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Atualizado em 2012
REBATEN LA
Tópicos desta bula
Composição - REBATEN LA
cada cápsula contém: cloridrato de propranolol80 mg ou 160 mg; excipientes: açúcar1, amido de milho, ácido esteárico, povidone, eudragit, dibutilftalato e talco.Posologia e Administração - REBATEN LA
Rebaten LA contém cloridrato de propranolol sob a forma de cápsulas de liberação prolongada para administração em uma única dose diária. Deve-se tomar cuidado em assegurar a eficácia terapêutica desejada naqueles pacientes que faziam uso de propranolol comprimidos e estão mudando para Rebaten LA. A relação 1 mg para 1 mg não deve ser considerada quando da substituição de propranolol comprimidos para Rebaten LA. Rebaten LA apresenta características farmacocinéticas diferentes, produzindo níveis séricos mais baixos. Pode haver necessidade de uma reavaliação da posologia de forma a garantir a eficácia terapêutica, especialmente próxima do final do período de 24 horas. Hipertensão2: a dose deve ser individualizada. A dose inicial usual é de 80 mg de Rebaten LA 1 vez ao dia, quer usado isoladamente ou associado a um diurético3. A dose pode ser aumentada gradualmente até que se atinja o controle adequado da pressão arterial. A manutenção usual é de 120 mg a 160 mg, 1 vez ao dia. Em alguns casos, podem ser necessárias doses superiores a 640 mg por dia. O tempo necessário para obtenção de resposta completa à hipertensão2 para uma determinada dose administrada é variável, podendo estender-se de poucos dias a várias semanas. Angina4 pectoris: a dose deve ser individualizada. Iniciando-se com 80 mg de Rebaten LA uma vez ao dia, a dose deve ser gradualmente aumentada em intervalos de 3 a 7 dias, até que uma resposta satisfatória seja obtida. Embora os pacientes possam responder individualmente a qualquer dose, a média da dose satisfatória parece estar em torno de 160 mg, 1 vez ao dia. Em angina4 pectoris, a segurança com doses superiores a 320 mg por dia não está estabelecida. Em caso de interrupção do tratamento, devem-se reduzir as doses gradualmente, durante várias semanas. Enxaqueca5: a dose deve ser individualizada. A dose oral recomendada é de 80 mg de Rebaten LA 1 vez ao dia, aumentando gradualmente até atingir a dose eficaz para a profilaxia da enxaqueca5. A dose usualmente eficaz é geralmente conseguida com 160 mg a 240 mg, 1 vez ao dia. Caso não seja obtida resposta satisfatória dentro de 4 a 6 semanas após atingida a dose máxima, o tratamento deve ser interrompido. A interrupção da droga deve ser feita gradualmente, durante algumas semanas. Estenose subaórtica hipertrófica: a dose recomendada é de 80 mg a 160 mg de Rebaten LA 1 vez ao dia. Superdosagem: Rebaten LA não é significantemente dialisável. Caso ocorra superdosagem ou resposta exagerada, devem-se empregar as seguintes medidas: geral: caso a ingestão tenha sido recente, esvaziar o conteúdo gástrico, prevenindo a aspiração pulmonar. Bradicardia6: deve-se administrar atropina (0,25 mg a 1,0 mg). Caso não haja resposta ao bloqueio vagal, administrar isoproterenol cautelosamente. Insuficiência cardíaca7: digitalização e diuréticos8. Hipotensão9: vasopressores como norepinefrina ou epinefrina (evidências indicam a epinefrina como droga de escolha). Broncospasmo: deve-se administrar um agonista beta-2 e/ou um derivado da teofilina.Precauções - REBATEN LA
gerais: Rebaten LA deve ser usado com cautela em pacientes com insuficiência hepática10 ou renal11. O bloqueio de receptores beta-adrenérgicos pode causar redução da pressão intra-ocular. Os pacientes devem ser avisados que Rebaten LA pode interferir em teste de triagem de glaucoma12. A interrupção da droga pode reconduzir ao aumento da pressão intra-ocular. Insuficiência cardíaca7: a estimulação simpática pode ser um componente vital auxiliando a função circulatória em pacientes com insuficiência cardíaca congestiva13, e sua inibição pelo bloqueio beta-adrenérgico pode precipitar uma insuficiência cardíaca7 mais intensa. Embora os bloqueadores beta-adrenérgicos devam ser evitados na insuficiência cardíaca congestiva13, se necessário, podem ser usados com um acompanhamento cuidadoso em pacientes com história de insuficiência cardíaca7 bem compensada, que estejam recebendo digitálicos e diuréticos8. Os bloqueadores beta-adrenérgicos não anulam a ação inotrópica dos digitálicos na musculatura cardíaca. O uso contínuo de bloqueadores beta-adrenérgicos em pacientes sem antecedentes de insuficiência cardíaca7 pode, em alguns casos, conduzir