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DIAMOX

UNIAO QUIMICA

Atualizado em 08/12/2014

Composição de Diamox

cada comprimido contém 250 mg de acetazolamida.Excipientes: glicolato de amido sódico, povidone, fosfato de cálcio dibásico, amido de milho e estearato de magnésio.

Posologia e Administração de Diamox

glaucoma1: Diamox deve ser usado como medicamento adjuvante à terapia usual. A posologia empregada no tratamento do glaucoma1 crônico2 simples (ângulo aberto) varia de 250 mg a 1 g de Diamox em 24 horas, geralmente em doses divididas para quantidades maiores de 250 mg. Tem sido relatado que posologia diária maior que 1 g não produz maior efeito. Em todos os casos, a posologia deve ser ajustada com atenção individual cuidadosa para a sintomatologia e a tensão ocular. É recomendável a supervisão médica contínua. No tratamento de glaucoma1 secundário e no tratamento pré-operatório de alguns casos de glaucoma1 agudo3 congestivo (ângulo fechado), a posologia preferida é de 250 mg a cada 4 horas, embora alguns casos respondam a 250 mg, 2 vezes ao dia, em terapia em curto prazo. Em alguns casos agudos, pode ser mais satisfatório administrar uma dose inicial de 500 mg seguida de 125 ou 250 mg a cada 4 horas, dependendo do caso. Foi verificado efeito complementar, quando Diamox foi usado em associação com mióticos ou midriáticos, conforme a necessidade do caso. Epilepsia4: não é claramente conhecido se os efeitos benéficos observados na epilepsia4 são devidos à inibição direta da anidrase carbônica no SNC5, ou a um discreto grau de acidose6 produzido por doses divididas. A dose diária total sugerida é de 8 a 30 mg/kg de peso em doses divididas. Embora alguns pacientes respondam a doses baixas, a faixa ótima parece estar entre 375 mg e 1000 mg diários. Entretanto, alguns investigadores acreditam que doses diárias maiores do que 1 g não produzem resultados superiores à dose de 1 g. Quando Diamox é administrado em associação com outros anticonvulsivantes, sugere-se que a dose inicial seja de 250 mg uma vez ao dia, além da medicação existente. Isto pode ser aumentado até os níveis indicados acima. A alteração de outras medicações para Diamox deve ser gradual, de acordo com a prática usual no tratamento das epilepsias. Insuficiência cardíaca congestiva7: para a diurese8 na insuficiência cardíaca congestiva7, a dose inicial usual é de 250 a 375 mg uma vez ao dia pela manhã (5 mg/kg). Se, após uma resposta inicial, o paciente deixar de perder líquidos do edema9, não aumentar a posologia, mas permitir ao rim10 recuperar-se, retirando a medicação por um dia. Diamox promove melhor efeito diurético11 quando administrado em dias alternados, ou por 2 dias alternando com 1 dia de descanso. Falhas terapêuticas podem ser devidas à superdosagem ou doses muito freqüentes. O uso de Diamox não elimina a necessidade de outras terapias como com digitálicos, repouso e restrição salina. Edema9 medicamentoso: a posologia recomendada é de 250 mg até 375 mg de Diamox uma vez ao dia, por um ou dois dias, alternando com um dia de descanso. - Nota: as recomendações posológicas para glaucoma1 e epilepsia4 variam consideravelmente daquela para insuficiência cardíaca congestiva7, pois as primeiras duas condições não são dependentes da inibição da anidrase carbônica no rim10, o que requer doses intermitentes12, se desejar a recuperação do efeito inibitório do agente terapêutico. - Superdosagem: não existem dados disponíveis com relação à superdosagem de Diamox em seres humanos e nenhum caso de envenenamento agudo3 com essa droga foi relatado. Não se conhece antídoto13 específico. O tratamento deverá ser sintomático14 e de suporte. Poderão ocorrer desequilíbrio eletrolítico, desenvolvimento de um estado de acidose6 e efeitos sobre o sistema nervoso central15. Os níveis de eletrólitos16 no sangue17 (particularmente potássio) e o pH sangüíneo devem ser acompanhados. Há necessidade de medidas de suporte para restabelecer o equilíbrio eletrolítico e o pH. O estado acidótico pode ser geralmente corrigido com a administração de bicarbonato. Apesar de sua grande distribuição intra-eritrocítica e de suas propriedades de ligação com as proteínas18 plasmáticas, Diamox pode ser dialisável. Isto pode ser particularmente importante no tratamento de superdosagem de Diamox, quando houver complicação pela presença de insuficiência renal19. Pacientes idosos: não se dispõe de dados específicos em populações idosas.

