Preço de STELAZINE em Wilmington/SP: R$ 8,82

STELAZINE

GlaxoSmithKline

Atualizado em 09/12/2014

STELAZINE
Trifluoperazina

Forma Farmacêutica e Apresentações de Stelazine

Comprimido.
Apresentado em embalagem com 20 comprimidos de 2mg e 20 comprimidos de 5mg.

USO ADULTO E PEDIÁTRICO

Composição de Stelazine

Cada comprimido 2mg contém:

.    dicloridrato de trifluoperazina....................      2,36mg    
    (equivalente a 2mg de trifluoperazina base)        
.    excipiente q.s.p. ....................     1 comp.    

Cada comprimido 5mg contém:

.    dicloridrato de trifluoperazina....................      5,9mg    
    (equivalente a 5mg de trifluoperazina base)        
.    excipiente q.s.p. ....................     1 comp.    

Excipientes : sulfato de cálcio, alfacelulose, goma arábica, corante azul FDC no 2, estearato de magnésio.

Informação ao Paciente de Stelazine

STELAZINE (trifluoperazina) é usado no tratamento de distúrbios mentais ou emocionais moderados.

Conservar o produto ao abrigo do calor, da luz e da umidade.

O prazo de validade do produto é de 24 meses, a contar da data de sua fabricação.

Não use medicamentos com prazo de validade vencido.

Caso ocorra gravidez1 durante ou logo após o tratamento com STELAZINE (trifluoperazina), suspenda a medicação e comunique imediatamente ao seu médico.

STELAZINE (trifluoperazina) não é recomendado para mulheres que estão amamentando e não deve ser usado durante a gravidez1.

Siga a orientação do seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento.

Não interromper o tratamento sem o conhecimento do seu médico.

Informe ao médico o aparecimento de reações desagradáveis, tais como sonolência, vertigem2, reações de pele3, boca4 seca, fadiga5, fraqueza muscular, falta de apetite, lactação6, visão7 turva, dor de garganta8 e febre9.

todo medicamento deve ser mantido fora do alcance das crianças.

STELAZINE (trifluoperazina) é contra-indicado para pacientes10 em coma11, estados de grande depressão, depressão da medula óssea12 e lesão13 hepática14.

Informe ao seu médico se estiver fazendo uso de outros medicamentos.

Não é recomendado o uso de STELAZINE (trifluoperazina) em crianças com menos de 6 anos de idade.

Não é aconselhável dirigir veículos, operar máquinas de precisão e ingerir bebidas alcoólicas durante o tratamento com STELAZINE (trifluoperazina).

Não tome remédio sem o conhecimento do seu médico. pode ser perigoso para A sua saúde15.

Informações Técnicas de Stelazine

Stelazine contém como princípio ativo o dicloridrato de trifluoperazina, quimicamente o dicloridrato de 10-[3-(4-metil-1-piperazinil)-propil]-2-(trifluorometil)-10H-fenotiazina, que pertence ao grupo dos compostos derivados da fenotiazina e atua eficazmente sobre o sistema nervoso central16, acarretando uma ação depressora significante sobre a atividade motora.

A trifluoperazina é, dos derivados da fenotiazina, a que possui maior atividade, seguindo-lhe, em ordem decrescente, a clorpromazina, a proclorpromazina, a promazina e a meprazina.

A trifluoperazina tem a vantagem de efeito persistente por longo tempo (8 a 12 horas) e também de não acarretar letargia17, o que é muito freqüente quando se administra uma das outras fenotiazinas. Graças à sua ação depressora, exercida sobre o sistema nervoso central16, vem sendo empregada com sucesso no tratamento de distúrbios mentais ou emocionais moderados, que ocorrem isolados ou em associação com doenças físicas ou condições psicossomáticas.

Indicações de Stelazine

STELAZINE (trifluoperazina) é indicado para o tratamento das manifestações psicóticas.

STELAZINE (trifluoperazina) não se mostrou eficaz no tratamento de complicações comportamentais em pacientes oligofrênicos.

Contra-Indicações de Stelazine

STELAZINE (trifluoperazina) é contra-indicado nos seguintes casos :

Coma11 ou estados de grande depressão devido a sedativos do sistema nervoso central16; nos casos de discrasias sangüíneas18 existentes, depressão da medula óssea12 e lesão13 hepática14 preexistente.

Advertências de Stelazine

Os pacientes que demonstraram uma reação de hipersensibilidade (por exemplo, discrasias sangüíneas18, icterícia19) com uma fenotiazina não devem ser novamente expostos a nenhuma fenotiazina, inclusive STELAZINE (trifluoperazina), a menos que, a critério médico, os benefícios potenciais do tratamento suplantem o possível risco. STELAZINE (trifluoperazina) pode prejudicar a capacidade mental e/ou física, especialmente durante os primeiros dias de terapia.

Portanto, deve-se aconselhar os pacientes sobre atividades que exigem estado de alerta (por exemplo, dirigir veículo ou operar máquinas). Quando agentes   tais como sedativos, narcóticos, anestésicos, tranqüilizantes ou álcool   são usados, simultânea ou sucessivamente, com a droga, deve-se considerar a possibilidade de um efeito sedativo aditivo indesejável.

