REOPRO

ELI LILLY

Atualizado em 09/12/2014

REOPRO®

abciximabe

Forma Farmacêutica e Apresentação do Reopro

REOPRO é uma solução clara, incolor, estéril e não-pirogênica para uso endovenoso (EV). O pH dasolução tamponada é de 7,2. Não são adicionados conservantes. É apresentado em frascos de dose única
de 5 ml.

USO EXCLUSIVO EM ADULTOS

Composição do Reopro

Cada frasco contém:
abciximabe....................2 mg/ml
Excipientes: fosfato de sódio, cloreto de sódio, polissorbato 80 e água para injeção1 q.s.p.
USO RESTRITO A HOSPITAIS

Informações ao Paciente do Reopro

Como este medicamento funciona?REOPRO é um fragmento2 de anticorpo3, que se liga em um local específico das plaquetas4 humanas
(células5 que participam da coagulação6) evitando que essas células5 se acumulem e formem coágulos.
Por que este medicamento foi indicado?
REOPRO é indicado como um auxiliar da heparina e da aspirina na prevenção de complicações cardíacas
por problemas de suprimento sangüíneo em pacientes:
1- submetidos a cateterismo7 para desobstrução coronária (angioplastia8 com balão, stent e
aterectomia).
2- com angina9 instável (dor no peito10 por falha no suprimento sanguíneo) que não cede com a
aplicação de medicamentos habituais, quando se planejar um cateterismo7 para desobstrução
coronária.
Quando não devo usar este medicamento?
Contra-indicações
REOPRO não deve ser utilizado em pacientes com alergia11 conhecida ao abciximabe, a qualquer
componente deste produto ou a anticorpos12 produzidos por camundongos.
Como a modificação do funcionamento das plaquetas4 aumenta os riscos de sangramento, REOPRO é
contra-indicado nas seguintes situações:
•  Sangramento interno ativo;
•  História de derrame13 cerebral (AVC) há menos de dois anos;
•  Cirurgia ou trauma intracraniano ou intra-espinhal recente (menos de 2 meses);
•  Cirurgia de grande porte recente (menos de 2 meses);
•  Tumor14 intracraniano ou malformação15 dos vasos intracranianos;
•  Doenças hemorrágicas16 (com sangramento espontâneo) ou aumento grave e descontrolado da pressão
arterial;
•  Diminuição do número de plaquetas4;
•  Vasculite17 (inflamação18 da parede do vaso sanguíneo);
•  Alterações graves da retina19 por aumento da pressão arterial20 (retinopatia hipertensiva);
•  Insuficiência21 grave do fígado22, pois não há muita informação de como o medicamento funciona nesses
pacientes;
•  A utilização de REOPRO é contra-indicada em pacientes com doença renal23 grave que precisem de
hemodiálise24 (filtração sanguínea).
Advertências e Precauções
Uma avaliação cuidadosa do risco/benefício deve ser feita em cada paciente antes de iniciar o tratamento
com REOPRO.
2
Os pacientes em tratamento com REOPRO podem apresentar um risco maior de sangramento,
particularmente na presença de medicamentos anticoagulantes25, como por exemplo heparina,
anticoagulantes25 e trombolíticos. Nos pacientes que estão recebendo trombolíticos, o uso de REOPRO
pode aumentar ainda mais o risco de sangramentos. Deve-se então considerar o risco/benefício nessa
situação. Se ocorrer sangramento grave, que não pode ser controlado com a pressão sobre o local, as
infusões de REOPRO e heparina devem ser interrompidas.
REOPRO não foi testado em estudos de reprodução26 com animais. Portanto, não se sabe se o medicamento
pode causar dano fetal quando administrado em mulheres grávidas ou se pode afetar a capacidade de
reprodução26. REOPRO deve ser usado em grávidas somente se extremamente necessário.
Não há estudos que comprovem que REOPRO é expelido no leite humano ou absorvido após a ingestão.
Informe ao médico o aparecimento de reações indesejáveis.
Informe a seu médico se você está fazendo uso de algum outro medicamento. Não use medicamento
sem o conhecimento do seu médico. Pode ser perigoso para a sua saúde27.
Interações medicamentosas
REOPRO foi estudado como um auxiliar do tratamento com heparina e aspirina. O uso de REOPRO
juntamente com heparina aumenta o risco de sangramento. Experiências limitadas com REOPRO em
pacientes que receberam trombolíticos sugerem um aumento no risco de sangramento. Apesar de não ter
sido estudado sistematicamente, o uso de REOPRO com outros medicamentos cardiovasculares de uso
comum no tratamento de angina9, infarto do miocárdio28 ou hipertensão29 não produziu reações adversas, nem
com as soluções comuns para infusão intravenosa.
Como devo usar este medicamento?
Aspecto físico
REOPRO é apresentado em frascos de dose única, contendo 5ml.
Características organolépticas
REOPRO é uma solução clara, incolor, estéril para uso endovenoso (EV). Não são adicionados
conservantes. É apresentado em frascos de dose única de 5ml.
Dosagem
A dose de REOPRO recomendada para adultos é um bolus30 INTRAVENOSO de 0,25 mg/kg, seguido
imediatamente por uma infusão intravenosa contínua de 0,125 mcg/kg/min (até uma taxa máxima de 10
mcg/min).
Siga a orientação de seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do
tratamento.
Não interrompa o tratamento sem o conhecimento do seu médico.
Não use o medicamento com o prazo de validade vencido. Antes de usar observe o aspecto do
medicamento.
Como usar
REOPRO é uma solução clara, incolor, estéril para uso endovenoso (EV). O preparo e a aplicação do
medicamento devem ser feitos exclusivamente por um profissional da área da saúde27 experiente e
devidamente capacitado. Deve-se ter cuidado com a manipulação e preparação das soluções de REOPRO.
Quais os males que este medicamento pode causar?
Sangramento é a reação desagradável mais freqüente em pacientes tratados com REOPRO. Outros
eventos adversos, tais como hemorragia31 intracraniana e AVC (derrame13 cerebral), trombocitopenia32
(diminuição do número de plaquetas4), dor nas costas33, hipotensão34 (diminuição da pressão arterial20), náusea35
(enjôo), angina9 (dor no peito10), vômitos36, dor de cabeça37, bradicardia38 (diminuição na freqüência cardíaca),
febre39 e dor no local da punção também foram relatados. Tamponamento cardíaco (acúmulo de líquido no
pericárdio40; estrutura que envolve o coração41), hemorragia31 pulmonar e síndrome42 do desconforto respiratório
do adulto, uma doença respiratória grave, foram reportados raramente. Reações de hipersensibilidade ou
alérgicas foram raramente observadas no tratamento com REOPRO. Contudo, anafilaxia43 (reação alérgica44
grave) pode ocorrer potencialmente a qualquer momento durante a administração.
O que fazer se alguém usar uma grande quantidade deste medicamento de uma só vez?
Não houve experiência de superdose nos estudos clínicos em humanos.
Onde e como devo guardar este medicamento?
O medicamento deve ser mantido de 2 a 8 ºC. Não congelar. Não agitar. Desprezar a porção não usada.
NUNCA USE QUALQUER MEDICAMENTO COM O PRAZO DE VALIDADE VENCIDO. O prazo
de validade do produto é de 36 meses e a data de validade está impressa no cartucho.
Todo medicamento deve ser mantido fora do alcance das crianças.3

Informações Técnicas Aos Profissionais de Saúde27 do Reopro


- CARACTERÍSTICAS FARMACOLÓGICAS

Descrição: O abciximabe, REOPRO, é o fragmento2 Fab do anticorpo3 monoclonal murino-humano 7E3
quimérico. O abciximabe liga-se ao receptor glicoproteína IIb/IIIa (GPIIb/IIIa) das plaquetas4 humanas e
inibe a agregação plaquetária. O anticorpo3 7E3 quimérico é produzido por perfusão contínua em cultura
de células5 de mamífero. O fragmento2 Fab 47.615 daltons é purificado a partir do sobrenadante da cultura
de células5, através de uma série de fases envolvendo inativação viral específica, procedimentos de
extração e digestão45 com papaína e cromatografia por coluna.
Farmacologia46 clínica
Geral: O abciximabe liga-se ao receptor GPIIb/IIIa plaquetário, que é um membro da família integrinas
(receptores de adesão) e o principal receptor de superfície da plaqueta47 envolvido na agregação
plaquetária. O abciximabe inibe a agregação plaquetária evitando a ligação do fibrinogênio48, fator von
Willebrand e outras moléculas de adesão ao receptor GPIIb/IIIa de plaquetas4 ativadas. REOPRO também
se liga ao receptor vitronectina (?v?3) encontrado nas plaquetas4 e nas células5 endoteliais. Os receptores de
vitronectina são mediadores das propriedades pró-coagulantes das plaquetas4 e das propriedades
proliferativas nas células5 das paredes dos vasos e dos músculos49 lisos. Devido a esta dupla especificidade,
REOPRO bloqueia a geração de trombina50 após a ativação das plaquetas4 mais eficientemente, em
comparação com um inibidor do GPIIb/IIIa administrado isoladamente. Acredita-se que o mecanismo de
ação envolve o bloqueio espacial ou conformacional do acesso de grandes moléculas ao receptor, ao invés
de interagir diretamente com o RGD (seqüência arginina-glicina-ácido aspártico) do local de ligação do
GPIIb/IIIa.
Farmacologia46 pré-clínica: Foi observada inibição máxima da agregação plaquetária in vivo quando ?
80% dos receptores GPIIb/IIIa estavam bloqueados pelo abciximabe. Em primatas, o abciximabe em
bolus30 de 0,25 mg/kg alcançou geralmente um bloqueio de pelo menos 80% dos receptores de plaquetas4 e
inibiu totalmente a agregação plaquetária. A inibição da função plaquetária foi temporária após uma dose
em bolus30, porém o bloqueio do receptor pode ser mantido em ?80% por infusão intravenosa contínua. Os
efeitos inibitórios do abciximabe foram diminuídos substancialmente pela transfusão51 de plaquetas4 em
macacos. A eficácia antitrombótica de anticorpos12 protótipos (Fab 7E3 murino e F (ab')2) e abciximabe,
foi avaliada em modelos de trombose52 em artéria53 coronária, carótida e femoral de cão, macaco e bugio.
Doses da versão murina de 7E3 ou de abciximabe suficiente para produzir um alto grau (?80%) de
bloqueio no receptor GPIIb/IIIa, preveniu a trombose52 aguda e produziu taxas mais baixas de trombose52
quando comparada com aspirina e/ou heparina.
Farmacocinética: Após a administração de bolus30 intravenoso, a concentração de abciximabe livre no
plasma54, diminui rapidamente com uma meia-vida inicial inferior a 10 minutos e uma meia-vida de
segunda fase de cerca de 30 minutos, provavelmente relacionada à rápida ligação aos receptores
plaquetários GPIIb/IIIa. A função plaquetária geralmente se recupera em 48 horas1,2, apesar do
abciximabe permanecer na circulação55 por até 15 dias ou mais ligado à plaqueta47. A administração
intravenosa de um bolus30 com uma dose de 0,25 mg/kg de abciximabe, seguida por infusão contínua de 10
mcg/min (ou um ajuste da infusão pelo peso de 0,125 mcg/kg/min, a uma taxa máxima de 10 mcg/min)
proporciona concentrações plasmáticas livres relativamente constantes durante toda a infusão. No término do período de infusão, as concentrações plasmáticas livres caem rapidamente por aproximadamente horas e daí por diante declinam em uma velocidade mais baixa.
Farmacodinâmica: Em um estudo clínico de Fase I, a administração intravenosa em humanos de doses
únicas em bolus30 de 0,15 a 0,30 mg/kg de abciximabe, produziu rápida inibição dose dependente da função
plaquetária, medida pela agregação plaquetária in vitro da resposta à adenosina difosfato (ADP) ou pelo
prolongamento do tempo de sangramento. Nas duas doses mais altas (0,25 e 0,30 mg/kg) em 2 horas após
a injeção1, mais de 80% dos receptores GPIIb/IIIa foram bloqueados e a agregação plaquetária em resposta
a 20 mcM de ADP foi quase abolida. Dados publicados mostraram que os níveis de inibição de plaquetas4
foram estabilizados dentro de 10 minutos da administração. Em estudo clínico Fase I, o tempo de
sangramento médio aumentou para mais de 30 minutos em ambas as doses quando comparado com um
valor inicial de aproximadamente 5 minutos. O bloqueio de 80% dos receptores foi selecionado como um
alvo para a eficácia farmacológica, porque em modelos animais com estenose56 coronária grave,
demonstrou-se que a inibição plaquetária, associada com este grau de bloqueio, previne trombose52
plaquetária.
A administração intravenosa em humanos de uma dose única em bolus30 de 0,25 mg/kg seguida por uma
infusão contínua de 10 mcg/min por períodos de 12 a 96 horas manteve alto grau de bloqueio do receptor
GPIIb/IIIa (?80%) e inibição da função plaquetária (agregação plaquetária in vitro em resposta a 20 mcM
de ADP menor do que 20% do valor basal e tempo de sangramento maior do que 30 minutos) durante a
infusão na maior parte dos pacientes. Resultados similares foram obtidos quando a dose de infusão
ajustada ao peso (0,125 mcg/kg/min, a uma taxa máxima de 10 mcg/min) foi utilizada em pacientes com
peso >80 kg. Os resultados em pacientes que receberam o bolus30 de 0,25 mg/kg seguido por uma infusão
de 5 mcg/min por 24 horas, mostraram um bloqueio do receptor como também inibição na agregação
plaquetária semelhantes ao inicial, porém a resposta não foi mantida durante todo o período de infusão.
Embora baixos níveis de receptores GPIIb/IIIa bloqueados estejam presentes por mais de 10 dias após o término da infusão, a função plaquetária retorna gradualmente ao normal, no período de 24 a 48 horas.
RESULTADOS DE EFICÁCIA
Nos estudos clínicos, o abciximabe demonstrou efeitos marcantes na redução de complicações
trombóticas57 de intervenções coronárias tais como: angioplastia8 com balão, aterectomia e stent coronário.
Esses efeitos foram observados dentro de horas após a intervenção e mantidas por 30 dias nos estudos
EPIC, EPILOG, EPISTENT e CAPTURE. No estudo EPIC, que incluiu pacientes de angioplastia8 de alto
risco, e em dois estudos clínicos intervencionistas que envolveram em sua maioria pacientes de
angioplastia8 de alto risco - EPILOG (36% de baixo risco e 64% de alto risco) e EPISTENT (27% de
baixo risco e 73% de alto risco) - a dose de infusão foi mantida por 12 horas após o procedimento e a
redução da taxa de eventos combinados (morte, infarto do miocárdio28 (IM) ou repetição da intervenção)
foi mantida pelo período de seguimento, 3 anos (EPIC), 1 ano (EPILOG) e 1 ano (EPISTENT),
respectivamente. No estudo EPIC, a redução da taxa de eventos combinados foi derivada primariamente
do efeito sobre o IM e sobre a necessidade de revascularização urgente e não-urgente. No estudo EPILOG
e EPISTENT a redução da taxa de eventos combinados foi derivada primariamente do efeito IM não-Q
(identificado pelo aumento das enzimas cardíacas) e revascularização de urgência58. No estudo CAPTURE,
em pacientes com angina9 instável refratária à terapia convencional59, o abciximabe foi administrado em
bolus30 seguido de infusão contínua por 24 horas antes do início do procedimento de angioplastia8 e mantido
por 1 hora após o término do mesmo. Este esquema demonstrou estabilização dos pacientes préangioplastia,
como evidenciado pelas taxas de redução do infarto do miocárdio28, sendo que a redução das
complicações trombóticas57 foi mantida aos 30 dias, mas não aos 6 meses.

