AIRCLIN

ACHÈ

Atualizado em 03/06/2015

Airclin
Acetonido de Triancinolona
Solução Nasal

Apresentação de Airclin

Solução nasal: Frasco spray com 15 ml do produto, que fornecem no mínimo 120 doses.

USO ADULTO E/OU PEDIÁTRICO (acima de 4 anos)

Composição de Airclin

Cada dose contém:
Acetonido de triancinolona .................... 50 mcg
Excipientes: cloreto de benzalcônio, edetato dissódico, fosfato de sódio dibásico, fosfato de sódio monobásico, óleo de rícino polioxil-40-hidrogenado, polissorbato 80, propilenoglicol e água purificada.
- Informações ao paciente
AIRCLIN (acetonido de triancinolona) deve ser utilizado apenas sob orientação médica.
O que é e para que serve AIRCLIN (acetonido de triancinolona)?
AIRCLIN é um medicamento à base de acetonido de triancinolona usado no tratamento da rinite1 alérgica. O acetonido de triancinolona é um corticosteróide sintético. Corticosteróides são substâncias naturais encontradas no corpo humano2. Quando aplicado no nariz3, AIRCLIN (acetonido de triancinolona) ajuda a reduzir sintomas4 como: espirros, secreções, coceira e congestão nasal associados às reações alérgicas.
Como AIRCLIN (acetonido de triancinolona) deve ser guardado?
Como todo o medicamento, AIRCLIN (acetonido de triancinolona) deve ser mantido na sua embalagem original até sua total utilização. Conservar em temperatura ambiente (15 - 30 ºC).
Qual o prazo de validade de AIRCLIN (acetonido de triancinolona)?
O prazo de validade de AIRCLIN (acetonido de triancinolona) é de 18 meses após a data de fabricação impressa na embalagem do produto ou deve ser usado em até 3 meses após a abertura do frasco.
Ao utilizar o medicamento, confira sempre seu prazo de validade.
NUNCA USE MEDICAMENTO COM PRAZO DE VALIDADE VENCIDO. Além de não obter o efeito desejado, as substâncias podem estar alteradas e causar prejuízo para a sua saúde5.
AIRCLIN (acetonido de triancinolona) pode ser utilizado durante a gravidez6 e amamentação7?
AIRCLIN (acetonido de triancinolona) somente deve ser utilizado por gestantes ou mulheres que estejam amamentando quando estritamente recomendado pelo médico.
Informe seu médico a ocorrência de gravidez6 na vigência do tratamento ou após o seu término. Informe seu médico se está amamentando.
Como AIRCLIN (acetonido de triancinolona) deve ser utilizado?
A bomba do spray nasal deve ser preparada antes que AIRCLIN (acetonido de triancinolona) seja utilizado pela primeira vez, ou quando não for utilizada por mais de 14 dias, veja maiores detalhes no item INSTRUÇÕES DE USO.
Cada frasco de AIRCLIN (acetonido de triancinolona) fornece no mínimo 120 doses. Após 120 doses, a quantidade de acetonido de triancinolona liberada por spray (dose) não é constante, devendo-se descartar o frasco.
Melhores resultados são obtidos pelo uso regular de AIRCLIN (acetonido de triancinolona). Em alguns casos, o alívio máximo dos sintomas4 pode demorar alguns dias. Se os sintomas4 não melhorarem, procure seu médico. Não aplique doses extras ou suspenda a aplicação de AIRCLIN (acetonido de triancinolona) sem consultar seu médico. AIRCLIN (acetonido de triancinolona) não alivia os sintomas4 de vermelhidão e irritação dos olhos8 que acompanham a rinite1 alérgica em alguns indivíduos. Casos estes sintomas4 sejam graves, procure seu médico. Siga a orientação do seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento.O tratamento com AIRCLIN (acetonido de triancinolona) pode ser interrompido?
Não interromper o tratamento sem o conhecimento do seu médico. Somente ele poderá avaliar a evolução do seu tratamento e decidir quando e como este deverá ser interrompido.Quais são as possíveis reações adversas com o uso de AIRCLIN (acetonido de triancinolona)?
AIRCLIN (acetonido de triancinolona) apresenta um baixo índice de reações adversas quando utilizado corretamente. Informe seu médico o aparecimento de reações desagradáveis como por exemplo: dor de cabeça9, dor de garganta10, aumento da tosse, náusea11, vômito12, dor nas costas13, asma14, gosto amargo, conjuntivite15, mialgia16, sangramento nasal, irritação nasal, ressecamento das mucosas17, congestão e espirros.
AIRCLIN (acetonido de triancinolona) pode ser utilizado com outros medicamentos?
Interações medicamentosas significantes com o produto são pouco prováveis quando se utilizam as doses corretas do medicamento.
Quando AIRCLIN (acetonido de triancinolona) não deve ser utilizado?
AIRCLIN (acetonido de triancinolona) não deve ser utilizado em pacientes que:
_ tiveram reações alérgicas prévias ao medicamento ou aos demais componentes da fórmula;
_tiveram alguma reação indesejável com outros corticosteróides nasais em spray.

