ROXETIN

CRISTALIA

Atualizado em 09/12/2014

ROXETIN
cloridrato de paroxetina

Forma Farmacêutica de Roxetin

Comprimido revestido.

Apresentações de Roxetin

Embalagem contendo 10, 20 e 30 comprimidos de 20 mg.Embalagem contendo 10 e 20 comprimidos de 30 mg.
USO ADULTO

Composição de Roxetin

Cada comprimido de 20 mg contém:
Cloridrato de paroxetina .................... 22,8 mg
(equivalente a 20 mg de paroxetina)
Excipiente q.s.p. .................... 1 comp.
(Excipientes: Fosfato de cálcio dibásico, glicolato sódico de amido, estearato de magnésio, dióxido de silício coloidal, opadry white, polietilenoglicol 6000)
Cada comprimido de 30 mg contém:
Cloridrato de paroxetina .................... 34,2 mg
(equivalente a 30 mg de paroxetina)
Excipiente q.s.p. .................... 1 comp.
(Excipientes: Fosfato de cálcio dibásico, glicolato sódico de amido, estearato de magnésio, dióxido de silício coloidal, opadry marrom, polietilenoglicol 6000)

Informações ao Paciente de Roxetin

Roxetin (cloridrato de paroxetina) é um antidepressivo eficaz no tratamento do Transtorno Obsessivo Compulsivo, da Doença do Pânico e da Fobia1 Social.Conservar o produto em temperatura ambiente entre 15 e 30°C, protegido da umidade.
O prazo de validade do produto é de 36 meses a partir da data de fabricação impressa na embalagem. Não utilize medicamento com o prazo de validade vencido.
Informe seu médico sobre a ocorrência de gravidez2 na vigência do tratamento ou após o seu término. Em caso de gravidez2 durante ou logo após o tratamento com Roxetin (cloridrato de paroxetina), suspender a medicação e comunicar imediatamente ao seu médico. O cloridrato de paroxetina não deve ser usado durante a gravidez2.
Informe seu médico se está amamentando. Roxetin (cloridrato de paroxetina) não é recomendado a mulheres que estão amamentando.
Siga a orientação de seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento.
Não interromper o tratamento sem o conhecimento do seu médico. A interrupção abrupta pode ocasionar o aparecimento de reações adversas, tais como: vertigem3, ansiedade, agitação, tremor, náusea4, dentre outras.
Informe seu médico sobre o aparecimento de reações desagradáveis tais como sonolência, náusea4, secura na boca5, fraqueza, insônia, suor abundante, tremor, vertigem3, constipação6, diarréia7, vômito8 e apetite reduzido.
TODO MEDICAMENTO DEVE SER MANTIDO FORA DO ALCANCE DAS CRIANÇAS.
Não é aconselhável ingerir bebidas alcoólicas durante o tratamento com Roxetin (cloridrato de paroxetina).
O produto é contra-indicado para pacientes9 com hipersensibilidade conhecida ao princípio ativo ou a qualquer um dos componentes da fórmula.
Não é recomendado o uso de Roxetin (cloridrato de paroxetina) em crianças, porque a segurança e a eficácia do cloridrato de paroxetina ainda não foram estabelecidas nesta população.
Informe seu médico sobre qualquer medicamento que esteja usando, antes do início, ou durante o tratamento.
Durante o tratamento o paciente não deve dirigir veículos ou operar máquinas, pois sua habilidade e atenção podem estar prejudicadas.
NÃO TOME REMÉDIO SEM O CONHECIMENTO DO SEU MÉDICO, PODE SER PERIGOSO PARA A SAÚDE10.

Informação Técnica de Roxetin

Propriedades farmacodinâmicas
Roxetin contém como princípio ativo um derivado fenilpiperidínico, o cloridrato de paroxetina, que corresponde quimicamente ao cloridrato de (-)-trans-4-(4'-fluorofenil)-3-(3',4'-metilenodioxifenoximetil)-piperidina, um potente e seletivo inibidor de recaptação de 5-HT, serotonina (5-hidroxitriptamina).
Acredita-se que sua ação antidepressiva e sua eficácia no tratamento do Transtorno Obsessivo Compulsivo (TOC) e da Doença do Pânico esteja relacionada a sua inibição específica da recaptação de serotonina pelos neurônios11 cerebrais.
O cloridrato de paroxetina não é relacionado, quimicamente, aos antidepressivos tricíclicos, tetracíclicos e a outros antidepressivos disponíveis.
Os principais metabólitos12 do cloridrato de paroxetina são polares e conjugados por oxidação e metilação, sendo rapidamente metabolizados.
Considerando-se a sua falta relativa de atividade farmacológica, é muito pouco provável que eles contribuam com os efeitos terapêuticos do cloridrato de paroxetina.
Propriedades farmacocinéticas
O cloridrato de paroxetina é bem absorvido, após administração oral.
O cloridrato de paroxetina sofre metabolismo13 de primeira passagem.
O cloridrato de paroxetina é extensivamente distribuído nos tecidos, com apenas 1% permanecendo no plasma14. Sua ligação às proteínas15 é alta (cerca de 95%, em concentrações terapeuticamente relevantes).
A meia-vida de eliminação é, em geral, de cerca de 24 horas.
O estado de equilíbrio dos níveis sistêmicos16 é atingido em 7-14 dias após o início do tratamento e a farmacocinética parece não se alterar durante tratamentos prolongados.
A excreção de uma dose de solução oral 30 mg ocorre por via urinária (aproximadamente 64%) e pelas fezes (aproximadamente 36%), sendo principalmente como metabólitos12.
O tratamento prolongado com cloridrato de paroxetina tem demonstrado que a eficácia antidepressiva é mantida por períodos de pelo menos um ano.
Em estudos controlados por placebo17, a eficácia do cloridrato de paroxetina no tratamento da Doença do Pânico tem se mantido por pelo menos um ano.
Em indivíduos com insuficiência renal18/hepática19 ocorre aumento das concentrações plasmáticas de paroxetina; neste grupo de pacientes a dose inicial deve ser reduzida.

