Preço de Desforane em São Paulo/SP: R$ 0,00

Desforane

BAXTER HOSPITALAR LTDA

Atualizado em 23/08/2022

IDENTIFICAÇÃO DO MEDICAMENTO

Desforane
desflurano
Anestésico inalatório

FORMA FARMACÊUTICA E APRESENTAÇÃO:

Líquido volátil para inalação
Embalagem contendo 6 frascos com 240 mL

VIA INALATÓRIA
USO ADULTO E PEDIÁTRICO

COMPOSIÇÃO:

Cada frasco de Desforane contém:

desflurano 100%

Desforane não contém excipientes.

INFORMAÇÕES AO PACIENTE

PARA QUE ESTE MEDICAMENTO É INDICADO?

O Desforane é indicado como agente inalatório para a indução e/ou manutenção anestésica para cirurgias ambulatoriais ou hospitalares em adultos.

O Desforane não é recomendado para a indução anestésica de pacientes pediátricos (crianças), devido à alta incidência1 de eventos adversos de vias aéreas superiores moderados a graves. Após a indução anestésica com agentes que não o Desforane e intubação traqueal, o Desforane é indicado para a manutenção da anestesia2 em crianças e lactentes3.

COMO ESTE MEDICAMENTO FUNCIONA?

Desforane é um agente anestésico líquido, não inflamável, para o uso em anestesia2 geral inalatória, por meio de vaporização, produz uma perda reversível da consciência e da sensação de dor, supressão (eliminação) da atividade motora voluntária, redução dos reflexos autonômicos (que envolvem músculos4 lisos) e depressão (diminuição) da respiração e sistema cardiovascular5; todos os efeitos são relacionados com a dose.

QUANDO NÃO DEVO USAR ESTE MEDICAMENTO?

Desforane não deve ser usado nas seguintes condições:

  • Suspeita de suscetibilidade genética à hipertermia maligna (aumento da temperatura corporal);
  • Em pacientes nos quais a anestesia2 geral é contraindicada;
  • Indução da anestesia2 em pacientes pediátricos;
  • Em pacientes com sensibilidade conhecida ao Desforane ou a outros agentes halogenados;
  • Em pacientes com histórico de disfunção do fígado6 moderada a grave, seguindo de anestesia2 com Desforane ou outro agente halogenado.

O QUE DEVO SABER ANTES DE USAR ESTE MEDICAMENTO?

Prolongamento do intervalo QT (QTc)

Houve relato de Prolongamento do intervalo QT associado ao torsade de pointes. O profissional da saúde7

deve monitorar cuidadosamente o ritmo cardíaco ao administrar o Desforane em pacientes suscetíveis, por exemplo, pacientes com Síndrome8 do QT Longo congênito9 ou pacientes que estejam em uso de medicamentos que possam prolongar o intervalo QT).

Interações com absorventes de dióxido de carbono (CO2) dessecados

Assim como alguns outros anestésicos inalatórios, o Desforane pode reagir com os absorventes de dióxido de carbono (CO2) dessecados, produzindo monóxido de carbono10, o que pode resultar em níveis elevados de carboxihemoglobina em alguns pacientes. Relatos de casos sugerem que a cal de hidróxido de bário e a cal de soda tornam-se dessecadas quando gases frescos passam pelo caníster absorvente de CO2 a altas taxas de fluxo, durante várias horas ou dias. Quando o médico suspeitar que o absorvente de CO2 possa estar dessecado, este deve ser substituído antes da administração do Desforane.

Distúrbios hepatobiliares11 

Com o uso de anestésicos halogenados, distúrbios da função do fígado6, icterícia12 e necrose13 do fígado6 com morte foram relatados; tais efeitos parecem indicar hipersensibilidade. Como ocorre com outros agentes anestésicos halogenados, o Desforane pode causar hepatite14 por hipersensibilidade em pacientes que foram sensibilizados por exposição anterior a anestésicos halogenados. Cirrose15, hepatite14 viral ou outra doença no fígado6 pré-existente pode ser uma razão para selecionar um anestésico que não seja um anestésico halogenado. Tal como acontece com todos os anestésicos halogenados, repetir a anestesia2 dentro de um curto período de tempo deve ser realizado com cautela.

Neurotoxicidade pediátrica:

Estudos em animais publicados demonstram que a administração de drogas anestésicas e de sedação16 que bloqueiam os receptores NMDA e / ou potencializam a atividade GABA17 aumentam a apoptose18 neuronal no cérebro19 em desenvolvimento e resultam em déficits cognitivos20 de longo prazo quando utilizados por mais de 3 horas. O significado clínico desses achados não é claro. No entanto, com base nos dados disponíveis, acredita-se que a janela de vulnerabilidade a essas mudanças se correlaciona com as exposições no terceiro trimestre da gestação nos primeiros meses de vida, mas pode prolongar-se para aproximadamente três anos de idade em seres humanos.

Alguns estudos publicados em crianças sugerem que déficits semelhantes podem ocorrer após exposições repetidas ou prolongadas a agentes anestésicos no início da vida e podem resultar em efeitos cognitivos20 ou comportamentais adversos. Estes estudos têm limitações substanciais, e não está claro se os efeitos observados são devidos à administração do medicamento anestésico / sedativo ou a outros fatores como a cirurgia ou doença subjacente.

As drogas anestésicas e de sedação16 são uma parte necessária do cuidado de crianças que necessitam de cirurgia, outros procedimentos ou testes que não podem ser adiados e que nenhum medicamento específico21 mostrou ser mais seguro do que qualquer outro. As decisões sobre o momento de qualquer procedimento eletivo22 que requer anestesia2 devem levar em consideração os benefícios do procedimento pesado contra os riscos potenciais.

Gravidez23 e Lactação24

Não há estudos controlados realizados em mulheres gestantes. Em estudos de reprodução25 em animais, toxicidade26 embrio-fetal (fetos viáveis reduzidos e / ou aumento da perda pós-implantação) foi observada em ratos e coelhos gestantes com doses administradas até a 1 CAM por 4 horas por dia (4 CAM-hora/dia) durante organogênese.

Estudos publicados em grávidas demonstram que a administração de drogas anestésicas e de sedação16 que bloqueiam os receptores NMDA e / ou potencializam a atividade GABA17 durante o período de pico de desenvolvimento cerebral aumenta a apoptose18 neuronal no desenvolvimento do cérebro19 da prole quando usado por mais de 3 horas. Não há dados sobre a exposição da gravidez23 em primatas correspondentes a períodos anteriores ao terceiro trimestre em humanos.

O risco de fundo estimado de defeitos congênitos27 maiores e abortos espontâneos para a população indicada é desconhecido. Todas as gravidezes têm um risco de fundo de defeito congênito9, perda ou outros desfechos adversos. Na população geral dos EUA, o risco de fundo estimado de grandes defeitos congênitos27 e abortos em gravidezes clinicamente reconhecidas é 2-4% e 15-20%, respectivamente.

Mães Lactantes28: Não é conhecido se Desforane é excretado no leite humano. Por vários medicamentos serem excretados no leite humano, deve ter cuidado quando a lactante29 faz uso de Desforane.

Trabalho de Parto e Expulsão do Feto30: A segurança do desflurano durante o trabalho de parto e a expulsão do feto30 não foi demonstrada. Desforane é um relaxante uterino.

Dados animais

Os ratos gestantes foram expostos a 8,2% de desflurano (1 MAC, 60% de oxigênio) por 0,5, 1,0 ou 4,0 horas (0,5, 1,0 ou 4,0 horas MAC) por dia durante a organogênese (Dia de gestação 6-15).

A toxicidade26 embrio-fetal (aumento da perda de pós-implantação e fetos viáveis reduzidos) foi observada no grupo de tratamento de 4 horas na presença de toxicidade26 materna (redução do ganho de peso corporal). Não houve evidências de malformações31 em nenhum grupo.

Os coelhos gestantes foram expostos a 8,9% de desflurano (1 MAC, 60% de oxigênio) por 0,5, 1,0 ou 3,0 horas por dia durante a organogênese (Gestation Days 6-18). A toxicidade26 fetal (fetos viáveis reduzidos) foi observada no grupo de tratamento de 3 horas na presença de toxicidade26 materna (peso corporal reduzido).

Não houve evidências de malformações31 em nenhum grupo.

Os ratos grávidas foram expostos a 8,2% de desflurano (1 MAC, 60% de oxigênio) por 0,5, 1,0 ou 4,0 horas por dia, desde a gestação tardia até a lactação24 (Dia de gestação 15 até Dia de aleitamento 21). Os pesos corporais do cachorrinho foram reduzidos no grupo de 4 horas por dia na presença de toxicidade26 materna (aumento da mortalidade32 e redução do ganho de peso corporal). Este estudo não avaliou a função neurocomportamental, incluindo aprendizado e memória ou comportamento reprodutivo nos filhotes da primeira geração (F1). Em um estudo publicado em primatas, a administração de uma dose anestésica de cetamina durante 24 horas no dia gestacional 122 aumentou a apoptose18 neuronal no cérebro19 em desenvolvimento do feto30. Em outros estudos publicados, a administração de isoflurano ou propofol durante 5 horas no Dia de Gestação 120 resultou em aumento da apoptose18 neuronal e oligodendrocítica no cérebro19 em desenvolvimento da prole. Com relação ao desenvolvimento do cérebro19, esse período corresponde ao terceiro trimestre de gestação no ser humano. O significado clínico desses achados não é claro; no entanto, estudos em animais juvenis sugerem que neuroapoptose se correlaciona com déficits cognitivos20 de longo prazo. Categoria “B” de risco na gravidez23.

Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica ou do cirurgião-dentista.

