ZITROMAX IV

PFIZER

Atualizado em 09/12/2014

ZITROMAX® IV

(azitromicina diidratada)

Pó para solução para infusão intravenosa

PARTE I

Identificação do Produto de Zitromax Iv

Nome: Zitromax® IVNome genérico: azitromicina diidratada
Forma farmacêutica e apresentações:
Zitromax® IV, pó para solução para infusão, em embalagens contendo 1 frasco-ampola com
500 mg de azitromicina.
USO ADULTO
SOMENTE PARA INFUSÃO INTRAVENOSA

Composição de Zitromax Iv


Cada frasco-ampola de Zitromax® IV contém 524,1 mg de azitromicina diidratada,
equivalente a 500 mg de azitromicina base.
Excipientes: ácido cítrico anidro, hidróxido de sódioa, nitrogêniob e água para injetáveisc.
a= adicionado para ajuste de pH.
b=para manter uma atmosfera inerte, não fazendo parte do produto final.
c= evapora durante o processo, não fazendo parte do produto final.

PARTE II

Informações ao Paciente de Zitromax Iv

Zitromax® IV (azitromicina diidratada), pó para solução para infusão, é indicado notratamento de pneumonia1 causada por organismos sensíveis, incluindo infecções2
causadas pela Legionella pneumophila, e infecções2 pélvicas3.
Zitromax
® IV deve ser conservado em temperatura ambiente (entre 15 e 30oC),
protegido da luz e umidade. Mantenha os frascos-ampola em sua embalagem original
até a utilização.
ZITROMAX
® IV, PÓ PARA SOLUÇÃO PARA INFUSÃO, DEVE SER RECONSTITUÍDO E
POSTERIORMENTE DILUÍDO ANTES DA ADMINISTRAÇÃO. A SOLUÇÃO DILUÍDA DEVE SER
ADMINISTRADA POR INFUSÃO INTRAVENOSA DURANTE UM PERÍODO NÃO INFERIOR A 1 HORA. ESSA
SOLUÇÃO NÃO DEVE SER ADMINISTRADA EM "BOLUS4" OU INJEÇÃO INTRAMUSCULAR5. A SOLUÇÃO
RECONSTITUÍDA NÃO UTILIZADA DEVE SER DESCARTADA. SIGA CORRETAMENTE O ITEM
"INSTRUÇÕES PARA ADMINISTRAÇÃO" CONTIDO NA BULA, ANTES DA ADMINISTRAÇÃO.
O prazo de validade está indicado na embalagem externa do produto. Não use
medicamento com prazo de validade vencido, pode ser perigoso para sua saúde6.
Zitromax
® IV deverá ser utilizado na gravidez7 e lactação8 sob estreita supervisão
médica, somente quando alternativas adequadas não estiverem disponíveis. Informe
ao seu médico a ocorrência de gravidez7 na vigência do tratamento ou após o seu
término. Informe ao seu médico se está amamentando.
Zitromax
® IV deve ser administrado seguindo a orientação do seu médico,
respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento. Não interrompa
o tratamento sem o conhecimento do seu médico.
As reações adversas mais freqüentemente observadas foram: náusea9, diarréia10/fezes
amolecidas, dor abdominal, vômito11, vaginite12, anorexia13, erupção14 cutânea15 e prurido16.
Inflamação17/dor no local da infusão também foi observado (vide "Reações Adversas").
Informe ao seu médico sobre qualquer evento indesejável, incluindo reação alérgica18,
que ocorra durante o uso do medicamento.
Informe ao seu médico sobre qualquer medicamento que esteja usando, antes do
início, ou durante o tratamento (vide "Interações Medicamentosas").
Zitromax
® IV é contra-indicado a indivíduos com história de reações alérgicas ou
hipersensibilidade à azitromicina, eritromicina ou a qualquer antibiótico macrolídeo,
ou ainda a qualquer componente da fórmula.
A posologia de Zitromax
® IV deverá ser totalmente orientada pelo seu médico.
TODO MEDICAMENTO DEVE SER MANTIDO FORA DO ALCANCE DAS CRIANÇAS.
NÃO TOME REMÉDIO SEM O CONHECIMENTO DE SEU MÉDICO, PODE SER
PERIGOSO PARA SUA SAÚDE6.

