GYNAX N

ATIVUS

Atualizado em 08/12/2014

USO ADULTO

Forma Farmacêutica e Apresentações de Gynax N

Creme Vaginal: Bisnaga de 60 g acompanhada de 10 aplicadores descartáveis de 5 g.

Composição de Gynax N

Creme vaginal - cada 5 gramas contém :
Dexametasona ( 21-fosfato ) 0,32mg
Nistatina 100.000UI
Sulfato de Neomicina 10mg
Tirotricina 2mg
Propionato de Sódio 50mg
Ácido Bórico 300mg

Excipiente : Álcool cetílico, Base alto emulsificante não iônica, Óleo Mineral, Metilparabeno, Propilparabeno, Álcool Etílico Absoluto, Ácido Láctico, Água Destilada.

Informações ao Paciente de Gynax N

GYNAX-N é um medicamento eficaz para o tratamento das afecções1 vaginais geradas por fungos e bactérias.

Cuidados na conservação

O medicamento deve ser conservado ao abrigo da luz, calor e umidade, em temperatura entre 15 e 30 °C.

Prazo de validade: 36 meses após a data de fabricação.

Verifique a data de fabricação no cartucho.Não use medicamentos com o prazo de validade vencido.

Conduta na gravidez2 e Lactação3: Os componentes da formulação apresentam ação exclusivamente tópica, não apresentando absorção significativa no local de aplicação, por isto, pode ser utilizado durante a gravidez2 e no período de aleitamento materno4.
Informe seu médico a ocorrência de gravidez2 na vigência do tratamento, após o seu término ou se estiver amamentando.

Cuidados na administração:

Gynax - N deve ser administrado profundamente na vagina5. Estando em posição ginecológica6, coloque o aplicador até o fundo e esvazie-o, de preferência no período noturno. Deve-se evitar contato com os olhos7.
Siga a orientação do seu médico, respeitando sempre os horários, as
doses e a duração do tratamento.

Cuidados na interrupção

A interrupção de qualquer tratamento médico pode prejudicar a cura da doença.
Não interromper o tratamento sem o conhecimento do seu médico.

Reações Adversas

Informar ao médico responsável o aparecimento de reações desagradáveis, tais como: irritações locais, prurido8 e urticária9.

TODO MEDICAMENTO DEVE SER MANTIDO FORA DO ALCANCE DAS CRIANÇAS.

Ingestão concomitante com outras substâncias

Por ser de ação local, não existe nenhum inconveniente de seu uso juntamente com outros medicamentos por via oral ou injetável. Muitas vezes, pode ser utilizado como complemento do tratamento sistêmico10 das cervicites e vulvovaginites.

Contra-indicações e Precauções

GYNAX-N está contra-indicado em casos de hipersensibilidade aos
componentes de sua formulação.
A utilização de GYNAX-N, em pacientes com processos extremamente
purulento11, da mucosa12 vaginal, é contra-indicada.

NÃO TOME REMÉDIOS SEM O CONHECIMENTO DE SEU MÉDICO, PODE SER PERIGOSO PARA SUA SAÚDE13.

Informações Técnicas de Gynax N

Farmacologia14 :

