POSOLOGIA BLAUFERON A

Atualizado em 28/05/2016
Tricoleucemia (reticuloendoteliose leucêmica):
Dose inicial:
3 milhões de U.I. por dia, via subcutânea1 ou intramuscular, durante 16 a 24 semanas. Ao se manifestar sinais2 de intolerância em reduzir as doses diárias a 1,5 milhões de U.I. ou mudar a posologia para 3 vezes por semana, ou aplicar ambas as opções.
Dose de manutenção: 3 milhões de U.I., via subcutânea1 ou intramuscular, 3 vezes por semana. Se a tolerância é boa, a dose é diminuída a 1,5 milhões de U.I., 3 vezes por semana.
Duração do tratamento: Os pacientes devem ser tratados durante aproximadamente seis meses antes que o médico se decida sobre a continuidade ou interrupção da terapia para aqueles pacientes em que não se manifestou resposta alguma.
Os pacientes são tratados por até 20 meses consecutivos. A duração do tratamento com Interferon Alfa-2A não foi ainda determinada.
Nota:
Recomenda-se a injeção subcutânea3 em pacientes trombocitopênicos (com menos de 50.000 plaquetas4) ou com risco de hemorragia5. A dose mínima efetiva para esta doença não foi estabelecida.
Linfoma6 cutâneo7 de células8 T:
O BLAUFERON-A® produz respostas diretas sobre o tumor9 em aproximadamente 60% dos pacientes. Quase um terço destas respostas foram completas durante mais de 12 meses e continuaram a manisfestar-se ainda após a interrupção do tratamento. Estas regressões tumorais tiveram êxito também em pacientes que não obtiveram sucesso com outro tipo de tratamento. Registraram-se respostas parciais geralmente após 3 meses de terapia e completas ao final de 6 meses. De qualquer modo, necessita-se mais de um ano para alcançar o melhor resultado.
Dose inicial: O BLAUFERON-A® deve ser administrado em injeções subcutânea1 ou intramuscular de forma progressiva até alcançar 18 milhões de U.I. diárias durante um total de 12 semanas, em pacientes maiores de 18 anos, a posologia recomendada é a seguinte:
dias 1 a 3: 3 milhões de U.I. por dia;
dias 4 a 6: 9 milhões de U.I. por dia;
dias 7 a 70: 18 milhões de U.I. por dia.
Dose de manutenção: O interferon pode ser administrado por via subcutânea1 ou intramuscular, 3 vezes por semana, até a dose máxima que cada paciente possa tolerar, mas sem exceder os 18 milhões de U.I.
Duração do tratamento: Os pacientes devem ser tratados durante um período variável entre um mínimo de 8 e um máximo de 12 semanas, antes que o médico se decida sobre a continuidade ou interrupção da terapia, para os pacientes que não manifestaram resposta alguma.
A duração mínima do tratamento em pacientes com resposta será de 12 meses para se obter êxito máximo e melhora na resposta prolongada. Alguns pacientes chegaram a ser tratados durante 40 meses consecutivos. A duração ideal de um tratamento com BLAUFERON-A® no linfoma6 cutâneo7 de células8 T não foi determinada.
Sarcoma de Kaposi10 associado à AIDS:
Pacientes com sarcoma de Kaposi10 relacionados à AIDS respondem melhor ao tratamento caso não tenham apresentado história de infecção11 oportunista, sintomas12 do tipo B (mais do que 10% de perda do peso corpóreo, febre13 > 38°C sem identificação do foco de infecção11 ou sudorese14 noturna) e uma contagem de linfócitos T4 basal maior do que 400 células8/mm3. Os pacientes que responderam a terapia experimentaram regressão do tumor9 e prolongaram a sua sobrevida15. Geralmente depois de aproximadamente 3 meses de terapia obteve-se algum tipo de resposta.
