Preço de Fanclomax em São Paulo/SP: R$ 404,17

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Fanclomax
(Bula do profissional de saúde)

BLAU FARMACÊUTICA S.A.

Atualizado em 24/08/2022

IDENTIFICAÇÃO DO MEDICAMENTO

Fanclomax®
fanciclovir
Comprimidos 125 e 250 mg

FORMA FARMACÊUTICA E APRESENTAÇÃO:

Comprimido simples
Cartucho contendo 1 blister com 3, 7 ou 10 comprimidos 

VIA DE ADMINISTRAÇÃO: ORAL
USO ADULTO

COMPOSIÇÃO:

Cada comprimido de Fanclomax® 125 mg contém:

fanciclovir 125 mg
excipiente q.s.p. 1 comprimido

Excipientes: lactose1, povidona, amidoglicolato de sódio, celulose microcristalina, estearato de magnésio.


Cada comprimido de Fanclomax® 250 mg contém:

fanciclovir 250 mg
excipiente q.s.p. 1 comprimido

Excipientes: lactose1, povidona, amidoglicolato de sódio, celulose microcristalina, estearato de magnésio.

INFORMAÇÕES TÉCNICAS AOS PROFISSIONAIS DE SAÚDE2

INDICAÇÕES

Indicado para o tratamento:

  • Herpes zoster3 agudo4;
  • Infecções5 por Herpes simplex: tratamento ou supressão do herpes genital recorrente em pacientes imunocompetentes;
  • Infecções5 por Herpes simplex: tratamento de infecções5 mucocutâneas recorrentes em pacientes imunocompetentes.

RESULTADOS DE EFICÁCIA

Herpes labial:

Um estudo randomizado6, duplo-cego, controlado com placebo7 foi realizado em 701 adultos imunocompetentes com herpes labial recorrente. Pacientes com terapia iniciada dentro de 1 hora do início dos primeiros sinais8 ou sintomas9 de um episódio de herpes labial recorrente com fanciclovir 1500 mg em dose única (n = 227), fanciclovir 750 mg duas vezes ao dia (n = 220) ou placebo7 (n = 254) por 1 dia. O tempo médio de cura entre os pacientes com lesões10 avançadas além da fase de pápula11, foi de 4,4 dias no grupo de 1500 mg de fanciclovir dose única (n = 152), em comparação com 6,2 dias no grupo placebo7 (n = 168). A diferença no tempo médio de cura entre o placebo7 e grupos tratados com fanciclovir 1500 mg foi de 1,3 dias (95% CI: 0,6–2,0). Não houve diferença observada entre os pacientes que receberam placebo7 ou fanciclovir na proporção de pacientes com lesões10 que não avançaram além do estágio de pápula11: 33% para fanciclovir 1500 mg dose única e 34% para o placebo7. O tempo médio de dor e perda de sensibilidade foi de 1,7 dias em pacientes tratados com 1500 mg de fanciclovir dose única versus 2,9 dias, em doentes tratados com placebo7.

Herpes Genital:

Episódios recorrentes: Um estudo randomizado6, duplo-cego, controlado com placebo7 foi realizado em 329 adultos imunocompetentes com herpes genital recorrente. Pacientes com terapia iniciada até 6 horas após o primeiro sinal12 ou sintoma13 de um episódio de herpes genital recorrente tanto com fanciclovir 1000 mg duas vezes ao dia (n = 163) ou placebo7 (n = 166) por 1 dia. O tempo médio dos pacientes com cura entre os pacientes com lesões10 avançadas além da fase de pápula11 foi de 4,3 dias em pacientes tratados com fanciclovir (n = 125), em comparação com 6,1 dias em tratados com placebo7 (n = 145). A diferença no tempo médio de cura entre o placebo7 e grupos tratados com fanciclovir foi de 1,2 dias (95% CI: 0,5–2,0). Vinte e três por cento dos doentes tratados com fanciclovir tiveram lesões10 sem nenhum desenvolvimento da lesão14 além de eritema15, versus 13% em pacientes tratados com placebo7. O tempo médio para a perda de todos os sintomas9 (p.ex., formigamento, coceira, ardor16, dor ou sensibilidade) foi de 3,3 dias, em pacientes tratados com fanciclovir versus 5,4 dias nos pacientes tratados com placebo7.

Terapia supressora: Dois estudos randomizados, duplo-cego, controlados por placebo7, 12 meses de ensaios foram realizados em 934 adultos imunocompetentes com uma história de 6 ou mais recorrências17 dos episódios de herpes genital por ano. Comparações com inclusão de fanciclovir 125 mg três vezes por dia, 250 mg duas vezes por dia, 250 mg três vezes ao dia, e placebo7. Em 12 meses, 60% a 65% dos pacientes ainda estavam recebendo fanciclovir e 25% estavam recebendo tratamento com placebo7. Taxas de retorno em 6 e 12 meses em pacientes tratados com a dose de 250 mg duas vezes por dia são apresentados na Tabela 1.

