PROMETAX

BIOSINTETICA

Atualizado em 09/12/2014

PROMETAX®

rivastigmina
1,5mg-3,0mg-4,5mg-6,0mg
Cápsulas

USO ORAL
USO ADULTO

Formas Farmacêuticas e Apresentações de Prometax

Cápsulas de 1,5 mg - Embalagens com 28 cápsulas.Cápsulas de 3,0 mg - Embalagens com 28 e 56 cápsulas.
Cápsulas de 4,5 mg - Embalagens com 28 cápsulas.
Cápsulas de 6,0 mg - Embalagens com 28 cápsulas.

Composição de Prometax

Cada cápsula de PROMETAX® (rivastigmina) 1,5 mg contém:
rivastigmina (na forma de sal de hidrogenotartarato) .................... 1,5 mg
excipientes q.s.p.................... 1 cápsula
(gelatina, óxido de ferro amarelo, estearato de magnésio, hidroxipropilmetilcelulose,
celulose microcristalina, dióxido de silício, dióxido de titânio).
Cada cápsula de PROMETAX® (rivastigmina) 3,0 mg contém:
rivastigmina (na forma de sal de hidrogenotartarato) .................... 3,0 mg
excipientes q.s.p. ....................1 cápsula
(gelatina, óxido de ferro vermelho, óxido de ferro amarelo, estearato de magnésio,
hidroxipropilmetilcelulose, celulose microcristalina, dióxido de silício, dióxido de
titânio).
Cada cápsula de PROMETAX® (rivastigmina) 4,5 mg contém:
rivastigmina (na forma de sal de hidrogenotartarato) .................... 4,5 mg
excipientes q.s.p. ....................1 cápsula
(gelatina, óxido de ferro vermelho, óxido de ferro amarelo, estearato de magnésio,
hidroxipropilmetilcelulose, celulose microcristalina, dióxido de silício, dióxido de
titânio).
Cada cápsula de PROMETAX® (rivastigmina) 6,0 mg contém:
rivastigmina (na forma de sal de hidrogenotartarato) .................... 6,0 mg
excipientes q.s.p. ....................1 cápsula
(gelatina, óxido de ferro vermelho, óxido de ferro amarelo, estearato de magnésio,
hidroxipropilmetilcelulose, celulose microcristalina, dióxido de silício, dióxido de
titânio).

Informações ao Paciente de Prometax

Ação esperada do medicamento: PROMETAX® (rivastigmina) tem como substânciaativa a rivastigmina e é utilizado no tratamento de transtornos da função cognitiva1
(por exemplo, aprendizado, memória, compreensão e orientação), que estão
comumente associados à Doença de Alzheimer2. As pessoas nessas condições
apresentam uma deficiência de acetilcolina3, uma substância encontrada no cérebro4
que é necessária para o bom funcionamento cognitivo5. PROMETAX® (rivastigmina)
age aumentando a quantidade de acetilcolina3 no cérebro4 e, dessa forma, melhora a
função cognitiva1 e a habilidade do paciente de lidar com situações do cotidiano.
Agindo dessa maneira, PROMETAX® (rivastigmina) ajuda a diminuir o declínio mental
que ocorre na Doença de Alzheimer2.
Cuidados de armazenamento: As cápsulas devem ser conservadas em temperatura
ambiente (entre 15oC e 30oC). Proteger da luz e umidade.
Prazo de validade: Desde que sejam observados os cuidados de armazenamento,
PROMETAX® (rivastigmina) cápsulas apresenta prazo de validade de 24 meses.
Não utilize o produto após o vencimento do prazo de validade.
Gravidez6 e lactação7: Este medicamento não deve ser administrado durante a
gravidez6 ou a lactação7 sem exclusiva orientação médica. Informe ao seu médico
sobre a ocorrência de gravidez6 na vigência do tratamento ou após o seu término.
Informe ao seu médico se está amamentando.
Cuidados de administração: As cápsulas de PROMETAX® (rivastigmina) devem
ser ingeridas inteiras, sem serem abertas ou esmagadas. Se você se esquecer de
tomar uma dose de PROMETAX® (rivastigmina), aguarde para tomar a próxima dose
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Cor: Pantone Black
Modelo de Bula 2pmtca2
no horário usual. Siga a orientação do seu médico, respeitando sempre os horários,
as doses e a duração do tratamento. A duração do tratamento dependerá da resposta
ao medicamento. Portanto, a posologia deverá ser orientada exclusivamente pelo
seu médico.
Interrupção do tratamento: Não interromper o tratamento sem o conhecimento do
seu médico; somente o médico poderá avaliar a eficácia da terapia.
Reações adversas: Informe ao seu médico sobre o aparecimento de reações
desagradáveis, como aumento da sudorese8, mal estar, perda de peso, tremores,
náusea9, vômito10, dores abdominais, perda do apetite e outras.
TODO MEDICAMENTO DEVE SER MANTIDO FORA DO ALCANCE DAS CRIANÇAS.
Ingestão concomitante com outras substâncias: Informe ao seu médico sobre
qualquer medicamento que esteja utilizando antes do início ou durante o tratamento.
Contra-indicações e precauções: O uso de PROMETAX® (rivastigmina) é contraindicado
em pacientes com conhecida hipersensibilidade à rivastigmina, a outros
derivados do carbamato ou a qualquer componente da fórmula e em pacientes
portadores de insuficiência hepática11 grave.
NÃO TOME REMÉDIO SEM O CONHECIMENTO DO SEU MÉDICO. PODE SER
PERIGOSO PARA SUA SAÚDE12.