Populações especiais

Uso Pediátrico (em crianças): Desforane é aprovado para manutenção de anestesia2 em crianças e lactentes3 após a indução de anestesia2 com outros agentes que não seja o Desforane(desflurano) e intubação traqueal. Desforane não é aprovado para manutenção de anestesia2 em crianças não intubadas devido a um aumento da incidência1 de reações respiratórias adversas, incluindo tosse (26%), espasmo33 da laringe34 (13%) e secreções (12%).
Crianças, especialmente com 6 anos de idade ou mais jovens, que têm a manutenção da anestesia2 por Desforane entregues via máscara laríngea tem maior risco de reações respiratórias adversas, como por exemplo, tosse e espasmos35 da laringe34, especialmente com a retirada da máscara laríngea das vias aéreas sob anestesia2 profunda. Portanto, acompanhar de perto esses pacientes quanto a sinais36 e sintomas37 associados com espasmos35 da laringe34 e tratar adequadamente.

Quando Desforane é utilizado para manutenção da anestesia2 em crianças com asma38 ou histórico recente de infecção39 de vias aéreas superiores, existe um risco maior para o estreitamento das vias aéreas e aumento da resistência das vias aéreas. Portanto, acompanhar esses pacientes quanto a sinais36 e sintomas37 associados com estreitamento das vias aéreas e tratar adequadamente.

Estudos publicados em animais juvenis demonstram que a administração de drogas anestésicas e de sedação16, como SUPRANE, que bloqueiam os receptores de NMDA ou potencializam a atividade de GABA17 durante ope ríodo de crescimento rápido do cérebro19 ou sinaptogênese, resulta em perda generalizada de neurônios40 e células41 oligodendrocitárias no desenvolvimento cérebro19 e alterações na morfologia sináptica e neurogênese. Com base em comparações entre espécies, acredita-se que a janela de vulnerabilidade a essas mudanças se correlaciona com as exposições no terceiro trimestre de gestação nos primeiros meses de vida, mas pode prolongar-se para aproximadamente 3 anos de idade em seres humanos.

Em primatas, a exposição a 3 horas de cetamina que produziu um plano cirúrgico leve da anestesia2 não aumentou a perda celular neuronal, no entanto, os regimes de tratamento de 5 horas ou mais de isoflurano aumentaram a perda de células41 neuronais. Os dados de roedores tratados com isoflurano e primatas tratados com cetamina sugerem que as perdas de células41 neuronais e oligodendrocitárias estão associadas a déficits cognitivos20 prolongados na aprendizagem e na memória. O significado clínico destes achados não clínicos não é conhecido, e os profissionais de saúde7 devem equilibrar os benefícios da anestesia2 adequada em mulheres grávidas, neonatos42 e crianças pequenas que exigem procedimentos com os riscos potenciais sugeridos pelos dados não clínicos.

Uso Geriátrico (em idosos): A dosagem deve ser individualizada e titulada para efeito desejado de acordo com a idade e quadro clínico do paciente. A concentração alveolar mínima (CAM) Desforane diminui com o aumento da idade do paciente. A dose deve ser ajustada de acordo. O CAM médio de Desforane em um paciente de 70 anos é de dois terços do CAM para um paciente de 20 anos.

Hipertermia (aumento da temperatura corporal) Maligna: Em indivíduos susceptíveis, agentes anestésicos inalatórios potentes podem desencadear um estado hipermetabólico dos músculos4 esqueléticos, levando a uma alta demanda de oxigênio e à síndrome8 clínica conhecida como hipertermia maligna. Em porcos geneticamente susceptíveis, o desflurano induziu a hipertermia maligna. A síndrome8 clínica é caracterizada pela hipercapnia43 (aumento de gás carbônico no sangue44) e pode induzir a rigidez muscular, taquicardia45 (aumento da frequência cardíaca), taquipneia46 (respiração excessivamente acelerada), cianose47, arritmias48 e/ou pressão arterial49 instável. Alguns destes sinais36 inespecíficos também podem aparecer durante a anestesia2 leve: hipóxia50 aguda (Diminuição da concentração de oxigênio nos tecidos), hipercapnia43 e hipovolemia51 (desidratação52).

O tratamento da hipertermia maligna inclui a descontinuação dos agentes deflagradores, a administração de dantrolene sódico intravenoso e a aplicação de terapia de suporte. (Consultar informações de prescrição do médico para o dantrolene sódico intravenoso para informações adicionais sobre o tratamento do paciente). Posteriormente, pode ocorrer uma insuficiência53 dos rins54 e o fluxo urinário deve ser monitorado e mantido, se possível.

Resultados fatais de hipertermia maligna tem sido reportado com Desforane.

Insuficiência renal55 (dos rins54): As concentrações de 1–4% de Desforane em óxido nitroso/oxigênio têm sido utilizadas em pacientes com insuficiência renal55 ou hepática56 crônica e durante a cirurgia de transplante renal57.

Por causa do metabolismo58 mínimo, não é esperada a necessidade de ajuste da dose em pacientes com insuficiência renal55 e hepática56.

Nove pacientes recebendo Desforane (N=9) foram comparados a 9 pacientes recebendo isoflurano, todos com insuficiência renal55 crônica (creatinina59 sérica de 1,5–6,9 mg/dL60). Não foram observadas diferenças entre os dois grupos nos exames hematológicos ou bioquímicos, incluindo a avaliação da função renal57. De forma similar, não foram encontradas diferenças em uma comparação entre pacientes recebendo Desforane (N=28) ou isoflurano (N=30), submetidos a transplante renal57.

Insuficiência hepática61 (do fígado6): Oito pacientes recebendo Desforane foram comparados a seis pacientes recebendo isoflurano, todos com doença hepática56 crônica (hepatite14 viral, hepatite14 alcoólica ou cirrose15). Não foram observadas diferenças nos exames hematológicos ou bioquímicos, incluindo enzimas hepáticas62 e avaliação da função hepática56.

Alterações Laboratoriais: Elevações transitórias na glicose63 e no leucograma podem ocorrer, como com o uso de outros agentes anestésicos.

Agitação pós-operatória em crianças: A utilização da anestesia2 em crianças pode provocar um estado breve de agitação que pode dificultar a cooperação do paciente.

Hipercalemia64 (aumento de potássio no sangue44) perioperatória: O uso de agentes anestésicos inalatórios tem sido associado a aumento raro nos níveis séricos de potássio, que resultam em arritmias48 cardíacas e morte em pacientes pediátricos durante o período pós-operatório.

Pacientes com doença neuromuscular evidente, especialmente distrofia65 muscular de Duchenne, parecem ser os mais vulneráveis. O uso concomitante de succinilcolina tem sido associado com a maioria, mas não todos, estes casos. Estes pacientes também apresentaram elevações significativas nos níveis séricos de creatina-quinase e, em alguns casos alterações consistentes na urina66 como mioglobinuria. Apesar da semelhança na apresentação de hipertermia maligna, nenhum desses pacientes apresentou sinais36 ou sintomas37 de rigidez muscular ou estado hipermetabólico. Recomenda-se intervenção médica agressiva para tratamento de hipercalemia64 e arritmias48 resistentes.

Interações Medicamentosas

Não foram relatadas interações adversas clinicamente significativas com medicamentos pré-anestésicos comumente utilizados ou medicamentos utilizados durante a anestesia2 (relaxantes musculares, agentes intravenosos e agentes anestésicos locais) em estudos clínicos. O efeito do desflurano na distribuição de outros medicamentos ainda não foi determinado.

Como o isoflurano, o desflurano não predispõe a arritmias48 ventriculares prematuras na presença de infusão exógena de adrenalina67 em suínos.

Benzodiazepínicos e opióides (Redução da CAM): Opióides e benzodiazepínicos reduzem as quantidades exigidas de Desforane para produzir anestesia2. Este efeito é mostrado na Tabela a seguir para o midazolam (25–50 ug/kg) e fentanila por via intravenosa (3–6 mg/kg) em pacientes de dois diferentes grupos etários.

CAM de Desforane com fentanila ou midazolam
Média ± DP (porcentagem de redução) 

Dose

18–30 anos

31–65 anos

Sem fentanila

6,4 ± 0,0

6,3 ± 0,4

3 µg/kg de fentanila

3,5 ± 1,9 (46%)

3,1 ± 0,6 (51%)

6 µg/kg de fentanila

3,0 ± 1,2 (53%)

2,3 ± 1,0 (64%)

Sem midazoalm

6,9 ± 0,1

5,9 ± 0,6

25 µg/kg de midazolam

-

4,9 ± 0,9 (16%)

50 µg/kg de midazolam

-

4,9 ± 0,5(17%)

Agentes bloqueadores neuromusculares

As concentrações anestésicas do desflurano em equilíbrio (administrado por 15 minutos ou mais antes do teste) reduziram o ED95 da succinilcolina em, aproximadamente, 30% e o do atracúrio e do pancurônio em, aproximadamente, 50%, em comparação à anestesia2 com N2 O/opióide. O efeito do desflurano na duração do bloqueio neuromuscular não despolarizante não foi estudado.

Dosagem de relaxante muscular que causa 95% da depressão no bloqueio neuromuscular 

Concentração de desflurano

ED95 médio (µg/kg)

 

Pancurônio

Atracúrio

Succinilcolina

Veruronio

0,65 MAC 60%
N2O/O2

26

123

-

-

1,25 MAC 60%
N2O/O2

18

91

-

-

1,25 MAC O2

22

120

362

19

A redução na dose dos agentes bloqueadores neuromusculares durante a indução anestésica pode resultar no adiamento do início das condições adequadas para a intubação endotraqueal ou em relaxamento muscular inadequado, pois a potencialização dos agentes bloqueadores neuromusculares exige um equilíbrio entre o músculo e a pressão parcial administrada de desflurano.

