Preço de Rhophylac em Wilmington/SP: R$ 284,46

Rhophylac

CSL BEHRING COMÉRCIO DE PRODUTOS FARMACÊUTICOS LTDA

Atualizado em 15/04/2020

IDENTIFICAÇÃO DO MEDICAMENTO

Rhophylac®
imunoglobulina1 humana anti-D
Injetável 300 mcg/2 mL

FORMA FARMACÊUTICA E APRESENTAÇÃO:

Solução injetável
Embalagem com 1 seringa2 preenchida com 2 mL de solução + 1 agulha para injeção3

VIA INTRAMUSCULAR OU INTRAVENOSA
USO ADULTO

COMPOSIÇÃO:

Cada mL da solução contém:

imunoglobulina1 humana anti-D 150 microgramas (750 UI)
excipiente q.s.p. 1 mL

Excipientes: glicina, cloreto de sódio, albumina4 humana e água para injetáveis.
Rhophylac não contém conservantes.

O produto contém um máximo de 30 mg/mL de proteínas5 do plasma6 humano, dos quais 10 mg/mL são de albumina4 humana utilizada como estabilizante. Pelo menos 95% das outras proteínas5 do plasma6 são IgG.

Distribuição das subclasses de IgG (valores aproximados): IgG1 84,1%, IgG2 7,6%, IgG3 8,1% e IgG4 1,0%.

Rhophylac contém no máximo 5 microgramas/mL de imunoglobulina1 (IgA).

INFORMAÇÕES AO PACIENTE

PARA QUE ESTE MEDICAMENTO É INDICADO?

Você deve receber Rhophylac caso seja uma mulher RhD-negativo e esteja grávida de um bebê cujo pai é RhD-positivo ou caso seu bebê já tenha nascido e seja RhD-positivo.

Nessa situação especial, você pode ser imunizada por células7 vermelhas do sangue8 de seu bebê e esse anticorpo9 pode passar para o seu sangue8. Se isso acontecer, o primeiro bebê normalmente não é afetado e mantém-se saudável. Porém, se você engravidar novamente de um outro bebê RhD-positivo, seus anticorpos10 podem destruir as células7 vermelhas do sangue8 do bebê durante a gravidez11. Isso pode causar complicações para o bebê, incluindo o comprometimento de sua vida.

Se você é RhD-negativo e está grávida, você pode receber imunoglobulina1 humana anti-D nas seguintes situações:

  • Se você está grávida ou se acabou de dar à luz um bebê RhD-positivo;
  • Se teve um abortamento12 ou uma ameaça de abortamento12;
  • Se sua gravidez11 tem complicações graves, como gestação fora da cavidade uterina (gravidez ectópica13) ou desenvolvimento de tumor14 do tecido15 da placenta ou das membranas (mola hidatiforme16);
  • Quando é provável que o sangue8 de seu bebê passou para seu próprio sangue8 (hemorragia17 transplacentária18 resultante de hemorragia17 antes do parto). Isso pode ocorrer, por exemplo, se você tiver tido sangramento vaginal durante a gravidez11.
  • Quando seu médico precisar realizar testes para verificar se há deformidades no feto19 (amniocentese20, biópsia21 coriônica);
  • Quando seu médico ou enfermeiro realizar uma manobra para fazer a cabeça22 do bebê virar em direção à pélvis (procedimentos de manipulação obstétrica, por exemplo versão externa);
  • Se você tiver algum trauma abdominal.

Este medicamento é também usado se você é uma mulher grávida RhD-negativo e não sabe se seu bebê é RhD-positivo ou negativo ou se o pai é RhD-positivo ou negativo.

Se você é uma pessoa RhD-negativo e acidentalmente recebeu transfusão23 de sangue8 RhD-positivo (transfusão23 incompatível) ou outros produtos contendo células7 vermelhas do sangue8 RhD-positivo.

COMO ESTE MEDICAMENTO FUNCIONA?

O que é o fator Rhesus tipo D?

Os fatores Rhesus são características especiais das células7 vermelhas do sangue8 humano. Aproximadamente 85% da população possui o chamado fator Rhesus tipo D (“RhD”) em suas células7 vermelhas do sangue8. Essas pessoas são chamadas de RhD-positivo. As pessoas que não possuem o fator Rhesus tipo D são chamadas de RhD-negativo.

O que é a imunoglobulina1 humana anti-D?

A imunoglobulina1 humana anti-D é um anticorpo9, que age contra o fator Rhesus tipo D e é produzido pelo sistema imune24 humano. Quando uma pessoa RhD-negativo recebe sangue8 RhD-positivo, seu sistema imune24 reconhece as células7 RhD-positivo como estranhas ao seu corpo, e tenta destruí-las. Para esse propósito, o sistema imune24 produz anticorpos10 específicos contra o fator Rhesus tipo D. Esse processo é chamado de “imunização” e geralmente demora algum tempo para ocorrer (2 a 3 semanas). Assim, as células7 vermelhas RhD-positivo não serão destruídas no primeiro contato, e geralmente nenhum sinal25 ou sintoma26 é observado. Quando a mesma pessoa RhD-negativo entra em contato com sangue8 RhD-positivo pela segunda vez, os anticorpos10 vão estar prontos em seu sistema imune24 para destruir as células7 vermelhas estranhas imediatamente.

Como o Rhophylac funciona?

