Preço de Xeloda em Fairfield/SP: R$ 544,99

Xeloda

PRODUTOS ROCHE QUÍMICOS E FARMACÊUTICOS S.A.

Atualizado em 13/05/2021

IDENTIFICAÇÃO DO MEDICAMENTO

Xeloda® Roche
capecitabina
Agente citostático

APRESENTAÇÕES

Caixa contendo 60 comprimidos revestidos de 150 mg.
Caixa contendo 120 comprimidos revestidos de 500 mg.

VIA ORAL
USO ADULTO

COMPOSIÇÃO

Princípio ativo:

Cada comprimido revestido de Xeloda® 150 mg contém:

Capecitabina 150 mg
excipiente q.s.p. 1 comprimido

Cada comprimido revestido de Xeloda® 500 mg contém:

Capecitabina 500 mg
excipiente q.s.p. 1 comprimido

Excipientes: lactose anidra, croscarmelose sódica, hipromelose, celulose microcristalina, estearato de magnésio e água purificada. Componentes do revestimento: hipromelose, talco, dióxido de titânio, óxido de ferro amarelo, óxido férrico (óxido de ferro vermelho) e água purificada.

INFORMAÇÕES AO PACIENTE

Solicitamos a gentileza de ler cuidadosamente as informações abaixo. Caso não esteja seguro a respeito de determinado item, favor informar ao seu médico.

PARA QUE ESTE MEDICAMENTO É INDICADO?

Xeloda® é indicado para o tratamento de câncer de mama, câncer de cólon e reto (que são partes do intestino grosso) e câncer gástrico nas seguintes condições:

Câncer de mama:
Xeloda® em combinação com docetaxel é indicado para o tratamento de pacientes com câncer de mama com metástases (focos de células cancerosas distantes do foco primário), após falha da quimioterapia com antraciclina.
Xeloda® como tratamento único é indicado para o tratamento de pacientes com câncer de mama com metástases que não tenham apresentado resposta satisfatória a regimes de quimioterapia com paclitaxel e antraciclina ou para pacientes com resistência a paclitaxel e que não possam receber antraciclina, como pacientes que receberam doses cumulativas de 400 mg/m2 de doxorrubicina ou equivalente. Define-se resistência como progressão da doença na vigência do tratamento, com ou sem resposta inicial, ou recorrência em até 6 meses do término do tratamento adjuvante com antraciclina ou regimes com antraciclina.

Câncer colorretal:
Xeloda® é indicado para o tratamento adjuvante de pacientes com câncer colorretal.
Xeloda® é indicado como tratamento de primeira linha para pacientes com câncer de colorretal com metástases. Xeloda® combinado com oxaliplatina ou combinado com oxilaplatina e bevacizumabe é indicado para tratamento de primeira linha de câncer colorretal metastático. Xeloda® também pode ser combinado com oxaliplatina para o tratamento de segunda linha do câncer colorretal metastático em pacientes previamente tratados com irinotecano em combinação com um regime de fluoropirimidina como terapia de primeira linha.

Câncer gástrico:
Xeloda® é indicado como tratamento de primeira linha para pacientes com câncer gástrico em estágio avançado, desde que associado com compostos de platina, como a cisplatina ou oxaliplatina.

COMO ESTE MEDICAMENTO FUNCIONA?

Xeloda® contém a substância ativa capecitabina que interrompe o crescimento das células tumorais ou cancerígenas (agente citostástico).

QUANDO NÃO DEVO USAR ESTE MEDICAMENTO?

Você não deve tomar Xeloda® caso apresente alergia conhecida a qualquer um de seus componentes ou medicamentos à base de fluoropirimidinas e fluoruracila.
Você não poderá tomar Xeloda® se for portador de deficiência de uma enzima chamada diidropirimidina desidrogenase.
Xeloda® não deve ser administrado em conjunto com medicamentos como sorivudina e seus análogos ou com brivudina (medicamentos utilizados para o tratamento de herpes e catapora).
Este medicamento é contraindicado para pessoas que apresentem insuficiência renal grave (depuração de creatinina inferior a 30 mL/min).
Se existirem contraindicações para qualquer um dos agentes em combinação, o agente não deve ser utilizado.
Converse com o seu médico caso tenha dúvidas a respeito das possíveis contraindicações de Xeloda®.