PARTE III

Informações Técnicas de Zitromax Iv

Propriedades Farmacodinâmicas
A azitromicina é o primeiro antibiótico da subclasse dos macrolídeos conhecida como
"azalídeos" e é quimicamente diferente da eritromicina. Quimicamente é obtida através da
inserção de um átomo de nitrogênio no anel lactônico da eritromicina A.
A azitromicina tem como mecanismo de ação a inibição da síntese protéica bacteriana
através da ligação com a subunidade ribossomal 50S impedindo assim a translocação19 dos
peptídeos.
A azitromicina demonstra atividade in vitro contra uma grande variedade de bactérias,
incluindo:
Bactérias aeróbias Gram-positivas: Staphylococcus aureus, Streptococcus pyogenes
(estreptococos beta-hemolíticos do grupo A), Streptococcus pneumoniae, estreptococos
alfa-hemolíticos (grupo viridans) e outros estreptococos e Corynecbacterium diphtheriae.
A azitromicina demonstra resistência cruzada contra cepas20 Gram-positivas resistentes à
eritromicina, incluindo Streptococcus faecalis (enterococos) e a maioria das cepas20 de
estafilococos meticilino-resistentes.
Bactérias aeróbias Gram-negativas: Haemophilus influenzae, Haemophilus parainfluenzae,
Moraxella catarrhalis, Acinetobacter spp., Yersinia spp., Legionella pneumophila, Bordetella
pertussis
, Bordetella parapertussis, Shigella spp., Pasteurella spp., Vibrio cholerae e
parahaemolyticus, Pleisiomonas shigelloides. A atividade contra Escherichia coli, Salmonella
enteritidis
, Salmonella typhi, Enterobacter spp., Aeromonas hydrophila e Klebsiella spp. é
variável e testes de suscetibilidade deverão ser realizados. Proteus spp., Serratia spp.,
Morganella spp. e Pseudomonas aeruginosa são freqüentemente resistentes.
Bactérias anaeróbias: Bacteroides fragilis e Bacteroides spp., Clostridium perfringens,
Peptococcus spp. e Peptostreptococcus spp., Fusobacterium necrophorum e
Propionibacterium acnes.
Organismos de doenças sexualmente transmissíveis: a azitromicina é ativa contra
Chlamydia trachomatis e também demonstra boa atividade contra Treponema pallidum,
Neisseria gonorrhoeae e Haemophilus ducreyi.
Outros organismos: Borrelia burgdorferi (agente da doença de Lyme), Chlamydia
pneumoniae
, Mycoplasma pneumoniae, Mycoplasma hominis, Ureaplasma urealyticum,
Campylobacter spp. e Listeria monocytogenes.
Patógenos oportunistas associados à infecções2 causadas pelo vírus21 HIV22: Mycobacterium
avium-intracellulare complex
, Pneumocystis carinii e Toxoplasma gondii.
Dados de Farmacologia23 Clínica
Tratamento da Pneumonia1 Adquirida na Comunidade
Em um estudo aberto, não-comparativo, os pacientes receberam azitromicina por infusão IV
(durante 2 a 5 dias) seguida por azitromicina, via oral (até completar um ciclo terapêutico de
7 a 10 dias) para o tratamento de pneumonia1 adquirida na comunidade. O índice de sucesso
clínico (cura + melhora) em 10-14 dias após o tratamento foi de 88% (74/84) e em 4-6
semanas foi de 86% (73/85) entre os pacientes avaliados.
Em um estudo aberto, comparativo, randomizado24 envolvendo a azitromicina (IV seguida por
tratamento oral) versus cefuroxima (IV seguida por tratamento oral, associada à eritromicina,
conforme a necessidade) para o tratamento de pneumonia1 adquirida na comunidade, não
foram observadas diferenças estatísticas entre esses tratamentos.
Esses dois estudos indicaram uma frequência global de cura de 84% (16/19) para pacientes25
sorologicamente positivos para Legionella pneumophila. Além disso, em um estudo aberto,
não-comparativo, os pacientes diagnosticados como positivos para Legionella pneumophila
(sorogrupo 1), por meio de um teste urinário específico para detecção de antígenos26, foram
tratados com azitromicina por via IV, seguida por azitromicina oral. Após 10-14 dias, 16 dos
17 pacientes avaliáveis estavam clinicamente curados e após 4-6 semanas, 20 de 20
pacientes avaliáveis estavam clinicamente curados.
Tratamento de Doença Inflamatória Pélvica27
Os resultados de um estudo aberto indicam que três esquemas terapêuticos (azitromicina
versus azitromicina/metronidazol e versus doxiciclina, metronidazol, cefoxitina e
probenecida) foram comparáveis em termos de eficácia e segurança para o tratamento de
mulheres com doença inflamatória pélvica27 aguda. Em um outro estudo comparativo, aberto,
envolvendo pacientes com doença inflamatória pélvica27 aguda, as pacientes foram tratadas
com azitromicina IV/oral versus azitromicina IV mais metronidazol IV/oral versus doxiciclina
oral mais co-amoxiclav IV/oral. Esses esquemas terapêuticos também foram comparáveis
em termos de eficácia e segurança. Os dados originados desses estudos mostraram um
índice de sucesso clínico global (cura + melhora) maior ou igual a 97% em todos os grupos
terapêuticos ao final do tratamento, com 96% ou mais, dos patógenos erradicados. No
acompanhamento, um número equivalente ou maior que 90% dos patógenos foram
erradicados.
Propriedades Farmacocinéticas
Após a administração oral em humanos, a azitromicina é amplamente distribuída pelo corpo;
a biodisponibilidade é de aproximadamente 37%. A administração de azitromicina sob a
forma de cápsulas após uma refeição substanciosa tem sua biodisponibilidade reduzida em
no mínimo 50%. O tempo necessário para alcançar os picos de concentração plasmática é
de 2-3 horas. A meia-vida plasmática de eliminação terminal reflete bem a meia-vida de
depleção28 tecidual de 2 a 4 dias. Em voluntários idosos (> 65 anos) foi observado um leve
aumento nos valores da área sob a curva (AUC) após um regime de 5 dias quando
comparado com o de voluntários jovens (< 40 anos), mas este aumento não foi considerado
clinicamente significante, sendo que neste caso o ajuste de dose não é recomendado.
Em pacientes hospitalizados com pneumonia1 adquirida na comunidade que receberam
infusão intravenosa única diária de 500 mg de azitromicina, numa concentração de 2 mg/mL
durante uma hora por 2 a 5 dias, a Cmáx média ± DP (desvio padrão) alcançada foi de 3,63 ±
1,60 mcg/mL, enquanto o nível de 24 horas no vale foi de 0,20 ± 0,15 mcg/mL, e a AUC24 foi
de 9,60 ± 4,80 mcg.h/mL.
Os valores da Cmáx média, de 24 horas no vale e os valores de AUC24 foram 1,14 ± 0,14
mcg/mL, 0,18 ± 0,02 mcg/mL, e 8,03 ± 0,86 mcg.h/mL, respectivamente, em voluntários
sadios tratados com infusão intravenosa de 500 mg de azitromicina durante 3 horas, numa
concentração de 1 mg/mL.
Em estudos animais têm sido observadas altas concentrações de azitromicina nos fagócitos29.
Em modelos experimentais, maiores concentrações de azitromicina são liberadas durante a
fagocitose30 ativa do que pelos fagócitos29 não estimulados. Em modelos animais isto resulta
em altas concentrações de azitromicina sendo liberadas para os locais de infecção31.
Os estudos de farmacocinética em humanos têm demonstrado níveis acentuadamente
maiores de azitromicina nos tecidos do que no plasma32 (até 50 vezes a concentração
máxima observada no plasma32), indicando que o fármaco33 é fortemente ligado aos tecidos. A
concentração nos tecidos-alvo, assim como os pulmões34, amígdalas35 e próstata36 excede a
CIM90 para a maioria dos patógenos após dose única de 500 mg. Altas concentrações de
azitromicina foram encontradas no tecido37 ginecológico 96 horas após uma dose única oral
de 500 mg de azitromicina.
Metabolismo38/Eliminação
Em um estudo de doses múltiplas envolvendo 12 voluntários sadios utilizando um esquema
de administração intravenosa de 500 mg (1 mg/mL) durante uma hora por cinco dias, a
quantidade da dose de azitromicina administrada que é excretada na urina39 em 24 horas, foi
de aproximadamente 11% após a primeira dose, e de 14% após a quinta dose. Esses
valores são maiores do que os 6% de azitromicina excretada sob a forma inalterada na
urina39, após administração oral. Aproximadamente 12% da dose administrada
intravenosamente é excretada na urina39 em até 3 dias como fármaco33 inalterado, sendo a
maioria nas primeiras 24 horas. A excreção biliar constitui a principal via de eliminação para
o fármaco33 inalterado, após administração oral. Concentrações muito altas de azitromicina
sob a forma inalterada foram encontradas na bile40 de seres humanos, juntamente com 10
metabólitos41, formados por N- e O-desmetilação, por hidroxilação dos anéis de desosamina e
aglicona, e pela clivagem do conjugado de cladinose. A comparação das análises
cromatográficas (HPLC) e microbiológicas42 nos tecidos sugere que os metabólitos41 não
participam da atividade microbiológica43 da azitromicina.
Após uma dose única oral de azitromicina 1 g, a farmacocinética em pacientes com
insuficiência renal44 leve a moderada (taxa de filtração glomerular 10 - 80 mL/min) não foi
afetada. Diferenças estatisticamente significantes na AUC0-120 (8,8 mcg.h/mL vs. 11,7
mcg.h/mL), Cmáx (1,0 mcg/mL vs. 1,6 mcg/mL) e clearance renal45 (2,3 mL/min/kg vs. 0,2
mL/min/kg) foram observadas entre o grupo com insuficiência renal44 grave (taxa de filtração
glomerular < 10 mL/min) e o grupo com função renal45 normal.
Em pacientes com insuficiência hepática46 de grau leve (classe A) a moderado (classe B), não
há evidência de uma alteração acentuada na farmacocinética sérica da azitromicina quando
comparada a pacientes com a função hepática47 normal. Nestes pacientes o clearance de
azitromicina na urina39 parece estar aumentado, possivelmente para compensar o clearance
hepático reduzido.
Dados de Segurança Pré-Clínicos
Em estudos animais com altas doses, após administração do fármaco33 em uma concentração
40 vezes maior do que a utilizada na prática clínica, observou-se que a azitromicina causa
fosfolipidose reversível, geralmente sem conseqüências toxicológicas visíveis. Não há
evidência de que isto seja relevante para uso normal da azitromicina em humanos.

Indicações de Zitromax Iv

Zitromax® IV (azitromicina diidratada), pó para solução para infusão intravenosa, é indicado
para o tratamento de pneumonia1 adquirida na comunidade causada por organismos
sensíveis, incluindo Legionella pneumophila, em pacientes que requerem tratamento
intravenoso inicial.
Zitromax® IV, pó para solução para infusão intravenosa, é indicado para o tratamento de
doença inflamatória pélvica27 causada por organismos sensíveis, em pacientes que requerem
tratamento intravenoso inicial.

Contra-Indicações de Zitromax Iv

Zitromax® IV (azitromicina diidratada), pó para solução para infusão, é contraindicado
a indivíduos com história de reações alérgicas ou hipersensibilidade à
azitromicina, eritromicina ou a qualquer antibiótico macrolídeo, ou ainda a qualquer
componente da fórmula.

Advertências e Precauções de Zitromax Iv

GeralAssim como ocorre com a eritromicina e outros macrolídeos, têm sido raramente relatadas
reações alérgicas graves incluindo angioedema48 e anafilaxia49 (raramente fatal). Algumas
destas reações observadas com o uso da azitromicina resultaram em sintomas50 recorrentes
e necessitaram de um maior período de observação e tratamento.
Uma vez que a principal via de eliminação da azitromicina é o fígado51, Zitromax® IV
(azitromicina diidratada) deve ser utilizado com cautela em pacientes com disfunção
hepática47 significante.
Em pacientes recebendo derivados do ergô, o ergotismo tem sido acelerado pela coadministração
de alguns antibióticos macrolídeos. Não há dados a respeito da possibilidade
de uma interação entre ergô e azitromicina. Entretanto, devido a possibilidade teórica de
ergotismo, Zitromax® IV e derivados do ergô não devem ser co-administrados.
Assim como com qualquer preparação de antibiótico, é recomendável a constante
observação para os sinais52 de crescimento de organismos não suscetíveis, incluindo fungos.
Em pacientes com insuficiência renal44 grave (taxa de filtração glomerular < 10 mL/min) foi
observado um aumento de 33% na exposição sistêmica à azitromicina (vide "Propriedades
Farmacocinéticas").
Zitromax® IV, pó para solução para infusão, deve ser reconstituído e diluído conforme
orientação (vide "Instruções para Administração") e administrado por infusão intravenosa
durante um período não inferior a 1 hora.
Todos os voluntários que receberam a solução reconstituída de Zitromax® IV em uma
concentração igual a 2,0 mg/mL, apresentaram reações no local da infusão, portanto devem
ser evitadas concentrações mais elevadas.
Efeitos na Habilidade de Dirigir e Operar Máquinas
Não há evidências de que Zitromax® IV, pó para solução para infusão, possa afetar a
habilidade do paciente de dirigir ou operar máquinas.
Uso Durante a Gravidez7 e Lactação8
Estudos reprodutivos em animais demonstraram que a azitromicina atravessa a placenta,
mas não revelaram nenhuma evidência de danos ao feto53. Não existem dados de secreção
no leite materno. A segurança do uso de Zitromax® IV (azitromicina diidratada), pó para
solução para infusão, na gravidez7 e lactação8 em humanos ainda não foi estabelecida.
Zitromax® IV, pó para solução para infusão, deve ser utilizado em mulheres grávidas ou
lactantes54 apenas quando alternativas adequadas não estiverem disponíveis.