Tabela 1 – Taxas de retorno em 6 e 12 meses nos adultos com herpes genital recorrente em Terapia Supressiva

 

Taxas de recorrência18 em 6 meses

Taxas de recorrência18 em 12 meses

 

Fanciclovir 250 mg
duas vezes por dia
(n = 236)

Placebo7
(n = 233)

Fanciclovir 250 mg
duas vezes por dia
(n = 236)

Placebo7
(n = 233)

Retornos Livres

39%

10%

29%

6%

Recorrências17

47%

74%

53%

78%

Perdeu para o acompanhamento‡ 14% 16% 17% 16%

†Com base em dados do paciente relatado, não necessariamente confirmados por um médico.
‡Pacientes retornos-livres no momento do último contato antes da retirada.

Pacientes tratados com fanciclovir aproximadamente 1/5 da mediana do número de recidivas19, em comparação com pacientes tratados com placebo7. Doses mais elevadas de fanciclovir não foram associadas com um aumento de eficácia.

Herpes recorrente orolabial ou genital em pacientes infectados com HIV20:

O estudo randomizado6, duplo-cego comparado de fanciclovir 500 mg duas vezes ao dia durante 7 dias (n = 150) com aciclovir21 oral 400 mg 5 vezes ao dia durante 7 dias (n = 143) em pacientes infectados pelo HIV20 com herpes genital recorrente ou orolabial tratados dentro de 48 horas do início da lesão14. Aproximadamente 40% dos pacientes tinham uma contagem de CD4+ abaixo de 200 células22 / mm3, 54% dos pacientes tinham lesões10 anogenitais e 35% tinham lesões10 orolabiais. A terapia com fanciclovir foi comparável ao aciclovir21 oral em reduzir a formação de nova lesão14 e no tempo para completar a cura.

Herpes Zoster3:

Dois estudos randomizados, duplo-cegos, controlados por placebo7 1 e 1 controlado com ativo, foram realizados em 964 adultos imunocompetentes com herpes zoster3 descomplicada. O tratamento foi iniciado no prazo de 72 horas do aparecimento da primeira lesão14 e foi mantido por 7 dias.

No estudo controlado com placebo7, 419 pacientes foram tratados com fanciclovir 500 mg três vezes ao dia (n = 138), fanciclovir 750 mg três vezes ao dia (n = 135) ou placebo7 (n = 146). O tempo médio de crostas foi de 5 dias entre pacientes tratados com fanciclovir 500 mg em comparação a 7 dias em pacientes tratados com placebo7. Os tempos de crostas total, perda de vesículas23, a perda de úlceras24 e perda de crostas foram menores para fanciclovir 500 mg do que para os doentes tratados com placebo7 na população total do estudo. Os efeitos do fanciclovir foram maiores quando o tratamento foi iniciado no prazo de 48 horas do início do exantema25, que também foi mais profundo em pacientes com 50 anos de idade ou mais velhos. Entre os 65,2% de pacientes com pelo menos 1 cultura positiva viral, pacientes tratados com fanciclovir tiveram uma duração média de derramamento viral menor do que os pacientes tratados com placebo7 (1 dia e 2 dias, respectivamente).

Não foram observadas diferenças globais na duração da dor antes da cicatrização cutânea26 entre fanciclovir e grupos tratados com placebo7. Além disso, não houve diferença na incidência27 de dor após a cura cutânea26 (neuralgia28 pós-herpética) entre os grupos de tratamento. Em 186 pacientes (44,4% da população total do estudo) que desenvolveram a neuralgia28 pós-herpética, a duração média da neuralgia28 pós-herpética foi menor nos pacientes tratados com fanciclovir 500 mg do que aqueles tratados com placebo7 (63 dias e 119 dias, respectivamente). Não foi demonstrada eficácia adicional com uma maior dose de fanciclovir.

No ativo controlado por placebo7, 545 pacientes foram tratados com uma das três doses de fanciclovir três vezes por dia ou com 800 mg de aciclovir21 cinco vezes por dia. O tempo entre o surgimento da lesão14 até o tempo para a perda da dor aguda foram comparáveis em todos os grupos e não houve diferença estatisticamente significativa no tempo até a perda de neuralgia28 pós-herpética entre os grupos tratados com aciclovir21 e fanciclovir.

Referências Bibliográficas:

CARACTERÍSTICAS FARMACOLÓGICAS

Após administração oral, fanciclovir é rápido e extensivamente absorvido e rapidamente convertido ao componente ativo, penciclovir. A biodisponibilidade de penciclovir após administração oral de fanciclovir é de 77%. O pico médio de concentração plasmática de penciclovir, após uma dose oral de 125 mg e 250 mg de fanciclovir, foi de 0,8 μg/mL e 1,6 μg/mL, respectivamente, e ocorreu em um tempo médio de 45 minutos pós-dose. As curvas de concentração plasmática x tempo de penciclovior são semelhantes após dose única e doses repetidas. A meia-vida plasmática final de penciclovir após dose única e doses repetidas de fanciclovir é de aproximadamente 2,0 horas. Não há acúmulo de penciclovir com doses repetidas de fanciclovir. Penciclovir e seu precursor 6-desoxi tem baixa ligação às proteínas29 plasmáticas (< 20%). Fanciclovir é eliminado principalmente como penciclovir e seu precursor 6-desoxi, que são excretados sem alterações pela urina30. O penciclovir não foi detectado na urina30.

