HIGROTON RESERPINA

NOVARTIS

Atualizado em 08/12/2014

HIGROTON RESERPINA

Formas Farmacêuticas e Apresentações de Higroton Reserpina

Comprimidos divisíveis. Caixas com 20 comprimidos.

USO ADULTO

Composição de Higroton Reserpina

Cada comprimido contém: clortalidona 50 mg, reserpina 0,25 mg; excipiente (sílica gel, óxido de ferro vermelho, estearato de magnésio, amido e carboximetilcelulose) q.s.p. 1 comprimido.

Informações ao Paciente de Higroton Reserpina

O produto deve ser protegido da umidade e do calor (abaixo de 30º C). O data de validade está impressa no cartucho. Não use o produto após a data de validade. Não deve ser utilizado por mulheres grávidas ou que estejam amamentando. Siga corretamente as instruções do seu médico, não modificando ou interrompendo o tratamento sem antes consultá-lo. O comprimido deve ser tomado com o auxílio de um líquido. Se você se esquecer de tomar uma dose, tome-a assim que perceber o esquecimento; no entanto, se já estiver próximo ao horário da dose seguinte, não tome o comprimido que você esqueceu e retorne ao seu esquema de tratamento. Não tome a dose dobrada (os dois comprimidos de uma única vez). HIGROTON RESERPINA é geralmente bem tolerado, entretanto algumas reações desagradáveis podem ocorrer, na maioria transitórias e que tendem a desaparecer sem necessidade de interromper o tratamento; as mais comuns são: coceira, outras reações na pele1, pressão baixa, depressão, nervosismo, falta de concentração, batimento cardíaco irregular ou lento, tontura2 ao se levantar quando se está deitado ou sentado, problemas de estômago3 e de intestino, diarréia4, boca5 seca, ou azia6 (sinais7 de úlcera8), cansaço, pesadelos, nariz9 "entupido", , ganho de peso, impotência10, visão11 borrada, lacrimejamento, olhos12 vermelhos, inchaço13, inclusive da mucosa14 nasal, respiração rápida, aumento da salivação.

TODO MEDICAMENTO DEVE SER MANTIDO FORA DO ALCANCE DAS CRIANÇAS.

Se estiver utilizando qualquer outro medicamento ou se tiver qualquer outra doença, avise ao seu médico. Se você tem doença do fígado15 ou dos rins16, problemas circulatórios ou doença do coração17, diabetes18, baixos níveis de potássio no sangue19 ou altos níveis de colesterol20, seu médico deve ser avisado. Evite a ingestão de bebida alcoólica, pois o álcool pode fazer sua pressão aumentar ou diminuir, aumentando a possibilidade de tonturas21 ou fraqueza.

Contra-indicações - Mulheres grávidas ou que estejam amamentando; pacientes que apresentam alergia22 à clortalidona, à reserpina ou a algum dos componentes da fórmula. Pacientes com depressão, doença de Parkinson23, doença grave do fígado15 ou dos rins16, úlcera8, gota24, epilepsia25, níveis sangüíneos muito baixos de potássio ou de sódio ou níveis sangüíneos muito altos de cálcio.

Precauções - Recomenda-se cuidado aos pacientes que dirigem veículos ou operam máquinas, pois sua capacidade de reação pode ser afetada, especialmente no início do tratamento.

NÃO TOME REMÉDIO SEM O CONHECIMENTO DO SEU MÉDICO; PODE SER PERIGOSO PARA SUA SAÚDE26.

Informações Técnicas de Higroton Reserpina

Propriedades Farmacodinâmicas de Higroton Reserpina

HIGROTON RESERPINA é uma associação de dois fármacos anti-hipertensivos com diferentes sítios de ação e efeito anti-hipertensivo mutuamente complementar. Ambas as substâncias apresentam uma ação prolongada.

A clortalidona é uma benzotiadiazina, do grupo das tiazidas, com ação diurética prolongada.

Os diuréticos27 tiazídicos atuam principalmente no túbulo contornado distal28 (porção proximal29), inibindo a reabsorção de NaCl- (por antagonizar os co-transportadores de Na+ e Cl-) e promovendo a reabsorção de Ca++ (por um mecanismo desconhecido). O aumento na liberação de sódio e de água para o túbulo coletor cortical e/ou o aumento na velocidade do fluxo levam ao aumento de secreção e excreção de K+ e H+.

Em indivíduos com função renal30 normal, a diurese31 é induzida após a administração de 12,5 mg de clortalidona. O aumento resultante da excreção urinária de sódio e cloro e o aumento, menos pronunciado, na excreção urinária de potássio dependem da dose e ocorrem tanto em pacientes normais como em pacientes edemaciados32. O efeito diurético33 se estabelece em 2 a 3 horas, atinge seu máximo após 4 a 24 horas e pode persistir por 2 a 3 dias.

A diurese31 induzida por tiazídicos leva ao decréscimo do volume plasmático, do débito cardíaco34 e da pressão arterial35 sistêmica. É possível que o sistema renina-angiotensina-aldosterona seja ativado.

Em indivíduos hipertensos, a clortalidona reduz levemente a pressão arterial35 elevada. Na administração contínua, o efeito hipotensor se mantém, provavelmente, em função da redução da resistência periférica36; o débito cardíaco34 retorna aos valores de pré-tratamento, o volume plasmático permanece um pouco reduzido e a atividade da renina plasmática pode estar elevada.

Na administração crônica, o efeito anti-hipertensivo da clortalidona depende da dose na faixa de dose entre 12,5 a 50 mg. Aumentos de dose acima de 50 mg aumentam as complicações metabólicas e raramente apresentam benefícios terapêuticos.

Assim como para outros diuréticos27, quando a clortalidona é administrada na forma de monoterapia, o controle da pressão arterial35 é alcançado em metade dos pacientes com hipertensão37 de leve a moderada.

Geralmente, idosos e negros respondem especialmente bem a diuréticos27 administrados na forma de monoterapia. Estudos randomizados em pacientes idosos demonstram que o tratamento da hipertensão37 ou, predominantemente da hipertensão37 sistólica, em pacientes idosos com baixas doses de diuréticos27 tiazídicos, inclusive clortalidona, reduz acidentes cerebrovasculares, morbidade38 e mortalidade39 cardiovascular e da artéria40 coronariana. Em adição, a perda de massa óssea em mulheres idosas foi reduzida.

O tratamento combinado com outros anti-hipertensivos, inclusive a reserpina, potencializa o efeito hipotensor. Em grande proporção de pacientes que não respondem adequadamente à monoterapia, um decréscimo adicional na pressão arterial35 pode, portanto, ser atingido.

Reserpina - A reserpina causa depleção41 de reservas de catecolaminas nas terminações nervosas simpáticas pós-ganglionares e no sistema nervoso central42. A depleção41 é seguida de uma relativa incapacidade em armazenar catecolaminas. A depleção41 de catecolaminas resulta na inibição da transmissão do impulso nervoso nas placas43 terminais do sistema nervoso44 simpático45, levando ao decréscimo do tônus simpático45 mas sem prejudicar a atividade do sistema nervoso44 parassimpático. Portanto, a reserpina reduz a pressão arterial35 elevada e a freqüência cardíaca, enquanto exerce um efeito sedativo através do sistema nervoso central42.

A reserpina também causa depleção41 de outros transmissores e co-transmissores, inclusive serotonina, dopamina46, neuropeptídeo e adrenalina47 nos neurônios48 centrais e periféricos. Esses efeitos podem contribuir também para os efeitos farmacológico e hipotensor do fármaco49.

Após administração oral da reserpina, o efeito anti-hipertensivo é gradativamente atingido, sendo atingida a resposta máxima somente após 2 a 3 semanas, sendo mantida a longo prazo.

Propriedades Farmacocinéticas de Higroton Reserpina

Clortalidona - A biodisponibilidade de uma dose oral de clortalidona é de aproximadamente 64%, atingindo o pico de concentração sangüínea após 8 a 12 horas. Para doses de 25 a 50 mg, os valores médios de cmax são 1,5 µg/ml (4,4 µmol/ml) e 3,2 µg/ml (9,4 µmol/ml), respectivamente. Para doses de até 100 mg houve um aumento proporcional na AUC. Em administrações diárias repetidas de 50 mg, a concentração plasmática média no steady-state é de 7,2 µg/ml ( 21,2 µmol/L), medida no final do intervalo de 24 horas entre as administrações, sendo atingida após 1 a 2 semanas.

Reserpina - A reserpina é rapidamente absorvida após a administração oral. Concentrações mensuráveis aparecem no plasma50 após 30 minutos. A biodisponibilidade é em torno de 50%.

Distribuição
Clortalidona - No sangue19, somente uma pequena fração de clortalidona está livre, em função de extensivo acúmulo nos eritrócitos51 e ligação às proteínas52 plasmáticas. Em função de um alto grau de ligações de alta afinidade à anidrase carbônica dos eritrócitos51, somente 1,4% da quantidade total de clortalidona no sangue19 total foi encontrada no plasma50 no steady-state durante o tratamento com 50 mg. In vitro, a taxa de ligação à proteína plasmática é de 76% e a principal proteína de ligação é a albumina53. A clortalidona atravessa a barreira placentária e passa para o leite. Em gestantes tratadas com doses diárias de 50 mg de clortalidona antes e após o parto, o nível de clortalidona no sangue19 total fetal é em torno de 15% daquele encontrado no sangue19 materno. As concentrações de clortalidona no líquido amniótico54 e no leite materno correspondem a aproximadamente 4% do nível plasmático da mãe.

Reserpina - O volume médio de distribuição da reserpina é de 9,1 ± 2,7 L/kg. No plasma50 humano, mais de 96% da reserpina se liga às proteínas52 plasmáticas (albumina53 e lipoproteínas).

Metabolismo55
Clortalidona - O metabolismo55 e a excreção na bile56 constituem vias de eliminação menos importantes. Dentro de 120 horas, cerca de 70% da dose é excretada na urina57 e nas fezes, principalmente na forma inalterada.

