Olmetec

PFIZER

Atualizado em 09/12/2014

Olmetec*

(olmesartana medoxomila)

PARTE I

Identificação do Produto de Olmetec

Nome comercial: Olmetec*Nome genérico: olmesartana medoxomila
Forma farmacêutica: comprimido revestido
Via de administração: ORAL
Apresentações comercializadas:
Olmetec* 20 mg em embalagem contendo 30 comprimidos revestidos.
Olmetec* 40 mg em embalagem contendo 30 comprimidos revestidos.
USO ADULTO
Composição:

Cada comprimido revestido de Olmetec* 20 mg ou 40 mg contém 20 mg ou 40 mg de
olmesartana medoxomila, respectivamente.
Excipientes: celulose microcristalina, hiprolose de baixa substituição, lactose1 monoidratada,
hiprolose, estearato de magnésio, dióxido de titânio, talco, hipromelose e água purificadaa.
a= evaporada durante o processo de fabricação.

PARTE II

Informações ao Paciente de Olmetec

AÇÃO DO MEDICAMENTO
Olmetec* (olmesartana medoxomila) possui efeito anti-hipertensivo (diminuição da pressão
sangüínea), bloqueando os receptores da angiotensina II (substância produzida pelo
organismo que age aumentando a pressão sangüínea2) na musculatura dos vasos
sangüíneos. O início da ação do medicamento geralmente se manifesta dentro de uma
semana após o início do tratamento.
INDICAÇÕES DO MEDICAMENTO
Olmetec* (olmesartana medoxomila) é indicado para o tratamento da hipertensão arterial3
(pressão sangüínea2 elevada). Pode ser usado como monoterapia (ou seja, isoladamente) ou
em combinação com outros agentes anti-hipertensivos.
RISCOS DO MEDICAMENTO
Contra-indicações

Olmetec* (olmesartana medoxomila) é contra-indicado a pacientes com hipersensibilidade
conhecida a qualquer componente da fórmula e durante a gravidez4.
Advertências e Precauções
Pacientes com comprometimento renal5 (doença dos rins6) ou hepático (doença do fígado7)
devem ser monitorados. Em pacientes com insuficiência renal8 moderada ou grave, a função
renal5 deve ser monitorada no prazo de alguns dias após a introdução do fármaco9.
Em pacientes com volume sangüíneo circulante diminuído, como por exemplo, aqueles em
uso de doses altas de medicamentos diuréticos10 (medicamentos que aumentam a excreção
urinária), pode ocorrer sintomas11 relacionados à queda da pressão sangüínea2. Nesses
casos, portanto, o tratamento deve ser iniciado sob cuidadosa supervisão médica. Se
ocorrer queda importante da pressão sangüínea2, o paciente deverá ser colocado em
posição deitada e, conforme avaliação médica, receber infusão intravenosa de soro12
fisiológico13. Queda transitória da pressão sangüínea2 não é uma contra-indicação para o
tratamento, que geralmente pode continuar sem dificuldades, uma vez que a mesma tenha
se estabilizado.
Não foram realizados estudos controlados em pacientes menores de 18 anos.
Nenhuma diferença geral na eficácia ou segurança foi observada entre pacientes idosos.
Os fármacos que agem diretamente sobre o sistema renina-angiotensina podem
causar morbidade14 e até mortes fetais e neonatais quando administrados a mulheres
grávidas, conforme relatado com pacientes em uso de inibidores da enzima15 conversora de
angiotensina (um tipo de medicamento anti-hipertensivo). Quando for diagnosticada
gravidez4, Olmetec* deve ser descontinuado o mais breve possível e a medicação
para a gestante deve ser substituída.
Não se sabe se a olmesartana é excretada no leite humano, mas foi relatada sua secreção
em baixa concentração no leite de ratas lactantes16. Devido ao potencial para efeitos adversos
em lactentes17, o médico deve decidir quanto a descontinuar a amamentação18 ou o fármaco9,
levando em conta a importância deste para a mãe.
Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas. Informe
imediatamente ao seu médico em caso de suspeita de gravidez4.
Interações Medicamentosas

Olmetec* pode ser administrado com ou sem alimentos.
O uso concomitante de Olmetec* com outros fármacos que afetam a excreção do potássio
(como diuréticos10 poupadores de potássio, inibidores de enzima15 de conversão, betabloqueadores,
antiinflamatórios não-hormonais, trimetoprima, etc.) ou com suplementação19
oral de potássio pode causar hipercalemia20 (aumento do potássio no sangue21), especialmente
em pacientes diabéticos e/ou com insuficiência renal8.
A eficácia deste medicamento depende da capacidade funcional do paciente.
NÃO FORAM REALIZADOS ESTUDOS CONTROLADOS EM PACIENTES MENORES DE
18 ANOS.
INFORME AO SEU MÉDICO OU CIRURGIÃO-DENTISTA O APARECIMENTO DE
REAÇÕES INDESEJÁVEIS.
INFORME AO SEU MÉDICO OU CIRURGIÃO-DENTISTA SE VOCÊ ESTÁ FAZENDO USO
DE ALGUM OUTRO MEDICAMENTO.
NÃO USE MEDICAMENTO SEM O CONHECIMENTO DO SEU MÉDICO. PODE SER
PERIGOSO PARA SUA SAÚDE22.
MODO DE USO

O comprimido de Olmetec* (olmesartana medoxomila) 20 mg tem formato circular e é
revestido por filme branco. O produto apresenta odor e sabor característicos.
O comprimido de Olmetec* 40 mg tem formato oval e é revestido por filme branco. O produto
apresenta odor e sabor característicos.
Olmetec* deve ser utilizado por via oral, em dose única diária, com quantidade suficiente de
líquido para deglutição23, com ou sem alimentos.
A dose inicial normalmente recomendada de Olmetec* é de 20 mg uma vez ao dia, quando
usado como monoterapia (ou seja, sem outros medicamentos concomitantemente). Para
pacientes que necessitam de redução adicional da pressão arterial24, a dose pode ser
aumentada para 40 mg uma vez ao dia. Doses acima de 40 mg não aparentaram ter efeito
superior.
Nenhum ajuste da dose inicial é necessário para idosos, pacientes com insuficiência renal8
leve a moderada ou com disfunção hepática25 leve a moderada. Para pacientes26 com possível
diminuição do volume sangüíneo circulante (por exemplo, pacientes tratados com diuréticos10,
particularmente aqueles com função renal5 prejudicada), insuficiência renal8 grave ou
insuficiência hepática27 grave, o tratamento deve ser iniciado sob cuidadosa supervisão e
deve ser considerada uma dose inicial inferior.
Caso você esqueça de tomar Olmetec* no horário estabelecido pelo seu médico, tome-o
assim que lembrar. Entretanto, se já estiver perto do horário de tomar a próxima dose, pule
a dose esquecida e tome a próxima, continuando normalmente o esquema de doses
recomendado pelo seu médico. Neste caso, não tome o medicamento em dobro para
compensar doses esquecidas.
O esquecimento da dose pode comprometer a eficácia do tratamento.
SIGA A ORIENTAÇÃO DO SEU MÉDICO, RESPEITANDO SEMPRE OS HORÁRIOS, AS
DOSES E A DURAÇÃO DO TRATAMENTO.
NÃO INTERROMPA O TRATAMENTO SEM O CONHECIMENTO DO SEU MÉDICO.
NÃO USE O MEDICAMENTO COM O PRAZO DE VALIDADE VENCIDO. ANTES DE
USAR, OBSERVE O ASPECTO DO MEDICAMENTO.
ESTE MEDICAMENTO NÃO PODE SER PARTIDO OU MASTIGADO.
REAÇÕES ADVERSAS