Indicações de Roxetin

Roxetin (cloridrato de paroxetina) é indicado para o tratamento da depressão, incluindo as formas graves e as acompanhadas por ansiedade.Roxetin (cloridrato de paroxetina) é indicado, também, para o tratamento dos sintomas20 do Transtorno Obsessivo Compulsivo (TOC); para o tratamento dos sintomas20 da Doença do Pânico, com ou sem agorafobia21; e, ainda, para o tratamento da Fobia1 Social.

Contra-Indicações de Roxetin

Roxetin (cloridrato de paroxetina) é contra-indicado para pacientes9 com conhecida hipersensibilidade ao cloridrato de paroxetina ou a qualquer componente do produto. Roxetin (cloridrato de paroxetina) não deve ser usado concomitantemente com inibidores da monoaminoxidase22 (MAO23) (ver ADVERTÊNCIAS).

Advertências de Roxetin

Roxetin (cloridrato de paroxetina) não deve ser usado em combinação com inibidores da monoaminoxidase22 (MAO23) ou dentro de 2 semanas após o término do tratamento com este tipo de substância; portanto o tratamento deve ser iniciado com cautela e a dose deve ser aumentada gradualmente até que a resposta ótima seja atingida.Os inibidores da MAO23 não devem ser administrados durante 2 semanas após o término do tratamento com Roxetin (cloridrato de paroxetina).
Em pacientes que receberam inibidores da recaptação de serotonina em combinação com inibidores da monoaminoxidase22 (MAO23), foram registradas reações graves, as vezes fatais, incluindo hipertermia, rigidez, mioclono, instabilidade autonômica com possível flutuação rápida dos sinais vitais24 e alterações do estado mental, que incluem agitação extrema progredindo para o delírio25 e coma26.

Precauções de Roxetin

História de mania
Da mesma forma que com os outros antidepressivos, Roxetin (cloridrato de paroxetina) deve ser usado com cautela em pacientes que apresentem história de mania.
Anticoagulantes27 orais
Roxetin (cloridrato de paroxetina) deve ser administrado com muita cautela para pacientes9 recebendo anticoagulantes27 orais (ver INTERAÇÕES MEDICAMENTOSAS).
Problemas cardíacos
Da mesma forma que com todas as drogas psicoativas, recomenda-se cautela no tratamento de pacientes com problemas cardíacos.
Epilepsia28
Da mesma forma que com outros antidepressivos, Roxetin (cloridrato de paroxetina) deve ser usado com cuidado em pacientes com epilepsia28.
Convulsões
Em geral, a incidência29 de convulsões é < 0,1% em pacientes tratados com Roxetin (cloridrato de paroxetina). A droga deve ser descontinuada em qualquer paciente que apresente convulsão30.
Glaucoma31
Assim como outros SSRIs, Roxetin (cloridrato de paroxetina) raramente causou midríase32 e deve ser usado com cautela em pacientes com glaucoma31 de ângulo agudo33.
ECT
Há pouca experiência clínica em relação à administração concomitante de Roxetin (cloridrato de paroxetina) a pacientes sob ECT. No entanto, houve relatos de convulsões induzidas por ECT prolongado e/ou convulsões secundárias em pacientes tratados com SSRIs.
Neurolépticos34
Roxetin (cloridrato de paroxetina) deve ser usado com cautela em pacientes já recebendo neurolépticos34, porque sintomas20 sugestivos de Síndrome35 Maligna Neuroléptica foram relatados com esta combinação.
Agravamento da depressão, idéias suicidas e a possibilidade de suicídio são inerentes a pacientes sofrendo de doença depressiva. Conseqüentemente, os pacientes devem ser cuidadosamente monitorados durante o tratamento, até que ocorra remissão significativa.
Triptofano
Uma vez que foram relatadas experiências adversas quando triptofano foi administrado com outro inibidor seletivo de recaptação da serotonina (SSRI), Roxetin (cloridrato de paroxetina) não deve ser usado em combinação com medicação à base de triptofano (ver INTERAÇÕES MEDICAMENTOSAS).
Hiponatremia36
Parece que a hiponatremia36 é reversível quando Roxetin (cloridrato de paroxetina) é descontinuado. A maioria das ocorrências tem sido em indivíduos idosos; alguns pacientes usando diuréticos37 ou com volume depletado.
Sangramento anormal
Há vários relatos de sangramento anormal (principal, ecmose e púrpura38) associados ao tratamento com paroxetina, incluindo um relato de agregação plaquetária alterada.
Suicídio
A possibilidade de tentativa de suicídio é inerente na depressão e pode persistir até que remissão significante ocorra. Uma supervisão mais próxima dos pacientes de alto risco deve acompanhar a terapia inicial da droga. As prescrições de Roxetin (cloridrato de paroxetina) devem ser feitas para a menor quantidade de comprimidos junto com boa monitorização do paciente, a fim de reduzir os riscos de superdosagem.
Capacidade de dirigir/operar máquinas
Experiências clínicas têm demonstrado que a terapia com Roxetin (cloridrato de paroxetina) não está associada à deterioração das funções cognitiva39 e psicomotora40. Contudo, como com todas as drogas psicoativas, os pacientes devem ser advertidos quanto a sua capacidade de dirigir veículos motorizados ou operar máquinas.
Gravidez2 e lactação41
Embora os estudos em animais não tenham demonstrado quaisquer efeitos teratogênico42 ou embriotóxico seletivo, a segurança de Roxetin (cloridrato de paroxetina) na gravidez2 humana ainda não foi estabelecida; portanto, Roxetin (cloridrato de paroxetina) não deve ser usado durante a gravidez2 ou em mulheres que estejam amamentando, a não ser que, na opinião do médico, os benefícios potenciais justifiquem os possíveis riscos.