Este produto reúne em sua composição elementos altamente eficazes em eliminar e impedir a proliferação bacteriana e fúngica15 na mucosa12 vaginal. A presença de uma concentração mínima de Dexametasona, dá a ele uma ação antiinflamatória com redução do edema16 local levando a um rápido desaparecimento da dor e do prurido8.
Ação antifúngica : A Candida albicans é o fungo17 mais freqüentemente
encontrado nas vulvovaginites. Para combater este agente, a formulação inclui a Nistatina, o Ácido Bórico e o Propionato de Sódio.
A Nistatina se liga a molécula do esterol presente na membrana dos fungos, alterando a permeabilidade18 celular e permitindo a saída de moléculas essenciais à vida do fungo17. Não é absorvida pela mucosa12. Não produz hipersensibilização e nem irritação local.
O Ácido Bórico têm ação antisséptica impedindo a multiplicação de bactérias e fungos. Além disso, permite a manutenção do pH ácido da vagina5, favorecendo a manutenção da flora vaginal normal.
O Propionato de sódio tem uma ação fungistática, aliviando também o prurido8 e a irritação local.
Ação Antibacteriana : As vulvovaginites bacterianas tem como agentes mais freqüentes : Gardnerella vaginalis, Mycoplasma hominis; Mobiluncus curtisii; Mobiluncus mulieris; Bacteróides sp, etc. Para combater esses agentes, associa dois antibióticos com ampla ação sobre estas bactérias.
A Neomicina é um aminoglicosídeo hidrossolúvel com ação bactericida sobre gram-positivos e gram-negativos. Não costuma produzir reações de hipersensibilidade local.
A Tirotricina é um antibiótico que possui dois componentes ativos, a
gramicidina e a tirocidina, o primeiro atua com maior especificidade contra gram-positivos e o segundo, mais contra gram-negativos. Quando a vulvovaginite19 for ocasionada pelo Trichomonas vaginalis, é conveniente o uso de um nitrimidazol sistêmico10 para que a resposta terapêutica20 seja mais adequada.

Farmacocinética: Dexametasona: difunde-se através das membranas celulares e forma complexos com os receptores citoplasmáticos específicos. Estes complexos penetram no núcleo da célula21, unem-se ao DNA e estimulam a transcrição do mRNA e a posterior síntese de enzimas, que são as responsáveis por dois tipos de efeitos dos corticosteróides sistêmicos22. E, estes agentes podem suprimir a transcrição do mRNA em algumas células23 ( por ex.: linfócitos ). Como antiinflamatório, esteróide, inibe a acumulação de células23 inflamatórias,
incluindo macrófagos24 e leucócitos25, na zona de inflamação26, inibe a fagocitose27, a liberação de alguns mediadores químicos da inflamação26. Como imunossupressor28, reduz a concentração de linfócitos dependentes do timo29, monócitos30 e eosinófilos31. Diminui a união das imunoglobulinas32 aos receptores celulares da superfície e inibe a síntese ou liberação de alguns mediadores químicos da inflamação26. Estimula o catabolismo33 proteico e induz o metabolismo34 dos aminoácidos. Metaboliza-se no fígado35, porém, de forma mais lenta que
outros corticóides. Elimina-se, principalmente, por excreção renal36 sob a forma de metabólitos37 inativos. Entretanto, sob a forma tópica, não é absorvido e portanto, não metabolizado, visto que age somente no local.
Nistatina: Seu mecanismo de ação consiste na sua união aos esteróis na membrana celular38 fúngica15, que ocasiona a incapacidade da membrana para funcionar como barreira seletiva. Não é absorvida pelo trato gastrintestinal e é excretada pelas fezes, sob a forma inalterada. Não é absorvida quando aplicada topicamente.
Neomicina: A absorção digestiva é baixa (3%) e por isso não é empregada em infecções39 sistêmicas; mesmo assim, com tomadas repetidas pode ser acumulada no córtex renal40 e nos tecidos cocleares. A eliminação nestes tecidos é muito lenta e pode demorar semanas após suspensa a sua administração. Sob a forma de aplicação tópica não é absorvida, portanto, não atinge o sistema circulatório41.
Ácido Bórico: O ácido bórico é absorvido no trato gastrintestinal, nas peles danificadas, feridas e membranas mucosas42. Mas, não penetra na pele43 íntegra.
Cerca de 50% da quantidade absorvida é excretada na urina44 em cerca de 12 horas; a quantidade remanescente é provavelmente excretada em 5 a 7 dias.
Propionato de Sódio e Tirotricina: Não são absorvidos, em peles íntegras, não ocasionando reações sistêmicas.

