Preço de GLIMEPIL em Fairfield/SP: R$ 28,49

GLIMEPIL

FARMOQUIMICA

Atualizado em 08/12/2014

GLIMEPIL®
Glimepirida1

CLASSE
Antidiabético

Fórmula de Glimepil

Cada comprimido contém:1mg de glimepirida1 e excipiente (Lactose2, Celulose Microcristalina, Óxido de Ferro Amarelo, Estearato de Magnésio e Corante Azul) q.s.p 1 comprimido.

2mg de glimepirida1 e excipiente (Lactose2, Celulose Microcristalina, Óxido de Ferro Amarelo e Estearato de Magnésio) q.s.p 1 comprimido.

4mg de glimepirida1 e excipiente (Lactose2, Celulose Microcristalina, e Estearato de Magnésio) q.s.p 1 comprimido.

6mg de glimepirida1 e excipiente (avicel, P.V.P, croscamelose sódica, lactose2 mono, estearato de magnésio, corante azul FDC, água purificada).

O Que é de Glimepil

GLIMEPIL® (Glimepirida1) é uma sulfamida hipoglicemiante3 derivada das sulfoniluréias4.

Mecanismo de Ação de Glimepil

A glimepirida1 atua por estimulação da liberação de insulina5 das células6 beta das ilhotas pancreáticas7, reduzindo a captação hepática8 da insulina5 secretada endogenamente9 e suprimindo diretamente a liberação de glucagon10. A glimepirida1 é bem absorvida por via oral apresentando uma concentração plasmática máxima em torno de 2 a 5 horas após administrada. Apresenta uma forte taxa de ligação às proteínas11 plasmáticas (cerca de 99%) e é totalmente metabolizada no fígado12, e seus metabolitos13 são eliminados em torno de 58% através da urina14 e cerca de 35% pelas fezes.

Indicações de Glimepil

Tratamento oral do diabetes mellitus15 não-insulino dependente (tipo II ou diabetes16 do adulto), quando os níveis de glicose17 não podem ser adequadamente controlados por meio de dieta alimentar, exercícios físicos e redução de peso.

Contra-Indicações de Glimepil

GLIMEPIL® (Glimepirida1) é contra-indicada nas seguintes situações: diabetes16 insulino dependentes (diabetes juvenil18), descompensação acidótica grave, pacientes em pré-coma19 ou coma19 diabético e coma19 hipoglicêmico. Diabetes16 com insuficiência hepática20 ou renal21 grave. Pacientes com história de hipersensibilidade à glimepirida1 e a outras sulfoniluréias4, derivados sulfonamídicos e a qualquer dos componentes da fórmula. Gravidez22 e lactação23.

Interações Medicamentosas de Glimepil

•  Pode haver potencialização dos efeitos da glimepirida1: insulina5, outros hipoglicemiantes orais24, alopurinol, cloranfenicol, fenfluramina, fibratos, guanetidina, inibidores da MAO25, acido paraminosalicílico, ciclofosfamidas, fenilbutazona e oxifenilbutazona, probenecida, salicilatos, sulfonamidas, tritiqualina, inibidores da ECA, esteróides anabolizantes e hormônios masculinos, derivados cumarínicos, disopiramida, feniramidol, fluoxetina, ifosfamida, miconazol, pentoxifilina (uso parenteral em doses elevadas), azapropazona, quinolonas, sulfimpirazona, tetraciclinas e trofosfamida.
•  Beta-bloqueadores: diminuem a tolerância à glicose17, e em pacientes com diabetes16, podem levar à deterioração do controle metabólico.
•  Reduzem os efeitos hipoglicemiantes26 da glimepirida1: acetazolamida, corticosteróides, diuréticos27, glucagon10, ácido nicotínico (doses elevadas), fenotiazínicos, rifampicina, barbitúricos, diazóxido, adrenalina28, e outros agentes simpaticomiméticos, laxantes29 (uso abusivo), estrogênios e progestagênios, fenitoína, hormônios da tiróide, antagonistas dos receptores H2, clonidina e reserpina (podem induzir tanto a potenciação como a redução).
•  O álcool pode potencializar ou diminuir a ação hipoglicemiante3 da glimepirida1.

