Alois®

APSEN

Atualizado em 23/10/2009

Alois®
Cloridrato de memantina

Alois® - FORMAS FARMACÊUTICAS E APRESENTAÇÕES

Comprimidos de 10 mg. Caixas com 30 comprimidos revestidos.

USO ADULTO

Alois® - COMPOSIÇÃO


Cada comprimido revestido contém: 10 mg
Cloridrato de memantina 10 mg
Excipientes* qsp 1 com

*Excipientes: celulose microcristalina, lactose1, fosfato tricálcico, croscarmelose sódica, estearato de magnésio, dióxido de titânio, hidroxipropilmetilcelulose, hidroximetilcelulose, polietilenoglicol.

Alois® - INFORMAÇÕES AO PACIENTE

Ação esperada do medicamento: ALOIS contém memantina indicada para pacientes2 com quadros demenciais moderadamente graves a graves. A função da memantina na terapia é de retardar a progressão da doença.
A memantina é utilizada no tratamento de pacientes com doença de Alzheimer3 de moderadamente grave a grave, sendo um antagonista4 do receptor NMDA, melhorando a transmissão dos sinais5 nervosos e a memória.
A memantina também possui um mecanismo de ação que exerce uma função protetora das células nervosas6 em situações de isquemia7 (falta de circulação8 sanguínea) ou hipóxia9 (falta de oxigênio) no cérebro10, agindo também nos estados de rigidez muscular, como ocorre na doença de Parkinson11.
Cuidados de armazenamento: Os comprimidos devem ser mantidos em sua embalagem original, na temperatura ambiente (entre 15 e 30ºC) e protegido da luz e umidade.
Prazo de validade: Não utilize medicamento com a validade vencida. O prazo de validade de ALOIS está impresso na embalagem e é de 24 meses após a data de fabricação.
Gravidez12 e lactação13: Informe seu médico a ocorrência de gravidez12 na vigência do tratamento ou após o seu término. Informar igualmente se estiver amamentando.
Nestes casos, somente o seu médico pode determinar se você deve continuar o tratamento com ALOIS.
Cuidados de administração: Siga a orientação do seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento. Os comprimidos devem ser ingeridos com um pouco de água, junto das refeições ou lanches.
Interrupção do tratamento: Não interrompa o tratamento sem o conhecimento de seu médico. O tratamento com ALOIS pode durar meses, de forma contínua ou descontínua.
Reações Adversas: Informe ao seu médico o aparecimento de reações desagradáveis. Reações mais freqüentes são alucinações14, confusão, tontura15, cefaléia16, cansaço. As reações adversas menos freqüentes são ansiedade, hipertonia17 (aumento do tônus muscular18), vômito19, infecção20 urinária e aumento da libido21.

TODO MEDICAMENTO DEVE SER MANTIDO FORA DO ALCANCE DAS CRIANÇAS

Ingestão concomitante com outras substâncias:
Qualquer medicamento só deve ser utilizado sob a supervisão e cuidado médico. Deve- se ter cuidado com o uso simultâneo de ALOIS com amantadina, cetamina, dextrometorfano, dantroleno, baclofeno, cimetidina, ranitidina, procainamida, quinidina, quinina, nicotina, hidroclortiazida, agonista22 dopaminérgico, como a L-dopa, bromocriptina, anticolinérgicos, anticonvulsivantes, barbituratos e neurolépticos23 e inibidores da MAO24.
O uso de bebidas alcoólicas pode interferir na ação do ALOIS (cloridrato de memantina), podendo causar efeitos desagradáveis.
Contra- indicações e precauções: Informe seu médico sobre qualquer medicamento que esteja usando, antes do início ou durante o tratamento.
ALOIS não deve ser usado durante a gravidez12 e a lactação13.
ALOIS é contra- indicado em pacientes com hipersensibilidade à memantina, à amantadina ou aos componentes de formulação do produto.
Durante o tratamento o paciente não deve dirigir veículos ou operar máquinas, pois sua habilidade e atenção podem estar prejudicadas.
A memantina deve ser utilizada com cuidado em pacientes com disfunção renal25 e hepática26 e epilepsia27.

