BREVIBLOC

CRISTALIA

Atualizado em 03/06/2015

BREVIBLOC
10MG/ML-cx. 20fr.ap. 10ml:

BREVIBLOC
Cloridrato de Esmolol

Forma Farmacêutica de Brevibloc

Solução Injetável

Apresentações de Brevibloc

BREVIBLOC( 2.500 mg (250 mg/ml) - Caixa contendo 10 ampolas de 10 ml
BREVIBLOC( 100 mg (10 mg/ml) - Caixa com 20 frascos-ampola de 10 ml
USO ADULTO

Composição de Brevibloc

BREVIBLOC( 2.500 mg (250 mg/ml)Cada ml contém:
Cloridrato de esmolol (DCB 2922.02-9) ............... 250 mg
Veículo qsp.................... 1 ml
Veículo (propilenoglicol, álcool etílico, ácido acético, acetato de sódio e hidróxido de
sódio/ácido clorídrico1 e água para injetáveis)
BREVIBLOC ( 100 mg (10 mg/ml)
Cada ml contém:
Cloridrato de esmolol (DCB 2922.02-9) ............... 10 mg
Veículo qsp.................... 1 ml
Veículo (acetato de sódio, ácido acético e hidróxido de sódio/ácido clorídrico1 e água para injetáveis)

Informação ao Paciente de Brevibloc

BREVIBLOC( deve ser armazenado em temperatura ambiente controlada, entre 15 e 30ºC, protegido da luz. O congelamento não afeta adversamente o produto, mas a exposição a temperaturas elevadas deve ser evitada.
O prazo de validade é de 36 meses para BREVIBLOC( 2.500 mg (ampola) e de 24 meses para BREVIBLOC ( 100 mg (frasco-ampola) a partir da data de fabricação impressa na embalagem. Não use este medicamento com prazo de validade vencido pois pode ser prejudicial à saúde2.
BREVIBLOC ( 2.500 mg não deve ser administrado diretamente por injeção3 intravenosa. A ampola deve ser diluída antes da infusão - Ver POSOLOGIA E ADMINISTRAÇÃO.
Não foram realizados estudos em mulheres grávidas ou em lactação4. Portanto, o seu médico deve ser informado se estiver grávida ou amamentando.
A administração de BREVIBLOC( é contra-indicada para pacientes5 portadores de bradicardia6 sinusal, bloqueio cardíaco7 superior ao de primeiro grau, choque8 cardiogênico ou insuficiência cardíaca9 manifesta.
TODO MEDICAMENTO DEVE SER MANTIDO FORA DO ALCANCE DAS CRIANÇAS.
NAO TOME REMEDIO SEM O CONHECIMENTO DE SEU MÉDICO, PODE SER PERIGOSO PARA A SAÚDE2.

Informação Técnica de Brevibloc

CaracterísticasBREVIBLOC( (cloridrato de esmolol) é um agente bloqueador do receptor adrenérgico10 beta1-seletivo (cardio-seletivo) com uma duração de ação muito curta (a meia-vida de eliminação é de aproximadamente 9 minutos). O cloridrato de esmolol é o cloridrato do éster metílico do ácido 4-[2-hidroxi-3-[(1-metiletil)amino]-propoxi]benzenopropanóico, que tem a seguinte estrutura:

O cloridrato de esmolol tem a fórmula empírica C16 H26 NO4 Cl e o peso molecular de 331,8 g. É um pó cristalino11, de branco a opaco, relativamente hidrofílico, muito solúvel em água e facilmente solúvel em álcool. Seu coeficiente de partição (octanol/água) em pH 7,0 é de 0,42 comparado ao de 17,0 do propranolol.
BREVIBLOC( INJETÁVEL é uma solução apirogênica, estéril, límpida, de incolor a amarelo claro.
Farmacologia12 Clínica
BREVIBLOC( é um agente bloqueador do receptor adrenérgico10 beta1-seletivo (cardio-seletivo) com um rápido início de ação e duração muito curta, sem atividade simpatomimética intrínseca ou estabilizadora de membrana significativa em doses terapêuticas. Sua meia-vida de eliminação, após infusão intravenosa, é de aproximadamente 9 minutos. BREVIBLOC( inibe os receptores beta1 localizados principalmente no músculo cardíaco13, mas este efeito não é absoluto e em doses mais
elevadas, ocorre a inibição dos receptores beta2 localizados principalmente na musculatura bronquiolar e vascular14.
Farmacocinética e Metabolismo15
BREVIBLOC( é rapidamente metabolizado por hidrólise da ligação éster, principalmente pelas esterases do citosol das hemácias16 e não pelas colinesterases plasmáticas ou pela acetilcolinesterase da membrana das células17 vermelhas. A depuração corpórea total no homem é de cerca de 20 L/kg/h, que é muito maior do que o trabalho cardíaco; assim, o metabolismo15 do BREVIBLOC( não é limitado pela velocidade do fluxo sangüíneo dos tecidos de metabolização, tais como fígado18, ou afetada pelo fluxo sangüíneo hepático ou renal19. BREVIBLOC( tem uma meia-vida de distribuição rápida de aproximadamente 2 minutos e uma meia-vida de eliminação de aproximadamente 9 minutos.
Usando uma dose de ataque apropriada, os níveis sangüíneos de equilíbrio do BREVIBLOC( para doses de 50-300 mcg/kg/min (0,05-0,3 mg/kg/min) são obtidos dentro de cinco minutos. (O equilíbrio é atingido em, aproximadamente, 30 minutos sem a dose de ataque).
Os níveis sangüíneos de equilíbrio do BREVIBLOC( aumentam linearmente acima desta faixa de dose e as cinéticas20 de eliminação são independentes da dose acima desta faixa.
Os níveis sangüíneos de equilíbrio são mantidos durante a infusão mas diminuem rapidamente após seu término. Devido à sua meia-vida curta, os níveis sangüíneos do BREVIBLOC( podem ser rapidamente alterados pelo aumento ou diminuição da velocidade de infusão e rapidamente eliminados pela descontinuação da infusão.
Consistente com a alta velocidade de metabolismo15 estabelecido no sangue21 pelo BREVIBLOC(, menos de 2% da droga são excretados inalterados na urina22. No intervalo de 24 horas do final da infusão, aproximadamente 73-88% da dose são eliminados pela urina22 como metabólito23 ácido de BREVIBLOC(.
O metabolismo15 do BREVIBLOC( resulta na formação do ácido livre correspondente e metanol. Foi demonstrado em animais que o metabólito23 ácido tem, aproximadamente, 1/1.500 da atividade do esmolol e, em voluntários normais, seus níveis sangüíneos não correspondem ao nível de betabloqueio. O metabólito23 ácido tem uma meia-vida de eliminação de, aproximadamente, 3,7 horas, sendo excretado na urina22 com uma velocidade de depuração aproximadamente equivalente à velocidade da filtração glomerular. A excreção do metabólito23 é significativamente diminuída em pacientes com disfunção renal19, com aumento da meia-vida de eliminação de cerca de dez vezes em relação a de indivíduos normais, estando os níveis plasmáticos consideravelmente elevados.
Os níveis sangüíneos do metanol, monitorizados em indivíduos recebendo BREVIBLOC( por até 6 horas, na dose de 300 mcg/kg/min (0,3 mg/kg/min), e 24 horas, na dose de 150 mcg/kg/min (0,15 mg/kg/min), aproximaram-se dos níveis endógenos, tendo sido inferiores a 2% dos níveis geralmente associados com toxicidade24 do metanol.
BREVIBLOC( mostrou ligar-se a 55% das proteínas25 plasmáticas humanas, enquanto o metabólito23 ácido liga-se a apenas 10%.