Se uma pessoa RhD-negativo recebe uma quantidade suficiente de imunoglobulina1 humana anti-D, a imunização27 contra o fator Rhesus tipo D pode ser prevenida. Para isso ocorrer, o tratamento com Rhophylac deve começar antes ou logo após o primeiro contato com células7 vermelhas do sangue8 Rh-D-positivo. As imunoglobulinas28 humanas anti-D presentes em Rhophylac destruirão as células7 estranhas RhD-positivo imediatamente. Assim, o sistema imune24 não será estimulado a produzir seus próprios anticorpos10 contra o fator Rhesus tipo D.

QUANDO NÃO DEVO USAR ESTE MEDICAMENTO?

Leia esta seção com cuidado. Essas informações devem ser consideradas por você e seu médico antes de você receber esse medicamento.

Não use Rhophylac se você tiver alergia29 (hipersensibilidade) a imunoglobulinas28 humanas (anticorpos10) ou qualquer um dos componentes do produto, descritos no item COMPOSIÇÃO, no início dessa bula. Antes do tratamento avise seu médico, ou profissional de saúde30, caso não tenha tolerado bem algum medicamento anteriormente.

Você não deve receber injeções no músculo se tiver uma grave redução no número de plaquetas31 (trombocitopenia32) ou outros transtornos da coagulação33. Avise seu médico se você tiver algum desses males. Nesses casos, você receberá Rhophylac apenas por injeção3 na veia.

O QUE DEVO SABER ANTES DE USAR ESTE MEDICAMENTO?

Leia essa seção com cuidado. Essas informações devem ser consideradas por você e seu médico antes de você receber esse medicamento.

Advertências e Precauções

No caso do uso no período pós-parto, a imunoglobulina1 humana anti-D deve ser administrada somente na mãe. O produto não deve ser administrado no recém-nascido.

O produto não se destina ao uso em indivíduos RhD-positivo ou em indivíduos já imunizados ao antígeno34 RhD.

Alergias

Rhophylac pode desencadear reações alérgicas, tais como erupção35 cutânea36, urticária37 generalizada, sensação de aperto no peito38, dificuldade respiratória, queda na pressão arterial39 ou choque anafilático40 (ver pergunta “8. Quais os males que este medicamento pode me causar?”) mesmo que você tenha recebido imunoglobulinas28 humanas antes e tenha tolerado. Informe seu médico ou profissional de saúde30 imediatamente se essas reações ocorrerem. Ele interromperá a administração do produto e tomará as medidas necessárias para o tratamento dependendo da natureza e gravidade da reação.

Se você tiver níveis baixos de IgA no sangue8 terá maior chance de apresentar reações de hipersensibilidade. Informe seu médico ou profissional de saúde30 se você tiver níveis baixos de IgA no sangue8. Ele avaliará o benefício do tratamento com este medicamento em função dos riscos potenciais de reações de hipersensibilidade.

Reações hemolíticas

Se você for tratado com este medicamento após uma transfusão23 incompatível, você pode receber uma grande quantidade do produto (cerca de 3000 microgramas, equivalente a 20 mL ou 10 seringas). Nesse caso, pode ocorrer uma reação hemolítica (destruição de grande quantidade de células7 vermelhas do sangue8). Ela pode resultar da destruição das células7 vermelhas RhD-positivo estranhas. Por este motivo, seu médico ou profissional de saúde30 monitorará cautelosamente seu estado clínico e pode precisar fazer exames de sangue8 especiais.

Obesidade41

Se seu índice de massa corporal42 (IMC43) for maior ou igual a 30 (calculado dividindo seu peso pela sua altura ao quadrado), a injeção3 de Rhophylac em seu músculo pode não ser totalmente eficaz. Nesse caso, a administração intravenosa de Rhophylac deve ser considerada.

Informação de segurança sobre infecções44

Este medicamento é fabricado a partir de plasma6 (parte líquida do sangue8) de sangue8 humano. Quando medicamentos são fabricados a partir de sangue8 ou plasma6 humano, algumas medidas são tomadas para prevenir infecções44 que podem ser transmitidas aos pacientes. Essas medidas incluem:

  • Uma seleção cuidadosa dos doadores de plasma6 ou sangue8 para assegurar que aqueles que podem carregar infecções44 são excluídos;
  • Testes de cada doação e pools de plasma6 para sinais45 de vírus46/infecções44;
  • Inclusão de etapas no processamento do sangue8 ou plasma6 que podem inativar ou remover vírus46. Apesar dessas medidas, quando medicamentos fabricados a partir de sangue8 ou plasma6 humano são administrados, a possibilidade de transmitir infecções44 não pode ser totalmente excluída. Isso também se aplica a qualquer vírus46 desconhecido e emergente e outros tipos de infecção47.

As medidas tomadas são consideradas eficazes para vírus46 envelopados, como o vírus46 da AIDS (HIV48), vírus46 da hepatite49 B e vírus46 da hepatite49 C. As medidas podem ter valor limitado contra vírus46 não envelopados, como o vírus46 da hepatite49 A e o parvovírus B19.

Imunoglobulinas28 não têm sido associadas à hepatite49 A ou à infecção47 por parvovírus B19, possivelmente porque os anticorpos10 contra estas infecções44 estão presentes nesse produto e tem função protetora.

É altamente recomendado que cada vez que você receber uma dose de Rhophylac, o nome e o número de lote do produto sejam registrados, para manter um registro dos lotes utilizados.

Efeito sobre a capacidade de dirigir veículos e utilizar máquinas

Rhophylac não causa efeitos sobre a capacidade de dirigir e operar máquinas.

