DAUNOCIN

MEIZLER

Atualizado em 08/12/2014

DAUNOCIN
Cloridrato de Daunorrubicina
Liófilo Injetável - i.v.

Forma Farmacêutica e Apresentação de Daunocin

Daunocin apresenta-se sob a forma de pó liofilizado1, de coloração vermelha, para administração intravenosa após reconstituição, acondicionado em frascos-ampolas contendo 20mg de Cloridrato de Daunorrubicina. Caixas contendo 1 frasco-ampola, acompanhado de ampola de diluente.

USO ADULTO E PEDIÁTRICO

Composição de Daunocin

Cada frasco-ampola de Daunocin contém:
Cloridrato de Daunorrubicina ....................20mg
D-Manitol ....................100mg

Cada ampola de diluente contém:
Água para Injeções ....................4mL

Informações ao Paciente de Daunocin

O medicamento deve ser conservado em sua embalagem original, sob temperatura entre  15 ºC e 25 ºC, ao abrigo da luz, calor e umidade excessiva.O prazo de validade de Daunocin é de 36 meses, a contar da sua data de fabricação, nas condições acima citadas (vide rótulo e cartucho).

"NÃO USE O MEDICAMENTO SE O PRAZO DE VALIDADE ESTIVER VENCIDO"

Informe seu médico a ocorrência de gravidez2 na vigência do tratamento ou após seu término. Informe seu médico se está amamentando.
Siga a orientação do seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento. Não interromper o tratamento sem o conhecimento do seu médico.
Informe seu médico o aparecimento de reações desagradáveis.

"TODO MEDICAMENTO DEVE SER MANTIDO FORA DO ALCANCE DAS CRIANÇAS"

Informe seu médico sobre qualquer medicamento que esteja usando, antes do início, ou durante o tratamento.
Daunocin não deve ser usado na gravidez2 e lactação3.

"NÃO TOME REMÉDIO SEM O CONHECIMENTO DE SEU MÉDICO, PODE SER PERIGOSO PARA A SUA SAÚDE4"

Daunocin é para uso exclusivamente intravenoso.

Informações Técnicas de Daunocin

Modo de Ação:
Cloridrato de Daunorrubicina é um antibiótico antineoplásico, obtido a partir de Streptomyces peucetius ou de Streptomyces coeruleocubidus, que demonstrou ação citostática tanto in vitro quanto in vivo. O mecanismo exato de ação de Cloridrato de Daunorrubicina ainda não foi completamente elucidado, porém provavelmente inibe a síntese do DNA e do ácido ribonucleico DNA-dependente.
Essa inibição ocorre pela formação de um complexo com o DNA, com uma intercalação entre os pares de base, impedindo que a hélice se enrole. Essa distorção prejudica a capacidade de duplicação do DNA.
Cloridrato de Daunorrubicina parece também inibir a ação da polimerase, afetando a regulação da expressão do gene, e está relacionada com radicais livres prejudiciais ao DNA. Apesar de sua citotoxicidade máxima estar na fase S da divisão celular, a droga não é um inibidor ciclo-fásico específico. Cloridrato de Daunorrubicina apresenta também ação antibacteriana e imunossupressiva.

Farmacocinética:
Cloridrato de Daunorrubicina deve ser sempre administrado por via intravenosa, por ser extremamente lesivo ao tecido5.
Cloridrato de Daunorrubicina é rapidamente distribuído pelo organismo, com níveis mais altos no baço6, fígado7, rins8, pulmões9 e coração10. A droga é absorvida pelas células11 e liga-se aos componentes celulares, em especial ao ácido nucléico. Não atravessa a barreira hemato-encefálica12, porém pode atravessar a barreira placentária.
Após administração intravenosa, as concentrações plasmáticas de Cloridrato de Daunorrubicina e seus metabólitos13 declinam de modo trifásico e a concentração de Cloridrato de Daunorrubicina não metabolizada declina de modo bifásico. A meia-vida plasmática de Cloridrato de Daunorrubicina é, em média, 45 minutos na fase inicial, e 18,5 horas na fase terminal.
Após uma hora da administração de Cloridrato de Daunorrubicina, o metabólito14 predominante é o daunorrubicinol, com meia-vida plasmática terminal média de 26,7 horas.
Cloridrato de Daunorrubicina é extensivamente metabolizado no fígado7 e em outros tecidos, produzindo daunorrubicinol, principal metabólito14 que apresenta atividade antineoplásica. Em 30 minutos após a administração de Cloridrato de Daunorrubicina, 40‰ da dose administrada está presente no plasma15 como daunorrubicinol. Após 4 horas, essa porcentagem sobe para 60‰.
Cloridrato de Daunorrubicina e seus metabólitos13 são excretados na urina16 e bile17. A excreção urinária da droga e seus metabólitos13 é de 14‰ a 23‰ da dose, e ocorre principalmente dentro de 3 dias após sua administração. Após as primeiras 24 horas, Cloridrato de Daunorrubicina é excretado na urina16 principalmente como daunorrubicinol. Aproximadamente 40‰ da dose é eliminada por excreção biliar.

