Preço de LETROZOL em Houston/SP: R$ 607,39

LETROZOL

EUROFARMA

Atualizado em 09/12/2014

LETROZOL


Medicamento genérico Lei n° 9.787, de 1999


Comprimido revestido

Formas Farmacêuticas e Apresentação de Letrozol

Comprimido revestido de 2,5 mg.

Embalagem contendo 30 comprimidos revestidos.

USO ADULTO

Uso Oral

Composições de Letrozol

Cada comprimido revestido de letrozol 2,5 mg contém:

letrozol ..................................................................................... 2, 5 mg

excipientes q.s.p. ............................................................ 1 comprimido

Excipientes: lactose1, celulose microcristalina, amidoglicolato de sódio, dióxido de silício coloidal, estearato de magnésio vegetal, hidroxipropilme-tilcelulose/polietilenoglicol, dióxido de titânio rutilo, óxido de ferro amarelo, água deionizada.

- INFORMAÇÕES AO PACIENTE

Ação esperada do medicamento

Letrozol é um agente antineoplásico inibidor da biossíntese de estrógeno2.


Indicações do Medicamento

Tratamento de primeira escolha de câncer3 de mama4 avançado em mulheres na pós-menopausa5.

Letrozol é também indicado para o tratamento de câncer3 de mama4 avançado em mulheres na pós-menopausa5 (natural ou artificialmente induzida), que tenham sido tratadas previamente com antiestrogênicos.

Terapia pré-operatória em mulheres na pós-menopausa5 com câncer3 de mama4 localizado, positivo para receptor hormonal6, para permitir subseqüente cirurgia conservadora de mama4 em mulheres não originalmente consideradas candidatas para este tipo de cirurgia.

O tratamento pós-cirúrgico subseqüente deve estar de acordo com os padrões atuais.


Risco do Medicamento

Letrozol está contra-indicado em mulheres grávidas que estejam amamentando ou que apresentem alergia7 ao letrozol ou a algum dos componentes da formulação. Seu médico deve ser avisado se você ainda está menstruando ou se sofre de doença grave dos rins8.


Efeitos sobre a habilidade de dirigir veículos e/ou operar máquinas

É improvável que letrozol prejudique a capacidade das pacientes de dirigir ou operar máquinas. Entretanto, cansaço e tontura9 foram observados com o uso de letrozol e por essa razão, as pacientes devem ser avisadas de que suas capacidades físicas ou mentais, necessárias para operar máquinas ou dirigir veículos, podem estar prejudicadas.


Restrições a Grupos de Risco

Gravidez10 e lactação11

Informar ao médico a ocorrência de gravidez10 na vigência do tratamento, ou após o seu término. Informar ao médico se está amamentando.

Letrozol não deve ser utilizado por mulheres grávidas ou que estejam amamentando.


Informe ao médico o aparecimento de reações indesejáveis.


Informe ao seu médico se você está fazendo uso de algum outro medicamento.


Não use medicamento sem o conhecimento do seu médico. Pode ser perigoso para a sua saúde12.


Modo de Uso

Adultos e pacientes idosas:

A dose recomendada de letrozol é de 2,5 mg uma vez ao dia. O tratamento com letrozol deve continuar até que a progressão do tumor13 seja evidente. Nenhum ajuste de dose é necessário para tratamento de pacientes idosas.

Pacientes com insuficiência renal14 ou hepática15:

Nenhum ajuste na dosagem é necessário para pacientes16 com insuficiência hepática17 ou renal18 (clearence (depuração) de creatinina19 ≥ 10 mL/min). Entretanto pacientes com insuficiência hepática17 grave (Child-Pugh score C) devem ser mantidos sob cuidadosa supervisão (veja “Farmacocinética”).


Cuidados de administração

Os comprimidos devem ser tomados com o auxílio de um líquido. Se você se esquecer de tomar uma dose, faça-o assim que se der conta do esquecimento. No entanto se já estiver próximo ao horário da dose seguinte, não tome o comprimido que você esqueceu e retorne ao seu esquema de tratamento. Não tome a dose dobrada (os dois comprimidos de uma só vez). Siga a orientação do seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento.


Interrupção do tratamento

Não interrompa o tratamento sem o conhecimento do seu médico.


Não use o medicamento com o prazo de validade vencido. Antes de usar observe o aspecto do medicamento.


Este medicamento não pode ser partido ou mastigado.


Reações Adversas

Letrozol é geralmente bem tolerado, entretanto algumas reações desagradáveis podem ocorrer, como dor de cabeça20, enjôo, inchaço21, cansaço, ondas de calor, adelgaçamento do cabelo22, alergias da pele23, vômito24, indigestão, aumento de peso, dores musculares, aumento ou perda de apetite, sangramento vaginal, corrimento vaginal, constipação25, tontura9 e aumento da transpiração26. Essas reações têm, em sua maioria, intensidade de leve a moderada e raramente são graves o suficiente para determinar a interrupção do tratamento. Essas reações podem estar associadas à própria doença ou serem subseqüente da interrupção da produção de hormônio27 pelo organismo (como ondas de calor e adelgaçamento do cabelo22). Informe seu médico sobre o aparecimento de reações desagradáveis.


Conduta em Caso de Superdose

Isolados casos de superdosagem com letrozol foram relatados. Não se conhece nenhum tratamento específico para superdosagem, devendose proceder a tratamento sintomático28 e de suporte.