Farmacodinâmica de Brevibloc

Os estudos de farmacologia12 clínica em voluntários normais têm confirmado a atividade betabloqueadora do BREVIBLOC(, mostrando redução da freqüência cardíaca em repouso e durante exercício e atenuação dos aumentos de freqüência cardíaca induzidos pelo isoproterenol.
Os níveis sangüíneos do BREVIBLOC( correlacionam-se com a extensão de bloqueio beta. Após o término da infusão, observa-se uma recuperação substancial do bloqueio beta em 10-20 minutos.
Em estudos de eletrofisiologia humana, BREVIBLOC( produziu efeitos típicos de um betabloqueador: diminuição da freqüência cardíaca, aumento na duração do ciclo sinusal, prolongamento do tempo de recuperação do nódulo sinusal26, prolongamento do intervalo AH durante o ritmo sinusal normal e durante a freqüência atrial e um aumento na duração do cicio anterógrado de Wenckebach.
Em pacientes submetidos a angiografia27 radionuclídea, BREVIBLOC(, nas doses de 200 mcg/kg/min (0,2 mg/kg/min), produziu reduções na freqüência cardíaca, na pressão arterial sistólica28, no produto pressão/freqüência, fração de ejeção ventricular esquerda e direita e índice cardíaco em repouso, que foram semelhantes em magnitude aos produzidos pelo propranolol intravenoso (4 mg). Durante o exercício, o BREVIBLOC( produziu reduções na freqüência cardíaca, no produto pressão/freqüência e índice cardíaco, que foram também semelhantes àquelas produzidas pelo propranolol, mas provocou uma queda significativamente maior na pressão arterial sistólica28. Em pacientes submetidos à cateterização cardíaca29, a dose terapêutica30 máxima de 300 mcg/kg/min (0,3 mg/kg/min) do BREVIBLOC( produziu efeitos semelhantes e, além disso, houve aumentos clinicamente não-significativos na pressão diastólica31 final do ventrículo esquerdo e pressão capilar32 pulmonar encunhada. Trinta minutos após a descontinuação da infusão de BREVIBLOC(, todos os parâmetros hemodinâmicos haviam retomado aos níveis pré-tratamento.
A cardio-seletividade relativa do BREVIBLOC( foi demonstrada em 10 pacientes portadores de asma33 leve. As infusões de BREVIBLOC( (100, 200 e 300 mcg/kg/min (0, 1, 0,2 e 0,3 mg/kg/min) produziram aumentos não-significativos na resistência específica das vias aéreas, em comparação com placebo34. Na dose de 300 mcg/kg/min (0,3 mg/kg/min), BREVIBLOC( produziu um ligeiro aumento na sensibilidade broncomotora a estímulos de ar seco. Esses efeitos não foram clinicamente significativos, sendo BREVIBLOC( bem tolerado por todos os pacientes.
Seis dos pacientes também receberam propranolol intravenoso, sendo que dois apresentaram broncoespasmo35 sintomático36 com a dose de 1 mg, necessitando de tratamento com broncodilatador37. Um outro paciente, tratado com propranolol, também experimentou broncoespasmo35 induzido por ar seco. Nenhum efeito adverso pulmonar foi observado nos pacientes com DPOC que receberam doses terapêuticas de BREVIBLOC( para tratamento de taquicardia38 supraventricular (51 pacientes) ou em condições perioperatórias (32 pacientes).
Taquicardia38 Supraventricular
Em dois estudos comparativos controlados, multicêntricos, randomizados, duplo-cegos de BREVIBLOC( com placebo34 e propranolol, doses de manutenção de 50 a 300 mcg/kg/min (0,5 a 0,3 mg/kg/min) de BREVIBLOC( mostraram-se mais efetivas do que as de placebo34 e, aproximadamente, tão eficazes quanto o propranolol, 3-6 mg administrado em injeções em bolo, no tratamento da taquicardia38 supraventricular, principalmente fibrilação atrial e "flutter" atrial. A maioria desses pacientes desenvolveu essas arritmias39 no período pós-operatório. Cerca de 60-70% dos pacientes tratados com BREVIBLOC( apresentaram o efeito terapêutica30 desejado (uma redução de 20% na freqüência cardíaca, uma diminuição na freqüência cardíaca para menos do que 100 bpm, ou raramente, conversão a RSN), sendo que, aproximadamente, 95% dos que responderam, o fizeram na dose de 200 mcg/kg/min (0,2 mg/kg/min) ou menos. A dose eficaz média do BREVIBLOC( foi de, aproximadamente, 100-115 mcg/kg/min (0,1-0,115 mg/kg/min) nos dois estudos. Outros estudos multicêntricos controlados em relação ao estado basal apresentaram resultados essencialmente semelhantes. Na comparação com propranolol, aproximadamente 50% dos pacientes em ambos os grupos, BREVIBLOC( e propranolol, eram concomitantemente tratados com digoxina. As velocidades de resposta foram ligeiramente maiores com ambos os betabloqueadores nos pacientes tratados com digoxina.
Em todos os estudos ocorreram diminuições significativas da pressão arterial40 em 20-50% dos pacientes, que foram identificados tanto como relatos de reações adversas pelos investigadores, como pela observação de uma pressão sistólica41 inferior a 90 mmHg ou pressão diastólica31 menor do que 50 mmHg.
A hipotensão42 foi sintomática43 (principalmente diaforese44 ou tontura45) em aproximadamente 12% dos pacientes, tendo a terapia sido descontinuada em, aproximadamente, 11 % dos pacientes, cerca da metade dos quais estava sintomática43. Em comparação com o propranolol, a hipotensão42 foi aproximadamente 3 vezes mais freqüente com BREVIBLOC(, 53% vs. 17%. A hipotensão42 foi rapidamente reversível com a diminuição da velocidade de infusão ou após descontinuação da terapia com BREVIBLOC(. Tanto para BREVIBLOC( como para o propranolol, a hipotensão42 foi menos frequentemente relatada em pacientes recebendo digoxina concomitantemente.

Indicações de Brevibloc

Taquicardia38 SupraventricularBREVIBLOC( é indicado para o controle rápido da freqüência ventricular em paciente com fibrilação atrial ou "flutter" atrial em circunstâncias perioperatórias, pós-operatórias ou outras situações de emergência46 onde deseja-se um controle rápido com um agente de curta duração. BREVIBLOC( é também indicado na taquicardia38 sinusal não-compensatória, na qual, a critério médico, a freqüência cardíaca acelerada necessita de intervenção específica. BREVIBLOC( não é recomendado para uso em condições crônicas onde se antecipa a transferência para outro agente.
Taquicardia38 e/ou Hipertensão47 lntra e Pós-operatória
BREVIBLOC( é indicado para o tratamento da taquicardia38 e hipertensão47 que ocorrem durante a indução e intubação traqueal, durante a cirurgia, na emergência46 de anestesia48 e no período pós-operatório, quando, a critério médico, é considerada indicada tal intervenção específica.
Não se recomenda o uso do BREVIBLOC( para a prevenção de tais eventos.

Contra-Indicações de Brevibloc

BREVIBLOC( é contra-indicado em pacientes portadores de bradicardia6 sinusal, bloqueio cardíaco7 superior ao de primeiro grau, choque8 cardiogênico ou insuficiência cardíaca9 manifesta (ver PRECAUÇÕES).
Também é contra-indicado em casos de hipersensibilidade à droga ou aos componentes da fórmula.

Precauções de Brevibloc

GeraisConcentrações de infusão de 20 m/ml foram mais associadas com irritação venosa e maior gravidade, incluindo tromboflebite49, do que as concentrações de 10 mg/ml. O extravasamento de soluções a 20 mg/ml pode acarretar uma reação local grave e possível necrose50 de pele51. Concentrações superiores a 10 mg/ml ou infusão em veias52 de pequeno calibre ou através de cateteres do tipo "butterfly" devem ser evitadas.
Devido ao fato de o metabólito23 ácido do BREVIBLOC( ser primariamente excretado inalterado pelo rim53, BREVIBLOC( deve ser administrado com precaução a pacientes com função renal19 prejudicada. A meia-vida de eliminação do metabólito23 ácido foi prolongada em 10 vezes e o nível plasmático foi considerado elevado em pacientes com doença renal19 em estágio final.
Deve-se tomar cuidado na administração intravenosa do BREVIBLOC(, uma vez que têm sido relatados necrose50 e desprendimento da pele51 em associação com infiltração e extravasamento de infusões intravenosas.
Carcinogênese, Mutagênese, Prejuízo à Fertilidade:
Devido a seu uso a curto prazo, não foram conduzidos estudos sobre a carcinogenicidade, mutagenicidade ou reprodução54 com BREVIBLOC(.

