UNIFEDRINE

UNIAO QUIMICA

Atualizado em 09/12/2014

UNIFEDRINE
Sulfato de Efedrina
Solução Injetável

Forma  farmacêutica  e  apresentação de Unifedrine

Solução injetável: caixa com 25 ampolas de 1 ml.

USO PEDIÁTRICO E ADULTOUSO RESTRITO À  HOSPITAIS

- COMPOSIÇÃO:
Cada ampola contém:
Sulfato de efedrina    50 mg
Veículo: água para injeção1.

CUIDADOS DE CONSERVAÇÃO:
Conserve o produto na embalagem original,  em temperatura ambiente (15 a 30ºC), protegido da luz.

PRAZO DE VALIDADE:
24 meses a partir da data de fabricação (vide cartucho). Não use medicamentos com o prazo de validade vencido.

- INFORMAÇÕES TÉCNICAS

Características:   de Unifedrine

A Efedrina estimula os receptores alfa e beta-adrenérgicos2 e aumenta a liberação da norepinefrina endógena dos neurônios3 simpáticos, resultando em aumento da pressão sangüínea4 sistólica e diastólica e aumento do débito cardíaco5. A Efedrina também aumenta de modo variável a resistência periférica6 e, conseqüentemente, aumenta a pressão arterial7. As respostas pressoras do uso parenteral da Efedrina são mais lentas, porém mais duradouras que as produzidas pela adrenalina8. A Efedrina também estimula o sistema nervoso central9 (SNC10), mais precisamente o córtex cerebral e os centros subcorticais, produzindo efeitos de narcolepsia e estados de depressão. Os efeitos da Efedrina sobre o sistema nervoso11 são similares aos das anfetaminas, porém menos pronunciados.
A ativação dos receptores beta-adrenérgicos2 nos pulmões12 promove a broncodilação, aliviando o broncoespasmo13, aumentando a capacidade vital14, diminuindo o volume residual15 e reduzindo a resistência das vias aéreas.
Pode ocorrer taquifilaxia com doses repetidas.
A Efedrina é rapidamente absorvida após administração intramuscular ou subcutânea16. Após 10 a 20 minutos da injeção intramuscular17, a Efedrina inicia sua ação. As respostas pressoras e cardíacas persistem por 30 minutos a 1 hora após administração de 25 a 50mg da Efedrina. Pequenas quantidades da droga são metabolizadas no fígado18, sendo que alguns de seus metabólitos19 são a p-hidroxiefedrina, a p-hidroxinorefedrina e a norefedrina. A droga e seus metabólitos19 são excretados pela urina20, na maior parte na forma inalterada. O nível de excreção depende do pH da urina20, sendo maior quando a urina20 está ácida. Apresenta meia-vida de cerca de 3 horas quando o pH urinário é 5, e de 6 horas quando o pH é 6,3.

Indicações de Unifedrine

É indicado primeiramente para contrabalançar os efeitos hipotensivos das anestesias raquidianas ou outros tipos de anestesia21 condutiva não tópica. É também usado como agente pressor em estados hipotensivos após simpatectomia ou após superdosagem de agentes bloqueadores ganglionares, agentes anti-adrenérgicos2, alcalóides do veratrum ou outras drogas usadas para diminuir a pressão arterial7. É algumas vezes utilizada para aliviar broncoespasmo13, mas é menos efetiva que a adrenalina8 nesse propósito.

Contra-Indicações de Unifedrine

O Sulfato de Efedrina é contra-indicado em pacientes com conhecida hipersensibilidade às aminas simpatomiméticas, em pacientes com glaucoma22 de ângulo estreito e pacientes com hipertrofia23 prostática. Não deve ser usada em pacientes anestesiados com ciclopropano e halotano, uma vez que esses agentes sensibilizam o coração24 às ações arrítmicas das drogas simpatomiméticas. O  Sulfato de Efedrina não deve ser usado naqueles casos em que drogas vasopressoras são contra-indicadas, por exemplo tireotoxicose e em obstetrícia, quando a pressão sangüínea4 materna é maior que 130/80mmHg.

