PACLITAX

EUROFARMA

Atualizado em 09/12/2014

Composição de Paclitax

cada ml contém: paclitaxel 6 mg; veículo q.s.p.1 ml (527 mg de cremofor (óleo de rícino polioxietilado) e 49,7% (V/V) de álcool desidratado).

Posologia e Administração de Paclitax

nota: não se recomenda o contato do concentrado não diluído, com materiais ou dispositivos de PVC usados no preparo das soluções para infusão. Para minimizar a exposição do paciente ao plastificante DEHP (di-(2-etilexil) ftalato), que pode se desprender das bolsas de infusão ou dos materiais de PVC utilizados, as soluções diluídas de Paclitax devem ser de preferência, guardadas em frascos (vidro ou polipropileno) ou em bolsas plásticas (polipropileno ou poliolefina) e administradas através de materiais de polietileno. Todos os pacientes devem ser pré-medicados antes de administração de Paclitax a fim de prevenir reações de hipersensibilidade graves. Esta pré-medicação corresponde a 20 mg de dexametasona via oral administrados aproximadamente 12 a 6 horas antes de administração do paclitaxel; 50 mg da difenidramina (ou seu equivalente) via I.V. 30 a 60 minutos antes do Paclitax e cimetidina (300 mg) ou ranitidina (50 mg) via I.V. 30 a 60 minutos antes do Paclitax. Estudos apropriados de dose-resposta não estão finalizados. O Paclitax em dose de 135 mg/m2 administrados intravenosamente em 24 horas a cada 3 semanas, mostrou-se eficaz em pacientes com carcinoma1 metastático de ovário2 após falha da quimioterapia3 de primeira linha ou subseqüente. Doses elevadas, com ou sem G-CSF, mostram respostas à dose de 135 mg/m2. Ciclos de tratamento com Paclitax não devem ser repetidos até que a contagem de neutrófilos4 e de plaquetas5 seja de pelo menos 1.500 células6/mm3 e 100.000 células6/mm3, respectivamente. Os pacientes que apresentaram neutropenia7 grave (neutrófilos4 < 500 células6/mm3 por 1 semana ou mais) ou neuropatia periférica8 severa durante a terapia com Paclitax devem ter a dosagem reduzida em 20% nos ciclos subseqüentes. A incidência9 e a gravidade da neurotoxicidade e da toxicidade10 hematológica com a dose, principalmente acima de 190 mg/m2. - Precauções quanto à preparação e a administração: o paclitaxel é uma droga citotóxica antineoplásica e, como outras susbtâncias potencialmente tóxicas, deve ser manuseada com cuidado. O uso de luvas é recomendado. Se a solução de Paclitax entrar em contato com a pele11, lavar a região com água e sabão, imediata e completamente. Se houver contato com membranas mucosas12, deve-se enxaguar as mesmas com água. Preparação de administração intravenosa: Paclitax concentrado para injeção13 deve ser diluído antes da infusão. O Paclitax deve ser diluído em solução injetável de cloreto de sódio 0,9%, solução meio glicosada a 5%, solução meio glicosada a 5%/ meio fisiológica14, ou em solução glicosada a 5% em solução de Ringer, de forma a se obter uma concentração final de 0,3 a 1,2 mg/ml. As soluções são física e quimicamente estáveis por até 27 horas em temperatura ambiente (aproximadamente 25ºC) e em condições de iluminação ambiente. Os produtos parenterais devem ser inspecionados visualmente antes de sua administração em relação à presença de material particulado e descoloração, sempre que a solução e a forma de acondicionamento permitirem. Na preparação, as soluções podem mostrar turbidez atribuída ao veículo da formulação. Não foram observadas perdas significativas de potência após liberação simulada da solução através de dispositivos de administração I.V. acoplados a um filtro (0,22 mícrons). Dados mostram que os níveis do plastificante DEHP (di-(2-etil-exil) ftalato) que se desprendem aumentam com o tempo e com a concentração quando as diluições são preparadas em frascos de PVC. Conseqüentemente, o uso de frascos plásticos e de dispositivos de administração feitos de PVC não é recomendado. As soluções de Paclitax devem ser preparadas e guardadas em frascos de vidro, polipropileno ou poliolefina. Devem ser utilizados dispositivos de administração que não contenham PVC, como os efeitos de polietileno. Paclitax deve ser administrado através de um filtro com uma membrana microporosa de não mais que 0,22 mícrons, que incorpore tubos curtos revestidos de PVC por dentro e por fora e não resulte em liberação significativa de DEHP. - Superdosagem: não há antídoto15 conhecido, em caso de superdosagem de Paclitax. As principais complicações previstas no caso de superdosagem são: supressão da medula óssea16, neurotoxicidade periférica e mucosite17.