à insuficiência cardíaca7. Portanto, ao primeiro sinal14 ou sintoma15 de insuficiência cardíaca7, o paciente deve ser digitalizado e/ou tratado com diuréticos8 e a resposta rigorosamente observada, ou o uso deve ser interrompido (gradualmente, se possível). Angina4 pectoris: há relatos de exacerbação de angina4 e, em alguns casos, infarto do miocárdio16, após interrupção abrupta do tratamento com Rebaten LA. Portanto, quando a descontinuação de Rebaten LA é desejada, a dosagem deve ser gradualmente reduzida durante, pelo menos, algumas semanas e, o paciente deve ser alertado sobre possíveis conseqüências da interrupção ou o término do tratamento sem o conhecimento médico. Se o tratamento com Rebaten LA for interrompido e ocorrer exacerbação da angina4, aconselha-se reiniciar o tratamentos com Rebaten LA e tomar outras medidas apropriadas para o tratamento da angina4 pectoris instável. Uma vez que a doença coronariana17 pode ser de difícil reconhecimento em pacientes ateroscleróticos que estejam recebendo Rebaten LA para outras indicações, aconselha-se seguir as recomendações acima. Broncospasmo não alérgico (bronquite crônica18, enfisema19): de modo geral, pacientes com doença broncoespástica não devem receber bloqueadores beta-adrenérgicos. Se necessário, Rebaten LA deve ser administrado com cautela, uma vez que pode bloquear a broncodilatação produzida pela ação de catecolaminas endógenas e exógenas sobre receptores beta. Grandes cirurgias: a necessidade ou desejo de interrupção do tratamento com bloqueadores beta-adrenérgicos antes de grandes cirurgias é controversa. Deve-se salientar, entretanto, que a diminuição da resposta cardíaca aos reflexos estimulantes adrenérgicos pode aumentar os riscos da anestesia20 geral e dos procedimentos cirúrgicos. Rebaten LA, como outros bloqueadores beta-adrenérgicos, é um inibidor competitivo de agonistas de receptores beta-adrenérgicos e seus efeitos podem ser revertidos pela administração de alguns agentes, como dobutamina ou isoproterenol. Entretanto, alguns pacientes podem estar sujeitos à hipotensão9 severa prolongada. A dificuldade em iniciar e manter o batimento cardíaco também tem sido relatada com bloqueadores beta-adrenérgicos. Diabetes21 e hipoglicemia22: os betabloqueadores, quando necessário, devem ser utilizados com cautela em pacientes diabéticos. Os bloqueadores beta-adrenérgicos podem mascarar a taquicardia23 conseqüente à hipoglicemia22, mas outras manifestações, tais como, vertigem24 e transpiração podem não ser significantemente afetadas. Após a hipoglicemia22 induzida pela insulina25 Rebaten LA pode retardar a recuperação dos níveis normais de glicose sangüínea26. Tireotoxicose: o bloqueio beta-adrenérgico pode mascarar alguns sinais27 clínicos de hipertireoidismo28. Portanto, a interrupção abrupta de Rebaten LA pode ser seguida de exacerbação de sintomas29 de hipertireoidismo28, incluindo crise tireotóxica. Rebaten LA pode alterar testes de função da tireóide, aumentando T4 e T3 reverso, e diminuindo T3. Síndrome30 de Wolff-Parkinson-White: observou-se em diversos pacientes com esta síndrome30 que, após o uso de Rebaten LA, a taquicardia23 foi substituída por uma bradicardia6 intensa, necessitando de marca-passo de demanda. Em um caso, este fato ocorreu após uma dose inicial de 5 mg de propranolol. Testes laboratoriais: elevação dos níveis séricos de uréia31 em pacientes com doença cardíaca severa, elevação sérica de transaminases, fosfatase alcalina e desidrogenase lática. Uso durante a gravidez32: não há estudos adequados e bem controlados em mulheres grávidas. Portanto, a segurança do uso de Rebaten LA durante a gravidez32 não está estabelecida. Rebaten LA não deve ser usado durante a gravidez32, a menos que os benefícios esperados para a paciente superem os riscos potenciais para o feto, segundo critério médico. Uso durante a lactação33: Rebaten LA é excretado no leite materno. Portanto, deve ser utilizado com cautela em mulheres que estão amamentando. Uso em pediatria: a segurança e eficácia de Rebaten LA em crianças não estão estabelecidas. - Interações medicamentosas: pacientes recebendo drogas depletoras de catecolaminas, tais como, reserpina, devem ser rigorosamente observados caso recebam Rebaten LA. A ação bloqueadora adicional de catecolaminas pode provocar uma redução excessiva da atividade nervosa simpática, a qual pode resultar em hipotensão9, bradicardia6 acentuada, vertigem24, crises de síncope34, ou hipotensão9 ortostática. Deve-se ter cautela quando da administração de