Semap

JANSSEN- CILAG FARMACÊUTICA LTDA.

Atualizado em 09/12/2014

Semap®


Informações ao Paciente

Comprimidos
penfluridol

Forma farmacêutica e apresentação
Comprimidos de 20 mg em blister com 6 comprimidos.

Uso adulto

Informações Gerais

Marca Comercial: Semap®
Princípio Ativo: penfluridol
Classe Terapêutica1: Neurolépticos2

Composição

Cada comprimido contém:
Penfluridol    .............................................................................................    20 mg
Excipientes: amido, amido pregelatinizado, lactose3, crospovidona, talco, sacarose, amarelo quinoleína, azul indigotina e estearato de magnésio.

Ação esperada do medicamento

Semap® é um medicamento que tem um efeito favorável sobre distúrbios relacionados ao pensamento, às emoções e às atividades, tais como desconfiança inabitual (delírios), confusão, alucinações4, distúrbios da percepção (como por exemplo, ouvir vozes de alguém que não está presente) e dificuldade de relacionamento com outras pessoas.
Semap® melhora a ansiedade, a tensão e o estado mental alterado por estes distúrbios, ajudando o paciente a sair de estados de apatia5 e retardo motor.
O controle dos sintomas6 é observado progressivamente com o decorrer do tratamento.

Cuidados de Armazenamento

Conservar em temperatura ambiente (temperatura entre 15ºC e 30ºC). Proteger da luz e umidade.

Prazo de Validade

Verifique na embalagem externa se o produto obedece ao prazo de validade. Não utilize o medicamento se o prazo de validade estiver vencido. Pode ser prejudicial a sua saúde7.

Gravidez8 e lactação9

Informe ao seu médico a ocorrência de gravidez8 na vigência do tratamento ou após o seu término. Informar ao médico se está amamentando.

Cuidados de administração

Semap® deve ser tomado uma vez por semana junto com um pouco de água.
É muito importante que a quantidade correta de Semap® seja tomada, mas isto pode variar de pessoa para pessoa. Por isto, seu médico poderá ajustar o número de comprimidos até que o efeito desejado seja obtido.
Siga a orientação do seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento.

Interrupção do tratamento

Não interromper o tratamento sem o conhecimento do seu médico.

Efeitos colaterais10

Os efeitos colaterais10 de Semap® geralmente são leves e não ocorrem freqüentemente.
No dia seguinte à ingestão do medicamento, podem ocorrer cansaço, aumento da salivação ou transpiração11 excessiva.
Às vezes, podem ocorrer distúrbios de visão12, queda da pressão arterial13 ou problemas digestivos, tais como náuseas14 e vômito15.
Também podem ocorrer problemas de movimentos, geralmente leves, tais como: tremor, rigidez muscular e incapacidade de ficar parado. Se estes sintomas6 ocorrerem, contacte seu médico. Ele decidirá se deve reduzir a quantidade de Semap® ou se deve prescrever outro medicamento. Então, estes efeitos provavelmente irão desaparecer.
Durante um tratamento prolongado, podem ocorrer contrações involuntárias da língua16, face17, boca18 ou mandíbula19. Na ocorrência destes sintomas6, procure seu médico.
Após uso prolongado, as mulheres podem produzir leite ou ter distúrbios da menstruação20, enquanto que os homens podem apresentar desenvolvimento dos seios21. Estes sintomas6 não são prejudiciais.
Em raros casos podem ocorrer tontura22, sonolência, dor de cabeça23 e ganho de peso. Estes sintomas6 não são prejudiciais.
A alergia24 ao Semap® é rara. Ela pode ser reconhecida, por exemplo, por erupção25 de pele26, coceira, encurtamento da respiração ou rubor da face17. Se ocorrer qualquer um destes sinais27, procure seu médico.
Na ocorrência de febre28 alta, rigidez muscular, respiração acelerada, transpiração11 anormal e diminuição do estado de alerta, você deve procurar seu médico imediatamente.
Informe seu médico o aparecimento de reações desagradáveis.

TODO MEDICAMENTO DEVE SER MANTIDO FORA DO ALCANCE DAS CRIANÇAS.

Ingestão concomitante com outras substâncias

Semap® intensifica o efeito do álcool e altera o efeito de alguns medicamentos, tais como: medicamentos que reduzem a habilidade para reagir (tranqüilizantes, soníferos e alguns analgésicos29 potentes), medicamentos para hipertensão30, para epilepsia31 e para doença de Parkinson32.
Assim, não beba álcool e tome medicamentos apenas se seu médico prescrevê-los.