O QUE DEVO SABER ANTES DE USAR ESTE MEDICAMENTO?

Enquanto você estiver tomando Xeloda® haverá necessidade de acompanhamento médico cuidadoso. Embora a maioria dos efeitos colaterais seja reversível, pode ser necessário suspender a medicação ou reduzir a dose em alguns casos.
Prisão de ventre, boca seca e gases são eventos gastrintestinais comuns à terapia combinada de Xeloda® com outras medicações, como a oxaliplatina.
Xeloda® pode induzir diarreia, que pode ser grave. Se você apresentar diarreia grave, deverá ser acompanhado cuidadosamente e, se ficar desidratado, deve receber fluidos com reposição de eletrólitos. Tratamentos para a diarreia devem ser iniciados o quanto antes, quando indicado.
A desidratação precisa ser evitada ou corrigida logo no início. Os pacientes com perda de apetite, diminuição da força muscular acompanhada de fraqueza, náusea, vômito ou diarreia podem ficar desidratados rapidamente. Desidratação pode causar insuficiência renal aguda, especialmente em pacientes que já apresentem comprometimento da função renal ou quando Xeloda® é administrado junto com outros medicamentos tóxicos para os rins. Casos de falência renal seguidos de morte foram reportados nessas situações. Se a desidratação for grave, o tratamento com Xeloda® precisará ser interrompido, até que você se recupere totalmente.
Foi observada toxicidade ao coração com o uso de Xeloda®, incluindo infarto do miocárdio, angina, arritmias, parada cardíaca, insuficiência cardíaca e alterações no eletrocardiograma. Esses eventos adversos podem ser mais comuns em pacientes que já apresentavam doença das artérias coronárias anteriormente. Xeloda® pode provocar reações de pele graves, como síndrome de Stevens-Johnson (inclui lesões cutâneas generalizadas, como bolhas, que podem atingir também as mucosas) e necrólise epidérmica tóxica (camada superficial da pele se solta em lâminas). Xeloda® deve ser permanentemente descontinuado nesses casos. Xeloda® pode provocar a síndrome mão-pé, uma lesão de pele com gravidade variável (grau 1 a 3), em média 79 dias depois do início do tratamento, com uma variação de 11 a 360 dias. Síndrome mão-pé persistente ou grave (grau 2 ou maior) pode, eventualmente, levar à perda de impressões digitais, o que poderia impactar a identificação do paciente. No grau 1, aparece formigamento nas mãos e nos pés, acompanhado de vermelhidão, mas o paciente consegue continuar com suas atividades. No grau 2, mãos e pés ficam muito doloridos e inchados, além de vermelhos, e o paciente já não consegue realizar suas atividades normalmente. No grau 3, aparecem feridas e bolhas, a pele se descola, e o desconforto é muito grande. Se a síndrome for de grau 2 ou 3, o tratamento com Xeloda® precisa ser interrompido até a resolução ou melhora do quadro. Há evidências de que dexpantenol funciona na prevenção da síndrome mão-pé.
Xeloda® pode induzir a aumento das bilirrubinas (substâncias produzidas pelo fígado que, quando aumentadas, podem levar ao aparecimento de cor amarelada na pele e nos olhos).

Efeitos sobre a capacidade de dirigir veículos ou operar máquinas.
Xeloda® tem influência moderada na capacidade de dirigir veículos ou operar máquinas. Procure orientação do seu médico caso apresente tontura, cansaço e/ou náusea durante o tratamento com Xeloda®

Fertilidade
Com base em evidências de estudos em animais, Xeloda® pode prejudicar a fertilidade em fêmeas e machos com potencial reprodutivo.

Contracepção
Mulheres

Antes de iniciar o tratamento, você deve informar ao seu médico caso pretenda engravidar. Durante o tratamento com Xeloda® você deve evitar uma gravidez. Para tanto, um método contraceptivo eficaz deve ser utilizado durante todo o tratamento e por 6 meses após a última dose de Xeloda®.

