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Atualizado em 2012

Algestona acetofenida + Enantato de estradiol

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Algestona acetofenida +
Enantato de estradiol

Medicamento genérico Lei nº 9.787, de 1.999

Solução injetável
150 mg + 10 mg/ampola

FORMA FARMACÊUTICA E APRESENTAÇÕES - Algestona acetofenida + Enantato de estradiol

Solução injetável. Embalagem contendo 1 ampola de 1 mL.

USO ADULTO
Via intraglútea

COMPOSIÇÃO - Algestona acetofenida + Enantato de estradiol


Cada ampola de 1 mL contém:
algestona acetofenida ....................150 mg
enantato de estradiol ....................10 mg
excipientes q.s.p. ....................1 mL
Excipientes: álcool benzílico, benzoato de benzila e óleo de gergelim.

INFORMAÇÕES AO PACIENTE - Algestona acetofenida + Enantato de estradiol

Ação esperada do medicamento
Algestona acetofenida + enantato de estradiol é um contraceptivo hormonal injetável para uso em dose única mensal, devendo ser utilizado somente sob orientação médica.

Cuidados de Conservação
Conservar em temperatura ambiente (15º C e 30º C). Proteger da luz.

Prazo de Validade
O prazo de validade do produto é de 24 meses, desde que observadas as condições de armazenamento. Não tome medicamento com prazo de validade vencido.

Gravidez1 e lactação2
O produto não deve ser usado durante a gravidez1 e o período de lactação2.
Informe ao seu médico a ocorrência de gravidez1 na vigência do tratamento ou após o seu término. Informe ao seu médico se está amamentando.

ESTE MEDICAMENTO PODE INTERROMPER A MENSTRUAÇÃO3 POR PERÍODO PROLONGADO E/ OU CAUSAR SANGRAMENTOS INTERMENSTRUAIS SEVEROS.

Cuidados de administração
" Não use algestona acetofenida + enantato de estradiol sem receita médica, nem durante prazo de tempo superior ao recomendado pelo seu médico" .

Algestona acetofenida + enantato de estradiol deve ser aplicado por via intraglútea profunda, entre o 7º e o 10º dia, de preferência no 8º dia, a contar do 1º dia da menstruação3.
O local da aplicação não deve ser massageado. Se estas recomendações não forem observadas, a eficácia do produto fica comprometida. Apesar de Algestona acetofenida + enantato de estradiol ser altamente eficaz, a prática e os estudos têm mostrado que podem ocorrer casos de gravidez1, uma vez que, como todos os demais métodos de contracepção4, também este não protege 100% das mulheres. A ocorrência destes casos de gravidez1 resulta de falhas do próprio método contraceptivo e/ou de outros fatores não relacionados ao medicamento. Estes estudos mostram que podem ocorrer gestações na proporção de 3 a 17 casos para cada 10.000 mulheres que utilizarem o produto durante 1 ano.
Siga a orientação do seu médico, respeitando sempre a indicação posológica e a duração do tratamento.

Interrupção do tratamento
Não interromper o tratamento sem o conhecimento do seu médico.

Reações adversas
Como efeitos adversos podem ocorrer principalmente dor no local da injeção5, dor de cabeça, náuseas6, vômito7, tontura8, dores nos seios, fogachos, reações na pele tais como acne9 ou coceira, tosse, humor deprimido e alteração do desejo sexual, alteração da menstruação3 e sangramento fora da menstruação3. É comum ocorrer um encurtamento do ciclo menstrual (antecipação das regras), de 3 a 6 dias. Se ocorrerem reações desagradáveis graves (sobretudo cefaléias10 intensas, distúrbios visuais agudos, inflamação11 das veias12 ou varizes13), procurar o médico. Informar ao médico o aparecimento de reações desagradáveis.

TODO MEDICAMENTO DEVE SER MANTIDO FORA DO ALCANCE DAS CRIANÇAS.