Precauções de Diamox

o aumento da dose não aumenta a diurese8 e pode aumentar a incidência20 de sonolência e/ou parestesia21. O aumento posológico resulta freqüentemente em redução da diurese8. Sob certas circunstâncias, entretanto, foram dadas doses muito altas, em conjunto com outros diuréticos22, para garantir a diurese8, em casos de insuficiência23 refratária. Podem ocorrer as reações adversas comuns a todos os derivados da sulfonamida: anafilaxia24, febre25, erupção26 cutânea27 (incluindo eritema multiforme28, síndrome de Stevens-Johnson29 e necrólise epidérmica tóxica30), cristalúria, cálculo31 renal32, depressão medular, púrpura33 trombocitopênica, anemia hemolítica34, leucopenia35, pancitopenia36 e agranulocitose37. Recomenda-se cuidado na identificação precoce destas reações, e interrupção da droga e instituição do tratamento adequado. Em pacientes com doença pulmonar obstrutiva ou enfisema38, quando a ventilação39 alveolar estiver prejudicada, Diamox pode precipitar ou agravar a acidose6 e deve ser usado com cautela. Gravidez40: não existem estudos adequados e bem controlados em mulheres grávidas. A acetazolamida deverá ser usada durante a gravidez40 somente se os benefícios potenciais justificarem os riscos potenciais ao feto41. Lactação42: devido ao potencial de reações adversas graves em crianças em fase de amamentação43 em decorrência de Diamox, deve ser tomada a decisão entre interromper a amamentação43 ou o uso da droga, levando-se em conta a importância da droga para a mãe. - Uso pediátrico: a segurança e eficácia de Diamox em crianças não foram estabelecidas. Testes laboratoriais: para acompanhar as alterações hematológicas comuns a todas as sulfonamidas, recomenda-se realizar hemograma e contagem de plaquetas44 antes do início do tratamento com Diamox e a intervalos regulares durante o tratamento. Se ocorrerem mudanças significativas, é importante interromper prontamente a medicação e instituir tratamento adequado. Recomenda-se acompanhamento periódico dos eletrólitos16 séricos.

Reações Adversas de Diamox

as reações adversas mais freqüentes no início do tratamento foram: parestesias45, particularmente ôpontadas" nas extremidades; disfunção auditiva ou zumbido, perda do apetite, alterações do paladar46 e distúrbios gastrintestinais, tais como, náusea47, vômito48 e diarréia49; poliúria50, e casos isolados de sonolência e confusão. Acidose metabólica51 e desequilíbrio eletrolítico podem ocorrer. Foi relatada miopia52 transitória. Esta condição invariavelmente regride com a diminuição ou interrupção da medicação. Outras reações adversas ocasionais incluem: urticária53, melena54, hematúria55, glicosúria56, insuficiência hepática57, paralisia58 flácida, fotossensibilidade e convulsões. Ver também Precauções para possíveis reações comuns com os derivados de sulfonamidas. Têm havido casos fatais, embora raros, devido a reações graves às sulfonamidas como a síndrome de Stevens-Johnson29, necrólise tóxica epidérmica, necrose59 hepática60 fulminante, agranulocitose37, anemia61 aplástica e outras discrasias sangüíneas62 (vide Advertências).

