DAUNOBLASTINA

PFIZER

Atualizado em 08/12/2014

Composição da Daunoblastina

CADA FRASCO-AMPOLA CONTEM LIOFILIZADO1 DE: CLORIDRATO DE DAUNORUBICINA 20 MG; D-MANITOL 100 MG; CADA AMPOLA DE SOLVENTE CONTEM: SOLUCAO FISIOLOGICA2 APIROGENA ESTERIL 10 ML.

Posologia e Administração da Daunoblastina

TANTO A ADMINISTRACAO ISOLADA DE DAUNOBLASTINA, COMO AQUELA FEITA SEGUINDO ESQUEMAS TERAPEUTICOS EM QUE E ASSOCIADA A OUTROS MEDICAMENTOS, DEVERAO SER REALIZADAS SOB EXCLUSIVA ORIENTACAO DO MEDICO ASSISTENTE. CRIANCAS: COMECAR COM UMA DOSE INICIAL DE 1 MG/KG DE DAUNORUBICINA POR DIA, POR VIA INTRAVENOSA, DURANTE 4-5 DIAS, FAZENDO CONTAGENS DIARIAS DOS ELEMENTOS FIGURADOS DO SANGUE3 E EXAME PERIODICO DA MEDULA OSSEA4. APOS 8-10 DIAS, ESTE CICLO PODE SER REPETIDO UMA SEGUNDA E, SE NECESSARIO, UMA TERCEIRA VEZ. TRATAMENTO DE MANUTENCAO: 1-2 MG/KG I.V. UMA OU DUAS VEZES POR SEMANA. ADULTOS: SEGUIR O MESMO ESQUEMA DE DOSAGEM TOMANDO AS MESMAS PRECAUCOES. COMECAR COM UMA DOSE INICIAL DE 0,8 MG/KG E CONTINUAR COM UMA DOSE DE MANUTENCAO DE 0,8-1 MG/KG. E ACONSELHAVEL, TANTO PARA CRIANCAS COMO PARA ADULTOS, NAO ULTRAPASSAR A DOSE TOTAL DE 25 MG/KG A MENOS QUE UMA RESPOSTA PARTICULARMENTE SATISFATORIA AO MEDICAMENTO TENHA SIDO OBTIDA. DAUNOBLASTINA PODE SER ASSOCIADA COM OUTROS ANTIBIOTICOS E MEDICAMENTOS CORTISONA SEMELHANTES. DAUNOBLASTINA DEVE SER ADMINISTRADA POR VIA INTRAVENOSA E A INJECAO5 DEVERA SER FEITA CORRETAMENTE A FIM DE EVITAR DANO GRAVE LOCAL NO CASO EM QUE OCORRA EXTRAVASAMENTO DO MEDICAMENTO. E ACONSELHAVEL INTRODUZIR DAUNORUBICINA RAPIDAMENTE PELO TUBO DE BORRACHA DO EQUIPO DE INFUSAO NA CONCENTRACAO DE 2 MG/ML, OBTIDA DISSOLVENDO O CONTEUDO DE UM FRASCO-AMPOLA COM 10 ML DE SOLUCAO SALINA FISIOLOGICA2. LOGO A SEGUIR, ADMINISTRAM-SE 100-250 ML DE SOLUCAO SALINA FISIOLOGICA2 POR VIA INTRAVENOSA PELO TUBO DE BORRACHA DO EQUIPO DE INFUSAO.

