Deforce

ZYDUS NIKKHO FARMACÊUTICA LTDA

Atualizado em 05/05/2022

IDENTIFICAÇÃO DO MEDICAMENTO

DEFORCE®
colecalciferol (vitamina1 D3)
Cápsulas gelatinosas moles

APRESENTAÇÕES:

DEFORCE® 7.000UI:
Embalagens contendo 4, 8 e 30 cápsulas gelatinosas moles

DEFORCE® 50.000UI:
Embalagens contendo 4 e 8 cápsulas gelatinosas moles

USO ORAL
USO ADULTO

COMPOSIÇÃO:

DEFORCE® 7.000UI

Cada cápsula gelatinosa mole contém:

colecalciferol (equivalente a 7.000UI) 7,00mg
Excipientes (*) q.s.p. 1 cápsula gelatinosa mole

(*) racealfatocoferol, óleo de soja, gelatina, glicerol, amarelo de quinolina, vermelho ponceau, óxido de ferro amarelo, amarelo crepúsculo e água purificada.

DEFORCE® 50.000UI

Cada cápsula gelatinosa mole contém:

colecalciferol (equivalente a 50.000UI) 50,00mg
Excipientes (*) q.s.p. 1 cápsula gelatinosa mole

(*) racealfatocoferol, óleo de soja, gelatina, glicerol, vermelho de cochonilha, óxido de ferro amarelo, vermelho ponceau e água purificada.

INFORMAÇÕES AO PACIENTE

PARA QUE ESTE MEDICAMENTO É INDICADO?

Este medicamento, à base de vitamina1 D em altas dosagens, é indicado no tratamento auxiliar da desmineralização óssea (perda excessiva de substâncias minerais dos ossos) na pré e pós-menopausa2, do raquitismo3, da osteomalácia4, da osteoporose5 e na prevenção de quedas e fraturas em idosos com deficiência de vitamina1 D.

COMO ESTE MEDICAMENTO FUNCIONA?

Deforce® atua no processo de regulação que mantém constante o equilíbrio e a fixação do cálcio no organismo. É essencial para promover a absorção e utilização de cálcio e fosfato e para a calcificação6 normal dos ossos.
O início da ação de uma dose de vitamina1 D ocorre num período entre 10 e 24 horas após a sua ingestão.

QUANDO NÃO DEVO USAR ESTE MEDICAMENTO?

Este medicamento não deve ser utilizado em pacientes que apresentam hipersensibilidade à vitamina1 D ou a qualquer outro componente da fórmula.
É contraindicado também em pacientes que apresentam hipervitaminose D (excesso de vitamina1 D no organismo), elevadas taxas de cálcio ou fosfato na corrente sanguínea e também em casos de má formação nos ossos.

Este medicamento é contraindicado para crianças.

O QUE DEVO SABER ANTES DE USAR ESTE MEDICAMENTO?

Pacientes com aterosclerose7 (acúmulo de material gorduroso nas paredes internas das artérias8), insuficiência cardíaca9, hiperfosfatemia (excesso de fosfato no sangue10) e insuficiência renal11 (condição em que a função dos rins12 está abaixo do normal), devem procurar orientação médica para avaliar a relação risco/benefício da administração da vitamina1 D.

Populações especiais

Gravidez13 e lactação14
Este medicamento pode ser utilizado durante a gravidez13 desde que sob prescrição médica ou do cirurgião dentista.
A vitamina1 D, usada pela mãe que esteja amamentando, passa para o leite materno. Recomenda-se que o bebê amamentado seja monitorado quanto ao possível risco de hipercalcemia (nível elevado de cálcio no sangue10) ou de outras manifestações clínicas de toxicidade15 da vitamina1 D.

Uso em idosos
Não há restrições ou cuidados especiais quanto ao uso do produto por pacientes idosos. Estudos têm mostrado que indivíduos idosos podem ter níveis mais baixos de vitamina1 D do que os adultos jovens, em consequência da pouca exposição solar e/ou diminuição da síntese de vitamina1 D relacionada à idade avançada. Esta deficiência pode ser agravada por uma dieta pobre em cálcio.

Interações Medicamentosas

Interação medicamento-medicamento
Informe ao seu médico caso você esteja utilizando algum dos medicamentos listados abaixo. O uso concomitante desses medicamentos com a vitamina1 D poderá resultar em efeitos indesejáveis.