Gravidez55: Estudos de teratogenicidade em ratas nas doses intravenosas de BREVIBLOC( de até 300 mcg/kg/min (3 mg/kg/min) (dez vezes a dose de manutenção humana máxima) por 30 minutos, diariamente, não produziram evidência de toxicidade24 materna, embriotoxicidade ou teratogenicidade, enquanto que uma dose de 10.000 mcg/kg/min (10 mg/kg/min) produziu toxicidade24 materna e letalidade. Em coelhas, doses intravenosas diárias de até 10.000 mcg/kg/min (10 mg/kg/min) por 30 minutos não produziram evidência de toxicidade24 materna, embriotoxicidade ou teratogenicidade, enquanto que uma dose de 2.500 mcg/kg/min (2,5 mg/kg/min) produziu toxicidade24 materna mínima e aumento das reabsorções fetais.
Não há estudos adequados e bem controlados em mulheres grávidas. BREVIBLOC( deve ser usado durante a gravidez55 somente se o benefício potencial justificar o risco potencial ao feto56.

Mulheres Lactantes57: Não se sabe se BREVIBLOC( é excretado no leite humano. Portanto, deve-se tomar cuidado quando BREVIBLOC( for administrado a mulheres que estão amamentando.

Uso Pediátrico: A segurança e a eficácia do BREVIBLOC( em crianças não foram estabelecidas.

Advertências de Brevibloc

Hipotensão42:
Em ensaios clínicos58, 20-50% dos pacientes tratados com BREVIBLOC( têm experimentado hipotensão42, geralmente definida como pressão sistólica41 inferior a 90 mmHg e/ou pressão diastólica31 inferior a 50 mmHg. Aproximadamente 12% dos pacientes apresentam sintomatologia (principalmente diaforese44 ou tontura45).
Pode ocorrer hipotensão42 com qualquer dose, mas esta é dose-relacionada, de forma que doses acima de 200 mcg/kg/min (0,2 mg/kg/min) não são recomendadas. Os pacientes devem ser monitorizados cuidadosamente, especialmente se a pressão arterial40 pré-tratamento estiver baixa. Geralmente, a redução da dose ou término da infusão reverte a hipotensão42 em 30 minutos.
Insuficiência Cardíaca9:
A estimulação simpática é necessária no suporte da função circulatória na insuficiência cardíaca congestiva59, sendo que o bloqueio beta traz consigo o risco potencial de deprimir ainda mais a contratilidade do miocárdio60 e precipitar uma insuficiência61 mais grave. A depressão contínua do miocárdio60 com agentes betabloqueadores durante um certo período de tempo pode, em alguns casos, levar à insuficiência cardíaca9.
Ao primeiro sinal62 ou sintoma63 de insuficiência cardíaca9 iminente, BREVIBLOC( deve ser interrompido. Embora a retirada possa ser suficiente devido a curta meia-vida de eliminação do BREVIBLOC(, também pode ser considerado um tratamento específico (ver SUPERDOSAGEM). O uso do BREVIBLOC( para controle da resposta ventricular em pacientes com arritmias39 supraventriculares deve ser conduzido com precaução quando o paciente está hemodinamicamente comprometido ou está tomando outras drogas que diminuem qualquer ou todos os seguintes parâmetros: resistência periférica64, enchimento miocárdico, contratilidade miocárdica ou propagação do impulso elétrico no miocárdio60. Apesar do rápido início e término dos efeitos do BREVIBLOC(, têm sido relatados vários casos de óbitos em estados clínicos complexos onde BREVIBLOC( estava sendo usado presumivelmente para controlar a freqüência ventricular.
Taquicardia38 e/ou Hipertensão47 lntra e Pós-operatória:
BREVIBLOC( não deve ser empregado como tratamento para hipertensão47 em pacientes nos quais a pressão arterial40 aumentada seja primariamente devida à vasoconstrição65 associada com hipotermia66.

Doenças Broncoespásticas: PACIENTES COM DOENÇAS BRONCOESPÁSTICAS NÃO DEVEM, EM GERAL, RECEBER BETABLOQUEADORES. Devido a sua relativa seletividade e ajustabilidade beta1, BREVIBLOC( pode ser usado com cuidado em pacientes com doenças broncoespásticas. Entretanto, como a seletividade beta1 não é absoluta, BREVIBLOC( deve ser cuidadosamente ajustado para obter-se a menor dose eficaz possível. No caso de broncoespasmo35, a infusão deve ser imediatamente interrompida; um agente beta2 estimulante pode ser administrado, se as condições o permitirem, mas ele deve ser usado com particular cuidado se os pacientes já apresentarem freqüências ventriculares aceleradas.
Diabetes Mellitus67 e Hipoglicemia68:
BREVIBLOC( deve ser usado com cuidado em pacientes diabéticos que necessitem de um agente betabloqueador. Os betabloqueadores podem mascarar a taquicardia38 que ocorre com a hipoglicemia68, mas outras manifestações, tais como tontura45 e sudorese69, podem não ser significativamente afetadas.

Internações Medicamentosas de Brevibloc

Drogas que depletam catecolaminas, por exemplo, reserpina, podem ter um efeito aditivo quando administradas com agentes betabloqueadores. Pacientes tratados concomitantemente com BREVIBLOC( e um depletor de catecolaminas devem, portanto, ser cuidadosamente observados quanto à evidência de hipotensão42 ou bradicardia6 acentuada, que pode resultar em vertigem70, síncope71 ou hipotensão42 postural.Um estudo de interação entre BREVIBLOC( e varfarina mostrou que a administração concomitante de BREVIBLOC( e varfarina não altera os níveis plasmáticos de varfarina. Concentrações de BREVIBLOC( foram equivocadamente maiores quando administradas com varfarina, mas isso não é provavelmente de importância clínica.
Quando a digoxina e BREVIBLOC( foram administrados concomitantemente, por via intravenosa, a voluntários normais, houve um aumento de 10-20% nos níveis sangüíneos de digoxina em alguns intervalos de tempo. A digoxina não afetou a farmacocinética do BREVIBLOC(. Quando foram administrados, concomitantemente, morfina intravenosa e BREVIBLOC(, em indivíduos normais, não foi observado nenhum efeito nos níveis sangüíneos de morfina, mas os níveis sangüíneos de BREVIBLOC(, no equilíbrio, foram aumentados em 46% na presença da morfina. Nenhum outro parâmetro farmacocinético foi alterado.
O efeito do BREVIBLOC( na duração do bloqueio neuromuscular induzido pela succinilcolina foi estudado em pacientes submetidos à cirurgia. O início do bloqueio neuromuscular pela succinilcolina não foi afetado pelo BREVIBLOC(, mas a duração do bloqueio neuromuscular foi prolongada de 5 a 8 minutos.
Embora as interações observadas nesses estudos não pareçam de grande importância clínica, BREVIBLOC( deve ser cuidadosamente ajustado em pacientes que estão sendo concomitantemente tratados com digoxina, morfina, succinilcolina ou varfarina.
Enquanto tratados com betabloqueadores, os pacientes com história de reação anafilática72 grave a uma série de alergênicos podem ser mais reativos a testes repetidos, sejam acidentais, diagnósticos ou terapêuticos. Tais pacientes podem não responder às doses usais de epinefrina usadas para o tratamento de reações alérgicas.
Deve-se tomar cuidado quando se considerar o uso do BREVIBLOC( e do Verapamil em pacientes com depressão da função miocárdica. Paradas cardíacas fatais ocorreram em pacientes recebendo ambas as drogas. Além disso, o BREVIBLOC( não deve ser usado para controlar a taquicardia38 supraventricular na presença de agentes que são vasoconstritores e inotrópicos, tais como dopamina73, epinefrina e norepinefrina devido ao risco de bloqueio da contratilidade cardíaca quando a resistência vascular14 sistêmica é alta.