Contra-indicações e precauções
As principais contra-indicações para o uso do produto são doenças do coração14 e do aparelho circulatório15, antecedentes de flebite16, tromboflebite17, trombose18, embolia19, sangramento genital de causa desconhecida, antecedentes de intolerância associada ao uso de outros contraceptivos hormonais (comumente chamados " pílulas" ), gravidez1 e suspeitas de gravidez1. Durante o uso de contraceptivos hormonais, o hábito de fumar pode favorecer o desenvolvimento de complicações vasculares.
Não se recomenda o uso de anovulatórios hormonais por mulheres fumantes.
Informe seu médico sobre qualquer medicamento que esteja usando antes do início ou durante o tratamento. O produto não deve ser usado durante a gravidez1 e o período de lactação2. Este medicamento causa mal formação ao bebê durante a gravidez1.

NÃO TOME REMÉDIO SEM O CONHECIMENTO DO SEU MÉDICO, PODE SER PERIGOSO PARA A SAÚDE.

- INFORMAÇÕES TÉCNICAS AOS PROFISSIONAIS DE SAÚDE

- CARACTERÍSTICAS

Algestona acetofenida + enantato de estradiol é um anticoncepcional injetável que se aplica por via intramuscular, somente uma vez por mês. Trata-se da associação de dois princípios ativos: um gestágeno (acetofenido de diidroxiprogesterona, DHPA) e um estrógeno20 (enantato de estradiol, E2EN).
Algestona acetofenida + enantato de estradiol provém de um estrógeno20 natural (estradioI), ao contrário dos estrógenos sintéticos utilizados em contraceptivos orais combinados (COCs). Por ser fisiológico, tem curto tempo de ação e é menos potente que os estrógenos sintéticos (COCs); o tipo e a magnitude de efeitos adversos relacionados com algestona acetofenida + enantato de estradiol podem ser diferentes daqueles em usuárias de COCs.
Estudos comparativos mostraram que DHPA+E2EN têm pouco ou nenhum efeito sobre pressão arterial, hemostase e coagulação, metabolismo21 de lipídios e carboidratos, e função hepática, ao contrário dos COCS. Além disso, a administração parenteral de algestona acetofenida + enantato de estradiol elimina o efeito da primeira passagem dos hormônios pelo fígado22.
A dose do gestágeno (DHPA 150 mg) confere ao algestona acetofenida + enantato de estradiol o seu principal mecanismo de ação anticoncepcional: o efeito anovulatório por supressão da secreção de gonadotrofinas hlpofisárias. Os efeitos gestágenos acessórios (modificação do muco cervical, alterações endometriais e da motilidade tubária desfavoráveis à passagem e à capacidade do espermatozóide23 em promover a fecundação e a nidação) reasseguram a sua eficácia anticoncepcional.
A dose do estrógeno20 (E2EN 10 mg) assegura padrões de sangramento e desenvolvimento endometrial cíclico e previsível, de características em geral semelhantes às de uma menstruação3 normal. A presença de um estrógeno20 no produto corresponde às tendências mais modernas em anticoncepção injetável, tendo aceitação significativamente maior que os preparados que contêm exclusivamente gestágenos.
A proporção posológica entre DHPA e E2EN (150 mg:10 mg) foi selecionada em estudos comparativos por seu adequado balanço entre eficácia e tolerabilidade. Ao comparar esta posologia com a dos anticoncepcionais orais, deve-se ter em mente que os componentes de algestona acetofenida + enantato de estradiol não são derivados sintéticos tão potentes como os utilizados por via oral em microgramas, mas sim derivados diretos dos hormônios naturais do organismo que, para produzir efeitos similares, são aplicados por via parenteral, em miligramas.
Para se avaliar a eficácia de um anticoncepcional, adota-se um índice denominado Índice de Pearl. Pela observação de estudos realizados em diversos países e com base no uso do produto por vários anos, o valor desse índice para o algestona acetofenida + enantato de estradiol pode variar de 0,03 como resultado de falhas do método (Índice de Pearl teórico) até 0,15/0,17 como resultado de falhas do método e/ou da usuária (Índice de Pearl real). Isto significa que, apesar da alta eficácia do produto, que é Igual ou superior à dos anticoncepcionais orais, podem ocorrer gestações na proporção de 3 a 17 casos para cada grupo de 10.000 mulheres que utilizarem o produto durante 1 ano.
A tolerabilidade local de algestona acetofenida + enantato de estradiol é satisfatória e a sistêmica corresponde à dos anticoncepcionais orais combinados atualmente em uso.
Algestona acetofenida + enantato de estradiol é uma solução oleosa administrada por via intramuscular. É distribuída no tecido24 adiposo, onde ocorre lenta liberação, assegurando seu efeito por todo o mês. O local da aplicação não deve ser massageado, pois pode-se acelerar sua absorção, com conseqüente diminuição da eficácia. O pico sérico de estradiol ocorre depois de 3 dias da aplicação e tem uma meia-vida de 5,57 dias. Os metabólitos, ácido glucurônico e conjugados metabólicos de ácido sulfúrico, são eliminados primariamente na urina25. A meia-vida da diidroxiprogesterona e dos seus metabólitos é de 24 dias.
Após a administração, o efeito hormonal persiste durante todo o cicio menstrual. A excreção se dá basicamente pelas fezes.      
Não consta que a aplicação repetida de algestona acetofenida + enantato de estradiol se correlacione com alterações nas características farmacocinéticas do produto, nem com sinais26 de acúmulo no organismo.
Estudos de toxicidade de dose única, realizados em diferentes espécies de animais, falharam ao demonstrar a DL50 por via intramuscular, devido à ausência de óbitos, mesmo usando-se a dose máxima provável em cada espécie.
Soluções oleosas de DHPA e E2EN foram aplicadas via i.m. na proporção de 15:1.