  • Antiácidos16 que contenham magnésio: a vitamina1 D pode aumentar a absorção de magnésio e levar à hipermagnesemia (excesso de magnésio no sangue10). Evitar a combinação.
  • Hidróxido de alumínio: a vitamina1 D pode aumentar a absorção de alumínio e causar elevação dos níveis sanguíneos de alumínio. Evitar a combinação.
  • Sequestrantes de ácidos biliares (p.ex., colestiramina, colestipol): podem diminuir a absorção de vitamina1
  • D. Separar a administração desses agentes por várias horas para minimizar o risco potencial de interação.
  • Considerar modificação da terapia.
  • Calcifediol: o uso simultâneo com vitamina1 D pode aumentar, por efeito aditivo, o potencial tóxico de ambos os medicamentos. Evitar a combinação.
  • Preparações que contenham cálcio em doses elevadas: pode ocorrer aumento do risco de efeito adverso/tóxico da vitamina1 D (hipercalcemia, isto é, aumento dos níveis de cálcio no sangue10). Monitorar o tratamento.
  • Diuréticos17 tiazídicos: podem aumentar o risco hipercalcemia da vitamina1 D. Monitorar o tratamento.
  • Preparações que contenham fósforo em doses elevadas: pode haver aumento da absorção de fósforo, levando ao risco de hiperfosfatemia (excesso de fosfato no sangue10). Evitar combinação.
  • Glicosídeos cardíacos (digitálicos): a vitamina1 D pode aumentar o efeito arritmogênico (capacidade de alterar o ritmo cardíaco) desses agentes. Monitorar a terapia.
  • Danazol: pode aumentar o efeito hipercalcêmico (relativo à hipercalcemia) da vitamina1 D. Monitorar a terapia.
  • Óleo Mineral: pode diminuir a absorção da vitamina1 D. Evitar a administração concomitante desses agentes. Considerar a administração em separado, com intervalo de várias horas. Monitorar os níveis plasmáticos de cálcio e considerar modificação da terapia.
  • Multivitaminas (com vitaminas A, D e E): podem aumentar os efeitos adversos/tóxicos da vitamina1 D.
  • Evitar combinação.
  • Multivitaminas/Minerais (cálcio, magnésio, fosfato e vitaminas A, D, E e K): podem aumentar os efeitos adversos/tóxicos da vitamina1 D. Evitar combinação.
  • Orlistat: pode diminuir a absorção da vitamina1 D. Monitorar resposta clínica, inclusive, níveis séricos de cálcio. Se, realmente esta combinação tiver que ser usada, considerar a administração de vitamina1 D duas horas antes ou após o orlistat. Considerar mudança de terapia.

Interação medicamento-alimento

Não há restrições quanto à ingestão concomitante de vitamina1 D com alimento.

Informe ao seu médico se você está fazendo uso de algum outro medicamento
Não use medicamento sem o conhecimento do seu médico. Pode ser perigoso para a sua saúde18.

ONDE, COMO E POR QUANTO TEMPO POSSO GUARDAR ESTE MEDICAMENTO?

Conservar em temperatura ambiente (15°C a 30°C). Proteger da luz e umidade.

Número de lote e datas de fabricação e validade: vide embalagem.

Não use medicamento com o prazo de validade vencido. Guarde-o em sua embalagem original.

Características físicas e organolépticas:
DEFORCE ® 7.000UI: apresenta-se como cápsula gelatinosa mole no formato oval, na cor laranja, contendo líquido oleoso amarelado.
DEFORCE® 50.000UI: apresenta-se como cápsula gelatinosa mole no formato oval, na cor vermelha, contendo líquido oleoso amarelado.

Antes de usar, observe o aspecto do medicamento. Caso ele esteja no prazo de validade e você observe alguma mudança no aspecto, consulte o farmacêutico para saber se poderá utilizá-lo.

Todo medicamento deve ser mantido fora do alcance das crianças.

COMO DEVO USAR ESTE MEDICAMENTO?