Interações Medicamentosas de Zitromax Iv


As seguintes informações aplicam-se à utilização da azitromicina, via oral:
Antiácidos55: um estudo de farmacocinética avaliou os efeitos da administração simultânea
de antiácidos55 e azitromicina, não sendo observado qualquer efeito na biodisponibilidade total
embora o pico de concentração plasmática fosse reduzido em aproximadamente 25%. Em
pacientes que estejam recebendo azitromicina e antiácidos55, os mesmos não devem ser
administrados simultaneamente. Não se espera que a administração de antiácidos55 orais
afete a disposição da azitromicina administrada por via intravenosa.
Cetirizina: em voluntários sadios, a co-administração de azitromicina em um regime de 5
dias com 20 mg de cetirizina no estado de equilíbrio não resultou em interação
farmacocinética nem em alterações significantes no intervalo QT.
Didanosina (dideoxinosina): a co-administração de 1200 mg/dia de azitromicina com 400
mg/dia de didanosina em 6 indivíduos HIV22-positivos, parece não ter afetado a
farmacocinética do estado de equilíbrio da didanosina, quando esta foi comparada ao
placebo56.
Digoxina: tem sido relatado que alguns antibióticos macrolídeos podem prejudicar o
metabolismo38 da digoxina no intestino em alguns pacientes. Em pacientes que estejam
recebendo azitromicina, um antibiótico azalídeo e digoxina concomitantemente, a
possibilidade de um aumento nos níveis de digoxina deve ser considerada.
Zidovudina: doses únicas de 1000 mg e doses múltiplas de 1200 mg ou 600 mg de
azitromicina tiveram um pequeno efeito na farmacocinética plasmática ou na excreção
urinária da zidovudina ou de seu metabólito57 glicuronídeo. Entretanto, a administração de
azitromicina aumentou as concentrações do metabólito57 clinicamente ativo, a zidovudina
fosforilada, nas células58 mononucleares do sangue59 periférico. O significado clínico deste
achado ainda não foi elucidado porém, pode beneficiar os pacientes.
A azitromicina não interage significantemente com o sistema do citocromo P450 hepático.
Acredita-se que não há participação da azitromicina nas interações farmacocinéticas
medicamentosas como observado com a eritromicina e outros macrolídeos. A indução ou
inativação do citocromo P450 hepático via complexo citocromo-metabólito57 não ocorre com a
azitromicina.
Ergô: devido à possibilidade teórica de ergotismo, o uso concomitante de azitromicina com
derivados do ergô não é recomendado (vide "Advertências e Precauções - Geral").
Foram conduzidos estudos farmacocinéticos entre a azitromicina e os seguintes fármacos
conhecidos por participarem significantemente no metabolismo38 mediado pelo citocromo
P450:
Atorvastatina: a co-administração de atorvastatina (10 mg diários) e azitromicina (500 mg
diários) não alterou as concentrações plasmáticas de atorvastatina (baseado em testes de
inibição de HMG CoA redutase).
Carbamazepina: em um estudo de interação farmacocinética em voluntários sadios, não
foram observados efeitos significantes nos níveis plasmáticos da carbamazepina ou seus
metabólitos41 ativos em pacientes que receberam azitromicina concomitantemente.
Cimetidina: foi realizado um estudo de farmacocinética para avaliar os efeitos de dose
única de cimetidina administrada duas horas antes da azitromicina. Neste estudo não foram
observadas quaisquer alterações na farmacocinética da azitromicina.
Anticoagulantes60 Orais do Tipo Cumarínicos: em um estudo de interação farmacocinética,
a azitromicina não alterou o efeito anticoagulante61 de uma dose única de 15 mg de varfarina
quando administrada a voluntários sadios. No período pós-comercialização, foram recebidos
relatos de potencialização da anticoagulação, subsequente à co-administração de
azitromicina e anticoagulantes60 orais do tipo cumarínicos. Embora uma relação causal não
tenha sido estabelecida, deve-se levar em consideração a freqüência com que é realizada a
monitoração do tempo de protrombina62 quando a azitromicina é utilizada em pacientes
recebendo anticoagulantes60 orais do tipo cumarínicos.
Ciclosporina: em um estudo de farmacocinética com voluntários sadios em que foram
administrados doses orais de 500 mg/dia de azitromicina por 3 dias e então dose única oral
de 10 mg/kg de ciclosporina, a Cmáx resultante de ciclosporina e a AUC0-5 foram
considerados significantemente elevados. Conseqüentemente, deve-se ter cuidado antes de
considerar o uso concomitante destes fármacos. Se for necessária a co-administração
desses fármacos, os níveis de ciclosporina devem ser monitorados e a dose deve ser
ajustada de acordo.
Efavirenz: a co-administração de uma dose única de 600 mg de azitromicina e 400 mg
diários de efavirenz durante 7 dias não resultou em interações farmacocinéticas
clinicamente significantes. Nenhum ajuste de dose é necessário quando a azitromicina for
co-administrada com efavirenz.
Fluconazol: a co-administração de uma dose única de 1200 mg de azitromicina não alterou
a farmacocinética de uma dose única de 800 mg de fluconazol. A exposição total e a meiavida
de azitromicina não foram alteradas pela co-administração de fluconazol, porém foi
observada uma diminuição clinicamente insignificante na Cmáx (18%) da azitromicina.
Nenhum ajuste de dose é necessário quando a azitromicina for co-administrada com
fluconazol.
Indinavir: a co-administração de uma dose única de 1200 mg de azitromicina não produziu
efeito clinicamente significante na farmacocinética do indinavir quando administrado em
doses de 800 mg, 3 vezes ao dia durante 5 dias. Nenhum ajuste de dose é necessário
quando a azitromicina for co-administrada com indinavir.
Metilprednisolona: em um estudo de interação farmacocinética em voluntários sadios, a
azitromicina não produziu nenhum efeito significante na farmacocinética da
metilprednisolona.
Midazolam: em voluntários sadios, a co-administração de azitromicina 500 mg/dia por 3
dias não causou alterações clinicamente significantes na farmacocinética e na
farmacodinâmica de uma dose única de 15 mg de midazolam.
Nelfinavir: a co-administração de 1200 mg de azitromicina no estado de equilíbrio (steady
state
) do nelfinavir (750 mg, 3 vezes ao dia) não produziu nenhum efeito clinicamente
significante (uma diminuição de aproximadamente 16% na AUC média (0-8 horas) do
nelfinavir e de seu metabólito57 M8, e um aumento de 113% e 136% na AUC(0-‡) e no Cmáx
da azitromicina, respectivamente). O ajuste de dose não é necessário, no entanto pode ser
considerada uma cuidadosa monitoração dos conhecidos efeitos colaterais63 da azitromicina
quando administrada com nelfinavir.
Rifabutina: a co-administração da azitromicina com a rifabutina não afetou as
concentrações séricas de nenhum dos fármacos.
Foi observada neutropenia64 em indivíduos tratados com azitromicina e rifabutina,
concomitantemente. Embora a neutropenia64 tenha sido relacionada ao uso da rifabutina, uma
relação causal não foi estabelecida para o uso da combinação da rifabutina com a
azitromicina (vide "Reações Adversas").
Sildenafila: em voluntários masculinos normais e sadios, não houve evidência de efeito da
azitromicina (500 mg diários por 3 dias) na AUC e na Cmáx da sildenafila ou do seu principal
metabólito57 circulante.
Terfenadina: estudos farmacocinéticos não demonstraram nenhuma evidência de interação
entre a azitromicina e a terfenadina. Foram relatados raros casos em que a possibilidade
dessa interação não poderia ser totalmente excluída; contudo, não existem evidências
consistentes de que tal interação tenha ocorrido.
Teofilina: não há evidência de qualquer interação farmacocinética quando a azitromicina e
a teofilina são co-administradas em voluntários sadios.
Triazolam: em 14 voluntários sadios a co-administração de azitromicina 500 mg no dia 1 e
250 mg no dia 2 com 0,125 mg de triazolam no dia 2 não produziu nenhum efeito
significante em qualquer variável farmacocinética do triazolam comparada ao triazolam e
placebo56.
Trimetoprima/Sulfametoxazol: a co-administração de trimetoprima e sulfametoxazol
(160/800 mg) durante 7 dias com 1200 mg de azitromicina não produziu efeito significante
nos picos de concentrações, na exposição total ou excreção urinária tanto de trimetoprima
quanto para sulfametoxazol no 7° dia de tratamento. As concentrações séricas de
azitromicina foram similares àquelas observadas em outros estudos. Nenhum ajuste de
dose é necessário.

