PRONEST

MEIZLER

Atualizado em 09/12/2014

PRONEST
Propofol
Emulsão para Injeção1 - i.v.

Forma Farmacêutica e Apresentações de Pronest

Pronest é uma emulsão óleo em água, branca e isotônica2, para administração intravenosa. Apresenta-se em ampolas de 20mL e frascos-ampolas de 50mL e 100mL, contendo 10mg de Propofol por mL de emulsão. Caixas contendo 1, 5 e 10 ampola(s), para o volume de 20mL e 1, 5 e 10 frasco(s)-ampola(s) para os volumes de 50mL e 100mL.

USO ADULTO E PEDIÁTRICO

Composição de Pronest

Cada mL da emulsão contém:
Propofol ....................10,0 mg
Glicerol ....................22,5 mg
Lecitina de Ovo3 Purificada ....................12,0 mg
Óleo de Soja ....................100,0 mg
Ácido Oleico ....................q.s. pH 7,5 - 8,5
Hidróxido de Sódio ....................q.s. pH 7,5 - 8,5
Nitrogênio ....................q.s.
Água para Injeções ....................q.s.p. 1mL

Informações ao Paciente de Pronest

O medicamento deve ser conservado em sua embalagem original, sob temperatura entre 2ºC e 25ºC, ao abrigo da luz e umidade excessiva. Evitar o congelamento.Agite o frasco antes de usar. Se houver formação de duas camadas, após a agitação, descarte o medicamento.
O prazo de validade do Pronest é de 24 meses após sua data de fabricação (vide rótulo e cartucho). Após sua abertura, utilizá-lo em até 6 horas.
Qualquer conteúdo remanescente na embalagem deve ser descartado.

" NÃO USE O MEDICAMENTO SE O PRAZO DE VALIDADE ESTIVER VENCIDO"

Informe seu médico a ocorrência de gravidez4 na vigência do tratamento ou após seu término. Informe seu médico se está amamentando.
Informe seu médico o aparecimento de reações desagradáveis.

" TODO MEDICAMENTO DEVE SER MANTIDO FORA DO ALCANCE DAS CRIANÇAS"

Informe seu médico sobre qualquer medicamento que esteja usando, antes do início, ou durante o tratamento.

" NÃO TOME REMÉDIO SEM O CONHECIMENTO DE SEU MÉDICO, PODE SER PERIGOSO PARA A SUA SAÚDE5"

Pronest é uma emulsão para uso exclusivamente intravenoso.

Informações Técnicas de Pronest

Modo de Ação:
Propofol é um agente anestésico intravenoso de curta duração e de ação altamente rápida. A duração da anestesia6 é de 10 minutos a 1 hora, dependendo da dose e medicação coadjuvante7. Seu mecanismo de ação ainda não foi elucidado. De maneira geral, aceita-se que os anestésicos provoquem um efeito não específico na membrana lipídica. Ainda não foi identificado nenhum receptor específico. A recuperação do paciente é rápida e lúcida, podendo este abrir os olhos8 dentro de 10 minutos.

Farmacocinética:
Propofol possui alta ligação protéica plasmática (em torno de 97‰). É amplamente distribuído e rapidamente eliminado do corpo.
Após a administração intravenosa, seja por uma dose bolus9 ou infusão, a cinética10 do Propofol pode ser descrita através de um modelo de 3 fases: uma fase de distribuição rápida (t1/2 = 1,8 a 8,3 minutos); uma fase de b-eliminação (t1/2 = 30 a 60 minutos) e uma fase de g-eliminação, onde a redução dos níveis sangüíneos é demorada devido à lenta redistribuição proveniente de um compartimento profundo, provavelmente, tecido adiposo11. Esta fase não afeta o tempo de recuperação na prática clínica. Propofol é metabolizado, principalmente, por conjugação no fígado12, com uma depuração de aproximadamente 2L/min, porém existe também metabolismo13 extra-hepático. Os metabólitos14 inativos são excretados, principalmente, pelos rins15 (aproximadamente 88‰). Não foi observado acúmulo significativo de Propofol após procedimentos cirúrgicos de, no mínimo, 5 horas de duração, sob o regime de manutenção habitual.
A farmacocinética do Propofol não parece ser alterada por gênero (sexo), cirrose16 hepática17 ou deficiência crônica renal18.
Propofol atravessa a barreira placentária e é também excretado juntamente com o leite materno.