Contra-indicações

Semap® não deve ser usado caso você:
- Tenha uma depressão que não esteja sendo tratada,
- Tenha doença de Parkinson32,
- Apresente sonolência ou morosidade decorrentes de doenças ou devido ao uso de determinados medicamentos ou álcool,
- For alérgico ao Semap® ou drogas que pertençam ao mesmo grupo.
Em caso de dúvidas, você deve procurar seu médico.

Precauções
Atenção: Este medicamento contém Açúcar33, portanto, deve ser usado com cautela em portadores de Diabetes34.
Informe seu médico sobre qualquer medicamento que esteja usando, antes do início, ou durante o tratamento.
Crianças
Crianças com idade inferior a 12 anos não devem tomar Semap® .
Pessoas Idosas
Semap® pode ter um efeito pronunciado em pessoas idosas. Portanto, seu médico decidirá se você deve tomar uma quantidade menor do medicamento.
Distúrbios Hepáticos e Epilepsia31
Informe seu médico caso você apresentar alguns destes distúrbios, pois ele pode querer checar seu estado geral regularmente durante o tratamento com Semap® .
Efeitos sobre a Capacidade de Dirigir e Operar Máquinas
Semap® pode causar sonolência, principalmente durante o primeiro dia do tratamento. Isto pode diminuir seu estado de alerta e reduzir sua capacidade de dirigir. Você só deve operar máquinas ou dirigir com a permissão do seu médico.

Superdose

Os seguintes sinais27 podem ocorrer no caso de superdose: tremor severo, forte rigidez muscular, redução da pressão arterial13 e sonolência. Procure seu médico na ocorrência destes sintomas6 e ele decidirá quais os procedimentos adequados que devem ser tomados.

NÃO TOME REMÉDIO SEM O CONHECIMENTO DO SEU MÉDICO. PODE SER PERIGOSO PARA A SAÚDE7.

Informações Técnicas aos Profissionais de Saúde7

Comprimidos
penfluridol

Forma farmacêutica e apresentação
Comprimidos de 20 mg em blister com 6 comprimidos.

Uso adulto

Informações Gerais

Marca Comercial: Semap®
Princípio Ativo: penfluridol
Classe Terapêutica1: Neurolépticos2

Composição

Cada comprimido contém:
Penfluridol    .............................................................................................    20 mg
Excipientes: amido, amido pregelatinizado, lactose3, crospovidona, talco, sacarose, amarelo quinoleína, azul indigotina e estearato de magnésio.

Caracterêsticas Farmacolígicas

Descrição
Semap® contém penfluridol, pertencente ao grupo das difenilbutilpiperidinas, com propriedades neurolépticas e uma longa duração de ação (uma semana) após administração oral.

Propriedades
Farmacodinâmica:

Devido ao seu potente antagonismo dopaminérgico, Semap® é um neuroléptico35 altamente incisivo. Ele também tem uma atividade antiserotoninérgica (receptores 5-HT2) e adrenolítica (receptores *-1) mínimas. Semap® é um potente inibidor de delírios e alucinações4, provavelmente através de uma interação nos tecidos límbicos e mesocorticais e uma atividade sobre os gânglios36 da base (via nigro-estriatal). Esta última atividade provavelmente é a causa dos efeitos colaterais10 extrapiramidais (distonia37, acatisia38 e parkinsonismo). Os efeitos antidopaminérgicos periféricos são responsáveis, entre outros, pelos efeitos contra náusea39 e vômito15 (através dos quimiorreceptores da zona do gatilho), pelo relaxamento dos esfíncteres40 gástrico e intestinal e pelo aumento na liberação de prolactina41.
Semap® é um potente medicamento anti-autismo, com um efeito ativador sobre pacientes apáticos ou com retardo motor.

Farmacocinética:
Após administração oral, o penfluridol é quase completamente absorvido. O pico da sua concentração plasmática é alcançado 4 a 8 horas após a sua ingestão. A ligação às proteínas42 plasmáticas é de aproximadamente 98%. O penfluridol é extensivamente metabolizado, principalmente por N-dealquilação oxidativa. Cerca de 30% da dose semanal é excretada de forma inalterada nas fezes e menos de 0,25% na urina43. Os metabólitos44 não são farmacologicamente ativos e, portanto, não contribuem para a atividade neuroléptica de Semap® . A meia-vida de eliminação (t1/2 *) é de 4-7 dias, permitindo uma posologia semanal.

Indicações

Nos sintomas6 psicóticos produtivos (alucinações4, delírios, maneirismo e estereotipias), no autismo e apatia5.

Contra Indicações

Semap® não deve ser usado em distúrbios depressivos e síndrome45 de Parkinson.