Precauções da Daunoblastina

PARTICULAR PRECAUCAO DEVE SER OBSERVADA NOS CASOS DE LEUCOPENIA6 MARCANTE, ANEMIA7, TROMBOCITOPENIA8, DOENCA CARDIACA E DOENCA DO FIGADO9. FAZ-SE NECESSARIO PORTANTO A MONITORIZACAO DAS CELULAS10 BRANCAS E VERMELHAS E DAS PLAQUETAS11. RECOMENDA-SE, OUTROSSIM, UMA AVALIACAO, ANTES E DURANTE O TRATAMENTO, DA FUNCAO CARDIACA (E.C.G.) E DA FUNCAO HEPATICA12 (SGOT, SGPT, FOSFATASE, ALCALINA, BILIRRUBINA13, BSP). DAUNOBLASTINA CAUSA FIBROSSARCOMAS EM CAMUNDONGOS E E POTENCIALMENTE CARCINOGENICO NO HOMEM; CAUSA, OUTROSSIM, ATROFIA14 TESTICULAR EM CAES MACHOS. EM VISTA DOS EFEITOS ADVERSOS QUE PODE CAUSAR NO FETO15, SEU USO DEVE SER EVITADO NA GRAVIDEZ16, ESPECIFICAMENTE NO 1O TRIMESTRE. A AMAMENTACAO17 NAO E RECOMENDADA ENQUANTO A DAUNOBLASTINA ESTA SENDO ADMINISTRADA. NAS CRIANCAS A CARDIOTOXICIDADE PODE OCORRER COM MAIOR FREQUENCIA E COM DOSES MAIS BAIXAS. A CARDIOTOXICIDADE PODE SER MAIS FREQUENTE NA IDADE AVANCADA. ALEM DISSO, SERA USADA PRECAUCAO EM PACIENTES COM RESERVAS INADEQUADAS DE MEDULA OSSEA4 DEVIDO A VELHICE. DAUNOBLASTINA CAUSA TAMBEM COMUMENTE ESTOMATITES QUE PODEM ESTAR ASSOCIADAS COM DESCONFORTO CONSIDERAVEL, RAZAO PELA QUAL, OS PACIENTES SOB TRATAMENTO, SERAO INSTRUIDOS NO SENTIDO DE UMA ADEQUADA HIGIENE ORAL, INCLUSIVE ACERCA DOS CUIDADOS NO USO DA ESCOVA DE DENTES, FIO DENTAL E PALITOS. EVITAR O EXTRAVASAMENTO DA DAUNOBLASTINA DURANTE A ADMINISTRACAO INTRAVENOSA, POIS PODEM OCORRER LESOES18 GRAVES NOS TECIDOS, INCLUSIVE NECROSE19. INTERACOES MEDICAMENTOSAS: DAUNOBLASTINA APRESENTA INTERACAO COM OS SEGUINTES MEDICAMENTOS: ALLOPURINOL, COLCHICINA, PROBENECID, SULFINPIRAZONA. DAUNOBLASTINA PODE AUMENTAR A CONCENTRACAO DE ACIDO URICO SANGUINEO, TORNANDO-SE NECESSARIO PORTANTO UM AJUSTE DOS AGENTES ANTIGOTOSOS PARA CONTROLAR A HIPERURICEMIA E A GOTA20; ALLOPURINOL PODE SER PREFERIDO PARA PREVENIR OU REVERTER A HIPERURICEMIA INDUZIDA PELA DAUNOBLASTINA, DEVIDO AO RISCO DE NEFROPATIA21 POR ACIDO URICO. DAUNOBLASTINA APRESENTA INTERACAO MEDICAMENTOSA COM MEDICAMENTOS QUE CAUSAM DISCRASIA SANGUINEA, COM OS QUE DESENVOLVEM ACAO SUPRESSORA SOBRE A MEDULA OSSEA4, COM A RADIOTERAPIA22, COM A RADIOTERAPIA22 DA AREA MEDIASTINICA, COM A PROPRIA DAUNOBLASTINA ADMINISTRADA ANTERIORMENTE POIS AUMENTA O RISCO DE CARDIOTOXICIDADE, MEDICAMENTOS HEPATO-TOXICOS COMO POR EXEMPLO METOTREXATE EM DOSES ELEVADAS, VACINAS DE VIRUS23 VIVOS, PORQUE, ESTANDO SUPRIMIDOS OS MECANISMOS DE DEFESA NORMAL, PODE HAVER POTENCIALIZACAO DA REPLICACAO DO VIRUS23 DA VACINA24, AUMENTOS DOS EFEITOS ADVERSOS DA VACINA24 E DIMINUICAO NA FORMACAO DE ANTICORPOS25. DAUNOBLASTINA NAO DEVE SER MISTURADA COM HEPARINA, POIS PODE FORMAR UM PRECIPITADO. DAUNOBLASTINA PODE SER USADA EM ESQUEMAS TERAPEUTICOS QUE INCLUEM OUTROS AGENTES QUIMIOTERAPICOS ANTITUMORAIS, MAS ESSES MEDICAMENTOS NAO DEVEM SER MISTURADOS NA MESMA SERINGA26. TEM SIDO DESCRITA RESISTENCIA CRUZADA ENTRE DAUNORUBICINA, DACTINOMICINA E ALCALOIDES DA VINCA.

