Preço de VIVERDAL em Fairfield/SP: R$ 18,97

VIVERDAL

UNIAO QUIMICA

Atualizado em 09/12/2014

VIVERDAL
Risperidona
Comprimidos Revestidos

- Forma Farmacêutica e Apresentações
Comprimidos revestidos: caixa com 6 comprimidos revestidos de 1mg e caixa com 20 comprimidos revestidos de 2mg ou de 3mg.

USO ADULTO E PEDIÁTRICO (Adolescentes acima de 15 anos)

- Composição:
Comprimido Revestido

Cada comprimido revestido de 1mg contém:
Risperidona    1mg
Excipiente: lactose1, celulose microcristalina, croscarmelose sódica, laurilsulfato de sódio, dióxido de silício coloidal, estearato de magnésio, co-polímeros do ácido metacrílico, silicato de magnésio, dióxido de titânio, macrogol.
Cada comprimidorevestido de 2mg contém:
Risperidona    2mg
Excipiente: lactose1, celulose microcristalina, croscarmelose sódica, laurilsulfato de sódio, dióxido de silício coloidal, estearato de magnésio, co-polímeros do ácido metacrílico, silicato de magnésio, dióxido de titânio, macrogol, corante amarelo FD&C.
Cada comprimido revestido de 3mg contém:
Risperidona    3mg
Excipientes: lactose1, celulose microcristalina, croscarmelose sódica, laurilsulfato de sódio, dióxido de silício coloidal, estearato de magnésio, co-polímeros do ácido metacrílico, silicato de magnésio, dióxido de titânio, macrogol, corante amarelo FD&C.

Informações  ao  paciente de Viverdal

Ação  esperada  do  medicamento:Viverdal é um medicamento usado para tratar as assim chamadas psicoses. Isto significa que ele tem um efeito favorável sobre um certo número de distúrbios relacionados ao pensamento, às emoções e/ou às atividades, tais como: confusão, alucinações2, distúrbios da percepção (por exemplo, ouvir vozes de alguém que não está presente), desconfiança inabitual, isolamento da sociedade, ser excessivamente introvertido, etc. Viverdal também melhora a ansiedade, a tensão e o estado mental alterado por estes distúrbios. Viverdal pode ser usado tanto para distúrbios agudos como crônicos.
Cuidados  de  armazenamento:
Conserve o produto na embalagem original e ao abrigo do calor.
Prazo  de  validade:
24 meses a partir da data de fabricação (vide cartucho). Não use medicamento com o prazo de validade vencido, pois, além de não obter o efeito desejado, você estará prejudicando sua saúde3.

Gravidez4  e  lactação5:
Informe seu médico a ocorrência de gravidez4 na vigência do tratamento ou após o seu término.
Informar ao médico se está  amamentando.

Cuidados  de  administração:
Os comprimidos de risperidona podem ser tomados antes, durante ou após as refeições.
Siga a orientação do seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento.
Não interrompa o tratamento sem o conhecimento do seu médico.

Reações adversas:
Informe seu médico o aparecimento de reações desagradáveis, tais como: dor de cabeça6, insônia, agitação e ansiedade.
A risperidona pode causar contratura involuntária7 no rosto. Se isto ocorrer, consulte seu médico. Também pode provocar febre8 alta, com respiração rápida, sudorese9, redução da consciência, sensação de contratura muscular e um estado de confusão mental. Nestes casos, havendo sensações ou sintomas10 incomuns, seu médico deve ser imediatamente consultado.
TODO MEDICAMENTO DEVE SER MANTIDO FORA DO ALCANCE DAS CRIANÇAS.

Ingestão concomitante com outras substâncias:
Viverdal pode intensificar o efeito do álcool e de drogas que reduzem a habilidade para reagir ("tranquilizantes", analgésicos11 narcóticos, certos anti-histamínicos, certos antidepressivos). Assim, não beba álcool e tome estes medicamentos apenas se seu médico prescrevê-los. Informe seu médico se você está tomando remédios para tratar doença de Parkinson12, pois alguns deles (agonistas dopaminérgicos como a levodopa) agem contrariamente ao Viverdal.
Informar ao médico se está tomando carbamazepina (medicamento usado para epilepsia13 ou nevralgia do trigêmio, isto é, ataque de dor intensa na face14), pois este medicamento pode afetar os efeitos do Viverdal.