Indicações do Reopro

O abciximabe é indicado como um adjuvante da heparina e da aspirina para a prevenção de complicaçõescardíacas isquêmicas em pacientes:
1- submetidos a intervenção coronária percutânea (angioplastia8 com balão ou com stent e
aterectomia).
2- com angina9 instável refratária(*) à terapia convencional59, com intervenção coronária percutânea
planejada.
(*) angina9 instável refratária definida por: eletrocardiograma60 anormal, compatível com isquemia61
miocárdica (depressão do segmento ST, elevação do segmento ST, ou onda-T anormal) e um ou mais
episódios de dor típica no peito10, ou ambos.

Contra-Indicações do Reopro

O REOPRO NÃO DEVE SER ADMINISTRADO A PACIENTES COM HIPERSENSIBILIDADE
CONHECIDA AO ABCIXIMABE, A QUALQUER COMPONENTE DESTE PRODUTO OU A
ANTICORPOS12 MONOCLONAIS MURÍNOS.
DADO QUE A INIBIÇÃO DA AGREGAÇÃO PLAQUETÁRIA AUMENTA OS RISCOS DE
SANGRAMENTO, ABCIXIMABE É CONTRA-INDICADO NAS SEGUINTES SITUAÇÕES
CLÍNICAS:
•  SANGRAMENTO INTERNO ATIVO;
•  HISTÓRIA DE ACIDENTE VASCULAR CEREBRAL62 (AVC) HÁ MENOS DE DOIS ANOS;
•  CIRURGIA OU TRAUMA INTRACRANIANO OU INTRAESPINHAL RECENTE (MENOS DE 2
MESES);
•  CIRURGIA DE GRANDE PORTE RECENTE (MENOS DE 2 MESES);
•  TUMOR14 INTRACRANIANO, MALFORMAÇÃO15 ARTERIOVENOSA OU ANEURISMA63;
•  DIÁTESE HEMORRÁGICA64 CONHECIDA OU HIPERTENSÃO29 GRAVE INCONTROLÁVEL;
•  TROMBOCITOPENIA32 PRÉ-EXISTENTE;
•  VASCULITE17;
•  RETINOPATIA HIPERTENSIVA;
•  INSUFICIÊNCIA HEPÁTICA65 GRAVE. DEVIDO AO FATO DE HAVER APENAS DADOS
LIMITADOS DISPONÍVEIS;
•  A UTILIZAÇÃO DE REOPRO É CONTRA INDICADA EM PACIENTES COM INSUFICIÊNCIA21
RENAL23 GRAVE OS QUAIS PRECISEM DE HEMODIÁLISE24.

Modo de Usar e Cuidados de Conservação Depois de Aberto do Reopro

Instruções para Administração1. Os produtos parenterais devem ser inspecionados visualmente quanto a partículas antes da
administração. As preparações de abciximabe contendo partículas opacas visíveis NÃO devem ser
usadas.
2. Deve-se estar preparado para reações de hipersensibilidade quando são administradas soluções
protéicas tais como de abciximabe. Adrenalina66, dopamina67, teofilina, antihistamínicos e corticosteróides
devem estar disponíveis para uso imediato. Se aparecerem sintomas68 de reação alérgica44 ou de anafilaxia43, a
infusão deve ser imediatamente interrompida e o tratamento apropriado deve ser administrado. A
administração de 0,3 a 0,5 ml de solução de adrenalina66 (diluição 1:1000), o uso de corticosteróides, de
assistência respiratória e outra medida de ressucitação podem ser medidas fundamentais.
3. Como com todos os produtos parenterais, devem ser usados procedimentos assépticos durante a
administração de abciximabe.
4. Retirar em uma seringa69 a quantidade necessária de abciximabe (2 mg/ml) para uma injeção1 em bolus30,
usando-se um filtro de 0,2/0,22 mcm ou 5,0 mcm de baixa ligação protéica, não pirogênico e estéril. O
bolus30 deve ser administrado em pelo menos 1 (um) minuto.
5. Retirar em uma seringa69 a quantidade necessária de abciximabe para infusão contínua. Injetar em soro70
fisiológico71 a 0,9% ou soro70 glicosado a 5%, estéril, e infundir em uma velocidade calculada por intermédio
de uma bomba de infusão. A infusão contínua deve ser filtrada usando um filtro de seringa69 de 0,2/0,22
mcm ou 5,0 mcm, estéril, não pirogênico, de baixa ligação protéica ou usando um filtro em linha de 0,2
ou 0,22 mcm, estéril, não pirogênico, de baixa ligação protéica. Desprezar a porção não usada no final da
infusão.
6. Não foram observadas incompatibilidades com as soluções de infusão endovenosa ou drogas
cardiovasculares comumente usadas. Contudo, o abciximabe deve ser administrado em uma linha
intravenosa separada sempre que possível e não misturado com outros medicamentos.
7. Não foram observadas incompatibilidades com frascos de vidro ou bolsas de cloreto de polivinila e
dispositivos de administração.
Cuidados de armazenamento
O medicamento deve ser mantido de 2 a 8 ºC. Não congelar. Não agitar. Desprezar a porção não usada.
Do ponto de vista microbiológico72, o produto deve ser utilizado imediatamente. Se o produto não for
administrado imediatamente, o armazenamento do produto e a manutenção das suas condições de uso
ficam sob a responsabilidade do profissional de saúde27 encarregado da administração do medicamento. O
período de armazenamento nestas condições não deve exceder 24 horas em temperatura de 2 a 8°C, desde
que a diluição do produto tenha sido feita em condições assépticas controladas e validadas.

Posologia do Reopro

A dose de abciximabe recomendada para adultos é um bolus30 INTRAVENOSO de 0,25 mg/kg,
seguido imediatamente por uma infusão intravenosa contínua de 0,125 mcg/kg/min (até uma taxa
máxima de 10 mcg/min).
•  Para a estabilização de pacientes com angina9 instável, a dose em bolus30, seguida pela infusão
contínua deve ser iniciada 24 horas antes de uma possível angioplastia8 transluminal coronária (ATC) e
concluída 12 horas após a intervenção (ATC).
•  Para prevenção de complicações cardíacas isquêmicas em pacientes submetidos à angioplastia8
transluminal coronária, os quais não estão recebendo infusão do REOPRO, a dose em bolus30 deve ser
administrada 10 a 60 minutos antes da intervenção (ATC) seguida, imediatamente, por uma infusão
contínua por 12 horas.