Reserpina - A reserpina é metabolizada parcialmente no intestino e parcialmente no fígado15, e os principais metabólitos58 são o metilreserpato e o ácido trimetoxibenzóico.

Eliminação
Clortalidona - A clortalidona é eliminada do sangue19 total e do plasma50 com uma meia-vida variável de 50 horas. A meia-vida de eliminação não se altera durante a administração crônica. A maior parte de uma dose de clortalidona absorvida é excretada pelos rins16, com um clearance renal30 médio de 60 ml/min.

Reserpina - A eliminação da reserpina e seus metabólitos58, após a administração oral, é bifásica, com valores de meia-vida de eliminação de 4,5 e 271 horas, respectivamente. A meia-vida de eliminação média da substância-mãe, reserpina, é de 33 horas. O clearance plasmático total médio é de 245 ml/min. Dentro das primeiras 96 horas após a administração oral, 8% da dose é excretada na urina57, principalmente na forma de metabólitos58 e 62% nas fezes, principalmente como reserpina inalterada.

Grupo de Pacientes Especiais de Higroton Reserpina

Pacientes idosos e pacientes com insuficiência59 renalNos pacientes idosos, a eliminação da clortalidona é mais lenta do que em indivíduos adultos jovens embora, a absorção seja a mesma. A disfunção renal30 não altera a farmacocinética da clortalidona, pois a afinidade do fármaco49 pela anidrase carbônica dos eritrócitos51 é, muito provavelmente, o fator limitante na eliminação do fármaco49 do sangue19 ou do plasma50. Não é necessário nenhum ajuste de dose para a clortalidona nos pacientes com insuficiência renal60. A reserpina é excretada mais lentamente em pacientes com insuficiência renal60, mas isso é compensado por um aumento na excreção fecal. A dose de HIGROTON RESERPINA ou o intervalo entre as doses devem, portanto, ser ajustados de acordo com as necessidades terapêuticas e a tolerabilidade, para evitar efeitos cumulativos.

Dados de segurança pré-clínica

Clortalidona Os testes para indução mutagênica em bactérias ou em células61 de mamíferos cultivadas
foram negativos. Para doses altamente citotóxicas, aberrações cromossômicas foram induzidas em cultura de células61 de ovário62 de hamster chinês. No entanto, testes para a capacidade de induzir reconstituição no DNA em hepatócitos de rato não revelaram evidência alguma de indução de lesão63 cromossômica. Portanto, os resultados dos ensaios em células61 de ovário62 de hamster chinês demonstraram que tais danos costumam originar-se mais da citotoxicidade do que da genotoxicidade. Conclui-se que a clortalidona não apresenta risco de mutagenicidade a seres humanos.

Estudos de carcinogenicidade a longo prazo não foram realizados com clortalidona.

Estudos de teratogenicidade em ratos e coelhos não revelaram qualquer potencial teratogênico64.

Reserpina
A reserpina demonstrou ser teratogênica65 após doses orais repetidas de até 2,5 mg/kg em camundongos e dose única intramuscular de até 2,0 mg/kg em ratos.

Estudos em camundongos mostraram um aumento de incidência66 de fenda palatina, possívelmente, devido a seus efeitos endócrinos. No rato, a inibição da liberação do hormonio67 luteinizante pode induzir uma interrupção da gravidez68 após tratamento da mãe nos estágios iniciais de gestação. Em porquinho-da-India, obervou-se que a reserpina inibe a função do corpo luteo.

Não foi observada evidência de atividade mutagênica nos testes microbianos (teste de Ames com S. tiphimurium e E. coli), também na presença ou ausência do sistema ativador ou em estudos com células somáticas69 de hamster chinês ou o epitélio70 germinal do rato macho.

Estudos em roedores mostram que o tratamento crônico71 com reserpina está associado com um aumento de incidência66 de fibroadenoma72 mamário em rato femea, tumores malígnos na vesícula seminal73 de camundongos machos e tumores adrenais malígnos em rato macho. Esses achados foram constatados em estudos de 2 anos, nos quais o fármaco49 foi administrado na alimentação a concentrações de 5 ppm e 10 ppm, que correspondem a cerca de 100-300 vezes a dose humana. Os neoplasmas74 de mama75 estão relacionados ao efeito da reserpina sobre o aumento de prolactina76. Não está claro em que extensão esses achados indicam risco em humanos. A possibilidade de um aumento de risco de cancer77 de mama75 nas usuárias de reserpina foi extensamente investigada, mas não foi confirmada uma associação.

Indicações de Higroton Reserpina

Hipertensão arterial78

Contra-Indicações de Higroton Reserpina

Hipersensibilidade à reserpina ou à substâncias relacionadas, assim como à clortalidona ou a outros derivados sulfonamídicos e aos excipientes. HIGROTON

RESERPINA está contra-indicado nas seguintes condições associadas com os componentes individuais.

Clortalidona - Anúria79, insuficiência renal60 grave (clearance de creatinina80 menor do que 30 ml/min), e insuficiência hepática81 grave. Hipocalemia82 refratária ou condições que envolvam aumento da perda de potássio, hiponatremia83, hipercalcemia e hiperuricemia sintomática84 (história de gota24 ou cálculo85 por ácido úrico). Hipertensão37 na gravidez68.

Reserpina - Depressão ou história de doença depressiva, doença de Parkinson23, epilepsia25 e terapia eletroconvulsiva. Feocromocitoma86, tratamento concomitante ou recente com inibidores da MAO87. Úlcera péptica88 aguda e colite89 ulcerativa.

Precauções e Advertências de Higroton Reserpina

Advertências - Se, aparecerem sinais7 de depressão, HIGROTON RESERPINA deve ser descontinuado imediatamente, por haver risco de suicídio. A reserpina pode desencadear depressão, particularmente nos pacientes que recebem altas doses, podendo ser grave o suficiente para levar ao suicídio e podendo persistir por vários meses após a retirada do fármaco49.

HIGROTON RESERPINA deve ser usado com cautela em pacientes com a função hepática90 comprometida ou doença hepática90 progressiva, uma vez que pequenas alterações no balanço hídrico e eletrolítico causadas por diuréticos27 tiazídicos podem precipitar coma91 hepático, especialmente em pacientes com cirrose92 hepática90.
HIGROTON RESERPINA deve ser usado com cautela, também, em pacientes com doença renal30. Os tiazídicos podem precipitar azotemia nesses pacientes e os efeitos de administrações repetidas é cumulativo. ( ver Contra-indicações).

Precauções - Como todos os anti-hipertensivos, HIGROTON RESERPINA deve ser usado com cautela nos pacientes que sofrem de arteriosclerose93 coronariana ou cerebral. Em função da possibilidade de comprometimento do fluxo sangüíneo, qualquer diminuição abrupta da pressão sangüínea94 deve ser evitada.

As precauções a seguir aplicam-se aos componentes individuais e também a HIGROTON RESERPINA.

Clortalidona
Eletrólitos95 - O tratamento com diuréticos27 tiazídicos está associado com distúrbios eletrolíticos como hipocalemia82, hipomagnesemia, hipercalcemia e hiponatremia83. A hipocalemia82 pode, também, sensibilizar o coração17 ou aumentar sua resposta aos efeitos tóxicos dos digitálicos.

Como todos os diuréticos27 tiazídicos, a perda urinária de potássio induzida por clortalidona é dose-dependente e varia entre os pacientes. Com doses de 25 a 50 mg/dia, o decréscimo nas concentrações de potássio sérico é em média de 0,5 mmol/l96. Para tratamento crônico71, o potássio sérico deve ser monitorizado no início da terapia e após 3 a 4 semanas. Além disso, se o balanço de potássio não for alterado por fatores adicionais (por ex., vômito97, diarréia4, alterações da função renal30 etc), a verificação deve ser feita a cada 4 a 6 semanas.

Se necessário, a clortalidona pode ser combinada com suplementos orais a base de potássio ou com um diurético33 poupador de potássio (ex., triantereno). Em casos de tratamento combinado, o potássio sérico deve ser monitorizado. Se a hipocalemia82 é acompanhada de sinais7 clínicos ( ex., fraqueza muscular, paresia98 e alterações do ECG), a clortalidona deve ser descontinuada.

O tratamento combinado de clortalidona com sais de potássio ou diuréticos27 poupadores de potássio deve ser evitado nos pacientes que também recebem também, inibidores da enzima99 conversora de angiotensina.

Indica-se a monitorização dos eletrólitos95 séricos principalmente em idosos, aos pacientes com ascite100 causada por cirrose92 hepática90 e aos pacientes com edema101 em função de síndrome nefrótica102. Para a última condição, deve-se usar clortalidona somente nos pacientes com normocalemia, sem nenhum sinal103 de depleção41 de volume e sob rigoroso controle.

Efeitos metabólicos
A clortalidona pode elevar os níveis séricos de ácido úrico, mas crises de gota24 são raramente observados durante o tratamento crônico71.

Embora a tolerância à glicose104 possa ser adversamente afetada durante o tratamento, diabetes mellitus105 ocorre muito raramente.

Foram relatados aumentos pequenos e parcialmente reversíveis na concentração de colesterol20 total, triglicérides106 ou lipoproteína de baixa densidade nos pacientes em tratamento de longo prazo com tiazida e diuréticos27 tiazídicos. A relevância clínica desses resultados é um assunto para debate.

A clortalidona não deve ser usada como droga de primeira escolha em tratamento a longo prazo de pacientes com quadros mais pronunciados de diabetes mellitus105 ou em indivíduos que recebem medicação para hipercolesterolemia107 (dieta ou combinada).

Outros efeitos
O efeito anti-hipertensivo dos IECA é potencializado por agentes que aumentam a atividade da renina plasmática (diuréticos27). Recomenda-se que a dose de diurético33 seja reduzida ou que o mesmo seja retirado por 2 ou 3 dias e/ou que a terapia com IECA inicie-se com baixa dosagem.