Cuidados de Conservação

Conservar em temperatura ambiente (temperatura entre 15 e 30º C).


TODO MEDICAMENTO DEVE SER MANTIDO FORA DO ALCANCE DAS CRIANÇAS.

Prazo de validade

24 meses a partir da data de fabricação impressa no cartucho.

Não utilizar o produto fora do prazo de validade impresso na embalagem.


Ingestão concomitante com outras substâncias

Informe ao seu médico sobre qualquer medicamento que esteja usando, antes do início ou durante o tratamento.


NÃO TOME REMÉDIO SEM O CONHECIMENTO DO SEU MÉDICO, PODE SER PERIGOSO PARA A SAÚDE12.

Informações Técnicas de Letrozol

Características de Letrozol

Farmacodinâmica
Grupo farmacoterapêutico: Inibidor não esteróide da aromatase (inibidor da biossíntese de estrógenos). Agente antineoplásico.

A eliminação do efeito estimulante mediado pelo estrógeno2 é um pré-requisito para uma resposta do tumor13, nos casos em que o crescimento do tecido29 tumoral depende da presença de estrógenos. Em mulheres na pós-menopausa5, os estrógenos são derivados principalmente da ação da enzima30 aromatase que converte andrógenos31 adrenais, sobretudo a androstenediona32 e a testosterona, à estrona (E1) e estradiol (E2). A supressão da biossíntese de estrógenos nos tecidos periféricos e no próprio tecido29 canceroso pode, portanto, ser conseguida pela inibição

específica da enzima30 aromatase.

O letrozol é um inibidor não esteróide da aromatase que inibe à mesma por se ligar competitivamente à porção heme desta subunidade enzimática do citocromo P450, resultando em uma redução da biossíntese de estrógeno2 em todos os tecidos.

Em mulheres saudáveis na pós-menopausa5, doses únicas de 0,1; 0,5 e 2,5 mg de letrozol suprimem a estrona e o estradiol sérico em 75 – 78% e em 78%, respectivamente, em relação aos valores basais. A supressão máxima é atingida em 48 a 78 horas.

Em pacientes na pós-menopausa5 com câncer3 de mama4 avançado, doses diárias de 0,1 a 5 mg reduziram a concentração plasmática de estradiol, estrona e sulfato de estrona em 75 – 95% em relação aos valores basais, em todas as pacientes tratadas. Com doses de 0,5 mg e superiores, muitos valores de estrona e sulfato de estrona estão abaixo do limite de detecção nas análises, indicando que houve uma redução maior do estrógeno2 com essas doses. A redução do estrógeno2 foi mantida durante todo o tratamento em todas essas pacientes.

O letrozol é um inibidor altamente específico da atividade da aromatase.

Não tem sido observada disfunção da esteroidogênese adrenal. Em pacientes na pós-menopausa5, tratadas com letrozol em doses diárias de 0,1 a 5 mg, não foi observada qualquer alteração clinicamente significativa nas concentrações plasmáticas de cortisol, aldosterona, 11-desoxicortisol, 17-hidroxiprogesterona e ACTH ou na atividade da renina plasmática. O teste de estimulação de ACTH realizado após 6 a 12 semanas de tratamento com doses diárias de 0,1; 0,25; 0,5; 1; 2,5 e 5 mg não indicou qualquer atenuação na produção de aldosterona e de cortisol. Portanto, a suplementação33 de glicocorticóides e mineralocorticóides não é necessária.

Não foi observada qualquer alteração nas concentrações plasmáticas de androgênios (androstenediona32 e testosterona) em mulheres saudáveis na pós-menopausa5, após administração de doses únicas de 0,1; 0,5; e 2,5 mg de letrozol ou nas concentrações plasmáticas de androstenediona32 de pacientes na pós-menopausa5 tratadas com doses diárias de 0,1 a 5 mg, indicando que o bloqueio da biossíntese de estrógenos não leva ao acúmulo de percussores androgênicos34.

Os níveis plasmáticos de LH e FSH das pacientes não são afetados pelo letrozol nem a função tireoidiana, como avaliado pela captação de TSH, T4 e T3.

Tratamento de primeira linha

Um estudo controlado duplo-cego foi conduzido comparando letrozol 2,5 mg a tamoxifeno como terapia de primeira escolha em mulheres na pós-menopausa5 com câncer3 de mama4 localizado, avançado ou metastático. Em 907 mulheres, letrozol foi superior quando comparado ao tamoxifeno em relação ao tempo para progressão da doença (objetivo primário) e ao índice de resposta objetiva global, ao tempo para falha do tratamento e benefícios clínicos.

Resultados específicos são apresentados na tabela 1:


Tabela 1:


Eficácia em tempo para progressão da doença foi consideravelmente superior para o letrozol quando comparado ao tamoxifeno no subgrupo dos pacientes com tumor13 receptor positivo ou receptor não conhecido.

A taxa de resposta tumoral objetiva foi significativamente maior para letrozol quando comparado ao tamoxifeno em pacientes com status receptor positivo.

