Preço de MIFLASONA em São Paulo/SP: R$ 30,63

MIFLASONA

NOVARTIS

Atualizado em 09/12/2014

Composição da Miflasona

cada cápsula contém 200 ou 400 mcg de dipropionato de beclometasona. Excipientes: lactose1 e gelatina.

Posologia e Administração da Miflasona

Miflasona deve ser administrado regularmente todos os dias para manter o controle da asma2. Para reduzir o risco de infecção3 por Candida sp recomenda-se enxaguar bem a boca4 com água após cada dose. Adultos: a dose usual para adultos é de 200-400 mcg, 2 vezes ao dia. Para asma2 grave, a dose pode ser aumentada para até 2.000 mcg por dia. Crianças: a dose usual de Miflasona para crianças é de 200 mcg, 2 vezes ao dia. Para asma2 grave, a dose pode ser aumentada para até 800 mcg por dia. Miflasona deve ser utilizado em crianças sob a supervisão de um adulto. O uso do inalador deve depender da habilidade da criança de utilizá-lo corretamente. Recomenda-se o uso de Miflasona a partir dos 5 anos de idade, visto que crianças abaixo dessa faixa etária podem não apresentar a coordenação e o fluxo inspiratório necessários para a correta inalação do produto. Não é necessário realizar ajuste de dose em pacientes idosos ou com insuficiência renal5 ou hepática6. A administração de Miflasona é feita através do inalador. Os pacientes devem ser instruídos quanto ao uso apropriado do inalador para garantir que a droga atinja as áreas adequadas do pulmão7. - Superdosagem: aguda: a inalação da droga em doses que excedam às recomendadas pode levar à supressão temporária da função adrenal. Isso não requer a tomada de medidas de emergência8. Nesses pacientes, o tratamento com dipropionato de beclometasona por inalação deve ser mantido em dose suficiente para controlar a asma2; a função adrenal se recuperará em alguns dias e pode verificar-se isso pela determinação do cortisol plasmático. Crônica: o uso de dipropionato de beclometasona em doses diárias excessivas de 1.500 mcg por períodos prolongados pode causar certo grau de supressão adrenal. A monitoração das reservas adrenais pode ser indicada. O tratamento com dipropionato de beclometasona deve continuar com dose suficiente para controlar a asma2.