Advertências do Reopro

UMA AVALIAÇÃO CUIDADOSA DO RISCO/BENEFÍCIO DEVE SER FEITA EM CADAPACIENTE ANTES DE INICIAR O TRATAMENTO COM REOPRO. UM RESULTADO
FAVORÁVEL NA RELAÇÃO RISCO/BENEFÍCIO NÃO FOI ESTABELECIDO EM PACIENTES DE
BAIXO RISCO COM IDADE SUPERIOR A 65 ANOS DE IDADE.
PROCEDIMENTOS NECESSÁRIOS PARA O AUXÍLIO DOS ESPECIALISTAS:
REOPRO DEVE SER ADMINISTRADO APENAS EM CONDIÇÕES DE CUIDADOS INTENSIVOS
POR PARTE DA EQUIPE MÉDICA E DE ENFERMAGEM. ALÉM DISSO, DEVEM SER
REALIZADOS E PERMANECER DISPONÍVEIS OS TESTES LABORATORIAIS DA FUNÇÃO
HEMATOLÓGICA E INFRA-ESTRUTURA PARA ADMINISTRAÇÃO DE DERIVADOS DE
SANGUE73.
O ABCIXIMABE TEM O POTENCIAL DE AUMENTAR O RISCO DE SANGRAMENTO,
PARTICULARMENTE NA PRESENÇA DE ANTICOAGULANTES25, POR EX. HEPARINA, OUTROS
ANTICOAGULANTES25 OU TROMBOLÍTICOS (VER PRECAUÇÕES DE SANGRAMENTO).
O TRATAMENTO COM ABCIXIMABE PODE AUMENTAR O RISCO DE SANGRAMENTOS
MAIORES NOS PACIENTES QUE ESTÃO RECEBENDO TROMBOLÍTICOS. DEVE-SE
CONSIDERAR O RISCO/BENEFÍCIO ANTES DO USO NESSA SITUAÇÃO.
SE OCORRER SANGRAMENTO GRAVE NÃO CONTROLÁVEL COM COMPRESSÃO, A
INFUSÃO CONCOMITANTE DE ABCIXIMABE E HEPARINA DEVE SER INTERROMPIDA.
TRATAMENTO CONCOMITANTE COM ASPIRINA E HEPARINA - O ABCIXIMABE DEVE
SER USADO COMO UM ADJUVANTE À TERAPIA COM ASPIRINA E HEPARINA.
ASPIRINA - A ASPIRINA DEVE SER ADMINISTRADA POR VIA ORAL EM UMA DOSE DIÁRIA
NÃO INFERIOR A 300 mg.
HEPARINA -
1. ANGIOPLASTIA8 TRANSLUMINAL CORONÁRIA (ATC)
HEPARINA EM BOLUS30 PRÉ-ATC - SE O TEMPO DE COAGULAÇÃO6 ATIVADO (TCA) DO
PACIENTE FOR INFERIOR A 200 SEGUNDOS ANTES DO INÍCIO DA ATC, UM BOLUS30 INICIAL
DE HEPARINA DEVE SER ADMINISTRADO APÓS O ESTABELECIMENTO DO ACESSO
ARTERIAL, DE ACORDO COM O SEGUINTE ALGORÍTMO:
TCA < 150 SEGUNDOS: ADMINISTRAR 70 U/kg
TCA 150-199 SEGUNDOS: ADMINISTRAR 50 U/kg
A DOSE INICIAL DE HEPARINA EM BOLUS30 NÃO DEVE EXCEDER 7.000 U.
O TCA DEVE SER VERIFICADO, AGUARDANDO-SE PELO MENOS 2 MINUTOS APÓS O
BOLUS30 DE HEPARINA. SE O TCA FOR < 200 SEGUNDOS, DEVEM SER ADMINISTRADOS
BOLUSES ADICIONAIS DE HEPARINA DE 20 U/kg, ANTES DO INÍCIO DA INTERVENÇÃO
ATÉ QUE SEJA ALCANÇADO UM TCA TERAPÊUTICO (? 200 SEGUNDOS).
PODEM OCORRER SITUAÇÕES EM QUE DOSES ALTAS DE HEPARINA SÃO CONSIDERADAS
CLINICAMENTE NECESSÁRIAS, MESMO QUE O RISCO DE SANGRAMENTO SEJA
AUMENTADO, RECOMENDA-SE QUE A HEPARINA SEJA CUIDADOSAMENTE TITULADA
EM BOLUS30 AJUSTADOS AO PESO E QUE O VALOR DE TCA NÃO EXCEDA 300 SEGUNDOS.
BOLUS30 DE HEPARINA DURANTE A ATC - DURANTE A ATC, DEVE SER VERIFICADO O TCA
A CADA 30 MINUTOS. SE O TCA FOR < 200 SEGUNDOS, DEVEM SER ADMINISTRADOS
BOLUSES ADICIONAIS DE HEPARINA DE 20 U/kg ATÉ QUE SEJA ALCANÇADO UM TCA
TERAPÊUTICO (? 200 SEGUNDOS). PARA VERIFICAR O TCA DEVE-SE AGUARDAR UM
PERÍODO MÍNIMO DE 2 MINUTOS APÓS CADA BOLUS30 DE HEPARINA.
COMO ALTERNATIVA À ADMINISTRAÇÃO DE BOLUSES ADICIONAIS (COMO DESCRITO
ACIMA), UMA INFUSÃO CONTÍNUA DE HEPARINA PODE SER INICIADA APÓS O BOLUS30 DE
HEPARINA INICIAL FAZER COM QUE SE ATINJA UM TCA ? 200. A INFUSÃO CONTÍNUA,
NESTE CASO, DEVE OCORRER A 7 U/kg/h E ASSIM PERMANECER ENQUANTO DURAR O
PROCEDIMENTO.
INFUSÃO DE HEPARINA APÓS A ATC - RECOMENDA-SE VEEMENTEMENTE A
INTERRUPÇÃO DA HEPARINA IMEDIATAMENTE APÓS O TÉRMINO DO PROCEDIMENTO E
A REMOÇÃO PRECOCE DO INTRODUTOR ARTERIAL EM SEIS HORAS. NOS CASOS DE
UTILIZAÇÃO DE HEPARINIZAÇÃO PROLONGADA APÓS A ATC OU DA REMOÇÃO TARDIA
DO INTRODUTOR ARTERIAL, RECOMENDA-SE ENTÃO UMA INFUSÃO COM VELOCIDADE
INICIAL DE 7 U/kg/hora (VER PRECAUÇÕES: REMOÇÃO DO INTRODUTOR FEMORAL). EM
TODAS AS CIRCUNSTÂNCIAS, A HEPARINA DEVE SER INTERROMPIDA PELO MENOS
DUAS HORAS ANTES DA REMOÇÃO DO INTRODUTOR ARTERIAL.
2. ESTABILIZAÇÃO DA ANGINA9 INSTÁVEL - A ANTICOAGULAÇÃO DEVE SER INICIADA
COM HEPARINA ATÉ O VALOR DE TTPA DE 60-85 SEGUNDOS. A INFUSÃO DE HEPARINA
DEVE SER MANTIDA DURANTE A INFUSÃO DE ABCIXIMABE. APÓS A ANGIOPLASTIA8, O
TRATAMENTO COM HEPARINA SEGUE AS RECOMENDAÇÕES DO ITEM 1. ANGIOPLASTIA8
TRANSLUMINAL CORONÁRIA.
PRECAUÇÕES DE SANGRAMENTO
LOCAL DE ACESSO À ARTÉRIA53 FEMORAL - O ABCIXIMABE ESTÁ RELACIONADO COM UM
AUMENTO NO ÍNDICE DE SANGRAMENTO, PARTICULARMENTE NO LOCAL DA INCISÃO74
DE ACESSO ARTERIAL PARA COLOCAÇÃO DE INTRODUTOR NA ARTÉRIA53 FEMORAL. SÃO
AS SEGUINTES RECOMENDAÇÕES ESPECÍFICAS DE CUIDADOS COM O LOCAL DE INCISÃO74
PARA ACESSO ARTERIAL:
INSERÇÃO DO INTRODUTOR NA ARTÉRIA53 FEMORAL
•  QUANDO APROPRIADO, COLOQUE SOMENTE UM INTRODUTOR ARTERIAL PARA
ACESSO VASCULAR75 (EVITE USO DE INTRODUTOR VENOSO).
•  PUNCIONAR SOMENTE A PAREDE ANTERIOR DA ARTÉRIA53 OU VEIA QUANDO
EFETUAR O ACESSO VASCULAR75.
•  O USO DE UMA TÉCNICA "THROUGH AND THROUGH" PARA IDENTIFICAR A
ESTRUTURA VASCULAR75 É FORTEMENTE DESACONSELHADA.
ENQUANTO O INTRODUTOR ESTIVER NA ARTÉRIA53 FEMORAL
•  VERIFICAR O LOCAL DE INSERÇÃO DO INTRODUTOR E A PULSAÇÃO DISTAL76
DA(S) PERNA(S) MANIPULADA(S) A CADA 15 MINUTOS DURANTE 1 HORA E DAÍ
POR DIANTE DE HORA EM HORA POR 6 HORAS.
•  MANTER REPOUSO ABSOLUTO COM A CABECEIRA DA CAMA A ? 30º
•  MANTER A(S) PERNA(S) MANIPULADA(S) ESTICADA(S) PELO MÉTODO DA DOBRA
NO LENÇOL OU LEVE IMOBILIZAÇÃO.
•  MEDICAR PARA DOR NA VIRILHA OU COSTAS33 QUANDO NECESSÁRIO.
•  EDUCAR O PACIENTE NOS CUIDADOS PÓS-ATC, COM INSTRUÇÕES VERBAIS.
REMOÇÃO DO INTRODUTOR DA ARTÉRIA53 FEMORAL
•  A HEPARINA DEVE SER SUSPENSA PELO MENOS 2 HORAS ANTES DA REMOÇÃO
DO INTRODUTOR ARTERIAL.
•  VERIFICAR O TTPA OU O TCA ANTES DA REMOÇÃO DO INTRODUTOR ARTERIAL:
NÃO REMOVER O INTRODUTOR A MENOS QUE O TTPA ? 50 SEGUNDOS OU O TCA
? 175 SEGUNDOS.
•  APLICAR PRESSÃO NA INCISÃO74 DE ACESSO POR PELO MENOS 30 MINUTOS APÓS
A REMOÇÃO DO INTRODUTOR, USANDO COMPRESSÃO MANUAL OU MECÂNICA.
•  APLICAR CURATIVO COMPRESSIVO APÓS CONSEGUIR A HEMOSTASIA77.
APÓS REMOÇÃO DO INTRODUTOR DA ARTÉRIA53 FEMORAL
•  VERIFICAR A VIRILHA QUANTO A SANGRAMENTO/HEMATOMA78 E O PULSO
DISTAL76 A CADA 15 MINUTOS DURANTE A 1a HORA OU ATÉ ESTABILIZAÇÃO, DAÍ
POR DIANTE DE HORA EM HORA DURANTE 6 HORAS APÓS A REMOÇÃO.
•  CONTINUAR O REPOUSO ABSOLUTO COM A CABECEIRA DA CAMA A ? 30º E
MANTER A PERNA MANIPULADA ESTICADA POR 6-8 HORAS APÓS A REMOÇÃO
DO INTRODUTOR DA ARTÉRIA53 FEMORAL, OU POR 6-8 HORAS APÓS INTERRUPÇÃO
DO ABCIXIMABE OU POR 4 HORAS APÓS INTERRUPÇÃO DA HEPARINA,
QUALQUER QUE SEJA O ÚLTIMO.
•  PROVIDENCIAR A REMOÇÃO DO CURATIVO COMPRESSIVO ANTES DE LIBERAR A
MOVIMENTAÇÃO DO PACIENTE.
•  UTILIZAR ANALGÉSICOS79 EM CASO DE DESCONFORTO.
TRATAMENTO DO SANGRAMENTO/FORMAÇÃO DE HEMATOMA78 NO LOCAL DE ACESSO
FEMORAL - NO CASO DE SANGRAMENTO NA INCISÃO74 NA VIRILHA COM OU SEM
FORMAÇÃO DE HEMATOMA78, OS SEGUINTES PROCEDIMENTOS SÃO RECOMENDADOS:
•  ABAIXAR A CABECEIRA DA CAMA A 0º.
•  APLICAR PRESSÃO/COMPRESSÃO, MANUAL OU MECÂNICA, ATÉ A HEMOSTASIA77.
•  QUALQUER HEMATOMA78 DEVE SER MEDIDO E MONITORADO QUANTO AO
AUMENTO DE TAMANHO.
•  TROCAR O CURATIVO DE COMPRESSÃO QUANDO NECESSÁRIO.
•  SE ESTIVER SOB ADMINISTRAÇÃO DE HEPARINA, MEDIR O TTPA E AJUSTAR A
DOSE DE HEPARINA, SE NECESSÁRIO.
•  MANTER O ACESSO INTRAVENOSO SE O INTRODUTOR HOUVER SIDO REMOVIDO.
SE O SANGRAMENTO NA INCISÃO74 DA VIRILHA CONTINUAR OU O HEMATOMA78 SE
EXPANDIR DURANTE A INFUSÃO DE ABCIXIMABE, A DESPEITO DAS MEDIDAS ACIMA, A
INFUSÃO DE ABCIXIMABE DEVE SER SUSPENSA IMEDIATAMENTE E O INTRODUTOR
ARTERIAL REMOVIDO DE ACORDO COM AS INSTRUÇÕES ACIMA. APÓS A REMOÇÃO DO
INTRODUTOR ARTERIAL, O ACESSO VENOSO DEVE SER MANTIDO ATÉ QUE O
SANGRAMENTO SEJA CONTROLADO (VER SANGRAMENTO DE DIFÍCIL CONTROLE).
LOCAIS POTENCIAIS DE SANGRAMENTO - DEVE-SE TER CUIDADOSA ATENÇÃO COM
TODOS OS LOCAIS POTENCIAIS DE SANGRAMENTO, INCLUSIVE OS LOCAIS DE PUNÇÃO
VENOSA E ARTERIAL, LOCAIS DE INSERÇÃO DE CATETER, LOCAIS DE DISSECÇÃO
VENOSA (FLEBOTOMIA80) E LOCAIS DE VENÓCLISE.
SANGRAMENTO RETROPERITONEAL81 - O ABCIXIMABE FOI RELACIONADO COM UM
AUMENTO NO RISCO DE SANGRAMENTO RETROPERITONEAL81 ASSOCIADO COM PUNÇÃO
VASCULAR75 FEMORAL. O USO DE INTRODUTORES VENOSOS É DESANCONSELHADO E
NOS CASOS NECESSÁRIOS SOMENTE A PAREDE ANTERIOR DA ARTÉRIA53 OU VEIA DEVE
SER PUNCIONADA QUANDO SE EFETUAR O ACESSO VASCULAR75 (VER PRECAUÇÕES DE
SANGRAMENTO, LOCAL DE ACESSO À ARTÉRIA53 FEMORAL).
HEMORRAGIA31 PULMONAR (PRINCIPALMENTE ALVEOLAR) - REOPRO FOI RARAMENTE
ASSOCIADO A HEMORRAGIA31 PULMONAR (PRINCIPALMENTE ALVEOLAR). AS SITUAÇÕES
A SEGUIR, PODEM OCORRER COM UMA OU EM TODAS AS SITUAÇÕES RELACIONADAS A
ADMINISTRAÇÃO DE REOPRO: HIPOXEMIA82, INFILTRAÇÃO ALVEOLAR DEMONSTRADA
POR RADIOGRAFIA DE TÓRAX83, HEMOPTISE84, OU QUEDA INEXPLICÁVEL NO NÍVEL DE
HEMOGLOBINA85. SE CONFIRMADO, REOPRO E TODOS OS OUTROS MEDICAMENTOS
ANTICOAGULANTES25 E ANTIPLAQUETÁRIOS DEVEM SER IMEDIATEMENTE
INTERROMPIDOS.
PROFILAXIA DE SANGRAMENTO GASTROINTESTINAL (GI) - PARA EVITAR
SANGRAMENTO GI ESPONTÂNEO É RECOMENDADO QUE OS PACIENTES SEJAM PRÉ-
TRATADOS COM ANTAGONISTAS DE RECEPTOR HISTAMÍNICO-H2 OU ANTIÁCIDOS86
LÍQUIDOS. DEVEM SER ADMINISTRADOS ANTIEMÉTICOS87 QUANDO NECESSÁRIO PARA
PREVENIR VÔMITO88.
CUIDADOS GERAIS DE ENFERMAGEM - DEVEM SER EVITADAS PUNÇÕES ARTERIAIS E
VENOSAS DESNECESSÁRIAS, INJEÇÕES INTRAMUSCULARES, USO ROTINEIRO DE
CATETERES VESICAIS, INTUBAÇÃO NASOTRAQUEAL, TUBOS NASOGÁSTRICOS E
MANGUITOS DE APARELHOS AUTOMÁTICOS DE PRESSÃO ARTERIAL20. PARA OBTENÇÃO
DE ACESSO VENOSO, DEVEM SER EVITADOS LOCAIS NÃO COMPRESSÍVEIS (EXEMPLO:
VEIAS89 SUBCLÁVIA OU JUGULAR). O USO DE CATETERES OU VENÓCLISE HEPARINIZADOS
PARA RETIRADA DO SANGUE73 DEVE SER CONSIDERADO. OS LOCAIS DE PUNÇÃO
VASCULAR75 DEVEM SER DOCUMENTADOS E MONITORADOS. DEVE-SE TER CUIDADO
QUANDO DA REMOÇÃO DE CURATIVOS.
MONITORAÇÃO DO PACIENTE - ANTES DA ADMINISTRAÇÃO DE ABCIXIMABE, DEVE SER
FEITA A CONTAGEM DE PLAQUETAS4 E AS MEDIDAS DE TCA, TEMPO DE PROTROMBINA90
(TP) E TTPA, PARA SE IDENTIFICAR COAGULOPATIAS PRÉ-EXISTENTES. DEVEM SER
FEITAS CONTAGENS ADICIONAIS DE PLAQUETAS4 DE 2 A 4 HORAS APÓS A
ADMINISTRAÇÃO EM BOLUS30 E A CADA 24 HORAS. AS MEDIDAS DE HEMOGLOBINA85 E DE
HEMATÓCRITO91 DEVEM SER FEITAS ANTES E A CADA 12 A 24 HORAS APÓS A
ADMINISTRAÇÃO DO BOLUS30 DE ABCIXIMABE. DEVE-SE OBTER ELETROCARDIOGRAMA60
(ECG) DE 12 DERIVAÇÕES ANTES DA INJEÇÃO1 EM BOLUS30 DE ABCIXIMABE, REPETIDO