Precauções de Glimepil

•  Pesquisas recentes sugerem que os níveis de alteração de açúcar30 no sangue31 durante a gravidez22 estão associadas com uma maior incidência32 de irregularidades congênitas33; portanto não é indicado o uso da glimepirida1 durante a gravidez22, sendo que inúmeros especialistas recomendam o uso da insulina5 durante a gravidez22 para manter os níveis glicêmicos tão próximos do normal quanto possível.•  A lactação23 deve ser suspensa durante o período de tratamento com a glimepirida1
•  Dieta adequada, exercícios físicos suficientes e regulares e, se necessário, redução do peso corporal, são tão importantes quanto o uso regular da glimepirida1.
•  O paciente deve ser orientado para informar imediatamente ao médico qualquer reação do tipo hipoglicêmico. Durante as primeiras semanas do tratamento, o risco da ocorrência de hipoglicemia34 pode estar aumentada e necessita de monitoração cuidadosa. Sinais35 clínicos da hiperglicemia36: poliúria37, polidipsia38, secura da boca39 e pele40 ressecada. A hipoglicemia34 pode ser prontamente corrigida por administração de carboidratos (glicose17 ou açucar puro ou suco de frutas ou chá adoçados)
. Para este propósito, os pacientes devem carregar um mínimo de 20g de glicose17 e podem necessitar ajuda de outras pessoas para evitar complicações. Adoçantes artificiais não são efetivos no controle da hipoglicemia34.
•  Especial atenção deve ser mantida nos casos de moléstias infecciosas e febris, em intervenções cirúrgicas, traumatismos e outras situações com possibilidade de desequilíbrio metabólico, quando pode ser necessário administrar um tratamento insulínico para manter um adequado controle metabólico.
•  Durante o tratamento com a glimepirida1 devem ser realizadas as determinações periódicas dos níveis de glicemia41 e glicosúria42, juntamente medindo-se a proporção de hemoglobina glicosilada43 e possivelmente de fructosamina.
•  Pode ocorrer uma diminuição do estado de alerta do paciente, conseqüente à hipo ou hiperglicemia36, especialmente no início ou após alterações no tratamento ou quando a glimepirida1 não for administrada regularmente, afetando por exemplo, a habilidade de conduzir veículos e/ou operar máquinas.

Reações Adversas de Glimepil

•  Hipoglicemia34.
•  Das reações gastrintestinais foram ocasionalmente relatadas: náuseas44, vômitos45, sensação de plenitude gástrica, dores abdominais e diarréia46. Em casos isolados foram observados aumentos das enzimas hepáticas47 e alterações na função hepática8 (colestase48, icterícia49 e hepatite50).
•  Reações hematológicas: em casos isolados foram observados leucopenia51, anemia hemolítica52 e eritrocitopenia, agranulocitose53 e pancitopenia54 (por supressão medular), raramente trombocitopenia55.
•  Reações dermatológicas: ocasionalmente foi observado prurido56, urticária57 e erupções maculopapulares. Tais reações são leves, mas podem tornar-se severas acompanhadas por dispnéia58 e hipotensão arterial59, as vezes evoluindo até choque60. Em casos de urticária57 o médico deve ser imediatamente informado.
•  Em casos isolados podem ocorrer diminuição do sódio sérico, vasculite61 alérgica e hipersensibilidade cutânea62 à luz. Visto que alguns efeitos adversos, tais como hipoglicemia34 severa, certas alterações na crase sangüínea, reações alérgicas ou pseudo-alérgicas graves ou insuficiência hepática20 podem, sob certas circunstâncias tornarem-se risco de vida, é essencial que um médico seja informado caso ocorram.