Reações Adversas de Brevibloc

Os índices de reações adversas seguintes estão baseados no uso do BREVIBLOC( em ensaios clínicos58 envolvendo 369 pacientes com taquicardia38 supraventricular e mais de 600 pacientes intra e pós-operatórios envolvidos em ensaios clínicos58.
A maioria dos efeitos adversos observados nas situações de ensaios clínicos58 controlados foram de natureza leve e transitória. O efeito adverso mais importante tem sido a hipotensão42 (ver PRECAUÇÕES). Têm sido relatados óbitos na experiência pós-comercialização durante patologias clínicas complexas
nas quais BREVIBLOC( estava sendo usado, presumivelmente, apenas para controlar a freqüência ventricular (ver PRECAUÇÕES/ Insuficiência Cardíaca9).
Cardiovascular - Hipotensão42 sintomática43 (diaforese44, tontura45) ocorreu em 12% dos pacientes, sendo a terapia descontinuada em, aproximadamente, 11%, cerca da metade dos quais estava sintomática43.
Ocorreu hipotensão42 assintomática em, aproximadamente, 25% dos pacientes. A hípotensão regrediu durante a infusão do BREVIBLOC( em 63% desses pacientes e no prazo de 30 minutos após a descontinuação da infusão, em 80% dos pacientes restantes. Diaforese44 acompanhou a hipotensão42 em 10% dos pacientes. Isquemia74 periférica ocorreu em aproximadamente 1% dos pacientes. Palidez, ruborização, bradicardia6 (freqüência cardíaca inferior a 50 batimentos por minuto), dor torácica, síncope71, edema pulmonar75 e bloqueio cardíaco7 foram, cada um, relatados em menos de 1% dos pacientes. Dois pacientes, sem taquicardia38 supraventricular, mas com doença arterial coronariana grave (após infarto76 inferior do miocárdio60 ou angina77 instável), desenvolveram bradicardial / pausa sinusal / assístole grave, reversível em ambos os casos, com a descontinuação do tratamento.
Sistema Nervoso Central78 - Ocorreram tonturas79 em 3% dos pacientes; sonolência em 3%; confusão, dor de cabeça80 e agitação em, aproximadamente, 3% e fadiga81 em cerca de 1% dos pacientes. Foram relatados parestesia82, astenia83, depressão, pensamentos anormais, ansiedade, anorexia84 e delírio85, em menos de 1% dos pacientes. Também foram relatadas convulsões em menos de 1% dos pacientes, registrando-se um óbito86.
Respiratório - Broncoespasmo35, sibilos, dispnéia87, congestão nasal, ronco e crepitações88 foram relatados em menos de 1% dos pacientes.
Gastrintestinal - Foi relatada náusea89 em 7% dos pacientes. Ocorreram vômitos90 em, aproximadamente, 1% dos pacientes. Dispepsia91, constipação92, boca93 seca e desconforto abdominal ocorreram em menos de 1% dos pacientes. Também foram relatadas alterações de paladar94.
Pele51 (Local da Injeção3) - Reações no local da injeção3, incluindo inflamação95 e endurecimento, foram relatadas em cerca de 8% dos pacientes.
Edema96, eritema97, descoloração da pele51, queimação no local da infusão, tromboflebite49 e necrose50 de pele51 no local do extravasamento ocorreram em menos de 1 % dos pacientes.
Outros - As seguintes reações foram relatadas em menos de 1% dos pacientes: retenção urinária98, distúrbio da fala, distúrbios visuais, dor escapular medial, calafrios99 e febre100.

Posologia e Administração de Brevibloc

BREVIBLOC( 2.500 mg (250 mg/ml)A AMPOLA DE 2.500 mg NÃO DEVE SER INJETADA DIRETAMENTE POR VIA INTRAVENOSA. ESSA FORMA DE DOSAGEM É UM CONCENTRADO DE UMA DROGA POTENTE QUE DEVE SER DILUÍDA ANTES DE SUA INFUSÃO. O BREVIBLOC( NÃO DEVE SER MISTURADO COM BICARBONATO DE SÓDIO. O BREVIBLOC( NÃO DEVE SER MISTURADO COM OUTRAS DROGAS ANTES DE SER DILUÍDO EM UM FLUIDO INTRAVENOSO ADEQUADO. (Ver Seção Compatibilidade abaixo.)
Diluição: Prepare assepticamente uma infusão de 10 mg/ml adicionando duas ampolas de 2.500 mg a um recipiente de 500 ml, ou uma ampola de 2.500 mg a um recipiente de 250 ml de uma solução intravenosa compatível relacionada abaixo. (Remova o excedente antes de diluir conforme adequado). Isso leva a uma concentração final de 10 mg/ml. A solução diluída é estável durante, pelo menos, 24 horas em temperatura ambiente.
Observação: Concentrações de BREVIBLOC( superiores a 10 mg/ml são mais prováveis de produzir irritação na infusão contínua (ver PRECAUÇÕES).
BREVIBLOC( tem sido, entretanto, bem tolerado quando administrado através de uma veia central.
BREVIBLOC( 100 mg (10 mg/ml)
Esta apresentação é pré-diluída para fornecer a concentração pronta para uso de 10 mg/ml, recomendada para administração intravenosa de BREVIBLOC(. Pode ser utilizada para administrar as infusões de dose de ataque apropriada de BREVIBLOC( por seringa101 manual enquanto a infusão de manutenção está sendo preparada.
Quando se usar um frasco de 100 mg, a dose de ataque de 0,5 mg/kg/min para um paciente de 70 kg seria de 3,5 ml.
Taquicardia38 Supraventricular
No tratamento da taquicardia38 supraventricular, as respostas ao BREVIBLOC( geralmente ocorrem (mais de 95%) dentro da faixa de 50 a 200 mcg/kg/min (0,05 a 2,2 mg/kg/min). A dose eficaz média é de, aproximadamente, 100 mcg/kg/min (0,1 mg/kg/min), embora doses tão baixas quanto 25 mcg/kg/min (0,025 mg/kg/min) tenham sido adequadas em alguns pacientes. Doses tão elevadas quanto 300 mcg/kg/min (0,3 mg/kg/min) têm sido usadas, mas apresentam um pequeno efeito adicional e uma taxa aumentada de efeitos adversos, não sendo recomendadas. A dose do BREVIBLOC( na taquicardia38 supraventricular deve ser ajustada, de tal forma que cada passo consiste de uma dose de ataque seguida por uma dose de manutenção.
Para iniciar o tratamento de um paciente com taquicardia38 supraventricular, infundir uma dose de ataque de 500 mcg/kg/min (0,5 mg/kg/min) durante um minuto seguida por uma infusão de manutenção de quatro minutos de 50 mcg/kg/min (0,05 mg/kg/min). Se for observado um efeito terapêutico adequado durante os cinco minutos de administração da droga, continuar com a infusão de manutenção com ajustes periódicos, aumentando-os ou diminuindo-os conforme necessário. Se não for observado um efeito terapêutico adequado, a mesma dose de ataque deve ser repetida por um minuto, seguida pelo aumento da infusão de manutenção para 1 00 mcg/kg/min (0, 1 mg/kg/min).
Continue o procedimento de ajuste conforme acima, repetindo a infusão de ataque original de 500 mcg/kg/min (0,5 mg/kg/min) durante 1 minuto, mas aumente a taxa de infusão de manutenção durante os quatro minutos subsequentes em incrementos de 50 mcg/kg/min (0,05 mg/kg/min). À medida que se aproxime da freqüência cardíaca ou pressão arterial40 desejada, omita as doses de ataque subsequentes e aumente ou diminua a dose de manutenção até obtenção do objetivo. Também, se desejar, aumente o intervalo entre os passos de 5 para 10 minutos.

Dose ajustada para a freqüência cardíaca ou outro objetivo clínico desejado.

* Quando a freqüência cardíaca desejada ou objetivo final for atingido, a infusão de ataque deve ser omitida e a infusão de manutenção ajustada para 300 mcg/kg/min (0,3 mg/kg/min) ou dose inferior, conforme apropriado. Doses de manutenção acima de 200 mcg/kg/min (0,2 mg/kg/min) não demonstraram produzir benefícios adicionais significativos. O intervalo entre as etapas de ajuste pode ser aumentado.