Precauções e Advertências de Unifedrine

Gerais: A Efedrina deve ser usada com cautela em pacientes com hipertireoidismo25, hipertensão26, doenças cardíacas (incluindo insuficiência27 coronária, angina28 pectoris e pacientes recebendo digitálicos), arritmias29, diabete e instabilidade do sistema vasomotor.Deve-se monitorar os pacientes que estão recebendo Efedrina através dos seguintes testes: pressão sangüínea4 (preferencialmente intra-arterial), eletrocardiograma30 (ECG), fluxo urinário, débido cardíaco, pressão venosa central, pressão arterial7 pulmonar e pressão dos capilares31 pulmonares.
Os agentes simpatomiméticos não são substitutos da reposição de sangue32, plasma33, fluídos e/ou eletrólitos34.
Recomenda-se cautela durante a administração do medicamento para evitar o seu extravasamento, que pode causar necrose35 do tecido36 circundante. Caso isso ocorra, a  necrose35 pode ser prevenida pela imediata infiltração de 10 a 15 ml de injeção1 de cloreto de sódio 0,9% contendo 5 a 10mg de fentolamina. Uma seringa37 com uma agulha hipodérmica fina deve ser usada e a solução deve ser infiltrada generosamente por toda a área afetada.
Gravidez38:  Não se sabe se a Efedrina pode causar dano fetal quando administrada à gestante ou se pode afetar a capacidade reprodutiva. O Sulfato de Efedrina deve ser administrado à gestante somente se estritamente necessário.
A administração parenteral de Efedrina para manter a pressão sangüínea4 durante queda ou anestesia21 espinal para parto, pode causar aceleração cardíaca fetal e não deve ser usada em obstetrícia se a pressão materna estiver acima de 130/80mmHg.  
Amamentação39: a Efedrina é excretada no leite materno. O uso por lactantes40 não é recomendado devido ao possíveis riscos para os lactentes41.
Pediatria: a Efedrina deve ser usada com cautela em crianças por causa de sua maior suscetibilidades  aos efeitos do medicamento.

- INTERAÇÕES MEDICAMENTOSAS:
O Sulfato de Efedrina não deve ser administrado concomitantemente com outras drogas simpatomiméticas pela possibilidade de somação de efeitos e aumento da toxicidade42.
Agentes bloqueadores alfa-adrenérgicos2 podem reduzir a resposta vasopressora à Efedrina, causando vasodilatação.
As drogas bloqueadoras beta-adrenérgicas podem bloquear os efeitos cardíacos e broncodilatadores43 da Efedrina.
A administração da Efedrina aos pacientes que estão sendo anestesiados com ciclopropano ou compostos halogenados é contra-indicada.
Drogas como a reserpina e metildopa que reduzem as reservas de noradrenalina44 nas terminações dos nervos simpáticos, podem reduzir as respostas pressoras da Efedrina. Alguns diuréticos45 também podem diminuir a resposta de drogas pressoras como a Efedrina.
A Efedrina pode antagonizar o bloqueio nervoso produzido pela guanetidina, resultando daí uma diminuição do efeito hipertensivo e necessitando aumento de doses posteriores.
A Efedrina também deve ser usada cuidadosamente com  os glicosídeos cardíacos e outras drogas que sensibilizam o miocárdio46 às ações dos agentes simpatomiméticos.
Todos os vasomotores devem ser usados cuidadosamente em pacientes tomando inibidores da monoamina-oxidase (IMAO47). O uso concomitante pode prolongar e intensificar a estimulação cardíaca e os efeitos pressores causados pela liberação das catecolaminas que são acumuladas nos neurônios3 durante a terapia com IMAO47.