Reações Adversas da Daunoblastina

COMPREENDEM AS QUE PRECISAM DE CUIDADOS MEDICOS, SENDO AS DE MAIOR INCIDENCIA27: FEBRE28, CALAFRIOS29, ESTOMATITES, ESOFAGITE30, LEUCOPENIA6, INFECCAO31. A LEUCOPENIA6 OCORRE EM TODOS OS PACIENTES. O NADIR DA CONTAGEM DOS LEUCOCITOS32 OCORRE DE 10 A 14 DIAS APOS UMA DOSE. A RECUPERACAO OCORRE HABITUALMENTE DENTRO DE 21 DIAS APOS UMA DOSE. AS REACOES ADVERSAS DE MENOR INCIDENCIA27 SAO: DOR LOMBAR, GASTRICA OU NAS ARTICULACOES33, RELACIONADAS COM HIPERURICEMIA E NEFROPATIA21 POR ACIDO URICO; BATIMENTOS CARDIACOS IRREGULARES OU DISPNEIA34 OU EDEMA35 DOS PES E MEMBROS INFERIORES, RELACIONADOS COM A CARDIOTOXICIDADE QUE SE EVIDENCIA SOB A FORMA DE INSUFICIENCIA CARDIACA CONGESTIVA36. DE INCIDENCIA27 RARA SAO AS REACOES ALERGICAS, TAIS COMO ERUPCOES CUTANEAS37 OU PRURIDO38. ENTRE AS REACOES ADVERSAS QUE NECESSITAM DE CUIDADOS MEDICOS SOMENTE NOS CASOS EM QUE SE TORNAM PERSISTENTES OU INCOMODAS, TEMOS A NAUSEA39 E O VOMITO40, DE MAIOR INCIDENCIA27, ESCURECIMENTO OU VERMELHIDAO DA PELE41 E DIARREIA42, DE MENOR INCIDENCIA27. AS REACOES ADVERSAS QUE NAO PRECISAM DE CUIDADO MEDICO SAO QUEDA DOS CABELOS E URINA43 AVERMELHADA. AS REACOES ADVERSAS TAIS COMO BATIMENTOS CARDIACOS IRREGULARES, DISPNEIA34 E EDEMA35 DOS PES E DOS MEMBROS INFERIORES, QUE OCORREM APOS A DESCONTINUACAO DO MEDICAMENTO, EVIDENCIAM UMA POSSIVEL CARDIOTOXICIDADE E PRECISAM DE CUIDADOS MEDICOS.

Contra-Indicações da Daunoblastina

PACIENTES COM MIELOSSUPRESSAO ATIVA INDUZIDA POR TRATAMENTOS QUIMIO-ANTIBLASTICOS OU RADIOTERAPIA22 ANTERIORES. PACIENTES COM INSUFICIENCIA44 CARDIORRESPIRATORIA E PACIENTES COM INSUFICIENCIA HEPATICA45 GRAVE. DAUNOBLASTINA ATRAVESSA A PLACENTA E PODE CAUSAR EFEITOS ADVERSOS NO FETO15, DEVENDO PORTANTO SER EVITADA SUA ADMINISTRACAO DURANTE A GRAVIDEZ16, ESPECIALMENTE DURANTE O 1O TRIMESTRE. A RELACAO RISCO-BENEFICIO DEVE SER CUIDADOSAMENTE CONSIDERADA PELO MEDICO NOS CASOS EM QUE A ADMINISTRACAO DO MEDICAMENTO SE TORNE NECESSARIA POR EXISTIR PERIGO DE VIDA PARA A PACIENTE E DEVIDO AO FATO DE QUE OUTROS MEDICAMENTOS NAO PODEM SER USADOS OU SAO INEFICAZES. A ADMINISTRACAO DE DAUNOBLASTINA E CONTRA-INDICADA TAMBEM DURANTE A AMAMENTACAO17.

Indicações da Daunoblastina

LEUCEMIA46 AGUDA (LINFOCITICA, MIELOCITICA E ERITROCITARIA). CARCINOMAS: TUMORES SOLIDOS DE CRIANCAS, TAIS COMO NEUROBLASTOMA. LINFOMAS, LINFOMAS NAO-HODGKIN.