Indicações de Pronest

O uso de Pronest é indicado como um agente anestésico intravenoso, de curta duração, para indução e manutenção de anestesia6 geral, e para sedação19 de pacientes artificialmente ventilados em U.T.I.

Contra-Indicações de Pronest

Pronest é contra-indicado a pessoas que apresentem hipersensibilidade ao princípio ativo ou a qualquer um dos excipientes constituintes da fórmula.

Precauções de Pronest

Pronest deve ser administrado por profissional especializado na área e em técnicas de anestesia6.Durante a administração, devem estar disponíveis os recursos ressuscitatórios de emergência20.
Deve-se agitar o produto antes de usá-lo. Se houver formação de duas camadas no produto (ampola ou frasco-ampola) após a agitação, desprezá-lo.
Os sistemas de administração com Pronest não diluído devem ser substituídos 12 horas após a abertura da ampola ou frasco-ampola, devido à ausência de conservantes antimicrobianos em sua composição, o que poderia favorecer um rápido crescimento de microrganismos no produto.
Pronest não deve ser administrado através de filtro microbiológico21.
As diluições devem ser preparadas assepticamente, imediatamente antes da administração, e usadas no prazo máximo de 6 horas, após a preparação.
Qualquer porção remanescente, após o primeiro uso, deve ser descartada.
Em pacientes idosos ou debilitados, em pacientes com insuficiências cardíacas, respiratórias, renais ou hepáticas22, ou em pacientes hipovolêmicos, Pronest deve ser administrado com muita cautela.
Pronest não deve ser administrado em pacientes com deficiências cardíacas avançadas ou outras doenças severas do miocárdio23, devido aos efeitos hemodinâmicos no sistema cardiovascular24, exceto com extremo cuidado, em dose reduzida e com monitoração intensiva.
Pronest não possui atividade vagolítica e seu uso foi associado à ocorrência de bradicardia25, ocasionalmente, profunda. A administração intravenosa de um agente anticolinérgico, antes da indução ou manutenção de anestesia6, deve ser considerada, especialmente quando existir a possibilidade de predominância do tônus vagal ou quando Pronest for utilizado juntamente com outros agentes que possam causar bradicardia25.
Pacientes com deficiências hepáticas22 e/ou renais, com concentrações baixas de albumina26, devem ser regularmente submetidos a exames para verificar a necessidade de uma hemodiálise27.
Pronest, quando administrado, em pacientes portadores de epilepsia28, pode aumentar o risco de convulsões.
Cuidado especial deve ser aplicado a pacientes com distúrbios de metabolismo13 de gorduras e a pacientes com outras desordens onde emulsões lipídicas devem ser usadas com cuidado. Quando o paciente estiver recebendo na infusão Pronest e lipídios intravenosos, a quantia de lipídios deve ser reduzida já que Pronest também contém lipídios (0,1g gordura29/mL de emulsão).
A co-administração de outras drogas e fluidos à infusão de Pronest deve ser feita próxima ao local da cânula.
A dor local no ponto da injeção1 pode ser reduzida pela administração direta dentro de uma veia grande do antebraço30 ou na fossa antecubital, ou pela administração prévia ou concomitante de lidocaína.

Uso na gravidez4 e lactação31:
Como precaução segura, Pronest não deve ser usado durante a gravidez4 e lactação31.

Uso em crianças:
Pronest não é recomendado para anestesia6 geral em crianças menores de 3 anos de idade e para sedação19 em crianças menores de 16 anos de idade em U.T.I..

Efeitos na habilidade para dirigir veículos e operar máquinas:
O paciente deverá ser alertado que seu desempenho em dirigir veículos ou operar máquinas estará prejudicado, temporariamente (cerca de 24 horas), após a anestesia6 geral.