A secreção tubular contribui para a eliminação renal31 do composto.

A infecção32 por Herpes zoster3 não complicada não altera significativamente a farmacocinética de penciclovir, após administração oral de Fanclomax®.

Pacientes infectados pelo HIV20:

A dose recomendada é de 500 mg duas vezes ao dia durante 7 dias para o tratamento de infecções5 orolabial recorrente ou Herpes simplex genital.

CONTRAINDICAÇÕES

Fanclomax® é contraindicado a pacientes que apresentem hipersensibilidade ao fanciclovir e aos componentes da formulação e nos casos de hipersensibilidade conhecida a penciclovir.

 

ADVERTÊNCIAS E PRECAUÇÕES

O herpes genital é uma doença sexualmente transmissível. O risco de transmissão é aumentado durante episódios agudos. Os pacientes devem evitar relações sexuais quando os sintomas9 estiverem agudos ou quando os sintomas9 estiverem presentes, mesmo se o tratamento com um antivirótico já tiver sido iniciado.

Gravidez33 e Lactação34

Embora estudos em animais não tenham demonstrado quaisquer efeitos embriotóxicos ou teratogênicos35 com fanciclovir ou penciclovir, a segurança de fanciclovir na gravidez33 humana não foi estabelecida. Assim, Fanclomax® não deve ser usado durante a gravidez33 ou em mulheres que estejam amamentando, a menos que os benefícios potenciais do tratamento compensem qualquer possibilidade de risco.

Estudos em ratos mostram que penciclovir é excretado pelo leite de fêmeas lactantes36 recebendo fanciclovir por via oral. Não há informações sobre a excreção pelo leite humano.

Categoria de risco na gravidez33: B. Os estudos em animais não demonstraram risco fetal, mas também não há estudos controlados em mulheres grávidas.

Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica ou do cirurgião-dentista.

Populações especiais

Deve-se ter uma atenção especial a pacientes com função renal31 comprometida, quando for necessário ajustar a dose.

Atualmente, os dados sobre a segurança e eficácia de fanciclovir em crianças com menos de 18 anos são insuficientes e, portanto, o seu uso em crianças não é recomendado.

Não são necessárias precauções especiais para pacientes37 com insuficiência hepática38 ou idosos.

Informações importantes sobre um dos componentes do medicamento

Atenção: Este medicamento contém AÇÚCAR39, portanto, deve ser usado com cautela em portadores de Diabetes40.

Este medicamento contém LACTOSE1. Pacientes com problemas hereditários raros de intolerância à galactose41 (deficiência Lapp de lactase ou má absorção de glicosegalactose), não devem tomar Fanclomax®, pois ele possui lactose1 em sua formulação.

INTERAÇÕES MEDICAMENTOSAS

Interações medicamento – medicamento:

Nenhuma interação farmacocinética clinicamente significativa foi identificada. Probenecida e outras drogas: podem afetar os níveis plasmáticos de penciclovir.

CUIDADOS DE ARMAZENAMENTO DO MEDICAMENTO

Cuidados de conservação

Fanclomax® comprimidos deve ser mantido a temperatura ambiente (15–30°C). Proteger da umidade.

Prazo de validade: 24 meses a partir da data de fabricação.

Número de lote e datas de fabricação e validade: vide embalagem.

Não use medicamento com o prazo de validade vencido. Guarde-o em sua embalagem original.

Características físicas e organolépticas do produto

  • Comprimido de 125 mg: comprimido circular de coloração branca.
  • Comprimido de 250 mg: comprimido circular de coloração branca.

Antes de usar, observe o aspecto do medicamento.

TODO MEDICAMENTO DEVE SER MANTIDO FORA DO ALCANCE DAS CRIANÇAS.

POSOLOGIA E MODO DE USAR

Fanclomax® comprimidos dever ser administrado via oral com ou sem alimento.

Este medicamento não deve ser partido, aberto ou mastigado.

Herpes zoster3

A dose recomendada é de 500 mg a cada 8 horas durante 7 dias. O tratamento deve ser iniciado tão breve a Herpes zoster3 seja diagnosticada.

Infecções5 por Herpes simplex

Primeiro episódio de infecções5 por herpes genital: 250 mg três vezes ao dia por cinco dias. Recomenda-se que o tratamento seja iniciado o mais cedo possível após o início das lesões10.

Herpes genital recorrente: A dose recomendada é de 125 mg duas vezes ao dia durante 5 dias. Recomenda-se iniciar o tratamento ao primeiro sinal12 ou sintoma13 do herpes genital. A eficácia de fanciclovir não foi estabelecida quando o tratamento é iniciado após 6 horas do início dos sintomas9 ou lesões10.

