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Atualizado em 2012

PONSTAN Parke Davis 500 mg

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Composição - PONSTAN Parke Davis

cada comprimido contém: ácido mefenâmico 500mg.

Posologia e Administração - PONSTAN Parke Davis

Ponstan pode ser ingerido às refeições em caso de desconforto gastrintestinal. Dor média para moderada/artrite reumatóide1 e osteoartrite2: nos adultos e crianças acima de 14 anos, a dose recomendada é de 500 mg, 3 vezes ao dia. Dismenorréia3: 500 mg, 3 vezes ao dia, para ser administrado no início da cólica menstrual e enquanto persistir a sintomatologia se o médico julgar necessário. Menorragia4: 500 mg, 3 vezes ao dia, com o aparecimento da menstruação5 e sintomatologia associada e continuar se o médico julgar necessário. Síndrome6 pré-menstrual: 500 mg, 3 vezes ao dia, no início da sintomatologia e continuar até a cessação da mesma se o médico julgar necessário. Doença de Still e ação antipirética em crianças de tenra idade e crianças acima de 6 meses até 14 anos: 19,5 mg/kg a 25 mg/kg de peso corpóreo ao dia em doses divididas. - Superdosagem: em caso de ingestão de dose excessiva, deve-se proceder ao esvaziamento gástrico por indução da êmese7 ou lavagem gástrica8 cuidadosa, seguida de administração de carvão ativado. Devem ser tomadas as medidas necessárias para a manutenção das funções vitais. Uma vez que o ácido mefenâmico e seus metabólitos apresentam forte ligação com as proteínas9 plasmáticas, no tratamento da superdosagem tanto a hemodiálise10 como a diálise peritoneal11 podem ser de pouca valia. Convulsões, disfunção renal12 aguda e coma13 foram observados com a superdosagem de Ponstan. A superdosagem tem sido fatal.

Precauções - PONSTAN Parke Davis

em caso de aparecimento de diarréia14, a posologia deve ser reduzida ou o medicamento temporariamente suspenso. Certos pacientes que desenvolvem diarréia14 podem apresentar recorrência dos sintomas15 em caso de reexposição. Pacientes tratados cronicamente com AINEs podem apresentar toxicidade gastrintestinal séria como hemorragias16, ulceração e perfuração, com ocorrência ou não de sintomatologia prévia. A hemorragia17 gastrintestinal tem sido associada com história prévia de úlcera péptica18, tabagismo e alcoolismo. Pacientes idosos ou debilitados parecem tolerar ulceração ou hemorragia17 bem menos que outros pacientes e a maior parte dos relatos espontâneos de eventos gastrintestinais fatais esta nesta população. Considerando o uso de doses relativamente altas (dentro da faixa recomendada), benefício suficiente deve ser garantido para compensar o aumento do risco de toxicidade gastrintestinal. O produto deve ser descontinuado em caso de rash19 cutâneo. O ácido mefenâmico pode produzir reação falso-positiva para compostos biliares urinários, quando é usado o Diazotest. Ao suspeitar-se de biliúria, devem ser realizados outros procedimentos diagnósticos, como o teste de Harrison. Como com outros inibidores de prostaglandina, foram relatados casos de nefrite20 intersticial aguda com hematúria21, proteinúria22 e ocasionalmente síndrome nefrótica23. Foi observada também toxicidade em pacientes com condições pré-renais determinando redução do fluxo sanguíneo renal12 ou do volume sanguíneo; nesses pacientes a administração de um AINE pode causar uma redução dose-dependente na formação de prostaglandinas e precipitar uma descompensação renal12 franca. Pacientes de maior risco são os que possuem função renal12 prejudicada, insuficiência cardíaca24, disfunção hepática, os usuários de diuréticos25 e os idosos. A interrupção do tratamento com AINEs e caracteristicamente seguida de retorno ao estado pré-tratamento. Uma vez que os metabólitos do ácido mefenâmico são eliminados principalmente pelos rins26, a droga não deve ser administrada a pacientes com função renal12 significativamente alterada. O ácido mefenâmico, como outros AINEs, pode inibir a agregação plaquetária e pode prolongar o tempo de protrombina em pacientes sob tratamento com varfarina. Pode haver elevações limítrofes em um ou mais testes hepáticos de alguns pacientes, as quais podem progredir, manter-se inalteradas ou transitórias com a continuação do tratamento. Pacientes com sintomas15 e/ou sinais27 sugestivos de disfunção hepática ou teste hepático alterado, devem ser avaliados para detectar o aparecimento de reações hepáticas mais severas, quando em tratamento com Ponstan. Caso as anormalidades hepáticas persistam, piorem ou surjam sinais27 ou sintomas15 clínicos de doença hepática, ou ainda, se ocorrerem manifestações sistêmicas, Ponstan deve ser descontinuado. Uso na gravidez28 e lactação29: como não existem estudos bem controlados em gestantes, recomenda-se utilizar o medicamento apenas em caso de necessidade; entretanto, devido aos efeitos dessa classe de medicamentos sobre o sistema cardiovascular30 fetal, não é recomendável utilizar a medicação na gestação. Quantidades mínimas de Ponstan podem estar presentes no leite materno e passar para o lactente31; assim sendo, Ponstan não deve ser utilizado por mulheres em fase de amamentação32. Uso geriátrico: tem sido relatada diminuição da função renal12, algumas vezes levando à insuficiência renal33 aguda. Interações medicamentosas: o ácido mefenâmico desloca a varfarina dos sítios de ligação a proteína, e pode aumentar a resposta a anticoagulantes orais. Portanto, a administração concomitante de Ponstan com drogas anticoagulantes requer monitorização freqüente do tempo de protrombina.