Os valores de DL50 obtidos foram:
-> 150 mg+10 mg / 1 mL/kg em ratos,
-> 375 mg+25 mg / 2,5 mL/kg em camundongos,
-> 750 mg+50 mg / 5 mL/kg em coelhos.

O único sinal27 tóxico foi uma discreta sedação ocorrida logo após a administração e que desapareceu em 1-2 dias.
Nenhuma intolerância local foi descrita. Depois de 14 dias podem-se observar hipotrofia ovariana e testicular, bem como dilatação e congestão uterina. Estes são considerados efeitos farmacológicos e não toxicológicos do produto.
Estudos de toxicidade repetidos mostraram que o ciclo menstrual é abolido nas fêmeas e a espermatogênese nos machos. Em ratas, doses maiores que DHPA 30 mg + E2EN 2 mg por kg de peso corpóreo, i.m., correlacionam-se com atrofia28 ovariana e dilatação severa e, às vezes, com infecção29 uterina. Nos machos, há hipotrofia dos testículos30 e das glândulas31 sexuais acessórias, e em ambos os sexos hiperplasia32 da glândula33 pituitária e diminuição do peso corpóreo. Em cães, essa preparação causou hiperplasia32 pituitária e tumores de mama. Todos esses efeitos são previsíveis com todos os tipos de agentes progestogênicos, mesmo a progesterona, quando aplicados nesses animais em altas doses e por um longo período. É por isso que estudiosos da OMS têm desqualificado o modelo de cães como padrão quando avaliam a toxicidade de contraceptivos hormonais usados em mulheres. Por outro lado, estudos epidemiológicos mostraram que mulheres tratadas com a combinação de DHPA+ E2EN falharam em demonstrar alguma correlação entre essa formulação e carcinoma34 cervical.

INDICAÇÕES - Algestona acetofenida + Enantato de estradiol


Anticoncepcional injetável de uso mensal.
Algestona acetofenida + enantato de estradiol pode ser utilizado também no controle das irregularidades menstruais e como medicação supletiva estrógeno20-progestacional, a critério médico.