Quando o uso de AIRCLIN (acetonido de triancinolona) requer cuidados especiais?
Pacientes em tratamento com doses imunossupressoras de corticosteróides, são mais susceptíveis à infecções18 que pacientes sadios. Em caso de exposição, destes pacientes, à varicela19 e sarampo20 procurar orientação médica.
Pacientes com tuberculose21 ativa ou latente, ou pacientes com infecções18 não tratadas causadas por fungos, bactérias, vírus22 sistêmico23 ou herpes ocular simples devem utilizar o produto com cautela. Assim como pacientes com úlcera24 do septo nasal25 recente, cirurgia nasal ou traumatismo26.
Pacientes com episódios de sangramento nasal recorrentes ou desconforto do septo nasal25 durante o uso do medicamento devem informar o médico. Irritação nasal transitória e/ou queimação ou pontadas podem ocorrer após a administração do produto.
Informe ao seu médico sobre qualquer medicamento que esteja utilizando, antes do início, ou durante o tratamento.
Pacientes diabéticos podem fazer uso de AIRCLIN (acetonido de triancinolona)?
AIRCLIN (acetonido de triancinolona) não contém açúcar27. Se você for diabético, certifique-se com seu médico sobre o uso do produto.
Não deve ser utilizado durante a gravidez6 e a lactação28.
Em caso de ingestão acidental que providências tomar?
Entre imediatamente em contato com seu médico, ou procure um pronto socorro informando a quantidade ingerida do produto, horário da ingestão e os sintomas4.

Informações Técnicas de Airclin

CARACTERÍSTICAS
O acetonido de triancinolona é um potente derivado da triancinolona. Em modelos animais de inflamação29, o acetonido de triancinolona é cerca de 8 vezes mais potente do que a prednisona.

FARMACODINÂMICA
Embora o mecanismo de ação antialérgica dos corticosteróides seja desconhecido, sabe-se que os mesmos são muito eficazes. Porém, quando os sintomas4 alérgicos são muito intensos, o tratamento local com doses recomendadas (microgramas) de qualquer corticosteróide tópico30 disponível não é tão efetivo quanto o tratamento com altas doses (miligramas) de corticosteróides administradas por via oral ou parenteral.
Um pequeno (aproximadamente 5-7 pacientes por grupo de tratamento) estudo paralelo foi conduzido para avaliar o efeito de AIRCLIN (acetonido de triancinolona) no eixo hipotálamo31-pituitário adrenal. Pacientes com rinite1 alérgica foram tratados por 6 semanas com doses diárias totais de 400 mcg, 800 mcg ou 1600 mcg de AIRCLIN (acetonido de triancinolona), 10 mg de prednisona oral diariamente ou placebo32. A reposta adrenal a um teste de estímulo cosintropínico de 6 horas sugere que doses de 400 mcg/dia de AIRCLIN (acetonido de triancinolona) por 6 semanas não afetou mensuravelmente a atividade adrenal.
Tratamentos com AIRCLIN (acetonido de triancinolona) utilizando mais de 400 mcg/dia demonstraram supressão do eixo HPA relacionado à dose e com 1600 mcg/dia obtiveram resultados similares ao tratamento com 10 mg de prednisona oral. Nenhum grupo de tratamento, incluindo a prednisona, demonstrou efeito estatisticamente significante comparado ao placebo32.


FARMACOCINÉTICA

Com base na administração intravenosa do éster fosfato de acetonido de triancinolona, a meia-vida do acetonido de triancinolona foi de 88 minutos. O volume de distribuição e o clearance foram respectivamente 99,5 l e 45,2 l/hora para o acetonido de triancinolona. A meia-vida plasmática dos corticosteróides não se correlaciona bem com a meia-vida biológica.
A farmacocinética de AIRCLIN (acetonido de triancinolona) foi avaliada em um estudo de dose única conduzido em 24 pacientes com rinite1 alérgica perene. Após a administração de dose única de 400 mcg de acetonido de triancinolona [(duas vezes a dose inicial recomendada de AIRCLIN (acetonido de triancinolona)], a concentração máxima (Cmáx) média da droga foi 1,12 ng/ml com Tmáx médio de 0.5 hora (limite: 0.08 - 1.0 horas). A meia-vida média de eliminação observada foi de aproximadamente 2 ¼ horas.
Um estudo farmacocinético para demonstrar a proporcionalidade da dose foi conduzido em pacientes com rinite1 alérgica perene. A Cmáx e a área sob a curva (ASC) das doses de 200 e 400 mcg aumentaram menos que proporcionalmente quando comparadas à dose de 100 mcg.
Após dose múltipla, não houve evidência de acumulação da droga.
O sexo do paciente não influencia significativamente a farmacocinética de AIRCLIN (acetonido de triancinolona).
Em estudos animais utilizando ratos e cães, foram identificados 3 metabólitos33 do acetonido de triancinolona. São: acetonido de 6 -hidroxitriancinolona, acetonido de 21-carboxitriancinolona e acetonido de 21-carboxi-6 -hidroxitriancinolona. Todos os 3 metabólitos33 parecem ser substancialmente menos ativos do que o composto devido à dependência de atividade antiinflamatória à presença de um grupo 21-hidroxil, a baixa atividade observada sob 6-hidroxilação e o aumento significativo da solubilidade em água, proporcionando rápida eliminação. Parece haver algumas diferenças quantitativas dos metabólitos33 entre as espécies. Nenhuma diferença foi detectada em modelos metabólicos em função da via de administração.

