou hepática15 grave deve ser feita sob cuidadosa supervisão médica.

O que devo dizer a meu médico antes de tomar Glucoreumin® ?
Informe a seu médico sobre quaisquer tipos de alergia16 que já tenha apresentado.

Posso dirigir ou operar máquinas enquanto estiver tomando Glucoreumin® ?
Glucoreumin® não interfere no estado de vigília e atenção do paciente, o que permite ao paciente dirigir e operar máquinas normalmente enquanto estiver fazendo uso do medicamento.

Interações medicamentosas
Glucoreumin® não deve ser utilizado juntamente com tetraciclina, penicilinas e cloranfenicol.
Não há contra-indicação relativa a faixas etárias.
Informe ao médico ou cirurgião-dentista o aparecimento de reações indesejáveis.
Informe ao seu médico ou cirurgião-dentista se você está fazendo uso de algum outro medicamento.
Não use medicamento sem o conhecimento do seu médico. Pode ser perigoso para a sua saúde17.

Como devo usar este medicamento?
Aspecto físico e características organolépticas do medicamento
Glucoreumin® apresenta-se como um pó cristalino1, branco, inodoro e solúvel em água.

Dosagem
A dose oral é de 1,5 g de sulfato de glicosamina ao dia, equivalente ao conteúdo de 1 sachê.
Duração do tratamento: 3 meses ou a critério médico.
Os primeiros efeitos de Glucoreumin® aparecem, em média, após 2 semanas de tratamento.

O que fazer no caso de esquecer de tomar uma dose?
Caso esqueça de tomar a dose diária, continue o tratamento normalmente no dia seguinte, tomando apenas o conteúdo de um sachê por dia.

Modo de usar
Dissolva o conteúdo de 1 sachê de Glucoreumin®, com o auxílio de uma colher, em 1 copo d'água à temperatura ambiente. A solução obtida deve ser tomada logo após o seu preparo, de preferência durante as refeições. Não guarde a solução obtida para uso posterior.
Siga a orientação de seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento.
Não interrompa o tratamento sem o conhecimento do seu médico.
Não use o medicamento com prazo de validade vencido. Antes de usar observe o aspecto do medicamento.

Quais os males que este medicamento pode causar?
Foram observados efeitos secundários num pequeno número de pacientes. Estes efeitos foram transitórios ou de pequena gravidade, sendo mais comum desconforto gástrico, diarréia18, fl atulência, constipação19, erupção20 cutânea21 com coceira e vermelhidão.

O que fazer se alguém utilizar uma grande quantidade deste medicamento de uma só vez?
No caso de superdose, procure imediatamente atendimento médico. Não são conhecidos os efeitos da superdose acidental ou intencional. Os estudos toxicológicos agudos e crônicos em animais indicaram que é improvável a ocorrência de sintomas22 e efeitos tóxicos em situações de superdose. Recomenda-se tratamento sintomático23.

Onde e como devo guardar este medicamento?
Conservar em temperatura ambiente (entre 15° e 30°C).

TODO MEDICAMENTO DEVE SER MANTIDO FORA DO ALCANCE DAS CRIANÇAS.

Informações Técnicas Aos Profissionais de Saúde17 de Glucoreumin

Características Farmacológicas de Glucoreumin

Glucoreumin® contém como princípio ativo, o sulfato de glicosamina, um composto puro e quimicamente bem definido, que é um sal do monossacarídeo aminado natural, a glicosamina ou glucosamina, a qual está fisiologicamente presente no corpo humano24.

Mecanismo de açãoO mecanismo de ação do sulfato de glicosamina na osteoartrose25 é desconhecido. A glicosamina é um constituinte normal das cadeias polissacarídicas da matriz cartilaginosa e dos glicosaminoglicanos do líquido sinovial5. Estudos in vitro e in vivo sugerem tropismo26 da glicosamina por componentes da cartilagem27 e tecido ósseo28, servindo como substrato para biossíntese de proteoglicanos; componente essencial da cartilagem articular4.