Contra indicações e precauções:
O produto não deve ser usado por:
Pacientes com hipersensibilidade à risperidona.
Deve ser usado com cautela em casos de:
Doenças cardiovasculares15, insuficiência renal16 ou hepática17, doença de Parkinson12, epilepsia13: se você sofre algum destes problemas, informe seu médico. Uma supervisão médica cuidadosa pode ser necessária durante o tratamento com Viverdal e a posologia talvez tenha que ser ajustada.
Informe seu médico sobre qualquer medicamento que esteja usando, antes do início, ou durante o tratamento.
Não deve ser utilizado durante a gravidez4 e a lactação5.
Durante o tratamento o paciente não deve dirigir veículos ou operar máquinas, pois sua habilidade e atenção podem estar sendo prejudicadas.
NÃO TOME REMÉDIO SEM O CONHECIMENTO DO SEU MÉDICO, PODE SER PERIGOSO PARA A SAÚDE3.

- INFORMAÇÕES TÉCNICAS

Características de Viverdal

A risperidona é um antagonista18 seletivo das monoaminas cerebrais, derivado das pirimidionas, constituindo esta nova classe de antipsicóticos, da propriedade de atuar centralmente como potentes antagonistas dos receptores dopaminérgicos D2 e seotoninérgicos S2 (5 HT2). Apresentam também afinidade pelos receptores H1  histaminérgicos e (2   adrenergéticos. É rapidamente e completamente absorvido quando administrado por via oral, sendo que sua absorção não é afetada por alimentos. Atinge concentrações plasmáticas máximas em cerca de 1   2 horas e seu volume de distribuição é de 1   2  L/kg. Sofre biotransformação dando vários metabólitos19, sendo que o principal é a 9-hidroxi-risperidona, que apresenta atividade semelhante à da risperidona. O estado estacionário é atingido em 1 dia para a risperidona e de 4   5 dias para o metabólito20 principal. Sua taxa de ligação às proteínas21 plasmáticas é de 88 % para a risperidona e de 77% para a 9-hidroxi-risperidona. Meia-vida de eliminação: 3 horas para a risperidona e de 24 horas para a 9-hidroxi-risperidona. É excretada em uma semana pela urina22 (70%) e pelas fezes (14%). Na urina22, de 35-49% são da risperidona e de seu metabólito20 principal, sendo o restante correspondente a metabólitos19 inativos.

- Indicações:
No tratamento das psicoses esquizofrênicas agudas e crônicas e de outros distúrbios psicóticos nos quais os sintomas10 positivos (tais como alucinações2, delírios, distúrbios do pensamento, hostilidade, desconfiança) e/ou negativos (tais como embotamento23 afetivo, isolamento emocional e social, pobreza de discurso) são proeminentes. A risperidona também alivia outros sintomas10 afetivos associados à esquizofrenia24, tais como depressão, sentimento de culpa e ansiedade.

Contra-Indicações de Viverdal

O uso da risperidona é contra-indicado a pacientes com hipersensibilidade à droga.

Precauções  e  advertências de Viverdal

Hipotensão25 ortostática: pode ocorrer especialmente no período inicial de adequação posológica.
Deve ser usado com cautela em pacientes com doença cardiovascular (insuficiência cardíaca26, infarto do miocárdio27, distúrbio de condução, desidratação28, hipovolemia29 ou doença vascular30 cerebral), e a dose deve ser adaptada gradualmente como recomendado. A dose deve ser reduzida em caso de hipotensão25.
Discinesia tardia31: os medicamentos com propriedade antagonista18 dopaminérgica foram associados à indução de discinesia tardia31, caracterizada por movimento involuntários rítmicos, predominantemente as línguas e/ou da face14. No entanto foi descrito que o aparecimento de sintomas10 extrapiramidais representa um fator de risco32 no desenvolvimento de discinesia tardia31. Se sinais33 e sintomas10 de discinesia tardia31 aparecerem, todos os medicamentos antipsicóticos devem ser interrompidos.
Síndrome34 neuroléptica maligna: a ocorrência de síndrome34 neuroléptica maligna, caracterizada por hipertermia, rigidez muscular, instabilidade autonômica, alteração da consciência e elevação dos níveis de CPK, foi relatada com o uso dos neurolépticos35 clássicos. Consequentemente, a possibilidade da sua ocorrência não pode ser descartada com o uso da risperidona. Neste caso, todos os medicamentos antipsicóticos devem ser descontinuados.
Pacientes idosos e com insuficiência hepática36 ou renal37: Recomenda-se que doses iniciais  e os subsequentes aumentos das doses devem ser reduzidos pela metade nesses pacientes.
Doença de Parkinson12: deve-se ter cuidado igualmente
quando se prescreve a risperidona, devido a possibilidade teórica de deterioração do estado nestes pacientes.
Epilepsia13: os neurolépticos35 clássicos podem baixar o limiar epileptogênico. Recomenda-se cuidado no tratamento de pacientes epilépticos.
A segurança do uso da risperidona durante a gravidez4 ainda não foi estabelecida. Portanto, seu uso só deve ser feito durante a gestação se os benefícios forem mais importantes do que os riscos.
Não se sabe se a risperidona é eliminada no leite materno. Portanto, o uso da droga não é recomendado em mulheres que estejam amamentando.
A risperidona pode interferir nas atividades que requerem vigilância, logo, é aconselhável os pacientes não dirigirem veículos ou operarem máquinas, até que sua suscetibilidade individual ao medicamento seja conhecida.
A segurança e a eficácia da risperidona em crianças abaixo de 15 anos ainda não foram estabelecidas.