CONTRA- INDICAÇÕES - Algestona acetofenida + Enantato de estradiol

Constituem contra-indicações absolutas: complicações séricas associadas ao uso de contraceptivos hormonais no passado; gravidez1 ou suspeita de gravidez1; amamentação35 (menos de 6 semanas pós-parto); hipertensão36, cardiopatias, diabete melito com alterações vasculares, nefropatia37, retinopatia, neuropatia38 ou outras doenças vasculares ou diabete com mais de 20 anos de duração; glaucoma39; antecedentes de processos flebíticos, trombóticos ou tromboembôlicos, varizes13 importantes; sangramento genital de causa desconhecida; tumor40 ginecológico ou de mama; neoplasias benignas hormônio41-dependentes, neoplasias malignas; hepatopatia em atividade; tumores malígnos no fígado22; anemia falciforme42; epilepsia43; colagenose com lesão visceral ou vascular44, pré e pós-operatório, mulheres passíveis de imobilização (p. ex., após acidentes); história de icterícia45, prurido46 grave, coréia ou herpes em gestação anterior.
Constituem contra-indicações relativas: galactorréia47; obesidade48; hiperlipidemias; tabagismo; irregularidades menstruais frequentes; colecistopatias; cefaléias10 severas (recorrentes, incluindo enxaqueca49) com sintoma50 neurológico focal.
Algestona acetofenida + enantato de estradiol não deve ser usado na presença de conhecida hipersensibilidade às substâncias ou a qualquer um dos componentes da fórmula.

POSOLOGIA - Algestona acetofenida + Enantato de estradiol


Uma ampola por via intraglútea profunda entre o 7º e 10º dia, de preferência no 8º dia, a partír do início de cada menstruação3.
Contar o primeiro dia de sangramento menstrual como dia número um. Não massagear o local da aplicação. Se estas recomendações não forem observadas, a eficácia do produto fica comprometida.