Farmacocinética
As propriedades farmacocinéticas do sulfato de glicosamina foram estudadas em ratos e cães usando do mesmo modo glicosamina marcada com C14 (4, 5).
Quando administrada por via intravenosa, a glicosamina desaparece rapidamente do sangue29 e é incorporada em vários tecidos, tais como o fígado30, os rins31 e a cartilagem articular4. Nesta última a radioatividade da glicosamina marcada se mantém por um período de tempo prolongado, com uma meia-vida biológica de cerca de 70 horas. Cerca de 50% da radioatividade administrada é exalada como CO2 durante os 6 dias que se seguem à administração, 30 a 40% é encontrada na urina32, enquanto que a excreção nas fezes é apenas cerca de 2% (6).
Após administração oral, o sulfato de glicosamina é rápido e quase completamente absorvido. Os subseqüentes padrões metabólito33 e farmacocinético estão de acordo com aqueles após a administração intravenosa (6).
Um estudo farmacocinético efetuado no homem com doses únicas de glicosamina marcada por via intravenosa (IV), intramuscular (IM) ou oral confi rmou a analogia do padrão farmacocinético da glicosamina com o encontrado em animais (6).
Após uma dose oral única de glicosamina marcada, a biodisponibilidade absoluta no homem foi de 25%, devido ao efeito da primeira passagem no fígado30, onde mais de 70% da glicosamina é metabolizada. A absorção gastrintestinal é perto de 90%, já que apenas 11% da forma radioativa administrada é excretada nas fezes (6).
Foram efetuados estudos no homem também após administração intravenosa (IV) ou oral de glicosamina não marcada e o doseamento da glicosamina por cromatografi a de troca iônica no sangue29 e na urina32. Este método de doseamento tem um limite de quantifi cação insufi ciente para estudos de farmacocinética idôneos. Apesar disso, os resultados foram concordantes com os obtidos com a glicosamina marcada (6).

Farmacodinâmica
A administração de glicosamina tem demonstrado retardar a degradação na cartilagem27 e reparar lesões34 experimentais na cartilagem27. Também foi demonstrado que o sulfato de glicosamina inibe a atividade de enzimas que destroem a cartilagem27, como a colagenase e a fosfolipase A2, bem como a formação de outras substâncias danosas aos tecidos, como radicais peróxido ou a atividade de enzimas lisossômicas. Estas atividades provavelmente são responsáveis pelos efeitos antiinflamatórios leves observados in vivo em modelos experimentais, incluindo alguns tipos de artrite35 induzida. Ao contrário dos antiinfl amatórios não esteroidais (AINE' s), o sulfato de glicosamina não inibe a síntese sistêmica de prostaglandinas36. Não foram observados efeitos nos sistemas cardiovascular ou respiratório e nos sistemas nervoso central ou autônomo em estudos farmacológicos de segurança. A efi cácia foi demonstrada em osteoartrose25 de joelho e foi demonstrada em parte na osteoartrose25 da coluna e de outras articulações6, incluindo o quadril. Não foi
estabelecida a efi cácia do sulfato de glicosamina para a osteoartrose25 da mão37.
Evidências de efi cácia e segurança foram obtidas após o tratamento prolongado (três anos) de pacientes com artrose9 de joelho.
Analgésicos38 e antiinflamatórios podem ser utilizados concomitantemente com o sulfato de glicosamina, tanto para analgesia de resgate durante possíveis acessos da doença quanto durante o período inicial do tratamento, quando os efeitos sintomáticos da glicosamina podem demorar cerca de 1 a 2 semanas. Programas de fi sioterapia podem ser usados concomitantemente com o sulfato de glicosamina no controle geral da osteoartrose25.