Interações  medicamentosas de Viverdal

Devido aos efeitos primários da risperidona sobre o SNC38, o uso concomitante com outros medicamentos de ação central deve ser feito com cautela;
A risperidona pode antagonizar o efeito da levodopa e de outros agonistas dopaminérgicos.
A dose de risperidona deve ser reavaliada e, se necessário, diminuída no caso de uma suspensão do uso de carbamazepina ou de outros indutores de enzimas hepáticas39. A carbamazepina diminui os níveis plasmáticos da fração antipsicótica ativa da risperidona.
Fenotiazínicos, antidepressivos tricíclicos e alguns agentes betabloqueadores podem aumentar as concentrações plasmáticas de risperidona, mas não da fração antipsicótica.
Quando a risperidona é administrada com outros medicamentos com alto índice de ligação protéica, não há um deslocamento das proteínas21 plasmáticas clinicamente relevante de nenhum deles.
A manutenção de medicamentos antiparkinsonianos deve ser periodicamente reavaliadas.

- Reações Adversas/Colaterais
Alterações em Exames Laboratoriais:

As reações adversas mais freqüentes associadas à risperidona são as seguintes:
Mais comuns: insônia, agitação, ansiedade e cefaléia40;
Menos comum: sonolência, fadiga41, tontura42, dificuldade de concentração, constipação43, dispepsia44, náusea45, vômito46, dor abdominal, visão47 turva, priapismo48, distúrbios de ereção49, ejaculação50 e orgasmo, incontinência urinária51, rinite52, rash53 cutâneo54 e outras reações alérgicas.
Reações extrapiramidais: a risperidona apresenta uma menor propensão a induzir efeitos extrapiramidais do que os neurolépticos35 clássicos. Em alguns casos podem ocorrer os seguintes sintomas10 extrapiramidais: tremor, rigidez hipersalivação, bradicinesia55, acatisia56, e distonia57 aguda. Eles são geralmente de leve ansiedade e reversíveis com a redução das doses e/ou com a administração de medicação antiparkinsoniana, se necessário;
Hipotensão25 e tontura42 (ortostáticas), taquicardia58 (reflexa) ou hipertensão59 ocasional foram observadas após administração da risperidona.
Hiperprolactinemia: a risperidona pode induzir um aumento dose-dependente na concentração plasmática de prolactina60, que pode induzir galactorréia61, ginecomastia62, distúrbios do ciclo menstrual;
Ganho de peso: foram observados ganho de peso, edema63 e níveis aumentados de enzimas hepáticas39, durante o tratamento com a risperidona;
Intoxicação hídrica: como acontece com os neurolépticos35 clássicos, casos ocasionais de intoxicação hídrica devido à polidipsia64 ou síndrome34 da secreção inadequado do hormônio65 antidiurético foram relatados em pacientes esquizofrênicos.
Outras reações: discinesia tardia31, síndrome34 neuroléptica maligna, desregulação da temperatura corporal e convulsões também foram relatados em pacientes esquizofrênicos. Tem sido reportada uma diminuição moderada na contagem de neutrófilos66 e/ou trombócitos67.

