Algestona acetofenida + Enantato de estradiol

EUROFARMA

Atualizado em 03/06/2015

Algestona acetofenida +
Enantato de estradiol

Medicamento genérico Lei nº 9.787, de 1.999

Solução injetável
150 mg + 10 mg/ampola

Forma Farmacêutica e Apresentações da Algestona Acetofenida + Enantato de Estradiol

Solução injetável. Embalagem contendo 1 ampola de 1 mL.

USO ADULTOVia intraglútea

Composição da Algestona Acetofenida + Enantato de Estradiol

Cada ampola de 1 mL contém:
algestona acetofenida ....................150 mg
enantato de estradiol ....................10 mg
excipientes q.s.p. ....................1 mL
Excipientes: álcool benzílico, benzoato de benzila e óleo de gergelim.

Informações ao Paciente da Algestona Acetofenida + Enantato de Estradiol

Ação esperada do medicamentoAlgestona acetofenida + enantato de estradiol é um contraceptivo hormonal injetável para uso em dose única mensal, devendo ser utilizado somente sob orientação médica.

Cuidados de Conservação
Conservar em temperatura ambiente (15º C e 30º C). Proteger da luz.

Prazo de Validade
O prazo de validade do produto é de 24 meses, desde que observadas as condições de armazenamento. Não tome medicamento com prazo de validade vencido.

Gravidez1 e lactação2
O produto não deve ser usado durante a gravidez1 e o período de lactação2.
Informe ao seu médico a ocorrência de gravidez1 na vigência do tratamento ou após o seu término. Informe ao seu médico se está amamentando.

ESTE MEDICAMENTO PODE INTERROMPER A MENSTRUAÇÃO3 POR PERÍODO PROLONGADO E/ OU CAUSAR SANGRAMENTOS INTERMENSTRUAIS SEVEROS.

Cuidados de administração
" Não use algestona acetofenida + enantato de estradiol sem receita médica, nem durante prazo de tempo superior ao recomendado pelo seu médico" .

Algestona acetofenida + enantato de estradiol deve ser aplicado por via intraglútea profunda, entre o 7º e o 10º dia, de preferência no 8º dia, a contar do 1º dia da menstruação3.
O local da aplicação não deve ser massageado. Se estas recomendações não forem observadas, a eficácia do produto fica comprometida. Apesar de Algestona acetofenida + enantato de estradiol ser altamente eficaz, a prática e os estudos têm mostrado que podem ocorrer casos de gravidez1, uma vez que, como todos os demais métodos de contracepção4, também este não protege 100% das mulheres. A ocorrência destes casos de gravidez1 resulta de falhas do próprio método contraceptivo e/ou de outros fatores não relacionados ao medicamento. Estes estudos mostram que podem ocorrer gestações na proporção de 3 a 17 casos para cada 10.000 mulheres que utilizarem o produto durante 1 ano.
Siga a orientação do seu médico, respeitando sempre a indicação posológica e a duração do tratamento.

Interrupção do tratamento
Não interromper o tratamento sem o conhecimento do seu médico.

Reações adversas
Como efeitos adversos podem ocorrer principalmente dor no local da injeção5, dor de cabeça6, náuseas7, vômito8, tontura9, dores nos seios10, fogachos, reações na pele11 tais como acne12 ou coceira, tosse, humor deprimido e alteração do desejo sexual, alteração da menstruação3 e sangramento fora da menstruação3. É comum ocorrer um encurtamento do ciclo menstrual (antecipação das regras), de 3 a 6 dias. Se ocorrerem reações desagradáveis graves (sobretudo cefaléias13 intensas, distúrbios visuais agudos, inflamação14 das veias15 ou varizes16), procurar o médico. Informar ao médico o aparecimento de reações desagradáveis.

TODO MEDICAMENTO DEVE SER MANTIDO FORA DO ALCANCE DAS CRIANÇAS.

Contra-indicações e precauções
As principais contra-indicações para o uso do produto são doenças do coração17 e do aparelho circulatório18, antecedentes de flebite19, tromboflebite20, trombose21, embolia22, sangramento genital de causa desconhecida, antecedentes de intolerância associada ao uso de outros contraceptivos hormonais (comumente chamados " pílulas" ), gravidez1 e suspeitas de gravidez1. Durante o uso de contraceptivos hormonais, o hábito de fumar pode favorecer o desenvolvimento de complicações vasculares23.
Não se recomenda o uso de anovulatórios hormonais por mulheres fumantes.
Informe seu médico sobre qualquer medicamento que esteja usando antes do início ou durante o tratamento. O produto não deve ser usado durante a gravidez1 e o período de lactação2. Este medicamento causa mal formação ao bebê durante a gravidez1.

NÃO TOME REMÉDIO SEM O CONHECIMENTO DO SEU MÉDICO, PODE SER PERIGOSO PARA A SAÚDE24.

Informações Técnicas Aos Profissionais de Saúde24 da Algestona Acetofenida + Enantato de Estradiol

