Preço de Vivencia Patch em Cambridge/SP: R$ 115,90

Bula do paciente Bula do profissional

Vivencia Patch
(Bula do profissional de saúde)

Aché Laboratórios Farmacêuticos S.A

Atualizado em 07/07/2023

IDENTIFICAÇÃO DO MEDICAMENTO

Vivencia Patch
rivastigmina
Adesivos transdérmicos

FORMA FARMACÊUTICA E APRESENTAÇÃO:

Adesivos transdérmicos 5 cm², 10 cm² e 15 cm²
Embalagens contendo 7, 15 ou 30 adesivos

USO TRANSDÉRMICO
USO ADULTO

COMPOSIÇÃO:

Cada adesivo transdérmico de 5 cm² de Vivencia Patch contém 9 mg de rivastigmina, cujo percentual de liberação é de 4,6 mg/24 h.

Cada adesivo transdérmico de 10 cm² de Vivencia Patch contém 18 mg de rivastigmina, cujo percentual de liberação é de 9,5 mg/24 h.

Cada adesivo transdérmico de 15 cm² de Vivencia Patch contém 27 mg de rivastigmina, cujo percentual de liberação é de 13,3 mg/24 h.

Excipientes: acrilato de etil-hexila, acrilato de metila, ácido acrílico, metacrilato de butila, metacrilato de metila e sílica metilada trimetilada.

INFORMAÇÕES TÉCNICAS AOS PROFISSIONAIS DE SAÚDE1

INDICAÇÕES

Tratamento de pacientes com demência2 leve a moderadamente grave do tipo Alzheimer3, também conhecida como doença de Alzheimer4 provável ou doença de Alzheimer4.

Tratamento de pacientes com demência2 leve a moderadamente grave associada à doença de Parkinson5.

RESULTADOS DE EFICÁCIA

Estudos clínicos na doença de Alzheimer4

A eficácia da rivastigmina adesivos transdérmicos 10 e 15 cm2 em pacientes com demência2 leve a moderadamente grave do tipo Alzheimer3 foi demonstrada em um estudo duplo-cego6, placebo7 controlado de 24 semanas e na sua fase aberta de extensão e um estudo comparativo, duplo-cego, ativo de 48 semanas.

Demência2 leve a moderada de Alzheimer3 Estudos controlados de 24 semanas

Os pacientes envolvidos em um estudo placebo7 controlado tiveram um MEEM (Mini Exame do Estado Mental) de 10 - 20. A eficácia foi estabelecida através do uso de instrumentos independentes de avaliação e de domínio específico, os quais foram aplicados a intervalos regulares durante o período de 24 semanas de tratamento. Isso inclui o ADAS-Cog (uma medida de cognição8 baseada no desempenho), o ADCS-CGIC (uma avaliação global compreensiva do paciente pelo médico envolvendo os dados do cuidador) e o ADCS-ADL (uma avaliação medida pelo cuidador sobre as atividades do cotidiano incluindo higiene pessoal, alimentação, vestir-se, tarefas domésticas tais como compras, retenção da habilidade para se orientar no ambiente tão bem quanto o envolvimento em atividades relacionadas a finanças). Os resultados de 24 semanas para os três instrumentos de avaliação estão resumidos na Tabela 11,2,3.

Tabela 1: Resultados de 24 semanas para as três ferramentas de avaliação em pacientes com demência2 por doença de Alzheimer4 leve a moderada

População ITT-LOCF

Rivastigmina 10 cm²
n=251

Rivastigmina 20 cm²
n=264

Rivastigmina cápsula 12 mg/dia
n=256

Placebo7
n=282

ADAS – Cog

Linha de base ± DP

Alteração média na semana 24 ± DP

Valor p vs placebo7

(n=248)

27,0 ± 10,3

-0,6 ± 6,4

0,005*¹

(n=262)

27,4 ± 9,7

-1,6 ± 6,5

<0,001*¹

(n=253)

27,9 ± 9,4

-0,6 ± 6,2

0,003*¹

(n=281)

28,6 ± 9,9

1,0 ± 6,8

 

ADCS – CGIC

População média ± DP

Valor p vs placebo7

(n=248)

3,9 ± 1,20

0,010*2

(n=260)

4,0 ± 1,27

0,054*2

(n=253)

3,9 ± 1,25

0,009*2

(n=278)

4,2 ± 1,26

 

ADCS - ADL

Linha de base ± DP

Alteração média na semana 24 ± DP

Valor p vs placebo7

(n=247)

50,1 ± 16,3

-0,1 ± 9,1

0,013*2

(n=263)

47,6 ± 15,7

0,0 ± 11,6

0,017*2

(n=254)

49,3 ± 15,8

-0,5 ± 9,5

0,39*2

(n=281)

49,2 ± 16,0

-2,3 ± 9,4

 

* p ≤ 0,05 vs placebo7
ITT: Intent-To-Treat; LOCF: Last Observation Carried Forward.
1 Baseado em ANCOVA com o tratamento e o país como fatores e o valor de linha de base como uma covariante. As alterações negativas do ADAS-Cog indicam melhora. As alterações positivas do ADCS-ADL indicam melhora.
2 Baseado no teste CMH (teste van Elteren) por país. As pontuações ADCS-CGIC < 4 indicam melhora.

Os resultados para respostas clinicamente relevantes do estudo de 24 semanas são apresentados na Tabela 2. Evoluções clinicamente relevantes foram definidas a priori como: melhora de pelo menos 4 pontos no ADAS-Cog, ausência de piora no ADCS-CGIC e ausência de piora no ADCS-ADL 1,2.

Tabela 2: Resultados para respostas clinicamente relevantes do estudo placebo7 controlado de 24 semanas em pacientes com demência2 por doença de Alzheimer4 leve a moderada

 

Pacientes com respostas clinicamente significantes (%)

Rivastigmina 10 cm²

Rivastigmina 20 cm²

Rivastigmina cápsula 12 mg/dia

Placebo7

Melhora de pelo menos 4 pontos no ADAS-Cog com ausência de piora no ADCS-CGIC e no ADCS-ADL

 

17,4 *

 

20,2 **

 

19,0**

 

10,5

* p < 0,05, ** p < 0,01 vs placebo7

 

Resultados similares foram observados com rivastigmina adesivos transdérmicos 10 cm² em estudos controlados realizados separadamente em pacientes chineses e japoneses, com demência2 de Alzheimer3 leve a moderadamente grave.

Estudo comparativo ativo controlado de 48 semanas4

Pacientes envolvidos no estudo comparativo ativo controlado, tinham uma linha de base inicial de pontuação MEEM (Mini Exame do Estado Mental) de 10-24. O estudo foi desenhado para comparar a eficácia de rivastigmina adesivos transdérmicos 15 cm² vs rivastigmina adesivos transdérmicos 10 cm² durante uma fase de tratamento duplo-cego de 48 semanas em pacientes com demência2 por doença de Alzheimer4, que demonstrou declínio funcional e cognitivo9 após as 24-48 iniciais do tratamento de fase aberta, enquanto manteve a dose de rivastigmina adesivos transdérmicos 10 cm². O declínio funcional foi avaliado pelo investigador e o declínio cognitivo9 foi definido como uma diminuição na pontuação no MEEM > 2 pontos em relação à visita anterior ou um decréscimo ≥ 3 pontos da linha de base. A eficácia foi estabelecida pelo uso independente, ferramentas de domínio específico de avaliação que foram aplicadas em intervalos regulares durante o período de tratamento de 48 semanas. Estas incluem a ADAS-Cog (uma medida de desempenho baseada em cognição8) e a ADCS-ADL instrumental (uma subescala das atividades ADCS-ADL de escala da vida diária que avalia as atividades instrumentais que são pensadas para envolver as mais complexas atividades cognitivas que representam clinicamente significativas atividades funcionais da vida diária, que incluem manutenção financeira, preparação de refeições, compras, capacidade de orientar-se ao ambiente, capacidade de serem deixados sozinhos, etc)4. Os resultados de 48 semanas para as duas ferramentas de avaliação estão resumidos na Tabela 3.

Tabela 3: Alteração média nas pontuações de ADAS-Cog e ADCS-IADL da linha de base duplo-cego ao longo do tempo em pacientes com demência2 por doença de Alzheimer4 leve a moderada.

INFORMAÇÕES TÉCNICAS AOS PROFISSIONAIS DE SAÚDE1

INDICAÇÕES

Tratamento de pacientes com demência2 leve a moderadamente grave do tipo Alzheimer3, também conhecida como doença de Alzheimer4 provável ou doença de Alzheimer4.

Tratamento de pacientes com demência2 leve a moderadamente grave associada à doença de Parkinson5.

RESULTADOS DE EFICÁCIA

Estudos clínicos na doença de Alzheimer4

A eficácia da rivastigmina adesivos transdérmicos 10 e 15 cm2 em pacientes com demência2 leve a moderadamente grave do tipo Alzheimer3 foi demonstrada em um estudo duplo-cego6, placebo7 controlado de 24 semanas e na sua fase aberta de extensão e um estudo comparativo, duplo-cego, ativo de 48 semanas.

Demência2 leve a moderada de Alzheimer3 Estudos controlados de 24 semanas

Os pacientes envolvidos em um estudo placebo7 controlado tiveram um MEEM (Mini Exame do Estado Mental) de 10 - 20. A eficácia foi estabelecida através do uso de instrumentos independentes de avaliação e de domínio específico, os quais foram aplicados a intervalos regulares durante o período de 24 semanas de tratamento. Isso inclui o ADAS-Cog (uma medida de cognição8 baseada no desempenho), o ADCS-CGIC (uma avaliação global compreensiva do paciente pelo médico envolvendo os dados do cuidador) e o ADCS-ADL (uma avaliação medida pelo cuidador sobre as atividades do cotidiano incluindo higiene pessoal, alimentação, vestir-se, tarefas domésticas tais como compras, retenção da habilidade para se orientar no ambiente tão bem quanto o envolvimento em atividades relacionadas a finanças). Os resultados de 24 semanas para os três instrumentos de avaliação estão resumidos na Tabela 11,2,3.

Tabela 1: Resultados de 24 semanas para as três ferramentas de avaliação em pacientes com demência2 por doença de Alzheimer4 leve a moderada

População ITT-LOCF

Rivastigmina 10 cm²
n=251

Rivastigmina 20 cm²
n=264

Rivastigmina cápsula 12 mg/dia
n=256

Placebo7
n=282

ADAS – Cog

Linha de base ± DP

Alteração média na semana 24 ± DP

Valor p vs placebo7

(n=248)

27,0 ± 10,3

-0,6 ± 6,4

0,005*¹

(n=262)

27,4 ± 9,7

-1,6 ± 6,5

<0,001*¹

(n=253)

27,9 ± 9,4

-0,6 ± 6,2

0,003*¹

(n=281)

28,6 ± 9,9

1,0 ± 6,8

 

ADCS – CGIC

População média ± DP

Valor p vs placebo7

(n=248)

3,9 ± 1,20

0,010*2

(n=260)

4,0 ± 1,27

0,054*2

(n=253)

3,9 ± 1,25

0,009*2

(n=278)

4,2 ± 1,26

 

ADCS - ADL

Linha de base ± DP

Alteração média na semana 24 ± DP

Valor p vs placebo7

(n=247)

50,1 ± 16,3

-0,1 ± 9,1

0,013*2

(n=263)

47,6 ± 15,7

0,0 ± 11,6

0,017*2

(n=254)

49,3 ± 15,8

-0,5 ± 9,5

0,39*2

(n=281)

49,2 ± 16,0

-2,3 ± 9,4

 

* p ≤ 0,05 vs placebo7
ITT: Intent-To-Treat; LOCF: Last Observation Carried Forward.
1 Baseado em ANCOVA com o tratamento e o país como fatores e o valor de linha de base como uma covariante. As alterações negativas do ADAS-Cog indicam melhora. As alterações positivas do ADCS-ADL indicam melhora.
2 Baseado no teste CMH (teste van Elteren) por país. As pontuações ADCS-CGIC < 4 indicam melhora.

Os resultados para respostas clinicamente relevantes do estudo de 24 semanas são apresentados na Tabela 2. Evoluções clinicamente relevantes foram definidas a priori como: melhora de pelo menos 4 pontos no ADAS-Cog, ausência de piora no ADCS-CGIC e ausência de piora no ADCS-ADL 1,2.

