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UNIFENOBARB

UNIAO QUIMICA

Atualizado em 09/12/2014

UNIFENOBARB
Fenobarbital
Comprimido / Solução Oral

                               - Formas  Farmacêuticas  e  Apresentações
Comprimido: caixa com 200 comprimidos.
Solução oral (gotas): frasco contendo 20ml.

USO PEDIÁTRICO E ADULTO

- COMPOSIÇÃO:
Comprimido
Cada comprimido contém:
Fenobarbital....................100mg
Excipientes: amido, manitol, croscarmelose sódica, silicato de magnésio, laurilsulfato de sódio e estearato de magnésio.
Solução oral
Cada ml da solução oral (gotas) contém:
Fenobarbital....................40mg
Veículo: álcool etílico, sacarina1, glicerol, propilenoglicol, hidróxido de sódio, corante vermelho FD&C, aroma de framboesa, água purificada.

Informações ao Paciente de Unifenobarb

Ação esperada do medicamento:  UNIFENOBARB é um medicamento antiepiléptico.

Cuidados de CONSERVAÇÃO:
Conserve o produto na embalagem original, em temperatura ambiente (15 a 30ºC), protegido da luz e da umidade.

Prazo de validade:
24 meses a partir da data de fabricação (vide cartucho). Não use medicamentos com o prazo de validade vencido.

Gravidez2 e lactação3:
Não interrompa o tratamento mesmo na ocorrência de gestação. Durante o aleitamento não é recomendado o uso de Fenobarbital devido à possibilidade de retardo do crescimento, sedação4 e dificuldade de sucção no período neonatal. Informe seu médico a ocorrência de gravidez2 na vigência do tratamento ou após o seu término. Informe ao médico se está  amamentando.

Cuidados de administração:
A interrupção abrupta do tratamento não deve ocorrer em nenhuma hipótese. Caso necessária, a interrupção deve ser gradual sob rigorosa orientação médica. Siga a orientação do seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento.
Não interrompa o tratamento sem o conhecimento do seu médico.

R4eações adversas:
Informe seu médico o aparecimento de reações desagradáveis, como: forte sonolência, reações na pele5, dores nas articulações6 e nos ossos, confusão mental em idosos, alteração de humor e anemia7.
TODO MEDICAMENTO DEVE SER MANTIDO FORA DO ALCANCE DAS CRIANÇAS.

INGESTÃO CONCOMITANTE COM OUTRAS SUBSTÂNCIAS:
O consumo de bebidas alcoólicas é estritamente proibido durante o tratamento com Fenobarbital. Deve-se evitar a ingestão de qualquer quantidade de álcool, até mesmo em medicamentos que o utilizem como excipiente.

CONTRA-INDICAÇÕES E PRECAUÇÕES:
O produto não deve ser usado por pacientes com hipersensibilidade aos componentes da fórmula, em casos de porfiria8 aguda, insuficiência respiratória9 grave e insuficiência hepática10 ou renal11 grave.
Informe seu médico sobre qualquer medicamento que esteja usando, antes do início ou durante o tratamento.
Não deve ser utilizado durante a gravidez2 e a lactação3.
Durante o tratamento, o paciente não deve dirigir veículos ou operar máquinas, pois sua habilidade e atenção podem estar prejudicadas.
NÃO TOME REMÉDIO SEM O CONHECIMENTO DO SEU MÉDICO, PODE SER PERIGOSO PARA SUA SAÚDE12.