Semap® é contra-indicado nas depressões do SNC46 e em estados comatosos. Não deve ser usado em pacientes com hipersensibilidade a qualquer um dos componentes da fórmula ou a qualquer derivado difenilbutilpiperidínico.

Posologia

Semap® é administrado oralmente uma vez por semana.
Em pacientes que já estão recebendo medicação neuroléptica, sugere-se uma redução gradual da terapia existente, enquanto a dose inicial de Semap® de 20 mg é aumentada gradualmente de acordo com os resultados obtidos.

Dose inicial
Em pacientes que ainda não receberam qualquer medicação neuroléptica, 20 a 40 mg de Semap® são administrados como dose inicial e adaptadas as dosagens de outros psicotrópicos47 sedativos, se for necessário combater a agitação psicomotora48, ansiedade e insônia. Estes psicotrópicos47 adicionais podem ser progressivamente diminuídos e possivelmente interrompidos.

Dose de manutenção
A dose semanal única de manutenção varia entre 20 e 60 mg (1 a 3 comprimidos), via oral. Tal dose deve ser tateada durante um período de tratamento entre 4 e 8 semanas, iniciando-se com 10 mg na primeira semana, sendo aumentada gradativamente.
Alguns pacientes podem requerer doses maiores que 60 mg podendo-se, nestes casos, chegar a se atingir 100 mg, sem efeitos adversos.
Nas psicoses crônicas brandas e estabilizadas ou nos casos limítrofes (borderline), doses semanais de  10 mg podem ser satisfatórias.
Na terapia de substituição dos neurolépticos2 sedativos, a dose destes deve ser gradativamente reduzida, substituída por doses semanais crescentes de penfluridol, a partir de 10 mg.
Ocasionalmente, alguns pacientes podem requerer uma maior ou menor necessidade de medicação sedativa adicional (como por exemplo, uma administração à noite) durante o tratamento com Semap® .

Advertências

Atenção: Este medicamento contém Açúcar33, portanto, deve ser usado com cautela em portadores de Diabetes34.
Como Semap® não é sedativo potente, ele deve ser usado em combinação com psicotrópicos47 sedativos, quando for usado em pacientes agitados ou agressivos.
Semap® deve ser usado com cautela em pacientes com disfunção hepática49.
Acredita-se que os neurolépticos2 possam baixar o limiar convulsivo e devem, portanto, ser usados com cautela em pacientes epilépticos. Se necessário, as doses dos anticonvulsivantes devem ser adaptadas nestes pacientes. Um caso de convulsão50 foi relatado durante tratamento com altas doses de Semap® .
A segurança de Semap® em crianças menores de 12 anos não foi estabelecida.

Discinesia Tardia
Como com todo agente neuroléptico35, pode-se observar discinesia tardia51 em alguns pacientes submetidos à terapia prolongada ou após a interrupção do medicamento. O risco de aparecimento aumenta com a idade e com a dose, principalmente em mulheres. As manifestações podem ser permanentes em alguns pacientes.
Tal síndrome45 é principalmente caracterizada por movimentos involuntários rítmicos da língua16, face17, boca18 ou mandíbula19.
Não há nenhum tratamento eficaz conhecido. Agentes antiparkinsonianos normalmente não aliviam os sintomas6 desta síndrome45. Sugere-se que todos os agentes antipsicóticos sejam descontinuados se estes sintomas6 aparecerem, principalmente em pacientes com idade superior a 50 anos. A síndrome45 pode ser mascarada quando o tratamento é reintroduzido, quando a dose é aumentada ou quando é feita uma troca por outro medicamento antipsicótico.
Tem sido relatado que movimentos vermiculares finos da língua16 possam ser um sinal52 precoce de discinesia tardia51 e que a síndrome45 completa poderá não se desenvolver se a medicação for interrompida a tempo.

Gravidez8 e lactação9
Embora nenhum efeito teratogênico53 ou embriotóxico tenha sido observado em animais, não existem dados suficientes para avaliar sua segurança em humanos. Portanto, Semap® só deve ser utilizado durante a gestação se os benefícios superarem os possíveis riscos.
Em ratos, o penfluridol é excretado pelo leite. Se o uso de Semap® for considerado essencial, os benefícios da amamentação54 devem ser ponderados diante dos riscos potenciais envolvidos.

Efeitos sobre a capacidade de dirigir ou operar máquinas
Os pacientes devem ser alertados sobre a possibilidade de sonolência e prejuízos sobre o estado de alerta, especialmente durante o primeiro dia de tratamento. Durante o tratamento, o paciente não deve dirigir veículos ou operar máquinas, pois sua habilidade e atenção podem estar prejudicadas.