Tabela 2: Resultados para respostas clinicamente relevantes do estudo placebo7 controlado de 24 semanas em pacientes com demência2 por doença de Alzheimer4 leve a moderada

 

Pacientes com respostas clinicamente significantes (%)

Rivastigmina 10 cm²

Rivastigmina 20 cm²

Rivastigmina cápsula 12 mg/dia

Placebo7

Melhora de pelo menos 4 pontos no ADAS-Cog com ausência de piora no ADCS-CGIC e no ADCS-ADL

 

17,4 *

 

20,2 **

 

19,0**

 

10,5

* p < 0,05, ** p < 0,01 vs placebo7

 

Resultados similares foram observados com rivastigmina adesivos transdérmicos 10 cm² em estudos controlados realizados separadamente em pacientes chineses e japoneses, com demência2 de Alzheimer3 leve a moderadamente grave.

Estudo comparativo ativo controlado de 48 semanas4

Pacientes envolvidos no estudo comparativo ativo controlado, tinham uma linha de base inicial de pontuação MEEM (Mini Exame do Estado Mental) de 10-24. O estudo foi desenhado para comparar a eficácia de rivastigmina adesivos transdérmicos 15 cm² vs rivastigmina adesivos transdérmicos 10 cm² durante uma fase de tratamento duplo-cego de 48 semanas em pacientes com demência2 por doença de Alzheimer4, que demonstrou declínio funcional e cognitivo9 após as 24-48 iniciais do tratamento de fase aberta, enquanto manteve a dose de rivastigmina adesivos transdérmicos 10 cm². O declínio funcional foi avaliado pelo investigador e o declínio cognitivo9 foi definido como uma diminuição na pontuação no MEEM > 2 pontos em relação à visita anterior ou um decréscimo ≥ 3 pontos da linha de base. A eficácia foi estabelecida pelo uso independente, ferramentas de domínio específico de avaliação que foram aplicadas em intervalos regulares durante o período de tratamento de 48 semanas. Estas incluem a ADAS-Cog (uma medida de desempenho baseada em cognição8) e a ADCS-ADL instrumental (uma subescala das atividades ADCS-ADL de escala da vida diária que avalia as atividades instrumentais que são pensadas para envolver as mais complexas atividades cognitivas que representam clinicamente significativas atividades funcionais da vida diária, que incluem manutenção financeira, preparação de refeições, compras, capacidade de orientar-se ao ambiente, capacidade de serem deixados sozinhos, etc)4. Os resultados de 48 semanas para as duas ferramentas de avaliação estão resumidos na Tabela 3.

Tabela 3: Alteração média nas pontuações de ADAS-Cog e ADCS-IADL da linha de base duplo-cego ao longo do tempo em pacientes com demência2 por doença de Alzheimer4 leve a moderada.

População visitada

rivastigmina adesivos transdérmicos 15 cm²
N=265

rivastigmina adesivos transdérmicos 10 cm²
N=271

rivastigmina adesivos transdérmicos 15 cm²
- rivastigmina adesivos transdérmicos 10 cm²

ADAS Cog

 

LOCF

 

 

Linha  de base

Média

Média

DLSM

95% CI

Valor – p

(n=264)

(n=268)

 

 

 

34,4

34,9

Duplo-cego
semana 24

Valor

35,4

37,1

 

 

 

Variação

1,0

2,2

-1,3

(-2,5, -0,2)

0,027*

Duplo-cego

semana 48

Valor

38,5

39,7

 

 

 

Variação

4,1 4,9 -0,8 (-2,1, 0,5) 0,227

ADAS Cog

 

LOCF

 

Linha  de base

(n=265)

(n=271)

 

 

 

27,5

25,8

Duplo-cego
semana 24

Valor

26,0

22,9

 

 

 

Variação

-1,5

-2,8

1,7

(0,5, 2,9)

0,005*

Duplo-cego

semana 48

Valor

23,1

19,6

 

 

 

Variação

-4,4 -6,2 2,2 (0,8, 3,6) 0,002*

ANCOVA - análise de covariância, IC - intervalo de confiança, DB - duplo-cego.
DLSM - diferença nos valores mínimos, LOCF - última observação levada adiante.
Pontuações ADAS-Cog: A diferença negativa em DLSM indica uma maior melhoria com rivastigmina adesivos transdérmicos 15 cm2 em comparação com rivastigmina adesivos transdérmicos 10 cm2.
Pontuações ADCS-IADL: A diferença positiva na DLSM indica uma maior melhoria com rivastigmina adesivos transdérmicos 15 cm2 em comparação com rivastigmina adesivos transdérmicos 10 cm2.
n é o número de pacientes com uma avaliação no início do estudo e a visita correspondente.
A DLSM, IC 95%, e valor de p são baseados em um modelo de ANCOVA ajustado para o país e de base.
* p < 0,05.

Demência2 associada à doença de Parkinson5

A eficácia e segurança da rivastigmina em pacientes portadores de demência2 associada à doença de Parkinson5 têm sido demonstradas com rivastigmina cápsulas, porém não foram conduzidos estudos com rivastigmina adesivos transdérmicos.

Dados farmacocinéticos modelados de um estudo conduzido com os adesivos transdérmicos de rivastigmina, em pacientes com a doença de Alzheimer4, demonstrou que a exposição diária total (AUC10) de rivastigmina adesivos transdérmicos 10 cm² é aproximadamente equivalente à exposição obtida com a cápsula de 6 mg duas vezes ao dia. A dose de rivastigmina cápsulas 6 mg duas vezes ao dia é a maior dose usada em pacientes portadores de demência2 associada à doença de Parkinson5. A dose média diária de manutenção com cápsulas que oferece eficácia superior comparada ao placebo7 em ADAS-Cog e ADCS-CGIC foi de 8,7 mg de rivastigmina. Esta evidência suporta o uso de rivastigmina adesivos transdérmicos em pacientes portadores de demência2 associada à doença de Parkinson5.

Referências Bibliográficas

  1. [Zechner S, Bernhard G] A 24-week, multicenter, randomized, double-blind, placebo7 and active-controlled, parallel-group evaluation of the efficacy, safety and tolerability of the once-daily Exelon® patch formulation in patients with probable Alzheimer’s disease (MMSE 10-20), Novartis Pharma AG. Basel, Switzerland. 19 Jun 06.
  2. [Tekin S, Nagel J, Quarg P] Clinical Overview in Alzheimer’s Disease and Dementia associated with Parkinson’s Disease patch. 08 Aug 06.
  3. Exelon /Prometax (rivastigmine). 2.5 Clinical Overview. Rationale for changes to Core Data Sheet (CDS) / Product Information – Addition of new clinical data from Study D2344 (China), Study D1301 (Japan) and Study DUS44 extension – sections Clinical and ADR. Novartis. 6-May-2014.
  4. Exelon/Prometax (rivastigmine). 2.5 Clinical Overview. Rationale for changes to Core Data Sheet (CDS) / Exelon Patch 15 in patients with Alzheimer’s dementia. Novartis. 8-Nov-2011.
  5. Exelon/Prometax (rivastigmine). 2.5 Clinical Overview. Rationale for changes to Core Data Sheet (CDS) / Exelon capsule and patch in dementia associated with Parkinson’s disease. Novartis Pharma AG, 31-Mar-2011.
  6. [Kuhl DE, Minoshima S, Fessler JÁ et. al. (1996)] In vivo mapping of cholinergic terminals in normal aging, Alzheimer’s disease, and Parkinson’s disease. Ann Neurol;40:399-410.
  7. [Perry EK, Curtis M, Dick DJ et. al. (1985)] Cholinergic correlates of cognitive impairment in Parkinson's disease: comparisons with Alzheimer's disease. Journal of Neurology, Neurosurgery, and Psychiatry;48:413-421.

CARACTERÍSTICAS FARMACOLÓGICAS

Mecanismo de ação/farmacodinâmica

Classe farmacoterapêutica: inibidor seletivo da colinesterase cerebral. Código ATC: N06DA03.

As alterações patológicas na doença de Alzheimer4 envolvem as vias neuronais colinérgicas11 que se projetam da base do cérebro12 anterior até o córtex cerebral e o hipocampo13. Essas vias estão envolvidas na atenção, no aprendizado, na memória e em outros processos cognitivos14. Acredita-se que a rivastigmina, um inibidor seletivo da acetil e butirilcolinesterase cerebral do tipo carbamato, facilita a neurotransmissão colinérgica15 pela diminuição da degradação da acetilcolina16 liberada por neurônios17 colinérgicos funcionalmente intactos. Dados de estudos com animais indicam que a rivastigmina aumenta seletivamente a disponibilidade de acetilcolina16 no córtex e no hipocampo13. Dessa forma, a rivastigmina pode apresentar um benefício nos déficits cognitivos14 mediados pelo sistema colinérgico18, associados à doença de Alzheimer4 e à doença de Parkinson5. Além disso, existem evidências de que a inibição da colinesterase poderia diminuir a formação de fragmentos19 da proteína amiloidogênica precursora de beta-amiloide (PAP) e, dessa forma, das placas20 amiloides, que são uma das principais características patológicas da doença de Alzheimer4.

A rivastigmina interage com suas enzimas-alvo pela formação de uma ligação covalente que inativa temporariamente as enzimas. Em homens jovens e saudáveis, uma dose oral de 3,0 mg diminui a atividade da acetilcolinesterase (AChE) no líquido cefalorraquidiano21 em aproximadamente 40% dentro da primeira 1,5 hora após a administração. A atividade da enzima22 retorna aos níveis basais cerca de 9 horas após ter sido atingido o efeito inibitório máximo. A atividade da butirilcolinesterase (BuChE) no líquido cefalorraquidiano21 foi transitoriamente inibida e não foi muito diferente do valor basal após 3,6 horas em voluntários jovens e saudáveis. Em pacientes com a doença de Alzheimer4, a inibição da acetilcolinesterase no líquido cefalorraquidiano21 pela rivastigmina se mostrou dose-dependente até 6 mg administrados duas vezes ao dia, a maior dose testada. A inibição da atividade de BuChE no líquido cefalorraquidiano21 de pacientes com a doença de Alzheimer4 pela rivastigmina, foi similar àquela da AChE, com uma mudança, em relação ao valor basal de mais de 60% após a administração de 6 mg duas vezes ao dia. O efeito da rivastigmina na atividade da AChE e BuChE no líquido cefalorraquidiano21 foi mantido após 12 meses de administração, o mais longo período estudado. Foram encontradas correlações estatisticamente significantes entre o grau de inibição pela rivastigmina da AChE e BuChE no líquido cefalorraquidiano21 e alterações em uma medida composta do desempenho cognitivo23 em pacientes com doença de Alzheimer4; entretanto, somente a inibição da BuChE no líquido cefalorraquidiano21 se correlacionou significativa e consistentemente com melhoras nos subtestes relacionados com a velocidade, atenção e memória.

Farmacocinética

Absorção

A absorção de rivastigmina adesivos transdérmicos é lenta. Após a primeira dose, concentrações detectáveis no plasma24 são observadas após um intervalo de tempo de 0,5 – 1 hora. As concentrações, então, aumentam lentamente e tipicamente, após 8 horas, atingem níveis próximos ao máximo, apesar dos valores máximos (Cmáx) serem com frequência atingidos mais tarde (10 – 16 horas). Após o pico, as concentrações no plasma24 diminuem lentamente pelo tempo restante do período de aplicação de 24 horas. Com a dose múltipla (tal como no estado de equilíbrio), após o adesivo anterior ter sido trocado pelo novo, as concentrações plasmáticas no início decrescem lentamente por aproximadamente 40 minutos em média, até a absorção da nova aplicação tornar-se mais rápida que a eliminação, e os níveis plasmáticos começarem a aumentar novamente e alcançar um novo pico em aproximadamente 8 horas. No estado de equilíbrio, níveis de depressão são aproximadamente 50% dos níveis de pico, ao contrário da dose oral, cujas concentrações caem para virtualmente zero entre as doses (vide as Figuras a seguir). Estes tempos das concentrações plasmáticas são observados com todas as concentrações (tamanhos) dos adesivos investigados, desde o adesivo de 5 cm² ao adesivo de 20 cm². Embora menos pronunciada que a formulação oral, a exposição à rivastigmina (Cmáx e AUC10) aumentou proporcionalmente com o aumento de doses do adesivo. O aumento na AUC10 de rivastigmina em relação à menor dose da rivastigmina adesivos transdérmicos de 5 cm² foi de 2,6; 4,9 e 7,8 vezes, para a rivastigmina adesivos transdérmicos de 10 cm², 15 cm² e 20 cm², respectivamente. O índice de flutuação (IF), isto é, uma medida da diferença relativa entre concentrações de pico e de depressão [(Cmáx – Cmín)/Cavg], estava na faixa de 0,57 a 0,77 para o adesivo, demonstrando assim uma flutuação muito menor entre as concentrações de pico e de depressão do que a formulação oral (IF = 3,96 a 6,24). Conforme determinado pela modelagem compartimental, a rivastigmina adesivos transdérmicos de 20 cm² exibiu exposição (AUC24h) em um paciente típico equivalente àquela que seria proporcionada por uma dose oral de cerca de 9 a 10 mg duas vezes ao dia (isto é, 18 a 20 mg/dia), enquanto que a rivastigmina adesivos transdérmicos de 10 cm² exibiu uma exposição equivalente àquela proporcionada por uma dose oral de cerca de 6 mg duas vezes ao dia (isto é, 12 mg/dia).