Uso na gravidez11 e lactação50

Este produto é usado na gravidez11 e imediatamente após o parto. Este produto pode ser usado durante o aleitamento.

Informações importantes sobre um dos componentes do medicamento

Esse medicamento contém até 11,5 mg (0,5 mmol) de SÓDIO por seringa2. Seu médico, ou profissional de saúde30 irá considerar isso se você estiver sob uma dieta com controle de sódio.

Atenção atletas: este medicamento contém albumina4 humana, que é considerada um agente mascarante do doping conforme lista de referência do COI.

Interações medicamentosas

Sempre avise seu médico ou profissional de saúde30 que você está tomando ou tomou recentemente outros medicamentos, mesmo aqueles sem receita médica.

Na ausência de estudos de compatibilidade, Rhophylac não deve ser misturado com outros medicamentos.

Vacinas de vírus46 vivo atenuado

Rhophylac pode impedir a eficiência de vacinas de vírus46 vivo, como, por exemplo, contra sarampo51, caxumba52, rubéola53 ou varicela54. Assim, a vacinação contra essas doenças deve ser adiada em até 3 meses desde que você recebeu Rhophylac pela última vez. Informe no posto de saúde30 ou clínica de vacinação que está em tratamento com Rhophylac. Se você tiver sido vacinado nas últimas 2 a 4 semanas, avise seu médico antes do tratamento com Rhophylac pois a eficácia dessa vacinação pode ser prejudicada. Avise, também, o profissional de saúde30 responsável pela sua vacinação, que pode verificar a eficácia da sua vacinação.

Interferência com testes sorológicos

Informe seu médico ou profissional de saúde30 que você foi tratado com Rhophylac caso você, ou seu bebê recém-nascido, realizar qualquer exame de sangue8 (exame sorológico).

Após receber Rhophylac, os resultados de alguns testes de exame de sangue8 (testes sorológicos) podem ficar alterados por um certo período de tempo. Se você recebeu Rhophylac antes do parto, os resultados de alguns testes do exame de sangue8 de seu bebê também podem ser afetados.

Informe ao seu médico ou cirurgião-dentista se você está fazendo uso de algum outro medicamento.

Não use medicamento sem o conhecimento do seu médico. Pode ser perigoso para a sua saúde30.

ONDE, COMO E POR QUANTO TEMPO POSSO GUARDAR ESTE MEDICAMENTO?

Cuidados de conservação

Rhophylac em seringa2 preenchida deve ser conservado sob refrigeração (temperatura entre 2 e 8 °C). Não congelar. Manter a seringa2 preenchida embalada no blister dentro do cartucho para proteger da luz. O prazo de validade é de 36 meses, desde que observados os cuidados de conservação. Rhophylac não deve ser utilizado após a data de validade indicada na embalagem do produto.

Número de lote e datas de fabricação e validade: vide embalagem.

Não use medicamento com prazo de validade vencido. Guarde-o em sua embalagem original.

Características físicas e organolépticas do produto

Rhophylac é uma solução límpida ou levemente opalescente, incolor ou amarelo claro. Não utilize Rhophylac se a solução estiver turva ou com depósito. A solução é ligeiramente hipertônica55. Não jogue medicamentos no esgoto ou em lixo doméstico. Pergunte a seu farmacêutico como descartar medicamentos que você não utilizará mais. Essa medida auxiliará a proteger o meio ambiente.

Antes de usar, observe o aspecto do medicamento. Caso ele esteja no prazo de validade e você observe alguma mudança no aspecto, consulte o farmacêutico para saber se poderá utilizá-lo.

TODO MEDICAMENTO DEVE SER MANTIDO FORA DO ALCANCE DAS CRIANÇAS.

COMO DEVO USAR ESTE MEDICAMENTO?

MODO DE USAR

Você deve ser observado por pelo menos 20 minutos após a administração.

A seringa2 deve atingir a temperatura ambiente ou do corpo antes de ser utilizada. Usar uma única vez (uma seringa2 por paciente). Qualquer porção não utilizada do produto ou material de descarte deve ser descartada em conformidade com os requerimentos legais.

Rhophylac deve ser inspecionado visualmente para turvações ou depósitos antes da administração. A solução deve estar límpida ou ligeiramente opalescente. Não utilizar soluções turvas ou com depósitos.

Rhophylac deve ser injetado lentamente em um músculo ou diretamente em sua veia por um médico ou outro profissional de saúde30.

Seu médico deve decidir o quanto de Rhophylac você deve receber e a via de administração apropriada. Por exemplo, se seu índice de massa corporal42 (IMC43) for maior ou igual a 30, ele deverá injetar Rhophylac diretamente em sua veia (veja também o item “4. O que devo saber antes de usar este medicamento?”).

Quando administrado na veia deve ser por injeção3 lenta. Em caso de distúrbios hemorrágicos56, onde injeções no músculo são contraindicadas, Rhophylac deve ser administrado na veia. Se grandes volumes forem necessários (> 5 mL) e optar-se pela aplicação no músculo, é aconselhável administrá-los em porções divididas em diferentes partes do corpo.

POSOLOGIA

As doses e programações de doses a seguir são recomendadas com base nos estudos clínicos realizados com Rhophylac, entretanto, as diretrizes profissionais para o uso da imunoglobulina1 humana anti-D na veia ou no músculo devem ser consideradas em cada país de aplicação.