Foram relatados os seguintes eventos adversos (com incidência28 superior a 1% dos
pacientes tratados com olmesartana medoxomila): dor lombar, bronquite (inflamação29 dos
brônquios30), aumento da creatina fosfoquinase (um teste laboratorial que avalia a integridade
de tecidos musculares), diarréia31, cefaléia32 (dor de cabeça33), hematúria34 (presença de sangue21
na urina35), hiperglicemia36 (aumento dos níveis de açúcar37 no sangue21), hipertrigliceridemia
(aumento dos níveis de triglicérides38 no sangue21), sintomas11 semelhantes à gripe39, faringite40
(inflamação29 na faringe41), rinite42 (inflamação29 em região nasal), sinusite43 (inflamação29 em região
dos seios44 da face45) e infecção46 do trato respiratório superior. Esses eventos ocorreram em
incidência28 igual ou maior nos pacientes recebendo placebo47.
Também foram relatados:
Gerais: tosse, dor torácica, fadiga48, dor, edema49 periférico (inchaço50 em extremidades do
corpo, como pés e tornozelos).
Sistema nervoso central51 e periférico: vertigem52.
Gastrintestinais: dor abdominal, dispepsia53 (má digestão54), gastrenterite (alterações
inflamatórias do estômago55/intestino), náusea56.
Distúrbios de freqüência e ritmo cardíacos: taquicardia57 (aumento da freqüência
cardíaca).
Distúrbios metabólicos e nutricionais: albuminúria58 (presença de albumina59 na urina35),
hipercolesterolemia60 (aumento dos níveis de colesterol61 no sangue21), hiperlipemia (aumento
dos níveis de gordura62 no sangue21), hiperuricemia (aumento dos níveis de ácido úrico no
sangue21).
Músculo-esqueléticos: artralgia63 (dor em articulação64), artrite65 (inflamação29 em articulação64),
mialgia66 (dor muscular), dor esquelética.
Distúrbios psiquiátricos: insônia.
Pele67 e anexos68: rash69 (erupção70) cutâneo71.
Sistema urinário72: infecção46 do trato urinário73.
Alterações em testes laboratoriais:
Hemoglobina74 e hematócrito75 (índices laboratoriais que avaliam a presença de anemia76):
pequenas reduções em hemoglobina74 e hematócrito75 (reduções médias de aproximadamente
0,3 g/dL e 0,3% no volume, respectivamente) foram observadas, mas não foram
clinicamente significantes. Hematócrito75 é um exame que fornece uma estimativa do número
de glóbulos vermelhos no sangue21.
Testes de função hepática25 (exames que avaliam a função do fígado7): elevações das
enzimas hepáticas77 e/ou bilirrubina78 sérica foram observadas com pouca freqüência.
ATENÇÃO: ESTE É UM MEDICAMENTO NOVO E, EMBORA AS PESQUISAS
REALIZADAS TENHAM INDICADO EFICÁCIA E SEGURANÇA ACEITÁVEIS PARA
COMERCIALIZAÇÃO, EFEITOS INDESEJÁVEIS E NÃO CONHECIDOS PODEM
OCORRER. NESTE CASO, INFORME AO SEU MÉDICO.
CONDUTA EM CASO DE SUPERDOSE

As manifestações mais prováveis de superdose seriam queda da pressão e aumento da
freqüência cardíaca. Pode ser observada diminuição da freqüência cardíaca em alguns
casos.
Em caso de superdose, procure um médico imediatamente.
CUIDADOS DE CONSERVAÇÃO E USO
Olmetec* (olmesartana medoxomila) deve ser conservado em temperatura ambiente (entre
15 e 30ºC), protegido da luz e umidade. Após aberto, mantenha o medicamento na
embalagem original.
TODO MEDICAMENTO DEVE SER MANTIDO FORA DO ALCANCE DAS CRIANÇAS.

PARTE III

Informações Técnicas Aos Profissionais de Saúde22 de Olmetec

Características Farmacológicas de Olmetec

Propriedades Farmacodinâmicas de Olmetec

Olmetec* (olmesartana medoxomila) é descrito quimicamente como 2,3-diidroxi-2-butenil-4-
(1-hidroxi-1-metiletil)-2-propil-1-[p-(o-1H-tetrazol-5-il-fenil)benzil]imidazol-5-carboxilato, 2,3-
carbonato cíclico. A fórmula empírica é C29H30N606.
Trata-se de um pró-fármaco9, que durante a absorção pelo trato gastrintestinal é hidrolisado
para olmesartana, o composto biologicamente ativo. É um antagonista79 seletivo do receptor
angiotensina II subtipo AT1.
A angiotensina II é formada a partir da angiotensina I em uma reação catalisada pela enzima15
conversora da angiotensina (ECA, cininase II). A angiotensina II é o principal agente
pressórico do sistema renina-angiotensina, com efeitos que incluem vasoconstrição80,
estimulação da síntese e liberação de aldosterona, estimulação cardíaca e reabsorção renal5
de sódio. A olmesartana liga-se de forma competitiva e seletiva ao receptor AT1 e impede os
efeitos vasoconstritores da angiotensina II, bloqueando seletivamente sua ligação ao
receptor AT1 no músculo liso vascular81. Portanto, a ação é independente das vias para a
síntese de angiotensina II.
Receptores AT2 também são encontrados em outros tecidos, mas se desconhece a sua
associação com a homeostasia82 cardiovascular. Olmesartana tem uma afinidade 12.500
vezes superior ao receptor AT1, comparada ao receptor AT2.
O bloqueio do receptor de angiotensina II inibe o feedback negativo regulador de
angiotensina II sobre a secreção de renina. Entretanto, o aumento resultante na atividade de
renina plasmática e dos níveis angiotensina II circulante não suprime o efeito da
olmesartana sobre a pressão arterial24.
Doses de 2,5 a 40 mg de olmesartana medoxomila inibem o efeito pressórico da infusão de
angiotensina I. A duração do efeito inibitório está relacionada à dose. Com doses de
olmesartana medoxomila maiores de 40 mg, obtêm-se mais de 90% de inibição em 24
horas.
As concentrações plasmáticas de angiotensina I, angiotensina II e a atividade de renina
plasmática (ARP) aumentaram após a administração única e repetida de olmesartana
medoxomila a indivíduos sadios e pacientes hipertensos. A administração repetida de até 80
mg deste fármaco9 teve influência mínima sobre os níveis de aldosterona e nenhum efeito
sobre o potássio sérico.