Reserpina
Uma vez que a reserpina aumenta a motilidade e a secreção gastrintestinais, deve-se ter cautela quando for usada em pacientes com história de úlcera péptica88 e em pacientes com gastrite108 erosiva ou cálculo85 biliar.

Deve-se ter cautela, também, com os pacientes com insuficiência cardíaca109, infarto do miocárdio110 recente, bradicardia111 sinusal ou distúrbios de condução cardíaca.A reserpina deve ser descontinuada no mínimo 7 dias antes da administração de terapia eletroconvulsiva (para possíveis interações com fármacos de ação central, veja ítem Interações com outros medicamentos).

A retirada de reserpina antes de uma cirurgia não garante que não ocorrerá instabilidade circulatória. É importante que o anestesista saiba que o paciente está tomando a medicação para poder considerar esse fato na avaliação global, uma vez que tem ocorrido hipotensão112 em pacientes que recebem preparações à base de rauwolfia. Drogas anticolinérgicas e adrenérgicas (metaraminol, noradrenalina113) são usadas para tratamento dos efeitos adversos vagocirculatórios.

Gravidez68 e Lactação114 de Higroton Reserpina

GravidezNenhum estudo de reprodução115 animal foi conduzido com HIGROTON RESERPINA(veja em Dados de segurança pré-clínica, dos componentes), que é contra-indicado durante a gestação pelo seguinte motivo: a reserpina e a clortalidona atravessam a barreira hematoplacentária. Quando a reserpina é administrada antes do parto, pode produzir letargia116, obstrução nasal e anorexia117 no recém-nato. A clortalidona, como outros diuréticos27, pode causar hipoperfusão placentária. Os diuréticos27 tiazídicos entram na circulação118 fetal e podem causar distúrbios eletrolíticos. Tem sido relatada trombocitopenia119 neonatal com os diuréticos27 tiazídicos.

Lactação114
Tanto a clortalidona como a reserpina passam para o leite materno. Por motivo de segurança, deve-se evitar o uso em lactantes120.
Efeitos sobre a habilidade de dirigir veículos e/ou operar máquinas
HIGROTON RESERPINA pode prejudicar as reações do paciente, principalmente no início do tratamento. Assim como para outros anti-hipertensivos, os pacientes que dirigem veículos ou operam máquinas devem ser alertados.

Interações Medicamentosas de Higroton Reserpina

A administração concomitante de HIGROTON RESERPINA com outros anti-hipertensivos (ex., guanetidina, metildopa, β-bloqueadores, vasodilatadores, antagonistas do cálcio e inibidores da enzima99 conversora de angiotensina), potencializa o efeito anti-hipertensivo. Além disso, as seguintes interações podem ocorrer com os componentes individuais:

Clortalidona
Uma vez que os diuréticos27 elevam os níveis séricos de lítio, este deve ser monitorizado em pacientes em terapia com lítio e que façam uso simultâneo de clortalidona. Onde o tratamento com lítio induziu poliúria121, o diurético33 pode apresentar um efeito antidiurético paradoxal122.

Os diuréticos27 potencializam os efeitos de derivados do curare.

O efeito hipocalêmico da clortalidona pode ser aumentado pelos corticosteróides, pelo ACTH, pelos β2-agonistas, pela anfotericina e pela carbenoxolona.

Pode ser necessário ajuste de dosagem para insulina123 e para antidiabéticos orais124.

A administração concomitante de certos antiinflamatórios não-hormonais (ex., indometacina) pode diminuir a atividade diurética e anti-hipertensiva dos diuréticos27 e tem sido relatados casos isolados de deterioração da função renal30 em pacientes pré-dispostos.

A hipocalemia82 e a hipomagnesemia induzidas por tiazídicos podem favorecer a ocorrência de arritmias125 cardíacas induzidas por digitálicos.

A administração de diuréticos27 tiazídicos pode aumentar a incidência66 de reações de hipersensibilidade ao alopurinol, aumenta o risco de efeitos adversos causados por amantadine, aumenta o efeito de hiperglicemia126 do diazóxido e reduz a excreção renal30 de agentes citotóxicos127 (ciclofosfamida, metotrexato), potencializando seu efeito mielossupressor.

A biodisponibilidade dos diuréticos27 tiazídicos pode ser aumentada pelos agentes anticolinérgicos (ex., atropina, biperideno), aparentemente em função de decréscimo na motilidade gastrintestinal e na taxa de esvaziamento estomacal.

A absorção dos diuréticos27 tiazídicos é prejudicada pela presença de resinas de troca aniônica. Um decréscimo no efeito farmacológico pode ser esperado.

A administração de diuréticos27 tiazídicos com vitamina128 D ou sais de cálcio pode potencializar o aumento do cálcio sérico.

O tratamento concomitante com ciclosporina pode aumentar o risco de complicações do tipo hiperuricemia e gota24.

Reserpina
Os inibidores da MAO87 devem ser descontinuados no mínimo 14 dias antes do início do tratamento com reserpina; e o mesmo se aplica se o tratamento com reserpina for seguido de tratamento com inibidores da MAO87, uma vez que, sérias interações podem ocorrer (ex., hiperatividade, crises hipertensivas) (ver Contra-indicações).

O uso de reserpina em combinação com antiarrítmicos e digitálicos pode levar a bradicardia111 sinusal.

A reserpina potencializa a ação depressora central do álcool, dos anestésicos gerais, de alguns anti-histamínicos, dos barbituratos e dos antidepressivos tricíclicos. A reserpina diminui o efeito da levodopa. O uso simultâneo com antidepressivos tricíclicos pode diminuir o efeito anti-hipertensivo da reserpina.

A reserpina deve ser descontinuada poucos dias antes de cirurgias eletivas129, porque pode provocar queda na pressão arterial35 quando administrada com anestésicos (Ver Precauções e Advertências).

A reserpina pode potencializar o efeito da adrenalina47 e de outras substâncias simpatomiméticas e interfere com testes colorimétricos para 17 - cetosteróides e 17- hidróxi-corticosteróides na urina57, deixando os valores obtidos muito baixos.

Reações Adversas de Higroton Reserpina

Os seguintes efeitos adversos, atribuídos especificamente aos componentes individuais, podem ser observados:Estimativa de freqüência: muito raras < 0,01%; raras ? 0,01% a < 0,1%; incomuns ? 0,1% a < 1%; comuns ? 1% a < 10%; muito comuns ? 10%.

Clortalidona

Distúrbios metabólicos e eletrolíticos
Muito comuns: principalmente para altas doses: hipocalemia82, hiperuricemia e aumento dos lipídios sangüíneos.
Comuns: hiponatremia83, hipomagnesemia e hiperglicemia126.
Raras: hipercalcemia, glicosúria130, piora do estado metabólico da diabete e gota24
Muito raras: alcalose131 hipoclorêmica.

Pele1
Comuns: urticária132 e outras formas de rash133 cutâneo134.
Raras: fotossensibilização

Fígado15
Raras: colestase135 intra-hepática90 ou icterícia136.

Sistema cardiovascular137
Comuns: hipotensão112 postural, que pode ser agravada por álcool, anestésicos ou sedativos.
Raras: arritmias125 cardíacas

Sistema nervoso central42
Comuns: tonturas21.
Raras: parestesias138 e cefaléias139.

Trato gastrintestinal
Comuns: Perda do apetite e alterações gastrintestinais menores.
Raras: náuseas140 leves e vômitos141, dor gástrica, constipação142 e diarréia4.
Muito rara: pancreatite143.

Sangue19
Raros: trombocitopenia119, leucopenia144, agranulocitose145 e eosinofilia146.

Outros
Comum: impotência10.
Raras: distúrbios da visão11.
Muito raros: edema pulmonar147 idiossincrático (distúrbios respiratórios). Nefrite148 intersticial149 alérgica e vasculite150.

Reserpina

Trato gastrintestinal
Comuns: diarréia4, boca5 seca, aumento da secreção ácida gástrica, aumento na secreção de saliva.
Raras: vômito97, náusea151, aumento do apetite, úlcera péptica88.
Muito rara: hemorragia152 gastrintestinal.

Sistema cardiovascular137
Comuns: bradicardia111 sinusal, edema101.
Raras: arritmias125 cardíacas, sintomas153 sugestivos de angina154 do peito155, distúrbios posturais, hipotensão112 e fogachos.
Muito raras: perda de consciência, insuficiência cardíaca109, distúrbios cerebrovasculares.

Trato respiratório
Comuns: obstrução nasal, dispnéia156.
Muito raras: epistaxe157.

Sistema nervoso central42
Comuns: vertigens158, depressão, nervosismo, pesadelos, cansaço.
Raras: sintomas153 extrapiramidais (inclusive parkinsonismo), cefaléia159, estado de ansiedade, dificuldade de concentração, letargia116, confusão.
Muito raras: edema101 cerebral.

Sistema urogenital160
Raros: distúrbios de potência e ejaculação161.
Muito raras: disúria162, glomerulonefrite163.

Sistema endócrino164/metabolismo55.
Comum: ganho ponderal165.
Raras: aumento da secreção de prolactina76, galactorréia166, ginecomastia167.
Muito raras: ingurgitamento das mamas168.

Órgãos do sentido
Comuns: visão11 borrada, hiperemia169 conjuntival, lacrimejamento.
Muito rara: audição prejudicada.

Outros sistemas orgânicos
Raras: eczema170, prurido171, redução da libido172.
Muito raras: púrpura173, anemia174, trombocitopenia119.

Posologia de Higroton Reserpina

A dose de HIGROTON RESERPINA deve ser adaptada individualmente. O tratamento deve iniciar-se com 1/2 comprimido ao dia. Se necessário, a dose pode ser aumentada para 1 comprimido ao dia, após 2 ou 3 semanas, o que é usualmente suficiente. HIGROTON RESERPINA deve ser tomado com o auxílio de um líquido, às refeições, preferencialmente pela manhã.