Uso em idosos, crianças e outros grupos de pessoas

Pacientes idosos podem ser particularmente sensíveis, especialmente aos efeitos extrapiramidais. Recomenda-se reduzir as doses iniciais pela metade.

Interações Medicamentosas

Como ocorre com todos os neurolépticos2, Semap® pode intensificar a depressão do SNC46 produzida por outros depressores do SNC46, incluindo álcool, hipnóticos, sedativos ou analgésicos29 potentes. Da mesma forma, apesar de Semap® não ter efeito depressor sobre a respiração, ele pode potencializar a depressão respiratória causada por morfinomiméticos.
Quando administrado concomitantemente com antihipertensivos, Semap® pode intensificar a hipotensão55 ortostática.
quando drogas indutoras enzimáticas (tais como o fenobarbital, a carbamazepina ou a fenitoína) forem administradas concomitantemente, a dose de Semap® deve ser aumentada.
Semap® inibe a ação de agonistas dopaminérgicos, tais como a L-DOPA ou a bromocriptina.
Não foram relatadas incompatibilidades com outros psicotrópicos47.

Superdose

Sintomas6
Após uma superdose, os efeitos adversos conhecidos são os mesmos que numa dose normal, só que mais proeminentes. No entanto, alguns pacientes têm uma boa tolerabilidade com doses semanais de 160 a 200 mg, e mesmo com doses diárias de 120 mg. Os efeitos colaterais10 mais importantes observados em tais pacientes foram: efeitos extrapiramidais, hipotensão55 leve e sedação56.

Tratamento
No caso de uma superdose, tratamento de suporte e sintomático57 têm sido recomendados. Não existe nenhum antídoto58 específico. Deve-se ter em mente a ação prolongada de Semap® . As medidas sugeridas são: lavagem gástrica59, estabelecimento das vias aéreas e, se necessário, respiração mecanicamente assistida. A hipotensão55 e o colapso60 circulatório podem ser tratados com medidas de suporte tais como administração intravenosa de fluidos, plasma61 ou albumina62 concentrada, e com vasopressores, tais como dopamina63 ou dobutamina. Os sintomas6 extrapiramidais devem ser tratados com um antiparkinsoniano de tipo anticolinérgico.

Efeitos Colaterais10

Os efeitos colaterais10 são raros e geralmente brandos.
Efeitos Neurológicos
Aparecem cerca de 4-6 horas após a administração da dose semanal e são mais pronunciados no dia seguinte. Normalmente, diminuem em 48 horas e tendem a desaparecer espontaneamente, dentro de 3 a 6 semanas, conforme o tratamento é continuado.
Os sintomas6 extrapiramidais, que ocorrem devido ao bloqueio dopaminérgico, raramente aparecem em doses inferiores a 10 mg de Semap® por semana. Com doses acima de 10 mg por semana, a ocorrência aumenta proporcionalmente com a dose.
As manifestações clínicas mais comuns desses sintomas6 são:
- Parkinsonismo: bradicinesia64, rigidez muscular, dificuldade para caminhar, ausência de expressão facial, tremor, micrografia65;
- Distonia37 aguda ou discinesia: torcicolo66, trismo, crises oculógiras;
- Acatisia38: incapacidade de ficar parado;
Os efeitos mais freqüentemente relatados são: inquietação e discinesia. Os sintomas6 parkinsonianos são diminuídos com administração de anticolinérgico ou, se possível, com a redução da dose.
Discinesia tardia51 (ver "Precauções").

Efeitos Hormonais
Incluem hiperprolactinemia que em alguns casos pode levar à galactorréia67 ou amenorréia68.

Síndrome45 Neuroléptica Maligna
Como ocorre com outros neurolépticos2, em raros casos foram relatados este tipo de síndrome45 ao Semap® . Esta síndrome45 constitui uma resposta idiossincrásica desenvolvida rapidamente, caracterizada por hipertermia, rigidez muscular, instabilidade autonômica, alteração de consciência, coma69 e aumento nos níveis de CPK. Sinais27 de instabilidade autonômica tais como taquicardia70, pressão arterial13 lábil e sudorese71 podem preceder a hipertermia, agindo como sinais27 de advertência. O tratamento antipsicótico deve ser interrompido imediatamente e instituída terapia de suporte apropriada e cuidadoso monitoramento do paciente. O dantrolene e a bromocriptina têm se mostrado eficazes no tratamento da síndrome45 neuroléptica maligna.