Adultos
A posologia varia em função da doença a ser tratada e do nível sanguíneo de 25-hidroxivitamina D [25(OH)D], SEMPRE A CRITÉRIO MÉDICO.
As cápsulas gelatinosas moles de Deforce® devem ser utilizadas por via oral, ingeridas com quantidade suficiente de líquido. Não há estudos quanto aos efeitos de Deforce® (colecalciferol) administrado por vias que não a recomendada. Portanto, por segurança e para eficácia deste medicamento, a administração deve ser somente pela via oral.
A posologia sugerida tem por objetivo manter os níveis séricos de 25(OH)D consistentemente acima de 30 ng/mL.

DEFORCE® 1.000UI: ingerir uma a duas cápsulas gelatinosas moles ao dia, preferencialmente, próximo às refeições.
DEFORCE® 7.000UI: ingerir uma cápsula gelatinosa mole por semana, preferencialmente, próximo às refeições.
DEFORCE® 50.000UI: ingerir uma cápsula gelatinosa mole por semana, preferencialmente, próximo às refeições.

Doses de Ataque - aconselhadas quando a concentração sérica de 25(OH)D está abaixo de 20ng/mL: ingerir uma cápsula gelatinosa mole de Deforce® 7.000 UI por dia ou uma cápsula gelatinosa mole de Deforce® 50.000 UI por semana, preferencialmente, próximo às refeições, durante seis a oito semanas ou até que o nível sérico desejado de 25(OH)D seja atingido.
A resposta ao tratamento com vitamina1 D é muito variável. Portanto, diferentes esquemas posológicos podem ser prescritos, dependendo da patologia19, do nível sérico de 25(OH)D e da resposta do paciente ao tratamento. Assim, a dosagem pode variar em uma faixa terapêutica20 entre 1.000 a 50.000 UI, com doses diárias, semanais ou mensais. O uso deste medicamento por longos períodos só deve ser feito mediante rigorosa orientação médica.

Siga a orientação de seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento. Não interrompa o tratamento sem o conhecimento do seu médico.

Este medicamento não deve ser partido ou mastigado.

O QUE DEVO FAZER QUANDO EU ME ESQUECER DE USAR ESTE MEDICAMENTO?

Caso você se esqueça de tomar uma dose, tome-a assim que for possível.
No entanto, se estiver próximo do horário da dose seguinte, espere por esse horário, respeitando sempre o intervalo determinado pela posologia.
Nunca tome uma dose dupla para compensar a que foi esquecida.

Em caso de dúvidas, procure orientação do farmacêutico ou de seu médico, ou cirurgião-dentista.

QUAIS OS MALES QUE ESTE MEDICAMENTO PODE CAUSAR?

A vitamina1 D, na posologia recomendada, é muito bem tolerada e considerada bastante segura. As reações adversas relatadas com a vitamina1 D, salvo no caso de hipersensibilidade à vitamina1 D, estão relacionadas à ingestão de doses excessivas. Doses diárias de 10.000 UI a 20.000 UI em crianças e 60.000 UI em adultos, podem provocar sintomas21 tóxicos. Estes são consequência do estado de hipercalcemia (concentração excessiva de cálcio no sangue10).
No caso de hipersensibilidade à vitamina1 D, os sinais22 e sintomas21 apresentados são semelhantes aos dos efeitos tóxicos da vitamina1 D.
Ao classificar a frequência das reações adversas da vitamina1 D3, são utilizados os seguintes parâmetros:

Reações comuns (>1/100 e <1/10): secura da boca23, dor de cabeça24, polidipsia25 (sede excessiva), poliúria26 (eliminação de grande volume de urina27 num dado período), perda de apetite, náuseas28 (ânsia de vômito29), vômitos30, fadiga31, sensação de fraqueza, dor muscular, prurido32 (coceira) e perda de peso.

Reações raras (>0,01% e <0,1%): vômitos30, dores abdominais, polidipsia25, poliúria26, diarreias e eventual desidratação33. Com o uso prolongado de doses excessivas de vitamina1 D, podem ocorrer alterações, como: nefrocalcinose (depósito de cálcio nos rins12), insuficiência renal11 (mal funcionamento dos rins12) e hipertensão arterial34. Efeitos dislipidêmicos (distúrbios nos níveis de gorduras no sangue10), caracterizados pela redução do HDL35- colesterol36 (o bom colesterol36) e aumento do LDL37-colesterol36 (o mau colesterol36), têm sido observados quando a vitamina1 D é administrada isolada em mulheres no período pós-menopausa2.
Doses relativamente baixas podem produzir toxicidade15 em crianças pequenas hipersensíveis.
A hipervitaminose D é reversível com a descontinuação do tratamento, a menos que ocorra dano renal38 grave.