Pacientes idosos e pacientes com insuficiência renal60
A dose padrão de HIGROTON RESERPINA está recomendada para pacientes175 com função renal30 normal. Em pacientes idosos, e/ou com insuficiência renal60 de leve a moderada (veja "Propriedades farmacocinéticas"), a dosagem ou e o intervalo entre as administrações devem ser ajustados cuidadosamente, de acordo com as necessidades terapêuticas e a tolerabilidade. A tiazida e os diuréticos27 tiazídicos, inclusive a clortalidona, perdem seu efeito diurético33 quando o clearance de creatinina80 é < 30 ml/min.

Crianças
Este medicamento não deve ser administrado a crianças.

Superdosagem de Higroton Reserpina

Sinais7 e sintomas153 - Na intoxicação causada por uma superdosagem de HIGROTON RESERPINA, os seguintes sinais7 e sintomas153 podem ocorrer: cefaléia159, tontura2, sonolência, diminuição da consciência, coma91, distúrbios extrapiramidais, convulsões, parestesia176 e miose177 prolongada. Náusea151, vômito97 e diarréia4 podem ocorrer. Hipotensão112 e arritmias125 cardíacas (particularmente bradicardia111 sinusal) também têm sido observadas. Depressão respiratória, distúrbios eletrolíticos, fraqueza muscular e espasmos178 (especialmente nos músculos179 da panturrilha180) e oligúria181 também podem ocorrer.

Tratamento - Indução de vômito97 ou lavagem gástrica182 e administração de carvão ativado, se o paciente estiver consciente. Na ocorrência de hipotensão112 postural, o paciente deve estar em posição apropriada, deve-se administrar um expansor plasmático e fornecer repositores eletrolíticos; se necessário, fazer uso cauteloso de substâncias vasoativas. Administrar atropina, se houver bradicardia111 grave e um agente anticolinérgico, se ocorrer diarréia4. Para combater crises epiléticas ou convulsões, administrar anticonvulsivantes, como por exemplo, diazepam em infusão e.v. lenta. Na ocorrência de depressão respiratória grave, faça respiração artificial183. Os pacientes devem permanecer sob observação cuidadosa por 72 horas, porque a reserpina exerce um efeito prolongado.


VENDA SOB PRESCRIÇÃO MÉDICA
Reg. no MS sob nº MS-0856.0034
Resp. Téc.: Farm. Dr. José Luís M. Lopes - CRF-SP nº 11.441
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Biogalênica Química e Farmacêutica LTDA.
Av. Ibirama 518 - complexos 441/3 - Taboão da Serra, SP
CGCMF 51.582.724/0002-02 - Indústria Brasileira
Fabricado de acordo com processo original de Ciba-Geigy S.A. - Basiléia, Suiça

São Paulo, 24 de janeiro de 1997.
18.09.96

Drª. Paulette M. Lopes Dr. José Luís M. Lopes
Representante Legal Farmacêutico Responsável
CRF-SP 11.441

Dr. José Luís M. Lopes
Representante Legal Farmacêutico Responsável
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HIGROTON RESERPINA - Laboratório

NOVARTIS
Av. Prof. Vicente Rao, 90 - Brooklin
São Paulo/SP - CEP: 04706-900
Tel: 55 (011) 532-7122
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Complementos