Precauções de Paclitax

deve-se evitar o contato da solução de Paclitax com equipamentos de PVC, usados no preparo e na administração de infusões endovenosas, uma vez que este contato pode extrair di-(2-etilhexil) ftalato (DEHP), que pode ser levado à corrente sangüínea do paciente. Para minimizar este risco, as soluções diluídas de Paclitax devem ser armazenadas em frascos de vidro ou de polipropileno, ou ainda em sacos plásticos de polipropileno ou de poliolefina, e devem ser administradas através de equipos revestidos com polipropileno. Paclitax deve ser administrado através de um filtro interno, com uma membrana de microporos não maiores que 0,22 mm. O uso de filtros Ivex-2 não resultou em extração significativa de DEHP. Se um paciente apresentar anomalias de condução durante a administração de Paclitax, ele deve ser adequadamente tratado e deve ser submetido a uma monitorização contínua, durante tratamentos subseqüentes. Paclitaxel pode causar anomalias fetais quando administrado a mulheres grávidas. Não há estudos em mulheres grávidas. As mulheres férteis devem ser advertidas para que evitem engravidar durante o tratamento com Paclitaxel. Pacientes neutropênicos não devem ser tratados com Paclitax até que a contagem de neutrófilos4 seja > 1.500 células6/mm3 e que as plaquetas5 estejam num nível > 100.000 células6/mm3. No caso de neutropenia7 grave (< 500 células6/mm3), durante 7 ou mais dias, por ocasião de um curso de tratamento com Paclitax, recomenda-se reduzir a dose em 20% nos cursos de tratamentos subseqüentes. Os pacientes previamente submetidos à radioterapia18 apresentaram um maior grau de mielossupressão; há pouca experiência em tais pacientes com doses superiores a 135 mg/m2. Houve uma mielossupressão mais acentuada nos pacientes que receberam paclitaxel após terem sido tratados com cisplatina. Dados farmacocinéticos destes pacientes mostraram uma diminuição de aproximadamente 33% do clearance do paclitaxel. Baseado em estudos in vitro, há a possibilidade de uma inibição do metabolismo19 do paclitaxel em pacientes tratados com cetoconazol. Assim sendo, deve-se tomar cuidado ao tratar com Paclitax os pacientes que estiverem recebendo cetoconazol. Sintomas20 leves de hipersensibilidade, tais como, rinorréia21, eritema22, dispnéia23, hipotensão24 e taquicardia25 não obrigam a interrupção do tratamento com Paclitax. Todavia, reações graves, como hipotensão24 que necessite de tratamento, dispnéia23 que necessite de broncodilatadores26, angioedema27 e urticária28 generalizada obrigam a interrupção imediata do Paclitax e tratamento sintomático29 agressivo. Os pacientes que desenvolverem reações graves de hipersensibilidade não devem ser novamente tratados com Paclitax. Foram observadas hipotensão24 e bradicardia30 durante a administração de paclitaxel, mas estes sintomas20 geralmente não necessitam de tratamento. Recomenda-se monitorizar os sinais vitais31, particularmente durante a primeira hora da infusão de Paclitax. Embora seja freqüente a ocorrência de neuropatia periférica8, o desenvolvimento de sintomas20 graves é raro e, se ocorrerem, requerem