A dose de imunoglobulina1 humana anti-D deve ser determinada de acordo com o nível de exposição a hemácias57 RhD-positivo, e baseada no conhecimento de que 0,5 mL de concentrado de hemácias57 RhD-positivo ou 1 mL de sangue8 RhD-positivo é neutralizado por aproximadamente 10 microgramas (50 UI) de imunoglobulina1 anti-D.

Prevenção da imunização27 ao RhD em mulheres RhD-negativo

1) Profilaxia pré-natal: A dose recomendada é uma dose única de 300 microgramas (1500 UI) aplicada preferencialmente entre as 28ª e 30ª semanas de gestação, administrada por injeção3 na veia ou no músculo. Todavia, caso a gestação esteja mais adiantada, a dose deverá ser aplicada da mesma maneira.

2) Profilaxia durante o pré-natal seguida de complicações na gravidez11Uma única dose de 300 microgramas deve ser administrada pela via intravenosa ou via intramuscular o mais breve possível dentro de 72 horas após o evento de risco. Se tiver decorrido mais de 72 horas, o Rhophylac deve ser administrado mesmo assim. Se necessário, a administração de IgG anti-D deve ser repetida a cada 6 a 12 semanas até o momento do parto.

3) Profilaxia pós-parto: Uma dose única de 300 microgramas (1500 UI) deve ser administrado o mais breve possível dentro de 72 horas após o parto de uma criança RhD-positivo por via intravenosa ou intramuscular. Se tiver decorrido mais de 72 horas, o produto deve ser administrado o quanto antes. A dose pós-parto deve ser dada mesmo quando a profilaxia durante o pré-natal foi administrada e mesmo se existir uma atividade residual da profilaxia durante o pré-natal no soro58 da mãe. Se houver suspeita de uma grande hemorragia17 feto19-materna (maior que 4 mL (0,7% a 0,8% das mulheres)), por exemplo no caso de anemia59 fetal ou neonatal ou morte fetal intrauterina, sua extensão deve ser determinada por um método adequado, por exemplo teste de Kleihauer-Betke. E doses adicionais de imunoglobulina1 humana anti-D devem ser administradas: 20 microgramas (100 UI) para cada 1 mL de células7 vermelhas de sangue fetal60.

Transfusões incompatíveis de hemácias57 em pacientes RhD-negativo

A dose recomendada é de 20 microgramas (100 UI) de imunoglobulina1 humana anti-D por 2 mL de transfusão23 de sangue8 RhD-positivo ou por 1 mL de concentrado de eritrócito. A dose adequada deve ser determinada em consulta com um especialista em transfusão23 sanguínea. Testes de acompanhamento para hemácias57 RhD-positivo devem ser feitos a cada 48 horas e mais imunoglobulina1 humana anti-D deve ser administrada até que todos os eritrócitos61 RhD-positivo sejam depurados da circulação62. A administração intravenosa é recomendada, uma vez que atinge os níveis plasmáticos adequados de imunoglobulina1 humana anti-D imediatamente. Se a administração for no músculo, doses altas devem ser administradas por um período de vários dias.

Uma dose máxima de 3000 microgramas (15000 UI) é suficiente no caso de transfusões incompatíveis grandes, independente do volume da transfusão23 ser maior que 300 mL de sangue8 RhD-positivo.

População idosa

Como a posologia em caso de transfusões incompatíveis dependem do volume de sangue8 RhD-positivo ou concentrado de células7 vermelhas transfundido, a dose recomendada em pacientes idosos (≥ 65 anos) não é considerada diferente a dos adultos. A dose apropriada, entretanto, deve ser determinada conforme orientações do especialista em transfusão23 sanguínea.

Siga a orientação de seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento. Não interrompa o tratamento sem o conhecimento do seu médico.

O QUE DEVO FAZER QUANDO EU ME ESQUECER DE USAR ESTE MEDICAMENTO?

Em caso de dúvidas, procure orientação do farmacêutico ou de seu médico, cirurgião-dentista.

QUAIS OS MALES QUE ESTE MEDICAMENTO PODE ME CAUSAR?

Como todos os medicamentos, Rhophylac pode causar reações adversas, embora nem todas as pessoas apresentem essas reações. Essas reações adversas podem ocorrer mesmo se você já recebeu imunoglobulinas28 humanas antes e tolerou bem.

Se você perceber algum desses sinais45 durante a administração de Rhophylac, informe seu médico ou profissional de saúde30 imediatamente. Ele irá interromper completamente a administração e iniciar o tratamento apropriado.

Se você receber aplicação de Rhophylac em um músculo, você pode sentir dor e sensibilidade no local da injeção3.

A frequência foi avaliada usando os seguintes critérios:

Categoria Frequência
Muito comum ≥ 10%
Comum ≥ 1% e < 10%
Incomum ≥ 0,1% e < 1%
Raro ≥ 0,01% e < 0,1%
Muito raro < 0,01%
Desconhecida Não pode ser estimada pelos dados disponíveis


As seguintes reações adversas foram relatadas em estudos clínicos e da experiência pós-comercialização.