QUANDO O PACIENTE RETORNAR DA HEMODINÂMICA92 PARA O LEITO E 24 HORAS APÓS
O BOLUS30 DE ABCIXIMABE. OS SINAIS VITAIS93 (INCLUINDO PRESSÃO ARTERIAL20 E PULSO)
DEVEM SER MEDIDOS DE HORA EM HORA NAS PRIMEIRAS 4 HORAS E DAÍ POR DIANTE
EM 6, 12, 18 E 24 HORAS APÓS O BOLUS30 DE ABCIXIMABE.
RESTAURAÇÃO DA FUNÇÃO PLAQUETÁRIA - A TRANSFUSÃO51 DE PLAQUETAS4
DEMONSTROU RESTAURAR A FUNÇÃO PLAQUETÁRIA APÓS A ADMINISTRAÇÃO DE
ABCIXIMABE EM ESTUDOS EM ANIMAIS. TRANSFUSÕES DE PLAQUETAS4 FRESCAS
FORAM ADMINISTRADAS EXPERIMENTALMENTE PARA RESTAURAR A FUNÇÃO
PLAQUETÁRIA EM HUMANOS. NO CASO DE SANGRAMENTO GRAVE DE DIFÍCIL
CONTROLE OU NECESSIDADE DE CIRURGIA, O ABCIXIMABE DEVE SER INTERROMPIDO.
NA MAIORIA DOS PACIENTES, O TEMPO DE SANGRAMENTO RETORNA AO NORMAL
DENTRO DE 12 HORAS. SE O TEMPO DE SANGRAMENTO PERMANECER PROLONGADO OU
HOUVER INIBIÇÃO ACENTUADA DA FUNÇÃO PLAQUETÁRIA OU SE FOR NECESSÁRIA
HEMOSTASIA77 RÁPIDA OU NOS CASOS EM QUE A HEMOSTASIA77 NÃO FOR
ADEQUADAMENTE RESTABELECIDA, DEVE-SE CONSIDERAR BUSCAR A OPINIÃO DE UM
HEMATOLOGISTA EXPERIENTE EM DIAGNÓSTICO94 E TRATAMENTO DE DISFUNÇÕES
HEMORRÁGICAS16. SE FOR NECESSÁRIO UMA HEMOSTASIA77 RÁPIDA, DOSES
TERAPÊUTICAS DE PLAQUETAS4 PODEM SER ADMINISTRADAS (PELO MENOS 5,5x1011
PLAQUETAS4). PODE HAVER REDISTRIBUIÇÃO DE REOPRO DOS RECEPTORES
PLAQUETÁRIOS ENDÓGENOS PARA AS PLAQUETAS4 TRANSFUNDIDAS. UMA ÚNICA
TRANSFUSÃO51 PODE SER SUFICIENTE PARA REDUZIR O BLOQUEIO DO RECEPTOR EM 60-
70%, A PARTIR DOS QUAIS A FUNÇÃO PLAQUETÁRIA É RESTAURADA. PODE SER
NECESSÁRIO REPETIR AS TRANSFUSÕES DE PLAQUETAS4 PARA MANTER A HEMOSTASIA77.
USO DE TROMBOLÍTICOS, ANTICOAGULANTES25 E OUTRAS DROGAS
ANTIPLAQUETÁRIAS - DADO QUE ABCIXIMABE INIBE A AGREGAÇÃO PLAQUETÁRIA,
DEVE-SE TER CUIDADO QUANDO FOR USADO COM OUTRAS DROGAS QUE AFETAM A
HEMOSTASIA77, TAIS COMO A HEPARINA, ANTICOAGULANTES25 ORAIS, TAIS COMO A
VARFARINA, DROGAS TROMBOLÍTICAS E ANTIPLAQUETÁRIAS QUE NÃO A ASPIRINA,
TAIS COMO DIPIRIDAMOL, TICLOPIDINA OU DEXTRANO DE BAIXO PESO MOLECULAR.
EXISTEM DADOS SOBRE O USO DE ABCIXIMABE EM PACIENTES RECEBENDO DROGAS
TROMBOLÍTICAS. CONTUDO, ESSES DADOS SUGEREM UM AUMENTO NO RISCO DE
SANGRAMENTO QUANDO ABCIXIMABE É ADMINISTRADO A PACIENTES TRATADOS COM
TROMBOLÍTICOS EM DOSES SUFICIENTES PARA PRODUZIR UM ESTADO FIBRINOLÍTICO
SISTÊMICO95. POR ISSO, A UTILIZAÇÃO TERAPÊUTICA96 DE REOPRO COMO ADJULVANTE NA
ANGIOPLASTIA8 EM PACIENTES QUE TENHAM RECEBIDO TRATAMENTO TROMBOLÍTICO
SISTÊMICO95 DEVE SER CONSIDERADA SOMENTE APÓS CUIDADOSA AVALIAÇÃO DO
RISCO/BENEFÍCIO PARA CADA PACIENTE. O RISCO DE SANGRAMENTO E HEMORRAGIA31
INTRACRANIANA PARECE SER MAIOR QUANDO REOPRO É ADMINISTRADO MAIS
RAPIDAMENTE APÓS A ADMINISTRAÇÃO DE UM TROMBOLÍTICO.
O ESTUDO CLÍNICO GUSTO V RANDOMIZOU 16.588 PACIENTES COM INFARTO97 AGUDO98 DO
MIOCÁRDIO99 PARA O TRATAMENTO COMBINADO DE REOPRO E MEIA DOSE DE
RETEPLASE OU DOSE TOTAL DE RETEPLASE. A INCIDÊNCIA100 DE SANGRAMENTO NÃO
INTRACRANIANO MODERADO OU GRAVE AUMENTOU EM PACIENTES RECEBENDO
REOPRO E MEIA DOSE DE RETEPLASE EM COMPARAÇÃO AOS PACIENTES QUE
RECEBERAM APENAS O RETEPLASE (4,6 VERSUS 2,3%, RESPECTIVAMENTE).
SE FOR NECESSÁRIA INTERVENÇÃO URGENTE PARA SINTOMAS68 REFRATÁRIOS101 EM UM
PACIENTE RECEBENDO ABCIXIMABE (OU QUE TENHA RECEBIDO O MEDICAMENTO NAS
48 HORAS PRÉVIAS), É RECOMENDADO QUE SEJA TENTADA PRIMEIRO A ANGIOPLASTIA8
PARA CONTROLAR A SITUAÇÃO. ANTES DE INTERVENÇÕES CIRÚRGICAS, DEVE SER
DETERMINADO O TEMPO DE SANGRAMENTO E ESTE DEVE SER DE 12 MINUTOS OU
MENOS. SE A ANGIOPLASTIA8 OU QUALQUER OUTRO PROCEDIMENTO ADEQUADO
FALHAR, E A ANGIOGRAFIA102 SUGERIR QUE A ETIOLOGIA103 É DEVIDO À TROMBOSE52, DEVESE
CONSIDERAR A ADMINISTRAÇÃO DE TERAPIA TROMBOLÍTICA ADJUVANTE, POR VIA
INTRACORONÁRIA. DEVE SER EVITADO UM ESTADO FIBRINOLÍTICO SISTÊMICO95.
TROMBOCITOPENIA32 - PARA AVALIAR A POSSIBILIDADE DE TROMBOCITOPENIA32, A
CONTAGEM DE PLAQUETAS4 DEVE SER MONITORADA ANTES DO TRATAMENTO, 2 A 4
HORAS E 24 HORAS APÓS ADMINISTRAÇÃO DO BOLUS30 DE ABCIXIMABE. SE O PACIENTE
APRESENTAR UMA PLAQUETOPENIA104 SÚBITA, DEVEM SER DETERMINADAS CONTAGENS
ADICIONAIS DE PLAQUETAS4. ESSAS CONTAGENS DE PLAQUETAS4 DEVEM SER FEITAS EM
TUBOS CONTENDO ÁCIDO ETILENODIAMINOTETRACÉTICO (EDTA), CITRATO E
HEPARINA PARA EXCLUIR PSEUDO-TROMBOCITOPENIA32 DEVIDO À INTERAÇÃO COM
ANTICOAGULANTE105 IN VITRO. SE FOR VERIFICADA TROMBOCITOPENIA32 VERDADEIRA,
DEVE-SE SUSPENDER IMEDIATAMENTE O ABCIXIMABE, MONITORAR E TRATAR
APROPRIADAMENTE A SITUAÇÃO. DEVE-SE FAZER UMA CONTAGEM DE PLAQUETAS4
DIARIAMENTE ATÉ QUE ESTA RETORNE AO NORMAL. SE A CONTAGEM DE PLAQUETAS4
DO PACIENTE CAIR ABAIXO DE 60.000 células5/mm3, A HEPARINA E A ASPIRINA DEVEM SER
SUSPENSAS. SE A CONTAGEM DE PLAQUETAS4 DO PACIENTE CAIR ABAIXO DE 50.000
células5/mm3, A TRANSFUSÃO51 DE PLAQUETAS4 DEVE SER CONSIDERADA, ESPECIALMENTE
SE O PACIENTE ESTIVER SANGRANDO E/OU SE ESTIVEREM PLANEJADOS
PROCEDIMENTOS INVASIVOS OU SE OS PROCEDIMENTOS ESTIVEREM EM ANDAMENTO.
SE A CONTAGEM DE PLAQUETAS4 DO PACIENTE CAIR ABAIXO DE 20.000 células5/mm3,
DEVE-SE REALIZAR UMA TRANSFUSÃO51 DE PLAQUETAS4. A DECISÃO DE SE FAZER A
TRANSFUSÃO51 DE PLAQUETAS4 DEVE SER BASEADA NO JULGAMENTO CLÍNICO DE CADA
CASO.
SANGRAMENTO DE DIFÍCIL CONTROLE - (TÉCNICAS ESPECÍFICAS PARA
SANGRAMENTO NO LOCAL DE ACESSO (VER PRECAUÇÕES - LOCAL DE ACESSO À
ARTÉRIA53 FEMORAL). QUANDO CONSIDERAR A NECESSIDADE DE TRANSFUSÃO51, O
VOLUME INTRAVASCULAR106 DO PACIENTE DEVE SER MONITORADO. SE HIPOVOLÊMICO,
O VOLUME INTRAVASCULAR106 DEVE SER ADEQUADAMENTE RESTABELECIDO COM
SOLUÇÕES HIDROELETROLÍTICAS. EM PACIENTES ASSINTOMÁTICOS, A ANEMIA107
NORMOVOLÊMICA (HEMOGLOBINA85 7-10 g/dl) PODE SER BEM TOLERADA; A TRANSFUSÃO51
NÃO É INDICADA A MENOS QUE A DIMINUIÇÃO NOS SINAIS VITAIS93 SEJA VISÍVEL OU O
PACIENTE APRESENTE SINAIS108 E SINTOMAS68. EM PACIENTES SINTOMÁTICOS (POR EX.
SÍNCOPE109, DISPNÉIA110, HIPOTENSÃO34 POSTURAL, TAQUICARDIA111), DEVEM SER USADAS
SOLUÇÕES HIDROELETROLÍTICAS PARA REPOR O VOLUME INTRAVASCULAR106. SE OS
SINTOMAS68 PERSISTIREM, O PACIENTE DEVE RECEBER TRANSFUSÕES COM
CONCENTRADO DE HEMÁCIAS112 OU SANGUE73 TOTAL NA BASE DE UM-PARA-UM; UMA
UNIDADE DEVE SER SUFICIENTE. EM ESTUDOS ANIMAIS, TRANSFUSÕES DE PLAQUETAS4
RECUPERARAM A FUNÇÃO PLAQUETÁRIA APÓS A ADMINISTRAÇÃO DE ABCIXIMABE E
TRANSFUSÕES DE PLAQUETAS4 FRESCAS FORAM ADMINISTRADAS
EXPERIMENTALMENTE PARA RESTAURAR A FUNÇÃO PLAQUETÁRIA EM HUMANOS. NO
CASO DE SANGRAMENTO GRAVE DE DIFÍCIL CONTROLE OU NECESSIDADE DE CIRURGIA
DE EMERGÊNCIA113, O ABCIXIMABE DEVE SER INTERROMPIDO. NA MAIORIA DOS
PACIENTES, O TEMPO DE SANGRAMENTO RETORNA AO NORMAL DENTRO DE 12 HORAS.
SE O TEMPO DE SANGRAMENTO PERMANECER PROLONGADO OU HOUVER UMA
INIBIÇÃO ACENTUADA DA FUNÇÃO PLAQUETÁRIA OU CASO SEJA NECESSÁRIA UMA
HEMOSTASIA77 RÁPIDA OU CASO A HEMOSTASIA77 NÃO SEJA ADEQUADAMENTE
RESTABELECIDA, DEVE-SE CONSIDERAR BUSCAR A OPINIÃO DE UM HEMATOLOGISTA
EXPERIENTE EM DIAGNÓSTICO94 E TRATAMENTO DE DISFUNÇÕES HEMORRÁGICAS16. SE
UMA RÁPIDA HEMOSTASIA77 FOR NECESSÁRIA, DOSES TERAPÊUTICAS DE PLAQUETAS4
PODEM SER ADMINISTRADAS (PELO MENOS 5,5x1011 PLAQUETAS4). PODE HAVER
REDISTRIBUIÇÃO DE REOPRO DOS RECEPTORES PLAQUETÁRIOS ENDÓGENOS PARA AS
PLAQUETAS4 TRANSFUNDIDAS. UMA ÚNICA TRANSFUSÃO51 PODE SER SUFICIENTE PARA
REDUZIR O BLOQUEIO DO RECEPTOR EM 60-70%, NÍVEL NO QUAL A FUNÇÃO
PLAQUETÁRIA É RESTAURADA. PODE SER NECESSÁRIO REPETIR AS TRANSFUSÕES DE
PLAQUETAS4 PARA MANTER A HEMOSTASIA77.
READMINISTRAÇÃO - A ADMINISTRAÇÃO DE REOPRO PODE RESULTAR NA FORMAÇÃO
DE ANTICORPOS12 HUMANOS ANTI-QUIMÉRICOS (HACA) QUE PODEM CAUSAR REAÇÕES
ALÉRGICAS POTENCIAIS OU HIPERSENSIBILIDADE (INCLUINDO ANAFILAXIA43),
TROMBOCITOPENIA32 OU DIMINUIÇÃO DO EFEITO DA DROGA, EM CASO DE
READMINISTRAÇÃO. ANTICORPOS12 (HACA), GERALMENTE EM BAIXOS TÍTULOS, SÃO
DETECTÁVEIS EM APROXIMADAMENTE 5 A 6% DOS PACIENTES QUE RECEBERAM UMA
ÚNICA ADMINISTRAÇÃO DE ABCIXIMABE NO ESTUDO FASE III (VER REAÇÕES
ADVERSAS). EVIDÊNCIAS DISPONÍVEIS SUGEREM QUE ANTICORPOS12 HUMANOS A
OUTROS ANTICORPOS12 MONOCLONAIS NÃO REAGEM CRUZADAMENTE COM
ABCIXIMABE. A READMINISTRAÇÃO DE REOPRO FOI AVALIADA EM UM ESTUDO QUE
INCLUIU 1342 TRATAMENTOS EM 1286 PACIENTES. A MAIORIA DOS PACIENTES ESTAVA
RECEBENDO REOPRO PELA SEGUNDA VEZ; 15% DELES ESTAVAM RECEBENDO O
PRODUTO PELA TERCEIRA VEZ OU MAIS. A TAXA GERAL DE HACA POSITIVO QUE ANTES
DA READMINISTRAÇÃO ERA DE 6% E AUMENTOU PARA 27% POSTERIORMENTE. NÃO
HOUVE RELATOS DE REAÇÕES ALÉRGICAS GRAVES OU ANAFILAXIA43.
TROMBOCITOPENIA32 FOI OBSERVADA EM TAXAS MAIORES NO ESTUDO DE
READMINISTRAÇÃO COMPARADO AOS ESTUDOS DE FASE III DE PRIMEIRA
ADMINISTRAÇÃO DO PRODUTO (VER REAÇÕES ADVERSAS), SUGERINDO QUE A
READMINISTRAÇÃO PODE ESTAR ASSOCIADA AO AUMENTO DA INCIDÊNCIA100 E DA
GRAVIDADE DE TROMBOCITOPENIA32.
USO NA GRAVIDEZ114 - CATEGORIA C - NÃO FORAM EFETUADOS ESTUDOS DE
REPRODUÇÃO26 ANIMAL COM ABCIXIMABE. TAMBÉM NÃO SE SABE SE O ABCIXIMABE
PODE CAUSAR DANO FETAL QUANDO ADMINISTRADO A UMA MULHER GRÁVIDA OU SE
PODE AFETAR A CAPACIDADE DE REPRODUÇÃO26. O ABCIXIMABE SÓ DEVE SER
ADMINISTRADO A UMA MULHER GRÁVIDA SE EXTREMAMENTE NECESSÁRIO.
MÃES LACTANTES115 - A AMAMENTAÇÃO116 DEVE SER INTERROMPIDA PELAS MÃES
LACTANTES115 UMA VEZ QUE A EXCREÇÃO DE ABCIXIMABE NO LEITE HUMANO OU DE
ANIMAIS NÃO FOI ESTUDADA.
REAÇÕES ALÉRGICAS - VER INSTRUÇÕES PARA ADMINISTRAÇÃO.
USO EM IDOSOS, CRIANÇAS E OUTROS GRUPOS DE RISCO
USO PEDIÁTRICO OU EM PACIENTES IDOSOS: CRIANÇAS E IDOSOS COM MAIS DE 80
ANOS NÃO FORAM ESTUDADOS.
DOENÇAS RENAIS: PACIENTES COM DOENÇAS RENAIS PODEM TER BENEFÍCIOS
REDUZIDOS. O USO DE REOPRO EM PACIENTES COM INSUFICIÊNCIA RENAL117 GRAVE
DEVE SER CONSIDERADO SOMENTE APÓS UMA AVALIAÇÃO CUIDADOSA DOS
RISCOS/BENEFÍCIOS. DEVIDO AO POTENCIAL AUMENTO DO RISCO DE SANGRAMENTO
EM PACIENTES COM DOENÇAS RENAIS GRAVES, OS PACIENTES DEVEM SER
MONITORADOS MAIS FREQÜENTEMENTE PARA O RISCO DE OCORRER SANGRAMENTO.
NA EVENTUALIDADE DA OCORRÊNCIA DE SANGRAMENTOS GRAVES, DEVE-SE
CONSIDERAR TRANSFUSÃO51 DE PLAQUETAS4 (VER RESTAURAÇÃO DA FUNÇÃO
PLAQUETÁRIA). ALÉM DISSO, AS PRECAUÇÕES COM SANGRAMENTOS DESCRITAS
ACIMA DEVEM SER CONSIDERADAS. O USO DE REOPRO EM PACIENTES DE HEMODIÁLISE24
É CONTRA-INDICADO.