Informações Técnicas de Prometax

Farmacodinâmica Classe terapêutica13: inibidor seletivo da colinesterase cerebral.
As alterações patológicas na Doença de Alzheimer2 envolvem as vias neuronais
colinérgicas14 que se projetam da base do cérebro4 anterior até o córtex cerebral e o
hipo-campo. Essas vias estão envolvidas na atenção, no aprendizado e na memória
e em outros processos cognitivos15. Acredita-se que a rivastigmina, um inibidor seletivo
da acetil e butirilcolinesterase cerebral do tipo carbamato, facilita a neurotransmissão
colinérgica16 pela diminuição da degradação da acetilcolina3 liberada por neurônios17
colinérgicos funcionalmente intactos. Dados de estudos com animais indicam que a
rivastigmina aumenta seletivamente a disponibilidade de acetilcolina3 no córtex e no
hipocampo18. Dessa forma, PROMETAX® (rivastigmina) pode apresentar um benefício
nos déficits cognitivos15 mediados pelo sistema colinérgico19, associados à Doença de
Alzheimer20. Além disso, existem evidências de que a inibição da colinesterase poderia
diminuir a formação de fragmentos21 da proteína amiloidogênica precursora de betaamilóide
(APP) e, dessa forma, das placas22 amilóides, que são uma das principais
características patológicas da Doença de Alzheimer2.
A rivastigmina interage com sua enzimas-alvos pela formação de uma ligação covalente
que inativa temporariamente as enzimas. Em homens jovens e saudáveis,
uma dose oral de 3,0 mg diminui a atividade da acetilcolinesterase (AChE) no líquido
cefalorraquidiano em aproximadamente 40% dentro da primeira 1,5 hora após a
administração. A atividade da enzima23 retorna aos níveis basais cerca de 9 horas
após ter sido atingido o efeito inibitório máximo. A atividade da butirilcolinesterase
(BuChE) no líquido cefalorraquidiano24 foi transitoriamente inibida e não foi muito diferente
do valor basal após 3,6 horas em voluntários jovens e saudáveis. Em pacientes
com a Doença de Alzheimer2, a inibição da acetilcolinesterase no líquido cefalorraquidiano24
pela rivastigmina se mostrou dose-dependente até 6 mg administrados duas
vezes ao dia, a maior dose testada. A inbição da atividade de BuChE no líquido
cefalorraquidiano de pacientes com a Doença de Alzheimer2 pela rivastigmina, foi
similar àquela da AchE, com uma mudança, em relação ao valor basal de mais de
60% após a administração de 6 mg duas vezes ao dia. O efeito da rivastigmina na
atividade da AChE e BuChE no líquido cefalorraquidiano24 foi mantido após 12 meses
de administração, o mais longo período estudado. Foram encontradas correlações
estatisticamente significantes entre o grau de inibição pela rivastigmina da AChE e
BuChE no líquido cefalorraquidiano24 e alterações em uma medida composta do
desempenho cognitivo25 em pacientes com Doença de Alzheimer2; entretanto, somente
a inibição da BuChE no líquido cefalorraquidiano24 se correlacionou significativa e
consistentemente com melhoras nos subtestes relacionados com a velocidade,
atenção e memória.
Estudos clínicos
A eficácia de PROMETAX® (rivastigmina) no tratamento da Doença de Alzheimer2 foi
demonstrada por estudos placebo26-controlados. Os resultados de dois estudos fundamentais
multicêntricos de 26 semanas de duração comparando a administração
de 1-4 mg/dia e 6-12 mg/dia com placebo26, assim como a análise conjunta dos estudos
de Fase III, estabeleceram que PROMETAX® (rivastigmina) produz uma melhora
significativa nos principais domínios cognitivos15 de desempenho global e de atividades
diárias e na gravidade da doença. Tanto a faixa de dosagem baixa quanto a alta
apresentaram benefícios para a cognição27, o desempenho global e a gravidade da
doença; além disso, a faixa de dose mais alta produziu uma melhora nas atividades
diárias.
As seguintes variáveis prognósticas foram utilizadas nesses estudos:
•  Escala de Avaliação da Doença de Alzheimer2 - Subescala Cognitiva1 (ADAS-Cog):
teste que mede áreas cognitivas relevantes em pacientes com Doença de Alzheimer2,
tais como atenção, aprendizado, memória e linguagem;
• Impressão de Mudança Baseada na Entrevista Clínica (CIBIC-Plus): avaliação
clínica da alteração global do paciente nos domínios cognitivos15, de comportamento
e desempenho, incorporando opiniões separadas do paciente e do cuidador;
• Escala de Deterioração Progressiva (PDS): avaliação realizada pelo cuidador da
habilidade do paciente em realizar atividades diárias, tais como asseio pessoal,
alimentação, ajuda nos afazeres domésticos e fazer compras.
Os resultados dos estudos indicam que o início da atividade ocorre geralmente na
12ª semana e é mantida até o final de 6 meses de tratamento. Pacientes tratados com
6-12 mg apresentaram melhora da cognição27, nas atividades diárias e no desempenho
global, enquanto os pacientes que utilizaram placebo26 apresentaram uma deterioração
dessas variáveis. Os efeitos de PROMETAX® (rivastigmina) nessas variáveis (por
exemplo, diferença de 5 pontos de ADAS-Cog em relação ao placebo26 na 26ª semana)
indicam um atraso na velocidade de deterioração de pelo menos 6 meses.
Análises realizadas para detectar os subtestes e sintomas28 na ADAS-Cog e CIBICPlus,
respectivamente, que melhoraram em pacientes tratados com PROMETAX®
(rivastigmina), indicam que os subtestes da ADAS-Cog (praxia ideatória, orientação,
compreensão de instruções, teste de memorização de palavras, habilidade lingüística
e reconhecimento de palavras) melhoraram significativamente e todos os itens da
avaliação CIBIC-Plus, com exceção da ansiedade, apresentaram melhora significativa
na 26ª semana com doses de PROMETAX® (rivastigmina) de 6-12 mg. Os itens que
apresentaram melhora de no mínimo 15 %, mais evidentes nos pacientes que completaram
o tratamento com PROMETAX® (rivastigmina) em comparação aos pacientes
com placebo26, foram: memorização de palavras, desempenho, agitação, lacrimação
ou choro, delírios, alucinações29, atividades despropositadas e inapropriadas e ameaças
físicas e/ou violência.