Posologia de Viverdal

Adultos e adolescentes acima de 15 anos:Os pacientes devem atingir uma dose de 3mg, 2 vezes ao dia, progressivamente, em 3 dias. Todos os pacientes agudos ou crônicos, devem começar o tratamento clínico com 1mg de risperidona, 2 vezes ao dia, no primeiro dia. A dose deve ser aumentada para 2mg, 2 vezes ao dia, no segundo dia e para 3mg, duas vezes ao dia no terceiro dia. A partir de então, a dose deve permanecer inalterada, ou ser posteriormente, individualizada, se necessário. A dose habitual é de 2 a 4mg, 2 vezes ao dia.
Doses acima de 5mg, duas vezes ao dia, não se mostraram superiores em eficácia às doses mais baixas e podem provocar mais sintomas10 extrapiramidais. A segurança de doses superiores a 8mg, 2 vezes ao dia, não foram avaliadas e não devem ser utilizadas. Uma benzodiazepina pode ser associada a risperidona quando uma sedação68 adicional for necessária.
Idosos e pacientes com doença renal37 ou hepática17:
A dose inicial recomendada é de 0,5mg, duas vezes ao dia. Esta dose pode ser ajustada com aumentos de 0,5mg, duas vezes ao dia, a 1-2mg, 2 vezes ao dia. A administração da risperidona nestes pacientes deve ser feita com cautela até que uma experiência com este grupo de pacientes seja avançada.
Crianças:
Falta experiência de uso da risperidona em crianças abaixo de 15 anos de idade.

- Superdosagem:
Em geral os sinais33 e sintomas10 foram aqueles resultantes da exacerbação dos efeitos farmacológicos conhecidos do Viverdal. Estas incluem sonolência e sedação68, taquicardia58, hipotensão25 e sintomas10 extrapiramidais. Foram relatados casos de superdose com quantidades de até 360mg. A análise destes casos sugere uma ampla margem de segurança. Em um paciente com hipocalemia69 concomitante que ingeriu 360mg, relatou-se um prolongamento do intervalo QT. Em caso de superdose aguda, a possibilidade de envolvimento de várias drogas deve ser considerada.
O tratamento recomendado para a superdosagem compreende na manutenção livre das vias aéreas e garantir uma boa ventilação70 com oxigenação adequada. Lavagem gástrica71 (após intubação se o paciente estiver inconsciente) e a administração de carvão ativado com laxantes72 deve ser consideradas. Monitoração cardiovascular deve começar imediatamente e deve incluir monitorização com o ECG contínuo para detecção de possíveis arritmias73. Não existe antídoto74 específico para a risperidona. Assim, medidas de suporte devem ser instituídas. A hipotensão25 e o colapso75 circulatório devem ser tratados com medidas apropriadas (infusões de líquidos e/ou agentes simpaticomiméticos. Em caso de sintomatologia extrapiramidal severa, anticolinérgicos devem ser administrados.

Pacientes Idosos de Viverdal

Administrar doses menores de Viverdal que as prescritas para os demais.
A dose inicial recomendada é de 0,5mg, 2 vezes ao dia. Esta dose pode ser ajustada com aumento de 0,5mg, 2 vezes ao dia a 1-2mg, 2 vezes ao dia. A administração de Viverdal a pacientes idosos e com doença renal37 ou hepática17 deve ser feita com cuidado.


VENDA SOB PRESCRIÇÃO MÉDICA.      
SÓ PODE SER VENDIDO COM RETENÇÃO DA RECEITA.

VIVERDAL - Laboratório

UNIAO QUIMICA
Rua Cel. Luiz Tenório de Brito, 90
Embu-Guaçu/SP - CEP: 06900-000
Tel: SAC 0800 11 1559

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Antes de consumir qualquer medicamento, consulte seu médico (http://www.catalogo.med.br).