Figura 1: Concentrações plasmáticas de rivastigmina seguidas de 24 horas de aplicação do adesivo transdérmico

Figura 2: Concentrações plasmáticas de rivastigmina cápsulas, via oral, duas vezes ao dia

Em um estudo de dose simples que compara diretamente os adesivos com a forma oral, a variabilidade interindivíduos nos parâmetros farmacocinéticos da rivastigmina (ajustada para a dose/kg de peso corpóreo) foi de 43% (Cmáx) e 49% (AUC100-24h) após o adesivo, versus 74% e 103%, respectivamente, após a cápsula oral. Similarmente, a variabilidade interindivíduos nos parâmetros farmacocinéticos de rivastigmina foi menor após o adesivo do que após a cápsula oral no estudo em estado de equilíbrio em pacientes portadores da doença de Alzheimer4 que receberam doses repetidas. A variabilidade interpacientes foi no máximo 45% (Cmáx) e 43% (AUC100-24h) após o adesivo, enquanto que para a forma oral foi de 71% e 73%, respectivamente.

A relação entre a exposição do medicamento no estado de equilíbrio (rivastigmina e metabólito25 NAP226-90) e o peso corporal foi observada nos pacientes com a doença de Alzheimer4. Em comparação aos pacientes com peso corporal de 65 kg, as concentrações da rivastigmina no estado de equilíbrio em pacientes com peso corporal de 35 kg seria aproximadamente o dobro, enquanto que para os pacientes com peso corporal de 100 kg, as concentrações seriam aproximadamente a metade. O efeito do peso corporal na exposição ao medicamento sugere especial atenção durante o aumento na titulação em pacientes com peso corporal muito baixo (veja “Posologia e modo de usar”).

A rivastigmina foi bem liberada do sistema transdérmico durante as 24 horas de aplicação com aproximadamente 50% da dose do medicamento liberada.

A área sob a curva (AUC10) da rivastigmina (e metabólito25 NAP226-90) foi maior quando o adesivo foi aplicado na parte superior das costas26, no peito27 ou no braço. Se nenhuma destas partes estiver disponível, pode-se aplicar no abdômen ou coxa28, no entanto, o profissional deve ter em mente que a exposição plasmática de rivastigmina associada a estas partes é aproximadamente 20–30% mais baixa.

Não há acúmulo relevante de rivastigmina ou metabólito25 NAP226-90 no plasma24 em pacientes com a doença de Alzheimer4, exceto no tratamento com adesivo, no qual os níveis plasmáticos no segundo dia foram maiores do que no primeiro.

O perfil farmacocinético dos adesivos transdérmicos de rivastigmina foi comparável em pacientes com doença de Alzheimer4 e em pacientes com demência2 associada à doença de Parkinson5.

Distribuição

A rivastigmina apresenta uma fraca ligação às proteínas29 plasmáticas (aproximadamente 40%). Ela atravessa facilmente a barreira hematoencefálica e apresenta um volume aparente de distribuição na faixa de 1,8 - 2,7 L/kg.

Metabolismo30

A rivastigmina é rápida e extensivamente metabolizada com uma meia-vida de eliminação aparente no plasma24 de aproximadamente 3,4 horas após remoção do sistema transdérmico. A eliminação foi limitada pela absorção (cinética31 flip-flop), que explica o t1/2 mais longo após administração transdérmica (3,4 h) versus oral ou i.v. (1,4 a 1,7 h). O metabolismo30 é principalmente via hidrólise mediada pela colinesterase para o metabólito25 descarbamilado. In vitro, esse metabólito25 apresenta uma inibição mínima da acetilcolinesterase (<10%). Com base em estudos in vitro, não são esperadas interações medicamentosas farmacocinéticas com fármacos metabolizados pelas seguintes isoenzimas do citocromo: CYP1A2, CYP2D6, CYP3A4/5, CYP2E1, CYP2C9, CYP2C8, CYP2C19 ou CYP2B6. Com base em evidência de estudos com animais, as isoenzimas principais do citocromo P450 estão minimamente envolvidas no metabolismo30 da rivastigmina. A depuração plasmática total de rivastigmina foi de aproximadamente 130 litros/h após 0,2 mg de dose intravenosa e diminuiu para 70 litros/h após 2,7 mg de dose intravenosa, a qual é consistente com a farmacocinética não linear e proporcional da rivastigmina causada pela saturação da sua eliminação.

A taxa de AUC10 do metabólito25 ao precursor foi em torno de 0,7 após aplicação transdérmica versus 3,5 após administração oral, indicando que muito menos metabolismo30 ocorreu após o tratamento transdérmico. Menos NAP226- 90 é formado após a aplicação do adesivo, presumivelmente por causa da ausência do metabolismo30 pré-sistêmico32 (passagem hepática33 inicial).

Eliminação

A rivastigmina inalterada é encontrada em pequenas quantidades na urina34; a excreção renal35 dos metabólitos36 é a principal via de eliminação. Após a administração de 14C-rivastigmina, a eliminação renal35 foi rápida e essencialmente completa (> 90%) em 24 horas. Menos de 1% da dose administrada é excretada nas fezes.

Populações especiais

Pacientes idosos: A idade não tem impacto na exposição à rivastigmina em pacientes portadores da doença de Alzheimer4 tratados com rivastigmina adesivos transdérmicos.

Pacientes com disfunção hepática33Nenhum estudo foi conduzido com rivastigmina adesivos transdérmicos em pacientes com disfunção hepática33. Após administração oral, a Cmáx de rivastigmina foi de aproximadamente 60% maior e a AUC10 de rivastigmina foi mais que duas vezes maiores em pacientes com disfunção hepática33 leve à moderada do que em pacientes saudáveis. Após uma única dose oral de 3 mg ou doses múltiplas orais de 6 mg duas vezes ao dia, o clearance (depuração) oral médio da rivastigmina foi de aproximadamente 60-65% mais baixo em pacientes (n = 10, biópsia37 comprovada) com insuficiência hepática38 leve (n = 7, Child-Pugh 5-6) e moderada (n = 3, Child-Pugh 7-9) do que em indivíduos saudáveis (n = 10). Estas alterações farmacocinéticas não tiveram efeito sobre a incidência39 ou gravidade das reações adversas (vide “Posologia e modo de usar” e “Advertências e precauções”).

Pacientes com disfunção renal35Nenhum estudo foi conduzido com rivastigmina adesivos transdérmicos em pacientes com disfunção renal35. Com base na análise da população, o clearance (depuração) da creatinina40 não apresentou qualquer efeito claro sobre as concentrações da rivastigmina ou de seu metabólito25 no estado de equilíbrio. Não é necessário ajuste da dose em pacientes com insuficiência renal41 (vide “Posologia e modo de usar”).

Dados de segurança pré-clínicos

Toxicidade42 aguda: Os valores de DL50 oral estimados em camundongos foram de 5,6 mg/kg (machos) e de 13,8 mg/kg (fêmeas). Os valores de DL50 oral em ratos foram de 8,1 mg/kg (machos) e de 13,8 mg/kg (fêmeas).

Toxicidade42 de dose múltipla: Estudos de toxicidade42 de dose múltipla oral e tópica em camundongos, ratos, coelhos, cães e porcos mostraram apenas efeitos associados com uma exagerada ação farmacológica. Não foi observada toxicidade42 em órgão-alvo. Dose oral e tópica em estudos com animais foi limitada devido à sensibilidade dos modelos animais utilizados.

Mutagenicidade

A rivastigmina não se apresentou mutagênica em testes de mutação genética43, testes de dano de DNA primário nem em alterações cromossômicas in vivoEm testes de alterações cromossômicas in vitro, um pequeno aumento no número de células44 portadoras de aberrações cromossômicas ocorreu com concentrações muito elevadas. Entretanto, como não há evidência de atividade clastogênica nos testes in vivo de aberração cromossômica mais relevante, é mais provável que os resultados in vitro tenham configurado observações falso-positivas. Além disso, o principal metabólito25 NAP226-90 não induziu aberrações cromossômicas estruturais em um estudo in vitro, indicando que o composto não tem potencial genotóxico

Carcinogenicidade

Não foi observada evidência de carcinogenicidade em estudos com administração oral e tópica em camundongos e estudo de administração oral em ratos com a dose máxima tolerada. A exposição da rivastigmina e seus metabólitos36 foi aproximadamente equivalente à exposição em humanos com as maiores doses de rivastigmina de cápsulas e adesivos.

Toxicidade42 reprodutiva

Estudos de administração oral em ratas e coelhas prenhas com níveis de dose de até 2,3 mg/kg/dia não demonstraram indicações de potencial teratogênico45 relacionados à rivastigmina. Da mesma forma, não foi demonstrada evidência de efeitos adversos da rivastigmina na fertilidade, função reprodutiva ou crescimento intraútero ou pós-natal em ratos que receberam níveis de dose de até 1,1 mg/kg/dia (vide “Mulheres com potencial para engravidar, gravidez46, lactação47 e fertilidade”). Estudos específicos com sistemas transdérmicos em animais prenhas não foram conduzidos.

Tolerância local

Os adesivos de rivastigmina não foram fototóxicos e considerados como sendo não sensibilizador. Em alguns outros estudos de toxicidade42 dérmica, um leve efeito de irritação na pele48 dos animais de laboratório, incluindo controles, foi observado. Isso pode indicar um potencial da rivastigmina adesivos transdérmicos em induzir leve eritema49 nos pacientes. Uma potencial irritação leve da rivastigmina nos olhos50/mucosa51 foi identificada em um estudo em coelhos (vide “Posologia e modo de usar - Importantes instruções de administração (pacientes e cuidadores devem ser instruídos)”.

CONTRAINDICAÇÕES

O uso de rivastigmina adesivos transdérmicos é contraindicado em pacientes com conhecida hipersensibilidade à rivastigmina, a outros derivados do carbamato ou a qualquer excipiente da fórmula (vide “Composição - Excipientes”).

História prévia de reações no local de aplicação de dermatite52 alérgica de contato com rivastigmina através do sistema transdérmico (vide “Advertências e precauções).

ADVERTÊNCIAS E PRECAUÇÕES

Uso incorreto do medicamento e erros de dosagem resultando em superdose

O uso incorreto do medicamento e erros de dosagem com rivastigmina adesivos transdérmicos resultaram em reações adversas graves. Em alguns casos foi necessária a hospitalização, e raramente conduziram à morte (vide “Superdose”). A maioria dos casos de uso incorreto do medicamento e erros de dosagem envolveu a não remoção do adesivo antigo, quando colocado um novo e o uso de múltiplos adesivos de uma vez. Os pacientes e seus cuidadores devem ser orientados sobre as importantes instruções de administração para rivastigmina adesivos transdérmicos (vide “Posologia e modo de usar”).

Doenças gastrintestinais

A incidência39 e gravidade das reações adversas geralmente aumentam com o aumento de doses, particularmente na troca de dose. Se o tratamento for interrompido por três dias, o tratamento deve ser reiniciado com rivastigmina adesivos transdérmicos 5 cm².