Apresentação da Daunoblastina

FRASCO-AMPOLA CONTENDO 20 MG DE CLORIDRATO DE DAUNORUBICINA SOB A FORMA DE LIOFILIZADO1, ACOMPANHADO DE AMPOLA DE SOLVENTE CONTENDO 10 ML DE SOLUCAO FISIOLOGICA2 APIROGENA ESTERIL.

DAUNOBLASTINA - Laboratório

PFIZER
Av. Presidente Tancredo de Almeida Neves, 1555
Guarulhos/SP - CEP: 07112-070
Tel: 0800-16-7575
Site: http://www.pfizer.com.br
CNPJ n° 46.070.868/0001-69

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Complementos

1 Liofilizado: Submetido à liofilização, que é a desidratação de substâncias realizada em baixas temperaturas, usada especialmente na conservação de alimentos, em medicamentos, etc.
2 Fisiológica: Relativo à fisiologia. A fisiologia é estudo das funções e do funcionamento normal dos seres vivos, especialmente dos processos físico-químicos que ocorrem nas células, tecidos, órgãos e sistemas dos seres vivos sadios.
3 Sangue: O sangue é uma substância líquida que circula pelas artérias e veias do organismo. Em um adulto sadio, cerca de 45% do volume de seu sangue é composto por células (a maioria glóbulos vermelhos, glóbulos brancos e plaquetas). O sangue é vermelho brilhante, quando oxigenado nos pulmões (nos alvéolos pulmonares). Ele adquire uma tonalidade mais azulada, quando perde seu oxigênio, através das veias e dos pequenos vasos denominados capilares.
4 Medula Óssea: Tecido mole que preenche as cavidades dos ossos. A medula óssea apresenta-se de dois tipos, amarela e vermelha. A medula amarela é encontrada em cavidades grandes de ossos grandes e consiste em sua grande maioria de células adiposas e umas poucas células sangüíneas primitivas. A medula vermelha é um tecido hematopoiético e é o sítio de produção de eritrócitos e leucócitos granulares. A medula óssea é constituída de um rede, em forma de treliça, de tecido conjuntivo, contendo fibras ramificadas e preenchida por células medulares.
5 Injeção: Infiltração de medicação ou nutrientes líquidos no corpo através de uma agulha e seringa.
6 Leucopenia: Redução no número de leucócitos no sangue. Os leucócitos são responsáveis pelas defesas do organismo, são os glóbulos brancos. Quando a quantidade de leucócitos no sangue é inferior a 6000 leucócitos por milímetro cúbico, diz-se que o indivíduo apresenta leucopenia.
7 Anemia: Condição na qual o número de células vermelhas do sangue está abaixo do considerado normal para a idade, resultando em menor oxigenação para as células do organismo.
8 Trombocitopenia: É a redução do número de plaquetas no sangue. Contrário de trombocitose. Quando a quantidade de plaquetas no sangue é inferior a 150.000/mm³, diz-se que o indivíduo apresenta trombocitopenia (ou plaquetopenia). As pessoas com trombocitopenia apresentam tendência de sofrer hemorragias.
9 Fígado: Órgão que transforma alimento em energia, remove álcool e toxinas do sangue e fabrica bile. A bile, produzida pelo fígado, é importante na digestão, especialmente das gorduras. Após secretada pelas células hepáticas ela é recolhida por canalículos progressivamente maiores que a levam para dois canais que se juntam na saída do fígado e a conduzem intermitentemente até o duodeno, que é a primeira porção do intestino delgado. Com esse canal biliar comum, chamado ducto hepático, comunica-se a vesícula biliar através de um canal sinuoso, chamado ducto cístico. Quando recebe esse canal de drenagem da vesícula biliar, o canal hepático comum muda de nome para colédoco. Este, ao entrar na parede do duodeno, tem um músculo circular, designado esfíncter de Oddi, que controla o seu esvaziamento para o intestino.
10 Células: Unidades (ou subunidades) funcionais e estruturais fundamentais dos organismos vivos. São compostas de CITOPLASMA (com várias ORGANELAS) e limitadas por uma MEMBRANA CELULAR.
11 Plaquetas: Elemento do sangue (não é uma célula porque não apresenta núcleo) produzido na medula óssea, cuja principal função é participar da coagulação do sangue através da formação de conglomerados que tamponam o escape do sangue por uma lesão em um vaso sangüíneo.