uma redução de 20% da dose nos cursos posteriores de tratamento. Não há evidência de aumento da toxicidade10 de paclitaxel nos pacientes com elevação de enzimas hepáticas32 e não há dados disponíveis sobre pacientes com colestase33 basal grave. Entretanto, a evidência disponível sugere que o fígado34 desempenha um papel importante no metabolismo19 de paclitaxel e, conseqüentemente, deve-se tomar cuidado ao administrar Paclitax a pacientes com insuficiência hepática35 grave. O potencial carcinogenético de Paclitax não foi estudado e demonstrou-se que paclitaxel é mutagênico in vitro (aberrações cromossômicas em linfócitos humanos) e in vivo (teste do micronúcleo em camundongos); entretanto, paclitaxel não induziu mutagênese no teste de Ames e no ensaio de mutação genética36 CHO/HGPTR. Não se sabe se paclitaxel é excretado pelo leite materno humano. Recomenda-se que as mães que estiverem amamentando interrompam a amamentação37, ao iniciar o tratamento com Paclitax, para evitar os ricos potenciais para as crianças. A segurança e a eficácia de paclitaxel em crianças ainda não foi estabelecida. - Advertência: Paclitax deve ser administrado sob a orientação de um médico experiente no uso de agentes quimioterápicos para o tratamento de câncer38. O tratamento de eventuais complicações somente é possível se houver equipamento disponível para fazer um diagnóstico39 correto e para instituir um tratamento adequado. Graves reações de hipersensibilidade, caracterizadas por dispnéia23 e hipotensão24 (que requerem tratamento), angioedema27 e urticária28 foram relatadas em 2% dos pacientes tratados com paclitaxel. Uma dessas reações foi fatal num paciente que foi tratado sem pré-medicação, num estado fase I. Os pacientes que forem tratados com Paclitax devem ser pré-medicados com corticosteróides, difenidramina e com antagonistas H2, para prevenir estas reações. Os pacientes que tiveram reações de hipersensibilidade ao serem tratados com paclitaxel não devem receber novamente este produto. Paclitaxel não deve ser administrado a pacientes que estejam com contagem de neutrófilos4 inferiores a 1.500 células6/mm3. Recomenda-se fazer hemogramas freqüentemente, em todos os pacientes que estiverem tomando Paclitax, para monitorizar a ocorrência de supressão de medula óssea16, principalmente de neutropenia7, que pode ser grave e resultar em infecção40. - Interações medicamentosas: em estudos de fase I utilizando doses crescentes de Paclitax (110-200 mg/m2) e cisplatina (50 ou 75 g/m2) administradas em infusões seqüenciais, a mielodepressão foi mais acentuada quando o paclitaxel foi administrado após a cisplatina do que a seqüência inversa (cisplatina após o paclitaxel). Dados farmacocinéticos destes pacientes demonstraram uma diminuição do clearance de paclitaxel em aproximadamente 33% quando o mesmo é administrado após a cisplatina. Baseado em estudo in vitro, existe a possibilidade de que o metabolismo19 do paclitaxel seja inibido em pacientes tratados com cetoconazol. Desta forma, é necessário cuidado para se administrar Paclitax em pacientes em terapia concomitante com o cetoconazol.