Supressão do herpes genital recorrente: A dose recomendada é de 250 mg duas vezes ao dia durante 1 ano. A segurança e eficácia do tratamento com fanciclovir por mais de 1 ano não foi estabelecida.

Dosagens especiais

Pacientes infectados pelo HIV20: A dose recomendada é de 500 mg duas vezes ao dia durante 7 dias para o tratamento de infecções5 orolabial recorrente ou Herpes simplex genital.

Pacientes com insuficiência renal42: Modificação da dose é habitualmente desnecessária em pacientes com discreta alteração da função renal31.

Em pacientes com comprometimento moderado a severo da função renal31, a frequência de administração deve ser diminuída proporcionalmente ao grau de comprometimento avaliado pelo clearance de creatinina43. As seguintes alterações são recomendadas.

Indicação e Dose de fanciclovir

Clearance de creatinina43 (mL/min)

Ajuste de Dose

Intervalo

Herpes Zoster3
500 mg a cada 8 horas

> 60

500 mg

A cada 8 horas

40 a 69

500 mg

A cada 12 horas

20 a 39

500 mg

A cada 24 horas

< 20

250 mg

A cada 24 horas

HD*

500 mg

Após cada diálise44

Herpes genital recorrente
125 mg a cada 12 horas

≥ 40

125 mg

A cada 12 horas

20 a 39

125 mg

A cada 24 horas

< 20

125 mg

A cada 24 horas

HD*

125 mg

Após cada diálise44

Supressão do Herpes genital recorrente
250 mg a cada 12 horas

≥ 40

250 mg

A cada 12 horas

20 a 39

125 mg

A cada 12 horas

< 20

125 mg

A cada 24 horas

HD*

125 mg

Após cada diálise44

Herpes genital ou orolabial recorrente em pacientes infectados pelo HIV20
500 mg a cada 12 horas

≥ 40

500 mg

A cada 12 horas

20 a 39

500 mg

A cada 24 horas

< 20

250 mg

A cada 24 horas

HD*

250 mg

Após cada diálise44

* Hemodiálise45

Uso Pediátrico: Atualmente, os dados sobre a segurança e eficácia de fanciclovir em crianças com menos de 18 anos são insuficientes e, portanto, o seu uso em crianças não é recomendado.

Pacientes Idosos: Não são necessários ajustes de dosagens, a menos que a função renal31 esteja comprometida.

REAÇÕES ADVERSAS

Reação muito comum (ocorre entre >1/10): transtorno de cefaleia46.

Reações incomuns (>1/1.000 e <1/100): diarreia47, tonturas48, fadiga49, flatulência, irritação gastrintestinal, náuseas50, parestesia51), prurido52 de pele53, Rash54.

Reações raras (>1/10.000 e <1/1.000): testes de função hepática55 anormal, sonolência, dismenorréia56, eritema multiforme57, alucinações58, hiperbilirrubinemia, disfunções cognitivas, icterícia59, leucopenia60, enxaqueca61, desordem neutropênica, síndrome de Stevens-Johnson62, síndrome63 trombocitopênica, necrólise epidérmica tóxica64, urticária65, vômitos66.

Em casos de eventos adversos, notifique ao Sistema de Notificação de Eventos Adversos a Medicamentos – VIGIMED, ou para a Vigilância Sanitária Estadual ou Municipal.

SUPERDOSE

Não há relatos de superdosagem aguda com fanciclovir. Tratamento sintomático67 e de suporte devem ser administrados, se apropriado. Insuficiência renal42 aguda foi relatada raramente em pacientes com doença renal31 latente, onde a dose de fanciclovir não foi apropriadamente reduzida para o nível da função renal31. Penciclovir pode ser eliminado por diálise44 e as concentrações plasmáticas são reduzidas em aproximadamente 75% após hemodiálise45 por 4 horas.

Em caso de intoxicação ligue para 0800 722 6001, se você precisar de mais orientações.

DIZERES LEGAIS


VENDA SOB PRESCRIÇÃO MÉDICA
 

Reg. MS nº 1.1637.0035
Farm. Resp.: Satoro Tabuchi - CRF-SP n° 4.931

Registrado por:
Blau Farmacêutica S.A.
CNPJ 58.430.828/0001-60
Rodovia Raposo Tavares 30,5 km n° 2833 – Prédio 100
CEP 06705-030 – Cotia – SP
Indústria Brasileira

Fabricado por:
Blau Farmacêutica S.A.
CNPJ 58.430.828/0002-40
Av. Ivo Mario Isaac Pires nº 7.602
CEP: 06720-480 – Cotia –SP
Indústria Brasileira


SAC 0800 701 6399

Antes de consumir qualquer medicamento, consulte seu médico (http://www.catalogo.med.br).