Contra-Indicações de Diamox

está contra-indicado em situações onde os níveis sangüíneos de sódio e/ou potássio estão reduzidos: casos de doença ou significante disfunção renal32 ou hepática60; na insuficiência23 supra-renal63 e na acidose6 hiperclorêmica. É contra-indicado em pacientes com cirrose64 por aumentar o risco de encefalopatia65 hepática60. A administração em longo prazo de Diamox é contra-indicada em pacientes com glaucoma1 crônico2 não congestivo de ângulo fechado, pois pode permitir o fechamento orgânico do ângulo, piorando o glaucoma1, enquanto este fica mascarado pela PIO reduzida. - Advertências: têm ocorrido fatalidades, embora raramente, devido a reações graves às sulfonamidas, incluindo a síndrome de Stevens-Johnson29, necrólise tóxica epidérmica, necrose59 hepática60 fulminante, agranulocitose37, anemia61 aplástica e outras discrasias sangüíneas62. A sensibilização pode ocorrer novamente quando uma sulfonamida for readministrada, independentemente da via de administração. Se houver sinais66 de hipersensibilidade ou de outras ocorrências graves, interromper o uso desta droga. Deve-se ter cuidado no caso de pacientes que tomam concomitantemente altas doses de ácido acetilsalicílico e Diamox, pois foram relatados casos de anorexia67, taquipnéia68, letargia69, coma70 e morte.

Indicações de Diamox

no tratamento adjuvante de: edema9 devido à insuficiência cardíaca congestiva7; edema9 induzido por medicamentos; epilepsias centro-encefálicas (pequeno mal, convulsões não localizadas); glaucoma1 crônico2 simples (ângulo aberto), glaucoma1 secundário, e pré-operatório de glaucoma1 de ângulo fechado agudo3, quando se deseja postergar a cirurgia para reduzir a PIO.

Apresentação de Diamox

cartucho com 25 ou 60 comprimidos.


DIAMOX - Laboratório

UNIAO QUIMICA
Rua Cel. Luiz Tenório de Brito, 90
Embu-Guaçu/SP - CEP: 06900-000
Tel: SAC 0800 11 1559

