POSOLOGIA ANSENTRON

Atualizado em 28/05/2016

ADULTOS: O potencial emetogênico é dependente das doses e das combinações dos regimes de radioterapia1 e quimioterapia2 usados. A via de administração bem como a dose de ANSENTRON (cloridrato de ondansetrona) devem ser flexíveis, dentro da faixa de 8 - 32 mg/dia.
Quimioterapia2 e radioterapia1 emetogênica: Deve-se administrar ANSENTRON (cloridrato de ondansetrona)
8 mg como uma injeção3 intravenosa lenta, imediatamente antes do tratamento.
Quimioterapia2 altamente emetogênica: Este medicamento demonstrou ser efetivo nos seguintes esquemas
de doses nas primeiras 24 horas da quimioterapia2: - uma dose de 8 mg como uma injeção3 intravenosa lenta ou intramuscular, imediatamente antes da quimioterapia2.
Alternativamente, uma dose de 8 mg pode ser administrada através de injeção3 intravenosa lenta ou intramuscular, imediatamente antes da quimioterapia2, seguida de outras duas doses de 8 mg adicionais, 2 e 4 horas após, ou 8 mg como injeção3 intravenosa seguida por infusão contínua de 1 mg/hora por até 24 horas; - dose maiores que 8 mg e até 32 mg, somente podem ser administradas por infusão intravenosa diluída em 50 -100 mL de solução salina de fluido de infusão compatível (ver fluidos compatíveis
no item PRECAUÇÕES). A seleção dos esquemas de doses deve ser determinada pela severidade emetogênica.
A eficácia do tratamento com este medicamento pode ser aumentada pela adição de uma dose única de
20 mg de fosfato sódico de dexametasona, intravenosa, antes da quimioterapia2.

CRIANÇAS: A experiência ainda é limitada, mas ondansetrona parece ser efetiva e bem tolerada em crianças com mais de 4 anos, em administração intravenosa de 5 mg/m2 durante 15 minutos, imediatamente antes da quimioterapia2.

PACIENTES IDOSOS: A eficácia e tolerância nos pacientes com idade superior a 65 anos foram similares
àquelas observadas em adultos jovens.

Náusea4 e vômito5 do pós-operatório:
ADULTOS: Na prevenção da náusea4 e vômito5 do pós-operatório, ANSENTRON (cloridrato de ondansetrona)
pode ser administrado em dose única de 4 mg, através de injeção3 intravenosa lenta ou intramuscular, imediatamente antes da indução anestésica. No tratamento de náusea4 e vômito5 do pós-operatório já estabelecidos, recomenda-se a administração intravenosa lenta ou intramuscular de 4 mg em uma dose única.

CRIANÇAS E IDOSOS: Há poucas experiências com o uso deste medicamento na prevenção e tratamento da náusea4 e do vômito5 do pós-operatório em pessoas idosas e em crianças.

Pacientes com insuficiência renal6: Não há necessidade de alteração da dose diária ou freqüência da dose.

Pacientes com insuficiência hepática7: Pacientes com insuficiência hepática7 moderada ou severa apresentam o clearance da ondansetrona significativamente reduzido e a meia-vida plasmática significativamente prolongada; a dose diária, nestes pacientes, não deve exceder 8 mg.

Antes de consumir qualquer medicamento, consulte seu médico (http://www.catalogo.med.br).

Complementos

1 Radioterapia: Método que utiliza diversos tipos de radiação ionizante para tratamento de doenças oncológicas.
2 Quimioterapia: Método que utiliza compostos químicos, chamados quimioterápicos, no tratamento de doenças causadas por agentes biológicos. Quando aplicada ao câncer, a quimioterapia é chamada de quimioterapia antineoplásica ou quimioterapia antiblástica.
3 Injeção: Infiltração de medicação ou nutrientes líquidos no corpo através de uma agulha e seringa.
4 Náusea: Vontade de vomitar. Forma parte do mecanismo complexo do vômito e pode ser acompanhada de sudorese, sialorréia (salivação excessiva), vertigem, etc.
5 Vômito: É a expulsão ativa do conteúdo gástrico pela boca. Pode ser classificado como: alimentar, fecalóide, biliar, em jato, pós-prandial. Sinônimo de êmese. Os medicamentos que agem neste sintoma são chamados de antieméticos.
6 Insuficiência renal: Condição crônica na qual o corpo retém líquido e excretas pois os rins não são mais capazes de trabalhar apropriadamente. Uma pessoa com insuficiência renal necessita de diálise ou transplante renal.
7 Insuficiência hepática: Deterioração grave da função hepática. Pode ser decorrente de hepatite viral, cirrose e hepatopatia alcoólica (lesão hepática devido ao consumo de álcool) ou medicamentosa (causada por medicamentos como, por exemplo, o acetaminofeno). Para que uma insuficiência hepática ocorra, deve haver uma lesão de grande porção do fígado.

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