Propriedades Farmacocinéticas de Olmetec

Absorção, distribuição, metabolismo83 e excreção
Olmesartana medoxomila é rápida e completamente bioativada, por hidrólise do éster, para
olmesartana durante a absorção pelo trato gastrintestinal. A olmesartana parece ser
eliminada de maneira bifásica, com uma meia-vida de eliminação terminal de
aproximadamente 13 horas. A farmacocinética é linear após doses orais únicas de até 320
mg e doses orais múltiplas de até 80 mg. Os níveis de olmesartana no estado de equilíbrio
são atingidos em 3 a 5 dias e não ocorre acúmulo no plasma84 com a administração única
diária.
Após a administração, a biodisponibilidade absoluta da olmesartana é de aproximadamente
26%. A concentração plasmática máxima (Cmáx) após administração oral é atingida após 1 a
2 horas. Os alimentos não afetam a biodisponibilidade de olmesartana.
Após a rápida e completa conversão de olmesartana medoxomila para olmesartana durante
a absorção, não há virtualmente nenhum metabolismo83 adicional de olmesartana. O
clearance plasmático total de olmesartana é de 1,3 L/h, com um clearance renal5 de 0,6 L/h.
Aproximadamente 35% a 50% da dose absorvida são recuperados na urina35, enquanto o
restante é eliminado nas fezes, por intermédio da bile85.
O volume de distribuição de olmesartana é de aproximadamente 17 litros. Possui alta
ligação a proteínas86 plasmáticas (99%) e não penetra nos glóbulos vermelhos. A ligação
protéica é constante mesmo com concentrações plasmáticas muito acima da faixa atingida
com as doses recomendadas.
Em ratos, a olmesartana atravessou a barreira hematoencefálica em quantidade mínima;
atravessou a barreira placentária e foi distribuída para o feto87, sendo distribuída para o leite
materno em níveis baixos.

Populações Especiais de Olmetec

Crianças: a farmacocinética de olmesartana não foi investigada em pacientes menores de
18 anos.
Idosos: a farmacocinética de olmesartana foi estudada em idosos com 65 anos ou mais. Em
geral, as concentrações plasmáticas máximas foram similares entre os adultos jovens e os
idosos. Em idosos, foi observado um pequeno acúmulo com a administração de doses
repetidas (AUCss-ô foi 33% maior em pacientes idosos, correspondendo a aproximadamente
30% de redução no clearance renal5).
Sexo: foram observadas diferenças mínimas na farmacocinética de olmesartana nas
mulheres em comparação aos homens.
Insuficiência renal8: em pacientes com insuficiência renal8, as concentrações séricas de
olmesartana foram elevadas, quando comparadas a indivíduos com função renal5 normal.
Em pacientes com insuficiência renal8 grave (clearance de creatinina88 < 20 L/min), a AUC foi
aproximadamente triplicada após doses repetidas. A farmacocinética de olmesartana em
pacientes sob hemodiálise89 ainda não foi estudada.
Insuficiência hepática27: aumentos na AUC0-‡ e Cmáx foram observados em pacientes com
insuficiência hepática27 moderada, em comparação com os valores nos controles
equivalentes, com um aumento na AUC de cerca de 60%.
CARCINOGÊNESE, MUTAGÊNESE E COMPROMETIMENTO DA FERTILIDADE
Estudos em animais demonstraram que olmesartana medoxomila não é um agente
carcinogênico.
Olmesartana medoxomila não foi clastogênica nem mutagênica in vivo (teste de micronúcleo
em camundongos e teste de reparo de DNA não-programado em ratos). A avaliação dos
estudos in vitro com olmesartana medoxomila e olmesartana não revelou risco clinicamente
significante de mutagenicidade.
Ambos, olmesartana medoxomila e olmesartana, apresentaram resultado negativo no teste
in vitro de transformação de célula90 de embrião de hamster sírio e não demonstraram
evidência de toxicidade91 genética no teste de Ames (mutagenicidade bacteriana).
A fertilidade em animais não foi afetada pela administração de olmesartana medoxomila.

Resultados de Eficácia de Olmetec


Os efeitos anti-hipertensivos de Olmetec* (olmesartana medoxomila) foram demonstrados
em 7 estudos clínicos controlados por placebo47 em doses variando de 2,5 a 80 mg, por 6 a
12 semanas, demonstrando reduções estatisticamente significantes na pressão arterial24 no
pico e no vale. Foram estudados 2693 pacientes com hipertensão92 essencial (2145 pacientes
recebendo Olmetec* e 548 pacientes recebendo placebo47). Olmetec* uma vez ao dia
diminuiu tanto a pressão sistólica93 como a diastólica. A resposta foi relacionada à dose. Uma
dose diária de 20 mg de olmesartana medoxomila produziu uma redução na pressão arterial24
(vale - medida na posição sentada) maior em relação ao placebo47, de aproximadamente 10
mmHg na pressão sistólica93 e 6 mmHg na pressão diastólica94. Uma dose diária de 40 mg
produziu uma redução na pressão arterial24 (vale - medida na posição sentada) maior em
relação ao placebo47, de aproximadamente 12 mmHg na pressão sistólica93 e 7 mmHg na
pressão diastólica94. Doses de olmesartana medoxomila maiores que 40 mg diariamente
apresentaram um pequeno efeito adicional.
Os estudos clínicos demonstraram que o efeito redutor da pressão arterial24 com Olmetec* foi
mantido por um período de 24 horas com uma dose única diária. Este efeito redutor de
Olmetec*, com ou sem hidroclorotiazida, foi mantido em pacientes tratados por até um ano.
Não existe evidência de taquifilaxia durante o tratamento por longo prazo ou efeito rebote
após a interrupção abrupta de olmesartana medoxomila depois de 1 ano de tratamento.
O efeito anti-hipertensivo foi similar em ambos os sexos e em idosos acima de 65 anos.
Olmetec* tem um efeito redutor adicional da pressão arterial24 quando administrado
concomitantemente com hidroclorotiazida.

Indicações de Olmetec

Olmetec* (olmesartana medoxomila) é indicado para o tratamento da hipertensão arterial3.
Pode ser usado como monoterapia ou em combinação com outros agentes antihipertensivos.

Contra-Indicações de Olmetec


Olmetec* (olmesartana medoxomila) é contra-indicado a pacientes que apresentam
hipersensibilidade a qualquer componente da fórmula e durante a gravidez4.

Modo de Usar e Conservação Depois de Aberto de Olmetec

Olmetec* (olmesartana medoxomila) deve ser utilizado por via oral, com quantidade
suficiente de líquido para deglutição23, com ou sem alimentos.
Olmetec* deve ser conservado em temperatura ambiente (entre 15 e 30ºC), protegido da luz
e umidade. Após aberto, o medicamento deve ser mantido na embalagem original.

Posologia de Olmetec


A dose inicial normalmente recomendada de Olmetec* (olmesartana medoxomila) é de 20
mg uma vez ao dia, quando usado como monoterapia. Para pacientes26 que necessitam de
redução adicional da pressão arterial24, a dose pode ser aumentada para 40 mg uma vez ao
dia. Doses acima de 40 mg não aparentaram ter efeito superior.
O início do efeito anti-hipertensivo geralmente se manifesta dentro de 1 semana e a redução
máxima da pressão arterial24, em geral, é obtida com 2 a 4 semanas de tratamento com
Olmetec*.
Nenhum ajuste da dose inicial é necessário para idosos, pacientes com insuficiência renal8
leve a moderada ou com disfunção hepática25 leve a moderada. Para pacientes26 com possível
depleção95 de volume intravascular96 (ex.: pacientes tratados com diuréticos10, particularmente
aqueles com função renal5 prejudicada), insuficiência renal8 grave (ClCR < 20 mL/min) ou
insuficiência hepática27 grave, o tratamento deve ser iniciado sob cuidadosa supervisão e
deve ser considerada uma dose inicial inferior.
Caso o paciente esqueça de administrar Olmetec* no horário estabelecido, deve fazê-lo
assim que lembrar. Entretanto, se já estiver perto do horário de administrar a próxima dose,
deve desconsiderar a dose esquecida e utilizar a próxima. Neste caso, o paciente não deve
utilizar a dose duplicada para compensar doses esquecidas.
O esquecimento da dose pode comprometer a eficácia do tratamento.
Uso em Pacientes Idosos
Devem ser observadas as precauções e advertências mencionadas. Caso necessário, a
dose deve ser ajustada.