Entre os medicamentos não despolarizantes, somente as interações do pancurônio e do atracúrio foram estudadas. Na ausência de diretrizes específicas:

  1. Para a intubação pela traqueia68, não reduzir a dose dos relaxantes musculares não despolarizantes ou da succinilcolina.
  2. Durante a manutenção da anestesia2, a dose dos relaxantes musculares não despolarizantes é, provavelmente, reduzida, em comparação àquela durante a anestesia2 com N2 O/opioide. A administração de doses suplementares de relaxantes musculares deve ser guiada pela resposta à estimulação nervosa.

Uso concomitante com N2O

A administração concomitante de N2O reduz a CAM de Desforane.

Informe ao seu médico ou cirurgião-dentista se você está fazendo uso de algum outro medicamento. Não use medicamento sem o conhecimento do seu médico. Pode ser perigoso para a sua saúde7.

ONDE, COMO E POR QUANTO TEMPO POSSO GUARDAR ESTE MEDICAMENTO?

Desforane é um líquido incolor, não inflamável, volátil (abaixo de 22,8 °C) para inalação. Desforane deve ser conservado em temperatura ambiente (15–30°C). Proteger da luz e umidade. O frasco deve ser mantido na posição vertical. Para evitar vazamento, ajuste firmemente a tampa, mas não aperte muito. Desforane deve ser mantido na embalagem original até imediatamente antes do uso.

O prazo de validade do medicamento é de 36 meses e está indicado na sua embalagem. Ao adquirir um medicamento confira sempre o prazo de validade.

Número de lote e datas de fabricação e validade: vide embalagem.

Não use medicamento com o prazo de validade vencido. Guarde-o em sua embalagem original. Antes de usar, observe o aspecto do medicamento.

TODO MEDICAMENTO DEVE SER MANTIDO FORA DO ALCANCE DAS CRIANÇAS.

COMO DEVO USAR ESTE MEDICAMENTO?

Desforane deve ser administrado somente por pessoas treinadas na administração de anestésicos gerais, usando um vaporizador especificamente designado e desenhado para o uso de Desforane. A manutenção da via aérea do paciente, ventilação69 artificial, oxigênio, e reanimação circulatória devem estar imediatamente disponíveis.

Desforane é administrado por inalação. A administração de anestesia2 geral deve ser individualizada com base na resposta do paciente. Hipotensão70 e aumento da depressão respiratória são potencializados na anestesia2 com Desforane. A concentração alveolar mínima (CAM) de

Desforane diminui com o aumento da idade do paciente. O CAM para Desforane também é reduzido pela administração concomitante de N2O (ver Tabela 1). A dose deve ser ajustada de acordo. A tabela a seguir fornece potência média relativa em função da idade e efeito do N2O em pacientes com estado físico ASA I ou II.

Opióides e benzodiazepínicos diminuem o CAM de Desforane. Desforane também diminui as doses de agentes bloqueadores neuromusculares. A dose deve ser ajustada.

Tabela 1. Concentração Alveolar Mínima (CAM) 

Idade

N

100% de Oxigênio

N

60% óxido nitroso / 40% oxigênio

2 semanas

6

9,2 ± 0,0

-

-

10 semanas

5

9,4 ± 0,4

-

-

9 meses

4

10,0 ± 0,7

5

7,5 ± 0,8

2 anos

3

9,1 ± 0,6

-

-

3 anos

-

-

5

6,4 ± 0,4

4 anos

4

8,6 ± 0,6

-

-

7 anos

5

8,1 ± 0,6

-

-

25 anos

4

7,3 ± 0,0

4

4,0 ± 0,3

45 anos

4

6,0 ± 0,3

6

2,8 ± 0,6

70 anos

6

5,2 ± 0,6

6

1,7 ± 0,4

Antes da administração do Desforane, é necessário que o anestesista obtenha as seguintes informações do paciente:

  • Medicamentos que esteja tomando, incluindo suplementos herbais;
  • Alergias a medicamentos, incluindo reações alérgicas a agentes anestésicos (incluindo sensibilidade hepática56);
  • Histórico de reações graves à administração prévia de anestésicos;
  • Se o paciente ou algum membro familiar tiver histórico de hipertermia maligna ou se o paciente tiver histórico de distrofia65 muscular de Duchenne ou outra doença neuromuscular latente;
  • Os anestesistas devem informar aos pacientes sobre os riscos associados ao Desforane:
    • Náusea71 e vômito72 no pós-operatório e reações adversas respiratórias, incluindo tosse;
    • Não há informações sobre os efeitos do Desforane após anestesia2 sobre a capacidade de operar automóveis ou outro maquinário pesado. No entanto, os pacientes devem ser informados de que a capacidade de realizar tais tarefas pode ser prejudicada após receber agentes anestésicos.

Os anestesistas devem informar aos pais e cuidadores de pacientes pediátricos que a anestesia2 em crianças pode gerar um breve estado de agitação que pode dificultar a cooperação.

Posologia

Medicação pré-anestésica

A medicação pré-anestésica deve ser selecionada de acordo com a necessidade individual do paciente. Em estudos clínicos, pacientes programados para serem anestesiados com desflurano, frequentemente receberam uma medicação pré-anestésica IV, como opióide e/ou benzodiazepínico.

Indução:

Em adultos, alguns pré-medicados com opióides, uma concentração inicial frequente foi de 3% de desflurano, aumentada em incrementos de 0,5-1,0% a cada 2 a 3 inspirações. As concentrações expiratórias finais de 4-11% de Desforane, com e sem N2O, levaram à anestesia2 em 2 a 4 minutos. Quando o desflurano foi testado como um agente primário de indução anestésica, a incidência1 de irritação das vias aéreas superiores (apneia73, espasmo33 da laringe34, tosse e secreções) foi alta (vide item REAÇÕES ADVERSAS). Durante a indução em adultos, a incidência1 geral de desaturação de oxihemoglobina (SpO2 < 90%) foi de 6%. Em adultos, após a indução com um medicamento intravenoso, como tiopental ou propofol, o desflurano pode ser iniciado a, aproximadamente, 0,5-1 CAM, se o gás condutor for O2 ou N2O/O2.

Concentrações inspiradas de Desforane superior a 12% foram administradas com segurança em pacientes, particularmente durante a indução da anestesia2 em adultos. Estas concentrações irão proporcionalmente diluir a concentração de oxigénio; portanto, a manutenção de uma concentração adequada de oxigênio pode exigir uma redução do óxido nitroso ou ar, se esses gases são usados simultaneamente.

Manutenção:

Os níveis anestésicos cirúrgicos em adultos podem ser mantidos com concentrações de 2,5–8,5% de Desforane, com ou sem o uso concomitante de óxido nitroso. Em crianças, os níveis anestésicos cirúrgicos podem ser mantidos com concentrações de 5,2–10% de Desforane, com ou sem o uso concomitante de óxido nitroso.

Durante a manutenção da anestesia2 com taxas de fluxo de 2 L/min ou mais, a concentração alveolar de Desforane geralmente estará dentro de 10% da concentração inspirada.

Durante a manutenção anestésica, concentrações crescentes de Desforane produzem reduções dose-dependentes na pressão arterial49. Reduções excessivas na pressão arterial49 podem ser causadas pela profundidade da anestesia2 e, nestas circunstâncias, podem ser corrigidas pela redução da concentração inalada de Desforane.

As concentrações de desflurano que excederem 1 CAM podem aumentar a frequência cardíaca. Portanto, com este medicamento, uma frequência cardíaca aumentada não indica, de maneira confiável, uma anestesia2 inadequada.

Manutenção da anestesia2 em pacientes pediátricos intubados:

Desforane é indicado para a manutenção de anestesia2 em pacientes pediátricos e lactentes3, após a indução de anestesia2 com outro agente (que não seja desflurano) e intubação traqueal.

Desforane com ou sem óxido nitroso, e halotano, com ou sem óxido nitroso, foram estudados em três ensaios clínicos74 realizados com pacientes pediátricos com idades entre 2 semanas a 12 anos (média de 2 anos) e estado físico ASA I ou II. A concentração de Desforane, necessário para a manutenção da anestesia2 geral é dependente da idade. As alterações na pressão sanguínea durante a manutenção e recuperação da anestesia2 com desflurano/N2O/O2 são semelhantes aos observados com halotano N2O/O2. A frequência cardíaca durante a manutenção da anestesia2 por minutos mais rápidos com o desflurano do que com halotano. Os pacientes foram considerados adequados para a alta da unidade de cuidados pós-anestésicos dentro de uma hora tanto com desflurano como halotano. Não houve diferença na incidência1 de náuseas75 e vômitos76 entre os pacientes que receberam desflurano ou halotano.

Recuperação:

A recuperação da anestesia2 geral deve ser avaliada cuidadosamente antes de o paciente recebe alta da unidade de cuidados pós-anestésica.

Uso em pacientes com doença arterial coronariana:

Em pacientes com doença arterial coronariana, a manutenção da hemodinâmica77 normal é importante para prevenir a isquemia78 do miocárdio79. Um rápido aumento na concentração de desflurano está associado com o aumento acentuado da frequência cardíaca, pressão arterial49 média e os níveis de epinefrina e norepinefrina. O desflurano não deve ser utilizado como único agente para indução anestésica em pacientes com doença

arterial coronariana ou em pacientes em que os aumentos na frequência cardíaca ou pressão arterial49 indesejável. Deve ser utilizado com outros medicamentos preferencialmente opióides por via venosa e hipnóticos.