Resultados de Eficácia de Glucoreumin

Os resultados dos ensaios pivot sugerem que na população média de pacientes, pode-se esperar o que segue com relação à eficácia do medicamento. Foram evidentes as melhorias clinicamente observadas de 2 pontos, em média, em todos os estudos após as duas primeiras semanas de tratamento. Foi evidenciada uma atividade sintomática39 mais rápida do antiinflamatório não esteroidal (AINE) durante estas duas primeiras semanas de tratamento, mas o estudo de Muller, Fassbender et al (1) sugere que a partir da terceira semana o aumento da melhoria era similar entre glicosamina e o antiinflamatório (ibuprofeno). Após quatro semanas de tratamento o decréscimo no Index de Lequesne (2) com a glicosamina foi em média de 3 pontos (aproximadamente 30% nos valores de recrutamento) e é signifi cativamente diferente do placebo40 (estudo por Noack et al (3)), mas novamente não há diferença em relação ao antiinfl amatório (estudo
de Muller, Fassbender et al (1)). A melhoria com a glicosamina pode continuar de uma forma quase linear até atingir uma redução média do Index de cerca de 5 pontos, após 3 meses de tratamento.
Durante este tipo de tratamento em médio prazo, os efeitos do antiinflamatório tendem a se estabilizar, enquanto não são evidentes melhorias com o placebo40, após decréscimo de 1-2 pontos no primeiro mês.
De particular relevância é o fato de que esta melhoria com a glicosamina após 3 meses do estudo, é mantida durante pelo menos 2 meses após a descontinuação do fármaco41, contrariamente ao que aconteceu com o antiinflamatório cujos efeitos tendem a se perder rapidamente.

Indicações de Glucoreumin

Glucoreumin® é indicado no tratamento de artrose9 primária e secundária.

Contra-Indicações de Glucoreumin

Glucoreumin® está contra-indicado em pacientes com hipersensibilidade a sulfato de glicosamina e/ou demais componentes
da formulação.

Modo de Usar e Cuidados de Conservação Depois de Aberto de Glucoreumin

Glucoreumin® deve ser administrado somente por via oral. Deve-se dissolver o conteúdo de 1 sachê, com o auxílio de uma colher, em 1 copo d'água à temperatura ambiente. A solução obtida é de uso extemporâneo, por isso deve ser preparada e administrada em seguida, de preferência nas refeições. Não se deve guardar a solução obtida para uso posterior.

Posologia de Glucoreumin

A posologia é de 1,5 g por dia em dose única (cerca de 25 mg/kg de peso corpóreo). Caso o paciente esqueça de tomar a dose diária, deverá continuar o tratamento normalmente no dia seguinte, tomando apenas o conteúdo de 1 sachê.
Duração do tratamento: 3 meses ou a critério médico
Ensaios clínicos42 de curta duração, por períodos até 3 meses, demonstraram uma efi cácia ótima nos sintomas22 de osteoartrose25, com efeito residual evidente durante 2 meses após a suspensão do tratamento com o medicamento. O período pode, por isso, ser repetido a intervalos de 2 meses ou ainda na recorrência43 dos sintomas22.
Todavia, ensaios clínicos42 com tratamento diário contínuo, até 3 anos, demonstraram um alívio sintomático23 sustentado e um atraso do estreitamento da entrelinha articular, isto é, da principal alteração radiológica na osteoartrose25.

Advertências de Glucoreumin

Não foram efetuados estudos especiais em doentes com insuficiência renal44 ou hepática15. O perfil toxicológico e farmacológico do medicamento não indica limitações para estes pacientes. No entanto, a administração a pacientes com insuficiência renal44 ou hepática15 grave deve ser feita sob cuidadosa supervisão médica.Atenção fenilcetonúricos10: contém fenilalanina11.

Gravidez12 e lactação45
Categoria de risco B: Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica ou do cirurgião-dentista.
Os estudos em animais não evidenciaram quaisquer efeitos desfavoráveis nas funções reprodutoras ou na lactação45.
Na ausência deste tipo de estudo em humanos, o uso do sulfato de glicosamina durante a gravidez12 e lactação45 deve ser limitado a casos de reconhecida necessidade e sob supervisão médica. Deve ser evitada a administração durante o primeiro trimestre da gravidez12.

USO EM IDOSOS, CRIANÇAS E OUTROS GRUPOS DE RISCO
O uso em idosos deve ser feito segundo as informações do item posologia.
A segurança e efi cácia não foram estabelecidas em crianças, portanto não se pode fazer recomendações posológicas para estes pacientes.