Em pacientes com status receptor desconhecido, houve uma tendência também superior de letrozol sobre tamoxifeno (tabela 2):


Tabela 2:


Tratamento de segunda linha

Dois estudos clínicos controlados foram conduzidos comparando-se 2 dosagens de letrozol (0,5 mg e 2,5 mg) com acetato de megestrol e com aminoglutetimida respectivamente, em mulheres pósmenopáusicas com câncer3 de mama4 avançado previamente tratado com anti-estrógenos.

Diferenças estatisticamente significantes foram observadas em favor do letrozol 2,5 mg quando comparado ao acetato de megestrol em relação a taxa de resposta ao tumor13 (24% vs 16%, p=0,04) e em tempo para falha no tratamento (p=0,04). O tempo para progressão não foi significamente diferente entre as duas substâncias (p=0,2).

No segundo estudo, letrozol 2,5 mg estatisticamente superior à aminoglutetimida em tempo para progressão da doença (p=0,008), em tempo para falha do tratamento (p=0,003) e sobrevida35 global (p=0,002).

A taxa de resposta objetiva não foi significantemente diferente entre letrozol 2,5 mg e aminoglutetimida (p=0,06).

Tratamento pré-operatório

Um estudo duplo-cego36 foi conduzido em 337 pacientes randomizados para letrozol 2,5 mg por 4 meses ou tamoxifeno por 4 meses. Houve 55% de resposta do tumor13 nos pacientes tratados com letrozol frente a 36% para os pacientes tratados com tamoxifeno (p<0,001) baseado em avaliação clínica. Estes dados foram confirmados por utrasom (p=0,042) e mamografia37 (p<0,001) dando a maior taxa de resposta conservativa. Esta resposta foi refletida em um alto número de pacientes estatisticamente significativo no grupo de letrozol que se tornaram elegíveis a ser submetidos à terapia conservadora de tumor13 de mama4 (45% dos pacientes do grupo letrozol frente a 35% do grupo do tamoxifeno, p=0,022).


Farmacocinética


Absorção

O letrozol é rápida e completamente absorvido no trato gastrintestinal (biodisponibilidade absoluta média: 99%). A alimentação diminui levemente a taxa de absorção (mediana tmax: 1 hora em jejum versus 2 horas após alimentação; e média Cmax: 129 ± 20,3 nmol/L em jejum versus 98,7 ± 18,6 nmol/L após a alimentação), mas a extensão da absorção (AUC) não é alterada. O efeito de pouca importância sobre a taxa de absorção não é considerado clinicamente significativo e, portanto, o letrozol pode ser administrado sem se considerar o horário das refeições.



Distribuição

A taxa de ligação do letrozol às proteínas38 plasmáticas é de aproximadamente 60%, principalmente à albumina39 (55%). A concentração do letrozol nos eritrócitos40 é algo em torno de 80% da concentração plasmática. Após a administração de 2,5 mg de letrozol marcado com 14C, aproximadamente 82% da radioatividade no plasma41 corresponderam ao composto inalterado. Portanto, a exposição sistêmica aos metabólitos42 é baixa. O letrozol é rápida e extensivamente distribuído aos tecidos. Seu volume de distribuição aos tecidos aparente no steady-state (estado de equilíbrio) é em torno de 1,8 ± 0,47 L/kg.



Metabolismo43 e eliminação

O clearance (depuração) metabólico para um metabólito44 farmacologicamente inativo, o carbinol, é a principal via de eliminação do letrozol (CLm=2,1 L/h), mas é relativamente lento quando comparado ao fluxo sanguíneo hepático (em torno de 90 L/h). Descobriu-se que as isoenzimas 3A4 e 2A6 do citocromo P450 são capazes de converter o letrozol a seu metabólito44.

A formação de metabólitos42 de pouca importância não identificados e a excreção renal18 e fecal direta desempenham um papel de pouca importância na eliminação total do letrozol. Em um período de 2 semanas, após a administração de 2,5 mg de letrozol marcado com 14C a voluntárias sadias na pós-menopausa5, 88,2 ± 7,6% da radioatividade foram recuperados na urina45 e 3,8 ± 0,9% nas fezes. No mínimo, 75% da radioatividade recuperados na urina45 até 216 horas (84,7 ± 7,8% da dose) foram na forma de glicuronido do metabolito44 carbinol, em torno de 9% na forma de 2 metabólitos42 não identificados e 6% na forma de letrozol inalterado.

A meia vida de eliminação terminal aparente no plasma41 é em torno de 2 dias. Após a administração diária de 2,5 mg, os níveis de steady-state (estado de equilíbrio) são atingidos em 2 a 6 semanas. As concentrações plasmáticas no steady-state (estado de equilíbrio) são aproximadamente 7 vezes maiores que as concentrações medidas após a administração de dose única de 2,5 mg, e são1,5 a 2 vezes maiores que os valores de steady-state (estado de equilíbrio) previstos, a partir das concentrações medidas após dose única, indicando uma leve não linearidade na farmacocinética do letrozol em administração diárias de 2,5 mg. Uma vez que os níveis de steady-state (estado de equilíbrio) são mantidos inalterados através do tempo, pode-se concluir que não ocorre acúmulo contínuo de letrozol. A idade não tem nenhuma influência sobre a farmacocinética do letrozol.