Interações Medicamentosas de Roxetin

Alimentos/antiácidosA absorção e a farmacocinética de cloridrato de paroxetina não são afetadas por alimentos ou antiácidos43.
IMAOs/triptofano/outros SSRIs
A co-administração com drogas serotonérgicas (p. ex.: IMAOs, triptofano, outros SSRIs) pode levar a uma alta incidência29 de efeitos associados à serotonina. Os sintomas20 podem incluir agitação, confusão, diaforese44, alucinações45, hiper-reflexia, mioclonia46, calafrios47, taquicardia48 e tremor.
Indutores/inibidores do metabolismo13 enzimático
O metabolismo13 e a farmacocinética do cloridrato de paroxetina podem ser afetados por drogas que induzem ou inibem o metabolismo13 enzimático da droga. Quando cloridrato de paroxetina é co-administrado com uma droga inibidora do metabolismo13, o uso da dose mínima deve ser considerado.
Nenhum ajuste inicial na dosagem do cloridrato de paroxetina é considerado necessário quando a droga é co-administrada com drogas indutoras do metabolismo13 enzimático. Qualquer ajuste subseqüente de dosagem deve ser baseado nos efeitos clínicos (tolerância e eficácia).
Álcool: Embora o cloridrato de paroxetina não aumente a deterioração da habilidade mental e motora causada pelo álcool, o uso concomitante de álcool e cloridrato de paroxetina não é aconselhado.
Haloperidol/amilobarbitona/oxazepam
Experiências em um número limitado de indivíduos sadios têm demonstrado que cloridrato de paroxetina não aumenta a sedação49 e a sonolência associadas ao haloperidol, amilobarbitona ou oxazepam quando administrados em combinação.
Lítio
Estudos em pacientes deprimidos estabilizados não demonstraram nenhuma interação farmacocinética entre cloridrato de paroxetina e lítio. No entanto, uma vez que a experiência é limitada, a administração concomitante de cloridrato de paroxetina e lítio deve ser feita com cautela e os níveis de lítio devem ser monitorados.
Fenitoína/anticonvulsivantes
A co-administração de cloridrato de paroxetina e fenitoína é associada a diminuição da concentração plasmática do cloridrato de paroxetina e aumento das reações adversas. Nenhum ajuste inicial na dosagem de cloridrato de paroxetina é considerado necessário quando estas drogas são co-administradas; qualquer ajuste posterior da dosagem deve ser baseado nos efeitos clínicos. A co-administração de cloridrato de paroxetina com outros anticonvulsivantes também pode ser associada a um aumento da incidência29 de reações adversas.
Varfarina/anticoagulantes27 orais
Dados preliminares sugerem que pode haver uma interação farmacodinâmica entre o cloridrato de paroxetina e Varfarina que pode resultar em alteração do tempo de protrombina50 e em um aumento de sangramento. O cloridrato de paroxetina, portanto, deve ser administrado com grande cautela a pacientes recebendo anticoagulantes27 orais.
Antidepressivos tricíclicos
O uso concomitante de cloridrato de paroxetina com antidepressivos tricíclicos deve ser considerado com cautela.
A paroxetina pode inibir o metabolismo13 dos antidepressivos tricíclicos. As concentrações plasmáticas dos antidepressivos tricíclicos devem ser monitoradas, bem como pode ser necessário reduzir sua dose quando houver co-administração com cloridrato de paroxetina.
Prociclidina
O cloridrato de paroxetina pode aumentar significativamente os níveis plasmáticos de prociclidina. A dose de prociclidina deve ser reduzida se efeitos anticolinérgicos forem observados.
Assim como outros antidepressivos, incluindo outros SSRIs, a paroxetina inibe a isoenzima hepática19 específica do citocromo P-450 responsável pelo metabolismo13 da debrisoquina e esparteina. Isto pode levar a uma elevação do nível plasmático daquelas drogas co-administradas que são metabolizadas por essa enzima51, embora a significância clínica desta observação não tenha sido estabelecida. As drogas metabolizadas por esta enzima51 incluem certos antidepressivos tricíclicos (p. ex.: nortriptilina, amitriptilina, imipramina e desipramina), neurolépticos34 fenotiazínicos (p. ex.: perfenazina e tioridazina), e antiarrítmicos Tipo 1c (p. ex.: propafenona e flecainida).
Digoxina
Desde que há pouca experiência clínica, a co-administração de paroxetina e digoxina deve ser feita com cautela.
Teofilina
O uso de teofilina associado com cloridrato de paroxetina pode acarretar níveis plasmáticos de teofilina elevados. Recomenda-se, portanto, que os níveis de teofilina sejam monitorados quando estas drogas forem administradas em conjunto.
Drogas altamente ligadas às proteínas15 plasmáticas
A administração de paroxetina a pacientes tomando outra droga altamente ligada à proteína pode causar aumento das concentrações livres da outra droga, resultando em reações adversas potenciais. Reversamente, as reações adversas podem resultar do deslocamento da paroxetina pelas outras drogas altamente ligadas.