Dose inicial: O BLAUFERON-A® é administrado em injeção subcutânea3 ou intramuscular de forma progressiva, até 18 milhões de U.I. diárias, durante um total de 10 a 12 semanas, em pacientes maiores de 18 anos. A posologia recomendada é a seguinte:
dias 1 a 3: 3 milhões de U.I. por dia;
dias 4 a 6: 9 milhões de U.I. por dia;
dias 7 a 9: 18 milhões de U.I. por dia e, se tolerado, aumentar para o período seguinte;
dias 7 a 9: 18 milhões de U.I. por dia e, se tolerado, aumentar para o período seguinte;
dias 10 a 70: 36 milhões de U.I. por dia.
Dose de manutenção: O Interferon Alfa-2A é administrado por via subcutânea1 ou intramuscular, 3 vezes por semana, na dose máxima aceita para cada paciente, mas sem exceder os 36 milhões de U.I.
Duração do tratamento: para determinar a resposta à terapia será preciso documentar a evolução das lesões16. Os pacientes serão tratados durante um período variável entre um mínimo de 10 e um máximo de 12 semanas, antes que o médico se decida sobre a continuidade ou interrupção da terapia nos pacientes que não manifestaram resposta alguma. Alguns pacientes chegaram a ser tratados durante 20 meses consecutivos. Se houver resposta ao tratamento, este deve prosseguir pelo menos até que se descarte a possibilidade de aparição de novos tumores. A duração ideal do tratamento com o Interferon Alfa-2A em pacientes doentes de sarcoma de Kaposi10 associado a AIDS não foi determinada.
Nota:
Alguns pacientes com sarcoma de Kaposi10 associado à AIDS tratados com 3 M.U.I. de Interferon Alfa-2A mostraram uma resposta proporcionalmente menor do que os tratados com a dose recomendada.
Carcinoma17 de células8 renais:
Em comparação com doses moderadas de BLAUFERON-A® como monoterapia, 3 vezes por semana, a maior porcentagem de respostas foram observadas em pacientes tratados com uma dose alta de BLAUFERON-A® (36 milhões de U.I. por dia), como monoterapia ou doses moderadas de BLAUFERON-A® (18 milhões de U.I., 3 vezes por semana), associado a vimblastina. Os pacientes tratados com baixas doses de Interferon Alfa-2A (2 milhões de U.I./m2 de superfície corporal por dia) não respondem ao tratamento. A combinação de BLAUFERON-A® com vimblastina somente tem como efeito um pequeno aumento nas frequências de leucopenia18 suave a moderada e granulocitopenia comparada com a monoterapia. A duração da resposta à enfermidade e a sobrevida15 são similares nos pacientes que respondem ao BLAUFERON-A® como monoterapia ou ao BLAUFERON-A® associado à vimblastina, em terapia combinada19.
BLAUFERON-A® como monoterapia:
Dose inicial: o BLAUFERON-A® será administrado por via subcutânea1 ou intramuscular, em forma progressiva até 18 milhões de U.I. por dia e é possível 36 milhões de U.I., num total de 8 a 12 semanas. Para as doses de 36 milhões de U.I. aconselha-se a via intramuscular. A posologia recomendada é a seguinte:
dias 1 a 3: 3 milhões de U.I. por dia;
dias 4 a 6: 9 milhões de U.I. por dia;
dias 7 a 9: 18 milhões de U.I. por dia e se tolerado, aumentar para o período seguinte;
dias 10 a 70: 36 milhões de U.I. por dia.
Dose de manutenção: o BLAUFERON-A® é administrado por via subcutânea1 ou intramuscular 3 vezes por semana, até a dose máxima que o paciente conseguir aceitar, mas sem exceder os 36 milhões de U.I. por dia.
Duração do tratamento: os pacientes serão tratados durante um período variável entre um mínimo de 8 e um máximo de 12 semanas, antes que o médico se decida sobre a continuidade ou interrupção da terapia nos pacientes que não manifestaram resposta alguma. Alguns pacientes chegam a ser tratados durante 16 meses consecutivos. A duração ideal do tratamento com Interferon Alfa-2A em carcinomas avançados de células8 renais não foi determinado.
