ADVERTÊNCIAS DICLOFENACO DIETILAMÔNIO

Atualizado em 28/05/2016

A PROBABILIDADE DE EFEITOS COLATERAIS1 SISTÊMICOS2 OCORREREM COM A APLICAÇÃO TÓPICA DO DICLOFENACO É PEQUENA, COMPARADA COM A FREQÜÊNCIA DE EFEITOS COLATERAIS1 DO DICLOFENACO ORAL. ENTRETANTO, QUANDO DICLOFENACO DIETILAMÔNIO GEL É APLICADO EM ÁREAS DE PELE3 RELATIVAMENTE GRANDES E POR PROLONGADO PERÍODO DE TEMPO, A POSSIBILIDADE DE EFEITOS COLATERAIS1 SISTÊMICOS2 NÃO PODE SER EXCLUÍDA. NO CASO DE SE PREVER ESSE TIPO DE USO, DEVE-SE CONSULTAR O MÉDICO.
A SEGURANÇA E EFICÁCIA DO DICLOFENACO - INDEPENDENTE DA FORMULAÇÃO FARMACÊUTICA - NÃO FOI AINDA ESTABELECIDA EM CRIANÇAS. ASSIM SENDO, COM EXCEÇÃO DE CASOS DE ARTRITE4 JUVENIL CRÔNICA,
O USO DO DICLOFENACO NÃO É RECOMENDADO EM CRIANÇAS DE IDADE INFERIOR A 14 ANOS.

Antes de consumir qualquer medicamento, consulte seu médico (http://www.catalogo.med.br).

Complementos

1 Efeitos colaterais: 1. Ação não esperada de um medicamento. Ou seja, significa a ação sobre alguma parte do organismo diferente daquela que precisa ser tratada pelo medicamento. 2. Possível reação que pode ocorrer durante o uso do medicamento, podendo ser benéfica ou maléfica.
2 Sistêmicos: 1. Relativo a sistema ou a sistemática. 2. Relativo à visão conspectiva, estrutural de um sistema; que se refere ou segue um sistema em seu conjunto. 3. Disposto de modo ordenado, metódico, coerente. 4. Em medicina, é o que envolve o organismo como um todo ou em grande parte.
3 Pele: Camada externa do corpo, que o protege do meio ambiente. Composta por DERME e EPIDERME.
4 Artrite: Inflamação de uma articulação, caracterizada por dor, aumento da temperatura, dificuldade de movimentação, inchaço e vermelhidão da área afetada.

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