Interferência em Exames Laboratoriais de Unifedrine

Não são conhecidas alterações relevantes do Sulfato de Efedrina em exames laboratoriais.

Reações Adversas/Colaterais de Unifedrine

Os efeitos tóxicos agudos são usualmente extensão do efeito terapêutico da droga e na maioria das vezes por superdosagem. Dose excessiva pode causar um pronunciado aumento da pressão sangüínea4, suficiente para produzir hemorragia48 cerebral. Outros efeitos (usualmente passageiros) incluem: cefaléia49, ansiedade, tensão, tremor, vertigem50, fraqueza, confusão, alucinações51, delírios, palpitação52, dificuldade respiratória, náusea53 e vômito54. Injeções repetidas podem causar contrações de esfíncter55 vesical56, interferindo com  a micção57 expontânea. Existe a possibilidade de retenção urinária58, especialmente em pacientes de idade avançada.

Posologia de Unifedrine

O Sulfato de Efedrina é sujeito a oxidação e deve ser protegido contra a exposição à luz. Não utilizar a solução se a mesma não estiver límpida. Desprezar a porção não usada. Dependendo das circunstâncias clínicas, a injeção1 de Sulfato de Efedrina deve ser subcutânea16, intramuscular ou endovenosa.Adultos: 25 a 50mg injetados subcutâneamente ou endovenosamente são usualmente suficientes para prevenir ou minimizar a hipotensão59 secundária à anestesia21 espinal. Doses repetidas devem ser orientadas pela reposta da pressão sangüínea4 ou, se usado como broncodilatador60, de acordo com o grau de melhora. A absorção (início da ação) por via intramuscular é mais rápida (entre 10 a 20 minutos) que pela via subcutânea16. A via endovenosa é usada se forem necessários efeitos imediatos. Quando usada em trabalho de parto deve-se administrar o suficiente para manter a pressão em 130/80mmHg ou abaixo.
Em ataque agudo61 de asma62 deve-se usar a menor dose efetiva (usualmente 0,25 a 0,50ml) ou as doses determinadas pela resposta do paciente.
Crianças: 0,75 mg/Kg ou 25mg/m2 de superfície corporal em injeção1 endovenosa ou subcutânea16, quatro vezes ao dia, ou em função da resposta do paciente.

- SUPERDOSAGEM:
Injeções continuadas de Sulfato de Efedrina (após depleção63 dos reservatórios de noradrenalina44 nas terminações nervosas, com perda do efeito vasopressor) podem resultar em hipotensão59 mais séria do que a existente antes do seu uso.
Na ausência da depleção63 da noradrenalina44, a dosagem excessiva parenteral produz taquicardia64, aumento exagerado da pressão sangüínea4 e possibilidade de hemorragia48 cerebral, mais os efeitos sobre o sistema nervoso central9. No caso de efeitos adversos sobre a pressão sangüínea4, deve-se parar a administração da droga e instituir medidas corretivas.  

Pacientes Idosos de Unifedrine

Não existem informações sobre problemas específicos em pacientes idosos. Entretanto pessoas idosas são mais propensas à hipertrofia23 prostática relacionada à idade e, portanto, deve-se monitorar os pacientes que estão recebendo a Efedrina.

VENDA SOB PRESCRIÇÃO MÉDICA

UNIFEDRINE - Laboratório

UNIAO QUIMICA
Rua Cel. Luiz Tenório de Brito, 90
Embu-Guaçu/SP - CEP: 06900-000
Tel: SAC 0800 11 1559