- INFORMAÇÕES TÉCNICAS
Características:
Fenobarbital é um barbitúrico utilizado como medicamento anticonvulsivo e sedativo. Ele atua como depressor não seletivo do Sistema Nervoso Central13 (SNC14), capaz de produzir alterações em todos os níveis do SNC14, variando da excitação até sedação4 leve, hipnose e coma15 profundo. Em doses terapêuticas suficientemente altas, pode induzir anestesia16. Estudos recentes têm sugerido que os efeitos sedativos-hipnóticos e anticonvulsivantes dos barbitúricos podem estar relacionadas com sua capacidade de estimular e/ou mimetizar a ação inibitória sobre as sinapses do ácido gama-aminobutírico (GABA17).
Os barbitúricos deprimem o córtex sensorial, diminuem a atividade motora, alteram a função cerebral e produzem sonolência, sedação4 e hipnose. Apesar do mecanismo de ação não ter sido completamente esclarecido, parece que os barbitúricos têm um efeito particular ao nível do tálamo18, onde é inibida a condução ascendente na formação reticular19 que interfere com a transmissão dos impulsos no córtex.
Acredita-se que a ação anticonvulsivante do Fenobarbital se dá pela depressão da transmissão monossináptica e polissináptica no SNC14. O Fenobarbital também aumenta o limiar da estimulação elétrica no córtex motor.
Aproximadamente 80% da dose de Fenobarbital administrada é absorvida pelo trato gastrointestinal. A concentração plasmática máxima ocorre dentro de aproximadamente 8 horas em adultos e 4 horas em crianças. Em crianças, a meia-vida plasmática é de 40 a 70 horas, enquanto que em adultos, é de 50 a 140 horas, sendo ligeiramente maior em pacientes idosos e em casos de insuficiência renal20 ou hepática21. Em crianças, a ligação do Fenobarbital às proteínas22 plasmáticas é de aproximadamente 60%, enquanto que em adultos, a ligação do Fenobarbital às proteínas22 plasmáticas é de aproximadamente 50%.
O Fenobarbital é distribuído através de todo o organismo, particularmente no cérebro23 devido à sua lipossolubilidade. Atravessa a barreira placentária e é excretado no leite materno. É metabolizado no fígado24 a um derivado hidroxilado inativo, que é em seguida glicuro ou sulfoconjugado; é excretado pelos rins25 na forma inalterada (principalmente se a urina26 é alcalina).

- Indicações:
Fenobarbital é um barbitúrico com propriedades anticonvulsivas.

Contra-Indicações de Unifenobarb

O Fenobarbital está contra-indicado em casos de porfiria8, insuficiência respiratória9 grave, insuficiência hepática10 ou renal11 grave, hipersensibilidade aos componentes da fórmula ou aos demais barbitúricos.

Precauções e Advertências de Unifenobarb

Gerais: O uso prolongado de Fenobarbital pode levar à dependência. Neste caso, a interrupção do tratamento deve ser realizada gradualmente.A interrupção abrupta do tratamento anticonvulsivo pode levar ao agravamento de crises convulsivas e crises subentrantes, particularmente em caso de alcoolismo.
Deve-se reduzir a dosagem em pacientes com insuficiência renal20 ou hepática21 (é necessária monitorização clínica, pois existe risco de encefalopatia27 hepática21), em idosos e em alcoólatras.
O consumo de bebidas alcoólicas é estritamente proibido durante o tratamento  com Fenobarbital, devido à potencialização recíproca dos efeitos de ambos sobre o SNC14.
Gravidez2: Fenobarbital como qualquer outro anticonvulsivante, aumenta a possibilidade de ocorrência de malformações28 congênitas29 em crianças nascidas de mulheres epilépticas. A freqüência é ainda maior quando há associação com mais de um medicamento anticonvulsivante. As malformações28 congênitas29 mais freqüentes são fenda labial e cardiopatias congênitas29.
Durante a gestação, o tratamento antiepiléptico deve sofrer adequação, mas não deve ser interrompido. A interrupção abrupta do tratamento antiepiléptico pode causar agravamento da doença na mãe com conseqüências nocivas ao feto30. Com o decorrer do período gestacional, podem ser necessários ajustes posológicos.
Amamentação31: não é recomendado o uso de Fenobarbital por lactantes32, devido à possibilidade de retardo do crescimento, sedação4 e dificuldade de sucção no aleitamento do neonato33.
Pediatria: As drogas antiepilépticas, principalmente o Fenobarbital, podem causar em alguns casos, síndrome34 hemorrágica35 nas primeiras 24 horas de vida das crianças recém-nascidas de mães tratadas cronicamente com Fenobarbital. A administração de 10 a 20mg/24h de vitamina36 K à mãe, no mês anterior ao parto e a prescrição de suplementos apropriados de 1 a 10mg por injeção37 IV de vitamina36 K, ao neonato33 logo após o nascimento, parecem ser medidas efetivas.
Raramente aparecem síndrome34 de abstinência moderada (movimentos anormais, sucção ineficiente); distúrbios do metabolismo38 do fósforo e do cálcio e da mineralização óssea. Em crianças recebendo tratamento com Fenobarbital por longos períodos, é necessária a associação de tratamento profilático para raquitismo39.