Transtornos gastrintestinais tais como náusea53, vômito54 e diarreia55 podem ocorrer no início do tratamento e/ou no aumento de dose. Eles podem ser amenizados com a redução da dose. Em alguns casos, o uso de rivastigmina adesivos transdérmicos foi descontinuado. Pacientes que apresentam sinais56 ou sintomas57 de desidratação58 resultante de vômitos59 ou diarreia55 prolongada podem ser controlados com hidratação i.v. e redução da dose ou descontinuação, se reconhecidos e tratados prontamente. A desidratação58 pode estar associada a resultados graves (vide “Reações adversas”).

Perda de peso

Pacientes portadores da doença de Alzheimer4 podem perder peso durante o tratamento com inibidores da colinesterase, incluindo a rivastigmina. O peso dos pacientes deve ser monitorado durante a terapia com rivastigmina adesivos transdérmicos.

Outras reações adversas do aumento da atividade colinérgica15

Assim como outras substâncias colinérgicas11, deve-se ter cuidado ao utilizar rivastigmina adesivos transdérmicos:

  • Em pacientes com doença do nódulo sinusal60 ou defeitos na condução (bloqueio sinoatrial, bloqueio atrioventricular) (vide “Reações adversas”);
  • Em pacientes com úlceras61 gástrica ou duodenal ativas ou pacientes pré-dispostos a estas condições, pois a secreção ácido- gástrica pode ser aumentada;
  • Em pacientes pré-dispostos a obstrução urinária e convulsões, pois os agentes colinomiméticos podem induzir ou exacerbar estas patologias;
  • Em pacientes com história de asma62 ou doença pulmonar obstrutiva.

Como com outros colinomiméticos, a rivastigmina pode induzir ou exacerbar sintomas57 extrapiramidais. Em pacientes com demência2 associada à doença de Parkinson5 que estavam sendo tratados com rivastigmina cápsulas, foi observada piora dos sintomas57 parkinsonianos, particularmente o tremor. Tais reações adversas podem também ocorrer com rivastigmina adesivos transdérmicos, particularmente com rivastigmina adesivos transdérmicos 15 cm² e rivastigmina adesivos transdérmicos 20 cm² que proporcionam maior exposição (AUC10) que aquela atingida pela administração de rivastigmina cápsulas de 6 mg, duas vezes ao dia.

Reações no local de aplicação e reações cutâneas63

Reações cutâneas63 no local da aplicação podem ocorrer com rivastigmina adesivos transdérmicos e são geralmente de intensidade leve ou moderada (vide “Reações adversas”). Estas reações não são em si uma indicação de sensibilização. Entretanto, o uso de rivastigmina patch pode levar a dermatite52 de contato alérgica.

Deve-se suspeitar de dermatite52 de contato alérgica se as reações no local de aplicação se espalharam além do tamanho do adesivo, se houver evidência de uma reação mais intensa no local (por exemplo, eritema49 aumentando, edema64, pápulas65, vesículas66) e se os sintomas57 não melhoram significativamente dentro de 48 horas após a remoção do patch. Nestes casos, o tratamento deve ser descontinuado (vide “Contraindicações”).

Em pacientes que desenvolvem reações no local de aplicação sugestivas de dermatite52 de contato alérgica a rivastigmina adesivos transdérmicos e que continuam precisando de rivastigmina, o tratamento deve ser transferido para a rivastigmina oral somente após testes de alergia67 negativa e sob rigorosa supervisão médica. É possível que alguns pacientes sensibilizados à rivastigmina por exposição ao adesivo não consigam utilizar a rivastigmina em qualquer forma.

Houve relatos de pós-comercialização isolados de pacientes com dermatites alérgicas (disseminada) quando a rivastigmina foi administrada, independentemente da via de administração (oral, transdérmica). Nestes casos, o tratamento deve ser descontinuado (vide “Contraindicações”). Pacientes e cuidadores devem ser instruídos.

Populações especiais

  • Pacientes com peso corporal abaixo de 50 kg podem apresentar mais reações adversas e podem ser mais propícios a descontinuar o tratamento por causa destas reações adversas. Cuidadosamente titular e monitorar estes pacientes para as reações adversas (por exemplo, náusea53 ou vômito54 excessivo) e considerar a redução da dose se as reações adversas ocorrerem (vide “Posologia e modo de usar”);
  • Disfunção hepática33: pacientes com disfunção hepática33 clinicamente significativa podem apresentar mais reações adversas. Deve-se seguir rigorosamente as recomendações de posologia na titulação, de acordo com a tolerabilidade individual. Pacientes com insuficiência hepática38 grave não foram estudados. Deve-se ter cuidado especial na titulação destes pacientes (vide “Posologia e modo de usar” e “Características farmacológicas – Farmacocinética”).

Mulheres com potencial para engravidar, gravidez46, lactação47 e fertilidade

Mulheres com potencial para engravidar

Não há informações disponíveis sobre os efeitos da rivastigmina em mulheres em idade fértil.

Gravidez46

Em animais prenhas, a rivastigmina e/ou seus metabólitos36 atravessaram a placenta. Não se sabe se isto ocorre em seres humanos. Em estudos com animais, a rivastigmina não se mostrou teratogênica68. Entretanto, a segurança de rivastigmina na gravidez46 humana não foi estabelecida e o mesmo deve ser utilizado em mulheres grávidas apenas se o benefício potencial for superior ao possível risco ao feto69.

Este medicamento pertence à categoria B de risco na gravidez46.

Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica ou do cirurgião-dentista.

Fertilidade

Em ratos machos e fêmeas, não foram observadas reações adversas da rivastigmina na fertilidade ou desempenho reprodutivo na geração dos pais ou nos filhos (vide “Dados de segurança pré-clínicos”). Não há informações disponíveis sobre os efeitos da rivastigmina na fertilidade humana.

Lactação47

Em animais, a rivastigmina e/ou seus metabólitos36 foram excretados no leite materno. Não se sabe se rivastigmina é excretada no leite materno humano e, portanto, pacientes que utilizam rivastigmina não devem amamentar.

Efeitos na habilidade de dirigir e operar máquinas

A demência2 associada à doença de Alzheimer4 e de Parkinson pode causar comprometimento gradual sobre a habilidade de dirigir veículos ou operar máquinas. A rivastigmina pode induzir tontura70 e sonolência, principalmente no início do tratamento ou no aumento de dose. Portanto, em pacientes com demência2 tratados com rivastigmina, a habilidade de continuar a dirigir veículos e/ou operar máquinas complexas deve ser rotineiramente avaliada pelo médico.

INTERAÇÕES MEDICAMENTOSAS

Estudos específicos com rivastigmina adesivos transdérmicos não foram realizados.

A rivastigmina é metabolizada principalmente pela hidrólise por esterases. Um metabolismo30 mínimo ocorre através da maioria das isoenzimas do citocromo P450. Dessa forma, não são previstas interações farmacocinéticas com outros fármacos metabolizados por essas enzimas.

Interações antecipadas, resultando em uso concomitante não recomendado

metoclopramida

Considerando a possibilidade de um efeito extrapiramidal aditivo não é recomendado o uso concomitante de metoclopramida e rivastigmina.

Medicamentos que agem no sistema colinérgico18

Tendo em vista seus efeitos farmacodinâmicos, a rivastigmina não deve ser administrada concomitantemente com outros medicamentos colinomiméticos devido ao possível efeito aditivo. A rivastigmina também pode interferir com a atividade de medicamentos anticolinérgicos (por exemplo, a oxibutinina, tolterodina).

Relaxantes musculares do tipo succinilcolina

Como um inibidor de colinesterase, a rivastigmina pode potencializar os efeitos relaxantes musculares do tipo succinilcolina durante a anestesia71.

Interações observadas a serem consideradas

- Betabloqueadores

Efeitos aditivos que levam à bradicardia72 (que pode resultar em síncope73) foram relatados com o uso combinado de vários betabloqueadores (incluindo atenolol) e rivastigmina. Espera-se que os betabloqueadores cardioseletivos sejam associados ao maior risco, mas relatos também foram recebidos em pacientes com outros betabloqueadores.

Interação com a nicotina

A análise farmacocinética da população mostrou que o uso de nicotina aumenta o clearance (depuração) oral da rivastigmina em 23% em pacientes com demência2 de Alzheimer3 (n = 75 fumantes e 549 não fumantes), após doses orais de até 12 mg/dia de cápsulas de rivastigmina.

Interações com medicamentos geralmente usados concomitantemente

Não foram observadas interações farmacocinéticas entre a rivastigmina e digoxina, varfarina, diazepam ou fluoxetina em estudos com voluntários sadios. O aumento no tempo de protrombina74 induzido pela varfarina não é afetado pela administração de rivastigmina. Não foram observados efeitos desfavoráveis na condução cardíaca após a administração concomitante de digoxina e rivastigmina.

A administração concomitante de rivastigmina com medicamentos prescritos comumente, tais como antiácidos75, antieméticos76, antidiabéticos, anti-hipertensivos de ação central, bloqueadores de canal de cálcio, drogas inotrópicas, antianginosos, anti- inflamatórios não esteroidais, estrógenos, analgésicos77, benzodiazepínicos e anti-histamínicos, não foi associada às alterações na cinética31 de rivastigmina nem ao aumento do risco de efeitos desfavoráveis clinicamente relevantes.

CUIDADOS DE ARMAZENAMENTO DO MEDICAMENTO

Cuidados de conservação

Conservar em temperatura ambiente (entre 15 e 30°C). Proteger da luz e umidade.

É necessário manter o produto protegido da luz a partir da retirada da embalagem original, durante todo o período de utilização. A região do corpo na qual o produto estiver aplicado não deve ser exposta à luz.‌

Desde que respeitados os cuidados de armazenamento, o medicamento apresenta uma validade de 24 meses a contar da data de sua fabricação.

Número de lote e datas de fabricação e validade: vide embalagem.

Não use medicamento com o prazo de validade vencido. Guarde-o em sua embalagem original. Antes de usar, observe o aspecto do medicamento.

Características físicas e organolépticas do produto

Vivencia Patch 9 mg (4,6 mg/24h): adesivo de dupla camada, película de suporte em forma de círculo, branco e translúcido com 5 cm² de área e filme de forro retangular com gravação em relevo.

Vivencia Patch 18 mg (9,5 mg/24h): adesivo de dupla camada, película de suporte em forma de círculo, branco e translúcido com 10 cm² de área e filme de forro retangular com gravação em relevo.

Vivencia Patch 27 mg (13,3 mg/24h): adesivo de dupla camada, película de suporte em forma de círculo, branco e translúcido com 15 cm² de área e filme de forro retangular com gravação em relevo.

TODO MEDICAMENTO DEVE SER MANTIDO FORA DO ALCANCE DAS CRIANÇAS.

POSOLOGIA E MODO DE USAR

Método de administração

Os adesivos transdérmicos devem ser aplicados uma vez ao dia sobre a pele48 limpa, seca, sem pelos, intacta, nas partes superior ou inferior das costas26, no braço ou peito27, em lugares que não sofrerão atritos com roupas apertadas. O adesivo deve ser substituído por um novo após 24 horas.

Importantes instruções de administração (pacientes e cuidadores devem ser instruídos)

  • O adesivo do dia anterior deve ser removido antes de se aplicar um novo;
  • O adesivo deve ser substituído por um novo após 24 horas. Somente um adesivo deve ser usado de cada vez (vide “Advertências e precauções” e “Superdose”);
  • O adesivo não deve ser aplicado em locais da pele48 que estejam vermelhos, irritados ou cortados. Recomenda-se alterar o local de aplicação diariamente para evitar uma potencial irritação cutânea78, embora adesivos consecutivos possam ser aplicados no mesmo local anatômico (por exemplo, em outro ponto na parte superior das costas26). Não utilize um novo adesivo exatamente no mesmo local da pele48 no prazo de 14 dias, a fim de minimizar o potencial de irritação cutânea78;
  • O adesivo deve ser pressionado firmemente por pelo menos 30 segundos usando a palma da mão79 até que esteja bem colado;
  • Se o adesivo cair, um novo deve ser aplicado durante o resto do dia, então ele deve ser substituído no horário habitual do dia seguinte;
  • O adesivo pode ser usado em situações do dia a dia, inclusive no banho e nos dias de calor;
  • O adesivo não deve ser exposto a qualquer fonte de calor externo (por exemplo luz solar excessiva, saunas) por longos períodos de tempo;
  • O adesivo não deve ser cortado em pedaços;
  • Após a remoção do adesivo de rivastigmina, este deve ser dobrado na metade com a parte aderente para dentro e deve ser pressionado. O adesivo usado deve ser retornado ao sachê original e descartado de forma segura, fora do alcance das crianças. Devem ser lavadas as mãos80 com água e sabão após a remoção do adesivo. Em caso de contato com os olhos50 ou se os olhos50 se tornarem vermelhos depois de manusear o adesivo, estes devem ser lavados imediata e abundantemente com água abundante e deve ser procurado um médico se os sintomas57 não forem resolvidos.