Outros Efeitos
Efeitos colaterais10 autonômicos, tais como distúrbios visuais e hipotensão55, sintomas6 gastrintestinais, incluindo náusea39 e vômito15, podem ocorrer principalmente no início do tratamento. Entretanto, tais sintomas6 são raros.
Fadiga72, hipersalivação ou sudorese71 excessiva podem ocorrer no dia seguinte à administração da dose semanal de Semap® .
Outras observações incluem tontura22, sonolência, cefaléia73, reações cutâneas74 e ganho de peso.
Depressão tem sido ocasionalmente reportada. Na maioria dos casos, a relação causal com Semap® não é conhecida.
foram relatados casos isolados de alteração na função hepática49 e taquicardia70 benigna após a administração de neurolépticos2.


Semap - Laboratório

JANSSEN- CILAG FARMACÊUTICA LTDA.
Rod. Presidente Dutra, km 154
São José dos Campos/SP
Tel: 08007011851

Ver outros medicamentos do laboratório "JANSSEN- CILAG FARMACÊUTICA LTDA."

Saiba mais em: Semap
Antes de consumir qualquer medicamento, consulte seu médico (http://www.catalogo.med.br).

Complementos

1 Terapêutica: Terapia, tratamento de doentes.
2 Neurolépticos: Medicamento que exerce ação calmante sobre o sistema nervoso, tranquilizante, psicoléptico.
3 Lactose: Tipo de glicídio que possui ligação glicosídica. É o açúcar encontrado no leite e seus derivados. A lactose é formada por dois carboidratos menores, chamados monossacarídeos, a glicose e a galactose, sendo, portanto, um dissacarídeo.
4 Alucinações: Perturbações mentais que se caracterizam pelo aparecimento de sensações (visuais, auditivas, etc.) atribuídas a causas objetivas que, na realidade, inexistem; sensações sem objeto. Impressões ou noções falsas, sem fundamento na realidade; devaneios, delírios, enganos, ilusões.
5 Apatia: 1. Em filosofia, para os céticos e os estoicos, é um estado de insensibilidade emocional ou esmaecimento de todos os sentimentos, alcançado mediante o alargamento da compreensão filosófica. 2. Estado de alma não suscetível de comoção ou interesse; insensibilidade, indiferença. 3. Em psicopatologia, é o estado caracterizado por indiferença, ausência de sentimentos, falta de atividade e de interesse. 4. Por extensão de sentido, é a falta de energia (física e moral), falta de ânimo; abatimento, indolência, moleza.
6 Sintomas: Alterações da percepção normal que uma pessoa tem de seu próprio corpo, do seu metabolismo, de suas sensações, podendo ou não ser um indício de doença. Os sintomas são as queixas relatadas pelo paciente mas que só ele consegue perceber. Sintomas são subjetivos, sujeitos à interpretação pessoal. A variabilidade descritiva dos sintomas varia em função da cultura do indivíduo, assim como da valorização que cada pessoa dá às suas próprias percepções.
7 Saúde: 1. Estado de equilíbrio dinâmico entre o organismo e o seu ambiente, o qual mantém as características estruturais e funcionais do organismo dentro dos limites normais para sua forma de vida e para a sua fase do ciclo vital. 2. Estado de boa disposição física e psíquica; bem-estar. 3. Brinde, saudação que se faz bebendo à saúde de alguém. 4. Força física; robustez, vigor, energia.
8 Gravidez: Condição de ter um embrião ou feto em desenvolvimento no trato reprodutivo feminino após a união de ovo e espermatozóide.
9 Lactação: Fenômeno fisiológico neuro-endócrino (hormonal) de produção de leite materno pela puérpera no pós-parto; independente dela estar ou não amamentando.Toda mulher após o parto tem produção de leite - lactação; mas, infelizmente nem todas amamentam.
10 Efeitos colaterais: 1. Ação não esperada de um medicamento. Ou seja, significa a ação sobre alguma parte do organismo diferente daquela que precisa ser tratada pelo medicamento. 2. Possível reação que pode ocorrer durante o uso do medicamento, podendo ser benéfica ou maléfica.
11 Transpiração: 1. Ato ou efeito de transpirar. 2. Em fisiologia, é a eliminação do suor pelas glândulas sudoríparas da pele; sudação. Ou o fluido segregado pelas glândulas sudoríparas; suor. 3. Em botânica, é a perda de água por evaporação que ocorre na superfície de uma planta, principalmente através dos estômatos, mas também pelas lenticelas e, diretamente, pelas células epidérmicas.