Reações Adversas de Zitromax Iv

Zitromax® IV (azitromicina diidratada) é bem tolerado, apresentando baixa incidência65 de
efeitos colaterais63.
Em estudos clínicos os seguintes efeitos indesejáveis foram relatados:
Local de aplicação/Injeção66/Incisão67/Inserção - Dor local e inflamação17 no local da infusão.
Quando Zitromax® foi administrado pelas vias intravenosa e oral para o tratamento de
pneumonia1 adquirida na comunidade, os efeitos colaterais63 mais freqüentemente relatados
foram diarréia10/fezes amolecidas, náusea9, dor abdominal e vômito11. Inflamação17/dor no local
da infusão têm sido relatadas com a administração intravenosa de Zitromax® IV. A
incidência65 e a gravidade dessas reações foram as mesmas quando 500 mg de azitromicina
foram administrados durante 1 hora (2 mg/mL como infusão de 250 mL) ou durante 3 horas
(1 mg/mL como infusão de 500 mL).
Quando Zitromax® foi administrado pelas vias intravenosa e oral para o tratamento de
doença inflamatória pélvica27 em mulheres adultas, os efeitos colaterais63 mais freqüentemente
relatados foram diarréia10, náusea9, vaginite12, dor abdominal, anorexia13, erupção14 cutânea15 e
prurido16. Quando a azitromicina foi administrada concomitantemente com metronidazol
nesses estudos, uma maior proporção de mulheres apresentou efeitos colaterais63 tais como
náusea9, dor abdominal, vômito11, reação no local da infusão, estomatite68, tontura69 ou dispnéia70.
Gastrintestinal - Náusea9, vômito11, diarréia10, fezes amolecidas, desconforto abdominal
(dor/cólica) e flatulência.
Hematopoiético - Episódios transitórios de uma leve redução na contagem de neutrófilos71
têm sido ocasionalmente observados nos estudos clínicos, embora uma relação causal com
a azitromicina não tenha sido estabelecida.
Hepático/Biliar - Disfunção hepática47.
Pele72/Anexos73 - Reações alérgicas incluindo rash74 (erupção14 cutânea15) e angioedema48.
Sentidos Especiais - Disfunções auditivas, incluindo perda de audição, surdez e/ou tinido
(ruído auditivo) foram relatados por pacientes recebendo azitromicina. Muitos desses
eventos foram associados com o uso prolongado de altas doses em estudos clínicos. Nos
casos em que informações de acompanhamento estavam disponíveis, foi observado que a
maioria desses eventos foi reversível.
Em experiência pós-comercialização, os seguintes efeitos indesejáveis foram
relatados:

Geral - Foi relatado astenia75 embora a relação causal não tenha sido estabelecida; cansaço,
mal-estar, monilíase (candidíase76) e anafilaxia49 (raramente fatal) (vide "Advertências e
Precauções").
Cardiovascular - Palpitações77 e arritmias78 incluindo taquicardia79 ventricular (assim como com
outros macrolídeos) têm sido relatadas, embora a relação causal com a azitromicina não
tenha sido estabelecida; hipotensão80.
Sistema Nervoso Central81 e Periférico - Tontura69/vertigem82, convulsões (assim como com
outros macrolídeos), cefaléia83, hiperatividade, parestesia84, sonolência e desmaio.
Gastrintestinal - Anorexia13, dispepsia85, constipação86, colite87 pseudomembranosa, pancreatite88,
raros relatos de descoloração da língua89, vômito11/diarréia10 (raramente resultando em
desidratação90).
Geniturinário - Nefrite91 intersticial92 e disfunção renal45 aguda.
Hematopoiético - Trombocitopenia93.
Hepático/Biliar - Hepatite94 e icterícia95 colestática foram relatadas, assim como casos raros de
necrose96 hepática47 e insuficência hepática47, a qual raramente resultou em morte. Contudo, a
relação causal não foi estabelecida.
Músculo-esquelético - Artralgia97.
Psiquiátrico - Reação agressiva, nervosismo, agitação e ansiedade.
Reprodutivo - Vaginite12.
Pele72/Anexos73 - Reações alérgicas incluindo prurido16, rash74 (erupção14 cutânea15),
fotossensibilidade, edema98, urticária99 e angioedema48. Foram relatados raros casos de reações
dermatológicas graves incluindo eritema multiforme100, síndrome101 de Stevens Johnson e
necrólise epidérmica tóxica102.
Sentidos Especiais - Casos raros de distúrbio de paladar103 foram relatados.

Posologia de Zitromax Iv


Para o tratamento de pacientes adultos com pneumonia1 adquirida na comunidade causada
por organismos sensíveis, a dose recomendada de Zitromax® IV (azitromicina diidratada),
pó para solução para infusão, é de 500 mg em dose única diária por via intravenosa durante,
no mínimo, dois dias. O tratamento intravenoso deve ser seguido por Zitromax®, via oral,
em dose única diária de 500 mg até completar um ciclo terapêutico de 7 a 10 dias. A
substituição do tratamento intravenoso para o tratamento oral deve ser estabelecida a
critério médico, de acordo com a resposta clínica.
Para o tratamento de pacientes adultos com doença inflamatória pélvica27 causada por
organismos sensíveis, a dose recomendada de Zitromax® IV, pó para solução para infusão,
é de 500 mg em dose única diária por via intravenosa durante um ou dois dias. O tratamento
intravenoso deve ser seguido por Zitromax®, via oral, em dose única diária de 250 mg até
completar um ciclo terapêutico de 7 dias. A substituição do tratamento intravenoso para o
tratamento oral deve ser estabelecida a critério médico, de acordo com a resposta clínica.
Caso haja suspeita da presença de microrganismos anaeróbios na infecção31, um
antimicrobiano anaerobicida poderá ser administrado em associação à azitromicina.
Administração intravenosa: após reconstituição e diluição, a via de administração
recomendada para Zitromax® IV é apenas infusão intravenosa. Não é recomendada a
administração intravenosa em "bolus4" ou injeção intramuscular5 (vide "Instruções para
Administração").
A concentração da solução para infusão após reconstituição e diluição (vide "Instruções para
Administração") e a velocidade de infusão para Zitromax® IV devem ser equivalentes a 1
mg/mL durante 3 horas ou 2 mg/mL durante 1 hora. Uma dose intravenosa de 500 mg de
azitromicina deve ser infundida em no mínimo 1 (uma) hora.
Uso em Crianças
Não foram estabelecidas a eficácia e a segurança de Zitromax® IV, pó para solução para
infusão, no tratamento de infecções2 em crianças.
Uso em Pacientes Idosos
A mesma dose utilizada em pacientes adultos é utilizada em pacientes idosos.
Uso em Pacientes com Insuficiência Renal44
Não é necessário nenhum ajuste de dose em pacientes com insuficiência renal44 leve a
moderada (taxa de filtração glomerular 10 - 80 mL/min) ou grave (taxa de filtração
glomerular < 10 mL/min) (vide "Advertências e Precauções - Geral").
Uso em Pacientes com Insuficiência Hepática46
As mesmas doses que são administradas a pacientes com a função hepática47 normal
poderão ser utilizadas em pacientes com insuficiência hepática46 leve a moderada (vide
"Advertências e Precauções - Geral").