Posologia de Glimepil

A dose deve ser suficiente para atingir o controle metabólico exigido. As doses iniciais e de manutenção são baseadas nos resultados de monitoração regular da glicemia41 ou glicosúria42. Dúvidas e enganos (como esquecer de uma dose) nunca devem ser resolvidos (por exemplo tomando-se uma dose maior mais tarde) por conta própria.
•  A dose inicial é de 1 mg de glimepirida1 diariamente. Se necessário esta dose pode ser aumentada. Recomenda-se que tal aumento se faça de acordo com o controle do nível de glicose17 no sangue31 e de forma gradual, em intervalos de 1 a 2 semanas, de acordo com as seguintes etapas : 1 mg, 2 mg, 3 mg, 4 mg e 6 mg. A dose inicial usual para pacientes63 com diabetes16 bem-controlada é de 1 a 4 mg de glimepirida1 ao dia. Doses diárias superiores a 6 mg (até 8 mg) somente são eficazes para uma minoria de pacientes, portanto, doses superiores não devem ser utilizadas. A distribuição das doses é determinada pelo médico, levando-se em consideração o quadro clínico do paciente. Normalmente, uma única dose diária de glimepirida1 é suficiente. Recomenda-se administrar imediatamente antes da primeira refeição substancial ou da primeira refeição principal. É muito importante alimentar-se bem após a administração da medicação.
•  Ajuste secundário de dose: a sensibilidade à insulina5 aumenta à medida que melhora o controle do diabetes16; portanto, as necessidades de glimepirida1 podem diminuir durante o tratamento. Para evitar a hipoglicemia34, deve-se considerar oportuna uma redução temporária da dose ou interrupção da terapia com a glimepirida1. Um ajuste de dose deverá ser considerado caso ocorram mudanças no peso ou no estilo de vida do paciente, ou ainda na ocorrência de outros fatores que aumentem a suscetibilidade para hipo ou hiperglicemia36.
•  Duração do tratamento: o tratamento com a glimepirida1 é de longa duração, dependente da resposta e evolução do paciente e da conduta e decisão do médico assistente.
•  Substituição de outros agentes antidiabéticos orais64 pela glimepirida1: não há uma exata relação entre a dose de glimepirida1 e a de outros agentes hipoglicemiantes26. Em caso de substituição desses agentes, a dose inicial de glimepirida1 deverá ser de 1 mg, mesmo quando se parte de doses máximas do agente hipoglicemiante3 anteriormente administrado. Todo aumento posterior de dose deverá ser procedido de forma gradual seguindo as diretrizes acima explicitadas. Deve-se ter em conta a potência e a duração da ação do agente hipoglicemiante3 empregado previamente. Pode ser necessário interromper o tratamento para evitar efeitos aditivos que aumentam o risco de hipoglicemia34. Em alguns casos de pacientes com diabetes16 tipo I anteriormente controlados com insulina5, uma substituição pela glimepirida1 pode ser indicada. A substituição geralmente deve ser feita em hospitais.
•  Administração: os comprimidos de glimepirida1 devem ser engolidos sem mastigar e com quantidade suficiente de líquido (aproximadamente meio copo).

SUPERDOSAGEM
•  A superdosagem de sulfoniluréias4, incluindo a glimepirida1, pode causar hipoglicemia34. Sintomas65 hipoglicêmicos deverão ser tratados imediatamente com glicose17 via oral e ajuste na dose da droga e (ou) no padrão de alimentação.
•  Cuidadosa observação médica deverá ser feita até que se assegure que o paciente esteja fora de perigo. Reações hipoglicêmicas graves, como convulsões, coma19 ou outros distúrbios neurológicos ocorrem infrequentemente e devem ser consideradas como emergências médicas requerendo hospitalização imediata. Se houver suspeita ou se for diagnosticado coma19 hipoglicêmico, o paciente deve receber rápida injeção66 intravenosa de solução glicosada ( para adulto inicia-se com 40 ml de solução de glicose17 20% e ou glucagon10 em doses de 0,5 a 1 mg por via SC, IV ou IM ). Em crianças e adolescentes, a dose de glicose17 deve ser administrada cuidadosamente e deve ser regulada pelo controle da glicose17 no sangue31. Esses pacientes devem ser cuidadosamente observados por um período mínimo de 24 a 48 horas, uma vez que a hipoglicemia34 pode recorrer após aparente melhora clínica. Em caso de ingestão excessiva de comprimidos de glimepirida1, proceder lavagem gástrica67 e administrar carvão medicinal.

APRESENTAÇÃO
Embalagem com 30 comprimidos sulcados.