12 Visão: 1. Ato ou efeito de ver. 2. Percepção do mundo exterior pelos órgãos da vista; sentido da vista. 3. Algo visto, percebido. 4. Imagem ou representação que aparece aos olhos ou ao espírito, causada por delírio, ilusão, sonho; fantasma, visagem. 5. No sentido figurado, concepção ou representação, em espírito, de situações, questões etc.; interpretação, ponto de vista. 6. Percepção de fatos futuros ou distantes, como profecia ou advertência divina.
13 Pressão arterial: A relação que define a pressão arterial é o produto do fluxo sanguíneo pela resistência. Considerando-se a circulação como um todo, o fluxo total é denominado débito cardíaco, enquanto a resistência é denominada de resistência vascular periférica total.
14 Náuseas: Vontade de vomitar. Forma parte do mecanismo complexo do vômito e pode ser acompanhada de sudorese, sialorréia (salivação excessiva), vertigem, etc .
15 Vômito: É a expulsão ativa do conteúdo gástrico pela boca. Pode ser classificado como: alimentar, fecalóide, biliar, em jato, pós-prandial. Sinônimo de êmese. Os medicamentos que agem neste sintoma são chamados de antieméticos.
16 Língua:
17 Face: Parte anterior da cabeça que inclui a pele, os músculos e as estruturas da fronte, olhos, nariz, boca, bochechas e mandíbula.
18 Boca: Cavidade oral ovalada (localizada no ápice do trato digestivo) composta de duas partes
19 Mandíbula: O maior (e o mais forte) osso da FACE; constitui o maxilar inferior, que sustenta os dentes inferiores. Sinônimos: Forame Mandibular; Forame Mentoniano; Sulco Miloióideo; Maxilar Inferior
20 Menstruação: Sangramento cíclico através da vagina, que é produzido após um ciclo ovulatório normal e que corresponde à perda da camada mais superficial do endométrio uterino.
21 Seios: Em humanos, uma das regiões pareadas na porção anterior do TÓRAX. As mamas consistem das GLÂNDULAS MAMÁRIAS, PELE, MÚSCULOS, TECIDO ADIPOSO e os TECIDOS CONJUNTIVOS.
22 Tontura: O indivíduo tem a sensação de desequilíbrio, de instabilidade, de pisar no vazio, de que vai cair.
23 Cabeça:
24 Alergia: Reação inflamatória anormal, perante substâncias (alérgenos) que habitualmente não deveriam produzi-la. Entre estas substâncias encontram-se poeiras ambientais, medicamentos, alimentos etc.
25 Erupção: 1. Ato, processo ou efeito de irromper. 2. Aumento rápido do brilho de uma estrela ou de pequena região da atmosfera solar. 3. Aparecimento de lesões de natureza inflamatória ou infecciosa, geralmente múltiplas, na pele e mucosas, provocadas por vírus, bactérias, intoxicações, etc. 4. Emissão de materiais magmáticos por um vulcão (lava, cinzas etc.).
26 Pele: Camada externa do corpo, que o protege do meio ambiente. Composta por DERME e EPIDERME.
27 Sinais: São alterações percebidas ou medidas por outra pessoa, geralmente um profissional de saúde, sem o relato ou comunicação do paciente. Por exemplo, uma ferida.
28 Febre: É a elevação da temperatura do corpo acima dos valores normais para o indivíduo. São aceitos como valores de referência indicativos de febre: temperatura axilar ou oral acima de 37,5°C e temperatura retal acima de 38°C. A febre é uma reação do corpo contra patógenos.
29 Analgésicos: Grupo de medicamentos usados para aliviar a dor. As drogas analgésicas incluem os antiinflamatórios não-esteróides (AINE), tais como os salicilatos, drogas narcóticas como a morfina e drogas sintéticas com propriedades narcóticas, como o tramadol.
30 Hipertensão: Condição presente quando o sangue flui através dos vasos com força maior que a normal. Também chamada de pressão alta. Hipertensão pode causar esforço cardíaco, dano aos vasos sangüíneos e aumento do risco de um ataque cardíaco, derrame ou acidente vascular cerebral, além de problemas renais e morte.
31 Epilepsia: Alteração temporária e reversível do funcionamento cerebral, que não tenha sido causada por febre, drogas ou distúrbios metabólicos. Durante alguns segundos ou minutos, uma parte do cérebro emite sinais incorretos, que podem ficar restritos a esse local ou espalhar-se. Quando restritos, a crise será chamada crise epiléptica parcial; quando envolverem os dois hemisférios cerebrais, será uma crise epiléptica generalizada. O paciente pode ter distorções de percepção, movimentos descontrolados de uma parte do corpo, medo repentino, desconforto no estômago, ver ou ouvir de maneira diferente e até perder a consciência - neste caso é chamada de crise complexa. Depois do episódio, enquanto se recupera, a pessoa pode sentir-se confusa e ter déficits de memória. Existem outros tipos de crises epilépticas.