Indicações de Daunocin

Daunocin é um agente antineoplásico, que pode ser combinado com outros agentes quimioterápicos. É indicado para uso em leucemias não-linfocíticas (mielocítica, monocítica e eritrocitária) agudas em adultos, leucemia18 linfocítica aguda em crianças e adultos e tumores sólidos de crianças, tais como neuroblastoma e linfomas não-Hodgkin.

Contra-Indicações de Daunocin

Daunocin é contra-indicado nas seguintes situações:
*Pacientes que foram recentemente expostos ao agente causador da catapora19 ou ao vírus20 Herpes zoster21;
*Pacientes com mielossupressão ativa, induzida por tratamento quimioterápico ou radioterapia22 anteriores;
*Pacientes com insuficiência23 cardiorrespiratória;
*Pacientes com insuficiência hepática24 grave;
*Gravidez2 e lactação3.

Precauções Gerais de Daunocin

Daunocin causa leucopenia25 em todos os pacientes. Assim, é imprescindível o monitoramento das células11 brancas, células11 vermelhas e plaquetas26. O nadir (ponto mais baixo, onde ocorre a maior depressão) da contagem de leucócitos27 ocorre em torno de 10 a 14 dias após a administração da dose. A recuperação costuma ocorrer em 21 dias após a administração da dose. Daunocin não deve ser utilizado em pacientes com mielossupressão preexistente, a menos que os possíveis benefícios com o tratamento superem os riscos. Mielossupressão persistente pode causar superinfecção28 ou hemorragia29.Medidas apropriadas devem ser tomadas para controlar qualquer infecção30 sistêmica antes da administração de Daunocin.
Deve-se dar atenção especial à cardiotoxicidade de Daunocin. Crianças e idosos estão mais sujeitos a esse efeito. Doenças cardíacas preexistentes e tratamento anterior com doxorrubicina são fatores que aumentam o risco de cardiotoxicidade de Daunocin. A relação risco/benefício deve ser cuidadosamente avaliada na escolha da terapia com Daunocin para esses pacientes.
Em adultos, com doses totais cumulativas inferiores a 550mg/m2, raramente foi observada insuficiência cardíaca congestiva31 (ICC). Contudo, alguns casos de pericardite32 e miocardite33 não relacionados à dose foram observados.
Doses cumulativas excedendo 550mg/m2, em adultos, aumentam a incidência34 de ICC.
As crianças são mais suscetíveis a apresentarem cardiotoxicidade por medicamentos do grupo dos antraciclínicos. A influência da dose na toxicidade35 em crianças está mais especificada. A terapia com antraciclínicos em crianças pode prejudicar a sístole ventricular36 esquerda, reduzir a contratibilidade, levar à ICC ou morte. Essas condições podem ocorrer meses ou anos após o término da quimioterapia37. Esses efeitos parecem ser dose-dependentes e são agravados por radiação torácica. Dessa maneira, esses pacientes devem ter a evolução da função cardíaca monitorada por um longo período. Tanto em adultos como em crianças, a dose total de Daunocin a ser administrada deve considerar outras terapias prévias ou concomitantes com outros agentes com potenciais cardiotóxicos ou compostos relacionados, como a doxorrubicina.
Não existe nenhum método confiável para prever quais pacientes vão apresentar ICC aguda como efeito cardiotóxico de Daunocin. Contudo, algumas mudanças no eletrocardiograma38 (ECC) e diminuição da fração de ejeção sistólica, em relação aos valores apurados antes do tratamento, podem ajudar a reconhecer pacientes que têm risco maior de apresentarem ICC. Observando o ECC, uma diminuição maior ou igual a 30‰ no vetor limite de QRS tem sido associada a um risco acentuado de cardiomiopatia induzida pela droga. Assim, o ECC e/ou determinação da fração de ejeção sistólica deve ser realizado antes de cada dose de Daunocin.
O diagnóstico39 precoce de ICC induzida pela droga é essencial para se obter êxito no tratamento com digitálicos, diuréticos40, restrição de sódio e repouso absoluto.
Comprometimento das funções renal41 e hepática42 pode aumentar a toxicidade35 das doses recomendadas de Daunocin; é importante uma avaliação dessas funções antes e durante a terapia com Daunocin.
Daunocin pode causar estomatite43, que pode ser extremamente desconfortável; devido a esse fato, pacientes em terapia com Daunocin devem ser orientados para uma adequada higiene oral, inclusive sobre o uso de escova de dentes, fio dental e palitos.
Deve-se ter cautela em evitar o extravasamento de líquido durante a administração, pois pode ocorrer necrose44 do tecido5.
O paciente deve ser advertido sobre a alopecia45, reversível após o tratamento, e coloração vermelha da urina16, que é resultado do metabolismo46 do medicamento.
Se náuseas47 e vômitos48 ocorrerem, o tratamento com medicação antiemética pode ajudar a diminuir esses sintomas49.