Homens
Pacientes do sexo masculino com parceiras do sexo feminino em idade fértil devem utilizar métodos contraceptivos eficazes durante o tratamento e por 3 meses após a última dose de Xeloda®.

Gravidez e amamentação
Categoria de risco na gravidez: D

Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica. Informe imediatamente seu médico em caso de suspeita de gravidez.

Não foram realizados estudos com mulheres grávidas em uso de Xeloda®. No entanto, com base no mecanismo de ação deste medicamento, que interrompe a multiplicação das células, presume-se que Xeloda® possa causar dano para o feto se administrado a mulheres grávidas.
Você não deve tomar Xeloda® caso esteja grávida ou pense que poderia estar. Você não deve amamentar durante o tratamento e por duas semanas após a última dose de Xeloda®

Populações especiais
Pacientes idosos e pacientes com funções renal ou hepática comprometidas devem ser cuidadosamente monitorados, pois podem apresentar maior probabilidade de desenvolver quadros de toxicidade gastrintestinal, além de quadros de toxicidade mais grave.

Até o momento, não há informações de que Xeloda® possa causar doping. Em caso de dúvidas, consulte o seu médico.

Principais interações medicamentosas
Anticoagulantes: avise seu médico se estiver tomando anticoagulantes como varfarina e femprocumona, pois o uso desses medicamentos em combinação com Xeloda® pode alterar a coagulação.
Fenitoína: se você estiver recebendo fenitoína (medicamento usado para controlar convulsões) ao mesmo tempo que Xeloda®, seu médico deve lhe monitorar regularmente as concentrações sanguíneas de fenitoína, que podem provocar efeitos colaterais.
Alimentos: em todos os estudos feitos com Xeloda®, os pacientes foram instruídos a tomar Xeloda® até 30 minutos após uma refeição. Portanto, recomenda-se que Xeloda® seja administrado dessa forma. Antiácidos: antiácidos contendo hidróxido de alumínio e hidróxido de magnésio podem causar um pequeno aumento nas concentrações plasmáticas de Xeloda®.
Ácido folínico: a toxicidade de Xeloda® pode ser aumentada com o uso de ácido folínico.
Sorivudina e análogos: Xeloda® não deve ser administrado com sorivudina ou com seus análogos quimicamente semelhantes, como brivudina, pois existe o risco de aumentar a toxicidade de fluoropirimidinas e isso pode ser fatal. É necessário aguardar pelo menos 4 semanas entre o fim da terapia com soruvudinas ou medicamentos semelhantes e o início da terapia com Xeloda®.

Alterações nos resultados de exames laboratoriais
Xeloda® pode causar alterações nos exames laboratoriais, assim os pacientes devem realizar exames periodicamente durante o tratamento. O seu médico saberá como proceder adequadamente nesses casos.

Interrupção do tratamento
Seu médico pode solicitar que você interrompa o tratamento com Xeloda® durante algum tempo ou que tome menor quantidade do medicamento, caso desenvolva qualquer reação adversa de difícil controle.

Informe ao seu médico ou cirurgião-dentista se você está fazendo uso de algum outro medicamento. Não use medicamento sem o conhecimento do seu médico. Pode ser perigoso para a sua saúde.

ONDE, COMO E POR QUANTO TEMPO POSSO GUARDAR ESTE MEDICAMENTO?

Xeloda® deve ser conservado em temperatura ambiente (entre 15 e 30ºC).
Número de lote e datas de fabricação e validade: vide embalagem.
Não use medicamento com o prazo de validade vencido. Guarde-o em sua embalagem original.
Descarte de medicamentos não utilizados e/ou com data de validade vencida 
O descarte de medicamentos no meio ambiente deve ser minimizado. Os medicamentos não devem ser descartados no esgoto, e o descarte em lixo doméstico deve ser evitado. Utilize o sistema de coleta local estabelecido, se disponível.