GLIMEPIL - Laboratório

FARMOQUIMICA
Rua General Polidoro, 105
Rio de Janeiro/RJ - CEP: 22280-001
Tel: 55 (021 )275-3548
Fax: 55 (021) 542-6747
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Complementos

1 Glimepirida: Medicamento de uso oral para tratamento do diabetes tipo 2. Estimula a secreção de insulina ligando-se a um receptor específico na célula-beta do pâncreas que determina fechamento dos canais de potássio (K+) dependentes de ATP (adenosinatrifosfato), resultando em despolarização da célula. Pertence à classe das sulfoniluréias.
2 Lactose: Tipo de glicídio que possui ligação glicosídica. É o açúcar encontrado no leite e seus derivados. A lactose é formada por dois carboidratos menores, chamados monossacarídeos, a glicose e a galactose, sendo, portanto, um dissacarídeo.
3 Hipoglicemiante: Medicamento que contribui para manter a glicose sangüínea dentro dos limites normais, sendo capaz de diminuir níveis de glicose previamente elevados.
4 Sulfoniluréias: Classe de medicamentos orais para tratar o diabetes tipo 2 que reduz a glicemia por ajudar o pâncreas a fabricar mais insulina e o organismo a usar melhor a insulina produzida.
5 Insulina: Hormônio que ajuda o organismo a usar glicose como energia. As células-beta do pâncreas produzem insulina. Quando o organismo não pode produzir insulna em quantidade suficiente, ela é usada por injeções ou bomba de insulina.
6 Células: Unidades (ou subunidades) funcionais e estruturais fundamentais dos organismos vivos. São compostas de CITOPLASMA (com várias ORGANELAS) e limitadas por uma MEMBRANA CELULAR.
7 Ilhotas Pancreáticas: Estruturas microscópicas irregulares constituídas por cordões de células endócrinas espalhadas pelo PÂNCREAS entre os ácinos exócrinos. Cada ilhota é circundada por fibras de tecido conjuntivo e penetrada por uma rede de capilares. Há quatro tipos principais de células. As células beta, mais abundantes (50-80 por cento) secretam INSULINA. As células alfa (5-20 por cento) secretam GLUCAGON. As células PP (10-35 por cento) secretam o POLIPEPTÍDEO PANCREÁTICO. As células delta (aproximadamente 5 por cento) secretam SOMATOSTATINA.
8 Hepática: Relativa a ou que forma, constitui ou faz parte do fígado.
9 Endogenamente: De crescimento endógeno, algo que cresceu internamente.
10 Glucagon: Hormônio produzido pelas células-alfa do pâncreas. Ele aumenta a glicose sangüínea. Uma forma injetável de glucagon, disponível por prescrição médica, pode ser usada no tratamento da hipoglicemia severa.
11 Proteínas: Um dos três principais nutrientes dos alimentos. Alimentos que fornecem proteína incluem carne vermelha, frango, peixe, queijos, leite, derivados do leite, ovos.
12 Fígado: Órgão que transforma alimento em energia, remove álcool e toxinas do sangue e fabrica bile. A bile, produzida pelo fígado, é importante na digestão, especialmente das gorduras. Após secretada pelas células hepáticas ela é recolhida por canalículos progressivamente maiores que a levam para dois canais que se juntam na saída do fígado e a conduzem intermitentemente até o duodeno, que é a primeira porção do intestino delgado. Com esse canal biliar comum, chamado ducto hepático, comunica-se a vesícula biliar através de um canal sinuoso, chamado ducto cístico. Quando recebe esse canal de drenagem da vesícula biliar, o canal hepático comum muda de nome para colédoco. Este, ao entrar na parede do duodeno, tem um músculo circular, designado esfíncter de Oddi, que controla o seu esvaziamento para o intestino.
13 Metabólitos: Qualquer composto intermediário das reações enzimáticas do metabolismo.
14 Urina: Resíduo líquido produzido pela filtração renal no organismo, estocado na bexiga e expelido pelo ato de urinar.
15 Diabetes mellitus: Distúrbio metabólico originado da incapacidade das células de incorporar glicose. De forma secundária, podem estar afetados o metabolismo de gorduras e proteínas.Este distúrbio é produzido por um déficit absoluto ou relativo de insulina. Suas principais características são aumento da glicose sangüínea (glicemia), poliúria, polidipsia (aumento da ingestão de líquidos) e polifagia (aumento da fome).