Populações de pacientes especiais

Em um estudo que envolveu voluntárias com diferentes graus de função renal18 (clearance (depuração) de creatinina19 em 24 horas de 9 a 116 mL/min), não se detectou qualquer defeito sobre a farmacocinética do letrozol após a administração de dose única de 2,5 mg. Em um estudo similar que envolveu pacientes com diferentes graus de função hepática15, a média dos valores da AUC das voluntárias com insuficiência hepática17 moderada foi 37% maior do que a de pacientes normais, mas ainda dentro da faixa observada em pacientes sem insuficiência hepática17.

Em um estudo comparando as farmacocinéticas de letrozol após uma única dose oral em oito pacientes com cirrose46 hepática15 e insuficiência hepática17 grave (Child-pugh score C) com aquelas ocorridas em voluntários sadios (N=8), AUC e t1/2 aumentados para 95 e 187%, repectivamente. Portanto, espera-se que pacientes com câncer3 de mama4 e insuficiência hepática17 grave estejam mais expostos a níveis elevados de letrozol que pacientes sem disfunção hepática15 grave.

Entretanto, uma vez que para pacientes16 tratados com 5 ou 10 mg/dia nenhum aumento na toxicidade47 foi observado, uma redução da dose em pacientes com insuficiência hepática17 parece não ser justificada, contudo tais pacientes devem ser mantidos sob cuidadosa supervisão.

Em adição, em dois estudos bem controlados envolvendo 359 pacientes com câncer3 de mama4 avançado, não se observou qualquer efeito de insuficiência renal14 (clearence de creatinina19 calculado: 20 – 50 mL/min) ou disfunção hepática15 com tal concentração de letrozol.



Dados de segurança pré-clínicos

Em uma variedade de estudos pré-clínicos, conduzidos em animais de espécie padrão, não houve evidência de toxicidade47 sistêmica ou no órgão-alvo.

O letrozol demonstrou um baixo grau de toxicidade47 aguda em roedores expostos a doses de até 2000 mg/kg. Em cães, o letrozol causou sinais48 de toxicidade47 moderada com doses de 100 mg/kg.

Em estudos de toxicidade47 com doses repetidas, administradas a ratos e cães por um período de até 12 meses, os principais achados observados podem ser atribuídos à ação farmacológica do composto.

Em ambas as espécies, o nível de dose que não acarretou reações adversas foi de 0,3 mg/kg.

Ambas as investigações, in vivo e in vitro, para determinação do potencial mutagênico do letrozol, não revelaram qualquer indicação de genotoxicidade. Em um estudo de 104 semanas, em ratos, para avaliar a carcinogenicidade, não se observou tumor13 relacionado ao tratamento em ratos machos. Nas fêmeas, observou-se uma redução na incidência49 de tumores mamários benignos e malignos, com todas as doses de letrozol.

A administração oral de letrozol a ratas prenhas resultou em um leve aumento na incidência49 da malformação50 fetal. Entretanto, não foi possível mostrar se essas malformações51 foram uma conseqüência indireta das propriedades farmacológicas (inibição da biossíntese de estrógeno2) do letrozol ou um efeito direto do mesmo.

Observações pré-clínicas foram restritas àquelas associadas à ação farmacológica reconhecida, que é a única referência de segurança para uso humano derivada dos estudos em animais.

Estes resultados reforçam as contra-indicações propostas em “Contraindicações e Gravidez10 e lactação”.


- INDICAÇÕES

Tratamento de primeira escolha de câncer3 de mama4 avançado em mulheres na pós-menopausa5.

Letrozol é também indicado para o tratamento de câncer3 de mama4 avançado em mulheres na pós-menopausa5 (natural ou artificialmente induzida), que tenham sido tratadas previamente com antiestrogênicos.

Terapia pré-operatória em mulheres na pós-menopausa5 com câncer3 de mama4 localizado, positivo para receptor hormonal6, para permitir subseqüente cirurgia conservadora de mama4 em mulheres não originalmente consideradas candidatas para este tipo de cirurgia.

O tratamento pós-cirúrgico subseqüente deve estar de acordo com os padrões atuais.


Contra-Indicações de Letrozol

HIPERSENSIBILIDADE À SUBSTÂNCIA ATIVA OU A QUALQUER UM DOS COMPONENTES DA FORMULAÇÃO.

PRÉ-MENOPAUSA5 ENDÓCRINA. GRAVIDEZ10 E LACTAÇÃO11.


Precauções e Advertências de Letrozol

LETROZOL NÃO FOI INVESTIGADO EM PACIENTES COM CLEARANCE (DEPURAÇÃO) DE CREATININA19 < 10 ML/MIN. DEVE-SE CONSIDERAR CUIDADOSAMENTE O POTENCIAL DE RISCO/BENEFÍCIO PARA CADA PACIENTE ANTES DE SE ADMINISTRAR LETROZOL. EM PACIENTES COM INSUFICIÊNCIA HEPÁTICA17 GRAVE (CHILD-PUGH SCORE C), A EXPOSIÇÃO SISTÊMICA E A MEIAVIDA TERMINAL FORAM APROXIMADAMENTE O DOBRO QUANDO COMPARADAS A VOLUNTÁRIOS SADIOS. TAIS PACIENTES DEVEM SER MANTIDOS SOB CUIDADOSA SUPERVISÃO (VEJA “FARMACOCINÉTICA”).

Gravidez10 e Lactação11 de Letrozol

LETROZOL ESTÁ CONTRA-INDICADO DURANTE A GRAVIDEZ10 E A LACTAÇÃO11.