ESTUDOS CLÍNICOS
A eficácia de AIRCLIN (acetonido de triancinolona) foi avaliada em 746 pacientes com rinite1 alérgica sazonal ou perene, em 8 estudos clínicos controlados completos.
No total, 1187 pacientes foram tratados com AIRCLIN (acetonido de triancinolona) em todos os aspectos do programa dos estudos clínicos. Três estudos multicêntricos adequados e bem controlados envolvendo 541 pacientes com rinite1 alérgica sazonal que receberam doses de AIRCLIN (acetonido de triancinolona) entre 50 mcg e 400 mcg uma vez ao dia foram conduzidos. Os resultados demonstraram que pacientes que receberam 200 mcg por dia da droga ativa obtiveram alívio estatisticamente significante dos sintomas4 nasais da rinite1 alérgica sazonal incluindo espirros, congestão nasal, secreções e prurido34, comparados àqueles recebendo placebo32. Em um estudo clínico que avaliou a eficácia após 2 dias com 200 mcg ou 400 mcg de AIRCLIN (acetonido de triancinolona), somente a dose de 400 mcg demonstrou benefício estatisticamente significante sobre o placebo32 nos sintomas4 nasais da rinite1 alérgica sazonal.

Indicações de Airclin

AIRCLIN (acetonido de triancinolona) está indicado para o tratamento das rinites alérgicas sazonal e perene em adultos e crianças maiores de 4 anos.

Contra-Indicações de Airclin

AIRCLIN (acetonido de triancinolona) está contra-indicado em pacientes com hipersensibilidade a qualquer componente da fórmula.

Precauções e Advertências de Airclin

A substituição de tratamento com corticosteróide sistêmico23 por corticosteróide tópico30 pode ser acompanhada por sinais35 de insuficiência36 adrenal; além disso, alguns pacientes podem apresentar sintomas4 desta retirada, como dor muscular e/ou articular, sensação de fadiga37 e depressão. Pacientes tratados previamente durante longos períodos, com corticosteróides sistêmicos38 e posteriormente com corticosteróides tópicos, devem ser cuidadosamente monitorizados quanto à insuficiência36 adrenal aguda em resposta ao estresse. Nos pacientes com asma14, ou outras condições que requerem tratamento a longo prazo com corticosteróides sistêmicos38, a retirada dos corticosteróides sistêmicos38 muito rápida pode causar exacerbação grave dos sintomas4.
Pacientes tratados com drogas imunossupressoras são mais susceptíveis à infecções18 que pacientes sadios. Varicela19 e sarampo20 podem se manifestar de forma mais grave ou até mesmo ser fatal em crianças ou adultos tratados com doses imunossupressoras de corticóides. Deve-se ter cuidado especial para evitar a exposição destes pacientes que não tenham contraído estas doenças. Em caso de exposição, pode-se usar terapia com imunoglobulina39 antivaricela zóster (VZIG) ou pool de imunoglobulina39 por via intravenosa (IVIG), quando for apropriado. Em caso de desenvolvimento de varicela19, deve-se levar em consideração o tratamento com agentes antivirais. O uso de AIRCLIN (acetonido de triancinolona) concomitante a prednisona sistêmica, em dias alternados, pode aumentar a probabilidade de supressão do eixo hipotalâmico-hipofisário-adrenal comparado ao uso de doses terapêuticas de qualquer dos dois isoladamente. Portanto, AIRCLIN (acetonido de triancinolona) deve ser utilizado com cautela por pacientes que já estejam recebendo tratamento com prednisona em dias alternados devido à qualquer doença.
Gerais: Infecções18 nasais ou faríngeas por Candida albicans: se isto ocorrer, deve-se interromper o tratamento com AIRCLIN (acetonido de triancinolona) e realizar tratamento local específico para esta condição.
AIRCLIN (acetonido de triancinolona) deve ser utilizado com cautela por pacientes com tuberculose21 ativa ou latente, ou por pacientes com infecções18 não tratadas causadas por fungos, bactérias, vírus22 sistêmico23 ou herpes simples ocular. Devido ao efeito inibitório dos corticosteróides, os mesmos devem ser utilizados com cautela por pacientes com úlcera24 do septo nasal25 recente, cirurgia nasal ou traumatismo26, até que a cura tenha ocorrido. Como acontece com outros corticosteróides inalados por via nasal, raramente foram relatadas perfurações do septo nasal25.
Quando utilizado em doses excessivas pode ocorrer efeitos sistêmicos38, como hipercorticismo e supressão adrenal. Nestes casos, deve-se interromper o uso de AIRCLIN (acetonido de triancinolona), lentamente, de acordo com procedimento aceito para a interrupção da terapia esteróide oral.
Biodisponibilidade Sistêmica e Supressão do eixo HPA (Hipotálamo31-Pituitário Adrenal): O acetonido de triancinolona administrado por via intranasal tem demonstrado ser absorvido pela circulação40 sistêmica em seres humanos. A biodisponibilidade do acetonido de triancinolona quando administrado em forma de solução é aproximadamente 5 níveis maior do que na forma de suspensão nos outros sprays nasais. AIRCLIN (acetonido de triancinolona), administrado a 5 pacientes com rinite1 alérgica na dose de 400 mcg/dia durante 42 dias, não afetou mensuravelmente a resposta adrenal ao teste de estímulo cosintropínico de seis horas. Doses de 800 a 1600 mcg/dia de AIRCLIN (acetonido de triancinolona) demonstraram supressão do eixo HPA relacionada à dose, tendo a dose de 1600 mcg/dia apresentado resultados similares ao tratamento com 10 mg de prednisona oral.
Carcinogênese e mutagênese: Em um estudo de 2 anos em ratos, o acetonido de triancinolona não apresentou carcinogenicidade relacionada ao tratamento em doses orais de até 1,0 mcg/kg (menor do que a dose máxima diária intranasal recomendada para adultos na base de mcg/m²). Em um estudo de 2 anos em camundongos, o acetonido de triancinolona não apresentou carcinogenicidade relacionada ao tratamento em doses orais de até 3,0 mcg/kg (menor do que a dose máxima diária intranasal recomendada para adultos na base de mcg/m²).
Não foram realizados estudos de mutagênese.
Fertilidade: Nenhuma evidência de prejuízo da fertilidade se manifestou quando doses orais de até 15,0 mcg/kg de acetonido de triancinolona (55% da dose clínica recomendada para adultos na base de mcg/m²) foram administradas em ratos machos e fêmeas. Contudo, doses orais de 8,0 mcg/kg (aproximadamente 30,0% da dose clínica recomendada para adultos na base de mcg/m²) causaram distocia e parto prolongado; doses orais de 5,0 mcg/kg (aproximadamente 20,0% da dose clínica recomendada para adultos na base de mcg/m²) causaram aumento da reabsorção fetal e de natimortos, e diminuição do peso corpóreo e da sobrevida41 em filhotes de ratos. Dose menor do que 1,0 mcg/kg (aproximadamente 4% da dose clínica recomendada para adultos na base de mcg/m²) não induziu os efeitos anteriormente mencionados.
Gravidez6: categoria C do FDA (EUA). O acetonido de triancinolona mostrou ser teratogênico42 nas doses inaladas de 20, 40 e 80 mcg/kg em ratos (aproximadamente 0,75, 1,5 e 3,0 vezes a dose clínica recomendada para adultos na base de mcg/m², respectivamente) e em coelhos (aproximadamente 1,5, 3,0 e 6,0 vezes a dose clínica recomendada para adultos na base de mcg/m², respectivamente). Em macacos, na dose inalada de 500 mcg/kg (aproximadamente 37,0 vezes a dose clínica recomendada para adultos na base de mcg/m²), ocorreram os mesmos efeitos. Efeitos teratogênicos43 relacionados à dose em ratos e coelhos incluíram: fissura44 palatina e/ou hidrocefalia45 interna e defeitos esqueléticos axiais, ao passo que os efeitos observados em macacos foram malformações46 do SNC47 e cranianas. Não houve nenhum estudo adequado e bem controlado em mulheres grávidas. O acetonido de triancinolona deve ser utilizado na gravidez6 somente se o benefício potencial justificar o risco potencial para o feto48.
Desde a introdução dos corticosteróides, experiências orais com os mesmos em farmacologia49, ao contrário das doses fisiológicas50, sugerem que os roedores são mais propensos aos efeitos teratogênicos43 dos corticosteróides que os humanos. Além disso, devido ao aumento natural da produção de glicocorticóides durante a gravidez6, a maioria das mulheres necessita de dose menor de esteróides exógenos; muitas até mesmo não têm necessidade de tratamento com glicocorticóides durante este período.
Efeitos não-teratogênicos43: Pode ocorrer hipoadrenalismo em crianças nascidas de mães que receberam corticosteróides durante a gravidez6. Estas crianças devem ser cuidadosamente observadas .
Amamentação7: Não se sabe se o acetonido de triancinolona é excretado no leite humano. Como outros corticosteróides são excretados no leite humano, deve-se ter cautela em caso de administração de AIRCLIN (acetonido de triancinolona) em mulheres que estejam amamentando.
Uso pediátrico: A segurança e eficácia não foram estabelecidas em crianças menores do que 4 anos de idade. Os corticosteróides orais têm demonstrado causar supressão do crescimento em crianças e adolescentes, principalmente com a administração de altas doses por longos períodos. Em caso de suspeita de supressão do crescimento de crianças ou adolescentes em tratamento com qualquer corticosteróide, deve-se considerar a possibilidade deste paciente ser particularmente sensível a este efeito dos corticosteróides.