Características da Algestona Acetofenida + Enantato de Estradiol

Algestona acetofenida + enantato de estradiol é um anticoncepcional injetável que se aplica por via intramuscular, somente uma vez por mês. Trata-se da associação de dois princípios ativos: um gestágeno (acetofenido de diidroxiprogesterona, DHPA) e um estrógeno25 (enantato de estradiol, E2EN).Algestona acetofenida + enantato de estradiol provém de um estrógeno25 natural (estradioI), ao contrário dos estrógenos sintéticos utilizados em contraceptivos orais combinados (COCs). Por ser fisiológico26, tem curto tempo de ação e é menos potente que os estrógenos sintéticos (COCs); o tipo e a magnitude de efeitos adversos relacionados com algestona acetofenida + enantato de estradiol podem ser diferentes daqueles em usuárias de COCs.
Estudos comparativos mostraram que DHPA+E2EN têm pouco ou nenhum efeito sobre pressão arterial27, hemostase e coagulação28, metabolismo29 de lipídios e carboidratos, e função hepática30, ao contrário dos COCS. Além disso, a administração parenteral de algestona acetofenida + enantato de estradiol elimina o efeito da primeira passagem dos hormônios pelo fígado31.
A dose do gestágeno (DHPA 150 mg) confere ao algestona acetofenida + enantato de estradiol o seu principal mecanismo de ação anticoncepcional: o efeito anovulatório por supressão da secreção de gonadotrofinas hlpofisárias. Os efeitos gestágenos acessórios (modificação do muco cervical, alterações endometriais e da motilidade tubária desfavoráveis à passagem e à capacidade do espermatozóide32 em promover a fecundação33 e a nidação34) reasseguram a sua eficácia anticoncepcional.
A dose do estrógeno25 (E2EN 10 mg) assegura padrões de sangramento e desenvolvimento endometrial cíclico e previsível, de características em geral semelhantes às de uma menstruação3 normal. A presença de um estrógeno25 no produto corresponde às tendências mais modernas em anticoncepção injetável, tendo aceitação significativamente maior que os preparados que contêm exclusivamente gestágenos.
A proporção posológica entre DHPA e E2EN (150 mg:10 mg) foi selecionada em estudos comparativos por seu adequado balanço entre eficácia e tolerabilidade. Ao comparar esta posologia com a dos anticoncepcionais orais, deve-se ter em mente que os componentes de algestona acetofenida + enantato de estradiol não são derivados sintéticos tão potentes como os utilizados por via oral em microgramas, mas sim derivados diretos dos hormônios naturais do organismo que, para produzir efeitos similares, são aplicados por via parenteral, em miligramas.
Para se avaliar a eficácia de um anticoncepcional, adota-se um índice denominado Índice de Pearl35. Pela observação de estudos realizados em diversos países e com base no uso do produto por vários anos, o valor desse índice para o algestona acetofenida + enantato de estradiol pode variar de 0,03 como resultado de falhas do método (Índice de Pearl35 teórico) até 0,15/0,17 como resultado de falhas do método e/ou da usuária (Índice de Pearl35 real). Isto significa que, apesar da alta eficácia do produto, que é Igual ou superior à dos anticoncepcionais orais, podem ocorrer gestações na proporção de 3 a 17 casos para cada grupo de 10.000 mulheres que utilizarem o produto durante 1 ano.
A tolerabilidade local de algestona acetofenida + enantato de estradiol é satisfatória e a sistêmica corresponde à dos anticoncepcionais orais combinados atualmente em uso.
Algestona acetofenida + enantato de estradiol é uma solução oleosa administrada por via intramuscular. É distribuída no tecido adiposo36, onde ocorre lenta liberação, assegurando seu efeito por todo o mês. O local da aplicação não deve ser massageado, pois pode-se acelerar sua absorção, com conseqüente diminuição da eficácia. O pico sérico de estradiol ocorre depois de 3 dias da aplicação e tem uma meia-vida de 5,57 dias. Os metabólitos37, ácido glucurônico e conjugados metabólicos de ácido sulfúrico, são eliminados primariamente na urina38. A meia-vida da diidroxiprogesterona e dos seus metabólitos37 é de 24 dias.
Após a administração, o efeito hormonal persiste durante todo o cicio menstrual. A excreção se dá basicamente pelas fezes.      
Não consta que a aplicação repetida de algestona acetofenida + enantato de estradiol se correlacione com alterações nas características farmacocinéticas do produto, nem com sinais39 de acúmulo no organismo.
Estudos de toxicidade40 de dose única, realizados em diferentes espécies de animais, falharam ao demonstrar a DL50 por via intramuscular, devido à ausência de óbitos, mesmo usando-se a dose máxima provável em cada espécie.
Soluções oleosas de DHPA e E2EN foram aplicadas via i.m. na proporção de 15:1.

Os valores de DL50 obtidos foram:
-> 150 mg+10 mg / 1 mL/kg em ratos,
-> 375 mg+25 mg / 2,5 mL/kg em camundongos,
-> 750 mg+50 mg / 5 mL/kg em coelhos.

O único sinal41 tóxico foi uma discreta sedação42 ocorrida logo após a administração e que desapareceu em 1-2 dias.
Nenhuma intolerância local foi descrita. Depois de 14 dias podem-se observar hipotrofia43 ovariana e testicular, bem como dilatação e congestão uterina. Estes são considerados efeitos farmacológicos e não toxicológicos do produto.
Estudos de toxicidade40 repetidos mostraram que o ciclo menstrual é abolido nas fêmeas e a espermatogênese nos machos. Em ratas, doses maiores que DHPA 30 mg + E2EN 2 mg por kg de peso corpóreo, i.m., correlacionam-se com atrofia44 ovariana e dilatação severa e, às vezes, com infecção45 uterina. Nos machos, há hipotrofia43 dos testículos46 e das glândulas47 sexuais acessórias, e em ambos os sexos hiperplasia48 da glândula49 pituitária e diminuição do peso corpóreo. Em cães, essa preparação causou hiperplasia48 pituitária e tumores de mama50. Todos esses efeitos são previsíveis com todos os tipos de agentes progestogênicos, mesmo a progesterona, quando aplicados nesses animais em altas doses e por um longo período. É por isso que estudiosos da OMS têm desqualificado o modelo de cães como padrão quando avaliam a toxicidade40 de contraceptivos hormonais usados em mulheres. Por outro lado, estudos epidemiológicos mostraram que mulheres tratadas com a combinação de DHPA+ E2EN falharam em demonstrar alguma correlação entre essa formulação e carcinoma51 cervical.

Indicações da Algestona Acetofenida + Enantato de Estradiol

Anticoncepcional injetável de uso mensal.
Algestona acetofenida + enantato de estradiol pode ser utilizado também no controle das irregularidades menstruais e como medicação supletiva estrógeno25-progestacional, a critério médico.

Contra- Indicações da Algestona Acetofenida + Enantato de Estradiol

Constituem contra-indicações absolutas: complicações séricas associadas ao uso de contraceptivos hormonais no passado; gravidez1 ou suspeita de gravidez1; amamentação52 (menos de 6 semanas pós-parto); hipertensão53, cardiopatias, diabete melito com alterações vasculares23, nefropatia54, retinopatia, neuropatia55 ou outras doenças vasculares23 ou diabete com mais de 20 anos de duração; glaucoma56; antecedentes de processos flebíticos, trombóticos57 ou tromboembôlicos, varizes16 importantes; sangramento genital de causa desconhecida; tumor58 ginecológico ou de mama50; neoplasias59 benignas hormônio60-dependentes, neoplasias59 malignas; hepatopatia em atividade; tumores malígnos no fígado31; anemia falciforme61; epilepsia62; colagenose com lesão63 visceral ou vascular64, pré e pós-operatório, mulheres passíveis de imobilização (p. ex., após acidentes); história de icterícia65, prurido66 grave, coréia ou herpes em gestação anterior.Constituem contra-indicações relativas: galactorréia67; obesidade68; hiperlipidemias; tabagismo; irregularidades menstruais frequentes; colecistopatias; cefaléias13 severas (recorrentes, incluindo enxaqueca69) com sintoma70 neurológico focal.
Algestona acetofenida + enantato de estradiol não deve ser usado na presença de conhecida hipersensibilidade às substâncias ou a qualquer um dos componentes da fórmula.