Os comprimidos de Xeloda® são das seguintes cores:
150 mg – cor pêssego claro.
500 mg – cor pêssego.

Antes de usar, observe o aspecto do medicamento. Caso ele esteja no prazo de validade e você observe alguma mudança no aspecto, consulte o farmacêutico para saber se poderá utilizá-lo.
Todo medicamento deve ser mantido fora do alcance das crianças.

COMO DEVO USAR ESTE MEDICAMENTO?

Tomar os comprimidos por via oral, pela manhã e à noite, até 30 minutos após as refeições. Ingerir os comprimidos com água.

Dose
Seu médico prescreverá a dose adequada, dependendo da natureza de sua doença, de seu peso corpóreo e de sua resposta individual a Xeloda®. Seu médico o informará sobre a quantidade correta de comprimidos que você deverá tomar pela manhã e à noite. Não mude as doses por sua conta. Em alguns casos, pode ser necessário reduzir a dose e seu médico saberá identificar essa situação para orientá-lo adequadamente.

Monoterapia
Câncer de mama e colorretal
A dose recomendada para monoterapia de Xeloda® é 1.250 mg/m2, duas vezes ao dia (pela manhã e à noite; equivalente a 2.500 mg/m2 de dose total diária) durante 14 dias, seguidos de sete dias de pausa.

Terapia combinada
Câncer de mama
Em combinação com docetaxel, a dose recomendada de Xeloda® é de 1.250 mg/m2, duas vezes ao dia (pela manhã e à noite, equivalente a 2.500 mg/m2 de dose total diária), durante 14 dias, seguidos de sete dias de pausa, associada ao docetaxel, 75 mg/m2, por infusão intravenosa, durante uma hora, a cada três semanas. A pré-medicação, de acordo com a bula de docetaxel, deve ser iniciada antes da administração de docetaxel para os pacientes que estiverem recebendo o medicamento em combinação com Xeloda®.

Câncer colorretal e gástrico
No tratamento combinado, a dose inicial recomendada de Xeloda® é de 800 a 1.000 mg/m2, administrada duas vezes ao dia durante duas semanas, seguida de período de sete dias de descanso, ou 625 mg/m2, duas vezes ao dia, quando administrada continuamente. A inclusão de agentes biológicos em um esquema de associação não tem efeito sobre a dose inicial de Xeloda®.
Pré-medicação para manter controlada a hidratação e antiemese, como descrito na bula da cisplatina e oxaliplatina, deve ser iniciada antes da administração de cisplatina para os pacientes que forem submetidos ao tratamento de Xeloda® em combinação com cisplatina ou oxaliplatina.
Poderá haver necessidade de ajustes da dose em casos de insuficiência renal, de toxicidade ou durante tratamento em associação com outros quimioterápicos. Informe seu médico sobre o aparecimento de reações desagradáveis.

Instruções especiais de doses
Pacientes com insuficiência hepática devida a metástases hepáticas: se a insuficiência hepática é leve a moderada, nenhum ajuste da dose inicial é necessário. Nesses casos os pacientes devem ser cuidadosamente monitorados. Não foram estudados pacientes com insuficiência hepática grave.

Pacientes com insuficiência renal: Em pacientes com insuficiência renal moderada, recomenda-se uma dose inicial menor, conforme orientação médica. Em pacientes com insuficiência renal leve, não se recomendam ajustes da dose inicial. Esses pacientes devem ser cuidadosamente monitorados por seus médicos. A recomendação de ajuste de dose para pacientes com insuficiência renal moderada se aplica tanto à monoterapia quanto ao uso em combinação.

Crianças: A segurança e a eficácia de Xeloda® em crianças não foram estabelecidas.

Idosos:

  • Para a monoterapia de Xeloda® não são necessários ajustes da dose inicial. No entanto, recomenda-se monitoramento cuidadoso dos pacientes idosos em relação às reações adversas graves (grau 3 ou 4).
  • Em combinação com docetaxel, foi observada incidência aumentada de eventos adversos (grau 3 ou 4) e de eventos adversos graves em pacientes com 60 anos de idade ou mais. Recomenda-se a redução da dose inicial de Xeloda® para 75% (950 mg/m2 duas vezes ao dia) em pacientes com 60 anos de idade ou mais, conforme orientação médica.