PRECAUÇÕES E ADVERTÊNCIAS - Algestona acetofenida + Enantato de estradiol

Antes de iniciar o emprego de algestona acetofenida + enantato de estradiol (ou qualquer outro contraceptivo hormonal), assim como periodicamente durante o seu uso, recomenda-se um exame geral completo, com minuciosa investigação ginecológica.
Deve-se dedicar atenção especial à pressão arterial, mamas, abdome e órgãos pélvicos, incluindo esfregaço de Papanicolau51.
Deve-se evitar o uso do produto em adolescentes que ainda não apresentem ciclos menstruais em ritmo regular.
Algestona acetofenida + enantato de estradiol inibe a ovulação52 de maneira transitória e não é causa de esterilidade53 a posteriori.
No entanto, deve-se ter em conta que, como ocorre com outros anticoncepcionais hormonais, o ciclo ovuIatório natural pode ser interrompido por 2 a 3 meses após a suspensão do tratamento.
Nos seguintes casos, o risco de uso de algestona acetofenida + enantato de estradiol geralmente supera os benefícios: fumante intensa (> 20 ciganos por dia) com mais de 35 anos de idade; amamentação35 (6 semanas a 6 meses pós-parto);< 21 dias pós-parto e não amamentando; antecedentes de câncer54 de mama; sangramento vaginal de causa desconhecida; antecedentes de hipertensão36 grave; hiperlipidemias conhecidas; uso de certos antibióticos e anticonvulsivantes (vide interações medicamentosas); cirrose55 grave (descompensada); tumores malignos de fígado22. Nestes casos, o uso da droga requer cuidadoso julgamento clínico, levando-se em conta a gravidade do caso e a disponibilidade, praticidade e aceitabilidade de métodos alternativos de contracepção4, bem como rigoroso acompanhamento médico.
Por outro lado, há condições que não restringem o uso de contraceptivos combinados injetáveis tais como algestona acetofenida + enantato de estradiol. Nestas condições, os benefícios do uso de algestona acetofenida + enantato de estradiol geralmente superam os potenciais riscos para a
paciente. Entretanto, um rigoroso acompanhamento médico é indispensável quando se usa algestona acetofenida + enantato de estradiol em pacientes nas seguintes condições: idade acima de 40 anos; fumantes com menos de 35 anos de idade ou fumante leve com mais de 35 anos; cefaléias10 (incluindo enxaqueca49 sem sintoma50 neurológico focal); amamentação35 (> 6 meses pós- parto); doença mamária não diagnosticada; neoplasia56 cervical intraepitelial ou câncer54; histórico de colestase (gravidez1, relacionada a contraceptivos combinados orais ou injetáveis). Em um restrito grupo de mulheres suceptíveis, a coIestase relacionada ao uso de contraceptivos orais combinados no passado pode predizer uma futura coIestase relacionada com estrógeno20; doença do trato biliar em curso ou antecedente; cirrose55 moderada (compensada); doença valvular do coração14 sem complicações; hipertensão36 moderada; tromboflebite17 superficial; talassemia57; anemia falciforme42; diabetes58 sem complicações; cirurgias grandes sem imobilização prolongada.
O uso destes medicamentos pode afetar avaliações endócrinas e, possivelmente, testes da função hepática. Portanto, se esses testes estiverem anormais em uma paciente, o uso do produto deve ser descontinuado e os testes repetidos 2 meses após a suspensão. As pacientes usuárias do medicamento podem apresentar distúrbios do metabolismo21 do triptofano, o que pode resultar em relativa deficiência de piridoxina; não obstante, o significado clínico deste evento ainda não foi determinado. Os níveis séricos de folatos podem ser deprimidos pelo uso do medicamento. Mulheres que engravidem pouco depois de interromper o uso de contraceptivos hormonais têm maior probabilidade de desenvolver deficiência de folato se complicações a eles atribuídas. Pacientes com antecedentes de depressão psíquica devem ser cuidadosamente observadas e o uso do medicamento ser descontinuado se a depressão reaparecer em grau importante. As associações de estrógeno20 com gestágeno podem apresentar efeitos sobre o metabolismo21 dos hidratos de carbono e dos lipídios (diminuição da tolerância à glicose59; aIteração dos níveis séricos de triglicérides60, de fosfoIipídios, de diversas frações de coIesteroI, etc). Por este motivo, a administração de algestona acetofenida + enantato de estradiol ou de outros anticoncepcionais hormonais a mulheres portadoras de diabete, pré-diabete ou dislipidemias requer controle e vigilância contínua. Está bem estabelecido um aumento do risco de doenças trombóticas e tromboembólicas associado ao uso de anovulatórios em geral.
O médico deve estar alerta às manifestações precoces destes distúrbios (p.ex. tromboflebites61, embolia19 pulmonar, ocIusão coronariana, etc). Em casos de suspeita de alguma dessas manifestações, o uso do medicamento deve ser interrompido.
O hábito de fumar aumenta o risco de efeitos adversos cardiovasculares sérios dos anovulalórios. Este risco aumenta com a idade e o fumo intenso (15 ou mais cigarros por dia) e é mais acentuado em mulheres acima de 35 anos de idade.
Recomenda-se que as mulheres tratadas com contraceptivos hormonais de qualquer tipo não fumem.
Foi relatado um aumento da pressão arterial em pacientes tomando anovulatórios, podendo em algumas mulheres ocorrer hipertensão36 poucos meses após o início do uso de tais produtos.
Também aumenta o risco de doenças da vesícula biliar62 em usuárias de anovulatórios ou de estrógenos. Relata-se um risco de complicações tromboembólicas pós-cirúrgicas 4 a 6 vezes maior em usuárias de anovulatórios. Por este motivo, sempre que possível, o uso do medicamento deve ser descontinuado pelo menos 1 mês antes de uma cirurgia associada a risco aumentado de tromboembolismo63.

GRAVIDEZ1 E LACTAÇÃO2 - Algestona acetofenida + Enantato de estradiol

Contra-indicado na gravidez1. Pouco se sabe sobre efeitos ao feto se forem usados contraceptivos injetáveis combinados durante a gravidez1.
A administração de anovulatórios no período pós-parto pode interferir com a Iactação; pode ocorrer uma diminuição na quantidade e na qualidade do leite materno. Além disso, identificou-se uma pequena fração dos componentes hormonais dos anovulatórios no leite das mães que os utilizaram; entretanto, um efeito sobre a criança amamentada, se existente, não foi constatado.
Em aproximadamente 3 semanas após o parto, a coagulação sanguínea e a fibrinólise normalizam-se essencialmente e o algestona acetofenida e enantato de estradiol pode normalmente ser usado a partir daí em mulheres que não estejam amamentando.
Este medicamento causa mal formação ao bebê durante a gravidez1.