Posologia da Algestona Acetofenida + Enantato de Estradiol

Uma ampola por via intraglútea profunda entre o 7º e 10º dia, de preferência no 8º dia, a partír do início de cada menstruação3.
Contar o primeiro dia de sangramento menstrual como dia número um. Não massagear o local da aplicação. Se estas recomendações não forem observadas, a eficácia do produto fica comprometida.

Precauções e Advertências da Algestona Acetofenida + Enantato de Estradiol

Antes de iniciar o emprego de algestona acetofenida + enantato de estradiol (ou qualquer outro contraceptivo hormonal), assim como periodicamente durante o seu uso, recomenda-se um exame geral completo, com minuciosa investigação ginecológica.Deve-se dedicar atenção especial à pressão arterial27, mamas71, abdome72 e órgãos pélvicos73, incluindo esfregaço de Papanicolau74.
Deve-se evitar o uso do produto em adolescentes que ainda não apresentem ciclos menstruais em ritmo regular.
Algestona acetofenida + enantato de estradiol inibe a ovulação75 de maneira transitória e não é causa de esterilidade76 a posteriori.
No entanto, deve-se ter em conta que, como ocorre com outros anticoncepcionais hormonais, o ciclo ovuIatório natural pode ser interrompido por 2 a 3 meses após a suspensão do tratamento.
Nos seguintes casos, o risco de uso de algestona acetofenida + enantato de estradiol geralmente supera os benefícios: fumante intensa (> 20 ciganos por dia) com mais de 35 anos de idade; amamentação52 (6 semanas a 6 meses pós-parto);< 21 dias pós-parto e não amamentando; antecedentes de câncer77 de mama50; sangramento vaginal de causa desconhecida; antecedentes de hipertensão53 grave; hiperlipidemias conhecidas; uso de certos antibióticos e anticonvulsivantes (vide interações medicamentosas); cirrose78 grave (descompensada); tumores malignos de fígado31. Nestes casos, o uso da droga requer cuidadoso julgamento clínico, levando-se em conta a gravidade do caso e a disponibilidade, praticidade e aceitabilidade de métodos alternativos de contracepção4, bem como rigoroso acompanhamento médico.
Por outro lado, há condições que não restringem o uso de contraceptivos combinados injetáveis tais como algestona acetofenida + enantato de estradiol. Nestas condições, os benefícios do uso de algestona acetofenida + enantato de estradiol geralmente superam os potenciais riscos para a
paciente. Entretanto, um rigoroso acompanhamento médico é indispensável quando se usa algestona acetofenida + enantato de estradiol em pacientes nas seguintes condições: idade acima de 40 anos; fumantes com menos de 35 anos de idade ou fumante leve com mais de 35 anos; cefaléias13 (incluindo enxaqueca69 sem sintoma70 neurológico focal); amamentação52 (> 6 meses pós- parto); doença mamária não diagnosticada; neoplasia79 cervical intraepitelial ou câncer77; histórico de colestase80 (gravidez1, relacionada a contraceptivos combinados orais ou injetáveis). Em um restrito grupo de mulheres suceptíveis, a coIestase relacionada ao uso de contraceptivos orais combinados no passado pode predizer uma futura coIestase relacionada com estrógeno25; doença do trato biliar81 em curso ou antecedente; cirrose78 moderada (compensada); doença valvular do coração17 sem complicações; hipertensão53 moderada; tromboflebite20 superficial; talassemia82; anemia falciforme61; diabetes83 sem complicações; cirurgias grandes sem imobilização prolongada.
O uso destes medicamentos pode afetar avaliações endócrinas e, possivelmente, testes da função hepática30. Portanto, se esses testes estiverem anormais em uma paciente, o uso do produto deve ser descontinuado e os testes repetidos 2 meses após a suspensão. As pacientes usuárias do medicamento podem apresentar distúrbios do metabolismo29 do triptofano, o que pode resultar em relativa deficiência de piridoxina; não obstante, o significado clínico deste evento ainda não foi determinado. Os níveis séricos de folatos podem ser deprimidos pelo uso do medicamento. Mulheres que engravidem pouco depois de interromper o uso de contraceptivos hormonais têm maior probabilidade de desenvolver deficiência de folato se complicações a eles atribuídas. Pacientes com antecedentes de depressão psíquica devem ser cuidadosamente observadas e o uso do medicamento ser descontinuado se a depressão reaparecer em grau importante. As associações de estrógeno25 com gestágeno podem apresentar efeitos sobre o metabolismo29 dos hidratos de carbono e dos lipídios (diminuição da tolerância à glicose84; aIteração dos níveis séricos de triglicérides85, de fosfoIipídios, de diversas frações de coIesteroI, etc). Por este motivo, a administração de algestona acetofenida + enantato de estradiol ou de outros anticoncepcionais hormonais a mulheres portadoras de diabete, pré-diabete ou dislipidemias requer controle e vigilância contínua. Está bem estabelecido um aumento do risco de doenças trombóticas86 e tromboembólicas associado ao uso de anovulatórios em geral.
O médico deve estar alerta às manifestações precoces destes distúrbios (p.ex. tromboflebites87, embolia22 pulmonar, ocIusão coronariana, etc). Em casos de suspeita de alguma dessas manifestações, o uso do medicamento deve ser interrompido.
O hábito de fumar aumenta o risco de efeitos adversos cardiovasculares sérios dos anovulalórios. Este risco aumenta com a idade e o fumo intenso (15 ou mais cigarros por dia) e é mais acentuado em mulheres acima de 35 anos de idade.
Recomenda-se que as mulheres tratadas com contraceptivos hormonais de qualquer tipo não fumem.
Foi relatado um aumento da pressão arterial27 em pacientes tomando anovulatórios, podendo em algumas mulheres ocorrer hipertensão53 poucos meses após o início do uso de tais produtos.
Também aumenta o risco de doenças da vesícula biliar88 em usuárias de anovulatórios ou de estrógenos. Relata-se um risco de complicações tromboembólicas pós-cirúrgicas 4 a 6 vezes maior em usuárias de anovulatórios. Por este motivo, sempre que possível, o uso do medicamento deve ser descontinuado pelo menos 1 mês antes de uma cirurgia associada a risco aumentado de tromboembolismo89.