Instruções Para Administração de Zitromax Iv

Zitromax® IV, pó para solução para infusão, é apresentado em frasco-ampola para uso
único. O conteúdo do frasco é reconstituído com 4,8 mL de água para injetáveis, obtendo
uma solução contendo 100 mg/mL de azitromicina. Antes da administração, o volume da
solução reconstituída deve ser adicionado a um diluente compatível (vide "Instruções para
Diluição"), para produzir uma solução de concentração final de azitromicina, igual a 1 mg/mL
ou 2 mg/mL.
ZITROMAX® IV, PÓ PARA SOLUÇÃO PARA INFUSÃO, APÓS RECONSTITUIÇÃO E DILUIÇÃO DESTINASE
À ADMINISTRAÇÃO POR INFUSÃO INTRAVENOSA. ZITROMAX® IV NÃO DEVE SER ADMINISTRADO
COMO INJEÇÃO66 EM "BOLUS4" OU INJEÇÃO INTRAMUSCULAR5.
A CONCENTRAÇÃO DA SOLUÇÃO PARA INFUSÃO (APÓS RECONSTITUIÇÃO E DILUIÇÃO - VIDE
"INSTRUÇÕES PARA ADMINISTRAÇÃO") E A VELOCIDADE DE INFUSÃO DE ZITROMAX® IV, PÓ PARA
SOLUÇÃO PARA INFUSÃO, DEVEM SER EQUIVALENTES A 1 MG/ML DURANTE 3 HORAS, OU 2 MG/ML
DURANTE 1 HORA.
Instruções para Reconstituição:
Preparar a solução inicial de Zitromax® IV, pó para solução para infusão, adicionando 4,8
mL de água para injetáveis ao frasco de 500 mg e agitar até completa dissolução. Uma vez
que o frasco-ampola de Zitromax® IV, pó para solução para infusão, é embalado à vácuo,
recomenda-se o uso de uma seringa104 convencional de 5 mL (não-automática) para assegurar
a aplicação da quantidade exata de 4,8 mL de água para injetáveis. Cada mL da solução
reconstituída contém 100 mg de azitromicina.
A estabilidade química e física "em uso" do produto reconstituído foi demonstrada durante
24 horas quando armazenado abaixo de 30oC. Quando diluída de acordo com as instruções
(vide "Instruções para Diluição"), a solução (diluída) é química e fisicamente estável durante
24 horas quando armazenada abaixo de 30ºC, ou durante 7 dias se armazenada sob
refrigeração à 5ºC.
Do ponto de vista microbiológico105, o produto deve ser utilizado imediatamente. Se não for
utilizado imediatamente, o período e as condições de armazenamento "em uso" são de
responsabilidade do usuário e normalmente não deve exceder 24 horas quando
armazenado a 2-8ºC, a menos que a reconstituição e a diluição tenham ocorrido em
condições assépticas controladas e validadas.
Diluir essa solução imediatamente antes da administração de acordo com as instruções
abaixo:
Instruções para Diluição:
Para obter uma faixa de concentração de 1,0-2,0 mg/mL de azitromicina, transferir 5 mL da
solução de azitromicina (100 mg/mL) para a quantidade apropriada de qualquer dos
diluentes relacionados a seguir:
Concentração Final da Solução para infusão (mg/mL)      
1,0 mg/mL                                                                              
2,0 mg/mL                                                                            
Quantidade do Diluente (mL)
500 mL
250 mL
A solução reconstituída pode ser diluída com:
Salina Normal (cloreto de sódio a 0,9%)
Salina Normal 1/2 (cloreto de sódio a 0,45%)
Dextrose106 a 5% em Água
Solução de Ringer Lactato107
Dextrose106 a 5% em Salina Normal 1/2 (cloreto de sódio a 0,45%) com 20 mEq de cloreto de
potássio
Dextrose106 a 5% em Solução de Ringer Lactato107
Dextrose106 a 5% em Salina Normal 1/3 (cloreto de sódio a 0,3%)
Dextrose106 a 5% em Salina Normal 1/2 (cloreto de sódio a 0,45%)
Normosol® - M em 5% Dextrose106
Normosol® - R em 5% Dextrose106
Os medicamentos para administração parenteral devem ser inspecionados visualmente
quanto à presença de micropartículas antes da administração. Se houver evidência de
micropartículas nos líquidos reconstituídos, a solução deve ser descartada.
É recomendado que uma dose de 500 mg de Zitromax® IV, pó para solução para infusão,
diluída conforme descrito acima, seja administrada por infusão durante um período não
inferior a 1 hora.
Incompatibilidades:
A solução reconstituída de Zitromax® IV , pó para solução para infusão intravenosa, deve
ser diluída seguindo as instruções e utilizando uma das soluções de infusão compatíveis
descritas anteriormente. Outras substâncias, aditivos ou medicações para administração
intravenosa NÃO devem ser adicionados a Zitromax® IV, nem administrados
simultaneamente por infusão na mesma linha intravenosa.
NÃO ADICIONAR MEDICAÇÃO SUPLEMENTAR OU UTILIZAR A MESMA LINHA
INTRAVENOSA PARA ADMINISTRAÇÃO DE OUTRA MEDICAÇÃO SIMULTANEAMENTE.

Superdosagem de Zitromax Iv


Os eventos adversos observados com doses superiores àquelas recomendadas foram
similares aos eventos observados com as doses recomendadas. Na ocorrência de uma
superdosagem, medidas gerais de suporte e sintomáticas são indicadas, conforme a
necessidade.

PARTE IV

ATENÇÃO: ESTE PRODUTO É UM NOVO MEDICAMENTO E, EMBORA AS PESQUISAS
REALIZADAS TENHAM INDICADO EFICÁCIA E SEGURANÇA QUANDO
CORRETAMENTE INDICADO, PODEM OCORRER REAÇÕES ADVERSAS
IMPREVISÍVEIS AINDA NÃO DESCRITAS OU CONHECIDAS. EM CASO DE SUSPEITA
DE REAÇÃO ADVERSA O MÉDICO RESPONSÁVEL DEVE SER NOTIFICADO.

MS - 1.0216.0045
Farmacêutico responsável: José Francisco Bomfim - CRF-SP nº 7009
VENDA SOB PRESCRIÇÃO MÉDICA
Número do lote e data de fabricação: vide embalagem externa.
Produto fabricado por:
Ben Venue Laboratories
Bedford, Ohio - EUA
Embalado por:
Pfizer PGM
Amboise - França
Distribuído por:
LABORATÓRIOS PFIZER LTDA.
Av. Monteiro Lobato, 2.270.
CEP: 07190-001 - Guarulhos - SP
CNPJ nº 46.070.868/0001-69
Indústria Brasileira.
"Produto licenciado por Pliva, Zagreb, Croácia"
S.A.C. Linha Pfizer 0800-16-7575

ZITROMAX IV - Laboratório

PFIZER
Av. Presidente Tancredo de Almeida Neves, 1555
Guarulhos/SP - CEP: 07112-070
Tel: 0800-16-7575
Site: http://www.pfizer.com.br
CNPJ n° 46.070.868/0001-69

Ver outros medicamentos do laboratório "PFIZER"

Antes de consumir qualquer medicamento, consulte seu médico (http://www.catalogo.med.br).