Riscos da auto- medicação:

NÃO TOME REMÉDIO SEM O CONHECIMENTO DO SEU MÉDICO; PODE SER PERIGOSO PARA A SUA SAÚDE28.

Alois® - INFORMAÇÕES TÉCNICAS


Alois® - CARACTERÍSTICAS

ALOIS contém memantina que pertence à classe de antagonistas não competitivos de baixa afinidade ao receptor N- metil-D-aspartato (NMDA). A memantina é 20 a 30 vezes mais potente que amantadina. A memantina mostrou relevante melhora nas alterações e na performance do déficit dos pacientes com demência29 moderadamente grave a grave. Nestes pacientes, qualquer melhora nas funções cognitiva30, afetiva e motora, que permita que os pacientes permaneçam autoconfiantes e capazes de realizar tarefas diárias sem ou com uma mínima ajuda externa, é de grande valor. A função da memantina na terapia é de retardar a progressão da doença e não no tratamento da doença avançada.A memantina apresenta um duplo mecanismo de ação.
No receptor, a memantina exibe uma rápida cinética31 de ligação e é voltagem dependente, que resulta na modulação do sistema de neurotransmissão glutamatérgico. No estado de redução de liberação de glutamato, a memantina produz uma melhora na neurotransmissão e ativação dos neurônios32. Entretanto,
em situações de aumento patológico de liberação présináptica de glutamato, a memantina inibe a ação de excitabilidade tóxica do glutamato pelo bloqueio do receptor NMDA. Isto previne a exposição do neurônio ao excessivo influxo de cálcio, que é um dos possíveis mecanismos responsáveis pela morte neuronal. Esta
propriedade faz com que o cloridrato de memantina tenha um efeito neuroprotetor em condições de isquemia7 ou hipóxia9, o que explica sua eficácia em diferentes estados clínicos, tais como distúrbios motores de origem central (Doença de Parkinson11, paralisia33 cerebral, bexiga34 neurogênica, demências de várias etiologias). Na doença de Parkinson11, o excesso de estimulação glutamatérgica originada pela hipofunção
dopaminérgica é bloqueado pelo cloridrato de memantina, neutralizando o desequilíbrio da neurotransmissão existente nesta doença.
Acredita- se que a memantina possui alta afinidade ao tecido35 cerebral, cerebelar e frontal.

Farmacocinética

O tempo para atingir a concentração máxima de memantina é de 6 a 8 horas. A concentração steadystate (de equilíbrio) é de 12 dias. A resposta inicial ao tratamento de demência29 é de 14 dias.

Absorção: Memantina é rápida e completamente absorvida através do trato gastrointestinal.

Distribuição: A ligação protéica da memantina vária entre 10 e 45%. Foi encontrada alta concentração de memantina no cérebro10, particularmente no lobo temporal36, hipotálamo37 e ponte do cerebelo38.

Metabolismo39: Uma quantidade insignificante de mema n t i n a é me t a b o l i z a d a n o f í g a d o .
Aproximadamente 1% de memantina em humanos é metabolizada a 1- amino-3-hidroximetiladamantano.

Excreção: A meia- vida de eliminação relatada é de 60 a 100 horas. A excreção renal25 é de 75 a 90%.

Alois® - INDICAÇÕES


ALOIS (cloridrato de memantina) é indicado na Doença de Alzheimer3 moderadamente grave a grave e em outras demências caracterizadas por distúrbios da função cerebral, com os seguintes sintomas40 principais: distúrbios da concentração e memória, perda de interesse e distúrbios das funções motoras necessárias para efetuar atividades diárias e humor deprimido (síndrome41 demencial), condições que requerem aumento do cuidado e da vigilância. É indicado também no tratamento da espasticidade42 cerebral e espinhal, como por exemplo, resultante de disfunção cerebral em crianças, traumatismos cranianos, esclerose múltipla43, paraplegia44, acidentes vasculares45 encefálicos, Doença de Parkinson11 e síndromes parkinsonianas.

Alois® - CONTRA-INDICAÇÕES

ALOIS é contra- indicado em pacientes com hipersensibilidade à memantina, à amantadina ou aos componentes da formulação do produto.