Gravidez1 e Lactação2 da Algestona Acetofenida + Enantato de Estradiol

Contra-indicado na gravidez1. Pouco se sabe sobre efeitos ao feto90 se forem usados contraceptivos injetáveis combinados durante a gravidez1.
A administração de anovulatórios no período pós-parto pode interferir com a Iactação; pode ocorrer uma diminuição na quantidade e na qualidade do leite materno. Além disso, identificou-se uma pequena fração dos componentes hormonais dos anovulatórios no leite das mães que os utilizaram; entretanto, um efeito sobre a criança amamentada, se existente, não foi constatado.
Em aproximadamente 3 semanas após o parto, a coagulação28 sanguínea e a fibrinólise91 normalizam-se essencialmente e o algestona acetofenida e enantato de estradiol pode normalmente ser usado a partir daí em mulheres que não estejam amamentando.
Este medicamento causa mal formação ao bebê durante a gravidez1.

ESTE MEDICAMENTO PODE INTERROMPER A MENSTRUAÇÃO3 POR PERÍODO PROLONGADO E/ OU CAUSAR SANGRAMENTOS INTERMENSTRUAIS SEVEROS.

Interações Medicamentosas da Algestona Acetofenida + Enantato de Estradiol

Tal como sucede com os anticoncepcionais hormonais em geral, o uso concomitante de algestona acetofenida + enantato de estradiol com rifampicina, hidantoínas, barbituratos, antibióticos penicilânicos, cloranfenicol, griseofulvina, fenitoína, carbamazepina, primidona, isoniazida, nitrofurantoína, sulfonamidas e tetraciclinas pode reduzir a eficácia contraceptiva do produto ou provocar irregularidades menstruais. Da mesma forma, os anticoncepcionais hormonais podem alterar a eficácia de anticonvulsivantes, anti-hipertensivos, hipnóticos, hipoglicemiantes92, anticoagulantes93 e antidepressivos.

Reações Adversas da Algestona Acetofenida + Enantato de Estradiol

É possível que algumas mulheres notem mudanças no ciclo menstrual típico (ciclos menores, hemorragia94 intermenstrual, sangramento irregular), dismenorréia95, amenorréia96 transitória, prurido66 vulvar, tensão mamária, dores de estômago97, náuseas7, vômitos98, cefaléias13, retenção hidrossalina, mudanças subclínicas e transitórias detectadas nos testes de excreção do fígado31, alterações emocionais e da libido99, alterações do peso corpóreo e fenômenos de fotossensibilização (cloasma100).
Tontura9, nervosismo, depressão, fogacho, acne12, hipersensibilidade (prurido66, tosse), distúrbios visuais e auditivos são prováveis, uma vez que eles podem ocorrer com qualquer hormônio60 sexual, mas raramente foram relatados com algestona acetofenida + enantato de estradiol.
Geralmente podem ocorrer no tratamento com contraceptivos hormonais outras reações adversas tais como tromboflebite20, trombose21 arterial ou venosa, eventos tromboembólicos, derrame101 cerebral, cefaléias13 intensas (enxaqueca69), hipertensão53, neurorretinite o que poderia levar à suspensão do tratamento, embora não tenham sido associadas ao uso de algestona acetofenida + enantato de estradiol.

Superdose da Algestona Acetofenida + Enantato de Estradiol

Desconhecem-se casos de superdosagem e reações adversas graves correlatas. Entretanto, em tais casos podem-se esperar náusea102, vômito8, mastodinia103, cefaléias13, retenção hidrossalina, alteração do sangramento endometrial e amenorréia96. Como não existem antídotos específicos, recomenda-se manter a pessoa afetada em observação, sob controle médico estrito e tratamento sintomático104.

Armazenagem da Algestona Acetofenida + Enantato de Estradiol

Conservar em temperatura ambiente (temperatura entre 15º e 30º C). Proteger da luz.

VENDA SOB PRESCRIÇÃO MÉDICA  

Informação Importante da Algestona Acetofenida + Enantato de Estradiol

Algestona acetofenida + enantato de estradiol deve ser aplicado entre o 7º e o 10º dia, de preferência no 8º dia, contados a partir do dia do início da menstruação3.
Deve ser aplicado com agulha 30x7 ou 30x8 na região glútea105, profundamente.
O local da injeção5 não deve ser massageado após a aplicação de algestona acetofenida + enantato de estradiol.
Se estas recomendações não forem observadas, a eficácia do tratamento fica comprometida.

MS - 1.0043.0986
Farm. Resp.: Dra. Sônia Albano Badaró - CRF-SP 19.258

EUROFARMA LABORATÓRIOS LTDA.
Av. Ver. José Diniz, 3.465 - São Paulo - SP
CNPJ: 61.190.096/0001-92
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Algestona acetofenida + Enantato de estradiol - Laboratório

EUROFARMA
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Tel: 0800-704-3876
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Complementos