Interações Medicamentosas de Unifenobarb

Álcool: o efeito sedativo do Fenobarbital é potencializado pelo álcool. Alterações no estado de alerta podem tornar perigosos os atos de dirigir veículos ou operar máquinas, onde a perda de atenção pode causar acidentes graves. Deve-se evitar até mesmo a ingestão de qualquer quantidade  de álcool seja em bebidas ou em medicamentos que o utilizem como excipiente. Esta recomendação é válida enquanto durar o uso do Fenobarbital.
Contraceptivos hormonais que contenham estrógenos e progestágenos: ocorre redução do efeito contraceptivo esperado, devido a indução do catabolismo40 hepático dos hormônios pelo Fenobarbital.
Ácido valpróico: aumento dos níveis plasmáticos de Fenobarbital com aumento de seus efeitos colaterais41, principalmente sedação4.
Ácido fólico, ácido folínico, antidepressivos tricíclicos: diminuição dos níveis plasmáticos ou da eficácia do Fenobarbital com maior probabilidade de recorrência42 das convulsões.
Anticoagulantes43 orais, ciclosporina, disopiramida, doxiciclina, esteróides (particularmente importante em doença de Addison ou transplantados), glicosídeos digitálicos (exceto digoxina), itraconazol, levotiroxina44, quinidina, xantinas (aminofilina, teofilina), zidovudina: os níveis plasmáticos ou eficácia destes medicamentos diminuem pela administração concomitante de Fenobarbital. Neste caso, recomenda-se monitorização clínico-laboratorial (nível plasmático do medicamento introduzido) e, se necessário, aumento da dose do mesmo para se obter o efeito terapêutico desejado. Por outro lado, deve-se lembrar que ao se interromper o uso do barbitúrico, ocorrerá elevação imediata dos níveis plasmáticos do medicamento associado (ausência de indução enzimática no fígado24). Deve-se assim, fazer novos ajustes posológicos.
Nos pacientes sob anticoagulação oral deve-se realizar monitorização regular do tempo de protrombina45 (TP) durante e imediatamente após o final do tratamento com Fenobarbital. Se houver necessidade, deve-se ajustar a dosagem do anticoagulante46 oral;
No caso dos cardiotônicos e antiarrítmicos, recomenda-se monitorização clínica e do eletrocardiograma47 até o ajuste da dose destes medicamentos, de acordo com seu nível plasmático;
No caso de levotiroxina44 recomenda-se a monitorização dos níveis séricos de T3 e T4, para adequação da dose do hormônio48.
Beta-bloqueadores (alprenolol, metoprolol e propranolol): diminuição dos níveis séricos destes, com diminuição dos seus efeitos clínicos (devido ao aumento do metabolismo38 hepático);
Carbamazepina: diminuição dos níveis séricos;
Outros depressores do sistema nervoso central13 (maioria dos antidepressivos, anti-histamínicos H1, benzoadiazepínicos, clonidina e compostos relacionados, hipnóticos, derivados da morfina (analgésicos49 e antitussígenos), neurolépticos50, outros ansiolíticos que não são benzodiazepínicos): pode ocorrer exacerbação dos efeitos depressores do SNC14, com sérias consequências, especialmente sobre a capacidade para dirigir e operar máquinas.
Metotrexato: pode ocorrer aumento da toxicidade51 hematológica devido à inibição cumulativa da diidrofolato redutase.
Fenitoína: a fenitoína e o Fenobarbital interagem através de vários mecanismos. O uso concomitante pode produzir efeitos variados e imprevisíveis. O paciente deve ser monitorado atentamente.