Indicações de Gynax N

Leucorréias inespecíficas; Candidíase45 vaginal, Infecções39 puerperais ( pós-aborto e pós-operatórias ); Pós cauterizações do Cérvix uterino; Cervicites e Vulvovaginites.

Contra-Indicações de Gynax N

Está contra-indicado em paciente que apresentem manifestações alérgicas a qualquer um de seus componentes, particularmente a Neomicina.
Não é conveniente o seu uso em paciente imunodeprimidos ou com processos extremamente purulentos46 na mucosa12 vaginal.

Advertências de Gynax N

O medicamento deve ser utilizado durante o período estabelecido pelo médico responsável e nas dosagens corretas. A interrupção do tratamento poderá gerar alterações no tratamento.A aplicação do medicamento durante o período de menstruação47 é prejudicada, devido ao fluxo menstrual.

Interações Medicamentosas de Gynax N

Até o momento, não se tem notícias de interações medicamentosas com o produto.

Reações Adversas/Efeitos Colaterais48 de Gynax N

As reações adversas mais freqüentes são prurido8, ardor49 e vermelhidão no local de aplicação.

Posologia de Gynax N

Carregar o aplicador até o seu limite ( 5 g ) e aplicar via vaginal, 1 vez ao dia, durante um período de 7 a 10 dias.

Modo de Usar de Gynax N

1.Retire a tampa da bisnaga e adapte o aplicador;2.Aperte a base da bisnaga com os dedos, de maneira a forçar a entrada do
creme no aplicador, até que o êmbolo50 tenha atingido a trava;
3.Retire o aplicador e feche novamente a bisnaga;
4.Após a aplicação, desprezar o aplicador.

Conduta na Superdose de Gynax N

Até o momento não se tem relato de casos de administração de doses elevadas do produto. Entretanto, tendo-se em vista o fato deste medicamento apresentar ação tópica, fica claro que casos de
superdose são de difícil ocorrência. Em caso de irritação local ou contato com os olhos7, lave o local com água corrente.
Advertências e Recomendações para Pacientes51 com Idade Superior a 65 anos : Este produto pode ser usado por pacientes com idade acima de 65 anos , desde que observadas as precauções comuns ao produto.

VENDA SOB PRESCRIÇÃO MÉDICA

GYNAX N - Laboratório

ATIVUS
Rua Fonte Mécia, 2050 - São Pedro
Valinhos/SP - CEP: 13270-000
Tel: (19) 3849 8600
Site: http://www.ativus.com.br/

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Antes de consumir qualquer medicamento, consulte seu médico (http://www.catalogo.med.br).