Posologia

Adesivos

Dose de rivastigmina base

Taxa de liberação in vivo em 24 h de rivastigmina base

Vivencia Patch 5 cm²

9 mg

4,6 mg

Vivencia Patch 10 cm²

18 mg

9,5 mg

Vivencia Patch 15 cm²

27 mg

13,3 mg

Dose inicial

O tratamento é iniciado com rivastigmina adesivos transdérmicos 5 cm², uma vez ao dia.

Após no mínimo quatro semanas de tratamento, se bem tolerado, esta dose deve ser aumentada para rivastigmina adesivos transdérmicos 10 cm², que é a dose efetiva recomendada.

Dose de manutenção

Rivastigmina adesivos transdérmicos 10 cm² é recomendado como dose diária de manutenção, a qual pode ser continuada enquanto os efeitos benéficos estiverem presentes.

Respostas individuais à rivastigmina podem variar e alguns pacientes podem ter efeitos benéficos adicionais com doses mais altas. Aumentos subsequentes para rivastigmina adesivos transdérmicos 15 cm² devem ser sempre baseados na boa tolerabilidade da dose atual, e devem ser considerados somente após um mínimo de quatro semanas de tratamento com cada nível de dose.

Interrupção do tratamento

  • O tratamento deve ser temporariamente interrompido, se reações adversas gastrintestinais e/ou piora dos sintomas57 extrapiramidais existentes (por ex.: tremor) forem observadas, até que estas reações sejam solucionadas. O tratamento com adesivo pode ser reiniciado com a mesma dose, se este não estiver sido interrompido por mais do que três dias. Caso contrário, o tratamento deve ser reiniciado com rivastigmina adesivos transdérmicos 5 cm²;
  • Se os efeitos adversos persistirem na retomada da terapia, a dose deve ser temporariamente reduzida para a anterior melhor tolerada pelo paciente.

Transferência de pacientes em tratamento com cápsulas ou solução oral para o tratamento com adesivos

Pacientes tratados com rivastigmina cápsulas ou solução oral podem ser transferidos para rivastigmina adesivos transdérmicos, conforme segue:

  • Um paciente que está recebendo uma dose < 6 mg/dia de rivastigmina via oral, pode ser transferido para rivastigmina adesivos transdérmicos 5 cm²;
  • Um paciente que está recebendo uma dose de 6 a 12 mg/dia de rivastigmina via oral, pode ser diretamente transferido para rivastigmina adesivos transdérmicos 10 cm².

É recomendado que a aplicação do primeiro adesivo seja feita um dia após a última dose oral.

População especial:

Pacientes pesando menos de 50 kg: Deve-se ter cautela na titulação destes pacientes uma vez que eles podem apresentar mais reações adversas. Cuidadosamente titular e monitorar esses pacientes para as reações adversas (por exemplo, náusea53 ou vômito54 excessivo) e considerar a redução da dose se as reações adversas ocorrerem (vide “Advertências e precauções”).

Insuficiência hepática38Devido ao aumento da exposição na insuficiência hepática38 leve a moderada, como observado com a formulação oral, devem ser seguidas rigorosamente as recomendações de posologia na titulação, de acordo com a tolerabilidade individual. Pacientes com insuficiência hepática38 clinicamente significativa podem apresentar mais reações adversas dose-dependentes. Pacientes com insuficiência hepática38 grave não foram estudados. Cuidado especial deve ser tomado na titulação destes pacientes (vide “Advertências e precauções” e “Características farmacológicas – Farmacocinética”).

Pacientes idosos: A idade não tem impacto na exposição da rivastigmina em pacientes portadores da doença de Alzheimer4 tratados com rivastigmina adesivos transdérmicos.

Insuficiência renal41Não é necessário ajuste de dose em pacientes com disfunção renal35 (vide “Características farmacológicas – Farmacocinética”).

Pacientes pediátricos: Crianças e adolescentes (abaixo de 18 anos): o uso de rivastigmina não é recomendado em crianças.

Este medicamento não deve ser cortado.

REAÇÕES ADVERSAS

As incidências em geral das reações adversas em pacientes tratados com rivastigmina adesivos transdérmicos 10 cm² foram mais baixas do que em pacientes que receberam tratamento com rivastigmina cápsulas. Náusea53 e vômito54 foram os eventos adversos mais comuns em pacientes que receberam tratamento ativo, e ocorreram em taxas similares tanto no grupo de rivastigmina adesivos transdérmicos 20 cm² quanto no grupo de cápsulas. Entretanto, as porcentagens destes dois eventos foram substancialmente mais baixas com o grupo de rivastigmina adesivos transdérmicos 10 cm².

As reações adversas relatadas mais comumente são gastrintestinais incluindo náuseas81 e vômitos59, especialmente durante a titulação. As reações adversas nas Tabelas 4 e 5 estão classificadas segundo seus títulos de frequência, da mais para a menos frequente, utilizando o seguinte critério: Muito comum (≥ 1/10); comum (≥ 1/100, < 1/10); incomum (≥ 1/1.000, < 1/100); raras (≥ 1/10.000, < 1/1.000); muito raro (< 1/10.000), incluindo relatos isolados.

Tabela 4: Reações adversas relatadas em 2.687 pacientes portadores da doença de Alzheimer4 tratados em estudos clínicos de 24 semanas a 48 semanas, randomizado82 controlado, com rivastigmina adesivos transdérmicos de todas as doses (rivastigmina adesivos transdérmicos 5 cm² à rivastigmina adesivos transdérmicos 20 cm²).

Distúrbios do metabolismo30 e nutricionais

Comum

Anorexia83 e diminuição do apetite.

Incomum

Desidratação58.

Distúrbios psiquiátricos

Comum

Ansiedade, depressão e insônia.

Incomum

Agitação, delírio84, alucinações85 e agressividade.

Distúrbios do sistema nervoso86

Comum

Tontura70 e dor de cabeça87

Incomum Acidente cerebrovascular, síncope73, sonolência* e hiperatividade psicomotora88.

Distúrbios cardíacos

Incomum

Arritmia89 cardíaca (por ex.: bradicardia72 e extrassístole supraventricular).

Distúrbios gastrintestinais

Muito comum

Náusea53.

Comum

Vômito54, diarreia55, dispepsia90 e dor abdominal.

Incomum

Úlcera gástrica91, hemorragia92 gastrintestinal (por ex.: duodenite hemorrágica93)

Muito rara

Hemorragia92 gastrintestinal, pancreatite94 leve e vômito54 grave associado à ruptura esofágica.

Distúrbios renais e urinários

Comum Incontinência urinária95

Distúrbios da pele48 e tecidos subcutâneos

Incomum

Hiperidrose96

Distúrbios gerais e condições no local de administração

Comum

Reações no local de aplicação, eritema49 no local de administração**, prurido97 no local de administração**, edema64 no local de administração**, fadiga98 e astenia99.

Incomum

Dermatite52 de contato ** e mal-estar.

Rara

Queda

Laboratoriais

Comum Perda de peso

Infecções100 e infestações

Comum Infecção101 do trato urinário102

* Em um estudo controlado de 24 semanas em pacientes chineses, sonolência foi relatado como "comum".

** Em um estudo controlado de 24 semanas em pacientes japoneses, eritema49 no local de administração, prurido97 no local da administração, edema64 no local da administração e dermatite52 de contato foram reportados como "muito comum".

Tabela 5: Reações adversas relatadas em estudo clínico aberto de 24 semanas conduzido com rivastigmina adesivos transdérmicos em pacientes com demência2 associada com a doença de Parkinson5.

Reações adversas

 

Rivastigmina adesivos transdérmicos

n (%)

Total de pacientes estudados

 

288 (100)

Distúrbios psiquiátricos

Comum

Insônia

18 (6,3)

Comum

Depressão

16 (5,6)

Comum

Ansiedade

15 (5,2)

Comum

Agitação

8 (2,8)

Distúrbios do sistema nervoso86

Comum

Tremor

21 (7,3)

Comum

Tontura70

16 (5,6)

Comum

Sonolência

12 (4,2)

Comum

Hipocinesia

11 (3,8)

Comum

Bradicinesia103

10 (3,5)

Comum

Rigidez em roda dentada

8 (2,8)

Comum

Discinesia

7 (2,4)

Distúrbios gastrintestinais

Comum

Dor abdominal

6 (2,1)

Distúrbios vasculares104

Comum

Hipertensão105

9 (3,1)

Distúrbios gerais e condições no local da administração

Muito comum

Quedas

34 (11,8)

Muito comum

Eritema49 no local da administração

31 (10,8)

Comum

Irritação no local da administração, prurido97, erupção106 cutânea78 (rash107)

9 (3,1); 13 (4,5); 7 (2,4)

Comum

Fadiga98

10 (3,5)

Comum

Astenia99

6 (2,1)

Comum

Distúrbio no modo de andar

11 (3,8)

Reações adversas adicionais observadas durante um estudo aberto prospectivo108 de 76 semanas, em pacientes com demência2 associada a doença de Parkinson5 tratados com rivastigmina adesivo transdérmico: desidratação58, perda de peso, agressividade, alucinação109 visual (comum).

Em pacientes com demência2 associada a doença de Parkinson5, as seguintes reações adversas foram observadas somente nos estudos clínicos conduzidos com rivastigmina cápsulas: náusea53, vômito54 (muito comum); diminuição de apetite, agitação, agravamento da doença de Parkinson5, bradicardia72, diarreia55, dispepsia90, hipersecreção salivar, aumento de sudorese110 (comum); distonia111, fibrilação atrial, bloqueio atrioventricular (incomum).

Reações adversas ao medicamento de relatos espontâneos pós-comercialização

As seguintes reações adversas adicionais foram identificadas com base em relatos espontâneos pós-comercialização. Como estas reações são relatadas voluntariamente a partir de uma população de tamanho não definido, nem sempre é possível estimar confiavelmente sua frequência.

Relatados raramente: hipertensão105, hipersensibilidade no local da aplicação, prurido97, erupção106 cutânea78 (rash107), eritema49, urticária112, formação de bolhas e dermatite52 alérgica.

Relatados muito raramente: taquicardia113, bloqueio atrioventricular, fibrilação atrial, pancreatite94, convulsão114. Observou-se agravamento de sintomas57 da doença de Parkinson5 em pacientes que utilizaram rivastigmina adesivos transdérmicos

Frequência desconhecida: hepatite115, agitação, síndrome116 do nódulo sinusal60, exames anormais da função do fígado117, dermatite52 alérgica (disseminada), sintomas57 extrapiramidais em pacientes com demência2 de Alzheimer3, tremor, pesadelos.

Reações adversas adicionais ao medicamento que foram relatadas com o uso de rivastigmina cápsulas/solução oral

Muito raras: vômito54 grave associado com ruptura esofágica.

Raras: angina118 pectoris, infarto do miocárdio119 e úlceras61 duodenais.

Comuns: confusão.

Informação obtida em estudos clínicos em pacientes com demência2 de Alzheimer3 tratados com rivastigmina adesivos transdérmicos.

As seguintes reações adversas foram relatadas em pacientes com demência2 associada à doença de Alzheimer4 tratados com rivastigmina adesivos transdérmicos.

Tabela 6: Reações adversas (≥ 2% em todos os grupos de rivastigmina adesivos transdérmicos) do estudo clínico, duplo-cego, placebo7 controlado de 24 semanas conduzidos com rivastigmina adesivos transdérmicos em pacientes com demência2 por doença de Alzheimer4 leve a moderada.