1 Gravidez: Condição de ter um embrião ou feto em desenvolvimento no trato reprodutivo feminino após a união de ovo e espermatozóide.
2 Lactação: Fenômeno fisiológico neuro-endócrino (hormonal) de produção de leite materno pela puérpera no pós-parto; independente dela estar ou não amamentando.Toda mulher após o parto tem produção de leite - lactação; mas, infelizmente nem todas amamentam.
3 Menstruação: Sangramento cíclico através da vagina, que é produzido após um ciclo ovulatório normal e que corresponde à perda da camada mais superficial do endométrio uterino.
4 Contracepção: Qualquer processo que evite a fertilização do óvulo ou a implantação do ovo. Os métodos de contracepção podem ser classificados de acordo com o seu objetivo em barreiras mecânicas ou químicas, impeditivas de nidação e contracepção hormonal.
5 Injeção: Infiltração de medicação ou nutrientes líquidos no corpo através de uma agulha e seringa.
6 Cabeça:
7 Náuseas: Vontade de vomitar. Forma parte do mecanismo complexo do vômito e pode ser acompanhada de sudorese, sialorréia (salivação excessiva), vertigem, etc .
8 Vômito: É a expulsão ativa do conteúdo gástrico pela boca. Pode ser classificado como: alimentar, fecalóide, biliar, em jato, pós-prandial. Sinônimo de êmese. Os medicamentos que agem neste sintoma são chamados de antieméticos.
9 Tontura: O indivíduo tem a sensação de desequilíbrio, de instabilidade, de pisar no vazio, de que vai cair.
10 Seios: Em humanos, uma das regiões pareadas na porção anterior do TÓRAX. As mamas consistem das GLÂNDULAS MAMÁRIAS, PELE, MÚSCULOS, TECIDO ADIPOSO e os TECIDOS CONJUNTIVOS.
11 Pele: Camada externa do corpo, que o protege do meio ambiente. Composta por DERME e EPIDERME.
12 Acne: Doença de predisposição genética cujas manifestações dependem da presença dos hormônios sexuais. As lesões começam a surgir na puberdade, atingindo a maioria dos jovens de ambos os sexos. Os cravos e espinhas ocorrem devido ao aumento da secreção sebácea associada ao estreitamento e obstrução da abertura do folículo pilosebáceo, dando origem aos comedões abertos (cravos pretos) e fechados (cravos brancos). Estas condições favorecem a proliferação de microorganismos que provocam a inflamação característica das espinhas, sendo o Propionibacterium acnes o agente infeccioso mais comumente envolvido.
13 Cefaléias: Sinônimo de dor de cabeça. Este termo engloba todas as dores de cabeça existentes, ou seja, enxaqueca ou migrânea, cefaléia ou dor de cabeça tensional, cefaléia cervicogênica, cefaléia em pontada, cefaléia secundária a sinusite, etc... são tipos dentro do grupo das cefaléias ou dores de cabeça. A cefaléia tipo tensional é a mais comum (acomete 78% da população), seguida da enxaqueca ou migrânea (16% da população).
14 Inflamação: Conjunto de processos que se desenvolvem em um tecido em resposta a uma agressão externa. Incluem fenômenos vasculares como vasodilatação, edema, desencadeamento da resposta imunológica, ativação do sistema de coagulação, etc.Quando se produz em um tecido superficial (pele, tecido celular subcutâneo) pode apresentar tumefação, aumento da temperatura local, coloração avermelhada e dor (tétrade de Celso, o cientista que primeiro descreveu as características clínicas da inflamação).
15 Veias: Vasos sangüíneos que levam o sangue ao coração.
16 Varizes: Dilatação anormal de uma veia. Podem ser dolorosas ou causar problemas estéticos quando são superficiais como nas pernas. Podem também ser sede de trombose, devido à estase sangüínea.
17 Coração: Órgão muscular, oco, que mantém a circulação sangüínea.
18 Aparelho circulatório: O aparelho circulatório ou cardiovascular é formado por um circuito fechado de tubos (artérias, veias e capilares) dentro dos quais circula o sangue e por um órgão central, o coração, que atua como bomba. Ele move o sangue através dos vasos sanguíneos e distribui substâncias por todo o organismo.
19 Flebite: Inflamação da parede interna de uma veia. Pode ser acompanhada ou não de trombose da mesma.
20 Tromboflebite: Processo inflamatório de um segmento de uma veia, geralmente de localização superficial (veia superficial), juntamente com formação de coágulos na zona afetada. Pode surgir posteriormente a uma lesão pequena numa veia (como após uma injeção ou um soro intravenoso) e é particularmente frequente nos toxico-dependentes que se injetam. A tromboflebite pode desenvolver-se como complicação de varizes. Existe uma tumefação e vermelhidão (sinais do processo inflamatório) ao longo do segmento de veia atingido, que é extremamante doloroso à palpação. Ocorrem muitas vezes febre e mal-estar.
21 Trombose: Formação de trombos no interior de um vaso sanguíneo. Pode ser venosa ou arterial e produz diferentes sintomas segundo os territórios afetados. A trombose de uma artéria coronariana pode produzir um infarto do miocárdio.
22 Embolia: Impactação de uma substância sólida (trombo, colesterol, vegetação, inóculo bacteriano), líquida ou gasosa (embolia gasosa) em uma região do circuito arterial com a conseqüente obstrução do fluxo e isquemia.
23 Vasculares: Relativo aos vasos sanguíneos do organismo.
24 Saúde: 1. Estado de equilíbrio dinâmico entre o organismo e o seu ambiente, o qual mantém as características estruturais e funcionais do organismo dentro dos limites normais para sua forma de vida e para a sua fase do ciclo vital. 2. Estado de boa disposição física e psíquica; bem-estar. 3. Brinde, saudação que se faz bebendo à saúde de alguém. 4. Força física; robustez, vigor, energia.
25 Estrógeno: Grupo hormonal produzido principalmente pelos ovários e responsáveis por numerosas ações no organismo feminino (indução da primeira fase do ciclo menstrual, desenvolvimento dos ductos mamários, distribuição corporal do tecido adiposo em um padrão feminino, etc.).
26 Fisiológico: Relativo à fisiologia. A fisiologia é estudo das funções e do funcionamento normal dos seres vivos, especialmente dos processos físico-químicos que ocorrem nas células, tecidos, órgãos e sistemas dos seres vivos sadios.
27 Pressão arterial: A relação que define a pressão arterial é o produto do fluxo sanguíneo pela resistência. Considerando-se a circulação como um todo, o fluxo total é denominado débito cardíaco, enquanto a resistência é denominada de resistência vascular periférica total.
28 Coagulação: Ato ou efeito de coagular(-se), passando do estado líquido ao sólido.