Precauções da Miflasona

os pacientes devem ser advertidos sobre a natureza profilática do tratamento com beclometasona inalável e de que a mesma deve ser utilizada regularmente, mesmo quando não estão presentes os sintomas9. Miflasona não é indicado para o alívio de sintomas9 asmáticos agudos, quando é necessário o uso de um broncodilatador10 inalável indicado para crises. Os pacientes devem ser orientados a ter disponível essa medicação de emergência8. A asma2 grave requer acompanhamento médico regular, inclusive teste da função pulmonar, uma vez que os pacientes estão sob risco de ataques graves e até mesmo fatais. O aumento do uso dos broncodilatadores11 no alívio dos sintomas9, em particular dos agonistas beta-2 inaláveis de curta duração, indica a deterioração do controle da asma2. Se os pacientes tiverem a sensação de que o tratamento com broncodilatadores11 de curta duração está se tornando menos eficaz ou que estão precisando de mais inalações que o usual, o médico deve ficar atento. Nesse caso, os pacientes devem ser avaliados novamente e deve-se considerar a necessidade de aumentar-se o tratamento com antiinflamatórios (por exemplo, doses mais altas de corticosteróides inaláveis ou tratamento com corticosteróides orais). Exacerbações graves da asma2 devem ser tratadas da maneira habitual. Na maioria dos pacientes, não ocorre qualquer supressão adrenal significativa, a não ser que a dose diária exceda a dose recomendada de Miflasona (por exemplo, 1.500 mcg por dia). Tem sido relatada redução dos níveis de cortisol plasmático em alguns pacientes que receberam 2.000 mcg por dia de dipropionato de beclometasona inalável. Nesses pacientes, os riscos de desenvolver-se supressão adrenal devem ser considerados em comparação com as vantagens terapêuticas e devem-se tomar precauções para se fornecer uma cobertura de esteróides sistêmicos12 em situações de estresse prolongado. A supressão continuada do eixo hipotalâmico-pituitário-adrenal (HPA) pode eventualmente trazer efeitos sistêmicos12, inclusive retardo de crescimento em crianças e adolescentes. A falta de resposta ou as exacerbações graves da asma2 devem ser tratadas aumentando-se a dose de dipropionato de beclometasona inalável e, se necessário, administrando-se um esteróide sistêmico13 e/ou antibiótico, se houver infecção3, e usando-se tratamento com beta-agonista14. Transição de pacientes em tratamento com corticosteróides orais: a transição de pacientes dependentes de esteróides orais para Miflasona e o acompanhamento subseqüente necessitam de cuidados especiais, como a recuperação da função adrenocortical alterada, causada por uso prolongado com esteróides sistêmicos12, e podem requerer um tempo considerável. Pacientes que tenham sido tratados com esteróides sistêmicos12 por longos períodos de tempo ou com uma dose elevada podem apresentar supressão adrenocortical. Com esses pacientes, a função adrenocortical deve ser monitorada regularmente e a dose de esteróide sistêmico13 deve ser reduzida com cautela. Após aproximadamente 1 semana, inicia-se a retirada gradual do esteróide sistêmico13. As diminuições de dosagem devem ser apropriadas ao nível de manutenção do esteróide sistêmico13 e introduzidas em intervalos de pelo menos 1 semana. Para doses de manutenção de prednisolona ou seu equivalente, de 10 mg por dia ou menos, os decréscimos de dose não devem ser superiores a 1 mg por dia em intervalos de pelo menos 1 semana. Para doses de manutenção de prednisolona maiores que 10 mg por dia, pode ser apropriado empregar-se cautelosamente decréscimos maiores da dose em intervalos semanais. Alguns pacientes não se sentem bem de uma maneira geral durante a fase de retirada, apesar da estabilização ou mesmo da melhora da função respiratória. Esses pacientes devem ser encorajados a continuar o tratamento com Miflasona e a retirar o esteróide sistêmico13, a menos que existam sinais15 objetivos de insuficiência16 adrenal. Os pacientes que, ao estarem interrompendo o tratamento com esteróides orais, tenham a função adrenocortical prejudicada devem portar um cartão de advertência indicando que eles podem precisar de esteróide sistêmico13 suplementar durante períodos de estresse, por exemplo, na piora dos ataques de asma2, em infeções pulmonares, doenças associadas, cirurgias, traumas e outros. A substituição do tratamento com esteróide sistêmico13 por tratamento inalatório algumas vezes desmascara alergias, como rinite17 alérgica ou eczema18, que permaneciam previamente controladas pela medicação sistêmica. Tais alergias devem ser tratadas sintomaticamente com anti-histamínicos e/ou com preparações tópicas, inclusive esteróides tópicos. O tratamento com Miflasona não deve ser interrompido abruptamente. É possível a ocorrência de broncospasmo paradoxal19. Caso ocorra, Miflasona deve ser descontinuado e instituído um tratamento alternativo. É necessário cautela no tratamento de pacientes com transtornos pulmonares, como bronquiectasia20 e pneumoconiose21, frente à possibilidade de infecções22 fúngicas23. Gravidez24 e lactação25: o uso de beclometasona na gravidez24 requer a avaliação dos possíveis benefícios da droga em relação aos riscos potenciais. Deve-se notar que a droga tem sido amplamente utilizada por muitos anos sem nenhuma conseqüência adversa aparente. É razoável supor-se que a beclometasona seja secretada no leite, mas nas doses utilizadas para inalação direta os possíveis níveis no leite serão baixos. O uso de dipropionato de beclometasona em mulheres lactantes26 requer que os benefícios terapêuticos da droga sejam comparados com os riscos potenciais à mãe e à criança. - Efeitos sobre a habilidade de dirigir veículos e/ou operar máquinas: não foram relatados.