Discinesia persistente tardia: Pode aparecer discinesia persistente tardia em alguns pacientes sob terapia de longo prazo com agentes antipsicóticos, ou pode aparecer após interrupção da droga. Em alguns pacientes, os sintomas20 parecem ser irreversíveis. Não existe tratamento conhecido e eficaz para a discinesia tardia21.

Sugere-se a interrupção de todos os agentes antipsicóticos se aparecerem sintomas20 desta síndrome22. (Ver Reações adversas)

Precauções de Stelazine

Foram relatadas trombocitopenia23 e anemia24 em pacientes que receberam a droga; também foram relatadas agranulocitose25 e pancitopenia26   aconselhar os pacientes a relatar súbito aparecimento de dor de garganta8 ou outros sinais27 de infecção28. Se as contagens de leucócitos29 e os diferenciais indicarem depressão celular, interromper o tratamento e iniciar antibiótico com outra terapia adequada.

Foi relatada hepatite30/icterícia19 colestática ou dano hepático. Se ocorrer febre9 com sintomas20 similares aos da gripe31, estudos hepáticos adequados devem ser realizados. Se os testes indicarem anormalidade, interromper o tratamento.

Uma conseqüência da terapia pode ser um aumento da atividade mental e física. Por exemplo, alguns pacientes com angina32 de peito33 queixaram-se de dor aumentada enquanto tomavam a droga. Portanto, os pacientes de angina32 devem ser cuidadosamente observados e, caso seja notada uma resposta desfavorável, a droga deve ser retirada.

Como já foram relatadas ocorrências de hipotensão34 com dose elevada, estas devem ser evitadas em pacientes com sistema cardiovascular35 prejudicado.

Da mesma maneira que certas fenotiazinas foram relatadas como responsáveis pela produção de retinopatia, a droga deve ser interrompida quando o exame oftalmoscópico ou os estudos de campo visual36 demonstrarem alterações da retina37.

Uma ação antiemética de STELAZINE (trifluoperazina) pode mascarar os sinais27 e sintomas20 de toxicidade38, ou dosagem excessiva de outras drogas; e pode obscurecer o diagnóstico39 e o tratamento de outras condições, tais como obstrução intestinal, tumor40 cerebral e Síndrome22 de Reye.

Com a administração prolongada em altas doses, deve-se ter em mente a possibilidade de efeitos cumulativos, com início súbito de sintomas20 graves do sistema nervoso central16 ou sintomas20 vasomotores.

As drogas neurolépticas elevam os níveis de prolactina41; a elevação persiste durante a administração crônica. Experimentos de cultura de tecido42 indicam que aproximadamente um terço dos casos de câncer43 de mama44 são prolactina41   dependentes in vitro, um fator de importância potencial se a prescrição destas drogas for realizada para uma paciente com um câncer43 de mama44 previamente detectado. Embora tenham sido relatados distúrbios tais como galactorréia45, amenorréia46, ginecomastia47 e impotência48, para a maioria dos pacientes é desconhecida a significância clínica de níveis elevados de prolactina41 sérica. Observou-se um aumento de neoplasma49 mamário em roedores após administração crônica de drogas neurolépticas. Contudo, nem os estudos clínicos nem os epidemiológicos até agora realizados demonstraram uma associação entre a administração crônica dessas drogas e a tumorigênese mamária; até o momento, a evidência disponível é considerada limitada demais para ser conclusiva.

Como ocorre com todas as drogas que exercem um efeito anticolinérgico e/ou causam midríase50, trifluoperazina deve ser usada com cuidado em pacientes com glaucoma51.

Terapia a longo prazo: Para reduzir a probabilidade de reações adversas relacionadas com o efeito cumulativo da droga, os pacientes com uma história de terapia de longo prazo com STELAZINE (trifluoperazina) e/ou outros neurolépticos52 devem ser periodicamente avaliados, a fim de que o médico possa decidir se a dosagem de manutenção precisa ser diminuída ou se a terapia com a droga precisa ser interrompida.

Gravidez1 / lactação6: Os estudos de reprodução53 animal e a experiência clínica até agora realizados não demonstraram qualquer efeito teratogênico54 de STELAZINE (trifluoperazina). Contudo, como qualquer medicação, somente deve ser usado em pacientes grávidas quando, à critério médico, for necessário para o bem-estar da paciente.

Existe evidência de que as fenotiazinas são excretadas pelo leite materno.

Interações Medicamentosas de Stelazine

As fenotiazinas podem diminuir o efeito de anticoagulantes55 orais, bem como produzir bloqueio alfa-adrenérgico56.

A administração concomitante de propranolol e fenotiazinas resulta em níveis plasmáticos elevados de ambas as drogas.