Interações Medicamentosas de Glucoreumin

Não foram realizados estudos específi cos de interações medicamentosas; entretanto, as propriedades físico-químicas e farmacocinéticas do sulfato de glicosamina não indicam potencial para tais interações. O composto não compete pelos mecanismos de absorção e, após absorção, não se liga a proteínas46 plasmáticas. É pouco provável que seu metabólito33, sendo uma substância endógena incorporada em proteoglicanos ou degradada independentemente do sistema citocromo, leve a interações medicamentosas.
Ainda assim, a administração oral de sulfato de glicosamina pode favorecer a absorção gastrintestinal de tetraciclinas e reduzir a de penicilinas e cloranfenicol.

Reações Adversas a Medicamentos de Glucoreumin

Os ensaios clínicos42 demonstraram uma boa tolerabilidade do sulfato de glicosamina. Foram observados efeitos secundários num pequeno número de pacientes. Estes efeitos foram transitórios ou de pequena gravidade, sendo mais comuns a dor e desconforto gástrico, meteorismo47, obstipação48 e diarréia18.Foram relatadas em alguns pacientes reações de hipersensibilidade que incluíram rash49 cutâneo50 (erupção20 cutânea21) com prurido51 e eritema52.

Superdose de Glucoreumin

Não são conhecidos os efeitos da superdose acidental ou intencional. Os estudos toxicológicos agudos e crônicos em animais indicaram que é improvável a ocorrência de sintomas22 e efeitos tóxicos em situações de superdose.
Recomenda-se tratamento sintomático23.

Armazenagem de Glucoreumin

Conservar em temperatura ambiente (entre 15° e 30°C).

Referências Bibliográficas de Glucoreumin

1. Muller   Fassbender H, Bach GL, et al. Glucosamine sulfate compared to ibuprofen in osteoarthritis of the knees.
Osteoarthritis Cartilage 1994; 2(1): 61-9.
2. Lequesne MG, Mery C, et al. Indexes of severity for osteoarthritis of the hip and knee. Validation-value in comparison with other
assessment tests. Scand J Rheumatol Suppl. 1987; 65: 85-9.
3. Noack W, Fischer M, et al. Glucosamine sulfate in osteoarthritis of the knees. Osteoarthritis Cartilage 1994; 2(1): 51-9.
4. Setnikar I, Giachetti C, et al. Absorption, distribution and excretion of radioactivity after a single intravenous or oral administration
of [14C] glucosamine to the rat. Pharmatherapeutica 1984; 3(8): 538-50.
5. Setnikar I, Giachetti C, et al. Pharmacokinetics of glucosamine in the dog and in man. Arzneimittelforschung 1986; 36(4): 729-35.
6. Setnikar I, Palumbo R, et al. Pharmacokinetics of glucosamine in man. Arzneim.-Forsch/Drug Res 1993; 43: 1109-1113.
7. Reginster JY, Deroisy R, et al. Long-term effects of glucosamine sulphate on osteoarthritis progression:
a randomised, placebo40-controlled clinical trial. Lancet 2001; 357(9252): 251-6.

Dizeres Legais de Glucoreumin

Registro MS-1.0084.9945
Farm. Resp.: Helcio Garcia de Souza - CRF-SP 37.345
ZAMBON LABORATÓRIOS FARMACÊUTICOS LTDA.
Rua Descampado, 63 - Vila Vera
CEP: 04296-090 - São Paulo / SP
CNPJ n.º 61.100.004/0001-36

Indústria Brasileira
® Marca Registrada
Sob direitos de distribuição de Rottapharm

Fabricado e embalado por: Rottapharm Ltd.
Mulhuddart, Dublin - Irlanda

Embalagens com 10 sachês - Importado, embalado e distribuído por:
ZAMBON LABORATÓRIOS FARMACÊUTICOS LTDA
Embalagens com 30 sachês - Importado e distribuído por:
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VENDA SOB PRESCRIÇÃO MÉDICA