Interações Medicamentosas de Airclin

Interações medicamentosas significantes da droga são improváveis com doses usuais de corticosteróides inalados. Embora não haja interação definida com corticosteróides inalados, se estes medicamentos foram usados em altas doses por um período longo de tempo e ocorrer absorção sistêmica, algumas das interações vistas com corticosteróide sistêmico23 têm potencial de ocorrer.

Reações Adversas de Airclin

O acetonido de triancinolona geralmente é bem tolerado. Em estudos clínicos realizados foram observadas as seguintes reações adversas:
Muito freqüente (>10%): cefaléia51 e faringite52;
Freqüente (>1% e <10%): aumento da tosse, dispepsia53, náusea11, vômito12, dor nas costas13, asma14, gosto amargo, conjuntivite15, mialgia16, epistaxe54, irritação nasal, ressecamento das mucosas17, congestão e espirros
E alguns casos raros de: febre55, dor abdominal, gastroenterite56 e otite média57.
Supressão adrenal pode ocorrer após o uso de acetonido de triancinolona, especialmente se foi utilizado em altas doses e por tempo prolongado.
Embora não tenha sido estabelecida relação com o acetonido de triancinolona, relatou-se um caso de perfuração do septo nasal25 num adulto.
Reações adversas relatadas por 2% ou mais pacientes que receberam AIRCLIN (acetonido de triancinolona) em doses de 200 mcg ou 400 mcg uma vez ao dia e que foram mais freqüentes nos pacientes que receberam placebo32 do que AIRCLIN (acetonido de triancinolona) incluem: reação no local de aplicação (por exemplo: sensação de queimação e pontadas transitórias na mucosa58 nasal), rinite1, dismenorréia59, dor e reações alérgicas.
As reações adversas relacionadas à irritação da mucosa58 nasal (por exemplo, reações no local de aplicação) não interferiram no tratamento. Nos estudos controlados e não controlados, aproximadamente 0.3% dos pacientes descontinuaram devido à irritação da mucosa58 nasal.
Em caso de superdosagem acidental, espera-se aumento potencial destes efeitos adversos, mas efeitos adversos sistêmicos38 são pouco prováveis.