Uso Neurocirúrgico:

O Desforane pode gerar um aumento dose-dependente na pressão do líquido cefalorraquidiano80 (PLCR) quando administrado em pacientes com lesões81 ocupando o espaço intracraniano. O desflurano deve ser administrado a 0,8 CAM ou menos e em conjunto com uma indução por barbitúrico e hiperventilação (hipocapnia), até que haja descompensaço cerebral, em pacientes com aumentos na PLCR conhecidos ou suspeitos. Deve-se atentar à manutenção da pressão de perfusão cerebral.

Cuidado Ocupacional:

Não há limite específico de exposição estabelecido para Desforane. No entanto, o Instituto Nacional de Segurança e Saúde7 Ocupacional (NIOSH) recomenda que nenhum trabalhador deve ser exposto a concentrações de teto maior do que 2 ppm de qualquer agente anestésico halogenado ao longo de um período de amostragem não deve exceder uma hora.

Principais Meios de Exposição incluem:

Contato com a pele82: Pode causar irritação na pele82. Em caso de contato, lave imediatamente a pele82 com água em abundância. Remova as roupas e sapatos contaminados. Procurar atendimento médico em caso de irritação.

Contato com os olhos83: Pode causar irritação nos olhos83. Em caso de contato, lavar imediatamente os olhos83 com água em abundância por pelo menos 15 minutos. Procurar atendimento médico em caso de irritação.

Ingestão: Não há outros efeitos terapêuticos específicos. Não provocar vômitos76 a menos que provocado pela equipe médica. Nunca dê algo pela boca84 a uma pessoa inconsciente. Se grande quantidade desta substância for ingerida, procure um médico imediatamente.

Inalação: Se o indivíduo inalar o vapor, ou sentir tonturas85 ou dores de cabeça86, ele deve ser transferido para uma área com ar fresco. O indivíduo também poderá detectar os seguintes:

  • Efeitos cardiovasculares: pode incluir alterações no ritmo cardíaco, alterações na pressão arterial49, dor no peito87.
  • Efeitos respiratórios: podem incluir falta de ar, broncoespasmo88, espasmo33 da laringe34, depressão respiratória.
  • Efeitos gastrointestinais: podem incluir náuseas75, dor de estômago89, perda de apetite.
  • Efeitos no sistema nervoso90: podem incluir ataxia91, tremor, distúrbios da fala, letargia92, dores de cabeça86, tonturas85, visão93 turva.

Os efeitos previstos de superexposição aguda por inalação de Desforane incluem dor de cabeça86, tontura94 ou (em casos extremos) inconsciência95.

Não há efeitos adversos documentados da exposição crônica aos vapores de anestésicos halogenados (Resíduos de Gases Anestésicos ou WAG) no local de trabalho. Embora os resultados de alguns estudos epidemiológicos sugiram uma ligação entre a exposição a agentes anestésicos halogenados e aumento dos problemas de saúde7 (aborto espontâneo) em particular, a relação não é conclusiva. Dado que a exposição a WAGs é um fator possível nos resultados para estes estudos, as pessoas presentes na sala de cirurgia, e as mulheres grávidas, em particular, devem minimizar a exposição. As precauções incluem ventilação69 geral adequada na sala de cirurgia, o uso de um sistema de eliminação bem projetado bem conservado; práticas de trabalho para minimizar vazamentos enquanto o agente anestésico está em uso, e manutenção de rotina de equipamentos para minimizar vazamentos.

Pelos dados clínicos, as concentrações teriam de chegar a 2–3% no ar inspirado antes do indivíduo sentir tonturas85 ou outros efeitos fisiológicos.

O QUE DEVO FAZER QUANDO EU ME ESQUECER DE USAR ESTE MEDICAMENTO?

Em casos de dúvidas, procure orientação do farmacêutico ou de seu médico, ou cirurgião-dentista.

QUAIS OS MALES QUE ESTE MEDICAMENTO PODE ME CAUSAR?

Experiências em Estudos Clínicos

Como os ensaios clínicos74 são conduzidos sob condições muito variadas, as taxas de reações adversas observadas nos ensaios clínicos74 de um medicamento não podem ser comparadas diretamente às taxas nos estudos clínicos de outro medicamento e podem não refletir as taxas observadas na prática.

As informações sobre eventos adversos derivam de estudos clínicos controlados, sendo que a maioria destes foi conduzida nos Estados Unidos. Os estudos foram conduzidos utilizando diversos medicamentos pré-anestésicos, outros anestésicos e procedimentos cirúrgicos de extensão variável. A maioria dos eventos adversos relatados foi leve e transitória e pode refletir os procedimentos cirúrgicos, características dos pacientes (incluindo a doença) e/ou os medicamentos administrados.

Dos 2.143 pacientes expostos ao Desforane em estudos clínicos, 370 adultos e 152 crianças foram induzidos com desflurano isoladamente e 987 pacientes foram mantidos principalmente com o desflurano. As frequências obtidas refletem a porcentagem de pacientes apresentando o evento. Cada paciente foi contado uma vez para cada tipo de evento adverso.

Frequência de eventos que ocorreram em mais do que 1% dos pacientes de ensaios clínicos74 (em relatos julgados como “provavelmente relacionados causalmente”). 

Indução (uso como um agente com máscara de inalação)

Pacientes adultos (N=370):

Tosse 34%, interrupção respiratória 30%, apneia73 15%, secreções aumentadas*, espasmos35 da laringe34*, dessaturação de Oxihemoglobina (SpO2 < 90%)*, faringite96*.

Manutenção ou recuperação

Pacientes adultos e pediátricos intubados (N = 687):

Corpo como um todo:

Cefaleia97 (dor de cabeça86)

Sistema Cardiovascular5:

Bradicardia98 (diminuição da freqüência cardíaca), hipertensão99 (aumento da pressão arterial49), arritmia100 nodal, taquicardia45 (aumento dos batimentos cardíacos).

Sistema Digestivo101:

náusea71 27%, vômito72 16%

Sistema nervoso90:

aumento de salivação

Sistema Respiratório102:

Apneia73* (pausas na respiração durante o sono), interrupção da respiração, aumento de tosse*, espasmo33 da laringe34, faringite96

Sentidos Especiais:

conjuntivite103 (hiperemia104 conjuntival)

*Incidência1 dos eventos 3 – 10%


Frequência de eventos ocorrendo em menos de 1% dos pacientes (em relatos julgados como de “relação provavelmente causal”). Relatado em três ou mais pacientes, desconsiderando a severidade.

Reações adversas relatadas somente de experiências pós-comercialização ou em literatura, não vistas em ensaios clínicos74, são consideradas raras e estão com*:

Sistema Cardiovascular5:

arritmia100, bigeminismo, eletrocardiograma105 anormal, isquemia78 miocárdica, vasodilatação.

Sistema Digestivo101:

hepatite14*

Sistema Nervoso90:

agitação, vertigem106

Sistema Respiratório102:

asma38, dispneia107 (sensação de falta de ar), hipóxia50 (diminuição da concentração de oxigênio nos tecidos)


Frequência de eventos ocorrendo em menos de 1% dos pacientes em ensaios clínicos74 (em relatos julgados como de “Relação causal desconhecida”). Relatados em três ou mais pacientes, desconsiderando a severidade.

Corpo como um todo:

febre108

Sistema Cardiovascular5:

hemorragias109, infarto do miocárdio110

Metabolismo58 e nutrição111:

aumento de creatinofosfoquinase (CPK)

Sistema musculoesquelético:

Mialgia112 (dor muscular)

Pele82 e anexos113:

Prurido114 (sensação de coceira)

 

Experiências pós comercialização

As seguintes reações adversas foram identificadas durante a utilização de Desforane pós-comercialização.

Por estas reações serem relatadas voluntariamente por uma população de tamanho incerto, não é possível estimar com segurança a sua frequência ou estabelecer uma relação causal com a exposição de drogas.

  • Sangue44 e sistema linfático115: coagulopatia (distúrbios da coagulação116 sanguínea);
  • Distúrbios do metabolismo58 e da nutrição111: hipercalemia64 (Aumento da taxa de potássio no sangue44), hipocalemia117 (Baixa concentração de potássio no sangue44), acidose metabólica118;
  • Distúrbios do sistema nervoso90: convulsão119, agitação pós-operatória em crianças;
  • Distúrbios oculares: icterícia12 ocular (pigmentação amarelada nos olhos83);
  • Cardiopatias: parada cardíaca, prolongamento do intervalo de QT, torsade de pointes, insuficiência53 ventricular, hipocinesia ventricular, fibrilação atrial;
  • Distúrbios vasculares120: hipertensão99 maligna (aumento da pressão arterial49), hemorragia121, hipotensão70 (diminuição da pressão arterial49), choque122;
  • Distúrbios respiratórios, torácicos e do mediastino123: parada respiratória, insuficiência respiratória124, dificuldade respiratória, broncoespasmo88, hemoptise125 (hemorragia121); Distúrbios gastrointestinais: pancreatite126 aguda dor, abdominal;
  • Distúrbios hepatobiliares11: insuficiência53 e necrose13 do fígado6, hepatite14, hepatite14 citolítica, colestase127, icterícia12 (pigmentação amarelada na pele82 ou mucosas128), alteração da função hepática56, doença do fígado6;
  • Distúrbios de pele e tecido subcutâneo129: urticária130, eritema131 (vermelhidão da pele82);
  • Distúrbios conjuntivos, musculoesquelético, tecidos e ossos: rabdomiólise132 (destruição muscular); Distúrbios gerais e no local de administração: hipertermia maligna, astenia133 (fraqueza muscular), mal-estar;
  • Investigações: eletrocardiograma105 (alterações de ST-T), inversão de onda T, transaminases aumentada, aumento da alanina aminotransferase, aspartato aminotransferase, bilirrubina134 no sangue44 aumentado, teste de coagulação116 anormal, aumento da amônia;
  • Lesões81, envenenamento e complicações processuais*: taquiarritmia135, palpitações136, queimaduras nos olhos83, cegueira transitória, encefalopatia137, ceratite ulcerativa, hiperemia104 ocular (aumento na quantidade de sangue44 nos olhos83), diminuição da acuidade visual138, sensação de irritação ocular, dor nos olhos83, tontura94, enxaqueca139, fadiga140, exposição acidental, pele82 queimada, erro a administração do medicamento.