Duração do tratamento
A duração do tratamento com Xeloda® varia, dependendo da natureza de sua doença e de sua resposta individual ao tratamento. Seu médico o informará sobre quando você deve parar de tomar Xeloda®.

Siga a orientação de seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento. Não interrompa o tratamento sem o conhecimento do seu médico.
Este medicamento não deve ser partido, aberto ou mastigado.

O QUE DEVO FAZER QUANDO EU ME ESQUECER DE USAR ESTE MEDICAMENTO?

Caso você esqueça de usar o medicamento, não tome uma dose extra. Aguarde até a dose seguinte e tome a sua dose normal em seguida.
Não tente compensar a dose que você esqueceu tomando mais de uma dose ao mesmo tempo. As doses não tomadas de Xeloda®, devido à toxicidade, não são substituídas.
Em caso de dúvidas, procure orientação do farmacêutico ou de seu médico, ou cirurgião-dentista.

QUAIS OS MALES QUE ESTE MEDICAMENTO PODE ME CAUSAR?

Além dos efeitos benéficos de Xeloda®, é possível que ocorram efeitos indesejados durante o tratamento, mesmo quando usado conforme a prescrição médica. Os efeitos indesejados comumente ocorrem no início do tratamento. Esses efeitos colaterais normalmente melhoram rapidamente em 2-3 dias. Se o tratamento com Xeloda® for interrompido; o tratamento poderá ser reiniciado, de acordo com as instruções de seu médico.

Nos casos de diarreia com mais de quatro evacuações por dia e diarreia durante a noite, de vômitos mais de uma vez em 24 horas, ou se os sintomas nas mãos e pés se agravarem com presença de dor, inchaço ou bolhas ou ainda se a quantidade de alimentos que você ingere por dia está muito abaixo da normal e as feridas na boca se tornarem doloridas, pare de tomar Xeloda® imediatamente e procure seu médico para obter orientação adicional.

Reações adversas de acordo com a indicação
Xeloda® em monoterapia
Reações adversas relatadas em mais de 5% dos pacientes tratados com Xeloda® em monoterapia

Reação adversa por sistema

Muito comum (ocorre em mais
de 10% dos pacientes que
utilizam este medicamento)

Comum (ocorre entre 5 e 10%
dos pacientes que utilizam este medicamento)

Distúrbios do metabolismo e nutrição

Perda de apetite

Desidratação
Diminuição do apetite

Distúrbios do sistema nervoso

 

Dormência ou sensações de
formigamento
Alteração do paladar
Dor de cabeça
Tontura (sem vertigem)

Distúrbios oculares

 

Aumento do lacrimejamento
Conjuntivite

Distúrbios gastrintestinais

Diarreia
Vômito
Náusea
Estomatite (feridas na boca)
Dor abdominal (dor na barriga)

Prisão de ventre
Dor abdominal

Dificuldade de digestão

Distúrbios hepatobiliares

 

Excesso de bilirrubina
no sangue

Distúrbios da pele e tecido
subcutâneo

Inchaço, vermelhidão, formigamento e
adormecimento das palmas das mãos e plantas dos pés
(síndrome mão-pé)* Dermatite

Erupções na pele
Perda de cabelo
Cor vermelha na pele
Pele seca

Distúrbios gerais e relacionados
ao local de administração

Cansaço
Sono profundo

Febre
Fraqueza
Diminuição da força muscular
companhada de fraqueza

* Baseado na experiência pós-comercialização, síndrome mão-pé persistente ou grave pode eventualmente levar à perda de impressões digitais (Vide item “O que devo saber antes de usar este medicamento?”).

Fissuras na pele (rachaduras) foram relatadas em menos que 2% dos pacientes em estudos clínicos de Xeloda®.