Posologia de Airclin

Pode-se observar melhora nos sintomas4 de alguns pacientes no primeiro dia de tratamento, obtendo-se geralmente o benefício máximo após uma semana. Deve-se realizar avaliação inicial da resposta durante este intervalo de tempo e, periodicamente, até que os sintomas4 do paciente estejam estabilizados. Se após 3 semanas de tratamento não se alcançar alívio adequado dos sintomas4, deve-se interromper o uso de AIRCLIN (acetonido de triancinolona). É sempre desejável tentar a individualização da menor dose eficaz, visando diminuir a possibilidade de efeitos adversos. Portanto, quando for alcançado o benefício máximo e os sintomas4 estiverem controlados, deve-se reduzir a dose para 100 mcg (uma aplicação de spray em cada narina, uma vez ao dia), que mostrou ser efetiva na manutenção do controle dos sintomas4 da rinite1 alérgica, em pacientes controlados inicialmente com 200 mcg/dia.Adultos e crianças com idade igual ou superior a 12 anos: A dose inicial de AIRCLIN (acetonido de triancinolona) recomendada é de 200 mcg (aplicação de 2 sprays em cada narina), uma vez ao dia.
Se necessário, a dose recomendada poderá ser de 400 mcg/dia e poderá ser fracionada da seguinte maneira:
_1 vez ao dia: aplicação de 4 sprays em cada narina;
_2 vezes ao dia: aplicação de 2 sprays em cada narina;
_4 vezes ao dia: aplicação de 1 spray em cada narina
Crianças de 4 a 12 anos: a dose inicial recomendada é de 100 mcg (aplicação de 1 spray em cada narina), uma vez ao dia. Pacientes que não obtiveram controle máximo dos sintomas4 com esta dose, podem obtê-lo com a dose de 200 mcg (aplicação de 2 sprays em cada narina) uma vez ao dia. Uma vez que os sintomas4 estejam controlados, o tratamento de manutenção pode ser realizado com a dose de 100 mcg (aplicação de 1 spray em cada narina), uma vez ao dia.

Instruções de Uso de Airclin

Preparando o spray:
1. Remova a tampa plástica e o grampo de segurança do aplicador nasal da bomba do spray.A bomba do spray nasal deve ser preparada antes que AIRCLIN (acetonido de triancinolona) seja utilizado pela primeira vez. Para prepará-la segure o frasco com o polegar apoiado no fundo e os dedos indicador e médio apoiados nas abas laterais. Certifique-se de que o frasco esteja direcionado para o alto e longe dos seus olhos8. A névoa fina (jato ideal) só pode ser produzida pelo pressionamento rápido e firme. Mantenha os dedos indicador e médio fixos e pressione o polegar firme e rapidamente contra o frasco até que borrife 3 vezes. A bomba agora está pronta e pode ser utilizada. O re-preparo diário não é necessário. Entretanto, se você não utilizar o spray por mais de 14 dias, re-prepare-o antes do uso. Borrife-o apenas uma vez ou até que uma névoa fina seja obtida. Se não for utilizado por mais de 28 dias, re-prepare com 3 borrifadas ou até que a névoa fina seja obtida.

Precauções e Advertências de Airclin

Aplicando o produto:1. Assoe suavemente o nariz3 para limpar as narinas (Fig. A).
2. Remova a tampa plástica e o grampo de segurança do aplicador nasal (Fig.B).
3. Prepare a bomba de acordo com as instruções: "Preparando o spray".
4. Incline ligeiramente a cabeça9 para trás. Expire lentamente.
5. Insira a ponta do spray na narina, como mostrado na ilustração (Fig.C). Feche a narina que não receberá o medicamento com um dedo da outra mão60 (Fig.D).
6. Inspire pela narina e enquanto inspira pressione o aplicador firme e rapidamente de forma a liberar um jato (uma dose) de spray. Expire pela boca61. Caso o médico tenha prescrito 2 doses, repita o procedimento nesta mesma narina e então proceda da mesma maneira na outra narina.
7. Após o uso, limpe o aplicador com um lenço de papel e recoloque a tampa e o grampo de segurança.
Observações importantes: se o seu nariz3 estiver muito congestionado, seu médico pode recomendar que você use um descongestionante nasal em spray ou gotas antes do uso de AIRCLIN (acetonido de triancinolona) nos primeiros 3 ou 4 dias.
Raramente alguns pacientes podem notar sangramento nasal após o uso de AIRCLIN (acetonido de triancinolona). Caso isto ocorra, suspenda o uso e procure seu médico.
Limpeza: Caso o aplicador fique entupido e não libere o spray, remova-o e mergulhe em água quente durante 10-15 minutos. Lave o aplicador, deixe secar e recoloque-o no frasco. Não tente desentupir o aplicador com alfinete ou outro objeto pontiagudo.
Cada frasco de AIRCLIN (acetonido de triancinolona) fornece no mínimo 120 doses. Após 120 doses, a quantidade de acetonido de triancinolona liberada por spray (dose) não é constante, devendo-se descartar o frasco.Utilize a tabela a seguir para anotar quantas vezes utilizou AIRCLIN (acetonido de triancinolona). Esta é uma forma de assegurar que você utilizou as 120 doses contidas no frasco. Note que cada frasco contém uma quantidade extra de solução nasal que permite o preparo inicial necessário. Mantenha a tabela próxima ao frasco de AIRCLIN (acetonido de triancinolona) ou fixe-a em local conveniente. Marque no círculo cada atuação utilizada. Descarte o frasco de AIRCLIN (acetonido de triancinolona) após 120 doses.