Complementos

1 Lactose: Tipo de glicídio que possui ligação glicosídica. É o açúcar encontrado no leite e seus derivados. A lactose é formada por dois carboidratos menores, chamados monossacarídeos, a glicose e a galactose, sendo, portanto, um dissacarídeo.
2 Saúde: 1. Estado de equilíbrio dinâmico entre o organismo e o seu ambiente, o qual mantém as características estruturais e funcionais do organismo dentro dos limites normais para sua forma de vida e para a sua fase do ciclo vital. 2. Estado de boa disposição física e psíquica; bem-estar. 3. Brinde, saudação que se faz bebendo à saúde de alguém. 4. Força física; robustez, vigor, energia.
3 Zoster: Doença produzida pelo mesmo vírus que causa a varicela (Varicela-Zóster). Em pessoas que já tenham tido varicela, o vírus se encontra em forma latente e pode ser reativado produzindo as características manchas avermelhadas, vesículas e crostas no território de distribuição de um determinado nervo. Como seqüela pode deixar neurite, com dores importantes.
4 Agudo: Descreve algo que acontece repentinamente e por curto período de tempo. O oposto de crônico.
5 Infecções: Doença produzida pela invasão de um germe (bactéria, vírus, fungo, etc.) em um organismo superior. Como conseqüência da mesma podem ser produzidas alterações na estrutura ou funcionamento dos tecidos comprometidos, ocasionando febre, queda do estado geral, e inúmeros sintomas que dependem do tipo de germe e da reação imunológica perante o mesmo.
6 Estudo randomizado: Ensaios clínicos comparativos randomizados são considerados o melhor delineamento experimental para avaliar questões relacionadas a tratamento e prevenção. Classicamente, são definidos como experimentos médicos projetados para determinar qual de duas ou mais intervenções é a mais eficaz mediante a alocação aleatória, isto é, randomizada, dos pacientes aos diferentes grupos de estudo. Em geral, um dos grupos é considerado controle - o que algumas vezes pode ser ausência de tratamento, placebo, ou mais frequentemente, um tratamento de eficácia reconhecida. Recursos estatísticos são disponíveis para validar conclusões e maximizar a chance de identificar o melhor tratamento. Esses modelos são chamados de estudos de superioridade, cujo objetivo é determinar se um tratamento em investigação é superior ao agente comparativo.
7 Placebo: Preparação neutra quanto a efeitos farmacológicos, ministrada em substituição a um medicamento, com a finalidade de suscitar ou controlar as reações, geralmente de natureza psicológica, que acompanham tal procedimento terapêutico.
8 Sinais: São alterações percebidas ou medidas por outra pessoa, geralmente um profissional de saúde, sem o relato ou comunicação do paciente. Por exemplo, uma ferida.
9 Sintomas: Alterações da percepção normal que uma pessoa tem de seu próprio corpo, do seu metabolismo, de suas sensações, podendo ou não ser um indício de doença. Os sintomas são as queixas relatadas pelo paciente mas que só ele consegue perceber. Sintomas são subjetivos, sujeitos à interpretação pessoal. A variabilidade descritiva dos sintomas varia em função da cultura do indivíduo, assim como da valorização que cada pessoa dá às suas próprias percepções.
10 Lesões: 1. Ato ou efeito de lesar (-se). 2. Em medicina, ferimento ou traumatismo. 3. Em patologia, qualquer alteração patológica ou traumática de um tecido, especialmente quando acarreta perda de função de uma parte do corpo. Ou também, um dos pontos de manifestação de uma doença sistêmica. 4. Em termos jurídicos, prejuízo sofrido por uma das partes contratantes que dá mais do que recebe, em virtude de erros de apreciação ou devido a elementos circunstanciais. Ou também, em direito penal, ofensa, dano à integridade física de alguém.
11 Pápula: Lesão firme e elevada, com bordas nítidas e diâmetro que varia de 1 a 5 milímetros (até 1 centímetro, segundo alguns autores).
12 Sinal: 1. É uma alteração percebida ou medida por outra pessoa, geralmente um profissional de saúde, sem o relato ou comunicação do paciente. Por exemplo, uma ferida. 2. Som ou gesto que indica algo, indício. 3. Dinheiro que se dá para garantir um contrato.
13 Sintoma: Qualquer alteração da percepção normal que uma pessoa tem de seu próprio corpo, do seu metabolismo, de suas sensações, podendo ou não ser um indício de doença. O sintoma é a queixa relatada pelo paciente mas que só ele consegue perceber. Sintomas são subjetivos, sujeitos à interpretação pessoal. A variabilidade descritiva dos sintomas varia em função da cultura do indivíduo, assim como da valorização que cada pessoa dá às suas próprias percepções.