Classe sistêmica Reação adversa Frequência
Distúrbio do sistema nervoso63 Dor de cabeça22 Incomum
Distúrbio na pele64 e tecidos subcutâneos Reação cutânea36 (reações na pele64), eritema65 (vermelhidão na pele64) e prurido66 (coceira). Incomum
Distúrbio generalizado e no local de injeção3 Febre67, mal estar, calafrios68. Incomum
No local de injeção3: inchaço69, dor, eritema65, endurecimento, calor, prurido66 e erupção35 cutânea36. Rara
Distúrbio do sistema imune24 Hipersensibilidade, choque anafilático40 Rara
Distúrbio cardíaco Taquicardia70 (batimento acelerado do coração71) Rara
Distúrbio vascular72 Hipotensão73 (pressão baixa) Rara
Distúrbio respiratório, torácico e mediastinal Dispneia74 (dificuldade respiratória) Rara
Distúrbio gastrointestinal Náusea75, vomito76 Rara
Distúrbio do tecido15 musculoesquelético e conjuntivo Artralgia77 (dor nas juntas) Rara

Verifique os sinais45 e sintomas78 de reações de hipersensibilidade na pergunta “4. O que devo saber antes de usar este medicamento?” Se estes sintomas78 ocorrerem, informe seu médico ou profissional de saúde30 imediatamente.

Informe o médico ou profissional de saúde30 também se você notou alguma reação não listada nessa bula.

Informe ao seu médico, cirurgião-dentista, ou farmacêutico o aparecimento de reações indesejáveis pelo uso do medicamento. Informe também à empresa através do seu serviço de atendimento.

O QUE FAZER SE ALGUÉM UTILIZAR UMA QUANTIDADE MAIOR DO QUE A INDICADA DESTE MEDICAMENTO?

Nenhum dado de overdose está disponível. As consequências da superdose não são conhecidas.

Em caso de uso de grande quantidade deste medicamento, procure rapidamente socorro médico e leve a embalagem ou bula do medicamento, se possível. Ligue para 0800 722 6001, se você precisar de mais orientações.

DIZERES LEGAIS


VENDA SOB PRESCRIÇÃO MÉDICA
 

MS 10151.0121
Farm. Resp.: Cristina J. Nakai CRF – SP 14.848

Fabricado por:
CSL Behring AG Berna – Suíça

Envasado e embalado por:
CSL Behring GmbH Marburg – Alemanha

Importado por:
CSL Behring Comércio de Produtos Farmacêuticos Ltda.
Rua Gomes de Carvalho, 1195 – Cj. 32
CEP 04547-004 – São Paulo – SP
CNPJ: 62.969.589/0001-98


SAC 0800 600 8810

Antes de consumir qualquer medicamento, consulte seu médico (http://www.catalogo.med.br).