As fenotiazinas podem diminuir o limiar convulsivo, conseqüentemente pode ser necessário ajustar a dosagem dos anticonvulsivantes. Não ocorre potencialização dos efeitos anticonvulsivantes. Contudo, relatou-se que as fenotiazinas podem interferir com o metabolismo57 da difenilhidantoina e, por conseqüência, precipitar sua toxicidade38.

As drogas que diminuem o limiar de convulsão58, incluindo os derivados de fenotiazina, não devem ser usadas com metrizamida. Da mesma maneira que os outros derivados de fenotiazina, STELAZINE (trifluoperazina) deve ser interrompido pelo menos 48 horas antes da mielografia59; não deve ser iniciado por pelo menos 24 horas após; e não deve ser usado para controlar náusea60 e vômito61 que ocorrem antes ou após a mielografia59.

Reações Adversas de Stelazine

Sonolência, vertigem2, reações de pele3, erupção62, boca4 seca, insônia, amenorréia46, fadiga5, fraqueza muscular, anorexia63, lactação6, visão7 turva e reações neuromusculares (extrapiramidais).

Reações Neuromusculares (extrapiramidais): Estes sintomas20 são observados em um número significativo de pacientes psiquiátricos hospitalizados. Eles podem ser caracterizados por agitação motora, ser do tipo distônico ou se parecer com o parkinsonismo.

Dependendo da gravidade dos sistomas, a dosagem deve ser reduzida ou interrompida. Caso a terapia seja reinstituída, deve ser em uma dosagem inferior. Se estes sintomas20 ocorrerem em crianças ou em pacientes grávidas, a droga deve ser interrompida e não reinstituída.

Na maioria dos casos, os barbitúricos através da via adequada serão suficientes. Nos casos mais graves, a administração de um agente antiparkinsoniano, com exceção do levarterenol, geralmente produz rápida reversão dos sintomas20. Devem ser empregadas medidas de suporte adequadas, tais como manter a via aérea desobstruída e hidratação adequada.

Agitação Motora: Os sintomas20 podem incluir agitação ou nervosismo e, ocasionalmente, insônia. Freqüentemente, estes sintomas20 desaparecem de forma espontânea. Algumas vezes, estes sintomas20 podem ser similares aos sintomas20 neuróticos ou psicóticos originais.

A dosagem não deve ser aumentada até que estes efeitos colaterais64 tenham desaparecido.

Se esta fase se tornar problemática demais, os sintomas20 podem ser geralmente controlados por uma redução de dosagem ou pela administração concomitante de um barbitúrico.

Distonias65: Os sintomas20 podem incluir espasmo66 dos músculos do pescoço67, algumas vezes progredindo até torcicolo68; rigidez extensora dos músculos69 dorsais, algumas vezes progredindo até opistótono70; espasmo66 carpopedálico, trismo, dificuldade de deglutir71, crise oculogírica e protrusão da língua72.

Eles geralmente desaparecem em poucas horas ou, quando muito, 24 a 48 horas após a interrupção da droga.

Nos casos brandos, em geral é suficiente a reavaliação ou um barbiturato. Nos casos moderados, os barbituratos geralmente trarão alívio rápido. Nos casos mais graves de adultos, a administração de um agente antiparkinsoniano, com exceção de levarterenol, geralmente produz rápida inversão dos sintomas20.

Além disso, cafeína intravenosa com benzoato de sódio parece ser eficaz. Em crianças, a reavaliação e barbituratos geralmente controlarão os sintomas20.

Pseudoparkinsonismo: Os sintomas20 podem incluir face73 similar à máscara, ato de babar, tremores, movimento de rolamento de pílula, rigidez da roda denteada e andar forçado. São importantes a reavaliação e a sedação74. Na maioria dos casos, estes sintomas20 são rapidamente controlados quando se administra, concomitantemente, um agente antiparkinsoniano, que somente deve ser usado quando necessário. Em geral, será suficiente uma terapia de poucas semanas, até dois ou três meses. Após este tempo, os pacientes devem ser avaliados para se determinar as necessidades de tratamento contínuo. Ocasionalmente, é necessário diminuir a dosagem de STELAZINE (trifluoperazina) ou interromper a droga.

Discinesia Persistente Tardia: Como ocorre com todos os agentes antipsicóticos, a discinesia tardia21 pode aparecer em alguns pacientes sob terapia de longo prazo, ou pode aparecer após interrupção da droga. Esta condição aparece em todos os grupos etários. No entanto, o risco parece ser maior nos pacientes idosos em terapia de dose alta, especialmente mulheres. Os sintomas20 são persistentes e, em alguns pacientes, parecem ser irreversíveis. A síndrome22 é caracterizada por movimentos rítmicos involuntários da língua72, face73 ou mandíbula75 (por exemplo, protusão da língua72, inchação das bochechas, contração da boca4, movimentos mastigatórios). Ocasionalmente podem ser acampanhados por movimentos involuntários das extremidades. Em casos raros, estes movimentos involuntários das extremidades são as únicas manifestações da discinesia tardia21.