Farmacocinética de Prometax

Absorção: A rivastigmina é absorvida rápida e completamente. Concentrações plasmáticasmáximas são atingidas em aproximadamente 1 hora. Como conseqüência
da interação da droga com a enzima23-alvo, o aumento da disponibilidade é cerca de
1,5 vez maior do que a esperada pelo aumento da dose. A biodisponibilidade absoluta
após uma dose de 3 mg é de cerca de 36%. A administração de cápsulas de rivastigmina
com alimentos retarda a absorção (tmax) em 90 min, e diminui a Cmax e
aumenta a AUC em aproximadamente 30%. Distribuição: A rivastigmina apresenta uma fraca ligação às proteínas30 plasmáticas
(aproximadamente 40%). Ela atravessa rapidamente a barreira hematoencefálica e
apresenta um volume aparente de distribuição na faixa de 1,8 - 2,7 L/kg. Metabolismo31: A rivastigmina é rápida e extensivamente metabolizada (meia-vida
plasmática de aproximadamente 1 hora), principalmente via hidrólise mediada pela
colinesterase ao metabólito32 descarbamilado. In vitro, esse metabólito32 apresenta uma
inibição mínima da acetilcolinesterase (<10%). Com base na evidência de estudos in vitro e com animais, as isoenzimas principais do citocromo P450 estão minimamente
envolvidas no metabolismo31 da rivastigmina. Consistente com essas observações
está o fato de que não foram observadas quaisquer interações medicamentosas
relacionadas ao citocromo P450 em seres humanos (vide "Interações medicamentosas").
Excreção: A rivastigmina inalterada não é encontrada na urina33; a excreção renal34 dos
metabólitos35 é a principal via de eliminação. Após a administração de 14C-rivastigmina,
a eliminação renal34 foi rápida e essencialmente completa (>90%) em 24 horas. Menos
de 1% da dose administrada é excretada nas fezes. Não há acúmulo de rivastigmina
nem do metabólito32 descarbamilado em pacientes com Doença de Alzheimer2.
Dados de segurança pré-clínicos Toxicidade36 aguda: Os valores de DL50 oral estimados em camundongos foram de
5,6 mg/kg (machos) e de 13,8 mg/kg (fêmeas). Os valores de DL50 oral em ratos
foram de 8,1 mg/kg (machos) e de 13,8 mg/kg (fêmeas). Toxicidade36 de dose múltipla: Estudos em ratos, camundongos, cães e macacos (doses
máximas de 3,8; 6,3; 2,5 e 6,3 mg/kg/dia, respectivamente) mostraram evidência
de estimulação colinérgica16 do sistema nervoso central37 e periférico. A tolerabilidade
in vivo à rivastigmina se mostrou variável entre as espécies, sendo o cão a espécie
mais sensível. Não foi observada toxicidade36 no órgão-alvo nem alterações de patologia38
clínica em nenhuma das espécies, embora efeitos gastrintestinais tenham sido
proeminentes em cães. Mutagenicidade: A rivastigmina não se apresentou mutagênica em testes de mutação39
genética, testes de dano de DNA primário nem em alterações cromossômicas in
vivo. Em testes de alterações cromossômicas in vitro, um pequeno aumento no número
de células40 portadoras de aberrações cromossômicas ocorreu com concentrações
muito elevadas. Entretanto, como não há evidência de atividade clastogênica
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nos testes in vivo de aberração cromossômica mais relevante, é mais provável que
os resultados in vitro tenham configurado observações falso-positivas. Carcinogenicidade: Não foi observada qualquer evidência de carcinogenicidade em
estudos conduzidos em níveis de dose de até 1,1 mg/kg/dia em ratos e 1,6 mg/kg/
dia em camundongos. Toxicidade36 reprodutiva: Estudos orais em ratas e coelhas prenhas com níveis de
dose de até 2,3 mg/kg/dia não demonstraram indicações de potencial teratogênico41
relacionados à rivastigmina. Da mesma forma, não foi demonstrada evidência de
efeitos adversos da rivastigmina em fertilidade, função reprodutiva ou crescimento
no útero42 ou pós-natal em ratos que receberam níveis de dose de até 1,1 mg/kg/dia.

Indicações de Prometax

Tratamento de pacientes com demência43 leve a moderadamente grave do tipo Alzheimer20,
também conhecida como Doença de Alzheimer2 provável ou Doença de Alzheimer2.

Contra-Indicações de Prometax

O uso de PROMETAX® (rivastigmina) é contra-indicado em pacientes com conhecidahipersensibilidade à rivastigmina, a outros derivados do carbamato ou a qualquer
componente da fórmula (vide "Composição - Excipientes").
PROMETAX® (rivastigmina) é contra-indicado em pacientes com insuficiência hepática11
grave por não ter sido estudado nesta população.

Advertências e Precauções de Prometax

Assim como outros colinomiméticos, deve-se ter cuidado ao utilizar PROMETAX®
(rivastigmina) em pacientes com doença do nó sinusal44 ou defeitos na condução
(bloqueio sino-atrial, bloqueio atrioventricular) (vide "Reações adversas").
A estimulação colinérgica16 pode causar aumento da secreção ácido-gástrica e pode
exacerbar obstruções urinárias e precipitar convulsões. Recomenda-se precaução
ao tratar pacientes predispostos a essas patologias.
Como com outros colinomiméticos, PROMETAX® (rivastigmina) deve ser utilizado
com precaução em pacientes com história de asma45 ou doença pulmonar obstrutiva.
O tratamento deve sempre ser iniciado com a dose de 1,5 mg, duas vezes ao dia, e
ser ajustado à dose de manutenção do paciente. Se o tratamento for interrompido
por vários dias, deverá ser reiniciado com a menor dose diária a fim de se minimizar
a possibilidade de reações adversas (por exemplo, vômitos46 graves) (vide "Posologia").
Titulação da dose: Como com outros colinomiméticos, efeitos adversos foram observados
logo após o aumento da dose e esses podem responder a uma redução da
dose. Em outros casos, Exelon foi descontinuado (vide Reações Adversas).
O benzoato de sódio é um dos excipientes de PROMETAX® (rivastigmina) solução
oral. O ácido benzóico é muito irritante para a pele47, olhos48 e membranas mucosas49.

Gravidez6 e Lactação7 de Prometax

Em estudos em animais, a rivastigmina não se mostrou teratogênica50. Entretanto, asegurança de PROMETAX® (rivastigmina) na gravidez6 humana não foi estabelecida
e o mesmo deve ser utilizado em mulheres grávidas apenas se o benefício potencial
for superior ao possível risco ao feto51.
Não se sabe se PROMETAX® (rivastigmina) é excretado no leite materno humano e,
portanto, pacientes que utilizam PROMETAX® (rivastigmina) não devem amamentar.
Efeitos na habilidade de dirigir veículos e/ou operar máquinas: Não foram observados
quaisquer prejuízos na função motora em pacientes tratados com PROMETAX®
(rivastigmina). Entretanto, a habilidade dos pacientes com Alzheimer20 de continuar a
dirigir veículos e/ou operar máquinas complexas deve ser rotineiramente avaliada
pelo médico.