16 Diabetes: Nome que designa um grupo de doenças caracterizadas por diurese excessiva. A mais frequente é o Diabetes mellitus, ainda que existam outras variantes (Diabetes insipidus) de doença nas quais o transtorno primário é a incapacidade dos rins de concentrar a urina.
17 Glicose: Uma das formas mais simples de açúcar.
18 Diabetes juvenil: Termo formal para diabetes insulino dependente ou diabetes tipo 1.
19 Coma: 1. Alteração do estado normal de consciência caracterizado pela falta de abertura ocular e diminuição ou ausência de resposta a estímulos externos. Pode ser reversível ou evoluir para a morte. 2. Presente do subjuntivo ou imperativo do verbo “comer.“
20 Insuficiência hepática: Deterioração grave da função hepática. Pode ser decorrente de hepatite viral, cirrose e hepatopatia alcoólica (lesão hepática devido ao consumo de álcool) ou medicamentosa (causada por medicamentos como, por exemplo, o acetaminofeno). Para que uma insuficiência hepática ocorra, deve haver uma lesão de grande porção do fígado.
21 Renal: Relacionado aos rins. Uma doença renal é uma doença dos rins. Insuficiência renal significa que os rins pararam de funcionar.
22 Gravidez: Condição de ter um embrião ou feto em desenvolvimento no trato reprodutivo feminino após a união de ovo e espermatozóide.
23 Lactação: Fenômeno fisiológico neuro-endócrino (hormonal) de produção de leite materno pela puérpera no pós-parto; independente dela estar ou não amamentando.Toda mulher após o parto tem produção de leite - lactação; mas, infelizmente nem todas amamentam.
24 Hipoglicemiantes orais: Medicamentos usados por via oral em pessoas com diabetes tipo 2 para manter os níves de glicose próximos ao normal. As classes de hipoglicemiantes são: inibidores da alfaglicosidase, biguanidas, derivados da fenilalanina, meglitinides, sulfoniluréias e thiazolidinediones.
25 Mão: Articulação entre os ossos do metacarpo e as falanges.
26 Hipoglicemiantes: Medicamentos que contribuem para manter a glicose sangüínea dentro dos limites normais, sendo capazes de diminuir níveis de glicose previamente elevados.
27 Diuréticos: Grupo de fármacos que atuam no rim, aumentando o volume e o grau de diluição da urina. Eles depletam os níveis de água e cloreto de sódio sangüíneos. São usados no tratamento da hipertensão arterial, insuficiência renal, insuficiência cardiaca ou cirrose do fígado. Há dois tipos de diuréticos, os que atuam diretamente nos túbulos renais, modificando a sua atividade secretora e absorvente; e aqueles que modificam o conteúdo do filtrado glomerular, dificultando indiretamente a reabsorção da água e sal.
28 Adrenalina: 1. Hormônio secretado pela medula das glândulas suprarrenais. Atua no mecanismo da elevação da pressão sanguínea, é importante na produção de respostas fisiológicas rápidas do organismo aos estímulos externos. Usualmente utilizado como estimulante cardíaco, como vasoconstritor nas hemorragias da pele, para prolongar os efeitos de anestésicos locais e como relaxante muscular na asma brônquica. 2. No sentido informal significa disposição física, emocional e mental na realização de tarefas, projetos, etc. Energia, força, vigor.
29 Laxantes: Medicamentos que tratam da constipação intestinal; purgantes, purgativos, solutivos.
30 Açúcar: 1. Classe de carboidratos com sabor adocicado, incluindo glicose, frutose e sacarose. 2. Termo usado para se referir à glicemia sangüínea.
31 Sangue: O sangue é uma substância líquida que circula pelas artérias e veias do organismo. Em um adulto sadio, cerca de 45% do volume de seu sangue é composto por células (a maioria glóbulos vermelhos, glóbulos brancos e plaquetas). O sangue é vermelho brilhante, quando oxigenado nos pulmões (nos alvéolos pulmonares). Ele adquire uma tonalidade mais azulada, quando perde seu oxigênio, através das veias e dos pequenos vasos denominados capilares.
32 Incidência: Medida da freqüência em que uma doença ocorre. Número de casos novos de uma doença em um certo grupo de pessoas por um certo período de tempo.
33 Congênitas: 1. Em biologia, o que é característico do indivíduo desde o nascimento ou antes do nascimento; conato. 2. Que se manifesta espontaneamente; inato, natural, infuso. 3. Que combina bem com; apropriado, adequado. 4. Em termos jurídicos, é o que foi adquirido durante a vida fetal ou embrionária; nascido com o indivíduo. Por exemplo, um defeito congênito.