Não existe tratamento eficaz conhecido para a discinesia tardia21. Os agentes antiparkinsonianos não aliviam os sintomas20 desta síndrome22. Sugere-se que todos os agentes antipsicóticos sejam interrompidos quando aparecerem estes sintomas20. Caso se faça necessário voltar ao tratamento, aumentar a dosagem ou ainda mudar para um agente antipsicótico diferente; a síndrome22 pode ser encoberta.

Foi relatado que os movimentos vermiculares finos da língua72 podem ser o sinal76 inicial da síndrome22 e que, caso a medicação seja interrompida nesta ocasião, a síndrome22 pode não se desenvolver.

Posologia de Stelazine

As dosagens devem ser ajustadas às necessidades do indivíduo. Deve-se sempre usar a dose eficaz mais baixa. A dosagem deve ser aumentada mais gradualmente em pacientes debilitados ou edemaciados77. Quando se alcança a resposta máxima, a dosagem pode ser gradualmente reduzida até um nível de manutenção. Por causa da longa ação inerente à droga, os pacientes podem ser controlados em administração de duas vezes ao dia e, em alguns, uma vez ao dia.

Adultos (pacientes hospitalizados e ambulatoriais)
1 ou 2mg, duas vezes ao dia. Raramente é necessário exceder 4mg por dia, exceto em pacientes com condições mais graves.

Tratamento da ansiedade não-psicótica
Não exceder 5mg por dia ou por mais de 12 semanas.

Para pacientes10 hospitalizados ou sob cuidadosa supervisão
A dosagem inicial normal é de 2mg até 5mg, duas vezes ao dia. A maioria dos pacientes apresentará resposta ótima com 15mg ou 20mg diários, embora uns poucos possam necessitar de 40mg ao dia ou mais. Os níveis ótimos de dosagem terapêutica78 devem ser atingidos dentro de duas ou três semanas.

Crianças psicóticas
A dosagem deve ser ajustada para o peso das crianças e para a gravidade dos sintomas20. Estas dosagens são para crianças de 6 a 12 anos de idade que estão hospitalizadas ou sob cuidadosa supervisão.

A dosagem inicial é de 1mg, a ser administrada uma ou duas vezes ao dia. A dosagem pode ser aumentada gradualmente até que os sintomas20 tenham sido controlados, ou até que os efeitos colaterais64 tenham se tornado um problema.

Apesar de não ser geralmente necessário exceder a dosagens de 15mg diárias, algumas crianças mais velhas com sintomas20 graves podem necessitar de dosagens mais altas.

Idosos
Em geral, dosagens no limite inferior são suficientes para a maioria dos pacientes idosos. Como eles parecem ser mais suscetíveis à hipotensão34 e às reações neuromusculares, tais pacientes devem ser cuidadosamente observados. A dosagem deve ser ajustada para o indivíduo e a resposta cuidadosamente monitorada. A dosagem deve ser aumentada mais gradualmente nos pacientes idosos.

Superdosagem de Stelazine

Sintomas20: Primariamente, envolve os mecanismos extrapiramidais, produzindo alguns dos sintomas20 distônicos descritos acima. Sintomas20 de depressão do sistema nervoso central16 até sonolência ou coma11. Também pode ocorrer agitação e inquietação. Outras possíveis manifestações incluem convulsões, alterações de ECG e arritmias79 cardíacas, febre9 e reações autônomas, tais como hipotensão34, boca4 e íleo80 secos.

Tratamento: É importante determinar outras medicações tomadas pelo paciente. O tratamento é essencialmente sintomático81 e de suporte. A lavagem gástrica82 inicial é útil. Manter o paciente em observação e manter a via aérea desobstruída, pois o envolvimento de mecanismo extrapiramidal pode produzir disfagia83 e dificuldade respiratória na dosagem excessivamente alta. Não tentar induzir vômito61 porque é possível o desenvolvimento de uma reação distônica da cabeça84 ou pescoço85, que pode resultar em aspiração do vômito61. Os sintomas20 extrapiramidais podem ser tratados com drogas antiparkinsonianas ou barbituratos. Deve-se tomar cuidado em evitar aumento da depressão respiratória. Se ocorrer hipotensão34, devem ser iniciadas as medidas padrão para tratar o choque86 circulatório. Caso se queira administrar um vasoconstritor, levarterenol e fenilefrina são os mais indicados. Outros agentes hipertensores, inclusive a epinefrina, não são recomendados, porque os derivados de fenotiazina podem inverter a ação normal de elevação desses agentes e ocasionar, posteriormente, uma diminuição da pressão sangüínea87.

Experiência limitada indica que as fenotiazinas não são dialisáveis.

VENDA SOB PRESCRIÇÃO MÉDICA.
SÓ PODE SER VENDIDO COM RETENÇÃO DA RECEITA.

STELAZINE - Laboratório

GlaxoSmithKline
Estrada dos Bandeirantes, 8464
Rio de Janeiro/RJ - CEP: 22783-110

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Antes de consumir qualquer medicamento, consulte seu médico (http://www.catalogo.med.br).