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Complementos

1 Cristalino: 1. Lente gelatinosa, elástica e convergente que focaliza a luz que entra no olho, formando imagens na retina. A distância focal do cristalino é modificada pelo movimento dos músculos ciliares, permitindo ajustar a visão para objetos próximos ou distantes. Isso se chama de acomodação do olho à distância do objeto. 2. Diz-se do grupo de cristais cujos eixos cristalográficos são iguais nas suas relações angulares gerais constantes 3. Diz-se de rocha constituída quase que totalmente por cristais ou fragmentos de cristais 4. Diz-se do que permite que passem os raios de luz e em consequência que se veja através dele; transparente. 5. Límpido, claro como o cristal.
2 Aspartame: Adoçante com quase nenhuma caloria e sem valor nutricional.
3 Sorbitol: Adoçante com quatro calorias por grama. Substância produzida pelo organismo em pessoas com diabetes e que pode causar danos aos olhos e nervos.
4 Cartilagem Articular:
5 Líquido sinovial: Gel viscoso e transparente que lubrifica as estruturas que banha, minorando o atrito entre elas. Ele é encontrado na cavidade da cápsula articular.
6 Articulações:
7 Cartilagens: Tecido resistente e flexível, de cor branca ou cinzenta, formado de grandes células inclusas em substância que apresenta tendência à calcificação e à ossificação.
8 Degenerativos: Relativos a ou que provocam degeneração.
9 Artrose: Também chamada de osteoartrose ou processo degenerativo articular, resulta de um processo anormal entre a destruição cartilaginosa e a reparação da mesma. Entende-se por cartilagem articular, um tipo especial de tecido que reveste a extremidade de dois ossos justapostos que possuem algum grau de movimentação entre eles, sua função básica é a de diminuir o atrito entre duas superfícies ósseas quando estas executam qualquer tipo de movimento, funcionando como mecanismo de absorção de choque. O estado de hidratação da cartilagem e a integridade da mesma, é fator preponderante para o não desenvolvimento da artrose.
10 Fenilcetonúricos: Portadores da doença fenilcetonúria.
11 Fenilalanina: É um aminoácido natural, encontrado nas proteínas vegetais e animais, essencial para a vida humana.
12 Gravidez: Condição de ter um embrião ou feto em desenvolvimento no trato reprodutivo feminino após a união de ovo e espermatozóide.
13 Amamentação: Ato da nutriz dar o peito e o lactente mamá-lo diretamente. É um fenômeno psico-sócio-cultural. Dar de mamar a; criar ao peito; aleitar; lactar... A amamentação é uma forma de aleitamento, mas há outras formas.
14 Renal: Relacionado aos rins. Uma doença renal é uma doença dos rins. Insuficiência renal significa que os rins pararam de funcionar.
15 Hepática: Relativa a ou que forma, constitui ou faz parte do fígado.
16 Alergia: Reação inflamatória anormal, perante substâncias (alérgenos) que habitualmente não deveriam produzi-la. Entre estas substâncias encontram-se poeiras ambientais, medicamentos, alimentos etc.
17 Saúde: 1. Estado de equilíbrio dinâmico entre o organismo e o seu ambiente, o qual mantém as características estruturais e funcionais do organismo dentro dos limites normais para sua forma de vida e para a sua fase do ciclo vital. 2. Estado de boa disposição física e psíquica; bem-estar. 3. Brinde, saudação que se faz bebendo à saúde de alguém. 4. Força física; robustez, vigor, energia.
18 Diarréia: Aumento do volume, freqüência ou quantidade de líquido nas evacuações.Deve ser a manifestação mais freqüente de alteração da absorção ou transporte intestinal de substâncias, alterações estas que em geral são devidas a uma infecção bacteriana ou viral, a toxinas alimentares, etc.
19 Constipação: Retardo ou dificuldade nas defecações, suficiente para causar desconforto significativo para a pessoa. Pode significar que as fezes são duras, difíceis de serem expelidas ou infreqüentes (evacuações inferiores a três vezes por semana), ou ainda a sensação de esvaziamento retal incompleto, após as defecações.