ESTE MEDICAMENTO PODE INTERROMPER A MENSTRUAÇÃO3 POR PERÍODO PROLONGADO E/ OU CAUSAR SANGRAMENTOS INTERMENSTRUAIS SEVEROS.

- INTERAÇÕES MEDICAMENTOSAS

Tal como sucede com os anticoncepcionais hormonais em geral, o uso concomitante de algestona acetofenida + enantato de estradiol com rifampicina, hidantoínas, barbituratos, antibióticos penicilânicos, cloranfenicol, griseofulvina, fenitoína, carbamazepina, primidona, isoniazida, nitrofurantoína, sulfonamidas e tetraciclinas pode reduzir a eficácia contraceptiva do produto ou provocar irregularidades menstruais. Da mesma forma, os anticoncepcionais hormonais podem alterar a eficácia de anticonvulsivantes, anti-hipertensivos, hipnóticos, hipoglicemiantes64, anticoagulantes e antidepressivos.

REAÇÕES ADVERSAS - Algestona acetofenida + Enantato de estradiol

É possível que algumas mulheres notem mudanças no ciclo menstrual típico (ciclos menores, hemorragia65 intermenstrual, sangramento irregular), dismenorréia66, amenorréia67 transitória, prurido46 vulvar, tensão mamária, dores de estômago68, náuseas6, vômitos69, cefaléias10, retenção hidrossalina, mudanças subclínicas e transitórias detectadas nos testes de excreção do fígado22, alterações emocionais e da libido, alterações do peso corpóreo e fenômenos de fotossensibilização (cloasma70).
Tontura8, nervosismo, depressão, fogacho, acne9, hipersensibilidade (prurido46, tosse), distúrbios visuais e auditivos são prováveis, uma vez que eles podem ocorrer com qualquer hormônio41 sexual, mas raramente foram relatados com algestona acetofenida + enantato de estradiol.
Geralmente podem ocorrer no tratamento com contraceptivos hormonais outras reações adversas tais como tromboflebite17, trombose18 arterial ou venosa, eventos tromboembólicos, derrame71 cerebral, cefaléias10 intensas (enxaqueca49), hipertensão36, neurorretinite o que poderia levar à suspensão do tratamento, embora não tenham sido associadas ao uso de algestona acetofenida + enantato de estradiol.

SUPERDOSE - Algestona acetofenida + Enantato de estradiol


Desconhecem-se casos de superdosagem e reações adversas graves correlatas. Entretanto, em tais casos podem-se esperar náusea72, vômito7, mastodinia, cefaléias10, retenção hidrossalina, alteração do sangramento endometrial e amenorréia67. Como não existem antídotos específicos, recomenda-se manter a pessoa afetada em observação, sob controle médico estrito e tratamento sintomático.

ARMAZENAGEM - Algestona acetofenida + Enantato de estradiol


Conservar em temperatura ambiente (temperatura entre 15º e 30º C). Proteger da luz.

VENDA SOB PRESCRIÇÃO MÉDICA  


- INFORMAÇÃO IMPORTANTE

Algestona acetofenida + enantato de estradiol deve ser aplicado entre o 7º e o 10º dia, de preferência no 8º dia, contados a partir do dia do início da menstruação3.
Deve ser aplicado com agulha 30x7 ou 30x8 na região glútea, profundamente.
O local da injeção5 não deve ser massageado após a aplicação de algestona acetofenida + enantato de estradiol.
Se estas recomendações não forem observadas, a eficácia do tratamento fica comprometida.

MS - 1.0043.0986
Farm. Resp.: Dra. Sônia Albano Badaró - CRF-SP 19.258

EUROFARMA LABORATÓRIOS LTDA.
Av. Ver. José Diniz, 3.465 - São Paulo - SP
CNPJ: 61.190.096/0001-92
Indústria Brasileira

Algestona acetofenida + Enantato de estradiol - Laboratório

EUROFARMA
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