Interações Medicamentosas de Pronest

Deve ser considerado que o uso concomitante de Pronest e pré-medicação, de agentes inalantes ou agentes analgésicos32, pode potencializar a anestesia6 e os efeitos colaterais33 cardiovasculares.
Depois da administração de fentanila, o nível sangüíneo de Pronest pode ser, temporariamente, aumentado. O ajuste da dose de manutenção não é necessário.
Pronest não pode ser administrado com outros medicamentos em uma mesma seringa34 ou bolsa de infusão.

Reações Adversas de Pronest

Os efeitos colaterais33 de Pronest durante a indução, manutenção da anestesia6 e duração da recuperação são raros.Dor no local da injeção1 ocorre regularmente.
Durante a indução, pode ocorrer mínima excitação, hipotensão35 e apnéia36 de curta duração, dependendo da dose e do uso de outros medicamentos. A hipotensão35, durante a anestesia6, requer uma redução da proporção entre quantidade/tempo de administração e terapia de reposição de líquidos.
Durante a recuperação foram relatados, em um pequeno número de pacientes, náuseas37, vômitos38 e dores de cabeça39.
Após administração prolongada, raramente, verificam-se mudanças na coloração da urina40.
Movimentos convulsivos, incluindo opistótono41, ocorrem esporadicamente.

Posologia de Pronest

A dose de Pronest deve ser estabelecida individualmente, por um anestesista experiente, com base no peso corporal, sensibilidade do paciente e outras medicações que estão sendo administradas concomitantemente.
Pronest é utilizado também para sedação19 durante procedimentos cirúrgicos e diagnósticos, e tem sido utilizado juntamente com a raqui-anestesia6 e anestesia6 epidural42. Recomenda-se que Pronest seja titulado, com base na resposta do paciente, até que os sinais43 clínicos mostrem o início do efeito anestésico.

Indução da anestesia6 geral:

*Adultos:
A dose para adultos com idade inferior a 55 anos é 2,0 - 2,5mg/Kg de peso corporal.
Pacientes com mais de 55 anos de idade, geralmente, necessitam de uma dose menor (cerca de 20‰ menor).
A proporção entre quantidade/tempo para administração em adultos saudáveis é de aproximadamente 4mL (40mg) em 10 segundos.
Para pacientes44 em risco maior (graus ASA III e IV), essa proporção é de 2mL (20mg) em 10 segundos.

*Crianças acima de 3 anos de idade:
Recomenda-se que a administração de Pronest seja lenta, observando sua resposta, até que os sinais43 clínicos indiquem o início do efeito anestésico.
A dose deve ser ajustada com a idade e peso corporal. Crianças acima de 8 anos de idade necessitam de, aproximadamente, 2,5mg/Kg.
Entre os 3 e 8 anos, talvez seja necessário aumentar a dose acima citada. Recomenda-se o uso de doses menores para pacientes44 jovens em risco maior (graus ASA III e IV).

Manutenção da Anestesia6 Geral:
Se a anestesia6 for mantida mediante injeções em bolus9 repetitivas, deve-se administrar a dose em incrementos de 25mg (2,5mL) a 50mg (5,0mL).

*Adultos, por infusão: 4 - 12mg/Kg/h

*Crianças acima de 3 anos, por infusão: 9 - 15mg/Kg/h

Sedação19 na U.T.I.:
Pronest é usado, preferivelmente, em infusão contínua. A proporção entre quantidade/tempo de administração depende do nível de sedação19 desejado. Uma sedação19 satisfatória será, em geral, obtida com uma dose de 0,3 - 4,0mg/Kg/h. Pronest não é recomendado para sedação19 de crianças abaixo de 16 anos de idade.