Informe ao seu médico, cirurgião-dentista ou farmacêutico o aparecimento de reações indesejáveis pelo uso do medicamento. Informe também à empresa através do seu serviço de atendimento.

O QUE FAZER SE ALGUÉM USAR UMA QUANTIDADE MAIOR DO QUE A INDICADA DESTE MEDICAMENTO?

São raros os casos de intoxicação por vitamina1 D. A vitamina1 D é muito bem tolerada e muito segura em doses bem maiores do que as necessárias para atingir os seus benefícios máximos. Não está claramente definido o limite superior de ingestão diária de vitamina1 D, necessário para causar toxicidade15. Sua dose tóxica varia de pessoa para pessoa. Os casos publicados envolviam uma ingestão superior a 40.000 UI (1.000 mcg)/dia por, pelo menos, 1 mês.
O primeiro sinal39 de toxicidade15 de vitamina1 D é hipercalciúria40 (excesso de cálcio na urina27) que não dá sintomas21. Segue-se a hipercalcemia (excesso de cálcio no sangue10). Nesta fase podem ser observados os seguintes sintomas21: náusea41 (ânsia de vômito29), vômitos30, perda do apetite, sede excessiva, constipação42 intestinal alternada com diarreia43, cansaço, perda de peso, prurido32 (coceira), confusão mental, nervosismo, hipertensão arterial34 (pressão arterial44 alta), arritmias45 cardíacas (ritmo cardíaco anormal). Na hipercalcemia, o cálcio pode se depositar em todo o organismo, especialmente nos rins12, onde pode provocar lesões46 graves. Quando a função renal38 se deteriora (insuficiência renal11), as proteínas47 do sangue10 passam para a urina27 (proteinúria48) e a concentração de ureia49 no sangue10 aumenta.
A primeira coisa a se fazer é interromper, imediatamente, o suplemento de vitamina1 D e de cálcio, se este também estiver sendo usado; instituir uma dieta com baixo teor de cálcio, para diminuir os efeitos da sua alta concentração no sangue10, e hidratar convenientemente o paciente (oferecer 8 copos de água por dia).
O paciente deverá ser encaminhado a um serviço médico para avaliação do seu estado, se submeter a alguns exames laboratoriais (principalmente, dosagem dos níveis sanguíneos de 25-hidróxivitamina D e de cálcio, fosfato e avaliação da função renal38) e receber tratamento adequado, se for necessário.
Desde que o estado de hipercalcemia não persista, a toxicidade15 por excesso de vitamina1 D pode ser corrigida sem sequelas50.

Em caso de uso de grande quantidade deste medicamento, procure rapidamente socorro médico e leve a embalagem ou bula do medicamento, se possível. Ligue para 0800 722 6001, se você precisar de mais orientações.

DIZERES LEGAIS

 

VENDA SOB PRESCRIÇÃO MÉDICA.

 

Nº de Registro M.S.: 1.5651.0073
Farmacêutica Responsável: Leticia Azadinho Amorim CRF-RJ nº 18.465

Fabricado e Embalado por: CATALENT BRASIL LTDA
Av. José Vieira, 446 Distrito Industrial Domingos Giomi – Indaiatuba / SP Indústria Brasileira

Registrado por:
ZYDUS NIKKHO FARMACÊUTICA LTDA.
Estrada Governador Chagas Freitas, 340 Ilha do Governador – Rio de Janeiro - RJ
CNPJ: 05.254.971/0001-81
Indústria Brasileira

 

Serviço de Atendimento ao Cliente 0800 282 99 11

Antes de consumir qualquer medicamento, consulte seu médico (http://www.catalogo.med.br).

