Preço de Trivagel-N em Fairfield/SP: R$ 70,96

Trivagel-N

MARJAN

Atualizado em 09/12/2014

Trivagel-N

Identificação do Produto de Trivagel-N

Trivagel-N

Forma Farmacêutica e Apresentação de Trivagel-N

Creme vaginal - bisnaga de 60g acompanhada de 10 aplicadores descartáveis de 5g.

USO ADULTO

Composição de Trivagel-N

Creme - cada 5g contém:

Dexametasona (fosfato dissódico) .................... 0,32 mg

Nistatina .................... 100.000 U.I

Sulfato de neomicina .................... 10 mg

Tirotricina .................... 2 mg

Propionato de sódio .................... 50 mg

Ácido bórico .................... 150 mg

Excipientes: emulgade, óleo mineral, lorol, metilparabeno, propilparabeno, ácido lático e água destilada.

Informação ao Paciente de Trivagel-N

Ação esperada do medicamento

Combater a proliferação de bactérias e fungos na mucosa1 vaginal.

Cuidados de armazenamento

O medicamento deve ser conservado em temperatura ambiente (entre 15°C e 30°C), protegido da luz e umidade.

Prazo de validade

24 meses após data de fabricação.

Não use medicamentos com o prazo de validade vencido.

Gravidez2 e lactação3

Informe ao seu médico a ocorrência de gravidez2 na vigência do tratamento ou após seu término. Informar ao seu médico se estiver amamentando. Seu uso durante a gestação e lactação3 deve ficar a critério médico que estabelecerá se os benefícios para a mãe justificam o potencial risco para o feto4.

Cuidados na administração

Siga a orientação de seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento.

Interrupção do tratamento

A interrupção de qualquer tratamento médico pode prejudicar a cura da doença.

Consulte seu médico antes de interromper a terapêutica5, qualquer que seja o motivo.

Reações adversas

Informe ao seu médico a ocorrência de reações desagradáveis.

São raras as reações adversas relacionadas aos seus efeitos sistêmicos6 devido ao seu uso local, tais como ototoxicidade7, nefrotoxicidade8 e bloqueio neuromuscular.

Poderá ocorrer irritação local e sensibilidade.

TODO MEDICAMENTO DEVE SER MANTIDO FORA DO ALCANCE DAS CRIANÇAS.

Uso concomitante com outras substâncias

Por ser de uso local, o risco de TRIVAGEL-N interagir com medicamentos de uso sistêmico9 é praticamente mínimo.

Contra-indicações e precauções

Hipersensibilidade aos componentes da fórmula.

Poderá haver reação cruzada em indivíduos sensíveis a neomicina, quando forem expostos a outros aminoglicosídeos.

Apesar de sua ação local, recomenda-se cuidado ao administrar a pacientes com doença renal10, hepática11 ou auditiva. Não é conveniente seu uso em pacientes imunodeprimidos ou com processos extremamente purulentos12 na mucosa1 vaginal e em pacientes com Infecções13 virais tópicas ou sistêmicas, Insuficiência cardíaca14, Úlcera péptica15, Osteoporose16 e Diabetes mellitus17.

Produto de uso exclusivo em adultos.

O uso em crianças representa risco à saúde18.

Informe ao seu médico sobre qualquer medicamento que esteja usando, antes do início ou durante o tratamento.

NÃO TOME REMÉDIO SEM O CONHECIMENTO DO SEU MÉDICO, PODE SER PERIGOSO PARA A SUA SAÚDE18.  

Informações de Rodapé de Trivagel-N

M.S. 1.0155.0034 •  Farm. Resp: Regina H. V. Souza / CRF-SP nº 6394

Marjan Ind. e Com. Ltda •  Rua Gibraltar,165 •  Sto. Amaro -São Paulo/SP •  CEP:04755-070

TEL:(11)5642-9888 •  CNPJ nº 60.726.692/0001-81




Trivagel-N - Laboratório

MARJAN
Rua Gibraltar, 165
São Paulo/SP - CEP: 04755-070
Tel: (11) 5642-9888

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Antes de consumir qualquer medicamento, consulte seu médico (http://www.catalogo.med.br).