Superdosagem de Airclin

Como qualquer outro corticosteróide administrado por via nasal, a superdosagem aguda é pouco provável. Em caso de administração do conteúdo total do frasco de uma única vez, por via oral ou aplicação intranasal, não ocorrerá nenhum efeito adverso sistêmico23 clinicamente relevante. O paciente poderá apresentar irritação nasal, cefaléia51 ou alguns transtornos gastrintestinais.
PACIENTES IDOSOS
Estudos específicos com corticosteróides nasais não foram realizados com idosos. Porém, problemas geriátricos específicos que possam limitar a utilidade deste medicamento nos idosos não são esperados.

AIRCLIN - Laboratório

ACHÈ
RODOVIA PRES DUTRA KM 222, 2
GUARULHOS/SP - CEP: 07034-904
Tel: 11 6440-8418
Email: ache@ache.com.br
Site: http://www.ache.com.br

Ver outros medicamentos do laboratório "ACHÈ"

Antes de consumir qualquer medicamento, consulte seu médico (http://www.catalogo.med.br).

Complementos

1 Rinite: Inflamação da mucosa nasal, produzida por uma infecção viral ou reação alérgica. Manifesta-se por secreção aquosa e obstrução das fossas nasais.
2 Corpo humano: O corpo humano é a substância física ou estrutura total e material de cada homem. Ele divide-se em cabeça, pescoço, tronco e membros. A anatomia humana estuda as grandes estruturas e sistemas do corpo humano.
3 Nariz: Estrutura especializada que funciona como um órgão do sentido do olfato e que também pertence ao sistema respiratório; o termo inclui tanto o nariz externo como a cavidade nasal.
4 Sintomas: Alterações da percepção normal que uma pessoa tem de seu próprio corpo, do seu metabolismo, de suas sensações, podendo ou não ser um indício de doença. Os sintomas são as queixas relatadas pelo paciente mas que só ele consegue perceber. Sintomas são subjetivos, sujeitos à interpretação pessoal. A variabilidade descritiva dos sintomas varia em função da cultura do indivíduo, assim como da valorização que cada pessoa dá às suas próprias percepções.
5 Saúde: 1. Estado de equilíbrio dinâmico entre o organismo e o seu ambiente, o qual mantém as características estruturais e funcionais do organismo dentro dos limites normais para sua forma de vida e para a sua fase do ciclo vital. 2. Estado de boa disposição física e psíquica; bem-estar. 3. Brinde, saudação que se faz bebendo à saúde de alguém. 4. Força física; robustez, vigor, energia.
6 Gravidez: Condição de ter um embrião ou feto em desenvolvimento no trato reprodutivo feminino após a união de ovo e espermatozóide.
7 Amamentação: Ato da nutriz dar o peito e o lactente mamá-lo diretamente. É um fenômeno psico-sócio-cultural. Dar de mamar a; criar ao peito; aleitar; lactar... A amamentação é uma forma de aleitamento, mas há outras formas.
8 Olhos:
9 Cabeça:
10 Garganta: Tubo fibromuscular em forma de funil, que leva os alimentos ao ESÔFAGO e o ar à LARINGE e PULMÕES. Situa-se posteriormente à CAVIDADE NASAL, à CAVIDADE ORAL e à LARINGE, extendendo-se da BASE DO CRÂNIO à borda inferior da CARTILAGEM CRICÓIDE (anteriormente) e à borda inferior da vértebra C6 (posteriormente). É dividida em NASOFARINGE, OROFARINGE e HIPOFARINGE (laringofaringe).
11 Náusea: Vontade de vomitar. Forma parte do mecanismo complexo do vômito e pode ser acompanhada de sudorese, sialorréia (salivação excessiva), vertigem, etc.
12 Vômito: É a expulsão ativa do conteúdo gástrico pela boca. Pode ser classificado como: alimentar, fecalóide, biliar, em jato, pós-prandial. Sinônimo de êmese. Os medicamentos que agem neste sintoma são chamados de antieméticos.
13 Costas:
14 Asma: Doença das vias aéreas inferiores (brônquios), caracterizada por uma diminuição aguda do calibre bronquial em resposta a um estímulo ambiental. Isto produz obstrução e dificuldade respiratória que pode ser revertida de forma espontânea ou com tratamento médico.
15 Conjuntivite: Inflamação da conjuntiva ocular. Pode ser produzida por alergias, infecções virais, bacterianas, etc. Produz vermelhidão ocular, aumento da secreção e ardor.
16 Mialgia: Dor que se origina nos músculos. Pode acompanhar outros sintomas como queda no estado geral, febre e dor de cabeça nas doenças infecciosas. Também pode estar associada a diferentes doenças imunológicas.
17 Mucosas: Tipo de membranas, umidificadas por secreções glandulares, que recobrem cavidades orgânicas em contato direto ou indireto com o meio exterior.
18 Infecções: Doença produzida pela invasão de um germe (bactéria, vírus, fungo, etc.) em um organismo superior. Como conseqüência da mesma podem ser produzidas alterações na estrutura ou funcionamento dos tecidos comprometidos, ocasionando febre, queda do estado geral, e inúmeros sintomas que dependem do tipo de germe e da reação imunológica perante o mesmo.
19 Varicela: Doença viral freqüente na infância e caracterizada pela presença de febre e comprometimento do estado geral juntamente com a aparição característica de lesões que têm vários estágios. Primeiro são pequenas manchas avermelhadas, a seguir formam-se pequenas bolhas que finalmente rompem-se deixando uma crosta. É contagiosa, mas normalmente não traz maiores conseqüências à criança. As bolhas e suas crostas, se não sofrerem infecção secundária, não deixam cicatriz.