Advertências e Precauções de Olmetec

GeraisFunção renal5
Como conseqüência da inibição do sistema renina-angiotensina-aldosterona, alterações na
função renal5 podem ocorrer em indivíduos suscetíveis tratados com olmesartana
medoxomila. Em pacientes cuja função renal5 possa depender da atividade do sistema
renina-angiotensina-aldosterona (ex.: pacientes com insuficiência cardíaca congestiva97
grave), o tratamento com inibidores da enzima15 conversora da angiotensina e antagonistas
dos receptores de angiotensina foi associado à oligúria98 e/ou azotemia progressiva e
(raramente) insuficiência renal8 aguda e/ou morte. Resultados similares podem ocorrer em
pacientes tratados com olmesartana medoxomila.
Em estudos com inibidores da ECA em pacientes com estenose99 de artéria renal100 unilateral ou
bilateral, foram relatados aumentos na creatinina88 sérica ou uréia101 sangüínea. Não houve
experiência com o uso prolongado de olmesartana medoxomila em pacientes com estenose99
de artéria renal100 unilateral ou bilateral, mas podem ser esperados resultados similares.
Em pacientes com insuficiência renal8 moderada ou grave (creatinina88 sérica > 2 mg/dL102), a
função renal5 deve ser monitorada no prazo de alguns dias após a introdução do fármaco9.
Hipotensão103 em pacientes com depleção95 de volume ou sal
Em pacientes cujo sistema renina-angiotensina esteja ativado, como aqueles com depleção95
de volume e/ou sal (ex.: pacientes em tratamento com doses altas de diuréticos10), pode
ocorrer hipotensão103 sintomática104 após o início do tratamento com Olmetec* (olmesartana
medoxomila). O tratamento deve ser iniciado sob cuidadosa supervisão médica. Se a
hipotensão103 realmente ocorrer, o paciente deve ser colocado na posição supina e, se
necessário, receber uma infusão intravenosa de solução salina normal. Uma resposta
hipotensora transitória não é uma contra-indicação para o tratamento, que geralmente pode
continuar sem dificuldades, uma vez que a pressão arterial24 tenha se estabilizado.
Uso durante a Gravidez4 e a Lactação105
Mulheres em idade fértil devem ser alertadas sobre a conseqüência da exposição durante o
segundo e terceiro trimestres de gravidez4 a fármacos que atuam no sistema reninaangiotensina.
Devem ser alertadas também que estas conseqüências não parecem ter
resultado da exposição intra-uterina ao fármaco9 que tenha sido limitada ao primeiro trimestre
de gravidez4. Estas pacientes devem relatar a gravidez4 ao médico o mais rápido possível.
Os fármacos que agem diretamente sobre o sistema renina-angiotensina podem
causar morbidade14 e até mortes fetais e neonatais, quando administrados a mulheres
grávidas, conforme relatado na literatura com pacientes em uso de inibidores da enzima15
conversora de angiotensina. Quando for diagnosticada gravidez4, Olmetec* deve ser
descontinuado o mais breve possível e a medicação para a gestante deve ser
substituída.
Não há experiência clínica com Olmetec* em mulheres grávidas.
Olmetec* é um medicamento classificado na categoria de risco de gravidez4 C (no
primeiro trimestre) e D (no segundo e terceiro trimestre). Portanto, este medicamento
não deve ser utilizado por mulheres grávidas. O médico deve ser informado
imediatamente em caso de suspeita de gravidez4.

Não se sabe se a olmesartana é excretada no leite humano, mas foi relatada a secreção em
baixa concentração no leite de ratas lactantes16. Devido ao potencial para efeitos adversos em
lactentes17, o médico deve decidir quanto a descontinuar a amamentação18 ou o fármaco9,
levando em conta a importância deste para a mãe.
Uso em Crianças
Não foram realizados estudos controlados em pacientes menores de 18 anos.
Uso em Pacientes Idosos
Do número total de pacientes hipertensos tratados com Olmetec* em estudos clínicos, mais
de 20% tinha 65 anos de idade ou mais, enquanto que mais de 5% tinha 75 anos de idade
ou mais. Nenhuma diferença geral na eficácia ou segurança foi observada entre pacientes
idosos e os mais jovens. Outras experiências clínicas relatadas não identificaram diferenças
nas respostas entre os idosos e pacientes mais jovens; porém, uma sensibilidade maior de
alguns indivíduos não pode ser excluída.
A eficácia deste medicamento depende da capacidade funcional do paciente.
USO EM IDOSOS, CRIANÇAS E OUTROS GRUPOS DE RISCO

Vide "Advertências e Precauções".

Interações Medicamentosas de Olmetec


Olmetec* (olmesartana medoxomila) pode ser administrado com ou sem alimentos.
Nenhuma interação medicamentosa significativa foi relatada em estudos nos quais a
olmesartana medoxomila foi co-administrada com digoxina ou varfarina em voluntários
sadios. A biodisponibilidade da olmesartana não foi significativamente alterada pela coadministração
de antiácidos106 (hidróxido de alumínio / hidróxido de magnésio). Olmesartana
medoxomila não é metabolizada pelo sistema do citocromo P450 e não tem efeito sobre as
enzimas P450. Assim, não são esperadas interações com fármacos que inibem, induzem ou
são metabolizados por essas enzimas.
O uso concomitante de Olmetec* com outros fármacos que afetam a excreção do potássio
(como diuréticos10 poupadores de potássio, inibidores de enzima15 de conversão, betabloqueadores,
antiinflamatórios não-hormonais, trimetoprima etc.) ou com suplementação19
oral de potássio pode causar hipercalemia20, especialmente em pacientes diabéticos e/ou com
insuficiência renal8.