Reações Adversas de Paclitax

sistema hematológico: a supressão da medula óssea16 foi o principal fator tóxico limitante da dose do paclitaxel. A neutropenia7 foi relacionada à dose e, em geral, foi rapidamente reversível. A mielossupressão pareceu ser mais freqüente e mais grave nas pacientes que receberam radioterapia18 anteriormente. A febre41 foi freqüente e esteve associada à neutropenia7 grave em 5% dos tratamentos. Infecções42 do sistema urinário43, do sistema respiratório44 superior e septicemia45 foram as infecções42 mais freqüentemente relatadas. A trombocitopenia46 foi menos freqüente e menos pronunciada que a neutropenia7. Episódios hemorrágicos47 foram localizados, e pareceram ser relacionados ao fármaco48. A incidência9 e a gravidade da anemia49 parece aumentar à medida que aumenta a exposição ao fármaco48. Reações de hipersensibilidade. Sintomas20 graves ocorreram, geralmente dentro da primeira hora após a administração do paclitaxel. As manifestações mais freqüentes foram dispnéia23 e hipotensão24, que necessitaram de tratamento, e dores no peito50. As manifestações mais freqüentes foram rinorréia21, eritema22 e dispnéia23. Nenhuma destas reações obrigou a interrupção do tratamento, nem impediu que o tratamento fosse completado. Sistema cardiovascular51: hipotensão24 e bradicardia30. Nenhum destes episódios necessitou de tratamento específico. A bradicardia30 e a hipotensão24 não costumam ocorrer simultaneamente, durante o mesmo tratamento. Eventos cardiovasculares graves, possivelmente relacionados à administração do paclitaxel, foram identificados. Ocorreu arritmia52 (taquicardia25 ventricular assintomática, bigeminismo e duas lipotimias) e casos de bloqueio AV total, que necessitaram de implante53 de marca-passo54. As anomalias mais freqüentemente relatadas foram alterações inespecíficas da repolarização ventricular, taquicardia25 sinusal e extra-sístoles55. A relação entre a administração do paclitaxel e as anomalias do ECG não foi claramente estabelecida. Sistema nervoso56: neuropatia periférica8, sendo parestesia57 leve o sintoma58 mais freqüente. A neuropatia periférica8 foi dependente da dose. A incidência9 dos sintomas20 neurológicos foi comparável em grupos de pacientes previamente tratadas com cisplatina. Os sintomas20 sensitivos geralmente melhoraram ou desapareceram vários meses após a interrupção da administração do paclitaxel. Além da neuropatia periférica8, a única manifestação neurológica grave foi um caso de crise convulsiva tipo grande mal, que ocorreu durante a infusão do paclitaxel e reapareceu quando o paclitaxel foi novamente administrado. Artralgia59/mialgia60: (dor nas grandes articulações61 dos membros superiores e inferiores) ocorreu foi geralmente leve. Os sintomas20 foram transitórios, apareceram cerca de 2 a 3 dias após a administração do paclitaxel e desapareceram em poucos dias. A incidência9 da artralgia59/mialgia60 foi claramente dependente da dose e foi um pouco mais freqüente nos pacientes que receberam G-CSF. Função hepática62: as modificações dos testes de função hepática62 mostraram alguma relação com a dose do paclitaxel. Uma relação de dose-dependência foi sugerida para todos os testes, exceto para as transaminases. Outros eventos clínicos: a alopecia63 foi observada em quase todas as pacientes, mas foi reversível após término do tratamento. O paclitaxel causa uma queda de todos os pêlos, do couro cabeludo, das sobrancelhas64, dos cílios65, da axila e do púbis66. A queda dos pêlos ocorre geralmente 2 a 3 semanas após a primeira administração do paclitaxel e foi descrita como sendo súbita e completa, freqüentemente num só dia. Efeitos gastrintestinais, tais como náuseas67, vômitos68, diarréia69 e mucosite17 foram relatados. Estas manifestações foram geralmente leves a moderadas, na dose recomendada. A mucosite17 é relacionada à dose e pode se tornar o fator tóxico limitante nas pacientes que estão recebendo altas doses, isto é, acima de 300 mg/m2.

Contra-Indicações de Paclitax

pacientes que tenham história de reações de hipersensibilidade ao paclitaxel, ou a outros produtos formulados com Cremophor EL. Paclitax não deve ser usado em pacientes com uma neutropenia7 basal < 1.500 células6/mm3.

Indicações de Paclitax

terapêutica70 antineoplásica, isolada ou em associação com outras drogas citotóxicas no tratamento do câncer38 de ovário2, mama71 e pulmão72.

Apresentação de Paclitax

frasco com 5 ml, contendo 30 mg de paclitaxel (6 mg/ml).