Complementos

1 Imunoglobulina: Proteína do soro sanguíneo, sintetizada pelos plasmócitos provenientes dos linfócitos B como reação à entrada de uma substância estranha (antígeno) no organismo; anticorpo.
2 Seringa: Dispositivo usado para injetar medicações ou outros líquidos nos tecidos do corpo. A seringa de insulina é formada por um tubo plástico com um êmbolo e uma agulha pequena na ponta.
3 Injeção: Infiltração de medicação ou nutrientes líquidos no corpo através de uma agulha e seringa.
4 Albumina: Proteína encontrada no plasma, com importantes funções, como equilíbrio osmótico, transporte de substâncias, etc.
5 Proteínas: Um dos três principais nutrientes dos alimentos. Alimentos que fornecem proteína incluem carne vermelha, frango, peixe, queijos, leite, derivados do leite, ovos.
6 Plasma: Parte que resta do SANGUE, depois que as CÉLULAS SANGÜÍNEAS são removidas por CENTRIFUGAÇÃO (sem COAGULAÇÃO SANGÜÍNEA prévia).
7 Células: Unidades (ou subunidades) funcionais e estruturais fundamentais dos organismos vivos. São compostas de CITOPLASMA (com várias ORGANELAS) e limitadas por uma MEMBRANA CELULAR.
8 Sangue: O sangue é uma substância líquida que circula pelas artérias e veias do organismo. Em um adulto sadio, cerca de 45% do volume de seu sangue é composto por células (a maioria glóbulos vermelhos, glóbulos brancos e plaquetas). O sangue é vermelho brilhante, quando oxigenado nos pulmões (nos alvéolos pulmonares). Ele adquire uma tonalidade mais azulada, quando perde seu oxigênio, através das veias e dos pequenos vasos denominados capilares.
9 Anticorpo: Proteína circulante liberada pelos linfócitos em reação à presença no organismo de uma substância estranha (antígeno).
10 Anticorpos: Proteínas produzidas pelo organismo para se proteger de substâncias estranhas como bactérias ou vírus. As pessoas que têm diabetes tipo 1 produzem anticorpos que destroem as células beta produtoras de insulina do próprio organismo.
11 Gravidez: Condição de ter um embrião ou feto em desenvolvimento no trato reprodutivo feminino após a união de ovo e espermatozóide.
12 Abortamento: Interrupção precoce da gravidez, espontânea ou induzida, seguida pela expulsão do produto gestacional pelo canal vaginal (Aborto). Pode ser precedido por perdas sangüíneas através da vagina.
13 Gravidez ectópica: Implantação do produto da fecundação fora da cavidade uterina (trompas, peritôneo, etc.).
14 Tumor: Termo que literalmente significa massa ou formação de tecido. É utilizado em geral para referir-se a uma formação neoplásica.
15 Tecido: Conjunto de células de características semelhantes, organizadas em estruturas complexas para cumprir uma determinada função. Exemplo de tecido: o tecido ósseo encontra-se formado por osteócitos dispostos em uma matriz mineral para cumprir funções de sustentação.
16 Mola hidatiforme: Tumor benigno que se desenvolve a partir de tecido placentário em fases precoces de uma gravidez em que o embrião não se desenvolve normalmente. Causada por uma degenerescência das vilosidades coriônicas (projeções minúsculas, semelhantes a dedos, existentes na placenta). A causa é desconhecida.
17 Hemorragia: Saída de sangue dos vasos sanguíneos ou do coração para o exterior, para o interstício ou para cavidades pré-formadas do organismo.
18 Transplacentária: Que atravessa a placenta ou que se processa através dela, por exemplo, as infecções transplacentárias.
19 Feto: Filhote por nascer de um mamífero vivíparo no período pós-embrionário, depois que as principais estruturas foram delineadas. Em humanos, do filhote por nascer vai do final da oitava semana após a CONCEPÇÃO até o NASCIMENTO, diferente do EMBRIÃO DE MAMÍFERO prematuro.
20 Amniocentese: Consiste na obtenção do líquido amniótico que banha o feto através da punção da cavidade amniótica. Realizada entre 15 a 18 semanas de gravidez, para avaliar problemas genéticos do bebê.
21 Biópsia: 1. Retirada de material celular ou de um fragmento de tecido de um ser vivo para determinação de um diagnóstico. 2. Exame histológico e histoquímico. 3. Por metonímia, é o próprio material retirado para exame.
22 Cabeça:
23 Transfusão: Introdução na corrente sangüínea de sangue ou algum de seus componentes. Podem ser transfundidos separadamente glóbulos vermelhos, plaquetas, plasma, fatores de coagulação, etc.
24 Sistema imune: Sistema de defesa do organismo contra infecções e outros ataques de micro-organismos que enfraquecem o nosso corpo.
25 Sinal: 1. É uma alteração percebida ou medida por outra pessoa, geralmente um profissional de saúde, sem o relato ou comunicação do paciente. Por exemplo, uma ferida. 2. Som ou gesto que indica algo, indício. 3. Dinheiro que se dá para garantir um contrato.
26 Sintoma: Qualquer alteração da percepção normal que uma pessoa tem de seu próprio corpo, do seu metabolismo, de suas sensações, podendo ou não ser um indício de doença. O sintoma é a queixa relatada pelo paciente mas que só ele consegue perceber. Sintomas são subjetivos, sujeitos à interpretação pessoal. A variabilidade descritiva dos sintomas varia em função da cultura do indivíduo, assim como da valorização que cada pessoa dá às suas próprias percepções.
27 Imunização: Processo mediante o qual se adquire, de forma natural ou artificial, a capacidade de defender-se perante uma determinada agressão bacteriana, viral ou parasitária. O exemplo mais comum de imunização é a vacinação contra diversas doenças (sarampo, coqueluche, gripe, etc.).
28 Imunoglobulinas: Proteína do soro sanguíneo, sintetizada pelos plasmócitos provenientes dos linfócitos B como reação à entrada de uma substância estranha (antígeno) no organismo; anticorpo.
29 Alergia: Reação inflamatória anormal, perante substâncias (alérgenos) que habitualmente não deveriam produzi-la. Entre estas substâncias encontram-se poeiras ambientais, medicamentos, alimentos etc.
30 Saúde: 1. Estado de equilíbrio dinâmico entre o organismo e o seu ambiente, o qual mantém as características estruturais e funcionais do organismo dentro dos limites normais para sua forma de vida e para a sua fase do ciclo vital. 2. Estado de boa disposição física e psíquica; bem-estar. 3. Brinde, saudação que se faz bebendo à saúde de alguém. 4. Força física; robustez, vigor, energia.