12 Hepática: Relativa a ou que forma, constitui ou faz parte do fígado.
13 Bilirrubina: Pigmento amarelo que é produto da degradação da hemoglobina. Quando aumenta no sangue, acima de seus valores normais, pode produzir uma coloração amarelada da pele e mucosas, denominada icterícia. Pode estar aumentado no sangue devido a aumento da produção do mesmo (excesso de degradação de hemoglobina) ou por dificuldade de escoamento normal (por exemplo, cálculos biliares, hepatite).
14 Atrofia: 1. Em biologia, é a falta de desenvolvimento de corpo, órgão, tecido ou membro. 2. Em patologia, é a diminuição de peso e volume de órgão, tecido ou membro por nutrição insuficiente das células ou imobilização. 3. No sentido figurado, é uma debilitação ou perda de alguma faculdade mental ou de um dos sentidos, por exemplo, da memória em idosos.
15 Feto: Filhote por nascer de um mamífero vivíparo no período pós-embrionário, depois que as principais estruturas foram delineadas. Em humanos, do filhote por nascer vai do final da oitava semana após a CONCEPÇÃO até o NASCIMENTO, diferente do EMBRIÃO DE MAMÍFERO prematuro.
16 Gravidez: Condição de ter um embrião ou feto em desenvolvimento no trato reprodutivo feminino após a união de ovo e espermatozóide.
17 Amamentação: Ato da nutriz dar o peito e o lactente mamá-lo diretamente. É um fenômeno psico-sócio-cultural. Dar de mamar a; criar ao peito; aleitar; lactar... A amamentação é uma forma de aleitamento, mas há outras formas.
18 Lesões: 1. Ato ou efeito de lesar (-se). 2. Em medicina, ferimento ou traumatismo. 3. Em patologia, qualquer alteração patológica ou traumática de um tecido, especialmente quando acarreta perda de função de uma parte do corpo. Ou também, um dos pontos de manifestação de uma doença sistêmica. 4. Em termos jurídicos, prejuízo sofrido por uma das partes contratantes que dá mais do que recebe, em virtude de erros de apreciação ou devido a elementos circunstanciais. Ou também, em direito penal, ofensa, dano à integridade física de alguém.
19 Necrose: Conjunto de processos irreversíveis através dos quais se produz a degeneração celular seguida de morte da célula.
20 Gota: 1. Distúrbio metabólico produzido pelo aumento na concentração de ácido úrico no sangue. Manifesta-se pela formação de cálculos renais, inflamação articular e depósito de cristais de ácido úrico no tecido celular subcutâneo. A inflamação articular é muito dolorosa e ataca em crises. 2. Pingo de qualquer líquido.
21 Nefropatia: Lesão ou doença do rim.
22 Radioterapia: Método que utiliza diversos tipos de radiação ionizante para tratamento de doenças oncológicas.
23 Vírus: Pequeno microorganismo capaz de infectar uma célula de um organismo superior e replicar-se utilizando os elementos celulares do hospedeiro. São capazes de causar múltiplas doenças, desde um resfriado comum até a AIDS.
24 Vacina: Tratamento à base de bactérias, vírus vivos atenuados ou seus produtos celulares, que têm o objetivo de produzir uma imunização ativa no organismo para uma determinada infecção.
25 Anticorpos: Proteínas produzidas pelo organismo para se proteger de substâncias estranhas como bactérias ou vírus. As pessoas que têm diabetes tipo 1 produzem anticorpos que destroem as células beta produtoras de insulina do próprio organismo.
26 Seringa: Dispositivo usado para injetar medicações ou outros líquidos nos tecidos do corpo. A seringa de insulina é formada por um tubo plástico com um êmbolo e uma agulha pequena na ponta.
27 Incidência: Medida da freqüência em que uma doença ocorre. Número de casos novos de uma doença em um certo grupo de pessoas por um certo período de tempo.
28 Febre: É a elevação da temperatura do corpo acima dos valores normais para o indivíduo. São aceitos como valores de referência indicativos de febre: temperatura axilar ou oral acima de 37,5°C e temperatura retal acima de 38°C. A febre é uma reação do corpo contra patógenos.