PACLITAX - Laboratório

EUROFARMA
Av. Ver. José Diniz, 3465 - Campo Belo
São Paulo/SP - CEP: 04603-003
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Complementos

1 Carcinoma: Tumor maligno ou câncer, derivado do tecido epitelial.
2 Ovário: Órgão reprodutor (GÔNADAS) feminino. Nos vertebrados, o ovário contém duas partes funcionais Sinônimos: Ovários
3 Quimioterapia: Método que utiliza compostos químicos, chamados quimioterápicos, no tratamento de doenças causadas por agentes biológicos. Quando aplicada ao câncer, a quimioterapia é chamada de quimioterapia antineoplásica ou quimioterapia antiblástica.
4 Neutrófilos: Leucócitos granulares que apresentam um núcleo composto de três a cinco lóbulos conectados por filamenos delgados de cromatina. O citoplasma contém grânulos finos e inconspícuos que coram-se com corantes neutros.
5 Plaquetas: Elemento do sangue (não é uma célula porque não apresenta núcleo) produzido na medula óssea, cuja principal função é participar da coagulação do sangue através da formação de conglomerados que tamponam o escape do sangue por uma lesão em um vaso sangüíneo.
6 Células: Unidades (ou subunidades) funcionais e estruturais fundamentais dos organismos vivos. São compostas de CITOPLASMA (com várias ORGANELAS) e limitadas por uma MEMBRANA CELULAR.
7 Neutropenia: Queda no número de neutrófilos no sangue abaixo de 1000 por milímetro cúbico. Esta é a cifra considerada mínima para manter um sistema imunológico funcionando adequadamente contra os agentes infecciosos mais freqüentes. Quando uma pessoa neutropênica apresenta febre, constitui-se uma situação de “emergência infecciosa”.
8 Neuropatia periférica: Dano causado aos nervos que afetam os pés, as pernas e as mãos. A neuropatia causa dor, falta de sensibilidade ou formigamentos no local.
9 Incidência: Medida da freqüência em que uma doença ocorre. Número de casos novos de uma doença em um certo grupo de pessoas por um certo período de tempo.
10 Toxicidade: Capacidade de uma substância produzir efeitos prejudiciais ao organismo vivo.
11 Pele: Camada externa do corpo, que o protege do meio ambiente. Composta por DERME e EPIDERME.
12 Mucosas: Tipo de membranas, umidificadas por secreções glandulares, que recobrem cavidades orgânicas em contato direto ou indireto com o meio exterior.
13 Injeção: Infiltração de medicação ou nutrientes líquidos no corpo através de uma agulha e seringa.
14 Fisiológica: Relativo à fisiologia. A fisiologia é estudo das funções e do funcionamento normal dos seres vivos, especialmente dos processos físico-químicos que ocorrem nas células, tecidos, órgãos e sistemas dos seres vivos sadios.
15 Antídoto: Substância ou mistura que neutraliza os efeitos de um veneno. Esta ação pode reagir diretamente com o veneno ou amenizar/reverter a ação biológica causada por ele.
16 Medula Óssea: Tecido mole que preenche as cavidades dos ossos. A medula óssea apresenta-se de dois tipos, amarela e vermelha. A medula amarela é encontrada em cavidades grandes de ossos grandes e consiste em sua grande maioria de células adiposas e umas poucas células sangüíneas primitivas. A medula vermelha é um tecido hematopoiético e é o sítio de produção de eritrócitos e leucócitos granulares. A medula óssea é constituída de um rede, em forma de treliça, de tecido conjuntivo, contendo fibras ramificadas e preenchida por células medulares.
17 Mucosite: Inflamação de uma membrana mucosa, produzida por uma infecção ou lesão secundária à radioterapia, quimioterapia, carências nutricionais, etc.
18 Radioterapia: Método que utiliza diversos tipos de radiação ionizante para tratamento de doenças oncológicas.
19 Metabolismo: É o conjunto de transformações que as substâncias químicas sofrem no interior dos organismos vivos. São essas reações que permitem a uma célula ou um sistema transformar os alimentos em energia, que será ultilizada pelas células para que as mesmas se multipliquem, cresçam e movimentem-se. O metabolismo divide-se em duas etapas: catabolismo e anabolismo.