BLAUFERON-A® com vimblastina:
Dose inicial: 18 milhões de U.I. de BLAUFERON-A® por via subcutânea1 ou intramuscular, 3 vezes por semana, em um total de 8 a 12 semanas.
Recomenda-se a manutenção desta dose, mas caso não seja bem tolerada, aplicar a dose máxima que aceita cada paciente. Durante este período, convém administrar-se, simultaneamente, injeções endovenosas de vimblastina segundo as instruções do fabricante, em dose de 0,1 mg por kg de peso corporal, 1 vez a cada 3 semanas.
Dose de manutenção: 18 milhões de U.I. de BLAUFERON-A® por dia por via subcutânea1 ou intramuscular, 3 vezes por semana ou, se esta dose não for bem tolerada administrar a dose máxima que o paciente aceitar, sem exceder os 18 milhões de U.I. Durante este período indica-se administrar, simultaneamente, uma injeção20 endovenosa de vimblastina segundo as instruções do fabricante, em dose de 0,1 mg/kg 1 vez a cada 3 semanas.
Duração do tratamento: os pacientes serão tratados por período variável entre um mínimo de 8 e um máximo de 12 semanas, antes que o médico se decida sobre a continuidade ou interrupção da terapia nos pacientes que não apresentaram resposta alguma. Alguns chegam a ser tratados durante 17 meses consecutivos. A duração ideal do tratamento do melanoma21 malígno avançado não foi determinada.
Melanoma21 Malígno:
Dos pacientes com melanomas malígnos avançados,10% a 25% mostraram uma regressão objetiva das lesões16 cutâneas22 e viscerais com BLAUFERON-A®. Porcentagens menores foram obtidas empregando-se doses menores de 18 milhões de U.I. 3 vezes por semana. Os pacientes que respondem à terapia sobrevivem por tempo maior em relação aos que não evidenciam resposta alguma.
Dose inicial: Administrar BLAUFERON-A® por via subcutânea1 ou intramuscular em dose de 18 milhões de U.I., 3 vezes por semana, em um total de 8 a 12 semanas.
Dose de manutenção: 18 milhões de U.I. de BLAUFERON-A® por via subcutânea1 ou intramuscular, 3 vezes por semana ou dose máxima que cada paciente pode tolerar.
Duração do tratamento: os pacientes serão tratados durante um período variável entre um mínimo de 8 e um máximo de 12 semanas, antes que o médico se decida sobre a continuidade ou interrupção da terapia nos pacientes que não manifestaram resposta alguma. Alguns chegam a ser tratados durante 24 meses consecutivos. A duração ideal do tratamento do melanoma21 malígno avançado ainda não foi determinada.
Hepatite23 B crônica ativa:
A terapia em pacientes com hepatite23 B crônica ativa demonstra que o Interferon em dose equivalente a > 2,5 milhões de U.I./m2 de superfície corporal, 3 vezes por semana, durante 4 a 6 meses está associado a uma inibição da replicação viral, ao desenvolvimento de resposta humoral24 imune específica e a uma redução ou desaparecimento da enfermidade necroinflamatória do fígado25. A resposta à terapia geralmente está marcada por uma manifestação transitória de hepatite23 aguda assintomática com elevação das transaminases e queda do nível genômico e antigênico26 (especialmente HB), marcadores de replicação viral. A perda ou redução de antigenemia HBs, geralmente ocorre durante um período de vários meses. A presença de anti-HB e, em alguns pacientes, os anticorpos27 anti HB no soro28 indicam imunidade29 antiviral. As máximas respostas à terapia ocorrem, geralmente, semanas ou meses após a sua finalização. Os pacientes com enfermidade ativa respondem melhor aos que padecem da forma hipoativa, como determinado pela biópsia30 de fígado25 e ou níveis séricos de ALAT. Dose de < 1,5 milhões de U.I., 3 vezes por semana, durante 16 semanas, são pouco efetivas. Alguns pacientes requerem doses superiores aos equivalentes 10 milhões de U.I./m2 de superfície corpórea, durante 3 a 6 meses, para obter resultados terapêuticos.