29 Metabolismo: É o conjunto de transformações que as substâncias químicas sofrem no interior dos organismos vivos. São essas reações que permitem a uma célula ou um sistema transformar os alimentos em energia, que será ultilizada pelas células para que as mesmas se multipliquem, cresçam e movimentem-se. O metabolismo divide-se em duas etapas: catabolismo e anabolismo.
30 Hepática: Relativa a ou que forma, constitui ou faz parte do fígado.
31 Fígado: Órgão que transforma alimento em energia, remove álcool e toxinas do sangue e fabrica bile. A bile, produzida pelo fígado, é importante na digestão, especialmente das gorduras. Após secretada pelas células hepáticas ela é recolhida por canalículos progressivamente maiores que a levam para dois canais que se juntam na saída do fígado e a conduzem intermitentemente até o duodeno, que é a primeira porção do intestino delgado. Com esse canal biliar comum, chamado ducto hepático, comunica-se a vesícula biliar através de um canal sinuoso, chamado ducto cístico. Quando recebe esse canal de drenagem da vesícula biliar, o canal hepático comum muda de nome para colédoco. Este, ao entrar na parede do duodeno, tem um músculo circular, designado esfíncter de Oddi, que controla o seu esvaziamento para o intestino.
32 Espermatozóide: Célula reprodutiva masculina.
33 Fecundação: 1. Junção de gametas que resulta na formação de um zigoto; anfigamia, fertilização. 2. Ato ou efeito de fecundar (-se).
34 Nidação: Implantação.
35 índice de Pearl: O Índice Pearl é definido como o número de falhas contraceptivas por 100 mulheres-anos de exposição e usa como denominador o total de meses ou ciclos de exposição desde o início do uso do produto até o final do estudo ou a descontinuação do produto. É uma fórmula matemática que avalia a eficácia de um método contraceptivo.
36 Tecido Adiposo: Tecido conjuntivo especializado composto por células gordurosas (ADIPÓCITOS). É o local de armazenamento de GORDURAS, geralmente na forma de TRIGLICERÍDEOS. Em mamíferos, existem dois tipos de tecido adiposo, a GORDURA BRANCA e a GORDURA MARROM. Suas distribuições relativas variam em diferentes espécies sendo que a maioria do tecido adiposo compreende o do tipo branco.
37 Metabólitos: Qualquer composto intermediário das reações enzimáticas do metabolismo.
38 Urina: Resíduo líquido produzido pela filtração renal no organismo, estocado na bexiga e expelido pelo ato de urinar.
39 Sinais: São alterações percebidas ou medidas por outra pessoa, geralmente um profissional de saúde, sem o relato ou comunicação do paciente. Por exemplo, uma ferida.
40 Toxicidade: Capacidade de uma substância produzir efeitos prejudiciais ao organismo vivo.
41 Sinal: 1. É uma alteração percebida ou medida por outra pessoa, geralmente um profissional de saúde, sem o relato ou comunicação do paciente. Por exemplo, uma ferida. 2. Som ou gesto que indica algo, indício. 3. Dinheiro que se dá para garantir um contrato.
42 Sedação: 1. Ato ou efeito de sedar. 2. Aplicação de sedativo visando aliviar sensação física, por exemplo, de dor. 3. Diminuição de irritabilidade, de nervosismo, como efeito de sedativo. 4. Moderação de hiperatividade orgânica.
43 Hipotrofia: Estado ou processo de crescimento ou desenvolvimento subnormal de qualquer coisa.
44 Atrofia: 1. Em biologia, é a falta de desenvolvimento de corpo, órgão, tecido ou membro. 2. Em patologia, é a diminuição de peso e volume de órgão, tecido ou membro por nutrição insuficiente das células ou imobilização. 3. No sentido figurado, é uma debilitação ou perda de alguma faculdade mental ou de um dos sentidos, por exemplo, da memória em idosos.
45 Infecção: Doença produzida pela invasão de um germe (bactéria, vírus, fungo, etc.) em um organismo superior. Como conseqüência da mesma podem ser produzidas alterações na estrutura ou funcionamento dos tecidos comprometidos, ocasionando febre, queda do estado geral, e inúmeros sintomas que dependem do tipo de germe e da reação imunológica perante o mesmo.
46 Testículos: Os testículos são as gônadas sexuais masculinas que produzem as células de fecundação ou espermatozóides. Nos mamíferos ocorrem aos pares e são protegidos fora do corpo por uma bolsa chamada escroto. Têm função de glândula produzindo hormônios masculinos.
47 Glândulas: Grupo de células que secreta substâncias. As glândulas endócrinas secretam hormônios e as glândulas exócrinas secretam saliva, enzimas e água.
48 Hiperplasia: Aumento do número de células de um tecido. Pode ser conseqüência de um estímulo hormonal fisiológico ou não, anomalias genéticas no tecido de origem, etc.
49 Glândula: Estrutura do organismo especializada na produção de substâncias que podem ser lançadas na corrente sangüínea (glândulas endócrinas) ou em uma superfície mucosa ou cutânea (glândulas exócrinas). A saliva, o suor, o muco, são exemplos de produtos de glândulas exócrinas. Os hormônios da tireóide, a insulina e os estrógenos são de secreção endócrina.
50 Mama: Em humanos, uma das regiões pareadas na porção anterior do TÓRAX. As mamas consistem das GLÂNDULAS MAMÁRIAS, PELE, MÚSCULOS, TECIDO ADIPOSO e os TECIDOS CONJUNTIVOS.
51 Carcinoma: Tumor maligno ou câncer, derivado do tecido epitelial.
52 Amamentação: Ato da nutriz dar o peito e o lactente mamá-lo diretamente. É um fenômeno psico-sócio-cultural. Dar de mamar a; criar ao peito; aleitar; lactar... A amamentação é uma forma de aleitamento, mas há outras formas.
53 Hipertensão: Condição presente quando o sangue flui através dos vasos com força maior que a normal. Também chamada de pressão alta. Hipertensão pode causar esforço cardíaco, dano aos vasos sangüíneos e aumento do risco de um ataque cardíaco, derrame ou acidente vascular cerebral, além de problemas renais e morte.
54 Nefropatia: Lesão ou doença do rim.
55 Neuropatia: Doença do sistema nervoso. As três principais formas de neuropatia em pessoas diabéticas são a neuropatia periférica, neuropatia autonômica e mononeuropatia. A forma mais comum é a neuropatia periférica, que afeta principalmente pernas e pés.
56 Glaucoma: É quando há aumento da pressão intra-ocular e danos ao nervo óptico decorrentes desse aumento de pressão. Esses danos se expressam no exame de fundo de olho e por alterações no campo de visão.
57 Trombóticos: Relativo à trombose, ou seja, à formação ou desenvolvimento de um trombo (coágulo).