Efeito S Sobre a Habilidade de Dirigir Veículos e/ou Operar Máquinas de Letrozol

É IMPROVÁVEL QUE LETROZOL COMPROMETA A HABILIDADE DA PACIENTE DE DIRIGIR VEÍCULOS E/OU OPERAR MÁQUINAS. NO ENTANTO, OBSERVARAM-SE FADIGA52 E TONTURA9 COM O USO DE LETROZOL. OS PACIENTES DEVEM,

PORTANTO, TER CUIDADO AO OPERAR MÁQUINAS E/OU DIRIGIR VEÍCULOS.

Interações Medicamentosas de Letrozol

OS ESTUDOS CLÍNICOS DE INTERAÇÃO COM CIMETIDINA E VARFARINA INDICAM QUE A CO-ADMINISTRAÇÃO DE LETROZOL COM ESSES FÁRMACOS NÃO RESULTOU EM INTERAÇÕES CLINICAMENTE SIGNIFICATIVAS.

UMA REVISÃO DOS DADOS DE ENSAIOS CLÍNICOS53 NÃO INDICOU NENHUMA EVIDÊNCIA DE OUTRA INTERAÇÃO CLINICAMENTE RELEVANTE COM OUTRAS DROGAS COMUMENTE PRESCRITAS.

NÃO EXISTE EXPERIÊNCIA CLÍNICA, ATÉ O MOMENTO, SOBRE O USO DE LETROZOL EM COMBINAÇÃO COM OUTROS AGENTES ANTINEOPLÁSICOS.

LETROZOL INIBE, IN VITRO, A ISOENZIMA 2A6 DA CITOCROMO P450 E MODERADAMENTE A 2C19. CYP2A6 NÃO TEM UM PAPEL IMPORTANTE NO METABOLISMO43 DA DROGA. EM EXPERIMENTOS IN VITRO LETROZOL NÃO FOI CAPAZ DE INIBIR SUBSTANCIALMENTE O METABOLISMO43 DE DIAZEPAM (UM SUBSTRATO DA CYP2C19) EM CONCENTRAÇÕES APROXIMADAMENTE 100 VEZES MAIORES DO QUE AQUELAS OBSERVADAS NO PLASMA41 NO STEADY-STATE (ESTADO DE EQUILÍBRIO). DESTE MODO, É IMPROVÁVEL QUE OCORRAM INTERAÇÕES CLINICAMENTE RELEVANTES COM CYP2C19. ENTRETANTO, DEVE-SE TER CAUTELA QUANDO LETROZOL FOR USADO EM ADMINISTRAÇÃO CONCOMITANTE COM DROGAS CUJA ELIMINAÇÃO É DEPENDENTE PRINCIPALMENTE DESTAS ISOENZIMAS E CUJO ÍNDICE TERAPÊUTICO É ESTREITO.


Reações Adversas de Letrozol

NOS ESTUDOS CLÍNICOS, AS REAÇÕES ADVERSAS FORAM GERALMENTE DE INTENSIDADE LEVE A MODERADA E RARAMENTE GRAVES O SUFICIENTE PARA DETERMINAR A DESCONTINUAÇÃO DO TRATAMENTO. MUITAS DAS REAÇÕES ADVERSAS PODEM SER ATRIBUÍDAS TANTO À DOENÇA BÁSICA COMO ÀS CONSEQÜÊNCIAS FARMACOLÓGICAS NORMAIS DA PRIVAÇÃO DE ESTRÓGENOS (POR EX., FOGACHOS E ADELGAÇAMENTO DOS CABELOS).

A TABELA A SEGUIR TRAZ, EM ORDEM DECRESCENTE DE FREQÜÊNCIA, AS REAÇÕES ADVERSAS POSSIVELMENTE RELACIONADAS AO FÁRMACO54 EM ESTUDO, DE ACORDO COM O INVESTIGADOR, E QUE FORAM RELATADAS COM INCIDÊNCIA49 SUPERIOR A 2% (TANTO PARA LETROZOL COMO PARA O ACETATO DE MEGESTROL) EM UM ESTUDO CLÍNICO CONTROLADO QUE COMPAROU LETROZOL (2,5 MG POR DIA) COM O ACETATO DE MEGESTROL (160 MG POR DIA) POR ATÉ 33 MESES.

Reações adversas


(1) - Incluindo erupção55 cutânea56 eritematosa57 e erupção55 cutânea56 maculopapular58.

(2) - Incluindo dores nos braços, dores nas pernas, dores nas costas59 e dores ósseas.

(3) - Incluindo tromboflebite60 superficial e profunda.


Outras reações adversas, consideradas possivelmente como tendo relação com o fármaco54 e relatadas no mínimo por 3 pacientes tratadas com letrozol, com frequência abaixo de 2%, incluem perda de peso e edema61 generalizado.


- POSOLOGIA E ADMINISTRAÇÃO

Adultos e pacientes idosas

A dose recomendada de letrozol é de 2,5 mg uma vez ao dia. O tratamento com letrozol deve continuar até que a progressão do tumor13 seja evidente. Nenhum ajuste de dose é necessário para tratamento de pacientes idosas.