20 Erupção: 1. Ato, processo ou efeito de irromper. 2. Aumento rápido do brilho de uma estrela ou de pequena região da atmosfera solar. 3. Aparecimento de lesões de natureza inflamatória ou infecciosa, geralmente múltiplas, na pele e mucosas, provocadas por vírus, bactérias, intoxicações, etc. 4. Emissão de materiais magmáticos por um vulcão (lava, cinzas etc.).
21 Cutânea: Que diz respeito à pele, à cútis.
22 Sintomas: Alterações da percepção normal que uma pessoa tem de seu próprio corpo, do seu metabolismo, de suas sensações, podendo ou não ser um indício de doença. Os sintomas são as queixas relatadas pelo paciente mas que só ele consegue perceber. Sintomas são subjetivos, sujeitos à interpretação pessoal. A variabilidade descritiva dos sintomas varia em função da cultura do indivíduo, assim como da valorização que cada pessoa dá às suas próprias percepções.
23 Sintomático: 1. Relativo a ou que constitui sintoma. 2. Que é efeito de alguma doença. 3. Por extensão de sentido, é o que indica um particular estado de coisas, de espírito; revelador, significativo.
24 Corpo humano: O corpo humano é a substância física ou estrutura total e material de cada homem. Ele divide-se em cabeça, pescoço, tronco e membros. A anatomia humana estuda as grandes estruturas e sistemas do corpo humano.
25 Osteoartrose: Também chamada de artrose ou processo degenerativo articular, resulta de um processo anormal entre a destruição cartilaginosa e a reparação da mesma. Entende-se por cartilagem articular, um tipo especial de tecido que reveste a extremidade de dois ossos justapostos (unidos) que possuem algum grau de movimentação entre eles, sua função básica é a de diminuir o atrito entre duas superfícies ósseas quando estas executam qualquer tipo de movimento, funcionando como mecanismo de absorção de choque. O estado de hidratação da cartilagem e a integridade da mesma, é fator preponderante para o não desenvolvimento da osteoartrose.
26 Tropismo: Reação de organismos fixos ou de suas partes, que consiste na mudança de orientação determinada por estímulos externos, dita positiva quando em direção ao estímulo e negativa quando se afasta do mesmo.
27 Cartilagem: Tecido resistente e flexível, de cor branca ou cinzenta, formado de grandes células inclusas em substância que apresenta tendência à calcificação e à ossificação.
28 Tecido Ósseo: TECIDO CONJUNTIVO especializado, principal constituinte do ESQUELETO. O componente celular básico (principle) do osso é constituído por OSTEOBLASTOS, OSTEÓCITOS e OSTEOCLASTOS, enquanto COLÁGENOS FIBRILARES e cristais de hidroxiapatita formam a MATRIZ ÓSSEA.
29 Sangue: O sangue é uma substância líquida que circula pelas artérias e veias do organismo. Em um adulto sadio, cerca de 45% do volume de seu sangue é composto por células (a maioria glóbulos vermelhos, glóbulos brancos e plaquetas). O sangue é vermelho brilhante, quando oxigenado nos pulmões (nos alvéolos pulmonares). Ele adquire uma tonalidade mais azulada, quando perde seu oxigênio, através das veias e dos pequenos vasos denominados capilares.
30 Fígado: Órgão que transforma alimento em energia, remove álcool e toxinas do sangue e fabrica bile. A bile, produzida pelo fígado, é importante na digestão, especialmente das gorduras. Após secretada pelas células hepáticas ela é recolhida por canalículos progressivamente maiores que a levam para dois canais que se juntam na saída do fígado e a conduzem intermitentemente até o duodeno, que é a primeira porção do intestino delgado. Com esse canal biliar comum, chamado ducto hepático, comunica-se a vesícula biliar através de um canal sinuoso, chamado ducto cístico. Quando recebe esse canal de drenagem da vesícula biliar, o canal hepático comum muda de nome para colédoco. Este, ao entrar na parede do duodeno, tem um músculo circular, designado esfíncter de Oddi, que controla o seu esvaziamento para o intestino.
31 Rins: Órgãos em forma de feijão que filtram o sangue e formam a urina. Os rins são localizados na região posterior do abdômen, um de cada lado da coluna vertebral.