Reações adversas relatadas em menos de 5% dos pacientes tratados com Xeloda® em monoterapia

  • Distúrbios gastrintestinais: boca seca, gases, reações adversas relacionadas à ulceração/inflamação de mucosas, como inflamação do esôfago, estômago, intestino delgado, intestino grosso e hemorragia (sangramento) gastrintestinal.
  • Distúrbios cardíacos: inchaço nas pernas, dor no peito de origem cardíaca, incluindo angina de peito, doença do músculo cardíaco, infarto/isquemia miocárdica, insuficiência cardíaca, morte súbita, aumento da frequência cardíaca, arritmias cardíacas e palpitações.
  • Distúrbios do sistema nervoso: insônia, confusão, comprometimento das funções cerebrais e sinais cerebelares, como falta de coordenação motora, dificuldade para articular as palavras, alteração no equilíbrio e alteração na coordenação.
  • Infecções e infestações: infecções locais, infecções generalizadas fatais (incluindo origem bacteriana, viral e fúngica) e sepse (infecção disseminada).
  • Distúrbios do sangue e do sistema linfático: anemia e redução de todas as células do sangue.
  • Distúrbios da pele e tecido subcutâneo: coceira, descolamento da pele localizado, escurecimento da pele, distúrbios das unhas, reações de sensibilidade à luz e sensibilidade à radioterapia.

Distúrbios gerais relacionados ao local de administração: dor nas pernas e braços e dor no peito (não cardíaca).

  • Olhos: irritação nos olhos.
  • Respiratórios: falta de ar e tosse.
  • Musculoesqueléticos: dor lombar, dor nos músculos e articulações.
  • Distúrbios psiquiátricos: depressão.
  • Insuficiência hepática e hepatite foram relatadas durante os estudos clínicos e após a comercialização, mas não foi estabelecida relação de causa com o tratamento com Xeloda®.

Xeloda® em terapia combinada
Reações adversas muito comuns e comuns com Xeloda® em combinação com diferentes quimioterápicos

Reação adversa por sistema

Muito comum (ocorre em mais
de 10% dos pacientes que
utilizam este medicamento)

Comum (ocorre entre 5 e 10%
os pacientes que utilizam
este medicamento)

Infecções e infestações

 

Infecção
Candidíase oral (sapinho)

Distúrbios do sistema
sanguíneo e linfático

Diminuição das células brancas
do sangue com ou sem febre
Diminuição das plaquetas Anemia

 

Distúrbios do metabolismo
 nutrição

Diminuição do apetite

Diminuição do cálcio no sangue
Diminuição de peso

Distúrbios psiquiátricos

 

Insônia

Distúrbios do sistema nervoso

Alteração dos nervos responsáveis
pela sensibilidade de mãos e
pés Distúrbio no paladar
Sensibilidade alterada
(dormência ou formigamentos)
Dor de cabeça

Diminuição de sensibilidade

Distúrbios oculares

Aumento do lacrimejamento

 

Distúrbios vasculares

Trombose / embolismo
(entupimento de vasos
sanguíneos por coágulos)
Pressão alta
Inchaço nas pernas

 

Respiratório

Dor na garganta

Sangramento pelo nariz
Rouquidão
Coriza
Falta de ar

Distúrbios gastrintestinais

Prisão de ventre
Dificuldade de digestão

Boca seca

Distúrbios da pele e
tecido subcutâneo

Perda de cabelo
Alterações das unhas

 

Distúrbios musculoesqueléticos
e dos tecidos conectivos

Dores nas juntas
Dores musculares

Dores nos braços e pernas

Dor no maxilar
Dor nas costas

Desordens gerais e do
local de administração

Febre
Diminuição da força muscular
companhada de fraqueza Fraqueza
Intolerância à temperatura

Febre Dor

Reações de hipersensibilidade e isquemia/infarto do miocárdio foram comumente relatadas com o uso de Xeloda® em combinação com outros quimioterápicos, mas em menos de 5% dos pacientes.
Reações adversas raras ou incomuns relatadas com Xeloda® em combinação com outros quimioterápicos são compatíveis com as reações adversas descritas com o uso de Xeloda® em monoterapia ou dos produtos combinados em monoterapia.