Este esquema terapêutico específico não foi estudado intracirurgicamente, devido ao tempo necessário para o ajuste, podendo não ser o ideal para uso intracirúrgico.
A segurança de doses acima de 300 mcg/kg/min (0,3 mg/kg/min) não foi estudada.
No caso de uma reação adversa, a dose de BREVIBLOC( deve ser reduzida ou descontinuada. Se houver uma reação no local da infusão, deve-se utilizar outro sítio de infusão, com os cuidados para impedir o extravasamento. O uso de agulhas tipo "butterfly" deve ser evitado.
Não foi relatado que a interrupção abrupta do BREVIBLOC( em pacientes produz efeitos de abstinência, o que pode ocorrer com a retirada abrupta de betabloqueadores após uso crônico102 em pacientes portadores de coronariopatias (DAC). Entretanto, ainda assim, é preciso tomar cuidado na descontinuação abrupta de infusões do BREVIBLOC( em pacientes coronariopatas.
Após atingir um controle adequado da freqüência cardíaca e um estado clínico estável em pacientes portadores de taquicardia38 supraventricular, pode-se efetuar a transição para agentes antiarrítmicos alternativos tais como propranolol, digoxina ou verapamil. Uma diretriz recomendada para tal transição é fornecida abaixo mas o médico deve considerar cuidadosamente as instruções da bula do agente alternativo selecionado:

Agente Alternativo Dose
Cloridrato de Propranolol 10-20 mg q 4-6 h
Digoxina 0,125 - 0,5 mg q 6 h (VO ou IV)
Verapamil 80 mg q 6 h
A dose de BREVIBLOC( deve ser reduzida de acordo com os seguintes parâmetros:
1. Trinta minutos após a primeira dose do agente alternativo reduzir a taxa de infusão de BREVIBLOC( pela metade (50%).
2. Após a segunda dose de um agente alternativo, monitorizar a resposta do paciente e se for mantido um controle satisfatório na primeira hora, descontinuar o BREVIBLOC(.
O uso de infusões de BREVIBLOC( até 24 horas foi bem documentado- além disso, dados limitados de 24 - 48 horas (N=48) indicaram que BREVIBLOC( é bem tolerado até 48 horas.
Taquicardia38 e/ou Hipertensão47 lntra e Pós-operatória
Nas condições intra e pós-operatórias, nem sempre é aconselhável ajustar a dose de BREVIBLOC( lentamente para obter um efeito terapêutico. Portanto, são apresentadas duas opções de dose: dose para um controle imediato e um controle gradual, quando o médico tem tempo para realizar o ajuste.
1. Controle Imediato
Para tratamento da taquicardia38 e/ou hipertensão47 intra-operatória, administrar uma dose em bolo de 80 mg (aproximadamente 1 mg/kg) durante 30 segundos
seguida por uma infusão de 150 mcg/kg/min, se necessário. Ajustar a velocidade de infusão conforme necessário até 300 mcg/kg/min para manter a freqüência cardíaca e/ou pressão arterial40 desejada.
2. Controle Gradual
Para tratamento de taquicardia38 e hipertensão47 pós-operatória, o esquema terapêutico é o mesmo que o usado na taquicardia38 supraventricular. Para iniciar o tratamento, administra-se uma infusão da dose de ataque de 500 mg/kg/min de BREVIBLOC( por um minuto, seguida por uma infusão de manutenção de quatro minutos de 50 mcg/kg/min. Se não for observado um efeito terapêutico adequado dentro de cinco
minutos, repetir a mesma dose de ataque e continuar com uma infusão de manutenção aumentada para 100 mcg/kg/min (Ver acima, Taquicardia38 Supraventricular).

Observação de Brevibloc

Doses mais altas (250-300 mcg/kg/min) podem ser mais necessárias para um controle adequado da pressão arterial40 do que as requeridas para o tratamento da
fibrilação atrial, "flutter" e taquicardia38 sinusal. Um terço dos pacientes com hipertensão47 pós-operatória necessitam de doses elevadas.
Compatibilidade com os Fluidos lntravenosos Comumente Usados:
BREVIBLOC( INJETÁVEL foi testado quanto à compatibilidade com dez fluidos intravenosos comumente usados na concentração final de 10 mg de cloridrato de esmolol por ml. BREVIBLOC( INJETÁVEI mostrou-se compatível com as seguintes soluções, sendo estável durante, no mínimo 24 horas, em temperatura ambiente controlada ou sob refrigeração:
Injeção3 de Dextrose103 (5%); Injeção3 de Dextrose103 (5%) em Ringer Lactato104; Injeção3 de Dextrose103 (5%) em Ringer; Injeção3 de Dextrose103 (5%) em Cloreto de Sódio (0,45%); Injeção3 de Dextrose103 (5%) em Cloreto de Sódio (0,9%); Injeção3 de Ringer Lactato104; Injeção3 de Cloreto de Potássio (40 mEq/litro) em Dextrose103 (5%); Injeção3 de Cloreto de Sódio (0,45%);
Injeção3 de Cloreto de Sódio (0,9%)
BREVIBLOC( não foi compatível com a Injeção3 de Bicarbonato de Sódio (5%).
Observação: Produtos medicamentosos parenterais devem ser inspecionados visualmente quanto à presença de partículas e alteração da cor antes da administração, sempre que a solução e o recipiente assim o permitirem.

Superdosagem de Brevibloc

Toxicidade24 Aguda
Ocorreram raros casos de superdosagem acidental maciça de BREVIBLOC( devido a erros na diluição. Essas doses de 5.000-6.250 mcg/kg (5-6,25 mg/kg) do BREVIBLOC(, em bolos intravenosos, por 1-2 minutos, produziram hipotensão42, bradicardia6, tontura45 e perda de consciência. Os efeitos regrediram em 10 minutos, em alguns casos com administração de um agente pressor.
Devido a sua meia-vida de eliminação de aproximadamente 9 minutos, o primeiro passo no tratamento da toxicidade24 deve ser a descontinuação da infusão de BREVIBLOC(.
Assim, com base nos efeitos clínicos observados, as seguintes medidas gerais devem ser consideradas:
Bradicardia6: Administração intravenosa de atropina ou outra droga anticolinérgica.
Broncoespasmo35: Administração intravenosa de um agente beta2-estimulante e/ou um derivado da teofilina.
Insuficiência Cardíaca9: Administração intravenosa de um diurético105 e/ou digitálico glicosídico. No choque8 resultante da contratilidade cardíaca inadequada, deve ser cogitada a administração intravenosa de dopamina73, dobutamina, isoproterenol ou amrinona.
Hipotensão42 Sintomática43: Administração intravenosa de fluidos e/ou agentes pressores.

ATENÇÃO:
ESTE PRODUTO É UM MEDICAMENTO NOVO E EMBORA AS PESQUISAS REALIZADAS TENHAM DEMONSTRADO EFICÁCIA E SEGURANÇA QUANDO CORRETAMENTE INDICADO, PODEM OCORRER REAÇÕES IMPREVISÍVEIS AINDA NÃO DESCRITAS OU CONHECIDAS. EM CASO DE SUSPEITA DE REAÇÃO ADVERSA, O MÉDICO RESPONSÁVEL DEVE SER NOTIFICADO.

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USO RESTRITO A HOSPITAIS

Número do Lote, Data de Fabricação e Prazo de Validade : vide rótulo/cartucho
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Farm. Resp.: Dr. Joaquim A. dos Reis - CRF-SP N.º 5061

SAC (Serviço de Atendimento ao Cliente): 0800-7011918

Fabricado por:
Faulding Puerto Rico, Inc.
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Para:
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Manati, Puerto Rico 00674

Distribuído por:
Cristália Produtos Químicos Farmacêuticos Ltda.
Rodovia Itapira-Lindóia, km 14 - Itapira - SP
CNPJ N.º 44.734.671/0001-51
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BREVIBLOC - Laboratório

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São Paulo /SP
CEP: 05581-001
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Complementos