31 Plaquetas: Elemento do sangue (não é uma célula porque não apresenta núcleo) produzido na medula óssea, cuja principal função é participar da coagulação do sangue através da formação de conglomerados que tamponam o escape do sangue por uma lesão em um vaso sangüíneo.
32 Trombocitopenia: É a redução do número de plaquetas no sangue. Contrário de trombocitose. Quando a quantidade de plaquetas no sangue é inferior a 150.000/mm³, diz-se que o indivíduo apresenta trombocitopenia (ou plaquetopenia). As pessoas com trombocitopenia apresentam tendência de sofrer hemorragias.
33 Coagulação: Ato ou efeito de coagular(-se), passando do estado líquido ao sólido.
34 Antígeno: 1. Partícula ou molécula capaz de deflagrar a produção de anticorpo específico. 2. Substância que, introduzida no organismo, provoca a formação de anticorpo.
35 Erupção: 1. Ato, processo ou efeito de irromper. 2. Aumento rápido do brilho de uma estrela ou de pequena região da atmosfera solar. 3. Aparecimento de lesões de natureza inflamatória ou infecciosa, geralmente múltiplas, na pele e mucosas, provocadas por vírus, bactérias, intoxicações, etc. 4. Emissão de materiais magmáticos por um vulcão (lava, cinzas etc.).
36 Cutânea: Que diz respeito à pele, à cútis.
37 Urticária: Reação alérgica manifestada na pele como elevações pruriginosas, acompanhadas de vermelhidão da mesma. Pode afetar uma parte ou a totalidade da pele. Em geral é autolimitada e cede em pouco tempo, podendo apresentar períodos de melhora e piora ao longo de vários dias.
38 Peito: Parte superior do tronco entre o PESCOÇO e o ABDOME; contém os principais órgãos dos sistemas circulatório e respiratório. (Tradução livre do original
39 Pressão arterial: A relação que define a pressão arterial é o produto do fluxo sanguíneo pela resistência. Considerando-se a circulação como um todo, o fluxo total é denominado débito cardíaco, enquanto a resistência é denominada de resistência vascular periférica total.
40 Choque anafilático: Reação alérgica grave, caracterizada pela diminuição da pressão arterial, taquicardia e distúrbios gerais da circulação, acompanhado ou não de edema de glote. Necessita de tratamento urgente. Pode surgir por exposição aos mais diversos alérgenos.
41 Obesidade: Condição em que há acúmulo de gorduras no organismo além do normal, mais severo que o sobrepeso. O índice de massa corporal é igual ou maior que 30.
42 Índice de massa corporal: Medida usada para avaliar se uma pessoa está abaixo do peso, com peso normal, com sobrepeso ou obesa. É a medida mais usada na prática para saber se você é considerado obeso ou não. Também conhecido como IMC. É calculado dividindo-se o peso corporal em quilogramas pelo quadrado da altura em metros. Existe uma tabela da Organização Mundial de Saúde que classifica as medidas de acordo com o resultado encontrado.
43 IMC: Medida usada para avaliar se uma pessoa está abaixo do peso, com peso normal, com sobrepeso ou obesa. É a medida mais usada na prática para saber se você é considerado obeso ou não. Também conhecido como IMC. É calculado dividindo-se o peso corporal em quilogramas pelo quadrado da altura em metros. Existe uma tabela da Organização Mundial de Saúde que classifica as medidas de acordo com o resultado encontrado.
44 Infecções: Doença produzida pela invasão de um germe (bactéria, vírus, fungo, etc.) em um organismo superior. Como conseqüência da mesma podem ser produzidas alterações na estrutura ou funcionamento dos tecidos comprometidos, ocasionando febre, queda do estado geral, e inúmeros sintomas que dependem do tipo de germe e da reação imunológica perante o mesmo.
45 Sinais: São alterações percebidas ou medidas por outra pessoa, geralmente um profissional de saúde, sem o relato ou comunicação do paciente. Por exemplo, uma ferida.
46 Vírus: Pequeno microorganismo capaz de infectar uma célula de um organismo superior e replicar-se utilizando os elementos celulares do hospedeiro. São capazes de causar múltiplas doenças, desde um resfriado comum até a AIDS.
47 Infecção: Doença produzida pela invasão de um germe (bactéria, vírus, fungo, etc.) em um organismo superior. Como conseqüência da mesma podem ser produzidas alterações na estrutura ou funcionamento dos tecidos comprometidos, ocasionando febre, queda do estado geral, e inúmeros sintomas que dependem do tipo de germe e da reação imunológica perante o mesmo.
48 HIV: Abreviatura em inglês do vírus da imunodeficiência humana. É o agente causador da AIDS.
49 Hepatite: Inflamação do fígado, caracterizada por coloração amarela da pele e mucosas (icterícia), dor na região superior direita do abdome, cansaço generalizado, aumento do tamanho do fígado, etc. Pode ser produzida por múltiplas causas como infecções virais, toxicidade por drogas, doenças imunológicas, etc.
50 Lactação: Fenômeno fisiológico neuro-endócrino (hormonal) de produção de leite materno pela puérpera no pós-parto; independente dela estar ou não amamentando.Toda mulher após o parto tem produção de leite - lactação; mas, infelizmente nem todas amamentam.
51 Sarampo: Doença infecciosa imunoprevenível, altamente transmissível por via respiratória, causada pelo vírus do sarampo e de imunidade permanente. Geralmente ocorre na infância, mas pode afetar adultos susceptíveis (não imunes). As manifestações clínicas são febre alta, tosse seca persistente, coriza, conjuntivite, aumento dos linfonodos do pescoço e manchas avermelhadas na pele. Em cerca de 30% das pessoas com sarampo podem ocorrer complicações como diarréia, otite, pneumonia e encefalite.
52 Caxumba: Também conhecida como parotidite. É uma doença infecciosa imunoprevenível de transmissão respiratória. Causada pelo vírus da caxumba, resulta em manifestações discretas ou é assintomática. Quando ocorrem, as manifestações clínicas mais comuns são febre baixa, dor no corpo, perda de apetite, fadiga e dor de cabeça. Cerca de 30 a 40% dos indivíduos infectados apresentam dor e aumento uni ou bilateral das glândulas salivares (mais comumente, das parótidas). Geralmente tem evolução benigna, é mais comum em crianças e resulta em imunidade permanente. Em alguns casos pode complicar causando meningite, encefalite, surdez, orquite, ooferite, miocardite ou pancreatite.