20 Sarampo: Doença infecciosa imunoprevenível, altamente transmissível por via respiratória, causada pelo vírus do sarampo e de imunidade permanente. Geralmente ocorre na infância, mas pode afetar adultos susceptíveis (não imunes). As manifestações clínicas são febre alta, tosse seca persistente, coriza, conjuntivite, aumento dos linfonodos do pescoço e manchas avermelhadas na pele. Em cerca de 30% das pessoas com sarampo podem ocorrer complicações como diarréia, otite, pneumonia e encefalite.
21 Tuberculose: Doença infecciosa crônica produzida pelo bacilo de Koch (Mycobacterium tuberculosis). Produz doença pulmonar, podendo disseminar-se para qualquer outro órgão. Os sintomas de tuberculose pulmonar consistem em febre, tosse, expectoração, hemoptise, acompanhada de perda de peso e queda do estado geral. Em países em desenvolvimento (como o Brasil) aconselha-se a vacinação com uma cepa atenuada desta bactéria (vacina BCG).
22 Vírus: Pequeno microorganismo capaz de infectar uma célula de um organismo superior e replicar-se utilizando os elementos celulares do hospedeiro. São capazes de causar múltiplas doenças, desde um resfriado comum até a AIDS.
23 Sistêmico: 1. Relativo a sistema ou a sistemática. 2. Relativo à visão conspectiva, estrutural de um sistema; que se refere ou segue um sistema em seu conjunto. 3. Disposto de modo ordenado, metódico, coerente. 4. Em medicina, é o que envolve o organismo como um todo ou em grande parte.
24 Úlcera: Ferida superficial em tecido cutâneo ou mucoso que pode ocorrer em diversas partes do organismo. Uma afta é, por exemplo, uma úlcera na boca. A úlcera péptica ocorre no estômago ou no duodeno (mais freqüente). Pessoas que sofrem de estresse são mais susceptíveis a úlcera.
25 Septo Nasal: A divisão que separa as duas cavidades nasais no plano medial, composta de cartilagens, membranas e partes ósseas.
26 Traumatismo: Lesão produzida pela ação de um agente vulnerante físico, químico ou biológico e etc. sobre uma ou várias partes do organismo.
27 Açúcar: 1. Classe de carboidratos com sabor adocicado, incluindo glicose, frutose e sacarose. 2. Termo usado para se referir à glicemia sangüínea.
28 Lactação: Fenômeno fisiológico neuro-endócrino (hormonal) de produção de leite materno pela puérpera no pós-parto; independente dela estar ou não amamentando.Toda mulher após o parto tem produção de leite - lactação; mas, infelizmente nem todas amamentam.
29 Inflamação: Conjunto de processos que se desenvolvem em um tecido em resposta a uma agressão externa. Incluem fenômenos vasculares como vasodilatação, edema, desencadeamento da resposta imunológica, ativação do sistema de coagulação, etc.Quando se produz em um tecido superficial (pele, tecido celular subcutâneo) pode apresentar tumefação, aumento da temperatura local, coloração avermelhada e dor (tétrade de Celso, o cientista que primeiro descreveu as características clínicas da inflamação).
30 Tópico: Referente a uma área delimitada. De ação limitada à mesma. Diz-se dos medicamentos de uso local, como pomadas, loções, pós, soluções, etc.
31 Hipotálamo: Parte ventral do diencéfalo extendendo-se da região do quiasma óptico à borda caudal dos corpos mamilares, formando as paredes lateral e inferior do terceiro ventrículo.
32 Placebo: Preparação neutra quanto a efeitos farmacológicos, ministrada em substituição a um medicamento, com a finalidade de suscitar ou controlar as reações, geralmente de natureza psicológica, que acompanham tal procedimento terapêutico.
33 Metabólitos: Qualquer composto intermediário das reações enzimáticas do metabolismo.
34 Prurido: 1.    Na dermatologia, o prurido significa uma sensação incômoda na pele ou nas mucosas que leva a coçar, devido à liberação pelo organismo de substâncias químicas, como a histamina, que irritam algum nervo periférico. 2.    Comichão, coceira. 3.    No sentido figurado, prurido é um estado de hesitação ou dor na consciência; escrúpulo, preocupação, pudor. Também pode significar um forte desejo, impaciência, inquietação.
35 Sinais: São alterações percebidas ou medidas por outra pessoa, geralmente um profissional de saúde, sem o relato ou comunicação do paciente. Por exemplo, uma ferida.
36 Insuficiência: Incapacidade de um órgão ou sistema para realizar adequadamente suas funções.Manifesta-se de diferentes formas segundo o órgão comprometido. Exemplos: insuficiência renal, hepática, cardíaca, respiratória.
37 Fadiga: 1. Sensação de enfraquecimento resultante de esforço físico. 2. Trabalho cansativo. 3. Redução gradual da resistência de um material ou da sensibilidade de um equipamento devido ao uso continuado.
38 Sistêmicos: 1. Relativo a sistema ou a sistemática. 2. Relativo à visão conspectiva, estrutural de um sistema; que se refere ou segue um sistema em seu conjunto. 3. Disposto de modo ordenado, metódico, coerente. 4. Em medicina, é o que envolve o organismo como um todo ou em grande parte.