Interações Medicamentosas do Reopro

ABCIXIMABE FOI FORMALMENTE ESTUDADO COMO UM ADJUVANTE DO TRATAMENTO
COM HEPARINA E ASPIRINA. NA PRESENÇA DE ABCIXIMABE, A HEPARINA É ASSOCIADA
AO AUMENTO NA INCIDÊNCIA100 DE SANGRAMENTO. EXPERIÊNCIAS LIMITADAS COM
ABCIXIMABE EM PACIENTES QUE RECEBERAM TROMBOLÍTICOS SUGEREM UM
AUMENTO NO RISCO DE SANGRAMENTO. APESAR DE NÃO TER SIDO ESTUDADO
SISTEMATICAMENTE, O USO DE ABCIXIMABE COM OUTRAS DROGAS
CARDIOVASCULARES DE USO COMUM NO TRATAMENTO DE ANGINA9, INFARTO97 DO
MIOCÁRDIO99 OU HIPERTENSÃO29 NÃO PRODUZIU REAÇÕES ADVERSAS, NEM COM AS
SOLUÇÕES COMUNS PARA INFUSÃO INTRAVENOSA. ESSES MEDICAMENTOS INCLUEM
VARFARINA (ANTES E APÓS, PORÉM NÃO DURANTE), BLOQUEADOR DE RECEPTOR
BETA-ADRENÉRGICO118, ANTAGONISTAS CANAL DE CÁLCIO, INIBIDORES DA ENZIMA119
CONVERSORA DE ANGIOTENSINA E NITRATO INTRAVENOSO E ORAL.