Administração de Pronest

Deve-se levar em consideração as seguintes notas para instrução de uso e manipulação de Pronest:Proteção para as mãos45 deve ser usada ao abrir as ampolas ou frascos-ampolas deste produto.
Ampolas ou frascos-ampolas congelados não devem ser usados.
Agite antes de usar. Se houver a formação de duas camadas nas ampolas ou frascos-ampolas, após agitação, o produto não deverá ser usado.
Cuidados de assepsia46 devem ser observados até o término da infusão, durante a manipulação do fármaco47 e do equipamento específico a ser utilizado.
Uso exclusivo intravenoso.
Todo o conteúdo remanescente nas ampolas ou frascos-ampolas deve ser descartado.

Administração por infusão:
Pode-se administrar Pronest não diluído, ou diluído com solução Dextrose48 5‰ B.P. para infusão intravenosa ou solução de Cloreto de Sódio 0,9‰ para infusão intravenosa através de técnicas com controle de infusão.
Quanto à administração de Pronest não diluído para manutenção da anestesia6, recomenda-se o uso de uma bomba de infusão volumétrica ou uma seringa34 de êmbolo49 para controlar a proporção entre quantidade/tempo de administração.
Uma bureta, conta-gotas ou bomba volumétrica deve ser instalada na linha de infusão para evitar infusão acidental ou descontrolada de grandes volumes de Pronest diluído.
O risco de infusão descontrolada deve ser levado em consideração no momento da decisão sobre a quantidade máxima de Pronest que será colocada na bureta. A co-administração de uma solução de cloreto de sódio/dextrose48 com Pronest é possível através de uma peça conectora tipo " Y"  colocada próxima ao local da injeção1.

Diluição e co-administração de Pronest com outras drogas

Técnica de co-administração:
1 - Pré-mistura feita de maneira asséptica.
Aditivo ou diluente: Solução de Dextrose48 5‰ B.P. para infusão intravenosa.
Preparo: Misturar 1 parte de emulsão de Pronest com até 4 partes de solução de Dextrose48 5‰ para Infusão Intravenosa B.P. em bolsas de PVC para infusão ou recipientes de vidro para infusão.      
Precauções: Prepare imediatamente antes da administração.
A mistura permanece estável por até 6 horas.    
Prepare a mistura de maneira asséptica antes da administração.

Aditivo ou diluente: Injeção1 de Cloridrato de Lidocaína (0,5‰ ou 1‰ sem conservante).    
Preparo: Misture 20 partes de emulsão de Pronest com até uma parte de Cloridrato de         Lidocaína 0,5‰ ou 1‰.
Precaução: Use apenas para indução.       

Superdosagem de Pronest


A superdosagem pode ocasionar depressão cardiorrespiratória. A depressão respiratória deve ser tratada por ventilação50 artificial com oxigênio. A depressão cardiovascular requer que a cabeça39 do paciente seja abaixada (posição de Trendelenburg) e, em casos severos, o uso de expansores plasmáticos e agentes hipertensores se faz necessário.

USO RESTRITO A HOSPITAIS

VENDA SOB PRESCRIÇÃO MÉDICA


SÓ PODE SER VENDIDO COM RETENÇÃO DA RECEITA


PRONEST - Laboratório

MEIZLER
Alameda Juruá, 149 - Alphaville
Barueri/SP - CEP: 06455-010
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Complementos