Reações Adversas da Miflasona

não foram relatados quaisquer efeitos colaterais27 sérios que pudessem ser atribuídos à dose recomendada de dipropionato de beclometasona. Alguns pacientes não se sentem bem por cerca de 2 semanas durante a redução do tratamento com corticosteróides sistêmicos12, apesar de a função respiratória estar sendo mantida ou até mesmo melhorada. Esses pacientes podem, portanto, precisar de encorajamento para continuar utilizando o dipropionato de beclometasona. Podem ocorrer infecções22 locais por Candida sp na boca4, garganta28 e laringe29. É necessária atenção especial a pacientes com altos níveis sangüíneos de Candida precipitans, indicando uma infecção3 prévia. A terapia antifúngica local parece controlar essas infecções22, sem a necessidade de interromper-se o tratamento com a beclometasona. Podem ocorrer rouquidão e irritação da garganta28, mas desaparecem após a descontinuação do tratamento, a redução da dose e/ou o descanso da voz. Pode ser útil enxaguar-se a boca4 com água imediatamente após a inalação. Tem sido relatados reações de hipersensibilidade, inclusive erupções cutâneas30 inclusive rash31 (erupção32) cutâneo33, urticária34, prurido35, eritema36 e edema37 nos olhos38, na face39, nos lábios e na garganta28 após o uso de dipropionato de beclometasona.

Contra-Indicações da Miflasona

hipersensibilidade à beclometasona ou a qualquer componente da formulação. Tuberculose40 pulmonar ativa ou quiescente41.

Indicações da Miflasona

tratamento profilático da asma2 brônquica. Miflasona apresenta vantagens terapêuticas aos pacientes não controlados adequadamente pelo uso ocasional de broncodilatadores11 e/ou de cromoglicato de sódio e aos pacientes com asma2 grave dependentes de corticosteróides sistêmicos12 ou de hormônio42 adrenocorticotrófico (ACTH).

Apresentação da Miflasona

caixas com 60 cápsulas para inalação de 200 ou 400 mcg e 1 inalador.


MIFLASONA - Laboratório

NOVARTIS
Av. Prof. Vicente Rao, 90 - Brooklin
São Paulo/SP - CEP: 04706-900
Tel: 55 (011) 532-7122
Fax: 55 (011) 532-7942
Site: http://www.novartis.com/