29 Calafrios: 1. Conjunto de pequenas contrações da pele e dos músculos cutâneos ao longo do corpo, muitas vezes com tremores fortes e palidez, que acompanham uma sensação de frio provocada por baixa temperatura, má condição orgânica ou ainda por medo, horror, nojo, etc. 2. Sensação de frio e tremores fortes, às vezes com bater de dentes, que precedem ou acompanham acessos de febre.
30 Esofagite: Inflamação da mucosa esofágica. Pode ser produzida pelo refluxo do conteúdo ácido estomacal (esofagite de refluxo), por ingestão acidental ou intencional de uma substância tóxica (esofagite cáustica), etc.
31 Infecção: Doença produzida pela invasão de um germe (bactéria, vírus, fungo, etc.) em um organismo superior. Como conseqüência da mesma podem ser produzidas alterações na estrutura ou funcionamento dos tecidos comprometidos, ocasionando febre, queda do estado geral, e inúmeros sintomas que dependem do tipo de germe e da reação imunológica perante o mesmo.
32 Leucócitos: Leucócitos ou glóbulos brancos são células produzidas na medula óssea, especializadas na defesa do organismo, auxiliando no combate a vírus, bactérias e outros agentes invasores que penetram o organismo.
33 Articulações:
34 Dispnéia: Falta de ar ou dificuldade para respirar caracterizada por respiração rápida e curta, geralmente está associada a alguma doença cardíaca ou pulmonar.
35 Edema: 1. Inchaço causado pelo excesso de fluidos no organismo. 2. Acúmulo anormal de líquido nos tecidos do organismo, especialmente no tecido conjuntivo.
36 Insuficiência Cardíaca Congestiva: É uma incapacidade do coração para efetuar as suas funções de forma adequada como conseqüência de enfermidades do próprio coração ou de outros órgãos. O músculo cardíaco vai diminuindo sua força para bombear o sangue para todo o organismo.
37 Cutâneas: Que dizem respeito à pele, à cútis.
38 Prurido: 1.    Na dermatologia, o prurido significa uma sensação incômoda na pele ou nas mucosas que leva a coçar, devido à liberação pelo organismo de substâncias químicas, como a histamina, que irritam algum nervo periférico. 2.    Comichão, coceira. 3.    No sentido figurado, prurido é um estado de hesitação ou dor na consciência; escrúpulo, preocupação, pudor. Também pode significar um forte desejo, impaciência, inquietação.
39 Náusea: Vontade de vomitar. Forma parte do mecanismo complexo do vômito e pode ser acompanhada de sudorese, sialorréia (salivação excessiva), vertigem, etc.
40 Vômito: É a expulsão ativa do conteúdo gástrico pela boca. Pode ser classificado como: alimentar, fecalóide, biliar, em jato, pós-prandial. Sinônimo de êmese. Os medicamentos que agem neste sintoma são chamados de antieméticos.
41 Pele: Camada externa do corpo, que o protege do meio ambiente. Composta por DERME e EPIDERME.
42 Diarréia: Aumento do volume, freqüência ou quantidade de líquido nas evacuações.Deve ser a manifestação mais freqüente de alteração da absorção ou transporte intestinal de substâncias, alterações estas que em geral são devidas a uma infecção bacteriana ou viral, a toxinas alimentares, etc.
43 Urina: Resíduo líquido produzido pela filtração renal no organismo, estocado na bexiga e expelido pelo ato de urinar.
44 Insuficiência: Incapacidade de um órgão ou sistema para realizar adequadamente suas funções.Manifesta-se de diferentes formas segundo o órgão comprometido. Exemplos: insuficiência renal, hepática, cardíaca, respiratória.
45 Insuficiência hepática: Deterioração grave da função hepática. Pode ser decorrente de hepatite viral, cirrose e hepatopatia alcoólica (lesão hepática devido ao consumo de álcool) ou medicamentosa (causada por medicamentos como, por exemplo, o acetaminofeno). Para que uma insuficiência hepática ocorra, deve haver uma lesão de grande porção do fígado.
46 Leucemia: Doença maligna caracterizada pela proliferação anormal de elementos celulares que originam os glóbulos brancos (leucócitos). Como resultado, produz-se a substituição do tecido normal por células cancerosas, com conseqüente diminuição da capacidade imunológica, anemia, distúrbios da função plaquetária, etc.

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