1 Injeção: Infiltração de medicação ou nutrientes líquidos no corpo através de uma agulha e seringa.
2 Isotônica: Relativo à ou pertencente à ação muscular que ocorre com uma contração normal. Em química, significa a igualdade de pressão entre duas soluções.
3 Ovo: 1. Célula germinativa feminina (haploide e madura) expelida pelo OVÁRIO durante a OVULAÇÃO. 2. Em alguns animais, como aves, répteis e peixes, é a estrutura expelida do corpo da mãe, que consiste no óvulo fecundado, com as reservas alimentares e os envoltórios protetores.
4 Gravidez: Condição de ter um embrião ou feto em desenvolvimento no trato reprodutivo feminino após a união de ovo e espermatozóide.
5 Saúde: 1. Estado de equilíbrio dinâmico entre o organismo e o seu ambiente, o qual mantém as características estruturais e funcionais do organismo dentro dos limites normais para sua forma de vida e para a sua fase do ciclo vital. 2. Estado de boa disposição física e psíquica; bem-estar. 3. Brinde, saudação que se faz bebendo à saúde de alguém. 4. Força física; robustez, vigor, energia.
6 Anestesia: Diminuição parcial ou total da sensibilidade dolorosa. Pode ser induzida por diferentes medicamentos ou ser parte de uma doença neurológica.
7 Coadjuvante: Que ou o que coadjuva, auxilia ou concorre para um objetivo comum.
8 Olhos:
9 Bolus: Uma quantidade extra de insulina usada para reduzir um aumento inesperado da glicemia, freqüentemente relacionada a uma refeição rápida.
10 Cinética: Ramo da física que trata da ação das forças nas mudanças de movimento dos corpos.
11 Tecido Adiposo: Tecido conjuntivo especializado composto por células gordurosas (ADIPÓCITOS). É o local de armazenamento de GORDURAS, geralmente na forma de TRIGLICERÍDEOS. Em mamíferos, existem dois tipos de tecido adiposo, a GORDURA BRANCA e a GORDURA MARROM. Suas distribuições relativas variam em diferentes espécies sendo que a maioria do tecido adiposo compreende o do tipo branco.
12 Fígado: Órgão que transforma alimento em energia, remove álcool e toxinas do sangue e fabrica bile. A bile, produzida pelo fígado, é importante na digestão, especialmente das gorduras. Após secretada pelas células hepáticas ela é recolhida por canalículos progressivamente maiores que a levam para dois canais que se juntam na saída do fígado e a conduzem intermitentemente até o duodeno, que é a primeira porção do intestino delgado. Com esse canal biliar comum, chamado ducto hepático, comunica-se a vesícula biliar através de um canal sinuoso, chamado ducto cístico. Quando recebe esse canal de drenagem da vesícula biliar, o canal hepático comum muda de nome para colédoco. Este, ao entrar na parede do duodeno, tem um músculo circular, designado esfíncter de Oddi, que controla o seu esvaziamento para o intestino.
13 Metabolismo: É o conjunto de transformações que as substâncias químicas sofrem no interior dos organismos vivos. São essas reações que permitem a uma célula ou um sistema transformar os alimentos em energia, que será ultilizada pelas células para que as mesmas se multipliquem, cresçam e movimentem-se. O metabolismo divide-se em duas etapas: catabolismo e anabolismo.
14 Metabólitos: Qualquer composto intermediário das reações enzimáticas do metabolismo.
15 Rins: Órgãos em forma de feijão que filtram o sangue e formam a urina. Os rins são localizados na região posterior do abdômen, um de cada lado da coluna vertebral.
16 Cirrose: Substituição do tecido normal de um órgão (freqüentemente do fígado) por um tecido cicatricial fibroso. Deve-se a uma agressão persistente, infecciosa, tóxica ou metabólica, que produz perda progressiva das células funcionalmente ativas. Leva progressivamente à perda funcional do órgão.
17 Hepática: Relativa a ou que forma, constitui ou faz parte do fígado.
18 Renal: Relacionado aos rins. Uma doença renal é uma doença dos rins. Insuficiência renal significa que os rins pararam de funcionar.
19 Sedação: 1. Ato ou efeito de sedar. 2. Aplicação de sedativo visando aliviar sensação física, por exemplo, de dor. 3. Diminuição de irritabilidade, de nervosismo, como efeito de sedativo. 4. Moderação de hiperatividade orgânica.