1 Pele: Camada externa do corpo, que o protege do meio ambiente. Composta por DERME e EPIDERME.
2 Tontura: O indivíduo tem a sensação de desequilíbrio, de instabilidade, de pisar no vazio, de que vai cair.
3 Estômago: Órgão da digestão, localizado no quadrante superior esquerdo do abdome, entre o final do ESÔFAGO e o início do DUODENO.
4 Diarréia: Aumento do volume, freqüência ou quantidade de líquido nas evacuações.Deve ser a manifestação mais freqüente de alteração da absorção ou transporte intestinal de substâncias, alterações estas que em geral são devidas a uma infecção bacteriana ou viral, a toxinas alimentares, etc.
5 Boca: Cavidade oral ovalada (localizada no ápice do trato digestivo) composta de duas partes
6 Azia: Pirose. Sensação de dor epigástrica semelhante a uma queimadura, geralmente acompanhada de regurgitação de suco gástrico para dentro do esôfago.
7 Sinais: São alterações percebidas ou medidas por outra pessoa, geralmente um profissional de saúde, sem o relato ou comunicação do paciente. Por exemplo, uma ferida.
8 Úlcera: Ferida superficial em tecido cutâneo ou mucoso que pode ocorrer em diversas partes do organismo. Uma afta é, por exemplo, uma úlcera na boca. A úlcera péptica ocorre no estômago ou no duodeno (mais freqüente). Pessoas que sofrem de estresse são mais susceptíveis a úlcera.
9 Nariz: Estrutura especializada que funciona como um órgão do sentido do olfato e que também pertence ao sistema respiratório; o termo inclui tanto o nariz externo como a cavidade nasal.
10 Impotência: Incapacidade para ter ou manter a ereção para atividades sexuais. Também chamada de disfunção erétil.
11 Visão: 1. Ato ou efeito de ver. 2. Percepção do mundo exterior pelos órgãos da vista; sentido da vista. 3. Algo visto, percebido. 4. Imagem ou representação que aparece aos olhos ou ao espírito, causada por delírio, ilusão, sonho; fantasma, visagem. 5. No sentido figurado, concepção ou representação, em espírito, de situações, questões etc.; interpretação, ponto de vista. 6. Percepção de fatos futuros ou distantes, como profecia ou advertência divina.
12 Olhos:
13 Inchaço: Inchação, edema.
14 Mucosa: Tipo de membrana, umidificada por secreções glandulares, que recobre cavidades orgânicas em contato direto ou indireto com o meio exterior.
15 Fígado: Órgão que transforma alimento em energia, remove álcool e toxinas do sangue e fabrica bile. A bile, produzida pelo fígado, é importante na digestão, especialmente das gorduras. Após secretada pelas células hepáticas ela é recolhida por canalículos progressivamente maiores que a levam para dois canais que se juntam na saída do fígado e a conduzem intermitentemente até o duodeno, que é a primeira porção do intestino delgado. Com esse canal biliar comum, chamado ducto hepático, comunica-se a vesícula biliar através de um canal sinuoso, chamado ducto cístico. Quando recebe esse canal de drenagem da vesícula biliar, o canal hepático comum muda de nome para colédoco. Este, ao entrar na parede do duodeno, tem um músculo circular, designado esfíncter de Oddi, que controla o seu esvaziamento para o intestino.
16 Rins: Órgãos em forma de feijão que filtram o sangue e formam a urina. Os rins são localizados na região posterior do abdômen, um de cada lado da coluna vertebral.
17 Coração: Órgão muscular, oco, que mantém a circulação sangüínea.
18 Diabetes: Nome que designa um grupo de doenças caracterizadas por diurese excessiva. A mais frequente é o Diabetes mellitus, ainda que existam outras variantes (Diabetes insipidus) de doença nas quais o transtorno primário é a incapacidade dos rins de concentrar a urina.
19 Sangue: O sangue é uma substância líquida que circula pelas artérias e veias do organismo. Em um adulto sadio, cerca de 45% do volume de seu sangue é composto por células (a maioria glóbulos vermelhos, glóbulos brancos e plaquetas). O sangue é vermelho brilhante, quando oxigenado nos pulmões (nos alvéolos pulmonares). Ele adquire uma tonalidade mais azulada, quando perde seu oxigênio, através das veias e dos pequenos vasos denominados capilares.
20 Colesterol: Tipo de gordura produzida pelo fígado e encontrada no sangue, músculos, fígado e outros tecidos. O colesterol é usado pelo corpo para a produção de hormônios esteróides (testosterona, estrógeno, cortisol e progesterona). O excesso de colesterol pode causar depósito de gordura nos vasos sangüíneos. Seus componentes são: HDL-Colesterol: tem efeito protetor para as artérias, é considerado o bom colesterol. LDL-Colesterol: relacionado às doenças cardiovasculares, é o mau colesterol. VLDL-Colesterol: representa os triglicérides (um quinto destes).
21 Tonturas: O indivíduo tem a sensação de desequilíbrio, de instabilidade, de pisar no vazio, de que vai cair.
22 Alergia: Reação inflamatória anormal, perante substâncias (alérgenos) que habitualmente não deveriam produzi-la. Entre estas substâncias encontram-se poeiras ambientais, medicamentos, alimentos etc.
23 Doença de Parkinson: Doença degenerativa que afeta uma região específica do cérebro (gânglios da base), e caracteriza-se por tremores em repouso, rigidez ao realizar movimentos, falta de expressão facial e, em casos avançados, demência. Os sintomas podem ser aliviados por medicamentos adequados, mas ainda não se conhece, até o momento, uma cura definitiva.
24 Gota: 1. Distúrbio metabólico produzido pelo aumento na concentração de ácido úrico no sangue. Manifesta-se pela formação de cálculos renais, inflamação articular e depósito de cristais de ácido úrico no tecido celular subcutâneo. A inflamação articular é muito dolorosa e ataca em crises. 2. Pingo de qualquer líquido.
25 Epilepsia: Alteração temporária e reversível do funcionamento cerebral, que não tenha sido causada por febre, drogas ou distúrbios metabólicos. Durante alguns segundos ou minutos, uma parte do cérebro emite sinais incorretos, que podem ficar restritos a esse local ou espalhar-se. Quando restritos, a crise será chamada crise epiléptica parcial; quando envolverem os dois hemisférios cerebrais, será uma crise epiléptica generalizada. O paciente pode ter distorções de percepção, movimentos descontrolados de uma parte do corpo, medo repentino, desconforto no estômago, ver ou ouvir de maneira diferente e até perder a consciência - neste caso é chamada de crise complexa. Depois do episódio, enquanto se recupera, a pessoa pode sentir-se confusa e ter déficits de memória. Existem outros tipos de crises epilépticas.
26 Saúde: 1. Estado de equilíbrio dinâmico entre o organismo e o seu ambiente, o qual mantém as características estruturais e funcionais do organismo dentro dos limites normais para sua forma de vida e para a sua fase do ciclo vital. 2. Estado de boa disposição física e psíquica; bem-estar. 3. Brinde, saudação que se faz bebendo à saúde de alguém. 4. Força física; robustez, vigor, energia.
27 Diuréticos: Grupo de fármacos que atuam no rim, aumentando o volume e o grau de diluição da urina. Eles depletam os níveis de água e cloreto de sódio sangüíneos. São usados no tratamento da hipertensão arterial, insuficiência renal, insuficiência cardiaca ou cirrose do fígado. Há dois tipos de diuréticos, os que atuam diretamente nos túbulos renais, modificando a sua atividade secretora e absorvente; e aqueles que modificam o conteúdo do filtrado glomerular, dificultando indiretamente a reabsorção da água e sal.
28 Distal: 1. Que se localiza longe do centro, do ponto de origem ou do ponto de união. 2. Espacialmente distante; remoto. 3. Em anatomia geral, é o mais afastado do tronco (diz-se de membro) ou do ponto de origem (diz-se de vasos ou nervos). Ou também o que é voltado para a direção oposta à cabeça. 4. Em odontologia, é o mais distante do ponto médio do arco dental.
29 Proximal: 1. Que se localiza próximo do centro, do ponto de origem ou do ponto de união. 2. Em anatomia geral, significa o mais próximo do tronco (no caso dos membros) ou do ponto de origem (no caso de vasos e nervos). Ou também o que fica voltado para a cabeça (diz-se de qualquer formação). 3. Em botânica, o que fica próximo ao ponto de origem ou à base. 4. Em odontologia, é o mais próximo do ponto médio do arco dental.
30 Renal: Relacionado aos rins. Uma doença renal é uma doença dos rins. Insuficiência renal significa que os rins pararam de funcionar.
31 Diurese: Diurese é excreção de urina, fenômeno que se dá nos rins. É impróprio usar esse termo na acepção de urina, micção, freqüência miccional ou volume urinário. Um paciente com retenção urinária aguda pode, inicialmente, ter diurese normal.
32 Edemaciados: Em que se formou edema ou inchaço.
33 Diurético: Grupo de fármacos que atuam no rim, aumentando o volume e o grau de diluição da urina. Eles depletam os níveis de água e cloreto de sódio sangüíneos. São usados no tratamento da hipertensão arterial, insuficiência renal, insuficiência cardiaca ou cirrose do fígado. Há dois tipos de diuréticos, os que atuam diretamente nos túbulos renais, modificando a sua atividade secretora e absorvente; e aqueles que modificam o conteúdo do filtrado glomerular, dificultando indiretamente a reabsorção da água e sal.
34 Débito cardíaco: Quantidade de sangue bombeada pelo coração para a aorta a cada minuto.
35 Pressão arterial: A relação que define a pressão arterial é o produto do fluxo sanguíneo pela resistência. Considerando-se a circulação como um todo, o fluxo total é denominado débito cardíaco, enquanto a resistência é denominada de resistência vascular periférica total.
36 Resistência periférica: A resistência periférica é a dificuldade que o sangue encontra em passar pela rede de vasos sanguíneos. Ela é representada pela vasocontratilidade da rede arteriolar especificamente, sendo este fator importante na regulação da pressão arterial diastólica. A resistência é dependente das fibras musculares na camada média dos vasos, dos esfíncteres pré-capilares e de substâncias reguladoras da pressão como a angiotensina e a catecolamina.
37 Hipertensão: Condição presente quando o sangue flui através dos vasos com força maior que a normal. Também chamada de pressão alta. Hipertensão pode causar esforço cardíaco, dano aos vasos sangüíneos e aumento do risco de um ataque cardíaco, derrame ou acidente vascular cerebral, além de problemas renais e morte.
38 Morbidade: Morbidade ou morbilidade é a taxa de portadores de determinada doença em relação à população total estudada, em determinado local e em determinado momento.
39 Mortalidade: A taxa de mortalidade ou coeficiente de mortalidade é um dado demográfico do número de óbitos, geralmente para cada mil habitantes em uma dada região, em um determinado período de tempo.
40 Artéria: Vaso sangüíneo de grande calibre que leva sangue oxigenado do coração a todas as partes do corpo.
41 Depleção: 1. Em patologia, significa perda de elementos fundamentais do organismo, especialmente água, sangue e eletrólitos (sobretudo sódio e potássio). 2. Em medicina, é o ato ou processo de extração de um fluido (por exxemplo, sangue) 3. Estado ou condição de esgotamento provocado por excessiva perda de sangue. 4. Na eletrônica, em um material semicondutor, medição da densidade de portadores de carga abaixo do seu nível e do nível de dopagem em uma temperatura específica.