1 Ácido clorídrico: Ácido clorídrico ou ácido muriático é uma solução aquosa, ácida e queimativa, normalmente utilizado como reagente químico. É um dos ácidos que se ioniza completamente em solução aquosa.
2 Saúde: 1. Estado de equilíbrio dinâmico entre o organismo e o seu ambiente, o qual mantém as características estruturais e funcionais do organismo dentro dos limites normais para sua forma de vida e para a sua fase do ciclo vital. 2. Estado de boa disposição física e psíquica; bem-estar. 3. Brinde, saudação que se faz bebendo à saúde de alguém. 4. Força física; robustez, vigor, energia.
3 Injeção: Infiltração de medicação ou nutrientes líquidos no corpo através de uma agulha e seringa.
4 Lactação: Fenômeno fisiológico neuro-endócrino (hormonal) de produção de leite materno pela puérpera no pós-parto; independente dela estar ou não amamentando.Toda mulher após o parto tem produção de leite - lactação; mas, infelizmente nem todas amamentam.
5 Para pacientes: Você pode utilizar este texto livremente com seus pacientes, inclusive alterando-o, de acordo com a sua prática e experiência. Conheça todos os materiais Para Pacientes disponíveis para auxiliar, educar e esclarecer seus pacientes, colaborando para a melhoria da relação médico-paciente, reunidos no canal Para Pacientes . As informações contidas neste texto são baseadas em uma compilação feita pela equipe médica da Centralx. Você deve checar e confirmar as informações e divulgá-las para seus pacientes de acordo com seus conhecimentos médicos.
6 Bradicardia: Diminuição da freqüência cardíaca a menos de 60 batimentos por minuto. Pode estar associada a distúrbios da condução cardíaca, ao efeito de alguns medicamentos ou a causas fisiológicas (bradicardia do desportista).
7 Bloqueio cardíaco: Transtorno da condução do impulso elétrico no tecido cardíaco especializado, manifestado por uma diminuição variável da freqüência dos batimentos cardíacos.
8 Choque: 1. Estado de insuficiência circulatória a nível celular, produzido por hemorragias graves, sepse, reações alérgicas graves, etc. Pode ocasionar lesão celular irreversível se a hipóxia persistir por tempo suficiente. 2. Encontro violento, com impacto ou abalo brusco, entre dois corpos. Colisão ou concussão. 3. Perturbação brusca no equilíbrio mental ou emocional. Abalo psíquico devido a uma causa externa.
9 Insuficiência Cardíaca: É uma condição na qual a quantidade de sangue bombeada pelo coração a cada minuto (débito cardíaco) é insuficiente para suprir as demandas normais de oxigênio e de nutrientes do organismo. Refere-se à diminuição da capacidade do coração suportar a carga de trabalho.
10 Adrenérgico: Que age sobre certos receptores específicos do sistema simpático, como o faz a adrenalina.
11 Cristalino: 1. Lente gelatinosa, elástica e convergente que focaliza a luz que entra no olho, formando imagens na retina. A distância focal do cristalino é modificada pelo movimento dos músculos ciliares, permitindo ajustar a visão para objetos próximos ou distantes. Isso se chama de acomodação do olho à distância do objeto. 2. Diz-se do grupo de cristais cujos eixos cristalográficos são iguais nas suas relações angulares gerais constantes 3. Diz-se de rocha constituída quase que totalmente por cristais ou fragmentos de cristais 4. Diz-se do que permite que passem os raios de luz e em consequência que se veja através dele; transparente. 5. Límpido, claro como o cristal.
12 Farmacologia: Ramo da medicina que estuda as propriedades químicas dos medicamentos e suas respectivas classificações.
13 Músculo Cardíaco: Tecido muscular do CORAÇÃO. Composto de células musculares estriadas e involuntárias (MIÓCITOS CARDÍACOS) conectadas, que formam a bomba contrátil geradora do fluxo sangüíneo.
14 Vascular: Relativo aos vasos sanguíneos do organismo.
15 Metabolismo: É o conjunto de transformações que as substâncias químicas sofrem no interior dos organismos vivos. São essas reações que permitem a uma célula ou um sistema transformar os alimentos em energia, que será ultilizada pelas células para que as mesmas se multipliquem, cresçam e movimentem-se. O metabolismo divide-se em duas etapas: catabolismo e anabolismo.
16 Hemácias: Também chamadas de glóbulos vermelhos, eritrócitos ou células vermelhas. São produzidas no interior dos ossos a partir de células da medula óssea vermelha e estão presentes no sangue em número de cerca de 4,5 a 6,5 milhões por milímetro cúbico, em condições normais.
17 Células: Unidades (ou subunidades) funcionais e estruturais fundamentais dos organismos vivos. São compostas de CITOPLASMA (com várias ORGANELAS) e limitadas por uma MEMBRANA CELULAR.
18 Fígado: Órgão que transforma alimento em energia, remove álcool e toxinas do sangue e fabrica bile. A bile, produzida pelo fígado, é importante na digestão, especialmente das gorduras. Após secretada pelas células hepáticas ela é recolhida por canalículos progressivamente maiores que a levam para dois canais que se juntam na saída do fígado e a conduzem intermitentemente até o duodeno, que é a primeira porção do intestino delgado. Com esse canal biliar comum, chamado ducto hepático, comunica-se a vesícula biliar através de um canal sinuoso, chamado ducto cístico. Quando recebe esse canal de drenagem da vesícula biliar, o canal hepático comum muda de nome para colédoco. Este, ao entrar na parede do duodeno, tem um músculo circular, designado esfíncter de Oddi, que controla o seu esvaziamento para o intestino.
19 Renal: Relacionado aos rins. Uma doença renal é uma doença dos rins. Insuficiência renal significa que os rins pararam de funcionar.
20 Cinéticas: Ramo da física que trata da ação das forças nas mudanças de movimento dos corpos.
21 Sangue: O sangue é uma substância líquida que circula pelas artérias e veias do organismo. Em um adulto sadio, cerca de 45% do volume de seu sangue é composto por células (a maioria glóbulos vermelhos, glóbulos brancos e plaquetas). O sangue é vermelho brilhante, quando oxigenado nos pulmões (nos alvéolos pulmonares). Ele adquire uma tonalidade mais azulada, quando perde seu oxigênio, através das veias e dos pequenos vasos denominados capilares.
22 Urina: Resíduo líquido produzido pela filtração renal no organismo, estocado na bexiga e expelido pelo ato de urinar.
23 Metabólito: Qualquer composto intermediário das reações enzimáticas do metabolismo.
24 Toxicidade: Capacidade de uma substância produzir efeitos prejudiciais ao organismo vivo.
25 Proteínas: Um dos três principais nutrientes dos alimentos. Alimentos que fornecem proteína incluem carne vermelha, frango, peixe, queijos, leite, derivados do leite, ovos.
26 Nódulo Sinusal: Pequena massa de fibras musculares cardíacas modificadas, localizada na junção da VEIA CAVA SUPERIOR com o átrio direito. Os impulsos da contração provavelmente começam neste nó, propagam-se pelo átrio (ÁTRIO CARDÍACO) sendo então transmitidos pelo feixe de His (FEIXE ATRIOVENTRICULAR) para o ventrículo (VENTRÍCULO CARDÍACO).
27 Angiografia: Método diagnóstico que, através do uso de uma substância de contraste, permite observar a morfologia dos vasos sangüíneos. O contraste é injetado dentro do vaso sangüíneo e o trajeto deste é acompanhado através de radiografias seriadas da área a ser estudada.
28 Pressão arterial sistólica: É a pressão mais elevada (pico) verificada nas artérias durante a fase de sístole do ciclo cardíaco, é também chamada de pressão máxima.
29 Cateterização cardíaca: Também conhecida como cinecoronariografia, angiografia coronária ou estudo hemodinâmico; ela é um exame invasivo que pode ser realizado de forma eletiva para confirmar a presença de obstruções das artérias coronárias ou avaliar o funcionamento das válvulas e do músculo cardíaco, especialmente quando está sendo programada uma intervenção (angioplastia, por exemplo) ou em situações de emergência, para determinar a exata localização da obstrução que está causando o infarto agudo do miocárdio e planejar a melhor estratégia de tratamento.
30 Terapêutica: Terapia, tratamento de doentes.
31 Pressão Diastólica: É a pressão mais baixa detectada no sistema arterial sistêmico, observada durante a fase de diástole do ciclo cardíaco. É também denominada de pressão mínima.
32 Capilar: 1. Na medicina, diz-se de ou tubo endotelial muito fino que liga a circulação arterial à venosa. Qualquer vaso. 2. Na física, diz-se de ou tubo, em geral de vidro, cujo diâmetro interno é diminuto. 3. Relativo a cabelo, fino como fio de cabelo.