53 Rubéola: Doença infecciosa imunoprevenível de transmissão respiratória. Causada pelo vírus da rubéola. Resulta em manifestações discretas ou é assintomática. Quando ocorrem, as manifestações clínicas mais comuns são febre baixa, aumento dos gânglios do pescoço, manchas avermelhadas na pele, 70% das mulheres apresentam artralgia e artrite. Geralmente tem evolução benigna, é mais comum em crianças e resulta em imunidade permanente. Durante a gravidez, a infecção pelo vírus da rubéola pode resultar em aborto, parto prematuro e mal-formações congênitas.
54 Varicela: Doença viral freqüente na infância e caracterizada pela presença de febre e comprometimento do estado geral juntamente com a aparição característica de lesões que têm vários estágios. Primeiro são pequenas manchas avermelhadas, a seguir formam-se pequenas bolhas que finalmente rompem-se deixando uma crosta. É contagiosa, mas normalmente não traz maiores conseqüências à criança. As bolhas e suas crostas, se não sofrerem infecção secundária, não deixam cicatriz.
55 Hipertônica: Relativo à hipertonia; em biologia caracteriza solução que apresenta maior concentração de solutos do que outra; em fisiologia, é o mesmo que espástico e em medicina diz-se de tecidos orgânicos que apresentam hipertonia ou tensão excessiva em músculos, artérias ou outros tecidos orgânicos.
56 Hemorrágicos: Relativo à hemorragia, ou seja, ao escoamento de sangue para fora dos vasos sanguíneos.
57 Hemácias: Também chamadas de glóbulos vermelhos, eritrócitos ou células vermelhas. São produzidas no interior dos ossos a partir de células da medula óssea vermelha e estão presentes no sangue em número de cerca de 4,5 a 6,5 milhões por milímetro cúbico, em condições normais.
58 Soro: Chama-se assim qualquer líquido de características cristalinas e incolor.
59 Anemia: Condição na qual o número de células vermelhas do sangue está abaixo do considerado normal para a idade, resultando em menor oxigenação para as células do organismo.
60 Sangue Fetal: Sangue do feto. A troca de nutrientes e de resíduos entre o sangue fetal e o materno ocorre através da PLACENTA. O sangue do cordão é o sangue contido nos vasos umbilicais (CORDÃO UMBILICAL) no momento do parto.
61 Eritrócitos: Células vermelhas do sangue. Os eritrócitos maduros são anucleados, têm forma de disco bicôncavo e contêm HEMOGLOBINA, cuja função é transportar OXIGÊNIO. Sinônimos: Corpúsculos Sanguíneos Vermelhos; Corpúsculos Vermelhos Sanguíneos; Corpúsculos Vermelhos do Sangue; Glóbulos Vermelhos; Hemácias
62 Circulação: 1. Ato ou efeito de circular. 2. Facilidade de se mover usando as vias de comunicação; giro, curso, trânsito. 3. Movimento do sangue, fluxo de sangue através dos vasos sanguíneos do corpo e do coração.
63 Sistema nervoso: O sistema nervoso é dividido em sistema nervoso central (SNC) e o sistema nervoso periférico (SNP). O SNC é formado pelo encéfalo e pela medula espinhal e a porção periférica está constituída pelos nervos cranianos e espinhais, pelos gânglios e pelas terminações nervosas.
64 Pele: Camada externa do corpo, que o protege do meio ambiente. Composta por DERME e EPIDERME.
65 Eritema: Vermelhidão da pele, difusa ou salpicada, que desaparece à pressão.
66 Prurido: 1.    Na dermatologia, o prurido significa uma sensação incômoda na pele ou nas mucosas que leva a coçar, devido à liberação pelo organismo de substâncias químicas, como a histamina, que irritam algum nervo periférico. 2.    Comichão, coceira. 3.    No sentido figurado, prurido é um estado de hesitação ou dor na consciência; escrúpulo, preocupação, pudor. Também pode significar um forte desejo, impaciência, inquietação.
67 Febre: É a elevação da temperatura do corpo acima dos valores normais para o indivíduo. São aceitos como valores de referência indicativos de febre: temperatura axilar ou oral acima de 37,5°C e temperatura retal acima de 38°C. A febre é uma reação do corpo contra patógenos.
68 Calafrios: 1. Conjunto de pequenas contrações da pele e dos músculos cutâneos ao longo do corpo, muitas vezes com tremores fortes e palidez, que acompanham uma sensação de frio provocada por baixa temperatura, má condição orgânica ou ainda por medo, horror, nojo, etc. 2. Sensação de frio e tremores fortes, às vezes com bater de dentes, que precedem ou acompanham acessos de febre.
69 Inchaço: Inchação, edema.
70 Taquicardia: Aumento da frequência cardíaca. Pode ser devido a causas fisiológicas (durante o exercício físico ou gravidez) ou por diversas doenças como sepse, hipertireoidismo e anemia. Pode ser assintomática ou provocar palpitações.
71 Coração: Órgão muscular, oco, que mantém a circulação sangüínea.
72 Vascular: Relativo aos vasos sanguíneos do organismo.
73 Hipotensão: Pressão sanguínea baixa ou queda repentina na pressão sanguínea. A hipotensão pode ocorrer quando uma pessoa muda rapidamente de uma posição sentada ou deitada para a posição de pé, causando vertigem ou desmaio.
74 Dispnéia: Falta de ar ou dificuldade para respirar caracterizada por respiração rápida e curta, geralmente está associada a alguma doença cardíaca ou pulmonar.
75 Náusea: Vontade de vomitar. Forma parte do mecanismo complexo do vômito e pode ser acompanhada de sudorese, sialorréia (salivação excessiva), vertigem, etc.
76 Vômito: É a expulsão ativa do conteúdo gástrico pela boca. Pode ser classificado como: alimentar, fecalóide, biliar, em jato, pós-prandial. Sinônimo de êmese. Os medicamentos que agem neste sintoma são chamados de antieméticos.
77 Artralgia: Dor em uma articulação.
78 Sintomas: Alterações da percepção normal que uma pessoa tem de seu próprio corpo, do seu metabolismo, de suas sensações, podendo ou não ser um indício de doença. Os sintomas são as queixas relatadas pelo paciente mas que só ele consegue perceber. Sintomas são subjetivos, sujeitos à interpretação pessoal. A variabilidade descritiva dos sintomas varia em função da cultura do indivíduo, assim como da valorização que cada pessoa dá às suas próprias percepções.

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