Alois® - PRECAUÇÕES E ADVERTÊNCIAS


Durante o tratamento o paciente não deve dirigir veículos ou operar máquinas, pois sua habilidade e atenção podem estar prejudicadas.

Deve- se ter precaução nos pacientes em estados graves de confusão mental e em pacientes em tratamento com outros medicamentos que atuam no Sistema Nervoso Central46.
A memantina deve ser utilizada com cuidado em pacientes com disfunção renal25 e hepática26 e epilepsia27.

Gravidez12
Não há estudos adequados e bem controlados sobre a segurança do uso de memantina em mulheres grávidas.
Os estudos em animais não demonstraram efeitos lesivos em relação à embriotoxicidade e teratogenicidade.

Lactação13
É provável que a memantina seja excretada no leite materno; com isso, cuidados especiais devem ser tomados quando o produto for prescrito a mulheres que estejam amamentando.

Alois® - INTERAÇÕES MEDICAMENTOSAS

O efeito dos seguintes medicamentos pode ser alterado pela memantina e suas doses devem ser ajustadas pelo médico:

Amantadina, cetamina, dextrometorfano;
Dantroleno, baclofeno;
Cimetidina, ranitidina, procainamida, quinidina, quinina, nicotina;
Hidroclortiazida;
Agonista22 dopaminérgico, como a L- dopa , bromocriptina.
Anticolinérgicos, anticonvulsivantes, barbituratos, neurolépticos23 e inibidores da MAO24.
O uso de bebidas alcoólicas pode interferir na ação do ALOIS (cloridrato de memantina) podendo causar efeitos desagradáveis.

Alois® - REAÇÕES ADVERSAS


Nos testes clínicos sobre demências moderadamente graves a graves, a incidência47 geral de efeitos adversos não foi diferente das do tratamento com o placebo48, e os efeitos adversos foram geralmente de gravidade leve ou moderada.

A seguinte tabela fornece uma análise geral dos eventos adversos mais freqüentes, independentes da relação causal (> 4% para a memantina), que foram observados em pacientes com demência29 moderadamente grave a grave.

T e rm o  p re fe r i d o (W H O A R T )     M em a n t in a        P l a c e b o
                    n = 2 9 9        n = 2 8 8
A g ita ç ã o                 2 7 (9 ,0% )         5 0 (1 7 ,4% )
A p a re c im e n to d e le s õ e s     2 0 (6 ,7% )         2 0 (6 ,9% )
I n c o n t in ê n c ia u r in á r ia         1 7 (5 ,7% )         2 1 (7 ,3% )
D ia r ré ia                 1 6 (5 ,4% )         1 4 (4 ,9% )
I n s ô n ia                 1 6 (5 ,4% )         1 4 (4 ,9% )
T o n tu ra                 1 5 (5 ,0% )         8 (2 ,8% )
D o r d e c a b e ç a             1 5 (5 ,0% )         9 (3 ,1% )
A lu c in a ç õ e s             1 5 (5 ,0% )         6 (2 ,1% )
Q u e d a                 1 4 (4 ,7% )         1 4 (4 ,9% )
C o n s t ip a ç ã o             1 2 (4 ,0% )         1 3 (4 ,5% )
T o s s e                 1 2 (4 ,0% )         1 7 (5 ,9% )

Os efeitos colaterais49 são leves a moderados. As reações adversas mais comuns são alucinações14, confusão, tontura15, cefaléia16 e cansaço. As reações adversas menos freqüentes são ansiedade, hipertonia17 (aumento do tônus muscular18), vômito19, cistite50 e aumento da libido21.

Em pacientes que já apresentaram ataque epilético, existe a possibilidade da memantina aumentar a chance de um novo ataque.