Uso na gravidez2 e lactação3:
Daunocin enquadra-se na categoria "D", do FDA. A droga se mostrou teratogênica50 em animais. Não existem estudos adequados e controlados do uso de Daunocin na gravidez2 humana.
Não se sabe se Daunocin é excretado no leite materno. Porém, considerando que muitas drogas são excretadas no leite materno, e a toxicidade35 de Daunocin, a amamentação51 não é recomendada durante a terapia com Daunocin.
Assim, mulheres em tratamento com Daunocin devem ser orientadas a não engravidar e não amamentar. Mulheres grávidas ou lactantes52 não devem receber Daunocin.
Deve-se considerar também que Daunocin é potencialmente esterilizante, carcinogênico e mutagênico.

Uso em crianças:
Daunocin pode ser usado em crianças, adequando-se as doses para essa faixa etária.

Uso em idosos:
Daunocin deve ser usado com cautela em pacientes idosos.

Interações Medicamentosas de Daunocin

Daunocin interage com o próprio Cloridrato de Daunorrubicina administrado anteriormente, aumentando o risco de cardiotoxicidade.
Daunocin não deve ser administrado com heparina e dexametasona, pois forma um precipitado.
Daunocin interage com medicamentos hepatotóxicos, com medicamentos que causam discrasias sangüíneas53 e com os medicamentos que desenvolvem ação supressora da área mediastínica, aumentando seus efeitos tóxicos.
Daunocin interage com vacinas de vírus20 vivos porque, estando suprimidos os mecanismos de defesa normal, pode haver potencialização da replicação do vírus20 da vacina54 e diminuição na formação de anticorpos55.
Daunocin pode aumentar a concentração de ácido úrico no sangue56, sendo necessário uma adequação dos agentes antigotosos para controlar a hiperuricemia e gota57. Alopurinol previne/reverte a hiperuricemia e nefropatia58. Daunocin diminui a eficácia de colchicina, sulfimpirazona e probenecida.
Tem sido descrita resistência cruzada entre Daunocin e alcalóides da vinca. Daunocin pode ser usado em terapia combinada59 com outros agentes quimioterápicos antineoplásicos, antibióticos e medicamentos cortisona semelhantes, porém esses medicamentos não devem ser misturados na mesma seringa60.

Reações Adversas de Daunocin

As reações adversas mais freqüentes são febre61, calafrios62, estomatite43, esofagite63, náusea64, vômito65, leucopenia25, infecção30. Diarréia66 pode ocorrer. A leucopenia25 ocorre em todos os pacientes. Também ocorrem, com maior incidência34, dor lombar, gástrica ou nas articulações67, relacionadas com hiperuricemia e nefropatia58 por ácido úrico, batimentos cardíacos irregulares ou dispnéia68, edema69 dos pés e membros inferiores relacionados com a cardiotoxicidade do medicamento. Reações alérgicas são raras, porém podem ocorrer. Essas reações necessitam de cuidados médicos nos casos em que se tornam persistentes ou incômodas. Alopecia45 e urina16 avermelhada não necessitam de cuidados médicos. As reações relacionadas ao sistema cardiocirculatório, ocorridas após descontinuação do medicamento, evidenciam cardiotoxicidade e necessitam de assistência médica. A ocorrência de choque anafilático70 e reações de hipersensibilidade (febre61, arrepios e erupções cutâneas71) é rara. Ocasionalmente, são relatadas alterações hepáticas72 evidenciadas por icterícia73, elevações no GOT, GPT e AL-P. Também foram relatadas, ocasionalmente, elevações no BUN (nitrogênio uréico sangüíneo) e proteinúria74.