Complementos

1 Pneumonia: Inflamação do parênquima pulmonar. Sua causa mais freqüente é a infecção bacteriana, apesar de que pode ser produzida por outros microorganismos. Manifesta-se por febre, tosse, expectoração e dor torácica. Em pacientes idosos ou imunodeprimidos pode ser uma doença fatal.
2 Infecções: Doença produzida pela invasão de um germe (bactéria, vírus, fungo, etc.) em um organismo superior. Como conseqüência da mesma podem ser produzidas alterações na estrutura ou funcionamento dos tecidos comprometidos, ocasionando febre, queda do estado geral, e inúmeros sintomas que dependem do tipo de germe e da reação imunológica perante o mesmo.
3 Pélvicas: Relativo a ou próprio de pelve. A pelve é a cavidade no extremo inferior do tronco, formada pelos dois ossos do quadril (ilíacos), sacro e cóccix; bacia. Ou também é qualquer cavidade em forma de bacia ou taça (por exemplo, a pelve renal).
4 Bolus: Uma quantidade extra de insulina usada para reduzir um aumento inesperado da glicemia, freqüentemente relacionada a uma refeição rápida.
5 Injeção intramuscular: Injetar medicamento em forma líquida no músculo através do uso de uma agulha e seringa.
6 Saúde: 1. Estado de equilíbrio dinâmico entre o organismo e o seu ambiente, o qual mantém as características estruturais e funcionais do organismo dentro dos limites normais para sua forma de vida e para a sua fase do ciclo vital. 2. Estado de boa disposição física e psíquica; bem-estar. 3. Brinde, saudação que se faz bebendo à saúde de alguém. 4. Força física; robustez, vigor, energia.
7 Gravidez: Condição de ter um embrião ou feto em desenvolvimento no trato reprodutivo feminino após a união de ovo e espermatozóide.
8 Lactação: Fenômeno fisiológico neuro-endócrino (hormonal) de produção de leite materno pela puérpera no pós-parto; independente dela estar ou não amamentando.Toda mulher após o parto tem produção de leite - lactação; mas, infelizmente nem todas amamentam.
9 Náusea: Vontade de vomitar. Forma parte do mecanismo complexo do vômito e pode ser acompanhada de sudorese, sialorréia (salivação excessiva), vertigem, etc.
10 Diarréia: Aumento do volume, freqüência ou quantidade de líquido nas evacuações.Deve ser a manifestação mais freqüente de alteração da absorção ou transporte intestinal de substâncias, alterações estas que em geral são devidas a uma infecção bacteriana ou viral, a toxinas alimentares, etc.
11 Vômito: É a expulsão ativa do conteúdo gástrico pela boca. Pode ser classificado como: alimentar, fecalóide, biliar, em jato, pós-prandial. Sinônimo de êmese. Os medicamentos que agem neste sintoma são chamados de antieméticos.
12 Vaginite: Inflamação da mucosa que recobre a vagina. Em geral é devido a uma infecção bacteriana ou micótica. Manifesta-se por ardor, dor espontânea ou durante o coito (dispareunia) e secreção mucosa ou purulenta pela mesma.
13 Anorexia: Perda do apetite ou do desejo de ingerir alimentos.
14 Erupção: 1. Ato, processo ou efeito de irromper. 2. Aumento rápido do brilho de uma estrela ou de pequena região da atmosfera solar. 3. Aparecimento de lesões de natureza inflamatória ou infecciosa, geralmente múltiplas, na pele e mucosas, provocadas por vírus, bactérias, intoxicações, etc. 4. Emissão de materiais magmáticos por um vulcão (lava, cinzas etc.).
15 Cutânea: Que diz respeito à pele, à cútis.
16 Prurido: 1.    Na dermatologia, o prurido significa uma sensação incômoda na pele ou nas mucosas que leva a coçar, devido à liberação pelo organismo de substâncias químicas, como a histamina, que irritam algum nervo periférico. 2.    Comichão, coceira. 3.    No sentido figurado, prurido é um estado de hesitação ou dor na consciência; escrúpulo, preocupação, pudor. Também pode significar um forte desejo, impaciência, inquietação.
17 Inflamação: Conjunto de processos que se desenvolvem em um tecido em resposta a uma agressão externa. Incluem fenômenos vasculares como vasodilatação, edema, desencadeamento da resposta imunológica, ativação do sistema de coagulação, etc.Quando se produz em um tecido superficial (pele, tecido celular subcutâneo) pode apresentar tumefação, aumento da temperatura local, coloração avermelhada e dor (tétrade de Celso, o cientista que primeiro descreveu as características clínicas da inflamação).
18 Reação alérgica: Sensibilidade a uma substância específica, chamada de alérgeno, com a qual se entra em contato por meio da pele, pulmões, deglutição ou injeções.
19 Translocação: É uma alteração cromossômica na qual um segmento de cromossomo se destaca e se fixa em outra posição no mesmo cromossomo ou sobre outro cromossomo.
20 Cepas: Cepa ou estirpe é um termo da biologia e da genética que se refere a um grupo de descendentes com um ancestral comum que compartilham semelhanças morfológicas e/ou fisiológicas.
21 Vírus: Pequeno microorganismo capaz de infectar uma célula de um organismo superior e replicar-se utilizando os elementos celulares do hospedeiro. São capazes de causar múltiplas doenças, desde um resfriado comum até a AIDS.
22 HIV: Abreviatura em inglês do vírus da imunodeficiência humana. É o agente causador da AIDS.
23 Farmacologia: Ramo da medicina que estuda as propriedades químicas dos medicamentos e suas respectivas classificações.
24 Randomizado: Ensaios clínicos comparativos randomizados são considerados o melhor delineamento experimental para avaliar questões relacionadas a tratamento e prevenção. Classicamente, são definidos como experimentos médicos projetados para determinar qual de duas ou mais intervenções é a mais eficaz mediante a alocação aleatória, isto é, randomizada, dos pacientes aos diferentes grupos de estudo. Em geral, um dos grupos é considerado controle – o que algumas vezes pode ser ausência de tratamento, placebo, ou mais frequentemente, um tratamento de eficácia reconhecida. Recursos estatísticos são disponíveis para validar conclusões e maximizar a chance de identificar o melhor tratamento. Esses modelos são chamados de estudos de superioridade, cujo objetivo é determinar se um tratamento em investigação é superior ao agente comparativo.
25 Para pacientes: Você pode utilizar este texto livremente com seus pacientes, inclusive alterando-o, de acordo com a sua prática e experiência. Conheça todos os materiais Para Pacientes disponíveis para auxiliar, educar e esclarecer seus pacientes, colaborando para a melhoria da relação médico-paciente, reunidos no canal Para Pacientes . As informações contidas neste texto são baseadas em uma compilação feita pela equipe médica da Centralx. Você deve checar e confirmar as informações e divulgá-las para seus pacientes de acordo com seus conhecimentos médicos.
26 Antígenos: 1. Partículas ou moléculas capazes de deflagrar a produção de anticorpo específico. 2. Substâncias que, introduzidas no organismo, provocam a formação de anticorpo.
27 Doença inflamatória pélvica: Infecção aguda que compromete o trato genital feminino (ovários, trompas de Falópio, útero). Manifesta-se por dor, febre e descarga purulenta pela vagina.
28 Depleção: 1. Em patologia, significa perda de elementos fundamentais do organismo, especialmente água, sangue e eletrólitos (sobretudo sódio e potássio). 2. Em medicina, é o ato ou processo de extração de um fluido (por exxemplo, sangue) 3. Estado ou condição de esgotamento provocado por excessiva perda de sangue. 4. Na eletrônica, em um material semicondutor, medição da densidade de portadores de carga abaixo do seu nível e do nível de dopagem em uma temperatura específica.
29 Fagócitos:
30 Fagocitose: Processo de ingestão e destruição de partículas sólidas, como bactérias ou pedaços de tecido necrosado, por células ameboides chamadas de fagócitos.
31 Infecção: Doença produzida pela invasão de um germe (bactéria, vírus, fungo, etc.) em um organismo superior. Como conseqüência da mesma podem ser produzidas alterações na estrutura ou funcionamento dos tecidos comprometidos, ocasionando febre, queda do estado geral, e inúmeros sintomas que dependem do tipo de germe e da reação imunológica perante o mesmo.
32 Plasma: Parte que resta do SANGUE, depois que as CÉLULAS SANGÜÍNEAS são removidas por CENTRIFUGAÇÃO (sem COAGULAÇÃO SANGÜÍNEA prévia).
33 Fármaco: Qualquer produto ou preparado farmacêutico; medicamento.
34 Pulmões: Órgãos do sistema respiratório situados na cavidade torácica e responsáveis pelas trocas gasosas entre o ambiente e o sangue. São em número de dois, possuem forma piramidal, têm consistência esponjosa e medem cerca de 25 cm de comprimento. Os pulmões humanos são divididos em segmentos denominados lobos. O pulmão esquerdo possui dois lobos e o direito possui três. Os pulmões são compostos de brônquios que se dividem em bronquíolos e alvéolos pulmonares. Nos alvéolos se dão as trocas gasosas ou hematose pulmonar entre o meio ambiente e o corpo, com a entrada de oxigênio na hemoglobina do sangue (formando a oxiemoglobina) e saída do gás carbônico ou dióxido de carbono (que vem da célula como carboemoglobina) dos capilares para o alvéolo.