Alois® - POSOLOGIA

A dose recomendada de ALOIS para pacientes2 idosos e adultos é 20 mg (2 x 1 comprimido) diariamente. Para reduzir o risco de efeitos colaterais49 esta dose é gradualmente alcançada pelo seguinte esquema de tratamento diário:

                        Manhã            Tarde
1ª. Semana        ½ comprimido        Nenhum        
2ª. Semana        ½ comprimido        ½ comprimido
3ª. Semana        1 comprimido         1 comprimido
4ª. Semana e         1 comprimido        1 comprimido
demais semanas

A dose inicial usual, na primeira semana é de meio comprimido uma vez ao dia (1 x 5 mg). Na segunda semana, a dose é aumentada para meio comprimido duas vezes ao dia (2 x 5 mg) e para 1 comprimido (1 x 10 mg) e meio comprimido (1 x 5 mg) diariamente, administrados separadamente, na terceira semana. A partir da quarta semana, a dose usual é de um comprimido duas vezes ao dia (2 x 10 mg).

Os comprimidos devem ser ingeridos com um pouco de água, junto das refeições ou lanches.

Em pacientes com disfunção renal25, a dose deve ser ajustada, baseada na eficácia clínica terapêutica51 bem como na função renal25 do paciente, sendo que a mesma deve ser monitorada freqüentemente.

Alois® - CONDUTA NA SUPERDOSAGEM


Em caso de superdose acidental, consultar o médico imediatamente.

Conduta na Superdose: na eventualidade da ingestão de doses muito acima das preconizadas, recomenda- se adotar as medidas habituais de controle das funções vitais.

Alois® - PACIENTES IDOSOS


As doses e cuidados para pacientes2 idosos são as mesmas recomendadas para os adultos.

VENDA SOB PRESCRIÇÃO MÉDICA
SÓ PODE SER VENDIDO COM RETENÇÃO DA RECEITA.

Nº do Lote; Data de Fabricação e Data de Validade: vide
Cartucho e/ou Rótulo

Reg. MS nº 1.0118.0592

Farmacêutico Responsável: Dr. Eduardo Sérgio Medeiros
Magliano
CRF SP nº 7179

APSEN FARMACÊUTICA S/A
Rua La Paz, nº 37/67 - São Paulo - SP
CNPJ 62.462.015/0001- 29
INDÚSTRIA BRASILEIRA

Centro de Atendimento ao Consumidor
0800 16 5678

Alois® - Laboratório

APSEN
RUA LA PAZ, 37/67. Santo Amaro.
São Paulo/SP - CEP: 04755020
Tel: 0800 165678
Email: infomed@apsen.com.br
Site: http://www.apsen.com.br/

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Antes de consumir qualquer medicamento, consulte seu médico (http://www.catalogo.med.br).