42 Sistema Nervoso Central: Principais órgãos processadores de informação do sistema nervoso, compreendendo cérebro, medula espinhal e meninges.
43 Placas: 1. Lesões achatadas, semelhantes à pápula, mas com diâmetro superior a um centímetro. 2. Folha de material resistente (metal, vidro, plástico etc.), mais ou menos espessa. 3. Objeto com formato de tabuleta, geralmente de bronze, mármore ou granito, com inscrição comemorativa ou indicativa. 4. Chapa que serve de suporte a um aparelho de iluminação que se fixa em uma superfície vertical ou sobre uma peça de mobiliário, etc. 5. Placa de metal que, colocada na dianteira e na traseira de um veículo automotor, registra o número de licenciamento do veículo. 6. Chapa que, emitida pela administração pública, representa sinal oficial de concessão de certas licenças e autorizações. 7. Lâmina metálica, polida, usualmente como forma em processos de gravura. 8. Área ou zona que difere do resto de uma superfície, ordinariamente pela cor. 9. Mancha mais ou menos espessa na pele, como resultado de doença, escoriação, etc. 10. Em anatomia geral, estrutura ou órgão chato e em forma de placa, como uma escama ou lamela. 11. Em informática, suporte plano, retangular, de fibra de vidro, em que se gravam chips e outros componentes eletrônicos do computador. 12. Em odontologia, camada aderente de bactérias que se forma nos dentes.
44 Sistema nervoso: O sistema nervoso é dividido em sistema nervoso central (SNC) e o sistema nervoso periférico (SNP). O SNC é formado pelo encéfalo e pela medula espinhal e a porção periférica está constituída pelos nervos cranianos e espinhais, pelos gânglios e pelas terminações nervosas.
45 Simpático: 1. Relativo à simpatia. 2. Que agrada aos sentidos; aprazível, atraente. 3. Em fisiologia, diz-se da parte do sistema nervoso vegetativo que põe o corpo em estado de alerta e o prepara para a ação.
46 Dopamina: É um mediador químico presente nas glândulas suprarrenais, indispensável para a atividade normal do cérebro.
47 Adrenalina: 1. Hormônio secretado pela medula das glândulas suprarrenais. Atua no mecanismo da elevação da pressão sanguínea, é importante na produção de respostas fisiológicas rápidas do organismo aos estímulos externos. Usualmente utilizado como estimulante cardíaco, como vasoconstritor nas hemorragias da pele, para prolongar os efeitos de anestésicos locais e como relaxante muscular na asma brônquica. 2. No sentido informal significa disposição física, emocional e mental na realização de tarefas, projetos, etc. Energia, força, vigor.
48 Neurônios: Unidades celulares básicas do tecido nervoso. Cada neurônio é formado por corpo, axônio e dendritos. Sua função é receber, conduzir e transmitir impulsos no SISTEMA NERVOSO. Sinônimos: Células Nervosas
49 Fármaco: Qualquer produto ou preparado farmacêutico; medicamento.
50 Plasma: Parte que resta do SANGUE, depois que as CÉLULAS SANGÜÍNEAS são removidas por CENTRIFUGAÇÃO (sem COAGULAÇÃO SANGÜÍNEA prévia).
51 Eritrócitos: Células vermelhas do sangue. Os eritrócitos maduros são anucleados, têm forma de disco bicôncavo e contêm HEMOGLOBINA, cuja função é transportar OXIGÊNIO. Sinônimos: Corpúsculos Sanguíneos Vermelhos; Corpúsculos Vermelhos Sanguíneos; Corpúsculos Vermelhos do Sangue; Glóbulos Vermelhos; Hemácias
52 Proteínas: Um dos três principais nutrientes dos alimentos. Alimentos que fornecem proteína incluem carne vermelha, frango, peixe, queijos, leite, derivados do leite, ovos.
53 Albumina: Proteína encontrada no plasma, com importantes funções, como equilíbrio osmótico, transporte de substâncias, etc.
54 Líquido amniótico: Fluido viscoso, incolor ou levemente esbranquiçado, que preenche a bolsa amniótica e envolve o embrião durante toda a gestação, protegendo-o contra infecções e choques mecânicos e térmicos.
55 Metabolismo: É o conjunto de transformações que as substâncias químicas sofrem no interior dos organismos vivos. São essas reações que permitem a uma célula ou um sistema transformar os alimentos em energia, que será ultilizada pelas células para que as mesmas se multipliquem, cresçam e movimentem-se. O metabolismo divide-se em duas etapas: catabolismo e anabolismo.
56 Bile: Agente emulsificador produzido no FÍGADO e secretado para dentro do DUODENO. Sua composição é formada por s ÁCIDOS E SAIS BILIARES, COLESTEROL e ELETRÓLITOS. A bile auxilia a DIGESTÃO das gorduras no duodeno.
57 Urina: Resíduo líquido produzido pela filtração renal no organismo, estocado na bexiga e expelido pelo ato de urinar.
58 Metabólitos: Qualquer composto intermediário das reações enzimáticas do metabolismo.
59 Insuficiência: Incapacidade de um órgão ou sistema para realizar adequadamente suas funções.Manifesta-se de diferentes formas segundo o órgão comprometido. Exemplos: insuficiência renal, hepática, cardíaca, respiratória.
60 Insuficiência renal: Condição crônica na qual o corpo retém líquido e excretas pois os rins não são mais capazes de trabalhar apropriadamente. Uma pessoa com insuficiência renal necessita de diálise ou transplante renal.
61 Células: Unidades (ou subunidades) funcionais e estruturais fundamentais dos organismos vivos. São compostas de CITOPLASMA (com várias ORGANELAS) e limitadas por uma MEMBRANA CELULAR.
62 Ovário: Órgão reprodutor (GÔNADAS) feminino. Nos vertebrados, o ovário contém duas partes funcionais Sinônimos: Ovários
63 Lesão: 1. Ato ou efeito de lesar (-se). 2. Em medicina, ferimento ou traumatismo. 3. Em patologia, qualquer alteração patológica ou traumática de um tecido, especialmente quando acarreta perda de função de uma parte do corpo. Ou também, um dos pontos de manifestação de uma doença sistêmica. 4. Em termos jurídicos, prejuízo sofrido por uma das partes contratantes que dá mais do que recebe, em virtude de erros de apreciação ou devido a elementos circunstanciais. Ou também, em direito penal, ofensa, dano à integridade física de alguém.
64 Teratogênico: Agente teratogênico ou teratógeno é tudo aquilo capaz de produzir dano ao embrião ou feto durante a gravidez. Estes danos podem se refletir como perda da gestação, malformações ou alterações funcionais ou ainda distúrbios neurocomportamentais, como retardo mental.
65 Teratogênica: Agente teratogênico ou teratógeno é tudo aquilo capaz de produzir dano ao embrião ou feto durante a gravidez. Estes danos podem se refletir como perda da gestação, malformações ou alterações funcionais ou ainda distúrbios neurocomportamentais, como retardo mental.
66 Incidência: Medida da freqüência em que uma doença ocorre. Número de casos novos de uma doença em um certo grupo de pessoas por um certo período de tempo.
67 Hormônio: Substância química produzida por uma parte do corpo e liberada no sangue para desencadear ou regular funções particulares do organismo. Por exemplo, a insulina é um hormônio produzido pelo pâncreas que diz a outras células quando usar a glicose para energia. Hormônios sintéticos, usados como medicamentos, podem ser semelhantes ou diferentes daqueles produzidos pelo organismo.
68 Gravidez: Condição de ter um embrião ou feto em desenvolvimento no trato reprodutivo feminino após a união de ovo e espermatozóide.
69 Células somáticas: As células somáticas são quaisquer células dos organismos multicelulares que não estejam diretamente envolvidas na reprodução, tais como as células epiteliais. São células cujo núcleo se divide apenas por mitose, ao contrário das células germinativas, que podem sofrer meiose, para formar os gametas.
70 Epitélio: Epitélio ou tecido epitelial é um tecido constituído por células justapostas, ou seja, intimamente unidas entre si. Sua principal função é revestir a superfície externa do corpo, os órgãos e as cavidades corporais internas. Os epitélios são eficientes barreiras contra a entrada de agentes invasores e a perda de líquidos corporais. Eles têm também funções secretoras, sensoriais e de absorção. O tecido epitelial é um dos quatro tipos de tecidos básicos do nosso organismo, juntamente com os tecidos conjuntivo, muscular e nervoso.
71 Crônico: Descreve algo que existe por longo período de tempo. O oposto de agudo.
72 Fibroadenoma: Tumor benigno derivado dos tecidos fibroso e glandular.
73 Vesícula seminal: As vesículas seminais são duas bolsas membranosas lobuladas que elaboram um líquido para ser adicionado na secreção dos testículos.Elas secretam um líquido que contém frutose (açúcar monossacarídeo), prostaglandinas e proteínas de coagulação (vitamina C). A natureza alcalina do líquido ajuda a neutralizar o ambiente ácido da uretra masculina e trato genital feminino, que tornaria inativos os espermatozóides.
74 Neoplasmas: Tumor ou massa anormal de tecido decorrente do crescimento anormal ou divisão de células incontrolada e progressiva.
75 Mama: Em humanos, uma das regiões pareadas na porção anterior do TÓRAX. As mamas consistem das GLÂNDULAS MAMÁRIAS, PELE, MÚSCULOS, TECIDO ADIPOSO e os TECIDOS CONJUNTIVOS.
76 Prolactina: Hormônio secretado pela adeno-hipófise. Estimula a produção de leite pelas glândulas mamárias. O aumento de produção da prolactina provoca a hiperprolactinemia, podendo causar alteração menstrual e infertilidade nas mulheres. No homem, gera impotência sexual (por prejudicar a produção de testosterona) e ginecomastia (aumento das mamas).
77 Câncer: Crescimento anormal de um tecido celular capaz de invadir outros órgãos localmente ou à distância (metástases).
78 Hipertensão arterial: Aumento dos valores de pressão arterial acima dos valores considerados normais, que no adulto são de 140 milímetros de mercúrio de pressão sistólica e 85 milímetros de pressão diastólica.
79 Anúria: Clinicamente, a anúria é o débito urinário menor de 400 ml/24 horas.
80 Creatinina: Produto residual das proteínas da dieta e dos músculos do corpo. É excretada do organismo pelos rins. Uma vez que as doenças renais progridem, o nível de creatinina aumenta no sangue.
81 Insuficiência hepática: Deterioração grave da função hepática. Pode ser decorrente de hepatite viral, cirrose e hepatopatia alcoólica (lesão hepática devido ao consumo de álcool) ou medicamentosa (causada por medicamentos como, por exemplo, o acetaminofeno). Para que uma insuficiência hepática ocorra, deve haver uma lesão de grande porção do fígado.
82 Hipocalemia: Concentração sérica de potássio inferior a 3,5 mEq/l. Pode ocorrer por alterações na distribuição de potássio (desvio do compartimento extracelular para intracelular) ou de reduções efetivas no conteúdo corporal de potássio por uma menor ingesta ou por perda aumentada. Fraqueza muscular e arritimias cardíacas são os sinais e sintomas mais comuns, podendo haver também poliúria, polidipsia e constipação. Pode ainda ser assintomática.
83 Hiponatremia: Concentração de sódio sérico abaixo do limite inferior da normalidade; na maioria dos laboratórios, isto significa [Na+] < 135 meq/L, mas o ponto de corte [Na+] < 136 meq/L também é muito utilizado.