Pós-comercialização
Reações adversas a drogas (RADs) identificadas durante a exposição pós-comercialização

Classe de sistemas e órgãos

Reações adversas a drogas

Frequência

Distúrbios renais e urinários

Insuficiência renal aguda secundária
 desidratação (vide item “4. O que
devo saber antes de usar este medicamento?”).

Rara (ocorre entre 0,01% e 0,1%
dos pacientes que utilizam
este medicamento)

Distúrbios no sistema nervoso

Leucoencefalopatia tóxica (danos
ao sistema nervoso central,
desencadeados por um agente químico)..

Desconhecida

Distúrbios hepatobiliares

Insuficiência hepática, hepatite

Muito rara (ocorre em menos de 0,01%
dos pacientes que utilizam este medicamento)

Distúrbios metabólicos e nutricionais

Hipertrigliceridemia (aumento da
concentração de triglicerídeos)

Desconhecida

Distúrbios no tecido subcutâneo e pele

Lúpus eritematoso cutâneo (doença
imunológica), reações de pele graves
como Síndrome de Stevens-Johnson
(doença com lesões cutâneas generalizadas,
como bolhas, que podem atingir também
as mucosas) e necrólise epidérmica tóxica
(doença que acomete a camada superficial
da pele e essa se solta em lâminas),
(vide item “4. O que devo saber antes de
usar este medicamento?”).

Muito rara (ocorre em menos de 0,01%
dos pacientes que utilizam este medicamento)

Distúrbios nos olhos

Estenose do ducto lacrimal (estreitamento
do canal lacrimal), distúrbios de córnea
incluindo ceratite (inflamação da córnea).

Até o momento, não há informações de que Xeloda® possa causar doping. Em caso de dúvidas, consulte o seu médico.Atenção: este produto é um medicamento que possui nova indicação terapêutica no país e, embora as pesquisas tenham indicado eficácia e segurança aceitáveis, mesmo que indicado e utilizado corretamente, podem ocorrer reações adversas imprevisíveis ou desconhecidas. Nesse caso, informe seu médico.

O QUE FAZER SE ALGUÉM USAR UMA QUANTIDADE MAIOR DO QUE A INDICADA DESTE MEDICAMENTO?

As manifestações agudas de superdose (quantidade maior que a indicada) incluem náusea, vômitos, diarreia, inflamação das mucosas, irritação e sangramento gastrintestinal e diminuição na produção de células do sangue.
Procure imediatamente um médico em caso de superdose.

Em caso de uso de grande quantidade deste medicamento, procure rapidamente socorro médico e leve a embalagem ou bula do medicamento, se possível. Ligue para 0800 722 6001, se você precisar de mais orientações.

DIZERES LEGAIS

 

VENDA SOB PRESCRIÇÃO MÉDICA

 

MS – 1.0100.0549
Farm. Resp.: Tatiana Tsiomis Díaz – CRF-RJ n° 6942

Xeloda® comprimidos revestidos 150 mg
Fabricado por:
Productos Roche S.A. de C.V.
Toluca, México

Embalado por:
F. Hoffmann-La Roche, Ltd.,
Kaiseraugst, Suíça Registrado

Importado e distribuído no Brasil por:
Produtos Roche Químicos e Farmacêuticos S.A.
Est. dos Bandeirantes, 2.020
CEP 22775-109 – Rio de Janeiro – RJ
CNPJ: 33.009.945/0023-39

Xeloda® comprimidos revestidos 500 mg
Fabricado por:
Shanghai Roche Pharmaceuticals Ltd.,
Shanghai, China

Embalado por:
F. Hoffmann-La Roche, Ltd,
Kaiseraugst, Suíça

Registrado, importado e distribuído no Brasil por:
Produtos Roche Químicos e Farmacêuticos S.A.
Est. dos Bandeirantes, 2.020
CEP 22775-109 – Rio de Janeiro – RJ
CNPJ: 33.009.945/0023-39

 

SAC 0800 7720 289

 

Antes de consumir qualquer medicamento, consulte seu médico (http://www.catalogo.med.br).

Complementos

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