Complementos

1 Vitamina: Compostos presentes em pequenas quantidades nos diversos alimentos e nutrientes e que são indispensáveis para o desenvolvimento dos processos biológicos normais.
2 Menopausa: Estado fisiológico caracterizado pela interrupção dos ciclos menstruais normais, acompanhada de alterações hormonais em mulheres após os 45 anos.
3 Raquitismo: Doença decorrente da mineralização inadequada do osso em crescimento, ou seja, da placa epifisária. Está entre as doenças mais comuns da infância em países em desenvolvimento. A causa predominante é a deficiência de vitamina D, seja por exposição insuficiente à luz solar ou baixa ingestão através da dieta; mas a deficiência de cálcio na dieta também pode gerar um quadro de raquitismo. A osteomalácia é o termo usado para descrever uma condição semelhante que ocorre em adultos, geralmente devido à falta de vitamina D.
4 Osteomalácia: Enfraquecimento e desmineralização dos ossos nos adultos devido a uma deficiência em vitamina D (na criança esta situação denomina-se raquitismo). O crescimento do osso normal requer um aporte adequado de cálcio e fósforo através da alimentação, mas o organismo não consegue absorver estes minerais sem que haja uma quantidade suficiente de vitamina D. O organismo obtém esta vitamina de certos alimentos e da ação da luz solar sobre a pele; a sua carência resulta em amolecimento e enfraquecimento dos ossos, que se tornam vulneráveis a fraturas.
5 Osteoporose: Doença óssea caracterizada pela diminuição da formação de matriz óssea que predispõe a pessoa a sofrer fraturas com traumatismos mínimos ou mesmo na ausência deles. É influenciada por hormônios, sendo comum nas mulheres pós-menopausa. A terapia de reposição hormonal, que administra estrógenos a mulheres que não mais o produzem, tem como um dos seus objetivos minimizar esta doença.
6 Calcificação: 1. Ato, processo ou efeito de calcificar(-se). 2. Aplicação de materiais calcíferos básicos para diminuir o grau de acidez dos solos e favorecer seu aproveitamento na agricultura. 3. Depósito de cálcio nos tecidos, que pode ser normal ou patológico. 4. Acúmulo ou depósito de carbonato de cálcio ou de carbonato de magnésio em uma camada de profundidade próxima a do limite de percolação da água no solo, que resulta em certa mobilidade deste e alteração de suas propriedades químicas.
7 Aterosclerose: Tipo de arteriosclerose caracterizado pela formação de placas de ateroma sobre a parede das artérias.
8 Artérias: Os vasos que transportam sangue para fora do coração.
9 Insuficiência Cardíaca: É uma condição na qual a quantidade de sangue bombeada pelo coração a cada minuto (débito cardíaco) é insuficiente para suprir as demandas normais de oxigênio e de nutrientes do organismo. Refere-se à diminuição da capacidade do coração suportar a carga de trabalho.
10 Sangue: O sangue é uma substância líquida que circula pelas artérias e veias do organismo. Em um adulto sadio, cerca de 45% do volume de seu sangue é composto por células (a maioria glóbulos vermelhos, glóbulos brancos e plaquetas). O sangue é vermelho brilhante, quando oxigenado nos pulmões (nos alvéolos pulmonares). Ele adquire uma tonalidade mais azulada, quando perde seu oxigênio, através das veias e dos pequenos vasos denominados capilares.
11 Insuficiência renal: Condição crônica na qual o corpo retém líquido e excretas pois os rins não são mais capazes de trabalhar apropriadamente. Uma pessoa com insuficiência renal necessita de diálise ou transplante renal.
12 Rins: Órgãos em forma de feijão que filtram o sangue e formam a urina. Os rins são localizados na região posterior do abdômen, um de cada lado da coluna vertebral.
13 Gravidez: Condição de ter um embrião ou feto em desenvolvimento no trato reprodutivo feminino após a união de ovo e espermatozóide.
14 Lactação: Fenômeno fisiológico neuro-endócrino (hormonal) de produção de leite materno pela puérpera no pós-parto; independente dela estar ou não amamentando.Toda mulher após o parto tem produção de leite - lactação; mas, infelizmente nem todas amamentam.
15 Toxicidade: Capacidade de uma substância produzir efeitos prejudiciais ao organismo vivo.
16 Antiácidos: É uma substância que neutraliza o excesso de ácido, contrariando o seu efeito. É uma base que aumenta os valores de pH de uma solução ácida.