Complementos

1 Afecções: Quaisquer alterações patológicas do corpo. Em psicologia, estado de morbidez, de anormalidade psíquica.
2 Gravidez: Condição de ter um embrião ou feto em desenvolvimento no trato reprodutivo feminino após a união de ovo e espermatozóide.
3 Lactação: Fenômeno fisiológico neuro-endócrino (hormonal) de produção de leite materno pela puérpera no pós-parto; independente dela estar ou não amamentando.Toda mulher após o parto tem produção de leite - lactação; mas, infelizmente nem todas amamentam.
4 Aleitamento Materno: Compreende todas as formas do lactente receber leite humano ou materno e o movimento social para a promoção, proteção e apoio à esta cultura. Toda mulher após o parto tem produção de leite - lactação; mas, infelizmente nem todas amamentam.
5 Vagina: Canal genital, na mulher, que se estende do ÚTERO à VULVA. (Tradução livre do original
6 Posição ginecológica: O paciente permanece em decúbito dorsal, com as pernas flexionadas, afastadas e apoiadas em perneiras acolchoadas, e os braços estendidos e apoiados. Também chamada de posição de litotômia ou litotomia.
7 Olhos:
8 Prurido: 1.    Na dermatologia, o prurido significa uma sensação incômoda na pele ou nas mucosas que leva a coçar, devido à liberação pelo organismo de substâncias químicas, como a histamina, que irritam algum nervo periférico. 2.    Comichão, coceira. 3.    No sentido figurado, prurido é um estado de hesitação ou dor na consciência; escrúpulo, preocupação, pudor. Também pode significar um forte desejo, impaciência, inquietação.
9 Urticária: Reação alérgica manifestada na pele como elevações pruriginosas, acompanhadas de vermelhidão da mesma. Pode afetar uma parte ou a totalidade da pele. Em geral é autolimitada e cede em pouco tempo, podendo apresentar períodos de melhora e piora ao longo de vários dias.
10 Sistêmico: 1. Relativo a sistema ou a sistemática. 2. Relativo à visão conspectiva, estrutural de um sistema; que se refere ou segue um sistema em seu conjunto. 3. Disposto de modo ordenado, metódico, coerente. 4. Em medicina, é o que envolve o organismo como um todo ou em grande parte.
11 Purulento: Em que há pus ou cheio de pus; infeccionado. Que segrega pus. No sentido figurado, cuja conduta inspira nojo; repugnante, asqueroso, sórdido.
12 Mucosa: Tipo de membrana, umidificada por secreções glandulares, que recobre cavidades orgânicas em contato direto ou indireto com o meio exterior.
13 Saúde: 1. Estado de equilíbrio dinâmico entre o organismo e o seu ambiente, o qual mantém as características estruturais e funcionais do organismo dentro dos limites normais para sua forma de vida e para a sua fase do ciclo vital. 2. Estado de boa disposição física e psíquica; bem-estar. 3. Brinde, saudação que se faz bebendo à saúde de alguém. 4. Força física; robustez, vigor, energia.
14 Farmacologia: Ramo da medicina que estuda as propriedades químicas dos medicamentos e suas respectivas classificações.
15 Fúngica: Relativa à ou produzida por fungo.
16 Edema: 1. Inchaço causado pelo excesso de fluidos no organismo. 2. Acúmulo anormal de líquido nos tecidos do organismo, especialmente no tecido conjuntivo.
17 Fungo: Microorganismo muito simples de distribuição universal que pode colonizar uma superfície corporal e, em certas ocasiões, produzir doenças no ser humano. Como exemplos de fungos temos a Candida albicans, que pode produzir infecções superficiais e profundas, os fungos do grupo dos dermatófitos que causam lesões de pele e unhas, o Aspergillus flavus, que coloniza em alimentos como o amendoim e secreta uma toxina cancerígena, entre outros.
18 Permeabilidade: Qualidade dos corpos que deixam passar através de seus poros outros corpos (fluidos, líquidos, gases, etc.).
19 Vulvovaginite: Inflamações na região da vulva e da vagina.
20 Terapêutica: Terapia, tratamento de doentes.
21 Célula: Unidade funcional básica de todo tecido, capaz de se duplicar (porém algumas células muito especializadas, como os neurônios, não conseguem se duplicar), trocar substâncias com o meio externo à célula, etc. Possui subestruturas (organelas) distintas como núcleo, parede celular, membrana celular, mitocôndrias, etc. que são as responsáveis pela sobrevivência da mesma.