Complementos

1 Lactose: Tipo de glicídio que possui ligação glicosídica. É o açúcar encontrado no leite e seus derivados. A lactose é formada por dois carboidratos menores, chamados monossacarídeos, a glicose e a galactose, sendo, portanto, um dissacarídeo.
2 Para pacientes: Você pode utilizar este texto livremente com seus pacientes, inclusive alterando-o, de acordo com a sua prática e experiência. Conheça todos os materiais Para Pacientes disponíveis para auxiliar, educar e esclarecer seus pacientes, colaborando para a melhoria da relação médico-paciente, reunidos no canal Para Pacientes . As informações contidas neste texto são baseadas em uma compilação feita pela equipe médica da Centralx. Você deve checar e confirmar as informações e divulgá-las para seus pacientes de acordo com seus conhecimentos médicos.
3 Doença de Alzheimer: É uma doença progressiva, de causa e tratamentos ainda desconhecidos que acomete preferencialmente as pessoas idosas. É uma forma de demência. No início há pequenos esquecimentos, vistos pelos familiares como parte do processo normal de envelhecimento, que se vão agravando gradualmente. Os pacientes tornam-se confusos e por vezes agressivos, passando a apresentar alterações da personalidade, com distúrbios de conduta e acabam por não reconhecer os próprios familiares e até a si mesmos quando colocados frente a um espelho. Tornam-se cada vez mais dependentes de terceiros, iniciam-se as dificuldades de locomoção, a comunicação inviabiliza-se e passam a necessitar de cuidados e supervisão integral, até mesmo para as atividades elementares como alimentação, higiene, vestuário, etc..
4 Antagonista: 1. Opositor. 2. Adversário. 3. Em anatomia geral, que ou o que, numa mesma região anatômica ou função fisiológica, trabalha em sentido contrário (diz-se de músculo). 4. Em medicina, que realiza movimento contrário ou oposto a outro (diz-se de músculo). 5. Em farmácia, que ou o que tende a anular a ação de outro agente (diz-se de agente, medicamento etc.). Agem como bloqueadores de receptores. 6. Em odontologia, que se articula em oposição (diz-se de ou qualquer dente em relação ao da maxila oposta).
5 Sinais: São alterações percebidas ou medidas por outra pessoa, geralmente um profissional de saúde, sem o relato ou comunicação do paciente. Por exemplo, uma ferida.
6 Células Nervosas: Unidades celulares básicas do tecido nervoso. Cada neurônio é formado por corpo, axônio e dendritos. Sua função é receber, conduzir e transmitir impulsos no SISTEMA NERVOSO.
7 Isquemia: Insuficiência absoluta ou relativa de aporte sanguíneo a um ou vários tecidos. Suas manifestações dependem do tecido comprometido, sendo a mais frequente a isquemia cardíaca, capaz de produzir infartos, isquemia cerebral, produtora de acidentes vasculares cerebrais, etc.
8 Circulação: 1. Ato ou efeito de circular. 2. Facilidade de se mover usando as vias de comunicação; giro, curso, trânsito. 3. Movimento do sangue, fluxo de sangue através dos vasos sanguíneos do corpo e do coração.
9 Hipóxia: Estado de baixo teor de oxigênio nos tecidos orgânicos que pode ocorrer por diversos fatores, tais como mudança repentina para um ambiente com ar rarefeito (locais de grande altitude) ou por uma alteração em qualquer mecanismo de transporte de oxigênio, desde as vias respiratórias superiores até os tecidos orgânicos.
10 Cérebro: Derivado do TELENCÉFALO, o cérebro é composto dos hemisférios direito e esquerdo. Cada hemisfério contém um córtex cerebral exterior e gânglios basais subcorticais. O cérebro inclui todas as partes dentro do crânio exceto MEDULA OBLONGA, PONTE e CEREBELO. As funções cerebrais incluem as atividades sensório-motora, emocional e intelectual.
11 Doença de Parkinson: Doença degenerativa que afeta uma região específica do cérebro (gânglios da base), e caracteriza-se por tremores em repouso, rigidez ao realizar movimentos, falta de expressão facial e, em casos avançados, demência. Os sintomas podem ser aliviados por medicamentos adequados, mas ainda não se conhece, até o momento, uma cura definitiva.
12 Gravidez: Condição de ter um embrião ou feto em desenvolvimento no trato reprodutivo feminino após a união de ovo e espermatozóide.
13 Lactação: Fenômeno fisiológico neuro-endócrino (hormonal) de produção de leite materno pela puérpera no pós-parto; independente dela estar ou não amamentando.Toda mulher após o parto tem produção de leite - lactação; mas, infelizmente nem todas amamentam.