Posologia de Daunocin

Peculiaridades no uso de agentes antineoplásicos devem ser consideradas; várias normas sobre o tema têm sido publicadas, porém não há um consenso sobre os procedimentos.
Daunocin deve ser administrado exclusivamente por via intravenosa. Daunocin é extremamente irritante aos tecidos. Deve-se evitar o extravasamento da droga durante a aplicação, devido ao risco de necrose44.
A dose de Daunocin deve ser baseada na resposta clínica e hematológica e na tolerância do paciente, e no uso ou não de outro quimioterápico ou radiação, visando obter os melhores benefícios terapêuticos com o mínimo de efeitos adversos.
A dose de Daunocin para adultos geralmente varia de 30 a 60mg/m2, diariamente, por 3 a 5 dias. A dose de Daunocin, como agente único em adultos, é de 60mg/m2, administrada por 3 dias e repetida em intervalos de 3 a 4 semanas. Em terapia combinada59, a dose para adultos com menos de 60 anos deve ser de 45mg/m2; em adultos com 60 anos ou mais, de 30mg/m2, administrada diariamente, por 3 dias, no primeiro ciclo, e em 2 dias nos ciclos seguintes.
Em crianças, a dose usual varia entre 25 a 45mg/m2, com a freqüência dependendo da terapia usada. Em crianças menores que 2 anos ou com área de superfície corpórea menor que 0,5m2, a dose deve ser calculada considerando a relação peso corpóreo/área de superfície corpórea.
A dose total de Daunocin não deve exceder 500 a 600mg/m2, em adultos, devido ao risco cumulativo de cardiotoxicidade. Tanto em adultos como em crianças, a dose total de Daunocin a ser administrada deve considerar prévia ou concomitante terapia com agentes potencialmente cardiotóxicos ou drogas relacionadas, tais como a doxorrubicina. Em pacientes que receberam radiação na região cardíaca, ICC pode ocorrer com dose cumulativa menor; nesses pacientes a dose total não deve ultrapassar o valor de 400 a 450mg/m2.
Pacientes com concentração sérica de bilirrubina75 entre 1, 2 e 3mg/dL devem receber 75‰ da dose recomendada, e aqueles com concentração de creatinina76 maior que 3mg/dL, associados ou não a comprometimento hepático, devem receber 50‰ da dose.

Administração de Daunocin

Utilizar proteção para as mãos77 para abrir as ampolas e frascos-ampolas.Devem ser observados os cuidados de assepsia78 durante toda a manipulação do medicamento até o término da injeção79.
Daunocin deve ser reconstituído em 4mL de Água para Injeções, diluente que acompanha o produto. O frasco-ampola deve ser agitado até completa dissolução. A solução resultante contém 5mg de Daunorrubicina por mL.
A dose desejada da solução reconstituída deve ser transferida para uma seringa60 contendo 10 a 15mL de Soro80 Fisiológico81 0,9‰ e depois injetada durante 2 a 3 minutos no tubo de uma infusão intravenosa de Soro80 Fisiológico81 0,9‰ ou Dextrose82 5‰.
Locais como veias83 pequenas, extremidades edematosas e áreas próximas à articulações67 e tendões84, devem ser evitadas para a aplicação da injeção79. Durante a administração, o local de aplicação e áreas adjacentes devem ser observados, verificando a ocorrência de infiltração e irritação nervosa. O paciente deve ser orientado a relatar imediatamente qualquer sensação de ardor85 ou "queimação". Caso isso ocorra, a infusão deve ser interrompida e reiniciada em outro local, preferencialmente em outra extremidade.
Logo a seguir da aplicação de Daunocin, administram-se 100 a 250mL de Soro80 Fisiológico81 0,9‰, por via intravenosa, pelo tubo de borracha do líquido de infusão.
Não misturar Daunocin a outros medicamentos na mesma seringa60.
Uso exclusivamente intravenoso.
Deve-se cuidar para que não ocorra extravasamento de líquido durante a aplicação, devido ao risco de necrose44.
Não usar o medicamento se o prazo de validade estiver vencido.
Conservar o produto em sua embalagem original, em temperatura entre 15 ºC a 25 ºC, ao abrigo da luz, calor e umidade excessiva.
A solução reconstituída permanece estável por 24 horas em temperatura ambiente e 48 horas sob refrigeração entre 2 ºC a 8 ºC.
A solução reconstituída deve ser protegida da luz.
Soluções que apresentarem decomposição não devem ser utilizadas. A decomposição é evidenciada pela mudança de cor, que passa de vermelho para lilás.
Qualquer porção não utilizada da solução reconstituída deve ser descartada.

Superdosagem de Daunocin

Apesar de não ter sido relatado nenhum caso de superdosagem, esta deve consistir de mielossupressão drástica e grave cardiotoxicidade, com ou sem mudanças reversíveis no ECG, podendo levar à ICC. O tratamento deve ser de suporte e sintomático86.


USO RESTRITO A HOSPITAIS


VENDA SOB PRESCRIÇÃO MÉDICA


DAUNOCIN - Laboratório

MEIZLER
Alameda Juruá, 149 - Alphaville
Barueri/SP - CEP: 06455-010
Tel: 11-4195-6613
Fax: 11-4195-6621
Email: diretoria@meizler.com.br
Site: http://www.meizler.com.br/

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Antes de consumir qualquer medicamento, consulte seu médico (http://www.catalogo.med.br).