drogas bloqueadoras de canais de cálcio em pacientes que estejam recebendo betabloqueadores, especialmente verapamil intravenoso, pois ambas as drogas podem deprimir a contratilidade miocárdica ou a condução atrioventricular. O gel de hidróxido de alumínio reduz consideravelmente a absorção intestinal de Rebaten LA. O álcool etílico reduz a velocidade de absorção de Rebaten LA. A fenitoína, fenobarbital e rifampicina aceleram o clearance de Rebaten LA. A clorpromazina quando usada concomitantemente com Rebaten LA resulta em aumento do nível plasmático de ambas as drogas. A antipirina e a lidocaína têm o clearance reduzido quando usadas concomitantemente com Rebaten LA. A administração concomitante de tiroxina e Rebaten LA pode resultar em concentração de T3 menor do que a esperada. A cimetidina diminui o metabolismo35 hepático de Rebaten LA, retardando sua eliminação e aumentando os níveis sangüíneos da droga. O clearance da teofilina é reduzido quando usada concomitantemente com Rebaten LA. Moderação do efeito anti-hipertensivo dos agentes betabloqueadores foi relatado com o uso de drogas antiinflamatórias não hormonais. A ocorrência de hipotensão9 e parada cardíaca já foi relatada com o uso de propranolol e haloperidol.Reações adversas - REBATEN LA
muitos dos efeitos adversos são transitórios e de leve intensidade e, raramente, exigem a interrupção do tratamento. Cardiovasculares: bradicardia6; insuficiência cardíaca congestiva13; intensificação do bloqueio atrioventricular; hipotensão9; parestesia36 das mãos37; púrpura trombocitopênica; insuficiência38 arterial geralmente do tipo Raynaud. Sistema nervoso39 central: sensação de vazio na cabeça; depressão mental manifestada por insônia, lassidão, fraqueza, fadiga, depressão mental reversível progredindo para catatonia; distúrbios visuais; alucinações; sonhos vívidos, uma síndrome30 aguda reversível caracterizada por desorientação no tempo e no espaço, perda temporária da memória, labilidade emocional, leves distúrbios sensoriais e desempenho psicomotor prejudicado. Para formulações de liberação imediata, fadiga, letargia e sonhos vívidos parecem ser dose-dependentes. Gastrintestinais: náusea40; vômito41; dor epigástrica; cólica abdominal; diarréia42; constipação43; trombose44 arterial mesentérica; colite45 isquêmica. Alérgicas: faringite46 e agranulocitose47; rash48 eritematoso; febre49 associada à dor e inflamação50 da garganta; laringoespasmo; dificuldade respiratória. Respiratória: broncospasmo. Hematológicas: agranulocitose47; púrpura não trombocitopênica; púrpura trombocitopênica. Auto-imunes: em casos extremamente raros, lúpus eritematoso sistêmico (LES) foi relatado. Outras: em raras situações foram relatadas alopecia51, reações semelhantes as do lúpus eritematoso sistêmico, erupções psoriasiformes, olhos secos, impotência52 masculina e doença de Peyronie.Contra-Indicações - REBATEN LA
choque53 cardiogênico, bradicardia6 sinusal, bloqueio atrioventricular maior que primeiro grau, asma54 brônquica, insuficiência cardíaca congestiva13, a menos que a insuficiência38 seja secundária a uma taquiarritmia55 tratável com Rebaten LA.Indicações - REBATEN LA
tratamento da hipertensão2. Pode ser usado como droga única ou em associação a outros agentes anti-hipertensivos, especialmente diurético3 tiazídico. Rebaten LA não está indicado nas emergências hipertensivas. Angina4 pectoris devido à aterosclerose56 coronariana: tratamento prolongado de pacientes com angina4 pectoris. Enxaqueca5: profilaxia da enxaqueca5 comum. A eficácia de Rebaten LA no tratamento da crise de enxaqueca5 já instalada não está estabelecida, não sendo indicado para tal uso. Estenose subaórtica hipertrófica: é útil no tratamento da estenose subaórtica hipertrófica, especialmente no tratamento de angina4 de esforço, angina4 de estresse, palpitações57 e síncope34. Rebaten LA (cloridrato de propranolol) também aumenta a tolerância ao exercício físico. A eficácia do cloridrato de propranolol nesta doença, parece ser conseqüente ao bloqueio de receptores beta-adrenérgicos, reduzindo o elevado gradiente de pressão de saída de fluxo que encontra-se exacerbado em conseqüência ao estímulo contínuo de receptores beta-adrenérgicos. A melhora clínica pode ser temporária.Apresentação - REBATEN LA
cartucho com 30 cápsulas de 80 mg e 160 mg.
REBATEN LA - Laboratório
SIGMA PHARMA
Rodovia SP 101, Km. 08
Hortolândia/SP
- CEP: 13186481
Tel: (19) 3887 9800
Fax: (19) 3887 9515
SAC: 0800 191914/ 0800 191222
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