33 Asma: Doença das vias aéreas inferiores (brônquios), caracterizada por uma diminuição aguda do calibre bronquial em resposta a um estímulo ambiental. Isto produz obstrução e dificuldade respiratória que pode ser revertida de forma espontânea ou com tratamento médico.
34 Placebo: Preparação neutra quanto a efeitos farmacológicos, ministrada em substituição a um medicamento, com a finalidade de suscitar ou controlar as reações, geralmente de natureza psicológica, que acompanham tal procedimento terapêutico.
35 Broncoespasmo: Contração do músculo liso bronquial, capaz de produzir estreitamento das vias aéreas, manifestado por sibilos no tórax e falta de ar. É uma contração vista com freqüência na asma.
36 Sintomático: 1. Relativo a ou que constitui sintoma. 2. Que é efeito de alguma doença. 3. Por extensão de sentido, é o que indica um particular estado de coisas, de espírito; revelador, significativo.
37 Broncodilatador: Substância farmacologicamente ativa que promove a dilatação dos brônquios.
38 Taquicardia: Aumento da frequência cardíaca. Pode ser devido a causas fisiológicas (durante o exercício físico ou gravidez) ou por diversas doenças como sepse, hipertireoidismo e anemia. Pode ser assintomática ou provocar palpitações.
39 Arritmias: Arritmia cardíaca é o nome dado a diversas perturbações que alteram a frequência ou o ritmo dos batimentos cardíacos.
40 Pressão arterial: A relação que define a pressão arterial é o produto do fluxo sanguíneo pela resistência. Considerando-se a circulação como um todo, o fluxo total é denominado débito cardíaco, enquanto a resistência é denominada de resistência vascular periférica total.
41 Pressão sistólica: É a pressão mais elevada (pico) verificada nas artérias durante a fase de sístole do ciclo cardíaco. É também chamada de pressão máxima.
42 Hipotensão: Pressão sanguínea baixa ou queda repentina na pressão sanguínea. A hipotensão pode ocorrer quando uma pessoa muda rapidamente de uma posição sentada ou deitada para a posição de pé, causando vertigem ou desmaio.
43 Sintomática: 1. Relativo a ou que constitui sintoma. 2. Que é efeito de alguma doença. 3. Por extensão de sentido, é o que indica um particular estado de coisas, de espírito; revelador, significativo.
44 Diaforese: Sudação, transpiração intensa.
45 Tontura: O indivíduo tem a sensação de desequilíbrio, de instabilidade, de pisar no vazio, de que vai cair.
46 Emergência: 1. Ato ou efeito de emergir. 2. Situação grave, perigosa, momento crítico ou fortuito. 3. Setor de uma instituição hospitalar onde são atendidos pacientes que requerem tratamento imediato; pronto-socorro. 4. Eclosão. 5. Qualquer excrescência especializada ou parcial em um ramo ou outro órgão, formada por tecido epidérmico (ou da camada cortical) e um ou mais estratos de tecido subepidérmico, e que pode originar nectários, acúleos, etc. ou não se desenvolver em um órgão definido.
47 Hipertensão: Condição presente quando o sangue flui através dos vasos com força maior que a normal. Também chamada de pressão alta. Hipertensão pode causar esforço cardíaco, dano aos vasos sangüíneos e aumento do risco de um ataque cardíaco, derrame ou acidente vascular cerebral, além de problemas renais e morte.
48 Anestesia: Diminuição parcial ou total da sensibilidade dolorosa. Pode ser induzida por diferentes medicamentos ou ser parte de uma doença neurológica.
49 Tromboflebite: Processo inflamatório de um segmento de uma veia, geralmente de localização superficial (veia superficial), juntamente com formação de coágulos na zona afetada. Pode surgir posteriormente a uma lesão pequena numa veia (como após uma injeção ou um soro intravenoso) e é particularmente frequente nos toxico-dependentes que se injetam. A tromboflebite pode desenvolver-se como complicação de varizes. Existe uma tumefação e vermelhidão (sinais do processo inflamatório) ao longo do segmento de veia atingido, que é extremamante doloroso à palpação. Ocorrem muitas vezes febre e mal-estar.
50 Necrose: Conjunto de processos irreversíveis através dos quais se produz a degeneração celular seguida de morte da célula.
51 Pele: Camada externa do corpo, que o protege do meio ambiente. Composta por DERME e EPIDERME.
52 Veias: Vasos sangüíneos que levam o sangue ao coração.
53 Rim: Os rins são órgãos em forma de feijão que filtram o sangue e formam a urina. Os rins são localizados na região posterior do abdômen, um de cada lado da coluna vertebral.
54 Reprodução: 1. Função pela qual se perpetua a espécie dos seres vivos. 2. Ato ou efeito de reproduzir (-se). 3. Imitação de quadro, fotografia, gravura, etc.
55 Gravidez: Condição de ter um embrião ou feto em desenvolvimento no trato reprodutivo feminino após a união de ovo e espermatozóide.
56 Feto: Filhote por nascer de um mamífero vivíparo no período pós-embrionário, depois que as principais estruturas foram delineadas. Em humanos, do filhote por nascer vai do final da oitava semana após a CONCEPÇÃO até o NASCIMENTO, diferente do EMBRIÃO DE MAMÍFERO prematuro.
57 Lactantes: Que produzem leite; que aleitam.
58 Ensaios clínicos: Há três fases diferentes em um ensaio clínico. A Fase 1 é o primeiro teste de um tratamento em seres humanos para determinar se ele é seguro. A Fase 2 concentra-se em saber se um tratamento é eficaz. E a Fase 3 é o teste final antes da aprovação para determinar se o tratamento tem vantagens sobre os tratamentos padrões disponíveis.
59 Insuficiência Cardíaca Congestiva: É uma incapacidade do coração para efetuar as suas funções de forma adequada como conseqüência de enfermidades do próprio coração ou de outros órgãos. O músculo cardíaco vai diminuindo sua força para bombear o sangue para todo o organismo.
60 Miocárdio: Tecido muscular do CORAÇÃO. Composto de células musculares estriadas e involuntárias (MIÓCITOS CARDÍACOS) conectadas, que formam a bomba contrátil geradora do fluxo sangüíneo. Sinônimos: Músculo Cardíaco; Músculo do Coração
61 Insuficiência: Incapacidade de um órgão ou sistema para realizar adequadamente suas funções.Manifesta-se de diferentes formas segundo o órgão comprometido. Exemplos: insuficiência renal, hepática, cardíaca, respiratória.
62 Sinal: 1. É uma alteração percebida ou medida por outra pessoa, geralmente um profissional de saúde, sem o relato ou comunicação do paciente. Por exemplo, uma ferida. 2. Som ou gesto que indica algo, indício. 3. Dinheiro que se dá para garantir um contrato.
63 Sintoma: Qualquer alteração da percepção normal que uma pessoa tem de seu próprio corpo, do seu metabolismo, de suas sensações, podendo ou não ser um indício de doença. O sintoma é a queixa relatada pelo paciente mas que só ele consegue perceber. Sintomas são subjetivos, sujeitos à interpretação pessoal. A variabilidade descritiva dos sintomas varia em função da cultura do indivíduo, assim como da valorização que cada pessoa dá às suas próprias percepções.
64 Resistência periférica: A resistência periférica é a dificuldade que o sangue encontra em passar pela rede de vasos sanguíneos. Ela é representada pela vasocontratilidade da rede arteriolar especificamente, sendo este fator importante na regulação da pressão arterial diastólica. A resistência é dependente das fibras musculares na camada média dos vasos, dos esfíncteres pré-capilares e de substâncias reguladoras da pressão como a angiotensina e a catecolamina.
65 Vasoconstrição: Diminuição do diâmetro dos vasos sanguíneos.
66 Hipotermia: Diminuição da temperatura corporal abaixo de 35ºC.Pode ser produzida por choque, infecção grave ou em estados de congelamento.
67 Diabetes mellitus: Distúrbio metabólico originado da incapacidade das células de incorporar glicose. De forma secundária, podem estar afetados o metabolismo de gorduras e proteínas.Este distúrbio é produzido por um déficit absoluto ou relativo de insulina. Suas principais características são aumento da glicose sangüínea (glicemia), poliúria, polidipsia (aumento da ingestão de líquidos) e polifagia (aumento da fome).
68 Hipoglicemia: Condição que ocorre quando há uma queda excessiva nos níveis de glicose, freqüentemente abaixo de 70 mg/dL, com aparecimento rápido de sintomas. Os sinais de hipoglicemia são: fome, fadiga, tremores, tontura, taquicardia, sudorese, palidez, pele fria e úmida, visão turva e confusão mental. Se não for tratada, pode levar ao coma. É tratada com o consumo de alimentos ricos em carboidratos como pastilhas ou sucos com glicose. Pode também ser tratada com uma injeção de glucagon caso a pessoa esteja inconsciente ou incapaz de engolir. Também chamada de reação à insulina.