Interações Medicamentosas de Prometax

A rivastigmina é metabolizada principalmente pela hidrólise por esterases. Um metabolismo31
mínimo ocorre através da maioria das isoenzimas do citocromo P450. Dessa
forma, não são antecipadas interações farmacocinéticas com outras drogas metabolizadas
por essas enzimas.
Não foram observadas interações farmacocinéticas entre PROMETAX® (rivastigmina)
e digoxina, varfarina, diazepam ou fluoxetina em estudos em voluntários sadios. O
aumento no tempo de protrombina52 induzido pela varfarina não é afetado pela administração
de PROMETAX® (rivastigmina). Não foram observados efeitos desfavoráveis
na condução cardíaca após a administração concomitante de digoxina e PROMETAX
® (rivastigmina). Em pacientes com Doença de Alzheimer2, a administração
concomitante de PROMETAX® (rivastigmina) com medicamentos prescritos comumente,
tais como antiácidos53, antieméticos54, antidiabéticos, anti-hipertensivos de ação
central, beta-bloqueadores, bloqueadores de canal de cálcio, drogas inotrópicas,
antianginosos, antiinflamatórios não-esteroidais, estrógenos, analgésicos55, benzodiazepínicos
e anti-histamínicos, não foi associada às alterações na cinética56 de PROMETAX
® (rivastigmina) nem ao aumento do risco de efeitos desfavoráveis clinicamente
relevantes.
Tendo em vista seus efeitos farmacodinâmicos, PROMETAX® (rivastigmina) não deve
ser administrado concomitantemente com outras drogas colinomiméticas e pode
interferir na atividade de medicações anticolinérgicas.
Como um inibidor da colinesterase, PROMETAX® (rivastigmina) pode potencializar
os efeitos de relaxantes musculares do tipo succinilcolina durante a anestesia57.

Reações Adversas de Prometax

As reações adversas relatadas mais comumente são gastrintestinais incluindo náuseas58(38%) e vômitos46 (23%), especialmente durante a titulação. As pacientes dos
estudos clínicos foram mais susceptíveis as reações adversas gastrintestinais e perda
de peso.
As seguintes reações adversas, listadas na Tabela 1 abaixo, foram acumuladas a
partir dos estudos clínicos com PROMETAX® (rivastigmina) e desde a sua introdução
no mercado.
Tabela 1*
Infecções59 e infestações
Infecção60 urinária Muito rara
Distúrbios psiquiátricos
Agitação Comum
Confusão Comum
Insônia Incomum
Depressão Incomum
Alucinações29 Muito raras
Distúrbios do Sistema Nervoso61
Vertigem62 Muito comum
Cefaléia63 Comum
Sonolência Comum
Tremor Comum
Síncope64 Incomum
Convulsões Rara
Distúrbios cardíacos
Arritmia65 cardíaca (e. g. bradicardia66, bloqueio
atrioventricular, fibrilação atrial e taquicardia67) Muito rara
Angina68 pectoris Rara
Distúrbios Vasculares69
Hipertensão70 Muito rara
Distúrbios gastrintestinal
Náuseas58 Muito comum
Vômitos46 Muito comum
Diarréia71 Muito comum
Perda de apetite Muito comum
Dor abdominal e dispepsia72 Comum
Úlceras73 gástrica e duodenal Raras
Hemorragia74 gastrintestinal Muito rara
Pancreatite75 leve Muito rara
Distúrbios da pele47 e subcutâneos
Aumento da sudorese8 Comum
Erupções cutâneas76 Rara
Distúrbios gerais
Fatiga e astenia77 Comum
Indisposição Comum
Queda acidental Incomum
Investigações
Perda de peso Comum
* As reações adversas estão classificadas segundo seus títulos de freqüência, a
mais freqüente em primeiro lugar, usando a seguinte convenção: Muito comum (>1/
10); comum (> 1/100, <1/10); incomum (>1/1000 < 1/100); rara (>1/10.000 < 1/1000);
muito comum (>1/10.000), incluindo relatos isolados.

Posologia de Prometax

Administração: PROMETAX® (rivastigmina) deve ser administrado duas vezes ao
dia, com as refeições da manhã e da noite. Dose inicial: 1,5 mg duas vezes ao dia. Os pacientes que são reconhecidamente
sensíveis aos efeitos de drogas colinérgicas14 devem iniciar o tratamento com dose
de 1 mg duas vezes ao dia.
Ajuste de dose: A dose inicial é de 1,5 mg duas vezes ao dia. Se essa dose for bem
tolerada após pelo menos 2 semanas de tratamento, a mesma pode ser aumentada
para 3 mg duas vezes ao dia. Aumentos subseqüentes para 4,5 mg e então para 6
mg duas vezes ao dia também devem estar baseados em boa tolerabilidade à dose
corrente e podem ser considerados após um mínimo de 2 semanas de tratamento
naquele nível de dose.
Se forem observados efeitos adversos (por ex.: náusea9, vômito10, dor abdominal ou
perda do apetite) ou diminuição de peso durante o tratamento, estes deverão ser
resolvidos com a omissão de uma ou mais doses. Se os efeitos adversos persistirem,
a dose diária deve ser reduzida à dose anterior que apresentou boa tolerabilidade. Dose de manutenção: 1,5 a 6 mg duas vezes ao dia; para atingir o benefício terapêutico
máximo, os pacientes devem ser mantidos na dose bem tolerada mais elevada. Dose máxima diária recomendada: 6 mg duas vezes ao dia.
Reinício da terapia: A incidência78 e a gravidade de reações adversas geralmente
aumentam com doses maiores. Se o tratamento for interrompido por um período de
alguns dias, deverá ser reiniciado com a menor dose diária e ajustado confome descrito
acima.
•  Uso em idosos- A biodisponibilidade da rivastigmina é maior em voluntários sadios
idosos do que em voluntários jovens; entretanto, estudos em pacientes com Doença
de Alzheimer20 com idade entre 50 e 92 anos não demonstraram alterações na biodisponibilidade
em função da idade.
•  Uso em pacientes com insuficiência renal79 ou hepática80 - Não é necessário realizar
ajuste de dose em pacientes com insuficiência renal79 ou hepática80 (vide "Contra-
Indicações").