* Todas as reações categorizados dentro deste SOC eram exposições acidentais em não-pacientes.

Efeito de drogas anestésicas e de sedação16 no desenvolvimento inicial do cérebro19

Estudos realizados em animais jovens e crianças sugerem que o uso repetido ou prolongado de drogas anestésicas ou de sedação16 em crianças menores de 3 anos pode ter efeitos negativos em seus cérebros em desenvolvimento. Discuta com os pais e cuidadores os benefícios, os riscos, o tempo e a duração da cirurgia ou procedimentos que requerem drogas anestésicas e de sedação16.

Informe ao seu médico, cirurgião-dentista ou farmacêutico o aparecimento de reações indesejáveis pelo uso do medicamento. Informe também à empresa através do seu serviço de atendimento.

O QUE FAZER SE ALGUÉM USAR UMA QUANTIDADE MAIOR DO QUE A INDICADA DESTE MEDICAMENTO?

Os sintomas37 de superdose de Desforane pode apresentar-se como um aprofundamento da anestesia2, depressão cardíaca e/ou respiratória em pacientes com respiração espontânea, e depressão cardíaca em pacientes ventilados nos quais podem ocorrer hipercapnia43 e hipóxia50 apenas numa fase tardia.

Em caso de superdose, ou suspeita de sobredosagem, tomar as seguintes medidas: suspender a administração do Desforane, manter uma via aérea permeável, iniciar ventilação69 assistida ou controlada com oxigênio, e manter a função cardiovascular adequada.

No caso de superdose ou suspeita de superdose, tome as seguintes medidas: descontinue a administração do Desforane, mantenha uma via aérea desobstruída, inicie ventilação69 assistida ou controlada com oxigênio e mantenha uma função cardiovascular adequada.

Em caso de uso de grande quantidade deste medicamento, procure rapidamente socorro médico e leve a embalagem ou bula do medicamento, se possível. Ligue para 0800 722 6001, se você precisar de mais orientações.

DIZERES LEGAIS:


VENDA SOB PRESCRIÇÃO MÉDICA
USO RESTRITO A HOSPITAIS
 

Reg. MS n° 1.0683.0167
Farm. Resp.: Cintia Priscilla Guedes CRF/SP nº 62.366

Fabricado por:
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Antes de consumir qualquer medicamento, consulte seu médico (http://www.catalogo.med.br).