 

Grupo rivastigmina adesivos transdérmicos 10 cm²

Grupo rivastigmina adesivos transdérmicos 20 cm²

Rivastigmina cápsulas 12mg/dia

Placebo7

Todos os grupos de rivastigmina adesivos transdérmicos

 

n (%)

n (%)

n (%)

n (%)

n (%)

Total de pacientes estudados

291

303

294

302

594

Total de pacientes com reações adversas

147 (50,5)

200 (66,0)

186 (63,3)

139 (46,0)

347 (58,4)

Náusea53

21 (7,2)

64 (21,1)

68 (23,1)

15 (5,0)

85 (14,3)

Vômito54

18 (6,2)

57 (18,8)

50 (17,0)

10 (3,3)

75 (12,6)

Diarreia55

18 (6,2)

31 (10,2)

16 (5,4)

10 (3,3)

49 (8,2)

Perda de peso

8 (2,7)

23 (7,6)

16 (5,4)

4 (1,3)

31 (5,2)

Tontura70

7 (2,4)

21 (6,9)

22 (7,5)

7 (2,3)

28 (4,7)

Diminuição do apetite

2 (0,7)

15 (5,0)

12 (4,1)

3 (1,0)

17 (2,9)

Dor de cabeça87

10 (3,4)

13 (4,3)

18 (6,1)

5 (1,7)

23 (3,9)

Anorexia83

7 (2,4)

12 (4,0)

14 (4,8)

3 (1,0)

19 (3,2)

Depressão

11 (3,8)

12 (4,0)

13 (4,4)

4 (1,3)

23 (3,9)

Insônia

4 (1,4)

12 (4,0)

6 (2,0)

6 (2,0)

16 (2,7)

Dor abdominal

7 (2,4)

11 (3,6)

4 (1,4)

2 (0,7)

18 (3,0)

Astenia99

5 (1,7)

9 (3,0)

17 (5,8)

3 (1,0)

14 (2,4)

Ansiedade

9 (3,1)

8 (2,6)

5 (1,7)

4 (1,3)

17 (2,9)

Fadiga98

5 (1,7)

7 (2,3)

2 (0,7)

4 (1,3)

12 (2,0)

Reações no local de aplicação (irritação da pele48)

Em estudos clínicos controlados, duplo-cego, as reações no local de aplicação foram geralmente leves a moderadas em gravidade. A incidência39 de reações cutâneas63 no local de aplicação que levaram à interrupção foi observada em ≤ 2,3% dos pacientes que utilizaram rivastigmina adesivos transdérmicos. Esse número foi de 4,9% e de 8,4% na população chinesa e na população japonesa, respectivamente.

Casos de irritação da pele48 foram identificados separadamente por um investigador neutro, utilizando uma escala de irritação da pele48. Quando observada, foi de gravidade muito leve ou leve e foi classificada como grave em ≤ 2,2% dos pacientes tratados com rivastigmina adesivos transdérmicos,em um estudo controlado, duplo-cego e em ≤ 3,7% dos pacientes tratados com rivastigmina adesivos transdérmicos em um estudo controlado duplo-cego em pacientes japoneses.

Em casos de eventos adversos, notifique pelo Sistema VigiMed, disponível no Portal da Anvisa.

SUPERDOSE

Sintomas57: a maioria dos casos de superdose acidental não tem sido associada a nenhum sinal120 ou sintoma121 clínico e quase todos os pacientes envolvidos continuaram o tratamento com rivastigmina. Nos casos em que ocorreram sintomas57, estes incluíram náuseas81, vômitos59, diarreia55, dor abdominal, tontura70, tremor, dor de cabeça87, sonolência, bradicardia72, estado de confusão, hiperidrose96, hipertensão105, alucinações85 e mal-estar. A superdose com inibidores da colinesterase pode resultar em crise colinérgica15 caracterizada por náusea53 severa, vômito54, salivação, sudorese110, bradicardia72, hipotensão122, depressão respiratória e convulsões. A fraqueza muscular é uma possibilidade e pode resultar em morte se os músculos respiratórios123 estiverem envolvidos. Devido ao conhecido efeito vagotônico dos inibidores de colinesterase sobre o coração124, bradicardia72 e/ou síncope73 podem também ocorrer.

Superdose com rivastigmina adesivos transdérmicos resultante de mau uso ou erro na medicação (aplicação de múltiplos adesivos ao mesmo tempo) foi relatado na pós-comercialização e raramente em estudos clínicos. Desfecho fatal foi raramente relatado com superdose de rivastigmina e a relação com a rivastigmina não ficou clara. Os sintomas57 de superdose e os resultados variam de paciente para paciente125, e a gravidade do resultado não é previsivelmente relacionada com a quantidade da superdose.

Tratamento: uma vez que a rivastigmina apresenta meia-vida plasmática de cerca de 3,4 horas e duração da inibição da acetilcolinesterase de cerca de 9 horas, é recomendado que, em casos de superdose assintomática, todos os adesivos de rivastigmina adesivos transdérmicos sejam removidos imediatamente e nenhum adesivo deve ser utilizado pelas próximas 24 horas. Nos casos de superdose acompanhada por vômito54 e náusea53 grave, o uso de antieméticos76 deve ser considerado. Tratamento sintomático126 para outros eventos adversos deve ser realizado, se necessário.

Na superdose grave, a atropina pode ser utilizada. Recomenda-se uma dose inicial de 0,03 mg/kg i.v. de sulfato de atropina, com doses subsequentes baseadas na resposta clínica. Não é recomendado o uso da escopolamina como antídoto127.

Em caso de intoxicação ligue para 0800 722 6001, se você precisar de mais orientações.

DIZERES LEGAIS


VENDA SOB PRESCRIÇÃO MÉDICA
SÓ PODE SER VENDIDO COM RETENÇÃO DA RECEITA
 

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Antes de consumir qualquer medicamento, consulte seu médico (http://www.catalogo.med.br).