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Complementos

1 Injeção: Infiltração de medicação ou nutrientes líquidos no corpo através de uma agulha e seringa.
2 Adrenérgicos: Que agem sobre certos receptores específicos do sistema simpático, como o faz a adrenalina.
3 Neurônios: Unidades celulares básicas do tecido nervoso. Cada neurônio é formado por corpo, axônio e dendritos. Sua função é receber, conduzir e transmitir impulsos no SISTEMA NERVOSO. Sinônimos: Células Nervosas
4 Pressão sangüínea: Força exercida pelo sangue arterial por unidade de área da parede arterial. É expressa como uma razão (Exemplo: 120/80, lê-se 120 por 80). O primeiro número é a pressão sistólica ou pressão máxima. E o segundo número é a presão diastólica ou mínima.
5 Débito cardíaco: Quantidade de sangue bombeada pelo coração para a aorta a cada minuto.
6 Resistência periférica: A resistência periférica é a dificuldade que o sangue encontra em passar pela rede de vasos sanguíneos. Ela é representada pela vasocontratilidade da rede arteriolar especificamente, sendo este fator importante na regulação da pressão arterial diastólica. A resistência é dependente das fibras musculares na camada média dos vasos, dos esfíncteres pré-capilares e de substâncias reguladoras da pressão como a angiotensina e a catecolamina.
7 Pressão arterial: A relação que define a pressão arterial é o produto do fluxo sanguíneo pela resistência. Considerando-se a circulação como um todo, o fluxo total é denominado débito cardíaco, enquanto a resistência é denominada de resistência vascular periférica total.
8 Adrenalina: 1. Hormônio secretado pela medula das glândulas suprarrenais. Atua no mecanismo da elevação da pressão sanguínea, é importante na produção de respostas fisiológicas rápidas do organismo aos estímulos externos. Usualmente utilizado como estimulante cardíaco, como vasoconstritor nas hemorragias da pele, para prolongar os efeitos de anestésicos locais e como relaxante muscular na asma brônquica. 2. No sentido informal significa disposição física, emocional e mental na realização de tarefas, projetos, etc. Energia, força, vigor.
9 Sistema Nervoso Central: Principais órgãos processadores de informação do sistema nervoso, compreendendo cérebro, medula espinhal e meninges.
10 SNC: Principais órgãos processadores de informação do sistema nervoso, compreendendo cérebro, medula espinhal e meninges.
11 Sistema nervoso: O sistema nervoso é dividido em sistema nervoso central (SNC) e o sistema nervoso periférico (SNP). O SNC é formado pelo encéfalo e pela medula espinhal e a porção periférica está constituída pelos nervos cranianos e espinhais, pelos gânglios e pelas terminações nervosas.
12 Pulmões: Órgãos do sistema respiratório situados na cavidade torácica e responsáveis pelas trocas gasosas entre o ambiente e o sangue. São em número de dois, possuem forma piramidal, têm consistência esponjosa e medem cerca de 25 cm de comprimento. Os pulmões humanos são divididos em segmentos denominados lobos. O pulmão esquerdo possui dois lobos e o direito possui três. Os pulmões são compostos de brônquios que se dividem em bronquíolos e alvéolos pulmonares. Nos alvéolos se dão as trocas gasosas ou hematose pulmonar entre o meio ambiente e o corpo, com a entrada de oxigênio na hemoglobina do sangue (formando a oxiemoglobina) e saída do gás carbônico ou dióxido de carbono (que vem da célula como carboemoglobina) dos capilares para o alvéolo.
13 Broncoespasmo: Contração do músculo liso bronquial, capaz de produzir estreitamento das vias aéreas, manifestado por sibilos no tórax e falta de ar. É uma contração vista com freqüência na asma.
14 Capacidade vital: Representa o maior volume de ar mobilizado, podendo ser medido tanto na inspiração quanto na expiração.