20 Sintomas: Alterações da percepção normal que uma pessoa tem de seu próprio corpo, do seu metabolismo, de suas sensações, podendo ou não ser um indício de doença. Os sintomas são as queixas relatadas pelo paciente mas que só ele consegue perceber. Sintomas são subjetivos, sujeitos à interpretação pessoal. A variabilidade descritiva dos sintomas varia em função da cultura do indivíduo, assim como da valorização que cada pessoa dá às suas próprias percepções.
21 Rinorreia: Escoamento abundante de fluido pelo nariz, com ausência de fenômeno inflamatório.
22 Eritema: Vermelhidão da pele, difusa ou salpicada, que desaparece à pressão.
23 Dispnéia: Falta de ar ou dificuldade para respirar caracterizada por respiração rápida e curta, geralmente está associada a alguma doença cardíaca ou pulmonar.
24 Hipotensão: Pressão sanguínea baixa ou queda repentina na pressão sanguínea. A hipotensão pode ocorrer quando uma pessoa muda rapidamente de uma posição sentada ou deitada para a posição de pé, causando vertigem ou desmaio.
25 Taquicardia: Aumento da frequência cardíaca. Pode ser devido a causas fisiológicas (durante o exercício físico ou gravidez) ou por diversas doenças como sepse, hipertireoidismo e anemia. Pode ser assintomática ou provocar palpitações.
26 Broncodilatadores: São substâncias farmacologicamente ativas que promovem a dilatação dos brônquios.
27 Angioedema: Caracteriza-se por áreas circunscritas de edema indolor e não-pruriginoso decorrente de aumento da permeabilidade vascular. Os locais mais acometidos são a cabeça e o pescoço, incluindo os lábios, assoalho da boca, língua e laringe, mas o edema pode acometer qualquer parte do corpo. Nos casos mais avançados, o angioedema pode causar obstrução das vias aéreas. A complicação mais grave é o inchaço na garganta (edema de glote).
28 Urticária: Reação alérgica manifestada na pele como elevações pruriginosas, acompanhadas de vermelhidão da mesma. Pode afetar uma parte ou a totalidade da pele. Em geral é autolimitada e cede em pouco tempo, podendo apresentar períodos de melhora e piora ao longo de vários dias.
29 Sintomático: 1. Relativo a ou que constitui sintoma. 2. Que é efeito de alguma doença. 3. Por extensão de sentido, é o que indica um particular estado de coisas, de espírito; revelador, significativo.
30 Bradicardia: Diminuição da freqüência cardíaca a menos de 60 batimentos por minuto. Pode estar associada a distúrbios da condução cardíaca, ao efeito de alguns medicamentos ou a causas fisiológicas (bradicardia do desportista).
31 Sinais vitais: Conjunto de variáveis fisiológicas que são pressão arterial, freqüência cardíaca, freqüência respiratória e temperatura corporal.
32 Enzimas hepáticas: São duas categorias principais de enzimas hepáticas. A primeira inclui as enzimas transaminasas alaninoaminotransferase (ALT ou TGP) e a aspartato aminotransferase (AST ou TOG). Estas são enzimas indicadoras do dano às células hepáticas. A segunda categoria inclui certas enzimas hepáticas como a fosfatase alcalina (FA) e a gamaglutamiltranspeptidase (GGT) as quais indicam obstrução do sistema biliar, quer seja no fígado ou nos canais maiores da bile que se encontram fora deste órgão.
33 Colestase: Retardamento ou interrupção do fluxo nos canais biliares.
34 Fígado: Órgão que transforma alimento em energia, remove álcool e toxinas do sangue e fabrica bile. A bile, produzida pelo fígado, é importante na digestão, especialmente das gorduras. Após secretada pelas células hepáticas ela é recolhida por canalículos progressivamente maiores que a levam para dois canais que se juntam na saída do fígado e a conduzem intermitentemente até o duodeno, que é a primeira porção do intestino delgado. Com esse canal biliar comum, chamado ducto hepático, comunica-se a vesícula biliar através de um canal sinuoso, chamado ducto cístico. Quando recebe esse canal de drenagem da vesícula biliar, o canal hepático comum muda de nome para colédoco. Este, ao entrar na parede do duodeno, tem um músculo circular, designado esfíncter de Oddi, que controla o seu esvaziamento para o intestino.