Complementos

1 Liofilizado: Submetido à liofilização, que é a desidratação de substâncias realizada em baixas temperaturas, usada especialmente na conservação de alimentos, em medicamentos, etc.
2 Gravidez: Condição de ter um embrião ou feto em desenvolvimento no trato reprodutivo feminino após a união de ovo e espermatozóide.
3 Lactação: Fenômeno fisiológico neuro-endócrino (hormonal) de produção de leite materno pela puérpera no pós-parto; independente dela estar ou não amamentando.Toda mulher após o parto tem produção de leite - lactação; mas, infelizmente nem todas amamentam.
4 Saúde: 1. Estado de equilíbrio dinâmico entre o organismo e o seu ambiente, o qual mantém as características estruturais e funcionais do organismo dentro dos limites normais para sua forma de vida e para a sua fase do ciclo vital. 2. Estado de boa disposição física e psíquica; bem-estar. 3. Brinde, saudação que se faz bebendo à saúde de alguém. 4. Força física; robustez, vigor, energia.
5 Tecido: Conjunto de células de características semelhantes, organizadas em estruturas complexas para cumprir uma determinada função. Exemplo de tecido: o tecido ósseo encontra-se formado por osteócitos dispostos em uma matriz mineral para cumprir funções de sustentação.
6 Baço:
7 Fígado: Órgão que transforma alimento em energia, remove álcool e toxinas do sangue e fabrica bile. A bile, produzida pelo fígado, é importante na digestão, especialmente das gorduras. Após secretada pelas células hepáticas ela é recolhida por canalículos progressivamente maiores que a levam para dois canais que se juntam na saída do fígado e a conduzem intermitentemente até o duodeno, que é a primeira porção do intestino delgado. Com esse canal biliar comum, chamado ducto hepático, comunica-se a vesícula biliar através de um canal sinuoso, chamado ducto cístico. Quando recebe esse canal de drenagem da vesícula biliar, o canal hepático comum muda de nome para colédoco. Este, ao entrar na parede do duodeno, tem um músculo circular, designado esfíncter de Oddi, que controla o seu esvaziamento para o intestino.
8 Rins: Órgãos em forma de feijão que filtram o sangue e formam a urina. Os rins são localizados na região posterior do abdômen, um de cada lado da coluna vertebral.
9 Pulmões: Órgãos do sistema respiratório situados na cavidade torácica e responsáveis pelas trocas gasosas entre o ambiente e o sangue. São em número de dois, possuem forma piramidal, têm consistência esponjosa e medem cerca de 25 cm de comprimento. Os pulmões humanos são divididos em segmentos denominados lobos. O pulmão esquerdo possui dois lobos e o direito possui três. Os pulmões são compostos de brônquios que se dividem em bronquíolos e alvéolos pulmonares. Nos alvéolos se dão as trocas gasosas ou hematose pulmonar entre o meio ambiente e o corpo, com a entrada de oxigênio na hemoglobina do sangue (formando a oxiemoglobina) e saída do gás carbônico ou dióxido de carbono (que vem da célula como carboemoglobina) dos capilares para o alvéolo.
10 Coração: Órgão muscular, oco, que mantém a circulação sangüínea.
11 Células: Unidades (ou subunidades) funcionais e estruturais fundamentais dos organismos vivos. São compostas de CITOPLASMA (com várias ORGANELAS) e limitadas por uma MEMBRANA CELULAR.
12 Encefálica: Referente a encéfalo.
13 Metabólitos: Qualquer composto intermediário das reações enzimáticas do metabolismo.
14 Metabólito: Qualquer composto intermediário das reações enzimáticas do metabolismo.
15 Plasma: Parte que resta do SANGUE, depois que as CÉLULAS SANGÜÍNEAS são removidas por CENTRIFUGAÇÃO (sem COAGULAÇÃO SANGÜÍNEA prévia).
16 Urina: Resíduo líquido produzido pela filtração renal no organismo, estocado na bexiga e expelido pelo ato de urinar.
17 Bile: Agente emulsificador produzido no FÍGADO e secretado para dentro do DUODENO. Sua composição é formada por s ÁCIDOS E SAIS BILIARES, COLESTEROL e ELETRÓLITOS. A bile auxilia a DIGESTÃO das gorduras no duodeno.
18 Leucemia: Doença maligna caracterizada pela proliferação anormal de elementos celulares que originam os glóbulos brancos (leucócitos). Como resultado, produz-se a substituição do tecido normal por células cancerosas, com conseqüente diminuição da capacidade imunológica, anemia, distúrbios da função plaquetária, etc.
19 Catapora: Doença infecciosa aguda, comum na infância, também chamada de varicela. Ela é provocada por vírus e caracterizada por febre e erupção maculopapular rápida, seguida de erupção de vesículas eritematosas muito pruriginosas.
20 Vírus: Pequeno microorganismo capaz de infectar uma célula de um organismo superior e replicar-se utilizando os elementos celulares do hospedeiro. São capazes de causar múltiplas doenças, desde um resfriado comum até a AIDS.