Interferência em Exames Laboratoriais de Unifenobarb

Podem ocorrer alterações das concentrações de bilirrubina52 sérica em recém-nascidos e em pacientes com hiperbilirubinemia não conjugada não hemolítica.

Reações Adversas/Colaterais de Unifenobarb

Os efeitos descritos abaixo podem ocorrer geralmente após o uso crônico53 de Fenobarbital, principalmente por via oral: sonolência no início do dia;  dificuldade em acordar e às vezes, dificuldade para falar; problemas de coordenação e equilíbrio; raramente, vertigem54 com cefaléia55; reações alérgicas cutâneas56 (erupções máculo-papulares escarlatiniformes), mais comum em adolescentes do que em adultos; artralgia57 (Síndrome34 mão58-ombro); distúrbios do humor; anemia megaloblástica59 devido à deficiência de ácido fólico; osteomalácia60 e raquitismo39.

Posologia de Unifenobarb

Comprimido:Adultos: 2 a 3mg/kg/dia em dose única ou fracionada.
Solução oral:
Crianças: 3 a 4mg/kg/dia em dose única ou fracionada. Cada gota61 equivale a 1mg de Fenobarbital. As gotas devem ser diluídas em água.
A posologia deve ser diminuída em pacientes portadores de insuficiência renal20 e/ou insuficiência hepática10 e nos alcoólatras. A suspensão do tratamento não deve ser feita bruscamente; as doses devem ser diminuídas progressivamente até a suspensão completa.
A eficácia do tratamento e a avaliação do ajuste posológico devem ser realizadas somente após 15 dias de tratamento. Se clinicamente necessário, os níveis barbitúricos devem ser monitorizados em amostras sangüíneas coletadas preferencialmente pela manhã (geralmente entre 65 e 130mmol/l em adultos e 85mmol/l em crianças, ou seja, 15 a 30mg/l  em adultos e 20mg/l em crianças).

- Superdosagem:
Podem ocorrer náuseas62, vômitos63, cefaléia55, obnubilação, confusão mental e até coma15, acompanhado por uma síndrome34 de características neurovegetativas (bradipnéia irregular, congestão traqueobronquial, hipotensão arterial64).
Recomenda-se tratar a superdosagem com assistência ventilatória com oxigenoterapia complementar, se necessário; manutenção da pressão arterial65, hidratação e temperatura corporal; monitorização dos sinais vitais66, do equilíbrio hidroeletrolítico67 e ácido-básico; se houver diurese68 normal deve-se aumentar o débito com alcalinização urinária. O Fenobarbital é dializável.

Pacientes Idosos de Unifenobarb

Devido a maior sensibilidade aos efeitos dos barbitúricos, os pacientes idosos podem apresentar reações como agitação, confusão, depressão mental.
Há um alto risco de ocorrer hipotermia69, especialmente quando a dosagem é alta ou existe superdosagem. A dosagem do medicamento deve ser diminuída, principalmente em pacientes idosos com disfunção renal11.


                               VENDA SOB PRESCRIÇÃO MÉDICA.
SÓ PODE  SER VENDIDO COM RETENÇÃO DA RECEITA.


UNIFENOBARB - Laboratório

UNIAO QUIMICA
Rua Cel. Luiz Tenório de Brito, 90
Embu-Guaçu/SP - CEP: 06900-000
Tel: SAC 0800 11 1559

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Antes de consumir qualquer medicamento, consulte seu médico (http://www.catalogo.med.br).

