USO EM IDOSOS, CRIANÇAS E OUTROS GRUPOS DE RISCO HUMALOG

Atualizado em 28/05/2016

USO EM IDOSOS: DE UM NÚMERO TOTAL DE PACIENTES (N=2834) EM OITO ESTUDOS CLÍNICOS DE HUMALOG, 12% (N=338) TINHAM 65 ANOS OU MAIS. A MAIORIA DELES ERAM PACIENTES TIPO 2. OS VALORES DE HBA1C1 E TAXAS DE HIPOGLICEMIA2 NÃO DIFEREM COM A IDADE. ESTUDOS DE FARMACOCINÉTICA/FARMACODINÂMICA PARA VERIFICAR O EFEITO DA IDADE NA AÇÃO DE HUMALOG NÃO FORAM REALIZADOS.

USO EM CRIANÇAS EM UM ESTUDO CRUZADO DE 9 MESES COM CRIANÇAS PRÉ-PÚBERES (N=60), DE 3 A 11 ANOS, CONTROLE GLICÊMICO COMPARÁVEL COMO MEDIDO PELA HBA1C1 FOI ALCANÇADO INDEPENDENTE DO GRUPO DE TRATAMENTO: INSULINA3 HUMANA REGULAR 30 MINUTOS ANTES DAS REFEIÇÕES 8,4%, HUMALOG IMEDIATAMENTE ANTES DAS REFEIÇÕES 8,4%, HUMALOG IMEDIATAMENTE APÓS AS REFEIÇÕES 8,5%. EM UM ESTUDO CRUZADO DE 8 MESES DE ADOLESCENTES (N=463), DE 9 A 19 ANOS, CONTROLE GLICÊMICO COMPARÁVEL COMO MEDIDO PELA HBA1C1 FOI ALCANÇADO INDEPENDENTE DO GRUPO DE TRATAMENTO; INSULINA3 HUMANA REGULAR 30 A 45 MINUTOS ANTES DAS REFEIÇÕES 8,7% E HUMALOG IMEDIATAMENTE ANTES DAS REFEIÇÕES 8,7%. A INCIDÊNCIA4 DE HIPOGLICEMIA2 FOI SIMILAR NOS TRÊS REGIMES DE TRATAMENTO. AJUSTE DA INSULINA3 BASAL PODE SER REQUERIDO.

PACIENTES COM INSUFICIÊNCIA RENAL5 ALGUNS ESTUDOS COM INSULINA3 HUMANA MOSTRARAM NÍVEIS AUMENTADOS DE INSULINA3 CIRCULANTE EM PACIENTES COM INSUFICIÊNCIA RENAL5. EM UM ESTUDO DE 25 PACIENTES COM DIABETES TIPO 26 E UMA AMPLA VARIAÇÃO DA FUNÇÃO RENAL7, AS DIFERENÇAS FARMACOCINÉTICAS ENTRE HUMALOG E INSULINA3 HUMANA REGULAR FORAM GERALMENTE MANTIDAS. ENTRETANTO, A SENSIBILIDADE DOS PACIENTES À INSULINA3 MUDOU, COM UMA RESPOSTA AUMENTADA À INSULINA3 COM A DIMINUIÇÃO DA FUNÇÃO RENAL7. MONITORAÇÃO CUIDADOSA DA GLICOSE8 E AJUSTES DE DOSE DE INSULINA3, INCLUINDO HUMALOG, PODEM SER NECESSÁRIAS EM PACIENTES COM DISFUNÇÃO RENAL7.

PACIENTES COM INSUFICIÊNCIA HEPÁTICA9 ALGUNS ESTUDOS COM INSULINA3 HUMANA MOSTRARAM NÍVEIS AUMENTADOS DE INSULINA3 CIRCULANTE EM PACIENTES COM INSUFICIÊNCIA HEPÁTICA9. EM UM ESTUDO DE 22 PACIENTES COM DIABETES TIPO 26, A FUNÇÃO HEPÁTICA10 PREJUDICADA NÃO AFETOU A ABSORÇÃO SUBCUTÂNEA11 OU A DISPOSIÇÃO GERAL DO HUMALOG QUANDO COMPARADO A PACIENTES SEM HISTÓRIA DE DISFUNÇÃO HEPÁTICA10. NAQUELE ESTUDO, HUMALOG MANTEVE SUA ABSORÇÃO E ELIMINAÇÃO MAIS RÁPIDAS QUANDO COMPARADA À INSULINA3 HUMANA REGULAR. MONITORAÇÃO CUIDADOSA DA GLICOSE8 E AJUSTES DE DOSE DE INSULINA3, INCLUINDO HUMALOG, PODEM SER NECESSÁRIAS EM PACIENTES COM DISFUNÇÃO HEPÁTICA10.

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Complementos

1 HbA1C: Hemoglobina glicada, hemoglobina glicosilada, glico-hemoglobina ou HbA1C e, mais recentemente, apenas como A1C é uma ferramenta de diagnóstico na avaliação do controle glicêmico em pacientes diabéticos. Atualmente, a manutenção do nível de A1C abaixo de 7% é considerada um dos principais objetivos do controle glicêmico de pacientes diabéticos. Algumas sociedades médicas adotam metas terapêuticas mais rígidas de 6,5% para os valores de A1C.
2 Hipoglicemia: Condição que ocorre quando há uma queda excessiva nos níveis de glicose, freqüentemente abaixo de 70 mg/dL, com aparecimento rápido de sintomas. Os sinais de hipoglicemia são: fome, fadiga, tremores, tontura, taquicardia, sudorese, palidez, pele fria e úmida, visão turva e confusão mental. Se não for tratada, pode levar ao coma. É tratada com o consumo de alimentos ricos em carboidratos como pastilhas ou sucos com glicose. Pode também ser tratada com uma injeção de glucagon caso a pessoa esteja inconsciente ou incapaz de engolir. Também chamada de reação à insulina.
3 Insulina: Hormônio que ajuda o organismo a usar glicose como energia. As células-beta do pâncreas produzem insulina. Quando o organismo não pode produzir insulna em quantidade suficiente, ela é usada por injeções ou bomba de insulina.
4 Incidência: Medida da freqüência em que uma doença ocorre. Número de casos novos de uma doença em um certo grupo de pessoas por um certo período de tempo.
5 Insuficiência renal: Condição crônica na qual o corpo retém líquido e excretas pois os rins não são mais capazes de trabalhar apropriadamente. Uma pessoa com insuficiência renal necessita de diálise ou transplante renal.
6 Diabetes tipo 2: Condição caracterizada por altos níveis de glicose causada tanto por graus variáveis de resistência à insulina quanto por deficiência relativa na secreção de insulina. O tipo 2 se desenvolve predominantemente em pessoas na fase adulta, mas pode aparecer em jovens.
7 Renal: Relacionado aos rins. Uma doença renal é uma doença dos rins. Insuficiência renal significa que os rins pararam de funcionar.
8 Glicose: Uma das formas mais simples de açúcar.
9 Insuficiência hepática: Deterioração grave da função hepática. Pode ser decorrente de hepatite viral, cirrose e hepatopatia alcoólica (lesão hepática devido ao consumo de álcool) ou medicamentosa (causada por medicamentos como, por exemplo, o acetaminofeno). Para que uma insuficiência hepática ocorra, deve haver uma lesão de grande porção do fígado.
10 Hepática: Relativa a ou que forma, constitui ou faz parte do fígado.
11 Subcutânea: Feita ou situada sob a pele; hipodérmica.

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