22 Sistêmicos: 1. Relativo a sistema ou a sistemática. 2. Relativo à visão conspectiva, estrutural de um sistema; que se refere ou segue um sistema em seu conjunto. 3. Disposto de modo ordenado, metódico, coerente. 4. Em medicina, é o que envolve o organismo como um todo ou em grande parte.
23 Células: Unidades (ou subunidades) funcionais e estruturais fundamentais dos organismos vivos. São compostas de CITOPLASMA (com várias ORGANELAS) e limitadas por uma MEMBRANA CELULAR.
24 Macrófagos: É uma célula grande, derivada do monócito do sangue. Ela tem a função de englobar e destruir, por fagocitose, corpos estranhos e volumosos.
25 Leucócitos: Células sangüíneas brancas. Compreendem tanto os leucócitos granulócitos (BASÓFILOS, EOSINÓFILOS e NEUTRÓFILOS) como os não granulócitos (LINFÓCITOS e MONÓCITOS). Sinônimos: Células Brancas do Sangue; Corpúsculos Sanguíneos Brancos; Corpúsculos Brancos Sanguíneos; Corpúsculos Brancos do Sangue; Células Sanguíneas Brancas
26 Inflamação: Conjunto de processos que se desenvolvem em um tecido em resposta a uma agressão externa. Incluem fenômenos vasculares como vasodilatação, edema, desencadeamento da resposta imunológica, ativação do sistema de coagulação, etc.Quando se produz em um tecido superficial (pele, tecido celular subcutâneo) pode apresentar tumefação, aumento da temperatura local, coloração avermelhada e dor (tétrade de Celso, o cientista que primeiro descreveu as características clínicas da inflamação).
27 Fagocitose: Processo de ingestão e destruição de partículas sólidas, como bactérias ou pedaços de tecido necrosado, por células ameboides chamadas de fagócitos.
28 Imunossupressor: Medicamento que suprime a resposta imune natural do organismo. Os imunossupressores são dados aos pacientes transplantados para evitar a rejeição de órgãos ou para pacientes com doenças autoimunes.
29 Timo:
30 Monócitos: É um tipo de leucócito mononuclear fagocitário, que se forma na medula óssea e é posteriormente transportado para os tecidos, onde se desenvolve em macrófagos.
31 Eosinófilos: Eosinófilos ou granulócitos eosinófilos são células sanguíneas responsáveis pela defesa do organismo contra parasitas e agentes infecciosos. Também participam de processos inflamatórios em doenças alérgicas e asma.
32 Imunoglobulinas: Proteína do soro sanguíneo, sintetizada pelos plasmócitos provenientes dos linfócitos B como reação à entrada de uma substância estranha (antígeno) no organismo; anticorpo.
33 Catabolismo: Parte do metabolismo que se refere à assimilação ou processamento da matéria adquirida para fins de obtenção de energia. Diz respeito às vias de degradação, ou seja, de quebra das substâncias. Parte sempre de moléculas grandes, que contêm quantidades importantes de energia (glicose, triclicerídeos, etc). Estas substâncias são transformadas de modo a que restem, no final, moléculas pequenas, pobres em energia ( H2O, CO2, NH3 ), aproveitando o organismo a libertação de energia resultante deste processo. É o contrário de anabolismo.
34 Metabolismo: É o conjunto de transformações que as substâncias químicas sofrem no interior dos organismos vivos. São essas reações que permitem a uma célula ou um sistema transformar os alimentos em energia, que será ultilizada pelas células para que as mesmas se multipliquem, cresçam e movimentem-se. O metabolismo divide-se em duas etapas: catabolismo e anabolismo.
35 Fígado: Órgão que transforma alimento em energia, remove álcool e toxinas do sangue e fabrica bile. A bile, produzida pelo fígado, é importante na digestão, especialmente das gorduras. Após secretada pelas células hepáticas ela é recolhida por canalículos progressivamente maiores que a levam para dois canais que se juntam na saída do fígado e a conduzem intermitentemente até o duodeno, que é a primeira porção do intestino delgado. Com esse canal biliar comum, chamado ducto hepático, comunica-se a vesícula biliar através de um canal sinuoso, chamado ducto cístico. Quando recebe esse canal de drenagem da vesícula biliar, o canal hepático comum muda de nome para colédoco. Este, ao entrar na parede do duodeno, tem um músculo circular, designado esfíncter de Oddi, que controla o seu esvaziamento para o intestino.