Complementos

1 Saúde: 1. Estado de equilíbrio dinâmico entre o organismo e o seu ambiente, o qual mantém as características estruturais e funcionais do organismo dentro dos limites normais para sua forma de vida e para a sua fase do ciclo vital. 2. Estado de boa disposição física e psíquica; bem-estar. 3. Brinde, saudação que se faz bebendo à saúde de alguém. 4. Força física; robustez, vigor, energia.
2 Demência: Deterioração irreversível e crônica das funções intelectuais de uma pessoa.
3 Alzheimer: Doença degenerativa crônica que produz uma deterioração insidiosa e progressiva das funções intelectuais superiores. É uma das causas mais freqüentes de demência. Geralmente começa a partir dos 50 anos de idade e tem incidência similar entre homens e mulheres.
4 Doença de Alzheimer: É uma doença progressiva, de causa e tratamentos ainda desconhecidos que acomete preferencialmente as pessoas idosas. É uma forma de demência. No início há pequenos esquecimentos, vistos pelos familiares como parte do processo normal de envelhecimento, que se vão agravando gradualmente. Os pacientes tornam-se confusos e por vezes agressivos, passando a apresentar alterações da personalidade, com distúrbios de conduta e acabam por não reconhecer os próprios familiares e até a si mesmos quando colocados frente a um espelho. Tornam-se cada vez mais dependentes de terceiros, iniciam-se as dificuldades de locomoção, a comunicação inviabiliza-se e passam a necessitar de cuidados e supervisão integral, até mesmo para as atividades elementares como alimentação, higiene, vestuário, etc..
5 Doença de Parkinson: Doença degenerativa que afeta uma região específica do cérebro (gânglios da base), e caracteriza-se por tremores em repouso, rigidez ao realizar movimentos, falta de expressão facial e, em casos avançados, demência. Os sintomas podem ser aliviados por medicamentos adequados, mas ainda não se conhece, até o momento, uma cura definitiva.
6 Estudo duplo-cego: Denominamos um estudo clínico “duplo cego” quando tanto voluntários quanto pesquisadores desconhecem a qual grupo de tratamento do estudo os voluntários foram designados. Denominamos um estudo clínico de “simples cego” quando apenas os voluntários desconhecem o grupo ao qual pertencem no estudo.
7 Placebo: Preparação neutra quanto a efeitos farmacológicos, ministrada em substituição a um medicamento, com a finalidade de suscitar ou controlar as reações, geralmente de natureza psicológica, que acompanham tal procedimento terapêutico.
8 Cognição: É o conjunto dos processos mentais usados no pensamento, percepção, classificação, reconhecimento e compreensão para o julgamento através do raciocínio para o aprendizado de determinados sistemas e soluções de problemas.
9 Cognitivo: 1. Relativo ao conhecimento, à cognição. 2. Relativo ao processo mental de percepção, memória, juízo e/ou raciocínio. 3. Diz-se de estados e processos relativos à identificação de um saber dedutível e à resolução de tarefas e problemas determinados. 4. Diz-se dos princípios classificatórios derivados de constatações, percepções e/ou ações que norteiam a passagem das representações simbólicas à experiência, e também da organização hierárquica e da utilização no pensamento e linguagem daqueles mesmos princípios.
10 AUC: A área sob a curva ROC (Receiver Operator Characteristic Curve ou Curva Característica de Operação do Receptor), também chamada de AUC, representa a acurácia ou performance global do teste, pois leva em consideração todos os valores de sensibilidade e especificidade para cada valor da variável do teste. Quanto maior o poder do teste em discriminar os indivíduos doentes e não doentes, mais a curva se aproxima do canto superior esquerdo, no ponto que representa a sensibilidade e 1-especificidade do melhor valor de corte. Quanto melhor o teste, mais a área sob a curva ROC se aproxima de 1.
11 Colinérgicas: 1. Relativo a ou semelhante à acetilcolina, especialmente quanto à ação fisiológica. 2. Diz-se das sinapses ou das fibras nervosas que liberam ou são ativadas pela acetilcolina.
12 Cérebro: Derivado do TELENCÉFALO, o cérebro é composto dos hemisférios direito e esquerdo. Cada hemisfério contém um córtex cerebral exterior e gânglios basais subcorticais. O cérebro inclui todas as partes dentro do crânio exceto MEDULA OBLONGA, PONTE e CEREBELO. As funções cerebrais incluem as atividades sensório-motora, emocional e intelectual.
13 Hipocampo: Elevação curva da substância cinzenta, que se estende ao longo de todo o assoalho no corno temporal do ventrículo lateral (Tradução livre de Córtex Entorrinal; Via Perfurante;
14 Cognitivos: 1. Relativo ao conhecimento, à cognição. 2. Relativo ao processo mental de percepção, memória, juízo e/ou raciocínio. 3. Diz-se de estados e processos relativos à identificação de um saber dedutível e à resolução de tarefas e problemas determinados. 4. Diz-se dos princípios classificatórios derivados de constatações, percepções e/ou ações que norteiam a passagem das representações simbólicas à experiência, e também da organização hierárquica e da utilização no pensamento e linguagem daqueles mesmos princípios.
15 Colinérgica: 1. Relativo a ou semelhante à acetilcolina, especialmente quanto à ação fisiológica. 2. Diz-se das sinapses ou das fibras nervosas que liberam ou são ativadas pela acetilcolina.
16 Acetilcolina: A acetilcolina é um neurotransmissor do sistema colinérgico amplamente distribuído no sistema nervoso autônomo.
17 Neurônios: Unidades celulares básicas do tecido nervoso. Cada neurônio é formado por corpo, axônio e dendritos. Sua função é receber, conduzir e transmitir impulsos no SISTEMA NERVOSO. Sinônimos: Células Nervosas
18 Colinérgico: 1. Relativo a ou semelhante à acetilcolina, especialmente quanto à ação fisiológica. 2. Diz-se das sinapses ou das fibras nervosas que liberam ou são ativadas pela acetilcolina.
19 Fragmentos: 1. Pedaço de coisa que se quebrou, cortou, rasgou etc. É parte de um todo; fração. 2. No sentido figurado, é o resto de uma obra literária ou artística cuja maior parte se perdeu ou foi destruída. Ou um trecho extraído de uma obra.
20 Placas: 1. Lesões achatadas, semelhantes à pápula, mas com diâmetro superior a um centímetro. 2. Folha de material resistente (metal, vidro, plástico etc.), mais ou menos espessa. 3. Objeto com formato de tabuleta, geralmente de bronze, mármore ou granito, com inscrição comemorativa ou indicativa. 4. Chapa que serve de suporte a um aparelho de iluminação que se fixa em uma superfície vertical ou sobre uma peça de mobiliário, etc. 5. Placa de metal que, colocada na dianteira e na traseira de um veículo automotor, registra o número de licenciamento do veículo. 6. Chapa que, emitida pela administração pública, representa sinal oficial de concessão de certas licenças e autorizações. 7. Lâmina metálica, polida, usualmente como forma em processos de gravura. 8. Área ou zona que difere do resto de uma superfície, ordinariamente pela cor. 9. Mancha mais ou menos espessa na pele, como resultado de doença, escoriação, etc. 10. Em anatomia geral, estrutura ou órgão chato e em forma de placa, como uma escama ou lamela. 11. Em informática, suporte plano, retangular, de fibra de vidro, em que se gravam chips e outros componentes eletrônicos do computador. 12. Em odontologia, camada aderente de bactérias que se forma nos dentes.
21 Líquido cefalorraquidiano: Líquido cefalorraquidiano (LCR), também conhecido como líquor ou fluido cérebro espinhal, é definido como um fluido corporal estéril, incolor, encontrado no espaço subaracnoideo no cérebro e na medula espinhal (entre as meninges aracnoide e pia-máter). Caracteriza-se por ser uma solução salina pura, com baixo teor de proteínas e células, atuando como um amortecedor para o córtex cerebral e a medula espinhal. Possui também a função de fornecer nutrientes para o tecido nervoso e remover resíduos metabólicos do mesmo. É sintetizado pelos plexos coroidais, epitélio ventricular e espaço subaracnoideo em uma taxa de aproximadamente 20 mL/hora. Em recém-nascidos, este líquido é encontrado em um volume que varia entre 10 a 60 mL, enquanto que no adulto fica entre 100 a 150 mL.
22 Enzima: Proteína produzida pelo organismo que gera uma reação química. Por exemplo, as enzimas produzidas pelo intestino que ajudam no processo digestivo.
23 Desempenho cognitivo: Desempenho dos processos de aprendizagem e de aquisição de conhecimento através da percepção.
24 Plasma: Parte que resta do SANGUE, depois que as CÉLULAS SANGÜÍNEAS são removidas por CENTRIFUGAÇÃO (sem COAGULAÇÃO SANGÜÍNEA prévia).
25 Metabólito: Qualquer composto intermediário das reações enzimáticas do metabolismo.
26 Costas:
27 Peito: Parte superior do tronco entre o PESCOÇO e o ABDOME; contém os principais órgãos dos sistemas circulatório e respiratório. (Tradução livre do original
28 Coxa: É a região situada abaixo da virilha e acima do joelho, onde está localizado o maior osso do corpo humano, o fêmur.
29 Proteínas: Um dos três principais nutrientes dos alimentos. Alimentos que fornecem proteína incluem carne vermelha, frango, peixe, queijos, leite, derivados do leite, ovos.
30 Metabolismo: É o conjunto de transformações que as substâncias químicas sofrem no interior dos organismos vivos. São essas reações que permitem a uma célula ou um sistema transformar os alimentos em energia, que será ultilizada pelas células para que as mesmas se multipliquem, cresçam e movimentem-se. O metabolismo divide-se em duas etapas: catabolismo e anabolismo.
31 Cinética: Ramo da física que trata da ação das forças nas mudanças de movimento dos corpos.
32 Sistêmico: 1. Relativo a sistema ou a sistemática. 2. Relativo à visão conspectiva, estrutural de um sistema; que se refere ou segue um sistema em seu conjunto. 3. Disposto de modo ordenado, metódico, coerente. 4. Em medicina, é o que envolve o organismo como um todo ou em grande parte.
33 Hepática: Relativa a ou que forma, constitui ou faz parte do fígado.
34 Urina: Resíduo líquido produzido pela filtração renal no organismo, estocado na bexiga e expelido pelo ato de urinar.
35 Renal: Relacionado aos rins. Uma doença renal é uma doença dos rins. Insuficiência renal significa que os rins pararam de funcionar.
36 Metabólitos: Qualquer composto intermediário das reações enzimáticas do metabolismo.
37 Biópsia: 1. Retirada de material celular ou de um fragmento de tecido de um ser vivo para determinação de um diagnóstico. 2. Exame histológico e histoquímico. 3. Por metonímia, é o próprio material retirado para exame.
38 Insuficiência hepática: Deterioração grave da função hepática. Pode ser decorrente de hepatite viral, cirrose e hepatopatia alcoólica (lesão hepática devido ao consumo de álcool) ou medicamentosa (causada por medicamentos como, por exemplo, o acetaminofeno). Para que uma insuficiência hepática ocorra, deve haver uma lesão de grande porção do fígado.
39 Incidência: Medida da freqüência em que uma doença ocorre. Número de casos novos de uma doença em um certo grupo de pessoas por um certo período de tempo.
40 Creatinina: Produto residual das proteínas da dieta e dos músculos do corpo. É excretada do organismo pelos rins. Uma vez que as doenças renais progridem, o nível de creatinina aumenta no sangue.
41 Insuficiência renal: Condição crônica na qual o corpo retém líquido e excretas pois os rins não são mais capazes de trabalhar apropriadamente. Uma pessoa com insuficiência renal necessita de diálise ou transplante renal.
42 Toxicidade: Capacidade de uma substância produzir efeitos prejudiciais ao organismo vivo.
43 Mutação genética: É uma alteração súbita no genótipo de um indivíduo, sem relação com os ascendentes, mas passível de ser herdada pelos descendentes.
44 Células: Unidades (ou subunidades) funcionais e estruturais fundamentais dos organismos vivos. São compostas de CITOPLASMA (com várias ORGANELAS) e limitadas por uma MEMBRANA CELULAR.
45 Teratogênico: Agente teratogênico ou teratógeno é tudo aquilo capaz de produzir dano ao embrião ou feto durante a gravidez. Estes danos podem se refletir como perda da gestação, malformações ou alterações funcionais ou ainda distúrbios neurocomportamentais, como retardo mental.
46 Gravidez: Condição de ter um embrião ou feto em desenvolvimento no trato reprodutivo feminino após a união de ovo e espermatozóide.
47 Lactação: Fenômeno fisiológico neuro-endócrino (hormonal) de produção de leite materno pela puérpera no pós-parto; independente dela estar ou não amamentando.Toda mulher após o parto tem produção de leite - lactação; mas, infelizmente nem todas amamentam.
48 Pele: Camada externa do corpo, que o protege do meio ambiente. Composta por DERME e EPIDERME.
49 Eritema: Vermelhidão da pele, difusa ou salpicada, que desaparece à pressão.
50 Olhos:
51 Mucosa: Tipo de membrana, umidificada por secreções glandulares, que recobre cavidades orgânicas em contato direto ou indireto com o meio exterior.
52 Dermatite: Inflamação das camadas superficiais da pele, que pode apresentar-se de formas variadas (dermatite seborreica, dermatite de contato...) e é produzida pela agressão direta de microorganismos, substância tóxica ou por uma resposta imunológica inadequada (alergias, doenças auto-imunes).
53 Náusea: Vontade de vomitar. Forma parte do mecanismo complexo do vômito e pode ser acompanhada de sudorese, sialorréia (salivação excessiva), vertigem, etc.
54 Vômito: É a expulsão ativa do conteúdo gástrico pela boca. Pode ser classificado como: alimentar, fecalóide, biliar, em jato, pós-prandial. Sinônimo de êmese. Os medicamentos que agem neste sintoma são chamados de antieméticos.
55 Diarréia: Aumento do volume, freqüência ou quantidade de líquido nas evacuações.Deve ser a manifestação mais freqüente de alteração da absorção ou transporte intestinal de substâncias, alterações estas que em geral são devidas a uma infecção bacteriana ou viral, a toxinas alimentares, etc.
56 Sinais: São alterações percebidas ou medidas por outra pessoa, geralmente um profissional de saúde, sem o relato ou comunicação do paciente. Por exemplo, uma ferida.
57 Sintomas: Alterações da percepção normal que uma pessoa tem de seu próprio corpo, do seu metabolismo, de suas sensações, podendo ou não ser um indício de doença. Os sintomas são as queixas relatadas pelo paciente mas que só ele consegue perceber. Sintomas são subjetivos, sujeitos à interpretação pessoal. A variabilidade descritiva dos sintomas varia em função da cultura do indivíduo, assim como da valorização que cada pessoa dá às suas próprias percepções.
58 Desidratação: Perda de líquidos do organismo pelo aumento importante da freqüência urinária, sudorese excessiva, diarréia ou vômito.
59 Vômitos: São a expulsão ativa do conteúdo gástrico pela boca. Podem ser classificados em: alimentar, fecalóide, biliar, em jato, pós-prandial. Sinônimo de êmese. Os medicamentos que agem neste sintoma são chamados de antieméticos.