32 Doença de Parkinson: Doença degenerativa que afeta uma região específica do cérebro (gânglios da base), e caracteriza-se por tremores em repouso, rigidez ao realizar movimentos, falta de expressão facial e, em casos avançados, demência. Os sintomas podem ser aliviados por medicamentos adequados, mas ainda não se conhece, até o momento, uma cura definitiva.
33 Açúcar: 1. Classe de carboidratos com sabor adocicado, incluindo glicose, frutose e sacarose. 2. Termo usado para se referir à glicemia sangüínea.
34 Diabetes: Nome que designa um grupo de doenças caracterizadas por diurese excessiva. A mais frequente é o Diabetes mellitus, ainda que existam outras variantes (Diabetes insipidus) de doença nas quais o transtorno primário é a incapacidade dos rins de concentrar a urina.
35 Neuroléptico: Medicamento que exerce ação calmante sobre o sistema nervoso, tranquilizante, psicoléptico.
36 Gânglios: 1. Na anatomia geral, são corpos arredondados de tamanho e estrutura variáveis; nodos, nódulos. 2. Em patologia, são pequenos tumores císticos localizados em uma bainha tendinosa ou em uma cápsula articular, especialmente nas mãos, punhos e pés.
37 Distonia: Contração muscular involuntária causando distúrbios funcionais, dolorosos e estéticos.
38 Acatisia: Síndrome caracterizada por sentimentos de inquietação interna que se manifesta por incapacidade de se manter quieta. É frequentemente causada por medicamentos neurolépticos.
39 Náusea: Vontade de vomitar. Forma parte do mecanismo complexo do vômito e pode ser acompanhada de sudorese, sialorréia (salivação excessiva), vertigem, etc.
40 Esfíncteres: Estruturas musculares que contornam um orifício ou canal natural, permitindo sua abertura ou fechamento, podendo ser constituídos de fibras musculares lisas e/ou estriadas.
41 Prolactina: Hormônio secretado pela adeno-hipófise. Estimula a produção de leite pelas glândulas mamárias. O aumento de produção da prolactina provoca a hiperprolactinemia, podendo causar alteração menstrual e infertilidade nas mulheres. No homem, gera impotência sexual (por prejudicar a produção de testosterona) e ginecomastia (aumento das mamas).
42 Proteínas: Um dos três principais nutrientes dos alimentos. Alimentos que fornecem proteína incluem carne vermelha, frango, peixe, queijos, leite, derivados do leite, ovos.
43 Urina: Resíduo líquido produzido pela filtração renal no organismo, estocado na bexiga e expelido pelo ato de urinar.
44 Metabólitos: Qualquer composto intermediário das reações enzimáticas do metabolismo.
45 Síndrome: Conjunto de sinais e sintomas que se encontram associados a uma entidade conhecida ou não.
46 SNC: Principais órgãos processadores de informação do sistema nervoso, compreendendo cérebro, medula espinhal e meninges.
47 Psicotrópicos: Que ou o que atua quimicamente sobre o psiquismo, a atividade mental, o comportamento, a percepção, etc. (diz-se de medicamento, droga, substância, etc.). Alguns psicotrópicos têm efeito sedativo, calmante ou antidepressivo; outros, especialmente se usados indevidamente, podem causar perturbações psíquicas.
48 Psicomotora: Própria ou referente a qualquer resposta que envolva aspectos motores e psíquicos, tais como os movimentos corporais governados pela mente.
49 Hepática: Relativa a ou que forma, constitui ou faz parte do fígado.
50 Convulsão: Episódio agudo caracterizado pela presença de contrações musculares espasmódicas permanentes e/ou repetitivas (tônicas, clônicas ou tônico-clônicas). Em geral está associada à perda de consciência e relaxamento dos esfíncteres. Pode ser devida a medicamentos ou doenças.
51 Discinesia tardia: Síndrome potencialmente irreversível, caracterizada por movimentos repetitivos, involuntários e não intencionais dos músculos da língua, boca, face, pescoço e (mais raramente) das extremidades. Ela se caracteriza por movimentos discinéticos involuntários e irreversíveis e pode se desenvolver com o uso de medicamentos tais como antipsicóticos e neurolépticos.
52 Sinal: 1. É uma alteração percebida ou medida por outra pessoa, geralmente um profissional de saúde, sem o relato ou comunicação do paciente. Por exemplo, uma ferida. 2. Som ou gesto que indica algo, indício. 3. Dinheiro que se dá para garantir um contrato.