17 Diuréticos: Grupo de fármacos que atuam no rim, aumentando o volume e o grau de diluição da urina. Eles depletam os níveis de água e cloreto de sódio sangüíneos. São usados no tratamento da hipertensão arterial, insuficiência renal, insuficiência cardiaca ou cirrose do fígado. Há dois tipos de diuréticos, os que atuam diretamente nos túbulos renais, modificando a sua atividade secretora e absorvente; e aqueles que modificam o conteúdo do filtrado glomerular, dificultando indiretamente a reabsorção da água e sal.
18 Saúde: 1. Estado de equilíbrio dinâmico entre o organismo e o seu ambiente, o qual mantém as características estruturais e funcionais do organismo dentro dos limites normais para sua forma de vida e para a sua fase do ciclo vital. 2. Estado de boa disposição física e psíquica; bem-estar. 3. Brinde, saudação que se faz bebendo à saúde de alguém. 4. Força física; robustez, vigor, energia.
19 Patologia: 1. Especialidade médica que estuda as doenças e as alterações que estas provocam no organismo. 2. Qualquer desvio anatômico e/ou fisiológico, em relação à normalidade, que constitua uma doença ou caracterize determinada doença. 3. Por extensão de sentido, é o desvio em relação ao que é próprio ou adequado ou em relação ao que é considerado como o estado normal de uma coisa inanimada ou imaterial.
20 Terapêutica: Terapia, tratamento de doentes.
21 Sintomas: Alterações da percepção normal que uma pessoa tem de seu próprio corpo, do seu metabolismo, de suas sensações, podendo ou não ser um indício de doença. Os sintomas são as queixas relatadas pelo paciente mas que só ele consegue perceber. Sintomas são subjetivos, sujeitos à interpretação pessoal. A variabilidade descritiva dos sintomas varia em função da cultura do indivíduo, assim como da valorização que cada pessoa dá às suas próprias percepções.
22 Sinais: São alterações percebidas ou medidas por outra pessoa, geralmente um profissional de saúde, sem o relato ou comunicação do paciente. Por exemplo, uma ferida.
23 Boca: Cavidade oral ovalada (localizada no ápice do trato digestivo) composta de duas partes
24 Cabeça:
25 Polidipsia: Sede intensa, pode ser um sinal de diabetes.
26 Poliúria: Diurese excessiva, pode ser um sinal de diabetes.
27 Urina: Resíduo líquido produzido pela filtração renal no organismo, estocado na bexiga e expelido pelo ato de urinar.
28 Náuseas: Vontade de vomitar. Forma parte do mecanismo complexo do vômito e pode ser acompanhada de sudorese, sialorréia (salivação excessiva), vertigem, etc .
29 Vômito: É a expulsão ativa do conteúdo gástrico pela boca. Pode ser classificado como: alimentar, fecalóide, biliar, em jato, pós-prandial. Sinônimo de êmese. Os medicamentos que agem neste sintoma são chamados de antieméticos.
30 Vômitos: São a expulsão ativa do conteúdo gástrico pela boca. Podem ser classificados em: alimentar, fecalóide, biliar, em jato, pós-prandial. Sinônimo de êmese. Os medicamentos que agem neste sintoma são chamados de antieméticos.
31 Fadiga: 1. Sensação de enfraquecimento resultante de esforço físico. 2. Trabalho cansativo. 3. Redução gradual da resistência de um material ou da sensibilidade de um equipamento devido ao uso continuado.
32 Prurido: 1.    Na dermatologia, o prurido significa uma sensação incômoda na pele ou nas mucosas que leva a coçar, devido à liberação pelo organismo de substâncias químicas, como a histamina, que irritam algum nervo periférico. 2.    Comichão, coceira. 3.    No sentido figurado, prurido é um estado de hesitação ou dor na consciência; escrúpulo, preocupação, pudor. Também pode significar um forte desejo, impaciência, inquietação.
33 Desidratação: Perda de líquidos do organismo pelo aumento importante da freqüência urinária, sudorese excessiva, diarréia ou vômito.
34 Hipertensão arterial: Aumento dos valores de pressão arterial acima dos valores considerados normais, que no adulto são de 140 milímetros de mercúrio de pressão sistólica e 85 milímetros de pressão diastólica.
35 HDL: Abreviatura utilizada para denominar um tipo de proteína encarregada de transportar o colesterol sanguíneo, que se relaciona com menor risco cardiovascular. Também é conhecido como “Bom Colesterol”. Seus valores normais são de 35-50mg/dl.