Complementos

1 Sacarina: Adoçante sem calorias e sem valor nutricional.
2 Gravidez: Condição de ter um embrião ou feto em desenvolvimento no trato reprodutivo feminino após a união de ovo e espermatozóide.
3 Lactação: Fenômeno fisiológico neuro-endócrino (hormonal) de produção de leite materno pela puérpera no pós-parto; independente dela estar ou não amamentando.Toda mulher após o parto tem produção de leite - lactação; mas, infelizmente nem todas amamentam.
4 Sedação: 1. Ato ou efeito de sedar. 2. Aplicação de sedativo visando aliviar sensação física, por exemplo, de dor. 3. Diminuição de irritabilidade, de nervosismo, como efeito de sedativo. 4. Moderação de hiperatividade orgânica.
5 Pele: Camada externa do corpo, que o protege do meio ambiente. Composta por DERME e EPIDERME.
6 Articulações:
7 Anemia: Condição na qual o número de células vermelhas do sangue está abaixo do considerado normal para a idade, resultando em menor oxigenação para as células do organismo.
8 Porfiria: Constituem um grupo de pelo menos oito doenças genéticas distintas, além de formas adquiridas, decorrentes de deficiências enzimáticas específicas na via de biossíntese do heme, que levam à superprodução e acumulação de precursores metabólicos, para cada qual correspondendo um tipo particular de porfiria. Fatores ambientais, tais como: medicamentos, álcool, hormônios, dieta, estresse, exposição solar e outros desempenham um papel importante no desencadeamento e curso destas doenças.
9 Insuficiência respiratória: Condição clínica na qual o sistema respiratório não consegue manter os valores da pressão arterial de oxigênio (PaO2) e/ou da pressão arterial de gás carbônico (PaCO2) dentro dos limites da normalidade, para determinada demanda metabólica. Como a definição está relacionada à incapacidade do sistema respiratório em manter níveis adequados de oxigenação e gás carbônico, foram estabelecidos, para sua caracterização, pontos de corte na gasometria arterial: PaO2 50 mmHg.
10 Insuficiência hepática: Deterioração grave da função hepática. Pode ser decorrente de hepatite viral, cirrose e hepatopatia alcoólica (lesão hepática devido ao consumo de álcool) ou medicamentosa (causada por medicamentos como, por exemplo, o acetaminofeno). Para que uma insuficiência hepática ocorra, deve haver uma lesão de grande porção do fígado.
11 Renal: Relacionado aos rins. Uma doença renal é uma doença dos rins. Insuficiência renal significa que os rins pararam de funcionar.
12 Saúde: 1. Estado de equilíbrio dinâmico entre o organismo e o seu ambiente, o qual mantém as características estruturais e funcionais do organismo dentro dos limites normais para sua forma de vida e para a sua fase do ciclo vital. 2. Estado de boa disposição física e psíquica; bem-estar. 3. Brinde, saudação que se faz bebendo à saúde de alguém. 4. Força física; robustez, vigor, energia.
13 Sistema Nervoso Central: Principais órgãos processadores de informação do sistema nervoso, compreendendo cérebro, medula espinhal e meninges.
14 SNC: Principais órgãos processadores de informação do sistema nervoso, compreendendo cérebro, medula espinhal e meninges.
15 Coma: 1. Alteração do estado normal de consciência caracterizado pela falta de abertura ocular e diminuição ou ausência de resposta a estímulos externos. Pode ser reversível ou evoluir para a morte. 2. Presente do subjuntivo ou imperativo do verbo “comer.“
16 Anestesia: Diminuição parcial ou total da sensibilidade dolorosa. Pode ser induzida por diferentes medicamentos ou ser parte de uma doença neurológica.
17 GABA: GABA ou Ácido gama-aminobutírico é o neurotransmissor inibitório mais comum no sistema nervoso central.
18 Tálamo: Corpos pareados (contendo principalmente substância cinzenta), que formam uma parte da parede lateral do terceiro ventrículo do cérebro. O tálamo é a maior porção do diencéfalo, sendo geralmente dividido em agregados celulares (conhecidos como grupos nucleares).
19 Formação Reticular: Região que se extende da PONTE & MEDULA OBLONGA ao longo do MESENCÉFALO. Caracterizada por uma diversidade de neurônios de vários tamanhos e formatos, organizados em agregações distintas e distribuídos em uma complexa rede de fibras.