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Complementos

1 Glaucoma: É quando há aumento da pressão intra-ocular e danos ao nervo óptico decorrentes desse aumento de pressão. Esses danos se expressam no exame de fundo de olho e por alterações no campo de visão.
2 Crônico: Descreve algo que existe por longo período de tempo. O oposto de agudo.
3 Agudo: Descreve algo que acontece repentinamente e por curto período de tempo. O oposto de crônico.
4 Epilepsia: Alteração temporária e reversível do funcionamento cerebral, que não tenha sido causada por febre, drogas ou distúrbios metabólicos. Durante alguns segundos ou minutos, uma parte do cérebro emite sinais incorretos, que podem ficar restritos a esse local ou espalhar-se. Quando restritos, a crise será chamada crise epiléptica parcial; quando envolverem os dois hemisférios cerebrais, será uma crise epiléptica generalizada. O paciente pode ter distorções de percepção, movimentos descontrolados de uma parte do corpo, medo repentino, desconforto no estômago, ver ou ouvir de maneira diferente e até perder a consciência - neste caso é chamada de crise complexa. Depois do episódio, enquanto se recupera, a pessoa pode sentir-se confusa e ter déficits de memória. Existem outros tipos de crises epilépticas.
5 SNC: Principais órgãos processadores de informação do sistema nervoso, compreendendo cérebro, medula espinhal e meninges.
6 Acidose: Desequilíbrio do meio interno caracterizado por uma maior concentração de íons hidrogênio no organismo. Pode ser produzida pelo ganho de substâncias ácidas ou perda de substâncias alcalinas (básicas).
7 Insuficiência Cardíaca Congestiva: É uma incapacidade do coração para efetuar as suas funções de forma adequada como conseqüência de enfermidades do próprio coração ou de outros órgãos. O músculo cardíaco vai diminuindo sua força para bombear o sangue para todo o organismo.
8 Diurese: Diurese é excreção de urina, fenômeno que se dá nos rins. É impróprio usar esse termo na acepção de urina, micção, freqüência miccional ou volume urinário. Um paciente com retenção urinária aguda pode, inicialmente, ter diurese normal.
9 Edema: 1. Inchaço causado pelo excesso de fluidos no organismo. 2. Acúmulo anormal de líquido nos tecidos do organismo, especialmente no tecido conjuntivo.
10 Rim: Os rins são órgãos em forma de feijão que filtram o sangue e formam a urina. Os rins são localizados na região posterior do abdômen, um de cada lado da coluna vertebral.
11 Diurético: Grupo de fármacos que atuam no rim, aumentando o volume e o grau de diluição da urina. Eles depletam os níveis de água e cloreto de sódio sangüíneos. São usados no tratamento da hipertensão arterial, insuficiência renal, insuficiência cardiaca ou cirrose do fígado. Há dois tipos de diuréticos, os que atuam diretamente nos túbulos renais, modificando a sua atividade secretora e absorvente; e aqueles que modificam o conteúdo do filtrado glomerular, dificultando indiretamente a reabsorção da água e sal.
12 Intermitentes: Nos quais ou em que ocorrem interrupções; que cessa e recomeça por intervalos; intervalado, descontínuo. Em medicina, diz-se de episódios de febre alta que se alternam com intervalos de temperatura normal ou cujas pulsações têm intervalos desiguais entre si.
13 Antídoto: Substância ou mistura que neutraliza os efeitos de um veneno. Esta ação pode reagir diretamente com o veneno ou amenizar/reverter a ação biológica causada por ele.
14 Sintomático: 1. Relativo a ou que constitui sintoma. 2. Que é efeito de alguma doença. 3. Por extensão de sentido, é o que indica um particular estado de coisas, de espírito; revelador, significativo.
15 Sistema Nervoso Central: Principais órgãos processadores de informação do sistema nervoso, compreendendo cérebro, medula espinhal e meninges.
16 Eletrólitos: Em eletricidade, é um condutor elétrico de natureza líquida ou sólida, no qual cargas são transportadas por meio de íons. Em química, é uma substância que dissolvida em água se torna condutora de corrente elétrica.
17 Sangue: O sangue é uma substância líquida que circula pelas artérias e veias do organismo. Em um adulto sadio, cerca de 45% do volume de seu sangue é composto por células (a maioria glóbulos vermelhos, glóbulos brancos e plaquetas). O sangue é vermelho brilhante, quando oxigenado nos pulmões (nos alvéolos pulmonares). Ele adquire uma tonalidade mais azulada, quando perde seu oxigênio, através das veias e dos pequenos vasos denominados capilares.
18 Proteínas: Um dos três principais nutrientes dos alimentos. Alimentos que fornecem proteína incluem carne vermelha, frango, peixe, queijos, leite, derivados do leite, ovos.