Complementos

1 Gravidez: Condição de ter um embrião ou feto em desenvolvimento no trato reprodutivo feminino após a união de ovo e espermatozóide.
2 Vertigem: Alucinação de movimento. Pode ser devido à doença do sistema de equilíbrio, reação a drogas, etc.
3 Pele: Camada externa do corpo, que o protege do meio ambiente. Composta por DERME e EPIDERME.
4 Boca: Cavidade oral ovalada (localizada no ápice do trato digestivo) composta de duas partes
5 Fadiga: 1. Sensação de enfraquecimento resultante de esforço físico. 2. Trabalho cansativo. 3. Redução gradual da resistência de um material ou da sensibilidade de um equipamento devido ao uso continuado.
6 Lactação: Fenômeno fisiológico neuro-endócrino (hormonal) de produção de leite materno pela puérpera no pós-parto; independente dela estar ou não amamentando.Toda mulher após o parto tem produção de leite - lactação; mas, infelizmente nem todas amamentam.
7 Visão: 1. Ato ou efeito de ver. 2. Percepção do mundo exterior pelos órgãos da vista; sentido da vista. 3. Algo visto, percebido. 4. Imagem ou representação que aparece aos olhos ou ao espírito, causada por delírio, ilusão, sonho; fantasma, visagem. 5. No sentido figurado, concepção ou representação, em espírito, de situações, questões etc.; interpretação, ponto de vista. 6. Percepção de fatos futuros ou distantes, como profecia ou advertência divina.
8 Garganta: Tubo fibromuscular em forma de funil, que leva os alimentos ao ESÔFAGO e o ar à LARINGE e PULMÕES. Situa-se posteriormente à CAVIDADE NASAL, à CAVIDADE ORAL e à LARINGE, extendendo-se da BASE DO CRÂNIO à borda inferior da CARTILAGEM CRICÓIDE (anteriormente) e à borda inferior da vértebra C6 (posteriormente). É dividida em NASOFARINGE, OROFARINGE e HIPOFARINGE (laringofaringe).
9 Febre: É a elevação da temperatura do corpo acima dos valores normais para o indivíduo. São aceitos como valores de referência indicativos de febre: temperatura axilar ou oral acima de 37,5°C e temperatura retal acima de 38°C. A febre é uma reação do corpo contra patógenos.
10 Para pacientes: Você pode utilizar este texto livremente com seus pacientes, inclusive alterando-o, de acordo com a sua prática e experiência. Conheça todos os materiais Para Pacientes disponíveis para auxiliar, educar e esclarecer seus pacientes, colaborando para a melhoria da relação médico-paciente, reunidos no canal Para Pacientes . As informações contidas neste texto são baseadas em uma compilação feita pela equipe médica da Centralx. Você deve checar e confirmar as informações e divulgá-las para seus pacientes de acordo com seus conhecimentos médicos.
11 Coma: 1. Alteração do estado normal de consciência caracterizado pela falta de abertura ocular e diminuição ou ausência de resposta a estímulos externos. Pode ser reversível ou evoluir para a morte. 2. Presente do subjuntivo ou imperativo do verbo “comer.“
12 Medula Óssea: Tecido mole que preenche as cavidades dos ossos. A medula óssea apresenta-se de dois tipos, amarela e vermelha. A medula amarela é encontrada em cavidades grandes de ossos grandes e consiste em sua grande maioria de células adiposas e umas poucas células sangüíneas primitivas. A medula vermelha é um tecido hematopoiético e é o sítio de produção de eritrócitos e leucócitos granulares. A medula óssea é constituída de um rede, em forma de treliça, de tecido conjuntivo, contendo fibras ramificadas e preenchida por células medulares.
13 Lesão: 1. Ato ou efeito de lesar (-se). 2. Em medicina, ferimento ou traumatismo. 3. Em patologia, qualquer alteração patológica ou traumática de um tecido, especialmente quando acarreta perda de função de uma parte do corpo. Ou também, um dos pontos de manifestação de uma doença sistêmica. 4. Em termos jurídicos, prejuízo sofrido por uma das partes contratantes que dá mais do que recebe, em virtude de erros de apreciação ou devido a elementos circunstanciais. Ou também, em direito penal, ofensa, dano à integridade física de alguém.
14 Hepática: Relativa a ou que forma, constitui ou faz parte do fígado.
15 Saúde: 1. Estado de equilíbrio dinâmico entre o organismo e o seu ambiente, o qual mantém as características estruturais e funcionais do organismo dentro dos limites normais para sua forma de vida e para a sua fase do ciclo vital. 2. Estado de boa disposição física e psíquica; bem-estar. 3. Brinde, saudação que se faz bebendo à saúde de alguém. 4. Força física; robustez, vigor, energia.
16 Sistema Nervoso Central: Principais órgãos processadores de informação do sistema nervoso, compreendendo cérebro, medula espinhal e meninges.