14 Lesão: 1. Ato ou efeito de lesar (-se). 2. Em medicina, ferimento ou traumatismo. 3. Em patologia, qualquer alteração patológica ou traumática de um tecido, especialmente quando acarreta perda de função de uma parte do corpo. Ou também, um dos pontos de manifestação de uma doença sistêmica. 4. Em termos jurídicos, prejuízo sofrido por uma das partes contratantes que dá mais do que recebe, em virtude de erros de apreciação ou devido a elementos circunstanciais. Ou também, em direito penal, ofensa, dano à integridade física de alguém.
15 Eritema: Vermelhidão da pele, difusa ou salpicada, que desaparece à pressão.
16 Ardor: 1. Calor forte, intenso. 2. Mesmo que ardência. 3. Qualidade daquilo que fulge, que brilha. 4. Amor intenso, desejo concupiscente, paixão.
17 Recorrências: 1. Retornos, repetições. 2. Em medicina, é o reaparecimento dos sintomas característicos de uma doença, após a sua completa remissão. 3. Em informática, é a repetição continuada da mesma operação ou grupo de operações. 4. Em psicologia, é a volta à memória.
18 Recorrência: 1. Retorno, repetição. 2. Em medicina, é o reaparecimento dos sintomas característicos de uma doença, após a sua completa remissão. 3. Em informática, é a repetição continuada da mesma operação ou grupo de operações. 4. Em psicologia, é a volta à memória.
19 Recidivas: 1. Em medicina, é o reaparecimento de uma doença ou de um sintoma, após período de cura mais ou menos longo; recorrência. 2. Em direito penal, significa recaída na mesma falta, no mesmo crime; reincidência.
20 HIV: Abreviatura em inglês do vírus da imunodeficiência humana. É o agente causador da AIDS.
21 Aciclovir: Substância análoga da Guanosina, que age como um antimetabólito, à qual os vírus são especialmente susceptíveis. É usado especialmente contra o herpes.
22 Células: Unidades (ou subunidades) funcionais e estruturais fundamentais dos organismos vivos. São compostas de CITOPLASMA (com várias ORGANELAS) e limitadas por uma MEMBRANA CELULAR.
23 Vesículas: Lesões papulares preenchidas com líquido claro.
24 Úlceras: Feridas superficiais em tecido cutâneo ou mucoso que podem ocorrer em diversas partes do organismo. Uma afta é, por exemplo, uma úlcera na boca. A úlcera péptica ocorre no estômago ou no duodeno (mais freqüente). Pessoas que sofrem de estresse são mais susceptíveis a úlcera.
25 Exantema: Alteração difusa da coloração cutânea, caracterizada por eritema, com elevação das camadas mais superficiais da pele (pápulas), vesículas, etc. Pode ser produzido por uma infecção geralmente viral (rubéola, varicela, sarampo), por alergias a medicamentos, etc.
26 Cutânea: Que diz respeito à pele, à cútis.
27 Incidência: Medida da freqüência em que uma doença ocorre. Número de casos novos de uma doença em um certo grupo de pessoas por um certo período de tempo.
28 Neuralgia: Dor aguda produzida pela irritação de um nervo. Caracteriza-se por ser muito intensa, em queimação, pulsátil ou semelhante a uma descarga elétrica. Suas causas mais freqüentes são infecção, lesão metabólica ou tóxica do nervo comprometido.
29 Proteínas: Um dos três principais nutrientes dos alimentos. Alimentos que fornecem proteína incluem carne vermelha, frango, peixe, queijos, leite, derivados do leite, ovos.
30 Urina: Resíduo líquido produzido pela filtração renal no organismo, estocado na bexiga e expelido pelo ato de urinar.
31 Renal: Relacionado aos rins. Uma doença renal é uma doença dos rins. Insuficiência renal significa que os rins pararam de funcionar.
32 Infecção: Doença produzida pela invasão de um germe (bactéria, vírus, fungo, etc.) em um organismo superior. Como conseqüência da mesma podem ser produzidas alterações na estrutura ou funcionamento dos tecidos comprometidos, ocasionando febre, queda do estado geral, e inúmeros sintomas que dependem do tipo de germe e da reação imunológica perante o mesmo.
33 Gravidez: Condição de ter um embrião ou feto em desenvolvimento no trato reprodutivo feminino após a união de ovo e espermatozóide.
34 Lactação: Fenômeno fisiológico neuro-endócrino (hormonal) de produção de leite materno pela puérpera no pós-parto; independente dela estar ou não amamentando.Toda mulher após o parto tem produção de leite - lactação; mas, infelizmente nem todas amamentam.
35 Teratogênicos: Agente teratogênico ou teratógeno é tudo aquilo capaz de produzir dano ao embrião ou feto durante a gravidez. Estes danos podem se refletir como perda da gestação, malformações ou alterações funcionais ou ainda distúrbios neurocomportamentais, como retardo mental.
36 Lactantes: Que produzem leite; que aleitam.
37 Para pacientes: Você pode utilizar este texto livremente com seus pacientes, inclusive alterando-o, de acordo com a sua prática e experiência. Conheça todos os materiais Para Pacientes disponíveis para auxiliar, educar e esclarecer seus pacientes, colaborando para a melhoria da relação médico-paciente, reunidos no canal Para Pacientes . As informações contidas neste texto são baseadas em uma compilação feita pela equipe médica da Centralx. Você deve checar e confirmar as informações e divulgá-las para seus pacientes de acordo com seus conhecimentos médicos.