32 Urina: Resíduo líquido produzido pela filtração renal no organismo, estocado na bexiga e expelido pelo ato de urinar.
33 Metabólito: Qualquer composto intermediário das reações enzimáticas do metabolismo.
34 Lesões: 1. Ato ou efeito de lesar (-se). 2. Em medicina, ferimento ou traumatismo. 3. Em patologia, qualquer alteração patológica ou traumática de um tecido, especialmente quando acarreta perda de função de uma parte do corpo. Ou também, um dos pontos de manifestação de uma doença sistêmica. 4. Em termos jurídicos, prejuízo sofrido por uma das partes contratantes que dá mais do que recebe, em virtude de erros de apreciação ou devido a elementos circunstanciais. Ou também, em direito penal, ofensa, dano à integridade física de alguém.
35 Artrite: Inflamação de uma articulação, caracterizada por dor, aumento da temperatura, dificuldade de movimentação, inchaço e vermelhidão da área afetada.
36 Prostaglandinas: É qualquer uma das várias moléculas estruturalmente relacionadas, lipossolúveis, derivadas do ácido araquidônico. Ela tem função reguladora de diversas vias metabólicas.
37 Mão: Articulação entre os ossos do metacarpo e as falanges.
38 Analgésicos: Grupo de medicamentos usados para aliviar a dor. As drogas analgésicas incluem os antiinflamatórios não-esteróides (AINE), tais como os salicilatos, drogas narcóticas como a morfina e drogas sintéticas com propriedades narcóticas, como o tramadol.
39 Sintomática: 1. Relativo a ou que constitui sintoma. 2. Que é efeito de alguma doença. 3. Por extensão de sentido, é o que indica um particular estado de coisas, de espírito; revelador, significativo.
40 Placebo: Preparação neutra quanto a efeitos farmacológicos, ministrada em substituição a um medicamento, com a finalidade de suscitar ou controlar as reações, geralmente de natureza psicológica, que acompanham tal procedimento terapêutico.
41 Fármaco: Qualquer produto ou preparado farmacêutico; medicamento.
42 Ensaios clínicos: Há três fases diferentes em um ensaio clínico. A Fase 1 é o primeiro teste de um tratamento em seres humanos para determinar se ele é seguro. A Fase 2 concentra-se em saber se um tratamento é eficaz. E a Fase 3 é o teste final antes da aprovação para determinar se o tratamento tem vantagens sobre os tratamentos padrões disponíveis.
43 Recorrência: 1. Retorno, repetição. 2. Em medicina, é o reaparecimento dos sintomas característicos de uma doença, após a sua completa remissão. 3. Em informática, é a repetição continuada da mesma operação ou grupo de operações. 4. Em psicologia, é a volta à memória.
44 Insuficiência renal: Condição crônica na qual o corpo retém líquido e excretas pois os rins não são mais capazes de trabalhar apropriadamente. Uma pessoa com insuficiência renal necessita de diálise ou transplante renal.
45 Lactação: Fenômeno fisiológico neuro-endócrino (hormonal) de produção de leite materno pela puérpera no pós-parto; independente dela estar ou não amamentando.Toda mulher após o parto tem produção de leite - lactação; mas, infelizmente nem todas amamentam.
46 Proteínas: Um dos três principais nutrientes dos alimentos. Alimentos que fornecem proteína incluem carne vermelha, frango, peixe, queijos, leite, derivados do leite, ovos.
47 Meteorismo: Acúmulo de gás no tubo digestivo. Pode produzir distensão abdominal, dor persistente, flatulência, etc.
48 Obstipação: Prisão de ventre ou constipação rebelde.
49 Rash: Coloração avermelhada da pele como conseqüência de uma reação alérgica ou infecção.
50 Cutâneo: Que diz respeito à pele, à cútis.
51 Prurido: 1.    Na dermatologia, o prurido significa uma sensação incômoda na pele ou nas mucosas que leva a coçar, devido à liberação pelo organismo de substâncias químicas, como a histamina, que irritam algum nervo periférico. 2.    Comichão, coceira. 3.    No sentido figurado, prurido é um estado de hesitação ou dor na consciência; escrúpulo, preocupação, pudor. Também pode significar um forte desejo, impaciência, inquietação.
52 Eritema: Vermelhidão da pele, difusa ou salpicada, que desaparece à pressão.

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