Pacientes com insuficiência renal14 ou hepática15:

Nenhum ajuste na dosagem é necessária para pacientes16 com insuficiência hepática17 ou renal18 (clearance (depuração) de creatinina19 ≥ 10 mL/min). Entretanto, pacientes com insuficiência hepática17 grave (Child-Pugh score C) devem ser mantidos sob cuidadosa supervisão (veja “Farmacocinética”).


Superdosagem de Letrozol

Isolados casos de superdosagem com letrozol foram relatados. Não se conhece nenhum tratamento específico para superdosagem, devendose proceder a tratamento sintomático28 e de suporte.


VENDA SOB PRESCRIÇÃO MÉDICA.

N.º de lote, data de fabricação e prazo de validade:

VIDE CARTUCHO.


Para sua segurança mantenha esta embalagem até o uso total do medicamento.


MS - 1.0043.0953


Farm. Resp.: Dra. Sônia Albano Badaró - CRF-SP 19.258


EUROFARMA LABORATÓRIOS LTDA.

Av. Ver. José Diniz, 3465 - São Paulo – SP

CNPJ: 61.190.096/0001-92

Indústria Brasileira

LETROZOL - Laboratório

EUROFARMA
Av. Ver. José Diniz, 3465 - Campo Belo
São Paulo/SP - CEP: 04603-003
Tel: 0800-704-3876
Email: euroatende@eurofarma.com.br
Site: http://www.eurofarma.com.br/

Ver outros medicamentos do laboratório "EUROFARMA"

Antes de consumir qualquer medicamento, consulte seu médico (http://www.catalogo.med.br).