Complementos

1 Lactose: Tipo de glicídio que possui ligação glicosídica. É o açúcar encontrado no leite e seus derivados. A lactose é formada por dois carboidratos menores, chamados monossacarídeos, a glicose e a galactose, sendo, portanto, um dissacarídeo.
2 Alucinações: Perturbações mentais que se caracterizam pelo aparecimento de sensações (visuais, auditivas, etc.) atribuídas a causas objetivas que, na realidade, inexistem; sensações sem objeto. Impressões ou noções falsas, sem fundamento na realidade; devaneios, delírios, enganos, ilusões.
3 Saúde: 1. Estado de equilíbrio dinâmico entre o organismo e o seu ambiente, o qual mantém as características estruturais e funcionais do organismo dentro dos limites normais para sua forma de vida e para a sua fase do ciclo vital. 2. Estado de boa disposição física e psíquica; bem-estar. 3. Brinde, saudação que se faz bebendo à saúde de alguém. 4. Força física; robustez, vigor, energia.
4 Gravidez: Condição de ter um embrião ou feto em desenvolvimento no trato reprodutivo feminino após a união de ovo e espermatozóide.
5 Lactação: Fenômeno fisiológico neuro-endócrino (hormonal) de produção de leite materno pela puérpera no pós-parto; independente dela estar ou não amamentando.Toda mulher após o parto tem produção de leite - lactação; mas, infelizmente nem todas amamentam.
6 Cabeça:
7 Involuntária: 1.    Que se realiza sem intervenção da vontade ou que foge ao controle desta, automática, inconsciente, espontânea. 2.    Que se encontra em uma dada situação sem o desejar, forçada, obrigada.
8 Febre: É a elevação da temperatura do corpo acima dos valores normais para o indivíduo. São aceitos como valores de referência indicativos de febre: temperatura axilar ou oral acima de 37,5°C e temperatura retal acima de 38°C. A febre é uma reação do corpo contra patógenos.
9 Sudorese: Suor excessivo
10 Sintomas: Alterações da percepção normal que uma pessoa tem de seu próprio corpo, do seu metabolismo, de suas sensações, podendo ou não ser um indício de doença. Os sintomas são as queixas relatadas pelo paciente mas que só ele consegue perceber. Sintomas são subjetivos, sujeitos à interpretação pessoal. A variabilidade descritiva dos sintomas varia em função da cultura do indivíduo, assim como da valorização que cada pessoa dá às suas próprias percepções.
11 Analgésicos: Grupo de medicamentos usados para aliviar a dor. As drogas analgésicas incluem os antiinflamatórios não-esteróides (AINE), tais como os salicilatos, drogas narcóticas como a morfina e drogas sintéticas com propriedades narcóticas, como o tramadol.
12 Doença de Parkinson: Doença degenerativa que afeta uma região específica do cérebro (gânglios da base), e caracteriza-se por tremores em repouso, rigidez ao realizar movimentos, falta de expressão facial e, em casos avançados, demência. Os sintomas podem ser aliviados por medicamentos adequados, mas ainda não se conhece, até o momento, uma cura definitiva.
13 Epilepsia: Alteração temporária e reversível do funcionamento cerebral, que não tenha sido causada por febre, drogas ou distúrbios metabólicos. Durante alguns segundos ou minutos, uma parte do cérebro emite sinais incorretos, que podem ficar restritos a esse local ou espalhar-se. Quando restritos, a crise será chamada crise epiléptica parcial; quando envolverem os dois hemisférios cerebrais, será uma crise epiléptica generalizada. O paciente pode ter distorções de percepção, movimentos descontrolados de uma parte do corpo, medo repentino, desconforto no estômago, ver ou ouvir de maneira diferente e até perder a consciência - neste caso é chamada de crise complexa. Depois do episódio, enquanto se recupera, a pessoa pode sentir-se confusa e ter déficits de memória. Existem outros tipos de crises epilépticas.
14 Face: Parte anterior da cabeça que inclui a pele, os músculos e as estruturas da fronte, olhos, nariz, boca, bochechas e mandíbula.
15 Doenças cardiovasculares: Doença do coração e vasos sangüíneos (artérias, veias e capilares).
16 Insuficiência renal: Condição crônica na qual o corpo retém líquido e excretas pois os rins não são mais capazes de trabalhar apropriadamente. Uma pessoa com insuficiência renal necessita de diálise ou transplante renal.
17 Hepática: Relativa a ou que forma, constitui ou faz parte do fígado.