Reações Adversas do Reopro

NO ESTUDO EPIC, NO QUAL FOI USADO UM ESQUEMA DE DOSE CONVENCIONAL DEHEPARINA NÃO AJUSTADA AO PESO, A COMPLICAÇÃO MAIS COMUM DURANTE O
TRATAMENTO COM ABCIXIMABE FOI SANGRAMENTO DURANTE AS PRIMEIRAS 36
HORAS. A INCIDÊNCIA100 DE SANGRAMENTO MAIOR1, SANGRAMENTO MENOR2 E
TRANSFUSÃO51 DE DERIVADOS DE SANGUE73 FOI APROXIMADAMENTE DOBRADA. NOS
PACIENTES COM SANGRAMENTO MAIOR, 67% TIVERAM SANGRAMENTO NO LOCAL DE
ACESSO ARTERIAL NA VIRILHA.
NO ESTUDO SUBSEQÜENTE, EPILOG, QUE TAMBÉM UTILIZOU HEPARINA E ABCIXIMABE,
MAS PROMOVEU A REMOÇÃO PRECOCE DO INTRODUTOR E O USO DE TÉCNICAS
ADEQUADAS PARA O ACESSO ARTERIAL (DESCRITAS EM PRECAUÇÕES), A INCIDÊNCIA100
DE SANGRAMENTO MAIOR NÃO ASSOCIADO À CIRURGIA, NOS PACIENTES TRATADOS
COM ABCIXIMABE (1,1%), NÃO FOI DIFERENTE DA INCIDÊNCIA100 NOS PACIENTES QUE
RECEBERAM PLACEBO120 (1,1%). TAMBÉM NÃO HOUVE AUMENTO SIGNIFICANTE NA
INCIDÊNCIA100 DE HEMORRAGIA31 INTRACRANIANA. A REDUÇÃO NO SANGRAMENTO
MAIOR, OBSERVADA NO ESTUDO EPILOG, FOI OBTIDA SEM PERDA DA EFICÁCIA. DO
MESMO MODO, NO ESTUDO EPISTENT, A INCIDÊNCIA100 DE SANGRAMENTOS GRAVES NÃO
ASSOCIADOS À CIRURGIA EM PACIENTES EM USO DE REOPRO COM ANGIOPLASTIA8
(0,6%) OU REOPRO COM A COLOCAÇÃO DE STENT (0,8%), NÃO FOI SIGNIFICANTEMENTE
DIFERENTE DOS PACIENTES QUE RECEBERAM PLACEBO120 COM A COLOCAÇÃO DE STENT
(1,0%).
NO ESTUDO CAPTURE, NO QUAL NÃO FOI USADO UM ESQUEMA DE DOSE BAIXA DE
HEPARINA, A INCIDÊNCIA100 DE SANGRAMENTO MAIOR, NÃO ASSOCIADO A CIRURGIA DE
REVASCULARIZAÇÃO DO MIOCÁRDIO99 (RM), FOI MAIOR NOS PACIENTES RECEBENDO
ABCIXIMABE (3,8%) DO QUE NAQUELES RECEBENDO PLACEBO120 (1,9%).
1 Decréscimo na hemoglobina85 > 5 g/dl
2 Hematúria121 espontânea ou hematêmese122, ou perda de sangue73 observada com um decréscimo > 3 g/dl
ou com um decréscimo na hemoglobina85 ? 4 g/dl, sem observação de perda de sangue73
EMBORA OS DADOS SEJAM LIMITADOS, O TRATAMENTO COM ABCIXIMABE NÃO FOI
ASSOCIADO A EXCESSO DE SANGRAMENTO MAIOR NOS PACIENTES SUBMETIDOS À
CIRURGIA DE REVASCULARIZAÇÃO MIOCÁRDICA. ALGUNS PACIENTES COM TEMPOS DE
SANGRAMENTO PROLONGADOS RECEBERAM TRANSFUSÕES DE PLAQUETAS4 PARA
CORRIGIR O TEMPO DE SANGRAMENTO ANTES DA CIRURGIA. (VER PRECAUÇÕES DE
SANGRAMENTO - RESTAURAÇÃO DA FUNÇÃO PLAQUETÁRIA).
HEMORRAGIA31 INTRACRANIANA E AVC - OS ESTUDOS CLÍNICOS SUGEREM QUE O
CUMPRIMENTO DO REGIME DE AJUSTE DO PESO DE HEPARINA ATUALMENTE
RECOMENDADO É ASSOCIADO A UM RISCO MENOR DE OCORRÊNCIA DE HEMORRAGIA31
INTRACRANIANA EM RELAÇÃO A PROTOCOLOS ANTERIORES (QUANTO MAIOR A DOSE,
MENOR O AJUSTE DE PESO). A INCIDÊNCIA100 TOTAL DE HEMORRAGIA31 INTRACRANIANA E
AVC NÃO-HEMORRÁGICO123 ENTRE OS QUATRO ESTUDOS CLÍNICOS FOI SIMILAR, 9/3023
(0,30%) PARA PACIENTES124 PLACEBO120 E 15/4680 (0,32%) PARA PACIENTES124 TRATADOS COM
ABCIXIMABE. A INCIDÊNCIA100 DE HEMORRAGIA31 INTRACRANIANA FOI 0,10% PARA
PACIENTES TRATADOS COM PLACEBO120 E 0,15% PARA PACIENTES124 TRATADOS COM
ABCIXIMABE.
TROMBOCITOPENIA32 - PACIENTES TRATADOS COM REOPRO ESTIVERAM MAIS SUJEITOS
A EXPERIMENTAR A TROMBOCITOPENIA32 (CONTAGEM DE PLAQUETAS4 INFERIOR A
100.000 CÉLS/mcl), QUE OS PACIENTES DO GRUPO PLACEBO120. A INCIDÊNCIA100, NOS ESTUDOS
EPILOG E EPISTENT, NOS QUAIS REOPRO FOI USADO COM HEPARINA AJUSTADA PARA O
PESO E EM BAIXA DOSE, FOI DE 2,8% E 1,1% RESPECTIVAMENTE, EM PACIENTES NO
GRUPO PLACEBO120. EM UM ESTUDO DE READMINISTRAÇÃO EM PACIENTES RECEBENDO
DUAS OU MAIS DOSES DE REOPRO, A INCIDÊNCIA100 DE QUALQUER NÍVEL DE
TROMBOCITOPENIA32 FOI DE 5%, COM UMA INCIDÊNCIA100 DE TROMBOCITOPENIA32
PROFUNDA DE 2 % (< 20.000 células5/mm3). OS FATORES ASSOCIADOS AO AUMENTO DO
RISCO DE TROMBOCITOPENIA32 FORAM: HISTÓRICO DE TROMBOCITOPENIA32 EM
ADMINISTRAÇÃO ANTERIOR DE REOPRO DENTRO DE 30 DIAS, E DOSAGEM DE HACA
POSITIVA PREVIAMENTE À READMINISTRAÇÃO.
OUTRAS REAÇÕES ADVERSAS - AS REAÇÕES ADVERSAS MAIS FREQÜENTES SÃO: DOR
NAS COSTAS33, HIPOTENSÃO34, NÁUSEA35, DOR NO PEITO10, VÔMITO88, DOR DE CABEÇA37,
BRADICARDIA38, FEBRE39, DOR NO LOCAL DA PUNÇÃO E TROMBOCITOPENIA32.
TAMPONAMENTO CARDÍACO, HEMORRAGIA31 PULMONAR (PRINCIPALMENTE ALVEOLAR)
E SÍNDROME42 DO DESCONFORTO RESPIRATÓRIO DO ADULTO FORAM REPORTADOS
RARAMENTE. ANTICORPOS12 ANTIQUIMÉRICOS HUMANOS (HACA) APARECERAM,
GERALMENTE COM UM BAIXO TÍTULO, EM APROXIMADAMENTE 5% A 6% DOS
PACIENTES, 2 A 4 SEMANAS APÓS RECEBEREM A PRIMEIRA ADMINISTRAÇÃO DE
REOPRO EM ESTUDOS DE FASE III. REAÇÕES DE HIPERSENSIBILIDADE OU ALÉRGICAS
FORAM RARAMENTE OBSERVADAS NO TRATAMENTO COM ABCIXIMABE. CONTUDO,
ANAFILAXIA43 PODE OCORRER POTENCIALMENTE A QUALQUER MOMENTO DURANTE A
ADMINISTRAÇÃO (VER INSTRUÇÕES PARA ADMINISTRAÇÃO).

Superdose do Reopro

Não houve experiência de superdose nos estudos clínicos em humanos.

Armazenagem do Reopro

Cuidados de Armazenamento: O medicamento deve ser mantido de 2 a 8 ºC. Não congelar. Não
agitar. Desprezar a porção não usada.
Prazo de validade: NUNCA USE QUALQUER MEDICAMENTO COM O PRAZO DE VALIDADE
VENCIDO. O prazo de validade do produto é de 36 meses e a data de validade está impressa no cartucho.

- REFERÊNCIAS

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antiplatelet antibody Fab 7E3 in high risk coronary angioplasty. Circulation; 1994; 90: 1757-
1764.
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receptor blocker in refractory unstable angina9. Circulation; 1994; 89:596-603.
3. EPIC Investigators. Use of a monoclonal antibody directed against the platelet glycoprotein
IIb/IIIa receptor in high-risk coronary angioplasty. N Engl J Med 1994; 330: 956-961.
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antibody against platelet IIb/IIIa integrin for reduction of clinical restenosis: results at six
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during percutaneous coronary revascularization. N Eng J Med. 1997; 336: 1689-1696.
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after coronary intervention in refractory unstable angina9: the CAPTURE study. Lancet 1997;
349: 1429-1435.
7. Rao, AK, Pratt C, Berke A, et al. Thrombolysis in Myocardial Infarction (TIMI) Trial - Phase I:
Hemorrhagic manifestations and changes in plasma54 fibrinogen and the fibrinolytic system in
patients treated with recombinant tissue plasminogen activator and streptokinase. J Am Coll
Cardiol 1988;11: 1-11.
8. Landefeld, CS, Cook EF, Flatley M, et al. Identification and preliminary validation of predictors
of major bleeding in hospitalized patients starting anticoagulant therapy. Am. J Med. 1987;
82:703-713.

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ELI LILLY
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Complementos