21 Zoster: Doença produzida pelo mesmo vírus que causa a varicela (Varicela-Zóster). Em pessoas que já tenham tido varicela, o vírus se encontra em forma latente e pode ser reativado produzindo as características manchas avermelhadas, vesículas e crostas no território de distribuição de um determinado nervo. Como seqüela pode deixar neurite, com dores importantes.
22 Radioterapia: Método que utiliza diversos tipos de radiação ionizante para tratamento de doenças oncológicas.
23 Insuficiência: Incapacidade de um órgão ou sistema para realizar adequadamente suas funções.Manifesta-se de diferentes formas segundo o órgão comprometido. Exemplos: insuficiência renal, hepática, cardíaca, respiratória.
24 Insuficiência hepática: Deterioração grave da função hepática. Pode ser decorrente de hepatite viral, cirrose e hepatopatia alcoólica (lesão hepática devido ao consumo de álcool) ou medicamentosa (causada por medicamentos como, por exemplo, o acetaminofeno). Para que uma insuficiência hepática ocorra, deve haver uma lesão de grande porção do fígado.
25 Leucopenia: Redução no número de leucócitos no sangue. Os leucócitos são responsáveis pelas defesas do organismo, são os glóbulos brancos. Quando a quantidade de leucócitos no sangue é inferior a 6000 leucócitos por milímetro cúbico, diz-se que o indivíduo apresenta leucopenia.
26 Plaquetas: Elemento do sangue (não é uma célula porque não apresenta núcleo) produzido na medula óssea, cuja principal função é participar da coagulação do sangue através da formação de conglomerados que tamponam o escape do sangue por uma lesão em um vaso sangüíneo.
27 Leucócitos: Células sangüíneas brancas. Compreendem tanto os leucócitos granulócitos (BASÓFILOS, EOSINÓFILOS e NEUTRÓFILOS) como os não granulócitos (LINFÓCITOS e MONÓCITOS). Sinônimos: Células Brancas do Sangue; Corpúsculos Sanguíneos Brancos; Corpúsculos Brancos Sanguíneos; Corpúsculos Brancos do Sangue; Células Sanguíneas Brancas
28 Superinfecção: Geralmente ocorre quando os antibióticos alteram o equilíbrio do organismo, permitindo o crescimento de agentes oportunistas, como os enterococos. A superinfecção pode ser muito difícil de tratar, porque é necessário optar por antibióticos eficazes contra todos os agentes que podem causá-la.
29 Hemorragia: Saída de sangue dos vasos sanguíneos ou do coração para o exterior, para o interstício ou para cavidades pré-formadas do organismo.
30 Infecção: Doença produzida pela invasão de um germe (bactéria, vírus, fungo, etc.) em um organismo superior. Como conseqüência da mesma podem ser produzidas alterações na estrutura ou funcionamento dos tecidos comprometidos, ocasionando febre, queda do estado geral, e inúmeros sintomas que dependem do tipo de germe e da reação imunológica perante o mesmo.
31 Insuficiência Cardíaca Congestiva: É uma incapacidade do coração para efetuar as suas funções de forma adequada como conseqüência de enfermidades do próprio coração ou de outros órgãos. O músculo cardíaco vai diminuindo sua força para bombear o sangue para todo o organismo.
32 Pericardite: Inflamação da membrana que recobre externamente o coração e os vasos sanguíneos que saem dele. Os sintomas dependem da velocidade e grau de lesão que produz. Variam desde dor torácica, febre, até o tamponamento cardíaco, que é uma emergência médica potencialmente fatal.
33 Miocardite: 1. Inflamação das paredes musculares do coração. 2. Infecção do miocárdio causada por bactéria, vírus ou outros microrganismos.
34 Incidência: Medida da freqüência em que uma doença ocorre. Número de casos novos de uma doença em um certo grupo de pessoas por um certo período de tempo.
35 Toxicidade: Capacidade de uma substância produzir efeitos prejudiciais ao organismo vivo.
Sístole ventricular
36 Sístole ventricular: Sístole é o período de contração muscular das câmaras cardíacas que alterna com o período de repouso, diástole. A cada batimento cardíaco, as aurículas contraem-se primeiro, impulsionando o sangue para os ventrículos, o que corresponde à sístole auricular. Os ventrículos contraem-se ulteriormente, bombeando o sangue para fora do coração, para as artérias, o que corresponde à sístole ventricular.
37 Quimioterapia: Método que utiliza compostos químicos, chamados quimioterápicos, no tratamento de doenças causadas por agentes biológicos. Quando aplicada ao câncer, a quimioterapia é chamada de quimioterapia antineoplásica ou quimioterapia antiblástica.
38 Eletrocardiograma: Registro da atividade elétrica produzida pelo coração através da captação e amplificação dos pequenos potenciais gerados por este durante o ciclo cardíaco.
39 Diagnóstico: Determinação de uma doença a partir dos seus sinais e sintomas.