17 Letargia: Em psicopatologia, é o estado de profunda e prolongada inconsciência, semelhante ao sono profundo, do qual a pessoa pode ser despertada, mas ao qual retorna logo a seguir. Por extensão de sentido, é a incapacidade de reagir e de expressar emoções; apatia, inércia e/ou desinteresse.
18 Discrasias sangüíneas: Qualquer alteração envolvendo os elementos celulares do sangue, glóbulos vermelhos, glóbulos brancos e plaquetas.
19 Icterícia: Coloração amarelada da pele e mucosas devido a uma acumulação de bilirrubina no organismo. Existem dois tipos de icterícia que têm etiologias e sintomas distintos: icterícia por acumulação de bilirrubina conjugada ou direta e icterícia por acumulação de bilirrubina não conjugada ou indireta.
20 Sintomas: Alterações da percepção normal que uma pessoa tem de seu próprio corpo, do seu metabolismo, de suas sensações, podendo ou não ser um indício de doença. Os sintomas são as queixas relatadas pelo paciente mas que só ele consegue perceber. Sintomas são subjetivos, sujeitos à interpretação pessoal. A variabilidade descritiva dos sintomas varia em função da cultura do indivíduo, assim como da valorização que cada pessoa dá às suas próprias percepções.
21 Discinesia tardia: Síndrome potencialmente irreversível, caracterizada por movimentos repetitivos, involuntários e não intencionais dos músculos da língua, boca, face, pescoço e (mais raramente) das extremidades. Ela se caracteriza por movimentos discinéticos involuntários e irreversíveis e pode se desenvolver com o uso de medicamentos tais como antipsicóticos e neurolépticos.
22 Síndrome: Conjunto de sinais e sintomas que se encontram associados a uma entidade conhecida ou não.
23 Trombocitopenia: É a redução do número de plaquetas no sangue. Contrário de trombocitose. Quando a quantidade de plaquetas no sangue é inferior a 150.000/mm³, diz-se que o indivíduo apresenta trombocitopenia (ou plaquetopenia). As pessoas com trombocitopenia apresentam tendência de sofrer hemorragias.
24 Anemia: Condição na qual o número de células vermelhas do sangue está abaixo do considerado normal para a idade, resultando em menor oxigenação para as células do organismo.
25 Agranulocitose: Doença causada pela falta ou número insuficiente de leucócitos granulócitos (neutrófilos, basófilos e eosinófilos), que se manifesta como ulcerações na garganta e outras mucosas, seguidas por infecções graves.
26 Pancitopenia: É a diminuição global de elementos celulares do sangue (glóbulos brancos, vermelhos e plaquetas).
27 Sinais: São alterações percebidas ou medidas por outra pessoa, geralmente um profissional de saúde, sem o relato ou comunicação do paciente. Por exemplo, uma ferida.
28 Infecção: Doença produzida pela invasão de um germe (bactéria, vírus, fungo, etc.) em um organismo superior. Como conseqüência da mesma podem ser produzidas alterações na estrutura ou funcionamento dos tecidos comprometidos, ocasionando febre, queda do estado geral, e inúmeros sintomas que dependem do tipo de germe e da reação imunológica perante o mesmo.
29 Leucócitos: Células sangüíneas brancas. Compreendem tanto os leucócitos granulócitos (BASÓFILOS, EOSINÓFILOS e NEUTRÓFILOS) como os não granulócitos (LINFÓCITOS e MONÓCITOS). Sinônimos: Células Brancas do Sangue; Corpúsculos Sanguíneos Brancos; Corpúsculos Brancos Sanguíneos; Corpúsculos Brancos do Sangue; Células Sanguíneas Brancas
30 Hepatite: Inflamação do fígado, caracterizada por coloração amarela da pele e mucosas (icterícia), dor na região superior direita do abdome, cansaço generalizado, aumento do tamanho do fígado, etc. Pode ser produzida por múltiplas causas como infecções virais, toxicidade por drogas, doenças imunológicas, etc.
31 Gripe: Doença viral adquirida através do contágio interpessoal que se caracteriza por faringite, febre, dores musculares generalizadas, náuseas, etc. Sua duração é de aproximadamente cinco a sete dias e tem uma maior incidência nos meses frios. Em geral desaparece naturalmente sem tratamento, apenas com medidas de controle geral (repouso relativo, ingestão de líquidos, etc.). Os antibióticos não funcionam na gripe e não devem ser utilizados de rotina.
32 Angina: Inflamação dos elementos linfáticos da garganta (amígdalas, úvula). Também é um termo utilizado para se referir à sensação opressiva que decorre da isquemia (falta de oxigênio) do músculo cardíaco (angina do peito).
33 Peito: Parte superior do tronco entre o PESCOÇO e o ABDOME; contém os principais órgãos dos sistemas circulatório e respiratório. (Tradução livre do original
34 Hipotensão: Pressão sanguínea baixa ou queda repentina na pressão sanguínea. A hipotensão pode ocorrer quando uma pessoa muda rapidamente de uma posição sentada ou deitada para a posição de pé, causando vertigem ou desmaio.