60 Nódulo Sinusal: Pequena massa de fibras musculares cardíacas modificadas, localizada na junção da VEIA CAVA SUPERIOR com o átrio direito. Os impulsos da contração provavelmente começam neste nó, propagam-se pelo átrio (ÁTRIO CARDÍACO) sendo então transmitidos pelo feixe de His (FEIXE ATRIOVENTRICULAR) para o ventrículo (VENTRÍCULO CARDÍACO).
61 Úlceras: Feridas superficiais em tecido cutâneo ou mucoso que podem ocorrer em diversas partes do organismo. Uma afta é, por exemplo, uma úlcera na boca. A úlcera péptica ocorre no estômago ou no duodeno (mais freqüente). Pessoas que sofrem de estresse são mais susceptíveis a úlcera.
62 Asma: Doença das vias aéreas inferiores (brônquios), caracterizada por uma diminuição aguda do calibre bronquial em resposta a um estímulo ambiental. Isto produz obstrução e dificuldade respiratória que pode ser revertida de forma espontânea ou com tratamento médico.
63 Cutâneas: Que dizem respeito à pele, à cútis.
64 Edema: 1. Inchaço causado pelo excesso de fluidos no organismo. 2. Acúmulo anormal de líquido nos tecidos do organismo, especialmente no tecido conjuntivo.
65 Pápulas: Lesões firmes e elevadas, com bordas nítidas e diâmetro que varia de 1 a 5 milímetros (até 1 centímetro, segundo alguns autores).
66 Vesículas: Lesões papulares preenchidas com líquido claro.
67 Alergia: Reação inflamatória anormal, perante substâncias (alérgenos) que habitualmente não deveriam produzi-la. Entre estas substâncias encontram-se poeiras ambientais, medicamentos, alimentos etc.
68 Teratogênica: Agente teratogênico ou teratógeno é tudo aquilo capaz de produzir dano ao embrião ou feto durante a gravidez. Estes danos podem se refletir como perda da gestação, malformações ou alterações funcionais ou ainda distúrbios neurocomportamentais, como retardo mental.
69 Feto: Filhote por nascer de um mamífero vivíparo no período pós-embrionário, depois que as principais estruturas foram delineadas. Em humanos, do filhote por nascer vai do final da oitava semana após a CONCEPÇÃO até o NASCIMENTO, diferente do EMBRIÃO DE MAMÍFERO prematuro.
70 Tontura: O indivíduo tem a sensação de desequilíbrio, de instabilidade, de pisar no vazio, de que vai cair.
71 Anestesia: Diminuição parcial ou total da sensibilidade dolorosa. Pode ser induzida por diferentes medicamentos ou ser parte de uma doença neurológica.
72 Bradicardia: Diminuição da freqüência cardíaca a menos de 60 batimentos por minuto. Pode estar associada a distúrbios da condução cardíaca, ao efeito de alguns medicamentos ou a causas fisiológicas (bradicardia do desportista).
73 Síncope: Perda breve e repentina da consciência, geralmente com rápida recuperação. Comum em pessoas idosas. Suas causas são múltiplas: doença cerebrovascular, convulsões, arritmias, doença cardíaca, embolia pulmonar, hipertensão pulmonar, hipoglicemia, intoxicações, hipotensão postural, síncope situacional ou vasopressora, infecções, causas psicogênicas e desconhecidas.
74 Protrombina: Proteína plasmática inativa, é a precursora da trombina e essencial para a coagulação sanguínea.
75 Antiácidos: É uma substância que neutraliza o excesso de ácido, contrariando o seu efeito. É uma base que aumenta os valores de pH de uma solução ácida.
76 Antieméticos: Substância que evita o vômito.
77 Analgésicos: Grupo de medicamentos usados para aliviar a dor. As drogas analgésicas incluem os antiinflamatórios não-esteróides (AINE), tais como os salicilatos, drogas narcóticas como a morfina e drogas sintéticas com propriedades narcóticas, como o tramadol.
78 Cutânea: Que diz respeito à pele, à cútis.
79 Mão: Articulação entre os ossos do metacarpo e as falanges.
80 Mãos: Articulação entre os ossos do metacarpo e as falanges.
81 Náuseas: Vontade de vomitar. Forma parte do mecanismo complexo do vômito e pode ser acompanhada de sudorese, sialorréia (salivação excessiva), vertigem, etc .
82 Randomizado: Ensaios clínicos comparativos randomizados são considerados o melhor delineamento experimental para avaliar questões relacionadas a tratamento e prevenção. Classicamente, são definidos como experimentos médicos projetados para determinar qual de duas ou mais intervenções é a mais eficaz mediante a alocação aleatória, isto é, randomizada, dos pacientes aos diferentes grupos de estudo. Em geral, um dos grupos é considerado controle – o que algumas vezes pode ser ausência de tratamento, placebo, ou mais frequentemente, um tratamento de eficácia reconhecida. Recursos estatísticos são disponíveis para validar conclusões e maximizar a chance de identificar o melhor tratamento. Esses modelos são chamados de estudos de superioridade, cujo objetivo é determinar se um tratamento em investigação é superior ao agente comparativo.
83 Anorexia: Perda do apetite ou do desejo de ingerir alimentos.
84 Delírio: Delirio é uma crença sem evidência, acompanhada de uma excepcional convicção irrefutável pelo argumento lógico. Ele se dá com plena lucidez de consciência e não há fatores orgânicos.
85 Alucinações: Perturbações mentais que se caracterizam pelo aparecimento de sensações (visuais, auditivas, etc.) atribuídas a causas objetivas que, na realidade, inexistem; sensações sem objeto. Impressões ou noções falsas, sem fundamento na realidade; devaneios, delírios, enganos, ilusões.
86 Sistema nervoso: O sistema nervoso é dividido em sistema nervoso central (SNC) e o sistema nervoso periférico (SNP). O SNC é formado pelo encéfalo e pela medula espinhal e a porção periférica está constituída pelos nervos cranianos e espinhais, pelos gânglios e pelas terminações nervosas.
87 Cabeça:
88 Psicomotora: Própria ou referente a qualquer resposta que envolva aspectos motores e psíquicos, tais como os movimentos corporais governados pela mente.
89 Arritmia: Arritmia cardíaca é o nome dado a diversas perturbações que alteram a frequência ou o ritmo dos batimentos cardíacos.
90 Dispepsia: Dor ou mal-estar localizado no abdome superior. O mal-estar pode caracterizar-se por saciedade precoce, sensação de plenitude, distensão ou náuseas. A dispepsia pode ser intermitente ou contínua, podendo estar relacionada com os alimentos.
91 Úlcera gástrica: Lesão na mucosa do estômago. Pode ser provocada por excesso de ácido clorídrico produzido pelo próprio estômago ou por medicamentos como antiinflamatórios ou aspirina. É uma doença infecciosa, causada pela bactéria Helicobacter pylori em quase 100 % dos casos.
92 Hemorragia: Saída de sangue dos vasos sanguíneos ou do coração para o exterior, para o interstício ou para cavidades pré-formadas do organismo.
93 Hemorrágica: Relativo à hemorragia, ou seja, ao escoamento de sangue para fora dos vasos sanguíneos.
94 Pancreatite: Inflamação do pâncreas. A pancreatite aguda pode ser produzida por cálculos biliares, alcoolismo, drogas, etc. Pode ser uma doença grave e fatal. Os primeiros sintomas consistem em dor abdominal, vômitos e distensão abdominal.
95 Incontinência urinária: Perda do controle da bexiga que provoca a passagem involuntária de urina através da uretra. Existem diversas causas e tipos de incontinência e muitas opções terapêuticas. Estas vão desde simples exercícios de fisioterapia até complicadas cirurgias. As mulheres são mais freqüentemente acometidas por este problema.
96 Hiperidrose: Excesso de suor, que costuma acometer axilas, palmas das mãos e plantas dos pés.
97 Prurido: 1.    Na dermatologia, o prurido significa uma sensação incômoda na pele ou nas mucosas que leva a coçar, devido à liberação pelo organismo de substâncias químicas, como a histamina, que irritam algum nervo periférico. 2.    Comichão, coceira. 3.    No sentido figurado, prurido é um estado de hesitação ou dor na consciência; escrúpulo, preocupação, pudor. Também pode significar um forte desejo, impaciência, inquietação.
98 Fadiga: 1. Sensação de enfraquecimento resultante de esforço físico. 2. Trabalho cansativo. 3. Redução gradual da resistência de um material ou da sensibilidade de um equipamento devido ao uso continuado.
99 Astenia: Sensação de fraqueza, sem perda real da capacidade muscular.
100 Infecções: Doença produzida pela invasão de um germe (bactéria, vírus, fungo, etc.) em um organismo superior. Como conseqüência da mesma podem ser produzidas alterações na estrutura ou funcionamento dos tecidos comprometidos, ocasionando febre, queda do estado geral, e inúmeros sintomas que dependem do tipo de germe e da reação imunológica perante o mesmo.
101 Infecção: Doença produzida pela invasão de um germe (bactéria, vírus, fungo, etc.) em um organismo superior. Como conseqüência da mesma podem ser produzidas alterações na estrutura ou funcionamento dos tecidos comprometidos, ocasionando febre, queda do estado geral, e inúmeros sintomas que dependem do tipo de germe e da reação imunológica perante o mesmo.
102 Trato Urinário:
103 Bradicinesia: Dificuldade de iniciar os movimentos, lentidão nos movimentos e dificuldade de realizar os movimentos com fluência. É o sintoma mais proeminente na doença de Parkinson e que leva à incapacidade de realização das atividades diárias.
104 Vasculares: Relativo aos vasos sanguíneos do organismo.
105 Hipertensão: Condição presente quando o sangue flui através dos vasos com força maior que a normal. Também chamada de pressão alta. Hipertensão pode causar esforço cardíaco, dano aos vasos sangüíneos e aumento do risco de um ataque cardíaco, derrame ou acidente vascular cerebral, além de problemas renais e morte.
106 Erupção: 1. Ato, processo ou efeito de irromper. 2. Aumento rápido do brilho de uma estrela ou de pequena região da atmosfera solar. 3. Aparecimento de lesões de natureza inflamatória ou infecciosa, geralmente múltiplas, na pele e mucosas, provocadas por vírus, bactérias, intoxicações, etc. 4. Emissão de materiais magmáticos por um vulcão (lava, cinzas etc.).
107 Rash: Coloração avermelhada da pele como conseqüência de uma reação alérgica ou infecção.
108 Prospectivo: 1. Relativo ao futuro. 2. Suposto, possível; esperado. 3. Relativo à preparação e/ou à previsão do futuro quanto à economia, à tecnologia, ao plano social etc. 4. Em geologia, é relativo à prospecção.
109 Alucinação: Perturbação mental que se caracteriza pelo aparecimento de sensações (visuais, auditivas, etc.) atribuídas a causas objetivas que, na realidade, inexistem; sensação sem objeto. Impressão ou noção falsa, sem fundamento na realidade; devaneio, delírio, engano, ilusão.
110 Sudorese: Suor excessivo
111 Distonia: Contração muscular involuntária causando distúrbios funcionais, dolorosos e estéticos.
112 Urticária: Reação alérgica manifestada na pele como elevações pruriginosas, acompanhadas de vermelhidão da mesma. Pode afetar uma parte ou a totalidade da pele. Em geral é autolimitada e cede em pouco tempo, podendo apresentar períodos de melhora e piora ao longo de vários dias.
113 Taquicardia: Aumento da frequência cardíaca. Pode ser devido a causas fisiológicas (durante o exercício físico ou gravidez) ou por diversas doenças como sepse, hipertireoidismo e anemia. Pode ser assintomática ou provocar palpitações.
114 Convulsão: Episódio agudo caracterizado pela presença de contrações musculares espasmódicas permanentes e/ou repetitivas (tônicas, clônicas ou tônico-clônicas). Em geral está associada à perda de consciência e relaxamento dos esfíncteres. Pode ser devida a medicamentos ou doenças.
115 Hepatite: Inflamação do fígado, caracterizada por coloração amarela da pele e mucosas (icterícia), dor na região superior direita do abdome, cansaço generalizado, aumento do tamanho do fígado, etc. Pode ser produzida por múltiplas causas como infecções virais, toxicidade por drogas, doenças imunológicas, etc.
116 Síndrome: Conjunto de sinais e sintomas que se encontram associados a uma entidade conhecida ou não.
117 Fígado: Órgão que transforma alimento em energia, remove álcool e toxinas do sangue e fabrica bile. A bile, produzida pelo fígado, é importante na digestão, especialmente das gorduras. Após secretada pelas células hepáticas ela é recolhida por canalículos progressivamente maiores que a levam para dois canais que se juntam na saída do fígado e a conduzem intermitentemente até o duodeno, que é a primeira porção do intestino delgado. Com esse canal biliar comum, chamado ducto hepático, comunica-se a vesícula biliar através de um canal sinuoso, chamado ducto cístico. Quando recebe esse canal de drenagem da vesícula biliar, o canal hepático comum muda de nome para colédoco. Este, ao entrar na parede do duodeno, tem um músculo circular, designado esfíncter de Oddi, que controla o seu esvaziamento para o intestino.
118 Angina: Inflamação dos elementos linfáticos da garganta (amígdalas, úvula). Também é um termo utilizado para se referir à sensação opressiva que decorre da isquemia (falta de oxigênio) do músculo cardíaco (angina do peito).
119 Infarto do miocárdio: Interrupção do suprimento sangüíneo para o coração por estreitamento dos vasos ou bloqueio do fluxo. Também conhecido por ataque cardíaco.
120 Sinal: 1. É uma alteração percebida ou medida por outra pessoa, geralmente um profissional de saúde, sem o relato ou comunicação do paciente. Por exemplo, uma ferida. 2. Som ou gesto que indica algo, indício. 3. Dinheiro que se dá para garantir um contrato.
121 Sintoma: Qualquer alteração da percepção normal que uma pessoa tem de seu próprio corpo, do seu metabolismo, de suas sensações, podendo ou não ser um indício de doença. O sintoma é a queixa relatada pelo paciente mas que só ele consegue perceber. Sintomas são subjetivos, sujeitos à interpretação pessoal. A variabilidade descritiva dos sintomas varia em função da cultura do indivíduo, assim como da valorização que cada pessoa dá às suas próprias percepções.
122 Hipotensão: Pressão sanguínea baixa ou queda repentina na pressão sanguínea. A hipotensão pode ocorrer quando uma pessoa muda rapidamente de uma posição sentada ou deitada para a posição de pé, causando vertigem ou desmaio.
123 Músculos Respiratórios: Neste grupo de músculos estão incluídos o DIAFRAGMA e os MÚSCULOS INTERCOSTAIS.
124 Coração: Órgão muscular, oco, que mantém a circulação sangüínea.
125 Para paciente: Você pode utilizar este texto livremente com seus pacientes, inclusive alterando-o, de acordo com a sua prática e experiência. Conheça todos os materiais Para Paciente disponíveis para auxiliar, educar e esclarecer seus pacientes, colaborando para a melhoria da relação médico-paciente, reunidos no canal Para Pacientes . As informações contidas neste texto são baseadas em uma compilação feita pela equipe médica da Centralx. Você deve checar e confirmar as informações e divulgá-las para seus pacientes de acordo com seus conhecimentos médicos.
126 Sintomático: 1. Relativo a ou que constitui sintoma. 2. Que é efeito de alguma doença. 3. Por extensão de sentido, é o que indica um particular estado de coisas, de espírito; revelador, significativo.
127 Antídoto: Substância ou mistura que neutraliza os efeitos de um veneno. Esta ação pode reagir diretamente com o veneno ou amenizar/reverter a ação biológica causada por ele.

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