20 Insuficiência renal: Condição crônica na qual o corpo retém líquido e excretas pois os rins não são mais capazes de trabalhar apropriadamente. Uma pessoa com insuficiência renal necessita de diálise ou transplante renal.
21 Hepática: Relativa a ou que forma, constitui ou faz parte do fígado.
22 Proteínas: Um dos três principais nutrientes dos alimentos. Alimentos que fornecem proteína incluem carne vermelha, frango, peixe, queijos, leite, derivados do leite, ovos.
23 Cérebro: Derivado do TELENCÉFALO, o cérebro é composto dos hemisférios direito e esquerdo. Cada hemisfério contém um córtex cerebral exterior e gânglios basais subcorticais. O cérebro inclui todas as partes dentro do crânio exceto MEDULA OBLONGA, PONTE e CEREBELO. As funções cerebrais incluem as atividades sensório-motora, emocional e intelectual.
24 Fígado: Órgão que transforma alimento em energia, remove álcool e toxinas do sangue e fabrica bile. A bile, produzida pelo fígado, é importante na digestão, especialmente das gorduras. Após secretada pelas células hepáticas ela é recolhida por canalículos progressivamente maiores que a levam para dois canais que se juntam na saída do fígado e a conduzem intermitentemente até o duodeno, que é a primeira porção do intestino delgado. Com esse canal biliar comum, chamado ducto hepático, comunica-se a vesícula biliar através de um canal sinuoso, chamado ducto cístico. Quando recebe esse canal de drenagem da vesícula biliar, o canal hepático comum muda de nome para colédoco. Este, ao entrar na parede do duodeno, tem um músculo circular, designado esfíncter de Oddi, que controla o seu esvaziamento para o intestino.
25 Rins: Órgãos em forma de feijão que filtram o sangue e formam a urina. Os rins são localizados na região posterior do abdômen, um de cada lado da coluna vertebral.
26 Urina: Resíduo líquido produzido pela filtração renal no organismo, estocado na bexiga e expelido pelo ato de urinar.
27 Encefalopatia: Qualquer patologia do encéfalo. O encéfalo é um conjunto que engloba o tronco cerebral, o cerebelo e o cérebro.
28 Malformações: 1. Defeito na forma ou na formação; anomalia, aberração, deformação. 2. Em patologia, é vício de conformação de uma parte do corpo, de origem congênita ou hereditária, geralmente curável por cirurgia. Ela é diferente da deformação (que é adquirida) e da monstruosidade (que é incurável).
29 Congênitas: 1. Em biologia, o que é característico do indivíduo desde o nascimento ou antes do nascimento; conato. 2. Que se manifesta espontaneamente; inato, natural, infuso. 3. Que combina bem com; apropriado, adequado. 4. Em termos jurídicos, é o que foi adquirido durante a vida fetal ou embrionária; nascido com o indivíduo. Por exemplo, um defeito congênito.
30 Feto: Filhote por nascer de um mamífero vivíparo no período pós-embrionário, depois que as principais estruturas foram delineadas. Em humanos, do filhote por nascer vai do final da oitava semana após a CONCEPÇÃO até o NASCIMENTO, diferente do EMBRIÃO DE MAMÍFERO prematuro.
31 Amamentação: Ato da nutriz dar o peito e o lactente mamá-lo diretamente. É um fenômeno psico-sócio-cultural. Dar de mamar a; criar ao peito; aleitar; lactar... A amamentação é uma forma de aleitamento, mas há outras formas.
32 Lactantes: Que produzem leite; que aleitam.
33 Neonato: Refere-se a bebês nos seus primeiros 28 dias (mês) de vida. O termo “recentemente-nascido“ refere-se especificamente aos primeiros minutos ou horas que se seguem ao nascimento. Esse termo é utilizado para enfocar os conhecimentos e treinamento da ressuscitação imediatamente após o nascimento e durante as primeiras horas de vida.
34 Síndrome: Conjunto de sinais e sintomas que se encontram associados a uma entidade conhecida ou não.
35 Hemorrágica: Relativo à hemorragia, ou seja, ao escoamento de sangue para fora dos vasos sanguíneos.
36 Vitamina: Compostos presentes em pequenas quantidades nos diversos alimentos e nutrientes e que são indispensáveis para o desenvolvimento dos processos biológicos normais.