84 Sintomática: 1. Relativo a ou que constitui sintoma. 2. Que é efeito de alguma doença. 3. Por extensão de sentido, é o que indica um particular estado de coisas, de espírito; revelador, significativo.
85 Cálculo: Formação sólida, produto da precipitação de diferentes substâncias dissolvidas nos líquidos corporais, podendo variar em sua composição segundo diferentes condições biológicas. Podem ser produzidos no sistema biliar (cálculos biliares) e nos rins (cálculos renais) e serem formados de colesterol, ácido úrico, oxalato de cálcio, pigmentos biliares, etc.
86 Feocromocitoma: São tumores originários das células cromafins do eixo simpático-adrenomedular, caracterizados pela autonomia na produção de catecolaminas, mais freqüentemente adrenalina e/ou noradrenalina. A hipertensão arterial é a manifestação clínica mais comum, acometendo mais de 90% dos pacientes, geralmente resistente ao tratamento anti-hipertensivo convencional, mas podendo responder a bloqueadores alfa-adrenérgicos, bloqueadores dos canais de cálcio e nitroprussiato de sódio. A tríade clássica do feocromocitoma, associado à hipertensão arterial, é composta por cefaléia, sudorese intensa e palpitações.
87 Mão: Articulação entre os ossos do metacarpo e as falanges.
88 Úlcera péptica: Lesão na mucosa do esôfago, estômago ou duodeno. Também chamada de úlcera gástrica ou duodenal. Pode ser provocada por excesso de ácido clorídrico produzido pelo próprio estômago ou por medicamentos como antiinflamatórios ou aspirina. É uma doença infecciosa, causada pela bactéria Helicobacter pylori em quase 100% dos casos. Os principais sintomas são: dor, má digestão, enjôo, queimação (azia), sensação de estômago vazio.
89 Colite: Inflamação da porção terminal do cólon (intestino grosso). Pode ser devido a infecções intestinais (a causa mais freqüente), ou a processos inflamatórios diversos (colite ulcerativa, colite isquêmica, colite por radiação, etc.).
90 Hepática: Relativa a ou que forma, constitui ou faz parte do fígado.
91 Coma: 1. Alteração do estado normal de consciência caracterizado pela falta de abertura ocular e diminuição ou ausência de resposta a estímulos externos. Pode ser reversível ou evoluir para a morte. 2. Presente do subjuntivo ou imperativo do verbo “comer.“
92 Cirrose: Substituição do tecido normal de um órgão (freqüentemente do fígado) por um tecido cicatricial fibroso. Deve-se a uma agressão persistente, infecciosa, tóxica ou metabólica, que produz perda progressiva das células funcionalmente ativas. Leva progressivamente à perda funcional do órgão.
93 Arteriosclerose: Doença degenerativa da artéria devido à destruição das fibras musculares lisas e das fibras elásticas que a constituem, levando a um endurecimento da parede arterial, geralmente produzido por hipertensão arterial de longa duração ou pelo envelhecimento.
94 Pressão sangüínea: Força exercida pelo sangue arterial por unidade de área da parede arterial. É expressa como uma razão (Exemplo: 120/80, lê-se 120 por 80). O primeiro número é a pressão sistólica ou pressão máxima. E o segundo número é a presão diastólica ou mínima.
95 Eletrólitos: Em eletricidade, é um condutor elétrico de natureza líquida ou sólida, no qual cargas são transportadas por meio de íons. Em química, é uma substância que dissolvida em água se torna condutora de corrente elétrica.
96 Mmol/L: Milimols por litro, unidade de medida que mostra a concentração de uma substância em uma quantidade específica de fluido.
97 Vômito: É a expulsão ativa do conteúdo gástrico pela boca. Pode ser classificado como: alimentar, fecalóide, biliar, em jato, pós-prandial. Sinônimo de êmese. Os medicamentos que agem neste sintoma são chamados de antieméticos.
98 Paresia: Diminuição da força em um ou mais grupos musculares. É um grau menor de paralisia.
99 Enzima: Proteína produzida pelo organismo que gera uma reação química. Por exemplo, as enzimas produzidas pelo intestino que ajudam no processo digestivo.
100 Ascite: Acúmulo anormal de líquido na cavidade peritoneal. Pode estar associada a diferentes doenças como cirrose, insuficiência cardíaca, câncer de ovário, esquistossomose, etc.
101 Edema: 1. Inchaço causado pelo excesso de fluidos no organismo. 2. Acúmulo anormal de líquido nos tecidos do organismo, especialmente no tecido conjuntivo.
102 Síndrome nefrótica: Doença que afeta os rins. Caracteriza-se pela eliminação de proteínas através da urina, com diminuição nos níveis de albumina do plasma. As pessoas com síndrome nefrótica apresentam edema, eliminação de urina espumosa, aumento dos lipídeos do sangue, etc.
103 Sinal: 1. É uma alteração percebida ou medida por outra pessoa, geralmente um profissional de saúde, sem o relato ou comunicação do paciente. Por exemplo, uma ferida. 2. Som ou gesto que indica algo, indício. 3. Dinheiro que se dá para garantir um contrato.
104 Glicose: Uma das formas mais simples de açúcar.
105 Diabetes mellitus: Distúrbio metabólico originado da incapacidade das células de incorporar glicose. De forma secundária, podem estar afetados o metabolismo de gorduras e proteínas.Este distúrbio é produzido por um déficit absoluto ou relativo de insulina. Suas principais características são aumento da glicose sangüínea (glicemia), poliúria, polidipsia (aumento da ingestão de líquidos) e polifagia (aumento da fome).
106 Triglicérides: A principal maneira de armazenar os lipídeos no tecido adiposo é sob a forma de triglicérides. São também os tipos de lipídeos mais abundantes na alimentação. Podem ser definidos como compostos formados pela união de três ácidos graxos com glicerol. Os triglicérides sólidos em temperatura ambiente são conhecidos como gorduras, enquanto os líquidos são os óleos. As gorduras geralmente possuem uma alta proporção de ácidos graxos saturados de cadeia longa, já os óleos normalmente contêm mais ácidos graxos insaturados de cadeia curta.
107 Hipercolesterolemia: Aumento dos níveis de colesterol do sangue. Está associada a uma maior predisposição ao desenvolvimento de aterosclerose.
108 Gastrite: Inflamação aguda ou crônica da mucosa do estômago. Manifesta-se por dor na região superior do abdome, acidez, ardor, náuseas, vômitos, etc. Pode ser produzida por infecções, consumo de medicamentos (aspirina), estresse, etc.
109 Insuficiência Cardíaca: É uma condição na qual a quantidade de sangue bombeada pelo coração a cada minuto (débito cardíaco) é insuficiente para suprir as demandas normais de oxigênio e de nutrientes do organismo. Refere-se à diminuição da capacidade do coração suportar a carga de trabalho.
110 Infarto do miocárdio: Interrupção do suprimento sangüíneo para o coração por estreitamento dos vasos ou bloqueio do fluxo. Também conhecido por ataque cardíaco.
111 Bradicardia: Diminuição da freqüência cardíaca a menos de 60 batimentos por minuto. Pode estar associada a distúrbios da condução cardíaca, ao efeito de alguns medicamentos ou a causas fisiológicas (bradicardia do desportista).
112 Hipotensão: Pressão sanguínea baixa ou queda repentina na pressão sanguínea. A hipotensão pode ocorrer quando uma pessoa muda rapidamente de uma posição sentada ou deitada para a posição de pé, causando vertigem ou desmaio.
113 Noradrenalina: Mediador químico do grupo das catecolaminas, liberado pelas fibras nervosas simpáticas, precursor da adrenalina na parte interna das cápsulas das glândulas suprarrenais.
114 Lactação: Fenômeno fisiológico neuro-endócrino (hormonal) de produção de leite materno pela puérpera no pós-parto; independente dela estar ou não amamentando.Toda mulher após o parto tem produção de leite - lactação; mas, infelizmente nem todas amamentam.
115 Reprodução: 1. Função pela qual se perpetua a espécie dos seres vivos. 2. Ato ou efeito de reproduzir (-se). 3. Imitação de quadro, fotografia, gravura, etc.
116 Letargia: Em psicopatologia, é o estado de profunda e prolongada inconsciência, semelhante ao sono profundo, do qual a pessoa pode ser despertada, mas ao qual retorna logo a seguir. Por extensão de sentido, é a incapacidade de reagir e de expressar emoções; apatia, inércia e/ou desinteresse.
117 Anorexia: Perda do apetite ou do desejo de ingerir alimentos.
118 Circulação: 1. Ato ou efeito de circular. 2. Facilidade de se mover usando as vias de comunicação; giro, curso, trânsito. 3. Movimento do sangue, fluxo de sangue através dos vasos sanguíneos do corpo e do coração.
119 Trombocitopenia: É a redução do número de plaquetas no sangue. Contrário de trombocitose. Quando a quantidade de plaquetas no sangue é inferior a 150.000/mm³, diz-se que o indivíduo apresenta trombocitopenia (ou plaquetopenia). As pessoas com trombocitopenia apresentam tendência de sofrer hemorragias.
120 Lactantes: Que produzem leite; que aleitam.
121 Poliúria: Diurese excessiva, pode ser um sinal de diabetes.
122 Paradoxal: Que contém ou se baseia em paradoxo(s), que aprecia paradoxo(s). Paradoxo é o pensamento, proposição ou argumento que contraria os princípios básicos e gerais que costumam orientar o pensamento humano, ou desafia a opinião consabida, a crença ordinária e compartilhada pela maioria. É a aparente falta de nexo ou de lógica; contradição.
123 Insulina: Hormônio que ajuda o organismo a usar glicose como energia. As células-beta do pâncreas produzem insulina. Quando o organismo não pode produzir insulna em quantidade suficiente, ela é usada por injeções ou bomba de insulina.
124 Antidiabéticos orais: Quaisquer medicamentos que, administrados por via oral, contribuem para manter a glicose sangüínea dentro dos limites normais. Eles podem ser um hipoglicemiante, se forem capazes de diminuir níveis de glicose previamente elevados, ou um anti-hiperglicemiante, se agirem impedindo a elevação da glicemia após uma refeição.
125 Arritmias: Arritmia cardíaca é o nome dado a diversas perturbações que alteram a frequência ou o ritmo dos batimentos cardíacos.
126 Hiperglicemia: Excesso de glicose no sangue. Hiperglicemia de jejum é o nível de glicose acima dos níveis considerados normais após jejum de 8 horas. Hiperglicemia pós-prandial acima de níveis considerados normais após 1 ou 2 horas após alimentação.
127 Citotóxicos: Diz-se das substâncias que são tóxicas às células ou que impedem o crescimento de um tecido celular.
128 Vitamina: Compostos presentes em pequenas quantidades nos diversos alimentos e nutrientes e que são indispensáveis para o desenvolvimento dos processos biológicos normais.
129 Eletivas: 1. Relativo à eleição, escolha, preferência. 2. Em medicina, sujeito à opção por parte do médico ou do paciente. Por exemplo, uma cirurgia eletiva é indicada ao paciente, mas não é urgente. 3. Cujo preenchimento depende de eleição (diz-se de cargo). 4. Em bioquímica ou farmácia, aquilo que tende a se combinar com ou agir sobre determinada substância mais do que com ou sobre outra.
130 Glicosúria: Presença de glicose na urina.
131 Alcalose: Desequilíbrio do meio interno, produzido por uma diminuição na concentração de íons hidrogênio ou aumento da concentração de bases orgânicas nos líquidos corporais.