35 Amígdalas: Designação comum a vários agregados de tecido linfoide, especialmente o que se situa à entrada da garganta; tonsila.
36 Próstata: Glândula que (nos machos) circunda o colo da BEXIGA e da URETRA. Secreta uma substância que liquefaz o sêmem coagulado. Está situada na cavidade pélvica (atrás da parte inferior da SÍNFISE PÚBICA, acima da camada profunda do ligamento triangular) e está assentada sobre o RETO.
37 Tecido: Conjunto de células de características semelhantes, organizadas em estruturas complexas para cumprir uma determinada função. Exemplo de tecido: o tecido ósseo encontra-se formado por osteócitos dispostos em uma matriz mineral para cumprir funções de sustentação.
38 Metabolismo: É o conjunto de transformações que as substâncias químicas sofrem no interior dos organismos vivos. São essas reações que permitem a uma célula ou um sistema transformar os alimentos em energia, que será ultilizada pelas células para que as mesmas se multipliquem, cresçam e movimentem-se. O metabolismo divide-se em duas etapas: catabolismo e anabolismo.
39 Urina: Resíduo líquido produzido pela filtração renal no organismo, estocado na bexiga e expelido pelo ato de urinar.
40 Bile: Agente emulsificador produzido no FÍGADO e secretado para dentro do DUODENO. Sua composição é formada por s ÁCIDOS E SAIS BILIARES, COLESTEROL e ELETRÓLITOS. A bile auxilia a DIGESTÃO das gorduras no duodeno.
41 Metabólitos: Qualquer composto intermediário das reações enzimáticas do metabolismo.
42 Microbiológicas: Referente à microbiologia, ou seja, à especialidade biomédica que estuda os microrganismos patogênicos, responsáveis pelas doenças infecciosas, englobando a bacteriologia (bactérias), virologia (vírus) e micologia (fungos).
43 Microbiológica: Referente à microbiologia, ou seja, à especialidade biomédica que estuda os microrganismos patogênicos, responsáveis pelas doenças infecciosas, englobando a bacteriologia (bactérias), virologia (vírus) e micologia (fungos).
44 Insuficiência renal: Condição crônica na qual o corpo retém líquido e excretas pois os rins não são mais capazes de trabalhar apropriadamente. Uma pessoa com insuficiência renal necessita de diálise ou transplante renal.
45 Renal: Relacionado aos rins. Uma doença renal é uma doença dos rins. Insuficiência renal significa que os rins pararam de funcionar.
46 Insuficiência hepática: Deterioração grave da função hepática. Pode ser decorrente de hepatite viral, cirrose e hepatopatia alcoólica (lesão hepática devido ao consumo de álcool) ou medicamentosa (causada por medicamentos como, por exemplo, o acetaminofeno). Para que uma insuficiência hepática ocorra, deve haver uma lesão de grande porção do fígado.
47 Hepática: Relativa a ou que forma, constitui ou faz parte do fígado.
48 Angioedema: Caracteriza-se por áreas circunscritas de edema indolor e não-pruriginoso decorrente de aumento da permeabilidade vascular. Os locais mais acometidos são a cabeça e o pescoço, incluindo os lábios, assoalho da boca, língua e laringe, mas o edema pode acometer qualquer parte do corpo. Nos casos mais avançados, o angioedema pode causar obstrução das vias aéreas. A complicação mais grave é o inchaço na garganta (edema de glote).
49 Anafilaxia: É um tipo de reação alérgica sistêmica aguda. Esta reação ocorre quando a pessoa foi sensibilizada (ou seja, quando o sistema imune foi condicionado a reconhecer uma substância como uma ameaça ao organismo). Na segunda exposição ou nas exposições subseqüentes, ocorre uma reação alérgica. Essa reação é repentina, grave e abrange o corpo todo. O sistema imune libera anticorpos. Os tecidos liberam histamina e outras substâncias. Esse mecanismo causa contrações musculares, constrição das vias respiratórias, dificuldade respiratória, dor abdominal, cãimbras, vômitos e diarréia. A histamina leva à dilatação dos vasos sangüíneos (que abaixa a pressão sangüínea) e o vazamento de líquidos da corrente sangüínea para os tecidos (que reduzem o volume de sangue) o que provoca o choque. Ocorrem com freqüência a urticária e o angioedema - este angioedema pode resultar na obstrução das vias respiratórias. Uma anafilaxia prolongada pode causar arritmia cardíaca.
50 Sintomas: Alterações da percepção normal que uma pessoa tem de seu próprio corpo, do seu metabolismo, de suas sensações, podendo ou não ser um indício de doença. Os sintomas são as queixas relatadas pelo paciente mas que só ele consegue perceber. Sintomas são subjetivos, sujeitos à interpretação pessoal. A variabilidade descritiva dos sintomas varia em função da cultura do indivíduo, assim como da valorização que cada pessoa dá às suas próprias percepções.
51 Fígado: Órgão que transforma alimento em energia, remove álcool e toxinas do sangue e fabrica bile. A bile, produzida pelo fígado, é importante na digestão, especialmente das gorduras. Após secretada pelas células hepáticas ela é recolhida por canalículos progressivamente maiores que a levam para dois canais que se juntam na saída do fígado e a conduzem intermitentemente até o duodeno, que é a primeira porção do intestino delgado. Com esse canal biliar comum, chamado ducto hepático, comunica-se a vesícula biliar através de um canal sinuoso, chamado ducto cístico. Quando recebe esse canal de drenagem da vesícula biliar, o canal hepático comum muda de nome para colédoco. Este, ao entrar na parede do duodeno, tem um músculo circular, designado esfíncter de Oddi, que controla o seu esvaziamento para o intestino.
52 Sinais: São alterações percebidas ou medidas por outra pessoa, geralmente um profissional de saúde, sem o relato ou comunicação do paciente. Por exemplo, uma ferida.
53 Feto: Filhote por nascer de um mamífero vivíparo no período pós-embrionário, depois que as principais estruturas foram delineadas. Em humanos, do filhote por nascer vai do final da oitava semana após a CONCEPÇÃO até o NASCIMENTO, diferente do EMBRIÃO DE MAMÍFERO prematuro.
54 Lactantes: Que produzem leite; que aleitam.
55 Antiácidos: É uma substância que neutraliza o excesso de ácido, contrariando o seu efeito. É uma base que aumenta os valores de pH de uma solução ácida.
56 Placebo: Preparação neutra quanto a efeitos farmacológicos, ministrada em substituição a um medicamento, com a finalidade de suscitar ou controlar as reações, geralmente de natureza psicológica, que acompanham tal procedimento terapêutico.
57 Metabólito: Qualquer composto intermediário das reações enzimáticas do metabolismo.
58 Células: Unidades (ou subunidades) funcionais e estruturais fundamentais dos organismos vivos. São compostas de CITOPLASMA (com várias ORGANELAS) e limitadas por uma MEMBRANA CELULAR.
59 Sangue: O sangue é uma substância líquida que circula pelas artérias e veias do organismo. Em um adulto sadio, cerca de 45% do volume de seu sangue é composto por células (a maioria glóbulos vermelhos, glóbulos brancos e plaquetas). O sangue é vermelho brilhante, quando oxigenado nos pulmões (nos alvéolos pulmonares). Ele adquire uma tonalidade mais azulada, quando perde seu oxigênio, através das veias e dos pequenos vasos denominados capilares.
60 Anticoagulantes: Substâncias ou medicamentos que evitam a coagulação, especialmente do sangue.
61 Anticoagulante: Substância ou medicamento que evita a coagulação, especialmente do sangue.
62 Protrombina: Proteína plasmática inativa, é a precursora da trombina e essencial para a coagulação sanguínea.
63 Efeitos colaterais: 1. Ação não esperada de um medicamento. Ou seja, significa a ação sobre alguma parte do organismo diferente daquela que precisa ser tratada pelo medicamento. 2. Possível reação que pode ocorrer durante o uso do medicamento, podendo ser benéfica ou maléfica.
64 Neutropenia: Queda no número de neutrófilos no sangue abaixo de 1000 por milímetro cúbico. Esta é a cifra considerada mínima para manter um sistema imunológico funcionando adequadamente contra os agentes infecciosos mais freqüentes. Quando uma pessoa neutropênica apresenta febre, constitui-se uma situação de “emergência infecciosa”.
65 Incidência: Medida da freqüência em que uma doença ocorre. Número de casos novos de uma doença em um certo grupo de pessoas por um certo período de tempo.
66 Injeção: Infiltração de medicação ou nutrientes líquidos no corpo através de uma agulha e seringa.
67 Incisão: 1. Corte ou golpe com instrumento cortante; talho. 2. Em cirurgia, intervenção cirúrgica em um tecido efetuada com instrumento cortante (bisturi ou bisturi elétrico); incisura.
68 Estomatite: Inflamação da mucosa oral produzida por infecção viral, bacteriana, micótica ou por doença auto-imune. É caracterizada por dor, ardor e vermelhidão da mucosa, podendo depositar-se sobre a mesma uma membrana brancacenta (leucoplasia), ou ser acompanhada de bolhas e vesículas.
69 Tontura: O indivíduo tem a sensação de desequilíbrio, de instabilidade, de pisar no vazio, de que vai cair.
70 Dispnéia: Falta de ar ou dificuldade para respirar caracterizada por respiração rápida e curta, geralmente está associada a alguma doença cardíaca ou pulmonar.