58 Tumor: Termo que literalmente significa massa ou formação de tecido. É utilizado em geral para referir-se a uma formação neoplásica.
59 Neoplasias: Termo que denomina um conjunto de doenças caracterizadas pelo crescimento anormal e em certas situações pela invasão de órgãos à distância (metástases). As neoplasias mais frequentes são as de mama, cólon, pele e pulmões.
60 Hormônio: Substância química produzida por uma parte do corpo e liberada no sangue para desencadear ou regular funções particulares do organismo. Por exemplo, a insulina é um hormônio produzido pelo pâncreas que diz a outras células quando usar a glicose para energia. Hormônios sintéticos, usados como medicamentos, podem ser semelhantes ou diferentes daqueles produzidos pelo organismo.
61 Anemia falciforme: Doença hereditária que causa a má formação das hemácias, que assumem forma semelhante a foices (de onde vem o nome da doença), com maior ou menor severidade de acordo com o caso, o que causa deficiência do transporte de gases nos indivíduos que possuem a doença. É comum na África, na Europa Mediterrânea, no Oriente Médio e em certas regiões da Índia.
62 Epilepsia: Alteração temporária e reversível do funcionamento cerebral, que não tenha sido causada por febre, drogas ou distúrbios metabólicos. Durante alguns segundos ou minutos, uma parte do cérebro emite sinais incorretos, que podem ficar restritos a esse local ou espalhar-se. Quando restritos, a crise será chamada crise epiléptica parcial; quando envolverem os dois hemisférios cerebrais, será uma crise epiléptica generalizada. O paciente pode ter distorções de percepção, movimentos descontrolados de uma parte do corpo, medo repentino, desconforto no estômago, ver ou ouvir de maneira diferente e até perder a consciência - neste caso é chamada de crise complexa. Depois do episódio, enquanto se recupera, a pessoa pode sentir-se confusa e ter déficits de memória. Existem outros tipos de crises epilépticas.
63 Lesão: 1. Ato ou efeito de lesar (-se). 2. Em medicina, ferimento ou traumatismo. 3. Em patologia, qualquer alteração patológica ou traumática de um tecido, especialmente quando acarreta perda de função de uma parte do corpo. Ou também, um dos pontos de manifestação de uma doença sistêmica. 4. Em termos jurídicos, prejuízo sofrido por uma das partes contratantes que dá mais do que recebe, em virtude de erros de apreciação ou devido a elementos circunstanciais. Ou também, em direito penal, ofensa, dano à integridade física de alguém.
64 Vascular: Relativo aos vasos sanguíneos do organismo.
65 Icterícia: Coloração amarelada da pele e mucosas devido a uma acumulação de bilirrubina no organismo. Existem dois tipos de icterícia que têm etiologias e sintomas distintos: icterícia por acumulação de bilirrubina conjugada ou direta e icterícia por acumulação de bilirrubina não conjugada ou indireta.
66 Prurido: 1.    Na dermatologia, o prurido significa uma sensação incômoda na pele ou nas mucosas que leva a coçar, devido à liberação pelo organismo de substâncias químicas, como a histamina, que irritam algum nervo periférico. 2.    Comichão, coceira. 3.    No sentido figurado, prurido é um estado de hesitação ou dor na consciência; escrúpulo, preocupação, pudor. Também pode significar um forte desejo, impaciência, inquietação.
67 Galactorréia: Secreção mamária anormal de leite fora do período de amamentação. Pode ser produzida por distúrbios hormonais ou pela ação de medicamentos.
68 Obesidade: Condição em que há acúmulo de gorduras no organismo além do normal, mais severo que o sobrepeso. O índice de massa corporal é igual ou maior que 30.
69 Enxaqueca: Sinônimo de migrânea. É a cefaléia cuja prevalência varia de 10 a 20% da população. Ocorre principalmente em mulheres com uma proporção homem:mulher de 1:2-3. As razões para esta preponderância feminina ainda não estão bem entendidas, mas suspeita-se de alguma relação com o hormônio feminino. Resulta da pressão exercida por vasos sangüíneos dilatados no tecido nervoso cerebral subjacente. O tratamento da enxaqueca envolve normalmente drogas vaso-constritoras para aliviar esta pressão. No entanto, esta medicamentação pode causar efeitos secundários no sistema circulatório e é desaconselhada a pessoas com problemas cardiológicos.
70 Sintoma: Qualquer alteração da percepção normal que uma pessoa tem de seu próprio corpo, do seu metabolismo, de suas sensações, podendo ou não ser um indício de doença. O sintoma é a queixa relatada pelo paciente mas que só ele consegue perceber. Sintomas são subjetivos, sujeitos à interpretação pessoal. A variabilidade descritiva dos sintomas varia em função da cultura do indivíduo, assim como da valorização que cada pessoa dá às suas próprias percepções.
71 Mamas: Em humanos, uma das regiões pareadas na porção anterior do TÓRAX. As mamas consistem das GLÂNDULAS MAMÁRIAS, PELE, MÚSCULOS, TECIDO ADIPOSO e os TECIDOS CONJUNTIVOS.
72 Abdome: Região do corpo que se localiza entre o TÓRAX e a PELVE.
73 Pélvicos: Relativo a ou próprio de pelve. A pelve é a cavidade no extremo inferior do tronco, formada pelos dois ossos do quadril (ilíacos), sacro e cóccix; bacia. Ou também é qualquer cavidade em forma de bacia ou taça (por exemplo, a pelve renal).
74 Papanicolau: Método de coloração para amostras de tecido, particularmente difundido por sua utilização na detecção precoce do câncer de colo uterino.
75 Ovulação: Ovocitação, oocitação ou ovulação nos seres humanos, bem como na maioria dos mamíferos, é o processo que libera o ovócito II em metáfase II do ovário. (Em outras espécies em vez desta célula é liberado o óvulo.) Nos dias anteriores à ovocitação, o folículo secundário cresce rapidamente, sob a influência do FSH e do LH. Ao mesmo tempo que há o desenvolvimento final do folículo, há um aumento abrupto de LH, fazendo com que o ovócito I no seu interior complete a meiose I, e o folículo passe ao estágio de pré-ovocitação. A meiose II também é iniciada, mas é interrompida em metáfase II aproximadamente 3 horas antes da ovocitação, caracterizando a formação do ovócito II. A elevada concentração de LH provoca a digestão das fibras colágenas em torno do folículo, e os níveis mais altos de prostaglandinas causam contrações na parede ovariana, que provocam a extrusão do ovócito II.
76 Esterilidade: Incapacidade para conceber (ficar grávida) por meios naturais. Suas causas podem ser masculinas, femininas ou do casal.