Superdosagem de Prometax

Sintomas28: A maioria dos casos de superdosagem acidental não tem sido associada
a nenhum sinal81 ou sintoma82 clínico e quase todos os pacientes envolvidos continuaram
o tratamento com PROMETAX® (rivastigmina). Nos casos em que ocorreram
sintomas28, estes incluíram náuseas58, vômitos46, diarréia71, hipertensão70 e alucinações29.
Devido ao conhecido efeito vagotônico dos inibidores de colinesterase sobre o
coração83, bradicardia66 e/ou síncope64 podem também ocorrer.
A ingestão de 46 mg ocorreu em um caso; após tratamento conservador, o paciente
se recuperou completamente em 24 horas. Tratamento: Uma vez que a rivastigmina apresenta meia-vida plasmática de cerca
de 1 hora e duração da inibição da acetilcolinesterase de cerca de 9 horas, é recomendado
que, em casos de superdosagem assintomática, nenhuma dose de PROMETAX
® (rivastigmina) deva ser administrada pelas próximas 24 horas. Nos casos
de superdosagem acompanhada por vômito10 e náusea9 grave, o uso de antieméticos54
deve ser considerado. Tratamento sintomático84 para outros eventos adversos deve
ser realizado, se necessário.
Em superdosagem grave, a atropina pode ser utilizada. Recomenda-se uma dose
inicial i.v. de 0,03 mg/kg de sulfato de atropina, com doses subseqüentes baseadas
na resposta clínica. Não é recomendado o uso da escopolamina como antídoto85.
ATENÇÃO: ESTE PRODUTO É UM NOVO MEDICAMENTO E, EMBORA AS PESQUISAS
REALIZADAS TENHAM INDICADO EFICÁCIA E SEGURANÇA QUANDO
CORRETAMENTE INDICADO, PODEM OCORRER REAÇÕES ADVERSAS IMPREVISÍVEIS
AINDA NÃO DESCRITAS OU CONHECIDAS. EM CASO DE SUSPEITA
DE REAÇÃO ADVERSA, O MÉDICO RESPONSÁVEL DEVE SER NOTIFICADO.
VENDA SOB PRESCRIÇÃO MÉDICA
SÓ PODE SER VENDIDO COM RETENÇÃO DA RECEITA
MS - 1.1213.0219
Farmacêutico Responsável: Luiz Antônio Muniz Mendes - CRF-SP nº 13.559
Nº do lote, data de fabricação e validade: vide cartucho
Fabricado por: Novartis Farmacêutica S.A. - Barberà del Vallès - Espanha
Importado e embalado por: Novartis Biociências S.A.
Av. Ibirama, 518 - Complexo 41/3 - Taboão da Serra - SP
CNPJ nº 56.994.502/0098-62 - Indústria Brasileira
Prometax®: Marca Registrada de Novartis Pharma AG, Basiléia, Suíça.
Distribuído por: LABORATÓRIOS BIOSINTÉTICA LTDA.
Av. das Nações Unidas, 22.428 - São Paulo - SP
CNPJ nº 53.162.095/0001-06 - Indústria Brasileira
Atendimento ao Consumidor: 0800-15-1036 Cód.: 68052 C. Laetus: 591

PROMETAX - Laboratório

BIOSINTETICA
Rua Periquito, 236 - Vl. Uberabinha
São Paulo/SP - CEP: 04514-050
Tel: 55 (011) 5561-2614
Fax: 55 (011)5561-2072
Site: http://www.biosintetica.com.br/

Ver outros medicamentos do laboratório "BIOSINTETICA"

Antes de consumir qualquer medicamento, consulte seu médico (http://www.catalogo.med.br).