40 Diuréticos: Grupo de fármacos que atuam no rim, aumentando o volume e o grau de diluição da urina. Eles depletam os níveis de água e cloreto de sódio sangüíneos. São usados no tratamento da hipertensão arterial, insuficiência renal, insuficiência cardiaca ou cirrose do fígado. Há dois tipos de diuréticos, os que atuam diretamente nos túbulos renais, modificando a sua atividade secretora e absorvente; e aqueles que modificam o conteúdo do filtrado glomerular, dificultando indiretamente a reabsorção da água e sal.
41 Renal: Relacionado aos rins. Uma doença renal é uma doença dos rins. Insuficiência renal significa que os rins pararam de funcionar.
42 Hepática: Relativa a ou que forma, constitui ou faz parte do fígado.
43 Estomatite: Inflamação da mucosa oral produzida por infecção viral, bacteriana, micótica ou por doença auto-imune. É caracterizada por dor, ardor e vermelhidão da mucosa, podendo depositar-se sobre a mesma uma membrana brancacenta (leucoplasia), ou ser acompanhada de bolhas e vesículas.
44 Necrose: Conjunto de processos irreversíveis através dos quais se produz a degeneração celular seguida de morte da célula.
45 Alopécia: Redução parcial ou total de pêlos ou cabelos em uma determinada área de pele. Ela apresenta várias causas, podendo ter evolução progressiva, resolução espontânea ou ser controlada com tratamento médico. Quando afeta todos os pêlos do corpo, é chamada de alopécia universal.
46 Metabolismo: É o conjunto de transformações que as substâncias químicas sofrem no interior dos organismos vivos. São essas reações que permitem a uma célula ou um sistema transformar os alimentos em energia, que será ultilizada pelas células para que as mesmas se multipliquem, cresçam e movimentem-se. O metabolismo divide-se em duas etapas: catabolismo e anabolismo.
47 Náuseas: Vontade de vomitar. Forma parte do mecanismo complexo do vômito e pode ser acompanhada de sudorese, sialorréia (salivação excessiva), vertigem, etc .
48 Vômitos: São a expulsão ativa do conteúdo gástrico pela boca. Podem ser classificados em: alimentar, fecalóide, biliar, em jato, pós-prandial. Sinônimo de êmese. Os medicamentos que agem neste sintoma são chamados de antieméticos.
49 Sintomas: Alterações da percepção normal que uma pessoa tem de seu próprio corpo, do seu metabolismo, de suas sensações, podendo ou não ser um indício de doença. Os sintomas são as queixas relatadas pelo paciente mas que só ele consegue perceber. Sintomas são subjetivos, sujeitos à interpretação pessoal. A variabilidade descritiva dos sintomas varia em função da cultura do indivíduo, assim como da valorização que cada pessoa dá às suas próprias percepções.
50 Teratogênica: Agente teratogênico ou teratógeno é tudo aquilo capaz de produzir dano ao embrião ou feto durante a gravidez. Estes danos podem se refletir como perda da gestação, malformações ou alterações funcionais ou ainda distúrbios neurocomportamentais, como retardo mental.
51 Amamentação: Ato da nutriz dar o peito e o lactente mamá-lo diretamente. É um fenômeno psico-sócio-cultural. Dar de mamar a; criar ao peito; aleitar; lactar... A amamentação é uma forma de aleitamento, mas há outras formas.
52 Lactantes: Que produzem leite; que aleitam.
53 Discrasias sangüíneas: Qualquer alteração envolvendo os elementos celulares do sangue, glóbulos vermelhos, glóbulos brancos e plaquetas.
54 Vacina: Tratamento à base de bactérias, vírus vivos atenuados ou seus produtos celulares, que têm o objetivo de produzir uma imunização ativa no organismo para uma determinada infecção.
55 Anticorpos: Proteínas produzidas pelo organismo para se proteger de substâncias estranhas como bactérias ou vírus. As pessoas que têm diabetes tipo 1 produzem anticorpos que destroem as células beta produtoras de insulina do próprio organismo.
56 Sangue: O sangue é uma substância líquida que circula pelas artérias e veias do organismo. Em um adulto sadio, cerca de 45% do volume de seu sangue é composto por células (a maioria glóbulos vermelhos, glóbulos brancos e plaquetas). O sangue é vermelho brilhante, quando oxigenado nos pulmões (nos alvéolos pulmonares). Ele adquire uma tonalidade mais azulada, quando perde seu oxigênio, através das veias e dos pequenos vasos denominados capilares.
57 Gota: 1. Distúrbio metabólico produzido pelo aumento na concentração de ácido úrico no sangue. Manifesta-se pela formação de cálculos renais, inflamação articular e depósito de cristais de ácido úrico no tecido celular subcutâneo. A inflamação articular é muito dolorosa e ataca em crises. 2. Pingo de qualquer líquido.
58 Nefropatia: Lesão ou doença do rim.
59 Terapia combinada: Uso de medicações diferentes ao mesmo tempo (agentes hipoglicemiantes orais ou um agente hipoglicemiante oral e insulina, por exemplo) para administrar os níveis de glicose sangüínea em pessoas com diabetes tipo 2.