77 Câncer: Crescimento anormal de um tecido celular capaz de invadir outros órgãos localmente ou à distância (metástases).
78 Cirrose: Substituição do tecido normal de um órgão (freqüentemente do fígado) por um tecido cicatricial fibroso. Deve-se a uma agressão persistente, infecciosa, tóxica ou metabólica, que produz perda progressiva das células funcionalmente ativas. Leva progressivamente à perda funcional do órgão.
79 Neoplasia: Termo que denomina um conjunto de doenças caracterizadas pelo crescimento anormal e em certas situações pela invasão de órgãos à distância (metástases). As neoplasias mais frequentes são as de mama, cólon, pele e pulmões.
80 Colestase: Retardamento ou interrupção do fluxo nos canais biliares.
81 Trato Biliar: Os DUCTOS BILIARES e a VESÍCULA BILIAR.
82 Talassemia: Anemia mediterrânea ou talassemia. Tipo de anemia hereditária, de transmissão recessiva, causada pela redução ou ausência da síntese da cadeia de hemoglobina, uma proteína situada no interior do glóbulos vermelhos e que tem a função de transportar o oxigênio. É classificada dentro das hemoglobinopatias. Afeta principalmente populações da Itália e da Grécia (e seus descendentes), banhadas pelo Mar Mediterrâneo.
83 Diabetes: Nome que designa um grupo de doenças caracterizadas por diurese excessiva. A mais frequente é o Diabetes mellitus, ainda que existam outras variantes (Diabetes insipidus) de doença nas quais o transtorno primário é a incapacidade dos rins de concentrar a urina.
84 Glicose: Uma das formas mais simples de açúcar.
85 Triglicérides: A principal maneira de armazenar os lipídeos no tecido adiposo é sob a forma de triglicérides. São também os tipos de lipídeos mais abundantes na alimentação. Podem ser definidos como compostos formados pela união de três ácidos graxos com glicerol. Os triglicérides sólidos em temperatura ambiente são conhecidos como gorduras, enquanto os líquidos são os óleos. As gorduras geralmente possuem uma alta proporção de ácidos graxos saturados de cadeia longa, já os óleos normalmente contêm mais ácidos graxos insaturados de cadeia curta.
86 Trombóticas: Relativo à trombose, ou seja, à formação ou desenvolvimento de um trombo (coágulo).
87 Tromboflebites: Processo inflamatório de um segmento de uma veia, geralmente de localização superficial (veia superficial), juntamente com formação de coágulos na zona afetada. Pode surgir posteriormente a uma lesão pequena numa veia (como após uma injeção ou um soro intravenoso) e é particularmente frequente nos toxico-dependentes que se injetam. A tromboflebite pode desenvolver-se como complicação de varizes. Existe uma tumefação e vermelhidão (sinais do processo inflamatório) ao longo do segmento de veia atingido, que é extremamante doloroso à palpação. Ocorrem muitas vezes febre e mal-estar.
88 Vesícula Biliar: Reservatório para armazenar secreção da BILE. Através do DUCTO CÍSTICO, a vesícula libera para o DUODENO ácidos biliares em alta concentração (e de maneira controlada), que degradam os lipídeos da dieta.
89 Tromboembolismo: Doença produzida pela impactação de um fragmento de um trombo. É produzida quando este se desprende de seu lugar de origem, e é levado pela corrente sangüínea até produzir a oclusão de uma artéria distante do local de origem do trombo. Esta oclusão pode ter diversas conseqüências, desde leves até fatais, dependendo do tamanho do vaso ocluído e do tipo de circulação do órgão onde se deu a oclusão.
90 Feto: Filhote por nascer de um mamífero vivíparo no período pós-embrionário, depois que as principais estruturas foram delineadas. Em humanos, do filhote por nascer vai do final da oitava semana após a CONCEPÇÃO até o NASCIMENTO, diferente do EMBRIÃO DE MAMÍFERO prematuro.
91 Fibrinólise: Processo de dissolução progressiva da fibrina e assim do coágulo, que posteriormente à sua formação deve ser dissolvido.
92 Hipoglicemiantes: Medicamentos que contribuem para manter a glicose sangüínea dentro dos limites normais, sendo capazes de diminuir níveis de glicose previamente elevados.
93 Anticoagulantes: Substâncias ou medicamentos que evitam a coagulação, especialmente do sangue.
94 Hemorragia: Saída de sangue dos vasos sanguíneos ou do coração para o exterior, para o interstício ou para cavidades pré-formadas do organismo.
95 Dismenorréia: Dor associada à menstruação. Em uma porcentagem importante de mulheres é um sintoma normal. Em alguns casos está associada a doenças ginecológicas (endometriose, etc.).
96 Amenorréia: É a ausência de menstruação pelo período equivalente a 3 ciclos menstruais ou 6 meses (o que ocorrer primeiro). Para períodos inferiores, utiliza-se o termo atraso menstrual.
97 Estômago: Órgão da digestão, localizado no quadrante superior esquerdo do abdome, entre o final do ESÔFAGO e o início do DUODENO.
98 Vômitos: São a expulsão ativa do conteúdo gástrico pela boca. Podem ser classificados em: alimentar, fecalóide, biliar, em jato, pós-prandial. Sinônimo de êmese. Os medicamentos que agem neste sintoma são chamados de antieméticos.
99 Libido: Desejo. Procura instintiva do prazer sexual.
100 Cloasma: Manchas escuras na face. O seu surgimento está relacionado à gravidez. Além dos fatores hormonais e da exposição solar, a tendência genética e características raciais também influenciam o seu surgimento. O cloasma gravídico pode desaparecer espontaneamente após a gravidez, não exigindo, às vezes, nenhum tipo de tratamento.
101 Derrame: Conhecido popularmente como derrame cerebral, o acidente vascular cerebral (AVC) ou encefálico é uma doença que consiste na interrupção súbita do suprimento de sangue com oxigênio e nutrientes para o cérebro, lesando células nervosas, o que pode resultar em graves conseqüências, como inabilidade para falar ou mover partes do corpo. Há dois tipos de derrame, o isquêmico e o hemorrágico.
102 Náusea: Vontade de vomitar. Forma parte do mecanismo complexo do vômito e pode ser acompanhada de sudorese, sialorréia (salivação excessiva), vertigem, etc.
103 Mastodinia: Dor nas mamas que precede a menstruação.
104 Sintomático: 1. Relativo a ou que constitui sintoma. 2. Que é efeito de alguma doença. 3. Por extensão de sentido, é o que indica um particular estado de coisas, de espírito; revelador, significativo.
105 Região Glútea:

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