Reações Adversas a Medicamentos de Olmetec

Nos diversos estudos realizados, o tratamento com Olmetec* (olmesartana medoxomila) foi
bem tolerado, com uma incidência28 de eventos adversos similar a do placebo47. Os eventos
geralmente foram leves, transitórios e não tinham relação com a dose de olmesartana
medoxomila. A freqüência geral de eventos adversos não teve relação com a dose
administrada.
Foram relatados os seguintes eventos adversos (com incidência28 superior a 1% dos
pacientes tratados com olmesartana medoxomila): dor lombar, bronquite, aumento da
creatina fosfoquinase, diarréia31, cefaléia32, hematúria34, hiperglicemia36, hipertrigliceridemia,
sintomas11 semelhantes à gripe39, faringite40, rinite42, sinusite43 e infecção46 do trato respiratório
superior. Esses eventos ocorreram em igual ou maior incidência28 nos pacientes recebendo
placebo47.
Também foram relatados:
Gerais: tosse, dor torácica, fadiga48, dor, edema49 periférico.
Sistema nervoso central51 e periférico: vertigem52.
Gastrintestinais: dor abdominal, dispepsia53, gastrenterite, náusea56.
Distúrbios de freqüência e ritmo cardíacos: taquicardia57.
Distúrbios metabólicos e nutricionais: albuminúria58, hipercolesterolemia60, hiperlipemia,
hiperuricemia.
Músculo-esqueléticos: artralgia63, artrite65, mialgia66, dor esquelética.
Distúrbios psiquiátricos: insônia.
Pele67 e anexos68: rash69 cutâneo71.
Sistema urinário72: infecção46 do trato urinário73.
Alterações em testes laboratoriais:
Hemoglobina74 e hematócrito75: pequenas reduções em hemoglobina74 e hematócrito75 (reduções
médias de aproximadamente 0,3 g/dL e 0,3% no volume, respectivamente) foram
observadas, mas não foram clinicamente significantes.
Testes de função hepática25: elevações das enzimas hepáticas77 e/ou bilirrubina78 sérica foram
observadas com pouca freqüência.
ATENÇÃO: ESTE É UM MEDICAMENTO NOVO E, EMBORA AS PESQUISAS
REALIZADAS TENHAM INDICADO EFICÁCIA E SEGURANÇA ACEITÁVEIS PARA
COMERCIALIZAÇÃO, EFEITOS INDESEJÁVEIS E NÃO CONHECIDOS PODEM
OCORRER.

Superdose de Olmetec


Os dados disponíveis com relação à superdose em seres humanos são limitados. As
manifestações mais prováveis de superdose seriam hipotensão103 e taquicardia57; bradicardia107
pode ser observada se ocorrer estimulação parassimpática (vagal). Se ocorrer hipotensão103
sintomática104, o tratamento de suporte deve ser iniciado. É desconhecido se a olmesartana é
dialisável.

Armazenagem de Olmetec


Olmetec* (olmesartana medoxomila) deve ser conservado em temperatura ambiente (entre
15 e 30ºC), protegido da luz e umidade.
O prazo de validade está indicado na embalagem externa. Após aberto, o medicamento
deve ser mantido na embalagem original.

PARTE IV

MS - 1.0216.0105
Farmacêutico Responsável: José Francisco Bomfim - CRF-SP nº 7009
VENDA SOB PRESCRIÇÃO MÉDICA
Número de lote e data de fabricação: vide embalagem externa.
Produto fabricado por:
Sankyo Pharma Brasil Ltda.
Barueri - SP
Embalado por:
ALTANA Pharma Ltda.
Jaguariúna - SP
Distribuído por:
LABORATÓRIOS PFIZER LTDA.
Av. Monteiro Lobato, 2.270
CEP 07190-001 - Guarulhos - SP
CNPJ nº 46.070.868/0001-69
Indústria Brasileira.
S.A.C. Linha Pfizer 0800-16-7575
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Sob licença de Sankyo Co., Ltd. - Tóquio - Japão

Olmetec - Laboratório

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Guarulhos/SP - CEP: 07112-070
Tel: 0800-16-7575
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CNPJ n° 46.070.868/0001-69