34 Hipoglicemia: Condição que ocorre quando há uma queda excessiva nos níveis de glicose, freqüentemente abaixo de 70 mg/dL, com aparecimento rápido de sintomas. Os sinais de hipoglicemia são: fome, fadiga, tremores, tontura, taquicardia, sudorese, palidez, pele fria e úmida, visão turva e confusão mental. Se não for tratada, pode levar ao coma. É tratada com o consumo de alimentos ricos em carboidratos como pastilhas ou sucos com glicose. Pode também ser tratada com uma injeção de glucagon caso a pessoa esteja inconsciente ou incapaz de engolir. Também chamada de reação à insulina.
35 Sinais: São alterações percebidas ou medidas por outra pessoa, geralmente um profissional de saúde, sem o relato ou comunicação do paciente. Por exemplo, uma ferida.
36 Hiperglicemia: Excesso de glicose no sangue. Hiperglicemia de jejum é o nível de glicose acima dos níveis considerados normais após jejum de 8 horas. Hiperglicemia pós-prandial acima de níveis considerados normais após 1 ou 2 horas após alimentação.
37 Poliúria: Diurese excessiva, pode ser um sinal de diabetes.
38 Polidipsia: Sede intensa, pode ser um sinal de diabetes.
39 Boca: Cavidade oral ovalada (localizada no ápice do trato digestivo) composta de duas partes
40 Pele: Camada externa do corpo, que o protege do meio ambiente. Composta por DERME e EPIDERME.
41 Glicemia: Valor de concentração da glicose do sangue. Seus valores normais oscilam entre 70 e 110 miligramas por decilitro de sangue (mg/dl).
42 Glicosúria: Presença de glicose na urina.
43 Hemoglobina glicosilada: Hemoglobina glicada, hemoglobina glicosilada, glico-hemoglobina ou HbA1C e, mais recentemente, apenas como A1C é uma ferramenta de diagnóstico na avaliação do controle glicêmico em pacientes diabéticos. Atualmente, a manutenção do nível de A1C abaixo de 7% é considerada um dos principais objetivos do controle glicêmico de pacientes diabéticos. Algumas sociedades médicas adotam metas terapêuticas mais rígidas de 6,5% para os valores de A1C.
44 Náuseas: Vontade de vomitar. Forma parte do mecanismo complexo do vômito e pode ser acompanhada de sudorese, sialorréia (salivação excessiva), vertigem, etc .
45 Vômitos: São a expulsão ativa do conteúdo gástrico pela boca. Podem ser classificados em: alimentar, fecalóide, biliar, em jato, pós-prandial. Sinônimo de êmese. Os medicamentos que agem neste sintoma são chamados de antieméticos.
46 Diarréia: Aumento do volume, freqüência ou quantidade de líquido nas evacuações.Deve ser a manifestação mais freqüente de alteração da absorção ou transporte intestinal de substâncias, alterações estas que em geral são devidas a uma infecção bacteriana ou viral, a toxinas alimentares, etc.
47 Enzimas hepáticas: São duas categorias principais de enzimas hepáticas. A primeira inclui as enzimas transaminasas alaninoaminotransferase (ALT ou TGP) e a aspartato aminotransferase (AST ou TOG). Estas são enzimas indicadoras do dano às células hepáticas. A segunda categoria inclui certas enzimas hepáticas como a fosfatase alcalina (FA) e a gamaglutamiltranspeptidase (GGT) as quais indicam obstrução do sistema biliar, quer seja no fígado ou nos canais maiores da bile que se encontram fora deste órgão.
48 Colestase: Retardamento ou interrupção do fluxo nos canais biliares.
49 Icterícia: Coloração amarelada da pele e mucosas devido a uma acumulação de bilirrubina no organismo. Existem dois tipos de icterícia que têm etiologias e sintomas distintos: icterícia por acumulação de bilirrubina conjugada ou direta e icterícia por acumulação de bilirrubina não conjugada ou indireta.
50 Hepatite: Inflamação do fígado, caracterizada por coloração amarela da pele e mucosas (icterícia), dor na região superior direita do abdome, cansaço generalizado, aumento do tamanho do fígado, etc. Pode ser produzida por múltiplas causas como infecções virais, toxicidade por drogas, doenças imunológicas, etc.
51 Leucopenia: Redução no número de leucócitos no sangue. Os leucócitos são responsáveis pelas defesas do organismo, são os glóbulos brancos. Quando a quantidade de leucócitos no sangue é inferior a 6000 leucócitos por milímetro cúbico, diz-se que o indivíduo apresenta leucopenia.