Reações Adversas de Roxetin

Em pesquisas clínicas controladas as reações adversas mais comumente observadas e associadas ao uso de cloridrato de paroxetina e não observadas em uma incidência29 equivalente entre os pacientes tratados com placebo17 foram náusea4, sonolência, sudorese52, tremor, astenia53, boca5 seca, insônia, disfunção sexual (incluindo impotência54 e distúrbios de ejaculação55), vertigem3, constipação6, vômito8, diarréia7 e apetite diminuído. A maioria destas reações adversas pode diminuir em intensidade e freqüência com a continuação do tratamento e, em geral, não causam a interrupção do tratamento.
Além disso, durante o uso clínico de cloridrato de paroxetina ocorreram relatos de outros sintomas20, tais como:
SISTEMA NERVOSO56: Alucinações45, hipomania e agitação foram relatadas, além da síndrome35 serotonérgica, como para outros SSRIs, confusão também foi relatada. Reações extrapiramidais foram raramente relatadas incluindo distonia57 orofacial. Algumas vezes estas ocorreram em pacientes com desordens latentes de movimento que estavam usando medicação neuroléptica. Houve raros relatos de convulsões. Também foi relatada raramente síndrome35 maligna neuroléptica (geralmente em pacientes recebendo medicação neuroléptica concomitante ou recentemente descontinuada).
SISTEMA DIGESTIVO58: Houve relatos de vômito8. Foi relatada elevação das enzimas pancreáticas. Foram relatadas, raramente, sérias anormalidades do fígado59. A descontinuação de Roxetin (cloridrato de paroxetina) deve ser considerada se houver elevação prolongada dos resultados dos testes da função hepática19.
PELE60 E ANEXOS61: Houve raros relatos de erupção62 cutânea63 (incluindo urticária64 acompanhada de prurido65 ou angioedema66) e reações de fotossensibilidade.
METABÓLITOS12/ENDÓCRINOS: Foi relatada raramente hiponatremia36, predominantemente em idosos e pode ser associada à Síndrome35 de Secreção Inapropriada de Hormônio67 Antidiurético (SIADH). A hiponatremia36 geralmente reverte com a descontinuação de Roxetin (cloridrato de paroxetina). Houve raros relatos de sintoma68 sugestivos de hiperprolactinemia/galactorréia69.
CARDIOVASCULARES: Assim como outros SSRIs, foram relatadas alterações transitórias na pressão sanguínea, geralmente em pacientes com hipertensão70 pré-existente ou ansiedade. Taquicardia48 foi relatada raramente. Foram relatados freqüentemente sintomas20 sugestivos de hipotensão71 postural em pacientes com outros fatores de risco.
HEMATOLÓGICOS: Houve relatos de sangramento anormal (principalmente equimose72 e púrpura38). Trombocitopenia73 foi relatada raramente.
OUTROS: Houve raros relatos de glaucoma31 agudo33, retenção urinária74 e edema75 periférico. É menos provável que o uso de Roxetin (cloridrato de paroxetina) esteja associado a boca5 seca, constipação6 e sonolência do que o uso dos antidepressivos tricíclicos.
Sintomas20 incluindo vertigem3, distúrbio sensorial (p. ex.: parestesia76), ansiedade, distúrbios do sono (incluindo sonhos anormais), agitação, tremor, náusea4, sudorese52, e confusão foram relatados após descontinuação abrupta do tratamento. Eles são geralmente autolimitados e o tratamento sintomático77 raramente é necessário. Nenhum grupo em particular de pacientes pareceu estar em um risco maior de apresentar estes sintomas20; portanto, recomenda-se que quando o tratamento antidepressivo não for mais necessário, a descontinuação gradual por redução de dosagem ou administração em dias alternados seja considerada.

Posologia de Roxetin

Adultos:Depressão
A dose recomendada é de 20 mg ao dia.
Em alguns pacientes pode ser necessário aumentar a dose. Isto deve ser feito gradativamente, em aumentos de 10 mg até 50 mg/dia de acordo com a resposta do paciente.
Transtorno Obsessivo Compulsivo
A dose recomendada é de 40 mg ao dia.
O tratamento deve ser iniciado com 20 mg ao dia e a dose pode ser aumentada semanalmente em aumentos de 10 mg.
Alguns pacientes se beneficiam pelo aumento da dosagem até no máximo de 60 mg/dia.
Doença do Pânico
A dose recomendada é de 40 mg ao dia.
O tratamento deve ser iniciado com 10 mg ao dia e a dose deve ser aumentada semanalmente em aumentos de 10 mg de acordo com a resposta do paciente.
Alguns pacientes podem se beneficiar pelo aumento da dosagem até o máximo de 50 mg/dia.
Uma dose inicial baixa é recomendada para minimizar a piora potencial da sintomatologia do pânico que, conforme se reconhece, geralmente ocorre no início do tratamento da Doença do Pânico.
Fobia1 Social
A dose recomendada é de 20 mg ao dia.
Os pacientes que não responderem à dose de 20 mg podem se beneficiar pelo aumento da dosagem em aumentos de 10 mg, conforme necessário, até no máximo de 50 mg/dia. As alterações de dosagem devem ocorrer em intervalos de pelo menos 1 semana.
Recomenda-se que Roxetin (cloridrato de paroxetina) seja administrado em dose única diária, pela manhã, juntamente com a alimentação. Os comprimidos devem ser deglutidos inteiros, sem mastigar.
Da mesma forma que com todas as drogas antidepressivas, a posologia deve ser avaliada e ajustada, se necessário, dentro de 2 a 3 semanas após o início do tratamento e conforme considerado clinicamente apropriado.
Em geral, recomenda-se que os pacientes sejam tratados por um período suficiente para garantir que estejam livres dos sintomas20. Este período pode ser de vários meses para o tratamento da depressão podendo ser mais longo para o tratamento do Transtorno Obsessivo Compulsivo e da Doença do Pânico.
Da mesma forma que para muitos medicamentos psicoativos, é recomendável que o tratamento seja descontinuado gradativamente.
Crianças:
O uso de Roxetin (cloridrato de paroxetina) não é recomendado em crianças porque a segurança e eficácia do cloridrato de paroxetina ainda não foram estabelecidas nesta população.
Pacientes idosos:
Em pacientes idosos ocorre aumento das concentrações plasmáticas de cloridrato de paroxetina.
A posologia deve ser iniciada com 20 mg ao dia e pode ser aumentada semanalmente em aumentos de 10 mg até o máximo de 40 mg/dia, de acordo com a resposta do paciente.
Insuficiência renal18/hepática19:
Em pacientes com insuficiência renal18 grave (clearance de creatinina78 < 30 ml/min) ou insuficiência hepática79 grave ocorre aumento das concentrações plasmáticas de cloridrato de paroxetina. A posologia recomendada é de 20 mg ao dia. Aumentos de dosagem, se necessário, deverão ser restritos à dosagem mínima da faixa permitida.
Abuso e Dependência
Até o momento, não existem relatos que evidenciem que o cloridrato de paroxetina seja uma droga capaz de causar abuso ou dependência. No entanto, não deve ser esquecido que todas as drogas que atuam no sistema nervoso central80, estimulando-o ou inibindo-o, podem potencialmente estar relacionadas como causa de dependência.
O paciente com depressão ou história de abuso ou dependência por alguma droga deve estar sob observação médica contínua.