15 Volume residual: Volume de ar que permanece no pulmão após uma expiração máxima.
16 Subcutânea: Feita ou situada sob a pele; hipodérmica.
17 Injeção intramuscular: Injetar medicamento em forma líquida no músculo através do uso de uma agulha e seringa.
18 Fígado: Órgão que transforma alimento em energia, remove álcool e toxinas do sangue e fabrica bile. A bile, produzida pelo fígado, é importante na digestão, especialmente das gorduras. Após secretada pelas células hepáticas ela é recolhida por canalículos progressivamente maiores que a levam para dois canais que se juntam na saída do fígado e a conduzem intermitentemente até o duodeno, que é a primeira porção do intestino delgado. Com esse canal biliar comum, chamado ducto hepático, comunica-se a vesícula biliar através de um canal sinuoso, chamado ducto cístico. Quando recebe esse canal de drenagem da vesícula biliar, o canal hepático comum muda de nome para colédoco. Este, ao entrar na parede do duodeno, tem um músculo circular, designado esfíncter de Oddi, que controla o seu esvaziamento para o intestino.
19 Metabólitos: Qualquer composto intermediário das reações enzimáticas do metabolismo.
20 Urina: Resíduo líquido produzido pela filtração renal no organismo, estocado na bexiga e expelido pelo ato de urinar.
21 Anestesia: Diminuição parcial ou total da sensibilidade dolorosa. Pode ser induzida por diferentes medicamentos ou ser parte de uma doença neurológica.
22 Glaucoma: É quando há aumento da pressão intra-ocular e danos ao nervo óptico decorrentes desse aumento de pressão. Esses danos se expressam no exame de fundo de olho e por alterações no campo de visão.
23 Hipertrofia: 1. Desenvolvimento ou crescimento excessivo de um órgão ou de parte dele devido a um aumento do tamanho de suas células constituintes. 2. Desenvolvimento ou crescimento excessivo, em tamanho ou em complexidade (de alguma coisa). 3. Em medicina, é aumento do tamanho (mas não da quantidade) de células que compõem um tecido. Pode ser acompanhada pelo aumento do tamanho do órgão do qual faz parte.
24 Coração: Órgão muscular, oco, que mantém a circulação sangüínea.
25 Hipertireoidismo: Doença caracterizada por um aumento anormal da atividade dos hormônios tireoidianos. Pode ser produzido pela administração externa de hormônios tireoidianos (hipertireoidismo iatrogênico) ou pelo aumento de uma produção destes nas glândulas tireóideas. Seus sintomas, entre outros, são taquicardia, tremores finos, perda de peso, hiperatividade, exoftalmia.
26 Hipertensão: Condição presente quando o sangue flui através dos vasos com força maior que a normal. Também chamada de pressão alta. Hipertensão pode causar esforço cardíaco, dano aos vasos sangüíneos e aumento do risco de um ataque cardíaco, derrame ou acidente vascular cerebral, além de problemas renais e morte.
27 Insuficiência: Incapacidade de um órgão ou sistema para realizar adequadamente suas funções.Manifesta-se de diferentes formas segundo o órgão comprometido. Exemplos: insuficiência renal, hepática, cardíaca, respiratória.
28 Angina: Inflamação dos elementos linfáticos da garganta (amígdalas, úvula). Também é um termo utilizado para se referir à sensação opressiva que decorre da isquemia (falta de oxigênio) do músculo cardíaco (angina do peito).
29 Arritmias: Arritmia cardíaca é o nome dado a diversas perturbações que alteram a frequência ou o ritmo dos batimentos cardíacos.
30 Eletrocardiograma: Registro da atividade elétrica produzida pelo coração através da captação e amplificação dos pequenos potenciais gerados por este durante o ciclo cardíaco.
31 Capilares: Minúsculos vasos que conectam as arteríolas e vênulas.