36 Renal: Relacionado aos rins. Uma doença renal é uma doença dos rins. Insuficiência renal significa que os rins pararam de funcionar.
37 Metabólitos: Qualquer composto intermediário das reações enzimáticas do metabolismo.
38 Membrana Celular: Membrana seletivamente permeável (contendo lipídeos e proteínas) que envolve o citoplasma em células procarióticas e eucarióticas.
39 Infecções: Doença produzida pela invasão de um germe (bactéria, vírus, fungo, etc.) em um organismo superior. Como conseqüência da mesma podem ser produzidas alterações na estrutura ou funcionamento dos tecidos comprometidos, ocasionando febre, queda do estado geral, e inúmeros sintomas que dependem do tipo de germe e da reação imunológica perante o mesmo.
40 Córtex Renal: Zona mais externa do RIM (abaixo da cápsula), constituída pelos GLOMÉRULOS RENAIS, TÚBULOS RENAIS DISTAIS e TÚBULOS RENAIS PROXIMAIS.
41 Sistema circulatório: O sistema circulatório ou cardiovascular é formado por um circuito fechado de tubos (artérias, veias e capilares) dentro dos quais circula o sangue e por um órgão central, o coração, que atua como bomba. Ele move o sangue através dos vasos sanguíneos e distribui substâncias por todo o organismo.
42 Mucosas: Tipo de membranas, umidificadas por secreções glandulares, que recobrem cavidades orgânicas em contato direto ou indireto com o meio exterior.
43 Pele: Camada externa do corpo, que o protege do meio ambiente. Composta por DERME e EPIDERME.
44 Urina: Resíduo líquido produzido pela filtração renal no organismo, estocado na bexiga e expelido pelo ato de urinar.
45 Candidíase: É o nome da infecção produzida pela Candida albicans, um fungo que produz doença em mucosas, na pele ou em órgãos profundos (candidíase sistêmica).As infecções profundas podem ser mais freqüentes em pessoas com deficiência no sistema imunológico (pacientes com câncer, SIDA, etc.).
46 Purulentos: Em que há pus ou cheio de pus; infeccionados. Que segrega pus. No sentido figurado, cuja conduta inspira nojo; repugnante, asqueroso, sórdido.
47 Menstruação: Sangramento cíclico através da vagina, que é produzido após um ciclo ovulatório normal e que corresponde à perda da camada mais superficial do endométrio uterino.
48 Efeitos colaterais: 1. Ação não esperada de um medicamento. Ou seja, significa a ação sobre alguma parte do organismo diferente daquela que precisa ser tratada pelo medicamento. 2. Possível reação que pode ocorrer durante o uso do medicamento, podendo ser benéfica ou maléfica.
49 Ardor: 1. Calor forte, intenso. 2. Mesmo que ardência. 3. Qualidade daquilo que fulge, que brilha. 4. Amor intenso, desejo concupiscente, paixão.
50 Êmbolo: 1. Cilindro ou disco que se move em vaivém no interior de seringas, bombas, etc. 2. Na engenharia mecânica, é um cilindro metálico deslizante que recebe um movimento de vaivém no interior de um cilindro de motor de combustão interna. 3. Em artes gráficas, é uma haste de ferro com um cilindro, articulada para comprimir e lançar o chumbo ao molde. 4. Em patologia, é um coágulo ou outro tampão trazido pela corrente sanguínea a partir de um vaso distante, que obstrui a circulação ao ser forçado contra um vaso menor. 5. Na anatomia zoológica, nas aranhas, é um prolongamento delgado no ápice do aparelho copulador masculino.
51 Para pacientes: Você pode utilizar este texto livremente com seus pacientes, inclusive alterando-o, de acordo com a sua prática e experiência. Conheça todos os materiais Para Pacientes disponíveis para auxiliar, educar e esclarecer seus pacientes, colaborando para a melhoria da relação médico-paciente, reunidos no canal Para Pacientes . As informações contidas neste texto são baseadas em uma compilação feita pela equipe médica da Centralx. Você deve checar e confirmar as informações e divulgá-las para seus pacientes de acordo com seus conhecimentos médicos.

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