53 Teratogênico: Agente teratogênico ou teratógeno é tudo aquilo capaz de produzir dano ao embrião ou feto durante a gravidez. Estes danos podem se refletir como perda da gestação, malformações ou alterações funcionais ou ainda distúrbios neurocomportamentais, como retardo mental.
54 Amamentação: Ato da nutriz dar o peito e o lactente mamá-lo diretamente. É um fenômeno psico-sócio-cultural. Dar de mamar a; criar ao peito; aleitar; lactar... A amamentação é uma forma de aleitamento, mas há outras formas.
55 Hipotensão: Pressão sanguínea baixa ou queda repentina na pressão sanguínea. A hipotensão pode ocorrer quando uma pessoa muda rapidamente de uma posição sentada ou deitada para a posição de pé, causando vertigem ou desmaio.
56 Sedação: 1. Ato ou efeito de sedar. 2. Aplicação de sedativo visando aliviar sensação física, por exemplo, de dor. 3. Diminuição de irritabilidade, de nervosismo, como efeito de sedativo. 4. Moderação de hiperatividade orgânica.
57 Sintomático: 1. Relativo a ou que constitui sintoma. 2. Que é efeito de alguma doença. 3. Por extensão de sentido, é o que indica um particular estado de coisas, de espírito; revelador, significativo.
58 Antídoto: Substância ou mistura que neutraliza os efeitos de um veneno. Esta ação pode reagir diretamente com o veneno ou amenizar/reverter a ação biológica causada por ele.
59 Lavagem gástrica: É a introdução, através de sonda nasogástrica, de líquido na cavidade gástrica, seguida de sua remoção.
60 Colapso: 1. Em patologia, é um estado semelhante ao choque, caracterizado por prostração extrema, grande perda de líquido, acompanhado geralmente de insuficiência cardíaca. 2. Em medicina, é o achatamento conjunto das paredes de uma estrutura. 3. No sentido figurado, é uma diminuição súbita de eficiência, de poder. Derrocada, desmoronamento, ruína. 4. Em botânica, é a perda da turgescência de tecido vegetal.
61 Plasma: Parte que resta do SANGUE, depois que as CÉLULAS SANGÜÍNEAS são removidas por CENTRIFUGAÇÃO (sem COAGULAÇÃO SANGÜÍNEA prévia).
62 Albumina: Proteína encontrada no plasma, com importantes funções, como equilíbrio osmótico, transporte de substâncias, etc.
63 Dopamina: É um mediador químico presente nas glândulas suprarrenais, indispensável para a atividade normal do cérebro.
64 Bradicinesia: Dificuldade de iniciar os movimentos, lentidão nos movimentos e dificuldade de realizar os movimentos com fluência. É o sintoma mais proeminente na doença de Parkinson e que leva à incapacidade de realização das atividades diárias.
65 Micrografia: A escrita tende a ser com letras em tamanho pequeno, redução do tamanho da letra.
66 Torcicolo: Distúrbio freqüente produzido por uma luxação nas vértebras da coluna cervical, ou a espasmos dos músculos do pescoço que produzem rigidez e rotação lateral do mesmo.
67 Galactorréia: Secreção mamária anormal de leite fora do período de amamentação. Pode ser produzida por distúrbios hormonais ou pela ação de medicamentos.
68 Amenorréia: É a ausência de menstruação pelo período equivalente a 3 ciclos menstruais ou 6 meses (o que ocorrer primeiro). Para períodos inferiores, utiliza-se o termo atraso menstrual.
69 Coma: 1. Alteração do estado normal de consciência caracterizado pela falta de abertura ocular e diminuição ou ausência de resposta a estímulos externos. Pode ser reversível ou evoluir para a morte. 2. Presente do subjuntivo ou imperativo do verbo “comer.“
70 Taquicardia: Aumento da frequência cardíaca. Pode ser devido a causas fisiológicas (durante o exercício físico ou gravidez) ou por diversas doenças como sepse, hipertireoidismo e anemia. Pode ser assintomática ou provocar palpitações.
71 Sudorese: Suor excessivo
72 Fadiga: 1. Sensação de enfraquecimento resultante de esforço físico. 2. Trabalho cansativo. 3. Redução gradual da resistência de um material ou da sensibilidade de um equipamento devido ao uso continuado.
73 Cefaleia: Sinônimo de dor de cabeça. Este termo engloba todas as dores de cabeça existentes, ou seja, enxaqueca ou migrânea, cefaleia ou dor de cabeça tensional, cefaleia cervicogênica, cefaleia em pontada, cefaleia secundária a sinusite, etc... são tipos dentro do grupo das cefaleias ou dores de cabeça. A cefaleia tipo tensional é a mais comum (acomete 78% da população), seguida da enxaqueca ou migrânea (16% da população).
74 Cutâneas: Que dizem respeito à pele, à cútis.

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