19 Insuficiência renal: Condição crônica na qual o corpo retém líquido e excretas pois os rins não são mais capazes de trabalhar apropriadamente. Uma pessoa com insuficiência renal necessita de diálise ou transplante renal.
20 Incidência: Medida da freqüência em que uma doença ocorre. Número de casos novos de uma doença em um certo grupo de pessoas por um certo período de tempo.
21 Parestesia: Sensação cutânea subjetiva (ex.: frio, calor, formigamento, pressão, etc.) vivenciada espontaneamente na ausência de estimulação.
22 Diuréticos: Grupo de fármacos que atuam no rim, aumentando o volume e o grau de diluição da urina. Eles depletam os níveis de água e cloreto de sódio sangüíneos. São usados no tratamento da hipertensão arterial, insuficiência renal, insuficiência cardiaca ou cirrose do fígado. Há dois tipos de diuréticos, os que atuam diretamente nos túbulos renais, modificando a sua atividade secretora e absorvente; e aqueles que modificam o conteúdo do filtrado glomerular, dificultando indiretamente a reabsorção da água e sal.
23 Insuficiência: Incapacidade de um órgão ou sistema para realizar adequadamente suas funções.Manifesta-se de diferentes formas segundo o órgão comprometido. Exemplos: insuficiência renal, hepática, cardíaca, respiratória.
24 Anafilaxia: É um tipo de reação alérgica sistêmica aguda. Esta reação ocorre quando a pessoa foi sensibilizada (ou seja, quando o sistema imune foi condicionado a reconhecer uma substância como uma ameaça ao organismo). Na segunda exposição ou nas exposições subseqüentes, ocorre uma reação alérgica. Essa reação é repentina, grave e abrange o corpo todo. O sistema imune libera anticorpos. Os tecidos liberam histamina e outras substâncias. Esse mecanismo causa contrações musculares, constrição das vias respiratórias, dificuldade respiratória, dor abdominal, cãimbras, vômitos e diarréia. A histamina leva à dilatação dos vasos sangüíneos (que abaixa a pressão sangüínea) e o vazamento de líquidos da corrente sangüínea para os tecidos (que reduzem o volume de sangue) o que provoca o choque. Ocorrem com freqüência a urticária e o angioedema - este angioedema pode resultar na obstrução das vias respiratórias. Uma anafilaxia prolongada pode causar arritmia cardíaca.
25 Febre: É a elevação da temperatura do corpo acima dos valores normais para o indivíduo. São aceitos como valores de referência indicativos de febre: temperatura axilar ou oral acima de 37,5°C e temperatura retal acima de 38°C. A febre é uma reação do corpo contra patógenos.
26 Erupção: 1. Ato, processo ou efeito de irromper. 2. Aumento rápido do brilho de uma estrela ou de pequena região da atmosfera solar. 3. Aparecimento de lesões de natureza inflamatória ou infecciosa, geralmente múltiplas, na pele e mucosas, provocadas por vírus, bactérias, intoxicações, etc. 4. Emissão de materiais magmáticos por um vulcão (lava, cinzas etc.).
27 Cutânea: Que diz respeito à pele, à cútis.
28 Eritema multiforme: Condição aguda, auto-limitada, caracterizada pelo início abrupto de pápulas vermelhas fixas simétricas, algumas evoluindo em lesões em forma de “alvo”. A lesão alvo são zonas concêntricas de alterações de coloração com a área central púrpura ou escura e a externa vermelha. Elas irão desenvolver vesícula ou crosta na zona central após vários dias. Vinte porcento de todos os casos ocorrem na infância.O eritema multiforme geralmente é precipitado pelo vírus do herpes simples, Mycoplasma pneumoniae ou histoplasmose.
29 Síndrome de Stevens-Johnson: Forma grave, às vezes fatal, de eritema bolhoso, que acomete a pele e as mucosas oral, genital, anal e ocular. O início é geralmente abrupto, com febre, mal-estar, dores musculares e artralgia. Pode evoluir para um quadro toxêmico com alterações do sistema gastrointestinal, sistema nervoso central, rins e coração (arritmias e pericardite). O prognóstico torna-se grave principalmente em pessoas idosas e quando ocorre infecção secundária. Pode ser desencadeado por: sulfas, analgésicos, barbitúricos, hidantoínas, penicilinas, infecções virais e bacterianas.
30 Necrólise Epidérmica Tóxica: Sinônimo de Síndrome de Lyell. Caracterizada por necrólise da epiderme. Tem como características iniciais sintomas inespecíficos, influenza-símile, tais como febre, dor de garganta, tosse e queimação ocular, considerados manifestações prodrômicas que precedem o acometimento cutâneo-mucoso. Erupção eritematosa surge simetricamente na face e na parte superior do tronco, provocando sintomas de queimação ou dolorimento da pele. Progressivamente envolvem o tórax anterior e o dorso. O ápice do processo é constituído pela característica denudação da epiderme necrótica, a qual é destacada em verdadeiras lamelas ou retalhos, dentro das áreas acometidas pelo eritema de base. O paciente tem o aspecto de grande queimado, com a derme desnuda, sangrante, eritêmato-purpúrica e com contínua eliminação de serosidade, contribuindo para o desequilíbrio hidroeletrolítico e acentuada perda protéica. Graves seqüelas oculares e esofágicas têm sido relatadas.Constitui uma reação adversa a medicamentos rara. As drogas que mais comumente a causam são as sulfas, o fenobarbital, a carbamazepina, a dipirona, piroxicam, fenilbutazona, aminopenicilinas e o alopurinol.