Complementos

1 Lactose: Tipo de glicídio que possui ligação glicosídica. É o açúcar encontrado no leite e seus derivados. A lactose é formada por dois carboidratos menores, chamados monossacarídeos, a glicose e a galactose, sendo, portanto, um dissacarídeo.
2 Estrógeno: Grupo hormonal produzido principalmente pelos ovários e responsáveis por numerosas ações no organismo feminino (indução da primeira fase do ciclo menstrual, desenvolvimento dos ductos mamários, distribuição corporal do tecido adiposo em um padrão feminino, etc.).
3 Câncer: Crescimento anormal de um tecido celular capaz de invadir outros órgãos localmente ou à distância (metástases).
4 Mama: Em humanos, uma das regiões pareadas na porção anterior do TÓRAX. As mamas consistem das GLÂNDULAS MAMÁRIAS, PELE, MÚSCULOS, TECIDO ADIPOSO e os TECIDOS CONJUNTIVOS.
5 Menopausa: Estado fisiológico caracterizado pela interrupção dos ciclos menstruais normais, acompanhada de alterações hormonais em mulheres após os 45 anos.
6 Receptor hormonal: São proteínas que se ligam aos hormônios circulantes, mediando seus efeitos nas células. Os mais estudados em tumores de mama são os receptores de estrogênio e os receptores de progesterona, por exemplo.
7 Alergia: Reação inflamatória anormal, perante substâncias (alérgenos) que habitualmente não deveriam produzi-la. Entre estas substâncias encontram-se poeiras ambientais, medicamentos, alimentos etc.
8 Rins: Órgãos em forma de feijão que filtram o sangue e formam a urina. Os rins são localizados na região posterior do abdômen, um de cada lado da coluna vertebral.
9 Tontura: O indivíduo tem a sensação de desequilíbrio, de instabilidade, de pisar no vazio, de que vai cair.
10 Gravidez: Condição de ter um embrião ou feto em desenvolvimento no trato reprodutivo feminino após a união de ovo e espermatozóide.
11 Lactação: Fenômeno fisiológico neuro-endócrino (hormonal) de produção de leite materno pela puérpera no pós-parto; independente dela estar ou não amamentando.Toda mulher após o parto tem produção de leite - lactação; mas, infelizmente nem todas amamentam.
12 Saúde: 1. Estado de equilíbrio dinâmico entre o organismo e o seu ambiente, o qual mantém as características estruturais e funcionais do organismo dentro dos limites normais para sua forma de vida e para a sua fase do ciclo vital. 2. Estado de boa disposição física e psíquica; bem-estar. 3. Brinde, saudação que se faz bebendo à saúde de alguém. 4. Força física; robustez, vigor, energia.
13 Tumor: Termo que literalmente significa massa ou formação de tecido. É utilizado em geral para referir-se a uma formação neoplásica.
14 Insuficiência renal: Condição crônica na qual o corpo retém líquido e excretas pois os rins não são mais capazes de trabalhar apropriadamente. Uma pessoa com insuficiência renal necessita de diálise ou transplante renal.
15 Hepática: Relativa a ou que forma, constitui ou faz parte do fígado.
16 Para pacientes: Você pode utilizar este texto livremente com seus pacientes, inclusive alterando-o, de acordo com a sua prática e experiência. Conheça todos os materiais Para Pacientes disponíveis para auxiliar, educar e esclarecer seus pacientes, colaborando para a melhoria da relação médico-paciente, reunidos no canal Para Pacientes . As informações contidas neste texto são baseadas em uma compilação feita pela equipe médica da Centralx. Você deve checar e confirmar as informações e divulgá-las para seus pacientes de acordo com seus conhecimentos médicos.
17 Insuficiência hepática: Deterioração grave da função hepática. Pode ser decorrente de hepatite viral, cirrose e hepatopatia alcoólica (lesão hepática devido ao consumo de álcool) ou medicamentosa (causada por medicamentos como, por exemplo, o acetaminofeno). Para que uma insuficiência hepática ocorra, deve haver uma lesão de grande porção do fígado.
18 Renal: Relacionado aos rins. Uma doença renal é uma doença dos rins. Insuficiência renal significa que os rins pararam de funcionar.
19 Creatinina: Produto residual das proteínas da dieta e dos músculos do corpo. É excretada do organismo pelos rins. Uma vez que as doenças renais progridem, o nível de creatinina aumenta no sangue.
20 Cabeça:
21 Inchaço: Inchação, edema.
22 Cabelo: Estrutura filamentosa formada por uma haste que se projeta para a superfície da PELE a partir de uma raiz (mais macia que a haste) e se aloja na cavidade de um FOLÍCULO PILOSO. É encontrado em muitas áreas do corpo.
23 Pele: Camada externa do corpo, que o protege do meio ambiente. Composta por DERME e EPIDERME.
24 Vômito: É a expulsão ativa do conteúdo gástrico pela boca. Pode ser classificado como: alimentar, fecalóide, biliar, em jato, pós-prandial. Sinônimo de êmese. Os medicamentos que agem neste sintoma são chamados de antieméticos.
25 Constipação: Retardo ou dificuldade nas defecações, suficiente para causar desconforto significativo para a pessoa. Pode significar que as fezes são duras, difíceis de serem expelidas ou infreqüentes (evacuações inferiores a três vezes por semana), ou ainda a sensação de esvaziamento retal incompleto, após as defecações.
26 Transpiração: 1. Ato ou efeito de transpirar. 2. Em fisiologia, é a eliminação do suor pelas glândulas sudoríparas da pele; sudação. Ou o fluido segregado pelas glândulas sudoríparas; suor. 3. Em botânica, é a perda de água por evaporação que ocorre na superfície de uma planta, principalmente através dos estômatos, mas também pelas lenticelas e, diretamente, pelas células epidérmicas.
27 Hormônio: Substância química produzida por uma parte do corpo e liberada no sangue para desencadear ou regular funções particulares do organismo. Por exemplo, a insulina é um hormônio produzido pelo pâncreas que diz a outras células quando usar a glicose para energia. Hormônios sintéticos, usados como medicamentos, podem ser semelhantes ou diferentes daqueles produzidos pelo organismo.
28 Sintomático: 1. Relativo a ou que constitui sintoma. 2. Que é efeito de alguma doença. 3. Por extensão de sentido, é o que indica um particular estado de coisas, de espírito; revelador, significativo.
29 Tecido: Conjunto de células de características semelhantes, organizadas em estruturas complexas para cumprir uma determinada função. Exemplo de tecido: o tecido ósseo encontra-se formado por osteócitos dispostos em uma matriz mineral para cumprir funções de sustentação.
30 Enzima: Proteína produzida pelo organismo que gera uma reação química. Por exemplo, as enzimas produzidas pelo intestino que ajudam no processo digestivo.