69 Sudorese: Suor excessivo
70 Vertigem: Alucinação de movimento. Pode ser devido à doença do sistema de equilíbrio, reação a drogas, etc.
71 Síncope: Perda breve e repentina da consciência, geralmente com rápida recuperação. Comum em pessoas idosas. Suas causas são múltiplas: doença cerebrovascular, convulsões, arritmias, doença cardíaca, embolia pulmonar, hipertensão pulmonar, hipoglicemia, intoxicações, hipotensão postural, síncope situacional ou vasopressora, infecções, causas psicogênicas e desconhecidas.
72 Reação anafilática: É um tipo de reação alérgica sistêmica aguda. Esta reação ocorre quando a pessoa foi sensibilizada (ou seja, quando o sistema imune foi condicionado a reconhecer uma substância como uma ameaça ao organismo). Na segunda exposição ou nas exposições subseqüentes, ocorre uma reação alérgica. Essa reação é repentina, grave e abrange o corpo todo. O sistema imune libera anticorpos. Os tecidos liberam histamina e outras substâncias. Esse mecanismo causa contrações musculares, constrição das vias respiratórias, dificuldade respiratória, dor abdominal, cãimbras, vômitos e diarréia. A histamina leva à dilatação dos vasos sangüíneos (que abaixa a pressão sangüínea) e o vazamento de líquidos da corrente sangüínea para os tecidos (que reduzem o volume de sangue) o que provoca o choque. Ocorrem com freqüência a urticária e o angioedema - este angioedema pode resultar na obstrução das vias respiratórias. Uma anafilaxia prolongada pode causar arritmia cardíaca.
73 Dopamina: É um mediador químico presente nas glândulas suprarrenais, indispensável para a atividade normal do cérebro.
74 Isquemia: Insuficiência absoluta ou relativa de aporte sanguíneo a um ou vários tecidos. Suas manifestações dependem do tecido comprometido, sendo a mais frequente a isquemia cardíaca, capaz de produzir infartos, isquemia cerebral, produtora de acidentes vasculares cerebrais, etc.
75 Edema pulmonar: Acúmulo anormal de líquidos nos pulmões. Pode levar a dificuldades nas trocas gasosas e dificuldade respiratória.
76 Infarto: Morte de um tecido por irrigação sangüínea insuficiente. O exemplo mais conhecido é o infarto do miocárdio, no qual se produz a obstrução das artérias coronárias com conseqüente lesão irreversível do músculo cardíaco.
77 Angina: Inflamação dos elementos linfáticos da garganta (amígdalas, úvula). Também é um termo utilizado para se referir à sensação opressiva que decorre da isquemia (falta de oxigênio) do músculo cardíaco (angina do peito).
78 Sistema Nervoso Central: Principais órgãos processadores de informação do sistema nervoso, compreendendo cérebro, medula espinhal e meninges.
79 Tonturas: O indivíduo tem a sensação de desequilíbrio, de instabilidade, de pisar no vazio, de que vai cair.
80 Cabeça:
81 Fadiga: 1. Sensação de enfraquecimento resultante de esforço físico. 2. Trabalho cansativo. 3. Redução gradual da resistência de um material ou da sensibilidade de um equipamento devido ao uso continuado.
82 Parestesia: Sensação cutânea subjetiva (ex.: frio, calor, formigamento, pressão, etc.) vivenciada espontaneamente na ausência de estimulação.
83 Astenia: Sensação de fraqueza, sem perda real da capacidade muscular.
84 Anorexia: Perda do apetite ou do desejo de ingerir alimentos.
85 Delírio: Delirio é uma crença sem evidência, acompanhada de uma excepcional convicção irrefutável pelo argumento lógico. Ele se dá com plena lucidez de consciência e não há fatores orgânicos.
86 Óbito: Morte de pessoa; passamento, falecimento.
87 Dispnéia: Falta de ar ou dificuldade para respirar caracterizada por respiração rápida e curta, geralmente está associada a alguma doença cardíaca ou pulmonar.
88 Crepitações: 1. Ato ou efeito de crepitar 2. Estalo ou estalido provocado pelas fagulhas provenientes do fogo ou da brasa que chamusca ou queima alguma coisa. 3. Qualquer ruído semelhante ao estalo seco e rápido provocado pelo fogo. 4. Em medicina, é a sensação tátil semelhante a um estalido que se tem à palpação da pele, quando ocorre infiltração gasosa devida a enfisema subcutâneo ou a gangrena gasosa. 5. Em ortopedia, é o estalido que fazem as partes de um osso fraturado sob estímulo de certos movimentos. 6. Em pneumologia, é o ruído semelhante a pequenos estalidos que se percebe na ausculta pulmonar em casos de pneumonia ou edema, provocado pela fricção dos alvéolos pulmonares uns contra os outros.
89 Náusea: Vontade de vomitar. Forma parte do mecanismo complexo do vômito e pode ser acompanhada de sudorese, sialorréia (salivação excessiva), vertigem, etc.
90 Vômitos: São a expulsão ativa do conteúdo gástrico pela boca. Podem ser classificados em: alimentar, fecalóide, biliar, em jato, pós-prandial. Sinônimo de êmese. Os medicamentos que agem neste sintoma são chamados de antieméticos.
91 Dispepsia: Dor ou mal-estar localizado no abdome superior. O mal-estar pode caracterizar-se por saciedade precoce, sensação de plenitude, distensão ou náuseas. A dispepsia pode ser intermitente ou contínua, podendo estar relacionada com os alimentos.
92 Constipação: Retardo ou dificuldade nas defecações, suficiente para causar desconforto significativo para a pessoa. Pode significar que as fezes são duras, difíceis de serem expelidas ou infreqüentes (evacuações inferiores a três vezes por semana), ou ainda a sensação de esvaziamento retal incompleto, após as defecações.
93 Boca: Cavidade oral ovalada (localizada no ápice do trato digestivo) composta de duas partes
94 Paladar: Paladar ou sabor. Em fisiologia, é a função sensorial que permite a percepção dos sabores pela língua e sua transmissão, através do nervo gustativo ao cérebro, onde são recebidos e analisados.
95 Inflamação: Conjunto de processos que se desenvolvem em um tecido em resposta a uma agressão externa. Incluem fenômenos vasculares como vasodilatação, edema, desencadeamento da resposta imunológica, ativação do sistema de coagulação, etc.Quando se produz em um tecido superficial (pele, tecido celular subcutâneo) pode apresentar tumefação, aumento da temperatura local, coloração avermelhada e dor (tétrade de Celso, o cientista que primeiro descreveu as características clínicas da inflamação).
96 Edema: 1. Inchaço causado pelo excesso de fluidos no organismo. 2. Acúmulo anormal de líquido nos tecidos do organismo, especialmente no tecido conjuntivo.
97 Eritema: Vermelhidão da pele, difusa ou salpicada, que desaparece à pressão.
98 Retenção urinária: É um problema de esvaziamento da bexiga causado por diferentes condições. Normalmente, o ato miccional pode ser iniciado voluntariamente e a bexiga se esvazia por completo. Retenção urinária é a retenção anormal de urina na bexiga.
99 Calafrios: 1. Conjunto de pequenas contrações da pele e dos músculos cutâneos ao longo do corpo, muitas vezes com tremores fortes e palidez, que acompanham uma sensação de frio provocada por baixa temperatura, má condição orgânica ou ainda por medo, horror, nojo, etc. 2. Sensação de frio e tremores fortes, às vezes com bater de dentes, que precedem ou acompanham acessos de febre.
100 Febre: É a elevação da temperatura do corpo acima dos valores normais para o indivíduo. São aceitos como valores de referência indicativos de febre: temperatura axilar ou oral acima de 37,5°C e temperatura retal acima de 38°C. A febre é uma reação do corpo contra patógenos.
101 Seringa: Dispositivo usado para injetar medicações ou outros líquidos nos tecidos do corpo. A seringa de insulina é formada por um tubo plástico com um êmbolo e uma agulha pequena na ponta.
102 Crônico: Descreve algo que existe por longo período de tempo. O oposto de agudo.
103 Dextrose: Também chamada de glicose. Açúcar encontrado no sangue que serve como principal fonte de energia do organismo.
104 Lactato: Sal ou éster do ácido láctico ou ânion dele derivado.
105 Diurético: Grupo de fármacos que atuam no rim, aumentando o volume e o grau de diluição da urina. Eles depletam os níveis de água e cloreto de sódio sangüíneos. São usados no tratamento da hipertensão arterial, insuficiência renal, insuficiência cardiaca ou cirrose do fígado. Há dois tipos de diuréticos, os que atuam diretamente nos túbulos renais, modificando a sua atividade secretora e absorvente; e aqueles que modificam o conteúdo do filtrado glomerular, dificultando indiretamente a reabsorção da água e sal.
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