31 Cálculo: Formação sólida, produto da precipitação de diferentes substâncias dissolvidas nos líquidos corporais, podendo variar em sua composição segundo diferentes condições biológicas. Podem ser produzidos no sistema biliar (cálculos biliares) e nos rins (cálculos renais) e serem formados de colesterol, ácido úrico, oxalato de cálcio, pigmentos biliares, etc.
32 Renal: Relacionado aos rins. Uma doença renal é uma doença dos rins. Insuficiência renal significa que os rins pararam de funcionar.
33 Púrpura: Lesão hemorrágica de cor vinhosa, que não desaparece à pressão, com diâmetro superior a um centímetro.
34 Anemia hemolítica: Doença hereditária que faz com que os glóbulos vermelhos do sangue se desintegrem no interior dos veios sangüíneos (hemólise intravascular) ou em outro lugar do organismo (hemólise extravascular). Pode ter várias causas e ser congênita ou adquirida. O tratamento depende da causa.
35 Leucopenia: Redução no número de leucócitos no sangue. Os leucócitos são responsáveis pelas defesas do organismo, são os glóbulos brancos. Quando a quantidade de leucócitos no sangue é inferior a 6000 leucócitos por milímetro cúbico, diz-se que o indivíduo apresenta leucopenia.
36 Pancitopenia: É a diminuição global de elementos celulares do sangue (glóbulos brancos, vermelhos e plaquetas).
37 Agranulocitose: Doença causada pela falta ou número insuficiente de leucócitos granulócitos (neutrófilos, basófilos e eosinófilos), que se manifesta como ulcerações na garganta e outras mucosas, seguidas por infecções graves.
38 Enfisema: Doença respiratória caracterizada por destruição das paredes que separam um alvéolo de outro, com conseqüente perda da retração pulmonar normal. É produzida pelo hábito de fumar e, em algumas pessoas, pela deficiência de uma proteína chamada Antitripsina.
39 Ventilação: 1. Ação ou efeito de ventilar, passagem contínua de ar fresco e renovado, num espaço ou recinto. 2. Agitação ou movimentação do ar, natural ou provocada para estabelecer sua circulação dentro de um ambiente. 3. Em fisiologia, é o movimento de ar nos pulmões. Perfusão Em medicina, é a introdução de substância líquida nos tecidos por meio de injeção em vasos sanguíneos.
40 Gravidez: Condição de ter um embrião ou feto em desenvolvimento no trato reprodutivo feminino após a união de ovo e espermatozóide.
41 Feto: Filhote por nascer de um mamífero vivíparo no período pós-embrionário, depois que as principais estruturas foram delineadas. Em humanos, do filhote por nascer vai do final da oitava semana após a CONCEPÇÃO até o NASCIMENTO, diferente do EMBRIÃO DE MAMÍFERO prematuro.
42 Lactação: Fenômeno fisiológico neuro-endócrino (hormonal) de produção de leite materno pela puérpera no pós-parto; independente dela estar ou não amamentando.Toda mulher após o parto tem produção de leite - lactação; mas, infelizmente nem todas amamentam.
43 Amamentação: Ato da nutriz dar o peito e o lactente mamá-lo diretamente. É um fenômeno psico-sócio-cultural. Dar de mamar a; criar ao peito; aleitar; lactar... A amamentação é uma forma de aleitamento, mas há outras formas.
44 Plaquetas: Elemento do sangue (não é uma célula porque não apresenta núcleo) produzido na medula óssea, cuja principal função é participar da coagulação do sangue através da formação de conglomerados que tamponam o escape do sangue por uma lesão em um vaso sangüíneo.
45 Parestesias: São sensações cutâneas subjetivas (ex.: frio, calor, formigamento, pressão, etc.) que são vivenciadas espontaneamente na ausência de estimulação.
46 Paladar: Paladar ou sabor. Em fisiologia, é a função sensorial que permite a percepção dos sabores pela língua e sua transmissão, através do nervo gustativo ao cérebro, onde são recebidos e analisados.
47 Náusea: Vontade de vomitar. Forma parte do mecanismo complexo do vômito e pode ser acompanhada de sudorese, sialorréia (salivação excessiva), vertigem, etc.
48 Vômito: É a expulsão ativa do conteúdo gástrico pela boca. Pode ser classificado como: alimentar, fecalóide, biliar, em jato, pós-prandial. Sinônimo de êmese. Os medicamentos que agem neste sintoma são chamados de antieméticos.