60 Seringa: Dispositivo usado para injetar medicações ou outros líquidos nos tecidos do corpo. A seringa de insulina é formada por um tubo plástico com um êmbolo e uma agulha pequena na ponta.
61 Febre: É a elevação da temperatura do corpo acima dos valores normais para o indivíduo. São aceitos como valores de referência indicativos de febre: temperatura axilar ou oral acima de 37,5°C e temperatura retal acima de 38°C. A febre é uma reação do corpo contra patógenos.
62 Calafrios: 1. Conjunto de pequenas contrações da pele e dos músculos cutâneos ao longo do corpo, muitas vezes com tremores fortes e palidez, que acompanham uma sensação de frio provocada por baixa temperatura, má condição orgânica ou ainda por medo, horror, nojo, etc. 2. Sensação de frio e tremores fortes, às vezes com bater de dentes, que precedem ou acompanham acessos de febre.
63 Esofagite: Inflamação da mucosa esofágica. Pode ser produzida pelo refluxo do conteúdo ácido estomacal (esofagite de refluxo), por ingestão acidental ou intencional de uma substância tóxica (esofagite cáustica), etc.
64 Náusea: Vontade de vomitar. Forma parte do mecanismo complexo do vômito e pode ser acompanhada de sudorese, sialorréia (salivação excessiva), vertigem, etc.
65 Vômito: É a expulsão ativa do conteúdo gástrico pela boca. Pode ser classificado como: alimentar, fecalóide, biliar, em jato, pós-prandial. Sinônimo de êmese. Os medicamentos que agem neste sintoma são chamados de antieméticos.
66 Diarréia: Aumento do volume, freqüência ou quantidade de líquido nas evacuações.Deve ser a manifestação mais freqüente de alteração da absorção ou transporte intestinal de substâncias, alterações estas que em geral são devidas a uma infecção bacteriana ou viral, a toxinas alimentares, etc.
67 Articulações:
68 Dispnéia: Falta de ar ou dificuldade para respirar caracterizada por respiração rápida e curta, geralmente está associada a alguma doença cardíaca ou pulmonar.
69 Edema: 1. Inchaço causado pelo excesso de fluidos no organismo. 2. Acúmulo anormal de líquido nos tecidos do organismo, especialmente no tecido conjuntivo.
70 Choque anafilático: Reação alérgica grave, caracterizada pela diminuição da pressão arterial, taquicardia e distúrbios gerais da circulação, acompanhado ou não de edema de glote. Necessita de tratamento urgente. Pode surgir por exposição aos mais diversos alérgenos.
71 Cutâneas: Que dizem respeito à pele, à cútis.
72 Hepáticas: Relativas a ou que forma, constitui ou faz parte do fígado.
73 Icterícia: Coloração amarelada da pele e mucosas devido a uma acumulação de bilirrubina no organismo. Existem dois tipos de icterícia que têm etiologias e sintomas distintos: icterícia por acumulação de bilirrubina conjugada ou direta e icterícia por acumulação de bilirrubina não conjugada ou indireta.
74 Proteinúria: Presença de proteínas na urina, indicando que os rins não estão trabalhando apropriadamente.
75 Bilirrubina: Pigmento amarelo que é produto da degradação da hemoglobina. Quando aumenta no sangue, acima de seus valores normais, pode produzir uma coloração amarelada da pele e mucosas, denominada icterícia. Pode estar aumentado no sangue devido a aumento da produção do mesmo (excesso de degradação de hemoglobina) ou por dificuldade de escoamento normal (por exemplo, cálculos biliares, hepatite).
76 Creatinina: Produto residual das proteínas da dieta e dos músculos do corpo. É excretada do organismo pelos rins. Uma vez que as doenças renais progridem, o nível de creatinina aumenta no sangue.
77 Mãos: Articulação entre os ossos do metacarpo e as falanges.
78 Assepsia: É o conjunto de medidas que utilizamos para impedir a penetração de micro-organismos em um ambiente que logicamente não os tem. Logo um ambiente asséptico é aquele que está livre de infecção.
79 Injeção: Infiltração de medicação ou nutrientes líquidos no corpo através de uma agulha e seringa.
80 Soro: Chama-se assim qualquer líquido de características cristalinas e incolor.
81 Fisiológico: Relativo à fisiologia. A fisiologia é estudo das funções e do funcionamento normal dos seres vivos, especialmente dos processos físico-químicos que ocorrem nas células, tecidos, órgãos e sistemas dos seres vivos sadios.
82 Dextrose: Também chamada de glicose. Açúcar encontrado no sangue que serve como principal fonte de energia do organismo.
83 Veias: Vasos sangüíneos que levam o sangue ao coração.
84 Tendões: Tecidos fibrosos pelos quais um músculo se prende a um osso.
85 Ardor: 1. Calor forte, intenso. 2. Mesmo que ardência. 3. Qualidade daquilo que fulge, que brilha. 4. Amor intenso, desejo concupiscente, paixão.
86 Sintomático: 1. Relativo a ou que constitui sintoma. 2. Que é efeito de alguma doença. 3. Por extensão de sentido, é o que indica um particular estado de coisas, de espírito; revelador, significativo.

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