38 Insuficiência hepática: Deterioração grave da função hepática. Pode ser decorrente de hepatite viral, cirrose e hepatopatia alcoólica (lesão hepática devido ao consumo de álcool) ou medicamentosa (causada por medicamentos como, por exemplo, o acetaminofeno). Para que uma insuficiência hepática ocorra, deve haver uma lesão de grande porção do fígado.
39 Açúcar: 1. Classe de carboidratos com sabor adocicado, incluindo glicose, frutose e sacarose. 2. Termo usado para se referir à glicemia sangüínea.
40 Diabetes: Nome que designa um grupo de doenças caracterizadas por diurese excessiva. A mais frequente é o Diabetes mellitus, ainda que existam outras variantes (Diabetes insipidus) de doença nas quais o transtorno primário é a incapacidade dos rins de concentrar a urina.
41 Galactose: 1. Produção de leite pela glândula mamária. 2. Monossacarídeo usualmente encontrado em oligossacarídeos de origem vegetal e animal e em polissacarídeos, usado em síntese orgânica e, em medicina, no auxílio ao diagnóstico da função hepática.
42 Insuficiência renal: Condição crônica na qual o corpo retém líquido e excretas pois os rins não são mais capazes de trabalhar apropriadamente. Uma pessoa com insuficiência renal necessita de diálise ou transplante renal.
43 Creatinina: Produto residual das proteínas da dieta e dos músculos do corpo. É excretada do organismo pelos rins. Uma vez que as doenças renais progridem, o nível de creatinina aumenta no sangue.
44 Diálise: Quando os rins estão muito doentes, eles deixam de realizar suas funções, o que pode levar a risco de vida. Nesta situação, é preciso substituir as funções dos rins de alguma maneira, o que pode ser feito realizando-se um transplante renal, ou através da diálise. A diálise é um tipo de tratamento que visa repor as funções dos rins, retirando as substâncias tóxicas e o excesso de água e sais minerais do organismo, estabelecendo assim uma nova situação de equilíbrio. Existem dois tipos de diálise: a hemodiálise e a diálise peritoneal.
45 Hemodiálise: Tipo de diálise que vai promover a retirada das substâncias tóxicas, água e sais minerais do organismo através da passagem do sangue por um filtro. A hemodiálise, em geral, é realizada 3 vezes por semana, em sessões com duração média de 3 a 4 horas, com o auxílio de uma máquina, dentro de clínicas especializadas neste tratamento. Para que o sangue passe pela máquina, é necessária a colocação de um catéter ou a confecção de uma fístula, que é um procedimento realizado mais comumente nas veias do braço, para permitir que estas fiquem mais calibrosas e, desta forma, forneçam o fluxo de sangue adequado para ser filtrado.
46 Cefaleia: Sinônimo de dor de cabeça. Este termo engloba todas as dores de cabeça existentes, ou seja, enxaqueca ou migrânea, cefaleia ou dor de cabeça tensional, cefaleia cervicogênica, cefaleia em pontada, cefaleia secundária a sinusite, etc... são tipos dentro do grupo das cefaleias ou dores de cabeça. A cefaleia tipo tensional é a mais comum (acomete 78% da população), seguida da enxaqueca ou migrânea (16% da população).
47 Diarréia: Aumento do volume, freqüência ou quantidade de líquido nas evacuações.Deve ser a manifestação mais freqüente de alteração da absorção ou transporte intestinal de substâncias, alterações estas que em geral são devidas a uma infecção bacteriana ou viral, a toxinas alimentares, etc.
48 Tonturas: O indivíduo tem a sensação de desequilíbrio, de instabilidade, de pisar no vazio, de que vai cair.
49 Fadiga: 1. Sensação de enfraquecimento resultante de esforço físico. 2. Trabalho cansativo. 3. Redução gradual da resistência de um material ou da sensibilidade de um equipamento devido ao uso continuado.
50 Náuseas: Vontade de vomitar. Forma parte do mecanismo complexo do vômito e pode ser acompanhada de sudorese, sialorréia (salivação excessiva), vertigem, etc .
51 Parestesia: Sensação cutânea subjetiva (ex.: frio, calor, formigamento, pressão, etc.) vivenciada espontaneamente na ausência de estimulação.
52 Prurido: 1.    Na dermatologia, o prurido significa uma sensação incômoda na pele ou nas mucosas que leva a coçar, devido à liberação pelo organismo de substâncias químicas, como a histamina, que irritam algum nervo periférico. 2.    Comichão, coceira. 3.    No sentido figurado, prurido é um estado de hesitação ou dor na consciência; escrúpulo, preocupação, pudor. Também pode significar um forte desejo, impaciência, inquietação.
53 Pele: Camada externa do corpo, que o protege do meio ambiente. Composta por DERME e EPIDERME.
54 Rash: Coloração avermelhada da pele como conseqüência de uma reação alérgica ou infecção.
55 Hepática: Relativa a ou que forma, constitui ou faz parte do fígado.