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Complementos

1 Lactose: Tipo de glicídio que possui ligação glicosídica. É o açúcar encontrado no leite e seus derivados. A lactose é formada por dois carboidratos menores, chamados monossacarídeos, a glicose e a galactose, sendo, portanto, um dissacarídeo.
2 Asma: Doença das vias aéreas inferiores (brônquios), caracterizada por uma diminuição aguda do calibre bronquial em resposta a um estímulo ambiental. Isto produz obstrução e dificuldade respiratória que pode ser revertida de forma espontânea ou com tratamento médico.
3 Infecção: Doença produzida pela invasão de um germe (bactéria, vírus, fungo, etc.) em um organismo superior. Como conseqüência da mesma podem ser produzidas alterações na estrutura ou funcionamento dos tecidos comprometidos, ocasionando febre, queda do estado geral, e inúmeros sintomas que dependem do tipo de germe e da reação imunológica perante o mesmo.
4 Boca: Cavidade oral ovalada (localizada no ápice do trato digestivo) composta de duas partes
5 Insuficiência renal: Condição crônica na qual o corpo retém líquido e excretas pois os rins não são mais capazes de trabalhar apropriadamente. Uma pessoa com insuficiência renal necessita de diálise ou transplante renal.
6 Hepática: Relativa a ou que forma, constitui ou faz parte do fígado.
7 Pulmão: Cada um dos órgãos pareados que ocupam a cavidade torácica que tem como função a oxigenação do sangue.
8 Emergência: 1. Ato ou efeito de emergir. 2. Situação grave, perigosa, momento crítico ou fortuito. 3. Setor de uma instituição hospitalar onde são atendidos pacientes que requerem tratamento imediato; pronto-socorro. 4. Eclosão. 5. Qualquer excrescência especializada ou parcial em um ramo ou outro órgão, formada por tecido epidérmico (ou da camada cortical) e um ou mais estratos de tecido subepidérmico, e que pode originar nectários, acúleos, etc. ou não se desenvolver em um órgão definido.
9 Sintomas: Alterações da percepção normal que uma pessoa tem de seu próprio corpo, do seu metabolismo, de suas sensações, podendo ou não ser um indício de doença. Os sintomas são as queixas relatadas pelo paciente mas que só ele consegue perceber. Sintomas são subjetivos, sujeitos à interpretação pessoal. A variabilidade descritiva dos sintomas varia em função da cultura do indivíduo, assim como da valorização que cada pessoa dá às suas próprias percepções.
10 Broncodilatador: Substância farmacologicamente ativa que promove a dilatação dos brônquios.
11 Broncodilatadores: São substâncias farmacologicamente ativas que promovem a dilatação dos brônquios.
12 Sistêmicos: 1. Relativo a sistema ou a sistemática. 2. Relativo à visão conspectiva, estrutural de um sistema; que se refere ou segue um sistema em seu conjunto. 3. Disposto de modo ordenado, metódico, coerente. 4. Em medicina, é o que envolve o organismo como um todo ou em grande parte.
13 Sistêmico: 1. Relativo a sistema ou a sistemática. 2. Relativo à visão conspectiva, estrutural de um sistema; que se refere ou segue um sistema em seu conjunto. 3. Disposto de modo ordenado, metódico, coerente. 4. Em medicina, é o que envolve o organismo como um todo ou em grande parte.
14 Agonista: 1. Em farmacologia, agonista refere-se às ações ou aos estímulos provocados por uma resposta, referente ao aumento (ativação) ou diminuição (inibição) da atividade celular. Sendo uma droga receptiva. 2. Lutador. Na Grécia antiga, pessoa que se dedicava à ginástica para fortalecer o físico ou como preparação para o serviço militar.
15 Sinais: São alterações percebidas ou medidas por outra pessoa, geralmente um profissional de saúde, sem o relato ou comunicação do paciente. Por exemplo, uma ferida.
16 Insuficiência: Incapacidade de um órgão ou sistema para realizar adequadamente suas funções.Manifesta-se de diferentes formas segundo o órgão comprometido. Exemplos: insuficiência renal, hepática, cardíaca, respiratória.
17 Rinite: Inflamação da mucosa nasal, produzida por uma infecção viral ou reação alérgica. Manifesta-se por secreção aquosa e obstrução das fossas nasais.
18 Eczema: Afecção alérgica da pele, ela pode ser aguda ou crônica, caracterizada por uma reação inflamatória com formação de vesículas, desenvolvimento de escamas e prurido.
19 Paradoxal: Que contém ou se baseia em paradoxo(s), que aprecia paradoxo(s). Paradoxo é o pensamento, proposição ou argumento que contraria os princípios básicos e gerais que costumam orientar o pensamento humano, ou desafia a opinião consabida, a crença ordinária e compartilhada pela maioria. É a aparente falta de nexo ou de lógica; contradição.
20 Bronquiectasia: Sinônimo de “dilatação dos brônquios”. Há uma dilatação anormal e permanente dos brônquios cartilaginosos de médio calibre, da quinta à décima divisão brônquica. A dilatação está associada a uma destruição inflamatória dos tecidos musculares e elásticos das paredes brônquicas.