Complementos

1 Cognitiva: 1. Relativa ao conhecimento, à cognição. 2. Relativa ao processo mental de percepção, memória, juízo e/ou raciocínio. 3. Diz-se de estados e processos relativos à identificação de um saber dedutível e à resolução de tarefas e problemas determinados. 4. Diz-se dos princípios classificatórios derivados de constatações, percepções e/ou ações que norteiam a passagem das representações simbólicas à experiência, e também da organização hierárquica e da utilização no pensamento e linguagem daqueles mesmos princípios.
2 Doença de Alzheimer: É uma doença progressiva, de causa e tratamentos ainda desconhecidos que acomete preferencialmente as pessoas idosas. É uma forma de demência. No início há pequenos esquecimentos, vistos pelos familiares como parte do processo normal de envelhecimento, que se vão agravando gradualmente. Os pacientes tornam-se confusos e por vezes agressivos, passando a apresentar alterações da personalidade, com distúrbios de conduta e acabam por não reconhecer os próprios familiares e até a si mesmos quando colocados frente a um espelho. Tornam-se cada vez mais dependentes de terceiros, iniciam-se as dificuldades de locomoção, a comunicação inviabiliza-se e passam a necessitar de cuidados e supervisão integral, até mesmo para as atividades elementares como alimentação, higiene, vestuário, etc..
3 Acetilcolina: A acetilcolina é um neurotransmissor do sistema colinérgico amplamente distribuído no sistema nervoso autônomo.
4 Cérebro: Derivado do TELENCÉFALO, o cérebro é composto dos hemisférios direito e esquerdo. Cada hemisfério contém um córtex cerebral exterior e gânglios basais subcorticais. O cérebro inclui todas as partes dentro do crânio exceto MEDULA OBLONGA, PONTE e CEREBELO. As funções cerebrais incluem as atividades sensório-motora, emocional e intelectual.
5 Cognitivo: 1. Relativo ao conhecimento, à cognição. 2. Relativo ao processo mental de percepção, memória, juízo e/ou raciocínio. 3. Diz-se de estados e processos relativos à identificação de um saber dedutível e à resolução de tarefas e problemas determinados. 4. Diz-se dos princípios classificatórios derivados de constatações, percepções e/ou ações que norteiam a passagem das representações simbólicas à experiência, e também da organização hierárquica e da utilização no pensamento e linguagem daqueles mesmos princípios.
6 Gravidez: Condição de ter um embrião ou feto em desenvolvimento no trato reprodutivo feminino após a união de ovo e espermatozóide.
7 Lactação: Fenômeno fisiológico neuro-endócrino (hormonal) de produção de leite materno pela puérpera no pós-parto; independente dela estar ou não amamentando.Toda mulher após o parto tem produção de leite - lactação; mas, infelizmente nem todas amamentam.
8 Sudorese: Suor excessivo
9 Náusea: Vontade de vomitar. Forma parte do mecanismo complexo do vômito e pode ser acompanhada de sudorese, sialorréia (salivação excessiva), vertigem, etc.
10 Vômito: É a expulsão ativa do conteúdo gástrico pela boca. Pode ser classificado como: alimentar, fecalóide, biliar, em jato, pós-prandial. Sinônimo de êmese. Os medicamentos que agem neste sintoma são chamados de antieméticos.
11 Insuficiência hepática: Deterioração grave da função hepática. Pode ser decorrente de hepatite viral, cirrose e hepatopatia alcoólica (lesão hepática devido ao consumo de álcool) ou medicamentosa (causada por medicamentos como, por exemplo, o acetaminofeno). Para que uma insuficiência hepática ocorra, deve haver uma lesão de grande porção do fígado.
12 Saúde: 1. Estado de equilíbrio dinâmico entre o organismo e o seu ambiente, o qual mantém as características estruturais e funcionais do organismo dentro dos limites normais para sua forma de vida e para a sua fase do ciclo vital. 2. Estado de boa disposição física e psíquica; bem-estar. 3. Brinde, saudação que se faz bebendo à saúde de alguém. 4. Força física; robustez, vigor, energia.
13 Terapêutica: Terapia, tratamento de doentes.
14 Colinérgicas: 1. Relativo a ou semelhante à acetilcolina, especialmente quanto à ação fisiológica. 2. Diz-se das sinapses ou das fibras nervosas que liberam ou são ativadas pela acetilcolina.
15 Cognitivos: 1. Relativo ao conhecimento, à cognição. 2. Relativo ao processo mental de percepção, memória, juízo e/ou raciocínio. 3. Diz-se de estados e processos relativos à identificação de um saber dedutível e à resolução de tarefas e problemas determinados. 4. Diz-se dos princípios classificatórios derivados de constatações, percepções e/ou ações que norteiam a passagem das representações simbólicas à experiência, e também da organização hierárquica e da utilização no pensamento e linguagem daqueles mesmos princípios.
16 Colinérgica: 1. Relativo a ou semelhante à acetilcolina, especialmente quanto à ação fisiológica. 2. Diz-se das sinapses ou das fibras nervosas que liberam ou são ativadas pela acetilcolina.
17 Neurônios: Unidades celulares básicas do tecido nervoso. Cada neurônio é formado por corpo, axônio e dendritos. Sua função é receber, conduzir e transmitir impulsos no SISTEMA NERVOSO. Sinônimos: Células Nervosas
18 Hipocampo: Elevação curva da substância cinzenta, que se estende ao longo de todo o assoalho no corno temporal do ventrículo lateral (Tradução livre de Córtex Entorrinal; Via Perfurante;
19 Colinérgico: 1. Relativo a ou semelhante à acetilcolina, especialmente quanto à ação fisiológica. 2. Diz-se das sinapses ou das fibras nervosas que liberam ou são ativadas pela acetilcolina.
20 Alzheimer: Doença degenerativa crônica que produz uma deterioração insidiosa e progressiva das funções intelectuais superiores. É uma das causas mais freqüentes de demência. Geralmente começa a partir dos 50 anos de idade e tem incidência similar entre homens e mulheres.
21 Fragmentos: 1. Pedaço de coisa que se quebrou, cortou, rasgou etc. É parte de um todo; fração. 2. No sentido figurado, é o resto de uma obra literária ou artística cuja maior parte se perdeu ou foi destruída. Ou um trecho extraído de uma obra.
22 Placas: 1. Lesões achatadas, semelhantes à pápula, mas com diâmetro superior a um centímetro. 2. Folha de material resistente (metal, vidro, plástico etc.), mais ou menos espessa. 3. Objeto com formato de tabuleta, geralmente de bronze, mármore ou granito, com inscrição comemorativa ou indicativa. 4. Chapa que serve de suporte a um aparelho de iluminação que se fixa em uma superfície vertical ou sobre uma peça de mobiliário, etc. 5. Placa de metal que, colocada na dianteira e na traseira de um veículo automotor, registra o número de licenciamento do veículo. 6. Chapa que, emitida pela administração pública, representa sinal oficial de concessão de certas licenças e autorizações. 7. Lâmina metálica, polida, usualmente como forma em processos de gravura. 8. Área ou zona que difere do resto de uma superfície, ordinariamente pela cor. 9. Mancha mais ou menos espessa na pele, como resultado de doença, escoriação, etc. 10. Em anatomia geral, estrutura ou órgão chato e em forma de placa, como uma escama ou lamela. 11. Em informática, suporte plano, retangular, de fibra de vidro, em que se gravam chips e outros componentes eletrônicos do computador. 12. Em odontologia, camada aderente de bactérias que se forma nos dentes.