Complementos

1 Incidência: Medida da freqüência em que uma doença ocorre. Número de casos novos de uma doença em um certo grupo de pessoas por um certo período de tempo.
2 Anestesia: Diminuição parcial ou total da sensibilidade dolorosa. Pode ser induzida por diferentes medicamentos ou ser parte de uma doença neurológica.
3 Lactentes: Que ou aqueles que mamam, bebês. Inclui o período neonatal e se estende até 1 ano de idade (12 meses).
4 Músculos: Tecidos contráteis que produzem movimentos nos animais.
5 Sistema cardiovascular: O sistema cardiovascular ou sistema circulatório sanguíneo é formado por um circuito fechado de tubos (artérias, veias e capilares) dentro dos quais circula o sangue e por um órgão central, o coração, que atua como bomba. Ele move o sangue através dos vasos sanguíneos e distribui substâncias por todo o organismo.
6 Fígado: Órgão que transforma alimento em energia, remove álcool e toxinas do sangue e fabrica bile. A bile, produzida pelo fígado, é importante na digestão, especialmente das gorduras. Após secretada pelas células hepáticas ela é recolhida por canalículos progressivamente maiores que a levam para dois canais que se juntam na saída do fígado e a conduzem intermitentemente até o duodeno, que é a primeira porção do intestino delgado. Com esse canal biliar comum, chamado ducto hepático, comunica-se a vesícula biliar através de um canal sinuoso, chamado ducto cístico. Quando recebe esse canal de drenagem da vesícula biliar, o canal hepático comum muda de nome para colédoco. Este, ao entrar na parede do duodeno, tem um músculo circular, designado esfíncter de Oddi, que controla o seu esvaziamento para o intestino.
7 Saúde: 1. Estado de equilíbrio dinâmico entre o organismo e o seu ambiente, o qual mantém as características estruturais e funcionais do organismo dentro dos limites normais para sua forma de vida e para a sua fase do ciclo vital. 2. Estado de boa disposição física e psíquica; bem-estar. 3. Brinde, saudação que se faz bebendo à saúde de alguém. 4. Força física; robustez, vigor, energia.
8 Síndrome: Conjunto de sinais e sintomas que se encontram associados a uma entidade conhecida ou não.
9 Congênito: 1. Em biologia, o que é característico do indivíduo desde o nascimento ou antes do nascimento; conato. 2. Que se manifesta espontaneamente; inato, natural, infuso. 3. Que combina bem com; apropriado, adequado. 4. Em termos jurídicos, é o que foi adquirido durante a vida fetal ou embrionária; nascido com o indivíduo. Por exemplo, um defeito congênito.
10 Monóxido de carbono: Gás levemente inflamável, incolor, inodoro e muito tóxico ao organismo.
11 Hepatobiliares: Diz-se do que se refere ao fígado e às vias biliares.
12 Icterícia: Coloração amarelada da pele e mucosas devido a uma acumulação de bilirrubina no organismo. Existem dois tipos de icterícia que têm etiologias e sintomas distintos: icterícia por acumulação de bilirrubina conjugada ou direta e icterícia por acumulação de bilirrubina não conjugada ou indireta.
13 Necrose: Conjunto de processos irreversíveis através dos quais se produz a degeneração celular seguida de morte da célula.
14 Hepatite: Inflamação do fígado, caracterizada por coloração amarela da pele e mucosas (icterícia), dor na região superior direita do abdome, cansaço generalizado, aumento do tamanho do fígado, etc. Pode ser produzida por múltiplas causas como infecções virais, toxicidade por drogas, doenças imunológicas, etc.
15 Cirrose: Substituição do tecido normal de um órgão (freqüentemente do fígado) por um tecido cicatricial fibroso. Deve-se a uma agressão persistente, infecciosa, tóxica ou metabólica, que produz perda progressiva das células funcionalmente ativas. Leva progressivamente à perda funcional do órgão.
16 Sedação: 1. Ato ou efeito de sedar. 2. Aplicação de sedativo visando aliviar sensação física, por exemplo, de dor. 3. Diminuição de irritabilidade, de nervosismo, como efeito de sedativo. 4. Moderação de hiperatividade orgânica.
17 GABA: GABA ou Ácido gama-aminobutírico é o neurotransmissor inibitório mais comum no sistema nervoso central.
18 Apoptose: Morte celular não seguida de autólise, também conhecida como “morte celular programada“.
19 Cérebro: Derivado do TELENCÉFALO, o cérebro é composto dos hemisférios direito e esquerdo. Cada hemisfério contém um córtex cerebral exterior e gânglios basais subcorticais. O cérebro inclui todas as partes dentro do crânio exceto MEDULA OBLONGA, PONTE e CEREBELO. As funções cerebrais incluem as atividades sensório-motora, emocional e intelectual.
20 Cognitivos: 1. Relativo ao conhecimento, à cognição. 2. Relativo ao processo mental de percepção, memória, juízo e/ou raciocínio. 3. Diz-se de estados e processos relativos à identificação de um saber dedutível e à resolução de tarefas e problemas determinados. 4. Diz-se dos princípios classificatórios derivados de constatações, percepções e/ou ações que norteiam a passagem das representações simbólicas à experiência, e também da organização hierárquica e da utilização no pensamento e linguagem daqueles mesmos princípios.
21 Medicamento específico: O termo aplica-se a produtos farmacêuticos, tecnicamente obtidos ou elaborados, com finalidade profilática, curativa ou paliativa não enquadrados nas categorias de medicamento novo, genérico, similar, biológico, fitoterápico ou notificado e cuja(s) substância(s) ativa(s), independente da natureza ou origem, não é(são) passível(is) de ensaio de bioequivalência, frente a um produto comparador.
22 Eletivo: 1. Relativo à eleição, escolha, preferência. 2. Em medicina, sujeito à opção por parte do médico ou do paciente. Por exemplo, uma cirurgia eletiva é indicada ao paciente, mas não é urgente. 3. Cujo preenchimento depende de eleição (diz-se de cargo). 4. Em bioquímica ou farmácia, aquilo que tende a se combinar com ou agir sobre determinada substância mais do que com ou sobre outra.
23 Gravidez: Condição de ter um embrião ou feto em desenvolvimento no trato reprodutivo feminino após a união de ovo e espermatozóide.
24 Lactação: Fenômeno fisiológico neuro-endócrino (hormonal) de produção de leite materno pela puérpera no pós-parto; independente dela estar ou não amamentando.Toda mulher após o parto tem produção de leite - lactação; mas, infelizmente nem todas amamentam.
25 Reprodução: 1. Função pela qual se perpetua a espécie dos seres vivos. 2. Ato ou efeito de reproduzir (-se). 3. Imitação de quadro, fotografia, gravura, etc.
26 Toxicidade: Capacidade de uma substância produzir efeitos prejudiciais ao organismo vivo.
27 Defeitos congênitos: Problemas ou condições que estão presentes ao nascimento.
28 Lactantes: Que produzem leite; que aleitam.
29 Lactante: Que produz leite; que aleita.
30 Feto: Filhote por nascer de um mamífero vivíparo no período pós-embrionário, depois que as principais estruturas foram delineadas. Em humanos, do filhote por nascer vai do final da oitava semana após a CONCEPÇÃO até o NASCIMENTO, diferente do EMBRIÃO DE MAMÍFERO prematuro.
31 Malformações: 1. Defeito na forma ou na formação; anomalia, aberração, deformação. 2. Em patologia, é vício de conformação de uma parte do corpo, de origem congênita ou hereditária, geralmente curável por cirurgia. Ela é diferente da deformação (que é adquirida) e da monstruosidade (que é incurável).
32 Mortalidade: A taxa de mortalidade ou coeficiente de mortalidade é um dado demográfico do número de óbitos, geralmente para cada mil habitantes em uma dada região, em um determinado período de tempo.
33 Espasmo: 1. Contração involuntária, não ritmada, de um ou vários músculos, podendo ocorrer isolada ou continuamente, sendo dolorosa ou não. 2. Qualquer contração muscular anormal. 3. Sentido figurado: arrebatamento, exaltação, espanto.
34 Laringe: É um órgão fibromuscular, situado entre a traqueia e a base da língua que permite a passagem de ar para a traquéia. Consiste em uma série de cartilagens, como a tiroide, a cricóide e a epiglote e três pares de cartilagens: aritnoide, corniculada e cuneiforme, todas elas revestidas de membrana mucosa que são movidas pelos músculos da laringe. As dobras da membrana mucosa dão origem às pregas vocais.
35 Espasmos: 1. Contrações involuntárias, não ritmadas, de um ou vários músculos, podendo ocorrer isolada ou continuamente, sendo dolorosas ou não. 2. Qualquer contração muscular anormal. 3. Sentido figurado: arrebatamento, exaltação, espanto.
36 Sinais: São alterações percebidas ou medidas por outra pessoa, geralmente um profissional de saúde, sem o relato ou comunicação do paciente. Por exemplo, uma ferida.
37 Sintomas: Alterações da percepção normal que uma pessoa tem de seu próprio corpo, do seu metabolismo, de suas sensações, podendo ou não ser um indício de doença. Os sintomas são as queixas relatadas pelo paciente mas que só ele consegue perceber. Sintomas são subjetivos, sujeitos à interpretação pessoal. A variabilidade descritiva dos sintomas varia em função da cultura do indivíduo, assim como da valorização que cada pessoa dá às suas próprias percepções.
38 Asma: Doença das vias aéreas inferiores (brônquios), caracterizada por uma diminuição aguda do calibre bronquial em resposta a um estímulo ambiental. Isto produz obstrução e dificuldade respiratória que pode ser revertida de forma espontânea ou com tratamento médico.
39 Infecção: Doença produzida pela invasão de um germe (bactéria, vírus, fungo, etc.) em um organismo superior. Como conseqüência da mesma podem ser produzidas alterações na estrutura ou funcionamento dos tecidos comprometidos, ocasionando febre, queda do estado geral, e inúmeros sintomas que dependem do tipo de germe e da reação imunológica perante o mesmo.
40 Neurônios: Unidades celulares básicas do tecido nervoso. Cada neurônio é formado por corpo, axônio e dendritos. Sua função é receber, conduzir e transmitir impulsos no SISTEMA NERVOSO. Sinônimos: Células Nervosas
41 Células: Unidades (ou subunidades) funcionais e estruturais fundamentais dos organismos vivos. São compostas de CITOPLASMA (com várias ORGANELAS) e limitadas por uma MEMBRANA CELULAR.
42 Neonatos: Refere-se a bebês nos seus primeiros 28 dias (mês) de vida. O termo “recentemente-nascido“ refere-se especificamente aos primeiros minutos ou horas que se seguem ao nascimento. Esse termo é utilizado para enfocar os conhecimentos e treinamento da ressuscitação imediatamente após o nascimento e durante as primeiras horas de vida.
43 Hipercapnia: É a presença de doses excessivas de dióxido de carbono no sangue.
44 Sangue: O sangue é uma substância líquida que circula pelas artérias e veias do organismo. Em um adulto sadio, cerca de 45% do volume de seu sangue é composto por células (a maioria glóbulos vermelhos, glóbulos brancos e plaquetas). O sangue é vermelho brilhante, quando oxigenado nos pulmões (nos alvéolos pulmonares). Ele adquire uma tonalidade mais azulada, quando perde seu oxigênio, através das veias e dos pequenos vasos denominados capilares.
45 Taquicardia: Aumento da frequência cardíaca. Pode ser devido a causas fisiológicas (durante o exercício físico ou gravidez) ou por diversas doenças como sepse, hipertireoidismo e anemia. Pode ser assintomática ou provocar palpitações.
46 Taquipneia: Aceleração do ritmo respiratório.
47 Cianose: Coloração azulada da pele e mucosas. Pode significar uma falta de oxigenação nos tecidos.
48 Arritmias: Arritmia cardíaca é o nome dado a diversas perturbações que alteram a frequência ou o ritmo dos batimentos cardíacos.