Superdosagem de Roxetin

Uma ampla margem de segurança é evidente a partir dos dados disponíveis. Casos de superdosagem foram relatados em pacientes que administraram até 2000 mg de paroxetina pura ou em combinação com outras drogas, incluindo álcool. As experiências de superdosagem com cloridrato de paroxetina demonstraram os seguintes sintomas20: náusea4, vômito8, tremor, pupila dilatada, boca5 seca, irritabilidade, sudorese52 e sonolência mas não coma26 ou convulsão30.
Não se conhece um antídoto81 específico. O tratamento deve consistir de medidas gerais empregadas nos casos de superdosagem com qualquer antidepressivo. A rápida administração de carvão ativado pode retardar a absorção do cloridrato de paroxetina.

Pacientes Idosos de Roxetin

Em pacientes idosos ocorre aumento das concentrações plasmáticas de cloridrato de paroxetina. Entretanto, em estudos realizados, não foram incluídos pacientes geriátricos e problemas relacionados a estes pacientes.
VENDA SOB PRESCRIÇÃO MÉDICA.
SÓ PODE SER VENDIDO COM RETENÇÃO DA RECEITA.

N.º do lote, data de fabricação e prazo de validade: Vide Cartucho/Blister.
MS N.º 1.0298.0298
Farm. Resp.: Dr. Joaquim A. dos Reis - CRF-SP N.º 5061
SAC (Serviço de Atendimento ao Cliente): 0800 701 19 18
CRISTÁLIA - Produtos Químicos Farmacêuticos Ltda.
Rod. Itapira-Lindóia, km 14 - Itapira-SP
CNPJ N.º 44.734.671/0001-51
Indústria Brasileira

ROXETIN - Laboratório

CRISTALIA
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Unidade I
Rod. Itapira-Lindóia, Km 14 - Ponte Preta
Itapira /SP
CEP: 13970-000
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Unidade III
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CEP: 05359-001
Tel./Fax: (11) 3732-2250

Ver outros medicamentos do laboratório "CRISTALIA"

Antes de consumir qualquer medicamento, consulte seu médico (http://www.catalogo.med.br).