23 Enzima: Proteína produzida pelo organismo que gera uma reação química. Por exemplo, as enzimas produzidas pelo intestino que ajudam no processo digestivo.
24 Líquido cefalorraquidiano: Líquido cefalorraquidiano (LCR), também conhecido como líquor ou fluido cérebro espinhal, é definido como um fluido corporal estéril, incolor, encontrado no espaço subaracnoideo no cérebro e na medula espinhal (entre as meninges aracnoide e pia-máter). Caracteriza-se por ser uma solução salina pura, com baixo teor de proteínas e células, atuando como um amortecedor para o córtex cerebral e a medula espinhal. Possui também a função de fornecer nutrientes para o tecido nervoso e remover resíduos metabólicos do mesmo. É sintetizado pelos plexos coroidais, epitélio ventricular e espaço subaracnoideo em uma taxa de aproximadamente 20 mL/hora. Em recém-nascidos, este líquido é encontrado em um volume que varia entre 10 a 60 mL, enquanto que no adulto fica entre 100 a 150 mL.
25 Desempenho cognitivo: Desempenho dos processos de aprendizagem e de aquisição de conhecimento através da percepção.
26 Placebo: Preparação neutra quanto a efeitos farmacológicos, ministrada em substituição a um medicamento, com a finalidade de suscitar ou controlar as reações, geralmente de natureza psicológica, que acompanham tal procedimento terapêutico.
27 Cognição: É o conjunto dos processos mentais usados no pensamento, percepção, classificação, reconhecimento e compreensão para o julgamento através do raciocínio para o aprendizado de determinados sistemas e soluções de problemas.
28 Sintomas: Alterações da percepção normal que uma pessoa tem de seu próprio corpo, do seu metabolismo, de suas sensações, podendo ou não ser um indício de doença. Os sintomas são as queixas relatadas pelo paciente mas que só ele consegue perceber. Sintomas são subjetivos, sujeitos à interpretação pessoal. A variabilidade descritiva dos sintomas varia em função da cultura do indivíduo, assim como da valorização que cada pessoa dá às suas próprias percepções.
29 Alucinações: Perturbações mentais que se caracterizam pelo aparecimento de sensações (visuais, auditivas, etc.) atribuídas a causas objetivas que, na realidade, inexistem; sensações sem objeto. Impressões ou noções falsas, sem fundamento na realidade; devaneios, delírios, enganos, ilusões.
30 Proteínas: Um dos três principais nutrientes dos alimentos. Alimentos que fornecem proteína incluem carne vermelha, frango, peixe, queijos, leite, derivados do leite, ovos.
31 Metabolismo: É o conjunto de transformações que as substâncias químicas sofrem no interior dos organismos vivos. São essas reações que permitem a uma célula ou um sistema transformar os alimentos em energia, que será ultilizada pelas células para que as mesmas se multipliquem, cresçam e movimentem-se. O metabolismo divide-se em duas etapas: catabolismo e anabolismo.
32 Metabólito: Qualquer composto intermediário das reações enzimáticas do metabolismo.
33 Urina: Resíduo líquido produzido pela filtração renal no organismo, estocado na bexiga e expelido pelo ato de urinar.
34 Renal: Relacionado aos rins. Uma doença renal é uma doença dos rins. Insuficiência renal significa que os rins pararam de funcionar.
35 Metabólitos: Qualquer composto intermediário das reações enzimáticas do metabolismo.
36 Toxicidade: Capacidade de uma substância produzir efeitos prejudiciais ao organismo vivo.
37 Sistema Nervoso Central: Principais órgãos processadores de informação do sistema nervoso, compreendendo cérebro, medula espinhal e meninges.
38 Patologia: 1. Especialidade médica que estuda as doenças e as alterações que estas provocam no organismo. 2. Qualquer desvio anatômico e/ou fisiológico, em relação à normalidade, que constitua uma doença ou caracterize determinada doença. 3. Por extensão de sentido, é o desvio em relação ao que é próprio ou adequado ou em relação ao que é considerado como o estado normal de uma coisa inanimada ou imaterial.
39 Mutação: 1. Ato ou efeito de mudar ou mudar-se. Alteração, modificação, inconstância. Tendência, facilidade para mudar de ideia, atitude etc. 2. Em genética, é uma alteração súbita no genótipo de um indivíduo, sem relação com os ascendentes, mas passível de ser herdada pelos descendentes.
40 Células: Unidades (ou subunidades) funcionais e estruturais fundamentais dos organismos vivos. São compostas de CITOPLASMA (com várias ORGANELAS) e limitadas por uma MEMBRANA CELULAR.
41 Teratogênico: Agente teratogênico ou teratógeno é tudo aquilo capaz de produzir dano ao embrião ou feto durante a gravidez. Estes danos podem se refletir como perda da gestação, malformações ou alterações funcionais ou ainda distúrbios neurocomportamentais, como retardo mental.
42 Útero: Orgão muscular oco (de paredes espessas), na pelve feminina. Constituído pelo fundo (corpo), local de IMPLANTAÇÃO DO EMBRIÃO e DESENVOLVIMENTO FETAL. Além do istmo (na extremidade perineal do fundo), encontra-se o COLO DO ÚTERO (pescoço), que se abre para a VAGINA. Além dos istmos (na extremidade abdominal superior do fundo), encontram-se as TUBAS UTERINAS.
43 Demência: Deterioração irreversível e crônica das funções intelectuais de uma pessoa.
44 Nó sinusal: Pequena massa de fibras musculares cardíacas modificadas, localizada na junção da VEIA CAVA SUPERIOR com o átrio direito. Os impulsos da contração provavelmente começam neste nó, propagam-se pelo átrio (ÁTRIO CARDÍACO) sendo então transmitidos pelo feixe de His (FEIXE ATRIOVENTRICULAR) para o ventrículo (VENTRÍCULO CARDÍACO).
45 Asma: Doença das vias aéreas inferiores (brônquios), caracterizada por uma diminuição aguda do calibre bronquial em resposta a um estímulo ambiental. Isto produz obstrução e dificuldade respiratória que pode ser revertida de forma espontânea ou com tratamento médico.
46 Vômitos: São a expulsão ativa do conteúdo gástrico pela boca. Podem ser classificados em: alimentar, fecalóide, biliar, em jato, pós-prandial. Sinônimo de êmese. Os medicamentos que agem neste sintoma são chamados de antieméticos.
47 Pele: Camada externa do corpo, que o protege do meio ambiente. Composta por DERME e EPIDERME.
48 Olhos:
49 Mucosas: Tipo de membranas, umidificadas por secreções glandulares, que recobrem cavidades orgânicas em contato direto ou indireto com o meio exterior.
50 Teratogênica: Agente teratogênico ou teratógeno é tudo aquilo capaz de produzir dano ao embrião ou feto durante a gravidez. Estes danos podem se refletir como perda da gestação, malformações ou alterações funcionais ou ainda distúrbios neurocomportamentais, como retardo mental.
51 Feto: Filhote por nascer de um mamífero vivíparo no período pós-embrionário, depois que as principais estruturas foram delineadas. Em humanos, do filhote por nascer vai do final da oitava semana após a CONCEPÇÃO até o NASCIMENTO, diferente do EMBRIÃO DE MAMÍFERO prematuro.
52 Protrombina: Proteína plasmática inativa, é a precursora da trombina e essencial para a coagulação sanguínea.