49 Pressão arterial: A relação que define a pressão arterial é o produto do fluxo sanguíneo pela resistência. Considerando-se a circulação como um todo, o fluxo total é denominado débito cardíaco, enquanto a resistência é denominada de resistência vascular periférica total.
50 Hipóxia: Estado de baixo teor de oxigênio nos tecidos orgânicos que pode ocorrer por diversos fatores, tais como mudança repentina para um ambiente com ar rarefeito (locais de grande altitude) ou por uma alteração em qualquer mecanismo de transporte de oxigênio, desde as vias respiratórias superiores até os tecidos orgânicos.
51 Hipovolemia: Diminuição do volume de sangue secundário a hemorragias, desidratação ou seqüestro de sangue para um terceiro espaço (p. ex. peritônio).
52 Desidratação: Perda de líquidos do organismo pelo aumento importante da freqüência urinária, sudorese excessiva, diarréia ou vômito.
53 Insuficiência: Incapacidade de um órgão ou sistema para realizar adequadamente suas funções.Manifesta-se de diferentes formas segundo o órgão comprometido. Exemplos: insuficiência renal, hepática, cardíaca, respiratória.
54 Rins: Órgãos em forma de feijão que filtram o sangue e formam a urina. Os rins são localizados na região posterior do abdômen, um de cada lado da coluna vertebral.
55 Insuficiência renal: Condição crônica na qual o corpo retém líquido e excretas pois os rins não são mais capazes de trabalhar apropriadamente. Uma pessoa com insuficiência renal necessita de diálise ou transplante renal.
56 Hepática: Relativa a ou que forma, constitui ou faz parte do fígado.
57 Renal: Relacionado aos rins. Uma doença renal é uma doença dos rins. Insuficiência renal significa que os rins pararam de funcionar.
58 Metabolismo: É o conjunto de transformações que as substâncias químicas sofrem no interior dos organismos vivos. São essas reações que permitem a uma célula ou um sistema transformar os alimentos em energia, que será ultilizada pelas células para que as mesmas se multipliquem, cresçam e movimentem-se. O metabolismo divide-se em duas etapas: catabolismo e anabolismo.
59 Creatinina: Produto residual das proteínas da dieta e dos músculos do corpo. É excretada do organismo pelos rins. Uma vez que as doenças renais progridem, o nível de creatinina aumenta no sangue.
60 Mg/dL: Miligramas por decilitro, unidade de medida que mostra a concentração de uma substância em uma quantidade específica de fluido.
61 Insuficiência hepática: Deterioração grave da função hepática. Pode ser decorrente de hepatite viral, cirrose e hepatopatia alcoólica (lesão hepática devido ao consumo de álcool) ou medicamentosa (causada por medicamentos como, por exemplo, o acetaminofeno). Para que uma insuficiência hepática ocorra, deve haver uma lesão de grande porção do fígado.
62 Enzimas hepáticas: São duas categorias principais de enzimas hepáticas. A primeira inclui as enzimas transaminasas alaninoaminotransferase (ALT ou TGP) e a aspartato aminotransferase (AST ou TOG). Estas são enzimas indicadoras do dano às células hepáticas. A segunda categoria inclui certas enzimas hepáticas como a fosfatase alcalina (FA) e a gamaglutamiltranspeptidase (GGT) as quais indicam obstrução do sistema biliar, quer seja no fígado ou nos canais maiores da bile que se encontram fora deste órgão.
63 Glicose: Uma das formas mais simples de açúcar.
64 Hipercalemia: É a concentração de potássio sérico maior que 5.5 mmol/L (mEq/L). Uma concentração acima de 6.5 mmol/L (mEq/L) é considerada crítica.
65 Distrofia: 1. Acúmulo de grande quantidade de matéria orgânica, mas poucos nutrientes, em corpos de água, como brejos e pântanos. 2. Na medicina, é qualquer problema de nutrição e o estado de saúde daí decorrente.
66 Urina: Resíduo líquido produzido pela filtração renal no organismo, estocado na bexiga e expelido pelo ato de urinar.
67 Adrenalina: 1. Hormônio secretado pela medula das glândulas suprarrenais. Atua no mecanismo da elevação da pressão sanguínea, é importante na produção de respostas fisiológicas rápidas do organismo aos estímulos externos. Usualmente utilizado como estimulante cardíaco, como vasoconstritor nas hemorragias da pele, para prolongar os efeitos de anestésicos locais e como relaxante muscular na asma brônquica. 2. No sentido informal significa disposição física, emocional e mental na realização de tarefas, projetos, etc. Energia, força, vigor.
68 Traqueia: Conduto músculo-membranoso com cerca de 22 centímetros no homem e de 18 centímetros na mulher. Da traqueia distingue-se uma parte que faz continuação direta à laringe (porção cervical) e uma parte que está situada no tórax (porção torácica). Possui anéis cartilaginosos em número variável de 12 a 16, unidos entre si por tecido fibroso. Destina-se à passagem do ar. A traqueia é revestida com epitélio ciliar que auxilia a filtração do ar inalado.
69 Ventilação: 1. Ação ou efeito de ventilar, passagem contínua de ar fresco e renovado, num espaço ou recinto. 2. Agitação ou movimentação do ar, natural ou provocada para estabelecer sua circulação dentro de um ambiente. 3. Em fisiologia, é o movimento de ar nos pulmões. Perfusão Em medicina, é a introdução de substância líquida nos tecidos por meio de injeção em vasos sanguíneos.
70 Hipotensão: Pressão sanguínea baixa ou queda repentina na pressão sanguínea. A hipotensão pode ocorrer quando uma pessoa muda rapidamente de uma posição sentada ou deitada para a posição de pé, causando vertigem ou desmaio.
71 Náusea: Vontade de vomitar. Forma parte do mecanismo complexo do vômito e pode ser acompanhada de sudorese, sialorréia (salivação excessiva), vertigem, etc.
72 Vômito: É a expulsão ativa do conteúdo gástrico pela boca. Pode ser classificado como: alimentar, fecalóide, biliar, em jato, pós-prandial. Sinônimo de êmese. Os medicamentos que agem neste sintoma são chamados de antieméticos.
73 Apnéia: É uma parada respiratória provocada pelo colabamento total das paredes da faringe que ocorre principalmente enquanto a pessoa está dormindo e roncando. No adulto, considera-se apnéia após 10 segundos de parada respiratória. Como a criança tem uma reserva menor, às vezes, depois de dois ou três segundos, o sangue já se empobrece de oxigênio.
74 Ensaios clínicos: Há três fases diferentes em um ensaio clínico. A Fase 1 é o primeiro teste de um tratamento em seres humanos para determinar se ele é seguro. A Fase 2 concentra-se em saber se um tratamento é eficaz. E a Fase 3 é o teste final antes da aprovação para determinar se o tratamento tem vantagens sobre os tratamentos padrões disponíveis.
75 Náuseas: Vontade de vomitar. Forma parte do mecanismo complexo do vômito e pode ser acompanhada de sudorese, sialorréia (salivação excessiva), vertigem, etc .
76 Vômitos: São a expulsão ativa do conteúdo gástrico pela boca. Podem ser classificados em: alimentar, fecalóide, biliar, em jato, pós-prandial. Sinônimo de êmese. Os medicamentos que agem neste sintoma são chamados de antieméticos.
77 Hemodinâmica: Ramo da fisiologia que estuda as leis reguladoras da circulação do sangue nos vasos sanguíneos tais como velocidade, pressão etc.
78 Isquemia: Insuficiência absoluta ou relativa de aporte sanguíneo a um ou vários tecidos. Suas manifestações dependem do tecido comprometido, sendo a mais frequente a isquemia cardíaca, capaz de produzir infartos, isquemia cerebral, produtora de acidentes vasculares cerebrais, etc.
79 Miocárdio: Tecido muscular do CORAÇÃO. Composto de células musculares estriadas e involuntárias (MIÓCITOS CARDÍACOS) conectadas, que formam a bomba contrátil geradora do fluxo sangüíneo. Sinônimos: Músculo Cardíaco; Músculo do Coração
80 Líquido cefalorraquidiano: Líquido cefalorraquidiano (LCR), também conhecido como líquor ou fluido cérebro espinhal, é definido como um fluido corporal estéril, incolor, encontrado no espaço subaracnoideo no cérebro e na medula espinhal (entre as meninges aracnoide e pia-máter). Caracteriza-se por ser uma solução salina pura, com baixo teor de proteínas e células, atuando como um amortecedor para o córtex cerebral e a medula espinhal. Possui também a função de fornecer nutrientes para o tecido nervoso e remover resíduos metabólicos do mesmo. É sintetizado pelos plexos coroidais, epitélio ventricular e espaço subaracnoideo em uma taxa de aproximadamente 20 mL/hora. Em recém-nascidos, este líquido é encontrado em um volume que varia entre 10 a 60 mL, enquanto que no adulto fica entre 100 a 150 mL.
81 Lesões: 1. Ato ou efeito de lesar (-se). 2. Em medicina, ferimento ou traumatismo. 3. Em patologia, qualquer alteração patológica ou traumática de um tecido, especialmente quando acarreta perda de função de uma parte do corpo. Ou também, um dos pontos de manifestação de uma doença sistêmica. 4. Em termos jurídicos, prejuízo sofrido por uma das partes contratantes que dá mais do que recebe, em virtude de erros de apreciação ou devido a elementos circunstanciais. Ou também, em direito penal, ofensa, dano à integridade física de alguém.
82 Pele: Camada externa do corpo, que o protege do meio ambiente. Composta por DERME e EPIDERME.
83 Olhos:
84 Boca: Cavidade oral ovalada (localizada no ápice do trato digestivo) composta de duas partes
85 Tonturas: O indivíduo tem a sensação de desequilíbrio, de instabilidade, de pisar no vazio, de que vai cair.
86 Cabeça:
87 Peito: Parte superior do tronco entre o PESCOÇO e o ABDOME; contém os principais órgãos dos sistemas circulatório e respiratório. (Tradução livre do original
88 Broncoespasmo: Contração do músculo liso bronquial, capaz de produzir estreitamento das vias aéreas, manifestado por sibilos no tórax e falta de ar. É uma contração vista com freqüência na asma.
89 Estômago: Órgão da digestão, localizado no quadrante superior esquerdo do abdome, entre o final do ESÔFAGO e o início do DUODENO.
90 Sistema nervoso: O sistema nervoso é dividido em sistema nervoso central (SNC) e o sistema nervoso periférico (SNP). O SNC é formado pelo encéfalo e pela medula espinhal e a porção periférica está constituída pelos nervos cranianos e espinhais, pelos gânglios e pelas terminações nervosas.
91 Ataxia: Reflete uma condição de falta de coordenação dos movimentos musculares voluntários podendo afetar a força muscular e o equilíbrio de uma pessoa. É normalmente associada a uma degeneração ou bloqueio de áreas específicas do cérebro e cerebelo. É um sintoma, não uma doença específica ou um diagnóstico.
92 Letargia: Em psicopatologia, é o estado de profunda e prolongada inconsciência, semelhante ao sono profundo, do qual a pessoa pode ser despertada, mas ao qual retorna logo a seguir. Por extensão de sentido, é a incapacidade de reagir e de expressar emoções; apatia, inércia e/ou desinteresse.
93 Visão: 1. Ato ou efeito de ver. 2. Percepção do mundo exterior pelos órgãos da vista; sentido da vista. 3. Algo visto, percebido. 4. Imagem ou representação que aparece aos olhos ou ao espírito, causada por delírio, ilusão, sonho; fantasma, visagem. 5. No sentido figurado, concepção ou representação, em espírito, de situações, questões etc.; interpretação, ponto de vista. 6. Percepção de fatos futuros ou distantes, como profecia ou advertência divina.
94 Tontura: O indivíduo tem a sensação de desequilíbrio, de instabilidade, de pisar no vazio, de que vai cair.