Reações adversas - PONSTAN Parke Davis

geral: anafilaxia34. Gastrintestinais: as reações adversas mais freqüentes, associadas ao uso de Ponstan, referem-se ao trato gastrintestinal. A diarréia14 é comumente dose-relacionada, geralmente cedendo com a redução da dose e desaparecendo rapidamente ao final do tratamento. Alguns pacientes não estão aptos a continuarem o tratamento. As reações gastrintestinais mais comumente relatadas são: diarréia14, náuseas35 com ou sem vômitos36 e dor abdominal. Foram relatadas mais raramente: anorexia37, pirose, flatulência, enterocolite, colite38, esteatorréia, icterícia39 colestática, hepatite40, pancreatite41, síndrome6 hepatorrenal, toxicidade hepática leve, constipação42 e ulceração gástrica com ou sem hemorragia17. Hematopoiéticos: foram observados casos de anemia hemolítica43 auto-imune, quando em tratamento com Ponstan por 12 meses ou mais, reversível com a descontinuação do medicamento. Também casos de decréscimo do hematócrito44, leucopenia45, eosinofilia, púrpura trombocitopenica, agranulocitose46, pancitopenia47, anemia48 aplástica e hipoplasia da medula óssea. Sistema nervoso49 central: foram observadas tonturas50, sonolência, nervosismo, cefaléia51, visão borrada, convulsões e insônia. Pele e anexos: foram relatados angioedema52, edema53 de laringe54, síndrome de Stevens-Johnson55, síndrome de Lyell56 (necrólise epidérmica tóxica57), eritema multiforme58, sudorese59, urticária60, erupções cutâneas61 e edema53 de face. Renais: insuficiência renal33, incluindo necrose62 papilar, hematúria21, disúria63 e hiponatremia. Sentidos especiais: irritação ocular, otalgia64, perda reversível de visão de cores. Outros: intolerância à glicose65 em pacientes diabéticos, palpitação66, dispnéia67, hipotensão68 e asma69.

Contra-Indicações - PONSTAN Parke Davis

não deve ser usado em pacientes com história prévia de hipersensibilidade ao princípio ativo. Devido à possibilidade de sensibilidade cruzada com a aspirina e outros AINEs, Ponstan não deverá ser administrado a pacientes que apresentem sintomas15 de broncospasmo, rinite70 alérgica ou urticária60 induzidos por estes medicamentos. Ponstan é contra-indicado em pacientes com sintomas15 de úlcera péptica18 ativa ou inflamação71 crônica do trato gastrintestinal superior ou inferior. Ponstan deve ser evitado em pacientes com disfunção renal12 preexistente.

Indicações - PONSTAN Parke Davis

o alívio sintomático da artrite reumatóide1 (inclusive doença de Still), osteoartrite2 e dor inclusive muscular, traumática e dentária, cefaléia51 de várias etiologias, pós-operatória e pós-parto. Para o alívio sintomático da dismenorréia3 primária. Menorragia4 disfuncional ou por uso de DIU, tendo sido afastadas as demais causas de patologia pélvica. Síndrome6 pré-menstrual. Alívio de pirexia72 em crianças.

Apresentação - PONSTAN Parke Davis

comprimidos em blister de 24.


PONSTAN Parke Davis 500 mg - Laboratório

PFIZER
Av. Monteiro Lobato, 2270
Guarulhos/SP - CEP: 07190-001
Tel: 0800-16-7575
Site: http://www.pfizer.com.br
CNPJ nº 46.070.868/0001-69

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