14 Alucinações: Perturbações mentais que se caracterizam pelo aparecimento de sensações (visuais, auditivas, etc.) atribuídas a causas objetivas que, na realidade, inexistem; sensações sem objeto. Impressões ou noções falsas, sem fundamento na realidade; devaneios, delírios, enganos, ilusões.
15 Tontura: O indivíduo tem a sensação de desequilíbrio, de instabilidade, de pisar no vazio, de que vai cair.
16 Cefaleia: Sinônimo de dor de cabeça. Este termo engloba todas as dores de cabeça existentes, ou seja, enxaqueca ou migrânea, cefaleia ou dor de cabeça tensional, cefaleia cervicogênica, cefaleia em pontada, cefaleia secundária a sinusite, etc... são tipos dentro do grupo das cefaleias ou dores de cabeça. A cefaleia tipo tensional é a mais comum (acomete 78% da população), seguida da enxaqueca ou migrânea (16% da população).
17 Hipertonia: 1. Em biologia, é a característica de uma solução que apresenta maior concentração de solutos do que outra. 2. Em medicina, é a tensão excessiva em músculos, artérias ou outros tecidos orgânicos.
18 Tônus muscular: Estado de tensão elástica (contração ligeira) que o músculo apresenta em repouso e que lhe permite iniciar a contração imediatamente depois de receber o impulso dos centros nervosos. Num estado de relaxamento completo (sem tônus), o músculo levaria mais tempo para iniciar a contração.
19 Vômito: É a expulsão ativa do conteúdo gástrico pela boca. Pode ser classificado como: alimentar, fecalóide, biliar, em jato, pós-prandial. Sinônimo de êmese. Os medicamentos que agem neste sintoma são chamados de antieméticos.
20 Infecção: Doença produzida pela invasão de um germe (bactéria, vírus, fungo, etc.) em um organismo superior. Como conseqüência da mesma podem ser produzidas alterações na estrutura ou funcionamento dos tecidos comprometidos, ocasionando febre, queda do estado geral, e inúmeros sintomas que dependem do tipo de germe e da reação imunológica perante o mesmo.
21 Libido: Desejo. Procura instintiva do prazer sexual.
22 Agonista: 1. Em farmacologia, agonista refere-se às ações ou aos estímulos provocados por uma resposta, referente ao aumento (ativação) ou diminuição (inibição) da atividade celular. Sendo uma droga receptiva. 2. Lutador. Na Grécia antiga, pessoa que se dedicava à ginástica para fortalecer o físico ou como preparação para o serviço militar.
23 Neurolépticos: Medicamento que exerce ação calmante sobre o sistema nervoso, tranquilizante, psicoléptico.
24 Mão: Articulação entre os ossos do metacarpo e as falanges.
25 Renal: Relacionado aos rins. Uma doença renal é uma doença dos rins. Insuficiência renal significa que os rins pararam de funcionar.
26 Hepática: Relativa a ou que forma, constitui ou faz parte do fígado.
27 Epilepsia: Alteração temporária e reversível do funcionamento cerebral, que não tenha sido causada por febre, drogas ou distúrbios metabólicos. Durante alguns segundos ou minutos, uma parte do cérebro emite sinais incorretos, que podem ficar restritos a esse local ou espalhar-se. Quando restritos, a crise será chamada crise epiléptica parcial; quando envolverem os dois hemisférios cerebrais, será uma crise epiléptica generalizada. O paciente pode ter distorções de percepção, movimentos descontrolados de uma parte do corpo, medo repentino, desconforto no estômago, ver ou ouvir de maneira diferente e até perder a consciência - neste caso é chamada de crise complexa. Depois do episódio, enquanto se recupera, a pessoa pode sentir-se confusa e ter déficits de memória. Existem outros tipos de crises epilépticas.
28 Saúde: 1. Estado de equilíbrio dinâmico entre o organismo e o seu ambiente, o qual mantém as características estruturais e funcionais do organismo dentro dos limites normais para sua forma de vida e para a sua fase do ciclo vital. 2. Estado de boa disposição física e psíquica; bem-estar. 3. Brinde, saudação que se faz bebendo à saúde de alguém. 4. Força física; robustez, vigor, energia.
29 Demência: Deterioração irreversível e crônica das funções intelectuais de uma pessoa.
30 Cognitiva: 1. Relativa ao conhecimento, à cognição. 2. Relativa ao processo mental de percepção, memória, juízo e/ou raciocínio. 3. Diz-se de estados e processos relativos à identificação de um saber dedutível e à resolução de tarefas e problemas determinados. 4. Diz-se dos princípios classificatórios derivados de constatações, percepções e/ou ações que norteiam a passagem das representações simbólicas à experiência, e também da organização hierárquica e da utilização no pensamento e linguagem daqueles mesmos princípios.