132 Urticária: Reação alérgica manifestada na pele como elevações pruriginosas, acompanhadas de vermelhidão da mesma. Pode afetar uma parte ou a totalidade da pele. Em geral é autolimitada e cede em pouco tempo, podendo apresentar períodos de melhora e piora ao longo de vários dias.
133 Rash: Coloração avermelhada da pele como conseqüência de uma reação alérgica ou infecção.
134 Cutâneo: Que diz respeito à pele, à cútis.
135 Colestase: Retardamento ou interrupção do fluxo nos canais biliares.
136 Icterícia: Coloração amarelada da pele e mucosas devido a uma acumulação de bilirrubina no organismo. Existem dois tipos de icterícia que têm etiologias e sintomas distintos: icterícia por acumulação de bilirrubina conjugada ou direta e icterícia por acumulação de bilirrubina não conjugada ou indireta.
137 Sistema cardiovascular: O sistema cardiovascular ou sistema circulatório sanguíneo é formado por um circuito fechado de tubos (artérias, veias e capilares) dentro dos quais circula o sangue e por um órgão central, o coração, que atua como bomba. Ele move o sangue através dos vasos sanguíneos e distribui substâncias por todo o organismo.
138 Parestesias: São sensações cutâneas subjetivas (ex.: frio, calor, formigamento, pressão, etc.) que são vivenciadas espontaneamente na ausência de estimulação.
139 Cefaléias: Sinônimo de dor de cabeça. Este termo engloba todas as dores de cabeça existentes, ou seja, enxaqueca ou migrânea, cefaléia ou dor de cabeça tensional, cefaléia cervicogênica, cefaléia em pontada, cefaléia secundária a sinusite, etc... são tipos dentro do grupo das cefaléias ou dores de cabeça. A cefaléia tipo tensional é a mais comum (acomete 78% da população), seguida da enxaqueca ou migrânea (16% da população).
140 Náuseas: Vontade de vomitar. Forma parte do mecanismo complexo do vômito e pode ser acompanhada de sudorese, sialorréia (salivação excessiva), vertigem, etc .
141 Vômitos: São a expulsão ativa do conteúdo gástrico pela boca. Podem ser classificados em: alimentar, fecalóide, biliar, em jato, pós-prandial. Sinônimo de êmese. Os medicamentos que agem neste sintoma são chamados de antieméticos.
142 Constipação: Retardo ou dificuldade nas defecações, suficiente para causar desconforto significativo para a pessoa. Pode significar que as fezes são duras, difíceis de serem expelidas ou infreqüentes (evacuações inferiores a três vezes por semana), ou ainda a sensação de esvaziamento retal incompleto, após as defecações.
143 Pancreatite: Inflamação do pâncreas. A pancreatite aguda pode ser produzida por cálculos biliares, alcoolismo, drogas, etc. Pode ser uma doença grave e fatal. Os primeiros sintomas consistem em dor abdominal, vômitos e distensão abdominal.
144 Leucopenia: Redução no número de leucócitos no sangue. Os leucócitos são responsáveis pelas defesas do organismo, são os glóbulos brancos. Quando a quantidade de leucócitos no sangue é inferior a 6000 leucócitos por milímetro cúbico, diz-se que o indivíduo apresenta leucopenia.
145 Agranulocitose: Doença causada pela falta ou número insuficiente de leucócitos granulócitos (neutrófilos, basófilos e eosinófilos), que se manifesta como ulcerações na garganta e outras mucosas, seguidas por infecções graves.
146 Eosinofilia: Propriedade de se corar facilmente pela eosina. Em patologia, é o aumento anormal de eosinófilos no sangue, característico de alergias e infestações por parasitas. Em patologia, é o acúmulo de eosinófilos em um tecido ou exsudato.
147 Edema pulmonar: Acúmulo anormal de líquidos nos pulmões. Pode levar a dificuldades nas trocas gasosas e dificuldade respiratória.
148 Nefrite: Termo que significa “inflamação do rim” e que agrupa doenças caracterizadas por lesões imunológicas ou infecciosas do tecido renal. Alguns exemplos são a nefrite intersticial por drogas, a glomerulonefrite pós-estreptocócica, etc. Podem manifestar-se por hipertensão arterial, hematúria e dor lombar.
149 Intersticial: Relativo a ou situado em interstícios, que são pequenos espaços entre as partes de um todo ou entre duas coisas contíguas (por exemplo, entre moléculas, células, etc.). Na anatomia geral, diz-se de tecido de sustentação localizado nos interstícios de um órgão, especialmente de vasos sanguíneos e tecido conjuntivo.
150 Vasculite: Inflamação da parede de um vaso sangüíneo. É produzida por doenças imunológicas e alérgicas. Seus sintomas dependem das áreas afetadas.
151 Náusea: Vontade de vomitar. Forma parte do mecanismo complexo do vômito e pode ser acompanhada de sudorese, sialorréia (salivação excessiva), vertigem, etc.
152 Hemorragia: Saída de sangue dos vasos sanguíneos ou do coração para o exterior, para o interstício ou para cavidades pré-formadas do organismo.
153 Sintomas: Alterações da percepção normal que uma pessoa tem de seu próprio corpo, do seu metabolismo, de suas sensações, podendo ou não ser um indício de doença. Os sintomas são as queixas relatadas pelo paciente mas que só ele consegue perceber. Sintomas são subjetivos, sujeitos à interpretação pessoal. A variabilidade descritiva dos sintomas varia em função da cultura do indivíduo, assim como da valorização que cada pessoa dá às suas próprias percepções.
154 Angina: Inflamação dos elementos linfáticos da garganta (amígdalas, úvula). Também é um termo utilizado para se referir à sensação opressiva que decorre da isquemia (falta de oxigênio) do músculo cardíaco (angina do peito).
155 Peito: Parte superior do tronco entre o PESCOÇO e o ABDOME; contém os principais órgãos dos sistemas circulatório e respiratório. (Tradução livre do original
156 Dispnéia: Falta de ar ou dificuldade para respirar caracterizada por respiração rápida e curta, geralmente está associada a alguma doença cardíaca ou pulmonar.
157 Epistaxe: Hemorragia de origem nasal.
158 Vertigens: O termo vem do latim “vertere” e quer dizer rodar. A definição clássica de vertigem é alucinação do movimento. O indivíduo vê os objetos do ambiente rodarem ao seu redor ou seu corpo rodar em relação ao ambiente.
159 Cefaleia: Sinônimo de dor de cabeça. Este termo engloba todas as dores de cabeça existentes, ou seja, enxaqueca ou migrânea, cefaleia ou dor de cabeça tensional, cefaleia cervicogênica, cefaleia em pontada, cefaleia secundária a sinusite, etc... são tipos dentro do grupo das cefaleias ou dores de cabeça. A cefaleia tipo tensional é a mais comum (acomete 78% da população), seguida da enxaqueca ou migrânea (16% da população).
160 Urogenital: Na anatomia geral, é a região relativa aos órgãos genitais e urinários; geniturinário.
161 Ejaculação: 1. Ato de ejacular. Expulsão vigorosa; forte derramamento (de líquido); jato. 2. Em fisiologia, emissão de esperma pela uretra no momento do orgasmo. 3. Por extensão de sentido, qualquer emissão. 4. No sentido figurado, fartura de palavras; arrazoado.
162 Disúria: Dificuldade para urinar. Pode produzir ardor, dor, micção intermitente, etc. Em geral corresponde a uma infecção urinária.
163 Glomerulonefrite: Inflamação do glomérulo renal, produzida por diferentes mecanismos imunológicos. Pode produzir uma lesão irreversível do funcionamento renal, causando insuficiência renal crônica.
164 Sistema Endócrino: Sistema de glândulas que liberam sua secreção (hormônios) diretamente no sistema circulatório. Em adição às GLÂNDULAS ENDÓCRINAS, o SISTEMA CROMAFIM e os SISTEMAS NEUROSSECRETORES estão inclusos.
165 Ponderal: Relativo a peso, equilíbrio. Exemplos: Perda ponderal = perda de peso, emagrecimento. Ganho ponderal = ganho de peso.
166 Galactorréia: Secreção mamária anormal de leite fora do período de amamentação. Pode ser produzida por distúrbios hormonais ou pela ação de medicamentos.
167 Ginecomastia: Aumento anormal de uma ou ambas as glândulas mamárias no homem. Associa-se a diferentes enfermidades como cirrose, tumores testiculares, etc. Em certas ocasiões ocorrem de forma idiopática.
168 Mamas: Em humanos, uma das regiões pareadas na porção anterior do TÓRAX. As mamas consistem das GLÂNDULAS MAMÁRIAS, PELE, MÚSCULOS, TECIDO ADIPOSO e os TECIDOS CONJUNTIVOS.
169 Hiperemia: Congestão sanguínea em qualquer órgão ou parte do corpo.
170 Eczema: Afecção alérgica da pele, ela pode ser aguda ou crônica, caracterizada por uma reação inflamatória com formação de vesículas, desenvolvimento de escamas e prurido.
171 Prurido: 1.    Na dermatologia, o prurido significa uma sensação incômoda na pele ou nas mucosas que leva a coçar, devido à liberação pelo organismo de substâncias químicas, como a histamina, que irritam algum nervo periférico. 2.    Comichão, coceira. 3.    No sentido figurado, prurido é um estado de hesitação ou dor na consciência; escrúpulo, preocupação, pudor. Também pode significar um forte desejo, impaciência, inquietação.
172 Libido: Desejo. Procura instintiva do prazer sexual.
173 Púrpura: Lesão hemorrágica de cor vinhosa, que não desaparece à pressão, com diâmetro superior a um centímetro.
174 Anemia: Condição na qual o número de células vermelhas do sangue está abaixo do considerado normal para a idade, resultando em menor oxigenação para as células do organismo.
175 Para pacientes: Você pode utilizar este texto livremente com seus pacientes, inclusive alterando-o, de acordo com a sua prática e experiência. Conheça todos os materiais Para Pacientes disponíveis para auxiliar, educar e esclarecer seus pacientes, colaborando para a melhoria da relação médico-paciente, reunidos no canal Para Pacientes . As informações contidas neste texto são baseadas em uma compilação feita pela equipe médica da Centralx. Você deve checar e confirmar as informações e divulgá-las para seus pacientes de acordo com seus conhecimentos médicos.
176 Parestesia: Sensação cutânea subjetiva (ex.: frio, calor, formigamento, pressão, etc.) vivenciada espontaneamente na ausência de estimulação.
177 Miose: Contração da pupila, que pode ser fisiológica, patológica ou terapêutica.
178 Espasmos: 1. Contrações involuntárias, não ritmadas, de um ou vários músculos, podendo ocorrer isolada ou continuamente, sendo dolorosas ou não. 2. Qualquer contração muscular anormal. 3. Sentido figurado: arrebatamento, exaltação, espanto.
179 Músculos: Tecidos contráteis que produzem movimentos nos animais.
180 Panturrilha: 1. Proeminência muscular, situada na face posterossuperior da perna, formada especialmente pelos músculos gastrocnêmio e sóleo; sura, barriga da perna. 2. Por extensão de sentido, enchimento usado por baixo das meias, para melhorar a aparência das pernas.
181 Oligúria: Clinicamente, a oligúria é o débito urinário menor de 400 ml/24 horas ou menor de 30 ml/hora.
182 Lavagem gástrica: É a introdução, através de sonda nasogástrica, de líquido na cavidade gástrica, seguida de sua remoção.
183 Respiração artificial: Tipo de apoio à função respiratória que utiliza um instrumento eletromecânico (respirador artificial), capaz de insuflar de forma cíclica volumes pré-determinados de ar com alta concentração de oxigênio através dos brônquios.
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