35 Sistema cardiovascular: O sistema cardiovascular ou sistema circulatório sanguíneo é formado por um circuito fechado de tubos (artérias, veias e capilares) dentro dos quais circula o sangue e por um órgão central, o coração, que atua como bomba. Ele move o sangue através dos vasos sanguíneos e distribui substâncias por todo o organismo.
36 Campo visual: É toda a área que é visível com os olhos fixados em determinado ponto.
37 Retina: Parte do olho responsável pela formação de imagens. É como uma tela onde se projetam as imagens: retém as imagens e as traduz para o cérebro através de impulsos elétricos enviados pelo nervo óptico. Possui duas partes: a retina periférica e a mácula.
38 Toxicidade: Capacidade de uma substância produzir efeitos prejudiciais ao organismo vivo.
39 Diagnóstico: Determinação de uma doença a partir dos seus sinais e sintomas.
40 Tumor: Termo que literalmente significa massa ou formação de tecido. É utilizado em geral para referir-se a uma formação neoplásica.
41 Prolactina: Hormônio secretado pela adeno-hipófise. Estimula a produção de leite pelas glândulas mamárias. O aumento de produção da prolactina provoca a hiperprolactinemia, podendo causar alteração menstrual e infertilidade nas mulheres. No homem, gera impotência sexual (por prejudicar a produção de testosterona) e ginecomastia (aumento das mamas).
42 Tecido: Conjunto de células de características semelhantes, organizadas em estruturas complexas para cumprir uma determinada função. Exemplo de tecido: o tecido ósseo encontra-se formado por osteócitos dispostos em uma matriz mineral para cumprir funções de sustentação.
43 Câncer: Crescimento anormal de um tecido celular capaz de invadir outros órgãos localmente ou à distância (metástases).
44 Mama: Em humanos, uma das regiões pareadas na porção anterior do TÓRAX. As mamas consistem das GLÂNDULAS MAMÁRIAS, PELE, MÚSCULOS, TECIDO ADIPOSO e os TECIDOS CONJUNTIVOS.
45 Galactorréia: Secreção mamária anormal de leite fora do período de amamentação. Pode ser produzida por distúrbios hormonais ou pela ação de medicamentos.
46 Amenorréia: É a ausência de menstruação pelo período equivalente a 3 ciclos menstruais ou 6 meses (o que ocorrer primeiro). Para períodos inferiores, utiliza-se o termo atraso menstrual.
47 Ginecomastia: Aumento anormal de uma ou ambas as glândulas mamárias no homem. Associa-se a diferentes enfermidades como cirrose, tumores testiculares, etc. Em certas ocasiões ocorrem de forma idiopática.
48 Impotência: Incapacidade para ter ou manter a ereção para atividades sexuais. Também chamada de disfunção erétil.
49 Neoplasma: Tumor ou massa anormal de tecido decorrente do crescimento anormal ou divisão de células incontrolada e progressiva.
50 Midríase: Dilatação da pupila. Ela pode ser fisiológica, patológica ou terapêutica.
51 Glaucoma: É quando há aumento da pressão intra-ocular e danos ao nervo óptico decorrentes desse aumento de pressão. Esses danos se expressam no exame de fundo de olho e por alterações no campo de visão.
52 Neurolépticos: Medicamento que exerce ação calmante sobre o sistema nervoso, tranquilizante, psicoléptico.
53 Reprodução: 1. Função pela qual se perpetua a espécie dos seres vivos. 2. Ato ou efeito de reproduzir (-se). 3. Imitação de quadro, fotografia, gravura, etc.
54 Teratogênico: Agente teratogênico ou teratógeno é tudo aquilo capaz de produzir dano ao embrião ou feto durante a gravidez. Estes danos podem se refletir como perda da gestação, malformações ou alterações funcionais ou ainda distúrbios neurocomportamentais, como retardo mental.
55 Anticoagulantes: Substâncias ou medicamentos que evitam a coagulação, especialmente do sangue.
56 Adrenérgico: Que age sobre certos receptores específicos do sistema simpático, como o faz a adrenalina.
57 Metabolismo: É o conjunto de transformações que as substâncias químicas sofrem no interior dos organismos vivos. São essas reações que permitem a uma célula ou um sistema transformar os alimentos em energia, que será ultilizada pelas células para que as mesmas se multipliquem, cresçam e movimentem-se. O metabolismo divide-se em duas etapas: catabolismo e anabolismo.
58 Convulsão: Episódio agudo caracterizado pela presença de contrações musculares espasmódicas permanentes e/ou repetitivas (tônicas, clônicas ou tônico-clônicas). Em geral está associada à perda de consciência e relaxamento dos esfíncteres. Pode ser devida a medicamentos ou doenças.
59 Mielografia: Técnica radiográfica que utiliza um meio de contraste iodado para a visualização do canal medular.
60 Náusea: Vontade de vomitar. Forma parte do mecanismo complexo do vômito e pode ser acompanhada de sudorese, sialorréia (salivação excessiva), vertigem, etc.