31 Cinética: Ramo da física que trata da ação das forças nas mudanças de movimento dos corpos.
32 Neurônios: Unidades celulares básicas do tecido nervoso. Cada neurônio é formado por corpo, axônio e dendritos. Sua função é receber, conduzir e transmitir impulsos no SISTEMA NERVOSO. Sinônimos: Células Nervosas
33 Paralisia: Perda total da força muscular que produz incapacidade para realizar movimentos nos setores afetados. Pode ser produzida por doença neurológica, muscular, tóxica, metabólica ou ser uma combinação das mesmas.
34 Bexiga: Órgão cavitário, situado na cavidade pélvica, no qual é armazenada a urina, que é produzida pelos rins. É uma víscera oca caracterizada por sua distensibilidade. Tem a forma de pêra quando está vazia e a forma de bola quando está cheia.
35 Tecido: Conjunto de células de características semelhantes, organizadas em estruturas complexas para cumprir uma determinada função. Exemplo de tecido: o tecido ósseo encontra-se formado por osteócitos dispostos em uma matriz mineral para cumprir funções de sustentação.
36 Lobo temporal:
37 Hipotálamo: Parte ventral do diencéfalo extendendo-se da região do quiasma óptico à borda caudal dos corpos mamilares, formando as paredes lateral e inferior do terceiro ventrículo.
38 Cerebelo: Parte do encéfalo que fica atrás do TRONCO ENCEFÁLICO, na base posterior do crânio (FOSSA CRANIANA POSTERIOR). Também conhecido como “encéfalo pequeno“, com convoluções semelhantes àquelas do CÓRTEX CEREBRAL, substância branca interna e núcleos cerebelares profundos. Sua função é coordenar movimentos voluntários, manter o equilíbrio e aprender habilidades motoras.
39 Metabolismo: É o conjunto de transformações que as substâncias químicas sofrem no interior dos organismos vivos. São essas reações que permitem a uma célula ou um sistema transformar os alimentos em energia, que será ultilizada pelas células para que as mesmas se multipliquem, cresçam e movimentem-se. O metabolismo divide-se em duas etapas: catabolismo e anabolismo.
40 Sintomas: Alterações da percepção normal que uma pessoa tem de seu próprio corpo, do seu metabolismo, de suas sensações, podendo ou não ser um indício de doença. Os sintomas são as queixas relatadas pelo paciente mas que só ele consegue perceber. Sintomas são subjetivos, sujeitos à interpretação pessoal. A variabilidade descritiva dos sintomas varia em função da cultura do indivíduo, assim como da valorização que cada pessoa dá às suas próprias percepções.
41 Síndrome: Conjunto de sinais e sintomas que se encontram associados a uma entidade conhecida ou não.
42 Espasticidade: Hipertonia exagerada dos músculos esqueléticos com rigidez e hiperreflexia osteotendinosa.
43 Esclerose múltipla: Doença degenerativa que afeta o sistema nervoso, produzida pela alteração na camada de mielina. Caracteriza-se por alterações sensitivas e de motilidade que evoluem através do tempo produzindo dano neurológico progressivo.
44 Paraplegia: Perda transitória ou definitiva da capacidade de realizar movimentos devido à ausência de força muscular de ambos os membros inferiores. A causa mais freqüente é a lesão medular por traumatismos.
45 Vasculares: Relativo aos vasos sanguíneos do organismo.
46 Sistema Nervoso Central: Principais órgãos processadores de informação do sistema nervoso, compreendendo cérebro, medula espinhal e meninges.
47 Incidência: Medida da freqüência em que uma doença ocorre. Número de casos novos de uma doença em um certo grupo de pessoas por um certo período de tempo.
48 Placebo: Preparação neutra quanto a efeitos farmacológicos, ministrada em substituição a um medicamento, com a finalidade de suscitar ou controlar as reações, geralmente de natureza psicológica, que acompanham tal procedimento terapêutico.
49 Efeitos colaterais: 1. Ação não esperada de um medicamento. Ou seja, significa a ação sobre alguma parte do organismo diferente daquela que precisa ser tratada pelo medicamento. 2. Possível reação que pode ocorrer durante o uso do medicamento, podendo ser benéfica ou maléfica.
50 Cistite: Inflamação ou infecção da bexiga. É uma das infecções mais freqüentes em mulheres, e manifesta-se por ardor ao urinar, urina escura ou com traços de sangue, aumento na freqüência miccional, etc.
51 Terapêutica: Terapia, tratamento de doentes.

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