Complementos

1 Mucosa: Tipo de membrana, umidificada por secreções glandulares, que recobre cavidades orgânicas em contato direto ou indireto com o meio exterior.
2 Gravidez: Condição de ter um embrião ou feto em desenvolvimento no trato reprodutivo feminino após a união de ovo e espermatozóide.
3 Lactação: Fenômeno fisiológico neuro-endócrino (hormonal) de produção de leite materno pela puérpera no pós-parto; independente dela estar ou não amamentando.Toda mulher após o parto tem produção de leite - lactação; mas, infelizmente nem todas amamentam.
4 Feto: Filhote por nascer de um mamífero vivíparo no período pós-embrionário, depois que as principais estruturas foram delineadas. Em humanos, do filhote por nascer vai do final da oitava semana após a CONCEPÇÃO até o NASCIMENTO, diferente do EMBRIÃO DE MAMÍFERO prematuro.
5 Terapêutica: Terapia, tratamento de doentes.
6 Sistêmicos: 1. Relativo a sistema ou a sistemática. 2. Relativo à visão conspectiva, estrutural de um sistema; que se refere ou segue um sistema em seu conjunto. 3. Disposto de modo ordenado, metódico, coerente. 4. Em medicina, é o que envolve o organismo como um todo ou em grande parte.
7 Ototoxicidade: Dano causado aos sistemas coclear e/ou vestibular resultante de exposição a substâncias químicas.
8 Nefrotoxicidade: É um dano nos rins causado por substâncias químicas chamadas nefrotoxinas.
9 Sistêmico: 1. Relativo a sistema ou a sistemática. 2. Relativo à visão conspectiva, estrutural de um sistema; que se refere ou segue um sistema em seu conjunto. 3. Disposto de modo ordenado, metódico, coerente. 4. Em medicina, é o que envolve o organismo como um todo ou em grande parte.
10 Renal: Relacionado aos rins. Uma doença renal é uma doença dos rins. Insuficiência renal significa que os rins pararam de funcionar.
11 Hepática: Relativa a ou que forma, constitui ou faz parte do fígado.
12 Purulentos: Em que há pus ou cheio de pus; infeccionados. Que segrega pus. No sentido figurado, cuja conduta inspira nojo; repugnante, asqueroso, sórdido.
13 Infecções: Doença produzida pela invasão de um germe (bactéria, vírus, fungo, etc.) em um organismo superior. Como conseqüência da mesma podem ser produzidas alterações na estrutura ou funcionamento dos tecidos comprometidos, ocasionando febre, queda do estado geral, e inúmeros sintomas que dependem do tipo de germe e da reação imunológica perante o mesmo.
14 Insuficiência Cardíaca: É uma condição na qual a quantidade de sangue bombeada pelo coração a cada minuto (débito cardíaco) é insuficiente para suprir as demandas normais de oxigênio e de nutrientes do organismo. Refere-se à diminuição da capacidade do coração suportar a carga de trabalho.
15 Úlcera péptica: Lesão na mucosa do esôfago, estômago ou duodeno. Também chamada de úlcera gástrica ou duodenal. Pode ser provocada por excesso de ácido clorídrico produzido pelo próprio estômago ou por medicamentos como antiinflamatórios ou aspirina. É uma doença infecciosa, causada pela bactéria Helicobacter pylori em quase 100% dos casos. Os principais sintomas são: dor, má digestão, enjôo, queimação (azia), sensação de estômago vazio.
16 Osteoporose: Doença óssea caracterizada pela diminuição da formação de matriz óssea que predispõe a pessoa a sofrer fraturas com traumatismos mínimos ou mesmo na ausência deles. É influenciada por hormônios, sendo comum nas mulheres pós-menopausa. A terapia de reposição hormonal, que administra estrógenos a mulheres que não mais o produzem, tem como um dos seus objetivos minimizar esta doença.
17 Diabetes mellitus: Distúrbio metabólico originado da incapacidade das células de incorporar glicose. De forma secundária, podem estar afetados o metabolismo de gorduras e proteínas.Este distúrbio é produzido por um déficit absoluto ou relativo de insulina. Suas principais características são aumento da glicose sangüínea (glicemia), poliúria, polidipsia (aumento da ingestão de líquidos) e polifagia (aumento da fome).
18 Saúde: 1. Estado de equilíbrio dinâmico entre o organismo e o seu ambiente, o qual mantém as características estruturais e funcionais do organismo dentro dos limites normais para sua forma de vida e para a sua fase do ciclo vital. 2. Estado de boa disposição física e psíquica; bem-estar. 3. Brinde, saudação que se faz bebendo à saúde de alguém. 4. Força física; robustez, vigor, energia.

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