95 Inconsciência: Distúrbio no estado de alerta, no qual existe uma incapacidade de reconhecer e reagir perante estímulos externos. Pode apresentar-se em tumores, infecções e infartos do sistema nervoso central, assim como também em intoxicações por substâncias endógenas ou exógenas.
96 Faringite: Inflamação da mucosa faríngea em geral de causa bacteriana ou viral. Caracteriza-se por dor, dificuldade para engolir e vermelhidão da mucosa, acompanhada de exsudatos ou não.
97 Cefaleia: Sinônimo de dor de cabeça. Este termo engloba todas as dores de cabeça existentes, ou seja, enxaqueca ou migrânea, cefaleia ou dor de cabeça tensional, cefaleia cervicogênica, cefaleia em pontada, cefaleia secundária a sinusite, etc... são tipos dentro do grupo das cefaleias ou dores de cabeça. A cefaleia tipo tensional é a mais comum (acomete 78% da população), seguida da enxaqueca ou migrânea (16% da população).
98 Bradicardia: Diminuição da freqüência cardíaca a menos de 60 batimentos por minuto. Pode estar associada a distúrbios da condução cardíaca, ao efeito de alguns medicamentos ou a causas fisiológicas (bradicardia do desportista).
99 Hipertensão: Condição presente quando o sangue flui através dos vasos com força maior que a normal. Também chamada de pressão alta. Hipertensão pode causar esforço cardíaco, dano aos vasos sangüíneos e aumento do risco de um ataque cardíaco, derrame ou acidente vascular cerebral, além de problemas renais e morte.
100 Arritmia: Arritmia cardíaca é o nome dado a diversas perturbações que alteram a frequência ou o ritmo dos batimentos cardíacos.
101 Sistema digestivo: O sistema digestivo ou digestório realiza a digestão, processo que transforma os alimentos em substâncias passíveis de serem absorvidas pelo organismo. Os materiais não absorvidos são eliminados por este sistema. Ele é composto pelo tubo digestivo e por glândulas anexas.
102 Sistema Respiratório: Órgãos e estruturas tubulares e cavernosas, por meio das quais a ventilação pulmonar e as trocas gasosas entre o ar externo e o sangue são realizadas.
103 Conjuntivite: Inflamação da conjuntiva ocular. Pode ser produzida por alergias, infecções virais, bacterianas, etc. Produz vermelhidão ocular, aumento da secreção e ardor.
104 Hiperemia: Congestão sanguínea em qualquer órgão ou parte do corpo.
105 Eletrocardiograma: Registro da atividade elétrica produzida pelo coração através da captação e amplificação dos pequenos potenciais gerados por este durante o ciclo cardíaco.
106 Vertigem: Alucinação de movimento. Pode ser devido à doença do sistema de equilíbrio, reação a drogas, etc.
107 Dispnéia: Falta de ar ou dificuldade para respirar caracterizada por respiração rápida e curta, geralmente está associada a alguma doença cardíaca ou pulmonar.
108 Febre: É a elevação da temperatura do corpo acima dos valores normais para o indivíduo. São aceitos como valores de referência indicativos de febre: temperatura axilar ou oral acima de 37,5°C e temperatura retal acima de 38°C. A febre é uma reação do corpo contra patógenos.
109 Hemorragias: Saída de sangue dos vasos sanguíneos ou do coração para o exterior, para o interstício ou para cavidades pré-formadas do organismo.
110 Infarto do miocárdio: Interrupção do suprimento sangüíneo para o coração por estreitamento dos vasos ou bloqueio do fluxo. Também conhecido por ataque cardíaco.
111 Nutrição: Incorporação de vitaminas, minerais, proteínas, lipídios, carboidratos, oligoelementos, etc. indispensáveis para o desenvolvimento e manutenção de um indivíduo normal.
112 Mialgia: Dor que se origina nos músculos. Pode acompanhar outros sintomas como queda no estado geral, febre e dor de cabeça nas doenças infecciosas. Também pode estar associada a diferentes doenças imunológicas.
113 Anexos: 1. Que se anexa ou anexou, apenso. 2. Contíguo, adjacente, correlacionado. 3. Coisa ou parte que está ligada a outra considerada como principal. 4. Em anatomia geral, parte acessória de um órgão ou de uma estrutura principal. 5. Em informática, arquivo anexado a uma mensagem eletrônica.
114 Prurido: 1.    Na dermatologia, o prurido significa uma sensação incômoda na pele ou nas mucosas que leva a coçar, devido à liberação pelo organismo de substâncias químicas, como a histamina, que irritam algum nervo periférico. 2.    Comichão, coceira. 3.    No sentido figurado, prurido é um estado de hesitação ou dor na consciência; escrúpulo, preocupação, pudor. Também pode significar um forte desejo, impaciência, inquietação.
115 Sistema Linfático: Um sistema de órgãos e tecidos que processa e transporta células imunes e LINFA.
116 Coagulação: Ato ou efeito de coagular(-se), passando do estado líquido ao sólido.
117 Hipocalemia: Concentração sérica de potássio inferior a 3,5 mEq/l. Pode ocorrer por alterações na distribuição de potássio (desvio do compartimento extracelular para intracelular) ou de reduções efetivas no conteúdo corporal de potássio por uma menor ingesta ou por perda aumentada. Fraqueza muscular e arritimias cardíacas são os sinais e sintomas mais comuns, podendo haver também poliúria, polidipsia e constipação. Pode ainda ser assintomática.
118 Acidose metabólica: A acidose metabólica é uma acidez excessiva do sangue caracterizada por uma concentração anormalmente baixa de bicarbonato no sangue. Quando um aumento do ácido ultrapassa o sistema tampão de amortecimento do pH do organismo, o sangue pode acidificar-se. Quando o pH do sangue diminui, a respiração torna-se mais profunda e mais rápida, porque o corpo tenta liberar o excesso de ácido diminuindo o volume do anidrido carbônico. Os rins também tentam compensá-lo por meio da excreção de uma maior quantidade de ácido na urina. Contudo, ambos os mecanismos podem ser ultrapassados se o corpo continuar a produzir excesso de ácido, o que conduz a uma acidose grave e ao coma. A gasometria arterial é essencial para o seu diagnóstico. O pH está baixo (menor que 7,35) e os níveis de bicarbonato estão diminuídos (<24 mmol/l). Devido à compensação respiratória (hiperventilação), o dióxido de carbono está diminuído e o oxigênio está aumentado.
119 Convulsão: Episódio agudo caracterizado pela presença de contrações musculares espasmódicas permanentes e/ou repetitivas (tônicas, clônicas ou tônico-clônicas). Em geral está associada à perda de consciência e relaxamento dos esfíncteres. Pode ser devida a medicamentos ou doenças.
120 Vasculares: Relativo aos vasos sanguíneos do organismo.
121 Hemorragia: Saída de sangue dos vasos sanguíneos ou do coração para o exterior, para o interstício ou para cavidades pré-formadas do organismo.
122 Choque: 1. Estado de insuficiência circulatória a nível celular, produzido por hemorragias graves, sepse, reações alérgicas graves, etc. Pode ocasionar lesão celular irreversível se a hipóxia persistir por tempo suficiente. 2. Encontro violento, com impacto ou abalo brusco, entre dois corpos. Colisão ou concussão. 3. Perturbação brusca no equilíbrio mental ou emocional. Abalo psíquico devido a uma causa externa.
123 Mediastino: Região anatômica do tórax onde se localizam diversas estruturas, dentre elas o coração.
124 Insuficiência respiratória: Condição clínica na qual o sistema respiratório não consegue manter os valores da pressão arterial de oxigênio (PaO2) e/ou da pressão arterial de gás carbônico (PaCO2) dentro dos limites da normalidade, para determinada demanda metabólica. Como a definição está relacionada à incapacidade do sistema respiratório em manter níveis adequados de oxigenação e gás carbônico, foram estabelecidos, para sua caracterização, pontos de corte na gasometria arterial: PaO2 50 mmHg.
125 Hemoptise: Eliminação de sangue vivo, vermelho rutilante, procedente das vias aéreas juntamente com a tosse. Pode ser manifestação de um tumor de pulmão, bronquite necrotizante ou tuberculose pulmonar.
126 Pancreatite: Inflamação do pâncreas. A pancreatite aguda pode ser produzida por cálculos biliares, alcoolismo, drogas, etc. Pode ser uma doença grave e fatal. Os primeiros sintomas consistem em dor abdominal, vômitos e distensão abdominal.
127 Colestase: Retardamento ou interrupção do fluxo nos canais biliares.
128 Mucosas: Tipo de membranas, umidificadas por secreções glandulares, que recobrem cavidades orgânicas em contato direto ou indireto com o meio exterior.
129 Pele e Tecido Subcutâneo: Revestimento externo do corpo composto por PELE, seus acessórios (CABELO, UNHAS, GLÂNDULAS SEBÁCEAS e GLÂNDULAS SUDORÍPARAS) e seus ductos.
130 Urticária: Reação alérgica manifestada na pele como elevações pruriginosas, acompanhadas de vermelhidão da mesma. Pode afetar uma parte ou a totalidade da pele. Em geral é autolimitada e cede em pouco tempo, podendo apresentar períodos de melhora e piora ao longo de vários dias.
131 Eritema: Vermelhidão da pele, difusa ou salpicada, que desaparece à pressão.
132 Rabdomiólise: Síndrome caracterizada por destruição muscular, com liberação de conteúdo intracelular na circulação sanguínea. Atualmente, a rabdomiólise é considerada quando há dano secundário em algum órgão associado ao aumento das enzimas musculares. A gravidade da doença é variável, indo de casos de elevações assintomáticas de enzimas musculares até situações ameaçadoras à vida, com insuficiência renal aguda ou distúrbios hidroeletrolíticos. As causas da rabdomiólise podem ser classificadas em quatro grandes grupos: trauma ou lesão muscular direta, excesso de atividade muscular, defeitos enzimáticos hereditários ou outras condições clínicas.
133 Astenia: Sensação de fraqueza, sem perda real da capacidade muscular.
134 Bilirrubina: Pigmento amarelo que é produto da degradação da hemoglobina. Quando aumenta no sangue, acima de seus valores normais, pode produzir uma coloração amarelada da pele e mucosas, denominada icterícia. Pode estar aumentado no sangue devido a aumento da produção do mesmo (excesso de degradação de hemoglobina) ou por dificuldade de escoamento normal (por exemplo, cálculos biliares, hepatite).
135 Taquiarritmia: Cadência rápida do ritmo do coração, arritmia rápida.
136 Palpitações: Designa a sensação de consciência do batimento do coração, que habitualmente não se sente. As palpitações são detectadas usualmente após um exercício violento, em situações de tensão ou depois de um grande susto, quando o coração bate com mais força e/ou mais rapidez que o normal.
137 Encefalopatia: Qualquer patologia do encéfalo. O encéfalo é um conjunto que engloba o tronco cerebral, o cerebelo e o cérebro.
138 Acuidade visual: Grau de aptidão do olho para discriminar os detalhes espaciais, ou seja, a capacidade de perceber a forma e o contorno dos objetos.
139 Enxaqueca: Sinônimo de migrânea. É a cefaléia cuja prevalência varia de 10 a 20% da população. Ocorre principalmente em mulheres com uma proporção homem:mulher de 1:2-3. As razões para esta preponderância feminina ainda não estão bem entendidas, mas suspeita-se de alguma relação com o hormônio feminino. Resulta da pressão exercida por vasos sangüíneos dilatados no tecido nervoso cerebral subjacente. O tratamento da enxaqueca envolve normalmente drogas vaso-constritoras para aliviar esta pressão. No entanto, esta medicamentação pode causar efeitos secundários no sistema circulatório e é desaconselhada a pessoas com problemas cardiológicos.
140 Fadiga: 1. Sensação de enfraquecimento resultante de esforço físico. 2. Trabalho cansativo. 3. Redução gradual da resistência de um material ou da sensibilidade de um equipamento devido ao uso continuado.

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