39 Imunoglobulina: Proteína do soro sanguíneo, sintetizada pelos plasmócitos provenientes dos linfócitos B como reação à entrada de uma substância estranha (antígeno) no organismo; anticorpo.
40 Circulação: 1. Ato ou efeito de circular. 2. Facilidade de se mover usando as vias de comunicação; giro, curso, trânsito. 3. Movimento do sangue, fluxo de sangue através dos vasos sanguíneos do corpo e do coração.
41 Sobrevida: Prolongamento da vida além de certo limite; prolongamento da existência além da morte, vida futura.
42 Teratogênico: Agente teratogênico ou teratógeno é tudo aquilo capaz de produzir dano ao embrião ou feto durante a gravidez. Estes danos podem se refletir como perda da gestação, malformações ou alterações funcionais ou ainda distúrbios neurocomportamentais, como retardo mental.
43 Teratogênicos: Agente teratogênico ou teratógeno é tudo aquilo capaz de produzir dano ao embrião ou feto durante a gravidez. Estes danos podem se refletir como perda da gestação, malformações ou alterações funcionais ou ainda distúrbios neurocomportamentais, como retardo mental.
44 Fissura: 1. Pequena abertura longitudinal em; fenda, rachadura, sulco. 2. Em geologia, é qualquer fratura ou fenda pouco alargada em terreno, rocha ou mesmo mineral. 3. Na medicina, é qualquer ulceração alongada e superficial. Também pode significar uma fenda profunda, sulco ou abertura nos ossos; cesura, cissura. 4. Rachadura na pele calosa das mãos ou dos pés, geralmente de pessoas que executam trabalhos rudes. 5. Na odontologia, é uma falha no esmalte de um dente. 6. No uso informal, significa apego extremo; forte inclinação; loucura, paixão, fissuração.
45 Hidrocefalia: Doença produzida pelo aumento do conteúdo de Líquido Cefalorraquidiano. Nas crianças pequenas, manifesta-se pelo aumento da cabeça, e nos adultos, pelo aumento da pressão interna do cérebro, causando dores de cabeça e outros sintomas neurológicos, a depender da gravidade. Pode ser devido a um defeito de escoamento natural do líquido ou por um aumento primário na sua produção.
46 Malformações: 1. Defeito na forma ou na formação; anomalia, aberração, deformação. 2. Em patologia, é vício de conformação de uma parte do corpo, de origem congênita ou hereditária, geralmente curável por cirurgia. Ela é diferente da deformação (que é adquirida) e da monstruosidade (que é incurável).
47 SNC: Principais órgãos processadores de informação do sistema nervoso, compreendendo cérebro, medula espinhal e meninges.
48 Feto: Filhote por nascer de um mamífero vivíparo no período pós-embrionário, depois que as principais estruturas foram delineadas. Em humanos, do filhote por nascer vai do final da oitava semana após a CONCEPÇÃO até o NASCIMENTO, diferente do EMBRIÃO DE MAMÍFERO prematuro.
49 Farmacologia: Ramo da medicina que estuda as propriedades químicas dos medicamentos e suas respectivas classificações.
50 Fisiológicas: Relativo à fisiologia. A fisiologia é estudo das funções e do funcionamento normal dos seres vivos, especialmente dos processos físico-químicos que ocorrem nas células, tecidos, órgãos e sistemas dos seres vivos sadios.
51 Cefaleia: Sinônimo de dor de cabeça. Este termo engloba todas as dores de cabeça existentes, ou seja, enxaqueca ou migrânea, cefaleia ou dor de cabeça tensional, cefaleia cervicogênica, cefaleia em pontada, cefaleia secundária a sinusite, etc... são tipos dentro do grupo das cefaleias ou dores de cabeça. A cefaleia tipo tensional é a mais comum (acomete 78% da população), seguida da enxaqueca ou migrânea (16% da população).
52 Faringite: Inflamação da mucosa faríngea em geral de causa bacteriana ou viral. Caracteriza-se por dor, dificuldade para engolir e vermelhidão da mucosa, acompanhada de exsudatos ou não.
53 Dispepsia: Dor ou mal-estar localizado no abdome superior. O mal-estar pode caracterizar-se por saciedade precoce, sensação de plenitude, distensão ou náuseas. A dispepsia pode ser intermitente ou contínua, podendo estar relacionada com os alimentos.
54 Epistaxe: Hemorragia de origem nasal.
55 Febre: É a elevação da temperatura do corpo acima dos valores normais para o indivíduo. São aceitos como valores de referência indicativos de febre: temperatura axilar ou oral acima de 37,5°C e temperatura retal acima de 38°C. A febre é uma reação do corpo contra patógenos.
56 Gastroenterite: Inflamação do estômago e intestino delgado caracterizada por náuseas, vômitos, diarréia e dores abdominais. É produzida pela ingestão de vírus, bactérias ou suas toxinas, ou agressão da mucosa intestinal por diversos mecanismos.
57 Otite média: Infecção na orelha média.
58 Mucosa: Tipo de membrana, umidificada por secreções glandulares, que recobre cavidades orgânicas em contato direto ou indireto com o meio exterior.
59 Dismenorréia: Dor associada à menstruação. Em uma porcentagem importante de mulheres é um sintoma normal. Em alguns casos está associada a doenças ginecológicas (endometriose, etc.).
60 Mão: Articulação entre os ossos do metacarpo e as falanges.
61 Boca: Cavidade oral ovalada (localizada no ápice do trato digestivo) composta de duas partes

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