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Complementos

1 Lactose: Tipo de glicídio que possui ligação glicosídica. É o açúcar encontrado no leite e seus derivados. A lactose é formada por dois carboidratos menores, chamados monossacarídeos, a glicose e a galactose, sendo, portanto, um dissacarídeo.
2 Pressão sangüínea: Força exercida pelo sangue arterial por unidade de área da parede arterial. É expressa como uma razão (Exemplo: 120/80, lê-se 120 por 80). O primeiro número é a pressão sistólica ou pressão máxima. E o segundo número é a presão diastólica ou mínima.
3 Hipertensão arterial: Aumento dos valores de pressão arterial acima dos valores considerados normais, que no adulto são de 140 milímetros de mercúrio de pressão sistólica e 85 milímetros de pressão diastólica.
4 Gravidez: Condição de ter um embrião ou feto em desenvolvimento no trato reprodutivo feminino após a união de ovo e espermatozóide.
5 Renal: Relacionado aos rins. Uma doença renal é uma doença dos rins. Insuficiência renal significa que os rins pararam de funcionar.
6 Rins: Órgãos em forma de feijão que filtram o sangue e formam a urina. Os rins são localizados na região posterior do abdômen, um de cada lado da coluna vertebral.
7 Fígado: Órgão que transforma alimento em energia, remove álcool e toxinas do sangue e fabrica bile. A bile, produzida pelo fígado, é importante na digestão, especialmente das gorduras. Após secretada pelas células hepáticas ela é recolhida por canalículos progressivamente maiores que a levam para dois canais que se juntam na saída do fígado e a conduzem intermitentemente até o duodeno, que é a primeira porção do intestino delgado. Com esse canal biliar comum, chamado ducto hepático, comunica-se a vesícula biliar através de um canal sinuoso, chamado ducto cístico. Quando recebe esse canal de drenagem da vesícula biliar, o canal hepático comum muda de nome para colédoco. Este, ao entrar na parede do duodeno, tem um músculo circular, designado esfíncter de Oddi, que controla o seu esvaziamento para o intestino.
8 Insuficiência renal: Condição crônica na qual o corpo retém líquido e excretas pois os rins não são mais capazes de trabalhar apropriadamente. Uma pessoa com insuficiência renal necessita de diálise ou transplante renal.
9 Fármaco: Qualquer produto ou preparado farmacêutico; medicamento.
10 Diuréticos: Grupo de fármacos que atuam no rim, aumentando o volume e o grau de diluição da urina. Eles depletam os níveis de água e cloreto de sódio sangüíneos. São usados no tratamento da hipertensão arterial, insuficiência renal, insuficiência cardiaca ou cirrose do fígado. Há dois tipos de diuréticos, os que atuam diretamente nos túbulos renais, modificando a sua atividade secretora e absorvente; e aqueles que modificam o conteúdo do filtrado glomerular, dificultando indiretamente a reabsorção da água e sal.
11 Sintomas: Alterações da percepção normal que uma pessoa tem de seu próprio corpo, do seu metabolismo, de suas sensações, podendo ou não ser um indício de doença. Os sintomas são as queixas relatadas pelo paciente mas que só ele consegue perceber. Sintomas são subjetivos, sujeitos à interpretação pessoal. A variabilidade descritiva dos sintomas varia em função da cultura do indivíduo, assim como da valorização que cada pessoa dá às suas próprias percepções.
12 Soro: Chama-se assim qualquer líquido de características cristalinas e incolor.
13 Fisiológico: Relativo à fisiologia. A fisiologia é estudo das funções e do funcionamento normal dos seres vivos, especialmente dos processos físico-químicos que ocorrem nas células, tecidos, órgãos e sistemas dos seres vivos sadios.
14 Morbidade: Morbidade ou morbilidade é a taxa de portadores de determinada doença em relação à população total estudada, em determinado local e em determinado momento.
15 Enzima: Proteína produzida pelo organismo que gera uma reação química. Por exemplo, as enzimas produzidas pelo intestino que ajudam no processo digestivo.
16 Lactantes: Que produzem leite; que aleitam.
17 Lactentes: Que ou aqueles que mamam, bebês. Inclui o período neonatal e se estende até 1 ano de idade (12 meses).
18 Amamentação: Ato da nutriz dar o peito e o lactente mamá-lo diretamente. É um fenômeno psico-sócio-cultural. Dar de mamar a; criar ao peito; aleitar; lactar... A amamentação é uma forma de aleitamento, mas há outras formas.
19 Suplementação: Que serve de suplemento para suprir o que falta, que completa ou amplia.
20 Hipercalemia: É a concentração de potássio sérico maior que 5.5 mmol/L (mEq/L). Uma concentração acima de 6.5 mmol/L (mEq/L) é considerada crítica.
21 Sangue: O sangue é uma substância líquida que circula pelas artérias e veias do organismo. Em um adulto sadio, cerca de 45% do volume de seu sangue é composto por células (a maioria glóbulos vermelhos, glóbulos brancos e plaquetas). O sangue é vermelho brilhante, quando oxigenado nos pulmões (nos alvéolos pulmonares). Ele adquire uma tonalidade mais azulada, quando perde seu oxigênio, através das veias e dos pequenos vasos denominados capilares.
22 Saúde: 1. Estado de equilíbrio dinâmico entre o organismo e o seu ambiente, o qual mantém as características estruturais e funcionais do organismo dentro dos limites normais para sua forma de vida e para a sua fase do ciclo vital. 2. Estado de boa disposição física e psíquica; bem-estar. 3. Brinde, saudação que se faz bebendo à saúde de alguém. 4. Força física; robustez, vigor, energia.
23 Deglutição: Passagem dos alimentos desde a boca até o esôfago; ação ou efeito de deglutir; engolir. É um mecanismo em parte voluntário e em parte automático (reflexo) que envolve a musculatura faríngea e o esfíncter esofágico superior.
24 Pressão arterial: A relação que define a pressão arterial é o produto do fluxo sanguíneo pela resistência. Considerando-se a circulação como um todo, o fluxo total é denominado débito cardíaco, enquanto a resistência é denominada de resistência vascular periférica total.
25 Hepática: Relativa a ou que forma, constitui ou faz parte do fígado.
26 Para pacientes: Você pode utilizar este texto livremente com seus pacientes, inclusive alterando-o, de acordo com a sua prática e experiência. Conheça todos os materiais Para Pacientes disponíveis para auxiliar, educar e esclarecer seus pacientes, colaborando para a melhoria da relação médico-paciente, reunidos no canal Para Pacientes . As informações contidas neste texto são baseadas em uma compilação feita pela equipe médica da Centralx. Você deve checar e confirmar as informações e divulgá-las para seus pacientes de acordo com seus conhecimentos médicos.
27 Insuficiência hepática: Deterioração grave da função hepática. Pode ser decorrente de hepatite viral, cirrose e hepatopatia alcoólica (lesão hepática devido ao consumo de álcool) ou medicamentosa (causada por medicamentos como, por exemplo, o acetaminofeno). Para que uma insuficiência hepática ocorra, deve haver uma lesão de grande porção do fígado.
28 Incidência: Medida da freqüência em que uma doença ocorre. Número de casos novos de uma doença em um certo grupo de pessoas por um certo período de tempo.
29 Inflamação: Conjunto de processos que se desenvolvem em um tecido em resposta a uma agressão externa. Incluem fenômenos vasculares como vasodilatação, edema, desencadeamento da resposta imunológica, ativação do sistema de coagulação, etc.Quando se produz em um tecido superficial (pele, tecido celular subcutâneo) pode apresentar tumefação, aumento da temperatura local, coloração avermelhada e dor (tétrade de Celso, o cientista que primeiro descreveu as características clínicas da inflamação).
30 Brônquios: A maior passagem que leva ar aos pulmões originando-se na bifurcação terminal da traquéia. Sinônimos: Bronquíolos
31 Diarréia: Aumento do volume, freqüência ou quantidade de líquido nas evacuações.Deve ser a manifestação mais freqüente de alteração da absorção ou transporte intestinal de substâncias, alterações estas que em geral são devidas a uma infecção bacteriana ou viral, a toxinas alimentares, etc.
32 Cefaleia: Sinônimo de dor de cabeça. Este termo engloba todas as dores de cabeça existentes, ou seja, enxaqueca ou migrânea, cefaleia ou dor de cabeça tensional, cefaleia cervicogênica, cefaleia em pontada, cefaleia secundária a sinusite, etc... são tipos dentro do grupo das cefaleias ou dores de cabeça. A cefaleia tipo tensional é a mais comum (acomete 78% da população), seguida da enxaqueca ou migrânea (16% da população).