Complementos

1 Fobia: Medo exagerado, falta de tolerância, aversão.
2 Gravidez: Condição de ter um embrião ou feto em desenvolvimento no trato reprodutivo feminino após a união de ovo e espermatozóide.
3 Vertigem: Alucinação de movimento. Pode ser devido à doença do sistema de equilíbrio, reação a drogas, etc.
4 Náusea: Vontade de vomitar. Forma parte do mecanismo complexo do vômito e pode ser acompanhada de sudorese, sialorréia (salivação excessiva), vertigem, etc.
5 Boca: Cavidade oral ovalada (localizada no ápice do trato digestivo) composta de duas partes
6 Constipação: Retardo ou dificuldade nas defecações, suficiente para causar desconforto significativo para a pessoa. Pode significar que as fezes são duras, difíceis de serem expelidas ou infreqüentes (evacuações inferiores a três vezes por semana), ou ainda a sensação de esvaziamento retal incompleto, após as defecações.
7 Diarréia: Aumento do volume, freqüência ou quantidade de líquido nas evacuações.Deve ser a manifestação mais freqüente de alteração da absorção ou transporte intestinal de substâncias, alterações estas que em geral são devidas a uma infecção bacteriana ou viral, a toxinas alimentares, etc.
8 Vômito: É a expulsão ativa do conteúdo gástrico pela boca. Pode ser classificado como: alimentar, fecalóide, biliar, em jato, pós-prandial. Sinônimo de êmese. Os medicamentos que agem neste sintoma são chamados de antieméticos.
9 Para pacientes: Você pode utilizar este texto livremente com seus pacientes, inclusive alterando-o, de acordo com a sua prática e experiência. Conheça todos os materiais Para Pacientes disponíveis para auxiliar, educar e esclarecer seus pacientes, colaborando para a melhoria da relação médico-paciente, reunidos no canal Para Pacientes . As informações contidas neste texto são baseadas em uma compilação feita pela equipe médica da Centralx. Você deve checar e confirmar as informações e divulgá-las para seus pacientes de acordo com seus conhecimentos médicos.
10 Saúde: 1. Estado de equilíbrio dinâmico entre o organismo e o seu ambiente, o qual mantém as características estruturais e funcionais do organismo dentro dos limites normais para sua forma de vida e para a sua fase do ciclo vital. 2. Estado de boa disposição física e psíquica; bem-estar. 3. Brinde, saudação que se faz bebendo à saúde de alguém. 4. Força física; robustez, vigor, energia.
11 Neurônios: Unidades celulares básicas do tecido nervoso. Cada neurônio é formado por corpo, axônio e dendritos. Sua função é receber, conduzir e transmitir impulsos no SISTEMA NERVOSO. Sinônimos: Células Nervosas
12 Metabólitos: Qualquer composto intermediário das reações enzimáticas do metabolismo.
13 Metabolismo: É o conjunto de transformações que as substâncias químicas sofrem no interior dos organismos vivos. São essas reações que permitem a uma célula ou um sistema transformar os alimentos em energia, que será ultilizada pelas células para que as mesmas se multipliquem, cresçam e movimentem-se. O metabolismo divide-se em duas etapas: catabolismo e anabolismo.
14 Plasma: Parte que resta do SANGUE, depois que as CÉLULAS SANGÜÍNEAS são removidas por CENTRIFUGAÇÃO (sem COAGULAÇÃO SANGÜÍNEA prévia).
15 Proteínas: Um dos três principais nutrientes dos alimentos. Alimentos que fornecem proteína incluem carne vermelha, frango, peixe, queijos, leite, derivados do leite, ovos.
16 Sistêmicos: 1. Relativo a sistema ou a sistemática. 2. Relativo à visão conspectiva, estrutural de um sistema; que se refere ou segue um sistema em seu conjunto. 3. Disposto de modo ordenado, metódico, coerente. 4. Em medicina, é o que envolve o organismo como um todo ou em grande parte.
17 Placebo: Preparação neutra quanto a efeitos farmacológicos, ministrada em substituição a um medicamento, com a finalidade de suscitar ou controlar as reações, geralmente de natureza psicológica, que acompanham tal procedimento terapêutico.
18 Insuficiência renal: Condição crônica na qual o corpo retém líquido e excretas pois os rins não são mais capazes de trabalhar apropriadamente. Uma pessoa com insuficiência renal necessita de diálise ou transplante renal.
19 Hepática: Relativa a ou que forma, constitui ou faz parte do fígado.
20 Sintomas: Alterações da percepção normal que uma pessoa tem de seu próprio corpo, do seu metabolismo, de suas sensações, podendo ou não ser um indício de doença. Os sintomas são as queixas relatadas pelo paciente mas que só ele consegue perceber. Sintomas são subjetivos, sujeitos à interpretação pessoal. A variabilidade descritiva dos sintomas varia em função da cultura do indivíduo, assim como da valorização que cada pessoa dá às suas próprias percepções.
21 Agorafobia: Estado de medo mórbido de se achar sozinho em grandes espaços abertos ou de atravessar lugares públicos. Também conhecida como cenofobia.
22 Inibidores da monoaminoxidase: Tipo de antidepressivo que inibe a enzima monoaminoxidase (ou MAO), hoje usado geralmente como droga de terceira linha para a depressão devido às restrições dietéticas e ao uso de certos medicamentos que seu uso impõe. Deve ser considerada droga de primeira escolha no tratamento da depressão atípica (com sensibilidade à rejeição) ou agente útil no distúrbio do pânico e na depressão refratária. Pode causar hipotensão ortostática e efeitos simpaticomiméticos tais como taquicardia, suores e tremores. Náusea, insônia (associada à intensa sonolência à tarde) e disfunção sexual são comuns. Os efeitos sobre o sistema nervoso central incluem agitação e psicoses tóxicas. O término da terapia com inibidores da MAO pode estar associado à ansiedade, agitação, desaceleração cognitiva e dor de cabeça, por isso sua retirada deve ser muito gradual e orientada por um médico psiquiatra.
23 Mão: Articulação entre os ossos do metacarpo e as falanges.
24 Sinais vitais: Conjunto de variáveis fisiológicas que são pressão arterial, freqüência cardíaca, freqüência respiratória e temperatura corporal.
25 Delírio: Delirio é uma crença sem evidência, acompanhada de uma excepcional convicção irrefutável pelo argumento lógico. Ele se dá com plena lucidez de consciência e não há fatores orgânicos.
26 Coma: 1. Alteração do estado normal de consciência caracterizado pela falta de abertura ocular e diminuição ou ausência de resposta a estímulos externos. Pode ser reversível ou evoluir para a morte. 2. Presente do subjuntivo ou imperativo do verbo “comer.“
27 Anticoagulantes: Substâncias ou medicamentos que evitam a coagulação, especialmente do sangue.