52 Anemia hemolítica: Doença hereditária que faz com que os glóbulos vermelhos do sangue se desintegrem no interior dos veios sangüíneos (hemólise intravascular) ou em outro lugar do organismo (hemólise extravascular). Pode ter várias causas e ser congênita ou adquirida. O tratamento depende da causa.
53 Agranulocitose: Doença causada pela falta ou número insuficiente de leucócitos granulócitos (neutrófilos, basófilos e eosinófilos), que se manifesta como ulcerações na garganta e outras mucosas, seguidas por infecções graves.
54 Pancitopenia: É a diminuição global de elementos celulares do sangue (glóbulos brancos, vermelhos e plaquetas).
55 Trombocitopenia: É a redução do número de plaquetas no sangue. Contrário de trombocitose. Quando a quantidade de plaquetas no sangue é inferior a 150.000/mm³, diz-se que o indivíduo apresenta trombocitopenia (ou plaquetopenia). As pessoas com trombocitopenia apresentam tendência de sofrer hemorragias.
56 Prurido: 1.    Na dermatologia, o prurido significa uma sensação incômoda na pele ou nas mucosas que leva a coçar, devido à liberação pelo organismo de substâncias químicas, como a histamina, que irritam algum nervo periférico. 2.    Comichão, coceira. 3.    No sentido figurado, prurido é um estado de hesitação ou dor na consciência; escrúpulo, preocupação, pudor. Também pode significar um forte desejo, impaciência, inquietação.
57 Urticária: Reação alérgica manifestada na pele como elevações pruriginosas, acompanhadas de vermelhidão da mesma. Pode afetar uma parte ou a totalidade da pele. Em geral é autolimitada e cede em pouco tempo, podendo apresentar períodos de melhora e piora ao longo de vários dias.
58 Dispnéia: Falta de ar ou dificuldade para respirar caracterizada por respiração rápida e curta, geralmente está associada a alguma doença cardíaca ou pulmonar.
59 Hipotensão arterial: Diminuição da pressão arterial abaixo dos valores normais. Estes valores normais são 90 milímetros de mercúrio de pressão sistólica e 50 milímetros de pressão diastólica.
60 Choque: 1. Estado de insuficiência circulatória a nível celular, produzido por hemorragias graves, sepse, reações alérgicas graves, etc. Pode ocasionar lesão celular irreversível se a hipóxia persistir por tempo suficiente. 2. Encontro violento, com impacto ou abalo brusco, entre dois corpos. Colisão ou concussão. 3. Perturbação brusca no equilíbrio mental ou emocional. Abalo psíquico devido a uma causa externa.
61 Vasculite: Inflamação da parede de um vaso sangüíneo. É produzida por doenças imunológicas e alérgicas. Seus sintomas dependem das áreas afetadas.
62 Cutânea: Que diz respeito à pele, à cútis.
63 Para pacientes: Você pode utilizar este texto livremente com seus pacientes, inclusive alterando-o, de acordo com a sua prática e experiência. Conheça todos os materiais Para Pacientes disponíveis para auxiliar, educar e esclarecer seus pacientes, colaborando para a melhoria da relação médico-paciente, reunidos no canal Para Pacientes . As informações contidas neste texto são baseadas em uma compilação feita pela equipe médica da Centralx. Você deve checar e confirmar as informações e divulgá-las para seus pacientes de acordo com seus conhecimentos médicos.
64 Antidiabéticos orais: Quaisquer medicamentos que, administrados por via oral, contribuem para manter a glicose sangüínea dentro dos limites normais. Eles podem ser um hipoglicemiante, se forem capazes de diminuir níveis de glicose previamente elevados, ou um anti-hiperglicemiante, se agirem impedindo a elevação da glicemia após uma refeição.
65 Sintomas: Alterações da percepção normal que uma pessoa tem de seu próprio corpo, do seu metabolismo, de suas sensações, podendo ou não ser um indício de doença. Os sintomas são as queixas relatadas pelo paciente mas que só ele consegue perceber. Sintomas são subjetivos, sujeitos à interpretação pessoal. A variabilidade descritiva dos sintomas varia em função da cultura do indivíduo, assim como da valorização que cada pessoa dá às suas próprias percepções.
66 Injeção: Infiltração de medicação ou nutrientes líquidos no corpo através de uma agulha e seringa.
67 Lavagem gástrica: É a introdução, através de sonda nasogástrica, de líquido na cavidade gástrica, seguida de sua remoção.

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