36 Colesterol: Tipo de gordura produzida pelo fígado e encontrada no sangue, músculos, fígado e outros tecidos. O colesterol é usado pelo corpo para a produção de hormônios esteróides (testosterona, estrógeno, cortisol e progesterona). O excesso de colesterol pode causar depósito de gordura nos vasos sangüíneos. Seus componentes são: HDL-Colesterol: tem efeito protetor para as artérias, é considerado o bom colesterol. LDL-Colesterol: relacionado às doenças cardiovasculares, é o mau colesterol. VLDL-Colesterol: representa os triglicérides (um quinto destes).
37 LDL: Lipoproteína de baixa densidade, encarregada de transportar colesterol através do sangue. Devido à sua tendência em depositar o colesterol nas paredes arteriais e a produzir aterosclerose, tem sido denominada “mau colesterol“.
38 Renal: Relacionado aos rins. Uma doença renal é uma doença dos rins. Insuficiência renal significa que os rins pararam de funcionar.
39 Sinal: 1. É uma alteração percebida ou medida por outra pessoa, geralmente um profissional de saúde, sem o relato ou comunicação do paciente. Por exemplo, uma ferida. 2. Som ou gesto que indica algo, indício. 3. Dinheiro que se dá para garantir um contrato.
40 Hipercalciúria: Eliminação de quantidade anormalmente grande de cálcio na urina.
41 Náusea: Vontade de vomitar. Forma parte do mecanismo complexo do vômito e pode ser acompanhada de sudorese, sialorréia (salivação excessiva), vertigem, etc.
42 Constipação: Retardo ou dificuldade nas defecações, suficiente para causar desconforto significativo para a pessoa. Pode significar que as fezes são duras, difíceis de serem expelidas ou infreqüentes (evacuações inferiores a três vezes por semana), ou ainda a sensação de esvaziamento retal incompleto, após as defecações.
43 Diarréia: Aumento do volume, freqüência ou quantidade de líquido nas evacuações.Deve ser a manifestação mais freqüente de alteração da absorção ou transporte intestinal de substâncias, alterações estas que em geral são devidas a uma infecção bacteriana ou viral, a toxinas alimentares, etc.
44 Pressão arterial: A relação que define a pressão arterial é o produto do fluxo sanguíneo pela resistência. Considerando-se a circulação como um todo, o fluxo total é denominado débito cardíaco, enquanto a resistência é denominada de resistência vascular periférica total.
45 Arritmias: Arritmia cardíaca é o nome dado a diversas perturbações que alteram a frequência ou o ritmo dos batimentos cardíacos.
46 Lesões: 1. Ato ou efeito de lesar (-se). 2. Em medicina, ferimento ou traumatismo. 3. Em patologia, qualquer alteração patológica ou traumática de um tecido, especialmente quando acarreta perda de função de uma parte do corpo. Ou também, um dos pontos de manifestação de uma doença sistêmica. 4. Em termos jurídicos, prejuízo sofrido por uma das partes contratantes que dá mais do que recebe, em virtude de erros de apreciação ou devido a elementos circunstanciais. Ou também, em direito penal, ofensa, dano à integridade física de alguém.
47 Proteínas: Um dos três principais nutrientes dos alimentos. Alimentos que fornecem proteína incluem carne vermelha, frango, peixe, queijos, leite, derivados do leite, ovos.
48 Proteinúria: Presença de proteínas na urina, indicando que os rins não estão trabalhando apropriadamente.
49 Ureia: 1. Resíduo tóxico produzido pelo organismo, resulta da quebra de proteínas pelo fígado. É normalmente removida do organismo pelos rins e excretada na urina. 2. Substância azotada. Composto orgânico cristalino, incolor, de fórmula CO(NH2)2 (ou CH4N2O), com um ponto de fusão de 132,7 °C.
50 Sequelas: 1. Na medicina, é a anomalia consequente a uma moléstia, da qual deriva direta ou indiretamente. 2. Ato ou efeito de seguir. 3. Grupo de pessoas que seguem o interesse de alguém; bando. 4. Efeito de uma causa; consequência, resultado. 5. Ato ou efeito de dar seguimento a algo que foi iniciado; sequência, continuação. 6. Sequência ou cadeia de fatos, coisas, objetos; série, sucessão. 7. Possibilidade de acompanhar a coisa onerada nas mãos de qualquer detentor e exercer sobre ela as prerrogativas de seu direito.

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