56 Dismenorréia: Dor associada à menstruação. Em uma porcentagem importante de mulheres é um sintoma normal. Em alguns casos está associada a doenças ginecológicas (endometriose, etc.).
57 Eritema multiforme: Condição aguda, auto-limitada, caracterizada pelo início abrupto de pápulas vermelhas fixas simétricas, algumas evoluindo em lesões em forma de “alvo”. A lesão alvo são zonas concêntricas de alterações de coloração com a área central púrpura ou escura e a externa vermelha. Elas irão desenvolver vesícula ou crosta na zona central após vários dias. Vinte porcento de todos os casos ocorrem na infância.O eritema multiforme geralmente é precipitado pelo vírus do herpes simples, Mycoplasma pneumoniae ou histoplasmose.
58 Alucinações: Perturbações mentais que se caracterizam pelo aparecimento de sensações (visuais, auditivas, etc.) atribuídas a causas objetivas que, na realidade, inexistem; sensações sem objeto. Impressões ou noções falsas, sem fundamento na realidade; devaneios, delírios, enganos, ilusões.
59 Icterícia: Coloração amarelada da pele e mucosas devido a uma acumulação de bilirrubina no organismo. Existem dois tipos de icterícia que têm etiologias e sintomas distintos: icterícia por acumulação de bilirrubina conjugada ou direta e icterícia por acumulação de bilirrubina não conjugada ou indireta.
60 Leucopenia: Redução no número de leucócitos no sangue. Os leucócitos são responsáveis pelas defesas do organismo, são os glóbulos brancos. Quando a quantidade de leucócitos no sangue é inferior a 6000 leucócitos por milímetro cúbico, diz-se que o indivíduo apresenta leucopenia.
61 Enxaqueca: Sinônimo de migrânea. É a cefaléia cuja prevalência varia de 10 a 20% da população. Ocorre principalmente em mulheres com uma proporção homem:mulher de 1:2-3. As razões para esta preponderância feminina ainda não estão bem entendidas, mas suspeita-se de alguma relação com o hormônio feminino. Resulta da pressão exercida por vasos sangüíneos dilatados no tecido nervoso cerebral subjacente. O tratamento da enxaqueca envolve normalmente drogas vaso-constritoras para aliviar esta pressão. No entanto, esta medicamentação pode causar efeitos secundários no sistema circulatório e é desaconselhada a pessoas com problemas cardiológicos.
62 Síndrome de Stevens-Johnson: Forma grave, às vezes fatal, de eritema bolhoso, que acomete a pele e as mucosas oral, genital, anal e ocular. O início é geralmente abrupto, com febre, mal-estar, dores musculares e artralgia. Pode evoluir para um quadro toxêmico com alterações do sistema gastrointestinal, sistema nervoso central, rins e coração (arritmias e pericardite). O prognóstico torna-se grave principalmente em pessoas idosas e quando ocorre infecção secundária. Pode ser desencadeado por: sulfas, analgésicos, barbitúricos, hidantoínas, penicilinas, infecções virais e bacterianas.
63 Síndrome: Conjunto de sinais e sintomas que se encontram associados a uma entidade conhecida ou não.
64 Necrólise Epidérmica Tóxica: Sinônimo de Síndrome de Lyell. Caracterizada por necrólise da epiderme. Tem como características iniciais sintomas inespecíficos, influenza-símile, tais como febre, dor de garganta, tosse e queimação ocular, considerados manifestações prodrômicas que precedem o acometimento cutâneo-mucoso. Erupção eritematosa surge simetricamente na face e na parte superior do tronco, provocando sintomas de queimação ou dolorimento da pele. Progressivamente envolvem o tórax anterior e o dorso. O ápice do processo é constituído pela característica denudação da epiderme necrótica, a qual é destacada em verdadeiras lamelas ou retalhos, dentro das áreas acometidas pelo eritema de base. O paciente tem o aspecto de grande queimado, com a derme desnuda, sangrante, eritêmato-purpúrica e com contínua eliminação de serosidade, contribuindo para o desequilíbrio hidroeletrolítico e acentuada perda protéica. Graves seqüelas oculares e esofágicas têm sido relatadas.Constitui uma reação adversa a medicamentos rara. As drogas que mais comumente a causam são as sulfas, o fenobarbital, a carbamazepina, a dipirona, piroxicam, fenilbutazona, aminopenicilinas e o alopurinol.
65 Urticária: Reação alérgica manifestada na pele como elevações pruriginosas, acompanhadas de vermelhidão da mesma. Pode afetar uma parte ou a totalidade da pele. Em geral é autolimitada e cede em pouco tempo, podendo apresentar períodos de melhora e piora ao longo de vários dias.
66 Vômitos: São a expulsão ativa do conteúdo gástrico pela boca. Podem ser classificados em: alimentar, fecalóide, biliar, em jato, pós-prandial. Sinônimo de êmese. Os medicamentos que agem neste sintoma são chamados de antieméticos.
67 Sintomático: 1. Relativo a ou que constitui sintoma. 2. Que é efeito de alguma doença. 3. Por extensão de sentido, é o que indica um particular estado de coisas, de espírito; revelador, significativo.

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