20 Emergência: 1. Ato ou efeito de emergir. 2. Situação grave, perigosa, momento crítico ou fortuito. 3. Setor de uma instituição hospitalar onde são atendidos pacientes que requerem tratamento imediato; pronto-socorro. 4. Eclosão. 5. Qualquer excrescência especializada ou parcial em um ramo ou outro órgão, formada por tecido epidérmico (ou da camada cortical) e um ou mais estratos de tecido subepidérmico, e que pode originar nectários, acúleos, etc. ou não se desenvolver em um órgão definido.
21 Microbiológico: Referente à microbiologia, ou seja, à especialidade biomédica que estuda os microrganismos patogênicos, responsáveis pelas doenças infecciosas, englobando a bacteriologia (bactérias), virologia (vírus) e micologia (fungos).
22 Hepáticas: Relativas a ou que forma, constitui ou faz parte do fígado.
23 Miocárdio: Tecido muscular do CORAÇÃO. Composto de células musculares estriadas e involuntárias (MIÓCITOS CARDÍACOS) conectadas, que formam a bomba contrátil geradora do fluxo sangüíneo. Sinônimos: Músculo Cardíaco; Músculo do Coração
24 Sistema cardiovascular: O sistema cardiovascular ou sistema circulatório sanguíneo é formado por um circuito fechado de tubos (artérias, veias e capilares) dentro dos quais circula o sangue e por um órgão central, o coração, que atua como bomba. Ele move o sangue através dos vasos sanguíneos e distribui substâncias por todo o organismo.
25 Bradicardia: Diminuição da freqüência cardíaca a menos de 60 batimentos por minuto. Pode estar associada a distúrbios da condução cardíaca, ao efeito de alguns medicamentos ou a causas fisiológicas (bradicardia do desportista).
26 Albumina: Proteína encontrada no plasma, com importantes funções, como equilíbrio osmótico, transporte de substâncias, etc.
27 Hemodiálise: Tipo de diálise que vai promover a retirada das substâncias tóxicas, água e sais minerais do organismo através da passagem do sangue por um filtro. A hemodiálise, em geral, é realizada 3 vezes por semana, em sessões com duração média de 3 a 4 horas, com o auxílio de uma máquina, dentro de clínicas especializadas neste tratamento. Para que o sangue passe pela máquina, é necessária a colocação de um catéter ou a confecção de uma fístula, que é um procedimento realizado mais comumente nas veias do braço, para permitir que estas fiquem mais calibrosas e, desta forma, forneçam o fluxo de sangue adequado para ser filtrado.
28 Epilepsia: Alteração temporária e reversível do funcionamento cerebral, que não tenha sido causada por febre, drogas ou distúrbios metabólicos. Durante alguns segundos ou minutos, uma parte do cérebro emite sinais incorretos, que podem ficar restritos a esse local ou espalhar-se. Quando restritos, a crise será chamada crise epiléptica parcial; quando envolverem os dois hemisférios cerebrais, será uma crise epiléptica generalizada. O paciente pode ter distorções de percepção, movimentos descontrolados de uma parte do corpo, medo repentino, desconforto no estômago, ver ou ouvir de maneira diferente e até perder a consciência - neste caso é chamada de crise complexa. Depois do episódio, enquanto se recupera, a pessoa pode sentir-se confusa e ter déficits de memória. Existem outros tipos de crises epilépticas.
29 Gordura: Um dos três principais nutrientes dos alimentos. Os alimentos que fornecem gordura são: manteiga, margarina, óleos, nozes, carnes vermelhas, peixes, frango e alguns derivados do leite. O excesso de calorias é estocado no organismo na forma de gordura, fornecendo uma reserva de energia ao organismo.
30 Antebraço:
31 Lactação: Fenômeno fisiológico neuro-endócrino (hormonal) de produção de leite materno pela puérpera no pós-parto; independente dela estar ou não amamentando.Toda mulher após o parto tem produção de leite - lactação; mas, infelizmente nem todas amamentam.
32 Analgésicos: Grupo de medicamentos usados para aliviar a dor. As drogas analgésicas incluem os antiinflamatórios não-esteróides (AINE), tais como os salicilatos, drogas narcóticas como a morfina e drogas sintéticas com propriedades narcóticas, como o tramadol.