18 Antagonista: 1. Opositor. 2. Adversário. 3. Em anatomia geral, que ou o que, numa mesma região anatômica ou função fisiológica, trabalha em sentido contrário (diz-se de músculo). 4. Em medicina, que realiza movimento contrário ou oposto a outro (diz-se de músculo). 5. Em farmácia, que ou o que tende a anular a ação de outro agente (diz-se de agente, medicamento etc.). Agem como bloqueadores de receptores. 6. Em odontologia, que se articula em oposição (diz-se de ou qualquer dente em relação ao da maxila oposta).
19 Metabólitos: Qualquer composto intermediário das reações enzimáticas do metabolismo.
20 Metabólito: Qualquer composto intermediário das reações enzimáticas do metabolismo.
21 Proteínas: Um dos três principais nutrientes dos alimentos. Alimentos que fornecem proteína incluem carne vermelha, frango, peixe, queijos, leite, derivados do leite, ovos.
22 Urina: Resíduo líquido produzido pela filtração renal no organismo, estocado na bexiga e expelido pelo ato de urinar.
23 Embotamento: Ato ou efeito de perder ou tirar o vigor ou a sensibilidade; enfraquecer-se.
24 Esquizofrenia: Doença mental do grupo das Psicoses, caracterizada por alterações emocionais, de conduta e intelectuais, caracterizadas por uma relação pobre com o meio social, desorganização do pensamento, alucinações auditivas, etc.
25 Hipotensão: Pressão sanguínea baixa ou queda repentina na pressão sanguínea. A hipotensão pode ocorrer quando uma pessoa muda rapidamente de uma posição sentada ou deitada para a posição de pé, causando vertigem ou desmaio.
26 Insuficiência Cardíaca: É uma condição na qual a quantidade de sangue bombeada pelo coração a cada minuto (débito cardíaco) é insuficiente para suprir as demandas normais de oxigênio e de nutrientes do organismo. Refere-se à diminuição da capacidade do coração suportar a carga de trabalho.
27 Infarto do miocárdio: Interrupção do suprimento sangüíneo para o coração por estreitamento dos vasos ou bloqueio do fluxo. Também conhecido por ataque cardíaco.
28 Desidratação: Perda de líquidos do organismo pelo aumento importante da freqüência urinária, sudorese excessiva, diarréia ou vômito.
29 Hipovolemia: Diminuição do volume de sangue secundário a hemorragias, desidratação ou seqüestro de sangue para um terceiro espaço (p. ex. peritônio).
30 Vascular: Relativo aos vasos sanguíneos do organismo.
31 Discinesia tardia: Síndrome potencialmente irreversível, caracterizada por movimentos repetitivos, involuntários e não intencionais dos músculos da língua, boca, face, pescoço e (mais raramente) das extremidades. Ela se caracteriza por movimentos discinéticos involuntários e irreversíveis e pode se desenvolver com o uso de medicamentos tais como antipsicóticos e neurolépticos.
32 Fator de risco: Qualquer coisa que aumente a chance de uma pessoa desenvolver uma doença.
33 Sinais: São alterações percebidas ou medidas por outra pessoa, geralmente um profissional de saúde, sem o relato ou comunicação do paciente. Por exemplo, uma ferida.
34 Síndrome: Conjunto de sinais e sintomas que se encontram associados a uma entidade conhecida ou não.
35 Neurolépticos: Medicamento que exerce ação calmante sobre o sistema nervoso, tranquilizante, psicoléptico.
36 Insuficiência hepática: Deterioração grave da função hepática. Pode ser decorrente de hepatite viral, cirrose e hepatopatia alcoólica (lesão hepática devido ao consumo de álcool) ou medicamentosa (causada por medicamentos como, por exemplo, o acetaminofeno). Para que uma insuficiência hepática ocorra, deve haver uma lesão de grande porção do fígado.
37 Renal: Relacionado aos rins. Uma doença renal é uma doença dos rins. Insuficiência renal significa que os rins pararam de funcionar.
38 SNC: Principais órgãos processadores de informação do sistema nervoso, compreendendo cérebro, medula espinhal e meninges.
39 Enzimas hepáticas: São duas categorias principais de enzimas hepáticas. A primeira inclui as enzimas transaminasas alaninoaminotransferase (ALT ou TGP) e a aspartato aminotransferase (AST ou TOG). Estas são enzimas indicadoras do dano às células hepáticas. A segunda categoria inclui certas enzimas hepáticas como a fosfatase alcalina (FA) e a gamaglutamiltranspeptidase (GGT) as quais indicam obstrução do sistema biliar, quer seja no fígado ou nos canais maiores da bile que se encontram fora deste órgão.