33 Cabeça:
34 Hematúria: Eliminação de sangue juntamente com a urina. Sempre é anormal e relaciona-se com infecção do trato urinário, litíase renal, tumores ou doença inflamatória dos rins.
35 Urina: Resíduo líquido produzido pela filtração renal no organismo, estocado na bexiga e expelido pelo ato de urinar.
36 Hiperglicemia: Excesso de glicose no sangue. Hiperglicemia de jejum é o nível de glicose acima dos níveis considerados normais após jejum de 8 horas. Hiperglicemia pós-prandial acima de níveis considerados normais após 1 ou 2 horas após alimentação.
37 Açúcar: 1. Classe de carboidratos com sabor adocicado, incluindo glicose, frutose e sacarose. 2. Termo usado para se referir à glicemia sangüínea.
38 Triglicérides: A principal maneira de armazenar os lipídeos no tecido adiposo é sob a forma de triglicérides. São também os tipos de lipídeos mais abundantes na alimentação. Podem ser definidos como compostos formados pela união de três ácidos graxos com glicerol. Os triglicérides sólidos em temperatura ambiente são conhecidos como gorduras, enquanto os líquidos são os óleos. As gorduras geralmente possuem uma alta proporção de ácidos graxos saturados de cadeia longa, já os óleos normalmente contêm mais ácidos graxos insaturados de cadeia curta.
39 Gripe: Doença viral adquirida através do contágio interpessoal que se caracteriza por faringite, febre, dores musculares generalizadas, náuseas, etc. Sua duração é de aproximadamente cinco a sete dias e tem uma maior incidência nos meses frios. Em geral desaparece naturalmente sem tratamento, apenas com medidas de controle geral (repouso relativo, ingestão de líquidos, etc.). Os antibióticos não funcionam na gripe e não devem ser utilizados de rotina.
40 Faringite: Inflamação da mucosa faríngea em geral de causa bacteriana ou viral. Caracteriza-se por dor, dificuldade para engolir e vermelhidão da mucosa, acompanhada de exsudatos ou não.
41 Faringe: Canal músculo-membranoso comum aos sistemas digestivo e respiratório. Comunica-se com a boca e com as fossas nasais. É dividida em três partes: faringe superior (nasofaringe ou rinofaringe), faringe bucal (orofaringe) e faringe inferior (hipofaringe, laringofaringe ou faringe esofagiana), sendo um órgão indispensável para a circulação do ar e dos alimentos.
42 Rinite: Inflamação da mucosa nasal, produzida por uma infecção viral ou reação alérgica. Manifesta-se por secreção aquosa e obstrução das fossas nasais.
43 Sinusite: Infecção aguda ou crônica dos seios paranasais. Podem complicar o curso normal de um resfriado comum, acompanhando-se de febre e dor retro-ocular.
44 Seios: Em humanos, uma das regiões pareadas na porção anterior do TÓRAX. As mamas consistem das GLÂNDULAS MAMÁRIAS, PELE, MÚSCULOS, TECIDO ADIPOSO e os TECIDOS CONJUNTIVOS.
45 Face: Parte anterior da cabeça que inclui a pele, os músculos e as estruturas da fronte, olhos, nariz, boca, bochechas e mandíbula.
46 Infecção: Doença produzida pela invasão de um germe (bactéria, vírus, fungo, etc.) em um organismo superior. Como conseqüência da mesma podem ser produzidas alterações na estrutura ou funcionamento dos tecidos comprometidos, ocasionando febre, queda do estado geral, e inúmeros sintomas que dependem do tipo de germe e da reação imunológica perante o mesmo.
47 Placebo: Preparação neutra quanto a efeitos farmacológicos, ministrada em substituição a um medicamento, com a finalidade de suscitar ou controlar as reações, geralmente de natureza psicológica, que acompanham tal procedimento terapêutico.
48 Fadiga: 1. Sensação de enfraquecimento resultante de esforço físico. 2. Trabalho cansativo. 3. Redução gradual da resistência de um material ou da sensibilidade de um equipamento devido ao uso continuado.
49 Edema: 1. Inchaço causado pelo excesso de fluidos no organismo. 2. Acúmulo anormal de líquido nos tecidos do organismo, especialmente no tecido conjuntivo.
50 Inchaço: Inchação, edema.
51 Sistema Nervoso Central: Principais órgãos processadores de informação do sistema nervoso, compreendendo cérebro, medula espinhal e meninges.
52 Vertigem: Alucinação de movimento. Pode ser devido à doença do sistema de equilíbrio, reação a drogas, etc.
53 Dispepsia: Dor ou mal-estar localizado no abdome superior. O mal-estar pode caracterizar-se por saciedade precoce, sensação de plenitude, distensão ou náuseas. A dispepsia pode ser intermitente ou contínua, podendo estar relacionada com os alimentos.
54 Digestão: Dá-se este nome a todo o conjunto de processos enzimáticos, motores e de transporte através dos quais os alimentos são degradados a compostos mais simples para permitir sua melhor absorção.
55 Estômago: Órgão da digestão, localizado no quadrante superior esquerdo do abdome, entre o final do ESÔFAGO e o início do DUODENO.
56 Náusea: Vontade de vomitar. Forma parte do mecanismo complexo do vômito e pode ser acompanhada de sudorese, sialorréia (salivação excessiva), vertigem, etc.
57 Taquicardia: Aumento da frequência cardíaca. Pode ser devido a causas fisiológicas (durante o exercício físico ou gravidez) ou por diversas doenças como sepse, hipertireoidismo e anemia. Pode ser assintomática ou provocar palpitações.
58 Albuminúria: Presença de albumina na urina. A albuminúria pode ser um sinal de nefropatia diabética (doença nos rins causada pelas complicações do diabetes mal controlado) ou aparecer em infecções urinárias.
59 Albumina: Proteína encontrada no plasma, com importantes funções, como equilíbrio osmótico, transporte de substâncias, etc.
60 Hipercolesterolemia: Aumento dos níveis de colesterol do sangue. Está associada a uma maior predisposição ao desenvolvimento de aterosclerose.
61 Colesterol: Tipo de gordura produzida pelo fígado e encontrada no sangue, músculos, fígado e outros tecidos. O colesterol é usado pelo corpo para a produção de hormônios esteróides (testosterona, estrógeno, cortisol e progesterona). O excesso de colesterol pode causar depósito de gordura nos vasos sangüíneos. Seus componentes são: HDL-Colesterol: tem efeito protetor para as artérias, é considerado o bom colesterol. LDL-Colesterol: relacionado às doenças cardiovasculares, é o mau colesterol. VLDL-Colesterol: representa os triglicérides (um quinto destes).
62 Gordura: Um dos três principais nutrientes dos alimentos. Os alimentos que fornecem gordura são: manteiga, margarina, óleos, nozes, carnes vermelhas, peixes, frango e alguns derivados do leite. O excesso de calorias é estocado no organismo na forma de gordura, fornecendo uma reserva de energia ao organismo.
63 Artralgia: Dor em uma articulação.
64 Articulação: 1. Ponto de contato, de junção de duas partes do corpo ou de dois ou mais ossos. 2. Ponto de conexão entre dois órgãos ou segmentos de um mesmo órgão ou estrutura, que geralmente dá flexibilidade e facilita a separação das partes. 3. Ato ou efeito de articular-se. 4. Conjunto dos movimentos dos órgãos fonadores (articuladores) para a produção dos sons da linguagem.
65 Artrite: Inflamação de uma articulação, caracterizada por dor, aumento da temperatura, dificuldade de movimentação, inchaço e vermelhidão da área afetada.
66 Mialgia: Dor que se origina nos músculos. Pode acompanhar outros sintomas como queda no estado geral, febre e dor de cabeça nas doenças infecciosas. Também pode estar associada a diferentes doenças imunológicas.
67 Pele: Camada externa do corpo, que o protege do meio ambiente. Composta por DERME e EPIDERME.
68 Anexos: 1. Que se anexa ou anexou, apenso. 2. Contíguo, adjacente, correlacionado. 3. Coisa ou parte que está ligada a outra considerada como principal. 4. Em anatomia geral, parte acessória de um órgão ou de uma estrutura principal. 5. Em informática, arquivo anexado a uma mensagem eletrônica.
69 Rash: Coloração avermelhada da pele como conseqüência de uma reação alérgica ou infecção.
70 Erupção: 1. Ato, processo ou efeito de irromper. 2. Aumento rápido do brilho de uma estrela ou de pequena região da atmosfera solar. 3. Aparecimento de lesões de natureza inflamatória ou infecciosa, geralmente múltiplas, na pele e mucosas, provocadas por vírus, bactérias, intoxicações, etc. 4. Emissão de materiais magmáticos por um vulcão (lava, cinzas etc.).
71 Cutâneo: Que diz respeito à pele, à cútis.