61 Vômito: É a expulsão ativa do conteúdo gástrico pela boca. Pode ser classificado como: alimentar, fecalóide, biliar, em jato, pós-prandial. Sinônimo de êmese. Os medicamentos que agem neste sintoma são chamados de antieméticos.
62 Erupção: 1. Ato, processo ou efeito de irromper. 2. Aumento rápido do brilho de uma estrela ou de pequena região da atmosfera solar. 3. Aparecimento de lesões de natureza inflamatória ou infecciosa, geralmente múltiplas, na pele e mucosas, provocadas por vírus, bactérias, intoxicações, etc. 4. Emissão de materiais magmáticos por um vulcão (lava, cinzas etc.).
63 Anorexia: Perda do apetite ou do desejo de ingerir alimentos.
64 Efeitos colaterais: 1. Ação não esperada de um medicamento. Ou seja, significa a ação sobre alguma parte do organismo diferente daquela que precisa ser tratada pelo medicamento. 2. Possível reação que pode ocorrer durante o uso do medicamento, podendo ser benéfica ou maléfica.
65 Distonias: Contração muscular involuntária causando distúrbios funcionais, dolorosos e estéticos.
66 Espasmo: 1. Contração involuntária, não ritmada, de um ou vários músculos, podendo ocorrer isolada ou continuamente, sendo dolorosa ou não. 2. Qualquer contração muscular anormal. 3. Sentido figurado: arrebatamento, exaltação, espanto.
67 Músculos do Pescoço: Os músculos do pescoço consistem do platisma, esplênio da cabeça, esternocleidomastóideo, longo do pescoço (longo cervical), escaleno anterior, médio e posterior, digástrico, estilo-hióideo, milo-hióideo, gênio-hióideo, esterno-hióideo, omo-hióideo, esternotireóideo e tireo-hióideo.
68 Torcicolo: Distúrbio freqüente produzido por uma luxação nas vértebras da coluna cervical, ou a espasmos dos músculos do pescoço que produzem rigidez e rotação lateral do mesmo.
69 Músculos: Tecidos contráteis que produzem movimentos nos animais.
70 Opistótono: Espasmo em que a coluna vertebral e as extremidades se curvam para diante e o corpo, em arco, fica apoiado sobre a parte de trás da cabeça e os calcanhares. É um espasmo típico do tétano.
71 Deglutir: Passar (o bolo alimentar) da boca para o esôfago e, a seguir, para o estômago.
72 Língua:
73 Face: Parte anterior da cabeça que inclui a pele, os músculos e as estruturas da fronte, olhos, nariz, boca, bochechas e mandíbula.
74 Sedação: 1. Ato ou efeito de sedar. 2. Aplicação de sedativo visando aliviar sensação física, por exemplo, de dor. 3. Diminuição de irritabilidade, de nervosismo, como efeito de sedativo. 4. Moderação de hiperatividade orgânica.
75 Mandíbula: O maior (e o mais forte) osso da FACE; constitui o maxilar inferior, que sustenta os dentes inferiores. Sinônimos: Forame Mandibular; Forame Mentoniano; Sulco Miloióideo; Maxilar Inferior
76 Sinal: 1. É uma alteração percebida ou medida por outra pessoa, geralmente um profissional de saúde, sem o relato ou comunicação do paciente. Por exemplo, uma ferida. 2. Som ou gesto que indica algo, indício. 3. Dinheiro que se dá para garantir um contrato.
77 Edemaciados: Em que se formou edema ou inchaço.
78 Terapêutica: Terapia, tratamento de doentes.
79 Arritmias: Arritmia cardíaca é o nome dado a diversas perturbações que alteram a frequência ou o ritmo dos batimentos cardíacos.
80 Íleo: A porção distal and mais estreita do INTESTINO DELGADO, entre o JEJUNO e a VALVA ILEOCECAL do INTESTINO GROSSO. Sinônimos: Ileum
81 Sintomático: 1. Relativo a ou que constitui sintoma. 2. Que é efeito de alguma doença. 3. Por extensão de sentido, é o que indica um particular estado de coisas, de espírito; revelador, significativo.
82 Lavagem gástrica: É a introdução, através de sonda nasogástrica, de líquido na cavidade gástrica, seguida de sua remoção.
83 Disfagia: Sensação consciente da passagem dos alimentos através do esôfago. Pode estar associado a doenças motoras, inflamatórias ou tumorais deste órgão.
84 Cabeça:
85 Pescoço:
86 Choque: 1. Estado de insuficiência circulatória a nível celular, produzido por hemorragias graves, sepse, reações alérgicas graves, etc. Pode ocasionar lesão celular irreversível se a hipóxia persistir por tempo suficiente. 2. Encontro violento, com impacto ou abalo brusco, entre dois corpos. Colisão ou concussão. 3. Perturbação brusca no equilíbrio mental ou emocional. Abalo psíquico devido a uma causa externa.
87 Pressão sangüínea: Força exercida pelo sangue arterial por unidade de área da parede arterial. É expressa como uma razão (Exemplo: 120/80, lê-se 120 por 80). O primeiro número é a pressão sistólica ou pressão máxima. E o segundo número é a presão diastólica ou mínima.

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