33 Efeitos colaterais: 1. Ação não esperada de um medicamento. Ou seja, significa a ação sobre alguma parte do organismo diferente daquela que precisa ser tratada pelo medicamento. 2. Possível reação que pode ocorrer durante o uso do medicamento, podendo ser benéfica ou maléfica.
34 Seringa: Dispositivo usado para injetar medicações ou outros líquidos nos tecidos do corpo. A seringa de insulina é formada por um tubo plástico com um êmbolo e uma agulha pequena na ponta.
35 Hipotensão: Pressão sanguínea baixa ou queda repentina na pressão sanguínea. A hipotensão pode ocorrer quando uma pessoa muda rapidamente de uma posição sentada ou deitada para a posição de pé, causando vertigem ou desmaio.
36 Apnéia: É uma parada respiratória provocada pelo colabamento total das paredes da faringe que ocorre principalmente enquanto a pessoa está dormindo e roncando. No adulto, considera-se apnéia após 10 segundos de parada respiratória. Como a criança tem uma reserva menor, às vezes, depois de dois ou três segundos, o sangue já se empobrece de oxigênio.
37 Náuseas: Vontade de vomitar. Forma parte do mecanismo complexo do vômito e pode ser acompanhada de sudorese, sialorréia (salivação excessiva), vertigem, etc .
38 Vômitos: São a expulsão ativa do conteúdo gástrico pela boca. Podem ser classificados em: alimentar, fecalóide, biliar, em jato, pós-prandial. Sinônimo de êmese. Os medicamentos que agem neste sintoma são chamados de antieméticos.
39 Cabeça:
40 Urina: Resíduo líquido produzido pela filtração renal no organismo, estocado na bexiga e expelido pelo ato de urinar.
41 Opistótono: Espasmo em que a coluna vertebral e as extremidades se curvam para diante e o corpo, em arco, fica apoiado sobre a parte de trás da cabeça e os calcanhares. É um espasmo típico do tétano.
42 Epidural: Mesmo que peridural. Localizado entre a dura-máter e a vértebra (diz-se do espaço do canal raquidiano). Na anatomia geral e na anestesiologia, é o que se localiza ou que se faz em torno da dura-máter.
43 Sinais: São alterações percebidas ou medidas por outra pessoa, geralmente um profissional de saúde, sem o relato ou comunicação do paciente. Por exemplo, uma ferida.
44 Para pacientes: Você pode utilizar este texto livremente com seus pacientes, inclusive alterando-o, de acordo com a sua prática e experiência. Conheça todos os materiais Para Pacientes disponíveis para auxiliar, educar e esclarecer seus pacientes, colaborando para a melhoria da relação médico-paciente, reunidos no canal Para Pacientes . As informações contidas neste texto são baseadas em uma compilação feita pela equipe médica da Centralx. Você deve checar e confirmar as informações e divulgá-las para seus pacientes de acordo com seus conhecimentos médicos.
45 Mãos: Articulação entre os ossos do metacarpo e as falanges.
46 Assepsia: É o conjunto de medidas que utilizamos para impedir a penetração de micro-organismos em um ambiente que logicamente não os tem. Logo um ambiente asséptico é aquele que está livre de infecção.
47 Fármaco: Qualquer produto ou preparado farmacêutico; medicamento.
48 Dextrose: Também chamada de glicose. Açúcar encontrado no sangue que serve como principal fonte de energia do organismo.
49 Êmbolo: 1. Cilindro ou disco que se move em vaivém no interior de seringas, bombas, etc. 2. Na engenharia mecânica, é um cilindro metálico deslizante que recebe um movimento de vaivém no interior de um cilindro de motor de combustão interna. 3. Em artes gráficas, é uma haste de ferro com um cilindro, articulada para comprimir e lançar o chumbo ao molde. 4. Em patologia, é um coágulo ou outro tampão trazido pela corrente sanguínea a partir de um vaso distante, que obstrui a circulação ao ser forçado contra um vaso menor. 5. Na anatomia zoológica, nas aranhas, é um prolongamento delgado no ápice do aparelho copulador masculino.
50 Ventilação: 1. Ação ou efeito de ventilar, passagem contínua de ar fresco e renovado, num espaço ou recinto. 2. Agitação ou movimentação do ar, natural ou provocada para estabelecer sua circulação dentro de um ambiente. 3. Em fisiologia, é o movimento de ar nos pulmões. Perfusão Em medicina, é a introdução de substância líquida nos tecidos por meio de injeção em vasos sanguíneos.

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