37 Injeção: Infiltração de medicação ou nutrientes líquidos no corpo através de uma agulha e seringa.
38 Metabolismo: É o conjunto de transformações que as substâncias químicas sofrem no interior dos organismos vivos. São essas reações que permitem a uma célula ou um sistema transformar os alimentos em energia, que será ultilizada pelas células para que as mesmas se multipliquem, cresçam e movimentem-se. O metabolismo divide-se em duas etapas: catabolismo e anabolismo.
39 Raquitismo: Doença decorrente da mineralização inadequada do osso em crescimento, ou seja, da placa epifisária. Está entre as doenças mais comuns da infância em países em desenvolvimento. A causa predominante é a deficiência de vitamina D, seja por exposição insuficiente à luz solar ou baixa ingestão através da dieta; mas a deficiência de cálcio na dieta também pode gerar um quadro de raquitismo. A osteomalácia é o termo usado para descrever uma condição semelhante que ocorre em adultos, geralmente devido à falta de vitamina D.
40 Catabolismo: Parte do metabolismo que se refere à assimilação ou processamento da matéria adquirida para fins de obtenção de energia. Diz respeito às vias de degradação, ou seja, de quebra das substâncias. Parte sempre de moléculas grandes, que contêm quantidades importantes de energia (glicose, triclicerídeos, etc). Estas substâncias são transformadas de modo a que restem, no final, moléculas pequenas, pobres em energia ( H2O, CO2, NH3 ), aproveitando o organismo a libertação de energia resultante deste processo. É o contrário de anabolismo.
41 Efeitos colaterais: 1. Ação não esperada de um medicamento. Ou seja, significa a ação sobre alguma parte do organismo diferente daquela que precisa ser tratada pelo medicamento. 2. Possível reação que pode ocorrer durante o uso do medicamento, podendo ser benéfica ou maléfica.
42 Recorrência: 1. Retorno, repetição. 2. Em medicina, é o reaparecimento dos sintomas característicos de uma doença, após a sua completa remissão. 3. Em informática, é a repetição continuada da mesma operação ou grupo de operações. 4. Em psicologia, é a volta à memória.
43 Anticoagulantes: Substâncias ou medicamentos que evitam a coagulação, especialmente do sangue.
44 Levotiroxina: Levotiroxina sódica ou L-tiroxina (T4) é um hormônio sintético usado no tratamento de reposição hormonal quando há déficit de produção de tiroxina (T4) pela glândula tireoide.
45 Protrombina: Proteína plasmática inativa, é a precursora da trombina e essencial para a coagulação sanguínea.
46 Anticoagulante: Substância ou medicamento que evita a coagulação, especialmente do sangue.
47 Eletrocardiograma: Registro da atividade elétrica produzida pelo coração através da captação e amplificação dos pequenos potenciais gerados por este durante o ciclo cardíaco.
48 Hormônio: Substância química produzida por uma parte do corpo e liberada no sangue para desencadear ou regular funções particulares do organismo. Por exemplo, a insulina é um hormônio produzido pelo pâncreas que diz a outras células quando usar a glicose para energia. Hormônios sintéticos, usados como medicamentos, podem ser semelhantes ou diferentes daqueles produzidos pelo organismo.
49 Analgésicos: Grupo de medicamentos usados para aliviar a dor. As drogas analgésicas incluem os antiinflamatórios não-esteróides (AINE), tais como os salicilatos, drogas narcóticas como a morfina e drogas sintéticas com propriedades narcóticas, como o tramadol.
50 Neurolépticos: Medicamento que exerce ação calmante sobre o sistema nervoso, tranquilizante, psicoléptico.
51 Toxicidade: Capacidade de uma substância produzir efeitos prejudiciais ao organismo vivo.
52 Bilirrubina: Pigmento amarelo que é produto da degradação da hemoglobina. Quando aumenta no sangue, acima de seus valores normais, pode produzir uma coloração amarelada da pele e mucosas, denominada icterícia. Pode estar aumentado no sangue devido a aumento da produção do mesmo (excesso de degradação de hemoglobina) ou por dificuldade de escoamento normal (por exemplo, cálculos biliares, hepatite).