Recomendações posológicas: não foi estabelecida a posologia ótima de tratamento.
As doses variam entre 2,5 milhões de U.I. e 5 milhões de U.I./m2 de superfície corpórea por via subcutânea1, 3 vezes por semana, durante um período de 4 a 6 meses.
Se os marcadores de replicação viral não diminuem o HBsAg depois de um mês de terapia, a dose pode ser aumentada progressivamente. Posteriormente a dose se ajusta à tolerância de cada paciente. Se não for observada nenhuma melhora depois de 3 a 4 meses, deve-se considerar a interrupção do tratamento.
Antes de consumir qualquer medicamento, consulte seu médico (http://www.catalogo.med.br).

Complementos

1 Subcutânea: Feita ou situada sob a pele; hipodérmica.
2 Sinais: São alterações percebidas ou medidas por outra pessoa, geralmente um profissional de saúde, sem o relato ou comunicação do paciente. Por exemplo, uma ferida.
3 Injeção subcutânea: Injetar fluido no tecido localizado abaixo da pele, o tecido celular subcutâneo, com uma agulha e seringa.
4 Plaquetas: Elemento do sangue (não é uma célula porque não apresenta núcleo) produzido na medula óssea, cuja principal função é participar da coagulação do sangue através da formação de conglomerados que tamponam o escape do sangue por uma lesão em um vaso sangüíneo.
5 Hemorragia: Saída de sangue dos vasos sanguíneos ou do coração para o exterior, para o interstício ou para cavidades pré-formadas do organismo.
6 Linfoma: Doença maligna que se caracteriza pela proliferação descontrolada de linfócitos ou seus precursores. A pessoa com linfoma pode apresentar um aumento de tamanho dos gânglios linfáticos, do baço, do fígado e desenvolver febre, perda de peso e debilidade geral.
7 Cutâneo: Que diz respeito à pele, à cútis.
8 Células: Unidades (ou subunidades) funcionais e estruturais fundamentais dos organismos vivos. São compostas de CITOPLASMA (com várias ORGANELAS) e limitadas por uma MEMBRANA CELULAR.
9 Tumor: Termo que literalmente significa massa ou formação de tecido. É utilizado em geral para referir-se a uma formação neoplásica.
10 Sarcoma de Kaposi: Câncer originado de células do tecido vascular, freqüentemente associado à AIDS. Manifesta-se por lesões vermelho-violáceas em diferentes territórios cutâneos e mucosos.
11 Infecção: Doença produzida pela invasão de um germe (bactéria, vírus, fungo, etc.) em um organismo superior. Como conseqüência da mesma podem ser produzidas alterações na estrutura ou funcionamento dos tecidos comprometidos, ocasionando febre, queda do estado geral, e inúmeros sintomas que dependem do tipo de germe e da reação imunológica perante o mesmo.
12 Sintomas: Alterações da percepção normal que uma pessoa tem de seu próprio corpo, do seu metabolismo, de suas sensações, podendo ou não ser um indício de doença. Os sintomas são as queixas relatadas pelo paciente mas que só ele consegue perceber. Sintomas são subjetivos, sujeitos à interpretação pessoal. A variabilidade descritiva dos sintomas varia em função da cultura do indivíduo, assim como da valorização que cada pessoa dá às suas próprias percepções.
13 Febre: É a elevação da temperatura do corpo acima dos valores normais para o indivíduo. São aceitos como valores de referência indicativos de febre: temperatura axilar ou oral acima de 37,5°C e temperatura retal acima de 38°C. A febre é uma reação do corpo contra patógenos.