35 Insuficiência hepática: Deterioração grave da função hepática. Pode ser decorrente de hepatite viral, cirrose e hepatopatia alcoólica (lesão hepática devido ao consumo de álcool) ou medicamentosa (causada por medicamentos como, por exemplo, o acetaminofeno). Para que uma insuficiência hepática ocorra, deve haver uma lesão de grande porção do fígado.
36 Mutação genética: É uma alteração súbita no genótipo de um indivíduo, sem relação com os ascendentes, mas passível de ser herdada pelos descendentes.
37 Amamentação: Ato da nutriz dar o peito e o lactente mamá-lo diretamente. É um fenômeno psico-sócio-cultural. Dar de mamar a; criar ao peito; aleitar; lactar... A amamentação é uma forma de aleitamento, mas há outras formas.
38 Câncer: Crescimento anormal de um tecido celular capaz de invadir outros órgãos localmente ou à distância (metástases).
39 Diagnóstico: Determinação de uma doença a partir dos seus sinais e sintomas.
40 Infecção: Doença produzida pela invasão de um germe (bactéria, vírus, fungo, etc.) em um organismo superior. Como conseqüência da mesma podem ser produzidas alterações na estrutura ou funcionamento dos tecidos comprometidos, ocasionando febre, queda do estado geral, e inúmeros sintomas que dependem do tipo de germe e da reação imunológica perante o mesmo.
41 Febre: É a elevação da temperatura do corpo acima dos valores normais para o indivíduo. São aceitos como valores de referência indicativos de febre: temperatura axilar ou oral acima de 37,5°C e temperatura retal acima de 38°C. A febre é uma reação do corpo contra patógenos.
42 Infecções: Doença produzida pela invasão de um germe (bactéria, vírus, fungo, etc.) em um organismo superior. Como conseqüência da mesma podem ser produzidas alterações na estrutura ou funcionamento dos tecidos comprometidos, ocasionando febre, queda do estado geral, e inúmeros sintomas que dependem do tipo de germe e da reação imunológica perante o mesmo.
43 Sistema urinário: O sistema urinário é constituído pelos rins, pelos ureteres e pela bexiga. Ele remove os resíduos do sangue, mantêm o equilíbrio de água e eletrólitos, armazena e transporta a urina.
44 Sistema Respiratório: Órgãos e estruturas tubulares e cavernosas, por meio das quais a ventilação pulmonar e as trocas gasosas entre o ar externo e o sangue são realizadas.
45 Septicemia: Septicemia ou sepse é uma infecção generalizada grave que ocorre devido à presença de micro-organismos patogênicos e suas toxinas na corrente sanguínea. Geralmente ela ocorre a partir de outra infecção já existente.
46 Trombocitopenia: É a redução do número de plaquetas no sangue. Contrário de trombocitose. Quando a quantidade de plaquetas no sangue é inferior a 150.000/mm³, diz-se que o indivíduo apresenta trombocitopenia (ou plaquetopenia). As pessoas com trombocitopenia apresentam tendência de sofrer hemorragias.
47 Hemorrágicos: Relativo à hemorragia, ou seja, ao escoamento de sangue para fora dos vasos sanguíneos.
48 Fármaco: Qualquer produto ou preparado farmacêutico; medicamento.
49 Anemia: Condição na qual o número de células vermelhas do sangue está abaixo do considerado normal para a idade, resultando em menor oxigenação para as células do organismo.
50 Peito: Parte superior do tronco entre o PESCOÇO e o ABDOME; contém os principais órgãos dos sistemas circulatório e respiratório. (Tradução livre do original
51 Sistema cardiovascular: O sistema cardiovascular ou sistema circulatório sanguíneo é formado por um circuito fechado de tubos (artérias, veias e capilares) dentro dos quais circula o sangue e por um órgão central, o coração, que atua como bomba. Ele move o sangue através dos vasos sanguíneos e distribui substâncias por todo o organismo.
52 Arritmia: Arritmia cardíaca é o nome dado a diversas perturbações que alteram a frequência ou o ritmo dos batimentos cardíacos.