32 Sangue: O sangue é uma substância líquida que circula pelas artérias e veias do organismo. Em um adulto sadio, cerca de 45% do volume de seu sangue é composto por células (a maioria glóbulos vermelhos, glóbulos brancos e plaquetas). O sangue é vermelho brilhante, quando oxigenado nos pulmões (nos alvéolos pulmonares). Ele adquire uma tonalidade mais azulada, quando perde seu oxigênio, através das veias e dos pequenos vasos denominados capilares.
33 Plasma: Parte que resta do SANGUE, depois que as CÉLULAS SANGÜÍNEAS são removidas por CENTRIFUGAÇÃO (sem COAGULAÇÃO SANGÜÍNEA prévia).
34 Eletrólitos: Em eletricidade, é um condutor elétrico de natureza líquida ou sólida, no qual cargas são transportadas por meio de íons. Em química, é uma substância que dissolvida em água se torna condutora de corrente elétrica.
35 Necrose: Conjunto de processos irreversíveis através dos quais se produz a degeneração celular seguida de morte da célula.
36 Tecido: Conjunto de células de características semelhantes, organizadas em estruturas complexas para cumprir uma determinada função. Exemplo de tecido: o tecido ósseo encontra-se formado por osteócitos dispostos em uma matriz mineral para cumprir funções de sustentação.
37 Seringa: Dispositivo usado para injetar medicações ou outros líquidos nos tecidos do corpo. A seringa de insulina é formada por um tubo plástico com um êmbolo e uma agulha pequena na ponta.
38 Gravidez: Condição de ter um embrião ou feto em desenvolvimento no trato reprodutivo feminino após a união de ovo e espermatozóide.
39 Amamentação: Ato da nutriz dar o peito e o lactente mamá-lo diretamente. É um fenômeno psico-sócio-cultural. Dar de mamar a; criar ao peito; aleitar; lactar... A amamentação é uma forma de aleitamento, mas há outras formas.
40 Lactantes: Que produzem leite; que aleitam.
41 Lactentes: Que ou aqueles que mamam, bebês. Inclui o período neonatal e se estende até 1 ano de idade (12 meses).
42 Toxicidade: Capacidade de uma substância produzir efeitos prejudiciais ao organismo vivo.
43 Broncodilatadores: São substâncias farmacologicamente ativas que promovem a dilatação dos brônquios.
44 Noradrenalina: Mediador químico do grupo das catecolaminas, liberado pelas fibras nervosas simpáticas, precursor da adrenalina na parte interna das cápsulas das glândulas suprarrenais.
45 Diuréticos: Grupo de fármacos que atuam no rim, aumentando o volume e o grau de diluição da urina. Eles depletam os níveis de água e cloreto de sódio sangüíneos. São usados no tratamento da hipertensão arterial, insuficiência renal, insuficiência cardiaca ou cirrose do fígado. Há dois tipos de diuréticos, os que atuam diretamente nos túbulos renais, modificando a sua atividade secretora e absorvente; e aqueles que modificam o conteúdo do filtrado glomerular, dificultando indiretamente a reabsorção da água e sal.
46 Miocárdio: Tecido muscular do CORAÇÃO. Composto de células musculares estriadas e involuntárias (MIÓCITOS CARDÍACOS) conectadas, que formam a bomba contrátil geradora do fluxo sangüíneo. Sinônimos: Músculo Cardíaco; Músculo do Coração
47 IMAO: Tipo de antidepressivo que inibe a enzima monoaminoxidase (ou MAO), hoje usado geralmente como droga de terceira linha para a depressão devido às restrições dietéticas e ao uso de certos medicamentos que seu uso impõe. Deve ser considerada droga de primeira escolha no tratamento da depressão atípica (com sensibilidade à rejeição) ou agente útil no distúrbio do pânico e na depressão refratária. Pode causar hipotensão ortostática e efeitos simpaticomiméticos tais como taquicardia, suores e tremores. Náusea, insônia (associada à intensa sonolência à tarde) e disfunção sexual são comuns. Os efeitos sobre o sistema nervoso central incluem agitação e psicoses tóxicas. O término da terapia com inibidores da MAO pode estar associado à ansiedade, agitação, desaceleração cognitiva e dor de cabeça, por isso sua retirada deve ser muito gradual e orientada por um médico psiquiatra.