53 Crônico: Descreve algo que existe por longo período de tempo. O oposto de agudo.
54 Vertigem: Alucinação de movimento. Pode ser devido à doença do sistema de equilíbrio, reação a drogas, etc.
55 Cefaleia: Sinônimo de dor de cabeça. Este termo engloba todas as dores de cabeça existentes, ou seja, enxaqueca ou migrânea, cefaleia ou dor de cabeça tensional, cefaleia cervicogênica, cefaleia em pontada, cefaleia secundária a sinusite, etc... são tipos dentro do grupo das cefaleias ou dores de cabeça. A cefaleia tipo tensional é a mais comum (acomete 78% da população), seguida da enxaqueca ou migrânea (16% da população).
56 Cutâneas: Que dizem respeito à pele, à cútis.
57 Artralgia: Dor em uma articulação.
58 Mão: Articulação entre os ossos do metacarpo e as falanges.
59 Anemia megaloblástica: É uma doença na qual a medula óssea produz hemácias gigantes e imaturas. Esse distúrbio é provocado pela carência de vitamina B12 ou de ácido fólico no organismo. Uma vez que esses fatores são importantes para a síntese de DNA e responsáveis pela eritropoiese, a sua falta causa um defeito na síntese de DNA, levando ao desequilíbrio no crescimento e divisão celular.
60 Osteomalácia: Enfraquecimento e desmineralização dos ossos nos adultos devido a uma deficiência em vitamina D (na criança esta situação denomina-se raquitismo). O crescimento do osso normal requer um aporte adequado de cálcio e fósforo através da alimentação, mas o organismo não consegue absorver estes minerais sem que haja uma quantidade suficiente de vitamina D. O organismo obtém esta vitamina de certos alimentos e da ação da luz solar sobre a pele; a sua carência resulta em amolecimento e enfraquecimento dos ossos, que se tornam vulneráveis a fraturas.
61 Gota: 1. Distúrbio metabólico produzido pelo aumento na concentração de ácido úrico no sangue. Manifesta-se pela formação de cálculos renais, inflamação articular e depósito de cristais de ácido úrico no tecido celular subcutâneo. A inflamação articular é muito dolorosa e ataca em crises. 2. Pingo de qualquer líquido.
62 Náuseas: Vontade de vomitar. Forma parte do mecanismo complexo do vômito e pode ser acompanhada de sudorese, sialorréia (salivação excessiva), vertigem, etc .
63 Vômitos: São a expulsão ativa do conteúdo gástrico pela boca. Podem ser classificados em: alimentar, fecalóide, biliar, em jato, pós-prandial. Sinônimo de êmese. Os medicamentos que agem neste sintoma são chamados de antieméticos.
64 Hipotensão arterial: Diminuição da pressão arterial abaixo dos valores normais. Estes valores normais são 90 milímetros de mercúrio de pressão sistólica e 50 milímetros de pressão diastólica.
65 Pressão arterial: A relação que define a pressão arterial é o produto do fluxo sanguíneo pela resistência. Considerando-se a circulação como um todo, o fluxo total é denominado débito cardíaco, enquanto a resistência é denominada de resistência vascular periférica total.
66 Sinais vitais: Conjunto de variáveis fisiológicas que são pressão arterial, freqüência cardíaca, freqüência respiratória e temperatura corporal.
67 Hidroeletrolítico: Aproximadamente 60% do peso de um adulto são representados por líquido (água e eletrólitos). O líquido corporal localiza-se em dois compartimentos, o espaço intracelular (dentro das células) e o espaço extracelular (fora das células). Os eletrólitos nos líquidos corporais são substâncias químicas ativas. Eles são cátions, que carregam cargas positivas, e ânions, que transportam cargas negativas. Os principais cátions são os íons sódio, potássio, cálcio, magnésio e hidrogênio. Os principais ânions são os íons cloreto, bicarbonato, fosfato e sulfato.
68 Diurese: Diurese é excreção de urina, fenômeno que se dá nos rins. É impróprio usar esse termo na acepção de urina, micção, freqüência miccional ou volume urinário. Um paciente com retenção urinária aguda pode, inicialmente, ter diurese normal.
69 Hipotermia: Diminuição da temperatura corporal abaixo de 35ºC.Pode ser produzida por choque, infecção grave ou em estados de congelamento.

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