1 Injeção: Infiltração de medicação ou nutrientes líquidos no corpo através de uma agulha e seringa.
2 Fragmento: 1. Pedaço de coisa que se quebrou, cortou, rasgou etc. É parte de um todo; fração. 2. No sentido figurado, é o resto de uma obra literária ou artística cuja maior parte se perdeu ou foi destruída. Ou um trecho extraído de uma obra.
3 Anticorpo: Proteína circulante liberada pelos linfócitos em reação à presença no organismo de uma substância estranha (antígeno).
4 Plaquetas: Elemento do sangue (não é uma célula porque não apresenta núcleo) produzido na medula óssea, cuja principal função é participar da coagulação do sangue através da formação de conglomerados que tamponam o escape do sangue por uma lesão em um vaso sangüíneo.
5 Células: Unidades (ou subunidades) funcionais e estruturais fundamentais dos organismos vivos. São compostas de CITOPLASMA (com várias ORGANELAS) e limitadas por uma MEMBRANA CELULAR.
6 Coagulação: Ato ou efeito de coagular(-se), passando do estado líquido ao sólido.
7 Cateterismo: Exame invasivo de artérias ou estruturas tubulares (uretra, ureteres, etc.), utilizando um dispositivo interno, capaz de injetar substâncias de contraste ou realizar procedimentos corretivos.
8 Angioplastia: Método invasivo mediante o qual se produz a dilatação dos vasos sangüíneos arteriais afetados por um processo aterosclerótico ou trombótico.
9 Angina: Inflamação dos elementos linfáticos da garganta (amígdalas, úvula). Também é um termo utilizado para se referir à sensação opressiva que decorre da isquemia (falta de oxigênio) do músculo cardíaco (angina do peito).
10 Peito: Parte superior do tronco entre o PESCOÇO e o ABDOME; contém os principais órgãos dos sistemas circulatório e respiratório. (Tradução livre do original
11 Alergia: Reação inflamatória anormal, perante substâncias (alérgenos) que habitualmente não deveriam produzi-la. Entre estas substâncias encontram-se poeiras ambientais, medicamentos, alimentos etc.
12 Anticorpos: Proteínas produzidas pelo organismo para se proteger de substâncias estranhas como bactérias ou vírus. As pessoas que têm diabetes tipo 1 produzem anticorpos que destroem as células beta produtoras de insulina do próprio organismo.
13 Derrame: Conhecido popularmente como derrame cerebral, o acidente vascular cerebral (AVC) ou encefálico é uma doença que consiste na interrupção súbita do suprimento de sangue com oxigênio e nutrientes para o cérebro, lesando células nervosas, o que pode resultar em graves conseqüências, como inabilidade para falar ou mover partes do corpo. Há dois tipos de derrame, o isquêmico e o hemorrágico.
14 Tumor: Termo que literalmente significa massa ou formação de tecido. É utilizado em geral para referir-se a uma formação neoplásica.
15 Malformação: 1. Defeito na forma ou na formação; anomalia, aberração, deformação. 2. Em patologia, é vício de conformação de uma parte do corpo, de origem congênita ou hereditária, geralmente curável por cirurgia. Ela é diferente da deformação (que é adquirida) e da monstruosidade (que é incurável).
16 Hemorrágicas: Relativo à hemorragia, ou seja, ao escoamento de sangue para fora dos vasos sanguíneos.
17 Vasculite: Inflamação da parede de um vaso sangüíneo. É produzida por doenças imunológicas e alérgicas. Seus sintomas dependem das áreas afetadas.
18 Inflamação: Conjunto de processos que se desenvolvem em um tecido em resposta a uma agressão externa. Incluem fenômenos vasculares como vasodilatação, edema, desencadeamento da resposta imunológica, ativação do sistema de coagulação, etc.Quando se produz em um tecido superficial (pele, tecido celular subcutâneo) pode apresentar tumefação, aumento da temperatura local, coloração avermelhada e dor (tétrade de Celso, o cientista que primeiro descreveu as características clínicas da inflamação).
19 Retina: Parte do olho responsável pela formação de imagens. É como uma tela onde se projetam as imagens: retém as imagens e as traduz para o cérebro através de impulsos elétricos enviados pelo nervo óptico. Possui duas partes: a retina periférica e a mácula.
20 Pressão arterial: A relação que define a pressão arterial é o produto do fluxo sanguíneo pela resistência. Considerando-se a circulação como um todo, o fluxo total é denominado débito cardíaco, enquanto a resistência é denominada de resistência vascular periférica total.
21 Insuficiência: Incapacidade de um órgão ou sistema para realizar adequadamente suas funções.Manifesta-se de diferentes formas segundo o órgão comprometido. Exemplos: insuficiência renal, hepática, cardíaca, respiratória.
22 Fígado: Órgão que transforma alimento em energia, remove álcool e toxinas do sangue e fabrica bile. A bile, produzida pelo fígado, é importante na digestão, especialmente das gorduras. Após secretada pelas células hepáticas ela é recolhida por canalículos progressivamente maiores que a levam para dois canais que se juntam na saída do fígado e a conduzem intermitentemente até o duodeno, que é a primeira porção do intestino delgado. Com esse canal biliar comum, chamado ducto hepático, comunica-se a vesícula biliar através de um canal sinuoso, chamado ducto cístico. Quando recebe esse canal de drenagem da vesícula biliar, o canal hepático comum muda de nome para colédoco. Este, ao entrar na parede do duodeno, tem um músculo circular, designado esfíncter de Oddi, que controla o seu esvaziamento para o intestino.
23 Renal: Relacionado aos rins. Uma doença renal é uma doença dos rins. Insuficiência renal significa que os rins pararam de funcionar.
24 Hemodiálise: Tipo de diálise que vai promover a retirada das substâncias tóxicas, água e sais minerais do organismo através da passagem do sangue por um filtro. A hemodiálise, em geral, é realizada 3 vezes por semana, em sessões com duração média de 3 a 4 horas, com o auxílio de uma máquina, dentro de clínicas especializadas neste tratamento. Para que o sangue passe pela máquina, é necessária a colocação de um catéter ou a confecção de uma fístula, que é um procedimento realizado mais comumente nas veias do braço, para permitir que estas fiquem mais calibrosas e, desta forma, forneçam o fluxo de sangue adequado para ser filtrado.
25 Anticoagulantes: Substâncias ou medicamentos que evitam a coagulação, especialmente do sangue.
26 Reprodução: 1. Função pela qual se perpetua a espécie dos seres vivos. 2. Ato ou efeito de reproduzir (-se). 3. Imitação de quadro, fotografia, gravura, etc.
27 Saúde: 1. Estado de equilíbrio dinâmico entre o organismo e o seu ambiente, o qual mantém as características estruturais e funcionais do organismo dentro dos limites normais para sua forma de vida e para a sua fase do ciclo vital. 2. Estado de boa disposição física e psíquica; bem-estar. 3. Brinde, saudação que se faz bebendo à saúde de alguém. 4. Força física; robustez, vigor, energia.
28 Infarto do miocárdio: Interrupção do suprimento sangüíneo para o coração por estreitamento dos vasos ou bloqueio do fluxo. Também conhecido por ataque cardíaco.
29 Hipertensão: Condição presente quando o sangue flui através dos vasos com força maior que a normal. Também chamada de pressão alta. Hipertensão pode causar esforço cardíaco, dano aos vasos sangüíneos e aumento do risco de um ataque cardíaco, derrame ou acidente vascular cerebral, além de problemas renais e morte.
30 Bolus: Uma quantidade extra de insulina usada para reduzir um aumento inesperado da glicemia, freqüentemente relacionada a uma refeição rápida.
31 Hemorragia: Saída de sangue dos vasos sanguíneos ou do coração para o exterior, para o interstício ou para cavidades pré-formadas do organismo.
32 Trombocitopenia: É a redução do número de plaquetas no sangue. Contrário de trombocitose. Quando a quantidade de plaquetas no sangue é inferior a 150.000/mm³, diz-se que o indivíduo apresenta trombocitopenia (ou plaquetopenia). As pessoas com trombocitopenia apresentam tendência de sofrer hemorragias.
33 Costas:
34 Hipotensão: Pressão sanguínea baixa ou queda repentina na pressão sanguínea. A hipotensão pode ocorrer quando uma pessoa muda rapidamente de uma posição sentada ou deitada para a posição de pé, causando vertigem ou desmaio.
35 Náusea: Vontade de vomitar. Forma parte do mecanismo complexo do vômito e pode ser acompanhada de sudorese, sialorréia (salivação excessiva), vertigem, etc.
36 Vômitos: São a expulsão ativa do conteúdo gástrico pela boca. Podem ser classificados em: alimentar, fecalóide, biliar, em jato, pós-prandial. Sinônimo de êmese. Os medicamentos que agem neste sintoma são chamados de antieméticos.
37 Cabeça:
38 Bradicardia: Diminuição da freqüência cardíaca a menos de 60 batimentos por minuto. Pode estar associada a distúrbios da condução cardíaca, ao efeito de alguns medicamentos ou a causas fisiológicas (bradicardia do desportista).
39 Febre: É a elevação da temperatura do corpo acima dos valores normais para o indivíduo. São aceitos como valores de referência indicativos de febre: temperatura axilar ou oral acima de 37,5°C e temperatura retal acima de 38°C. A febre é uma reação do corpo contra patógenos.
40 Pericárdio: Saco fibroseroso cônico envolvendo o CORAÇÃO e as raízes dos grandes vasos (AORTA, VEIA CAVA, ARTÉRIA PULMONAR). O pericárdio consiste em dois sacos, o pericárdio fibroso externo e o pericárdio seroso externo. O pericárdio seroso consiste em uma camada parietal externa e uma visceral interna próxima ao coração (epicárdio), com uma cavidade pericárdica no meio. Sinônimos: Epicárdio
41 Coração: Órgão muscular, oco, que mantém a circulação sangüínea.
42 Síndrome: Conjunto de sinais e sintomas que se encontram associados a uma entidade conhecida ou não.
43 Anafilaxia: É um tipo de reação alérgica sistêmica aguda. Esta reação ocorre quando a pessoa foi sensibilizada (ou seja, quando o sistema imune foi condicionado a reconhecer uma substância como uma ameaça ao organismo). Na segunda exposição ou nas exposições subseqüentes, ocorre uma reação alérgica. Essa reação é repentina, grave e abrange o corpo todo. O sistema imune libera anticorpos. Os tecidos liberam histamina e outras substâncias. Esse mecanismo causa contrações musculares, constrição das vias respiratórias, dificuldade respiratória, dor abdominal, cãimbras, vômitos e diarréia. A histamina leva à dilatação dos vasos sangüíneos (que abaixa a pressão sangüínea) e o vazamento de líquidos da corrente sangüínea para os tecidos (que reduzem o volume de sangue) o que provoca o choque. Ocorrem com freqüência a urticária e o angioedema - este angioedema pode resultar na obstrução das vias respiratórias. Uma anafilaxia prolongada pode causar arritmia cardíaca.
44 Reação alérgica: Sensibilidade a uma substância específica, chamada de alérgeno, com a qual se entra em contato por meio da pele, pulmões, deglutição ou injeções.
45 Digestão: Dá-se este nome a todo o conjunto de processos enzimáticos, motores e de transporte através dos quais os alimentos são degradados a compostos mais simples para permitir sua melhor absorção.
46 Farmacologia: Ramo da medicina que estuda as propriedades químicas dos medicamentos e suas respectivas classificações.
47 Plaqueta: Elemento do sangue (não é uma célula porque não apresenta núcleo) produzido na medula óssea, cuja principal função é participar da coagulação do sangue através da formação de conglomerados que tamponam o escape do sangue por uma lesão em um vaso sangüíneo.
48 Fibrinogênio: Proteína plasmática precursora da fibrina (que dá origem à fibrina) e que participa da coagulação sanguínea.
49 Músculos: Tecidos contráteis que produzem movimentos nos animais.
50 Trombina: Enzima presente no plasma. Ela catalisa a conversão do fibrinogênio em fibrina, participando do processo de coagulação sanguínea.
51 Transfusão: Introdução na corrente sangüínea de sangue ou algum de seus componentes. Podem ser transfundidos separadamente glóbulos vermelhos, plaquetas, plasma, fatores de coagulação, etc.
52 Trombose: Formação de trombos no interior de um vaso sanguíneo. Pode ser venosa ou arterial e produz diferentes sintomas segundo os territórios afetados. A trombose de uma artéria coronariana pode produzir um infarto do miocárdio.
53 Artéria: Vaso sangüíneo de grande calibre que leva sangue oxigenado do coração a todas as partes do corpo.
54 Plasma: Parte que resta do SANGUE, depois que as CÉLULAS SANGÜÍNEAS são removidas por CENTRIFUGAÇÃO (sem COAGULAÇÃO SANGÜÍNEA prévia).
55 Circulação: 1. Ato ou efeito de circular. 2. Facilidade de se mover usando as vias de comunicação; giro, curso, trânsito. 3. Movimento do sangue, fluxo de sangue através dos vasos sanguíneos do corpo e do coração.
56 Estenose: Estreitamento patológico de um conduto, canal ou orifício.
57 Trombóticas: Relativo à trombose, ou seja, à formação ou desenvolvimento de um trombo (coágulo).
58 Urgência: 1. Necessidade que requer solução imediata; pressa. 2. Situação crítica ou muito grave que tem prioridade sobre outras; emergência.
59 Terapia convencional: Termo usado em triagens clínicas em que um grupo de pacientes recebe tratamento para diabetes que mantêm os níveis de A1C (hemoglobina glicada) e de glicemia sangüínea nas medidas estipuladas pelos protocolos práticos em uso. Entretanto, o objetivo não é manter os níveis de glicemia o mais próximo possível do normal, como é feito na terapia intensiva. A terapia convencional inclui o uso de medicações, o planejamento das refeições e dos exercícios físicos, juntamente com visitas regulares aos profissionais de saúde.