53 Implante: 1. Em cirurgia e odontologia é o material retirado do próprio indivíduo, de outrem ou artificialmente elaborado que é inserido ou enxertado em uma estrutura orgânica, de modo a fazer parte integrante dela. 2. Na medicina, é qualquer material natural ou artificial inserido ou enxertado no organismo. 3. Em patologia, é uma célula ou fragmento de tecido, especialmente de tumores, que migra para outro local do organismo, com subsequente crescimento.
54 Marca-passo: Dispositivo implantado no peito ou no abdômen com o por objetivo de regular os batimentos cardíacos.
55 Extra-sístoles: São contrações prematuras do coração que interrompem brevemente o compasso normal das batidas e são sentidas, geralmente, como uma pausa, seguida ou não de um batimento mais forte. Muitas pessoas referem que sentem como se o coração fosse parar. Podem se originar nos átrios ou nos ventrículos, sendo chamadas, respectivamente, de extra-sístoles atriais ou ventriculares.
56 Sistema nervoso: O sistema nervoso é dividido em sistema nervoso central (SNC) e o sistema nervoso periférico (SNP). O SNC é formado pelo encéfalo e pela medula espinhal e a porção periférica está constituída pelos nervos cranianos e espinhais, pelos gânglios e pelas terminações nervosas.
57 Parestesia: Sensação cutânea subjetiva (ex.: frio, calor, formigamento, pressão, etc.) vivenciada espontaneamente na ausência de estimulação.
58 Sintoma: Qualquer alteração da percepção normal que uma pessoa tem de seu próprio corpo, do seu metabolismo, de suas sensações, podendo ou não ser um indício de doença. O sintoma é a queixa relatada pelo paciente mas que só ele consegue perceber. Sintomas são subjetivos, sujeitos à interpretação pessoal. A variabilidade descritiva dos sintomas varia em função da cultura do indivíduo, assim como da valorização que cada pessoa dá às suas próprias percepções.
59 Artralgia: Dor em uma articulação.
60 Mialgia: Dor que se origina nos músculos. Pode acompanhar outros sintomas como queda no estado geral, febre e dor de cabeça nas doenças infecciosas. Também pode estar associada a diferentes doenças imunológicas.
61 Articulações:
62 Hepática: Relativa a ou que forma, constitui ou faz parte do fígado.
63 Alopécia: Redução parcial ou total de pêlos ou cabelos em uma determinada área de pele. Ela apresenta várias causas, podendo ter evolução progressiva, resolução espontânea ou ser controlada com tratamento médico. Quando afeta todos os pêlos do corpo, é chamada de alopécia universal.
64 Sobrancelhas: Linhas curvas de cabelos localizadas nas bordas superiores das cavidades orbitárias.
65 Cílios: Populações de processos móveis e delgados que são encontrados revestindo a superfície dos ciliados (CILIÓFOROS) ou a superfície livre das células e que constroem o EPITÉLIO ciliado. Cada cílio nasce de um grânulo básico na camada superficial do CITOPLASMA. O movimento dos cílios propele os ciliados através do líquido no qual vivem. O movimento dos cílios em um epitélio ciliado serve para propelir uma camada superficial de muco ou fluido.
66 Púbis:
67 Náuseas: Vontade de vomitar. Forma parte do mecanismo complexo do vômito e pode ser acompanhada de sudorese, sialorréia (salivação excessiva), vertigem, etc .
68 Vômitos: São a expulsão ativa do conteúdo gástrico pela boca. Podem ser classificados em: alimentar, fecalóide, biliar, em jato, pós-prandial. Sinônimo de êmese. Os medicamentos que agem neste sintoma são chamados de antieméticos.
69 Diarréia: Aumento do volume, freqüência ou quantidade de líquido nas evacuações.Deve ser a manifestação mais freqüente de alteração da absorção ou transporte intestinal de substâncias, alterações estas que em geral são devidas a uma infecção bacteriana ou viral, a toxinas alimentares, etc.
70 Terapêutica: Terapia, tratamento de doentes.
71 Mama: Em humanos, uma das regiões pareadas na porção anterior do TÓRAX. As mamas consistem das GLÂNDULAS MAMÁRIAS, PELE, MÚSCULOS, TECIDO ADIPOSO e os TECIDOS CONJUNTIVOS.
72 Pulmão: Cada um dos órgãos pareados que ocupam a cavidade torácica que tem como função a oxigenação do sangue.

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