48 Hemorragia: Saída de sangue dos vasos sanguíneos ou do coração para o exterior, para o interstício ou para cavidades pré-formadas do organismo.
49 Cefaleia: Sinônimo de dor de cabeça. Este termo engloba todas as dores de cabeça existentes, ou seja, enxaqueca ou migrânea, cefaleia ou dor de cabeça tensional, cefaleia cervicogênica, cefaleia em pontada, cefaleia secundária a sinusite, etc... são tipos dentro do grupo das cefaleias ou dores de cabeça. A cefaleia tipo tensional é a mais comum (acomete 78% da população), seguida da enxaqueca ou migrânea (16% da população).
50 Vertigem: Alucinação de movimento. Pode ser devido à doença do sistema de equilíbrio, reação a drogas, etc.
51 Alucinações: Perturbações mentais que se caracterizam pelo aparecimento de sensações (visuais, auditivas, etc.) atribuídas a causas objetivas que, na realidade, inexistem; sensações sem objeto. Impressões ou noções falsas, sem fundamento na realidade; devaneios, delírios, enganos, ilusões.
52 Palpitação: Designa a sensação de consciência do batimento do coração, que habitualmente não se sente. As palpitações são detectadas usualmente após um exercício violento, em situações de tensão ou depois de um grande susto, quando o coração bate com mais força e/ou mais rapidez que o normal.
53 Náusea: Vontade de vomitar. Forma parte do mecanismo complexo do vômito e pode ser acompanhada de sudorese, sialorréia (salivação excessiva), vertigem, etc.
54 Vômito: É a expulsão ativa do conteúdo gástrico pela boca. Pode ser classificado como: alimentar, fecalóide, biliar, em jato, pós-prandial. Sinônimo de êmese. Os medicamentos que agem neste sintoma são chamados de antieméticos.
55 Esfíncter: Estrutura muscular que contorna um orifício ou canal natural, permitindo sua abertura ou fechamento, podendo ser constituído de fibras musculares lisas e/ou estriadas.
56 Vesical: Relativo à ou próprio da bexiga.
57 Micção: Emissão natural de urina por esvaziamento da bexiga.
58 Retenção urinária: É um problema de esvaziamento da bexiga causado por diferentes condições. Normalmente, o ato miccional pode ser iniciado voluntariamente e a bexiga se esvazia por completo. Retenção urinária é a retenção anormal de urina na bexiga.
59 Hipotensão: Pressão sanguínea baixa ou queda repentina na pressão sanguínea. A hipotensão pode ocorrer quando uma pessoa muda rapidamente de uma posição sentada ou deitada para a posição de pé, causando vertigem ou desmaio.
60 Broncodilatador: Substância farmacologicamente ativa que promove a dilatação dos brônquios.
61 Agudo: Descreve algo que acontece repentinamente e por curto período de tempo. O oposto de crônico.
62 Asma: Doença das vias aéreas inferiores (brônquios), caracterizada por uma diminuição aguda do calibre bronquial em resposta a um estímulo ambiental. Isto produz obstrução e dificuldade respiratória que pode ser revertida de forma espontânea ou com tratamento médico.
63 Depleção: 1. Em patologia, significa perda de elementos fundamentais do organismo, especialmente água, sangue e eletrólitos (sobretudo sódio e potássio). 2. Em medicina, é o ato ou processo de extração de um fluido (por exxemplo, sangue) 3. Estado ou condição de esgotamento provocado por excessiva perda de sangue. 4. Na eletrônica, em um material semicondutor, medição da densidade de portadores de carga abaixo do seu nível e do nível de dopagem em uma temperatura específica.
64 Taquicardia: Aumento da frequência cardíaca. Pode ser devido a causas fisiológicas (durante o exercício físico ou gravidez) ou por diversas doenças como sepse, hipertireoidismo e anemia. Pode ser assintomática ou provocar palpitações.

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