40 Cefaleia: Sinônimo de dor de cabeça. Este termo engloba todas as dores de cabeça existentes, ou seja, enxaqueca ou migrânea, cefaleia ou dor de cabeça tensional, cefaleia cervicogênica, cefaleia em pontada, cefaleia secundária a sinusite, etc... são tipos dentro do grupo das cefaleias ou dores de cabeça. A cefaleia tipo tensional é a mais comum (acomete 78% da população), seguida da enxaqueca ou migrânea (16% da população).
41 Fadiga: 1. Sensação de enfraquecimento resultante de esforço físico. 2. Trabalho cansativo. 3. Redução gradual da resistência de um material ou da sensibilidade de um equipamento devido ao uso continuado.
42 Tontura: O indivíduo tem a sensação de desequilíbrio, de instabilidade, de pisar no vazio, de que vai cair.
43 Constipação: Retardo ou dificuldade nas defecações, suficiente para causar desconforto significativo para a pessoa. Pode significar que as fezes são duras, difíceis de serem expelidas ou infreqüentes (evacuações inferiores a três vezes por semana), ou ainda a sensação de esvaziamento retal incompleto, após as defecações.
44 Dispepsia: Dor ou mal-estar localizado no abdome superior. O mal-estar pode caracterizar-se por saciedade precoce, sensação de plenitude, distensão ou náuseas. A dispepsia pode ser intermitente ou contínua, podendo estar relacionada com os alimentos.
45 Náusea: Vontade de vomitar. Forma parte do mecanismo complexo do vômito e pode ser acompanhada de sudorese, sialorréia (salivação excessiva), vertigem, etc.
46 Vômito: É a expulsão ativa do conteúdo gástrico pela boca. Pode ser classificado como: alimentar, fecalóide, biliar, em jato, pós-prandial. Sinônimo de êmese. Os medicamentos que agem neste sintoma são chamados de antieméticos.
47 Visão: 1. Ato ou efeito de ver. 2. Percepção do mundo exterior pelos órgãos da vista; sentido da vista. 3. Algo visto, percebido. 4. Imagem ou representação que aparece aos olhos ou ao espírito, causada por delírio, ilusão, sonho; fantasma, visagem. 5. No sentido figurado, concepção ou representação, em espírito, de situações, questões etc.; interpretação, ponto de vista. 6. Percepção de fatos futuros ou distantes, como profecia ou advertência divina.
48 Priapismo: Condição, associada ou não a um estímulo sexual, na qual o pênis ereto não retorna ao seu estado flácido habitual. Essa ereção é involuntária, duradora (cerca de 4 horas), geralmente dolorosa e potencialmente danosa, podendo levar à impotência sexual irreversível, constituindo-se numa emergência médica.
49 Ereção: 1. Ato ou efeito de erigir ou erguer. 2. Inauguração, criação. 3. Levantamento ou endurecimento do pênis.
50 Ejaculação: 1. Ato de ejacular. Expulsão vigorosa; forte derramamento (de líquido); jato. 2. Em fisiologia, emissão de esperma pela uretra no momento do orgasmo. 3. Por extensão de sentido, qualquer emissão. 4. No sentido figurado, fartura de palavras; arrazoado.
51 Incontinência urinária: Perda do controle da bexiga que provoca a passagem involuntária de urina através da uretra. Existem diversas causas e tipos de incontinência e muitas opções terapêuticas. Estas vão desde simples exercícios de fisioterapia até complicadas cirurgias. As mulheres são mais freqüentemente acometidas por este problema.
52 Rinite: Inflamação da mucosa nasal, produzida por uma infecção viral ou reação alérgica. Manifesta-se por secreção aquosa e obstrução das fossas nasais.
53 Rash: Coloração avermelhada da pele como conseqüência de uma reação alérgica ou infecção.
54 Cutâneo: Que diz respeito à pele, à cútis.
55 Bradicinesia: Dificuldade de iniciar os movimentos, lentidão nos movimentos e dificuldade de realizar os movimentos com fluência. É o sintoma mais proeminente na doença de Parkinson e que leva à incapacidade de realização das atividades diárias.
56 Acatisia: Síndrome caracterizada por sentimentos de inquietação interna que se manifesta por incapacidade de se manter quieta. É frequentemente causada por medicamentos neurolépticos.
57 Distonia: Contração muscular involuntária causando distúrbios funcionais, dolorosos e estéticos.
58 Taquicardia: Aumento da frequência cardíaca. Pode ser devido a causas fisiológicas (durante o exercício físico ou gravidez) ou por diversas doenças como sepse, hipertireoidismo e anemia. Pode ser assintomática ou provocar palpitações.