71 Neutrófilos: Leucócitos granulares que apresentam um núcleo composto de três a cinco lóbulos conectados por filamenos delgados de cromatina. O citoplasma contém grânulos finos e inconspícuos que coram-se com corantes neutros.
72 Pele: Camada externa do corpo, que o protege do meio ambiente. Composta por DERME e EPIDERME.
73 Anexos: 1. Que se anexa ou anexou, apenso. 2. Contíguo, adjacente, correlacionado. 3. Coisa ou parte que está ligada a outra considerada como principal. 4. Em anatomia geral, parte acessória de um órgão ou de uma estrutura principal. 5. Em informática, arquivo anexado a uma mensagem eletrônica.
74 Rash: Coloração avermelhada da pele como conseqüência de uma reação alérgica ou infecção.
75 Astenia: Sensação de fraqueza, sem perda real da capacidade muscular.
76 Candidíase: É o nome da infecção produzida pela Candida albicans, um fungo que produz doença em mucosas, na pele ou em órgãos profundos (candidíase sistêmica).As infecções profundas podem ser mais freqüentes em pessoas com deficiência no sistema imunológico (pacientes com câncer, SIDA, etc.).
77 Palpitações: Designa a sensação de consciência do batimento do coração, que habitualmente não se sente. As palpitações são detectadas usualmente após um exercício violento, em situações de tensão ou depois de um grande susto, quando o coração bate com mais força e/ou mais rapidez que o normal.
78 Arritmias: Arritmia cardíaca é o nome dado a diversas perturbações que alteram a frequência ou o ritmo dos batimentos cardíacos.
79 Taquicardia: Aumento da frequência cardíaca. Pode ser devido a causas fisiológicas (durante o exercício físico ou gravidez) ou por diversas doenças como sepse, hipertireoidismo e anemia. Pode ser assintomática ou provocar palpitações.
80 Hipotensão: Pressão sanguínea baixa ou queda repentina na pressão sanguínea. A hipotensão pode ocorrer quando uma pessoa muda rapidamente de uma posição sentada ou deitada para a posição de pé, causando vertigem ou desmaio.
81 Sistema Nervoso Central: Principais órgãos processadores de informação do sistema nervoso, compreendendo cérebro, medula espinhal e meninges.
82 Vertigem: Alucinação de movimento. Pode ser devido à doença do sistema de equilíbrio, reação a drogas, etc.
83 Cefaleia: Sinônimo de dor de cabeça. Este termo engloba todas as dores de cabeça existentes, ou seja, enxaqueca ou migrânea, cefaleia ou dor de cabeça tensional, cefaleia cervicogênica, cefaleia em pontada, cefaleia secundária a sinusite, etc... são tipos dentro do grupo das cefaleias ou dores de cabeça. A cefaleia tipo tensional é a mais comum (acomete 78% da população), seguida da enxaqueca ou migrânea (16% da população).
84 Parestesia: Sensação cutânea subjetiva (ex.: frio, calor, formigamento, pressão, etc.) vivenciada espontaneamente na ausência de estimulação.
85 Dispepsia: Dor ou mal-estar localizado no abdome superior. O mal-estar pode caracterizar-se por saciedade precoce, sensação de plenitude, distensão ou náuseas. A dispepsia pode ser intermitente ou contínua, podendo estar relacionada com os alimentos.
86 Constipação: Retardo ou dificuldade nas defecações, suficiente para causar desconforto significativo para a pessoa. Pode significar que as fezes são duras, difíceis de serem expelidas ou infreqüentes (evacuações inferiores a três vezes por semana), ou ainda a sensação de esvaziamento retal incompleto, após as defecações.
87 Colite: Inflamação da porção terminal do cólon (intestino grosso). Pode ser devido a infecções intestinais (a causa mais freqüente), ou a processos inflamatórios diversos (colite ulcerativa, colite isquêmica, colite por radiação, etc.).
88 Pancreatite: Inflamação do pâncreas. A pancreatite aguda pode ser produzida por cálculos biliares, alcoolismo, drogas, etc. Pode ser uma doença grave e fatal. Os primeiros sintomas consistem em dor abdominal, vômitos e distensão abdominal.
89 Língua:
90 Desidratação: Perda de líquidos do organismo pelo aumento importante da freqüência urinária, sudorese excessiva, diarréia ou vômito.
91 Nefrite: Termo que significa “inflamação do rim” e que agrupa doenças caracterizadas por lesões imunológicas ou infecciosas do tecido renal. Alguns exemplos são a nefrite intersticial por drogas, a glomerulonefrite pós-estreptocócica, etc. Podem manifestar-se por hipertensão arterial, hematúria e dor lombar.
92 Intersticial: Relativo a ou situado em interstícios, que são pequenos espaços entre as partes de um todo ou entre duas coisas contíguas (por exemplo, entre moléculas, células, etc.). Na anatomia geral, diz-se de tecido de sustentação localizado nos interstícios de um órgão, especialmente de vasos sanguíneos e tecido conjuntivo.
93 Trombocitopenia: É a redução do número de plaquetas no sangue. Contrário de trombocitose. Quando a quantidade de plaquetas no sangue é inferior a 150.000/mm³, diz-se que o indivíduo apresenta trombocitopenia (ou plaquetopenia). As pessoas com trombocitopenia apresentam tendência de sofrer hemorragias.
94 Hepatite: Inflamação do fígado, caracterizada por coloração amarela da pele e mucosas (icterícia), dor na região superior direita do abdome, cansaço generalizado, aumento do tamanho do fígado, etc. Pode ser produzida por múltiplas causas como infecções virais, toxicidade por drogas, doenças imunológicas, etc.
95 Icterícia: Coloração amarelada da pele e mucosas devido a uma acumulação de bilirrubina no organismo. Existem dois tipos de icterícia que têm etiologias e sintomas distintos: icterícia por acumulação de bilirrubina conjugada ou direta e icterícia por acumulação de bilirrubina não conjugada ou indireta.
96 Necrose: Conjunto de processos irreversíveis através dos quais se produz a degeneração celular seguida de morte da célula.
97 Artralgia: Dor em uma articulação.
98 Edema: 1. Inchaço causado pelo excesso de fluidos no organismo. 2. Acúmulo anormal de líquido nos tecidos do organismo, especialmente no tecido conjuntivo.
99 Urticária: Reação alérgica manifestada na pele como elevações pruriginosas, acompanhadas de vermelhidão da mesma. Pode afetar uma parte ou a totalidade da pele. Em geral é autolimitada e cede em pouco tempo, podendo apresentar períodos de melhora e piora ao longo de vários dias.
100 Eritema multiforme: Condição aguda, auto-limitada, caracterizada pelo início abrupto de pápulas vermelhas fixas simétricas, algumas evoluindo em lesões em forma de “alvo”. A lesão alvo são zonas concêntricas de alterações de coloração com a área central púrpura ou escura e a externa vermelha. Elas irão desenvolver vesícula ou crosta na zona central após vários dias. Vinte porcento de todos os casos ocorrem na infância.O eritema multiforme geralmente é precipitado pelo vírus do herpes simples, Mycoplasma pneumoniae ou histoplasmose.
101 Síndrome: Conjunto de sinais e sintomas que se encontram associados a uma entidade conhecida ou não.
102 Necrólise Epidérmica Tóxica: Sinônimo de Síndrome de Lyell. Caracterizada por necrólise da epiderme. Tem como características iniciais sintomas inespecíficos, influenza-símile, tais como febre, dor de garganta, tosse e queimação ocular, considerados manifestações prodrômicas que precedem o acometimento cutâneo-mucoso. Erupção eritematosa surge simetricamente na face e na parte superior do tronco, provocando sintomas de queimação ou dolorimento da pele. Progressivamente envolvem o tórax anterior e o dorso. O ápice do processo é constituído pela característica denudação da epiderme necrótica, a qual é destacada em verdadeiras lamelas ou retalhos, dentro das áreas acometidas pelo eritema de base. O paciente tem o aspecto de grande queimado, com a derme desnuda, sangrante, eritêmato-purpúrica e com contínua eliminação de serosidade, contribuindo para o desequilíbrio hidroeletrolítico e acentuada perda protéica. Graves seqüelas oculares e esofágicas têm sido relatadas.Constitui uma reação adversa a medicamentos rara. As drogas que mais comumente a causam são as sulfas, o fenobarbital, a carbamazepina, a dipirona, piroxicam, fenilbutazona, aminopenicilinas e o alopurinol.
103 Paladar: Paladar ou sabor. Em fisiologia, é a função sensorial que permite a percepção dos sabores pela língua e sua transmissão, através do nervo gustativo ao cérebro, onde são recebidos e analisados.
104 Seringa: Dispositivo usado para injetar medicações ou outros líquidos nos tecidos do corpo. A seringa de insulina é formada por um tubo plástico com um êmbolo e uma agulha pequena na ponta.
105 Microbiológico: Referente à microbiologia, ou seja, à especialidade biomédica que estuda os microrganismos patogênicos, responsáveis pelas doenças infecciosas, englobando a bacteriologia (bactérias), virologia (vírus) e micologia (fungos).
106 Dextrose: Também chamada de glicose. Açúcar encontrado no sangue que serve como principal fonte de energia do organismo.
107 Lactato: Sal ou éster do ácido láctico ou ânion dele derivado.

Tem alguma dúvida sobre ZITROMAX IV?

Pergunte diretamente a um especialista

Sua pergunta será enviada aos especialistas do CatalogoMed, veja as dúvidas já respondidas.