14 Sudorese: Suor excessivo
15 Sobrevida: Prolongamento da vida além de certo limite; prolongamento da existência além da morte, vida futura.
16 Lesões: 1. Ato ou efeito de lesar (-se). 2. Em medicina, ferimento ou traumatismo. 3. Em patologia, qualquer alteração patológica ou traumática de um tecido, especialmente quando acarreta perda de função de uma parte do corpo. Ou também, um dos pontos de manifestação de uma doença sistêmica. 4. Em termos jurídicos, prejuízo sofrido por uma das partes contratantes que dá mais do que recebe, em virtude de erros de apreciação ou devido a elementos circunstanciais. Ou também, em direito penal, ofensa, dano à integridade física de alguém.
17 Carcinoma: Tumor maligno ou câncer, derivado do tecido epitelial.
18 Leucopenia: Redução no número de leucócitos no sangue. Os leucócitos são responsáveis pelas defesas do organismo, são os glóbulos brancos. Quando a quantidade de leucócitos no sangue é inferior a 6000 leucócitos por milímetro cúbico, diz-se que o indivíduo apresenta leucopenia.
19 Terapia combinada: Uso de medicações diferentes ao mesmo tempo (agentes hipoglicemiantes orais ou um agente hipoglicemiante oral e insulina, por exemplo) para administrar os níveis de glicose sangüínea em pessoas com diabetes tipo 2.
20 Injeção: Infiltração de medicação ou nutrientes líquidos no corpo através de uma agulha e seringa.
21 Melanoma: Neoplasia maligna que deriva dos melanócitos (as células responsáveis pela produção do principal pigmento cutâneo). Mais freqüente em pessoas de pele clara e exposta ao sol.Podem derivar de manchas prévias que mudam de cor ou sangram por traumatismos mínimos, ou instalar-se em pele previamente sã.
22 Cutâneas: Que dizem respeito à pele, à cútis.
23 Hepatite: Inflamação do fígado, caracterizada por coloração amarela da pele e mucosas (icterícia), dor na região superior direita do abdome, cansaço generalizado, aumento do tamanho do fígado, etc. Pode ser produzida por múltiplas causas como infecções virais, toxicidade por drogas, doenças imunológicas, etc.
24 Humoral: 1. Relativo a humor. 2. Em fisiologia, relativo a ou próprio do conjunto de líquidos do organismo (sangue, linfa, líquido cefalorraquidiano).
25 Fígado: Órgão que transforma alimento em energia, remove álcool e toxinas do sangue e fabrica bile. A bile, produzida pelo fígado, é importante na digestão, especialmente das gorduras. Após secretada pelas células hepáticas ela é recolhida por canalículos progressivamente maiores que a levam para dois canais que se juntam na saída do fígado e a conduzem intermitentemente até o duodeno, que é a primeira porção do intestino delgado. Com esse canal biliar comum, chamado ducto hepático, comunica-se a vesícula biliar através de um canal sinuoso, chamado ducto cístico. Quando recebe esse canal de drenagem da vesícula biliar, o canal hepático comum muda de nome para colédoco. Este, ao entrar na parede do duodeno, tem um músculo circular, designado esfíncter de Oddi, que controla o seu esvaziamento para o intestino.
26 Antigênico: 1. Relativo a ou próprio de antígeno, que é uma substância que, introduzida no organismo, provoca a formação de anticorpo. 2. Que possui antigenicidade.
27 Anticorpos: Proteínas produzidas pelo organismo para se proteger de substâncias estranhas como bactérias ou vírus. As pessoas que têm diabetes tipo 1 produzem anticorpos que destroem as células beta produtoras de insulina do próprio organismo.
28 Soro: Chama-se assim qualquer líquido de características cristalinas e incolor.
29 Imunidade: Capacidade que um indivíduo tem de defender-se perante uma agressão bacteriana, viral ou perante qualquer tecido anormal (tumores, enxertos, etc.).
30 Biópsia: 1. Retirada de material celular ou de um fragmento de tecido de um ser vivo para determinação de um diagnóstico. 2. Exame histológico e histoquímico. 3. Por metonímia, é o próprio material retirado para exame.

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