28 Epilepsia: Alteração temporária e reversível do funcionamento cerebral, que não tenha sido causada por febre, drogas ou distúrbios metabólicos. Durante alguns segundos ou minutos, uma parte do cérebro emite sinais incorretos, que podem ficar restritos a esse local ou espalhar-se. Quando restritos, a crise será chamada crise epiléptica parcial; quando envolverem os dois hemisférios cerebrais, será uma crise epiléptica generalizada. O paciente pode ter distorções de percepção, movimentos descontrolados de uma parte do corpo, medo repentino, desconforto no estômago, ver ou ouvir de maneira diferente e até perder a consciência - neste caso é chamada de crise complexa. Depois do episódio, enquanto se recupera, a pessoa pode sentir-se confusa e ter déficits de memória. Existem outros tipos de crises epilépticas.
29 Incidência: Medida da freqüência em que uma doença ocorre. Número de casos novos de uma doença em um certo grupo de pessoas por um certo período de tempo.
30 Convulsão: Episódio agudo caracterizado pela presença de contrações musculares espasmódicas permanentes e/ou repetitivas (tônicas, clônicas ou tônico-clônicas). Em geral está associada à perda de consciência e relaxamento dos esfíncteres. Pode ser devida a medicamentos ou doenças.
31 Glaucoma: É quando há aumento da pressão intra-ocular e danos ao nervo óptico decorrentes desse aumento de pressão. Esses danos se expressam no exame de fundo de olho e por alterações no campo de visão.
32 Midríase: Dilatação da pupila. Ela pode ser fisiológica, patológica ou terapêutica.
33 Agudo: Descreve algo que acontece repentinamente e por curto período de tempo. O oposto de crônico.
34 Neurolépticos: Medicamento que exerce ação calmante sobre o sistema nervoso, tranquilizante, psicoléptico.
35 Síndrome: Conjunto de sinais e sintomas que se encontram associados a uma entidade conhecida ou não.
36 Hiponatremia: Concentração de sódio sérico abaixo do limite inferior da normalidade; na maioria dos laboratórios, isto significa [Na+] < 135 meq/L, mas o ponto de corte [Na+] < 136 meq/L também é muito utilizado.
37 Diuréticos: Grupo de fármacos que atuam no rim, aumentando o volume e o grau de diluição da urina. Eles depletam os níveis de água e cloreto de sódio sangüíneos. São usados no tratamento da hipertensão arterial, insuficiência renal, insuficiência cardiaca ou cirrose do fígado. Há dois tipos de diuréticos, os que atuam diretamente nos túbulos renais, modificando a sua atividade secretora e absorvente; e aqueles que modificam o conteúdo do filtrado glomerular, dificultando indiretamente a reabsorção da água e sal.
38 Púrpura: Lesão hemorrágica de cor vinhosa, que não desaparece à pressão, com diâmetro superior a um centímetro.
39 Cognitiva: 1. Relativa ao conhecimento, à cognição. 2. Relativa ao processo mental de percepção, memória, juízo e/ou raciocínio. 3. Diz-se de estados e processos relativos à identificação de um saber dedutível e à resolução de tarefas e problemas determinados. 4. Diz-se dos princípios classificatórios derivados de constatações, percepções e/ou ações que norteiam a passagem das representações simbólicas à experiência, e também da organização hierárquica e da utilização no pensamento e linguagem daqueles mesmos princípios.
40 Psicomotora: Própria ou referente a qualquer resposta que envolva aspectos motores e psíquicos, tais como os movimentos corporais governados pela mente.
41 Lactação: Fenômeno fisiológico neuro-endócrino (hormonal) de produção de leite materno pela puérpera no pós-parto; independente dela estar ou não amamentando.Toda mulher após o parto tem produção de leite - lactação; mas, infelizmente nem todas amamentam.
42 Teratogênico: Agente teratogênico ou teratógeno é tudo aquilo capaz de produzir dano ao embrião ou feto durante a gravidez. Estes danos podem se refletir como perda da gestação, malformações ou alterações funcionais ou ainda distúrbios neurocomportamentais, como retardo mental.
43 Antiácidos: É uma substância que neutraliza o excesso de ácido, contrariando o seu efeito. É uma base que aumenta os valores de pH de uma solução ácida.
44 Diaforese: Sudação, transpiração intensa.
45 Alucinações: Perturbações mentais que se caracterizam pelo aparecimento de sensações (visuais, auditivas, etc.) atribuídas a causas objetivas que, na realidade, inexistem; sensações sem objeto. Impressões ou noções falsas, sem fundamento na realidade; devaneios, delírios, enganos, ilusões.
46 Mioclonia: Contração muscular súbita e involuntária que se verifica especialmente nas mãos e nos pés, devido à descarga patológica de um grupo de células nervosas.
47 Calafrios: 1. Conjunto de pequenas contrações da pele e dos músculos cutâneos ao longo do corpo, muitas vezes com tremores fortes e palidez, que acompanham uma sensação de frio provocada por baixa temperatura, má condição orgânica ou ainda por medo, horror, nojo, etc. 2. Sensação de frio e tremores fortes, às vezes com bater de dentes, que precedem ou acompanham acessos de febre.
48 Taquicardia: Aumento da frequência cardíaca. Pode ser devido a causas fisiológicas (durante o exercício físico ou gravidez) ou por diversas doenças como sepse, hipertireoidismo e anemia. Pode ser assintomática ou provocar palpitações.
49 Sedação: 1. Ato ou efeito de sedar. 2. Aplicação de sedativo visando aliviar sensação física, por exemplo, de dor. 3. Diminuição de irritabilidade, de nervosismo, como efeito de sedativo. 4. Moderação de hiperatividade orgânica.
50 Protrombina: Proteína plasmática inativa, é a precursora da trombina e essencial para a coagulação sanguínea.
51 Enzima: Proteína produzida pelo organismo que gera uma reação química. Por exemplo, as enzimas produzidas pelo intestino que ajudam no processo digestivo.
52 Sudorese: Suor excessivo
53 Astenia: Sensação de fraqueza, sem perda real da capacidade muscular.
54 Impotência: Incapacidade para ter ou manter a ereção para atividades sexuais. Também chamada de disfunção erétil.
55 Ejaculação: 1. Ato de ejacular. Expulsão vigorosa; forte derramamento (de líquido); jato. 2. Em fisiologia, emissão de esperma pela uretra no momento do orgasmo. 3. Por extensão de sentido, qualquer emissão. 4. No sentido figurado, fartura de palavras; arrazoado.
56 Sistema nervoso: O sistema nervoso é dividido em sistema nervoso central (SNC) e o sistema nervoso periférico (SNP). O SNC é formado pelo encéfalo e pela medula espinhal e a porção periférica está constituída pelos nervos cranianos e espinhais, pelos gânglios e pelas terminações nervosas.
57 Distonia: Contração muscular involuntária causando distúrbios funcionais, dolorosos e estéticos.
58 Sistema digestivo: O sistema digestivo ou digestório realiza a digestão, processo que transforma os alimentos em substâncias passíveis de serem absorvidas pelo organismo. Os materiais não absorvidos são eliminados por este sistema. Ele é composto pelo tubo digestivo e por glândulas anexas.