53 Antiácidos: É uma substância que neutraliza o excesso de ácido, contrariando o seu efeito. É uma base que aumenta os valores de pH de uma solução ácida.
54 Antieméticos: Substância que evita o vômito.
55 Analgésicos: Grupo de medicamentos usados para aliviar a dor. As drogas analgésicas incluem os antiinflamatórios não-esteróides (AINE), tais como os salicilatos, drogas narcóticas como a morfina e drogas sintéticas com propriedades narcóticas, como o tramadol.
56 Cinética: Ramo da física que trata da ação das forças nas mudanças de movimento dos corpos.
57 Anestesia: Diminuição parcial ou total da sensibilidade dolorosa. Pode ser induzida por diferentes medicamentos ou ser parte de uma doença neurológica.
58 Náuseas: Vontade de vomitar. Forma parte do mecanismo complexo do vômito e pode ser acompanhada de sudorese, sialorréia (salivação excessiva), vertigem, etc .
59 Infecções: Doença produzida pela invasão de um germe (bactéria, vírus, fungo, etc.) em um organismo superior. Como conseqüência da mesma podem ser produzidas alterações na estrutura ou funcionamento dos tecidos comprometidos, ocasionando febre, queda do estado geral, e inúmeros sintomas que dependem do tipo de germe e da reação imunológica perante o mesmo.
60 Infecção: Doença produzida pela invasão de um germe (bactéria, vírus, fungo, etc.) em um organismo superior. Como conseqüência da mesma podem ser produzidas alterações na estrutura ou funcionamento dos tecidos comprometidos, ocasionando febre, queda do estado geral, e inúmeros sintomas que dependem do tipo de germe e da reação imunológica perante o mesmo.
61 Sistema nervoso: O sistema nervoso é dividido em sistema nervoso central (SNC) e o sistema nervoso periférico (SNP). O SNC é formado pelo encéfalo e pela medula espinhal e a porção periférica está constituída pelos nervos cranianos e espinhais, pelos gânglios e pelas terminações nervosas.
62 Vertigem: Alucinação de movimento. Pode ser devido à doença do sistema de equilíbrio, reação a drogas, etc.
63 Cefaleia: Sinônimo de dor de cabeça. Este termo engloba todas as dores de cabeça existentes, ou seja, enxaqueca ou migrânea, cefaleia ou dor de cabeça tensional, cefaleia cervicogênica, cefaleia em pontada, cefaleia secundária a sinusite, etc... são tipos dentro do grupo das cefaleias ou dores de cabeça. A cefaleia tipo tensional é a mais comum (acomete 78% da população), seguida da enxaqueca ou migrânea (16% da população).
64 Síncope: Perda breve e repentina da consciência, geralmente com rápida recuperação. Comum em pessoas idosas. Suas causas são múltiplas: doença cerebrovascular, convulsões, arritmias, doença cardíaca, embolia pulmonar, hipertensão pulmonar, hipoglicemia, intoxicações, hipotensão postural, síncope situacional ou vasopressora, infecções, causas psicogênicas e desconhecidas.
65 Arritmia: Arritmia cardíaca é o nome dado a diversas perturbações que alteram a frequência ou o ritmo dos batimentos cardíacos.
66 Bradicardia: Diminuição da freqüência cardíaca a menos de 60 batimentos por minuto. Pode estar associada a distúrbios da condução cardíaca, ao efeito de alguns medicamentos ou a causas fisiológicas (bradicardia do desportista).
67 Taquicardia: Aumento da frequência cardíaca. Pode ser devido a causas fisiológicas (durante o exercício físico ou gravidez) ou por diversas doenças como sepse, hipertireoidismo e anemia. Pode ser assintomática ou provocar palpitações.
68 Angina: Inflamação dos elementos linfáticos da garganta (amígdalas, úvula). Também é um termo utilizado para se referir à sensação opressiva que decorre da isquemia (falta de oxigênio) do músculo cardíaco (angina do peito).
69 Vasculares: Relativo aos vasos sanguíneos do organismo.
70 Hipertensão: Condição presente quando o sangue flui através dos vasos com força maior que a normal. Também chamada de pressão alta. Hipertensão pode causar esforço cardíaco, dano aos vasos sangüíneos e aumento do risco de um ataque cardíaco, derrame ou acidente vascular cerebral, além de problemas renais e morte.
71 Diarréia: Aumento do volume, freqüência ou quantidade de líquido nas evacuações.Deve ser a manifestação mais freqüente de alteração da absorção ou transporte intestinal de substâncias, alterações estas que em geral são devidas a uma infecção bacteriana ou viral, a toxinas alimentares, etc.
72 Dispepsia: Dor ou mal-estar localizado no abdome superior. O mal-estar pode caracterizar-se por saciedade precoce, sensação de plenitude, distensão ou náuseas. A dispepsia pode ser intermitente ou contínua, podendo estar relacionada com os alimentos.
73 Úlceras: Feridas superficiais em tecido cutâneo ou mucoso que podem ocorrer em diversas partes do organismo. Uma afta é, por exemplo, uma úlcera na boca. A úlcera péptica ocorre no estômago ou no duodeno (mais freqüente). Pessoas que sofrem de estresse são mais susceptíveis a úlcera.
74 Hemorragia: Saída de sangue dos vasos sanguíneos ou do coração para o exterior, para o interstício ou para cavidades pré-formadas do organismo.
75 Pancreatite: Inflamação do pâncreas. A pancreatite aguda pode ser produzida por cálculos biliares, alcoolismo, drogas, etc. Pode ser uma doença grave e fatal. Os primeiros sintomas consistem em dor abdominal, vômitos e distensão abdominal.
76 Cutâneas: Que dizem respeito à pele, à cútis.
77 Astenia: Sensação de fraqueza, sem perda real da capacidade muscular.
78 Incidência: Medida da freqüência em que uma doença ocorre. Número de casos novos de uma doença em um certo grupo de pessoas por um certo período de tempo.
79 Insuficiência renal: Condição crônica na qual o corpo retém líquido e excretas pois os rins não são mais capazes de trabalhar apropriadamente. Uma pessoa com insuficiência renal necessita de diálise ou transplante renal.
80 Hepática: Relativa a ou que forma, constitui ou faz parte do fígado.
81 Sinal: 1. É uma alteração percebida ou medida por outra pessoa, geralmente um profissional de saúde, sem o relato ou comunicação do paciente. Por exemplo, uma ferida. 2. Som ou gesto que indica algo, indício. 3. Dinheiro que se dá para garantir um contrato.
82 Sintoma: Qualquer alteração da percepção normal que uma pessoa tem de seu próprio corpo, do seu metabolismo, de suas sensações, podendo ou não ser um indício de doença. O sintoma é a queixa relatada pelo paciente mas que só ele consegue perceber. Sintomas são subjetivos, sujeitos à interpretação pessoal. A variabilidade descritiva dos sintomas varia em função da cultura do indivíduo, assim como da valorização que cada pessoa dá às suas próprias percepções.
83 Coração: Órgão muscular, oco, que mantém a circulação sangüínea.
84 Sintomático: 1. Relativo a ou que constitui sintoma. 2. Que é efeito de alguma doença. 3. Por extensão de sentido, é o que indica um particular estado de coisas, de espírito; revelador, significativo.
85 Antídoto: Substância ou mistura que neutraliza os efeitos de um veneno. Esta ação pode reagir diretamente com o veneno ou amenizar/reverter a ação biológica causada por ele.

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