21 Pneumoconiose: Reação fibrosa crônica dos pulmões à inalação de poeiras, marcada especialmente por perda da expansibilidade, fibrose e pigmentação. Ela recebe nomes diversos segundo o tipo de poeira inalada.
22 Infecções: Doença produzida pela invasão de um germe (bactéria, vírus, fungo, etc.) em um organismo superior. Como conseqüência da mesma podem ser produzidas alterações na estrutura ou funcionamento dos tecidos comprometidos, ocasionando febre, queda do estado geral, e inúmeros sintomas que dependem do tipo de germe e da reação imunológica perante o mesmo.
23 Fúngicas: Relativas à ou produzidas por fungo.
24 Gravidez: Condição de ter um embrião ou feto em desenvolvimento no trato reprodutivo feminino após a união de ovo e espermatozóide.
25 Lactação: Fenômeno fisiológico neuro-endócrino (hormonal) de produção de leite materno pela puérpera no pós-parto; independente dela estar ou não amamentando.Toda mulher após o parto tem produção de leite - lactação; mas, infelizmente nem todas amamentam.
26 Lactantes: Que produzem leite; que aleitam.
27 Efeitos colaterais: 1. Ação não esperada de um medicamento. Ou seja, significa a ação sobre alguma parte do organismo diferente daquela que precisa ser tratada pelo medicamento. 2. Possível reação que pode ocorrer durante o uso do medicamento, podendo ser benéfica ou maléfica.
28 Garganta: Tubo fibromuscular em forma de funil, que leva os alimentos ao ESÔFAGO e o ar à LARINGE e PULMÕES. Situa-se posteriormente à CAVIDADE NASAL, à CAVIDADE ORAL e à LARINGE, extendendo-se da BASE DO CRÂNIO à borda inferior da CARTILAGEM CRICÓIDE (anteriormente) e à borda inferior da vértebra C6 (posteriormente). É dividida em NASOFARINGE, OROFARINGE e HIPOFARINGE (laringofaringe).
29 Laringe: É um órgão fibromuscular, situado entre a traqueia e a base da língua que permite a passagem de ar para a traquéia. Consiste em uma série de cartilagens, como a tiroide, a cricóide e a epiglote e três pares de cartilagens: aritnoide, corniculada e cuneiforme, todas elas revestidas de membrana mucosa que são movidas pelos músculos da laringe. As dobras da membrana mucosa dão origem às pregas vocais.
30 Cutâneas: Que dizem respeito à pele, à cútis.
31 Rash: Coloração avermelhada da pele como conseqüência de uma reação alérgica ou infecção.
32 Erupção: 1. Ato, processo ou efeito de irromper. 2. Aumento rápido do brilho de uma estrela ou de pequena região da atmosfera solar. 3. Aparecimento de lesões de natureza inflamatória ou infecciosa, geralmente múltiplas, na pele e mucosas, provocadas por vírus, bactérias, intoxicações, etc. 4. Emissão de materiais magmáticos por um vulcão (lava, cinzas etc.).
33 Cutâneo: Que diz respeito à pele, à cútis.
34 Urticária: Reação alérgica manifestada na pele como elevações pruriginosas, acompanhadas de vermelhidão da mesma. Pode afetar uma parte ou a totalidade da pele. Em geral é autolimitada e cede em pouco tempo, podendo apresentar períodos de melhora e piora ao longo de vários dias.
35 Prurido: 1.    Na dermatologia, o prurido significa uma sensação incômoda na pele ou nas mucosas que leva a coçar, devido à liberação pelo organismo de substâncias químicas, como a histamina, que irritam algum nervo periférico. 2.    Comichão, coceira. 3.    No sentido figurado, prurido é um estado de hesitação ou dor na consciência; escrúpulo, preocupação, pudor. Também pode significar um forte desejo, impaciência, inquietação.
36 Eritema: Vermelhidão da pele, difusa ou salpicada, que desaparece à pressão.
37 Edema: 1. Inchaço causado pelo excesso de fluidos no organismo. 2. Acúmulo anormal de líquido nos tecidos do organismo, especialmente no tecido conjuntivo.
38 Olhos:
39 Face: Parte anterior da cabeça que inclui a pele, os músculos e as estruturas da fronte, olhos, nariz, boca, bochechas e mandíbula.
40 Tuberculose: Doença infecciosa crônica produzida pelo bacilo de Koch (Mycobacterium tuberculosis). Produz doença pulmonar, podendo disseminar-se para qualquer outro órgão. Os sintomas de tuberculose pulmonar consistem em febre, tosse, expectoração, hemoptise, acompanhada de perda de peso e queda do estado geral. Em países em desenvolvimento (como o Brasil) aconselha-se a vacinação com uma cepa atenuada desta bactéria (vacina BCG).
41 Quiescente: Que está sossegado, em paz; quieto, tranquilo.
42 Hormônio: Substância química produzida por uma parte do corpo e liberada no sangue para desencadear ou regular funções particulares do organismo. Por exemplo, a insulina é um hormônio produzido pelo pâncreas que diz a outras células quando usar a glicose para energia. Hormônios sintéticos, usados como medicamentos, podem ser semelhantes ou diferentes daqueles produzidos pelo organismo.

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