59 Fígado: Órgão que transforma alimento em energia, remove álcool e toxinas do sangue e fabrica bile. A bile, produzida pelo fígado, é importante na digestão, especialmente das gorduras. Após secretada pelas células hepáticas ela é recolhida por canalículos progressivamente maiores que a levam para dois canais que se juntam na saída do fígado e a conduzem intermitentemente até o duodeno, que é a primeira porção do intestino delgado. Com esse canal biliar comum, chamado ducto hepático, comunica-se a vesícula biliar através de um canal sinuoso, chamado ducto cístico. Quando recebe esse canal de drenagem da vesícula biliar, o canal hepático comum muda de nome para colédoco. Este, ao entrar na parede do duodeno, tem um músculo circular, designado esfíncter de Oddi, que controla o seu esvaziamento para o intestino.
60 Pele: Camada externa do corpo, que o protege do meio ambiente. Composta por DERME e EPIDERME.
61 Anexos: 1. Que se anexa ou anexou, apenso. 2. Contíguo, adjacente, correlacionado. 3. Coisa ou parte que está ligada a outra considerada como principal. 4. Em anatomia geral, parte acessória de um órgão ou de uma estrutura principal. 5. Em informática, arquivo anexado a uma mensagem eletrônica.
62 Erupção: 1. Ato, processo ou efeito de irromper. 2. Aumento rápido do brilho de uma estrela ou de pequena região da atmosfera solar. 3. Aparecimento de lesões de natureza inflamatória ou infecciosa, geralmente múltiplas, na pele e mucosas, provocadas por vírus, bactérias, intoxicações, etc. 4. Emissão de materiais magmáticos por um vulcão (lava, cinzas etc.).
63 Cutânea: Que diz respeito à pele, à cútis.
64 Urticária: Reação alérgica manifestada na pele como elevações pruriginosas, acompanhadas de vermelhidão da mesma. Pode afetar uma parte ou a totalidade da pele. Em geral é autolimitada e cede em pouco tempo, podendo apresentar períodos de melhora e piora ao longo de vários dias.
65 Prurido: 1.    Na dermatologia, o prurido significa uma sensação incômoda na pele ou nas mucosas que leva a coçar, devido à liberação pelo organismo de substâncias químicas, como a histamina, que irritam algum nervo periférico. 2.    Comichão, coceira. 3.    No sentido figurado, prurido é um estado de hesitação ou dor na consciência; escrúpulo, preocupação, pudor. Também pode significar um forte desejo, impaciência, inquietação.
66 Angioedema: Caracteriza-se por áreas circunscritas de edema indolor e não-pruriginoso decorrente de aumento da permeabilidade vascular. Os locais mais acometidos são a cabeça e o pescoço, incluindo os lábios, assoalho da boca, língua e laringe, mas o edema pode acometer qualquer parte do corpo. Nos casos mais avançados, o angioedema pode causar obstrução das vias aéreas. A complicação mais grave é o inchaço na garganta (edema de glote).
67 Hormônio: Substância química produzida por uma parte do corpo e liberada no sangue para desencadear ou regular funções particulares do organismo. Por exemplo, a insulina é um hormônio produzido pelo pâncreas que diz a outras células quando usar a glicose para energia. Hormônios sintéticos, usados como medicamentos, podem ser semelhantes ou diferentes daqueles produzidos pelo organismo.
68 Sintoma: Qualquer alteração da percepção normal que uma pessoa tem de seu próprio corpo, do seu metabolismo, de suas sensações, podendo ou não ser um indício de doença. O sintoma é a queixa relatada pelo paciente mas que só ele consegue perceber. Sintomas são subjetivos, sujeitos à interpretação pessoal. A variabilidade descritiva dos sintomas varia em função da cultura do indivíduo, assim como da valorização que cada pessoa dá às suas próprias percepções.
69 Galactorréia: Secreção mamária anormal de leite fora do período de amamentação. Pode ser produzida por distúrbios hormonais ou pela ação de medicamentos.
70 Hipertensão: Condição presente quando o sangue flui através dos vasos com força maior que a normal. Também chamada de pressão alta. Hipertensão pode causar esforço cardíaco, dano aos vasos sangüíneos e aumento do risco de um ataque cardíaco, derrame ou acidente vascular cerebral, além de problemas renais e morte.
71 Hipotensão: Pressão sanguínea baixa ou queda repentina na pressão sanguínea. A hipotensão pode ocorrer quando uma pessoa muda rapidamente de uma posição sentada ou deitada para a posição de pé, causando vertigem ou desmaio.
72 Equimose: Mancha escura ou azulada devido à infiltração difusa de sangue no tecido subcutâneo. A maioria aparece após um traumatismo, mas pode surgir espontaneamente em pessoas que apresentam fragilidade capilar ou alguma coagulopatia. Após um período de tempo variável, a equimose desaparece passando por diferentes gradações: violácea, acastanhada, esverdeada e amarelada.
73 Trombocitopenia: É a redução do número de plaquetas no sangue. Contrário de trombocitose. Quando a quantidade de plaquetas no sangue é inferior a 150.000/mm³, diz-se que o indivíduo apresenta trombocitopenia (ou plaquetopenia). As pessoas com trombocitopenia apresentam tendência de sofrer hemorragias.
74 Retenção urinária: É um problema de esvaziamento da bexiga causado por diferentes condições. Normalmente, o ato miccional pode ser iniciado voluntariamente e a bexiga se esvazia por completo. Retenção urinária é a retenção anormal de urina na bexiga.
75 Edema: 1. Inchaço causado pelo excesso de fluidos no organismo. 2. Acúmulo anormal de líquido nos tecidos do organismo, especialmente no tecido conjuntivo.
76 Parestesia: Sensação cutânea subjetiva (ex.: frio, calor, formigamento, pressão, etc.) vivenciada espontaneamente na ausência de estimulação.
77 Sintomático: 1. Relativo a ou que constitui sintoma. 2. Que é efeito de alguma doença. 3. Por extensão de sentido, é o que indica um particular estado de coisas, de espírito; revelador, significativo.
78 Creatinina: Produto residual das proteínas da dieta e dos músculos do corpo. É excretada do organismo pelos rins. Uma vez que as doenças renais progridem, o nível de creatinina aumenta no sangue.
79 Insuficiência hepática: Deterioração grave da função hepática. Pode ser decorrente de hepatite viral, cirrose e hepatopatia alcoólica (lesão hepática devido ao consumo de álcool) ou medicamentosa (causada por medicamentos como, por exemplo, o acetaminofeno). Para que uma insuficiência hepática ocorra, deve haver uma lesão de grande porção do fígado.
80 Sistema Nervoso Central: Principais órgãos processadores de informação do sistema nervoso, compreendendo cérebro, medula espinhal e meninges.
81 Antídoto: Substância ou mistura que neutraliza os efeitos de um veneno. Esta ação pode reagir diretamente com o veneno ou amenizar/reverter a ação biológica causada por ele.

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