60 Eletrocardiograma: Registro da atividade elétrica produzida pelo coração através da captação e amplificação dos pequenos potenciais gerados por este durante o ciclo cardíaco.
61 Isquemia: Insuficiência absoluta ou relativa de aporte sanguíneo a um ou vários tecidos. Suas manifestações dependem do tecido comprometido, sendo a mais frequente a isquemia cardíaca, capaz de produzir infartos, isquemia cerebral, produtora de acidentes vasculares cerebrais, etc.
62 Acidente vascular cerebral: Conhecido popularmente como derrame cerebral, o acidente vascular cerebral (AVC) ou encefálico é uma doença que consiste na interrupção súbita do suprimento de sangue com oxigênio e nutrientes para o cérebro, lesando células nervosas, o que pode resultar em graves conseqüências, como inabilidade para falar ou mover partes do corpo. Há dois tipos de derrame, o isquêmico e o hemorrágico.
63 Aneurisma: Alargamento anormal da luz de um vaso sangüíneo. Pode ser produzida por uma alteração congênita na parede do mesmo ou por efeito de diferentes doenças (hipertensão, aterosclerose, traumatismo arterial, doença de Marfán, etc.).
64 Hemorrágica: Relativo à hemorragia, ou seja, ao escoamento de sangue para fora dos vasos sanguíneos.
65 Insuficiência hepática: Deterioração grave da função hepática. Pode ser decorrente de hepatite viral, cirrose e hepatopatia alcoólica (lesão hepática devido ao consumo de álcool) ou medicamentosa (causada por medicamentos como, por exemplo, o acetaminofeno). Para que uma insuficiência hepática ocorra, deve haver uma lesão de grande porção do fígado.
66 Adrenalina: 1. Hormônio secretado pela medula das glândulas suprarrenais. Atua no mecanismo da elevação da pressão sanguínea, é importante na produção de respostas fisiológicas rápidas do organismo aos estímulos externos. Usualmente utilizado como estimulante cardíaco, como vasoconstritor nas hemorragias da pele, para prolongar os efeitos de anestésicos locais e como relaxante muscular na asma brônquica. 2. No sentido informal significa disposição física, emocional e mental na realização de tarefas, projetos, etc. Energia, força, vigor.
67 Dopamina: É um mediador químico presente nas glândulas suprarrenais, indispensável para a atividade normal do cérebro.
68 Sintomas: Alterações da percepção normal que uma pessoa tem de seu próprio corpo, do seu metabolismo, de suas sensações, podendo ou não ser um indício de doença. Os sintomas são as queixas relatadas pelo paciente mas que só ele consegue perceber. Sintomas são subjetivos, sujeitos à interpretação pessoal. A variabilidade descritiva dos sintomas varia em função da cultura do indivíduo, assim como da valorização que cada pessoa dá às suas próprias percepções.
69 Seringa: Dispositivo usado para injetar medicações ou outros líquidos nos tecidos do corpo. A seringa de insulina é formada por um tubo plástico com um êmbolo e uma agulha pequena na ponta.
70 Soro: Chama-se assim qualquer líquido de características cristalinas e incolor.
71 Fisiológico: Relativo à fisiologia. A fisiologia é estudo das funções e do funcionamento normal dos seres vivos, especialmente dos processos físico-químicos que ocorrem nas células, tecidos, órgãos e sistemas dos seres vivos sadios.
72 Microbiológico: Referente à microbiologia, ou seja, à especialidade biomédica que estuda os microrganismos patogênicos, responsáveis pelas doenças infecciosas, englobando a bacteriologia (bactérias), virologia (vírus) e micologia (fungos).
73 Sangue: O sangue é uma substância líquida que circula pelas artérias e veias do organismo. Em um adulto sadio, cerca de 45% do volume de seu sangue é composto por células (a maioria glóbulos vermelhos, glóbulos brancos e plaquetas). O sangue é vermelho brilhante, quando oxigenado nos pulmões (nos alvéolos pulmonares). Ele adquire uma tonalidade mais azulada, quando perde seu oxigênio, através das veias e dos pequenos vasos denominados capilares.
74 Incisão: 1. Corte ou golpe com instrumento cortante; talho. 2. Em cirurgia, intervenção cirúrgica em um tecido efetuada com instrumento cortante (bisturi ou bisturi elétrico); incisura.
75 Vascular: Relativo aos vasos sanguíneos do organismo.
76 Distal: 1. Que se localiza longe do centro, do ponto de origem ou do ponto de união. 2. Espacialmente distante; remoto. 3. Em anatomia geral, é o mais afastado do tronco (diz-se de membro) ou do ponto de origem (diz-se de vasos ou nervos). Ou também o que é voltado para a direção oposta à cabeça. 4. Em odontologia, é o mais distante do ponto médio do arco dental.
77 Hemostasia: Ação ou efeito de estancar uma hemorragia; mesmo que hemóstase.
78 Hematoma: Acúmulo de sangue em um órgão ou tecido após uma hemorragia.
79 Analgésicos: Grupo de medicamentos usados para aliviar a dor. As drogas analgésicas incluem os antiinflamatórios não-esteróides (AINE), tais como os salicilatos, drogas narcóticas como a morfina e drogas sintéticas com propriedades narcóticas, como o tramadol.
80 Flebotomia: Incisão (corte) ou sangria venosa.
81 Retroperitoneal: Área que ocupa a região mais posterior da CAVIDADE ABDOMINAL. Esta área limita-se lateralmente pelas bordas dos músculos quadrados lombares e se estende do DIAFRAGMA à borda da PELVE verdadeira, continuando então como espaço extraperitoneal pélvico.
82 Hipoxemia: É a insuficiência de oxigênio no sangue.
83 Tórax: Parte superior do tronco entre o PESCOÇO e o ABDOME; contém os principais órgãos dos sistemas circulatório e respiratório. (Tradução livre do original Sinônimos: Peito; Caixa Torácica
84 Hemoptise: Eliminação de sangue vivo, vermelho rutilante, procedente das vias aéreas juntamente com a tosse. Pode ser manifestação de um tumor de pulmão, bronquite necrotizante ou tuberculose pulmonar.
85 Hemoglobina: Proteína encarregada de transportar o oxigênio desde os pulmões até os tecidos do corpo. Encontra-se em altas concentrações nos glóbulos vermelhos.
86 Antiácidos: É uma substância que neutraliza o excesso de ácido, contrariando o seu efeito. É uma base que aumenta os valores de pH de uma solução ácida.
87 Antieméticos: Substância que evita o vômito.
88 Vômito: É a expulsão ativa do conteúdo gástrico pela boca. Pode ser classificado como: alimentar, fecalóide, biliar, em jato, pós-prandial. Sinônimo de êmese. Os medicamentos que agem neste sintoma são chamados de antieméticos.
89 Veias: Vasos sangüíneos que levam o sangue ao coração.
90 Protrombina: Proteína plasmática inativa, é a precursora da trombina e essencial para a coagulação sanguínea.
91 Hematócrito: Exame de laboratório que expressa a concentração de glóbulos vermelhos no sangue.
92 Hemodinâmica: Ramo da fisiologia que estuda as leis reguladoras da circulação do sangue nos vasos sanguíneos tais como velocidade, pressão etc.
93 Sinais vitais: Conjunto de variáveis fisiológicas que são pressão arterial, freqüência cardíaca, freqüência respiratória e temperatura corporal.
94 Diagnóstico: Determinação de uma doença a partir dos seus sinais e sintomas.
95 Sistêmico: 1. Relativo a sistema ou a sistemática. 2. Relativo à visão conspectiva, estrutural de um sistema; que se refere ou segue um sistema em seu conjunto. 3. Disposto de modo ordenado, metódico, coerente. 4. Em medicina, é o que envolve o organismo como um todo ou em grande parte.
96 Terapêutica: Terapia, tratamento de doentes.
97 Infarto: Morte de um tecido por irrigação sangüínea insuficiente. O exemplo mais conhecido é o infarto do miocárdio, no qual se produz a obstrução das artérias coronárias com conseqüente lesão irreversível do músculo cardíaco.
98 Agudo: Descreve algo que acontece repentinamente e por curto período de tempo. O oposto de crônico.
99 Miocárdio: Tecido muscular do CORAÇÃO. Composto de células musculares estriadas e involuntárias (MIÓCITOS CARDÍACOS) conectadas, que formam a bomba contrátil geradora do fluxo sangüíneo. Sinônimos: Músculo Cardíaco; Músculo do Coração
100 Incidência: Medida da freqüência em que uma doença ocorre. Número de casos novos de uma doença em um certo grupo de pessoas por um certo período de tempo.
101 Refratários: 1. Que resiste à ação física ou química. 2. Que resiste às leis ou a princípios de autoridade. 3. No sentido figurado, que não se ressente de ataques ou ações exteriores; insensível, indiferente, resistente. 4. Imune a certas doenças.
102 Angiografia: Método diagnóstico que, através do uso de uma substância de contraste, permite observar a morfologia dos vasos sangüíneos. O contraste é injetado dentro do vaso sangüíneo e o trajeto deste é acompanhado através de radiografias seriadas da área a ser estudada.
103 Etiologia: 1. Ramo do conhecimento cujo objeto é a pesquisa e a determinação das causas e origens de um determinado fenômeno. 2. Estudo das causas das doenças.
104 Plaquetopenia: Plaquetopenia ou trombocitopenia é a diminuição do número de plaquetas (trombócitos) que participam na coagulação. Habitualmente o sangue contém de 150.000 a 350.000 plaquetas por microlitro. Muitas doenças podem reduzir o número de plaquetas, as principais causas são uma produção insuficiente na medula óssea, o sequestro das plaquetas por um baço grande, o aumento do uso dos trombócitos, da sua destruição ou a sua diluição no sangue.
105 Anticoagulante: Substância ou medicamento que evita a coagulação, especialmente do sangue.
106 Intravascular: Relativo ao interior dos vasos sanguíneos e linfáticos, ou que ali se situa ou ocorre.
107 Anemia: Condição na qual o número de células vermelhas do sangue está abaixo do considerado normal para a idade, resultando em menor oxigenação para as células do organismo.
108 Sinais: São alterações percebidas ou medidas por outra pessoa, geralmente um profissional de saúde, sem o relato ou comunicação do paciente. Por exemplo, uma ferida.
109 Síncope: Perda breve e repentina da consciência, geralmente com rápida recuperação. Comum em pessoas idosas. Suas causas são múltiplas: doença cerebrovascular, convulsões, arritmias, doença cardíaca, embolia pulmonar, hipertensão pulmonar, hipoglicemia, intoxicações, hipotensão postural, síncope situacional ou vasopressora, infecções, causas psicogênicas e desconhecidas.
110 Dispnéia: Falta de ar ou dificuldade para respirar caracterizada por respiração rápida e curta, geralmente está associada a alguma doença cardíaca ou pulmonar.
111 Taquicardia: Aumento da frequência cardíaca. Pode ser devido a causas fisiológicas (durante o exercício físico ou gravidez) ou por diversas doenças como sepse, hipertireoidismo e anemia. Pode ser assintomática ou provocar palpitações.
112 Hemácias: Também chamadas de glóbulos vermelhos, eritrócitos ou células vermelhas. São produzidas no interior dos ossos a partir de células da medula óssea vermelha e estão presentes no sangue em número de cerca de 4,5 a 6,5 milhões por milímetro cúbico, em condições normais.
113 Emergência: 1. Ato ou efeito de emergir. 2. Situação grave, perigosa, momento crítico ou fortuito. 3. Setor de uma instituição hospitalar onde são atendidos pacientes que requerem tratamento imediato; pronto-socorro. 4. Eclosão. 5. Qualquer excrescência especializada ou parcial em um ramo ou outro órgão, formada por tecido epidérmico (ou da camada cortical) e um ou mais estratos de tecido subepidérmico, e que pode originar nectários, acúleos, etc. ou não se desenvolver em um órgão definido.
114 Gravidez: Condição de ter um embrião ou feto em desenvolvimento no trato reprodutivo feminino após a união de ovo e espermatozóide.
115 Lactantes: Que produzem leite; que aleitam.
116 Amamentação: Ato da nutriz dar o peito e o lactente mamá-lo diretamente. É um fenômeno psico-sócio-cultural. Dar de mamar a; criar ao peito; aleitar; lactar... A amamentação é uma forma de aleitamento, mas há outras formas.
117 Insuficiência renal: Condição crônica na qual o corpo retém líquido e excretas pois os rins não são mais capazes de trabalhar apropriadamente. Uma pessoa com insuficiência renal necessita de diálise ou transplante renal.
118 Adrenérgico: Que age sobre certos receptores específicos do sistema simpático, como o faz a adrenalina.
119 Enzima: Proteína produzida pelo organismo que gera uma reação química. Por exemplo, as enzimas produzidas pelo intestino que ajudam no processo digestivo.
120 Placebo: Preparação neutra quanto a efeitos farmacológicos, ministrada em substituição a um medicamento, com a finalidade de suscitar ou controlar as reações, geralmente de natureza psicológica, que acompanham tal procedimento terapêutico.
121 Hematúria: Eliminação de sangue juntamente com a urina. Sempre é anormal e relaciona-se com infecção do trato urinário, litíase renal, tumores ou doença inflamatória dos rins.
122 Hematêmese: Eliminação de sangue proveniente do tubo digestivo, através de vômito.
123 Hemorrágico: Relativo à hemorragia, ou seja, ao escoamento de sangue para fora dos vasos sanguíneos.
124 Para pacientes: Você pode utilizar este texto livremente com seus pacientes, inclusive alterando-o, de acordo com a sua prática e experiência. Conheça todos os materiais Para Pacientes disponíveis para auxiliar, educar e esclarecer seus pacientes, colaborando para a melhoria da relação médico-paciente, reunidos no canal Para Pacientes . As informações contidas neste texto são baseadas em uma compilação feita pela equipe médica da Centralx. Você deve checar e confirmar as informações e divulgá-las para seus pacientes de acordo com seus conhecimentos médicos.

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