49 Diarréia: Aumento do volume, freqüência ou quantidade de líquido nas evacuações.Deve ser a manifestação mais freqüente de alteração da absorção ou transporte intestinal de substâncias, alterações estas que em geral são devidas a uma infecção bacteriana ou viral, a toxinas alimentares, etc.
50 Poliúria: Diurese excessiva, pode ser um sinal de diabetes.
51 Acidose metabólica: A acidose metabólica é uma acidez excessiva do sangue caracterizada por uma concentração anormalmente baixa de bicarbonato no sangue. Quando um aumento do ácido ultrapassa o sistema tampão de amortecimento do pH do organismo, o sangue pode acidificar-se. Quando o pH do sangue diminui, a respiração torna-se mais profunda e mais rápida, porque o corpo tenta liberar o excesso de ácido diminuindo o volume do anidrido carbônico. Os rins também tentam compensá-lo por meio da excreção de uma maior quantidade de ácido na urina. Contudo, ambos os mecanismos podem ser ultrapassados se o corpo continuar a produzir excesso de ácido, o que conduz a uma acidose grave e ao coma. A gasometria arterial é essencial para o seu diagnóstico. O pH está baixo (menor que 7,35) e os níveis de bicarbonato estão diminuídos (<24 mmol/l). Devido à compensação respiratória (hiperventilação), o dióxido de carbono está diminuído e o oxigênio está aumentado.
52 Miopia: Incapacidade para ver de forma clara objetos que se encontram distantes do olho.Origina-se de uma alteração dos meios de refração do olho, alteração esta que pode ser corrigida com o uso de lentes especiais, e mais recentemente com o uso de cirurgia a laser.
53 Urticária: Reação alérgica manifestada na pele como elevações pruriginosas, acompanhadas de vermelhidão da mesma. Pode afetar uma parte ou a totalidade da pele. Em geral é autolimitada e cede em pouco tempo, podendo apresentar períodos de melhora e piora ao longo de vários dias.
54 Melena: Eliminação de fezes de coloração negra, alcatroada. Relaciona-se com a presença de sangue proveniente da porção superior do tubo digestivo (esôfago, estômago e duodeno). Necessita de uma avaliação urgente, pois representa um quadro grave.
55 Hematúria: Eliminação de sangue juntamente com a urina. Sempre é anormal e relaciona-se com infecção do trato urinário, litíase renal, tumores ou doença inflamatória dos rins.
56 Glicosúria: Presença de glicose na urina.
57 Insuficiência hepática: Deterioração grave da função hepática. Pode ser decorrente de hepatite viral, cirrose e hepatopatia alcoólica (lesão hepática devido ao consumo de álcool) ou medicamentosa (causada por medicamentos como, por exemplo, o acetaminofeno). Para que uma insuficiência hepática ocorra, deve haver uma lesão de grande porção do fígado.
58 Paralisia: Perda total da força muscular que produz incapacidade para realizar movimentos nos setores afetados. Pode ser produzida por doença neurológica, muscular, tóxica, metabólica ou ser uma combinação das mesmas.
59 Necrose: Conjunto de processos irreversíveis através dos quais se produz a degeneração celular seguida de morte da célula.
60 Hepática: Relativa a ou que forma, constitui ou faz parte do fígado.
61 Anemia: Condição na qual o número de células vermelhas do sangue está abaixo do considerado normal para a idade, resultando em menor oxigenação para as células do organismo.
62 Discrasias sangüíneas: Qualquer alteração envolvendo os elementos celulares do sangue, glóbulos vermelhos, glóbulos brancos e plaquetas.
63 Supra-renal:
64 Cirrose: Substituição do tecido normal de um órgão (freqüentemente do fígado) por um tecido cicatricial fibroso. Deve-se a uma agressão persistente, infecciosa, tóxica ou metabólica, que produz perda progressiva das células funcionalmente ativas. Leva progressivamente à perda funcional do órgão.
65 Encefalopatia: Qualquer patologia do encéfalo. O encéfalo é um conjunto que engloba o tronco cerebral, o cerebelo e o cérebro.
66 Sinais: São alterações percebidas ou medidas por outra pessoa, geralmente um profissional de saúde, sem o relato ou comunicação do paciente. Por exemplo, uma ferida.
67 Anorexia: Perda do apetite ou do desejo de ingerir alimentos.
68 Taquipneia: Aceleração do ritmo respiratório.
69 Letargia: Em psicopatologia, é o estado de profunda e prolongada inconsciência, semelhante ao sono profundo, do qual a pessoa pode ser despertada, mas ao qual retorna logo a seguir. Por extensão de sentido, é a incapacidade de reagir e de expressar emoções; apatia, inércia e/ou desinteresse.
70 Coma: 1. Alteração do estado normal de consciência caracterizado pela falta de abertura ocular e diminuição ou ausência de resposta a estímulos externos. Pode ser reversível ou evoluir para a morte. 2. Presente do subjuntivo ou imperativo do verbo “comer.“

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