31 Andrógenos: Termo genérico para qualquer composto natural ou sintético, geralmente um hormônio esteróide, que estimula ou controla o desenvolvimento e manutenção das características masculinas em vertebrados ao ligar-se a receptores andrógenos. Isso inclui a atividade dos órgãos sexuais masculinos acessórios e o desenvolvimento de características sexuais secundárias masculinas. Também são os esteróides anabólicos originais. São precursores de todos os estrógenos, os hormônios sexuais femininos. São exemplos de andrógenos: testosterona, dehidroepiandrosterona (DHEA), androstenediona (Andro), androstenediol, androsterona e dihidrotestosterona (DHT).
32 Androstenediona: Esteróide androgênico produzido pelos testículos, córtex adrenal e ovários. Enquanto as androstenedionas são convertidas metabolicamente à testoterona e outros andrógenos, elas são também um estrutura que origina a estrona. O uso de androstenediona como um suplemento para esportes e fisiculturismo foi banido pelo Comitê Olímpico Internacional, bem como em outras comitês esportivos.
33 Suplementação: Que serve de suplemento para suprir o que falta, que completa ou amplia.
34 Androgênicos: Relativos à androgenia e a androgênios. Androgênios são hormônios esteroides, controladores do crescimento dos órgãos sexuais masculinos. O hormônio natural masculino é a testosterona.
35 Sobrevida: Prolongamento da vida além de certo limite; prolongamento da existência além da morte, vida futura.
36 Estudo duplo-cego: Denominamos um estudo clínico “duplo cego” quando tanto voluntários quanto pesquisadores desconhecem a qual grupo de tratamento do estudo os voluntários foram designados. Denominamos um estudo clínico de “simples cego” quando apenas os voluntários desconhecem o grupo ao qual pertencem no estudo.
37 Mamografia: Estudo radiológico que utiliza uma técnica especial para avaliar o tecido mamário. Permite diagnosticar tumores benignos e malignos em fase inicial na mama. É um exame que deve ser realizado por mulheres, como prevenção ao câncer.
38 Proteínas: Um dos três principais nutrientes dos alimentos. Alimentos que fornecem proteína incluem carne vermelha, frango, peixe, queijos, leite, derivados do leite, ovos.
39 Albumina: Proteína encontrada no plasma, com importantes funções, como equilíbrio osmótico, transporte de substâncias, etc.
40 Eritrócitos: Células vermelhas do sangue. Os eritrócitos maduros são anucleados, têm forma de disco bicôncavo e contêm HEMOGLOBINA, cuja função é transportar OXIGÊNIO. Sinônimos: Corpúsculos Sanguíneos Vermelhos; Corpúsculos Vermelhos Sanguíneos; Corpúsculos Vermelhos do Sangue; Glóbulos Vermelhos; Hemácias
41 Plasma: Parte que resta do SANGUE, depois que as CÉLULAS SANGÜÍNEAS são removidas por CENTRIFUGAÇÃO (sem COAGULAÇÃO SANGÜÍNEA prévia).
42 Metabólitos: Qualquer composto intermediário das reações enzimáticas do metabolismo.
43 Metabolismo: É o conjunto de transformações que as substâncias químicas sofrem no interior dos organismos vivos. São essas reações que permitem a uma célula ou um sistema transformar os alimentos em energia, que será ultilizada pelas células para que as mesmas se multipliquem, cresçam e movimentem-se. O metabolismo divide-se em duas etapas: catabolismo e anabolismo.
44 Metabólito: Qualquer composto intermediário das reações enzimáticas do metabolismo.
45 Urina: Resíduo líquido produzido pela filtração renal no organismo, estocado na bexiga e expelido pelo ato de urinar.
46 Cirrose: Substituição do tecido normal de um órgão (freqüentemente do fígado) por um tecido cicatricial fibroso. Deve-se a uma agressão persistente, infecciosa, tóxica ou metabólica, que produz perda progressiva das células funcionalmente ativas. Leva progressivamente à perda funcional do órgão.
47 Toxicidade: Capacidade de uma substância produzir efeitos prejudiciais ao organismo vivo.
48 Sinais: São alterações percebidas ou medidas por outra pessoa, geralmente um profissional de saúde, sem o relato ou comunicação do paciente. Por exemplo, uma ferida.
49 Incidência: Medida da freqüência em que uma doença ocorre. Número de casos novos de uma doença em um certo grupo de pessoas por um certo período de tempo.
50 Malformação: 1. Defeito na forma ou na formação; anomalia, aberração, deformação. 2. Em patologia, é vício de conformação de uma parte do corpo, de origem congênita ou hereditária, geralmente curável por cirurgia. Ela é diferente da deformação (que é adquirida) e da monstruosidade (que é incurável).
51 Malformações: 1. Defeito na forma ou na formação; anomalia, aberração, deformação. 2. Em patologia, é vício de conformação de uma parte do corpo, de origem congênita ou hereditária, geralmente curável por cirurgia. Ela é diferente da deformação (que é adquirida) e da monstruosidade (que é incurável).
52 Fadiga: 1. Sensação de enfraquecimento resultante de esforço físico. 2. Trabalho cansativo. 3. Redução gradual da resistência de um material ou da sensibilidade de um equipamento devido ao uso continuado.
53 Ensaios clínicos: Há três fases diferentes em um ensaio clínico. A Fase 1 é o primeiro teste de um tratamento em seres humanos para determinar se ele é seguro. A Fase 2 concentra-se em saber se um tratamento é eficaz. E a Fase 3 é o teste final antes da aprovação para determinar se o tratamento tem vantagens sobre os tratamentos padrões disponíveis.
54 Fármaco: Qualquer produto ou preparado farmacêutico; medicamento.
55 Erupção: 1. Ato, processo ou efeito de irromper. 2. Aumento rápido do brilho de uma estrela ou de pequena região da atmosfera solar. 3. Aparecimento de lesões de natureza inflamatória ou infecciosa, geralmente múltiplas, na pele e mucosas, provocadas por vírus, bactérias, intoxicações, etc. 4. Emissão de materiais magmáticos por um vulcão (lava, cinzas etc.).
56 Cutânea: Que diz respeito à pele, à cútis.
57 Eritematosa: Relativo a ou próprio de eritema. Que apresenta eritema. Eritema é uma vermelhidão da pele, devido à vasodilatação dos capilares cutâneos.
58 Maculopapular: Erupção cutânea que se caracteriza pelo aparecimento de manchas e de pápulas de tonalidade avermelhada, geralmente observada no sarampo ou na rubéola.
59 Costas:
60 Tromboflebite: Processo inflamatório de um segmento de uma veia, geralmente de localização superficial (veia superficial), juntamente com formação de coágulos na zona afetada. Pode surgir posteriormente a uma lesão pequena numa veia (como após uma injeção ou um soro intravenoso) e é particularmente frequente nos toxico-dependentes que se injetam. A tromboflebite pode desenvolver-se como complicação de varizes. Existe uma tumefação e vermelhidão (sinais do processo inflamatório) ao longo do segmento de veia atingido, que é extremamante doloroso à palpação. Ocorrem muitas vezes febre e mal-estar.
61 Edema: 1. Inchaço causado pelo excesso de fluidos no organismo. 2. Acúmulo anormal de líquido nos tecidos do organismo, especialmente no tecido conjuntivo.

Tem alguma dúvida sobre LETROZOL?

Pergunte diretamente a um especialista

Sua pergunta será enviada aos especialistas do CatalogoMed, veja as dúvidas já respondidas.