72 Sistema urinário: O sistema urinário é constituído pelos rins, pelos ureteres e pela bexiga. Ele remove os resíduos do sangue, mantêm o equilíbrio de água e eletrólitos, armazena e transporta a urina.
73 Trato Urinário:
74 Hemoglobina: Proteína encarregada de transportar o oxigênio desde os pulmões até os tecidos do corpo. Encontra-se em altas concentrações nos glóbulos vermelhos.
75 Hematócrito: Exame de laboratório que expressa a concentração de glóbulos vermelhos no sangue.
76 Anemia: Condição na qual o número de células vermelhas do sangue está abaixo do considerado normal para a idade, resultando em menor oxigenação para as células do organismo.
77 Enzimas hepáticas: São duas categorias principais de enzimas hepáticas. A primeira inclui as enzimas transaminasas alaninoaminotransferase (ALT ou TGP) e a aspartato aminotransferase (AST ou TOG). Estas são enzimas indicadoras do dano às células hepáticas. A segunda categoria inclui certas enzimas hepáticas como a fosfatase alcalina (FA) e a gamaglutamiltranspeptidase (GGT) as quais indicam obstrução do sistema biliar, quer seja no fígado ou nos canais maiores da bile que se encontram fora deste órgão.
78 Bilirrubina: Pigmento amarelo que é produto da degradação da hemoglobina. Quando aumenta no sangue, acima de seus valores normais, pode produzir uma coloração amarelada da pele e mucosas, denominada icterícia. Pode estar aumentado no sangue devido a aumento da produção do mesmo (excesso de degradação de hemoglobina) ou por dificuldade de escoamento normal (por exemplo, cálculos biliares, hepatite).
79 Antagonista: 1. Opositor. 2. Adversário. 3. Em anatomia geral, que ou o que, numa mesma região anatômica ou função fisiológica, trabalha em sentido contrário (diz-se de músculo). 4. Em medicina, que realiza movimento contrário ou oposto a outro (diz-se de músculo). 5. Em farmácia, que ou o que tende a anular a ação de outro agente (diz-se de agente, medicamento etc.). Agem como bloqueadores de receptores. 6. Em odontologia, que se articula em oposição (diz-se de ou qualquer dente em relação ao da maxila oposta).
80 Vasoconstrição: Diminuição do diâmetro dos vasos sanguíneos.
81 Músculo Liso Vascular: Tecido muscular não estriado e de controle involuntário que está presente nos vasos sangüíneos.
82 Homeostasia: Processo de regulação pelo qual um organismo mantém constante o seu equilíbrio. Em fisiologia, é o estado de equilíbrio das diversas funções e composições químicas do corpo (por exemplo, temperatura, pulso, pressão arterial, taxa de açúcar no sangue, etc.).
83 Metabolismo: É o conjunto de transformações que as substâncias químicas sofrem no interior dos organismos vivos. São essas reações que permitem a uma célula ou um sistema transformar os alimentos em energia, que será ultilizada pelas células para que as mesmas se multipliquem, cresçam e movimentem-se. O metabolismo divide-se em duas etapas: catabolismo e anabolismo.
84 Plasma: Parte que resta do SANGUE, depois que as CÉLULAS SANGÜÍNEAS são removidas por CENTRIFUGAÇÃO (sem COAGULAÇÃO SANGÜÍNEA prévia).
85 Bile: Agente emulsificador produzido no FÍGADO e secretado para dentro do DUODENO. Sua composição é formada por s ÁCIDOS E SAIS BILIARES, COLESTEROL e ELETRÓLITOS. A bile auxilia a DIGESTÃO das gorduras no duodeno.
86 Proteínas: Um dos três principais nutrientes dos alimentos. Alimentos que fornecem proteína incluem carne vermelha, frango, peixe, queijos, leite, derivados do leite, ovos.
87 Feto: Filhote por nascer de um mamífero vivíparo no período pós-embrionário, depois que as principais estruturas foram delineadas. Em humanos, do filhote por nascer vai do final da oitava semana após a CONCEPÇÃO até o NASCIMENTO, diferente do EMBRIÃO DE MAMÍFERO prematuro.
88 Creatinina: Produto residual das proteínas da dieta e dos músculos do corpo. É excretada do organismo pelos rins. Uma vez que as doenças renais progridem, o nível de creatinina aumenta no sangue.
89 Hemodiálise: Tipo de diálise que vai promover a retirada das substâncias tóxicas, água e sais minerais do organismo através da passagem do sangue por um filtro. A hemodiálise, em geral, é realizada 3 vezes por semana, em sessões com duração média de 3 a 4 horas, com o auxílio de uma máquina, dentro de clínicas especializadas neste tratamento. Para que o sangue passe pela máquina, é necessária a colocação de um catéter ou a confecção de uma fístula, que é um procedimento realizado mais comumente nas veias do braço, para permitir que estas fiquem mais calibrosas e, desta forma, forneçam o fluxo de sangue adequado para ser filtrado.
90 Célula: Unidade funcional básica de todo tecido, capaz de se duplicar (porém algumas células muito especializadas, como os neurônios, não conseguem se duplicar), trocar substâncias com o meio externo à célula, etc. Possui subestruturas (organelas) distintas como núcleo, parede celular, membrana celular, mitocôndrias, etc. que são as responsáveis pela sobrevivência da mesma.
91 Toxicidade: Capacidade de uma substância produzir efeitos prejudiciais ao organismo vivo.
92 Hipertensão: Condição presente quando o sangue flui através dos vasos com força maior que a normal. Também chamada de pressão alta. Hipertensão pode causar esforço cardíaco, dano aos vasos sangüíneos e aumento do risco de um ataque cardíaco, derrame ou acidente vascular cerebral, além de problemas renais e morte.
93 Pressão sistólica: É a pressão mais elevada (pico) verificada nas artérias durante a fase de sístole do ciclo cardíaco. É também chamada de pressão máxima.
94 Pressão Diastólica: É a pressão mais baixa detectada no sistema arterial sistêmico, observada durante a fase de diástole do ciclo cardíaco. É também denominada de pressão mínima.
95 Depleção: 1. Em patologia, significa perda de elementos fundamentais do organismo, especialmente água, sangue e eletrólitos (sobretudo sódio e potássio). 2. Em medicina, é o ato ou processo de extração de um fluido (por exxemplo, sangue) 3. Estado ou condição de esgotamento provocado por excessiva perda de sangue. 4. Na eletrônica, em um material semicondutor, medição da densidade de portadores de carga abaixo do seu nível e do nível de dopagem em uma temperatura específica.
96 Intravascular: Relativo ao interior dos vasos sanguíneos e linfáticos, ou que ali se situa ou ocorre.
97 Insuficiência Cardíaca Congestiva: É uma incapacidade do coração para efetuar as suas funções de forma adequada como conseqüência de enfermidades do próprio coração ou de outros órgãos. O músculo cardíaco vai diminuindo sua força para bombear o sangue para todo o organismo.
98 Oligúria: Clinicamente, a oligúria é o débito urinário menor de 400 ml/24 horas ou menor de 30 ml/hora.
99 Estenose: Estreitamento patológico de um conduto, canal ou orifício.
100 Artéria Renal: Ramo da aorta abdominal que irriga os rins, glândulas adrenais e ureteres.
101 Ureia: 1. Resíduo tóxico produzido pelo organismo, resulta da quebra de proteínas pelo fígado. É normalmente removida do organismo pelos rins e excretada na urina. 2. Substância azotada. Composto orgânico cristalino, incolor, de fórmula CO(NH2)2 (ou CH4N2O), com um ponto de fusão de 132,7 °C.
102 Mg/dL: Miligramas por decilitro, unidade de medida que mostra a concentração de uma substância em uma quantidade específica de fluido.
103 Hipotensão: Pressão sanguínea baixa ou queda repentina na pressão sanguínea. A hipotensão pode ocorrer quando uma pessoa muda rapidamente de uma posição sentada ou deitada para a posição de pé, causando vertigem ou desmaio.
104 Sintomática: 1. Relativo a ou que constitui sintoma. 2. Que é efeito de alguma doença. 3. Por extensão de sentido, é o que indica um particular estado de coisas, de espírito; revelador, significativo.
105 Lactação: Fenômeno fisiológico neuro-endócrino (hormonal) de produção de leite materno pela puérpera no pós-parto; independente dela estar ou não amamentando.Toda mulher após o parto tem produção de leite - lactação; mas, infelizmente nem todas amamentam.
106 Antiácidos: É uma substância que neutraliza o excesso de ácido, contrariando o seu efeito. É uma base que aumenta os valores de pH de uma solução ácida.
107 Bradicardia: Diminuição da freqüência cardíaca a menos de 60 batimentos por minuto. Pode estar associada a distúrbios da condução cardíaca, ao efeito de alguns medicamentos ou a causas fisiológicas (bradicardia do desportista).

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