59 Hipertensão: Condição presente quando o sangue flui através dos vasos com força maior que a normal. Também chamada de pressão alta. Hipertensão pode causar esforço cardíaco, dano aos vasos sangüíneos e aumento do risco de um ataque cardíaco, derrame ou acidente vascular cerebral, além de problemas renais e morte.
60 Prolactina: Hormônio secretado pela adeno-hipófise. Estimula a produção de leite pelas glândulas mamárias. O aumento de produção da prolactina provoca a hiperprolactinemia, podendo causar alteração menstrual e infertilidade nas mulheres. No homem, gera impotência sexual (por prejudicar a produção de testosterona) e ginecomastia (aumento das mamas).
61 Galactorréia: Secreção mamária anormal de leite fora do período de amamentação. Pode ser produzida por distúrbios hormonais ou pela ação de medicamentos.
62 Ginecomastia: Aumento anormal de uma ou ambas as glândulas mamárias no homem. Associa-se a diferentes enfermidades como cirrose, tumores testiculares, etc. Em certas ocasiões ocorrem de forma idiopática.
63 Edema: 1. Inchaço causado pelo excesso de fluidos no organismo. 2. Acúmulo anormal de líquido nos tecidos do organismo, especialmente no tecido conjuntivo.
64 Polidipsia: Sede intensa, pode ser um sinal de diabetes.
65 Hormônio: Substância química produzida por uma parte do corpo e liberada no sangue para desencadear ou regular funções particulares do organismo. Por exemplo, a insulina é um hormônio produzido pelo pâncreas que diz a outras células quando usar a glicose para energia. Hormônios sintéticos, usados como medicamentos, podem ser semelhantes ou diferentes daqueles produzidos pelo organismo.
66 Neutrófilos: Leucócitos granulares que apresentam um núcleo composto de três a cinco lóbulos conectados por filamenos delgados de cromatina. O citoplasma contém grânulos finos e inconspícuos que coram-se com corantes neutros.
67 Trombócitos: Células em formato de discos e que não apresentam núcleo. São formadas no megacariócito e são encontradas no sangue de todos os mamíferos. Encontram-se envolvidas principalmente na coagulação sangüínea. Sinônimos: Trombócitos
68 Sedação: 1. Ato ou efeito de sedar. 2. Aplicação de sedativo visando aliviar sensação física, por exemplo, de dor. 3. Diminuição de irritabilidade, de nervosismo, como efeito de sedativo. 4. Moderação de hiperatividade orgânica.
69 Hipocalemia: Concentração sérica de potássio inferior a 3,5 mEq/l. Pode ocorrer por alterações na distribuição de potássio (desvio do compartimento extracelular para intracelular) ou de reduções efetivas no conteúdo corporal de potássio por uma menor ingesta ou por perda aumentada. Fraqueza muscular e arritimias cardíacas são os sinais e sintomas mais comuns, podendo haver também poliúria, polidipsia e constipação. Pode ainda ser assintomática.
70 Ventilação: 1. Ação ou efeito de ventilar, passagem contínua de ar fresco e renovado, num espaço ou recinto. 2. Agitação ou movimentação do ar, natural ou provocada para estabelecer sua circulação dentro de um ambiente. 3. Em fisiologia, é o movimento de ar nos pulmões. Perfusão Em medicina, é a introdução de substância líquida nos tecidos por meio de injeção em vasos sanguíneos.
71 Lavagem gástrica: É a introdução, através de sonda nasogástrica, de líquido na cavidade gástrica, seguida de sua remoção.
72 Laxantes: Medicamentos que tratam da constipação intestinal; purgantes, purgativos, solutivos.
73 Arritmias: Arritmia cardíaca é o nome dado a diversas perturbações que alteram a frequência ou o ritmo dos batimentos cardíacos.
74 Antídoto: Substância ou mistura que neutraliza os efeitos de um veneno. Esta ação pode reagir diretamente com o veneno ou amenizar/reverter a ação biológica causada por ele.
75 Colapso: 1. Em patologia, é um estado semelhante ao choque, caracterizado por prostração extrema, grande perda de líquido, acompanhado geralmente de insuficiência cardíaca. 2. Em medicina, é o achatamento conjunto das paredes de uma estrutura. 3. No sentido figurado, é uma diminuição súbita de eficiência, de poder. Derrocada, desmoronamento, ruína. 4. Em botânica, é a perda da turgescência de tecido vegetal.

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